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UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO

DIRETORIA DE GESTÃO PROGRAMA PARCELADAS


POLO: SÃO FÉLIX DO ARAGUAIA
CURSO: CIÊNCIAS CONTÁBEIS
DISCIPLINA: PORTUGUÊS INSTRUMENTAL

Profª Ma. MARIA DOMINGAS DE SOUZA


comunicação
 Comunicação: ocorre quando
interagimos com outras pessoas
utilizando a linguagem.
linguagem

É um processo comunicativo pelo qual as


pessoas interagem entre si.

Linguagem verbal – A unidade básica é a


palavra falada ou escrita.

 Linguagem não verbal – As unidades básicas


são o gesto, o movimento, a imagem; como na
música, dança, mímica, pintura, escultura , etc.
linguagem
É um processo comunicativo pelo qual as
pessoas interagem entre si.

Linguagens mistas – Podem reunir diferentes


unidades básicas, como imagens, palavras, música,
figurinos: histórias em quadrinhos, cinema, teatro e
programas de tv.

Linguagens digitais – através da Informática,


armazena e transmite informações diversificadas nos
meios eletrônicos, em ambientes virtuais.
interlocutores
São as pessoas que participam do processo de
interação por meio da linguagem.
LOCUTOR – Aquele que produz (emite) a
mensagem;
LOCUTÁRIO – Aquele que recebe (decodifica)
a mensagem.
Código

É um conjunto de sinais
convencionados socialmente para
a construção e a transmissão de
mensagens.
A língua
Língua é um código formado
por signos (palavras) e leis
combinatórias por meio do
qual as pessoas se
comunicam e interagem
entre si.
O que é signo linguístico?
Signo é um sinal convencional, é uma unidade de
um tipo de linguagem ou sistema de
comunicação.

Assim, o signo linguístico nada mais é do que a


palavra, unidade básica da linguagem verbal.

No código do trânsito, um sinal vermelho é um


signo.
Variedades linguísticas

São as variações que uma


língua apresenta, de acordo
com as condições sociais,
culturais, regionais e
históricas em que é utilizada.
Variedade padrão
Língua padrão ou norma culta - é
a variedade linguística de maior
prestígio social.
Também conhecida como norma
culta e norma padrão.
Usada em livros científicos e
didáticos, jornais, revistas e
ensinada nas escolas.
Variedade não padrão
Língua não padrão – são todas as
variedades linguísticas diferentes
da padrão.
São válidas e têm valor nos grupos
ou nas comunidades em que são
usadas.
São as variedades linguísticas
regionais, a gíria, o jargão,etc.
Dialetos e registros

São variações linguísticas, originadas das


diferenças de região ou território, de idade, de
sexo, de classes ou grupos sociais e da própria
evolução histórica da língua.
As variações de registro ocorrem de acordo com:
 Grau de formalismo;
 Modo de expressão;
 Sintonia entre interlocutores.
Modalidades de Uso ou registro linguístico

Modalidade Tipo
Registro Formal Comum, sofisticado, usado nos
bons jornais e revistas,
cuidadoso.

Registro Informal Descontraído, coloquial, usado


nos diálogos, construções
soltas, conectivos simples, sem
planejamento prévio.
A gíria
É uma das variedades que uma língua pode
apresentar. Quase sempre é criada por um grupo
social, como o dos fãs de rap, de funk, de heavy
metal, dos sufistas, skatistas, dos grafiteiros, dos
marginais etc.

Quando é restrita a uma profissão, a gíria é


chamada de jargão.
Exemplos de jargão de contador: amortização,
ativo/passivo...
Língua Falada x Língua Escrita

 As diferenças entre os dois códigos não podem ser


ignoradas por quem se dispõe a comunicar de forma
satisfatória.

 O domínio da língua falada, aparentemente mais fácil,


ganha complexidade quando se trata do emprego da
variedade formal: é necessário aprender o registro da
língua falada mais adequado a situações de
formalidade.

 O uso do código escrito, entretanto, é o que costuma


produzir maiores obstáculos.

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