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Prevenção e Combate a Incêndio

Emergência Industrial

VA L E
G E R Ê N C I A D E G E S TÃ O D E R I S C O S E E M E R G Ê N C I A S U D E S T E
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Bom andamento do Treinamento

Os laptops devem Os celulares devem


permanecer fechados permanecer no
Atenção ao horário de durante o treinamento. silencioso ou
início e término do desligados.
treinamento.

Mantenha o foco na
pessoa que está falando Esclareça suas dúvidas, Participe!
e solicite a palavra. mesmo que pareçam Aproveite!
óbvias.
Orientações de Segurança

3
 Acione o alarme de emergência;
 Dirija-se para a saída de emergência;
 Movimente-se de modo rápido e ordeiro, sem correr, procurando guardar distância do colega que estiver a sua frente;
 Não volte para apanhar objetos esquecidos e não tente usar saídas não designadas;
 Avalie o cenário antes de agir. Isto evita que você também se torne uma vítima.
 Em emergências com vítimas, prestar primeiros socorros somente se estiver seguro e fora de risco, siga as instruções
do CECOM;
 Não transportar a vítima sem orientação da equipe de Emergência ou do CECOM;
 Permaneça no Ponto de Encontro para a contagem das pessoas;

193 Ramal interno


0800 285 0 193
Celulares e linhas externas

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Quem somos
Qual seu nome?
Qual sua formação e função na empresa?
O que gostaria que a turma soubesse sobre você?
Quais expectativas você tem para o treinamento?
8

Quem somos
Qual ua formação e função na empresa?
O que gostrma soubesse sobre você?
Quais expectativas você tem para o treinamento?
9

Quem somos
Qual ua formação e função na empresa?
O que gostrma soubesse sobre você?
Quais expectativas você tem para o treinamento?
Quem somos
Qual ua formação e função na empresa?
O que gostrma soubesse sobre você?
Quais expectativas você tem para o treinamento?
Quem somos
Qual ua formação e função na empresa?
O que gostrma soubesse sobre você?
Quais expectativas você tem para o treinamento?
BIV
 -BTR (Brigada Tática de Resgate)
 -BEE (Brigada Estratégica de Emergência)
 -BSA (Brigada de suporte de Apoio)
 PROGRAMA DE BRIGADA DE EMERGÊNCIA

De acordo com a norma regulamentadora do Ministério do Trabalho, a


NR 23, o grupo formador da brigada de incêndio deve ser composto por
colaboradores fixos da empresa que se voluntariam ao mandato de brigadista. O
funcionário deve ter a maior parte de sua rotina de trabalho executada dentro das
instalações da empresa para que possa exercer suas habilidades em caso de
acidente.

O número de brigadistas será estabelecido pela legislação específica de


cada estado, portanto a empresa deve consultar, caso esteja obrigada a
instaurar uma brigada de incêndio.

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 PROGRAMA DE BRIGADA DE EMERGÊNCIA

Essas pessoas têm papel fundamental de combate ao


princípio de incêndio evitando que pequenos problemas se
transforme em grandes desastres.

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 PROGRAMA DE BRIGADA DE EMERGÊNCIA

Quando um grupo de pessoas se capacitam e se


organizam com ações preventivas e reativas as emergências, existe
a real chance desse grupo conseguir controlar as situações antes
que tomem proporções que obrigue a empresa empenhar recursos
externos.

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 PROGRAMA DE BRIGADA DE EMERGÊNCIA

Quando um grupo de pessoas se capacitam e se


organizam com ações preventivas e reativas as emergências, existe
a real chance desse grupo conseguir controlar as situações antes
que tomem proporções que obrigue a empresa empenhar recursos
externos.

Quanto mais eficiente se tornar a prevenção, menores


serão as probabilidades da ocorrência de incêndio e menores serão
as chances do fogo causar danos às pessoas e ao patrimônio.

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 PROGRAMA DE BRIGADA DE EMERGÊNCIA

A brigada de incêndio deve ser formada por um grupo


organizado de pessoas, treinadas e capacitadas para atuar na
prevenção, abandono, combate a princípio de incêndio e prestar os
primeiros socorros, dentro de uma área pré-estabelecida, até a
chegada dos profissionais do sistema de emergência local.

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 OBJETIVO

• Reconhecer uma emergência


de incêndio;
• Acionar os recursos do sistema
de emergência;

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 OBJETIVO

• Reconhecer uma emergência


de incêndio;
• Acionar os recursos do
sistema
de emergência;
• Conhecer as características
•do Combate ao princípio de
processo
incêndio da combustão;
visando impedir a
continuidade, evitando que se
tome proporções maiores,
preservando assim vidas e
patrimônios.

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 PLANO DE ATENDIMENTO A EMERGÊNCIAS

Plano de Emergência
PRO 026722 - Plano de Emergência de Caue e Periquito
PRO 026721 - Plano de Emergência de Conceição
PRO 026778 - Plano de Atendimento a Emergência _ Mina Fábrica Nova
PRO 026775 - Plano de Atendimento a Emergência _ Mina de Fazendão
PRO 026779 - Plano de Atendimento a Emergência _ Mina de Alegria
PRO 026773 - Plano de Atendimento a Emergência _ Mina de Timbopeba

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 ACIONANDO A CENTRAL DE EMERGÊNCIAS

CECOM Sudeste (Centro de Controle de Emergências e Comunicação)

Disponível 24h todos os dias do ano;

Ramal Ligação Externa Faixa de Rádio

193 0800 2850 193 SEM-193


 RECURSOS / EQUIPAMENTOS DE EMERGÊNCIAS
 TETRAEDRO DO FOGO

 Para que o fogo possa ocorrer são


necessários quatro componentes
básicos:
 Combustível. CALOR
 Oxigênio.
 Calor.
 Reação química contínua. O2
COMBURENTE COMBUSTÍVEL

REAÇÃO EM CADEIA
 TEORIA DO FOGO
Calor

CALOR
É uma forma de energia;
É o elemento que dá início ao fogo;
Pode ser uma faísca, uma chama ou
até um super aquecimento em
máquinas e aparelhos energizados.
 TEORIA DO FOGO
Combustível

É todo material que queima.


São sólidos, líquidos e gasosos, sendo
que os sólidos e os líquidos se
transformam primeiramente em gás
pelo calor e depois inflamam.
COMBUSTÍVEL
 TEORIA DO FOGO
Comburente

Sustenta a combustão, mas não


queima. O2
É o elemento ativador do fogo, COMBURENTE
Normalmente é o oxigênio.
 ELEMENTOS DA COMBUSTÃO

Para que ocorra a combustão são


necessários três ingredientes
básicos o calor, o combustível e
o oxigênio.

Independente de ter iniciado


através de uma fonte externa de
calor ou por ter atingido a
temperatura de ignição.

Para que a combustão continue o


processo de queima é necessário
que desenvolva um processo de
sustentabilidade há qual
chamamos de Reação em REAÇÃO EM CADEIA
Cadeia .

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COMBUSTÃO

A combustão é um
processo químico onde um
oxidante, tendo como exemplo
mais comum o oxigênio
presente no ar que
respiramos, reage quimicamente
com o combustível produzindo
calor. Se o calor desta reação
química atingir
ignição a temperatura
teremos o inicio deda
combustão, se não atingir, a
combustão só ocorre com a
presença de uma fonte de ignição.

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 COMBUSTÃO

Produtos resultantes da
combustão e seus efeitos:

Fogo: Produz luz e pode causar


queimaduras;

Calor: Pode causar queimaduras


e ser transmitido;

Gases: É a arma mais letal deste


inimigo, causadora da maioria das
mortes nos incêndios, pois
conseguem se espalhar mais
amplamente e rapidamente do que
o fogo e o calor.

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 FOGO  FAIXA DE OXIGÊNIO NA COMBUSTÃO

Fogo ou chamas são as Azoto / Nitrogênio 78%

manifestações visuais da reação


química rápida da combustão.

Entretanto nem todas as


combustões tem a manifestação
Gás carbônico, argônio, criptônio, Oxigênio
do fogo e até mesmo de fumaça. hélio, neônio, radônio e xenônio 1% 21%

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 CALOR - OXIDAÇÃO DO COMBUSTÍVEL

TEMPERATURA DE FULGOR: É
a temperatura, na qual um
combustível desprende vapores
suficientes para serem inflamados
por uma fonte externa de calor,
como por exemplo fogo, faísca ou
centelha. Quando essa fonte de
calor é retirada a queima se
encerra.

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 CALOR - OXIDAÇÃO DO COMBUSTÍVEL

TEMPERATURA DE COMBUSTÃO:

É a temperatura na qual o combustível


desprende vapores em quantidades
suficiente para serem inflamados por
uma fonte externa de calor, e
continuarem queimando ,mesmo quando
retirada a fonte externa de calor.
 CALOR - OXIDAÇÃO DO COMBUSTÍVEL

TEMPERATURA DE IGNIÇÃO: É
quando a temperatura da
oxidação do combustível se torna
capaz de inflamar os vapores
desprendidos sem a necessidade
de uma fonte externa de calor.

Se tentarmos encontrar um valor


para cada temperatura acima,
notaremos que para cada
combustível a mesma reação
apresentará valores diferentes,
exemplo: A temperatura de fulgor
do Álcool é de 16.6 ºC é do Diesel
39 ºC.

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 GASES - FUMAÇA

Os gases derivados da
combustão completa ou
incompleta dos combustíveis
geram água, dióxido de carbono
(CO2), monóxido de carbono (CO)
e vários outros mais, todos
tóxicos capazes de prejudicarem a
respiração, a visibilidade do
ambiente, é quente e ao mesmo
tempo combustível.

Os gases algumas vezes se


Manifestam visualmente,
chamamos essa manifestação de
fumaça.
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 GASES - FUMAÇA  Interpretando a fumaça:
Fumaça Branca: Combustão
A fumaça pode matar ou causar completa com rápido consumo do
lesões graves por 3 mecanismos combustível pelo fato do ambiente
básicos: queimaduras nas vias possuir boa quantidade de
respiratórias pelo calor do ar comburente.
respirado, asfixia por falta de
oxigênio e edema da árvore
pulmonar pelas substâncias
químicas inaladas.

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 GASES - FUMAÇA  Interpretando a fumaça:
Fumaça Preta: Combustão em
A fumaça pode matar ou causar altas temperaturas, porem com
lesões graves por 3 mecanismos deficiência de comburente. Isso
básicos: queimaduras nas vias significa que o oxigênio do ar
respiratórias pelo calor do ar ambiente não é suficiente para
respirado, asfixia por falta de queimar completamente o
oxigênio e edema da árvore combustível.
pulmonar pelas substâncias
químicas inaladas.

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 GASES - FUMAÇA  Interpretando a fumaça:
Fumaças coloridas
A fumaça pode matar ou causar (amarelas,
lesões graves por 3 mecanismos roxa, alaranjadas): Significa que a
básicos: queimaduras nas vias combustão está eliminando gases
respiratórias pelo calor do ar altamente tóxicos .
respirado, asfixia por falta de
oxigênio e edema da árvore
pulmonar pelas substâncias
químicas inaladas.

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 COMBUSTÍVEL OU FOGOSTÍVEL

Os estados físicos do
combustível, podem ser sólidos,
líquidos e gasosos.

Combustíveis Sólidos
Podem ter em sua composição
carbono, hidrogênio, oxigênio,
enxofre, sendo que todos estes
elementos sofrem combustão
facilmente. Entre os combustíveis
sólidos temos a lenha, serragem,
bagaço de cana, etc

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 COMBUSTÍVEL OU FOGOSTÍVEL

Combustíveis Líquidos
Podem ser encontrados na forma
mineral ou não mineral. Os
combustíveis líquidos minerais
são obtidos pela refinação do
petróleo, destilação do xisto
betuminoso, o exemplo mais
comum é a gasolina. Dos
combustíveis líquidos não
minerais são o álcool e os óleos
vegetais são os exemplos mais
utilizados.

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 COMBUSTÍVEL OU FOGOSTÍVEL

Combustíveis Gasosos
Além de terem um baixo custo,
porque geralmente são gases
obtidos como subprodutos, são
combustíveis mais homogêneos
porque se misturam melhor com o
ar.

O Gás natural é um combustível


gasoso encontrado em locais
arenosos que contêm petróleo,
este fica armazenado nas
profundidades do subsolo.

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 CALOR

Antes de pensarmos em
combater esse inimigo (a
combustão) precisamos de
estudá-la.

Estudar suas táticas, suas armas


e munições.

Já fizemos isso com o fogo e a


fumaça, agora precisamos
entender o calor que é outra arma
poderosa deste inimigo.

Além do poder de produzir


alterações no estado da matéria
ele pode nos afetar.

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 ALTERAÇÕES FISIOLÓCIAS

Exposto ao calor sem a reposição


de líquidos, o calor poderá leva-lo
a desidratação por perder água
em forma de suor utilizado pelo
seu corpo na tentativa de esfria-
lo, deixando-o sem água para
realizar suas funções normais.

Desidratado você não será útil no


combate, pois poderá sentir
fraqueza, tontura, dor de cabeça,
fadiga e ter convulsões.

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 FORMAS DE TRANSMISSÃO DE CALOR

É a forma pela qual se transmite o calor através do próprio


material, de molécula a molécula ou de corpo a corpo..
Condução

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 FORMAS DE TRANSMISSÃO DE CALOR

Convecção
É quando o calor se transmite através de uma massa de ar
aquecida, que se desloca do local em chamas, levando o calor para
outros locais, originando outro foco de fogo

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 FORMAS DE TRANSMISSÃO DE CALOR

Irradiação
É quando o calor se transmite por ondas caloríficas através do
espaço, sem utilizar qualquer meio material.

Radiação

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 FORMAS DE TRANSMISSÃO DE CALOR

Página - 11
 FORMAS DE TRANSMISSÃO DE CALOR

Convecção
Condução

Radiação

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 EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO

Identifique as formas de
transmissão de calor nos desenhos
abaixo:

Página - 11
 EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO

Identifique as formas de
transmissão de calor nos desenhos
abaixo:

Página - 11
EXERCÍCIO DE FIXAÇÃO

Identifique as formas de
transmissão de calor nos desenhos
abaixo:

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FONTES CAUSADORAS DE INCÊNDIO

ATRITO ELETRICIDADE QUÍMICA ACIDENTE

10

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 MÉTODOS DE EXTINÇÃO DE INCÊNDIOS

Define-se como incêndio a perda


de controle da combustão.

Desta forma será combatida


visando eliminar um ou mais de
seus elementos ou interromper a
reação em cadeia. Limitando ou
interrompendo qualquer um
desses elementos, a combustão
se extinguirá.

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 RESFRIAMENTO

Esse método consiste em


jogarmos água no incêndio
provocando seu resfriamento e
consequentemente eliminando o
componente "calor" .

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 ABAFAMENTO

Quando se abafa a combustão,


impedimos que o oxigênio
atmosférico participe da reação
química de oxidação do
combustível. Logo, ao retirarmos
esse componente, extinguiremos
o incêndio por abafamento.

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 ISOLAMENTO

Afastando e interrompendo o
fornecimento do combustível ou
isolando-o como na abertura de
uma trilha (aceiro) na mata, por
exemplo, a combustão se
extinguirá quando consumir o
combustível que restou no
incêndio.

Página -
 EXTINÇÃO QUÍMICA

Outro método de extinção usual é


interferir na reação química em
cadeia da combustão. Os
extintores que usam halon,
bicarbonato de sódio, bicarbonato
de potássio e amônia conseguem
agir na reação química em cadeia
da combustão e são mais
eficientes em combustíveis
gasosos e líquidos.

Independente do método de
extinção que escolher, sempre
devemos planejar nossas ações
antes de agir.

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 EXTINÇÃO QUÍMICA

Por exemplo, se não levarmos em


consideração a densidade do
liquido inflamável e usarmos a
água como agente extintor no
incêndio, o método de
resfriamento poderá não funcionar
se o combustível tiver uma
densidade menor que água,
nesse caso ele irá flutuar e
continuar queimando por cima da
água e ainda correremos risco do
combustível se espalhar se não
estiver confinado.

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 Fases Do Fogo

Se o fogo ocorrer em área ocupada por pessoas, há grandes chances de que o fogo seja
descoberto no início e a situação resolvida. Mas se ocorrer quando a edificação estiver deserta e
fechada, o fogo continuará crescendo até ganhar grandes proporções. Essa situação pode ser
controlada com a aplicação dos procedimentos básicos de ventilação. O incêndio pode ser
melhor entendido se estudarmos seus três estágios de desenvolvimento.

 Fase Inicial
Nesta primeira fase, o oxigênio contido no ar não
está significativamente reduzido e o fogo está
produzindo vapor d’água (H20), dióxido de
carbono (CO2), monóxido de carbono (CO) e
outros gases. Grande parte do calor está sendo
consumido no aquecimento dos combustíveis, e
a temperatura do ambiente, neste estágio, está
ainda pouco acima do normal. O calor está sendo
gerado e evoluirá com o aumento do fogo.
 Fase de Desenvolvimento

É a fase de transição entre a fase inicial e a do incêndio totalmente desenvolvido.


Ocorre em um período relativamente curto de tempo e pode ser considerado um
evento do incêndio. Trata-se do momento no qual a temperatura da camada superior
de fumaça atinge 600ºC.

A característica principal desta fase é o repentino espalhamento das chamas a todo o


material combustível existente no compartimento. Este fenômeno é conhecido pelo
nome de “flashover”. A sobrevivência do pessoal que esteja no local é improvável, a
partir dele entra-se na fase de incêndio desenvolvido.
 Fase de Incêndio Desenvolvido

Todo o material do compartimento está em combustão, sendo  a taxa de queima 


limitada pela quantidade de oxigênio remanescente. Chamas podem sair por
qualquer abertura, e os gases combustíveis na fumaça se queimam assim que
encontram ar fresco. O acesso a esse incêndio é praticamente impossível, sendo
necessário um ataque indireto.
 Fase de Queda de Intensidade

Quase todo o material combustível já foi consumido e o incêndio começa a se


extinguir. Após a extinção do incêndio, em casos específicos, pode correr o fenômeno
do reaparecimento. Em um incêndio que tenha se extinguido por ausência de
oxigênio, como por exemplo, em um compartimento estanque que tenha sido
complemente isolado, vapores combustíveis podem estar presentes. Quando ar
fresco é admitido nessa atmosfera rica em vapores combustíveis / gases explosivos e
com temperatura próxima à de ignição, os ­elemen­tos do fogo estarão novamente
presentes e pode ocorrer uma ­explosão, fenômeno também conhecido por
“backdraft”.
 Técnicas de Ventilação

Ventilação Natural

É o emprego do fluxo normal do ar com o fim de ventilar o ambiente, sendo também


empregado o princípio da convecção com o objetivo de ventilar. Como exemplo, a
abertura de portas, janelas, paredes, bem como a abertura de claraboias e telhados.

Na ventilação natural, apenas se retiram as obstruções que não permitem o fluxo


normal dos produtos da combustão.

Ventilação Forçada

É utilizada para retirar produtos da combustão de ambientes em que não é possível


estabelecer o fluxo natural de ar. Neste caso, força-se a renovação do ar através da
utilização de equipamentos e outros métodos.

Ainda com relação à edificação e à ação do bombeiro, pode-se dividir a ventilação em


 Técnicas de Ventilação

Ventilação Horizontal

É aquela em que os produtos da combustão caminham horizontalmente pelo ambiente. Este tipo
de ventilação se processa pelo deslocamento dos produtos da combustão através de corredores,
janelas, portas e aberturas em paredes no mesmo plano.

Ventilação Vertical

É aquela em que os produtos da combustão caminham verticalmente pelo ambiente, através de


aberturas verticais existentes (poços de elevadores, caixas de escadas), ou aberturas feitas pelo
bombeiro (retirada de telhas).

Para a ventilação, o bombeiro deve aproveitar as aberturas existentes na edificação, como as portas,
janelas e alçapões, só efetuando aberturas em paredes e telhados se inexistirem aberturas ou se as
existentes não puderem ser usadas para a ventilação natural ou forçada. Efetuar entrada forçada em
paredes e telhados, quando já existem aberturas no ambiente, acarreta prejuízos ao proprietário, além
de significar perda de tempo.
 Técnicas de Ventilação

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Ventilação Natural Ventilação Forçada


 Vantagens da Ventilação

Quando, para auxiliar no controle de incêndio, é feita ventilação adequada, uma série
de vantagens são obtidas, tais como: visualização do foco, retirada do calor e retirada
dos produtos tóxicos da combustão.
Localizar vítimas;

Extinguir o fogo com maior rapidez, sem causar danos pelo excesso de água aplicada
no local.

Maior possibilidade para entrar no ambiente.

Diminuir a propagação do incêndio.

Evitar o "backdraft" e o "flashover".

Evitar maiores riscos a possíveis vítimas.


 CLASSES DE INCÊNDIO  CLASSE A

A classificação de um incêndio Os incêndios classe A são aqueles


está baseado no tipo de onde o combustível se constitui
combustível que esta queimando. em materiais sólidos tais como
madeira, roupa, papel, borracha,
Para o brigadista esta plásticos e etc.
classificação é importante para
que ele possa escolher o
equipamento correto e realizar um Para esse combustível a principal
o ataque rápido, isso faz muita técnica de combate é o
diferença. resfriamento, então a água tem um
papel fundamental nesses casos.
Veremos aqui 5 classes de
incêndio, identificadas pelas letras
A, B, C, D, K. Os bombeiros poderão utilizar
espuma classe A para
potencializar a capacidade de
resfriamento da água.

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 CLASSE B

Já os incêndios onde classe B


preveem os combustíveis líquidos,
graxa e gases. A técnica de
combate mais efetiva é o
abafamento ou sufocação com a
exclusão do oxigênio. Em
ambiente aberto o extintor CO 2
não será muito efetivos e a
decisão de usa-lo dependerá de
uma serie de fatores, entre eles
estão o tamanho do incêndio,
velocidade do vento, tipo de
combustível, nesses casos
poderemos utilizar outros métodos
como por exemplo o resfriamento
evitando utilizar grandes
quantidades de água.

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 CLASSE C

Os incêndios que envolvem


equipamentos elétrico ativados,
constituem os incêndios classe C.
Estes incêndios podem ser
controlados com extintores de
CO 2, halon ou agentes químicos
secos.

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 CLASSE D

Os incêndios classe D
compreendem combustíveis
metálicos tais como alumínio,
magnésio, titânio, zinco, lítio,
cálcio e outros.

Esses materiais são


especialmente perigosos se
estiveram expostos em forma de
pó, pois o oxigênio do ar
ambiente combinado com o pó
podem iniciar facilmente um
incêndio se forem expostos a uma
fonte de ignição.

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 CLASSE D

Quando esses metais entram em


combustão e conseguem a
sustentabilidade com a reação
química em cadeia, somente
extintores especiais podem
controlar esses incêndios.

Os extintores habituais ABC não


funcionam. E atualmente só
existem dois tipos de extintores
classe D, o extintor com cloreto
de sódio para Zinco, magnésio,
Bário, alumínio e outros e o
extintor com um agente a base de
cobre para atender incêndios de
lítio.

Página - 18
 CLASSE K

Classificação de incêndios em
óleo e gordura de cozinhas.

Página - 18
 CLASSE K

Classificação de incêndios em
óleo e gordura de cozinhas.

O agente extintor é o acetato de


potássio diluído em água, eles
controlam o incêndio, formando
uma espuma que fica na superfície
do combustível causando extinção
por resfriamento e abafamento.

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 CARACTERÍSTICAS DOS EXTINTORES
 TIPO DE EXTINTORES

São de fácil manuseio, Água pressurizada.


geralmente possuem capacidade
Dióxido de carbono CO2.
de carga em até 12 Kg ou 10
litros de agente extintor. Pó químico seco (B:C /A:B:C).
Espuma.

Como dito são indicados para


combater princípios de incêndio,
estão disponíveis com diversos
agentes extintores.

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 Pó Químico Seco

Extintores para Classe A-B-C ou B-C, pode ser


encontrado em tamanhos de 1 Kg a 14 Kg.
Em condições ideais alcança de 1,5 - 6m, com tempo de
descarga de 10 a 25 segundos.
Pode obstruir a visibilidade e causar problema
respiratório.
 EXTINTORES SOBRE RODAS

Com capacidade para até 150


litros, estes equipamentos são
maiores e por isso montados
sobre as rodas.

Por serem pesados para


transportar utilizam uma
mangueira longa para que seja
possível se aproximar do incêndio
e descarregar o agente extintor

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 EXTINTORES ESPECIAIS CLASSE D  EXTINTORES ESPECIAIS CLASSE K
Com capacidade para até 10 litros, Com capacidade para até 10 litros,
estes equipamentos são utilizados estes equipamentos são utilizados
em materiais pirofórico. em cozinha.No brasil estes extintores
não são obrigatorios .
 AGENTES EXTINTORES
ÁGUA
Os extintores de água pressurizada são
Os agentes extintores são utilizados em princípios de incêndios
substâncias que podem estar no de classe A extinguindo o incêndio por
estado sólido, liquido ou gasoso e resfriamento.A água fica armazenada no
são utilizados no combate ao cilindro sendo comprimida por gás
incêndio, podendo extinguir o carbônico ou nitrogênio.
incêndio através dos métodos de
resfriamento, abafamento e Um manômetro próximo a válvula Gás Propulsor
quebrando a reação química em indica a faixa de pressurização do
cadeia. equipamento. O jato cobre a distância Tubo Sifão
de 9m a 12m,variando um tempo de
descarga de 30-60 segundos. Água

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 Dióxido de Carbono CO2

O alcance do CO2 é limitado entre 1 – 2,5 m e o tempo


de descarga varia de 8 - 30 segundos, dependendo do
tamanho do extintor.

O CO2 empurra o O2 reduzindo o fogo.

Em líquidos inflamáveis a descarga é aplicada a partir da


borda em direção ao centro, com varredura.
 Dióxido de Carbono CO2

Nunca aponte o difusor do extintor de dióxido de carbono


para alguém.

CO2descarregado em espaço confinado reduzirá o nível de


oxigênio no recinto, demandando equipamento de proteção
respiratória.
 ESPUMA

Os extintores de espuma são


utilizados para as classes A e B,
são especialmente uteis e
eficientes para combater incêndios
e eliminar vapores de pequenos
derrames de combustíveis.

A eficiência na utilização da
espuma está em manter a
integridade da camada, para isso
não se deve aplicar a espuma
atirando-a diretamente sobre o
combustível.

Pode-se deixar que a espuma caia


sobre o combustível como se
fosse uma chuva suave ou atira-la
contra uma estrutura próxima para
que ela escorra para cima do
combustível.

Página - 20
 VENCIMENTO / MANUTENÇÃO
 EQUIPAMENTOS HIDÁULICOS DE COMBATE

Existem uma infinidades de


equipamentos hidráulicos de
combate a incêndios, aqui
estaremos focados nos
equipamentos que normalmente
estão disponíveis aos brigadistas.

Página - 13
 EQUIPAMENTOS HIDÁULICOS DE COMBATE MANGUEIRAS DE
INCÊNDIO
Existem umainfinidades de Atualmente o mercado brasileiro
equipamentoshidráulicos de conta com normas da ABNT que
combate a incêndios, aqui tratam sobre mangueiras de
estaremos focados nos incêndio. Elas orientam que as
equipamentos que mangueiras sofram ensaios
normalmente estão disponíveis hidrostáticos individualmente pelo
aos brigadistas. fabricante antes de coloca-las à
venda.
 EQUIPAMENTOS HIDÁULICOS DE COMBATE MANGUEIRAS DE
INCÊNDIO
Existem uma infinidades de Atualmente o mercado brasileiro
equipamentos hidráulicos de conta com normas da ABNT que
combate a incêndios, aqui tratam sobre mangueiras de
estaremos focados nos incêndio. Elas orientam que as
equipamentos que normalmente mangueiras sofram ensaios
estão disponíveis aos brigadistas. hidrostáticos individualmente pelo
fabricante antes de coloca-las a
venda.
Ao receber ou inspecionar
mangueiras de incêndio,
certifique-se de que contenham
impresso o nome do fabricante,
modelo da mangueira , NBR
11861, o tipo de mangueira, mês
e ano de fabricação.

Página - 14
 EQUIPAMENTOS HIDÁULICOS DE COMBATE  MANGUEIRAS DE INCÊNDIO

Mangueira Tipo 1: Destina-se a edifícios residenciais.

Mangueira Tipo 2: Destina-se a edifícios comerciais, industriais e


ao Corpo de Bombeiros.

Página - 14
 EQUIPAMENTOS HIDÁULICOS DE COMBATE  MANGUEIRAS DE INCÊNDIO

Mangueira Tipo 3: Destina-se à área naval, industrial e ao Corpo


de Bombeiros.

Mangueira Tipo 4: Destina-se à área industrial, onde é desejável


uma maior resistência à abrasão.
 EQUIPAMENTOS HIDÁULICOS DE COMBATE  MANGUEIRAS DE INCÊNDIO

Mangueira Tipo 5: Destina-se à área industrial, onde é desejável


uma alta resistência à abrasão e à superfícies quentes.

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 EQUIPAMENTOS HIDÁULICOS DE COMBATE  INSPEÇÃO E MANUTENÇÃO DE MANGUEIRAS

Recomendações Importantes:
. Não arrastar a mangueira sem pressão. Isso causa furos e
vincos;
. A mangueira de incêndio deve ser usada por pessoas
treinadas;
. As mangueiras devem ser armazenadas em armários ou
abrigos, longe dos raios solares;

. Não utilizar as mangueiras dos abrigos para nenhum outro fim,


como lavagem de garagem ou pátio.

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 EQUIPAMENTOS HIDÁULICOS DE COMBATE  HIDRANTES

São importantíssimos no combate a incêndio, por isso os


brigadistas devem saber a localização dos hidrantes
disponíveis no seu local de trabalho.

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 EQUIPAMENTOS HIDÁULICOS DE COMBATE  HIDRANTES

São importantíssimos no combate a incêndio, por isso os


brigadistas devem saber a localização dos hidrantes
disponíveis no seu local de trabalho.
Normalmente os hidrantes presentes na área industrial possui
uma coluna vertical por onde germina uma ou duas válvulas,
cuja o acionamento consiste em girar o registro para liberar a
água.
A bitola por onde sai a água deve estar de acordo com o projeto
de incêndio e poderá ser de 11/2 ou 21/2. Na ponta deverá ter um
adaptador que transforma a rosca padrão em conexão Storz.
Esse adaptador estará fechado por um tampão que exige uma
chave especial para removê-los.

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 ABRIGOS

Utilizados para acondicionamento


de materiais como mangueiras,
chave storz, esguichos e como
vimos em alguns casos também os
hidrantes.

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 ABRIGOS
ESGUICHO
O esguicho regulável é um
dispositivo que possibilita utilizar
os três padrões de jatos durante o
combate.

Seu uso deve ser exclusivamente


em caso de incêndio, caso
contrário sua violação e/ou uso
indevido podem ser considerados
como ato de vandalismo, estando
o autor sujeito as penalidades
previstas em legislação especifica,
assim como penalidades da
própria empresa.
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 ABRIGOS
 ESGUICHO

Seu uso deve ser exclusivamente


em caso de incêndio, caso
contrário sua violação e/ou uso
indevido podem ser considerados
como ato de vandalismo, estando
o autor sujeito as penalidades
previstas em legislação especifica,
assim como penalidades da
própria empresa.
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 CONEXÃO STORZ  CHAVE STORZ

De acordo com os padrões Ideal para utilização no sistema


nacionais a conexão “storz” foi de hidrantes com acoplamentos
escolhida por ser considerada de de mangueiras de incêndio,
engate rápido. Por tanto todos os esguicho e outros acessórios que
equipamentos de combate a tenham conexão tipo storz de 11/2
incêndio deverão utilizar esta ou 21/2.
conexão podendo variar nas
bitola de 11/2 ou 21/2.

Na maioria das vezes


trabalham em pares para facilitar
a conexão e desconexão das
mangueiras.

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 DERIVANTE

Dentre outras utilidades,


normalmente é utilizado para
transformar uma linha de 21/2 para
duas linhas de 11/, podendo
fechar e abrir as linhas
individualmente conforme a
necessidade.

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 MÉTODO DE USO
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Selecionar o extintor:
P – Puxar trava.
A– Apontar para o fogo.
C – Comprimir a alavanca.
A – Aspergir o jato.
Vento pela costas.
 ATRIBUIÇÕES DOS BRIGADISTAS

Realizar inspeção mensal nos extintores.

Ao constatar qualquer irregularidade no extintor deverá ser


retirado do suporte e solicitar a substituição imediata para a
equipe de Bombeiros da unidade.
 Hierarquia da brigada orgânica de incêndio

• Brigadistas (membros capacitados para a prevenção e combate a


incêndios, bem como para a prestação de primeiros socorros),
• Líder (responsável pela coordenação dos brigadistas de um
determinado setor),
• Chefe (coordenador dos brigadistas de uma determinada
edificação),
• Coordenador geral (responsável pela coordenação do trabalho de
todos os brigadistas em uma planta complexa com vários edifícios)
Quem é o Líder de Fuga?

Conhecimento do local de trabalho,


Conhece todos os funcionários do setor,
Caraterística dinâmica e influente.

Responsabilidades:
Coordenação do abandono da área no setor onde atua,
Indicar aos demais profissionais as rotas de fuga e os pontos de encontro.

Vale ressaltar que é a última pessoa a sair do local,


Verificar se todos já abandonaram,
Informar o número de vítimas no setor e orientar os colaboradores para retorno ao
trabalho, após liberação do local.
 Um líder de fuga ou brigadista

Será responsável por levar as pessoas ao ponto de encontro;

 Outro será responsável por:

Fazer varredura em seu setor se não houver risco a sua vida ou saúde,procurando por
pessoas inadvertidas. Neste caso informe a equipe de emergência o ocorrido.
Responsabilidades do Líder de
Fuga

Portar mecanismos sonoros e de identificação do líder de fuga;

Ser o responsável pelo controle de abandono em seu setor;

Determinar a organização da fila do setor;

Ao chegar ao ponto de encontro pré-determinado conferir o pessoal;

Checar periodicamente seus utensílios de segurança e identificação;

Comunicar a equipe de resposta à emergência falha ou falta de equipamentos de segurança

em seu local de trabalho;


AVALIAÇÕES DE RISCO

O alerta de abandono não deverá ser realizado em casos de:


Vendavais ou ciclones.
Inundações que não atinjam a edificação.
Temporais com granizo.
Incêndios e explosões em áreas com distancia superior a 250
metros, que nestes casos só ocorrerá o abandono quando
informado pelas equipes de resposta a emergência ou pela
Segurança do Trabalho.
PLANO DE ABANDONO

Todas as Pessoas Com Deficiência (PCD)


da instalação deverão estar mapeadas
previamente, por locais/pavimentos, e
comunicado aos Líderes de Fuga/Brigada
de Emergência, e estes terão prioridade
durante o abandono da instalação.

Para abandono de pessoas com


limitação de locomoção, cadeirantes,
etc., os Líderes de Fuga/Brigadistas
deverão auxiliá-los e direcioná-los para o
ponto de encontro.
PLANO DE ABANDONO

Em caso de abandono, todos os empregados devem adotar os seguintes procedimentos:


Manter a calma.
Caminhar em ordem, sem atropelos.
Permanecer em silêncio.
Nunca voltar para apanhar objetos.

Ao sair de um lugar, fechar as portas e janelas sem trancá-las.


Não se afastar dos outros e não parar nos andares.
Ao sentir cheiro de gás, não acender ou apagar luzes.
Antes de abrir uma porta, verificar se ela não está quente.
Deixar a rua e as entradas livres para ação dos bombeiros e do pessoal do socorro médico.
 ROTA DE FUGA

Via preestabelecida e considerada


mais segura por onde os
colaboradores devem desocupar
as áreas atingidas ou passíveis de
se tornarem perigosas para a
permanência de pessoas.

Estas rotas devem ser sinalizadas


e divulgadas a todos, por meio do
processo de integração.

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 PONTO DE ENCONTRO

O ponto de encontro é um local


sinalizado, onde as pessoas que
desocuparam as áreas, recebem
instruções de como será o
procedimento adotado de acordo
com o tipo de emergência.

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 PONTO DE ENCONTRO

O ponto de encontro é um local


sinalizado, onde as pessoas que
desocuparam as áreas, recebem
instruções de como será o
procedimento adotado de acordo
com o tipo de emergência.

Por exemplo, se elas poderão


retornar ao local de trabalho ou se
terão que abandonar a área
industrial.

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 PONTO DE ENCONTRO

Devem ser contabilizadas as


pessoas presentes nos pontos de
encontro na tentativa de identificar a
falta de alguém.

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 RECOMENDAÇÕES GERAIS

Em locais com mais de um


pavimento:

. Nunca utilizar o elevador;

. Não subir, procurar sempre


descer;

. Ao utilizar as escadas de
emergência, descer sempre
utilizando o lado direito;

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 ALARMES DE INCÊNDIO

Os alarmes de incêndio podem ser


manuais ou automáticos.

Os detectores de fumaça, gás,


calor ou temperatura são acionados
automaticamente.

O alarme deve ser audível em


todos os setores da área abrangida
pelo sistema de segurança e
inspecionados periodicamente.

A edificação deve contar com um


plano de ação para otimizar os
procedimentos de abandono do
local, quando soarem os alarmes.

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 ALARMES DE INCÊNDIO  ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA

A iluminação de emergência, é
acionada quando falta energia
elétrica, pode ser alimentada por
gerador ou baterias.

 SISTEMA DE SOM E INTERFONIA

Os sistemas de som e
comunicação devem ser incluídos
A iluminação de emergência deve
no plano de abandono do local e
ser constantemente verificada, se
devem testados e mantidos em
possível semanalmente.
funcionamento.

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 ALARMES DE INCÊNDIO

PORTAS CORTA-FOGO
SISTEMA DE SOM E INTERFONIA

As portas corta-fogo são


próprias para isolamento e
proteção da rota de fuga,
retardando a propagação do
incêndio e da fumaça. Elas
devem resistir pelo menos 60
minutos aos efeitos de calor. É
ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA importante que estas portas
estejam em conformidade com
as normas da ABTN.

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SINALIZAÇÃO DE
EMERGÊNCIA

Identifique-as previamente, faça uma inspeção visual;

Saiba como Funciona?


Qual a sua utilidade?
ATRIBUIÇÕES DOS BRIGADISTAS
Cada empresa ou instituição
tem uma forma peculiar de
gerenciar seus brigadistas.

De qualquer forma, sempre


há um compromisso do
brigadista ser um apoio
especial nas ocorrências, pois
além de ter noções de combate
a incêndio e primeiros socorros,
conhecem
profundamente a área da
empresa, pois trabalham nela.
Isso torna esse grupo um
grande trunfo nas emergências.

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AÇÕES DE EMERGÊNCIA

· Prestar ações de
primeiros
socorros aos necessitados
(vítimas de casos traumáticos ou
clínicos);

· Relatar imediatamente as
irregularidades e os riscos
encontrados nas inspeções;

· Acionar os Bombeiros quando


necessário e prestar todo apoio;

· Apoiar os Bombeiros civis


quando solicitado desde que
esteja devidamente equipado e
protegido;

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