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A Origem das

Espécies

Prof.: Billy Paul Jones


Biólogo
Conferencista Motivacional
Dir. Exec. da Desenvolvimento Pessoal
billypaul2006@yahoo.com.br
Espécie
Em 1942 – Emst Mayr propôs a definição de espécie que é
válida até hoje

ESPÉCIE - grupos de populações naturais potencialmente capazes de


se cruzar e que estão reprodutivamente isolados de outros grupos
semelhantes.

Grupos de indivíduos de características semelhantes

ESPÉCIE Capazes de se reproduzir de forma cruzada

Originam descendência fértil


Especiação
Denomina-se especiação, o mecanismo de formação de novas
espécies

TIPOS:

ANAGÊNESE (Especiação filética)


Uma população vai se modificando gradativamente ao longo do tempo, em
função de contínuas e profundas modificações ambientais, o que resulta em
uma população tão diferente da original que pode ser considerada uma nova
espécie.

CLADOGÊNESE (Especiação por diversificação)


Na especiação por cladogênese, as novas espécies irão se formar por
irradiação adaptativa, isto é, a partir de grupos que isolam da população
original e adaptam a novas regiões.
Cladogênese
Considera-se que a cladogênese ocorre através de três etapas
seqüenciais.

- Isolamento Geográfico
O isolamento geográfico corresponde a separação física de
indivíduos de uma mesma população por barreiras geográficas (um rio, uma
montanha, ilhas, continentes, etc.)

- Diversificação Gênica
A diversificação gênica passa a ocorrer promovendo
progressivamente a diferenciação genética entre as populações isoladas. Tal
diversificação é causada por dois fatores: mutações (que introduzem genes
novos e a seleção natural, que atuando em ambientes diferentes pode
selecionar conjuntos gênicos diferentes.

- Isolamento Reprodutivo
O isolamento reprodutivo é atingido quando os membros das
subpopulações tornam-se incapazes de forma total ou parcial, de se
entrecruzarem originando descendentes férteis.
Tipos de Isolamento Reprodutivo
PRÉ-ZIGÓTICOS – Antes da formação do zigoto

- Isolamento de Habitat
Os indivíduos de duas espécies vivem em ambientes diferentes, por
isso não se cruzam.

- Isolamento Sazonal
Os indivíduos de duas espécies não se cruzam porque os períodos
de reprodução ocorrem em épocas diferentes.

- Isolamento Etológico
Os comportamentos de corte são diferentes, ou de alimentação, ou
hábitos sexuais, o que impede o entrecruzamento.
Tipos de Isolamento Reprodutivo
PÓS-ZIGÓTICOS – Depois da formação do zigoto

- Inviabilidade do Híbrido
O zigoto pode se formar, mas o embrião morre prematuramente,
devido a incompatibilidade entre os genes paternos e maternos.

- Esterilidade do Híbrido
O híbrido entre as duas espécies pode ser até mais vigoroso, porém
é estéril.
Vejamos:
Égua x Jumento
2n = 64 2n = 62

32 31

63

Mula = Estéril
ÊS
Determinantes da Especiação R
Irradiação Adaptativa T
E ES
-
D T
Organismos com origem comum, submetidos a diferentes ambientes

A N
desenvolvem diferenças anatômicas.

Vejamos:
R E
Pop X2
O ER Pop X1
Amb Y
Amb Z
G F
A I
E D
-S ES Pop X

M CI Amb X

A
T PÉ
A S
TR E
Pop X3
Amb W
Determinantes da Especiação SE
-
Convergência Adaptativa
M
A
-
N
Organismos com origens diferentes, submetidos as mesmas condições

R
ambientais desenvolvem estruturas anatômicas semelhantes.

S
Vejamos:
Pop X2
O
T TE Pop X1

S N
Amb Y
Amb Z

O A
U H
Í D EL
IV M Amb X

D E
IN S
S
O
Pop X3
Amb W