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GRUPOS DE ENCONTROS

GREJA PRESBITERIANA DE NATAL

EVANGELIZANDO
ATRAVÉS DOS GRUPOS
PEQUENOS/FAMILIARES
Bem-vindo!
É muito bom ter você
conosco!
Relaxe.
Ore para que tenhamos uma Escola
Dominical abençoada.
A pessoa não pode ir a
nenhum lugar se não sabe

aonde vai por que vai a esse lugar por onde vai passar

Objetivo: missão e visão


da IPN. Motivação: Itinerário com pontos
Desempenho desejado: Compreender a Grande de referência: Conhecer
Comissão; Compreender o caminho a ser
Envolvimento de 100% a importância dos percorrido, o modo de
dos membros da IPN grupos pequenos no funcionamento dos
projeto - ministerial da grupos pequenos
Abrangência:
IPN
Evangelização dos bairros
de Natal pastoreio da
membresia.

Como é dito nas orientações, os grupos pequenos ajudam os crentes a cumprirem


suas responsabilidades de membresia, listadas no Art. 14 da Constituição Interna
da IPB.
O QUE SÃO OS GRUPOS PEQUENOS
Grupos pequenos são unidades menores
da vida eclesiástica, formados de
membros professos e congregados,
destinados ao cumprimento e
implementação da missão e visão da
igreja, através dos quais a graça do
Espírito Santo flui, produzindo
regeneração, culto, discipulado,
integração, santidade prática e serviço local e comunitário.
Os grupos pequenos são unidades menores, porque
agrupam poucas pessoas, propiciando o mútuo desenvolvimento
a partir da comunhão fraterna periódica.

“UM AO OUTRO AJUDOU E AO SEU PRÓXIMO DISSE: "SE


FORTE!" ... ÍSAIAS41:6
O Grupo pequeno é onde:
GRUPOS DE ENCONTROS
1 - Cada um procura edificar o outro; onde
cada um encoraja os outros a viverem e não se
isolarem dos seus locais de contato; onde orar e
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ministrar uns aos outros cria um sentimento de interesse e o


desejo de se ter o melhor para o outros; onde o fruto do Espírito
é visto e demonstrado de forma evidente para o benefício do
grupo.

2 - Cada membro nascido de novo olha além do grupo, a fim


de alcançar um amigo ou parente não-salvo a ser trazido a um
relacionamento de salvação em Jesus Cristo, onde cada membro
nascido de novo percebe que cada atividade da igreja é uma
oportunidade para compartilhar a sua fé e experiência em Jesus
Cristo.
3 - Todos os membros nascidos de novo
reconhecem o seu papel como sacerdotes diante
de Deus; onde todos os membros nascidos de GRUPOS DE ENCONTROS

novo exercitam seus dons espirituais para a


edificação do corpo de Cristo; onde cada membro nascido de
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novo é encorajado a Ter uma atitude de servo; onde cada


membro nascido de novo é responsável por uma outra pessoa
no grupo.

4 - O frescor e o dinamismo caracteriza o corpo como um


todo; onde cada grupo se multiplica em novos grupos
regularmente; onde o grupo se expande em lugares e ministérios
que, humanamente, seriam impossíveis de se penetrar.

5 - Todos os membros nascidos de novo estão abertos


para a liderança e a visão do Espírito Santo; onde todos os
membros nascidos de novo reconhecem a sua falência pessoal e
se tornam completamente dependentes da graça de Deus, onde o
louvor e a adoração acontecem por amor a Cristo, o cabeça da
Igreja.
OS CINCO SISTEMAS DA VIDA DO PEQUENO GRUPO:
1 - A vida em comunidade é o polegar: todos os dedos trabalham em
conexão com o polegar. Todo os sistemas em um pequeno grupo
relacionam-se a partir do pequeno grupo e retornam para o pequeno
grupo;
GRUPO

2 - O treinamento é dedo mínimo: representando os fracos (filhinhos)


no grupo que devem ser preparados;
3 - A prestação de contas é o dedo anular: o dedo anular
sugere responsabilidade. O pequeno grupo tem um sistema de apoio
de uns aos outros;

4 - A liderança é o dedo maior: ele apresenta as pessoas mais maduras


no grupo, os lideres, os “Pais” (e “Mães”). Estes devem ser treinados
para cuidar do grupo;
5 - O evangelismo é o indicador: O dedo que pega coisas e dá
a direção. O evangelismo é o que dá ao grupo o seu propósito de
crescimento.

EVANGELISMO
A COMUNIDADE HOLISTICA DE CRISTO
O Pequeno Grupo é uma comunidade onde os crentes vivenciam a
presença de Jesus e realizam integralmente as funções do corpo de
Cristo.

OBS: Comunidade não é algo que podemos criar. Ela já existe


perfeitamente no relacionamento do Pai, Filho e Espírito Santo.
“A vida se manifestou em nós a vimos e dela testemunhamos, e proclamamos a vocês a vida
eterna, que estava com o Pai e nos foi manifestada. Nós lhes proclamamos o que vimos e ouvimos
para que vocês também tenham comunhão conosco. Nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho
Jesus Cristo.” 1 João 1.2-3
A VISÃO DO GRUPO
FAMILIAR
GRUPOS DE ENCONTROS

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A vida em Grupo Familiar envolve:


• Experimentar a vida de Cristo em comunidade uns com os
outros
• Expandindo sua vida e comunidade para mais e mais pessoas.

Grupo Pequeno:
• É a melhor maneira de unir discipulado, cuidado ao próximo e
evangelismo.
• Tem um sistema de apoio e treinamento para encorajar suas
vidas e crescimento.
• Encoraja cada líder de Grupo a receber uma visão de Deus em
conformidade com o ministério da igreja
Igrejas com Pequenos Grupos:
• Unem as pessoas por meio de relacionamentos.
• Formam grupos como base da igreja.
• Unem líderes dos grupos com a visão da igreja por meio de
supervisão.
• Buscam crescer e multiplicar os grupos alcançando
incrédulos.
Atribuições dos Grupos Pequenos
• Consolidar a cultura e prática sistemática da evangelização
através das ações em torno das listas de alcance, assumindo
como moto a afirmação "grupos pequenos alcançando a
cidade".
• Consolidar a cultura e prática sistemática do mútuo pastoreio
através das ações em torno das listas de presença dos membros
(resumos mensais),
• Auxiliar a igreja a funcionar biblicamente, nos moldes das
palavras do apóstolo Paulo em Ef 4.15-16, tornando-a,
diariamente, mais bíblica, autêntica, graciosa e relevante,
confirmando o moto "'IPN: Uma grande igreja de pequenos
grupos".'
VANTAGENS DE UM GRUPO FAMILIAR
Mostraremos para você agora pontos positivos que
encorajaram você a ser membro de um Grupo de Koinonia:

1 - No Grupo normalmente há maior flexibilidade e


informalidade...

2 - O Grupo tende a ser inclusivo... Envolve mais facilmente


todas as pessoas. Todos podem participar e se sentir parte
do grupo.

3 - Existe uma maior integração, confraternização e união entre


os membros.

4 - Pessoas mais tímidas têm oportunidade de falar (envolver-


se).

5 - Os problemas podem ser compartilhados com maior


facilidade. Por ser um grupo menor, a tendência é criar
confiança um no outro.
6 - Estimula a comunhão (mais íntima). O amor e a aceitação
podem ser colocados em prática.

7 - A ajuda mútua (uns aos outros) é fomentada.

5 - O Estudo da Palavra ocorre de forma informal em que


todos podem participar... As pessoas têm maior liberdade
para expor suas dúvidas (liberdade de expressão).

9 - No Grupo familiar existe um incentivo para a prestação de


conta mútua num contexto de companheirismo e apoio
(encontrando-se dois a dois para orar, ler a Bíblia,
evangelizar, etc).

10 - O Grupo Familiar pode se tornar um excelente instrumento


evangelístico. As pessoas normalmente estão mais abertas
para aceitarem um convite de vir à sua casa do que vir à
sua igreja.
11 - No Grupo as pessoas podem envolver-se no trabalho com
oportunidade para exercer os seus dons.

12 - O crescimento normalmente é mais rápido. O incentivo


para a multiplicação do grupo tende a apressar esse
crescimento.

13 - O grupo é móvel e dinâmico. A igreja entra em muitas


casas.

14 - O grupo oferece a oportunidade da formação de novos


lideres, pois o treinamento e acompanhamento ocorrem no
próprio grupo.

15 - Sobretudo é um modelo bíblico (Atos 2:41-47; 12:5,12;


20:20; Romanos 16:4-5,23; Filemom 1-2)
VISÃO DA IGREJA
A visão da igreja é resumida em “Somos
uma comunidade de famílias cristãs
reformada, comprometida com a
proclamação da Palavra de Deus (bíblica),
com a educação das gerações e com a
transformação do ser humano e da
sociedade (Autentica pregação).
Vivenciando o Evangelho por meio dos
pequenos Grupos e a Celebração
Comunitária (Graciosa e relevante).” Para
alcançar nossa visão queremos ser uma
igreja: bíblica, autêntica, graciosa e
relevante.
• Bíblica no ensino, modo de
funcionamento e cumprimento da missão
Desejamos que o ensino da Escritura, na
IPN, seja exato, conforme a sã doutrina.
• Autêntica na pregação, ministracão dos
sacramentos, prática da disciplina e oração.
Desejamos que a pregação da Escritura
seja fiel, simples, clara e poderosa, de modo
que muitas vidas sejam transformadas,
orientadas e supridas por alimento espiritual
sólido.
• Graciosa na vivência da comunhão,
no acolhimento dos caídos e na prática
do mútuo pastoreio. Desejamos ser
uma comunidade fraterna, que atrai as
pessoas que não conhecem ao Senhor
Jesus Cristo.
• Relevante como consciência
profética da sociedade, na prática
dos dons espirituais e no suprimento
eficaz de necessidades. Desejamos
fazer diferença como cidadãos
conscientes de nossa cidade e pais,
cumprindo plenamente os mandados
espiritual, social e cultural,
confrontando os pecados da
sociedade e oferecendo propostas,
esperança e trabalho decorrentes da
Palavra do Senhor para o mundo
decaído. Estamos dispostos a pagar
o preço do testemunho, para a glória
de Deus.
BASE BÍBLICA PARA OS
PEQUENOS GRUPOS
A implementação dos grupos pequenos na
ÍPN não decorre da absorção imatura de um
modismo ministerial. Assumimos os grupos
porque eles são bíblicos, estratégicos e
desafiadores.
A base bíblica dos grupos pequenos pode ser resumida em três
declarações: A igreja é o corpo de Cristo; a graça de Deus é
dispensada nos relacionamentos e a igreja do período apostólico
reunia-se em pequenos grupos em casas.

A igreja é o corpo é Cristo


A igreja é o corpo de Cristo (Rm 12.4-5; ICo 12.12-13; Ef 4.4-5).
Graça de Deus, 
mutualidade e rede 
de pastoreio
Os cristãos são responsáveis uns pelos outros e devem
amar-se, acolher-se, perdoar-se e cuidar-se mutuamente
(Mt 28.20; Jo 15.7, 14; Rm 15.7; G15.15, 22-23, 6.1-2; Ef
4.25 a 5-2; Fp 2.1-8; Cl 3.12-17; Hb 10.23-25, 12.4-13).
Existem, no Novo Testamento, dezenas de mandamentos
de reciprocidade. Para se ter uma idéia, a expressão "uns
aos outros" ocorre 53 vezes na versão Revista e
Atualizada. A intenção do Senhor é estabelecer uma
comunidade de relacionamentos e ministracão mútua,
igreja, então, é um corpo que se relaciona (Jo 13.35.
17.21).
A igreja do período 
apostólico reunia­se em 
grupos pequenos 
Duas coisas ficam claras na Bíblia, quando pensamos nas
reuniões dos primeiros cristãos:
• Elas aconteciam no templo de Jerusalém e nas
sinagogas, pelo menos até o período em que os discípulos eram
considerados um segmento do judaísmo (At 2.46. 3.1). Logo
depois, os judeus perseguiram os discípulos de Jesus,
expulsando-os dos locais de adoração pública (At 8.1-3; 18.1, 4, 6;
21.27-34).
• Os cristãos também se reuniam em residências. Nas
casas dava-se a adoração, evangelização, discipulado, prática da
comunhão e serviço (At 2.42-47; 5.42; 10.24-48; 12.12; 20.7-12; Rm
16.3-5, 14-15). Mesmo antes das perseguições, os crentes
alternavam entre as reuniões maiores e os grupos pequenos.
AS CASAS NO NOVO
TESTAMENTO ERAM
UTILIZADAS PARA EXPANSÃO
DO REINO DE DEUS
Durante a vida de Jesus na terra, residências comuns e
simples eram usadas para a propagação do Evangelho e para
o discipulado de novos convertidos. Isso também aconteceu
durante a expansão da Igreja no Livro de Atos. Os versículos
abaixo mostram isto:

Uma Casa Onde Jesus Foi Adorado (Mt 2:11).


A Casa de Pedro Foi Usada Para Uma Reunião de
Curas (Mt 8:14-16).
Nos primeiros dias do Seu ministério, Jesus usou a
casa de Pedro para fazer reuniões de pregação, cura, e
libertação.
O Primeiro Culto de Ceia foi Realizado Numa Casa
(Mt 26:18).
O nosso Senhor poderia ter escolhido celebrar a
primeira Ceia com os Seus discípulos numa sinagoga, no
Templo, ou em algum outro lugar de importância religiosa.
Contudo Ele escolheu celebrá-la numa casa comum e
simples.
Assim sendo, Ele deu a Sua aprovação à residência
comum como sendo um lugar consagrado e santificado,
digno dos mais solenes cultos de adoração.

Jesus Pregou a Multidões Reunidas em Casas (Mc


2:1,2 - A Bíblia Viva).
Jesus fez em casa as mesmas coisas que fazemos
em nossos prédios de igrejas hoje em dia. Ele também fez
estas coisas ao ar livre e no pátio do Templo.
O Pentecostes Veio a Uma Igreja em Casa (At
2:1,,2).
Muitos de nós nunca consideramos o número de
eventos bíblicos fundamentais que aconteceram em
residências particulares.
Através dos séculos, nós perdemos a vida que pode
ser encontrada na simplicidade. Ao contrário, temos
acrescentado coisas que retardaram o progresso e a
expansão da Igreja a todas as nações.

Nas Ruas e nas Casas


"Eles adoravam juntos, regularmente, no Templo, todos
os dias, reuniam-se em pequenos grupos nas casas para a
comunhão, e compartilhavam as suas refeições com grande
alegria e gratidão" (At 2:46 - A Bí-blia Viva).
A Igreja Primitiva não somente se reunia em pequenos
grupos nas casas, mas também em reuniões maiores em
lugares públicos. O crescimento mais rápido da Igreja
acontece quando ela não usa locais formais de reunião. Por
toda a história, a Igreja cresceu mais rapidamente quando ela
permaneceu flexível, móvel e militante.
Saulo, o Perseguidor, Ataca as Igrejas em Casas
Saulo começou a perseguir a Igreja. Indo de casa em
casa, ele arrastava os crentes e os colocava na prisão. (At
8:3).
Onde ia Saulo de Tarso para encontrar o "povo do
caminho" a fim de arrastá-los à prisão e à morte? Ele os
encontrava nas casas. Ele próprio, mais tarde, iniciaria
igrejas em casas em suas viagens missionárias.

A Igreja em Casa que Abriu o Evangelho às Nações


(At 10:24-27).
Esse é um bom exemplo de como iniciarmos uma
igreja em casa. Alguém que esteja faminto por Deus reúne
vários membros de sua família e amigos. Aí então esta
pessoa pede que o homem de Deus venha e compartilhe a
Palavra de Deus. Tão simples assim! A reunião na casa de
Cornélio foi um irrompimento histórico. Ela convenceu os
crentes judeus que as Boas-Novas eram para todas as
nações, e não somente para os judeus.
Onde Vocês se Reúnem?
"E todos os dias, no templo e de casa em casa, não cessavam 
de en­sinar e de pregar Jesus, o Cristo" (At 5:42).
Os crentes não se reuniam no Templo em si, mas nos pátios, 
ou perto do Templo, onde as pessoas se reuniam. Eram reuniões ao ar 
livre.
A HISTÓRIA DO CRISTIANISMO de Lion afirma que os 
cristãos não tinham nenhum prédio especial, mas reuniam­se em 
casas particulares:
"Rústico, o Perfeito, perguntou o  seguinte a Justino Mártir 
(100­165 d.C.): 'Onde vocês se reúnem?' Justino disse: “Onde as 
pessoas escolhem e podem, ou você supõe que todos nós nos reunimos 
exatamente no mesmo lugar? Nada disto, porque o Deus dos cristãos 
não está confinado (restrito) a um só lugar'.
"A oposição dos judeus logo impediu o uso do Templo pelos 
cristãos. As sinagogas foram usadas por algum tempo, mas não 
demorou muito até que muitas delas fossem fechadas aos cristãos 
(veja Atos 19). No entanto, continuamos encontrando muitas 
referências em Atos e nas Epístolas de igrejas em casas."
A Casa de Lídia Foi a Primeira Igreja da Europa
(At 16:40).
A Igreja de Filipos foi formada na casa de Lídia. O
Livro de Atos não conta como a igreja cresceu. Muito
provavelmente, quando o grupo não podia mais caber na
casa de Lídia, os membros formaram outra igreja em casa
em alguma outra parte da cidade. Desta maneira, eles
continuaram a dividir-se e a multiplicar-se.

A Casa Alugada de Paulo (At 28:30,31).


Estas palavras finais do Livro de Atos revelam que,
em Roma, Paulo usou sua casa alugada para divulgar as
Boas-Novas do amor de Deus.
O movimento que cresce mais rapidamente no
mundo hoje começou em casas. O movimento cristão teve
o seu maior crescimento enquanto os seus membros
permaneceram flexíveis e móveis. Os cristãos
multiplicaram-se mais quando o seu objetivo
principal era os relacionamentos, e não os rituais.
Da Sombra à Substância
Todos os tipos e sombras do Antigo Testamento foram
totalmente cumpridos em Cristo. Não precisamos mais do
Tabernáculo, das vestes sacerdotais do Templo, da sua
mobília, ou de nenhuma outra coisa semelhante. Cristo é tudo
e em todos. Somos completos n'Ele. Não precisamos mais de
um "Lugar Santo", como tinham os judeus. Não precisamos
de um altar de incenso, da pia, dos pães da proposição, nem
do Urim ou Tumim. Não precisamos das sombras, pois temos
a substância – O NOME DELE É JESUS.
Analisemos agora João 4:20-23, quando a mulher de
Samaria disse a Jesus: "Nossos pais adoravam neste monte;
vós, entretanto, dizeis que em Jerusalém é o lugar onde se
deve adorar. Disse-lhe Jesus: Mulher, podes crer-me que a
hora vem, quando nem neste monte, nem em Jerusalém
adorareis o Pai. Vós adorais o que não conheceis; nós
adoramos o que conhecemos, porque a salva-ção vem dos
judeus. Mas vem a hora e já chegou, em que os verdadeiros
adoradores adorarão o Pai em espírito e em verdade; porque
são estes que o Pai procura para seus adoradores".
Quadro comparativo: A igreja primitiva e a igreja
moderna
ASSUNTO NOVO TESTAMENTO IGREJA MODERNA
Local de reuniões casas e no pátio do templo Apenas no templo

Relacionamentos Íntimos e mútuos Distantes e congregacional

Discipulado Acompanhamento pessoal Acompanhamento impessoal

Dons espirituais Praticados por todos Limitados aos ministros

Estratégia “ir” e fazer discípulos Venha crescer conosco

Missão Expandir o reino de Deus Expandir a instituição

Principal tarefa da liderança Modelar a vida do discípulo e preparar e dirigir programas


Equipa-lo para o serviço

Teste de liderança Caráter, frutos, coração e preparo acadêmico


Procedimentos de servo

Fonte de recrutamento Ciclo de discipulado: Os lideres Clero profissional treinado


Emergem da própria igreja

Vida de oração Forte ênfase Pouco enfatizada

Sistema de apoio O pequeno grupo de crentes O pastor ou a equipe pastoral


AS CINCO
ESTRATÉGIA DA IPN
SÃO VIVENCIADA
NOS GRUPOS
PEQUENOS
1 - Adoração participativa
Nos grupos pequenos, os crentes adoram de maneira
mais participativa e informal. É possível compartilhar
vivências e admoestar ou exortar uns aos outros, de modo
bem parecido com as reuniões de cultos da igreja dos tempos
apostólicos (ICo 14.26). A participação noscânticos, temas de
oração e outros momentos das reuniões é mais pessoal e
intensa. Isso produz um grande benefício, no sentido de
permitir a expressão de pessoas que em outros contextos
permaneceriam caladas, bem corno treinar os novos
convertidos no cântico, leitura bíblica e oração pública.
2 - Prática da evangelização
Os participantes dos grupos pequenos são
edificados ao perceberem que, de fato, o evangelho
transforma vidas. Cada discípulo, ao trabalhar sua
lista de alcance, alegra-se ao perceber que Deus o
está usando para mudar corações e moldar
existências segundo o caráter do Senhor Jesus
Cristo.
3 - Prática do discipulado
Para amadurecer, precisamos de pessoas. A Bíblia
estimula o discipulado através de modelos vivos (ICo 4. 16,
11.1; Fp 3. 17; ITs 1.6-7; 2Tm 2.2). Aqueles que são
maduros, orientam e treinam os fracos ou novos convertidos
(Rm 15. 14; Gl 6. 1; ITs 5. 14; Tt 2.3-4).
Todo novo membro no grupo precisa de um
discipulador. Após muita oração o lider do grupo selecionará
um discipulador para cada pessoa. Dai a necessidade dos
membros passar por um treinamento de como discipular,
treinamento esse que será promovido pela liderança da IPN
num retiro espiritual de formação de discipuladores.
4 - Desenvolvimento da comunhão
Como vimos na seção que trata da rede de pastoreio,
os grupos propiciam o estabelecimento de amizades íntegras
e duradouras (o que é mais difícil de acontecer na rotina das
grandes reuniões da igreja). O Senhor Jesus Cristo valorizou
os relacionamentos, ao chamar os discípulos para, antes de
tudo, "estarem com ele" (Mc 3.13-14). Nessesentido, os
grupos são um retorno à valorização das pessoas. Dentre
outros aspectos relevantes, é a amizade que faz com que os
indivíduos permaneçam em uma igreja. Por isso mesmo, a IPN
diz "não" ao individualismo e afirma o valor da prática
autêntica da comunhão.
5 - Prática do serviço
Por último, os grupos pequenos dão a cada
integrante a possibilidade de sugerir ações, auxiliar como
voluntário, conhecer outros ministérios e contribuir de
forma mais pessoal com a vida da igreja. Nos grupos
pequenos todos terão oportunidade para exercitar seu
dom, promovendo a edificação por meio do serviço.
A ESTRUTURA DOS GRUPOS
Todo organismo precisa de uma expressão física ou
estrutural; o corpo humano, por exemplo, funciona sobre um
esqueleto bem articulado. Estruturas são meios para atingir
metas espirituais. Elas podem ser alteradas ou mesmo
abandonadas, a fim de facilitar o cumprimento da missão da
igreja. É nesse sentido que propomos a estrutura a seguir,
considerando-a sempre adaptável de acordo com as
orientações do Senhor.
Grupos dentro de departamentos
Todos os departamentos abertos da igreja funcionam
com grupos pequenos, mantendo suas agendas normais,
pertinentes ao departamento e de grupos pequenos,
focalizadas em evengelismo, discipulado e pastoreio.
Devemos canalizar toda nossa energia para a visão
da igreja que é trabalhar com pequenos grupos, portanto os
departamentos devem inciar uma mobilização nessa direção.
 GRUPOS  IPN  
PEQUENOS

IPN
Grupos Pequenos
Ministério orientado para a missão e visão
Foco; produtividade; serviço alegre
OS PRIMEIROS PASSOS DE UM GRUPO PEQUENO
Implantaremos os grupos a partir dos
seguintes critérios:
• Selecionando membros que estejam
dispostos a liderar um grupo, dando a eles
GRUPOS DE ENCONTROS

treinamentos práticos e teóricos de como


funcionarão os grupos.
GREJA PRESBITERIANA DE NATAL

• Os grupos serão formados tomando como base os


relacionamentos, afinidades podendo ser levado em conta a
proximidade geográfica. A partir desse momento, novos grupos
surgem através de multiplicação ou iniciativa dos membros da
igreja,
• Iniciando através de multiplicação, quando um grupo
possui mais de 15 integrantes, iniciam-se as providências para
sua multiplicação.
• Iniciativa de membros da IPN, qualquer membro da
igreja pode solicitar ao pastor a abertura de um grupo em sua
casa. Se não existem líderes disponíveis, o próprio anfitrião
assume a liderança do novo grupo, após treinamento.
As pessoas necessárias para o início de um grupo

Um líder treinado
Todo grupo deve ser conduzido por alguém que
tenha sido treinado na liderança de grupos pequenos.
A capacitação para liderança é fornecida pelos
pastores, supervisores ou qualquer líder que já tenha
concluído tal programa satisfatoriamente.
O manual para treinamento de líderes de
grupos pequenos pode ser obtida na secretaria da
Um líder-auxiliar treinado
Todo líder deve preparar um líder-auxiliar para
substituí-lo esporadicamente e também para assumir
um novo grupo, em caso de multiplicação. O manual
para treinamento de auxiliares também será fornecido
na secretária da IPN.
Um anfitrião
Os grupos de igreja nos lares exigem ainda um
anfitrião, alguém que abra as portas de sua residência
para o funcionamento do grupo, que poderá ser
membro da IPN ou não. Os visitantes dos grupos
poderão solicitar uma reunião em sua casa. O grupo
poderá funcionar por sistema de rodízio, em comum
acordo, pode funcionar numa residência fixa.
Oração
O início e funcionamento regular de um grupo exige
oração (Ne 1:11; Dn 10:1-13; Mc 1:35; Lc 6:12-13; At 4:23-
31, 12:12, 13:1-3; 2Co 6:5; Ef 6:10-20; ITs 5:17 e Ap 8:1-5).
Na última sexta-feira de cada mês, é realizada uma
meia noite do oração em favor dos grupos pequenos na
sede da igreja, dirigido pelos pastores e outros líderes.
Agenciamento das reuniões
Os grupos funcionam em dias e horários
flexíveis, excetuando-se as manhãs e noites de
domingos. Os participantes devem negociar um
momento semanal para a realização das reuniões.
Divulgação
Os grupos podem e devem utilizar a mídia da
IPN para divulgar suas atividades: Boletim, espaço de
pastorais, web site e serviços de secretaria (elaboração
de cartas, convites etc.) estão disponíveis para os
grupos interessados.
Caderno de cânticos
Os grupos de Encontros, podem elaborar
exclusivamente, como suporte para os períodos de
adoração das reuniões.
Lista de alcance
A lista de alcance é um cartão que o membro do grupo
de Encontros leva dentro de sua Bíblia e lhe serve de lembrete
das pessoas de que ele deve buscar para Cristo e das razões
pelas quais ele foi salvo por Cristo.
• Toda semana, o discípulo age de forma prática para
fazer discípulos.
• Toda semana, o discípulo relata suas ações
evangelísticas ao seu líder, que lhe fornece estímulo e suporte
para o testemunho. (veja no final do manual o modelo)
A PRIMEIRA REUNIÃO
Na primeira reunião de um grupo são feitos os
esclarecimentos básicos aos participantes. Trata-se do
momento de esclarecer o que é, para que serve e como
funciona um grupo pequeno 
O ROTEIRO DA PRIMEIRA REUNIÃO
Apesar da liberdade concedida aos lideres para conduzirem
as reuniões de acordo com seus estilos pessoais, é
recomendado que na primeira reunião, seja observado um
roteiro simples.
1 - Inicie com um quebra-gelo;

2 - Faça uma saudação informal. Convide os presentes a


dizerem seus nomes e a cumprimentarem-se mutuamente. Os
membros da igreja devem mostrar alegria e acolhimento
gentil aos visitantes, de acordo com as orientações de
ministério da IPN.

3 - Caso haja não-crentes que desconhecem a ÍPN, apresente-


se a si mesmo e a igreja;

4 - Ore pedindo a benção de Deus sobre a reunião.

5 - Cante uma ou duas músicas (hinos ou cânticos


espirituais).
6 - Instrua o grupo acerca da visão da IPN e propósito
dos grupos de Encontros. Entregue aos participantes dos
grupos que são membros da IPN o seu compromisso com o
grupo;

7 - Faça os esclarecimentos para participantes dos


Grupos de encontros;

8 - Negocie com o grupo o dia da semana, local e


horário para as reuniões semanais;

9 - Convide para a próxima reunião, que acontecerá


na semana. Agradeça a presença de todos e faça uma oração
final. Se houver lanche, convide todos para ficarem mais um
pouco e participarem da confraternização.

10 - Realize tudo em, no máximo, 60 minutos.


COMPROMISSOS DOS MEMBROS DO
GRUPO (QUE SÃO MEMBROS DA IPN)
Como membro de um grupo pequeno da IPN, e suplicando a graça
divina, assumo os seguintes compromissos:
➟ 1. Alinharei minha vida, com a graça de Deus, às declarações
registradas no verso de meu cartão lista de alcance;

➟ 2.Investirei tempo, recursos e energia necessários para


evangelizar pessoalmente, pelo menos três pessoas por ano.

➟ 3. Participarei das duplas evangelísticas e contribuirei com o


sucesso dos eventos de evangelização da ÍPN.

➟ 4. Assumirei o compromisso de discipular os novos


convertidos do grupo;

➟ 5.Conhecerei e praticarei as orientações de ministério da ÍPN.


Explicarei detalhadamente aos novos discípulos, os
conteúdos dessas orientações.
➟ 6. Encaminharei os novos discípulos para os cursos de
membresia e cristão frutífero da IPN.

➟ 7. Acompanharei os novos discípulos até que estes estejam


produzindo resultados de evangelização e discipulado.

➟ 8. Orarei e trabalharei pelo crescimento e multiplicação de


meu grupo pequeno.

➟ 9. Batalharei pela união do corpo de Cristo. Jamais


murmurarei contra a liderança estabelecida por Deus sobre
minha vida. Tratarei de todas as diferenças de opiniões
diretamente com os líderes envolvidos, com amor e
submissão.

➟ 10. Estarei pronto, se assim Deus permitir, no máximo em 18


meses contados do inicio de minha participação no grupo, a
liderar um outro grupo.
Esclarecimentos para participantes dos Grupos 
de Encontros (Membros da IPN e visitantes)
Os grupos necessitam ainda dos seguintes esclarecimentos;

➟ 1- As reuniões do grupo não exigem que o participante seja um


"religioso" ou mesmo um especialista em Bíblia. O importante é
querer aprender.

➟ 2 - Nas reuniões de grupos as pessoas aprendem juntas, através de


diálogos e discussões informais. As descobertas de urna pessoa
estimulam outras a compreenderem melhor as Escrituras. Por isso
todos os integrantes podem dar opiniões, levantar questões e expor
dúvidas.

➟ 3 - Os estudos não serão teológicos, mas aplicações práticas da


Palavra de Deus na vida dos membros e participantes do grupo. O
líder será um moderador do debate proporcionando a participação de
todos;

➟ 4 - Os membros e visitantes receberão do líder o roteiro de estudo


indutivo da semana seguinte, preparados pelos pastores da IPN.
Deverão responder as perguntas para o melhor aproveitamento
durante a reunião.
AS REUNIÕES SEMANAIS E ROTINA DOS
GRUPOS
O funcionamento dos grupos é simples. Há uma
reunião semanal para oração e verificação de tarefas. Os
grupos de encontros reúnem-se em casas para estudo das
Escrituras. A cada semana, os grupos são visitados por
supervisores. A cada mês ocorre uma reunião de todos os
líderes com o coordenador geral. Nesta unidade são
explicadas as rotinas das reuniões e avaliações.
Nas reuniões semanais, os grupos concentram-se
basicamente, em tarefas de evangelização e pastoreio. Isso é
feito seguindo um roteiro simples.
Roteiro de uma reunião semanal de grupo
pequeno
A partir da segunda reunião, os encontros duram no
máximo 60 minutos. Siga este roteiro simples:
ROTEIRO PARA UMA REUNIÃO
Encontro (Quebra-gelo)
Use perguntas que não sejam ameaçadoras e possam ser
facilmente respondidas.
Faça que todos no circulo participem (um após o outro).
A pessoa que lançar a pergunta deve ser a primeira a
responder.
Exemplo: “Qual é seu alimento preferido e quando foi a
última vez que você o comeu?”
A velha pergunta infalível: “Qual foi a coisa mais
significativa que aconteceu em sua semana?”

Exaltação
Use músicas simples que são normalmente cantadas na
celebração.
Não tente reproduzir a adoração do cultos públicos.
Prepare folhas ou livros com as músicas.
Seja criativo.
Edificação
Facilite a conversa; não seja um professor.
Faça perguntas abertas.
Não: “O que Pedro fez para negar a Jesus?”
Mas: “O que você faz quando está em urna situação como
Pedro estava?”
Encoraje e seja modelo de vulnerabilidade.
Permita que haja tempo significativo para orar e ouvir as
respostas de Deus.
Perguntas simples para serem usadas:
Que chamou sua atenção nesta passagem?
Qual parece ser o ponto mais importante?
Você pode ilustrar esta verdade com uma experiência de sua
própria vida?
Que Deus está falando para você agora’?
Evangelismo
Planeje eventos de evangelismo.
Ore por sua lista de alcance.
Converse sobre as necessidades de ministração de
amigos incrédulos.
Projete a visão de multiplicação.

Encerramento
Multiplique-se a si mesmo!

Barnabé Paulo Timóteo

Outros
Parabéns!
➟ Você concluiu
este seminário!
➟ Você pode repetir
esse processo.
➟ Ouça a Deus à
medida que você
implementa os
planos. Ele vai
moldá-los.