Você está na página 1de 76

RAMAL FERROVIÁRIO SUDESTE DO PARÁ

RAMAL FERROVIÁRIO SUDESTE DO PARÁ Anterior Próximo Finalizar

Anterior

RAMAL FERROVIÁRIO SUDESTE DO PARÁ Anterior Próximo Finalizar

Próximo

RAMAL FERROVIÁRIO SUDESTE DO PARÁ Anterior Próximo Finalizar

Finalizar

RFSP

A Vale transforma recursos minerais em produtos essenciais para o nosso dia-a-dia. O cobre, o níquel, o minério de ferro e outros minerais produzidos pela empresa viram matéria-prima para produtos como carros, celulares, panelas, garfos, facas, moedas e computadores.

E para garantir todos esses produtos, a Vale sempre investe em novos projetos, inclusive para o transporte desses minérios.

É por isso que a empresa pretende implantar o Projeto Ramal Ferroviário Sudeste do Pará (RFSP), que atualmente passa por processo de licenciamento ambiental.

RFSP A Vale transforma recursos minerais em produtos essenciais para o nosso dia-a-dia. O cobre, o

Anterior

RFSP A Vale transforma recursos minerais em produtos essenciais para o nosso dia-a-dia. O cobre, o

Próximo

RFSP A Vale transforma recursos minerais em produtos essenciais para o nosso dia-a-dia. O cobre, o

Finalizar

RFSP

RFSP Anterior Próximo Finalizar
RFSP Anterior Próximo Finalizar
RFSP Anterior Próximo Finalizar
RFSP Anterior Próximo Finalizar
RFSP Anterior Próximo Finalizar
Anterior Próximo Finalizar
Anterior
Próximo
Finalizar

RFSP

INFORMAÇÕES GERAIS

LOCALIZAÇÃO: REGIÃO SUDESTE DO PARÁ

EXTENSÃO DA LINHA: 100 KM CAPACIDADE DE TRANSPORTE: 180 MTPA INÍCIO: KM 859,0 DA EFC (PARAUAPEBAS) TÉRMINO: CANAÃ DOS CARAJÁS

DESTINO DOS MINÉRIOS: TERMINAL PORTUÁRIO DE PONTA DA MADEIRA (VIA EFC) – SÃO LUÍS (MA)

RFSP INFORMAÇÕES GERAIS LOCALIZAÇÃO: REGIÃO SUDESTE DO PARÁ EXTENSÃO DA LINHA: 100 KM CAPACIDADE DE TRANSPORTE:

Anterior

RFSP INFORMAÇÕES GERAIS LOCALIZAÇÃO: REGIÃO SUDESTE DO PARÁ EXTENSÃO DA LINHA: 100 KM CAPACIDADE DE TRANSPORTE:

Próximo

RFSP INFORMAÇÕES GERAIS LOCALIZAÇÃO: REGIÃO SUDESTE DO PARÁ EXTENSÃO DA LINHA: 100 KM CAPACIDADE DE TRANSPORTE:

Finalizar

RFSP

Projetos atendidos

Mina do Sossego

Usina Hidrometalúrgica de Carajás (UHC)

Onça Puma

Níquel do Vermelho

Mina Serra Sul (caso licenciada)

Outra opção

Escoar

diferentes

combustíveis).

produtos

da

Período das obras:

região

(alimentos,

couro

e

Dois a três anos (a partir da concessão da Licença de Instalação).

RFSP Projetos atendidos • Mina do Sossego • Usina Hidrometalúrgica de Carajás (UHC) • Onça Puma

Anterior

RFSP Projetos atendidos • Mina do Sossego • Usina Hidrometalúrgica de Carajás (UHC) • Onça Puma

Próximo

RFSP Projetos atendidos • Mina do Sossego • Usina Hidrometalúrgica de Carajás (UHC) • Onça Puma

Finalizar

LOCALIZAÇÃO DOS EMPREENDIMENTOS

LOCALIZAÇÃO DOS EMPREENDIMENTOS Anterior Próximo Finalizar

Anterior

LOCALIZAÇÃO DOS EMPREENDIMENTOS Anterior Próximo Finalizar

Próximo

LOCALIZAÇÃO DOS EMPREENDIMENTOS Anterior Próximo Finalizar

Finalizar

ALTERNATIVAS DE TRAÇADO

ALTERNATIVAS DE TRAÇADO Anterior Próximo Finalizar
ALTERNATIVAS DE TRAÇADO Anterior Próximo Finalizar
ALTERNATIVAS DE TRAÇADO Anterior Próximo Finalizar
ALTERNATIVAS DE TRAÇADO Anterior Próximo Finalizar
ALTERNATIVAS DE TRAÇADO Anterior Próximo Finalizar
ALTERNATIVAS DE TRAÇADO Anterior Próximo Finalizar

Anterior

ALTERNATIVAS DE TRAÇADO Anterior Próximo Finalizar

Próximo

ALTERNATIVAS DE TRAÇADO Anterior Próximo Finalizar

Finalizar

ALTERNATIVAS DE TRAÇADO

Traçado 1

• Menores impactos sociais e ambientais. • Condições de contorno dos centros urbanos de Canaã dos Carajás e Parauapebas. • Condições de contorno de áreas residenciais e áreas ocupadas por comunidades. • Condições de contorno de barreiras naturais (como rios e montanhas da região).

• Condições de contorno da Floresta Nacional de Carajás (FLONA), auxiliando em sua proteção.

ALTERNATIVAS DE TRAÇADO Traçado 1 • Menores impactos sociais e ambientais. • Condições de contorno dos

Anterior

ALTERNATIVAS DE TRAÇADO Traçado 1 • Menores impactos sociais e ambientais. • Condições de contorno dos

Próximo

ALTERNATIVAS DE TRAÇADO Traçado 1 • Menores impactos sociais e ambientais. • Condições de contorno dos

Finalizar

VISÃO GERAL

Anterior Próximo
Anterior
Próximo
VISÃO GERAL Anterior Próximo Finalizar

Finalizar

CARACTERÍSTICAS DO EMPREENDIMENTO

Fundação Terraplenagem (movimentação de solo para atender as características do projeto) Sub-lastro (solo compactado que faz a transição entre o lastro e o terreno) Bueiros, grotas e greide Pontes, pontilhões, viadutos, túneis Lastro Dormentes Trilhos AMV (Aparelhos de Mudança de Via) Fixações

Faixa de Domínio (largura de 40 metros para cada lado, a partir do eixo da ferrovia) Área não-edificável (15 metros para cada lado, onde não se podem fazer construções)

CARACTERÍSTICAS DO EMPREENDIMENTO Fundação Terraplenagem (movimentação de solo para atender as características do projeto) Sub-lastro (solo

Anterior

CARACTERÍSTICAS DO EMPREENDIMENTO Fundação Terraplenagem (movimentação de solo para atender as características do projeto) Sub-lastro (solo

Próximo

CARACTERÍSTICAS DO EMPREENDIMENTO Fundação Terraplenagem (movimentação de solo para atender as características do projeto) Sub-lastro (solo

Finalizar

SINALIZAÇÃO E SEGURANÇA

Rigoroso controle das operações para garantir a segurança.

Centro de Controle Operacional (CCO): monitoramento 24 horas

Sistemas de segurança de última geração.

Sinalização Gráfica Auxiliar: placas que indicam procedimentos a

serem seguidos pelos empregados. Sinalização Ótica: sinais luminosos, lanternas e bandeiras.

Sinalização Acústica: buzina de locomotiva e auto-de-linha sino de locomotiva.

SINALIZAÇÃO E SEGURANÇA • Rigoroso controle das operações para garantir a segurança. • Centro de Controle

Anterior

SINALIZAÇÃO E SEGURANÇA • Rigoroso controle das operações para garantir a segurança. • Centro de Controle

Próximo

SINALIZAÇÃO E SEGURANÇA • Rigoroso controle das operações para garantir a segurança. • Centro de Controle

Finalizar

OPERAÇÕES NECESSÁRIAS PARA A ETAPA DE IMPLANTAÇÃO

Terraplenagem

Linha férrea Pêra ferroviária

  • 10 pátios ao longo do ramal ferroviário

  • 03 túneis

  • 04 viadutos ferroviários e 02 viadutos rodoviários

  • 04 pontes ferroviárias

Obras de arte correntes (bueiro, grota e greide)

Estradas de serviço ao longo da ferrovia Unidades de apoio 7.733 metros de bueiro Montagem de aparelhos de mudança de via Rede de energia elétrica Vale Sistemas de controle

OPERAÇÕES NECESSÁRIAS PARA A ETAPA DE IMPLANTAÇÃO Terraplenagem Linha férrea Pêra ferroviária 10 pátios ao longo

Anterior

OPERAÇÕES NECESSÁRIAS PARA A ETAPA DE IMPLANTAÇÃO Terraplenagem Linha férrea Pêra ferroviária 10 pátios ao longo

Próximo

OPERAÇÕES NECESSÁRIAS PARA A ETAPA DE IMPLANTAÇÃO Terraplenagem Linha férrea Pêra ferroviária 10 pátios ao longo

Finalizar

MÃO-DE-OBRA

Postos de trabalho

Fase de implantação

Fase de Operação

3.740 postos de trabalhos (no pico da obra) • 3.400 diretos 340 indiretos

270 postos de trabalho (diretos)

• Diretos: atuam diretamente nas obras da ferrovia. • Indiretos: áreas de apoio aos trabalhos diretos da ferrovia (medicina, transporte, etc.). • Prioridade para a contratação de mão-de-obra local. • A Vale já oferece na região programas de qualificação profissional.

MÃO-DE-OBRA Postos de trabalho Fase de implantação Fase de Operação 3.740 postos de trabalhos (no pico

Anterior

MÃO-DE-OBRA Postos de trabalho Fase de implantação Fase de Operação 3.740 postos de trabalhos (no pico

Próximo

MÃO-DE-OBRA Postos de trabalho Fase de implantação Fase de Operação 3.740 postos de trabalhos (no pico

Finalizar

MÃO-DE-OBRA

Cargos Necessários

   

Fase de Implantação

Fase de Operação

Operários de Construção civil

Maquinista de pátio

Operários de Montagem

Supervisor

Engenheiro

Técnico de apoio administrativo

 

Eletricista

Técnico de controle de processos

 

Soldadores

Assistente de composição

 

Mecânicos

Maquinista de viagem

Instrumentistas

Inspetor de tração

Analistas de Informática

Técnico de Operações Ferroviárias

 

Analista de laboratório

Oficial de Operações Ferroviárias

 

Motoristas

 

Técnicos de Construção

 
Anterior Próximo Finalizar

Anterior

Anterior Próximo Finalizar

Próximo

Anterior Próximo Finalizar

Finalizar

QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL

Programa de Formação Profissional

• Já formou 2.500 jovens (2002 a 2007).

• Marabá, Parauapebas, Canaã dos Carajás e Paragominas.

• Parceria com o Serviço Nacional da Indústria (SENAI).

QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL Programa de Formação Profissional • Já formou 2.500 jovens (2002 a 2007). • Marabá,

Anterior

QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL Programa de Formação Profissional • Já formou 2.500 jovens (2002 a 2007). • Marabá,

Próximo

QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL Programa de Formação Profissional • Já formou 2.500 jovens (2002 a 2007). • Marabá,

Finalizar

QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL

Ensino Superior

Graduação (Marabá)

• Cursos de Engenharia de Minas e Meio Ambiente, de Materiais e Geologia (UFPA).

• Parceria com a prefeitura.

Pós-Graduação (Parauapebas)

• Curso de Especialização em Tecnologia Mineral (UFPA). • 45 vagas para empregados Vale e comunidade.

QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL Ensino Superior Graduação (Marabá ) • Cursos de Engenharia de Minas e Meio Ambiente,

Anterior

QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL Ensino Superior Graduação (Marabá ) • Cursos de Engenharia de Minas e Meio Ambiente,

Próximo

QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL Ensino Superior Graduação (Marabá ) • Cursos de Engenharia de Minas e Meio Ambiente,

Finalizar

QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL

Portadores de Necessidades Especiais (PNEs)

• 37 alunos Portadores de Necessidades Especiais (2007).

Parauapebas, Canaã dos Carajás, Curionópolis e Eldorado dos Carajás.

Cefet do Pará

Cursos técnicos de Química, Metalurgia e Mecânica. • Serão desenvolvidos a partir de 2008.

QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL Portadores de Necessidades Especiais (PNEs) • 37 alunos Portadores de Necessidades Especiais (2007). Parauapebas,

Anterior

QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL Portadores de Necessidades Especiais (PNEs) • 37 alunos Portadores de Necessidades Especiais (2007). Parauapebas,

Próximo

QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL Portadores de Necessidades Especiais (PNEs) • 37 alunos Portadores de Necessidades Especiais (2007). Parauapebas,

Finalizar

QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL

Centros de Formação da Obra Kolping

De 2007 a 2009: 2.860 vagas.

909 alunos (até dezembro de 2007).

Preparação para o mercado de trabalho.

Cursos profissionalizantes (pedreiro, garçom, ferreiro armador, etc).

QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL Centros de Formação da Obra Kolping • De 2007 a 2009: 2.860 vagas. •

Anterior

QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL Centros de Formação da Obra Kolping • De 2007 a 2009: 2.860 vagas. •

Próximo

QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL Centros de Formação da Obra Kolping • De 2007 a 2009: 2.860 vagas. •

Finalizar

QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL

Centros de Educação e de Formação Profissional

Cursos e programas de formação, qualificação e capacitação.

Mineração, mecânica, eletroeletrônica, construção civil e segurança do

trabalho. Centro de Educação Profissional de Canaã dos Carajás.

Centro de Educação Profissional de Parauapebas.

Centro de Formação Profissional de Ourilândia do Norte.

Centro de Formação Profissional de Marabá.

QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL Centros de Educação e de Formação Profissional • Cursos e programas de formação, qualificação

Anterior

QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL Centros de Educação e de Formação Profissional • Cursos e programas de formação, qualificação

Próximo

QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL Centros de Educação e de Formação Profissional • Cursos e programas de formação, qualificação

Finalizar

ESTUDO DE IMPACTOS AMBIENTAIS

ESTUDO DE IMPACTOS AMBIENTAIS Anterior Próximo Finalizar

Anterior

ESTUDO DE IMPACTOS AMBIENTAIS Anterior Próximo Finalizar

Próximo

ESTUDO DE IMPACTOS AMBIENTAIS Anterior Próximo Finalizar

Finalizar

EIA/RIMA

O que é?

Diagnóstico da área sob influência do Projeto, apresentando os

impactos

ambientais

positivos

e

negativos

(incluindo

aspectos

socioeconômicos). Fase inicial do processo de licenciamento ambiental.

EIA/RIMA O que é? • Diagnóstico da área sob influência do Projeto, apresentando os impactos ambientais

Anterior

EIA/RIMA O que é? • Diagnóstico da área sob influência do Projeto, apresentando os impactos ambientais

Próximo

EIA/RIMA O que é? • Diagnóstico da área sob influência do Projeto, apresentando os impactos ambientais

Finalizar

EIA/RIMA

Como é feito?

Técnicos especialistas pesquisam sobre fauna (animais), flora (vegetação), recursos hídricos (rios, lagos, cachoeiras), aspectos socioeconômicos (arqueologia, educação, saúde, cultura e economia) da região, entre outros aspectos.

Métodos

de

estudo

e

monitoramento

são

validados

por

órgãos

ambientais do governo.

Para que serve?

Atesta ou não a viabilidade do Projeto.

Condiciona a Licença Prévia do Projeto.

EIA/RIMA Como é feito? • Técnicos especialistas pesquisam sobre fauna (animais), flora (vegetação), recursos hídricos (rios,

Anterior

EIA/RIMA Como é feito? • Técnicos especialistas pesquisam sobre fauna (animais), flora (vegetação), recursos hídricos (rios,

Próximo

EIA/RIMA Como é feito? • Técnicos especialistas pesquisam sobre fauna (animais), flora (vegetação), recursos hídricos (rios,

Finalizar

ÁREAS DE INFLUÊNCIA

Anterior Próximo Finalizar
Anterior
Próximo
Finalizar

PRESENÇA DO RFSP

 

Socioeconomia

• Aumento da renda das famílias e do poder aquisitivo da população. • Geração de postos de trabalho.

Aumento da arrecadação tributária Municipal (Canaã dos Carajás e Parauapebas) e Estadual (Pará).

• Dinamização da economia na região.

• Aumento da capacidade de investimento em políticas públicas de infra-estrutura social e econômica.

PRESENÇA DO RFSP Socioeconomia • Aumento da renda das famílias e do poder aquisitivo da população.

Anterior

PRESENÇA DO RFSP Socioeconomia • Aumento da renda das famílias e do poder aquisitivo da população.

Próximo

PRESENÇA DO RFSP Socioeconomia • Aumento da renda das famílias e do poder aquisitivo da população.

Finalizar

PRESENÇA DO RFSP

 

Socioeconomia

   

Fluxos

migratórios

não

apresentam

grande possibilidade de

crescimento na fase de operação do RFSP, pois ele não demanda número elevado de profissionais.

Parte

do

traçado

corta

as

imediações

da

área

urbana

 

de

Parauapebas, que já sofre pressão populacional.

 

Parauapebas já apresenta crescimento de população, devido aos demais empreendimentos na região.

Inserção do ramal em terras particulares poderá reduzir as áreas de plantio e pastagem.

Faixa de domínio poderá ser usada para facilitar acesso a outras vilas que hoje não tem conectividade.

 
Anterior Próximo Finalizar

Anterior

Anterior Próximo Finalizar

Próximo

Anterior Próximo Finalizar

Finalizar

PRESENÇA DO RFSP

 

Flora e Fauna

Faixa de domíno e ferrovia são barreiras que inibem as ações de tráfico ilegal de espécies na Flona.

Não interfere no atual cenário da exploração vegetal e abertura pastagens.

de

PRESENÇA DO RFSP Flora e Fauna • Faixa de domíno e ferrovia são barreiras que inibem

Anterior

PRESENÇA DO RFSP Flora e Fauna • Faixa de domíno e ferrovia são barreiras que inibem

Próximo

PRESENÇA DO RFSP Flora e Fauna • Faixa de domíno e ferrovia são barreiras que inibem

Finalizar

PRESENÇA DO RFSP

 

Vibração e ruído

Níveis abaixo dos limites.

Ruídos serão perceptíveis em pontos afastados até 500 metros da linha férrea (vilas existentes estão a 2 km da área).

Duas áreas ouvirão os sons emitidos: Vila Palmares e Serra Rabo.

do

PRESENÇA DO RFSP Vibração e ruído • Níveis abaixo dos limites. • Ruídos serão perceptíveis em

Anterior

PRESENÇA DO RFSP Vibração e ruído • Níveis abaixo dos limites. • Ruídos serão perceptíveis em

Próximo

PRESENÇA DO RFSP Vibração e ruído • Níveis abaixo dos limites. • Ruídos serão perceptíveis em

Finalizar

PRESENÇA DO RFSP

Qualidade do ar

• A área possui características atmosféricas para suportar novas emissões atmosféricas da operação do empreendimento, mantendo a qualidade do ar da região de acordo com os padrões previstos.

PRESENÇA DO RFSP Qualidade do ar • A área possui características atmosféricas para suportar novas emissões

Anterior

PRESENÇA DO RFSP Qualidade do ar • A área possui características atmosféricas para suportar novas emissões

Próximo

PRESENÇA DO RFSP Qualidade do ar • A área possui características atmosféricas para suportar novas emissões

Finalizar

PROGRAMAS AMBIENTAIS

O que são?

• Conjunto

de

ações

e

medidas

a

serem

tomadas

para

tratar

adequadamente os impactos identificados.

Para que servem?

• Reduzir ou eliminar a ocorrência dos impactos negativos.

• Potencializar os impactos positivos.

PROGRAMAS AMBIENTAIS O que são? • Conjunto de ações e medidas a serem tomadas para tratar

Anterior

PROGRAMAS AMBIENTAIS O que são? • Conjunto de ações e medidas a serem tomadas para tratar

Próximo

PROGRAMAS AMBIENTAIS O que são? • Conjunto de ações e medidas a serem tomadas para tratar

Finalizar

PROGRAMAS AMBIENTAIS

Programa de Comunicação Social (PCS): manter contato da Vale com os públicos envolvidos.

Plano de Ação para Estabelecimento da Faixa de Domínio, Aquisição/Indenizações: vai avaliar e negociar de forma justa o valor das propriedades nas áreas do RFSP.

Plano de Apoio ao Desenvolvimento Regional: propõe atividades para o desenvolvimento socioeconômico e de educação ambiental.

PROGRAMAS AMBIENTAIS • Programa de Comunicação Social (PCS): manter contato da Vale com os públicos envolvidos.

Anterior

PROGRAMAS AMBIENTAIS • Programa de Comunicação Social (PCS): manter contato da Vale com os públicos envolvidos.

Próximo

PROGRAMAS AMBIENTAIS • Programa de Comunicação Social (PCS): manter contato da Vale com os públicos envolvidos.

Finalizar

PROGRAMAS AMBIENTAIS

Programa de Educação Ambiental (PEA): compreensão do meio ambiente (aspectos ecológicos, psicológicos, legais, políticos, sociais, econômicos, científicos, culturais e éticos).

• Programa de Fomento ao Desenvolvimento Socioeconômico Sustentável do Território: incentivo ao desenvolvimento socioeconômico local.

Programa

de

Desenvolvimento

de

Fornecedores

e

de

Regionalização da Compra de Insumos e de Serviços – PDF: visa criar condições de competitividade e igualdade de oportunidades para os fornecedores locais.

PROGRAMAS AMBIENTAIS • Programa de Educação Ambiental (PEA): compreensão do meio ambiente (aspectos ecológicos, psicológicos, legais,

Anterior

PROGRAMAS AMBIENTAIS • Programa de Educação Ambiental (PEA): compreensão do meio ambiente (aspectos ecológicos, psicológicos, legais,

Próximo

PROGRAMAS AMBIENTAIS • Programa de Educação Ambiental (PEA): compreensão do meio ambiente (aspectos ecológicos, psicológicos, legais,

Finalizar

PROGRAMAS AMBIENTAIS

• Programa Ambiental de Controle da Obra: orientações para que as empresas de construção sigam as diretrizes ambientais.

. • Programa de Monitoramento da Ictiofauna: avalia a eficiência das

medidas de controle para evitar a perda de biodiversidade.

Programa

de

Monitoramento

da

Fauna:

servirá para

recomendações

e/ou ações específicas para animais na área do

empreendimento

PROGRAMAS AMBIENTAIS • Programa Ambiental de Controle da Obra: orientações para que as empresas de construção

Anterior

PROGRAMAS AMBIENTAIS • Programa Ambiental de Controle da Obra: orientações para que as empresas de construção

Próximo

PROGRAMAS AMBIENTAIS • Programa Ambiental de Controle da Obra: orientações para que as empresas de construção

Finalizar

PROGRAMAS AMBIENTAIS

Programa

de

Monitoramento

da

Qualidade

das Águas

 

Superficiais: verifica a qualidade das águas superficiais da área da

ferrovia.

Programa de Monitoramento da Qualidade do Ar: acompanha a qualidade do ar da área de influência do empreendimento.

Programa de Monitoramento da Cavidade Natural Subterrânea (caverna) SB-22 (Embaúba): atende à legislação que trata da proteção e do salvamento de cavidades naturais subterrâneas.

PROGRAMAS AMBIENTAIS • Programa de Monitoramento da Qualidade das Águas Superficiais: verifica a qualidade das águas

Anterior

PROGRAMAS AMBIENTAIS • Programa de Monitoramento da Qualidade das Águas Superficiais: verifica a qualidade das águas

Próximo

PROGRAMAS AMBIENTAIS • Programa de Monitoramento da Qualidade das Águas Superficiais: verifica a qualidade das águas

Finalizar

PROGRAMAS AMBIENTAIS

Programa de Prospecção Arqueológica: verifica a existência de sítios arqueológicos na área diretamente afetada.

Programa de Resgate Arqueológico: visa salvar os sítios arqueológicos identificados na Área de Influência Direta.

 

Programa de Gestão de Riscos (PGR): previne incidentes que

coloquem

em

risco

funcionários,

comunidade

local

e

o

meio

ambiente.

PROGRAMAS AMBIENTAIS • Programa de Prospecção Arqueológica: verifica a existência de sítios arqueológicos na área diretamente

Anterior

PROGRAMAS AMBIENTAIS • Programa de Prospecção Arqueológica: verifica a existência de sítios arqueológicos na área diretamente

Próximo

PROGRAMAS AMBIENTAIS • Programa de Prospecção Arqueológica: verifica a existência de sítios arqueológicos na área diretamente

Finalizar

PROGRAMAS AMBIENTAIS

Programa Controle de Vetores de Doenças na ADA: controle de vetores de doenças na ADA do RFSP na fase de implantação.

Programa

de

Recuperação

de

Áreas

Degradadas

(PRAD):

 

estabelece as atividades necessárias para recuperar as áreas

degradadas durante o período de obras.

 

Plano de Gestão de Ruídos: verifica as alterações de ruídos na área.

PROGRAMAS AMBIENTAIS • Programa Controle de Vetores de Doenças na ADA: controle de vetores de doenças

Anterior

PROGRAMAS AMBIENTAIS • Programa Controle de Vetores de Doenças na ADA: controle de vetores de doenças

Próximo

PROGRAMAS AMBIENTAIS • Programa Controle de Vetores de Doenças na ADA: controle de vetores de doenças

Finalizar

COMPROMISSO VALE COM O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL TERRITORIAL

COMPROMISSO VALE COM O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL TERRITORIAL Anterior Próximo Finalizar

Anterior

COMPROMISSO VALE COM O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL TERRITORIAL Anterior Próximo Finalizar

Próximo

COMPROMISSO VALE COM O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL TERRITORIAL Anterior Próximo Finalizar

Finalizar

COMPROMISSO VALE COM O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL TERRITORIAL

Socioambiental

COMPROMISSO VALE COM O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL TERRITORIAL Socioambiental Anterior Próximo Finalizar

Anterior

COMPROMISSO VALE COM O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL TERRITORIAL Socioambiental Anterior Próximo Finalizar

Próximo

COMPROMISSO VALE COM O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL TERRITORIAL Socioambiental Anterior Próximo Finalizar

Finalizar

INVESTIMENTOS SOCIAIS

Investimentos Sociais no Pará

2007 2006 R$ 89 milhões R$ 192,3 milhões
2007
2006
R$ 89 milhões
R$ 192,3 milhões

Marabá, Canaã dos Carajás

Curionópolis, Parauapebas e

Ourilândia do Norte: R$ 25,8 bilhões

(2003-2010)

Parcerias com instituições públicas e

privadas

Crescimento de 141%

INVESTIMENTOS SOCIAIS Investimentos Sociais no Pará 2007 2006 R$ 89 milhões R$ 192,3 milhões • Marabá,

Anterior

INVESTIMENTOS SOCIAIS Investimentos Sociais no Pará 2007 2006 R$ 89 milhões R$ 192,3 milhões • Marabá,

Próximo

INVESTIMENTOS SOCIAIS Investimentos Sociais no Pará 2007 2006 R$ 89 milhões R$ 192,3 milhões • Marabá,

Finalizar

INVESTIMENTOS SOCIAIS

Investimentos no Sudeste do Pará (2007)

Comunidades tradicionais

R$ 7.366.732,60

   

Cultura

R$ 1.286.473,10

 

Diagnóstico Sócio-econômico

R$ 1.459.383,30

 

Economia local

R$ 6.920.356,90

 

Educação

R$ 11.898.522,00

 

Infra-estrutura local

R$ 90.436.709,00

 

Infra-estrutura social

R$ 5.932.264,50

 

Saúde

R$ 7.146.628,50

 

TOTAL

R$ 132.447.069,90

   
 
Anterior Próximo Finalizar

Anterior

Anterior Próximo Finalizar

Próximo

Anterior Próximo Finalizar

Finalizar

SOCIOAMBIENTAL

A Vale, por meio da Fundação Vale, investe nos territórios onde atua.

Objetivos

Melhoria da qualidade de vida.

Contribuição com a redução do analfabetismo.

Acesso à cultura.

Contribuição para o aperfeiçoamento da gestão pública.

Aumento das oportunidades de trabalho e renda.

Qualificação dos Profissionais de Educação.

• Melhoria dos indicadores sociais de saúde.

SOCIOAMBIENTAL A Vale, por meio da Fundação Vale, investe nos territórios onde atua. Objetivos • Melhoria

Anterior

SOCIOAMBIENTAL A Vale, por meio da Fundação Vale, investe nos territórios onde atua. Objetivos • Melhoria

Próximo

SOCIOAMBIENTAL A Vale, por meio da Fundação Vale, investe nos territórios onde atua. Objetivos • Melhoria

Finalizar

SOCIOAMBIENTAL

Forma de atuação

• Parceria com ONG’s, governo e comunidade.

• Investimentos

baseados

em

estudos

socioeconômicos

e

na

discussão dos resultados com as comunidades.

 

• Também

atua

como

apoiador

na

realização

de

projetos

de

engenharia de infra-estrutura urbana e social e na captação de recursos governamentais para as prefeituras locais.

SOCIOAMBIENTAL Forma de atuação • Parceria com ONG’s, governo e comunidade. • Investimentos baseados em estudos

Anterior

SOCIOAMBIENTAL Forma de atuação • Parceria com ONG’s, governo e comunidade. • Investimentos baseados em estudos

Próximo

SOCIOAMBIENTAL Forma de atuação • Parceria com ONG’s, governo e comunidade. • Investimentos baseados em estudos

Finalizar

SOCIOAMBIENTAL

Imagem 9

A atuação da Vale, por meio da Fundação Vale, ocorre em quatro etapas:

Diagnósticos socioeconômicos dos territórios.

Compartilhamento dos resultados com os demais atores sociais.

Planejamento

com

base

nas

demandas locais.

Agências

de

Desenvolvimento

Humano (ADH) e Desenvolvimento

Agências de Econômico

(ADE).

SOCIOAMBIENTAL Imagem 9 A atuação da Vale, por meio da Fundação Vale, ocorre em quatro etapas:

Anterior

SOCIOAMBIENTAL Imagem 9 A atuação da Vale, por meio da Fundação Vale, ocorre em quatro etapas:

Próximo

SOCIOAMBIENTAL Imagem 9 A atuação da Vale, por meio da Fundação Vale, ocorre em quatro etapas:

Finalizar

SOCIOAMBIENTAL

Escola que Vale

Programas da Vale no Pará

Vale Alfabetizar

 

Escola que Vale

Educação nos Trilhos

Cinema nos Trilhos

 

Voluntários Vale

 

Cultura em Rede

Vale Juventude

Anterior Próximo Finalizar

Anterior

Anterior Próximo Finalizar

Próximo

Anterior Próximo Finalizar

Finalizar

SOCIOAMBIENTAL

Cultura Pará

Público de mais de 215 mil pessoas (2005 a 2007).

90 mil pessoas (2007).

Valoriza a cultura regional.

Acesso gratuito às manifestações artísticas e culturais.

SOCIOAMBIENTAL Cultura Pará • Público de mais de 215 mil pessoas (2005 a 2007). • 90

Anterior

SOCIOAMBIENTAL Cultura Pará • Público de mais de 215 mil pessoas (2005 a 2007). • 90

Próximo

SOCIOAMBIENTAL Cultura Pará • Público de mais de 215 mil pessoas (2005 a 2007). • 90

Finalizar

SOCIOAMBIENTAL

Investimentos Ambientais

2007 2006 R$ 26,6 milhões R$ 214,7 milhões
2007
2006
R$ 26,6 milhões
R$ 214,7 milhões

Crescimento de 834%

• Conservação de 1,2 milhão de

hectares de Florestas Tropicais em

Carajás

Engloba cinco Unidades de

Conservação

Nessa mesma área, produção de

1,5 milhão de mudas/ano

SOCIOAMBIENTAL Investimentos Ambientais 2007 2006 R$ 26,6 milhões R$ 214,7 milhões Crescimento de 834% • Conservação

Anterior

SOCIOAMBIENTAL Investimentos Ambientais 2007 2006 R$ 26,6 milhões R$ 214,7 milhões Crescimento de 834% • Conservação

Próximo

SOCIOAMBIENTAL Investimentos Ambientais 2007 2006 R$ 26,6 milhões R$ 214,7 milhões Crescimento de 834% • Conservação

Finalizar

SOCIOAMBIENTAL

Investimentos Ambientais - Projeção Plurianual*

 

Localidade

2008

2009

2010

2011

2012

Total

Pará

109,3

122,3

136,8

153,0

171,1

692,5

* Em milhões de US$

SOCIOAMBIENTAL Investimentos Ambientais - Projeção Plurianual* Localidade 2008 2009 2010 2011 2012 Total Pará 109,3 122,3

Anterior

SOCIOAMBIENTAL Investimentos Ambientais - Projeção Plurianual* Localidade 2008 2009 2010 2011 2012 Total Pará 109,3 122,3

Próximo

SOCIOAMBIENTAL Investimentos Ambientais - Projeção Plurianual* Localidade 2008 2009 2010 2011 2012 Total Pará 109,3 122,3

Finalizar

SOCIOAMBIENTAL

Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD)

Objetivo de recuperar imediatamente as áreas mineradas.

Cumpre com o compromisso de crescimento social e econômico.

Mantém políticas ambientais para a proteção do meio ambiente.

Ações de Meio Ambiente na EFC

Tratamento de resíduos gerados na atividade ferroviária.

Lixo passa por triagem e é doado para instituições de caridade.

Destino: reciclagem.

SOCIOAMBIENTAL Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD) • Objetivo de recuperar imediatamente as áreas mineradas.

Anterior

SOCIOAMBIENTAL Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD) • Objetivo de recuperar imediatamente as áreas mineradas.

Próximo

SOCIOAMBIENTAL Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD) • Objetivo de recuperar imediatamente as áreas mineradas.

Finalizar

SOCIOAMBIENTAL

Parque Zoobotânico de Carajás (PZC)

Ocupa uma área de 30 hectares na Flona de Carajás.

Conservação e exposição de espécies de animais, árvores e plantas da Amazônia.

Visitas monitoradas abertas ao

Parque Zoobotânico de Carajás (Parauapebas)

público em geral.

SOCIOAMBIENTAL Parque Zoobotânico de Carajás (PZC) • Ocupa uma área de 30 hectares na Flona de

Anterior

SOCIOAMBIENTAL Parque Zoobotânico de Carajás (PZC) • Ocupa uma área de 30 hectares na Flona de

Próximo

SOCIOAMBIENTAL Parque Zoobotânico de Carajás (PZC) • Ocupa uma área de 30 hectares na Flona de

Finalizar

SOCIOAMBIENTAL

Área de Proteção do Gelado (APA)

Projetos de geração de emprego e

renda sustentáveis.

 

Redução da pressão no entorno da

Flona de Carajás.

Já reduziu em 80% as queimadas

 

na região (2007).

Beneficia 90 famílias.

 
 
Anterior Próximo Finalizar

Anterior

Anterior Próximo Finalizar

Próximo

Anterior Próximo Finalizar

Finalizar

SOCIOAMBIENTAL

Projeto de Educação Ambiental

• Participação alunos.

de

• 150 professores.

mais

de

2.000

• Escolas da Zona Urbana e Rural.

• Meio ambiente nas disciplinas

em sala de aula.

• Parceria

Educação

com

o

Centro

e

Documentação

de

para

Ação Comunitária (CEDAC).

SOCIOAMBIENTAL Projeto de Educação Ambiental • Participação alunos. de • 150 professores. mais de 2.000 •

Anterior

SOCIOAMBIENTAL Projeto de Educação Ambiental • Participação alunos. de • 150 professores. mais de 2.000 •

Próximo

SOCIOAMBIENTAL Projeto de Educação Ambiental • Participação alunos. de • 150 professores. mais de 2.000 •

Finalizar

COMPROMISSO VALE COM O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL TERRITORIAL

Imagem 7

Crescimento Econômico

COMPROMISSO VALE COM O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL TERRITORIAL Imagem 7 Crescimento Econômico Anterior Próximo Finalizar

Anterior

COMPROMISSO VALE COM O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL TERRITORIAL Imagem 7 Crescimento Econômico Anterior Próximo Finalizar

Próximo

COMPROMISSO VALE COM O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL TERRITORIAL Imagem 7 Crescimento Econômico Anterior Próximo Finalizar

Finalizar

CRESCIMENTO ECONÔMICO

Emprego e renda

2006 2007
2006
2007

31.559 pessoas

35.415 pessoas

Crescimento de 12%

Expectativa de contratação de 35

mil pessoas no Pará (2008-2012)

• 15 mil empregos próprios

CRESCIMENTO ECONÔMICO Emprego e renda 2006 2007 31.559 pessoas 35.415 pessoas Crescimento de 12% • Expectativa

Anterior

CRESCIMENTO ECONÔMICO Emprego e renda 2006 2007 31.559 pessoas 35.415 pessoas Crescimento de 12% • Expectativa

Próximo

CRESCIMENTO ECONÔMICO Emprego e renda 2006 2007 31.559 pessoas 35.415 pessoas Crescimento de 12% • Expectativa

Finalizar

CRESCIMENTO ECONÔMICO

Empregos (2007–2012)

 

2007

2008

2009

2010

2011

2012

%

Total Empregos PA *

32.691

32.912

35.445

41.703

57.142

68.066

108,21

* Estimativa próprios + terceiros + canteiros de obras.

CRESCIMENTO ECONÔMICO Empregos (2007–2012) 2007 2008 2009 2010 2011 2012 % Total Empregos PA * 32.691

Anterior

CRESCIMENTO ECONÔMICO Empregos (2007–2012) 2007 2008 2009 2010 2011 2012 % Total Empregos PA * 32.691

Próximo

CRESCIMENTO ECONÔMICO Empregos (2007–2012) 2007 2008 2009 2010 2011 2012 % Total Empregos PA * 32.691

Finalizar

CRESCIMENTO ECONÔMICO

Compras no Pará: R$ 1,4 bilhão (2007)

Parauapebas

R$ 577 milhões

Ourilândia do Norte

R$ 168 milhões

Belém

R$ 145 milhões

Canaã dos Carajás

R$ 118 milhões

Marabá

R$ 79 milhões

CRESCIMENTO ECONÔMICO Compras no Pará : R$ 1,4 bilhão (2007) Parauapebas R$ 577 milhões Ourilândia do

Anterior

CRESCIMENTO ECONÔMICO Compras no Pará : R$ 1,4 bilhão (2007) Parauapebas R$ 577 milhões Ourilândia do

Próximo

CRESCIMENTO ECONÔMICO Compras no Pará : R$ 1,4 bilhão (2007) Parauapebas R$ 577 milhões Ourilândia do

Finalizar

CRESCIMENTO ECONÔMICO

PROCEM

•11 empresas certificadas(2007)

•77 em processo de certificação (2008)

• Pólos Belém, Barcarena, Carajás (Sul e Sudeste do Pará) e Tapajós (Oeste paraense)

PDF

•Incentivo ao fornecedor local

•A Vale é uma das 13 mantenedoras

CRESCIMENTO ECONÔMICO PROCEM •11 empresas certificadas(2007) •77 em processo de certificação (2008) • Pólos Belém, Barcarena,

Anterior

CRESCIMENTO ECONÔMICO PROCEM •11 empresas certificadas(2007) •77 em processo de certificação (2008) • Pólos Belém, Barcarena,

Próximo

CRESCIMENTO ECONÔMICO PROCEM •11 empresas certificadas(2007) •77 em processo de certificação (2008) • Pólos Belém, Barcarena,

Finalizar

RESULTADOS

RESULTADOS Anterior Próximo Finalizar

Anterior

RESULTADOS Anterior Próximo Finalizar

Próximo

RESULTADOS Anterior Próximo Finalizar

Finalizar

RESULTADOS

A atuação da Vale tem contribuído para maior qualificação de professores, elevação do nível técnico da mão-de-obra qualificada e disponibilizada para o mercado local, melhoria dos indicadores sociais de saúde, dentre outros. Todos esses fatores contribuem para o crescimento e desenvolvimento da região ao longo do tempo.

A tabela comparativa do Produto Interno Bruto, o PIB Municipal, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, mostra o crescimento significativo nos municípios de Canaã dos Carajás, Parauapebas e Marabá entre os anos de 2002 e 2005.

RESULTADOS A atuação da Vale tem contribuído para maior qualificação de professores, elevação do nível técnico

Anterior

RESULTADOS A atuação da Vale tem contribuído para maior qualificação de professores, elevação do nível técnico

Próximo

RESULTADOS A atuação da Vale tem contribuído para maior qualificação de professores, elevação do nível técnico

Finalizar

RESULTADOS

Produto Interno Bruto (PIB)

 

2002

2005

 

PIB

R$ 43.703.000

R$ 628.824.000

Canaã dos Carajás

Ranking no país

2457

424

Parauapebas

PIB

R$ 1.453.991.000

R$ 2.667.460.000

Ranking no país

135

111

 

PIB

R$ 854.864.000

R$ 2.079.838.000

Marabá

Ranking no país

225

148

Fonte: IBGE

RESULTADOS Produto Interno Bruto (PIB) 2002 2005 PIB R$ 43.703.000 R$ 628.824.000 Canaã dos Carajás Ranking

Anterior

RESULTADOS Produto Interno Bruto (PIB) 2002 2005 PIB R$ 43.703.000 R$ 628.824.000 Canaã dos Carajás Ranking

Próximo

RESULTADOS Produto Interno Bruto (PIB) 2002 2005 PIB R$ 43.703.000 R$ 628.824.000 Canaã dos Carajás Ranking

Finalizar

RESULTADOS

INDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO - IDH.M (RENDA, LONGEVIDADE E EDUCAÇÃO)

   
 

1991

 

2000

 

Canaã dos Carajás

0,33

 

0,70

Curionópolis

0,59

 

0,68

Eldorado dos Carajas

0,54

 

0,66

Maraba

0,64

 

0,71

Ourilândia do Norte

0,63

 

0,69

Parauapebas

0,66

 

0,74

 

Tucumã

0,60

 

0,75

 

BRASIL 0,766

IDH 2000

PARÁ 0,723

BELÉM 0,806

Fonte: Diagnóstico Socioeconômico do Sudeste do Pará

Fonte: Diagnóstico Socioeconômico do Sudeste do Pará Anterior Próximo Finalizar

Anterior

Fonte: Diagnóstico Socioeconômico do Sudeste do Pará Anterior Próximo Finalizar

Próximo

Finalizar

Finalizar

RESULTADOS

Arrecadação de tributos com incrementos da Vale

R$ 5,81 bilhões (2006 a 2010).

 

Crescimento de 141%.

 
 

Projeção da Arrecadação de Tributos pelas Prefeituras

2006

2007

2008

2009

 

2010

Acumulado

 

Receita Corrente Tendencial

424.385

 
  • 424.385 424.385

424.385

   

424.385

2.546.310

 

Incremento Vale

539.728

 
  • 608.569 734.427

640.453

   

766.897

3.290.074

 

Total

957.522

1.052.759

1.057.261

1.158812

 

1.191.282

5.815.021

Fonte: Diagnóstico Socioeconômico do Sudeste do Pará

 
Fonte: Diagnóstico Socioeconômico do Sudeste do Pará Anterior Próximo Finalizar

Anterior

Fonte: Diagnóstico Socioeconômico do Sudeste do Pará Anterior Próximo Finalizar

Próximo

Fonte: Diagnóstico Socioeconômico do Sudeste do Pará Anterior Próximo Finalizar

Finalizar

INVESTIMENTOS VALE EM CANAÃ DOS CARAJÁS

Imagem 5

INVESTIMENTOS VALE EM CANAÃ DOS CARAJÁS Imagem 5 Anterior Próximo Finalizar

Anterior

INVESTIMENTOS VALE EM CANAÃ DOS CARAJÁS Imagem 5 Anterior Próximo Finalizar

Próximo

INVESTIMENTOS VALE EM CANAÃ DOS CARAJÁS Imagem 5 Anterior Próximo Finalizar

Finalizar

INVESTIMENTOS VALE EM CANAÃ DOS CARAJÁS

Imagem 6

Cultura em Rede

• Organização de artesão e artesãs em uma grande rede.

• 435 integrantes (2007).

• Canaã dos Carajás, Parauapebas

Curionópolis, Marabá e Paragominas.

INVESTIMENTOS VALE EM CANAÃ DOS CARAJÁS Imagem 6 Cultura em Rede • Organização de artesão e

Anterior

INVESTIMENTOS VALE EM CANAÃ DOS CARAJÁS Imagem 6 Cultura em Rede • Organização de artesão e

Próximo

INVESTIMENTOS VALE EM CANAÃ DOS CARAJÁS Imagem 6 Cultura em Rede • Organização de artesão e

Finalizar

INVESTIMENTOS VALE EM CANAÃ DOS CARAJÁS

Imagem 5

Programa de Educação Patrimonial em Canaã dos Carajás

•Participação de 211 moradores urbana e vilas rurais).

(área

•Iniciado em 2003, anos.

teve

duração de três

•Fez parte do Programa de Arqueologia Preventiva (Museu Goeldi) .

INVESTIMENTOS VALE EM CANAÃ DOS CARAJÁS Imagem 5 Programa de Educação Patrimonial em Canaã dos Carajás

Anterior

INVESTIMENTOS VALE EM CANAÃ DOS CARAJÁS Imagem 5 Programa de Educação Patrimonial em Canaã dos Carajás

Próximo

INVESTIMENTOS VALE EM CANAÃ DOS CARAJÁS Imagem 5 Programa de Educação Patrimonial em Canaã dos Carajás

Finalizar

INVESTIMENTOS VALE EM CANAÃ DOS CARAJÁS

Agência de Desenvolvimento Econômico e Social de Canaã dos Carajás

Programa de incentivo à apicultura:

• Produção média de 350 kg/mês de mel.

• Expectativa de aumento para 1.400 kg/mês.

Horta Comunitária:

Apoio a pequenos produtores urbanos.

• Produção prevista de 10 mil toneladas de hortaliças por mês.

Micro Marcenaria:

• Incentivo à geração de renda e negócio no município.

• Capacita a produção de artesanato em madeira.

INVESTIMENTOS VALE EM CANAÃ DOS CARAJÁS Agência de Desenvolvimento Econômico e Social de Canaã dos Carajás

Anterior

INVESTIMENTOS VALE EM CANAÃ DOS CARAJÁS Agência de Desenvolvimento Econômico e Social de Canaã dos Carajás

Próximo

INVESTIMENTOS VALE EM CANAÃ DOS CARAJÁS Agência de Desenvolvimento Econômico e Social de Canaã dos Carajás

Finalizar

INVESTIMENTOS VALE EM CANAÃ DOS CARAJÁS

Imagem 8

Agência de Desenvolvimento Econômico e Social de Canaã dos Carajás

Apoio para:

Associação de Artesãos e Artesãs

de Canaã dos Carajás

Grupos de Economia Popular

Solidária (EPS).

INVESTIMENTOS VALE EM CANAÃ DOS CARAJÁS Imagem 8 Agência de Desenvolvimento Econômico e Social de Canaã

Anterior

INVESTIMENTOS VALE EM CANAÃ DOS CARAJÁS Imagem 8 Agência de Desenvolvimento Econômico e Social de Canaã

Próximo

INVESTIMENTOS VALE EM CANAÃ DOS CARAJÁS Imagem 8 Agência de Desenvolvimento Econômico e Social de Canaã

Finalizar

INVESTIMENTOS VALE EM CANAÃ DOS CARAJÁS

Fundo da Infância e da Adolescência (FIA)

• A Vale, por meio da Fundação Vale, realiza a doação de recursos para o FIA.

• Os

recursos

são

utilizados

para

atendimento

de

crianças

e

adolescentes carentes, por meio de projetos sociais.

 

Em 2007, os municípios de Canaã dos Carajás, Parauapebas e Marabá receberam recursos do FIA.

INVESTIMENTOS VALE EM CANAÃ DOS CARAJÁS Fundo da Infância e da Adolescência (FIA) • A Vale,

Anterior

INVESTIMENTOS VALE EM CANAÃ DOS CARAJÁS Fundo da Infância e da Adolescência (FIA) • A Vale,

Próximo

INVESTIMENTOS VALE EM CANAÃ DOS CARAJÁS Fundo da Infância e da Adolescência (FIA) • A Vale,

Finalizar

INVESTIMENTOS VALE EM CANAÃ DOS CARAJÁS

Projeto de Educação Ambiental

• Participação alunos.

de

• 150 professores.

mais

de

2.000

• Escolas da Zona Urbana e Rural

• Meio ambiente nas disciplinas

em sala de aula.

• Parceria

Educação

com

o

Centro

e

Documentação

de

para

Ação Comunitária (CEDAC).

INVESTIMENTOS VALE EM CANAÃ DOS CARAJÁS Projeto de Educação Ambiental • Participação alunos. de • 150

Anterior

INVESTIMENTOS VALE EM CANAÃ DOS CARAJÁS Projeto de Educação Ambiental • Participação alunos. de • 150

Próximo

INVESTIMENTOS VALE EM CANAÃ DOS CARAJÁS Projeto de Educação Ambiental • Participação alunos. de • 150

Finalizar

Fim da Apresentação

Fim da Apresentação Anterior Próximo Finalizar

Anterior

Fim da Apresentação Anterior Próximo Finalizar

Próximo

Fim da Apresentação Anterior Próximo Finalizar

Finalizar

• Ocupada pela infra- estrutura ferrovia. da • A mesma área da faixa de domínio (40
Ocupada pela infra- estrutura
ferrovia.
da
• A mesma área da faixa de domínio
(40 metros de cada lado do eixo do
ramal ferroviário).
Anterior
Próximo
Finalizar
• Entorno imediato da ADA. • Inclui cobertura vegetal, serras, rios, etc. Anterior Próximo Finalizar
• Entorno imediato da ADA.
• Inclui cobertura vegetal, serras,
rios, etc.
Anterior
Próximo
Finalizar
• Entorno imediato da AID. • Faixa de 2,5 Km a partir do eixo do ramal
Entorno imediato da AID.
Faixa de
2,5 Km
a partir
do
eixo do ramal ferroviário.
Limites
de
Eldorado
do
Carajás,
Parauapebas,
Canaã
dos
Carajás,
Marabá,
Curionópolis
e
Água
Azul
do
Norte.
Anterior
Próximo
Finalizar

Visão Geral

Início do trajeto

Anterior Próximo Finalizar
Anterior
Próximo
Finalizar

Visão Geral

Final do trajeto

Visão Geral Final do trajeto Anterior Próximo Finalizar

Anterior

Visão Geral Final do trajeto Anterior Próximo Finalizar

Próximo

Visão Geral Final do trajeto Anterior Próximo Finalizar

Finalizar

ALTERNATIVAS DE TRAÇADO

ALTERNATIVAS DE TRAÇADO • • • • • • Recomendado Início: km 859,0 da EFC Contorna
• • • • • •
ALTERNATIVAS DE TRAÇADO • • • • • • Recomendado Início: km 859,0 da EFC Contorna

Recomendado

Início: km 859,0 da EFC Contorna área urbana de Parauapebas Vale do Rio Parauapebas Mina de Cobre do Sossego Margem do Rio Sossego Final: área prevista da mina Serra Sul

Próximo Finalizar
Próximo
Finalizar
ALTERNATIVAS DE TRAÇADO • • • • • • Recomendado Início: km 859,0 da EFC Contorna

Anterior

ALTERNATIVAS DE TRAÇADO

• • •
ALTERNATIVAS DE TRAÇADO • • • Mesmas características do Traçado 1 Rampas acentuadas ao passar no

Mesmas características do Traçado 1 Rampas acentuadas ao passar no Níquel Vermelho Obstáculos na Serra do Rabo

ALTERNATIVAS DE TRAÇADO • • • Mesmas características do Traçado 1 Rampas acentuadas ao passar no
Próximo Finalizar
Próximo
Finalizar
ALTERNATIVAS DE TRAÇADO • • • Mesmas características do Traçado 1 Rampas acentuadas ao passar no

Anterior

ALTERNATIVAS DE TRAÇADO

ALTERNATIVAS DE TRAÇADO • Menor custo operacional • Descartado por passar na Flona Próximo Finalizar Anterior
ALTERNATIVAS DE TRAÇADO • Menor custo operacional • Descartado por passar na Flona Próximo Finalizar Anterior
ALTERNATIVAS DE TRAÇADO • Menor custo operacional • Descartado por passar na Flona Próximo Finalizar Anterior
ALTERNATIVAS DE TRAÇADO • Menor custo operacional • Descartado por passar na Flona Próximo Finalizar Anterior
ALTERNATIVAS DE TRAÇADO • Menor custo operacional • Descartado por passar na Flona Próximo Finalizar Anterior
ALTERNATIVAS DE TRAÇADO • Menor custo operacional • Descartado por passar na Flona Próximo Finalizar Anterior

Menor custo operacional

Descartado por passar na Flona

ALTERNATIVAS DE TRAÇADO • Menor custo operacional • Descartado por passar na Flona Próximo Finalizar Anterior
Próximo Finalizar
Próximo
Finalizar

Anterior