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LEGISLAÇÃO E NORMALIZAÇÃO

Paula Cruz

LEGISLAÇÃO E NORMALIZAÇÃO Paula Cruz 1 Paula Cruz
LEGISLAÇÃO E NORMALIZAÇÃO Paula Cruz 1 Paula Cruz

ESTALEIROS TEMPORÁRIOS OU MÓVEIS

ESTALEIROS TEMPORÁRIOS OU MÓVEIS Decreto-Lei n.º 273/2003 de 29 de Outubro – Procede à revisão da
ESTALEIROS TEMPORÁRIOS OU MÓVEIS Decreto-Lei n.º 273/2003 de 29 de Outubro – Procede à revisão da

Decreto-Lei n.º 273/2003 de 29 de Outubro

Procede

à

revisão

da regulamentação das

condições de segurança e de saúde no trabalho em

estaleiros temporários ou móveis, constante do Decreto-Lei n.º 155/95, de 1 de Julho, mantendo as prescrições mínimas de segurança e saúde no trabalho estabelecidas pela Directiva n.º 92/57/CEE, do Conselho, de 24 de Junho.

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ESTALEIROS TEMPORÁRIOS OU MÓVEIS

ESTALEIROS TEMPORÁRIOS OU MÓVEIS O plano de segurança e saúde constitui um dos instrumentos fundamentais do
ESTALEIROS TEMPORÁRIOS OU MÓVEIS O plano de segurança e saúde constitui um dos instrumentos fundamentais do

O plano de segurança e saúde constitui um dos instrumentos fundamentais do planeamento e da organização em estaleiros

temporários ou móveis.

O plano deve ser elaborado a partir da fase de projecto da obra, sendo posteriormente

desenvolvido e especificado antes

ESTALEIROS TEMPORÁRIOS OU MÓVEIS O plano de segurança e saúde constitui um dos instrumentos fundamentais do

de se passar à execução da obra, com a abertura do estaleiro.

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ESTALEIROS TEMPORÁRIOS OU MÓVEIS

ESTALEIROS TEMPORÁRIOS OU MÓVEIS  O dono da obra deve elaborar ou mandar elaborar, durante a
ESTALEIROS TEMPORÁRIOS OU MÓVEIS  O dono da obra deve elaborar ou mandar elaborar, durante a
  • O dono da obra deve elaborar ou mandar elaborar, durante a fase de projecto, o plano de segurança e saúde para garantir a segurança e saúde de todos os intervenientes no estaleiro.

  • O plano de segurança e saúde deve concretizar os riscos evidenciados e as medidas preventivas a adoptar.

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ESTALEIROS TEMPORÁRIOS OU MÓVEIS

ESTALEIROS TEMPORÁRIOS OU MÓVEIS O dono da obra deve nomear um coordenador de segurança em projecto
ESTALEIROS TEMPORÁRIOS OU MÓVEIS O dono da obra deve nomear um coordenador de segurança em projecto

O dono da obra deve nomear um coordenador de segurança em projecto e em obra.

A actividade de coordenação de segurança, em projecto ou em obra, deve ser exercida por pessoa qualificada, nos termos

previstos em legislação especial.

ESTALEIROS TEMPORÁRIOS OU MÓVEIS O dono da obra deve nomear um coordenador de segurança em projecto

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EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL

EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL Decreto-Lei n.º 348/93 de 1 de Outubro – Transpõe para a ordem
EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL Decreto-Lei n.º 348/93 de 1 de Outubro – Transpõe para a ordem

Decreto-Lei n.º 348/93 de 1 de Outubro Transpõe para a ordem jurídica interna a Directiva n.º 89/656/CEE, do Conselho, de 30 de Novembro, relativa às prescrições mínimas de segurança e de saúde para a utilização pelos trabalhadores de equipamento de protecção individual no trabalho.

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EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL

EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL Entende-se por equipamento de protecção individual todo o equipamento, bem como qualquer
EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL Entende-se por equipamento de protecção individual todo o equipamento, bem como qualquer

Entende-se por equipamento de protecção individual

todo o equipamento, bem como qualquer

complemento ou acessório, destinado a ser utilizado pelo trabalhador para se proteger dos riscos, para a sua segurança e para a sua saúde.

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EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL

EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL Os equipamentos de protecção individual devem ser utilizados quando os riscos existentes
EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL Os equipamentos de protecção individual devem ser utilizados quando os riscos existentes

Os equipamentos de protecção individual devem ser

utilizados quando os riscos existentes não puderem

ser evitados ou suficientemente limitados por meios técnicos de protecção colectiva ou por medidas, métodos ou processos de organização do trabalho.

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EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL

EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL Todo o equipamento de protecção individual deve:  Estar conforme com as
EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL Todo o equipamento de protecção individual deve:  Estar conforme com as

Todo o equipamento de protecção individual deve:

Estar

conforme

com

as

normas

aplicáveis

à

sua

concepção e fabrico em matéria de segurança e saúde;

  • Ser adequado aos riscos

a prevenir

e às condições

existentes no local de trabalho, sem implicar por si

próprio um aumento de risco;

  • Atender

às

trabalhador;

exigências

ergonómicas

e

de

saúde

do

  • Ser adequado ao seu utilizador.

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EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL

EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL É obrigação do empregador:  Fornecer equipamento de protecção individual e garantir
EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL É obrigação do empregador:  Fornecer equipamento de protecção individual e garantir

É obrigação do empregador:

  • Fornecer equipamento de protecção individual e garantir o seu bom funcionamento;

  • Fornecer e manter disponível nos locais de trabalho informação adequada sobre cada equipamento de protecção individual;

  • Informar os trabalhadores dos riscos contra os quais o

equipamento de protecção individual os visa proteger;

  • Assegurar a formação

sobre

a

utilização

dos

equipamentos de protecção individual.

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EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL

EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL É obrigação dos trabalhadores:  Utilizar correctamente o equipamento de protecção individual
EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL É obrigação dos trabalhadores:  Utilizar correctamente o equipamento de protecção individual

É obrigação dos trabalhadores:

  • Utilizar correctamente o equipamento de protecção individual de acordo com as instruções que lhe forem

fornecidas;

  • Conservar e manter em bom estado o equipamento que lhe for distribuído;

  • Participar de imediato todas as avarias ou deficiências do

equipamento de que tenha conhecimento.

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EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL

EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL Ouvidos : auriculares, que previne a surdez, o cansaço, a irritação e
EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL Ouvidos : auriculares, que previne a surdez, o cansaço, a irritação e

Ouvidos: auriculares, que previne a surdez, o cansaço, a irritação e outros problemas psicológicos. Deve ser usado sempre que o ambiente apresentar níveis de ruído superiores

aos aceitáveis, de acordo com a

norma regulamentadora.

EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL Ouvidos : auriculares, que previne a surdez, o cansaço, a irritação e

Mãos: luvas, que evitam problemas

de

pele,

queimaduras,

choque eléctrico,

cortes

e

raspões

e

devem ser usadas em trabalhos com

solda eléctrica,

produtos químicos,

materiais cortantes, ásperos, pesados e quentes.

EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL Ouvidos : auriculares, que previne a surdez, o cansaço, a irritação e

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EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL

EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL Cabeça e crânio : capacete de segurança contra impactos, perfurações, acção dos
EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL Cabeça e crânio : capacete de segurança contra impactos, perfurações, acção dos

Cabeça

e

crânio:

capacete

de

segurança

contra

impactos,

perfurações,

acção

dos

agentes

meteorológicos,

etc.

EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL Cabeça e crânio : capacete de segurança contra impactos, perfurações, acção dos
EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL Cabeça e crânio : capacete de segurança contra impactos, perfurações, acção dos

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EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL

EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL Vias respiratórias : protector respiratório, que previne problemas pulmonares e das vias
EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL Vias respiratórias : protector respiratório, que previne problemas pulmonares e das vias

Vias respiratórias: protector

respiratório,

que

previne

problemas pulmonares e das

vias respiratórias,

e

deve ser

utilizado em ambientes com

poeiras,

gases,

vapores

ou

fumos nocivos.

 

Pernas

e

pés:

botas

de

borracha,

que

proporcionam

isolamento

contra

 

a

electricidade

e

humidade.

Devem

ser

utilizadas

em

ambientes

húmidos

e

em

trabalhos que exigem contacto

com produtos químicos.

EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL Vias respiratórias : protector respiratório, que previne problemas pulmonares e das vias
EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL Vias respiratórias : protector respiratório, que previne problemas pulmonares e das vias

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EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL

EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL Tronco : aventais de couro, que protegem de impactos, gotas de produtos
EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL Tronco : aventais de couro, que protegem de impactos, gotas de produtos

Tronco: aventais de couro, que protegem de impactos, gotas de produtos químicos, choque eléctrico, queimaduras e cortes. Devem ser usados em trabalhos de soldagem eléctrica e corte a quente.

EQUIPAMENTOS DE PROTECÇÃO INDIVIDUAL Tronco : aventais de couro, que protegem de impactos, gotas de produtos
Olhos: óculos contra impactos, que evita a cegueira total ou parcial e a conjuntivite. É utilizado
Olhos: óculos contra impactos,
que evita
a cegueira total
ou
parcial e a conjuntivite. É
utilizado em
trabalhos
onde
existe o risco de impacto de
estilhaços e limalhas.

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EQUIPAMENTOS DOTADOS DE VISOR

EQUIPAMENTOS DOTADOS DE VISOR Decreto-Lei n.º 349/93 de 1 de Outubro – Transpõe para a ordem
EQUIPAMENTOS DOTADOS DE VISOR Decreto-Lei n.º 349/93 de 1 de Outubro – Transpõe para a ordem

Decreto-Lei

n.º

349/93

de

1

de

Outubro

Transpõe para a ordem jurídica interna a Directiva n.º 90/270/CEE, do Conselho, de 29 de Maio, relativa às prescrições mínimas de segurança e de saúde respeitantes ao trabalho com equipamentos dotados de visor.

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EQUIPAMENTOS DOTADOS DE VISOR

EQUIPAMENTOS DOTADOS DE VISOR  Visor – um ecrã alfanumérico ou gráfico, seja qual for o
EQUIPAMENTOS DOTADOS DE VISOR  Visor – um ecrã alfanumérico ou gráfico, seja qual for o
  • Visor um ecrã alfanumérico ou gráfico, seja qual for o processo de representação visual utilizado;

  • Posto de trabalho o conjunto constituído por um equipamento dotado de visor, eventualmente munido de

teclado ou de um dispositivo de introdução de dados e ou software que assegure a interface homem/máquina, por acessórios opcionais, por equipamento anexo, incluindo a

unidade de disquetes, por um telefone, por um modem, por

uma impressora, por um suporte para documentos, por uma

cadeira e por uma mesa ou superfície de trabalho, bem

como pelas suas condições ambientais.

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EQUIPAMENTOS DOTADOS DE VISOR

EQUIPAMENTOS DOTADOS DE VISOR PRINCÍPIO GERAL Os equipamentos de trabalho dotados de visor não devem constituir
EQUIPAMENTOS DOTADOS DE VISOR PRINCÍPIO GERAL Os equipamentos de trabalho dotados de visor não devem constituir

PRINCÍPIO GERAL

Os equipamentos de trabalho dotados de visor não devem constituir fonte de risco para a segurança e saúde dos trabalhadores

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EQUIPAMENTOS DOTADOS DE VISOR

EQUIPAMENTOS DOTADOS DE VISOR Portaria n.º 989/93 de 6 de Outubro – Estabelece as prescrições mínimas
EQUIPAMENTOS DOTADOS DE VISOR Portaria n.º 989/93 de 6 de Outubro – Estabelece as prescrições mínimas

Portaria n.º 989/93 de 6 de Outubro Estabelece as prescrições mínimas de

segurança respeitantes ao trabalho com equipamentos dotados de visor.

EQUIPAMENTOS DOTADOS DE VISOR Portaria n.º 989/93 de 6 de Outubro – Estabelece as prescrições mínimas

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EQUIPAMENTOS DOTADOS DE VISOR

EQUIPAMENTOS DOTADOS DE VISOR 20 Paula Cruz
EQUIPAMENTOS DOTADOS DE VISOR 20 Paula Cruz
EQUIPAMENTOS DOTADOS DE VISOR 20 Paula Cruz

20

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EQUIPAMENTOS DOTADOS DE VISOR

EQUIPAMENTOS DOTADOS DE VISOR  Altura da cadeira ajustável  Planta dos pés apoiada no chão
EQUIPAMENTOS DOTADOS DE VISOR  Altura da cadeira ajustável  Planta dos pés apoiada no chão
EQUIPAMENTOS DOTADOS DE VISOR  Altura da cadeira ajustável  Planta dos pés apoiada no chão
EQUIPAMENTOS DOTADOS DE VISOR  Altura da cadeira ajustável  Planta dos pés apoiada no chão
  • Altura da cadeira ajustável Planta dos pés apoiada no chão Apoio de pés.

  • Espaço suficiente para as pernas, permitindo mudanças de posição.

  • O trabalho deve ser variado.

  • Deve fazer-se mini-pausas em vez de pausas longas.

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MOVIMENTAÇÃO MANUAL DE CARGAS

MOVIMENTAÇÃO MANUAL DE CARGAS Decreto-Lei n.º 330/93 de 25 de Setembro – Transpõe para a ordem
MOVIMENTAÇÃO MANUAL DE CARGAS Decreto-Lei n.º 330/93 de 25 de Setembro – Transpõe para a ordem

Decreto-Lei

n.º

330/93

de

25

de

Setembro

Transpõe para a ordem jurídica interna a Directiva n.º 90/269/CEE, do Conselho, de 29 de Maio, relativa às prescrições mínimas de segurança e saúde na movimentação de cargas.

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MOVIMENTAÇÃO MANUAL DE CARGAS

MOVIMENTAÇÃO MANUAL DE CARGAS  Pensar antes de elevar a carga  Manter a carga à
MOVIMENTAÇÃO MANUAL DE CARGAS  Pensar antes de elevar a carga  Manter a carga à
  • Pensar antes de elevar a carga

  • Manter a carga à altura da cintura

  • Adoptar uma posição estável

  • Assegurar uma boa pega na carga

  • No início da elevação, é preferível curvar ligeiramente as ancas e os joelhos em vez de se inclinar ou agachar

  • Não dobrar a coluna quando se eleva a carga

  • Evitar torcer o tronco ou inclinar-se lateralmente

  • Manter a cabeça erguida durante a movimentação

  • Deslocar-se suavemente

  • Não elevar mais carga do que a possível

  • Pousar e depois ajustar a carga

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MOVIMENTAÇÃO MANUAL DE CARGAS

MOVIMENTAÇÃO MANUAL DE CARGAS A movimentação manual de cargas é cara, ineficaz (o rendimento útil para
MOVIMENTAÇÃO MANUAL DE CARGAS A movimentação manual de cargas é cara, ineficaz (o rendimento útil para
MOVIMENTAÇÃO MANUAL DE CARGAS A movimentação manual de cargas é cara, ineficaz (o rendimento útil para

A movimentação manual de cargas é cara, ineficaz (o rendimento útil para operações de levantamento é da ordem de 8 a 10%), penosa (provoca fadiga intensa) e causa inúmeros

acidentes. Portanto, sempre que possível, deve ser evitada ou

minimizada.

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MOVIMENTAÇÃO MANUAL DE CARGAS

MOVIMENTAÇÃO MANUAL DE CARGAS Pés sempre afastados para evitar a perda de equilíbrio. 25 Paula Cruz
MOVIMENTAÇÃO MANUAL DE CARGAS Pés sempre afastados para evitar a perda de equilíbrio. 25 Paula Cruz

Pés sempre afastados para evitar a perda de equilíbrio.

MOVIMENTAÇÃO MANUAL DE CARGAS Pés sempre afastados para evitar a perda de equilíbrio. 25 Paula Cruz

25

Paula Cruz

MOVIMENTAÇÃO MANUAL DE CARGAS

MOVIMENTAÇÃO MANUAL DE CARGAS A força deve ser sempre feita com os músculos das pernas. Costas
MOVIMENTAÇÃO MANUAL DE CARGAS A força deve ser sempre feita com os músculos das pernas. Costas

A

força

deve

ser

sempre feita

com

os

músculos das pernas.

Costas sempre direitas. Joelhos flectidos.

MOVIMENTAÇÃO MANUAL DE CARGAS A força deve ser sempre feita com os músculos das pernas. Costas

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MOVIMENTAÇÃO MANUAL DE CARGAS

MOVIMENTAÇÃO MANUAL DE CARGAS 27 Evite curvar as costas ao levantar um peso. Paula Cruz
MOVIMENTAÇÃO MANUAL DE CARGAS 27 Evite curvar as costas ao levantar um peso. Paula Cruz

27

Evite curvar as costas ao levantar um peso.

MOVIMENTAÇÃO MANUAL DE CARGAS 27 Evite curvar as costas ao levantar um peso. Paula Cruz

Paula Cruz

MOVIMENTAÇÃO MANUAL DE CARGAS

MOVIMENTAÇÃO MANUAL DE CARGAS Evite manupular cargas a alturas elevadas. 28 Paula Cruz
MOVIMENTAÇÃO MANUAL DE CARGAS Evite manupular cargas a alturas elevadas. 28 Paula Cruz
MOVIMENTAÇÃO MANUAL DE CARGAS Evite manupular cargas a alturas elevadas. 28 Paula Cruz

Evite manupular cargas a alturas elevadas.

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RUÍDO

RUÍDO  Decreto-Lei n.º 182/2006, de 6 de Setembro – Transpôs para a ordem jurídica interna
RUÍDO  Decreto-Lei n.º 182/2006, de 6 de Setembro – Transpôs para a ordem jurídica interna
  • Decreto-Lei n.º 182/2006, de 6 de Setembro Transpôs para a ordem jurídica interna a Directiva n.º 2003/10/CE, do Parlamento e do Conselho, relativa às prescrições mínimas de segurança e de saúde em matéria de exposição dos

trabalhadores aos riscos devidos ao ruído.

  • Com a publicação deste diploma é revogada a anterior legislação sobre a matéria.

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RUÍDO

RUÍDO Quando um de nós se encontra num ambiente de trabalho e não consegue ouvir perfeitamente
RUÍDO Quando um de nós se encontra num ambiente de trabalho e não consegue ouvir perfeitamente

Quando

um

de

nós

se

encontra

num

ambiente de trabalho e não consegue ouvir

perfeitamente a fala das pessoas no mesmo

recinto, isso é uma primeira indicação

de

que o local é demasiado ruidoso. Os

especialistas no assunto definem o ruído como todo som que causa sensação desagradável ao homem.

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RUÍDO

RUÍDO As perdas de audição são derivadas da frequência e intensidade do ruído. A fadiga evidencia-se
RUÍDO As perdas de audição são derivadas da frequência e intensidade do ruído. A fadiga evidencia-se

As perdas de audição são derivadas da frequência e intensidade do ruído. A fadiga evidencia-se por uma menor acuidade auditiva. As ondas sonoras transmitem-se tanto pelo ar como por materiais

sólidos. Quanto maior for a densidade do meio

condutor, menor será a velocidade de propagação do ruído.

RUÍDO As perdas de audição são derivadas da frequência e intensidade do ruído. A fadiga evidencia-se

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RUÍDO

RUÍDO 32 Paula Cruz
RUÍDO 32 Paula Cruz
RUÍDO 32 Paula Cruz

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VIBRAÇÕES

VIBRAÇÕES  Decreto-Lei n.º 46/2006 de 24 de Fevereiro – Transpõe para a ordem jurídica nacional
VIBRAÇÕES  Decreto-Lei n.º 46/2006 de 24 de Fevereiro – Transpõe para a ordem jurídica nacional
  • Decreto-Lei n.º 46/2006 de 24 de Fevereiro Transpõe para a ordem jurídica nacional a Directiva n.º 2002/44/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de Junho, relativa às prescrições

mínimas de protecção da saúde e segurança dos trabalhadores em caso de exposição aos riscos devidos a agentes físicos (vibrações).

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VIBRAÇÕES

VIBRAÇÕES Conceito: Movimento oscilatório em torno de um ponto equilíbrio. de 34 Paula Cruz
VIBRAÇÕES Conceito: Movimento oscilatório em torno de um ponto equilíbrio. de 34 Paula Cruz

Conceito:

Movimento oscilatório em torno

de

um ponto equilíbrio.

de

VIBRAÇÕES Conceito: Movimento oscilatório em torno de um ponto equilíbrio. de 34 Paula Cruz

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VIBRAÇÕES

VIBRAÇÕES  Vibrações de corpo inteiro.  Vibrações do sistema mão- braço 35 Paula Cruz
VIBRAÇÕES  Vibrações de corpo inteiro.  Vibrações do sistema mão- braço 35 Paula Cruz
  • Vibrações de corpo inteiro.

  • Vibrações do sistema mão- braço

VIBRAÇÕES  Vibrações de corpo inteiro.  Vibrações do sistema mão- braço 35 Paula Cruz

35

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VIBRAÇÕES

VIBRAÇÕES 36 Paula Cruz
VIBRAÇÕES 36 Paula Cruz
VIBRAÇÕES 36 Paula Cruz

36

Paula Cruz

37 Paula Cruz
37
Paula Cruz
38 Paula Cruz
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VIBRAÇÕES

VIBRAÇÕES Vigilância da saúde :  Informação do trabalhador e aconselhamento Empregador deve:  Rever a
VIBRAÇÕES Vigilância da saúde :  Informação do trabalhador e aconselhamento Empregador deve:  Rever a

Vigilância da saúde:

  • Informação do trabalhador e aconselhamento

Empregador deve:

  • Rever a estimativa de risco;

  • Rever medidas de controlo adoptadas;

  • Seguir conselhos de vigilância médica para a implementação de medidas de controlo.

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