DIVERSIDADE DE ARTROPODES

Animais: 1.200.000 sp Artrópodes: 900.000 sp Insetos

100% 75%

s800.000 sp: 66,7% (88,9%)

POSIÇÃO SISTEMÁTICA
Reino: Animalia Sub-reino: Metazoa Filo: Arthropoda Sub-filo: Mandibulata (Uniramia) Super-classe: Hexapoda Classe: Insecta Sub-classe: Apterygota Ordem Thysanura (traça) Sub-classe: Pterygota Infra-classe: Paleoptera (asas não dobráveis) Ordens: Ephemeroptera, Odonata Infra-classe: Neoptera (asa dobráveis) Ordens - Exopterygota: Orthoptera Mantodea Phasmidia Blatariae Isoptera Plecoptera

POSIÇÃO SISTEMÁTICA DOS INSETOS Reino: Animalia Sub-reino: Metazoa Filo: Arthropoda Sub-filo: Chelicerata Classe: Aracnidae Classe: Scorpionidae Classe: Ixodidae Sub-filo: Crustacea Classe: Decapoda Classe: Isopoda .

Dispersão  Tamanho Necessidade de pouco alimento Facilita a fuga. Fuga. esconder  Metamorfose Viabiliza uma infinidade de habitats Larva e adulto explorarem fontes diferentes de alimento Grande capacidade de adaptação .SUCESSO EVOLUTIVO DOS ARTRÓPODES Exoesqueleto Grande área de inserção muscular Excelente possibilidade de controle de evaporação Proteção do órgão internos Pernas articuladas Procurar de alimento.

PERNAS Músculos presos aos apódemas cuticulares .MÚSCULOS TORÁCIOS .

MÚSCULOS .PERNAS .

ASAS .MÚSCULOS TORÁCICOS .

SISTEMA NERVOSO .

 Fotorreceptores SISTEMA SENSORIAL  Olhos compostos: omatídeos (hexagonais)  cada omatídeo forma uma imagem que é canalizada para o nervo óptico e interpretada pelo protocérebro  ausentes em alguns insetos subterrâneos (cupins)  variam de um (formigas subterrâneas) a até 30 mil (libélulas)  Ocelos: omatídeos simples usados para orientação luminosa de baixa intensidade  não formam imagem (presença restrita) .

SISTEMA SENSORIAL .

CLASSIFICAÇÃO Reino: Metazoa Filo: Arthropoda Sub-Filo: Chelicerata Classe: Arachnida Sub-classe: Acari Super Ordem: Parasitiformes Ordem: Ixodida Sub-ordem: Metastigmata Família: Ixodidae Grupo: Metastriata Sub-família: Rhipicephalinae Gênero: Boophilus Espécie: Boophilus microplus actac .

A sua forma larval. Causa a doença "Tristeza Bovina". do tamanho de um feijão verde.CARACTERÍSTICAS GERAIS Os carrapatos mais comuns no Brasil são: Carrapato-de-boi: Boophilus microplus. ou até maior. Amblyomma cajennense . Em sua forma adulta fica grande. o micuim. Boophilus microplus. está nos pastos no período de março a julho. Carrapato Estrela: Amblyomma cajennense é o que mais persegue o homem. Também infesta mamíferos domésticos e silvestres e aves.

na forma de um exoesqueleto. bem resistente e firme em relação a sua pouca espessura. Sua carapaça é composta por quitina. porém após se alimentarem ficam convexos e até esféricos. Boophilus microplus Aparelho bucal sugador para se alimentar de sangue (hematófagos) .CARACTERÍSTICAS GERAIS Os carrapatos geralmente têm a forma oval e quando em jejum são planos no sentido dorso-ventral.

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CARACTERÍSTICAS DO CICLO BIOLÓGICO As larvas recém eclodidas migram para as pontas da vegetação onde podem localizar o hospedeiro pelo odor ou vibrações. após SETE dias de sua fixação ocorre a muda para ninfas e estas mudam para adultos com marcado dimorfismo sexual em aproximadamente OITO dias. até o . No hospedeiro. que propicia sua queda ao solo. A fêmea após acasalamento começa a alimentação ingurgitamento total. Os machos permanecem no bovino à procura de novas fêmeas. as larvas se fixam em regiões corporais propícias para seu desenvolvimento.

ninfa e adulto. Fêmeas teleógina coloca cerca de 3000 a 4000 O ciclo biológico apresenta uma fase parasitária de aproximadamente 21 dias na qual passa pelos instares de larva. . a postura e a eclosão ocorrem em aprox.CARACTERÍSTICAS DO CICLO BIOLÓGICO A fêmea morre logo após a postura. todos em um único hospedeiro. 18 dias. Em temperaturas ao redor de 28oC e alta umidade relativa (85%).

PREVENÇÃO E CONTROLE CONTROLE O combate ao carrapato torna-se necessário tanto em áreas onde se verificam grandes infestações durante todo o ano. existem duas alternativas para o controle: Sobre o hospedeiro: O diagnóstico da infestação é efetuada pela simples visualização do parasita na pelagem ou plumagem dos animais. quanto em áreas com baixas infestações limitadas em algumas épocas do ano. Para a prevenção. . Em função do ciclo biológico. os meios que mais têm funcionado são as aplicações sistemáticas de carrapaticidas nos animais por imersão ou pulverização. cuja presença também provoca coceira.

A implantação de lavoura. e até mesmo antieconômicas. um bom descanso seria em torno de 40 dias na primavera/verão e. até que todas ou a maioria das larvas sejam eliminadas por causas naturais. uso de agentes biológicos etc. assim como a aplicação de acaricidas nas pastagens. sendo. implantação de lavouras. . práticas não recomendadas. sabe-se hoje sobre os malefícios dessa prática à fauna e flora. 60 dias. A utilização de agentes biológicos é uma alternativa em estudo ainda não disponível no mercado. com o objetivo de recuperação de pastagens. introdução de espécies de gramíneas com poder de repelência e ou ação letal ao carrapato. portanto. é uma prática que indiretamente auxilia o controle do carrapato. entretanto. A rotação de pastejo consiste na retirada dos animais da pastagem. pela ausência de animais na área.PREVENÇÃO E CONTROLE FORA DO HOSPEDEIRO Controle do carrapato fora do animal pode ser realizado por meio de rotação de pastejo. no outono/inverno. No passado. alteração de microclima. a queima de pastagens era uma alternativa para o controle do parasito. Em Mato Grosso do Sul.

Controle Químico: Consiste na aspersão de carrapaticidas nos animais infestados e animais que tenham contato ou estejam próximo a este.PREVENÇÃO E CONTROLE Controle Biológico: Consiste na eliminação de ambientes que favorecem o desenvolvimento dos carrapatos. . Em rebanhos bovinos é recomendado de 5 a 6 banhos em um intervalo de tempo de no máximo 21 dias. Exemplo: Cultivo de pastagens que dificultam a sobrevivência das larvas.

rickttesias do gênero Anaplasma.TRANSMISSÃO DE DOENÇAS Doenças transmitidas ao ser humano: A encefalite humana. a partir de portadores do vírus. ‡ Anemia devido a remoção das hemácias do sistema circulatório . ao serem sugado sangues contaminados. Principalmente pelo carrapato de cavalo(Amblyomma cajennense) Doenças transmitidas aos animais: ‡ Anaplasmose e Babesiose conhecida como tristeza parasitaria bovina ‡ Babesiose . pode ser transmitida inclusive por carrapatos. ‡ Age destruindo de hemácias no interior dos vasos sanguíneos.protozoário do gênero Babesia ‡ Anaplasmose . tais como toupeira. ratos e aves.

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