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Crescimento demográfico e seu impacto ambiental

André Dias nº4 André Viana nº5 12ºE
Disciplina de Biologia Prof. Gilda Fernandes 2010/2011

Evolução demográfica Crescimento demográfico ou populacional é a variação do número de indivíduos de uma população, em um dado período de tempo.

Países sub-desenvolvidos – devido às campanhas de saúde pública e de vacinação, os problemas de saúde e de má alimentação foram em parte superados, aumentando a esperança média de vida da população e diminuindo drasticamente a taxa de mortalidade, que afectava principalmente crianças. Como na maioria destes países não há acesso a métodos contraceptivos, inclusive, em alguns países é tipico da cultura ter muitos filhos, a taxa de natalidade é elevadíssima. E, assim, é um ciclo vicioso, quantos mais sobrevivem à infância, mais há em adultos para produzir descendência. São exemplos disso culturas como o islamismo em que cada homem tem uma infinidade de filhos, e Àfrica, onde praticamente não há contraceptivos.

Fig . 1 - Evolução da população mundial

Explosão demográfica é o aumento elevado e repentino da população de seres humanos. As explosões demográficas são observadas em duas situações: -A introdução de novas tecnologias que reduzam a mortalidade (aumento na produção de alimentos ou cura de doenças importantes); -Em períodos de guerra ou grandes calamidades, em que a sobrevivência da sociedade está ameaçada, registar-se importantes aumentos das taxas de natalidade. Neste caso, a "explosão" também é chamada de baby boom.

De acordo com projecções populacionais, a população tende a continuar a aumentar, apesar de a taxa de crescimento populacional estar a cair ano após ano. Actualmente morrem 1,8 pessoas por segundo e nascem 4,17!

Fig.2 . Gráfico da taxa de crescimento

Fig. 3 - Evolução da população mundial entre 1950 e 2000 e projecção para 2050. A Ásia abriga mais de 60% da população mundial, com quase 4 biliões de pessoas. A China e a Índia sozinhas abrigam 21% e 17% respectivamente. Essa classificação é seguida da África com 840 milhões de pessoas, 12,7% da população mundial. Os 710 milhões de pessoas da Europa a fazem abrigar 10,8% da população mundial. A América do Norte abriga 514 milhões (8%), a América do Sul, 371 milhões (5,6%) e a Oceânia em torno de 60 milhões (0,9%). Factores condicionantes do crescimento demográfico Existe uma grande discrepância entre o crescimento populacional dos países desenvolvidos e dos países sub-desenvolvidos, sendo que o dos países sub-sesenvolvidos está a crescer e o dos países desenvolvidos está a decrescer. Este facto deve-se a factores como as taxas de natalidade e mortalidade, saúde e alimentação, ou até mesmo a cultura. Estes factores actuam interligados e da seguinte maneira: Países desenvolvidos – devido às boas condições de saúde e alimentação, a esperança média de vida aumentou, tendo diminuido a taxa de mortalidade. No entanto, devido a, por exemplo, factores económicos, tornou-se inviável ter muitos filhos, diminuindo assim a taxa de natalidade. Assim, o numero de mortes é superior ao número de nascimentos, sendo a taxa de crescimento populacional negativa.
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O termo popularizou-se no pós Segunda Guerra Mundial quando houve um aumento importante da natalidade nos Estados Unidos. Muitos soldados estavam voltando para suas casas, e a natalidade aumentou. Trata-se da manifestação no ser humano de um reflexo biológico muito comum em espécies que se encontram ameaçadas.

Como evitar estas “explosões demográficas”? -Desenvolvimento de métodos contraceptivos cada vez mais eficazes, que permitem decidir o número de filhos que se quer ter; -Aumento da participação da mulher no mundo de trabalho, que lhe deixa menos disponibilidade para cuidar dos filhos e obriga a despesas com amas e infantários; -Grande parte da população vive no espaço urbano, onde a habitação é mais cara e menos espaçosa; -Cada vez há maiores exigências coma educação dos filhos, que aumentam a despesas da família; -Há tendência para o aumento da idade média do casamento, devido à maior duração da vida escolar; -Adia-se o nascimento do primeiro filho, motivado pela maior valorização da carreira profissional da mulher; -Há a convicção de que cada casal deve decidir, de forma livre e responsável, o número de filhos que deseja ter.

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