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LITERATURA AFRICANA

Princípios Básicos

DINÂMICA DE GRUPO
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gerada pelas manifestações sócio-culturais de uma população em um determinado tempo e espaço social. o exercício da eloquência e da poesia. o conjunto de produções literárias de um país ou de uma época. . É além disso o retrato da atividade humana.A Literatura é entendida como a arte de criar e recriar textos. de compor ou estudar escritos artísticos.

LITERATURA AFRICANA Países que falam Português Brasil Portugal Guiné-Bissau São Tomé e Príncipe Angola Moçambique Cabo Verde Timor Leste .

 Depois a literatura foi pautada na busca da identidade nacional. .LITERATURA AFRICANA  Considerada extensão da literatura portuguesa.  Sec. XIX Iniciou-se uma literatura primeiramente baseada na oposições entre Portugal e África (oratura).  Assim como no Romantismo a literatura Africana era difundida por meio de folhetins.

Zilá (1998) .  ―[.. um ―eu‖ enunciador assume a identidade negra .ASSIM..]‖ BERND. ou seja. buscando recuperar as raízes da cultura africana e preocupando-se em protestar contra o racismo e o preconceito de que é vítima até hoje a comunidade[.] literatura africana ou afro-brasileira pode ser definida como aquela onde emerge uma consciência negra...

.. Agostinho Neto [...] Criar criar gargalhadas sobre o escárneo da palmatória coragem nas pontas das botas do roceiro força no esfrangalhado das portas violentadas firmeza no vermelho sangue da insegurança criar ..ALGUNS VERSOS Criar [..] paz sobre o choro das crianças paz sobre o suor sobre a lágrima do contrato paz sobre o ódio criar criar paz com os olhos secos Criar criar criar liberdade nas estradas escravas algemas de amor nos caminhos paganizados do amor sons festivos sobre o balanceio dos corpos em forcas simuladas criar criar amor com os olhos secos.]Criar criar sobre a profanação da floresta sobre a floresta impúdica do chicote criar sobre o perfume dos troncos serrados criar [.

. tenho que ser free. Ir à luta sem ser mártir. não se achou ali. Ficou naquele não durmo não falo não como. Tenho que ser sábia.. Perguntaram: você quer vender omo? Ela disse NÂO. tinhosa. Sonhou. Pra fazer anúncio de free. Luther marketing Luther marketing... A não ser que amanhecesse loira. Queria ser realidade. bonita.Ela... bunda e quadris para um clipexportação? Ela disse não. eu sofri. ela disse. . Procurou. não-passista. Ela era nenhuma.in Brasil.ASHELL PRA TODO MUNDO. Ligou a TV Tentou achar algum ponto em comum entre ela e o free: Nenhum.. ASHELL  Ela mora num Brasil mas trabalha em outro Brasil Ela.saiu. Disseram: Às vezes um negro compromete o produto. Era carnaval... Quis mudar de Brasil: ser modelo em Soweto.ASHELL..Ficou naquele ou eu morro ou eu luto. sutil. Ela dormiu.  Ela viu um anúncio da cõnsul para todas as mulheres do mundo.. eu vi.. cabelos de seda shampoo mas a sua cor continua a mesma! Ela sofreu. sumiu Perguntaram: empresta tuas pernas. Ficou só. Tinha destino de preto.Perguntaram: Você quer vender bombril? Ela disse não. penteando os cabelos sem querer se fazendo um cafuné sem querer Perguntaram: você quer vender henê? Ela disse nãâãão.

Não entra no novo quilombo da favela. O que comparar com cada batida no tambor? A escravatura não foi abolida. ―Playground‖ era o terreiro a varrer. ―Os ferros‖. Tem preta eclética. Pelo cheiro vai assim até o fim-de-linha. Na última página são ―flagrados‖ (foto digital) Em cuecas.EBULIÇÃO DA ESCRAVATURA A área de serviço é senzala moderna. O pilão está computadorizado. tantas cores.. segurando a bolsa e a automática: Matinal pelourinho. Ração poder ser o salário-mímino. Pastoreia suas flores. A princesa Áurea canta... foi distribuída entre os pobres‖. O rei faz viaduto com seu codinome. Capitão-do-mato virou cabo de polícia. A casa-grande verticalizou-se. inoxidáveis algemas. Seu cavalo tem giroflex (radiopatrulha). . ―Sinhô‖ hoje é empresário. Navio negreiro assemelha-se ao ônibus cheio. Alforria só com a aposenadoria — Quantos negros? Quanto furor? Tantos tambores.. que sabe ler ―start‖.

 Uma literatura para estimular a obediência.  . segundo a igreja.  Segue à risca os preceitos religiosos e considera a criança um ser a se moldar de acordo com o desejo dos que a educam. o governo.LITERATURA INFANTIL Sec.  Escola x Literatura infantil. os irmãos Grimm (Mercadoria).  Literatura produzida para adultos e aproveitada para a criança. XVIII .La Fontaine e Charles Perrault/ Christian Andersen. podando-lhe aptidões e expectativas.

As histórias trabalham problemas existenciais típicos da infância.  . como medos. passam a visualizar de forma mais clara. Só na década de 70 é que há uma mudança com as obras de Monteiro Lobato*. Lajolo & Zilbermann 2002  Segundo Abramovich (1997) quando as crianças ouvem histórias. sentimentos que têm em relação ao mundo. além de ensinarem infinitos assuntos. curiosidade.. sentimentos de inveja e de carinho. dor..CONTINUANDO. perda.

FASES DA LEITURA SEGUNDO COELHO 2002 O pré-leitor: categoria que abrange duas fases. Primeira infância (dos 15/17 meses aos 3 anos) Nesta fase a criança começa a reconhecer o mundo ao seu redor através do contato afetivo e do tato. com brinquedos na primeira infância e na segunda que contenham mistérios. Segunda infância (a partir dos 2/3 anos) É o início da fase egocêntrica. humor e expectativas  Leitura .

 Interessam-se por mitos e lendas. romances e aventuras.  O tema deve girar em torno de um conflito solucionado no final  O leitor fluente (a partir dos 10/11 anos) O leitor fluente está em fase de consolidação dos mecanismos da leitura. permitindo-lhe realizar operações mentais.O LEITOR-EM-PROCESSO (a partir dos 8/9anos) A criança nesta fase já domina o mecanismo da leitura. policiais. Sua capacidade de concentração cresce e ele é capaz de compreender o mundo expresso no livro.  . Seu pensamento está mais desenvolvido.

.  Também se interessam por mitos e lendas. permitindo-lhe a intertextualização. Sua capacidade de reflexão aumenta. romances e aventuras.O LEITOR CRÍTICO  (a partir dos 12/13 anos) Nesta fase é total o domínio da leitura e da linguagem escrita. policiais.

 O contexto de surgimento da literatura infantil sempre reforçou de alguma forma o estereótipo de beleza física e de delicadeza d a Branca de Neve. Valdinei José 2008 . a beleza ariana dos heróis e heroínas brancos de tantos outros contos clássicos nos quais. os cabelos lisos de Rapunzel. ARBOLEYA. invariavelmente a aparência física e a designação de pessoa cultural e de modo e lugar de transmissão dessa cultura eram estabelecidas a partir dos padrões da cultura colonizadora européia e nunca da cultura do colonizado. os olhos claros dos príncipes nórdicos enfim.

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Um ensino emancipador e libertário..p. FRANTZ ..13 . só se originam se o professor que o administra tiver emancipado a si mesmo .

AONDE VOCÊ GUARDA O SEU RACISMO? .

APRESENTAÇÃO DO MATERIAL DE APOIO .

 A botija de Ouro.LIVROS ANIMADOS – 3 DVDS DVD 1 DVD 2 O Menino Nito.  Bichos da África. O advinho.  Como as histórias se Espalharam pelo Mundo. Jongo e Maracatu e os Reizinhos do Congo.  O presente de Ossanha.  Ifá.  Capoeira.  Contos Africanos.  Menina Bonita do Laço de Fita.  .

 E muito mais.  Cadernos da Cor da Cultura. Lili...  Pequenos vídeos.CONTINUAMOS DVD 3   CD      Ana e Ana.  . O filho do Vento.  Sugestões de aula. a Rainha das escolhas Contos e histórias africanas e afrobrasileiras. Bruna e a Galinha D’angola. Berimbau. Pirilampéia e os Dois Meninos de Tatipurum. O menino Inesperado.

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