Instalações hidráulicas/sanitárias

Professor: Luiz Carlos Wicnewski UTFPR - DACOC

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A realidade das Instalações hidráulicas/sanitárias

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Começa na rede pública

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Vazão Altura manométrica Rendimento Potência

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As causas mais comuns, são: - problemas de vedação (vazamentos, perda de jato, refrigeração deficiente, etc.) - problemas relacionados a partes da bomba ou do motor: - perda de lubrificação - refrigeração - contaminação por óleo - ruído anormal, etc. - vazamentos na carcaça da bomba - níveis de ruído e vibração muito altos - problemas relacionados ao mecanismo motriz (turbina ou motor)

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Detalhe

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Sistema de reservação. Proceda da seguinte maneira :

Encher a caixa com água, para cada 1000 litros adicionar 4 litros de água sanitária.
Deixar a mistura agindo de quatro a seis horas. Depois esvaziar completamente e voltar a encher normalmente.

Instalações hidráulicas/sanitárias Vaso sanitário .

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Instalações hidráulicas/sanitárias CAUSAS As medidas químicas e físico-químicas de amostras do precipitado das tubulações indicaram a presença de 19.68% de óxido de magnésio. 1.84% de ferro. 39. e 33.97% de sílica.42% de óxido de cálcio.95% de alumínio. 2. As de raios X reforçaram a indicação da predominância do mineral calcita no precipitado. .000 ºC.19% de perda ao fogo a 1. 1.

Nada mais normal. Mas quanto tempo dura? Que materiais utilizar? Veja esta análise dos diversos tipos de materiais. .Instalações hidráulicas/sanitárias Qual a durabilidade do encanamento de um edifício? Qual o melhor material para as tubulações hidráulicas? Quem mora em um antigo prédio de apartamentos sabe como são comuns os rateios extras para troca de tubulação. pois as tubulações têm uma vida útil que pode ser maior ou menor dependendo do tipo de material e das condições de utilização. com seus prós e contras.

Condições de exposição . instalação aparente com e sem incidência de radiação solar. Natureza química e temperatura do líquido transportado pela tubulação .Instalações hidráulicas/sanitárias A durabilidade das tubulações em uso nos edifícios depende de uma série de fatores. sujeição a movimentações e acomodações estruturais. sujeição a oscilações cíclicas de pressão interna. anel de borracha elástico. sujeição a variações térmicas. cuja estimativa é difícil de ser feita com precisão. Tipo de junta . PPT.embutido em alvenaria. fusão pelo calor. cobre. Alguns fatores se destacam: Natureza do material dos tubos e conexões .solda. .água potável clorada.PVC. fusão por adesivo solvente. esgoto doméstico. águas pluviais e outros. rosca com vedante. água quente. aço galvanizado ou ferro fundido. dentro de argamassa de contrapiso de laje.

.Instalações hidráulicas/sanitárias Veja este detalhes.

que concorrem para redução do tempo de vida útil. presentes em pequenas concentrações.Instalações hidráulicas/sanitárias Tubo de PVC marrom ou branco exposto à radiação ultravioleta e variações térmicas. . A água potável disponibilizada pela rede urbana em certas localidades pode apresentar sais minerais dissolvidos que se mostram agressivos a certos materiais de tubulações. concorrendo para a redução da vida útil. Este é o caso da elevada concentração de carbonatos e de bicarbonatos de cálcio e magnésio. e também quando ocorrem cloretos. oxigênio e cloro ativo livre.

Por exemplo: Dado estatístico – Estudo realizado – Constatou-se que: 18 anos de vida útil na região da serra fluminense e apenas 8 anos em Curitiba e região metropolitana. com o passar do tempo. para tubos de aço carbono galvanizado. por exemplo. . Dois tubos deste material. poderão ter durabilidades diferentes ao conduzirem água com naturezas salinas diferenciadas.Instalações hidráulicas/sanitárias Esses componentes se mostram agressivos. de uma mesma marca e mesmo lote de fabricação.

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Entretanto, há tubulações de aço carbono galvanizadas cuja utilização em Curitiba já passa de 25 anos e ainda apresentam bom desempenho.

Este foi o caso do Condomínio Residencial Iguaçu, objeto de laudo técnico apresentado em estudos , cujas tubulações de água fria, originalmente de aço galvanizado, estiveram em uso satisfatório por quase 40 anos e só recentemente deram mostras de obsolescência, requerendo completa substituição.

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A particular explicação para este caso está na: Boa espessura e qualidade da camada protetora de zinco aplicada a quente (a chamada galvanização) nesses tubos; Na formação natural de uma camada externa protetora e isolante de óxido de zinco, de aparência esbranquiçada, que isolou as superfícies externas da tubulação do contato direto com a argamassa da alvenaria ou reboco, de natureza química agressiva.

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Verificação do Detalhe A camada esbranquiçada de óxido de zinco protege a superfície externa de tubulação de aço embutida em argamassa

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Um fator que acelera acentuadamente a degradação de tubos de aço carbono galvanizado e conexões de ferro maleável galvanizado é o chamado “par galvânico” ou “pilha galvânica”. Quando estes materiais são colocados em contato direto com outro tubo metálico de natureza eletroquímica muito diversa em presença de água (como o cobre, por exemplo), surge uma fraca corrente elétrica de baixa voltagem na região de contato desses metais diferentes, como ocorre com uma pilha ou bateria elétrica. Esse processo origina reações químicas de degradação do metal menos nobre, causando corrosão prematura e acelerada na tubulação galvanizada.

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Ver detalhe O par galvânico, resultante do contato direto de tubulação de cobre com tubulação de aço galvanizado, causa corrosão prematura no aço e conseqüentes vazamentos

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Um recurso para evitar a corrosão galvânica em tubos metálicos é interpor uma camada isolante de material não condutor entre os metais diferentes. É o caso de uma tira de borracha flexível colocada no apoio de um tubo de cobre em suporte de aço carbono galvanizado.

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Verificar detalhe O isolamento com tira de borracha impede o contato direto de tubo de cobre com o suporte de aço galvanizado

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Devido à extrema variabilidade dos materiais e das condições de exposição, também é difícil avaliar o período econômico de vida útil das tubulações de uma edificação, ou seja, o tempo máximo recomendado para ficarem em uso no edifício. Isto porque, a partir de uma certa idade em operação, os incômodos com vazamentos e gastos com reparos pontuais de uma tubulação passam ser significativos, compensando serem substituídos por outra nova. Sob condições de exposição bastante favoráveis ao longo de toda a vida útil, estima-se os seguintes períodos econômicos para diferentes materiais de tubulações:

quando expostos a água não agressiva. Tubulações com materiais de tecnologia de produção mais recente. por hora estimando-se para eles uma durabilidade semelhante à do PVC. o polietileno reticulado (PEX) e o polipropileno random (PPR). como o CPVC (cloreto de polivinila clorado).cerca de 20 a 25 anos .(porém atualmente apenas de 8 a 10 anos em certas localidades). .(podendo chegar a 45 anos). ainda não alcançaram idade em uso suficiente para a avaliação econômica do tempo de vida útil. Para tubos de aço galvanizado com conexões de ferro maleável cerca de 12 a 18 anos . Mais de 80 anos para os tubos de cobre com conexões de cobre/bronze.Instalações hidráulicas/sanitárias Para tubos de PVC .

.Instalações hidráulicas/sanitárias Em edifícios antigos é possível trocar com vantagens todo o encanamento? Geralmente a substituição generalizada das tubulações de uma edificação é mais difícil nos trechos embutidos em alvenaria e dentro de canaletas e rebaixos de pisos em edifícios dotados de lajes rebaixadas. tecnologia construtiva peculiar em construções executadas até meados dos anos 70.

.Instalações hidráulicas/sanitárias Ver detalhe – Caracterização dos embutimentos.

pois geralmente correm embutidos em paredes e pisos de banheiros. . cerâmicas de piso e ladrilhos hidráulicos. implica em quebra de azulejos.Instalações hidráulicas/sanitárias Assentamento de tubulações dentro de contrapiso de laje e embutida em alvenaria Isso porque essa substituição. cuja substituição é muito difícil de ser feita de forma satisfatória. o custo de aquisição e de execução é alto. cozinhas e lavanderias. dada a escassez de peças idênticas nos chamados “museus de azulejos”. Além disso. na maioria dos casos.

em que boa parte das tubulações horizontais se aloja dentro de forros falsos de gesso. . cujo acesso para substituição é facilitado e o reparo é rápido e de baixo custo. tecnicamente conhecidos como shafts. bastando remover a tampa para ter pleno acesso à tubulação. Outra situação favorável é aquela em que tubos verticais correm dentro de dutos apropriados.Instalações hidráulicas/sanitárias Há situações mais favoráveis.

Instalações hidráulicas/sanitárias Ver detalhe .

a partir da elaboração de um parecer técnico específico ou de um laudo técnico completo . tido como mais durável.Instalações hidráulicas/sanitárias Tubulações verticais de edifício instaladas dentro de duto (shaft) apropriado com acesso removível. danificada ou corroída por outra de material idêntico ou diferente. Isto somente um profissional credenciado e especializado poderá determinar. É fundamental o conhecimento das causas da degradação e principalmente saber se o novo material da tubulação substituta terá durabilidade adequada nas condições locais. Não basta simplesmente trocar a tubulação obsoleta.

Instalações hidráulicas/sanitárias Também é preciso respeitar as características técnicas da instalação e as peculiares a cada tipo de material de tubulação. como a pressão hidráulica máxima a que ficará submetida e a resistência hidráulica de cada material ao fluxo líquido. .

. e com sensível economia. é possível que muitos trechos possam ser executados com diâmetros menores que os da tubulação original. Isto ocorre porque os tubos plásticos e tubos de cobre oferecem menor resistência ao escoamento do que os tubos de aço.Instalações hidráulicas/sanitárias Por exemplo: Substituir uma tubulação antiga de aço galvanizado por outra nova de cobre. com desempenho equivalente.

Instalações hidráulicas/sanitárias Ver detalhe .Tubo semi-flexível de alumínio com revestimento interno e externo constituído por camada plástica .

segundo a legislação vigente. é necessária a elaboração de um projeto simplificado de reforma das instalações hidráulicas prediais. . Isto porque outros fatores devem ser avaliados nessa ocasião. em favor do edifício. através da emissão de uma ART – Anotação de Responsabilidade Técnica. Portanto. como a possibilidade de mudança do sistema de descarga de bacias sanitárias. havendo garantia legal de sua responsabilidade civil perante o CREA. a decisão da substituição de uma tubulação hidráulica obsoleta só deve ser tomada com a assessoria de um profissional especializado. pois envolve cálculos técnicos especializados que só um profissional habilitado está capacitado a fazer.Instalações hidráulicas/sanitárias Para isso.

destinados ao rateio interno das despesas mensais do condomínio com água. . pode-se obter economia de execução das tubulações e ainda redução no consumo mensal de água na edificação de até 40%. que ajudará a amortizar os custos com o passar do tempo. Também nessa oportunidade deve ser avaliada a viabilidade técnica e econômica da instalação de medidores individuais de consumo de água potável para os apartamentos (os hidrômetros individuais).Instalações hidráulicas/sanitárias Substituindo-se as antigas válvulas de descarga por bacias sanitárias com caixas de descarga embutidas ou acopladas. que demandam tubos com diâmetros muito menores que os existentes. de forma proporcional ao consumo efetivamente verificado em cada unidade condominial.

5. .). A escolha. Temperatura do líquido escoado (água quente..).Condições de exposição (tubo aparente. 3..). . anel de borracha.. 2. 7. Finalidade da tubulação. 6. Natureza. 4.. Outros fatores. esgoto. deve levar em conta: 1. além da expectativa de vida útil. Pressão.. Tipo de junta (rosca. ..Instalações hidráulicas/sanitárias Que tipo de material deve ser usado para a substituição da tubulação do edifício? O edifício não requer um mesmo tipo de material para todas as tubulações hidráulicas e sanitárias.. . embutido. solda.

São mais empregados em instalações prediais os tubos de aço carbono com conexões rosqueadas de ferro fundido maleável. Foram recentemente introduzidos no mercado tubos semi-flexíveis de alumínio com revestimento interno e externo constituído por uma camada plástica. têm desempenho bem conhecido. ambos geralmente zincados por imersão a quente (galvanizados). e os tubos de cobre com conexões soldadas de cobre e/ou rosqueadas de bronze/latão.Instalações hidráulicas/sanitárias Os tubos metálicos historicamente foram os primeiros produzidos em escala industrial e. portanto. .

Confiabilidade em informação de desempenho sob uso prolongado. . Eliminam pouca fumaça e gases tóxicos quando sob combustão. São incombustíveis em temperaturas geralmente alcançadas em incêndios em edifícios. Elevada resistência aos efeitos de fadiga mecânica e térmica. Estabilidade dimensional.Instalações hidráulicas/sanitárias Os tubos metálico apresentam as seguintes vantagens Elevada resistência à pressão interna. Reduzida dilatação térmica característica. Resistentes à exposição à radiação ultravioleta e à ação do tempo. Elevada resistência mecânica. Elevada resistência ao calor.

Maior dificuldade de execução das juntas rosqueadas ou soldadas. Maior peso comparativo. Susceptibilidade à corrosão. Elevada transmissão acústica (ruído). Baixa flexibilidade e elasticidade. Maior resistência hidráulica ao escoamento.Instalações hidráulicas/sanitárias Os tubos metálicos apresentam desvantagens ou inconvenientes: Elevada condutividade térmica. Menor segurança na execução das juntas. Maior custo relativo de aquisição. . Menor facilidade de manuseio.

Instalações hidráulicas/sanitárias Os tubos metálicos apresentam desvantagens ou inconvenientes: Maior facilidade para acumulação de depósitos por corrosão. . Possibilidade de contaminação da água por detritos de corrosão e chumbo presente nas soldas. Maior facilidade de transmissão dos efeitos de golpes de aríete. suspensões e precipitação.

.Instalações hidráulicas/sanitárias Os tubos metálicos são especialmente indicados para uso em funções onde ficarão submetidos a elevadas pressões. que conduz água potável desde as bombas hidráulicas da cisterna até o reservatório elevado do edifício. Também são empregadas em edifícios altos para levar água potável do reservatório elevado até as válvulas redutoras de pressão. como é o caso das tubulações da rede de hidrantes de incêndio e da tubulação de recalque.

contraindicados nesses casos. . em conseqüência. sendo. Tubos e conexões galvanizados são muito suscetíveis à corrosão quando a temperatura da água em seu interior ultrapassa os 50°C.Instalações hidráulicas/sanitárias Tubulações de cobre são especialmente indicadas para a condução de água quente em razão de sua estabilidade química e dimensional. Já os tubos de PVC marrom apresentam acentuada queda na resistência à pressão e enorme dilatação térmica ao conduzirem água quente.

quando embutidos em contrapisos de lajes. evitando os perigosos vazamentos. e não sofrem ataques químicos de material constituinte das argamassas em presença de umidade. pois as juntas soldadas permitem elevada estanqueidade. a despeito do seu custo ser quase o dobro do custo do aço e até quatro vezes mais que o custo de tubos plásticos. Isto confere aos tubos de cobre elevadíssima vida útil. .Instalações hidráulicas/sanitárias Também os tubos de cobre levam vantagem sobre os tubos de aço nas redes prediais de distribuição de gás combustível.

Queda da pressão de serviço de tubo de PVC marrom com o aumento da temperatura da água .Instalações hidráulicas/sanitárias Ver Gráfico .

.PEX (polietileno reticulado ou com ligação cruzada).CPVC (ou cloreto de polivinila clorado). obtidos. . Os materiais plásticos mais utilizados são: . .PVC (cloreto de polivinila). sobretudo.Instalações hidráulicas/sanitárias Os tubos plásticos compreendem uma grande variedade de componentes fabricados a partir de polímeros orgânicos sintéticos. .PPR (polipropileno random). a partir de derivados petroquímicos.

.Facilidade de manuseio. .Baixo peso comparativo. .Rapidez e facilidade de execução das juntas (as juntas a quente requerem termofusor).Elevada resistência à corrosão ou oxidação.Instalações hidráulicas/sanitárias Os tubos plásticos apresentam as seguintes vantagens: . .Baixa condutividade térmica e elétrica. . .Boa durabilidade quando abrigados da ação do tempo.

Baixa transmissão acústica. Boa flexibilidade e elasticidade. Maior segurança na execução das juntas (dispensam emprego de maçarico). Pouca acumulação de detritos. . Baixo custo relativo de aquisição.Instalações hidráulicas/sanitárias Baixa resistência ao escoamento.

Elevada dilatação térmica unitária. Degradação devida à exposição prolongada à radiação ultravioleta. Baixa resistência aos efeitos de fadiga mecânica e térmica. Eliminação de fumaça e gases tóxicos quando sob combustão. . Baixa resistência mecânica.Instalações hidráulicas/sanitárias Os tubos plásticos também apresentam as seguintes desvantagens ou inconvenientes: Baixa resistência ao calor.

Já os tubos de CPVC e PPR são especialmente fabricados para a condução de água quente.Instalações hidráulicas/sanitárias Pouca informação do desempenho sob uso prolongado (não mais de 40 anos de uso no mercado nacional). Os tubos de PVC têm sido muito empregados em redes de distribuição predial de água potável. e instalações prediais de esgoto sanitário e de coleta de águas pluviais. .

com anos de experiência.Instalações hidráulicas/sanitárias Dúvidas Mais Freqüentes no uso de Tubos de PVC Os tubos de PVC são usados há décadas na Construção Civil e fazem parte da vida de todos nós. Entretanto. têm algumas dúvidas sobre o produto e como usá-lo. . até mesmo alguns profissionais do ramo.

passar zarcão e estopa para vedar a rosca – ainda não havia aparecido o veda-rosca de teflon – e assim ia sendo montado aquele esqueleto de ferro por onde passaria água. .. Depois era preciso cortar milimetricamente os tubos. Na obra instalavam a morsa e preparavam seus cocinetes para fazer as roscas. para o esgoto. -.quando as tubulações das obras eram feitas todas em ferro. fazer a rosca com toda a paciência. ou em manilhas de barro e chumbo. para a água fria..Instalações hidráulicas/sanitárias Recordando !!!!!!! Lembro-me perfeitamente de quando era criança – há algumas décadas.

. passava apenas um filetinho de água devido às inúmeras incrustações que se acumularam ao longo dos anos. Aqueles “caninhos” pareciam tão frágeis.Instalações hidráulicas/sanitárias Quando apareceram os primeiros tubos de PVC foi uma surpresa. obrigado. alguns tubos pareciam que tinham acabado de ser instalados. quando comparados àquela fortaleza de ferro. Quando retiradas das paredes estavam perfeitas. tão descartáveis. aquelas “frágeis” instalações feitas com PVC estavam muito bem. . Tive a oportunidade de reformar algumas daquelas mesmas obras que vi sendo construídas quando adolescente. e constatei que as instalações feitas em tubo de ferro estavam completamente deterioradas. Em comparação.. Mas quando entrei profissionalmente para o ramo da Construção Civil pude ver que a realidade era bem o oposto.

levando as paredes junto.Instalações hidráulicas/sanitárias E as tubulações de esgoto.. feitas com manilhas de barro? Tragédia pura. então. para trocar a tubulação de esgoto e reparar as paredes que haviam rachado. . com o tempo as pequenas goteiras que sempre saiam das juntas foram solapando a terra ao redor causando pequenos buracos que foram se ampliando e com o tempo todo o sub-solo da construção cedeu.. Aliás.. foi justamente por isto que várias daquelas casas antigas estavam sendo reformadas..

. mesmo com tanto tempo de convivência. e já se conhece bastante o uso do PVC na construção. alguns profissionais ainda têm certas dúvidas quanto ao uso não só do PVC como de alguns produtos usados na sua instalação. Entretanto. inclusive para água quente.Instalações hidráulicas/sanitárias Hoje a realidade das tubulações de PVC na construção é totalmente diferente daqueles tempos iniciais. Atualmente há linhas específicas para cada finalidade.

O correto é proteger a região com fitas adesivas para se evitar que o excesso de material se espalhe em local indevido. somente é possível sua remoção após a secagem do produto. .Instalações hidráulicas/sanitárias Qual produto remove o excesso de silicone em peças de louças. vidros e outros materiais? Não há produtos químicos específicos para essa prática. utilizando-se de ferramentas cortantes (facas ou lâminas de barbear. Quando ocorrer excesso. por exemplo) para a remoção.

o ideal ao manipular o adesivo plástico é usar roupas descartáveis e forrar carpetes.Instalações hidráulicas/sanitárias Qual produto pode ser utilizado para remover o adesivo plástico de PVC quando impregnado em tecidos? Não há nenhum composto químico capaz de remover o adesivo sem danificar a fibras do tecido. . Assim. cortinas e outros tecidos que estejam nas proximidades e que não possam ser estragados.

Já aquelas executadas com Adesivo Extra Forte. a espera deve ser de 24 horas. .Instalações hidráulicas/sanitárias Qual o tempo de espera para a utilização da tubulação de PVC após a soldagem das juntas? Recomendamos que as tubulações cujas juntas são executadas com adesivo comum esperem 12 horas para serem submetidas à pressão hidrostática interna.

esgoto sanitário e ventilação . . Conforme a NBR 5688/1999: Sistemas prediais de água pluvial. tipo DN . apenas pela ação da gravidade.Tubos e conexões de PVC. esses tubos são indicados para escoamentos livres.Requisitos.Instalações hidráulicas/sanitárias Qual a pressão que os tubos de esgoto suportam? Os tubos de esgoto não podem ser submetidos à pressão hidrostática. ou seja. sem pressão.

5 kgf/cm² ou 75 mca ou 0. .Instalações hidráulicas/sanitárias Qual a máxima pressão de serviço que os tubos de PVC soldável (marrom) para água fria suportam? Conforme especificações da NBR 5648/1999: Sistemas prediais água fria Tubos e conexões de PVC 6. esses tubos suportam pressões de 7. com junta soldável – Requisitos.3. 750 Kpa. a uma temperatura de 20°C.75mpa.

é a linha que caracteriza o ponto de união da massa de PVC injetado na cavidade do molde da peça durante seu processo de injeção. Em algumas conexões esta linha coincide com a linha de fechamento do molde. que aparece na peça exatamente no lado oposto ao ponto de injeção. A existência dessa linha em nada diminui a resistência das conexões às pressões hidrostáticas internas. por isso. A visualização dessa linha é mais acentuada em conexões de cor marrom. . semelhante a uma rachadura? Esta linha. visível em todas as conexões existentes no mercado. sendo uma marca decorrente do processo de injeção e.Instalações hidráulicas/sanitárias Por que as conexões de PVC para água fria (marrom) apresentam linhas mais escuras em seu corpo.

Instalações hidráulicas/sanitárias Os tubos de PVC podem ser instalados expostos ao sol? Sim. os tubos devem ser pintados com tinta adequada. Essa ação provocará um "ressecamento" da superfície externa dos tubos e das conexões e os mesmos ficarão mais suscetíveis a rompimento por impactos externos. Por isto. sua vida útil será muito menor. . Entretanto. Caso seja realmente necessário. os tubos e conexões podem ser expostos ao sol sem qualquer risco de perder sua resistência à pressão hidrostática interna. o que vai aumentar sua resistência. o ideal é evitar que os tubos de PVC fiquem expostos diretamente ao sol e às intempéries. a ação dos raios ultravioletas do sol provocará descoloração (perda de pigmento) das peças.

. para isso. desde que se utilizem tintas à base de esmalte sintético bastando. a fim de evitarse o "ressecamento" de sua superfície externa pela ação de raios ultravioletas. Essa prática é recomendada sempre que os tubos e conexões estiverem expostos ao sol.Instalações hidráulicas/sanitárias Os tubos de PVC podem ser pintados? Qual o tipo de pintura recomendada? Os tubos e conexões de PVC podem ser pintados. um leve lixamento na superfície de PVC antes da aplicação da tinta.

. em milímetros. sendo uma referência comercial e que corresponde aproximadamente ao diâmetro interno dos tubos.Instalações hidráulicas/sanitárias O que é Diâmetro Externo (DE) e Diâmetro Nominal (DN) de tubos? Diâmetro Externo corresponde ao diâmetro externo médio dos tubos. medido em milímetros. Diâmetro Nominal é um simples número que serve como medida de referência para classificação dos tubos.

5 kgf/cm² ou 75 mca ou 750 Kpa. . a uma temperatura de 20° C. equivalente a 7.Instalações hidráulicas/sanitárias O que é Classe 15 em um tubo soldável para água fria (marrom)? É a classe de pressão hidrostática de serviço a que o tubo está limitado.

o adesivo de PVC deve ser utilizado exclusivamente para a soldagem de PVC. . mas rompem a ligação ao mínimo esforço. dificilmente uma cola feita para um material serve em outro. Ele até tem alguma aderência a outros materias plásticos.Instalações hidráulicas/sanitárias O adesivo de PVC pode ser utilizado para "colar" outros materiais? Não. O desenvolvimento de colas é uma ciência complexa e que depende muito dos materiais a serem unidos.

Instalações hidráulicas/sanitárias Pressão disponível. pressão estática e pressão dinâmica. O que é isto? .

Instalações hidráulicas/sanitárias Entendendo de vez a questão de pressão disponível. por incrível que pareça. . é a questão das pressões da água. Por que esse assunto sempre foi misterioso? Um dos assuntos menos entendido da Hidráulica. pressão estática e pressão dinâmica.

Instalações hidráulicas/sanitárias Para entender a história é necessário que se entenda e aceite: A água em contato com a atmosfera tem pressão nula. Pressão é a altura de água num tubo e que sobe até um valor que corresponde a essa pressão. (tem gente que reluta nessa idéia). .

Situação 2 . mostrando um sistema hidráulico em três situações: Situação 1 .Instalações hidráulicas/sanitárias Para isso vamos observar dois esquemas a seguir. A válvula é uma torneira. Recomenda-se imprimir os desenhos e acompanhar o texto com os desenhos na mão.com a válvula no ponto D totalmente aberta. Vejam-se os desenhos a seguir.com a válvula no ponto D fechada. . nossa velha conhecida. Situação 3 .com a válvula no ponto D só um pouquinho aberta.

Instalações hidráulicas/sanitárias Verificar .

. Na situação 2 onde existe a vazão Q3 diferente de zero então: Q1 = Q2 + Q3 Analisemos a situação 1. Como não existe vazão em D todo o sistema dentro do tanque e dos tubos tem velocidade nula. sai do sistema a vazão Q2 igual à Q1 pois a vazão Q3 (em D) = 0. Chega ao sistema uma vazão Q1 e estando a válvula (D) fechada. C e D é igual e vale a altura de água h1. Estamos na condição estática.Instalações hidráulicas/sanitárias Notar que o sistema hidráulico em qualquer situação tem o nível de água constante em M. B . A pressão hidráulica nos pontos E. É a hidráulica denominada de hidrostática.

marcaria h1 e se adaptarmos um manômetro (medidor de pressão) marcaria implacável M Q2 h1 Q1 Tanque Tubo Tubo Linha de pressão E B K C D Q3 L . No ponto D não existe tubo para se saber a altura de água que ocorreria mas.Instalações hidráulicas/sanitárias Notar que nos tubos nos pontos E. B e C a altura de água é a mesma. se existisse.

Por razões didáticas melhor é dizer que nos pontos ocorre uma pressão nas condições estáticas. Sairá uma vazão em D igual à Q3 e que será diferente de zero. Se abrirmos totalmente a válvula sairá uma vazão Q3 que será a máxima possível. Até agora tudo fácil.Instalações hidráulicas/sanitárias Para complicar o estudo inventaram uma tal de pressão estática e que no caso é h1. para não criar na mente dos jovens um conceito de pressão estática diferente da pressão hidráulica. . Vamos agora: abrir total ou parcialmente ou só um pouquinho a válvula em D.

A premissa é que a vazão Q1 é bem maior que Q3 e portanto sempre existe uma vazão de extravasamento Q2.Instalações hidráulicas/sanitárias Se fecharmos um pouco a válvula a vazão Q3 diminuirá um pouco e se fecharmos mais um pouco a válvula a vazão Q3 diminuirá mais ainda e se fecharmos tudo a vazão em Q3 virará zero. .

Por que caiu a pressão em B ? É que a água ao escoar perde energia e a perda da energia pode ser medida pela altura JA. No ponto C a pressão pode ser medida pela altura de água num tubo transparente e vale XC e que é menor que JB . .Instalações hidráulicas/sanitárias Vejamos agora as pressões hidráulicas nos vários pontos do sistema que está numa situação dinâmica. Notar agora que instalamos um tubo transparente em B e esse tudo a água sobe até o ponto J mais baixo que o ponto A. No ponto A a pressão da água é zero pois qualquer água em contato com a atmosfera a pressão é nula. No ponto E a pressão da água é medida pela altura de água e portanto vale h2. A pressão em B é medida pela altura JB e é menor que a altura EA. Por que diminuiu a pressão em C ? Perda de energia face ao escoamento ( condições dinâmicas ).

Qual a pressão em D? Nula. . Se mudarmos a condição da válvula em D.Instalações hidráulicas/sanitárias Se instalarmos um manômetro em K a pressão será menor que em B e maior que em C. Se abrirmos um pouco mais a válvula então diminui a perda de carga na válvula e aumenta a inclinação de AD. A linha das pressões é a linha que mostra a pressão em cada ponto. abrindo mais ou menos como fica a linha pressões AD e que mostra como evolui as pressões de EaD? Resposta .passando pouca vazão ( pequeno Q3 ) a linha de pressões é pouco inclinada e existe uma enorme perda de carga na válvula pouco aberta. Fica uma pergunta. As pressões nas condições dinâmicas são denominadas pressões dinâmicas. E qual seria a pressão num ponto no tubo a esquerda de D ? Basta ver a linha de pressões AD. A pressão seria muito pequena. Qualquer água em contato com a atmosfera tem pressão nula.

Digamos que furamos um ponto entre E e B e chamemos esse ponto de M.V Onde: S = seção. Na situação 2 (válvula aberta em D) as pressões em qualquer ponto entre E e B são maiores que num ponto entre C e D. área V = velocidade .Instalações hidráulicas/sanitárias Pressão disponível É fácil de entender. Q = S. Notar que estamos falando em pontos sem saída de água. Sairá uma vazão em M que será função da posição de M (mais ou menos próximo do ponto E) e função da área do furo.

pois água em contato com a pressão atmosférica tem pressão nula. Por que ? Nos dois pontos a pressão da água de saída é nula.Instalações hidráulicas/sanitárias Se fizermos um outro furo com a mesma seção num ponto Y entre B e C a vazão de saída será menor que a vazão do ponto M. Mas a vazão de saída da água em M é maior que a vazão de saída em Y pois a pressão que existia antes do furo em M era maior que a pressão em Y. Como as seções são iguais e como a vazão em M é maior então a velocidade de saída em M é maior que a velocidade de saída em Y. . Moro no segundo andar de um prédio de apartamentos e a velocidade de saída (e não a pressão de saída) na minha torneira do tanque é maior que a velocidade de saída da água da torneira semelhante do quinto andar pois a pressão da água quando as duas torneiras estão fechadas é maior no segundo que no quinto andar. Logo a vazão de saída na minha torneira é maior que a vazão de saída no apartamento mais alto.

-Instalar um tubo e deixar a água subir. Será o mesmo valor indicado no manômetro. .Instalações hidráulicas/sanitárias Logo para se saber a pressão disponível num ponto da instalação o certo é medir a pressão nesse ponto e que se transforma em velocidade quando se abre um orifício ( torneira ) no ponto. É um manômetro rudimentar. Ou seja para saber a pressão disponível na minha torneira eu posso: .Instalar um manômetro que bloqueia a saída de água ( vazão nula ) mas mede a pressão. A altura de água no tubo é pressão no ponto e chamada de pressão disponível.

Já ouviram falar de mangueira de alta pressão? Não existe mangueira de alta pressão. Postos de gasolina lavam carros com alta velocidade de água e não com alta pressão pois água em contato com a atmosfera tem pressão nula. Existe mangueira de alta velocidade de saída. .Instalações hidráulicas/sanitárias Agora atenção.

Instalações hidráulicas/sanitárias Conexão à rede pública de esgoto e o controle de roedores .

mas há medidas que podem dificultar ao máximo... Nas edificações os pontos mais comuns de entrada destes roedores são pelo telhado e pela rede de esgoto. Já pela rede de esgoto é possível usar um recurso simples e barato. um problema sério de saúde pública. Estes animais têm a capacidade de subir pela tubulação e atingir até mesmo andares elevados. . desde que tenha sido planejado durante a execução da tubulação. A partir da tubulação de esgoto os ratos podem atingir facilmente os edifícios. se você pensa que está à salvo deles por estar no quinto andar.Instalações hidráulicas/sanitárias As grandes cidades estão infestadas de ratos. está muito enganado. Os ratos precisam de água. A entrada pelo telhado é mais difícil de evitar. entrando pelo ramal de cada prédio conectado à rede. abrigo e alimento para se proliferar. e a rede de esgoto pública é um local que pode fornecer estes três elementos.

Solução simples e barata é colocar uma válvula de retenção para esgoto no ponto onde a tubulação predial encontra a rede pública. Depois que alguns deles se instalam em uma habitação é difícil erradicá-los. mas não impede totalmente.Instalações hidráulicas/sanitárias É claro que o fecho hidráulico que existe nos ralos e nas bacias sanitárias dificulta a entrada dos ratos. bem como o acesso de roedores. portanto é conveniente evitar este “acesso não permitido”. pois permite o fluxo apenas no sentido de dentro da edificação para fora da rede. Finalidade impedir o refluxo de esgotos públicos. .

porém requer muita atenção devendo ser feita observando criteriosamente o sentido do fluxo indicado no corpo da peça. a portinhola tenha sua função de vedação perfeita. Sua instalação é simples. . de modo que em caso de refluxo.Instalações hidráulicas/sanitárias Como instalar A válvula é dotada de anéis de vedação na tampa superior e na portinhola que devem estar posicionados de forma correta para um bom funcionamento.

chanfrar as pontas dos tubos que irão receber a válvula e introduzir os tubos nas bolsas.Basta acoplar os anéis às bolsas. retirando o porta-tampa e a tampa e encaixando o tubo prolongador. A tampa da válvula de retenção de esgoto deve ter seu acabamento nivelado com a superfície do piso e. em alguns casos. Após a inserção do tubo até o final da bolsa é recomendável que se faça um recuo de 5mm de folga para permitir as dilatações do PVC. é necessário fazer o prolongamento do porta-tampa para se obter o acabamento. .Instalações hidráulicas/sanitárias As bolsas horizontais de montagem da válvula possuem virolas para encaixe dos anéis de borracha como as demais conexões da linha de esgoto predial.

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

Instalações hidráulicas/sanitárias Tubos em PPR. boa alternativa ao cobre nas tubulações de água quente .

num processo que demanda muita habilidade para não comprometer a qualidade do serviço. e com algumas vantagens.Instalações hidráulicas/sanitárias Tubulação de cobre é velha conhecida dos construtores pelo seu uso nas instalações prediais de água quente. mas é caro e difícil de trabalhar pois precisa ser soldado com estanho. o PPR já está substituindo tubulações em cobre nas obras. Os tubos em PPR vieram para fazer frente ao cobre na mesma função. . O cobre em si é um excelente material. Porém com dificuldades de mão de obra especializada. Apesar de ter sido lançado recentemente.

roscas e colas.passando a formar uma tubulação contínua para a segurança total do sistema dispensando o uso de solda. o que significa que tubos e conexões se fundem molecularmente a 260°C. 63. 32. 75 e 90 mm. Permite realizar de instalações hidráulicas das mais variadas formas. com um excelente resultado no tempo de aplicação. A união entre as peças é feita pelo processo de termofusão. .Instalações hidráulicas/sanitárias A linha PPR é composta por tubos com comprimentos comerciais de quatro metros e conexões disponíveis nos diâmetros de 20. 25. 50. 40.

além de ser resistente a temperaturas muito acima das exigências das normas técnicas brasileiras. é uma resina de última geração e o que existe de mais moderno em condução de água quente. ou seja. O PPR superou diversos testes nos mais avançados laboratórios e também as mais exigentes condições. ou PPR. o que dispensa a necessidade de isolamento térmico. evitando a transmissão de calor para a parte externa do tubo.Tipo 3. o PPR é atóxico e proporciona menor perda de carga.Instalações hidráulicas/sanitárias O Polipropileno Copolímero Random . . picos de até 95ºC. A baixa condutividade térmica conserva a temperatura da água transportada por mais tempo.

O material feito em PPR é projetado para durar mais de 50 anos sem apresentar qualquer tipo de corrosão ou perfuração das tubulações. reduz o tempo de execução da obra. ataques físico-químicos e absorção de vibrações e movimentos. hotéis.Instalações hidráulicas/sanitárias Com essas características. restaurantes e instalações que tenham alta exigência de desempenho e durabilidade. conforme as mais rigorosas normas (ISSO 15874). o PPR agiliza o processo de instalação e. também pode ser utilizada em larga escala para condução de fluidos em embarcações e em instalações industriais. edifícios residenciais e comerciais. . Diante da excelente resistência à pressão. quando comparamos com uma instalação tradicional em cobre. conseqüentemente. como hospitais e centros médicos. A linha PPR é recomendada para residências.

não oxida e tem boa resistência física 3. . Instalação fácil e rápida 7. Preço menor. Mais flexível que o cobre. por ter paredes internas muito lisas 2. centros médicos e na indústria naval 5. podendo ser instalado com curvas longas e desvios 6. Uma instalação completa para água quente em PPR custa aproximadamente 20% menos que a mesma instalação em cobre.Instalações hidráulicas/sanitárias Outros benefícios do PPR: 1. pela reduzida transferência de calor para a parte externa do tubo Melhor Isolamento acústico que o cobre 4. É livre de incrustações. Livre de corrosão. podendo ser utilizado em hospitais. Não requer isolamento térmico. É atóxico.

Garantia total das juntas entre tubos e conexões. diferente do que acontece com o cobre 10.Instalações hidráulicas/sanitárias 8. Baixa atração para os ladrões. pois não há união entre tubos e conexões. mas sim termofusão que forma uma tubulação contínua para a segurança total do sistema 9.Não é necessário fazer aterramento da tubulação para proteção contra raio .

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Água quente nos banheiros: qual é a melhor opção de aquecedor, elétrico, gás ou solar? Central ou localizado?

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Ao projetar, construir ou reformar habitações o fornecimento de água quente nos banheiros costuma gerar polêmica. Qual é o melhor sistema, elétrico, gás, solar? É mais interessante colocar um aquecedor central ou usar vários aquecedores localizados junto a cada banheiro ou a cada ponto de consumo? Veja nossa análise e chegue à sua própria conclusão. Não existe resposta única à esta questão. A melhor resposta seria um enigmático “depende”. É preciso analisar vários fatores, ponderar entre os valores para finalmente decidir pelo mais conveniente mas, contudo, sem ter certeza absoluta de ter escolhido o melhor. Mas vamos analisar a questão, primeiro vendo quais são os sistemas disponíveis, e depois as vantagens e desvantagens de cada um.

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Tipos de aquecimento de água Os sistemas de aquecimento dividem-se em três tipos básicos: de aquecimento localizado, de passagem e de acumulação.

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Um chuveiro elétrico, destes comuns, pode ser considerado um sistema de aquecimento localizado. A água quente é fornecida diretamente na mesma unidade onde será aquecida. Um pequeno aquecedor que se coloca embaixo da pia de cozinha para alimentar a torneira também. Antigamente se utilizava também chuveiros à gás, cuja chama aquecia a água da mesma forma, mas hoje em dia este tipo de chuveiro só existe mesmo em algumas cidades do nordeste brasileiro onde a energia elétrica é muito cara ou inexistente.

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Os aquecedores de passagem são também chamados de aquecedores rápidos. Podem ser elétricos ou a gás. Os elétricos ficam localizados dentro dos banheiros ou cozinhas, e têm potência suficiente para alimentar chuveiro, torneira de pia e até a torneira da cozinha. O consumo de energia elétrica é alto, maior do que um chuveiro elétrico comum, e precisa de uma instalação elétrica dimensionada corretamente.

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Existem também os aquecedores de passagem à gás. Estes, antigamente, eram colocados dentro dos banheiros mas depois foram banidos para o lado de foram para evitar acidentes decorrentes de vazamentos de gás.

O funcionamento hidráulico é igual aos aquecedores centrais elétricos, ou seja, existe uma tubulação de água quente que distribui a água quente a partir do aquecedor até cada ponto de consumo.

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Detalhe – Aquecedor de passagem

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Os aquecedores de acumulação podem ser elétricos, a gás ou solares. Nestes, um tanque isolado termicamente mantém a água a uma determinada temperatura, de onde é direcionada aos pontos de consumo. Note que mesmo os aquecedores solares contêm um aquecedor elétrico para os dias nublados. Mas como se comporta cada um destes sistemas? Quais são suas vantagens e desvantagens? Para fazer uma análise mais precisa, vejamos como eles se comporta em relação à: - Construção do banheiro e instalação do sistema - Consumo de energia elétrica - Consumo de água - Manutenção

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe – Aquecedor Acumulação .

ou mesmo em uma obra nova onde se mudo o projeto inicial. Isto porque envolve confecção de encanamentos. .Instalações hidráulicas/sanitárias Construção do banheiro e instalação do sistema O melhor momento para começar a pensar na escolha do sistema de água quente para os banheiros é durante o projeto da obra. seja em prédio velho. a partir do projeto e. sem falar do chuveiro e demais acessórios que entrarão em contato com a água. claro. ficam bem mais caras do que uma instalação feita do zero. Adaptações feitas em reformas. escolha das torneiras e misturadores. localização da caixa d'água e do evento aquecedor central (“boiler”). contratando-se um bom projetista para fazer os dimensionamentos necessários.

que atenda às normas técnicas e que você tenha esperança de conseguir peças de reposição daqui a alguns anos. Em obra. enquanto que de nada adianta comprar material de marca renomada (e cara) sem um bom planejamento e projeto. o planejamento é a melhor economia que se pode fazer. Um bom projeto permite que se saiba onde se pode economizar sem comprometer o desempenho. conforto e durabilidade. Uma instalação com estes cuidados parece ficar mais cara do que uma feita “no olho”. compre material de boa qualidade.mas é um grande engano pensar assim. . projete tudo como tem que ser.Instalações hidráulicas/sanitárias Justamente por este longo prazo de utilização. evite usar material de segunda linha.

seguidos de perto pelo a gás com reservatório central. . vejamos: no quesito construção e instalação. os sistemas mais complexos e caros são o solar e o elétrico com reservatório central. O mais econômico é o bom e velho chuveiro elétrico.Instalações hidráulicas/sanitárias Feita esta introdução.

ficará funcionando no mínimo por mais uns 30 anos. este tipo de profissional certamente tem seu lugar na obra. no final das contas. mas nada melhor do que um arquiteto competente trabalhando em conjunto com um projetista de hidráulica para chegar à melhor relação custo-benefício em uma instalação que.Instalações hidráulicas/sanitárias Esqueça aquele encanador intrometido que dimensiona “na prática”. .

. tanto mais quanto mais frio for o local. cerca de 60ºC. o boiler perde calor para o meio ambiente. Todo sistema de aquecimento solar tem um segundo sistema à eletricidade. para que à noite ou em dias nublados o prédio não fique sem a água quente. Assim. quanto mais sol. vamos pensar no consumo de energia elétrica. desde que a obra fique em local ensolarado. O aquecimento solar vai se pagar ao longo dos anos.Instalações hidráulicas/sanitárias Consumo de energia elétrica Em contrapartida a estes gastos iniciais. menos consumo de eletricidade. independentemente do consumo. O mais perdulário dos sistemas de aquecimento de água é o central elétrico. Por mais bem construído que seja. pois o termostato mantém a água em determinada temperatura.

que vai ser aquecida e mantida aquecida. o reservatório vai se enchendo de água fria.Instalações hidráulicas/sanitárias À medida em que a água quente vai sendo usada. justamente por isto se tem a opção do aquecedor central com aquecimento à gás. Este processo é o que mais gasta energia elétrica. .

a água começa a circular na tubulação e o aquecedor acende o gás. em um vão de telhado ou no topo de um armário. para evitar acidentes fatais devido a vazamento de gás. dificultando a instalação.Instalações hidráulicas/sanitárias Esta é uma boa opção pois a conta do gás fica bem mais em conta do que a de energia elétrica. onde a água é aquecida apenas quando é necessária. como pode se feito com um aquecedor central elétrico. Ao ser aberto o chuveiro ou torneira. Uma opção intermediária seria o aquecimento a gás de passagem. cuja chama esquenta a água dentro de uma serpentina. O inconveniente do aquecimento central à gás é que o local precisa ser arejado e ter acesso facilitado. O inconveniente é que o aquecedor deve ficar fora do banheiro. pois é preciso manter a chama piloto acesa. por exemplo. .

seguido pelo solar. por via das dúvidas.Instalações hidráulicas/sanitárias Assim. mas muitos projetistas costumam deixar. uma tomada pronta para chuveiro elétrico junto aos chuveiros. . Os sistemas às gás não gastam energia elétrica. em termos de consumo de energia elétrica o que gasta mais é o aquecimento central elétrico. para o caso de pane ou manutenção no sistema à gás.

Instalações hidráulicas/sanitárias Consumo de água A princípio. aumentando o consumo de água. Está mais ligado a fatores humanos e às características do local de instalação. solar ou à gás. à medida em que a água quente do boiler vai sendo consumida. qualquer um destes sistemas de aquecimento tendem a fazer com que a pessoa se demore mais no banho. o consumo de água independe do tipo de aquecimento. elétrico. um aquecedor de passagem à gás ou um chuveiro elétrico permitem que se tome banho por horas a fio. a água vai ficando cada vez mais fria. com a mesma quantidade de água e à mesma temperatura. . Nestas condições. Por exemplo. Já em um aquecimento central. Chega uma hora em que a água ficará realmente fria e o banho desconfortável.

. um banho de 15 minutos gastaria algo como 10 litros num chuveiro elétrico comum. Com isto. elétrico ou solar. com maior pressão nos pontos de consumo. Já um aquecedor central. a pequena pressão diminuiria o consumo horário de água. neste caso. fiquem mais elevados e. tanto de água fria quanto quente. e poderia chegar a 100 litros ou até mais se houver boa pressão de água. precisam que os reservatórios. a gás. Um chuveiro elétrico funciona bem mesmo com a caixa dágua logo acima do teto e. consequentemente.Instalações hidráulicas/sanitárias Outra coisa que influi no consumo de água é a pressão disponível nos pontos de consumo.

qualquer pessoa com um mínimo de treino pode trocar uma resistência ou desentupir o crivo.também apresentam pouca manutenção. acima de 5 anos. pois tem manutenção barata e fácil de ser feita. e precisa ser feita por técnico especializado. .Instalações hidráulicas/sanitárias Manutenção Neste quesito o chuveiro elétrico comum bate todos os outros sistemas. à gás ou elétrico. mas quando necessária fica mais cara do que a do chuveiro elétrico. Sistemas de aquecimento central têm uma vida útil longa. Os sistemas de aquecimento de água por passagem.

Instalações hidráulicas/sanitárias Depois disto pode ser necessária a troca de registros e válvulas. sem falar dos tambores de armazenamento que também podem precisar de reparo ou substituição. Quando sito ocorre. . a despesa é alta e o serviço igualmente é feito por empresa especializada.

cuidadosamente projetada. as banheiras precisam de instalação especial. .pois precisa ser enchida rapidamente e ter um sistema que mantenha a temperatura da água.Instalações hidráulicas/sanitárias Banheiras Sonho de consumo de muitos.

Uma banheira pequena já consome 100 litros de água. as maiores comportam acima de 1.Instalações hidráulicas/sanitárias Por isto. . Aquecer toda esta água e mantê-la quente ao longo do tempo requer muita energia. onde existe previsão de banheira é preciso pensar em um sistema de aquecimento central ou então em um aquecedor de passagem à gás. a não ser que seja impossível disponibilizar espaço físico para os aquecedores. caso de apartamentos pequenos onde será preciso recorrer aos aquecedores elétricos. para que o usuário tenha água quente suficiente e em pequeno espaço de tempo para encher a banheira. por isto o mais econômico é usar aquecimento à gás.000 litros.

o arquiteto ou construtor deve logo se lembrar de que junto coma banheira virá tubulação de água quente. de forma a manter a temperatura dentro do padrão estabelecido pelo usuário. Alguns modelos dispõem de pequenos aquecedores elétricos de passagem por onde uma bomba faz recircular a água já contida na banheira. Assim.Instalações hidráulicas/sanitárias Depois de cheia a banheira. quando se fala em banheira. tudo isto aumenta o custo de construção e manutenção do edifício . a temperatura da água pode ser mantida colocando-se mais água quente. sistemas maiores de aquecimento de água e maior capacidade nas caixas d'agua.

Instalações hidráulicas/sanitárias Resumindo. Esperamos que as ponderações que fizemos aqui o ajudem a escolher seu sistema de aquecimento de água residencial. mas o consumo de energia elétrica ao longo do tempo pode compensar a instalação de um sistema a gás ou solar... fique com o bom e velho chuveiro elétrico. O custo de instalação é baixo. . fique com o aquecedor de passagem à gás. Algumas dicas adicionais: Se deseja algo mais econômico. Caso possa gastar um pouco mais logo de saída e tenha local disponível.

. de preferência à gás. mesmo sabendo que sua construção inicial é a mais cara entre todos os sistemas que vimos.Instalações hidráulicas/sanitárias Se deseja gastar ainda um pouco mais durante a obra. fique com os sistemas com reservatório central. ou então se tiver banheira. Caso esteja preocupado com a ecologia ou então com o consumo de energia elétrica a longo prazo fique com o aquecimento solar.

Instalações hidráulicas/sanitárias Esquema de funcionamento e dimensionamento da instalação de água fria em residências .

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

. mas ainda tem muita gente com dúvidas.Instalações hidráulicas/sanitárias O uso do PVC para água e esgoto simplificou muito a confecção destas instalações. para quem detesta cálculos. hoje qualquer pessoa com um pouco de treino pode fazer uma instalação aceitável. Os tubos de PVC mudaram totalmente esta situação. Quem teve a oportunidade de assistir a confecção de instalações hidráulicas com tubos de ferro sabe o quanto era difícil trabalhar com este material. Para estas mostramos aqui o diagrama básico das instalações prediais de água fria em residências. inclusive com um método simplificado de dimensionamento.

Para efeito deste nosso estudo. que o usa para interromper o fornecimento caso o usuário não pague a conta. vamos supor que a residência está ligada à rede pública. . que corre pela calçada ou até mesmo pelo meio da rua. no poço onde se coleta a água. Este registro pertence à concessionária. Quando se faz o pedido de ligação de água a concessionária faz uma sangria na tubulação que chega até um registro localizado junto ao alinhamento do lote. no caso de locais afastados.Instalações hidráulicas/sanitárias A instalação de água fria começa na rede pública ou.

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

O cavalete é constituído pelo medidor de consumo -. este já pertencente ao usuário. que faz parte de um conjunto chamado popularmente de “cavalete”.50 m afastado da frente do lote.e o registro geral da água fria. o cavalete pode ficar até 1.Instalações hidráulicas/sanitárias Do registro de entrada da concessionária parte uma ligação que chega até o hidrômetro. . voltado para fora.também pertencente à concessionária -. Pelas normas das concessionárias. mas é conveniente colocá-lo bem na testada. possibilitando a leitura do consumo sem que o funcionário da concessionária precise adentrar o imóvel.

No final desta alimentação. locais que precisam de mais pressão e/ou de água mais límpida. está a torneira de bóia. Da mesma saída do cavalete. também se costuma levar uma tubulação que alimenta a cozinha (torneira e filtro) e também a área de serviço. a famosa “caixa d'água”. dentro da caixa d'água. Este ramal extra costuma ser usado também para alimentar as torneiras de jardim.Instalações hidráulicas/sanitárias O cavalete de entrada sai uma ramificação que sobe até o reservatório superior. . pois a maior pressão disponível facilita o uso de mangueiras para lavagem e irrigação. encarregada de manter o nível da água lá armazenada.

lavagem e barriletes. . existem na caixa d'água mais três tipos de ligação: ladrão. que termina na torneira de bóia.Instalações hidráulicas/sanitárias Ligações da caixa d'água Além da tubulação de alimentação.

Justamente para isto. Sua função é evitar que água transborde. nas residências se usa tubo de 25 mm na alimentação e de 32 mm no ladrão e na tubulação de lavagem. próximo à borda. Esta última fica exatamente no fundo.Instalações hidráulicas/sanitárias O ladrão fica localizado na parte superior da caixa d'água. caso a torneira de bóia falhar. bem rente à borda. o diâmetro do ladrão tem que ser maior do que a tubulação de entrada. Em geral. Para tanto a tubulação de lavagem tem um registro. e sua função é esvaziar totalmente a caixa para limpeza ou manutenção. para ser aberto única e exclusivamente nesta ocasião. .

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe – sistema de reservação .

Mas qual é a diferença entre um barrilete e a saída para lavagem? O barrilete coleta a água pelo menos 10 cm acima do fundo da caixa. para evitar que se use água contaminada pelos depósitos que vão sedimentando no fundo da caixa. justamente para retirar as partículas sedimentadas. . A saída para lavagem coleta a água o mais próximo possível ao fundo.Instalações hidráulicas/sanitárias O termo barrilete que se dá para as saídas onde serão conectadas as tubulações de distribuição da água fria pelo imóvel.

Os ramais de distribuição. Em obras maiores. área de serviço e banheiros com bacia de caixa acoplada. levam a água fria através do imóvel conduzindo-a até os pontos de consumo. pois ficam totalmente independentes. constituídos pelos chuveiros e torneiras. Com isto. é conveniente fazer uma saída para cada banheiro. um ambiente não interfere no funcionamento do outro. costuma-se sair com um tubo de 50 mm (1 1/2”) para alimentar o banheiro (com válvula de descarga) e outra de 25 ou 32 mm para alimentar cozinha. . com mais cômodos. Em pequenas obras.Instalações hidráulicas/sanitárias Ramais de distribuição Os barriletes são o ponto de ligação entre os ramais de distribuição e a caixa d'água. outra para a cozinha e outra para a área de serviço. por sua vez.

. nas pias. mas se você tiver um projeto diferente. tanto que acabaram virando padrão para os dispositivos encontrados no comércio. As medidas de tubo que indicamos acima são genéricas. Atendem realmente à maioria dos casos de pequenas obras. pois não se deve utilizar água reciclada no chuveiro. como um comércio ou indústria. pode ser alimentado com um único tubo de 25 ou 32 mm. que servirá também para o chuveiro e pia. na cozinha e na área de serviço. deverá haver uma caixa d'água e uma tubulação especificamente para o vaso sanitário. de cisterna ou de reuso. mas são também as mais usadas.Instalações hidráulicas/sanitárias Caso o banheiro utilize caixa acoplada ao invés de válvula de descarga. ou até mesmo uma residência um pouco mais sofisticada precisará dimensionar a tubulação. conforme veremos adiante. Se o projeto estiver prevendo aproveitamento de água de chuva.

Instalações hidráulicas/sanitárias Tabela – Dimensionamento mínimo. .

Em edifícios maiores.Instalações hidráulicas/sanitárias O cálculo preciso para saber o melhor diâmetro de um tubo de distribuição de água fria leva em conta diversos parâmetros como comprimento e tipo do tubo. vazão e pressão disponíveis. pois cada centavo economizado será multiplicará várias vezes dando uma boa diferença no final do custo da obra. . onde o custo passa a ser crítico. é conveniente fazer o cálculo exato. quantidade de curvas e tês.

você pode fazer um dimensionamento simplificado utilizando o método dos pesos. com até três andares. digamos.Instalações hidráulicas/sanitárias Em obras pequenas. Ele se baseia no consumo de cada tipo de aparelho sanitário. de acordo com a tabela abaixo: .

Instalações hidráulicas/sanitárias .

Instalações hidráulicas/sanitárias Ábaco .

5. bidê. vamos ao ábaco e determinamos o tubo de 1 1/4". os cálculos precisam ser interpretados.5 = 40. equivalente ao o de 1 1/2". nos tubos de PVC são especificados pelo diâmetro externo. por isto fique atento a este detalhe. Peso máximo será de 40 + 0. vamos admitir que funcionarão simultaneamente apenas a descarga do vaso sanitário e o chuveiro. vamos ficar com o tradicional tubo de 50 mm. . O dimensionamento pelo método dos pesos funciona a contento em pequenas obras. Como em tudo na Engenharia. É improvável que tudo funcione ao mesmo tempo. Com este valor. mas o correto mesmo é contratar um profissional especializado que poderá fazer os cálculos exatos e especificar corretamente os materiais.Instalações hidráulicas/sanitárias Um banheiro onde existe uma bacia sanitária. mas está quase limite. portanto o de 2" corresponde ao de 60mm e não ao de 50mm. Não se esqueça. assim. No ábaco os diâmetros são internos e em polegadas. lavatório e chuveiro. assim.

Instalações hidráulicas/sanitárias .

amplie a capacidade dos condutores verticais . Transbordamento: antes de aumentar as secções das calhas.

. pode acontecer que dada calha passa a receber quantidade de água maior do que aquela de início prevista. Conforme a intensidade e a duração da chuva. Elas são dimensionadas para determinada quantidade de chuva por m². Mas nem sempre o problema está na capacidade das calhas em si. sabendo-se assim quantos litros por minuto serão escoados em cada parte da calha. Com o tempo e as variações climáticas. mas nos condutores que estão com pouca capacidade. para isto determina-se qual é a área de contribuição do telhado. a água extravasada para dentro do ambiente pode representar sérios prejuízos e aborrecimentos para os seus usuários. Exemplos de calhas de platibanda com seção retangular e semicircular.Instalações hidráulicas/sanitárias Não é raro ocorrer transbordamento de calhas em forros e lajes de teto quando ocorrem chuvas intensas.

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

com expressivas superfícies verticais (A1 e A2). . anexas ao pano do telhado inicial. Porém. acabaram aumentando a área de interceptação de chuvas que contribuem para a calha. a construção posterior de edificações vizinhas de maior altura.Instalações hidráulicas/sanitárias No detalhe a seguir temos uma situação onde uma calha teve suas dimensões originalmente calculadas para captar e conduzir apenas a água que incide no pano de telhado em cujo beiral está fixada.

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

Instalações hidráulicas/sanitárias Neste caso. . o que nem sempre é viável ou fácil de ser feito no local. Como ela foi originalmente dimensionada para apenas dar conta da chuva que incide sobre o pano de telhado. por vezes requerendo modificações no madeiramento sob as telhas. acompanhada de vento na direção da concavidade formada por essas três superfícies contíguas. as superfícies verticais interceptarão águas de chuva que também serão direcionadas para a calha. com elevado custo e dificuldade de execução. certamente transbordará sempre que ocorra uma chuva mais intensa. Para corrigir o problema logo se pensa em algo radical: troca da calhas existentes por outras com maior seção. permitindo que um bom volume de água penetre por sobre o forro ou laje de teto. sempre que incide uma chuva intensa.

Instalações hidráulicas/sanitárias Em situações como esta. antes de cogitar trocar a calha. com base em cálculos de engenharia e soluções provenientes do conhecimento técnico do funcionamento do sistema. . um profissional especializado poderá propor medidas práticas para aumentar a capacidade de vazão do sistema predial de coleta de águas pluviais.

. e O aumento da capacidade de escoamento dos condutores verticais. a máxima vazão de contribuição na respectiva calha só ocorre depois de um certo intervalo de tempo. decorrido o qual toda a superfície do pano do telhado passa a contribuir para a respectiva calha. estão: O simples aumento da declividade das calhas (sua inclinação). porém sabendo de antemão que tem suas limitações. Quando uma chuva intensa passa a incidir sobre uma dada superfície na cobertura de uma edificação.Instalações hidráulicas/sanitárias Entre essas medidas. chamado tempo de concentração. Vejamos: 1. Aumento da declividade das calhas Esta primeira medida deve ser tomada sempre que possível.

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

ao se duplicar o valor da declividade da calha. a vazão máxima por ela conduzida teoricamente aumentará apenas 41%. . Dessa forma.Instalações hidráulicas/sanitárias A contribuição máxima de uma chuva na calha só se dá depois de decorrido o tempo de concentração das águas. Depois que essa condição se estabelece. pode-se considerar que a vazão é proporcional à raiz quadrada da declividade da calha.

O detalhe mostra como a lâmina d'água demora a levar a capacidade da calha ao seu limite. pois fica condicionado a outros fatores limitantes tais como a condição hidráulica da inserção da água no condutor vertical (interação calha-condutor) e distância da tomada de água do condutor ao início ou mudança de direção da calha. na prática. só ocorrendo após certo período de tempo: . esse valor é bem menor.Instalações hidráulicas/sanitárias Porém.

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

conforme mostra a tabela abaixo: .Instalações hidráulicas/sanitárias Outro fator que diminui a eficiência da calha é a mudança de direção na calha. a redução na capacidade de escoamento chega a ser 17%. dependendo da suavidade da curva e de sua distância em planta à entrada para o condutor vertical.

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

Instalações hidráulicas/sanitárias Redução da capacidade de escoamento da calha Tipo de curva Distância da curva à saída d < 2 m2m ≤ d ≤ 4m Canto vivo17%9% Canto arredondado9%5% .

Aumento da capacidade de escoamento do condutor vertical Como nem sempre o aumento da inclinação da calha é fisicamente viável sem grandes intervenções nos elementos construtivos em que se apóia. .Instalações hidráulicas/sanitárias 2. resta o aumento da capacidade de escoamento do condutor vertical. que poderá promover uma redução na máxima altura da lâmina d’água dentro da calha.

Supressão ou distanciamento de eventual desvio de verticalidade no condutor vertical em relação ao fundo da calha. Adoção de bandeja pluvial. . entre outras: Adoção de funil e/ou de ralo hemisférico na embocadura do condutor vertical ao fundo da calha.Instalações hidráulicas/sanitárias Esta possibilidade está ligada ao fato da altura máxima da lâmina d’água dentro da calha depender da maior ou menor facilidade de inserção no condutor vertical. determinante de sua capacidade de escoamento. que pode ser aumentada mediante as seguintes ações.

Instalações hidráulicas/sanitárias Adoção de funil de saída na tomada d’água do condutor vertical .

com a formação de uma aresta circular ou retangular no fundo da calha. a tomada d’água (ou embocadura) geralmente é feita em canto vivo. conhecido como regime anelar. Essa aresta cria certa dificuldade para a entrada da água da calha para o interior do condutor vertical. ou seja. conforme mostra a figura ao lado. transita para outra forma de escoamento dentro do condutor vertical. ou seja. tendo o condutor vertical uma seção uniforme ao longo do seu desenvolvimento.Instalações hidráulicas/sanitárias Quando um condutor vertical transporta água pluvial proveniente de calha de beiral ou de platibanda. aderente às paredes internas da tubulação. seção constante. dito em regime de canal. pois o escoamento horizontal na calha. .

O ar ocupa espaço dentro do condutor vertical que poderia estar sendo utilizado para o escoamento de água pluvial. por conseguinte. . cuja entrada é estrangulada na embocadura ao fundo da calha. Portanto. sua presença acaba reduzindo a capacidade de escoamento do condutor vertical e. de esgotamento da calha. maior será a espessura do anel líquido descendo dentro do condutor vertical. e maior a quantidade de ar arrastado para o seu núcleo. o fluxo de água arrasta consigo ar atmosférico por atrito.Instalações hidráulicas/sanitárias Dentro do condutor vertical. Quanto maior for a vazão de água pluvial. particularmente quando existe aresta viva.

. de esgotamento da calha. A existência de aresta ou canto vivo na embocadura do condutor vertical serve de vertedor radial para a água proveniente da calha. por conseguinte. Portanto.Instalações hidráulicas/sanitárias O ar ocupa espaço dentro do condutor vertical que poderia estar sendo utilizado para o escoamento de água pluvial. A entrada de ar atmosférico dentro do condutor vertical por arraste ou aspiração depende da geometria da sua tomada d’água. sua presença acaba reduzindo a capacidade de escoamento do condutor vertical e.

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

Sempre que isto ocorre. Havendo elevação da vazão de água na embocadura há também aumento na velocidade do escoamento horizontal na calha e conseqüente estrangulamento parcial na entrada do ar atmosférico que é arrastado por atrito pelo fluxo líquido dentro do condutor vertical. pode dar origem ao fenômeno da formação do vórtice hidráulico. Quando a vazão de água na calha aumenta de forma expressiva. há uma aspiração ainda maior de ar para dentro do condutor vertical. limitando a sua capacidade de escoamento líquido. Isto acontece porque o estrangulamento da entrada de ar proporcionado pela aresta viva faz com que este adquira pressão inferior à atmosférica dentro do condutor vertical. também chamado turbilhão. . remoinho ou redemoinho.Instalações hidráulicas/sanitárias  A figura acima mostra o strangulamento da entrada de ar com o aumento da vazão de água pluvial e formação de vórtice hidráulico.

conforme detalhe. está na adoção de uma redução gradual da seção da embocadura do condutor vertical.Instalações hidráulicas/sanitárias Uma forma de evitar que o ar ocupe espaço significativo dentro do condutor vertical. . permitindo que este escoe uma maior vazão de água pluvial. Isto é proporcionado pela interposição de um funil de saída. reduzindo muito o efeito desfavorável da aresta viva no fundo da calha.

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

Com isto. em cota já inferior à do fundo da calha. ao nível do fundo da calha o seu diâmetro aumenta significativamente. o transfere de forma mais atenuada para o fundo do funil. Como a tomada d’água do condutor vertical no fundo da calha é um local onde ocorre acentuada perda de carga (perda da energia presente em cada unidade de massa da água). constituindo certa carga hidráulica. a formação de uma certa altura de lâmina d’água no interior da calha. desvinculando parcialmente o escoamento horizontal do vertical. pois. é necessária para vencer essa perda de carga.Instalações hidráulicas/sanitárias Esta disposição geométrica reduz o efeito do canto vivo atuando como vertedor radial. evitando aí o estrangulamento na entrada do ar. com transição do regime de escoamento. .

Tem sido costumeira a adoção de funil com extensão e embocadura com o dobro do diâmetro do condutor vertical. pois reduz a perda de carga da água na entrada do condutor vertical. . mas. para isso. superiores a 4/3 desse diâmetro. mas essas dimensões devem ser. com conseqüente aumento na capacidade de escoamento do conjunto calhacondutor vertical.Instalações hidráulicas/sanitárias A presença do funil de saída concorre para a redução da altura de lâmina d’água requerida no interior da calha. sua posição relativa no fundo da calha é de fundamental importância. ao menos. A tomada d’água em funil de saída também contribui para dificultar a formação de vórtice hidráulico na entrada do condutor vertical.

para que não haja formação de vórtice hidráulico. . até sua borda lateral.Instalações hidráulicas/sanitárias A distância da aresta do funil. ou de fundo. na linha de encontro com a calha. não deve ser maior do que certas proporções. quando o condutor vertical estiver alojado numa de suas extremidades.

desprovida de funil. . a distância da aresta até a borda da calha. não deve ultrapassar o valor da dimensão correspondente do condutor para se evitar o vórtice.Instalações hidráulicas/sanitárias Já em calhas de beiral ou de platibanda com tomada d’água do condutor vertical em aresta viva. ou sua extremidade.

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Instalações hidráulicas/sanitárias Dessa forma. que garante admissão radial de água ao topo do condutor vertical. para que não ocorra o vórtice hidráulico. a tomada d’água do condutor vertical no fundo da calha deve situar-se o mais próximo possível de uma de suas bordas. . Quando essa condição não for viável. então a tomada d’água deverá ser provida de ralo hemisférico.

o quanto a introdução de um funil de saída na embocadura de um condutor vertical acresce em termos de vazão a capacidade de escoamento do conjunto calha-condutor. caso a caso. . com resultados assemelhados. Para se determinar. Na vida prática esse trecho vertical inicial é conhecido por tubo prolongador.Instalações hidráulicas/sanitárias No detalhe vemos uma interessante alternativa ao funil cônico ou tronco-piramidal convencional. pode-se empregar os gráficos experimentais presentes na NBR 10844:1989 (“Instalações prediais de águas pluviais”). válidos para condutores verticais com tubulação rugosa dotada de duas curvas ao longo de sua prumada. é a adoção de tomada d’água ao fundo da calha com um trecho vertical de tamanho bem superior ao requerido para o restante do condutor vertical.

posicionada ao fundo da calha. . na embocadura do condutor vertical. geralmente metálica ou plástica. dotado ou não de funil de saída.Instalações hidráulicas/sanitárias Adoção de grelha e/ou ralo hemisférico Ralos hemisféricos são elementos de captação tubulares cilíndricos dotados de grelha hemisférica na parte superior.

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

e a passagem da água por cima. . ao formar certa altura de lâmina líquida. uma aplicação muito útil para o ralo hemisférico é sua adoção em calhas sujeitas à deposição de folhas de vegetação. decorrente da forma peculiar das aberturas ou ranhuras de sua grelha. pelo acúmulo de folhas de vegetação ou detritos. Os ralos hemisféricos costumam ser adotados em locais onde os ralos planos podem sofrer obstruções. a maior vantagem e principal razão para sua aplicação em situações específicas de projeto. estão no fato da grelha hemisférica. dado o formato característico da grelha.Instalações hidráulicas/sanitárias O detalhe mostra a instalação de grelha hemisférica na tomada d’água de condutor vertical ao fundo da calha. situada na embocadura de um condutor vertical ao fundo da calha. admitir água em seu interior de modo predominantemente radial. por exemplo. que permite a retenção desse material em sua porção inferior. Dessa forma. Entretanto.

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.Instalações hidráulicas/sanitárias O detalhe mostra a admissão radial de água em ralo hemisférico e em grelha hemisférica. Esta admissão predominantemente radial da água evita a formação do vórtice hidráulico (turbilhão ou redemoinho) quando a lâmina d’água sobre o ralo atinge determinada altura que permite arraste de ar. que. acaba ocupando lugar da massa líquida no interior das tubulações e reduzindo sua capacidade de transporte. conforme visto.

Instalações hidráulicas/sanitárias O detalhe mostra como o vórtice hidráulico favorece a admissão de ar dentro do condutor vertical. de modo a evitar o vórtice e. um dos recursos para se aumentar a capacidade de escoamento de um condutor vertical. . o excessivo arraste de ar para dentro do condutor vertical. Em conseqüência. fazendo-o escoar mais água e menos ar. está justamente na sobreposição de uma grelha hemisférica em sua embocadura junto ao fundo da calha. com isso.

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

ou seja. . com área de frestas (ranhuras) superior à área da seção do condutor. uma perda de carga localizada. ou seja.Instalações hidráulicas/sanitárias Neste caso. como a presença da grelha hemisférica impõe certa resistência ao escoamento. Isto poderá compensado adotando-se grelha hemisférica com diâmetro superior ao do condutor vertical. impondo a elevação da altura da lâmina líquida dentro da calha.

e mediante elevação da carga líquida em seu interior.Instalações hidráulicas/sanitárias Adoção de bandeja pluvial na embocadura do condutor vertical Bandejas pluviais são elementos de acumulação temporária de água. conduzi-las adequadamente a um condutor vertical. . destinados a receberem águas pluviais de calhas por deságüe livre (queda livre).

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

sempre se situa na extremidade superior de um condutor vertical e propicia a elevação da lâmina líquida em seu interior para vencer a perda de carga que ocorre na embocadura do condutor vertical. portanto.Instalações hidráulicas/sanitárias O detalhe mostra uma bandeja pluvial dotada de grelha hemisférica e condutor vertical com tubo prolongador. substituindo com vantagens o funil de saída. A bandeja. sem qualquer interferência da embocadura do condutor vertical. reduzindo o risco de transbordamento e aumentando sua eficiência. Neste caso a água pluvial escoando na calha é despejada livremente por uma extremidade lateral. . e deságua livremente sobre uma bandeja pluviais. com canto vivo ou com funil de saída.

Instalações hidráulicas/sanitárias Portanto. Dessa forma. Para um bom funcionamento. a principal conseqüência favorável na adoção da bandeja pluvial é a desvinculação entre a altura da lâmina d’água presente no interior da calha e o diâmetro necessário para o condutor vertical. a introdução de uma bandeja pluvial no topo de um condutor vertical propicia a elevação da capacidade de vazão da calha associada. as bandejas pluviais devem apresentar: .

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

.Instalações hidráulicas/sanitárias Largura igual ou superior à da calha mais larga que nela descarregue Comprimento suficiente para receber todo o fluxo da calha. cuja extremidade deságüe na bandeja como um vertedouro livre Bordo livre mínimo equivalente a 2/3 da carga hidráulica (profundidade de lâmina) sobre a embocadura do condutor vertical.

entretanto. No detalhe.Instalações hidráulicas/sanitárias O dimensionamento correto de uma bandeja pluvial depende de cálculos de engenharia a partir de formulação empírica obtida em experimentação de laboratório. dá algumas dicas dos elementos geométricos para o dimensionamento da bandeja pluvial .

Instalações hidráulicas/sanitárias PVC para esgoto Linha Silentium da Amanco. o conforto do silencio .

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Instalações hidráulicas/sanitárias O sistema Amanco Silentium PVC para Esgoto é a primeira solução prática e econômica para reduzir os ruídos das instalações hidráulicas prediais. sua qualidade e performance acrescentam também um valor agregado indispensável: o conforto do silêncio. a evolução tecnológica da construção civil trouxe ganhos consideráveis as obras. com redução de custos e aumento na qualidade das edificações. Principalmente nos últimos anos. Conheça os detalhes e as vantagens desta nova solução. Com detalhes inovadores. .

são encontradas soluções melhores que as tradicionais em termos de custo. passo a passo. . facilidade de uso e vida útil. cada detalhe das obras vão sendo analisados e.Instalações hidráulicas/sanitárias Aos poucos. manutenção.

Quanto mais gente. O ruído é conhecido como um dos problemas mais críticos de poluição ambiental de nosso século. . O excesso de barulho. um detalhe que ainda não havia sido abordado é a questão do ruído nas tubulações de esgoto. Nesta linha de evolução. sobretudo no período noturno. principalmente durante a noite. por impedir que se tenha um sono adequado. incomodando os moradores com os ruídos das instalações hidráulicas. abolindo as obsoletas tubulações feitas com tubos de ferro galvanizado. Como a contaminação do ar e da água. Entretanto. os tubos de PVC também evoluíram. Hoje existem diversos tipos de tubulações de PVC e muitos acessórios para adaptá-los às mais diversas situações. os técnicos da Amanco observaram que o ruído percebido dentro das habitações não atendia às expectativas de conforto e bem estar nas obras de médio e alto padrão. afeta nossa qualidade de vida e nossa saúde. Após muitas pesquisas e investigações com construtores e moradores de edifícios das grandes cidades brasileiras. o uso do PVC para as tubulações de água e esgoto foi um enorme avanço. Depois disto. manilhas de barro e ligações de chumbo. a poluição por ruído aumenta em proporção direta com a densidade populacional. mais ruído e mais incômodo.

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Continuando a evolução das tubulações em PVC. como o revestimento dos tubos com material fonoabsorvente para tentar atenuar o problema. as empresa inovam seus produtos para lançar uma nova linha de tubos de PVC para esgoto cujo destaque é o isolamento acústico. . permitindo usar o produto sem necessidade de qualquer outro artifício para reduzir os ruídos na tubulação.Instalações hidráulicas/sanitárias O barulho proveniente das tubulações de esgoto até agora precisava de cuidados adicionais.

Instalações hidráulicas/sanitárias O sistema Amanco Silentium PVC .

Com a soma destes dois fatores .PVC Mineralizado e parede mais espessa .Instalações hidráulicas/sanitárias O sistema Amanco Silentium® PVC para esgoto é resultado de processos construtivos de última geração. pela elevada densidade da matéria-prima. É baseado na aplicação do PVC Mineralizado. Para reforçar este efeito. a nova linha tem também uma parede mais espessa.o fabricante alcançou um nível considerável de redução dos ruídos provocados pelo líquido em movimento dentro das tubulações e dos demais dispositivos utilizados na rede de esgoto. . material que confere ao PVC propriedades de isolamento acústico muito interessantes.

esgoto sanitário e ventilação e estão de acordo com a norma européia DIN 4109 e também com a Diretiva VDI 4100. com acessórios desenhados especialmente para aumentar a confiabilidade e facilidade de instalação.Instalações hidráulicas/sanitárias Além do efeito positivo da redução de ruído. Como não poderia deixar de ser.como o sistema de qualidade e performance comprovados . .e de projeto. o projeto do novo sistema Amanco Silentium trouxe mais aperfeiçoamentos de fabricação . os tubos e conexões para esgoto Amanco Silentium PVC atendem aos requisitos de desempenho da NBR 5688/1999: Sistemas prediais de água pluvial.

2 mm .8 mm Esgoto Série Reforçada (SR): 2.na cor laranja são super reforçados.Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhes Construtivos Os tubos Amanco Silentium® PVC .5 mm Amanco Silentium PVC: 3. Veja uma comparação da espessura de parede entre o Silentium e os tubos convencionais de diâmetro interno de 100mm (DN 100): Esgoto Série Normal (SN): 1.

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

A linha Amanco Silentium PVC utiliza um novo tipo de junta. é que proporcionam a redução de ruídos da linha Silentium. aliada ao uso do PVC Mineralizado. eliminando qualquer risco de vazamento porque a borracha não tem como rolar por dentro da canaleta da conexão. . denominada Junta Bilabial Integrada (JEBI).Instalações hidráulicas/sanitárias A maior espessura do tubo. Elas tornam a instalação mais fácil e rápida.

as juntas têm também a importante função de evitar a propagação de ruído ao longo da tubulação. A JEBI é formada por dois lábios. o novo sistema de junta não solta da canaleta por queda ou impacto no chão. a nova junta elástica é resistente aos ataques químicos e pelos raios ultra-violeta. Fabricadas em borracha especial EPDM. Além da vedação do sistema. ou seja. que é reforçada pelo lábio posterior. e o formato das aletas garante a dupla vedação entre a superfície do tubo e o alojamento da conexão. que impede que a junta se desloque.Instalações hidráulicas/sanitárias Além disto. a vedação é dupla. seu interior tem uma alma de polipropileno. O novo formato das juntas e a presença da borracha isolante reduzem significativamente a transmissão de ruídos causados pelas vibrações das tubulações. . O lábio anterior facilita a introdução e já realiza a estanqueidade. Para tanto.

tornou necessário que os projetistas da Amanco desenvolvessem também acessórios compatíveis . com suas novas dimensões e a necessidade de reduzir ruídos.Instalações hidráulicas/sanitárias Conexões e Acessórios O projeto da nova linha.

igualmente na cor laranja e com a Junta Elástica Bilabial Integrada (JEBI).Instalações hidráulicas/sanitárias As conexões da linha Amanco Silentium PVC. são de fácil instalação e eliminam qualquer risco de vazamento pelo fato da junta dupla não rolar na canaleta durante a instalação. .

.Instalações hidráulicas/sanitárias As conexões da linha Amanco Silentium PVC. igualmente na cor laranja e com a Junta Elástica Bilabial Integrada (JEBI). são de fácil instalação e eliminam qualquer risco de vazamento pelo fato da junta dupla não rolar na canaleta durante a instalação.

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

As abraçadeiras são fabricadas em aço galvanizado. . que servem para fixar e sustentar as tubulações verticais e horizontais.Instalações hidráulicas/sanitárias A Amanco desenvolveu também uma linha de abraçadeiras para a linha. nos diâmetros DN 40 a DN 150. Seu formato e a presença da borracha isolante servem também para reduzir significativamente a transmissão de ruídos causados pelas vibrações das tubulações.

Os detalhes da nova caixa sifonada também foram pensados para proporcionar a menor emissão de ruídos. com a introdução de detalhes construtivos inovadores. .PVC mineralizado.Instalações hidráulicas/sanitárias Nova Caixa Sifonada Complementando a linha. a Amanco traz também caixas sifonadas feitas com o mesmo material .

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

Naturalmente. quando a espuma transborda para fora da caixa. usando apenas PVC Mineralizado. além de evitar a passagem de mau cheiro. o corpo torna-se um monobloco rígido que oferece maior segurança ao produto. a nova Junta Elástica Bilabial (JEBI) também faz parte do produto. DN150x150x50 e DN150x185x75. . Estão disponíveis nas dimensões DN100x100x50. Detalhe importante da nova caixa sifonada é a presença do dispositivo Anti-espuma. produto pioneiro no mercado.Instalações hidráulicas/sanitárias A estrutura da caixa é feita pelo processo de injeção. baratas e insetos das tubulações para o ambiente interno. Assim. O dispositivo também serve para reduzir a transmissão de ruído através da caixa sifonada para o pavimento inferior e superior. Ele elimina os problemas ao ligar máquinas de lavar diretamente à caixa sifonada.

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

acoplado ao Antiespuma. também ajudando a melhorar o isolamento acústico entre o piso inferior e o superior.Instalações hidráulicas/sanitárias A presença do Defletor. duchas e lavagem de pisos no fundo do corpo da caixa sifonada. . reduz o ruído provocado pela queda d´água proveniente de chuveiros.

gerando um fluxo de água laminar. O Amortecedor Acústico é fabricado em borracha com dureza especial. . acoplado ao Antiespuma.Instalações hidráulicas/sanitárias Através do Defletor. causador de turbilhonamento que é grande fonte de ruído dentro das caixas sifonadas. a água que entra através das grelhas (principalmente em chuveiros) será direcionada para as paredes da caixa sifonada. Elimina-se assim o efeito cascata. e fica entre o corpo da caixa sifonada e o prolongador.

Para facilitar a limpeza. completa o conjunto da caixa sifonada. É fornecido em conjunto com duas Abraçadeiras Metálicas. . é de instalação fácil e rápida garantindo total estanqueidade. O Antiinfiltração Amanco.Instalações hidráulicas/sanitárias Serve para amortecer as vibrações geradas pelo fluxo de fluídos dentro do sistema de esgoto. outro produto pioneiro no mercado. garantindo a redução acústica entre pavimentos. o sifão pode ser facilmente removido. Sua função é impedir que eventuais infiltrações. devido a problemas no rejuntamento entre piso e porta-grelha. cheguem ao andar inferior.

resistindo tanto a esforços mecânicos quanto a agressões químicas.Instalações hidráulicas/sanitárias Em resumo Aliadas às vantagens da menor emissão de ruídos. farão da nova linha Amanco Silentium PVC um marco na história das instalações hidráulicas prediais. . a presença de juntas elásticas com total estanqueidade e de caixas sifonadas montadas em conjunto com acessórios pioneiros. a enorme durabilidade do sistema.

Instalações hidráulicas/sanitárias Aquecedores a gás – Todo o cuidado é pouco! Não seja você a próxima vítima! .

em especial os aquecedores a gás. Esta situação. ocorrendo em ambientes onde estão instalados equipamentos a gás. com franca incidência de ventos gelados. nos últimos cinco anos. pode ser fatal.Instalações hidráulicas/sanitárias Aproxima-se o inverno. Somente no município de Curitiba. e com ele dias muito frios. Em certas regiões do país sequer se ousa manter abertas frestas em janelas. foram oficialmente registradas 27 mortes de moradores de apartamentos causadas por erros na instalação e funcionamento de aquecedores a gás! . principalmente em apartamentos de andares elevados dos edifícios.

atendendo a requisitos determinados nos manuais de instalação dos respectivos fabricantes. cuja linguagem pode não estar acessível à maioria das pessoas sem formação técnica. Todos esses requisitos estão reunidos em norma técnica da ABNT.Instalações hidráulicas/sanitárias Como o assunto envolve conhecimentos técnicos. no sentido de se verificar se todos os equipamentos a gás. nem sempre o morador está devidamente informado dos riscos que pode estar correndo dentro do seu próprio apartamento. é preventiva. a NBR 13103:2006 “Adequação de ambientes residenciais para utilização de aparelhos que utilizam gás combustível”. seguem certas condições de segurança ligadas à correta instalação e operação. A melhor ação. Para evita-los é aconselhado promover uma inspeção nos equipamentos a gás existentes e nas condições de ventilação dos ambientes em que estão alojados. em especial os aquecedores de água dos apartamentos. . neste caso.

Eles serão mostrados a seguir neste artigo. seja ele o gás natural (GN) ou o gás liquefeito de petróleo (GLP) e. calefadores de ambiente e aquecedores de água a gás. A queima do gás é uma reação química de combustão dele com o oxigênio presente no ar atmosférico. . secadoras.Instalações hidráulicas/sanitárias Entretanto. geralmente tomado do próprio ambiente onde o aparelho está instalado. principalmente fornos. os itens mais importantes são de fácil verificação e podem ser checados pelos próprios moradores. obtêm calor a partir de sua queima. churrasqueiras. fogões. Todos os equipamentos residenciais que utilizam gás combustível canalizado. em algumas localidades o gás manufaturado (GM). lareiras.

sem oscilações na ausência de incidência de vento. . gases quentes como produtos de combustão. irradiar calor para o ambiente. Dessa reação química resultam. gerar ar quente. Esta situação pode ser avaliada olhando-se para a chama do queimador do aparelho a gás: ela deve se manter uniforme e estável. por exemplo. Quando a queima do gás combustível se dá em condições ideais. e apresentar cor azul característica. o que é raro na maioria dos equipamentos em operação. ditas estequiométricas. que devem ser eliminados do equipamento e também do ambiente em que este se encontra instalado. que é aproveitado em grande parte de forma útil no equipamento. etc. além do calor.Instalações hidráulicas/sanitárias Essa reação gera calor. para aquecer água. os gases quentes de combustão se resumem ao gás carbônico e vapor de água.

ocorre emissão de monóxido de carbono. um gás extremamente tóxico para humanos e animais.Instalações hidráulicas/sanitárias Entretanto. A ausência de cheiro e cor do monóxido de carbono impedem que sua presença seja identificada num determinado ambiente. pois reage 200 vezes mais rápido do que este com a hemoglobina. Dessa forma. quando a queima não é perfeita. Este é um gás inodoro e incolor que se mistura facilmente com o ar atmosférico e pode retornar para dentro do local de instalação de um equipamento a gás com deficiência de queima e eliminação de gases quentes resultantes da combustão do gás. as hemáceas. Quando inalado. acabam transportando esse gás tóxico em seu lugar. . convertendo sangue venoso em arterial. além desses produtos de combustão. no lugar de transportarem oxigênio. o monóxido de carbono é preferencialmente absorvido pelas hemáceas do sangue dentro dos alvéolos pulmonares em relação ao oxigênio do ar.

desmaio e morte por asfixia numa pessoa ou animal doméstico que. tontura. nele adentre e permaneça por alguns instantes. gerado por um equipamento a gás com queima imperfeita. seguidos do súbito desmaio. dificuldade de percepção através dos sentidos físicos e forte sono. redução e perda dos sentidos.Instalações hidráulicas/sanitárias A excessiva concentração de monóxido de carbono. num ambiente com portas e janelas fechadas. e a vítima tem uma rápida sensação de fraqueza. pode levar rapidamente a um quadro de dor de cabeça. Isto acontece pela falta de oxigenação adequada às células do cérebro. geralmente sem volta se o socorro não for imediato! . inadvertidamente.

ar com uma concentração normal de oxigênio. mesmo com baixas concentrações de monóxido. consumido na combustão do gás e não suficientemente renovado.Instalações hidráulicas/sanitárias O gráfico abaixo mostra as possíveis conseqüências da inalação prolongada de monóxido de carbono presente em baixas concentrações no ar ambiente. se o ar ambiente tiver reduzida a concentração de oxigênio. Vale ressaltar que a periculosidade aumenta consideravelmente. . ou seja.

Instalações hidráulicas/sanitárias Efeitos da inalação de monóxido de carbono em baixas concentrações no ar ambiente .

junto com os gases quentes. chamada de negro-de-fumo. . Por vezes ocorre a emissão. de uma fuligem preta que facilmente se deposita em superfícies frias que lhe sirvam de anteparo.Instalações hidráulicas/sanitárias A queima inadequada de gás combustível em equipamentos a gás pode ser constatada visualmente quando a chama apresenta cor amarela. constituída principalmente de carbono. Essa fuligem também é indicativa da formação do perigoso monóxido de carbono como produto de combustão. relegando a cor azul apenas à sua base.

Instalações hidráulicas/sanitárias Aquecedor sem chaminé com queima incompleta e emissão de fuligem .

Instalações hidráulicas/sanitárias A queima incompleta do gás combustível. a quem compete manter os dispositivos de queima dos equipamentos a gás sempre limpos e bem regulados. pode-se contar com o concurso de um técnico especializado em equipamentos a gás. com produção desse gás tóxico. limpeza e regulagem feitas justamente no período que antecede os dias frios de inverno. Para isso. pode se dar por: Presença de sujeira e resíduos no conjunto queimador do equipamento Falta de regulagem da admissão de ar e gás combustível em proporção adequada pré-queima.Os dois primeiros fatores são de responsabilidade exclusiva dos moradores. Insuficiência de aporte de ar para a combustão (ventilação insuficiente do ambiente) Dificuldade de exaustão imposta aos gases quentes resultantes da combustão. e uma boa oportunidade é a manutenção. .

além da maior segurança para os moradores. Em resumo. Os resultados compensam plenamente. sem necessidade de remoção dos equipamentos. de baixo custo e realizado no local. uma vez que. geram economia em longo prazo. desobstrução e limpeza ou substituição dos bicos injetores de gás. Geralmente é feita uma limpeza nos queimadores. o que se gasta em manutenção preventiva. com remoção de fuligem. resíduos e oleosidades aderidos.Instalações hidráulicas/sanitárias Esse serviço preventivo é rápido. além da correta regulagem da admissão de ar para a combustão. retorna mais tarde na forma de economia de gás. pois uma combustão perfeita resulta em melhor aproveitamento do gás e máxima geração de calor útil no equipamento. . neste caso.

quanto maior a sua capacidade de queima de gás e geração de calor. mais oxigênio do ar ambiente irá consumir e mais gases quentes de combustão serão produzidos. conhecidos como aquecedores de passagem. . ou seja.Instalações hidráulicas/sanitárias Já os demais fatores causadores de queima insuficiente do gás nos aparelhos domésticos têm maiores implicações. pois dependem de como e onde está instalado o aparelho a gás. e geralmente constituem as situações mais críticas nos apartamentos. e também de sua potência térmica. Os aparelhos de maior potência calorífica são os aquecedores de água instantâneos. Quanto maior for a potência térmica do equipamento. e que requerem maior atenção.

Em geral são aparelhos cuja potência térmica é pequena. Este é o caso. Na maioria dos casos. Por isso eles são ditos de combustão aberta. de fornos. combustão atmosférica ou com tomada de ar ambiente. secadoras. fogões. este provém do próprio ambiente onde ele se encontra instalado.Instalações hidráulicas/sanitárias Ventilação adequada de ambiente que contém equipamentos a gás Qualquer equipamento a gás em operação consome oxigênio do ar. churrasqueiras. . por exemplo. lareiras e calefadores (aquecedores de ambiente) a gás.

5 cm²/kcal/min. A referida norma técnica da ABNT determina que um equipamento a gás só pode ser instalado num local dotado de aberturas que provejam ventilação permanente com área total à razão de 1. por vezes. . sendo. Normalmente eles nunca são instalados em locais que possam ficar completamente estanques.Instalações hidráulicas/sanitárias A queima do gás nestes aparelhos requer a reposição do ar consumido. de 1.5 cm² para cada quilocaloria por minuto (kcal/min) de potência térmica nominal do aparelho. o que se dá por aberturas permanentes de ventilação natural. ou seja. suficientes pequenas aberturas para outros ambientes ventilados e de maior volume com os quais se comunicam. ou pequenas aberturas permanentes em janelas e caixilhos que abrem para o exterior. tais como as frestas sob as portas divisórias.

Se a potência térmica do equipamento vir indicada em quilocaloria por hora (kcal/h). cuja placa de fabricação indica potência nominal de 100 kcal/min. só pode ser instalada numa sala onde haja abertura de ventilação permanente com área mínima efetiva de frestas de (1. as aberturas de ventilação permanente devem ter frestas de pelo menos 8mm na menor dimensão quando. . por exemplo. por exemplo.foto.5 x 100) = 150 cm². constituídas por grelhas metálicas abrindo para o exterior (situação mais freqüente). Para que o fluxo de renovação natural do ar ambiente consumido pela combustão do aparelho ocorra sem dificuldade. que uma lareira a gás. situação ilustrada no detalhe .Instalações hidráulicas/sanitárias Isto significa. basta antes dividir o valor por 60 para obter o correspondente em quilocaloria por minuto.

Instalações hidráulicas/sanitárias Aberturas de ventilação permanente inferior e superior com grelhas metálicas em paredes externas .

as cozinhas dos apartamentos. devem ter ao menos duas aberturas de ventilação permanente totalizando área efetiva mínima de abertura de frestas de 200 cm². como costuma ser o caso das lavanderias de apartamentos. porém item de presença obrigatória nos prédios de produção comercial projetados e edificados desde 1994. Uma abertura superior deve ter ao menos 100 cm² e a inferior no mínimo 25% da área total requerida. acima de 183 kcal/min e os destinados a aquecedores a gás convencionais. Já ambientes que contém fornos e fogões mais potentes. na vigência do Código de Defesa do Consumidor.Instalações hidráulicas/sanitárias Além disso. . devido à maior potência térmica nominal desses equipamentos. lamentavelmente isto é muito raro de se ver em edifícios residenciais. onde são instalados fornos e fogões convencionais a gás de até 183 kcal/min. Entretanto. devem atender a requisitos mais rigorosos.

Instalações hidráulicas/sanitárias Já ambientes que contém fornos e fogões mais potentes. devem ser previstas duas aberturas permanentes simultâneas. A melhor situação é aquela em que ambas as aberturas se comunicam diretamente para fora e se situam em paredes externas opostas ou contíguas. com a finalidade de prover fluxo ar externo para a combustão. devido à maior potência térmica nominal desses equipamentos. acima de 183 kcal/min e os destinados a aquecedores a gás convencionais. sendo uma abertura superior e outra inferior. em renovação ao ar consumido na queima do gás dentro do aquecedor. Neste caso. permitindo o que se chama de ventilação cruzada. devem atender a requisitos mais rigorosos. . como costuma ser o caso das lavanderias de apartamentos.

Instalações hidráulicas/sanitárias Aberturas de ventilação permanente superior e inferior em ambiente contendo aquecedor convencional a gás .

é tolerado que essa abertura se dê para um outro ambiente anexo (exceto dormitório). A ventilação superior deve ter área efetiva de abertura de frestas mínima de 400 cm². por exemplo. por sua vez dotado de ventilação permanente inferior de área equivalente se o seu volume for inferior a 30 m³. a abertura inferior da área de serviço pode ser alojada na parte inferior da porta ou parede que a separa da cozinha.50m acima do piso interno.80m acima do nível do piso interno. Neste caso. com a base situada a não menos de 1. . Na impossibilidade de se comunicar diretamente para o exterior.Instalações hidráulicas/sanitárias A ventilação inferior deve ter uma área efetiva mínima de abertura de frestas de 33% da área total calculada para o ambiente. preferencialmente se comunicando com o exterior do edifício. O seu topo não pode ficar situado mais do que 0.

.5 x 800) = 1200 cm². providos ou não de ventilação mecânica. neste caso caindo nos valores mínimos admitidos pela norma da ABNT.5 x 400) = 600 cm². como área da abertura superior. com potência nominal de 400 kcal/min. uma lavanderia que contenha um aquecedor de passagem de alta potência com combustão atmosférica. A título de exemplo. também pode abrir para dutos de ventilação próprios para esse fim.Instalações hidráulicas/sanitárias Sob certas condições. ou 800 cm². ou 400 cm² como área da abertura inferior e os outros 2/3. com queimador de 800 kcal/min requer uma área total de ventilação de (1. Uma boa distribuição dessa área total é deixar 1/3. exigirá área total calculada em (1. Um aquecedor de menor potência. por exemplo. a saber: 200 cm² para a abertura inferior e 400 cm² para a superior.

feita por pequenos furos situados acima das lâminas deslizantes de vidro. ou com áreas de abertura de frestas muito inferiores à necessidade dos respectivos equipamentos a gás. onde só existe a ventilação superior. A foto abaixo mostra um caso típico.Instalações hidráulicas/sanitárias É muito freqüente encontrar em cidades verticalizadas do país edifícios com menos de 13 anos de construção completamente desprovidos de aberturas de ventilação permanente e/ou com janelas e caixilhos que permitem vedação completa. e com área total muito abaixo dos 400 cm². com tamanho menor do que 8mm de fresta. principalmente em se tratando de aquecedores de passagem. . ou ainda sem a abertura de ventilação inferior.

Instalações hidráulicas/sanitárias Aquecedor instalado em ambiente com ventilação superior insuficiente e sem ventilação inferior .

. estavam vivendo num apartamento recém construído cuja lavanderia foi entregue pela construtora em condições de completa arapuca! Vale ressaltar que essas advertências e restrições só se aplicam a aquecedores ditos de combustão aberta ou atmosférica. que tomam o ar do próprio ambiente para realizar a queima do gás. e tomadas providências imediatas. os mais comuns e de menor custo no mercado. sem saber.Instalações hidráulicas/sanitárias Até serem feitas as inspeções prediais que resultaram num laudo técnico orientativo das medidas corretivas e preventivas a proceder nas instalações prediais hidráulico-sanitárias e de gás. Ou seja. os seus desavisados moradores não estavam conscientes do permanente risco que corriam de serem as próximas vítimas de morte por asfixia ou intoxicação causadas pelo aquecedor a gás. aliás.

Com isso. ou seja. Também estão sendo oferecidos no mercado aquecedores de água a gás de combustão aberta dotados de um sensor indicativo da redução de oxigênio no ambiente.Instalações hidráulicas/sanitárias Existem.5%. através de um duto (tubo) metálico flexível. impossibilitam uma redução perigosa da concentração de oxigênio do ar ambiente e a dispersão de monóxido de carbono causada por queima deficiente do gás. . o menor limite considerado seguro para pessoas e animais. Neles. aspirado por uma ventoinha situada dentro do próprio equipamento. há uma câmara de combustão selada. Este desliga automaticamente o equipamento e corta o fluxo de gás para o queimador quando a concentração de oxigênio no ar do ambiente cair abaixo de 19. aquecedores de combustão fechada. que tomam ar exclusivamente do exterior. o local onde ocorre a queima do gás não tem nenhum contato ou abertura com o ambiente em que o aparelho é instalado. no entanto.

além de tomada direta de ar externo para queima do gás e câmara de combustão selada. . sem nenhum contato com o ambiente interno. chamados aquecedores de fluxo balanceado.Instalações hidráulicas/sanitárias Mais recentemente se tornaram disponíveis aquecedores a gás que. Este tipo de aquecedor a gás pode ser instalado com total segurança até mesmo dentro de banheiros. também apresentam saída dos gases quentes forçada por ventoinha própria ou por circulação convectiva natural.

Instalações hidráulicas/sanitárias Princípio de funcionamento de um aquecedor de fluxo balanceado .

Instalações hidráulicas/sanitárias Terminal específico e duplo duto concêntrico de aspiração e exaustão de aquecedor de fluxo balanceado .

viver em segurança não tem preço! .Instalações hidráulicas/sanitárias Em apartamentos desprovidos de aberturas adequadas de ventilação permanente. apesar do seu custo mais elevado. ou onde a adequação às normas técnicas é mais difícil. Porém. um bom recurso pode ser a sumária substituição do aquecedor convencional de combustão atmosférica por um destes dois modelos citados.

onde será alojada a respectiva chaminé. unicamente por estarem mais quentes e serem mais leves do que o ar atmosférico existente dentro do ambiente onde se alojam. . a exemplo dos balões dirigíveis e mesmo dos balões soltos em festas juninas.Instalações hidráulicas/sanitárias Instalação adequada de aquecedores a gás Os aquecedores de água a gás convencionais. Isto porque gases quentes apresentam uma natural tendência ascensional. ou tiragem. Isto significa que os gases quentes de combustão são expelidos para o exterior. um valor limitado para cada modelo. e determinam o diâmetro mais adequado para a saída desses gases. apresentam tiragem natural. além da combustão aberta. através das respectivas chaminés de exaustão. Os fabricantes de aquecedores calculam o poder ascensional. dos gases quentes de combustão dos seus equipamentos.

e à instalação da própria chaminé. eles poderão em parte retornar para dentro do local que os abriga. Por exemplo. existem limitações de suma importância relativas à localização do aquecedor a gás de tiragem natural em relação à parede externa do ambiente que o contém. tornando a chama mais amarela. e neles introduzir o famigerado e tóxico monóxido de carbono. uma chaminé com comprimento excessivo pode favorecer em dias frios um resfriamento parcial dos gases quentes de combustão. . com redução de sua densidade e alteração nas condições de queima. com produção de monóxido. Se houver dificuldade para a saída dos gases quentes em aquecedores de combustão aberta.Instalações hidráulicas/sanitárias Por esta razão.

Instalações hidráulicas/sanitárias Por outro lado. A mesma norma técnica NBR 13103:2006 fixa as condições para a correta instalação de aquecedores de água a gás com combustão atmosférica e tiragem natural. acima do previsto pelos fabricantes dos aquecedores a gás. facilidade excessiva para o escape dos gases quentes de combustão para a atmosfera. também não é recomendada. e conseqüente vazamento de gás para dentro do ambiente. . com risco de intoxicação e até de incêndio. pois isto provoca um fluxo de ar exagerado em direção ao queimador e pode causar o repentino apagamento da chama. A figura abaixo é válida tanto para aquecedores de acumulação (com tanque para reserva de água quente) quanto para aquecedores instantâneos ou de passagem (que aquecem a água no momento de sua passagem pelo aparelho).

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

Assim. nestes casos. A chaminé deve ter diâmetro uniforme e igual ao diâmetro da saída de gases de combustão do aquecedor.Instalações hidráulicas/sanitárias Esta norma exige que todo aquecedor de água a gás tenha uma chaminé. para que os gases quentes sejam conduzidos para fora do apartamento. . É proibido instalar chaminé com diâmetro inferior ao da saída do aquecedor ou reduzir esse diâmetro no meio da chaminé. se o aquecedor instalado possuir uma saída de 125 mm de diâmetro. haverá um estrangulamento dificultador da exaustão dos gases. a chaminé também deverá possuir esse mesmo diâmetro (equivale a 5 polegadas). pois.

subindo pelo menos 2 cm a cada metro de extensão (ou 2% de declividade). Além disso. o trecho horizontal da chaminé deve ser o mais curto possível e estar instalado com uma inclinação mínima para cima em direção ao exterior. . é possível aumentar esse diâmetro para compensar a dificuldade de fluxo causada por comprimento exagerado ou curvas em excesso na chaminé.Instalações hidráulicas/sanitárias Entretanto. em certas condições. Essa inclinação favorece o fluxo de gases quentes para fora. isto requer cálculos de engenharia que só um profissional especializado pode realizar de forma adequada. pois tendem a subir. porém.

) e redução do diâmetro da chaminé (direita) .Instalações hidráulicas/sanitárias Erros de instalação: aquecedor desprovido de chaminé (esq.

sem inclinação (dir) .Instalações hidráulicas/sanitárias Erros de instalação: trecho horizontal de chaminé com inclinação descendente (esq) e extensão excessiva.

rente à parede externa. o trecho vertical de chaminé. por exemplo. é necessário prover alguma forma de compensação.00m. deve ter uma extensão mínima de 35 cm. Outras formas de compensação são. Também. a contar do topo da gola ou defletor do equipamento. o aumento do diâmetro da chaminé e a redução no ângulo da curva. logo acima do aquecedor. . neste caso dotado de um chapéu chinês (terminal em formato cônico) na extremidade. criando um trecho vertical adicional fora do apartamento. de 90° para 45° ou menos. até a base do trecho vertical subseqüente. Quando algum desses três requisitos não puder ser observado.Instalações hidráulicas/sanitárias Em princípio. por exemplo. a chaminé deve ter uma única curva de raio longo de até 90° e o comprimento mínimo do trecho horizontal não deve ultrapassar a 2. onde se inicia a chaminé.

Instalações hidráulicas/sanitárias Adverte-se. contados a partir da base da abertura mais inferior no aparelho. Neste caso. mas requerem cálculos de engenharia apropriados. Entretanto. . na forma de aberturas horizontais superpostas. mediante concurso de um profissional especializado que estudará as alternativas possíveis e indicará a melhor solução para cada caso. há aquecedores com tomadas de ar laterais para a exaustão de gases. a exigência de altura passa a ser de 60 cm. como a da figura abaixo (à direita). que estas situações excepcionais são admissíveis. até a base do trecho horizontal da chaminé. Vale ressaltar que a exigência de comprimento mínimo de 35 cm para o trecho vertical da chaminé deve ser considerada quando o aquecedor possui um defletor em forma de gola na parte superior do equipamento (ver fotos acima). no entanto.

Instalações hidráulicas/sanitárias Erros de instalação: inexistência (esq) e insuficiência de altura do trecho vertical (dir) da chaminé(dir) .

. possibilitando o seu apagamento e causando desregulagem na proporção correta de oxigênio e gás combustível para a queima ideal.Também a falta do terminal possibilita a entrada de água de chuva. dentro da chaminé.Instalações hidráulicas/sanitárias Outro cuidado que deve ser objeto de verificação é a obrigatoriedade da existência de um terminal adequado na extremidade externa da chaminé. possibilitando o apagamento da chama. com chama estável e totalmente azul. O terminal se destina a permitir o correto expelimento desses gases sem prejudicar as condições adequadas de tiragem. Sua ausência aumenta o fluxo de gases na saída e de ar atmosférico sobre a chama. e daí para o interior do aquecedor. É proibido expelir gases de combustão dentro do apartamento. impelida pelo vento. quando ela descarregar os gases de combustão para o ar livre ou área externa do edifício.

Instalações hidráulicas/sanitárias Erros de instalação: Terminal dentro da edificação (esq) e posicionado na direção horizontal (dir) .

Instalações hidráulicas/sanitárias Outro risco. . e locais que favorecem a formação de sucção quando os ventos incidem perpendicularmente. Ele não deve ficar instalado junto a concavidades e cantos côncavos na fachada externa do edifício. é o sumário apagamento da chama. a posição do terminal é relevante. Em relação a esse aspecto. Isto porque o terminal também tem a função de dificultar a incidência direta de ventos sobre o interior da chaminé. o apagamento da chama poderá ocorrer com freqüência sempre que ocorrer um vento forte. pois são regiões de estagnação do vento de incidência direta. onde não há terminal instalado. Neste caso. como na foto acima à direita. quando a extremidade externa da chaminé se abre para uma fachada do edifício voltada contra as direções de ventos fortes (mais freqüentes os de leste e nordeste em Curitiba).

pois isto é um dificultador para o seu livre escoamento e pode alterar as condições que mantém a chama estável e a queima em proporções ideais. dificultando a saída dos gases quentes e contribuindo para o chamuscamento da pintura ou do revestimento externo. Outro erro freqüente é a instalação do terminal encostado na fachada externa do prédio e até recuado em relação a ela. é errado instala-los com sua maior dimensão na direção horizontal.Instalações hidráulicas/sanitárias Como os gases quentes que escapam pelo terminal apresentam tendência ascensional. .

Instalações hidráulicas/sanitárias Erros de instalação: terminal da chaminé recuado (esq) e encostado (dir) na fachada do edifício. .

que possibilita a tiragem correta e exaustão natural e impede que o calor dos gases quentes seja transferido em parte para a parede externa. com fornecimento de água quente de forma rápida e satisfatória.Instalações hidráulicas/sanitárias O terminal deve distar pelo menos 10 cm da superfície exterior do edifício. vale lembrar que um aquecedor a gás representa um enorme conforto para os moradores. Finalmente. . sendo atualmente mais econômico para esta finalidade do que um correspondente aquecedor elétrico. Esta distância mínima permite uma circulação de ar adequada.

é imprescindível que os aquecedores a gás estejam instalados de forma correta. e sejam mantidos sempre bem regulados. deve-se solicitar a presença de um técnico especializado. . em ambiente adequadamente ventilado.Instalações hidráulicas/sanitárias Para que esse conforto e economia ocorram de forma segura para os moradores. para fazer a medição da concentração desse gás. de uma empresa de manutenção de equipamentos a gás de confiança. Em caso de suspeita de presença do gás tóxico monóxido de carbono no ambiente de instalação do aquecedor de combustão aberta.

Instalações hidráulicas/sanitárias Detecção da concentração de monóxido e oxigênio no ambiente .

Havendo alguma irregularidade. feito com um analisador de gás que. Em caso de dúvida quanto à correta instalação do equipamento a gás e ventilação adequada no ambiente. . ele emitirá um laudo técnico explicativo. também pode medir a concentração de oxigênio no local que aloja o aquecedor. deve-se solicitar a um profissional especializado uma inspeção predial.Instalações hidráulicas/sanitárias É um procedimento rápido e de baixo custo. contendo orientações das medidas corretivas que deverão ser tomadas em cada caso. além do monóxido.

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Tubos e conexões PPR para água quente: economia e praticidade na substituição ao cobre

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O Amanco PPR é uma evolução em termos de tubulação para água quente. Um produto inovador e moderno, que alia qualidade e tecnologia. São inúmeras as vantagens da linha Amanco PPR, dentre elas a enorme praticidade da instalação e o sistema de termofusão que faz a união molecular de tubos e conexões, oferecendo garantia total contra vazamentos. O cobre tem sido usado há décadas nas tubulações prediais de água quente, pela sua resistência a corrosão e as temperaturas elevadas. Mas é um material que vem se tornou proibitivo pois seu preço vem subindo assustadoramente. A este respeito, vide artigo “Cobre valorizado no mercado internacional afeta Brasil e incentiva roubo de condutores elétricos e de cargas”.

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Maior flexibilidade - As características do sistema permitem que sejam feitas curvas longas (de até 8 vezes o diâmetro do tubo) ou desvios, sem prejuízo nas juntas.

Resistência a impactos - Tubos PPR não amassam e possuem grande resistência a impactos.

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O cobre está custando cerca de 1/5 do preço do ouro, ou seja, é muito melhor “garimpar” cobre roubando fios elétricos e tubos de água quente nas cidades do que ir para um garimpo distante tentar a sorte procurando ouro. Hoje as obras que lidam com cobre precisam ter um ambiente trancado à sete chaves para abrigar cabos elétricos e tubulações de cobre, a que ponto chegamos... Além da questão do preço, a confecção de tubulações em cobre requer mão-de-obra especializada e é bem mais demorada que fazer a mesma tubulação usando PVC marrom, o mais usado para água fria. Só que PVC marrom começa a amolecer aos 60ºC, ou seja, não pode ser usado nas tubulações de água quente que podem atingir mais de 90ºC. Surgiu daí a necessidade de desenvolver um novo tipo de tubulação de PVC que suportasse altas temperaturas.

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Surge o PPR
Grandes empresas pesquisam a questão da substituição do cobre há décadas e algumas soluções já haviam sido oferecidas. Mas a grande evolução veio realmente com o Amanco PPR. O nome “PPR” vem do material utilizado, o Polipropileno Copolímero Random tipo 3, componente inovador e de alta tecnologia, fruto de grande pesquisa e desenvolvimento em laboratório. O PPR suporta grandes picos de temperatura e pode operar a até 80°C. É anticorrosivo e tem alta resistência a ataques químicos de substâncias como ferro, cloro ou flúor eventualmente contidos na água.

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Para aqueles que precisam se ater às normas e demais legislações envolvidas na construção civil, é interessante saber que a linha Amanco PPR atende à norma européia ISO 15874 superando as especificações da NBR 7198: projeto e execução de instalações prediais de água quente.

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Qualidade

Material atóxico - O PPR é completamente atóxico, de acordo com normas internacionais Sem incrustações - Por terem paredes internas extremamente lisas, as tubulações em PPR proporcionam uma instalação sem incrustações e sem redução do diâmetro da tubulação ao longo do tempo Instalação limpa - Como utilizam a tecnologia da termofusão, tubulações em PPR dispensam o uso de adesivo plástico e lixa, deixando o ambiente da obra totalmente limpo

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Durabilidade Ótima resistência à altas temperaturas - O PPR pode operar à temperatura de serviço de 80°C com pressão de 60mca (metros de coluna d'água) mas suportam picos de até 95°C ocasionados por eventuais desregulagens do aparelho de aquecimento. Livre de corrosão - Alta resistência a ataques químicos de substâncias como ferro, cloro ou flúor contidos na água, proporcionando durabilidade e uma instalação livre de corrosão.

Garantia total das juntas - Não existe união entre tubos e conexões. Com a tecnologia de termofusão a 260°C, ambos os materiais fundem-se molecularmente formando uma tubulação contínua para a segurança total do sistema.

dispensando assim o uso de qualquer tipo de isolante térmico. . permitindo a otimização do projeto hidráulico. reduzindo em até 2. Otimização de projeto .O PPR pode conduzir água quente e fria. o PPR proporciona ganho de produtividade nas montagens.Instalações hidráulicas/sanitárias Custo-Benefício Maior Produtividade .5% o custo total da instalação hidráulica de água quente.Devido à baixa condutividade térmica.Pela rapidez e simplicidade na instalação. o PPR não transmite calor para a face externa da tubulação e permitem a manutenção da temperatura da água por mais tempo. Não requer isolamento térmico . com relação aos produtos convencionais.

Instalações hidráulicas/sanitárias Técnica de instalação Os tubos e conexões Amanco PPR são práticos. Veja um roteiro passo-a-passo do processo de instalação: . versáteis e simples de instalar.

Instalações hidráulicas/sanitárias 1.Em primeiro lugar é preciso apoiar o termofusor na bancada e limpar os bocais com um pano embebido em álcool .

Cortar os tubos com tesoura apropriada. evitando possíveis rebarbas na tubulação .Instalações hidráulicas/sanitárias 2.

Limpar as pontas dos tubos e a bolsa das conexões que irão receber a termofusão .Instalações hidráulicas/sanitárias 3.

Instalações hidráulicas/sanitárias 4-Marcar a extremidade do tubo com a profundidade da bolsa da conexão para certificar-se de que a ponta do tubo não ultrapasse o final da bolsa da conexão. .

Introduzir simultaneamente o tubo e a conexão em seus respectivos lados do bocal. .Instalações hidráulicas/sanitárias 5.

A conexão deve cobrir toda a face macho do bocal e o tubo não deve ultrapassar a marcação feita anteriormente.Instalações hidráulicas/sanitárias 6. .

Instalações hidráulicas/sanitárias 7. . quando decorrido o tempo mínimo de aquecimento conforme a tabela (verifique no manual).Retirar o tubo e a conexão do termo fusor.

É importante que a união entre tubo e conexão não seja realizada de forma oblíqua. Para bitolas acima de 50mm.A ponta do tubo deverá ser introduzida até o anel formado pelo aquecimento do termo fusor. recomenda-se trabalhar com o termofusor de bancada. 9. . num intervalo de 3 segundos iniciais existe a possibilidade de alinhar a conexão em até 15°.Instalações hidráulicas/sanitárias 8. 10-Após a termofusão da conexão com o tubo.Unir imediatamente introduzindo a ponta do tubo com a bolsa da conexão até o seu final de curso.

ferro fundido. cobre e chumbo que vinham sendo usados há séculos nas construções. Juntamente com a linha Silentium da mesma Amanco. forma um leque de tecnologias extremamente atuais. .Instalações hidráulicas/sanitárias Conclusão O PPR veio trazer uma mudança de paradigma na execução das instalações hidráulicas prediais. mostrando o quanto as tubulações em PVC podem ser versáteis substituindo com vantagem materiais tradicionais como o ferro galvanizado.

concluindo que estão principalmente relacionadas a deficiências nos respectivos projetos de sistemas prediais hidráulico-sanitários e de gás.Instalações hidráulicas/sanitárias Patologias freqüentes em sistemas prediais hidráulicos sanitários e de gás combustível decorrentes de falhas no processo As patologias mais freqüentes verificadas em anos recentes nos sistemas prediais hidráulico-sanitários e de gás combustível de 24 edifícios residenciais novos e antigos. objeto de laudos técnicos decorrentes da atividade profissionais. de forma assemelhada ao reportado em trabalhos e artigos técnicos e relaciona aquelas mais comuns conseqüentes de falhas do processo de produção desses projetos. . no município de Curitiba. Além de quantificar as patologias mais freqüentes apontadas nesses temos as causas mais freqüentes.

.Instalações hidráulicas/sanitárias Recomendações para a supressão preventiva desses problemas ainda na fase do projeto executivo. antes que venham a se manifestar na forma de futuras patologias.

Isto talvez por demandar recursos vultosos. simulações e testes invasivos e/ou destrutivos em escala real em edificações existentes. longos períodos de observação. etc. para que os dados resultantes sejam considerados consistentes. ensaios. e. . no Brasil. em particular..Instalações hidráulicas/sanitárias INTRODUÇÃO A freqüência de incidência e as causas de problemas patológicos nos sistemas prediais hidráulico-sanitários e de gás combustível têm sido ainda pouco pesquisadas em âmbito mundial.

com a introdução de inovações tecnológicas.Instalações hidráulicas/sanitárias Segundo MARTINS et al. . através da divulgação das ocorrências de patologias construtivas e seus reparos. de outro. o estudo das falhas construtivas no campo da Engenharia começou a ser tratado de forma mais sistematizada. (2003).406 de 2002).087 de 1990). de um lado. com base em princípios científicos. e a falta ou escassez de conhecimento para a aplicação de novos sistemas construtivos. e já sob a vigência do Código de Defesa do Consumidor (Lei 8. e mais recentemente o novo Código Civil (Lei 10.

. especialmente quando elas têm por causa falhas no processo de produção dos respectivos projetos de engenharia. reside na possibilidade da atuação preventiva.Instalações hidráulicas/sanitárias A importância do estudo das patologias construtivas. em particular aquelas relativas aos sistemas prediais em apreço.

) podem ser descritos e o seu desempenho medido. sem que seja necessário pensar nas partes que os compõem. este produto pode ser tanto o sistema “edifício”. ou os próprios componentes que formam um determinado subsistema.Instalações hidráulicas/sanitárias 2REQUISITOS DE DESEMPENHO x PATOLOGIAS E INCONFORMIDADES LICHTENSTEIN (1985) conceitua desempenho como o comportamento de um produto quando em uso. os vários subsistemas que o compõem (estruturas. etc. vedações. . sistemas. AMORIM (1989) ressalta que o conceito fundamental da concepção sistêmica reside no princípio de que os produtos (projetos. No caso da construção civil. etc. componentes. instalações.).

identificação dos desgastes a que estará sujeita. à resistência que esta deverá oferecer aos desgastes que sobre ela atuam e às conseqüências que ela produzirá sobre o meio ambiente. Por outro lado. ou a partes dela.Instalações hidráulicas/sanitárias Segundo ele. . e aplicação de critérios e métodos de avaliação confiáveis para a verificação do atendimento a esses requisitos. de maneira a atender determinadas necessidades do usuário. Os requisitos de desempenho são relativos ao uso propriamente dito da edificação. ou por suas partes. as necessidades básicas para a utilização desse conceito em relação a uma edificação. identificação dos requisitos de desempenho que ela deverá atender para satisfazer às necessidades dos usuários. são: identificação das necessidades dos usuários da edificação. compreende-se por requisito de desempenho a formulação qualitativa das propriedades a serem alcançadas pelo edifício.

regulamentação ou normalização técnica. .Instalações hidráulicas/sanitárias De forma bastante geral. com sintomas já manifestos) ou numa inconformidade (problema potencial ou já instalado e ainda sem sintomas aparentes) todo sistema ou subsistema que não atende algum requisito de desempenho. particularmente aqueles textualmente exigidos por legislação específica. pode-se afirmar que já incorre numa patologia (problema real.

o Código de Defesa do Consumidor. valem as normas aprovadas e registradas pelo CONMETRO. que. . Dessa forma. na ausência de normas expedidas por órgão oficiais competentes (estas efetivamente com força de lei.Instalações hidráulicas/sanitárias ASPECTOS LEGAIS.078 de 1990. REGULATÓRIOS E NORMATIVOS Quando o empreendimento que resulta numa edificação implica numa relação de consumo. cuja Resolução nº 6/92 reconhece e legitima como normas brasileiras aquelas homologadas pelo Foro Nacional de Normalização. ele é regido pela Lei nº 8. passam a receber a designação "NBR" (Norma Brasileira Registrada no CONMETRO). ao serem nele registradas. como aquelas emitidas por agências reguladoras governamentais). na sua ausência. cujo artigo nº 39 (Seção IV: “Das Práticas Abusivas”) reconhece o CONMETRO como entidade com atribuição legal para elaborar e expedir regulamentos técnicos (RT’s).

Instalações hidráulicas/sanitárias A Resolução nº 7/92 do CONMETRO designou a própria Associação Brasileira de Normas Técnicas (uma entidade privada sem fins lucrativos. de elaborar normas técnicas. ao menos desde 1992 tornou-se compulsória. representando apenas uma referência técnica. Dessa forma. até então de caráter facultativo. em seu nome. reconhecida de Utilidade Pública) o Foro do Sistema Nacional de Normalização. amparada pelo artigo nº 39 do Código de Defesa do Consumidor. por delegação de competência. a observância das normas técnicas da ABNT em projetos de engenharia cujo produto resulta em relação de consumo. . com atribuição.

Instalações hidráulicas/sanitárias Desde então. manifestas ou potenciais. constituem patologias. seja no que nela se encontra efetivamente instalado. . quaisquer inconformidades normativas verificadas nos sistemas hidráulicos prediais de uma edificação. sejam nos respectivos projetos. relativas às normas técnicas correlatas da ABNT.

realizados nos anos 70 em diversos países com longa tradição de construir bem. deu causa a levantamentos sistemáticos. depois de colocadas em uso. PRINCIPAIS CAUSAS DE PATOLOGIAS EM SISTEMAS PREDIAIS A necessidade de avaliação do desempenho das edificações. cujos resultados quanto à origem das respectivas falhas seguem-se: .Instalações hidráulicas/sanitárias 4.

insuficiência ou inexistência de detalhes construtivos. os vícios podem ocorrer por falhas de concepção sistêmica.Instalações hidráulicas/sanitárias As principais causas de patologias de origem endógena durante ocupação. falhas de execução (19% a 30%). . originadas por fatores inerentes à própria edificação: falhas decorrentes de projetos (36% a 49%). de componentes (11% a 25%) e de utilização (9% a 11%). ou seja. ausência ou incorreções de especificações de materiais e de serviços. erros de dimensionamento. Na fase de projeto dos sistemas prediais.

) e da inexistência de coordenação ou compatibilização com os diversos outros subsistemas da edificação (vedações. etc. ar condicionado.). telefônico. elétrico.Instalações hidráulicas/sanitárias Mas também as patologias e inconformidades podem decorrer de falhas no processo de produção do projeto. tais como falhas de comunicação com projetistas de outros sistemas prediais (estrutural. circulação horizontal e vertical. por falta de um processo ordenado de desenvolvimento segundo os princípios já consagrados do que se convencionou chamar engenharia simultânea. etc. ou seja. . conforme FABRÍCIO & MELHADO (2002).

. componentes e equipamentos constituintes (tubos. válvulas. conexões. vazões e temperaturas. muitas das patologias manifestas ou potenciais incidem de forma repetitiva em diferentes edifícios inspecionados. além da enorme variedade de materiais. bombas. em conseqüência. reservatórios. dispositivos de medição. revelando falhas sistemáticas na fase de projeto desses sistemas prediais. registros. acessórios. que vão desde simples falhas freqüentes em certos equipamentos até intrincadas flutuações de pressões.Instalações hidráulicas/sanitárias Patologias em sistemas prediais hidráulico-sanitários e de gás combustível São características próprias dos sistemas hidráulicos prediais a sua complexidade funcional e a inter-relação dinâmica entre os seus diversos subsistemas. podem dar origem a uma grande diversidade de manifestações patológicas nas edificações. decorrentes de falha de concepção sistêmica no projeto. etc. tanques. Estas peculiaridades. Porém. dispositivos de controle.).

Instalações hidráulicas/sanitárias Ao se caracterizar e apontar essas falhas mais freqüentes. Portanto a tipificação e caracterização da natureza das patologias e inconformidades mais freqüentes nesse universo amostral podem contribuir para uma ação preventiva ao menos durante a etapa de projeto de novas edificações. com o intuito de evitar que se repitam em novos edifícios a serem projetados e construídos. os resultados podem ser razoavelmente extrapolados para outras cidades verticalizadas do país. . mesmo com base apenas em levantamentos feitos num pequeno universo amostral de um determinado centro urbano.

sob a presunção do aproveitamento da experiência acumulada. . entre as perícias em instalações hidráulicas prediais realizadas pelos autores nos últimos oito anos na cidade de Curitiba .Instalações hidráulicas/sanitárias A título de exemplo. foram selecionados 24 edifícios residenciais julgados mais representativos.PR. grande parte das quais poderão ser evitadas em edifícios ainda a serem projetados e construídos. cujos laudos técnicos apresentam certas patologias recorrentes.

subdivididas em água fria (AF). Na coluna “outro” estão apontadas patologias e inconformidades relevantes não relacionadas diretamente com esses subsistemas. . esgoto sanitário (ESG) e águas pluviais (AP). porém associadas a tubulações como um todo. combate a incêndio (INC). água quente (AQ). gás combustível natural ou liquefeito de petróleo (GÁS).Instalações hidráulicas/sanitárias A freqüência de incidência qualitativa de inconformidades presentes e patologias manifestas.

vazamento. refluxo.). resultou de maior freqüência e relevância. exclusivamente decorrentes de falhas no processo de produção do projeto. mas por citações de mais fácil identificação. etc. ruído. particularmente por falta de um processo adequado de engenharia simultânea. . Note-se que as patologias apontadas.Instalações hidráulicas/sanitárias Natureza das patologias freqüentes em sistemas prediais conseqüentes de falhas no processo de produção do projeto Considerando uma combinação da incidência relativa (freqüência) com um nível atribuído à gravidade (relevância) das correspondentes conseqüências de uma dada patologia ou inconformidade cuja causa provém de falha no processo de produção do projeto. não foram necessariamente referenciadas pelos sintomas conseqüentes (mau cheiro. apontada nos laudos dos 24 edifícios inspecionados.

com possibilidade de admissão de água contaminada em seu interior .AF Tampas de acesso às câmaras do reservatório elevado executadas e instaladas de modo incorreto.Instalações hidráulicas/sanitárias Água fria .

Instalações hidráulicas/sanitárias AF Adoção de reservatório elevado e/ou cisterna com câmara única (sem septo separador) AF e AQ Ramais de distribuição de água fria e quente dos apartamentos formando sifões com possibilidade de segregação de ar em seus colos altos AF Tubulações plásticas expostas ao tempo .

e da laje de fundo com o piso .Instalações hidráulicas/sanitárias AF Irregularidades na central redutora de pressão: ausência de meios para drenagem. exigüidade de espaço para instalação de filtros tipo Y e registros de fechamento AF Barrilete elevado dividindo o mesmo espaço físico com a casa de máquinas de elevadores AF Ausência ou insuficiência de folga das paredes laterais da cisterna com paredes limítrofes do subsolo.

Instalações hidráulicas/sanitárias AF Cisterna enterrada ou semi-enterrada impedindo esgotamento totalmente por gravidade AF Insuficiência de espaço na casa de bombas de recalque para instalação de registros de fechamento adequados nas tubulações de sucção das bombas centrífugas AF Casa de bombas em cota superior ao fundo da cisterna impedindo afogamento das bombas AF Tampa da abertura de acesso à cisterna sem fechamento estanque e/ou de modo incorreto .

Instalações hidráulicas/sanitárias AF Tampa da abertura de acesso à cisterna sem fechamento estanque e/ou de modo incorreto AF Propagação de ruídos e vibrações das bombas de recalque a partir da casa de bombas AF Existência de eletrodutos correndo aparentes dentro da cisterna AF Formato alongado da cisterna. com zonas de estagnação. dificultando a renovação da água AQ Ramais de distribuição de água quente correndo dentro de enchimentos de contrapiso das lajes .

GÁS Ausência ou insuficiência de aberturas adequadas de ventilação permanente para ar de combustão em ambientes contendo equipamentos a gás GÁS Ausência de meio ou duto coletivo de ventilação permanente para os abrigos de medidores de gás situados nos halls dos andares GÁS Extensão insuficiente do trecho vertical das chaminés de aquecedores a gás com tiragem natural GÁS Ramais de distribuição de gás combustível executados em aço carbono preto correndo dentro de enchimentos de contrapiso das lajes e desprovidos de tubos-luva ventilados nas extremidades . devido à exigüidade de espaço.Instalações hidráulicas/sanitárias AQ Extensão insuficiente de braço de flexão em derivações de colunas de distribuição de água quente em edifícios com sistema de geração central.

Instalações hidráulicas/sanitárias GÁS Ramais de distribuição de gás combustível correndo dentro de vazios construtivos e paredes drywall. desprovidos de tubos-luva ventilados nas extremidades ESG Ligação direta e em nível de tubo ventilador secundário em coluna de ventilação sem a presença de alça de ventilação com altura adequada ESG Ramais de descarga de máquinas de lavar roupa e louças subdimensionados ESG Posicionamento de terminais de colunas de ventilação de esgoto e tubos ventiladores primários em locais inadequados na cobertura. em regiões de depressão quando da incidência de ventos fortes ESG Sifão flexível de pia de cozinha instalado sem altura mínima de fecho hídrico .

Instalações hidráulicas/sanitárias AP Inexistência de redução excêntrica e redução da seção útil de ralos planos por manta de impermeabilização superficial da laje e de sua proteção mecânica AP Empoçamento de águas pluviais em áreas externas e transbordamento para o interior do edifício quando ocorrem chuvas intensas AP Posicionamento de poço de drenagem sob vaga de garagem dificultando manutenção urgente .

poderá contribuir neste sentido.Instalações hidráulicas/sanitárias CONCLUSÕES . A ausência de um processo ordenado de produção dos projetos de edificações. em particular de edifícios residenciais. justamente nesta fase é que medidas preventivas adequadas deverão ser adotadas. O prévio conhecimento das falhas mais freqüentes. podem resultar em posteriores manifestações patológicas nos seus sistemas prediais hidráulico-sanitários e de gás combustível. ou falhas ocorridas durante o desenvolvimento desse processo. Uma vez que as causas dessas patologias estão localizadas nos respectivos projetos. . destacadamente a completa e simultânea integração aos demais projetos do edifício ao longo do seu processo de concepção e desenvolvimento. pelo autor do projeto e/ou por um coordenador do seu processo de produção. associadas a algum nível de desconforto ou de risco para os seus usuários.

Instalações hidráulicas/sanitárias Saneamento Básico e seu impacto no setor da construção .

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

a preservação do Planeta Terra como foco e considerando todas as ações reservadas para 2009. . o mercado imobiliário brasileiro deu um salto espetacular. com mais de 600 mil imóveis negociados e 140 mil empregos formais gerados (com carteira assinada). no ano passado. entre outros) usados pela construção civil. imagine o tamanho da resposta do setor às campanhas de alcance mundial. com o processo de cortes de impostos incidentes sobre insumos (cimento. o setor da construção deverá viver um boom ainda mais vigoroso no próximo ano. especialmente em obras de infra-estrutura. Se.Instalações hidráulicas/sanitárias Tendo a água como tema principal. areia.

Ban Ki-moon. do 2o. ganhou um lei ampla no Brasil e faz parte das ações do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC). social e ambiental de qualquer país. anualmente. 1. . Esse tema também foi pauta. Há um consenso mundial sobre o impacto da universalização do saneamento básico tanto para acelerar o crescimento econômico. Fórum Brasileiro da Água realizado em São Paulo e.5 milhão morrem por causa de água contaminada ou doenças associadas à falta de saneamento.6 bilhões de pessoas vivem sem esgoto no mundo. no início de 2007. declarou que a entidade instituiu 2008 como o Ano Internacional do Saneamento Básico. quanto para minimizar os problemas de saúde da população. Cerca de 2. no início de Novembro.Instalações hidráulicas/sanitárias Secretário-Geral da ONU. O principal objetivo é a redução do número de pessoas que vivem sem acesso a esgoto e à água potável.

Nas zonas rurais a coleta atinge apenas 4% da população.Trata Brasil: Saneamento e Saúde .realizada pela Fundação Getúlio Vargas revela que a falta de saneamento básico no Brasil é uma questão que deveria ter sido resolvida no século passado e que atualmente atinge 47% da população brasileira. sendo as crianças entre 1 e 6 anos as principais vítimas. Mais de 100 milhões de brasileiros não dispõem e rede de coleta de esgoto sanitário. 48 milhões usam as antigas fossas sépticas. A recém divulgada pesquisa .Instalações hidráulicas/sanitárias No Brasil os dados são alarmantes: segundo o Instituto Trata Brasil sete crianças morrem todos os dias vítimas de diarréia e 700 mil pessoas são internadas a cada ano nos hospitais públicos devido à falta de coleta e tratamento de esgoto. .

oferta de trabalho. habitação é um sistema. Apesar de as Metas do Milênio da ONU para essa questão prever a redução pela metade da população mundial que vive sem saneamento básico. os serviços de saúde. educação. o estudo da FGV constata que a universalização do acesso ao esgoto tratado no Brasil só deverá acontecer por volta do aniversário de 300 anos da independência do Brasil.Instalações hidráulicas/sanitárias Do ponto de vista urbano. esporte e lazer. além de uma rede viária que permita a eficiente mobilidade de pessoas e de veículos privados e coletivos. em 2122. do bom funcionamento de cada um desses sistemas e da integração entre os mesmos. . Assim como são sistemas as redes que permitem a realização das atividades cotidianas como a infra-estrutura de saneamento básico. até 2015. comércio. A busca pela cidade sustentável depende. em boa parte.

Além da universalização. estima-se que o País terá de investir R$ 220 bilhões.concebe o saneamento básico em sua integralidade. manejo dos resíduos sólidos e drenagem e manejo das águas pluviais.Instalações hidráulicas/sanitárias O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).até 2010 para a construção de redes de água e esgoto. No entanto. para atingir a meta de acabar com o déficit atual de saneamento básico. abrangendo abastecimento de água. a lei de janeiro de 2007 que altera as anteriores sobre o assunto no Brasil é ampla .ou R$ 10 bilhões ao ano . do governo federal prevê R$ 40 bilhões . . esgotamento sanitário. diluídos em 20 anos. limpeza urbana.

obras de infra-estrutura demandam muita mão-deobra sem a qualificação exigida pela indústria de transformação e devem responder pelo crescimento da empregabilidade no pais.Instalações hidráulicas/sanitárias A indústria da construção tem papel fundamental na disponibilização de tecnologia e no desenvolvimento de soluções para a questão do saneamento básico no Brasil. De forma geral.incluindo o mercado imobiliário e o saneamento básico .é um dos setores que os economistas classificam como dependentes de mão-de-obra intensiva e que respondem mais rapidamente aos estímulos dados pelo governo. A construção civil . Além do impacto social. .

Instalações hidráulicas/sanitárias Revolução no Saneamento Básico .

Instalações hidráulicas/sanitárias A sanção da Lei Nacional do Saneamento Básico pelo Presidente . consolidou as bases da proposta e impulsionou a retomada do debate sobre o tema no parlamento nacional. Mas a revolução que aponto no título deste artigo não está apenas nas décadas de atraso superadas com a sanção da lei. através das Conferências das Cidades. É resultado do protagonismo assumido pelo Ministério das Cidades que.. A revolução está mesmo é no conteúdo da nova lei.. foram mais de 20 anos de atraso.. nos primeiros dias do seu novo mandato é um marco na história brasileira. Ao todo.. . de vácuo normativo e de ausência de uma política nacional para o saneamento..

limpeza urbana. . esgotamento sanitário. assegurado através da ampliação progressiva do acesso para todas as pessoas que vivem em nosso país aos serviços de saneamento básico. Além da universalização do acesso. Os municípios adquirem através da nova lei a titularidade dos serviços de saneamento básico e devem adotar o planejamento como ferramenta para alcançar a universalidade do acesso e a integralidade dos serviços. abrangendo abastecimento de água. manejo dos resíduos sólidos e drenagem e manejo das águas pluviais. a lei concebe o saneamento básico em sua integralidade.Instalações hidráulicas/sanitárias A lei enfatiza e aponta os caminhos para tornar realidade o saneamento como um direito de cidadania.

programas. ações para emergências e contingências. O controle social. O princípio do controle social é introduzido no saneamento básico para garantir à sociedade participação na formulação das políticas. médio e longo prazos para a universalização. ambientais e socioeconômicos. por lei municipal. e. organizações da sociedade civil e de defesa do consumidor. entidades técnicas.Instalações hidráulicas/sanitárias Toda a prestação dos serviços deverá se basear em um plano municipal de saneamento básico que abranja: diagnóstico situacional através de indicadores sanitários. projetos e ações para alcançar os objetivos e as metas. no planejamento e na avaliação dos serviços. epidemiológicos. . poderá contar com órgãos colegiados consultivos. com representação do governo e prestadores. dos usuários. objetivos e metas de curto. mecanismos e procedimentos para a avaliação sistemática da eficiência e eficácia das ações programadas.

evidenciam que os direitos da cidadania adquirem centralidade na política de saneamento.Instalações hidráulicas/sanitárias Os serviços deverão contar com entidade técnica reguladora para estabelecer padrões e normas de prestação dos serviços e garantia dos direitos e satisfação dos usuários. Os ganhos de produtividade nos serviços deverão ser socializados. A prioridade na transparência e no controle público das ações. dos mecanismos de controle social. de audiências e consultas públicas. através de sistemas de informações e processos decisórios institucionalizados. Lei municipal deverá detalhar as normas de regulação e as regras para definição e reajustes na tarifa. . revertidos em favor dos usuários nas tarifas. do amplo acesso a informações sobre os serviços. com ênfase na qualidade dos serviços e na modicidade tarifária. das normas legais para a definição das tarifas.

saneamento como política pública e direito básico de cidadania. Os investimentos em empreendimentos e prestadores públicos serão priorizados. Tudo isso traz reflexos importantes para Cuiabá e nos preocupa. Assunto para uma próxima oportunidade.Instalações hidráulicas/sanitárias A alocação de recursos públicos federais será ampliada e articulada às diretrizes e aos objetivos socializantes da política nacional de saneamento demarcada pela nova lei. . protagonizado pelo Estado e permeado pela participação da sociedade civil. Em suma.

Instalações hidráulicas/sanitárias De caixas a cisternas. como especificar reservatórios de água? .

como especificar reservatórios de água? .Instalações hidráulicas/sanitárias De caixas a cisternas.

do seu reaproveitamento. Não só considerando a saúde. do uso controlado da água. além de também embutir nas exigências. do reuso.Instalações hidráulicas/sanitárias Nunca os reservatórios de água tiveram tanta importância na construção civil. questões como a qualidade de vida dos habitantes do edifício e do entorno onde a construção está sendo erguida. . as normas de greenbulding prevêem aspectos relativos à sistema de fabricação. mas também no que diz respeito à construção sustentável. quer seja familiar ou pública (haja vista o caso da dengue). Com relação à água. Seja qual for o produto. os aspectos mais significativos ficam por conta do desperdício. a custos de manutenção e conservação de produtos pelos usuários. à durabilidade.

a caixa d’água.Instalações hidráulicas/sanitárias Portanto. ganham importância no cenário da construção como uma solução que envolve o meio ambiente. . e de fundamental importância para a saúde da população. como reservatório de água potável. o saneamento básico. as cisternas e os reservatórios de água em geral.

é um reservatório de instalação hidráulica para obras residenciais e comerciais com a função de garantir a reserva de água potável para o consumo na falta eventual de abastecimento. .Instalações hidráulicas/sanitárias Por que caixas d’água? A caixa d’água nasceu de uma necessidade.

Mais leves. Uma delas. os reservatórios produzidos em polietileno ganharam espaço no mercado e sobre as lajes das residências. especialmente pelo adeptos da auto-construção. . as caixas de polietileno ficaram mais fáceis de serem transportadas.Instalações hidráulicas/sanitárias Caixas d’água têm normas? Após a controvérsia de se utilizar ou não de caixas d’água de amianto. geralmente localizados na periferia dos bairros e em locais de difícil acesso. de fibrocimento e seus derivados. questões econômicas e práticas também influenciaram nesse desenvolvimento. A razão desse crescimento não foi só pela substituição do amianto. o peso .

que veremos a seguir. e muitos outros. outros tipos de fechamento substituíram a convencional tampa de arrastar. ficaram mais resistentes. para permitir a limpeza. a tecnologia de produção bem desenvolvida do plástico levou a colocar diferenciais de qualidade. as caixas também ganharam fechos mais herméticos. o processo de fabricação permitia inserir cores fora e dentro das caixas. interferir na penetração de luz no reservatório. percebidos pelos consumidores e construtores. na cor ideal para identificar sujidades no interior da caixa. fecham com mais segurança. . Além de mais leves. algumas tampas ganharam rosca.Instalações hidráulicas/sanitárias O novo material também permitiu outros avanços.

tampouco evitam o desperdício de água. Muitas não atendem aos requisitos mínimos de desempenho necessários. ficou difícil aos consumidores e especificadores discernir sobre o que realmente é qualidade em caixas d’água de polietileno. .Instalações hidráulicas/sanitárias Com a proliferação da oferta de fornecedores. PBQP. setorial do Programa Setorial Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Habitat. alegam os responsáveis pela implementação do programa “ Reservatórios de Água em Poliolefinas e Torneiras de Bóia para Sistemas Prediais”.

fazendo com que os reservatórios poliolefínicos para água potável atendam aos requisitos especificados na Norma. . estabelecendo uma norma brasileira em que se descreve objetivamente os requisitos de desempenho necessários.Instalações hidráulicas/sanitárias O Programa visa elaborar mecanismos para garantir a conformidade com as Normas Brasileiras empregadas especificamente para os reservatórios destinados a armazenagem de água potável destinada ao consumo humano.

Instalações hidráulicas/sanitárias Algumas empresas fazem parte desse Programa e já submeteram seus produtos às normas para reservatórios com volume nominal de 310. 500 e 1000 litros. que têm os seguintes requisitos de desempenho avaliados: aspectos visuais marcação dimensões massa resistência ao impacto opacidade toxidade volume útil e efetivo estanqueidade da água efetivo resistência à deformação sob ação da água .

de acordo com os requisitos e normas relativas a cada tipo de reservatório. analisamos abaixo a linha de reservatórios Amanco. Linha de reservatórios Amanco A empresa possui linha completa.UV contra os raios solares. .Instalações hidráulicas/sanitárias Como referência. para maior durabilidade ao produto. composta por Caixas d’água de polietileno linear de média densidade e Cisternas de polietileno alta densidade com antioxidante e proteção anti.

por exemplo. toxidade do material etc. utilização e preservação da saúde. com maior resistência a impactos. Os reservatórios Amanco. dependendo do tipo. Outros diferenciais dos produtos devem ser avaliados com relação à resistência. por exemplo.Instalações hidráulicas/sanitárias O processo de fabricação É importante considerar o processo de fabricação. o sistema de vedação da caixa. porque. . são fabricados por rotomoldagem. um processo industrial automatizado que garante reservatórios sem emendas. e assim presumir sua resistência e durabilidade. podemos detectar se há emendas ou não no produto. junções ou colagens. as paredes internas. Vale a pena conferir .

a proteção da água depositada é garantida por: Tampa.Instalações hidráulicas/sanitárias Com relação aos reservatórios Amanco. Ministério da Saúde e FDA USA (Food & Drug Administration) .rosca para completa vedação contra a entrada de insetos e poeira Maior resistência à exposição da luz solar e calor Parede interna lisa e branca para facilidade na limpeza e conservação da temperatura Feitas em polietileno: material absolutamente atóxico devidamente aprovado para contato com alimentos pelo Instituto Adolfo Lutz.

Os modelos de 310.Disponíveis em 2 versões: Dupla e Tripla Camada de Polietileno. Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Habitat do Governo Federal.ABNT.000 litros são fabricados em conformidade com a Norma NBR 14799/02 da Associação Brasileira de Normas Técnicas. 500 e 1. de 310 a 15. com linha de acessórios.Reservatório poliolefínico para água potável. .Instalações hidráulicas/sanitárias Caixas d’água Amanco Uma das linhas de Caixas d’água mais completa do mercado.Requisitos e estão qualificadas junto ao Programa Setorial da Qualidade de Reservatórios Poliolefínicos para Água Potável. registrado ao PBQP-H.000 litros.

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

Instalações hidráulicas/sanitárias Cada camada informa um atributo a ser considerado: 1ª camada (cinza): proteção exterior que evita passagem de luz. Tabela de medidas e capacidades Tinaplas . Aditivada também com antioxidantes (AO) e proteção anti UV. com aditivos para resistência ao raio ultravioleta (UV) e agentes antioxidantes (AO). 2ª camada (branca): conserva melhor a temperatura da água e proporciona visibilidade na limpeza.

85 -90.40 .8.60 -190.40 .766.175 -230 -215 -255 -305 -360 -90 -120 -140 -140 -160 -150 -200 -235 -235 -235 -235 .12.019.05 .000 8.36.317.60 -246.090.110 .90 .120.75 .90 .7.Diâmetro (cm) .750 2.1.19.2.10 .1.60 .512.16.Peso Cx Vazia (Kg) .190.60 .85 .27.10 .000 10.05 .90 .70 .60 .60 .60 -120.500 6.Altura (cm) .60 -10.000 .000 15.536.60 -151.000 12.60 -15.6.60 -12.151.60 .777.Peso Cx com água (Kg) 310 500 750 1.246.000 1.Instalações hidráulicas/sanitárias Capacidade (litros) .70 .

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

Aditivada também com antioxidantes (AO) e anti UV . além da água. evitando o desenvolvimento de musgos. 3ª camada (branca): conserva melhor a temperatura da água e proporciona visibilidade na limpeza. 1ª camada (bege): proteção exterior que evita passagem de luz.Instalações hidráulicas/sanitárias Este reservatório permite a armazenagem de líquidos de maior densidade. 2ª camada (preta): proteção total contra o raio solar. com prévia autorização do departamento técnico da Amanco. com aditivos para resistência ao raio ultravioleta (UV) e agentes antioxidantes (AO). colônias de bactérias e outros microorganismos.

60 8.60 1.60 6.85 6.205.60 .000 230 200 95.256.000 255 235 165.85 2.60 8.095.60 12.538.000 215 235 132.000 90 140 20.60 10.10 1.020.781.30 318.60 15.60 15.60 12.60 2.20 1.20 768.30 500 70 120 12.165.500 175 150 38.750 110 160 31.60 10.90 512.000 360 235 256.Instalações hidráulicas/sanitárias Capacidade (litros) Altura (cm) Diâmetro (cm) Peso Cx Vazia (Kg) Peso Cx com água (Kg) 310 70 90 8.000 305 235 205.90 750 75 140 18.132.10 1.

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

. prédios públicos e comerciais e até em residências. Mas as cisternas são também reservatórios adequados para armazenamento de água potável (rede pública) e indicados para captação de água de chuva ou poços para uso em sanitários. em jardins. por conta do reaproveitamento da água de chuva e da água servida. limpeza em geral. muito tem se falado a respeito da instalação de cisternas em condomínios. etc.Instalações hidráulicas/sanitárias Ultimamente. São fáceis de limpar e instalar.

são fabricadas por rotomoldagem.Instalações hidráulicas/sanitárias Cisternas Amanco Assim como as caixas d’água. Suas principais características são: Parede interna lisa Impermeável Conserva a temperatura da água para utilização exclusivamente enterrada . em polietileno de alta densidade.

60 6.60 10.000 255 235 198.000 230 200 114.Instalações hidráulicas/sanitárias Capacidade (litros) Altura (cm) Diâmetro (cm) Peso Cx Vazia (Kg) 2.100 120 160 46.300 180 160 63.60 .60 3.

Instalações hidráulicas/sanitárias A importância do tubo corrugado. nas instalações de esgoto sanitário . parede dupla.

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

Instalações hidráulicas/sanitárias Nunca se falou tanto de saneamento básico de forma tão abrangente. tecnologia para considerar a influência dos lençóis freáticos na construção. não só considerando seu valor para a promoção da saúde e para a qualidade de vida das pessoas. pois exige valas profundas. mas também pelo seu impacto no meio ambiente. garantir segurança na manutenção. nivelamento perfeito da tubulação. Parte fundamental do processo de desenvolvimento da infra-estrutura. . enfim um sistema confiável e durável. prevenir contra contaminações. a execução de sistemas coletores de esgoto requer investimento elevado.

pelas estruturas dos poços de visita e das estações elevatórias. e também das características relativas ao meio: nível de água do lençol freático. as águas de infiltração são águas subterrâneas originárias do subsolo que penetram indesejavelmente nas canalizações da rede coletora de esgotos por diversos meios: pelas paredes das tubulações. vale a pena conhecer a evolução da tecnologia utilizada nas instalações de esgoto. . Já acompanhamos há décadas. estado de conservação. depende da qualidade e do tipo de construção das tubulações e das juntas: tipos de materiais empregados.Instalações hidráulicas/sanitárias Conforme um estudo da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental – ABES. clima.quando da manutenção de redes de esgotos. pelas juntas mal executadas. composição do solo etc. A quantidade de infiltração contribuinte ao sistema de esgotos. etc. condições de assentamento destas tubulações e juntas. Por isso. a crescente substituição das manilhas cerâmicas por tubos de PVC. pelas tubulações defeituosas.

os tubos cerâmicos eram considerados ideais por não deformarem. Porém. . pela resistência à corrosão dos ácidos e solventes presentes no esgoto. Por conta do passado e da malha existente. além de evitar o desperdício e a elevação dos custos. pela economia gerada pelo processo de fabricação e pelas matérias-primas utilizadas.Instalações hidráulicas/sanitárias Utilizados há mais de cem anos. permitem também uma observação paralela do desempenho da nova tecnologia aplicada. é uma preocupação dos fabricantes oferecer produtos que se adaptam às soluções já instaladas porque. apresentaram-se frágeis com o passar do tempo.

É o caso da linha Amanco Novafort . Apresenta ainda o diferencial da Junta Elástica Removível Integrada (JERI) na ponta tubo.PEAD proporcionam vantagens percebidas como alta resistência à abrasão e ao ataque químico. e extensa variedade de conexões intercambiáveis e compatíveis com todas as soluções de tubos e conexões em PVC do mercado de saneamento. composta por tubos de PVC de parede externa corrugada.Instalações hidráulicas/sanitárias As propriedades do tubos de resina sintética como o PVC e o polietileno de alta densidade . unindo a segurança da junta integrada com a versatilidade do sistema removível. sendo inerte à ação agressiva do terreno e à corrosão interna. levando-se em conta o trabalho normal da tubulação totalmente enterrada no solo. por exemplo. A linha Amanco Novafort conta com longa durabilidade em relação aos outros materiais aplicados para a mesma finalidade: sua vida útil é superior a 50 anos. além das possibilidades de produção de uma ampla gama de opções de conexões para resolver as mais diversas situações durante a execução da obra. .

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe do perfil do Tubo Novafort .

são uma evolução tecnológica dos tubos de paredes simples existentes no mercado. obtendo-se no final. . O reduzido peso por metro permite maior facilidade de manuseio. melhor relação custobenefício em relação ao produto e também em relação à obra. O processo de produção é o que possibilita menor peso do que os tubos de parede maciça e do que os tubos cerâmicos. A parede externa corrugada proporciona ao produto excelente relação kg/m e elevada resistência mecânica. facilitando o transporte. o assentamento. instalação e manutenção.Instalações hidráulicas/sanitárias Vantagens dos tubos corrugados dupla parede Os tubos de PVC de parede dupla. e reduzindo despesas com mão-de-obra e maquinários.

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

profundidade dos poços de visita e o número de estações elevatórias em regiões planas.Instalações hidráulicas/sanitárias No caso da linha Amanco Novafort. escoramentos eventuais. . reduzindo o volume de escavação de vala. a parede interna lisa garante melhor fluidez para maiores vazões com pequena declividade.

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

por exemplo. A tecnologia usada para a produção garantiu a elevada Classe de Rigidez. Esta resistência permite suportar maiores cargas sobre o solo. em locais com maior tráfego de veículos ou máquinas pesadas. foi dimensionar os tubos de maneira a assegurar uma excelente resistência aos esforços mecânicos.000 Pa (NBR 7362-05) para os tubos de DN 200.500 Pa (NBR 7362-2 e 7362-4) para os tubos DN200 de parede lisa. . como por exemplo. contra 2. atingido 5.Instalações hidráulicas/sanitárias Um dos pontos fortes durante o desenvolvimento.

Instalações hidráulicas/sanitárias Junta Elástica Removível Integrada (JERI) .

e dentro das tubulações não existe pressão. eliminando totalmente os problemas de contaminação. . a infiltração é fator a ser combatido.Instalações hidráulicas/sanitárias Considerando que o escoamento em sistemas de coletores de esgotos geralmente ocorre por gravidade. impedindo vazamentos e infiltrações. O inovador sistema de juntas da nova linha da Amanco garante total estanqueidade mesmo durante eventuais acomodações do solo.

Instalações hidráulicas/sanitárias Sela Amanco Novafort DN 150 X DN100 Sela Amanco Novafort DN 200 X DN100 .

Toda a linha Amanco Novafort é fabricada de acordo com a norma NBR 7362/05 . são informações importantes que influenciam na eficiência do sistema coletor de esgotos. e as características do subsolo. estado de conservação.Instalações hidráulicas/sanitárias Sabe-se. também as condições de assentamento e execução das obras.tubos de PVC rígido com junta elástica Sistemas enterrados para condução de esgoto. Esta Norma é dividida em 4 partes: . que não só a qualidade das tubulações e das juntas empregadas colaboram no processo de infiltração. no entanto.

. parede externa corrugada e núcleo celular.200 Pa de DN250 até DN400. Discorre sobre os testes e especificações comuns aos 3 tipos de tubos para redes coletoras de esgotos: parede sólida.Requisitos gerais.15.Instalações hidráulicas/sanitárias Parte 1 . Parte 2 – Requisitos para tubos de parede sólida. Tem o maior peso por metro (DN150 .6 kg/barra).500 Pa até DN200 e 3. Discorre sobre os testes e especificações para tubos de parede sólida. Classe de rigidez: 2. como a linha Amanco Colefort.

Discorre sobre os testes e especificações para tubos de dupla parede. como a linha Amanco Celfort. corrugados. como a linha Amanco Novafort. Classe de rigidez: 5000Pa para todos os diâmetros.9 kg/barra). Tem peso por metro intermediário aos tubos sólidos e corrugados. Discorre sobre os testes e especificações para tubos de parede sólida. sendo a externa corrugada.Instalações hidráulicas/sanitárias Parte 3 . Parte 4 – Requisitos para tubos com parede de núcleo celular.500Pa até DN200 e 3.200Pa de DN250 até DN400. . Classe de rigidez: 2.Requisitos para tubos de dupla parede. Tem o menor peso por metro (DN150 – 9.

Sani Seat Brasil lança um novo assento sanitário com sensor. restaurantes. . A empresa desenvolveu o produto buscando oferecer maior satisfação e fidelidade de hóspedes e clientes. com fluxo maior de usuários. indicado para o setor hoteleiro.Instalações hidráulicas/sanitárias Assento sanitário assegura maior higiene. aeroportos e demais locais públicos.

Cada bobina tem duração para o equivalente a 200 vezes e pode ser trocada facilmente por qualquer pessoa. O filme é reposto automaticamente em menos de 30 segundos. O sistema pode ser utilizado em qualquer modelo de vaso sanitário.Instalações hidráulicas/sanitárias O produto é revestido eletronicamente por um filme plástico. Substituto do antigo protetor de papel. não é preciso encostar as mãos em nada para que o filme plástico seja trocado. o plástico é impermeável e de alta densidade. que além de não garantir 100% da higiene ainda trazia o risco de entupir o vaso sanitário. Assim. . o qual é ativado por intermédio de um sensor instalado na parede.

Instalações hidráulicas/sanitárias Vaso sanitário .

eleva o nível de qualquer estabelecimento. Um sensor montado na parede é ativado com um simples passar de mão. O Sani-Cover é substituído em poucos segundos. A tampa se levanta como a de um assento normal.Instalações hidráulicas/sanitárias É um assento confortável revestido de plástico impermeável que impede a umidade de ultrapassá-lo. inclusive para deficientes físicos. Fácil de operar. Valoriza a imagem. . crianças e idosos.

Através de um visor digital é possível visualizar a quantidade de refis disponíveis.Instalações hidráulicas/sanitárias Diminui o custo com problemas de entupimento. uma vez que reduz drasticamente o uso de papel. A bobina refil contém 200 usos. Suporte técnico à disposição. Fácil de instalar adaptando-se a qualquer vaso sanitário. .

O refil é 100% descartável. Reduz o contágio de qualquer enfermidade transmissível por contato. evitando sua reutilização. Clinicamente comprovado.Instalações hidráulicas/sanitárias Um refil de assento fresco e seco é utilizado a cada uso. O refil plástico se adequa às normas mundiais de qualidade e higiene sendo feito de polietileno de alta densidade. Melhora a qualidade de vida de seus clientes e/ou empregados. . com eficaz na proteção a qualquer tipo de bactéria.

a solução revelada por Sani-Seat é ao mesmo tempo simples e genial.Instalações hidráulicas/sanitárias O assento sanitário Sani-Seat é um produto concebido com a finalidade de resolver um problema até então sem solução. Sob esta ótica. . que era prover higiene em conforto na utilização de banheiros públicos e semipúblicos.

Instalações hidráulicas/sanitárias Detalhe .

Estações de Metrô e Estações Rodoviárias. Consultórios Médicos e Odontológicos. Bares e Restaurantes. Aeroportos. Hospitais. Shopping Centers. Casas de Espetáculo. Teatro e Cinemas.Instalações hidráulicas/sanitárias O assento Sani-Seat pode ser usado em qualquer banheiro onde exista a necessidade de limpeza a um baixo custo de manutenção. Motéis. Hotéis. . Escolas e Academias. Clubes. Escritórios de Empresas Privadas ou Órgãos do Governo. Clínicas.

Resultado: O usuário tem sempre à vista e sua disposição uma superfície limpa que nunca foi usada anteriormente. garantindo desta forma.Instalações hidráulicas/sanitárias Um filme plástico estéril envolve todo o aro do assento sanitário. o qual dá ínicio a operação do sistema. . sendo acionado por um sistema eletrônico com um simples passar de mão à frente de um módulo operador com sensor ótico. uma melhor qualidade de higiene. Ao mesmo tempo um carretel recolhe o filme anteriormente utilizado tornando-o inutilizável.

. Este problema tem uma solução simples e efetiva através de um moderno e único sistema eletrônico.Instalações hidráulicas/sanitárias A condição de higiene de um banheiro é um fator que afeta sensivelmente a intimidade das pessoas. Muitos usuários se sentem desconfortáveis de utilizar um sanitário público. o assento sanitário Sani-Seat.

Acompanha o Kit: 1 Adaptador para Caixa d´Água com Registro DN 25 1 Adaptador para Caixa d´Água com Registro DN 32 1 Adaptador para Caixa d´Água com Registro DN 50 1 Torneira Bóia 1/2" 1 Adaptador Soldável com Anel para Caixa d'Água DN 32 1 Joelho 90º soldável DN 32 1 Tê 90º Soldável DN 32 1 Fita Veda Rosca 18 mm x 10 m .Kit para caixa de água Novidade.

Acompanha o Kit: 1 Filtro de Entrada Tigre 3/4" 1 Adaptador para Caixa d´Água com Registro DN 25 1 Adaptador para Caixa d´Água com Registro DN 32 1 Adaptador para Caixa d´Água com Registro DN 50 1 Torneira Boia 1/2" 1 Adaptador Soldável com Anel para Caixa d'Água DN 32 1 Joelho 90º soldável DN 32 1 Tê 90º Soldável DN 32 1 Fita Veda Rosca 18 mm x 10 m .Kit para caixa de água Novidade.

Adaptador para Caixa d´Água com Registro Adaptador para Caixa d´Água com Registro Bitolas – 20/25/32/40/50 mm .

Filtro de Entrada Filtro de Entrada Bitola ¾¨ .

DN 50/DE 60 Furadeira de serviço .Ligação Predial Ligação Predial . Bitola .Tê de Serviço.

Ligação Predial Ligação Predial – Colar de Tomada Contra Perdas em PP 32 x 1/2" 32 x 3/4" 40 x 1/2" 40 x 3/4" 50 x 1/2" 50 x 3/4" 60 x 1/2" 60 x 3/4" 63 x 1/2" 63 x 3/4" 75 x 1/2" 75 x 3/4" 85 x 1/2" 85 x 3/4" 90 x 1/2" 90 x 3/4" 110 x 1/2" 110 x 3/4" .

0 mm x 50 m 32 x 3.3 mm x 100 m 32 x 3.0 mm x 100 m .Ligação Predial Ligação Predial -Tubo PE 80 Ramal Predial 20 x 2.3 mm x 50 m 20 x 2.

UMC .Ligação Predial Ligação Predial .Unidade de Medição e Controle em PVC Base 165 PE 20 x 3/4" Base 165 PE 20 x 3/4" Base 165 3/4" x 3/4" Base 165 3/4" x 3/4" Base 165 PE 20 x PE 20 Base 240 PE 20 x 3/4" Base 240 PE 20 x 3/4" Base 240 3/4" x 3/4" Base 240 3/4" x 3/4" Base 240 PE 20 x PE 20 .

Ligação Predial Ligação Predial .Extensão Hidrômetro Unijato para UMC .

Kit Cavalete Bitola ½¨ ou ¾¨. .Ligação Predial Ligação Predial .

Ligação Predial Ligação Predial .Adaptador de Compressão RM em PP 20 x 1/2" 20 x 3/4" 32 x 1" .

Ligação Predial Ligação Predial .Adaptador de Compressão RF em PP 20 x 1/2" 20 x 3/4" 32 x 1" .

Ligação Predial Ligação Predial .Joelho Adaptador de Compressão RM em PP 20 x 1/2 20 x 3/4 32 x 1 27 .

Ligação Predial Ligação Predial .Luva Dupla de Compressão em PP 20 32 .

Ligação Predial Ligação Predial .Colar Tomada Contra Perdas com Bucha de Latão em PP 60 x 1/2" 60 x 3/4" 75 x 1/2" 75 x 3/4" 85 x 1/2" 85 x 3/4" 110 x 1/2" 110 x 3/4" .

Ligação Predial
Ligação Predial - Colar Tomada PVC com Travas em PVC 32 x 1/2" 32 x 3/4" 40 x 1/2" 40 x 3/4" 50 x 1/2" 50 x 3/4" 60 x 1/2" 60 x 3/4" 75 x 1/2" 75 x 3/4" 85 x 1/2" 85 x 3/4" 110 x 1/2" 110 x 3/4"

Ligação Predial
Ligação Predial - Extremidade com Rosca para Hidrômetro em PVC

1/2" 3/4"

Ligação Predial
Ligação Predial - Extremidade com Rosca para Hidrômetro Longa em PVC

3/4"

Ligação Predial
Ligação Predial - Extremidade com Rosca e Bucha de Latão para Hidrômetro em PVC

1/2" 3/4"

Ligação Predial
Ligação Predial - Extremidade com Rosca e Bucha de Latão para Hidrômetro Longa em PVC

3/4"

Ligação Predial
Ligação Predial - Colar Tomada com Travas Bucha Latão em PVC

60 x 1/2" 60 x 3/4" 75 x 1/2" 75 x 3/4" 85 x 1/2" 85 x 3/4" 110 x 1/2" 110 x 3/4"

Ligação Predial
Ligação Predial - Adaptador para Ligação Ramal Predial com Registro em PVC

20 x 3/4"

Ligação Predial
Ligação Predial - Registro de esfera com Borboleta em PVC

3/4" 1/2"

Registro de esfera com cabeça quadrada em PVC 3/4" 1/2" .Ligação Predial Ligação Predial .

Ligação Predial Ligação Predial .Registro Passeio para Ligação Ramal Predial em PVC 20 .

Ligação Predial Ligação Predial .Furadeira para Ligação Ramal Predial PE .

Ligação Predial Ligação Predial .Fita Veda Rosca 18 mm x 10 m 18 mm x 25 m 18 mm x 50 m .

Tubos e Conexões Soldável .Tubo Soldável 6 m 20 25 32 40 50 60 75 85 110 .

Tubos e Conexões Soldável .Tubo Soldável 3 m 20 25 32 40 50 60 .

Tubos e Conexões Soldável .Luva soldável 20 25 32 40 50 60 75 85 110 .

Tubos e Conexões Soldável .Joelho 90º soldável 20 25 32 40 50 60 75 85 110 .

Obrigado . Complexo assunto ainda em questão.Instalações hidráulicas/sanitárias As instalações hidráulicas sanitárias.

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