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1 SERIE — N.° 297 — 26-12-1984 ‘Quadro de pessoal do Centro de Saude Distrital de Viseu M1 —Pesoat eaicoprofssional | © adainitrativo 4) Pessoa técico profissional: j “‘sanitério ‘coordensdor |G i principal (12 | Téenieo auxitiar sanitério de 1. (2) Se das reras de tani constant do artigo 5. do Decreto- tel’ns 28h de 17, se Agesto, relat « neceaiase se Intarer iesas "categories om ‘mero rupetor de funclonrion, serio saltadoe s lugres por conta av vagur ennenes tar ceepoia superiors, ¢ MINISTERIOS DA AGRICULTURA E DO COMERCIO E TURISMO Despacho Normative n° 177/84 ‘Ao abrigo do disposto nos n.* 1 ¢ 3 do Decreto-Lei ne 303/77, de 29 de Julho, e em aditamento & tabela n° 2—Produtos Fitofarmactuticos, aprovada pelo Despacho Normativo n.* 346/80, publicado no Didrio da Repiblica, 1% série, n? 250, de 28 de Outubro de 1984, € autorizado 0 langamento no mercado das embalagens com o contetido Iiquido (peso) de 200g, Skg e 25kg para os produtos fitofarmactutioos com peso em manebe, formulados em pé, com o teor de 50 % (p/p) de substincia activa. Ministérios da Agricultura e do Comércio e Turismo, 3 de Dezembro de 1984, —O Ministro da Agricultura, Alvaro Roque de Pinho Bissaia Barreto. —O Ministro do Comércio e Turismo, Joaquim Martins Ferreira do Amaral. MINISTERIOS DA INDUSTRIA E ENERGIA E 00 EQUIPAMENTO SOCIAL Decreto Regulamentar n.* 90/84 e 26 de Dezembro A regulamentagdo de seguranga das instalagdes eléc- tricas carece de constante actualizagao decorrente da evolucdo da técnica e do aparecimento de novos ma- teriais e equipamentos. © Regulamento de Seguranca das Redes de Distr buigdo de Energia Eléctrica em Baixa Tensdo, publi cado em Janciro de 1966, néo podia fugir a regra. O trabalho da sua revisio foi iniciado hd 7 anos pe- la CORIEL (Comissao para 0 Estudo ¢ Revisio dos 3871 Regulamentos de Seguranga das Instalagdes Eléctricas), mas s6 agora foi concluido. © Regulamento que agora se publica destina-se, na- turalmente, a substituir o que se encontra em vigor € contempla a utilizagdo, nas redes aéreas, de condu- tores dotados de isolamento especial, Fesistente a intempérie, agrupados em feixe (torcada). Aproveitou-se a oportunidade para elevar o limite dda baixa tensdo para 1000 V (entre fases), em corrente alternada, ¢ para 1500 V, em corrente continua, ten- do assim’ em conta as prescrigdes internacionais, Para assegurar a protec¢do das pessoas contra con- tactos indirectos nas redes de distribuicdo, & semelhan- ga da prética usada em muitos paises de técnica evo- Iuida, prescreve-se a ligaglo das massas ao neutro € deste’ a terra, associada ao emprego de um aparelho de corte automético. ‘Ao capitulo da proteccdo das instalagdes foi dado um desenvolvimento compativel com a seguranca ¢ fiabilidade das instalagdes, matéria insuficientemente tratada no anterior Regulamento. Finalmente, € de referir que foram tornadas obri- gatérias as i i 80, com vista a garantir, ao longo do tempo, a sua seguranga e a qualidade de servico. ‘Nestes termos: © Governo decreta, nos termos da alinea ¢) do ar- tigo 202.° da Constituigao, 0 seguinte: ‘Artigo 1.° — 1 — O estabelecimento ¢ a exploracdo das redes de distribuicao de energia eléctrica em baixa tensdo deverdo obedecer as disposi¢des do Regulamen- to anexo a este decreto regulamentar, que dele faz parte integrante. 2 — Nas redes de distribuigdo existentes, © cumpri- mento das disposigdes inovadoras do novo Regula- mento s6 serd obrigat6rio relativamente as obras de ampliagao, modificagdo ou tenovacao. 3 — Nas redes de distribuicdo existentes, a fiscali- zasio do Governo poderd impor, de acordo com os preceitos do novo Regulamento, a execugdo das mo- dificagdes ou adaptagdes que se tornarem necessarias para a seguranca das pessoas ou da exploragdo. Art. 2.° Os projectos-tipo, as recomendacdes, os guias, as especificacdes ou as instrugdes técnicas ela- borados € aprovados pela Direc¢ao-Geral de Energia, depois de obtido o parecer da Comissio para o Es: tudo © Revisio dos Regulamentos de Seguranca de Instalagdes. Eléctricas (CORIEL), seréo_divulgados através da publicagao de um aviso'no Diario da Repi- blica, 0 qual indicaré 0 grau de obrigatoriedade ¢ 0 Ambito da sua aplicacao. Art. 3.° Os artigos 3.° € 4.° do Regulamento de Seguranga de Instalagdes Colectivas de Edificios ¢ En- tradas, aprovado pelo Decreto-Lei n.° 740/74, de 26 de Dezembro, passam a ter, respectivamente, @ redac- cio constante dos n.% 25 ¢ 24 do artigo 3.° do Re- gulamento de Seguranga de Redes de Distribuigao de Energia Eléctrica em Baixa Tensio, anexo, Art, 4.° Enquanto nao forem revistos os restantes regulamentos de seguranca das instalacdes eléctricas ‘em vigor, considerar-se-d que uma instalagéo ou par- te de instalacao sera de alta ou baixa tensao confor- me 0 valor eficaz ou constante da sua maior tensio nominal excede ou nao: a) Em corrente alternada: 1000 V; 6) Em corrente continua: 1500 V. 3872 Art, 5.° Ficam revogados 0 Regulamento de Segu- ranca de Redes de Distribuicdo de Energia Eléctrica em Baixa Tensio, aprovado pelo Decreto n.° 46 847 de 27 de Janeiro’ de 1966, ¢ 0 artigo 5.° do Regu mento de Seguranca de Instalapdes Colectivas de Edi ficios ¢ Entradas, aprovado pelo Decreto-Lei 1n.° 740/74, de 26 de Dezembro, com base no dispos- to no n.° 3 do artigo 1.° deste decreto-lei. Art, 6.° — 1 — O presente decreto regulamentar se- +4 aplicdvel no territério do continente e entraré em vigor 60 dias apds a data da sua publicagio, sem pre- julzo do disposto nos méimeros.seguintes. 2 — Para as redes de distribuicdo existentes & data da entrada em vigor deste decreto regulamentar, o dis- Posto no artigo 162.° do Regulamento anexo serd apli- chvel decorrido um prazo variével com o nimero ¢ extensdo das redes de cada distribuidor pablico com © maximo de 3 anos. 3-— Para as redes referidas no mimero anterior, as inspecgdes serdo escalonadas no tempo por forma a abranger anualmente um quinto das redes atreas tum décimo das redes subterréneas; para esse efeito serd elaborado um plano de inspecg0es, no qual se tera em conta, na medida do possivel, a sua data de en- trada em’ exploracio. Art. 7.° A aplicagdo do presente diploma as regides auténomas dependeré de decreto regulamentar regional. Mério Soares — Carlos Alberto da Mota Pinto — José Veiga Simao — Jodo Rosado Correia, Promulgado em 25 de Maio de 1984. Publique-se. © Presidente da Republica, ANTONIO RAMALHO EANES. Referendado em 31 de Maio de 1984. © Primeiro-Ministro, Mario Soares, ANEXO Roguamento de Segurnga de Redes de Distrbuicho de Energia Eéctice om Baixa Tenslo CAPITULO 1 Generalidades Artigo 1.° Objective 1 —O presente Regulamento destina-se a fixar as condigdes técnicas a que devem obedecer o estabele- cimento ¢ a explora¢do das instalagdes eléctricas in- ficadas no artigo seguinte, com vista & protecgio de pessoas ¢ coisas © & salvaguarda dos interesses colectives. 2—A fiscalizagao do Governo poderd autorizar va- riantes as disposigdes do presente Regulamento nos c: 80s, devidamente justificados, em que dificuldades de execugdo, despesas inerentes ‘ou evolugdo da técnica ‘ou das especificacdes internacionais as _aconselhem, desde que dessas variantes ndo resulte diminuicdo de seguranga 1 SERIE — N.° 297 — 26-12-1984 3. = 05 comentarios — que no constituem obriga- 40 legal — tém por fim esclarecer as condicOes impostas nos artigos, indicar como devem ser verifi- cadas ou recomendar 0 sentido em que convém melhoré-las. Artigo 2.° Campo de aplicac 1 —O presente Regulamento aplica-se as redes de- distribuigdo puiblica de energia eléctrica em baixa tei so, as quais deverdo ainda obedecer, na parte apli- cdvel € a que ndo se oponha este Regulamento, as de- mais prescrigdes de seguranca em vigor ¢, bem assim, as regras da técnica 2—O presente Regulamento aplica-se, sem prejui- 20 da especificidade dessas instalacdes, &s instalacdes de utilizagdo de energia eléctrica, de corrente alterna- da ou de corrente continua, com estrutura semelhan- te & das redes de distribuicio, incluindo as instalagdes eléctricas de sinalizacio ¢ ou de telecomando. 3—Para efeito da aplicagdo deste Regulamento considera-se que: 4) Nas instalagdes de corrente alternada ou de cor- rente continua, © condutor médio ou de equilibrio ou qualquer outro condutor acti- vo ligado a terra € equivalente ao condutor neutro das instalagdes de corrente alternada; b) Nas instalagdes de corrente continua, os con- dutores positivo € negativo nao ligados a ter- ra slo equivalentes aos condutores de fase das instalagdes de corrente alternada; ©) Nas instalagdes de corrente alternada, 0s valo- res das tensdes ¢ das intensidades de corren- te so valores eficazes, salvo especificagao em contrario. 4 —O presente Regulamento nao se aplica as re- des de tracco eléctrica, 5 — Para efeitos de aplicagao do presente Regula- mento adoptam-se as definigdes constantes do artigo seguinte, Comemtdras. — 1 — Em Portugal a tensto redes de disribuigdo de energa electrica em b Ede 220/80 V, akernada, $0 Hie 2° "De ‘entre ae insalagdes (que se refere © ne 2 citamse as instalagdes de tuminasdo publica e de sina tagdo de trinsito ¢ de cirulagto rodoviria, as instalarbes de telecomunicasao, com exclusio das radioeéct elecica eas instal: ddr serigos publicos de abastecimento de Aguas, saneamento e incEndios Artigo 3.° Dotinigéos 1— Cabo isolado ou simplesmente cabo. — Condutor isolado dotado de bainha ou conjunto de condutores isolados devidamente agrupados, provido de bainha, tranga ou envolvente comum. 2 — Canalizagéo eléctrica. — Conjunto constituido por um ou mais condutores ¢ pelos elementos que as- seguram 0 seu isolamento eléctrico, as suas protecydes ‘mecnica, quimica ¢ eléctrica, ¢ a sua fixacdo, devi- damente agrupados e com’ aparelhos de ligacdo comuns. 1 SERIE — N.° 297 — 26-12-1984 3 — Candeeiro de iluminagao publica. — Aparelho de utilizagao de energia eléctrica alimentado a partir de uma rede de distribuigdo e constituido, em regra, pelos seguintes elementos: 4) Lanterna — elemento onde se encontram aloja- das as limpadas e por vezes os seus acessérios; b) Braco — elemento de suporte da lanterr ) Fuste ou coluna — elemento destinado a supor- tar o brago e ou a lanterna a uma distfncia conveniente do solo; @) Macigo de fundacdo — elemento destinado a fi- xaF convenientemente 0 fuste ou coluna ao solo. 4 — Classes. — As instalagdes séo agrupadas nas 3 classes. seguintes a) 1.* classe — instalagdes_cuja tenséo nominal ‘ndo ultrapassa 1000 V em corrente alterna- da ou 1500 V em corrente continua; b) 2.* classe — instalagdes cuja tensfio nominal € superior aos valores indicados na alinea an- terior, mas inferior a 40 000 V; 6) 3.* classe — instalagdes cuja tensdo nominal & igual ou superior a 40 000 V. $ — Circuito de terra. — Conjunto de condutores de terra, eléctrodos de terra € suas ligagdes. ‘6 — Condutor. — Elemento destinado & condugéo eléctrica, podendo ser constituido por um fio, por um conjunto de fios devidamente reunidos ou por perfis adequados. Comentdrio. — As expressdes acondutor» «conduto- resn so por vezes empregadas em sentido lato, abrangen- do, poranto, os condutores nus, of condutores isolados 0-08 eabos islados 7 — Condutor de terra. — Condutor destinado a as- segurar a ligagdo entre um ponto de uma instalagao € 0 eléctrodo ‘de terra. 8 — Condutor isolado. — Condutor revestido de uma ou mais camadas de material isolante que asse- guram o seu isolamento eléctrico, Comentdrio. — Sto expressamenteincuidos nesta desige soo condutorestsolados em feixe, vulgarmente de Sianadot por wloreadas» 9 —Condutor multifilar. — Condutor constituido por varios fios sem isolamento entre si. 10 — Condutor nu. —Condutor que néo possui qualquer isolamento exterior. ‘Comentirio. — Os condutores nus sio condutores pr6- para linhas aéreas, podendo ser unifilares ou mult: Flares cableados, pelo que sto normalmente designados por “ioe nus» ot) wabos. nus», respectivamente 11 — Condutor unifilar ou fio. — Condutor cons- tituido por um tinico fio. 12 — Cruzamento. — Intersec¢ao, em projecgao ho- rizontal, do tracado de uma linha com o tragado de outra, de energia ou de telecomunicacao. 13 — Eléctrodo de terra. — Dispositivo destinado a assegurar bom contacto eléctrico com a terra, consti- tuido por um conjunto de materiais condutores en- terrados, ligados num tinico ponto ao condutor de terra, _ ___ 3873 14 — Instalagao de baixa rensdo. — Instalagio em que o valor eficaz ou constante da sua tensio nomi- nal ndo excede os seguintes valores: a) Em corrente alternada: 1000 4) Em corrente continua: 1500 V. Comentérios. — 1 —O limite de baixa tensto foi el vado de 250 V entre fase e neutro (Ugado & tera) pat 1000 V entre fazee, em corrente alernads, e de 650 V para 1$00 V, em corrente continua, a fim de pecificagdesinternacionals. As tensBes alternadas situadas entre $00 V ¢ 1000 V ndo slo geralmente ulizadas na dis- Iribuigho de energia electri 2— De acordo com 0 1. pondem a1." clase 4, estas instalagbes corres 15 — Instalagdo de telecomunicagao. — Instalacao eléctrica destinada exclusivamente & transmissio de si nais ou informagdes de natureza semelhante. ‘Comentario. — As instalagBes de telecomunicagdo com csrutura semelhante 4 uma rede de distribuiglo’ sto de Signadar, no. presente ‘Regulamento, por slinhas de telecomunicasaow 16 — Instalagdo provisdria. — Instalagao, ou parte de uma instalagio, destinada a ser utilizada por tem- po limitado, no fim do qual € desmontada, removi da ou substituida por outra definitiva. Comentério. — So exemplos tipicos de instalagdes pro- visbrias, quando total ou parcialmente tenham estrutura femelhante a tedes de distibuigdo: 1) InstalagBes de artalais ov semelhantes; 1) Instalagdes que se destinam a servir estaleiros de ‘obras, (0 Instalagbes modifcadas temporariamente por mo: tivo de obra : 4) Instalagies estabelecidas com eatécter transitério ela conveniénca ou necesidade de iniiar numa ‘Sada oportunidade a exploraczo de uma activi ‘dade ou de manter a continuidade do forneci- mento de enersia 17 — Ligador. — Dispositivo destinado a ligar, eléc- trica e mecanicamente, dois ou mais condutores, um. condutor a um aparelho, um condutor a uma massa metélica ou um condutor a um eléctrodo de terra. Comentério. — Sob a designasio gentrica de ligadores so incluidos 0s ligadores de extremidade (lerminais) dos Aaparelhos, os ligadores de compressdo, as unibes, etc 18 —Linha de alta tenséo. — Linha eléctrica em que 0 valor eficaz ou constante da sua tensio nomi- nal excede os valores seguintes: 1) Em corrente alternada: 1000 V; 5) Em corrente continua: 1500 V. Comentério. — De acordo com 0 n.* 4, estas linhas en slobam as da 2+ € 3." classes 19 — Linhas de baixa tensdo. — Linha eléctrica em que 0 valor eficaz ou constante da tensio nominal do excede os valores seguintes: a) Em corrente alternada: 1000 V; }) Em corrente continua: 1500 V. 20 — Linha eléctrica. — Conjumo de condutores, de isolantes, de suportes ¢ acessérios destinados a0 transporte ou distribuigio de energia eléctrica. 21 — Massa. — Qualquer elemento condutor suscep- tivel de ser tocado directamente, em regra isolado das 3874 partes activas de um material ow aparelho eléctricos, mas podendo ficar acidentalmente sob tensio. 22 — Portinhola. — Quadro onde finda 0 ramal, de que tv parte, © que, em regra, contém os aparelhos de proiecgao ‘geral contra sobreintensidades das. ins- talagdes colectivas de edificios ou entradas ligadas a jusante, Comenidrio, — No caso de insalagdes de wtilizacdo uni familiares, a portinhola pode conter apenas ligadores com 2 Tungio de seccionamento. da snstlaglo 23 — Quadro, — Conjunto de aparelhos, convenien- temente agrupados, incluindo as suas ligagdes, estru- turas de suporte ou invélucro, destinado a proteger, comandar ou controlar instalagdes eléctricas.. Comentsrio. ~ Nas redes de distibucto sto abrangi imo. gentrico de quadro as portinholas ¢ nas de distribuigao) 24 — Ramal. — Canalizacao eléctrica, sem qualquer derivagao, que parte do quadro de um posto de trans- formagao, do quadro de uma central geradora ou de uma canaliza¢ao principal e termina numa portinhola, quadro de colunas ou aparelho de corte de entrada de uma instalacao de utilizagao. Comentarios. — 1 — & oxigem de um ramal, quando derivado de uma canalizagao principal, € 1) Em redes areas esiabelecidas em apotos, 0 apoio ‘mais proximo da instalagdo’ de uulizagdo. a alimentar, 1) Em redes aéreas isladas estabeecidas em facha- 122s de edificios, o aparelho de ligasdo (ligador fou caina) onde’é feta a dervacao: ) Em redes subterraneas, © quadro (armirio) ou 0 ‘aparelho de ligagdo’ onde & feita a derivagdo. 20 ramal aéreo é também designado por bain 3 — As defingoes de equadro de colunas» ¢ de wape telho de sorte de entrada S40. as_que constam dos ar tigos 8° e 13.° do Regulamento de Seguranga de Insta lagbes Colectivas de Eeificiy « Entradas, 25 — Rede de distribuigao de energia eléctrica em baixa tensdo ou, simplesmente, rede de distribui- ¢do. — Instalagdo eléctrica de baixa tenséo destinada 4 transmissao de energia eléctrica a partir de um posto de transformagio ou de uma central geradora, cons- tituida por canalizagées principais ¢ ramais 26 — Rede de distribuigdo com «terra pelo neu- tro». — Rede de distribuigdo em que a ligagao a ter- ra das massas metilicas das instalagdes de utilizagao, a ela ligadas ¢ feita por intermédio do neutro dessa rede. 27. — Resisténcia de terra. — Valor da resistencia eléctrica medida entre um eléctrodo de terra © um, eléctrodo de terra auxiliar, suficientemente afastados, entre si, de forma que ao escoar-se uma corrente pelo elécirodo de terra nao seja sensivelmente modificado © potencial do eléctrodo de terra auxiliar Camentiris. — 1 — A cesisténcia de serra de um eléc- tuodo de terra X, que & consttuldo, praticamente, pela Sislencia de contacto e das eamadas de terreno que ficam ha prosimdade do clectrodo nas quai @ cxntencia de lima denvdade de corrente elevada provoca quedas de ten So sensiveis, pode medir-se (ig. 1) fazendo circular en- lie Ae um electrodo de terra auxiar A (eléctrodo aux liar de corrente) uma corrente Ja ¢ medindo a. tensio Cayentie X ¢-outto clectrodo auiiar B (eletvodo au 1 SERIE ~ N.° 297 ~ 26-12-1984 Quando os electradon eviserom suficietemente ahi dow ate dan outtony o uunoieme Uy Py Tons un Tor limite que ea teistencis de tea do cleo 2 2 Se for ro taio de uma esfera com centro & super ficie do terreno ¢ que envolva completamente 0 cléctrodo 2%. basta, em getaly afastar entre si os eectrodos de 10 41'30°7; como Valor pritico, no caso de um eldctrodo X ‘onstituido por uma vara ou chapa, podem tomate, como Ininimo, 40 m para afastamento dos eéctrodos Ae Xe 20-m para afastamento entre B e qualquer dos outros dos ‘Se 0 electrodo X for constituido por mas de um elemes to, hd que aumenta convenientemente aquelas dstincas ‘3 A tensdo do gerador G deve se allernada, podendo rio ser-snusoidal, A resistencia interna do voltimetro. deve ser superior a 10.000 0, convindo, de preferénca, utlizar-se um voltimetro eleirosatico.. 4A medigho € geralmente feta por intermédio de aparchos de letura directa baseados no principio exposto, 28 —Tensdo nominal de uma rede de distri- buigdo. — Tensio pela qual a rede de distribuigao é designada ¢ em relagdo 4 qual sao referidas as suas caracteristicas. Comentérios. — 1 — As tenses nominais das insalagdes de basa tensdo, em corrente alternada, segundo a publi faglo n.° 38 da Comissdo. Elecrotécnica Intemational (CED, ‘do as indicadas no quadro seguinte 230/400 277/480 400/690 1000 2 — Como se disse no comentario #.° 1 do artigo 2°, fem Portugal a tensso nominal das redes de distrbuicao Diblica €'de 220/380 V, a qual € utilizada nos pases da Europa ‘continental (apenas a Inglaterra usa tensio 24o/4Ts V). Com vista'a permit a utlizagdo dos apare ‘hos eléricos em qualquer rede de distibuisto da Europa, a referida publicagdo n° 38 aponta paras adopcto da fensio. nominal de 230/400 V, no mais curto espago de tempo, que no deverd exceder 20 anos. Ainda segundo 44 mevina publicagio, durante este periodo, como primeira apa, 0% disiibuidores publicos de energa electrica’ dos Pate: cuja tensdo das redes € de 220/380 V deve adap. {ar 0 valor de 230/400 V com as tolerincias de 16% € "10 %. Apes este periodo transitério deve ser adoptado © valor de 230/400 Vt 10%, prevendo-se no futuro’s re ocho desta tolerincia 29 — Tensor de cabo auto-suportado ou suspenso de fiador. — Elemento resistente destinado a susten- tar cabos ¢ constituido, em regra, por cabos de aco, ‘Comentiri. — 0 tensor pode ser englobado oa bainha exterior dos cabos (por exemplo, no cabo VWS ou LYVS, Wolgarmente eonhecido por wcabo Ho) Ou ser exterior 20s 1 SERIE — N.* 297 ~ 26-12-1984 estes ser suportados por meio de “se material Rolante ou convenien 30 — Terra. — Massa condutora da terra 31 — Terras distintas. — Circuitos de terra suficien- lente afastados para que o potencial de um deles sofra uma variagao superior a $ % da que expe- Fimenta 0 do outro, quando este iiltimo for percor- Fido por uma corrente eléctrica. Comeniérios. — 1 — 0 método para verifiar se dois et- cuitos de terra Xe ¥ slo dstintos resulta directamente 4 detinicdo: recorrendo 1 dois electrodos auxiliaes, um ‘A, de cortente, e outro B, de tensio, convenientemente Aafastados (ver comentarios da definigho:° 27), fazendo passar uma cortente entre X © Ae medindo as tenses Une entre Be Xe Ure, entte Bre Y, os cteultos de terra serio distintos se for Uye<0.05 Uxe 2— Em tersenos cua sistvidade no seja_elevada (100 @.m) considera'se que uma distincia de 13 m ¢ suff ‘iente para asegurar a distingdo das terras. Para terrenos Imaus condutores esta distancia deve ser_aumentada 32 — Travessia. — Intersecgio, em_projecsa0 hori- zontal, do tragado de uma canalizagdo eléctrica com uma via piblica ou particular, com 0 caminho de ferro nao electrificado, com teleféricos ou com rios. 33 — Vizinhanca. — Proximidade, sem cruzamento nem travessia, de uma canalizagdo eléctrica com outra, canalizagdo, eléctrica ou ndo, ou com uma via piblica ou particular, verificada em condigdes tais que, por acidente, os elementos de uma delas possam atingir os elementos da outra ou de qualquer outro modo afectar a sua seguranga 34— Zona do caminho de ferro. — Zona do ter- reno limitada pela interseceao do terreno natural com 0s planos dos taludes, ou, nos langos de nivel, pela aresta exterior dos fossos ou valetas, ou, na falta des- tas referéncias, pela linha tragada a 1,50 m da aresta, exterior dos carris externos da via férrea. Comentério. ~ & definigto da zona do caminho de feo ‘ext de_acordo com 0 preserito no Decreto-Lei n.” 39 780, Ge 21 de Agosto de 1954 35 — Zona da estrada. — Constitui zona da estrada: 4@) 0 terreno por ela ocupado, abrangendo a pla- taforma (faixa de rodagem € as bermas) e¢, quando existam, as valetas, 08 passeios, a banquetas ou tahudes; by As pontes e viadutos nela incorporados € os terrenos adquirides por expropriagéo ou a qualquer titulo para alargamento da estrada ‘ou acessérios, tais como parques de estacio- namento e miradouros Comentrio. — defini de ron da enada € 2 que coma do Decioust ne I8/M, de 29 6e ban, pare fona ds estate acon 36 — Zona de influéncia de uma terra. — Area dentro da qual o potencial do solo sofre uma varia- ‘¢d0 superior a 5% da que experimenta 0 eléctrodo de terra respectivo, quando percorrido por uma cor- rente eléctrica, Comentario, — Num solo homogéneo pode admiti-se {que 0 potencial varia sensivelmente na razao inversa. da distancia ao elécirodo de terrae na fazdo ditecta das di menses lineares deste; no cas0 eoncreto de um el Ihemisterico, como X da figura vavoxt 7 Os cléctrodos extensosoriginam, portanto, grandes zonas de influgnca, CAPITULO II Caracteristicas gerais dos materisis SECCAO 1 Disposides gorais Artigo 4.° Materials das redes do distribuicéo 1 — Os condutores, os isoladores, 0s dispositivos de fixagio, os apoios, as portinholas ¢ os outros elemen- tos das redes de distribuigdo, assim como os mate- riais que 0s constituem, deverdo obedecer as dispo- sigdes deste Regulamento e ainda as normas € especi- ficagdes nacionais ou, na_sua falta, as do Comité Europeu de Normalizacdo Electrotécnica (CENELEC), as da Comisséo Electrotéenica Internacional (CE!) ou outras aceites pela fiscalizacao do” Governo. 2— Os materiais constituintes de uma rede de dis- tribuigdo deverdo ser coerentes entre si. 3 — Mediante autorizacao prévia da fiscalizagao do Governo, poderao empregar-se materiais que no sa- tisfagam ao disposto no n.° 1. '4—A fiscalizagao do Governo poderd exigir a rca lizaglo de ensaios ou a apresentagao de certificados passados ou confirmados por entidades idéneas. Comentéri. — De entce 0s aspectos de falta de coeré cia dos materiais releridos non.” 2, destacase: 1) Usiizagto de condutores ¢ acessorios de metals dis: tintor que, pela sua posigdo relativa e por pos ‘uirem potencils eletroguimicos diferentes, pos fam originar corrosdes electaliticas: by Utlzagio no mesmo vio de uma canalizasio de condutores muse de condutores isolados, Ou bos. Artigo 5.° Caracteristicas dos materiais 1 — Os materiais a empregar nas redes de distribui- ‘glo deverdo ter ¢ conservar, de forma duravel, carac- teristicas eléctricas, mecdnicas, fisicas ¢ quimicas ade- ‘quadas as condigdes a que podem estar submetidos em funcionamento normal ou anormal previsivel. 2—Os materiais ndo deverdo, ainda, pelas suas ca- racteristicas fisicas ou quimicas, provocar nas insta- lagdes danos de natureza mecdnica, fisica, quimica ou electrolitica nem causar perturbacdes nas instalagées vizinhas. SECGAO Condutores. Artigo 6.° Condutores nus 1 —0s condutores nus serio de cobre, de alumi- io, ou suas ligas, ou de outros materiais que pos- 3876 swam caracteristicas eléctricas € mecdnicas adequadas € resistencia as acgdes dos agentes atmosféricos. 2 — Os fins ou cabos de aco sé serao utilizados na constituigao da alma dos condutores mistos, no po- dendo ser utilizados como condutores de corrente, sal- vo em casos especiais e com autorizagéo prévia da fiscalizagao_ do Governo. 3 — Os fios de ago que entram na constituigdo de condutores eléctricos deverdo ser protegides contra a corrosdo pelos agentes. atmosféricos. Comentério. — No quadso 21, em anexo, indicamse as ‘aractristicas mecinicas e eléctricas dos condutores usual mente uillzados nas redes de distribuicto. Artigo Condutores Isolados © cabos 1 — Os condutores isolados ¢ cabos terio alma de cobre, de aluminio, ou suas ligas, ou de outros ma- teriais com a necesséria condutibilidade eléctrica ¢, res- pectivamente, isolamento e bainha exterior com resis- téncia & corrosdo pelos agentes atmosféricos. 2 — Quando tal se justificar, o isolamento dos con- dutores isolados ou a bainha exterior dos cabos de- vera ser resistente A corrosdo por agentes quimicos especificos. Comentrios. — 1 — A resistincia & corrosto por agen- tes atmosfercos « quimicos especificos corresponde, res pectivamente, as classes C2 e C3 da NP-BE9. A sua veri- Ficagho feta de acordo com a norma NP-1073. 2 No cato de condutoresIsolados, a preendida resis tncia & corrosto pode ser obtida pelo emprego de mate- tials adequados. (por exemplo, © palicioreto de vinilo ‘special, © etlene-propileno e 0 polietileno recticulado, pres). So Enire os casos a que se refere 0 cdtamse 06 casos de redes de distibuilo situadas na pri Nimidade de locais com ambientes corrosvos (fabricas de cides, Ineiras, etc). SECGAO IH Aparehos. de corte, comando ou proteogio Artigo 8.° 108 de corte, comando ou proteccéo Ape 1 — Os aparelhos de corte, comando ou protecgao deverdo ser dotados de um invélucro constituinte ‘do préprio aparelho ou ser dotados de um invélucro su- plementar que Ihes confira um indice de protecgdo adequado ao local de estabelecimento. 2 — Os invélucros referidos no numero anterior nao deverdo ter caracteristicas inferiores as corresponden- tes aos indices de proteccao seguintes: 4) Quando acessiveis: no interior IP 427 € no ex- terior IP 459; +b) Quando inacessiveis: no interior IP 227 © no exterior IP 237. No caso de os invélucros serem acessiveis sem meios especiais, apenas deverdo poder ser abertos por meio de chaves ou de ferramentas adequadas. Comentério, — A norma NP-999 fsa as classes de pro recede assepuradas pelos invélucos. _L SERIE — N.° 297 CAPITULO IIL Condigdes gerais de estabelecimento Artigo 9.° Concepséo das redes de dietribulcso 1 — As redes de distribui¢ao deverao ser concet das de forma a permitir desempenhar com efiiéncia € em boas condigées de seguranca os fins a que se destinam. 2 — As redes de distribuigao deverao ser convenien- temente subdivididas, por forma a limitar os efeitos de eventuais perturbacdes e a facilitar a pesquisa ¢ a reparagio de. avarias. 3 — No dimensionamento das redes de distribuicao deverdo ter-se em conta as necessidades © caracteris- ticas das zonas a servir, bem como as condigdes fi- xadas nos projectortipo elaborados ou aprovados pela fiscalizagéo do Governo. 4 — As variagdes de tensdo em qualquer ponto da rede de dstribuigdo nao deverdo. ser" superiores. 8% da tens’o nominal. Comentdrios. ~ 1 — Enquanto no se encontarem fxs das as poténcias coeficietes de simultaneidade a adop- tar no dimensionamento das redes de distrbuigso de cen {tos urbanos, @ potéaca a considerar no dimensionamento 40 ramal que termina numa portinbola ov num quadro 4e colunas # a que resulta do produto do nimero de ins talagBes de utlizagdo do edificio pela rexpectva poténcla, Sfeciado do cocficiente de simultneldade dado pelo Re fulamenco de Seguranca de Instalagbes Colectivas de Edi ficioe Entradas, adicionado da pottcia relativa 20s ser gos comuns. deise edifiio. "Para as redes de disibuicdo em zonas rurais a po- tencia a considerar € de 250 W 2'500 W por fog0, de aco do com 0 grau de desenvolvimento sbeio-econémico. da zona a servi, com 0 coeficiente de simultaneidade 1, acres ido das poténcias dos estabelecimentos industria, ag colas, et 3 Nas redes de distibuicdo emi centros.urbanos ecomenda-se que as variagdes de tensdo em relacdo a0 Valor nominal no excedam $ %. Artigo 10.° Condigées gerais de estabelecimento AAs redes de distribuigdo serdo estabelecidas de modo a climinar todo 0 perigo previsivel para as pessoas 4 acautelar de danos os bens materiais, nao. devendo Perturbar a livre ¢ regular circulagéo nas vias pibli- ‘cas ou particulares, nem afectar a sua seguranca, pre- judicar outras linhas de energia ou de telecomunica- ‘Go ou causar dano as canalizagdes de dgua, gs ou utras. Comentéros. — 1 — Para uma maior seguranga nfo x6 da propria rede de dsrbuledo como ainda dos varios Sr ‘tear de wslidade publica que por ela possam ser afta: Ser convem evar an molds Go posi tavesin, er TN estabeecimento das reds de disrbuigdo deve excolherse tarado mals convenient, tendo em conta at preocspagoes ambintai © patagisias eos stems Eoldgios atravewadon Artigo 11." ‘Aquecimento dos condutores 1 —Na determinagéo da secco dos condutores dever-se-4 atender as correntes maximas admissiveis, 1 SERIE — N.° 297 — 26-12-1984 ‘em regime permanente, as correntes de sobrecarga ¢ 4s correntes de curto-circuito, por forma que 0 aque- cimento dai resultante nao seja exagerado para os ma- teriais que constituem os condutores. 2— As correntes méximas admissiveis nos condu- tores constituintes de uma canalizagio serdo as fixa- das nas respectivas normas e especificagdes nacion: ou, na sua falta, as aceites pela fiscalizacdo do Governo, Comentéris. — 1 — © aquecimento exagerado dos con t CRACTERTSTIAS ‘DO APARELHO DE PROTEC sultado de uma mudanga da sua secg4o nominal, da natureza, do tipo ou do modo de estabelecimento de- vero ser colocados aparelhos de protecgao contra sobrecargas, a ndo ser que a canalizagio. de menor corrente maxima admissivel esteja protegida contra so- brecargas € curto-circuitos por aparelhos colocados @ ‘montante. Artigo 130.° Caracteristicas de funcionamento das proteccées “contra curto-clreultos 1—A intensidade nominal dos aparelhos de pro- tecgo contra curto-circuitos deverd ser determinada de modo que a corrente de curto-circuito seja corta- da antes de a canalizagdo poder atingir a sua tempe- ratura limite admissivel 2—A determinacao referida no mimero anterior deverd ser efectuada por comparacao entre a caracte- ristica de funcionamento do aparelho de protec¢ao ¢ a caracteristica de fadiga térmica da canalizagio, considerando-se cumprido 0 disposto no nimero an- terior se o tempo de corte do aparelho de protecgao for inferior ao calculado pela expressio: em que: 1&0 tempo de corte do aparelho de proteccao, expresso em segundos, com o maximo de ' s| & & uma constante, cujo valor &: Para condutores com alma de cobre isolada ‘a policloreto de vinilo: 115; 3898 Para condutores de alma de cobre isolada a borracha natural, borracha butilica, po- lietileno recticulado ou etileno-propi- leno: 135; Para condutores nus de cobre: 159; Para condutores com alma de aluminio iso- lado a policloreto de vinilo: 74; Para condutores com alma de aluminio iso- lada a borracha natural, borracha butili- ca, polietileno recticulado ou etileno-pro- pileno: 87; Para condutores nus de aluminio: 104; Para condutores nus de liga de aluminio: 97; Para ligagdes dos condutores de cobre sol dadas a estanho (correspondente a uma temperatura de 160°C): 115, S € a seccao dos condutores, expressa em mili- metros quadrados; Ix € a corrente de curto-circuito minima, isto é, @ corrente que resulta de um curto-circuito franco verificado no ponto mais afastado do Circuito considerado, expressa em amperes. Comentarios. — 1 ~ Recomenda-seexcolher o aparelno de proteco de uma canslzagio contra curto-circufos, de Todo que a sua intensidade nominal nlo seja superior & 2:5 vezes a do aparelho que protege a mesma canalizaya0 ‘contra sobrecargas. A expressio indicada no n° 2 do artigo, que dé 4 Felacio entte 0 tempo de corte, a correne Ge curto: “ireuito.e a secyto nominal dos condutores da candlica- lo, pressupde que, durante 0 tempo de passagem da cor- fenie'de curtoctrcuito, 0 aquecimento deste condutores © adiabitico. 3A’ escolha dos aparcinos de protesio contra curto- siteuitos pode ser feta, tendo em conta que 4) No caso de fusives, a conrente de curto-ircuto mi- ‘ima prevista (I) ndo deve ser inferior a fo 08 Ter (Ss) da caractristca do fusiel, romando= “'S6 0 maior dos dois valores © & a curva de fadiga térmica admisivel na ca protegida (Vi = KS he F €a curva de fusto do fusve {e" funcionament). le superior da zona 1 SERIE — N.° 297 — 26-12-1984 Dy No caso de disuntores, deen observa ve as das ‘ondigbes seyuinten A cottente de curto-ctcuito minima previste Ue) 940 deve ser inferior 3 fy tl com se mostra na figura 6, [A comrente de cuto-ctcuto presista no pon 40 do disjuntor deve sor inte dusida da intersegao das cur © Dz, tal como se mostra maf te 1 © € a curva de fadiga térmica admissvel na canalizagto ae) rotegida Dy € a curva de disparo do dsjuntor © € a curva admissvel 12+ dos condutores Ds & caracterstica /21'do disjunor 4 = Quando a prosecydo for assegurada por um disjun- for temporizado, & preciso verificar se, durante 0 tempo. de funcionamento do cisjuntor, a passagem da corrente de curto-icuito maxima ndo eleva demasiadamente 8 te peratura dos condutores ma vizinhanga do disjuntor 'S— Quando a caracteritica de funcionamento UF na gure $ ou Dy na figura 6) do aparelho de proteccio se encontrar abaixo da curva C dos condutorer para aval ‘quer intervalo de tempo inferior a 5%, a corrente I ¢ a orrente de funcionamenio do aparelho de proteccao em Ss 1 SERIE — N.° 297 — 26-12-1984 f= Pana correntes de cuteciteuito de durasdo supe flor a sitios period & erga =r) que alravessa 0 fpirelbo de protecea0 pode ser calculada mutiplicando 0 ‘uadeado do valor eticar da intensidade da caractrisica Ae tuncionamento 70 do aparelho de protees30 pelo ter po de-Tuncionamento 1 ara vorrentes de curtocitcuito de cura duragao, de sem concultarce as caracterisicas [21 fornecidas pelo ‘bricante 7 Para que 0 apatelho de proteccéo funcione de for mma adeguada, a covrente de-curto-icuito deve, de acor- ddo com 0 somentario anterior, ter um valor minim, Sto fro circuto de defeto nao deve ter uma impedancia si evior a que condur aquele valor dey. "A partr-do valor de. Tre determitiado como se indica ros comentarios anteriores, ¢. pois, possivel determinar 0 Salor maximo que a impedincia do’ circulto pode ter &, consequentemente, 0 valor do. comprimento miximo 2d: Imisvel essa canlizaao. Para iso, pode ser usada a 6r. ‘mula aproximada em que U € a tenséo enite condutores (220 V se houver nevito sna canalizagdo ¢.380 V no €380 contrrio) oF ¢ @N sao a8 resislividades dos condutores de fase f neutro da canalizagio, para a temperatura média a" duragio. do curtoicuito (@=1.5 gare, ito € =0,0260 mm'/m para 0 cobre-¢ @ = 0,0420 mam2/m para’o aluminio. pe Ly sdo 0s comprimentos maximos dos condutores ‘de fase € neutro da canalizagdo.proveida, Sie Swsdo as seeydes dos condutores de fase © neue ‘da canalizagdo protegiga Artigo 131.° Localizagto dos aparethos de proteccéo contra curto-circultes 1 — No ponto onde a intensidade de corrente ma: xima admissivel de uma canalizagdo sofrer redugdo em resultado de uma mudanca da sua sec¢ao nominal, da natureza, do tipo ou do modo de estabelecimento de- vero ser colocados aparelhos de protecgéo contra curto-circuitos. 2—Os aparelhos de proteceao poderao ser colo: cados em qualquer ponto do percurso da canalizagao desde que se verifiquem, simultaneamente, as condi- ‘GOes seguintes: @) Os aparelhos de protecgio colocados a mon- tante possuirem caracteristicas de funciona- mento tais que protejam contra curto- -circuitos a canalizacdo situada a jusante da mudanga de secgdo nominal, da natureza, do tipo ou do modo de estabelecimento; 6) O comprimento da canalizacdo situada a ju- sante da seceo nominal S; no seja supe- rior ao que é determinado pela figura seguinte: 82< 8, ™ s ° 48, ap ta So Vv c em que’ AP é 0 apatelho de protecgao. MB=L, & 0 comprimento maximo da ca- nalizagdo de secgdo nominal S) prote- gida contra curto-circuitos pelo aparelho (AP) colocado em M. MC=L, & 0 comprimento maximo da canalizagao de secgdo nominal S, pro- tegida contra curto-circuitos pelo apare- Iho (AP) colocado em M. © comprimento maximo da canalizacéo derivada em Q, de secg4o nominal S;, protegida contra curto- -circuitos pelo aparelho colocado em M é dado pelo comprimento OV. Comentiria, — Os valores dos comprimentos maximos ‘elendos no.n." 2 do artigo s40 valelados de acordo com 19 diposto. no comentario n.”? do arligo anterior, © e {ho indicados nos quadros 13.3 aT Antigo 132.° obrecerges @ protecgéo contra curto-circuitos “e 1 — Se um aparetho de protecgao contra sobrecar- gas possuir um poder de corte pelo menos igual a cor- rente de curto-circuito previsivel no ponto da rede on- de for estabelecido, podera assegurar igualmente protec¢do contra curto-circuitos da canalizagao situada fa jusante, se obedecer ao disposto nos artigos 130.° e 131° 2 — No caso de nao se verificar a condigdo referi- da no niimero anterior, haverd que verificar se as cur- vas de funcionamento do aparelho de protecgéo con- tra sobrecargas € as do aparelho de proteccao contra curto-circuitos sao tais que, para qualquer sobreinten- sidade de valor superior a0 poder de corte do apare- Tho de protecgao contra sobrecargas, o tempo de funcionamento do aparelho de protecedo contra curto- -circuitos € menor que o da protecgdo contra sobrecargas. 3.— Se nao estiver colocado qualquer aparelho de protecgdo no ponto onde uma mudanga de sec¢io no- minal, de natureza, de tipo ou de modo de estabele. cimento conduzir 4 uma reducdo na intensidade de corrente maxima admissivel na canalizagdo, deverd ‘observar-se 0 disposto no artigo anterior Comentirios. — 1 — A selectvidade das proteegdes 00. sine em assequrar que, em caso de defi, apenas actue ‘'apareo de protec situado imediatamente a mantante 0 det, 'No caso de uma pequena sobreintensidade, o problema dda elestidade € fasimente reolvdo a parir’do momento 3900 1 SERIE — N.° 297 — 26-12-1984 fm que 0s aparelhos de proteccdo tenham intensidades de Tuncionamento ‘decrescentes de montante para jusante or outro lado, em caso de curto-circulto, a corrente atravessa 08 aparelhos colocados em série eo seu valor certmente sufiente para aseguraro seu funcionamento Para que a selectividede seja asegurada, & preciso que 0 tempo de funeionamento do apareho colocado a montante feja maior que odo aparelho colocado a jusante 3 Se os dois apareinos conseutivos 40 corta-cicuitos fusives, 0 tempo de funcionamento depende do tempo de fus20 do elemento de substtuigdo © da temperatura & qual se enconira cada elemento de subsiuigde ro momento de ‘Scorrencia. do defeito, temperatura essa que depende do Walor da corrente que atravessa o fusivel antes do def to, Se, por exemplo, o apareho situado & rmenta varias derivagdes, m cortente que 0 Ser relatvamente elevada, a0 pasto que 0 & 46 a jusante poderd no ser percorrido por qualquer cor- fente. Tals condigdes podem comprometer a selectvidade fazer funcionar, simultaneamente, 0s dois aparelhos. 3° 0 problema da selectividade tomna-se mais dill de resolver 48 se pretender asegurar o slecvidade entre urs Gisjuntor ¢ um cortacireuitos fusiel, sendo entdo preci- so comparar as curvas de funcionamento dos" dois aparelhos ’A figura 9 apresenta, por exemplo, duas curvas de fun ionamento, ade um dijuntor (Dj e# de um corte. ‘Shreitor fusivel (Fy coordenadas de modo que este aciue primero em caso de curto-circuito, mas que no ecue em ‘aso de pequena sobreintensidade, deiando que o dijuntor pute ea protecedo. Os corta-cieultos fuslvls que per Imitem esta reparigdo das fungOes so 0s da classe aM. Pelo exame da figura verficase que, para qualquer cor- rene Inferior & J 0 disuntor funciona primeiro, a0 pa So que, para intensidades superiores, © tempo de func harnentor do corta-ieuitos fusivel € mals curte que o do ‘isjunter. CAPITULO XIV Protecgdo das pessoas € ligagdes a terra SECGAO Disposigdes gorais Artigo 133.% Principlo da protecgio 1 — Nas redes de distribuigdo deverdo ser adopta- das disposigdes destinadas a garantir a protecsao das pessoas contra os riscos que resultariam de contactos, simultdneos com as massas e partes metdlicas em con- tacto com elas € com os elementos condutores, quan- do colocados acidentalmente a potenciais diferentes. 2— Para efeito do niimero anterior no deverdo ser consideradas as massas, as partes metdlicas ou os cle- mentos condutores que estejam fora do alcance das pessoas por afastamento, por interposicao de obsté: culos eficazes ou por isolamento. Comentério. — Sto exemplos de elementos condutores as enraturas metalic ou de betdo. armado empregadas fa construgdo de ediflelos (armaduras, vgas, plas, tc) ‘analizagdes meidlicas de Agua, gas, aquecimento, ec. € ft paredes © pavimentos condutores Artigo 134.° Ligagho do neutro a terra 1—A ligag&o do neutro & terra referida no ar- tigo 13.° devera ser feita nos postos de transforma- do ou nas centrais geradoras, nas condigdes fixadas no Regulamento de Seguranca de Subestagdes ¢ Pos- tos de Transformagao ¢ de Seccionamento. 2— Além da ligacdo terra prevista no niimero anterior, deverdo ser efectuadas ligagdes a terra do neutro das redes de distribuicao: 4) Nos pontos singulares da rede, tais como de derivagdo de canalizagdes principais e de concentrago de ramai b) Em cada canalizacao principal, por forma que ‘nao haja trogos superiores a 300 m sem que ‘© neutro se encontre ligado & terra. 3—O niimero de ligagdes & terra resultantes da aplicagao do disposto nos mimeros anteriores nao po- derd ser inferior a uma por cada 1000 m de compri- mento da rede. ‘4 — Se a ligagdo do neutro a terra for efectuada num apoio ndo metélico nem de betdo armado, os suportes metdlicos dos isoladores dos condutores de fase desse apoio serao ligados ao neutro. 5 —O neutro nao poderd ser ligado & terra_nos apoios que sejam comuns as redes de baixa tenséo ¢ a linhas de alta tens4o, nem nos apoios situados na proximidade de para-raios de proteccdo de edificios. ‘Comenidrio. — Na ligagdo do neuto a terra, recomenda- “se que se escolham para o estabelecimento do electrodo Ge terra locals adequados a0 fim em vista, mesmo que para tal seja nccessario situi-os em spoios diferentes dos que tesultam da aplicagio directa do dsposto no artigo, de- vendo, m9 entanto, evtarse of Tocais mais frequentados pelo public. Artigo 135.° Protecgéo contra contactos Indirectos 1 — Para assegurar a protecgdo contra contactos in: directos deverdo ser tomadas as seguintes medidas: a) © neutro da rede de distribuigdo devera ser directamente ligado 2 terra, ‘como prescre- vem os artigos 13.° ¢ 134.°; b) As massas deverdo ser ligadas’ a0 neutro. I SERIE — N.° 297 — 26-12-1984 2. — Exceptuam-se do disposto no niimero anterior as partes metilicas de aparelhos, invélucros ou aces- sérios que tenham isolamento duplo ou reforgado por fabricacdo ow instalacao. 3 — Duas massas simultaneamente acessiveis deve- ro ser ligadas a um mesmo condutor de proteccao. Comentérios, — 1 — A protecgto contre contactos in- direcios 40 se consegue com a deslgapto répida e aut mitica dos circultos com defetos entre fase neutto fe {a por sparelhos de protecedo contra sobrelmensidades ¢ desde que no existim aparelhos de corte no. condutor 2° Na ligasdo das massas ao nevtro, quando a se so do condutor neuico for inferior a 10mm?, deverd Utlaarse, além do condutor neutro, um outro condutor e inva sect. ‘3 Para melhor gara da protecgto, recomenda-se, omeadamente. nas redes atreas, # ligaplo do. condutor feutro nas condig6es.prevstas no artigo 153.° ‘4 Sho exemplos de mass as partes metélicas aces veis dos materials eécricos (excepto os da clase 1) as frmaduras metlicas dos eabos, os tubos metlios de pro fecqlo ¢ of elementos metdlices proximos das partes act: vas ¢ que podem entrar em contacto com estas, 's — Os feos de supore dos isoladores € os apoios me- Iiiicos de redes em condutores nus nfo slo considerados como massas se of isoladores possurem uma tensfo sur portével durante I minuto, a equéncia industrial, sob huva, de, pelo menos, 4 KV, sendo portato dispenstvel S observdncia don 1 do artigo Pars redes de disiibuigio em condutoresisolados ow ‘eabos autossuportados ou suspensos de fiadores, 0 sola- ‘mento ou bainha devem poder suporiar um ensaio de Figidez dielectrica com as caractersicas correspondentes 20, tipo de condutor, com um minimo de.4 kV, sendo por- tanto cispensdvel a observéncia do n° 1 do artigo, Antigo 136.° Ree cla de terre do neutro A resisténcia global de terra do neutro ndo devera ser superior a 109. Antigo 137.° Ligacdes & terra ‘na proximidade de instalagées de alte tensho No estabelecimento de condutores ¢ eléctrodos de terra na proximidade de instalagdes de alta tensio deverdo tomar-se medidas adequadas com vista a asse- gurar a distingdo das terras das redes de baixa ten- sto € das instalagdes de alta tensao, SECGAO IL Execurio de circitos de terra Suancegso 1 Condutores de terra Artigo 138.° Caracteristicas dos condutores de terra 1 — Os condutores de terra deverdo ser de cobre, de aco galvanizado ou de outro material adequado, 3901 resistente & corrosdo pelo terreno, de boa condutibi- lidade eléctrica e dimensionados para as correntes de terra previstas. 2— Os condutores de terra dos péra-raios da rede de distribuigdio nao poderdo ser de material magné- tico, bem como a sua proteccdo mecéinica, quando exista. Comentérios. — 1 — Para.» determinacto da seccio do ‘condutor de terra pode willzr-se © expresso seguite: Se fem que: Sp € 8 seccto nominal do condutor de protecedo, ex pretsa em milmetros quadrados; 12 a imensidade da cortente de def6to franco, &x Dressa em amperes! ‘onstanie, cujo valor & ‘condutores de cobre: 13: ‘condutores de aluminio: 8.5: ‘condutores de ferro: 4.5; ondutores de chumbo: 2,5; 1 €.0 tempo de funcionamento do apareiho de corte “automitico em caso de defeito franco, expresso em fegundos (nunca superior a 2 5) 40-8 4 elevasdo de temperatura provocada pela pas- Sagem da corrente de defeito, expressa. em graus Celsius, em relagdo 4 temperature maxima de ser- vig, eujo valor & 1) Para condutotesisolados ou cabos com: Igolamento a policloreto de viito: 1aorc: Irolamento « poieileno reticulado ou ‘leno propileno: 230°C; Isolamento se Borracha: 200°C; ) Para condutores mus: 200°C, 2—De entre os outros materais adequados referidos no n° 1 do artigo clase 0 sluminio protesido por uma Bainhe de chumbo continua Artigo 139.° Dimensées minimas dos condutores de terra Os condutores de terra, se de cobre, no terdo sec- 40 nominal inferior a 16 mm?, fora do solo, nem inferior a 25 mm? a partir das ligagdes amoviveis até aos eléctrodos €, se de outro material, terdo pelo me- nos sec¢do electricamente equivalente. Artigo 140.° Estabelecimento dos condutores de terra 1 — Os condutores de terra deverao ser convenien- temente sinalizados ¢ protegidos contra acgbes meci nicas e quimicas, sempre que se justifique, ¢ ter um ligador que permita efectuar a medigdo da’resisténcia, de terra dos eléctrodos, podendo, para a realizacio dessa ligagio, aproveitar-se um ponto de mudanca de secqdo ou 0 ponto de derivagdo dos condutores de terra. 2-— No tragado dos condutores de terra dos para. -raios deverio evitar-se Angulos.pronunciados 3902 3 — Na colocayao dos condutores de terra observar~ -se-i 0 disposto no n.° 6 do artigo 56.°, devendo a proteccao ‘mecnica ser de material ndo’ magnético.. Comenidres. — 1 — Um dos easos em que se justifica 4 protesyio mocinica dos condutores de teta 0 da liga ao" cletrodos afastadon de mais de 2m da instalagdo 5) parte-da instalagao agar 2 Recomenda-se que, no caso indicado no comenté- tio anterior, se ullzem as ténicas adoptadas no estabe- Fecimento das redes subterrneas. Artigo 141.° aduras dos apolos de betfio armado como condutores. de to Utilizago das As armaduras dos apoios de betdo armado pode- Fo ser utilizadas como condutor de terra desde que garantam uma condutdncia pelo menos igual & de um condutor de cobre de 16mm? de seccéo. Artigo 142.° Utllizagdo do condutor neutro para ligacto & terra ‘ds apolos motélicos ou de betfo armado A ligagdo a terra de apoios metilicos ou de betdo armado poder ser feita por intermédio do condutor neutro nas redes de distribui¢Zo que utilizem o sis- tema de «terra pelo neutron, com excepgao do dis- posto no n.° S do artigo 134.° SusseccAo Ligacio dos condutores de terra aos eléctrodas de terra Artigo 143.° de terra aos eléctrodos de torra Ligacio dos condutor 1 — 05 eléctrodos de terra deverdo ser dotados de ligadores robustos destinados a receber 0 condutor de terra e fixados ao eléctrodo por processo que garan- ta_a continuidade permanéncia da ligacdo. 2— 05 ligadores deverao ser soldados aos eléctro- dos de terra por meio de soldadura adequada ou fixa- dos por rebitagem ou por meio de aperto mecdnico de construcéo robusta ¢ com dispositivo de seguranga contra desaperto acidental.. 3 — Quando a liga¢do do condutor de terra ao eléc- trodo for feita por meio de soldadura adequada, podera dispensar-se a existéncia de ligadores. 4 — A ligagdo dos condutores de terra aos eléctro- dos deverd ainda ser feita de forma que: a) Se garanta que a natureza ou o revestimento desses elementos nio dé origem a corrosdo electrolitica, quando na ligagao intervenham metais diferentes em contacto; b) A zona de ligagao esteja isolada da humidade por uma camada protectora constituida por material impermedvel ¢ durével (massa iso- lante, tinta pléstica, etc.), sempre que se re- ceie @ possibilidade’de corrosdo electrolit Comentério, — Para observincia do dispose na alinea a) do n." 4 do artigo recomendarse-ndo ligar, por exemplo, 4 aluminio, cobre a 7nco ou cabre a ferro. Hay 80 fntamo, processes de soldadura que permitem a ligacd0 dos metals tras referidos por forma a evitar 0. aparci mento do fendmeno da corrosto, SERIE — N.° 297 — 26.12.1988 Antigo 144 Condutores de proteccéo de inst 1g8es de vitilizagéo Os condutores de protecgao destinados a ligar ay massas dos aparelhos das instalagdes de utilizagao a que se refere 0 n.° 2 do artigo 2.° deverdo fazer parte integrante dos cabos de alimentacdo que 0s servem e deverdo ter sec¢do igual 4 do condutor neutro. Sumseccao HT Béctrodos de tera Artigo 145.6 Constituigio dos eléctrodos de terra 1 — Os eléctrodos de terra serdo de cobre, de aco galvanizado ou de ago revestido de cobre ou outro material apropriado sob a forma de chapas, varetas, tubos, perfilados, cabos ow fitas. 2— As espessuras do revestimento dos eléctrodos de terra, quando de ago ou outro material nao resis tente & corrosto pelo terreno, ndo deverdo ser infe- Fiores a: 4) Zinco (imerséo @ quente): 70x; 6) Cobre: 0,7 mm; ©) Chumbo: 1 mm 3 — Nao serd permitida a utilizagdo, como eléctro- dos de terra, de elementos metilicos simplesmente mergulhados em dgua. 4— As canalizagdes de dgua (bem como quaisquer outras nao eléctricas) ndo poderdo ser utilizadas co- mo eléctrodos de terra. Comentiri. ~ A raro pela qual nao se permite que as canalizagdes de dgua, mesmo metlics, possam cons titvir um eléctrodo de terra resulta do facto de poderem er modifieadas pasteriormente, com risco de essa mod feagdo thes alterar as caracteiscas Antigo 146.° Estabolecimento dos eléctrodos de terra Os eléctrodos de terra deverdo ser enterrados em lo- cais to hiimidos quanto possivel, de preferéncia em terra vegetal, fora de zonas de passagem ¢ a distan- cia conveniente de depédsitos de substancias corrosivas que possam infiltrar-se no terreno, Comentdrio. — Deve ter-se particular cuidado em no centerrar eléctrodos de terra na proximidade de estrumel- as, niteiras, fossas ou outros locals com substnclas Antigo 147.9 solamente dos condutores de ligagdo a terra 1 — Sempre que haja risco de aparecimento de ten- sdes de passo perigosas a superficie do terreno, ou quando se pretender assegurar a distingdo das tetras, 0s condutores de ligagao aos eléctrodos de terra deve: Ho ser isolados. 2—Na ligacdo referida no numero anterior deve- ro ser utilizados cabos dotados de duas bainhas ou de uma bainha reforcada, com caracteristicas meca- 1 SERIE — N.° 297 — 26-12-1984 3903 hhicas nao inferiores as da classe MS, ¢ que nao pos- suam bainha metilica, armadura ou blindagem. Comenuirios. — 1— Uma das tecnicas para evitar apatecimento de tensdes de contacto e de passo perigosas fa tlagdo de uma supeficie equipotencial de elécttodos ‘ispostos de forma adequada 20 cabo que saistar as candies presrtas no n° 2 0 antigo 0 cabo do tipo VW (NPIS). Artigo 148.° Implantagdo dos eléctrodos de terra As chapas, as varetas, 0s tubos ¢ os perfilados de- verdo ficar enterrados verticalmente no solo a uma profundidade tal que entre a superficie do solo ea arte superior do eléctrodo haja uma distancia minima de 0,80 m. No caso de cabos ou fitas @ profundidade ndo ‘sera inferior a 0,60 m. Comentarios. — | — Recomendase que nas plantas das redes de distribuigdo sejam assinalados a localizardo, em ormenor, dos electrodos de terra e 0 tragado dos con” Gutores de terra enterrados 2 Quando se suspeitar de deve periodicamente. descobe tor de terra, @ fim de verificar 0. seu Artigo 149.° Dimensdes dot eldctrados de terra 1 — Os eléctrodos de terra deverdo ter dimensdes que permitam dar escoamento facil as correntes de ter~ ra previstas, de forma que o seu potencial ¢ 0 gr diente de potencial superficie do solo sejam os me- ores. possiveis, 2—A superficie de contacto dos eléctrodos de terra com a terra, qualquer que seja o metal que os cons- titua, ndo deveré ser inferior a a) Para chapas: 1 mi b) Para cabos, fitas ou outros eléctrodos de ter- ra colocados horizontalmente: 1 3 — As dimensdes minimas dos eléctrodos de terra nao deverdo ser inferiores as indicadas no quadro 14.1, em anexo, 4 Para os eléctrodos de terra constituidos por materiais que por si s6 tenham resisténcia corrosdo da classe C3 (aco inoxidadvel, bronze, etc.), as suas dimensdes serdo as indicadas para os eléctrodos de cobre. 5 — Os eléctrodos de terra poderdo ser constituidos por qualquer dos elementos referidos nos n." 2 a 4 do artigo ou por associagao de elementos do mesmo tipo ou de tipos diferentes convenientemente afasta: dos uns dos outros. Comentirios. — | — A associagdo de elctrodos de terra visa a obtengao de balsas tesnénciay de tetra e 0 afasa mento entre os elecrodos de terra parcas destin se a ev {ar que se influenciem mutuamente, prejudicando o fim 2 — Caso haja necewsidade de diminuir o valor da re sitencia de terra'de-um eléevodo, pode recorer-se & qual: quer dos procenos sequintes 14) Aumentar © comprimento dos tubos ou day vare as enterrados no solo: 1) Aumentar a superficie das chapas ou das fitas em ‘contacto com solo; 6) Enierrar no solo um numero de elementos sufcente ara que, uma ver ladon em paralelo, se ati ja @ valor desejdo da resins de terra, om indo que 0s varios elements fguem a uma dis Uanecia ente si de cerca de 21m 43 m, Ov, no ‘ato de cabos ou Tas dispostosradialmente. tes formem entre si dngulos nao inferior a 60": <4) Aumentar 8 profundiade a que o electrode de ter. ra se encontra enterrado, por forma a atingir ‘uma camada de terra male himida © melhor condotora; ) Aumentar a condut “o convenientemente com a adigao de substin as condutoras adequadas. 3 — Entre as substincias condutoras a que se refere a inea e) do comentario anterior cita-se, por exemplo, © tulfato. de cobre 4 Na ligacho de candeiros & terra recomenda-se aut lizagio de cabos e fas dispostos a volta do apoio de mo- do-a obter uma superficie equipotencial que evite © apa Fecimento de tensdes de Passo perigosss CAPITULO XV Artigo 150.° Disposigées gorais No estabelecimento de redes de distribuigo em que se adopte o sistema «terra pelo neutron observar-se- ~Bo as prescricdes deste Regulamento que nao sejam contrariadas pelo disposto nos artigos 151.° a 156.° Gomentrio. ~ Os anios 62.* a 606.° do Regvlamento de Sequranca de Tnsalagbes de Usilzagho de Energia trice presrevem as condigdes que devem ser observadas 10 estabelecimento das insalages de uilleasdo em que se ‘dope para a proteeqdo das pessoas a wterra pelo neutfon Artigo 151.° 3 redes trifésicas Secgio do condutor neutro 1 — Em canalizagoes triffsicas de redes de distri- buigéo aéreas em condutores nus de aluminio ou de suas ligas, a secg4o do condutor neutro seré igual & da dos condutores de fase. 2—Em canalizagées trifasicas de redes de distr buicdo subterrdneas e nas aéreas em condutores nus de cobre, em cabos auto-suportados ou suspensos de fia- dores'e, ainda, em condutores isolados em feixe (tor- cada), © condutor neutro terd a seccao indicada no quadro 15.1, em anexo. Antigo 152.° Estabelecimento do condutor neutro 1 —0 condutor neutro nao poder ser interrompi- do pela manobra de qualquer aparelho de corte ou de protecgao. 2—O condutor neutro das redes em condutores isolados em feixe (torgada) ndo podera ser 0 tinico condutor submetido a esforgos de traced devendo 0 feixe ser suportado pelo conjunto de todos os con- dutores, com excepedo dos condutores de iluminagdo piblica. Comentério. — 0 disposto 10 n.° 2 do artiga tem em vista impedir que posta ocorer a rolura do condulor new Wo, mantendo-e Intactos os condutores de fave da can Tiragio, com ov races incre Artigo 153.° Ligaghe do neutro & terra 1 — Nas canalizagdes principais, quando de exten- sto superior a 200 m, deverd fazer-se uma ligagao do neutro a terra na sua extremidade ou préximo dela, além das ligagdes & terra previstas no artigo 134.° 2 — Nas redes subterrdneas a ligagdo do neutro & terra deverd fazer-se ainda em todos os pontos aces- siveis da rede (armérios de distribuico, etc.) 3 — Nas portinholas situadas nas proximidades de canalizagdes metdlicas de Agua deverao efectuar-se li- gacdes do neutro a essas canalizagSes por meio de bracadeiras adequadas. Comentdrio. — A distibuigdo das tere de tem grande influfncia no valor da tensto, que pode parecer no neutfo por rotura dese, tensto que ¢ de con- Sderar e que importa limitar nas redes com «terra pelo Hiavendo rotura do neutro, um contacto franco fase- neutto (por exemplo, por defiitncia de isolamento de wm lpatelno de utlizaglo) pode fazer aparecer naquele uma Tensto perigoss, mesmo’ que seja muito pequena a resis tncia global de erra do neulro. As tensBes do neutro a Tmontante a jusante da rotura serdo aproximedamente Proporcionais ar resisénciat de terra comtespondentes, Sotendo-se ot mais baixor valores daquelas quando, para lima dade resistencia global de terra do nevtro, as resi Uénclas de terra do neutro a montante © a jusante da ro- ture fore iguais, “A rotura do neuro pode, anda, provocar o aparecimen- to de tenses petigosts no mesmo, sem haver contacto Tranco fase-neutvo, quando a jusante da rotura se encon- Uwarem ligados aparelhos de poténcie elevada (ou muitos Se poténcia redueida) em insalagdes monoféscas ou tri- Tascas desequlibradas ¢ forem muito. desiguais as resi: tncias de terra. a montante e a Jusante da rotura. Tam- bbem neste exo as. mals baias tensdes do neutro, tanto fa montante como a jusante da rotura, se obiém para a igualdade das correspondents resisténcias de terra 'Nto se pode de todo evitar 0 aparecimento de tensBes perigosas no neutro por rotura deste. E, no entanto, de Considerar que etsa roture ¢ acusada pelos consumidores perante o defeituoso funcionamento dos aparelhos res ante da Talla de continuidade do. neuto. so longo da re- Artigo 154.° Utllizagéo de eléctrodos Individuals Os eléctrodos individuais das instalagdes de utiiz do poderio ser empregados como eléctrodos de ter- ra da rede de distribuigdo, devendo, nesse caso, a sua ligagdo ao neutro efectuar-se na portinhola ou a mon- tante do seu aparelho de corte de entrada. Comentério, — Com a tigagdo dos eléctrodos individuals ‘ao neuro tense em vista evlas © aparecimento de ten ber no. neutro.¢, portanto, "as massas dos aparelhos lipados ao nevtro, provemientes de contacto entre fase € massa nos aparelios hgadoe 8 terra atraves dos referidos ecirodos, Estas tensOes, tanto matores quanto menores orem as feasténcias defers dos electrodes indivduais em lage a resistencia plobal de terra do neulto, poderiam assumir valores. perigosos, como mosira © exemplo sezuinte. "Numa rede de dstibuigdo, se for $ 0 a resistencia gl bal de terra do neuro e 1a resistencia de terra de de terminado eléceodo individual, um contacto franco entre ase e massa de um apareho ligado a terra através desse clevtrodo" provocaria, mo neutto, a tensio perigoss de nox we3sv 1 SERIE — N.° 297 — 26-12-1984 Artigo 155.° Reslaténcla de terra do neutro A resisténcia de terra do neutro nao deverd ser su- perior a 101 em cada quilémetro ou fracgéo, a0 lon- go das canalizagdes principais ¢ ramais, nem a resis- téncia global de terra do neutro ser superior a 5. Comentirio, — © digposto neste antigo visa evtar © aps: recimento de tensOes perigosas oO AeutTo NOS casos de con facto franco entre fase € tera ou de contacto acidental dda alta tensfo. com a baixa tensdo. No caso de contacto franco entre a fase ¢ terra, tem-te verificado ser pouco provdvel o parecimento de resstén tas de contacto inferiores @ $8, pelo que em redes de istribuigto # pouco provavel o aperecimento de wa ten- Hono nevtto superior nox sendo R a resistencia global de terra do neuto, 0 que mos- faa conveniéncia de R ser a mais baixt possive 'No cavo de contacto de alta tensdo com a baixa tensto actuam as protecydes da rede de alta tenslo, mas no ca- fo de contacto fase-terra na rede de distibuigdo de baixa tensto a corrente pode ndo ser suficiente para fazer ace thar os aparelhos de protecrdo da rede de disribuigto (em eral, conacicuites fuses), Artigo 156.° Protecgto contra curto-crcultos ‘A corrente de curto-circuito entre fase ¢ neutro, em qualquer ponto da rede de distribuigao, devera origi- nar a actuagdo do respectivo aparelho de protec¢ao num tempo ndo superior a $s, Comentério, — 0 disposto neste artigo visa no man: ter tensdes perigosas fo neutto por $€ operas, n9 e880 60 Cuno-ircuito entre fase e neato, © corte pido da CAPITULO XVI Instalagdes provisérias Artigo 157.° Condigées gerals do clmento 1 — As instalagdes provisérias deverdo satisfazer as prescrigBes deste Regulamento, podendo a fiscalizagio do Governo dispensar a aplicagao de algumas dela com excepcao das relativas as instalagdes estabeleci das nos locais contemplados nos artigos 122.°, 123. ¢ 124.° ¢ & protecgdo das instalagdes e das pessoas. 2 — Em instalagdes provisérias apenas poderao ser utilizados cabos flexiveis que possuam caracteristicas ‘nao inferiores as do cédigo 213 200, cabos rigidos sus- pensos de fiadores ou auto-suportados ¢ condutores isolados em feixe (torsada). 3 — Se as instalagdes provisorias, embora de dura~ a0 temporaria, satisfizerem o disposto neste Regula- mento, nao se Ihes aplicaré 0 disposto nos artigos’ 159.° © 160.° Antigo 15% Duragio A durac4o das instalagdes _provisérias deveré reduzir-se a0 estritamente necessirio, podendo a fis. 1 SERIE — N° 297 — 26-12-1984 ealizagdo do Governo ordenar a desmontagem, remo- (a0 ou substituigdo das instalagdes quando o julgar conveniente. Antigo 159.° Interrupgso geral As instalagdes provisérias deverdo ser dotadas de um aparelho de corte geral de corte omnipolar, ins- talado em local apenas acessivel a pessoas autorizadas. Artigo 160.° Proteccho pessoas 1 — Nas instalagdes provisérias a proteccdo das pes- soas contra contactos directos deverd ser assegurada pelo afastamento das partes activas, por forma a no serem acessiveis, sem meios especiais, ¢ pela utiliza- do de canalizagdes com protecgdes mecanicas no condutoras e de aparelhos com invélucros isolantes.. 2—A proteccdo das pessoas contra contactos in- directos deverd ser assegurada pela utilizagao de ay relhos sensiveis & corrente diferencial residual de alta sensibilidade, quando as instalagdes provisérias forem estabelecidas em estaleiros de obras, arraiais, feiras ou semelhantes. Comentério. — 0 recurso aos aparelhos sensves & cot- rene diferencia residual de alta sensibidade devese 20 Fete de, neste po de instalades, Ado existirem massas metas de facil igagdo 4 terra (como € 0 caso de apoios Ietalicos ou de betao Jé eustentes no local © aproveite {dos para 0 esabelecimento da rede) CAPITULO XVII Yerificagdo, conservacio, exploragio ¢ trabalhos nas redes de distribuigio SECCAO | Verificagho des redes de distibuigio Antigo 161.° Veriticagéo das inst 60s [As redes de distribuigdo deverdo ser verificadas du- rante a execugao, antes da sua entrada em servigo ¢ por ocasido de modificagdes importantes, devendo ser feitas as verificagdes constantes dos relatérios (anexos 17.1 e 17.2), por pessoal devidamente qualificado. SecGAO HL Conservagio das redes de distiuigso Antigo 162.° Conservacio 1 — As redes de distribuigdo serdo convenientemente conservadas e mantidas em conformidade com as pres- 3905 crigdes deste Regulamento, devendo para isso efectuar- ‘se, pelo menos, as inspecgdes, medigdes ou ensaios constantes dos relatérios (anexos 17.1 € 17.2), por pes- soal devidamente qualificado. 2—A periodicidade das inspecgdes deverd ser a adequada a0 local de estabelecimento da rede, com © maximo de $ anos para as redes aéreas e de 10 anos para as redes subterréneas. SECCAO 1 Explorapio des redes de distribwicho Artigo 163.° Exploragso 1 —Na exploragao das redes de distribuigio nao deverd tocar-se, sem necessidade, em quaisquer con- dutores eléctricos, pegas ou aparelhos desprotegidos, nem manejar, sem tomar os devidos cuidados, objec- tos que possam provocar contactos com elementos sob tensao. 2—A manobra de interruptores € a substituigaio de corta-circuitos fusiveis s6 poderdo ser executadas por pessoal incumbido desses servicos, empregando dispo- sitivos de seguranga adequados sempre que as circuns- vancias o exijam. sEC¢AO IV Tres nas redes de datiiedo sussecgio 1 Trabahos sem tenséo Antigo 164.° Trabalhos sem tonsbo — 0s trabalhos nas redes de distribuicéo, quan- do realizados sem tens20, s6 serdo iniciados depois de © responsdvel por eles ter procedido ao corte da cor- rente ou recebido comunicacdo de pessoa idénea que assegure ter sido efectuado esse corte, nao se admi- tindo combinagdes de hora ou por falta de tensdo. Além disso, deverd verificar-se com cuidado se na pro- ximidade h4 condutores ou drgdos sob tensao, tomando-se, em caso afirmativo, as necessdrias pre- caugdes de acordo com o disposto no artigo seguinte. 2'— Se a comunicacdo referida no mimero anterior for telefénica, deverd ser repetida por quem a rece- ber, mostrando que a compreendeu. '3— Nos aparelhos de corte ou de proteccéo aces- siveis, por meio dos quais se eliminou a tensdo, afixar-se-do placas ou letreiros de aviso, que se man: terdo até ao fim dos trabalhos. 4— Quando nao haja a certeza de que foi desli- gada a parte da instalaco em que ha trabalhos a exe- cutar, proceder-se-4 como se 0s trabalhos decorram em tensio. Comentirios. — 1 — Recomenda-se que os responstveis pela enploracdo das redes de distribuitdo entreguem ins Trugdes escrtas para seguranca do pessoal a0 encarregado dda condugdo das trabalhos, yo" Recomenda se 0 us0 de placas ou letriros com a indigo No ligar — Trabalho» 3906 1 — Para certcar 0 operador de que efestivamente io Nao € pritica aceitével combinar a hora para a tensao, pois ese procedimente pode dar lugar Sidentes por devacerto de relogios ou engano as horas ‘Ou por terem ss manobras demorado mats do que fora previsto ‘A falta de tensdo pode resultar de um acidente impre- tanto, ndo deve, s6 por si sesir de indicacdo ‘os trabalhos. Artigo 165.° Trabainos na proximidade de instalagdes em ten: 1 — Para preservar de um acidental estabelecimen- to da tensio na parte da rede de distribuigiio seccio- nada em que haja que executar-se qualquer trabalho, deverd efectuar-se no local ou préximo dele uma li- gacdo de curto-circuito a terra entre todos os condu- tores abrangidos pelo trabalho. De igual modo se de- vera proceder quando se mantiverem préximos ¢ sob tensdo os condutores da rede de distribuicdo, ou de outra instalagao cuja proximidade seja perigosa, ou tomar outras medidas de seguranga eficazes para pre- venir o perigo resultante dessas proximidades. 2—O curto-circuito a terra deverd iniciar-se pela ligagdo & terra. Artigo 166.° Restabelecimento da tensio 1 —0 restabelecimento da tenséo nas redes de dis- tribuigdo em trabalhos s6 deverd efectuar-se depois de avisado 0 pessoal ocupado nesses trabalhos, que an- tes terd posto a instalarao em condigdes de ficar sob tensdo, ndo se admitindo, para isso, 0 recurso & com- binagdo de hora. 2 — Qualquer aviso ou comunicagao pelo telefone deverd ser repetido por quem o receber, mostrando que © compreendeu. 3 — As ligagdes a terra s6 serdo removidas depois de desfeitas as ligagdes de curto-circuito. Comentario. — Nio & prtica acetavel combinar a ho: ra para efeclusr 0 restabelecimento da tensio, pois ese procedimento pode dar lugar a acidentes por desacerta de Felogioe ou engano nas horas ou por terem os trabalhos Semorado ‘mats do que fora previsto. 1 SERIE — N.° 297 — 26-12-1984 Sumstecao Ht Trabalhos em tenséo Artigo 167.° ‘Teabainos em tenséo 1 = Os trabalhos em tensdo nas redes de distribui- cio poderdo executar-se quando, por motivo de servigo, nao seja conveniente eliminar a tensio, de- vendo Ser cumpridas escrupulosamente as regras e con- digbes de seguranga que a técnica impuser para evi- tar que corram perigo as pessoas encarregadas de os executar. 2— Os trabalhos em tensfo serdo efectuados por pessoas especialmente deles incumbidas ¢ conhecedo- ras do perigo possivel, que utilizarao dispositivos de seguranga apropriados a cada trabalho. 3 — Os dispositivos de seguranca deverao ser perio- dicamente experimentados e, antes de serem utiliza dos, examinados com cuidado. 4— A simples manipulag’o de aparelhos construi- dos especialmente para quaisquer manobras em ten- so ndo seré considerada trabalho em tensao, Comentarios. — 1 — Recomenda-se que a execucto de trabathos em tensfo seja confiada, pelo. menos, & Poperitios, um dos. quals sera 0 responsavel sre Eotce os dispostvos de seguranga a wilizar, con soanie 0 trabalho, cltam-se 0s seguintes: estrados olan: Tas calgado de borracha, deulos e vseras protec ferramenta isolada © fevestimentos protetores, SECCAO Primeios sccorrs ARTIGO 168° Primelios. socorros © pessoal afecto ao servico das instalagdes eléctri- ‘cas deverd ter um conhecimento perfeito sobre primei- Fos socorros a prestar a0s acidentados por acco da corrente eléctrica. QUADRO 21 Caracteristicas mecinieas @ eléctricas de condutores nus Antigo 6.* — Comentiio) io de cobre duro = go | 40242 | 1200 | 17x10- | 0.00399 | 00017 241 oe Ate 19 fos 910 | 38.442 | 1000 | 17x10-+ | 0.00393 | 9.017 6x7 Mais de 19 fios 56 0.017759 Ha rane de 7246 de com 7 889 | 6 262] 1200 | irx10+ | 0.002 | 0.023950 1 SERIE — N.° 297 — 26-12-1984 3907 cérany | cnn | Unimes | ee Condutor de bronze de 72% de] AtE 19 fos 9.09 | sea62] 1050 | 17x10] 002 | ors sor ondutibildade, Mais de 19 fios sua (024 621 Condutor de bronze de 60% de| ALE 19 fos 909 | 65469 | 1050 | 1x10) 0.002 | oor x91 ondutibilidade. Mais de 19 Tos one 0,029 834 a Ate 19 fos 276 J asaiz | seo | 23x10} 000s | 0.029 083 eee eae Mais. de 19 fos 2.78 (01029 282 Atl 19 fos 236 | 26228 | 6000 | 23x10-+ | 00036 | 0,033 248 Condutor de tiga de aluminio ee By en 6 al/1 ao aa | aan] #10 0,028 638 CCondutor de aluminio-ago (a) wal/taxo | 347 | 0a | 7750 00s | 0,038 960 30 a7 a0 ain | ass | 7850 1028 83s lo ndeamse apne scarcer dos conde emia ma nalmene empresa ha QUADRO 3.1 Intensidades maximas de corrente permanente admissivels em condutores nus, de cobre (Amigo 11.2 — Comentirio 2) 6 oo 10 5 6 uo 25 18s 8 H : 1s 50 20 0 280 95 | a0 120 | 300 150 360 is 335 20 25 300 70 400 870 ‘Nowe. — Estes valores sio vdlidos para a temperatura ambiente de 20°C. ‘QUADRO 32 QUADRO 33 Intensidades méximas de corente permanente Intensidades méximas de corrente permanente admissivels, ‘sdmissiveis em condutores nus, de aluminio ‘om condutores nus, de liga de aluminiomagnesio-silicio (Antigo 11." ~ Comentirio 2) (Aetigo 11.9 — Comentario 2) 20 an 2s Ds 2 40 1s 3a 6 2 548 as 24 155 no 36 ur 160 a2 “M8, Nota, — Estes valores sto vilidos para a temperatura ambiente Nota. — Estes valores vio vélidos para a temperatura ambiente de 20°C de 20°C 3908 QUADRO 3.4 Intensidades maximas do corrente permanente admissivels. ‘em cabos, dotados ou no de armadura @ com lsclamento ‘t bainha de policioreto de vinllo, dos tipos WW, VAV, VRV, ‘VMV, VIAV, VIRV @ VIMY, instalados ao ar. —Comentieto 2) Ls 2| 2» 25 30 | 28 a | % 6 so | 48 10 as | 70 | 6s 16 uo | 9s | 90 25 us | 12s | 10 35 130 | 130 | 130 50 210 | 180 | 150 0 ms | ws | 195 95 so | 70 | 235 120 60 | 30s | 270 150 440 | 380 | 310 as sos | 390 | 335 240 : s95 | ass | 410 300 8s | sio | «70 400 £20 | 610 | S60 500, os [- | Nota, — Estes valotes sto vélidos para a temperatura ambiente de 20°C ¢ foram calculados para uma temperatura méxima junto 444 alma condutora de 70°C, conforme as normas portuguesas NP-OI7, NP-919 © NP.920. QUADRO 3.5 Intensidades méximas de corrente permanente admissive ‘om cabos, dotados ou nfo de armadura e com lsolamento ‘bainha de polleloreto de vinlo, dos tipos VV, VAV, VRV, VM. VIAV, VIAV e VIMY, enterrados. (Amigo 11.° — Comentésto 2) ‘sine sented 1s so | 2s 23 wo | 3s 2 so | 45 6 6 | © 10 90 | 0 16 120 | 110 25 uss | 13s 3s us 50 20 70 280 95 3s | 298 0 380 | 340 150 ‘35 | 390 es 0 | 4s 240, smo | sis 300, 640 | 390 400 60 | 700 de 20°C e foram calevladoe para uma temperatura maxima jun dda alma condutora de 70°C, conforme. as norias. porluguesas NPO17, NP-9I9 © NP.920, 1 SERIE — N.° 297 — 26-12-1984 QUADRO 16 ‘om cabos bilndados, com isolamento e bain ‘eto do vinllo, do tipo VHV, Instalados ao ar. (Amigo 11° — Comentirio 2) Sesto vomit es eres — 1s | 2 25 io | a 4 | 3% 6 so | 48 10 mo | 6 16 9s | 90 2 vs | 110 FM 150 | 130 So 120 | 150 x0 zs | ws 9s : amo | 2s Nota, — Estes valores sto vilidos para a temperatura ambiente ‘de 20°C € foram calelados para uma temperatura méxima junto da alma condutora de 70°C, conforme as normas.portugnesas Np.oi7 e NP-321 QUADRO 37 Intensidades méximas do corrente permanente admissivels fem cabos blindados, com isclemento ¢ bainha de policlo ‘ato de vinllo, do tipo VHV, enterrados. (Antigo 11.* — Comentirio 2) us a 25 s a Pa 6 18 10 10s 16 1s 2 180 38 2s 50 260 0 sas os 400 Nota, — Estes valores sto validos para a temperatura ambiente de 20°C ¢ foram caleulados para ume temperatura maxima junto dda alma condutora de 70°C, conforme. as normas. porluguesss NP-O17 ¢ NP-O2 © 297 — 26-12-1984 QUADRO 46 ‘sidades maximas de corrente permanente admissiveis ‘om ‘cabos blindados, do tipo BEV, Instalados a0 nt cArtigo 11° — Comentirio 2) ‘Nota, — Estes valores sho validos para a temperatura ambiente de 20°C ¢ foram caleulados para uma temperatera maxima junto Ga alma ‘condutora de 60°C, onforme as normas portuguesss NP.917, F982 @ 11103, QUADRO 39 Intensidades méximas de corrente permanente admissivels fom cabos com alma de aluminio © com isolamento © Balnha de policloreto de vinilo, dos tipos LVV, LSW. LVAV, CVAV, LVMV, LVIAV, LVIRV, LVIMV, LSVAV. LSVRV, LSVMV, LSVIAV, LSVIAV LSVIMY. enterrados. = Comentério 2) 6 | uo} 9s | Pa is | as | uo 5 tno | 130 | 30 FA Sto | 1s | 130 Fa | Bs \ ms | 3s Es | Bo | Ho | 2s 0 30 | 40s | iro 0 25 | 380 | Sto tes | Sts | oo | 3s x | So! 335 | a0 ito foe 300 tes | sio | ato 380 ‘0 io | ato | io | 560 io in Soo a 600 | 1080 o 1 Nota. — Estes valores sdo vilidos para a temperatura ambiente de 20°C « foram caleulados para uma temperatura maxima junto Ga alma ‘condurora de 70°C, conforme ay norma’ portuguesss NPI e Fee" 3909 QUADRO 3.10 do corrente permanente admissivels ‘em cabos com alma de aluminio @ com isolamento © Balnha de poticloreto de vinllo, dos tipos LVV, LSWY, LVAV, CVAV, LVMV, LVIAV, LVIRV, LVIMV, LSVAV, LSVRV, LSVMV, LSVIAV, LSVIRV © LSVIMY, Instalados 20 ar. = Comentério 2) 6 $0 25 us 3s uss 0 170 70 20 95 265 120 S10 150 30 18s 0s 240 os 280. soo} ee 300) 550 | «10 | 37s 380 0 |“ 400 68s | 450 | 450 0 ra0i| ee |e 500 aso | 600, 340 60 s70| 540 360, 400 1 000. 360 ano] =. 1000 tuo} = 1200 1250 ‘Nota, — Este valoces sfo vilidos para a temperatura ambiente ge 20°C ¢ foram caleulados para uma temperatura maxima junto Ge alma condutora de 70°C, conforme as normas portuguesa NPT 1146? ‘QUADRO 3 Intensidades méximas de corrente permanente admis ‘om’ cabos com Ieolamento e bsinha de policloreto. de Jiniio, dos tipos VWS, LVVS @ LSVVS (cabo em 8), insta Tados! ao ar. (antigo 11.* — Comentirio 2) 0 3s ss | as | 50 | 40 “ 3s 35 x0 Nota, — Estes valores sfo vidos para a temperatura ambiente cde 20%C « foram calculados para uma temperatura maxima jun {5 ds stma condutora de 70°C, conforme a proposta de projecto ‘de norma. portuguesa. 3910 1 SERIE — N.* 297 ~ 26.12.1984 QUADKO 3.3 Intensidades maximas de corrente permanente admissi ‘gm condutores Isolados agrupados om felxe (lorgadas), tipos Xe LXS, instalados so ar. (Artigo 11.* — Comeatirio 2) Sesto noi oy oars ; = Seco mami ona : 7 6 so 45 6 ss ss | - 10 wm] - | 6s 10 5 mas 16 aaa 6 ls 2 100 3s 0 100 35 33 10 50 = : 30 . 130 70 See 70 130 Noa. ~ Estes valores sio vilidos para a temperatura ambiente Nota. — Estes valores s40 validos para a temperatura ambiente de 40°C © foram calculados para uma temperatura maxima junto d¢ 40°C e foram calculados para ume tempersiars maine onre a alma condutora de 90°C, contorme a proposta de projecto de 1 alma condutora de 90°C, conforme 4 proposta de projeclo de horma portuguesa forma portuguesa, QUADRO 3.14 Intensidades maximas de corrente permanente admissivels om cabos com isolamento de papel impregnado f bainha metélica dos tipos PCAV, PCV © PCIAJ (Antigo 1." — Comeatério 2) Sect mal ont T 5 4 = $s 0 a » 6 . 70 39 39 30 10 | 9s wo | 6 16 : 5 fons 10s y %0 25 : 180 0 5 0 35 : . 19s, 70 6s 150 0 jos | 360 | 238 20s ws 180 30 ass | 330 | 290 | 260 | 2a | 250 os 0 | 9s | 350 | 310 | 390 | 380 bo so | 60 | Jos 360 0 us 150 60 | so | 450 ato ws | 30 18s 80 | 60 | soo | 37 | 420 | a0 240 y0 | 720 | 510 so | a0 | 450 300 soo | 3% | oo | wo | sao | 560 400 1060 | 100 | 140 | 740 | a0 | 660 500 1200 | 1160 : ol : Nora, — Estes valores sio validos para temperaturas ambientes de 20°C © 30°C, respectivamente, para cabos enterrados ¢ cabos instalados a0 ar, conforme proposta de projecto de norma portuguesa QUADRO 3.15 Intensidades maximas de corrente permanente admissiveis om cabos com isolamento de papel impr ‘@ bainha metélica dos tipos LPCRV ¢ LPCIAJ (Artigo 11. — Comentario 2) 0 1% @ 8 © 3 16 : 100 2 38 3 70 2s bo. 120 100 100 o 1 SERIE — N.° 297 — 26-12-1984 3911 # = us 13s 110 0 23s 175 150 190 %0 Ds 20 1 17s a 450 260 ns nis ho aos 300 25s 250 50 460 3a a9 | as es 320 390 | 30 | ho | es 20 oo | ss | aso | as | 37s 38s S00 %@ | 60 | sio | 40 | a0 | 40 400 wo | m0 | 590 | 390 | ao | 530 500 s20 | 890 Nota, — Estes valores sto vélidos para temperaturas ambientes de 20°C € 30°C, tespectivamente, para cabos enverrados © cabos instalados ao ar, conforme proposta ‘de proyecto de norma portuguesa QUADRO 3.16, Intensidedes maximas de corrente permanente admissivels em cabos com isolamento e bainha interior de borracha rior de policloropreno, do tipo FBBN, instalados 20 a (Antigo 11° — Comentirio 2) us 2% 1s 23 | 1% 3 0 8 u 6 66 30 2 0 as 20 5s 16 120 33 cH 28 15s 0 9s is ws | as ns 50 mo | ons ns 0 | 300 20 180 9s 360 26s 2s 120 20 300 das Ye. ‘40, Ms xs Nora. — Estes valores do valdos para a temperatura ambiente de 20°C e foram calculados para uma temperatura maxima junto da alma condutora de 60 ‘QUADRO 3.17 anente admissivels "de policloreto de i: Intensidades méximas de corrente fem cabos com isolamento e bain fille, do tipo FVV, instalados 20 ar. cArigo 11.2 — Comentirio 2) eSene “Nonforme a normas ponuguesas NP-917 € NP.9S9, QUADRO 3.18 Intensidades maximas de corrente permanente admissivels fem cabos com solamento de borracha e bainha de poll Cloropreno, do tipo FBN, Instalados a0 ar. artigo 11° — Comentivio 2) ons ie ry 1 Hae 2 | 2 13 }2 |e as so | 28 23, wo | 2 : é Eh a 3s | 6 Nota, — Este valores séo vilos para a temperatura ambiente Nola, — Fates valores so vilidos para a temperatura ambiente de 20°C « foram caleulados para uina temperatura méxima junto a alma ‘condutora de 70°C, conforme. a norma,” portusuesas Np.oit e NP-924 de 20°C foram calcotados para uma temperatura mania junto de alma conduiora de 60%, conforme av normias, portuguesa. Noi? ¢ NPISK 3912 1 SERIE — N.* 297 — 26-12-1984 QUADRO 41 Diametros médios maximos aparent (2 4p) 60s condutores Isolados om felxe (torgads) com simas de cobre (Argo 36.° — Comentério) evant @o coneer ex 7 2a 6 2 160 ws | 36 | 320 | ane 10 no | mo | 26 | ist | ao | 4s 16 2 aso_ | 20 |e | 300 | oo ‘QUADRO 4.2 Didmetros médios méximos aparentes (2 ap) dos condutores Isolados om felxe (torgada) com almas de sluminio (Artgo 36,° — Comentérioy ze T ze 6 : 204 0 | 360 3 26 7 620 | 234 sea | 512 as 235 & ro | 2m re | rz 50 307 or sm | 302 gee | nas 70 sso | ure | tos | si | 12s | rise QUADRO 5.1 Coditieagto dos condutors lola » dos cabos male usualmenteulzados om redes de datibuicho de energla elécrica ‘om balxa: ton (Antigo $3.° — Comentérioy win vay own sor 1 wien voonuee oan sore iso wawasw ose 0 viv.acy oan sno WeAwasvveN —_[o671kV—ainta ewetor ge cor| 05300 1 SERIE — N.° 297 — 26-12-1984 3913 Rigido VHV-BCV 06/1 kV — Bainha exterior de cor | 308 210 reta PCV-LPCV-VAV-LVAV-LSVAV-VMV- oat kv 307 210 “LVMV.LSVMV-VRV-LVRV-LSVRV- CBCAV-LPCAV-PCMV-LPCMV- “PCRV-LPCRV. Rigido VS-LVS-XS-LXS, ost kv 201 200 Flexivel, FV-FBT-FVD 00/500 V 211 100 Flexivel FV(90) F105) 300/500 21102 Flexivel FBBN 06/1 kV 315200 Flexivel Fw 3007500 v 213200 Flexivel FBN 300/500 V 213 200 ‘Note. — Alguns dos valores da tensdo nominal 0,6/1KV tém cardcterIransitério até a harmonizagdo das normas portuguesas com ‘os documentos de harmonizagio do CENELEC que prevéem a tenslo nomin vals dos rlos do Pa ‘de 4507750'V QUADRO 8.1 ‘Arige 78.° — Comentiro) ‘© malor altura da mastreacBo dos barcos que nos mesmos cavegam Enire Caminha ¢ Valenga 2 — Enire Valenga e So Gregério (fronceira) ‘ Lima Enire Viana’ do. Castelo e Ponte da Barca 2 Cavado Entre Esposende e Barcelos 0 ave Entre a for eo primeira agude, a moniante de Vila do Conde 0 Entre a foz ea ponte de D. Luts 1 8 Douro, Entre a ponte de D. Luis Ie 0 esteiro. da Campanha 30 \LEntre 9 estero da Campanha ¢ Barca de Ala’ 0 ‘No canal entre a for e.0 Cais das Pirimides «0 ae eae Na parte retante da laguna eno rio Vouga, até Pesseguciro do Vouea 15 Agueda [Lente a conflutncia do Vouga ea ponte de Bolfiar 1% [Ene a for e a nova. ponte préximo da Fontela 40 Ente @ nova ponte préximo da Fontela ¢ 0 local dos Cinco irmaos 15 Mondego J "Gxteemo de montante da ilha. da Murraccra). No io Adeiro (Lavos) eno esteiro dos armazéns de Lavos 1s NNo restate curso do Mondego att a for do Dio 2 Soure © Verride Enire 8 confivéncia no Mondego € 2 ponte de Soure 2 Foja Enure 2 nna Mondego € @ ponte do Pinhal Manso 2 Pranto Entre & nna Mondego © 2 ponte do Sobral 2 ito do Moinho do’ Almoxarife Entre 8 conflugneia no Mondego © 0 Moinho de Almoxarife 2 Exevo da Ercira Entre a confluéncia no rio de Vertide ea Ereira 10 Entre a for € Cabo Ruivo. © Entre Cabo Ruivo Vila Franca de Xira 30 as Nos esteios dos rios Coina, Tudeu ¢ ry Entre Vila Franca de Xira © Tramagal 2 Entre Tramagal ¢ Alveza 5 Enire Alvega ¢ Frontera 6 soe Entre » conflutnela no Tejo © Porto Ako 2 [Nas albufeiras do Maranhio € de Montargil is Vala Nova de Benavente Entre a confluencia no Sorrala © 10 km para montante Fa de Salvaterra Entre a sua conflvéncia no Tejo © 2 km para montante (Saivaterra de 2s Magos), ‘Almonds Entre a sua confluéncia no Tejo € a Ponte da Broa 0 ‘Alwela Entre a sua eonfluéncia no Tejo © 4 ponte do Borrado 0 3914 1 SERIE — N.° 297 — 26-12-1984 Lnire 4 a conftécia no Tejo € Barca Nova jee ee _ katte Barea Nova e Albufeita: de Castelo do Bode ‘Sem mastros fh Nav albufeiras de Castelo do Bode, da Bouca ¢ do Cabril io Enive 2 albufeira do Cabril e a ponte de Cambas ‘Sem mastros Enire a sua conflaéncia no Tejo ea ponte de Alge 6 oer ees Lave a ponte de Alge e Campelo Sem mastros Ribeira da Sera | entre a sua confludncia ‘no Tejo © Oleros Sem mastros sud Entre a for e 0 esteo da Marateca, inclusive “0 a Enire 0 esteito de Marateca ¢ Porto’ Rei ow Porto de Sio Bento 2 Ribeira de S20 Martinho Enire 2 sua confluéncia no Sado e a estacio de Monte Novo de Palma 2 Ribewo de Marateca | Entre 0 estero de Marateca e a ponte de caminho de ferro do Zambujat 2 Mira | nie a fore Odemira 5 Ribeira de Seine Enire a foe e 2 estrada nacional 9.° 120 Sem mastros Ribeira de Aljezur | Ene a foz © 3m a montante desta Sem mastros Ribeira de Odelouca Enire a sua conflugneia no rio Arade © a esrada nacional n.° 124 Ribeira de Alvor Enire a foz e Montes de Alvor rade Enire a foz € a ponte de Sives Séqua ou Giléo Enive a fz e @ ponte de caminho de ferro de Sul e Sueste Ribeira de Almargem Entre a for do rio de Vale Formoso e a ponte da estrada nacional.” 125 Esteito do Francisco Enire a conflvenia no ester da Leva até 4 for do estero do Mata | Sem mastros ome Exciro do Mata Fome Enire a confluéncia no esteire do Francisco € Castro. Marim 6 Exeira das Lenirias Enire @ Forte do Registo ea esirada nacional n.° 122 16 Exeira de Castro Marim Enive 2 sua confutncia no Guadiana ¢ 0 Forte do Registo 6 Entre a sua conflutnia no Guadiana e um pouco para montante da estrada 16 ‘nacional n." 122. Guadiana nite a for e 0 primeiro agude a montante de Mértola «0 ‘Chane Enire a sua conflufnea no Guadiana e 2 km para montante 6 Ribeira de Odelete Entre 4 sua confluéncia no Guadiana ¢ a confluéncia com a ribeira do 6 Foupana, no sitio da Pernada QUADRO 82 Linhas de caminno de ferro lectificadas ou cuje electiticagéo esta prevista (Artigas 862° © 87.¢ — Comentirioy Linke do Minho: Entre Sd0 Romlo ¢ Monsio. Ramat de Braga Enire Nine ¢ Braga Tina de cireumvalagio de LeitGes e suas dependéncias a Contuinit ~ Ermesinde. Links da Povoa Enire Porto (Boavista) © Laundos. Cina de Guimardes Enure Porto (Trindade) e Guimardes, inka do Douro Entre Ermesinde © Barch de_Alva nha da Beira Ava Enire Pamplhosa e Vilar Formos Ramal de Lous Enire Coimbra’ Serpins inka. do. Oevte Enure Cacem eB. Lares Ramat de Alcantara : Enure Campolide ¢ Alcincara Linha do Leste Entre Entroncamento ¢ Elvas Ramal de Caceres Enue T. Vargens ¢ Marvio (nha da Beira Baixa | Entre Abrantes'e Guarda. Concordincia de Sete Rios = Lunha de Vendas Novas Ene Setil € Vendas Novas Concordincia Bombel-Vidigal = nha’ do" Sul Enue Barreiro ¢ Vila Real de Santo Antoni. ‘nha do Sado Enure Pinhal Novo © Funehera Rama de Sines Enure ErmidasSado Sines Ramal de Lagos Entre Tunes ¢ Lagos. Linha do Pinhal Noso.Siderurgi = nha do. Pocetdo:Pinheito «| nize Poser ¢ Pinheiro. Linha d9. Minho. Entre Porto (S80 Bento) ¢ Sto Romio, Lina do None Enire Lisboa (Santa Apolonia) ¢ Campanha Ramat de Toms Entre Lamarosa e Tomar. faha. de Cin Entre Brago de Prata © Campolide ‘oncordancia de Benfica 7 Concordincis de Xabropas 7 Ramat de" Sines (Cacem ¢ Sintra inka do. Oe Lisboa (Rossio) e Cacém,