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Cartão R-UIN.

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O Chip RUIM é mais uma opção que a tecnologia CDMA oferece para
facilitar, ainda mais a vida do usuário. A sigla RUIM é composta a
partir do nome original em inglês, do recurso: Removable User
Identity Module. Ou seja, o Chip RUIM é a identidade do usuário
através de módulo removível. Trocando em miúdos, isso funciona da
mesma forma que o SIM Card, nos telefones de tecnologia GSM.
Em vez da linha ser programada no celular, como ocorre atualmente nos
aparelhos de tecnologia TDMA e CDMA, ela está dentro do chip, e o
celular é apenas o meio para realizar ou receber as ligações.
Essa tecnologia é literalmente um negócio da China, para as
operadoras CDMA oferecerem mais flexibilidade aos usuários. O negócio
da China deve-se ao fato de, quem quiser ver isto em operação, terá
que ir até lá para conferir. Por enquanto, a China Unicom é a única
empresa CDMA a utilizar o Chip RUIM.
Entretanto, quem quiser ver como é que um Chip RUIM é colocado dentro
de um celular CDMA, basta ir até uma loja da Vivo, aqui no Brasil
mesmo. Com exceção do modelo 8280, todos os demais celulares CDMA da
Nokia, comercializados no Brasil, oferecem o suporte de hardware a
tecnologia do Chip RUIM. Basta retirar a bateria do celular e
observar o local para a inserção do componente. Esse soquete é muito
semelhante ao encontrado nos equipamentos de tecnologia GSM. Exemplos
de celulares CDMA da Nokia que oferecem suporte ao Chip RUIM são o
6585, o 6255 e o 6265.
Segundo Anísio Résem, gerente de produtos CDMA da Nokia, apesar dos
aparelhos oferecerem suporte de hardware ao Chip RUIM, tal função não
está implementada nos aparelhos vendidos no Brasil. Para a operação
dessa função, é necessário que exista o suporte tanto por parte do
aparelho, como da operadora. Entre as mudanças, estão as
reprogramações dos aparelhos e da plataforma do serviço celular.
Ainda, segundo o gerente da Nokia, a solução do Chip RUIM permite ao
CDMA, a mesma flexibilidade encontrada nos aparelhos de tecnologia
GSM. O número do usuário (a linha), a agenda dos números e algumas
configurações pessoais estão dentro do chip, e não no celular.
Dependendo da capacidade de memória do chip, também é possível
implementar aplicações específicas de softwares no telefone, que
independem da linguagem utilizada pelo aparelho celular, seja ela
Java ou Brew.
Apesar de existir a opção da tecnologia do Chip RUIM, a Vivo não tem
planos para essa implementação no Brasil.

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