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Universidade Federal de Alagoas Unidade Acadêmica Centro de Tecnologia Curso de Engenharia Química Laboratório de física

Universidade Federal de Alagoas Unidade Acadêmica Centro de Tecnologia Curso de Engenharia Química Laboratório de física 1

Universidade Federal de Alagoas Unidade Acadêmica Centro de Tecnologia Curso de Engenharia Química Laboratório de física

CHOQUE ELÁSTICO E INELÁSTICO

Alunos:

, Profª:Lidiane Omena

Maceió, Maio/2011

SUMÁRIO

Introdução-----------------------------------------------------------------------------------------------IV Objetivos Choque elástico-------------------------------------------------------------------------------VII Choque inelástico-----------------------------------------------------------------------------VII Materiais Utilizados-----------------------------------------------------------------------------------VII Procedimentos experimentais Choque elástico------------------------------------------------------------------------------VIII Choque inelástico----------------------------------------------------------------------------VIII Resultados e discussões Experimento 1- Choque elástico------------------------------------------------------------IX Experimento 2- Choque inelástico-------------------------------------------------------XIII Conclusão---------------------------------------------------------------------------------------------XVII Referências bibliográficas-------------------------------------------------------------------------XVII

Introdução

Colisão é a interação entre dois ou mais corpos, com mútua troca de quantidade de movimento e energia. O choque entre bolas de bilhar é um exemplo, o movimento das bolas se altera após a colisão, elas mudam a direção, o sentido e a intensidade de suas velocidades. Outras colisões ocorrem sem que haja contato material, como é o caso de um meteorito que desvia sua órbita ao passar pelas proximidades de um planeta.

Em física procura-se saber o comportamento dos corpos após a colisão. Para isto são usadas as leis de conservação de energia cinética e momento linear, conforme o tipo de colisão. O nosso foco de pesquisa são as colisões elásticas e inelásticas:

Colisões elásticas

Numa colisão elástica a energia mecânica e o momento linear dos corpos envolvidos permanecem os mesmos antes e depois da colisão. Diz-se que houve conservação de momento linear e energia.

Introdução Colisão é a interação entre dois ou mais corpos, com mútua troca de quantidade de

Figura 1. Colisão elástica.

Considera-se o caso de dois corpos de massas m 1 e m 2 movendo-se em linha reta, com velocidades v 1 e v 2 respectivamente, permanecendo os mesmos dois após a colisão (sem que haja desagregação), conforme a Figura 1. Antes da colisão o corpo de massa m 1 tinha uma energia cinética E 1i e um momento linear p 1i e o corpo de massa m 2 tinha uma energia cinética E 2i e um momento linear p 2i que podem ser expressos pelas fórmulas:

E 1i =

(1a)

(1b)

IV

p 1i =m 1 v 1i

E 2i =

p 2i = m 2 v 2i

(1c)

(1d)

Após a colisão as fórmulas são as mesmas, mas agora os corpos terão quantidades de movimento e energias diferentes do que tinham antes da colisão, que são representadas com o índice f (final), assim:

E 1f =

p 1f =m 1 v 1f

E 2f =

p 2f = m 2 v 2f

(2a)

(2b)

(2c)

(2d)

Como há conservação de energia e momento pode-se escrever que a energia total e o momento total inicial e final do sistema de corpos não variam, desta maneira:

E 1i +E 2i =E 1f +E 2f p 1i + p 2i = p 1f + p 2f

(3a)

(3b)

Substituindo nas equações 3a e 3b os valores para cada termo:

+

=

+

m 1 v 1i + m 2 v 2i = m 1 v 1f + m 2 v 2f

(4a)

(4b)

A resolução do sistema de equações formado pelas Equações 4a e 4b é possível e permite o conhecimento das condições do movimento após a colisão.

Colisões perfeitamente inelásticas

Colisões perfeitamente inelásticas são aquelas onde não ocorre conservação de energia mecânica, mas somente quantidade de movimento. Após o choque ambos os corpos seguem juntos, como um único corpo com a massa igual à soma das massas de todos os corpos antes do choque. A Figura 2 ilustra esta colisão para dois corpos.

Figura 2. Colisão inelástica Admite-se que os corpos de massa m e m tenham quantidades de

Figura 2. Colisão inelástica

Admite-se

que

os

corpos

de

massa m 1 e m 2 tenham

quantidades

de

movimento p 1i e p 2i antes da colisão,

respectivamente.

Após

a

colisão

a quantidade de

movimento será:

p f = v f (m 1 + m 2 )

(5)

Pela lei de conservação:

 

p 1i + p 2i = p f

(6)

Substituindo os termos da Equação 14 por suas respectivas expressões:

m 1 v 1i + m 2 v 2i = (m 1 + m 2 )v f

(7)

Conclui-se que o valor para a velocidade final dos corpos é:

  • v f =

(8)

As colisões costumam ser classificadas por comparação da energia cinética dos objetos após a colisão com a energia cinética antes da colisão. Se a energia cinética após a colisão é menor do que era antes da colisão, a colisão é chamada de colisão inelástica. Se a energia cinética após a colisão for igual a energia cinética antes da colisão, a colisão é chamada elástica.

Objetivos Choque elástico:

Determinar a velocidade inicial e final do primeiro carrinho;

Determinar a velocidade inicial e final do segundo carrinho;

Verificar a conservação do momento linear do sistema;

Verificar a conservação da energia mecânica do sistema.

Choque inelástico:

Determinar a velocidade inicial e final do primeiro carrinho;

Determinar a velocidade inicial e final do segundo carrinho;

Verificar a conservação do momento linear do sistema;

Verificar a conservação da energia mecânica do sistema.

Materiais utilizados:

Trilho 120 cm; 1

Cronômetro digital multifunções com fonte DC 12 V; 1

Sensores fotoelétricos com suporte fixador (S1 e S2); 2

Y de final de curso com roldana raiada; 1

Suporte para massas aferidas 9 g; 1

Massa aferida 10 g com furo central de 2,5 mm; 1

Massa aferida 20 g com furo central de 2,5 mm de diâmetro; 2

Massa aferida 10 g com furo central de 5 mm de diâmetro; 2

Massa aferida 20 g com furo central de 5 mm de diâmetro; 4

Massa aferida 50 g com furo central de 5 mm de diâmetro; 2

Cabo de ligação conjugado; 1

Unidade de fluxo de ar; 1

Cabo de força tripolar 1,5 m; 1

Mangueira aspirador 1,5 m; 1

Barreira de choque; 2

Fixador em U para choque; 1

Carrinho para trilho preto; 1

Carrinho para trilho azul; 1

Porcas borboletas; 3

Arruelas lisas; 7

Balança.

Procedimentos experimentais

O trilho de ar é um equipamento projetado para minimizar as forças de atrito, fazendo com que o corpo se desloque sobre um jato comprimido, o que elimina o contato direto entre o corpo e a superfície do atrito, no qual ele desliza depois de montado. O oscilador massa- mola é constituído de um corpo de massa M ligado a uma mola de constante elástica, presa a uma parede. O corpo executa MHS sobre uma superfície horizontal sem atrito. Quando a mola é comprimida ou esticada e liberada, o corpo passa a executar um movimento unidimensional de vai- e-vem dirigido pela força restauradora exercido pela mola.

Experimento 1:Choque elástico

Montamos o equipamento e ligamos o fluxo de ar, após fixarmos nos carrinhos a barreira de choque e o fixador em U para o choque. Colocamos o segundo carrinho entre os sensores e fixamos os sensores no trilho de tal modo que ficaram no centro do trilho e a pelo menos 0,40 m um do outro. Selecionamos a função F3 do cronômetro e demos ao primeiro carrinho um impulso, movimentando-o para chocar com o segundo. Quando o primeiro carrinho passou por S 1 o cronômetro foi acionado para medir o intervalo de tempo correspondente ao deslocamento de 0,10 m. Após ambos os carrinhos se chocarem, estando o segundo em repouso, o mesmo quando passou por S 2 o cronômetro foi acionado para medir o intervalo de tempo correspondente ao deslocamento de 0,10 m. O cronômetro vai indicou os dois intervalos de tempo.

Experimento 2:Choque inelástico

Montamos o equipamento e ligamos o fluxo de ar, após fixarmos nos carrinhos a barreira de choque e também os acessórios para o choque inelástico. No choque inelástico após o choque os dois carrinhos se deslocaram juntos com a mesma velocidade. Colocamos o segundo carrinho entre os sensores e fixamos os sensores no trilho de modo que ficaram no centro do trilho e pelo menos 0,40 m um do outro. Selecionamos a função F3 do cronômetro e impulsionamos o primeiro carrinho movimentando-o para se chocar com o segundo. Quando o primeiro carrinho passou pelo S 1 o cronômetro foi acionado para medir o intervalo de tempo correspondente ao deslocamento de 0,10 m. O primeiro carrinho deve se chocar com o segundo que está em repouso v=0, e quando fizemos o segundo carrinho passar pelo S 2 o cronômetro foi acionado para medir o intervalo de tempo correspondente ao deslocamento de 0,10 m. O cronômetro indicou os dois intervalos de tempos.

Resultados e discussões Experimento 1:Choque elástico

Com os procedimentos realizados, analisaremos se o nosso objeto de estudo trata-se de colisão elástica. Para isso precisaremos mostrar que há a conservação do momento linear e da energia cinética do sistema (carrinhos).

Ao darmos impulso no carrinho 1 de massa 214,05g=0,21405Kg, este adquire uma velocidade inicial v 1i . Para sabermos que velocidade é esta, anexamos ao carrinho uma placa metálicade 10cm=0,1m que, ao passar por um sensor fotoelétrico, nos indicará o tempo que esta placa percorreu e, como esta está anexada ao carrinho, a velocidade deste será a velocidade da placa.

O tempo encontrado foi de 0,265s, logo a velocidade inicial do carrinho 1 é:

  • v 1i =

 

= 0,377m/s

(9)

=

Inicialmente

o carrinho 2 estava em repouso, logo sua velocidade inicial v 2i é zero.

Após o choque, percebemos que o carrinho 1 parou, logo sua velocidade final v 1f é zero, e o carrinho 2 adquiriu certa velocidade v 2f . Para sabermos que velocidade é esta, também foi anexado uma placa de 0,1m ao carrinho 2, e foi medido o tempo que a placa percorreu o sensor fotoelétrico ao longo de sua trajetória. O tempo medido foi de 0,259s, logo a velocidade adquirida do carrinho 2 é:

Pela eq.(9):

V 2f = = = 0,386m/s

Com isso podemos calcular o momento linear do sistema antes e após a colisão:

- Momento linear antes da colisão:

Pela eq.(1b) e (1d):

IX

p 1i =m 1 v 1i

p 2i = m 2 v 2i

Sendo p 1i o momento inicial do carrinho 1

e p 2i o momento

, Logo o momento inicial do sistema (carrinhos 1 e 2) temos:

inicial do carrinho 2.

p i = p 1i + p 2i = m 1 v 1i + m 2 v 2i

(10)

Como m 1 =0,21405 Kg, v 1i =0,377 m/s, m 2 =0,21470 Kg e v 2i =0, temos:

p i = 0,2145

.0,377

p i = 0,081 Kgm/s

Agora sendo p f , o momento do sistema após o choque, e p 1f p 2f , os momentos finais dos carrinhos 1 e 2, respectivamente. Logo, o momento final do sistema (carrinhos 1 e 2) temos:

p f = p 1f + p 2f = m 1 v 1f + m 2 v 2f

(11)

Como m 1 =0,21405 Kg, v 1f =0, m 2 =0,21470 Kg e v 2f =0,386 m/s temos:

p f = 0,21470 .0,386 = 0,083 Kgm/s

Por fim calculamos a média dos momentos, o desvio dos momentos dos carrinhos 1 e 2 em relação à media e o desvio relativo:

-Média:

<p>=

=

= 0,082Kgm/s

- Desvio:

(12)

- Em relação à condição inicial do sistema:

Δp i =|p i + <p>|=|0,081 0,082|= 0,001 Kgm/s

(13)

-Em relação à condição final do sistema:

Δp f =|p f + <p>|=|0,083 0,082|= 0,001 Kgm/s

(14)

-Média dos desvios:

<Δp>=

=

= 0,001 Kgm/s

-Desvio relativo:

DR=

Δ

=

= 0,012 = 1,2%

(15)

(16)

Considerando uma tolerância de 5%,podemos afirmar que o momento foi conservado. Agora queremos saber de há a conservação da energia mecânica. Todos nós sabemos que a energia mecânica é a soma doas energias cinética e potencial, mas como estamos considerando a referência de altura no plano de atuação dos carrinhos, desconsideremos a energia potencial e consideremos apenas a energia cinética do sistema. Sejam E 1i e E 2i as energias cinéticas iniciais dos carrinhos 1 e 2, então:

-Energia cinética inicial do sistema :

E i = E 1i +E 2i

Pelas equações (1a) e (1c), temos:

E i =

+

(17)

(18)

Como m 1 =0,21405 Kg, v 1i =0,377 m/s, m 2 =0,21470 Kg e v 2i =0, temos:

E i =

+

= 0,015J

-Energia cinética final do sistema:

E f = E 1f +E 2f

(19)

Pelas eq.(2a) e (2c), temos:

E f =

+

(20)

Como m 1 =0,21405 Kg, v 1f =0, m 2 =0,21470 Kg e v 2f =0,386 m/s temos:

E f =

+

= 0,016J

Por fim calculemos a medis das energias cinéticas, os desvios das energias cinéticas em relação à média e o desvio relativo:

-Média:

 

<E>=

 

=0,0155 J

(21)

 
 

=

- Desvios:

 
 

-

Em relação à condição inicial do sistema:

 

ΔE i =|E i - <E>|= |0,015-0,0155|=0,0005 J

 

(22)

 

-

Em relação à condição final do sistema:

ΔE f =|E f - <E>|=

|0,016-0,0155|=0,005

 

(23)

 

-

Desvio relativo:

 

DR= Δ

=

= 0,032= 3,2%

(24)

Considerando

uma tolerância de 5%, podemos afirmar que a energia cinética foi

conservada. Como o momento foi conservado no choque, tratamos então de um choque

elástico.

Reultados e discussões:

Experimento 2: Colisões inelásticas

Com os procedimentos realizados, analisaremos se o objeto de estudo trata-se de colisão inelástica. Para tal devemos mostrar que a energia cinética após a colisão é menor do que era antes da colisão (E f <E i ).

Ao darmos impulso no carrinho 1 de massa 214,05g=0,21405Kg, este adquire uma velocidade inicial v 1i . Para sabermos que velocidade é esta, anexamos ao carrinho uma placa metálica de 10cm=0,1m que, ao passar por um sensor fotoelétrico, nos indicará o tempo que esta placa percorreu e, como esta está anexada ao carrinho, a velocidade deste será a velocidade da placa.

O tempo encontrado foi de 0,212s, logo pela eq.(9) a velocidade inicial do carrinho 1

é:

v

1i =

=

= 0,472m/s

Inicialmente o carrinho 2 estava em repouso, logo sua velocidade inicial v 2i é zero.

Então, pela equação (10), sabendo que

m 1 =0,21405 Kg,

v 1i =0,472 m/s, m 2 =0,21470 Kg e

  • v 2i =0 temos que o momento do sistema inicial é:

p i = 0,21405.0,472 + 0 = 0,101 Kgm/s

Após o choque percebemos que os carrinhos uniram-se e se movem em conjunto, ambos com a mesma velocidade (v 1f =v 2f =v f ). Para calcularmos que velocidade é esta também , anexamos ao conjunto uma placa metálica de 10cm=0,1m que, ao passar por um sensor fotoelétrico, nos indicará o tempo que esta placa percorreu e, como esta está anexada ao conjunto, a velocidade deste será a velocidade da placa. Se o tempo de percurso foi de 0,436s, então pela equação (9):

v

f =

=

= 0,229m/s

Agora sendo p f o momento do sistema após o choque pela equação (11) temos:

p f = p 1f + p 2f = m 1 v 1f + m 2 v 2f

Como m 1 =0,21405 Kg, v 1f = v 2f =0,229 m/s , m 2 =0,21470 Kg temos:

p f =(0,21405 + 0,21470).0,229 = 0,098 Kgm/s

Por fim calculamos a média dos momentos, o desvio dos momentos dos carrinhos 1 e 2 em relação à media e o desvio relativo:

-Média, pela eq.(12)

<p>=

=

= 0,100Kgm/s

- Desvio:

- Em relação à condição inicial do sistema, pela eq.(13):

Δp i =|p i + <p>|=|0,101 0,100|= 0,001 Kgm/s

-Em relação à condição final do sistema, pela eq.(14):

Δp f =|p f + <p>|=|0,092 0,100|= 0,002 Kgm/s

-Média dos desvios, pela eq.(15):

<Δp>=

=

= 0,0015 Kgm/s

-Desvio relativo:

DR=

Δ

=

= 0,015 = 1,5%

(16)

Considerando uma tolerância de 5%,podemos afirmar que o momento foi conservado. Agora queremos saber se a energia cinética diminui. Todos nós sabemos que a energia mecânica é a soma doas energias cinética e potencial, mas como estamos considerando a referência de altura no plano de atuação dos carrinhos, desconsideremos a energia potencial e consideremos apenas a energia cinética do sistema. Sejam E 1i e E 2i as energias cinéticas iniciais dos carrinhos 1 e 2, então:

-Energia cinética inicial do sistema, pela eq.(17) :

XIV

E i = E 1i +E 2i

Pela eq.(18), temos:

E i =

+

Como m 1 =0,21405 Kg, v 1i =0,472 m/s, m 2 =0,21470 Kg e v 2i =0, temos:

E i =

+

= 0,024J

-Energia cinética final do sistema, pela eq.(19):

E f = E 1f +E 2f

Pela eq.(20), temos:

E f =

+

Como m 1 =0,21405 Kg, v 1f = v 2f =0,229 m/s , m 2 =0,21470 Kg e temos:

E f =

+

= 0,012J

Por fim calculemos a medis das energias cinéticas, os desvios das energias cinéticas em relação à média e o desvio relativo:

-Média, pela eq.(21):

<E>=

- Desvios:

=

=0,018 J

- Em relação à condição inicial do sistema, pela eq.(22):

ΔE i =|E i - <E>|= |0,024-0,018|=0,006 J

- Em relação à condição final do sistema, pela eq.(23):

ΔE f =|E f - <E>|= |0,012-0,018|=0,006 J

- Desvio relativo, pela eq(24):

DR= Δ = = 0,333= 33,3%

Considerando uma tolerância de 5%, podemos afirmar que a energia cinética não foi conservada; a energia cinética caiu pela metade, isso se deve ao fato da colisão ser inelástica com as massas dos objetos iguais.

Conclusão:

Com os dados obtidos experimentalmente, conseguimos mostrar através de nossos cálculos, que o primeiro procedimento trata-se de colisão elástica, pois houve a conservação do momento e da energia cinética do sistema (carrinho1 + carrinho2), dentro dos limites de

tolerância(5%).

No segundo experimento, também chegamos à conclusões satisfatórias, pois o momento foi conservado durante o processo e a energia cinética diminuiu, tratando-se então de colisão inelástica.

Referências bibliográficas

[1]

...

Manual de experimentos Azeheb.

[2]

...

TIPLER,P.A.: Física, vol. 1, 2a Ed. Guanabara Dois S.A., Rio de Janeiro, 1986