SÉRIE SECRET MCQUEEN 0,5 – SECRET E O GUIA DE ENCONTRAR MONSTROS

Disponibilização: Mimi Revisão Inicial: Angéllica Revisão Final: Mimi Gênero: Hetero / obrenat!ral

Um encontro às cegas é suposto ter este sangue?

Dizem que é impossível encontrar um homem em Nova York. Secret McQueen precisa encontrar dois em uma noite. Claro, vai si ni!icar retirar o impossível, de encontrar e matar um vampiro deslocado desonesto, sem pertur"ar o primeiro encontro promissor que ela teve em tempos. Como uma hí"rida mulher#lo"a ha"ituada a andar em uma linha !ina de so"reviv$ncia no mundo dos vampiros, porém, impossível de Secret comer no ca!é da manh%. &m al um lu ar entre '(l)* e a primeira rodada de "e"idas, Secret !az sua +o ada. Seu alvo, a maior estrela de ,oll-.ood, n%o deve ser !)cil de detectar. /asta olhar para en0ames de !%s. &0ceto toda vez que sua li a1%o vampiro, ,olden, a+uda a manter a sua miss%o na pista, seu encontro corre mais !ora dos trilhos. (u ,olden tem uma a enda escondida, ou ele sa"e mais do que est) dei0ando so"re sua pedreira. De uma !orma ou outra, Secret est) determinada a conse uir o seu homem, e conhecer o Sr. Certo. (u morrer tentando.

Aviso: Este livro contém um assassino, manejamento da espada, cujas farpas são mais acentuadas do que a lâmina, um vampiro com questões de nin adas graves, mas uma l!ngua "#il, e um ator famoso com um mau "#ito de comer seus fãs$

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COMENTÁRIOS DA REVISÃO
ANGÉLLICA

2qui temos como tudo come1ou e al umas respostas que voc$ deve ter !eito nos livros anteriores. 3an1)#lo a ora !oi uma op1%o da revis%o, pois n%o comprometia os pr40imos e talvez n%o o dei0aria !% da série. & vamos a uardar o pr40imo... promete5

MIMI

&sse é o inicio de uma historia que nos cativou. 2 autora descreve o !amoso encontro com o detetive 6-ler, e mostra mais uma vez o rolo entre Secret e ,olden. Mais um livro "em escrito que s4 nos insti a a querer sa"er como isso vai aca"ar. &sperando o pr40imo.

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a Ca adora de 0ampiros. mas eu tento evitar a compara ão sempre que poss-vel. em seguida. um pesadelo do lado da minha mãe e metade vampiro. gra as ao meu pai. bonita. !as não dizem que é o que est" dentro que importa# $entro de mim eu era uma mesti a meio-lobisomem. deu o seu sangue para mant&-la viva depois. )ão é realmente algo que voc& pode usar como uma linha de abertura ao apresentarse aos caras. e ela me deu o nome de (ecret. as pessoas não gostam de encontrar monstros. e voila.Capítulo Um Como regra geral. como a empregada do conselho de vampiros. pergunte a sua média nova-iorquinos. Como resultado. e a maioria deles vai dizer não. 'alar de uma consci&ncia culpada. !inha mãe estava gr"vida de sete meses quando meu pai humano foi transformado. eu realmente não parecia uma criatura do mal. 1 . a mãe da minha mãe. O trauma ativou os genes do homem-lobo j" adormecidas dentro de mim. O que não quer dizer que herdei a %ltima parte naturalmente. Em vez disso eu acabei em )ova *or+. Eu não quero dizer ao meu e0#namorado que era um idiota.the 9ampire Sla-er:. que era um monstro total para os meus ami os ou aquela menina era uma espécie de monstro cadela no caminho. Em menos de um metro e cinquenta e cinco de altura. minhas células humanas foram atacadas e infectadas com a doen a vampiro. O que quero dizer é. Eu tinha sido criada pela minha 7randm8re. mas o meu verdadeiro trabalho é mais assassinato do que recupera ão. cuja principal fonte de alimento era sangue humano. . Ele atacou-a. onde o meu cargo é ca ador de recompensas. se eles gostariam de ter uma namorada. menos é claro que eles t&m um estranho fetiche por /u!!. encaracolado e grandes olhos castanho cor a. Página 4 . alegre e totalmente sanguin"ria.uff/. alimentou-se. cabelo loiro vivo. que é provavelmente o que minha mãe esperava que eu fosse ser.

considerando como fodido o meu verdadeiro pai era. magro. e os meus pr2prios receios sobre o que eu sou. sendo um alto. . e eu nunca tinha perguntado. O problema com 5olden ele era um vampiro. Cada menina tem seus dias. )ão era o tipo de pergunta que voc& trazia quando encontrava com um vampiro mestre com mais de mil anos de idade. de vampiros para o mais sombrio 3rimm. houve sempre o problema traquinas quando nenhum meio-vampiro. Os seres humanos não gostavam de pensar que suas hist2rias de ninar eram baseadas na realidade. sejam eles de terror ou de fadas. mas eu não poderia envolver minha cabe a em torno de entrar na cena namoro. e bonito em uma espécie de e1-agente da C9.$epois.em. em forma. Então fiquei com poucas op :es e nenhum desejo real de buscar alternativas. com lindos olhos escuros e um senso de estilo matador. Página 5 . Ele foi o melhor parceiro que eu poderia pedir. e não s2 isso. estão enraizados na verdade. 'inland&s chamado (ig. que estava pedindo-lhe para matar as pessoas enquanto olhava para voc& como se quisesse te provar. )ão era como se eu estivesse preocupada com meu namorado ou comer qualquer coisa. eu não me importava de olhar para ele. e minha liga ão com o conselho. Os %nicos homens que eu vi em uma base regular era meu parceiro de neg2cios. a maior parte do tempo. 5olden Chancer/. por outro lado. %nica na cidade. E que est" dizendo algo. )o entanto. 5olden. !as ninguém antes de mim foi atingido com dois tipos de maldi ão monstro no mesmo corpo. esses contos. 4eat/. )ão sou sortuda# $evido ao meu h"bito de dormir como os mortos todo o dia. ele era uma espécie de meu assistente. não era um jogo de sonho rom8ntico. não saio muito. moreno e bonito. lobisomens ou vampiros assassinos. não era e1atamente dif-cil para os olhos. . empurrando 67 e cada polegada do assassino de sangue frio. 4eat/. supunha e1istir.alvez eu tenha sido uma mulher de <= anos de idade. )ão. mas eu nunca seria capaz de imagin"-lo senão como uma fodida figura paterna. Eu não sei como o Conselho considerava sobre o namoro entre as fileiras.

B0oc& cancelou com dois caras diferentes. 'oi assim que. . Página 6 . D(im. num s"bado A noite.E Eu respondiF não tendo certeza absoluta se eu queria que ela respondesse.gora sua voz não fez nada para esconder sua irrita ão. arqueando os ombros para tr"s e vendo se meu decote tinha crescido desde a %ltima vez que olhei. BE1plique-me novamente porque eu tenho que fazer isso#B Eu perguntei para o telefone amontoado entre o meu ombro e a orelha. Gma ligeira melhora.$urante o tempo em )ova *or+. B0oc& quer que eu diga por que voc& est" saindo para jantar com um homem bonito. Gm deles era meu primo. mas esta noite foi aperfei oada nitidamente. em agosto. Era muito rigoroso.B (im.B BEle s2 podia me encontrar As cinco. que eu tentei arranjar. solteiro.alvez a ca a vampiros não me desse uma desculpa para evitar o gin"sio depois de tudo.E Eu resmunguei. Cuntei que ela estava ficando irritada com as minhas hesita :es. o melhor dos tempos. detetive e bem educado#B !ercedes era sarc"stica. E foi a. tendo <@ anos. eu me vi e1aminando meu traseiro em um espelho e fui menos do que entusiasmada com os resultados. a minha queima em uma nuvem de cinzas no hor"rio. e eu tinha chegado num muito conte%do a ser solta. BEntão#B B0oc& sabe da minha agenda. ela parecia ter desistido de sua pr2pria vida amorosa e tinha tomado a minha invés. (uspirando com um pouco de drama demais. (eria errado cancelar um encontro por causa da bunda e peitos muito pequenos# D(ecret#E . !ercedes Castilla era uma detetive da pol-cia de )ova *or+ e rodando perto dos ?7. Eu pu1ei meus jeans favoritos e reverifiquei minha bunda. eu coloquei minhas mãos em meus quadris. .ambém perenemente solteira. >or mais de um ano não tinha havido ninguém na minha vida. eu tinha tido dois semissérios relacionamentos. e um dos homens viveu comigo até os meus h"bitos de sono peculiares ficarem muito estranhos para ele.que a minha melhor e apenas amiga humana decidiu meter o nariz nos meus neg2cios.

ele gosta de cães. . estavam em completo modo predador. Página 7 . para que funcione. )ão havia nenhum barulho para confirmar minhas suspeitas. !eus olhos.B Gm suspiro. Ela era uma detetive depois de tudo.B BEu não fico doente. e saberia se eu parecia inquieta. BI melhor voc& não estar fingindo estar doente. B. mas não precisava ter.B Eu desisti de meu refle1o. no entanto. mas eu não precisava dela para se preocupar. !esmo as trevas t&m as suas sombras. então eu tinha optado por não contar a ela sobre ser meio mortaviva. o que me deu a sensa ão que alguém estava ocupando o espa o que me pertencia. olhei para a escuridão da noite da minha sala. Ela pode não saber da metade vampira.udo come ou com uma mudan a de atmosfera. e cai para tr"s em cima da minha cama. orei que ele pudesse entrar em colapso sobre mim. não devo#B B)ão. mas voc& precisa ter um alvo disposto a ser visto em ordem. antes das nove horas.B (entada na cama.cabei meus cachos soltos ao redor dos meus dedos e depois dei1e-os desfraldar por conta pr2pria. !ercedes odiava os vampiros. e assim eu continuei meu tom brincalhão e até. não foi#B B(uponho que. curto de riso chocado escapou da minha boca. Eu posso ser capaz de ver no negro campo. e seu tom era sério. e sim. Eu queria que ela desligasse o telefone. eu preciso ir. a respira ão é um bom neg2cio. 'oi sobre esse momento que percebi.lém disso.B Eu respondi. mas ela certamente sabia sobre o lobisomem.BE voc& não poderia ter mudado as coisas para um jantar mais cedo# Eu não acho que 4eats é que é muito de um bundão. eu deveria estar feliz que seus critérios visam a algum lugar mais alto do que respirar. que não estava mais sozinha no meu apartamento pequenininho. Olhando para meu teto manchado de "gua. BCedes. meio-vampiros e todos os vampiros para o assunto tem refle1os. me diga mais uma vez o que é tão grande sobre esse cara#B . B0oc& é hi#l)#ria.B O humor foi embora. BO+. 0ampiros não costumam anunciar-se educadamente. BEu mencionei bonito e solteiro. dado a sua opinião aparente de mim.. Hue ela era humana e acreditava que e1istia j" era impressionante o suficiente.

BEu lhe dei uma chave. B)eg2cio#B !eu interesse se animou.alvez não fosse uma desculpa v"lida para sair do meu encontro com o detetive . h) um vampiro em meu apartamento5 O vampiro em questão.B $isse ele. então eu sabia que ele tinha se alimentado. Ele apareceu muitas vezes em sil&ncio conte%do.o mesmo tempo. se não era neg2cio. Eu não era a maioria das meninas. !eninas que pensam que peitos são seus maiores atrativos de distra ão não foram vistas por um vampiro. BEstou interrompendo alguma coisa#B >erguntou ele com um sorriso. . . como um gato gordo Página 8 . (ecret. "gil como um gato e dois séculos de pr"tica em agir casual.ati palmas juntas duas vezes para chamar a aten ão do meu pesco o e nas costas do meu rosto. . Ele se encostou ao batente da porta. Eu disse a . se voc& não estiver l"./ler para me ligar As nove e cinco. seu olhar viajou de mim até minha garganta. ouvindo apenas a metade./ler. agora. que provavelmente iria preocup"-la mais do que se eu come asse a gritar.B O cabelo de 5olden foi cortado numa franja a muito tempo. afinal. parecendo muito satisfeito consigo mesmo.alvez eu tenha sido metade vampiro.B BO+. . mas estava perfeitamente preparado. .B Eu desliguei com ela sem qualquer outro argumento. oh meu Deus. todo com um metro e noventa e seis de gra a. B0oc& disse que eu poderia usar a chave.tirou-o para fora de seus olhos e me encarou com um olhar irritado. estava na porta. que era incomum para ele. garota. (eus olhos eram de um marrom chocolate rico hoje A noite. 5olden Chancer/ não era o tipo de homem que a maioria das meninas recusaria a entrada no seu quarto. assim voc& pode ir e vir quando quiser. voc& ter" algo sério para e1plicar. se voc& não tiver aparecido. 5olden sacudiu de seu transe e reorientou para mim. assim que voc& para de quebrar em não. mas eu ainda tinha um pulso. e isso me fez incrivelmente interessante para os sangues completo com quem trabalhava.B)ove horas. e que $eus me ajude. que somente um vampiro poderia controlar.

B$iga-me sobre o neg2cio. segurando um vestido de coc+tail preto colante que eu tinha usado uma vez como isca para um vampiro no =ussian 6ea =oom. Ela se encai1ava. questionando o seu julgamento. corrente. Ele entregou a roupa para mim. balan ando a cabe a a cada vez.e-. Claro que esse vampiro tinha ouvido a %ltima metade de toda da minha conversa com !ercedes. certo#B Ele fez um barulho de nojo. 0oc& seria mais prov"vel de provocar os mortos-vivos a raiva do que torn"-los um busto rindo. melanc2lico e. é claro. e antes tivesse visto ele se moveu. mas nunca pareceu completamente feliz. 5avia uma corrente de murm%rios e suspiros de dentro do arm"rio quando ele empurrou de volta depois de cabide ap2s cabide.depois de uma visita do leiteiro. 0ampiros t&m o mau h"bito de s2 mostrar-nos entre as emo :es. BEsta#B Eu inspecionei. fora do cabide superior. pensativo. pensativo. B9sto é o que voc& vai usar.. B0oc& vai usar isso no seu dia#B Ele parecia ofendido. seguindo-o pela minha bagun a desorganizada de roupas. então a lan ou em meus bra os. irritado.B >eguei uma simples camisa preta com decote em 0 do chão e pu1ei-a em cima da minha cabe a. na melhor das vezes. de modo que na camisa s2 tinha lugar o cheiro fraco de detergente.B Ele pegou outro cabide. Estava amarrotada. Olhei para a camisa. não fedia e as rugas eram m-nimas. Eu gostei. mas ainda cheirava limpa.em..<sso est" sendo jogado fora. e estava no meu arm"rio.B Página 9 . Hual era o seu problema# B.luguel e sapatos#B 5olden teve uma camisa estilo campon&s azul. os olhos brilhantes. melhor isso do que sem camisa em tudo. meditando. ergueu-a para mim e fez uma careta. . Eu não usava perfume porque meu nariz era sens-vel. com um brilho triunfante. Eu estava para cima e para fora da cama. . BO que e1atamente voc& !az com o dinheiro que lhe dão#B B.

uma vez que eu estou nele..B!eu vestido de prostituta russa#B Eu estava incrédula. mas durante a maior parte dos anos oitenta 5olden tinha sido um editor para a 7Q. Ele não podia estar falando sério. Era colado A pele. Como voc& discutiria com alguém que ganhava a vida sabendo que definia o estilo. uns tr&s cent-metros acima do joelho e tentou mais dif-cil para fazer parecer que eu tinha mamas. eu admiti a derrota. se voc& quer que haja um segundo. !as não era o mais adequado para um primeiro encontro.B D'eito. )ão. contragosto. mesmo se tivesse sido na década de oitenta# .E Página 10 . B Eu teria gostado de contestar o que ele estava dizendo.. em que o cara estava pagando por algo que não fosse a refei ão# B0oc& não pode usar jeans em um primeiro encontro. (ecret. de cetim. B0ou usar isso. enquanto voc& me conta sobre o neg2cio.

gostaria de estar tão confort"vel quanto poss-vel. Huando eu sabia que poderia estar trabalhando. por algum motivo s"dico. Eu poderia ser capaz de comer comida humana. e mais perto que eu poderia come ar de forma educada era comer carne.?ark em stilettos de dez cent-metros. mas não fazia nada para mim nutricionalmente./ler As nove horas em uma churrascaria nova chamada =ed. Japazes raramente pediam um segundo encontro. ou eles foram e1trapolados para fora. 3ra as A agilidade combinada de ambosF meu lobisomem e metade vampiro. para a reserva de . (e . não importaria o que eu tinha usado. voc& saberia que agilidade é a menor das suas preocupa :es.Capítulo Dois . quando voc& fisicamente os repelia. enquanto caminh"vamos para o sul na se1ta. !as se voc& j" tentou perseguir um vampiro no /atter. . !as agora. pagos por matar uma confusão desagrad"vel de um patife que tinha me lembrado de >a""a the .utt.cho que era suposto ser um detetive impressionante. especialmente se uma chance de correr pudesse estar envolvida.té o momento que eu encontrei o meu par favorito dourado Cimm/ Choo. desde que eles soubessem como fazer um bom bife azul raro. e correr não parecia muito prov"vel. 5olden. /atter. na mera gestão para obter uma mesa em um lugar tão popular. menos cozida. O ru-do constante da cidade lavou qualquer preocupa ão de sermos ouvidos./ler não estava entre os primeiros. Ele fez uma de duas coisas para os caras que eu conheci. Eu ainda estava tentando me sentir confort"vel na roupa que 5olden tinha escolhido e continuei a ser um pouco rasgada sobre desgastar os saltos. eu j" estava atrasada para o meu encontro.n &ast. melhor. eu era capaz de correr em saltos. Página 11 . Eu precisava de sangue. Ele andou comigo para que pudéssemos discutir neg2cios do conselho e ainda ter tempo de ir a Midto. mas eu não me importava. tanto impressionou o inferno fora deles. não estava disposto a dei1ar-me cancelar.?ark estava a quilKmetros de dist8ncia de ser um problema.

ribunal que me dizia a quem matar. sorrindo para mim com seus dentes art déco como um gato Cheshire de cabe a para bai1o. s2 que menos sanguin"rio. o l-der incontestado entre os tr&s. caiu para 5olden passar os mandados junto a mim. depois do pKr do sol. 'oi l" que membros do conselho saiam no dia-a-dia ou noite A noite para todos os neg2cios dos vampiros. persona non rata na sede.o. Eu tinha parado de pu1ar a bainha do vestido antes que estivéssemos na 5ellLs 4itchen e s2 recebi um assobio desde então.B E1plicou 5olden.ribunal. em verde. dando ao interior do ambiente luminoso de um passado muito tempo.mérica do )orte. (ig. Ele estava tão envolta por magia. Era como um governo. Eu poderia contar em uma mão o n%mero de vezes que tive de visitar o centro. e o vampiro mais poderoso na Costa Neste se não a totalidade da .O céu era uma m"scara bonita da noite-azul. Claro. desde que (ig e os outros l-deres tribunal assustavam a merda fora de mim. O que era realmente um espet"culo para ser visto. foi quem emitiu os mandados.venue. Era um edif-cio irmã de 3rand Central . especialmente na Mth . nas profundezas do calabou o de seu porão. e as janelas tinham sido substitu-das por fontes de luz artificial muitas décadas antes. que a %nica coisa que os seres humanos veriam era um buraco feio e hostil na parede. e em cada uma dessas ocasi:es eu estive em apuros.erminal. os membros mais poderosos da sociedade-vampiro o . desde que eu era uma espécie de ovelha negra entre a comunidade de vampiros e. e cada bloco ou assim eu pegava um vislumbre do Edif-cio Chr/sler no horizonte. Eles eram os tr&s que mantiveram o controle e o equil-brio no mundo dos vampiros. 0estindo uma saia curta no s"bado A noite dificilmente voc& qualificaria como interessante ou original o suficiente para justificar olhares para os lados. Página 12 . que mesmo o observador mais perspicaz ser humano não sabia que estava l". Os vampiros tinham a sua sede a Oeste do So. O arranjo atual serviu-me muito bem. B(ig me dei1ou uma mensagem pedindo-me para ir ao salão principal. E foi o . portanto. O centro também abrigava.

>ara (ig. (eus dedos estavam ao n-vel com o meu cabelo. que para mensagem de (ig deve ter chegado antes do anoitecer. ser acordado durante o dia significava que ele era ou muito mais velho ou mais forte do que eu uma vez assumi que ele fosse. perdendo a paci&ncia. como se me tocando era parte de sua distra ão. sua mão permaneceu abai1o dos meus ombros num gesto de prote ão. então não era muito de um ponto. ele teria estado acordado durante o dia. o que me dei1a mental. Página 13 . de acordo com o . )ão foi seu toque que me incomodou. e guiada por 5olden para East ??. )ão escapou a minha aten ão. que um de seus vil:es cruzou em nossa jurisdi ão. gra as ao meu sangue misturado. colocando a mão nas minhas costas e me apontando na dire ão apropriada. evitando por pouco uma cabine com e1cesso de zelo.emos de ter parecido para todo o mundo quando um daqueles casais bonitos que as pessoas adoram odiar. &le nos fez bem. então lambeu seus l"bios. enquanto se preparava para falar. se voc& não lembr"-los de retomar a sua hist2ria. Controle do clima não é realmente um problema para os vampiros. um vampiro completo. não é#B Eu perguntei.Eu estava esperando por 5olden para a refle1ão sobre o que (ig tinha lhe dito em sua reunião do anoitecer. Eu As vezes era capaz de me despertar nas gra as da manhã. 'oi s2 os muito velhos ou muito poderosos que poderia escapar da morte durante o dia. Ele largou a mão. . . Huando est"vamos no caminho certo e 8ngulo. Eles vão esquecer o que estão dizendo e meditar silenciosamente a si mesmos por horas. B>arece. 5olden Chancer/ nunca seria pego morto em shorts. e de vez em quando ele iria pegar e segurar um dos cachos por um segundo e solt"-lo. . Eu acho que viver por séculos deve fazer o tempo se sentir diferente. 0erão ou não. porém. mas eu não podia ir l" fora. Os vampiros não t&m senso de urg&ncia.ribunal da Costa Oeste. maioria dos vampiros dormia como os mortos se queriam ou não.B (uas mãos estavam enfiadas nos bolsos da cal a cinza. B0oc& percebe que estamos quase l". eu s2 ajudei a nos tornar um par.travessamos a rua em uma não caminhada. )ão doeu que o vestido me deu a ilusão de estar mais impressionante do que eu realmente era. 'oi o atraso em sua narrativa.

Gm desonesto médio valia O77 se fossem parte de uma seita. se eles corressem sozinhos. O papel era revestido de linho pesado e cheirava doce. 'oi fechado com um lacre. O assassino dentro de ambos os meus monstros que vivia para isso. s2 queria que ele continuasse a falar. confortante e masculina sem ser esmagadora.E !il. então ele marcou pontos no in-cio do jogo para isso.. Com o menor tremor de e1cita ão. de modo que este era um n%mero muito bom de ouvir de novo. Ele fez coisas felizes em partes de mim. !as considerando que desonesto seriam sempre um problema. mas levemente apimentado.lém disso. 5olden enfiou a mão no palet2 e retirou um envelope branco familiarizado. . Página 14 . carimbado com a ins-gnia pessoal de (ig. que eu raramente reconhecia. peguei o envelope e segurei-o fechado por um momento.h#B Eu não queria dizer muita coisa. voz era bai1a. $esci As ader&ncias de bronze. O mais que eu j" tinha ganhado em um %nico trabalho era =7 mil. esse cara deve ter sido muito desobediente. um mil. Gm segundo mais tarde. era f"cil para as pessoas fazer uma confusão fora dele. Gau. Ele também não trope ou no meu nome. Yup. B. . o envelope ainda na minha mão. B(ecret#B . recompensa da persegui ão. BHuanto#B D$ez. ele j" estava morto. eu sabia o porqu&. !eu cora ão sempre pegou com borboletas quando 5olden me trou1e uma dessas entregas. e eu tinha uma reputa ão a defender amea ador e quinhentos d2lares por uma noite de trabalho não era muito pobre.qui era a promessa da ca a. Eu morri o selo com uma rachadura satisfat2ria e desenrolei o papel quando a aten ão de 5olden mudou. e fiquei agradavelmente surpresa com o que me cumprimentou. Eu me virei de 5olden. C" matei vampiros por uns meros quinhentos d2lares. O mandado em minhas mãos cobriria quase sete meses de aluguel. Com um nome como (ecret !cHueen. e esta noite não foi diferente. honesto a $eus. Ou cinco meses e algumas roupas novas para substituir o que 5olden insistiu para que eu jogasse fora.

O $etetive . Essa sou eu. Em contraste. B5olden Chancer/. mas deu-lhe um olhar de curiosidade atenta.. e ofereceu a sua pr2pria mão para . dando o rosto A apar&ncia de um tri8ngulo invertido. Ele usava jeans escuros. cerca de metade de um tamanho muito grande.B Eu consegui responder. eu enfiei a mão para ele e pisquei-lhe o meu sorriso mais brilhante. e magro sem dobrar para magro. (eu nariz e quei1o eram fortes./ler. sugerida por seu nome. Eu podia sentir o cheiro dos produtos qu-micos sob o bom.B Ele apertou minha mão. Ele era alto. e enquanto eu poderia dizer a firmeza de meu aperto o surpreendeu. (ecret. e . !ais pontos para o detetive . Cedes me contou tudo sobre voc&./ler )oPa+oPs+i viveu até a designa ão de !ercedes de bonito./ler estremeceu quando 5olden apertou sua mão. (eus olhos eram um pouco grande demais./ler.B Página 15 . e ele cobriu com uma camisa branca fresca da tinturaria. pelo menos um metro e oitenta e tr&s. B$esculpe. >or que são tão pequenas as bolsas# Hual é o ponto de levar uma bolsa se tudo que voc& pode caber nela é o seu telefone celular e um gloss# Eu poderia ter encontrado espa o para aquilo em meu sutiã.B Eu menti. sua boca era pequena. estou interrompendo alguma coisa#B BO qu&#B 5olden pigarreou dramaticamente atr"s de mim. perfume./ler olhou para 5olden apreensivo. (entindo-me tola. D(im. que passou a ficar ao meu lado. ele#B Eu dei um gesto no vampiro. BOh. . foi desenhado com uma quantidade m-nima de gel.B $isse ele. (eu cabelo curto e preto. eles foram A dire ão oposta. fiquei satisfeita por ele me acompanhar em troca. B$a mesma forma. B(ecret e eu somos. em alusão A heran a eslava. Huando ele olhou para tr"s e para mim. e eu aceitei que tinha feito a escolha certa ao concordar em usar o vestido. muito perto. lutando para empurrar o envelope na minha bolsa. e suas grossas sobrancelhas negras apro1imaram-se. com base em quão bai1o ca-ram sobre seus quadris estreitos./ler.. B0oc& deve ser . mas barato.

buscando a morena dentro da porta.oa noite.B Ele parou de me tocar e virou um chapéu imagin"rio em rela ão a n2s. me fez pensar sobre o envelope na minha bolsa. logo antes de . B5olden estava saindo. Página 16 . !eu novo alvo tinha que ser bom./ler. (eu comportamento incomum A noite. )ão que eu conhecia algum lobisomem pessoalmente. BEste lugar parece muito saboroso. eu tenho um encontro em outros lugares.B Eu não tinha certeza do que 5olden era até. Eu também duvidava que minha declara ão a 5olden.B Ele olhou para a hostess de pé. )ão agora que eu vi que tinha de olhar para frente. . Ele tinha sido quase. O olhar perple1o no rosto de . mas a masculinidade teatral parecia ser mais seu estilo.B $isse .. Os vampiros eram um pouco mais de corte e seco. Eu teria esperado esse tipo de competi ão territorial mijando. mas abai1o do registro da audi ão humana.B Ele liberou a mão de ./ler se suavizou. ou a qualquer outra pessoa nessa matéria. mas eu não estava prestes a dei1"-lo estragar a minha noite. )ão posso ter sido um grande fã dos meus irmãos peludos. mas As vezes meu $). mas não rela1ou totalmente./ler. mas ninguém rosna como um lobisomem. Ele normalmente era tão ajuizado. se 5olden tivesse sido um lobisomem./ler e meu encontro teria ido mais além.udo o que tinha que fazer era anunciar que alguém lhes pertencia e os limites foram respeitados. e 5olden colocou a outra mão nas minhas costas novamente.. BEu não sei. tremo o realmente compensava. B. 0ampiros podem rosnar. Gm bom detetive nunca leva nada pelo valor de face. fazendo-me querer saber quão duramente 5olden tinha apertado. !as eu com certeza não pertencia a 5olden. o que não era muito o neg2cio dele. O encontro todo tinha sido inteiramente diferente de 5olden. com mais polidez do que eu teria conseguido. Eu cerrei os dentes no que poderia ter passado por um sorriso frustrado. eu rosnei para o meu contato. e o detetive fle1ionou ao lado.B Olhei para o vampiro com ferocidade. brincalhão.BColegas de trabalho. reivindicando sua propriedade. B9nfelizmente.

B 0irei-me para dizer algo que prometia ser dolorosamente inteligente. quando o vampiro entrou em sua %ltima palavra. )ão gostaria que um fugisse. B)ão se esque a de dar uma olhada no contrato. Página 17 . (ecret.Eu me afastei de 5olden e estava prestes a falar com ./ler. mas 5olden j" tinha ido.

Ele balbuciou a palavra 'desculpa*./ler )oPa+oPs+i.B Ele ouviu e franziu o cenho.pesar disso. e eu sorri para ele como uma adolescente golpeada pelo amor. mas o leve rubor em suas bochechas tornou 2bvio que ele não gostava do apelido. Ele come ou a dizer algo quando seu telefone tocou e ele foi for ado a dei1ar minha mão para respond&-lo. Página 18 . seu sorriso era genu-no e nunca senti que ele estava mentindo. que eu poderia dizer que ele tinha dito uma d%zia de vezes antes. e o nome tinha furado. Cuntei que estava me dando permissão para fazer o mesmo. . e ele chegou do outro lado da mesa para tomar minha mão. porque o seu %ltimo nome polon&s provou complicado para alguns oficiais. por roubar uma roupa de palha o. Ele queria muito que eu gostasse dele. (ua entrega foi tão motivada. e seus esfor os revelaram-me que gostava dele muito mais. 'oi bom para ser considerado digno do esfor o. BEu acho que vou continuar te chamando de $etetive ./ler. Eu gostava que ele risse com facilidade. depois sorriu para mim. B)oPa+oPs+i. Eu não me afastei.B (eu sorriso se aprofundou. então se levantou e saiu da sala.Capítulo Três Eu gostei de . provavelmente em outros encontros. e as sobrancelhas eram pontos de e1clama ão entusiasmadas quando dizia uma boa piada. encontrei-me rindo quando o bandido trope ou em seus pr2prios sapatos e foi transportado dentro. que tentou se esconder em uma festa de anivers"rio de crian a. Ele mencionou que eles o chamavam de )ova+ na esta ão. e a hist2ria tão flu-dica. Ele falava com as mãos durante suas hist2rias. Gma espécie agrad"vel de sil&ncio se estabeleceu entre n2s. tanto envergonhado e pedindo desculpas. pelo que ele lan ou em uma hist2ria sobre um traficante de drogas novato que tinha arrebentado.

seus olhos escondidos atr"s tres chic Ja/-. s2 deveria estar na casa dos vinte anos. a nossa é de não perguntar por que. dentes branco pérola sorridentes esfaimadamente. Ele estava flertando com algumas meninas l" fora A noite no 6he <v-. e quando fiz. se ele tinha arranjado uma chamada de seguran a de um amigo.a-. tão a sério como eles fazem. I um pouco mais dram"tico quando tomam parte da morte. Huando se tornou evidente que .a-. para dar-lhes uma m" imagem p%blica./ler não estava voltando.an da @a-!arers. Certamente foi apenas uma coincid&ncia que o desonesto da @est Coast que tinha sido convidada a matar. O homem na foto parecia que não tomava banho em uma semana e usava um boné de malha solto sobre o seu cabelo castanho.Eu deveria ter muito orgulho dele por não ser um daqueles trocadilhos. Com a veda ão j" quebrada. Charlie Cona. Eu não iria coloc"-lo passando por eles. um recorte de uma revista tabloide. mas o credo de um assassino para o conselho era simples. e coloquei ao lado do cartão sobre a mesa. 'oi o seu demente aceno para os vampiros em 6he /ret &aston &llis <n!ormers. Os vampiros de 5oll/Pood amam Qa/farers. se ele não estivesse aqui. !as eu não podia ouvir a discussão. peguei minha bolsa e pu1ei o envelope que 5olden tinha me dado. e eu queria saber. !as Página 19 . Eu quis saber o que tinha feito para incitar a sua ira. ri alto com o absurdo. Charlie Cona. que teve em conversas celulares na mesa de jantar. N" estava ele. Olhei dentro do envelope. Esse cara. foi f"cil de abrir o resto do caminho. ironicamente. de acordo com qualquer revista de entretenimento ou mostrada l" fora. (aindo do fino peda o de papel. mas a de fazer ou morrer. $entro estava o cartão de costume duro. . mas tinha um patrimKnio l-quido de mais de 67 milh:es de d2lares e foi A estrela amada de um par de dramas vampiro amalucada. e meu cora ão afundou quando eu vi outra coisa entalada dentro.alvez o conselho quisesse v&lo morto. manuscrita por (ig em sua letra. tinha o mesmo nome da maior estrela de cinema em 5oll/Pood. Nevei um segundo para absorver o nome. elegante inclinada. Eu estava quase insultada que ele era um vampiro real.

j" estavam mortas. e ela não envelheceu um dia. por e1emplo# )ão um vampiro. Outros. os resultados foram desastrosos.arbara .ribunal da Costa Ocidente teve que cobrir quase uma d%zia de tais safras.ConaPa/ era um alvo de alto perfil.lguns. porque ele era sistem"tico e quase totalmente indetect"vel.ates e mais famosa $oroth/ $andridge. maioria das mortes misteriosas de 5oll/Pood tem uma e1plica ão sobrenatural. principalmente As se1ta-feira. . e suas passagens foram encobertas com o suic-dio. O . cometeram suic-dio depois de serem abandonadas pelo seu suposto mestre. fama era poder. Essas mulheres eram geralmente inst"veis para come ar. como $oroth/ 4ilgalen. quando ele a usou como escrava para corromper suas mentes fracas. um vampiro seria um passo para a ribalta. e o primeiro a vir da Costa Oeste. como $iana . >ara 5olden tinha sido seu trabalho na 7Q. o que e1plica o alto retorno. Página 20 . e se dispor dela. na verdade.alvez sua popularidade fosse realmente a sua preocupa ão. !aril/n !onroe. . ou brincando com o atual objeto de seu desejo. Huando ele se cansou de se alimentar a partir de.ssim. . O vampiro fugiu com suas escapadas para mais de uma década. 5ouve um desonesto em 5oll/Pood 5ills durante os anos sessenta que ganhou muita notoriedade entre a comunidade de vampiros e teve que ser retirado. foi se tornando a maior estrela de cinema no mundo. >ara Charlie ConaPa/.arr/more e !arie !c$onald. . era poder. por isso. Ele iria encontrar uma atriz que foi passada de seu auge e no crep%sculo de sua carreira. de forma a não implicar a comunidade de vampiros. periodicamente. . . e se houvesse qualquer coisa nos desejos vampiros tanto quanto o sangue. porque ele era um pouquinho muito entusiasmado com sua cole ão de atrizes. mas eu sabia onde voc& poderia encontr"la em suas noites. reivindicar um pouco de fama e depois desaparecer. ConaPa/ não seria o malandro de alto perfil. Espera do vampiro a longo prazo em suas v-timas escolhidas manifestou-se como um comportamento err"tico e foi muitas vezes acusado de "lcool ou depend&ncia to1ica. viva e bem.

voltando A mesa. . BO que voc& est" fazendo para Charlie ConaPa/#B BEle est" na cidade para alguma coisa.Con 3on 7one. B . os de 4atharine 5epburn. foi definitivamente melhor do que os filmes de vampiros./ler perguntou. portanto.B Eu não vi a necessidade de mentir. entusiasmadas fãs cruzem a linha. BEu sempre preferi filmes dos anos cinquenta e sessenta. nesse sentido. !as Charlie ConaPa/# Como é que eu ia matar minha gera ão de 5arrison 'ord# BO que voc& tem a-#B . BCharlie ConaPa/#B Ele olhou para o cartão e foto. Car/ 3rant o vampiro teria sido incr-vel.lguns membros da comunidade vampiro gostavam de inventar boatos. Ela estava tão mal e quebrada pelo vampiro. . especula :es sobre estrelas que eles acreditavam estar entre os mortos-vivos. B0ampiros são tão clich&. também. Eu não sei quantas vezes eu ouvi hist2rias sobre Elvis ser um vampiro. quando eu vejo..B Página 21 . embora. caso contr"rio eu teria minhas suspeitas sobre a sua parte nisso. B(im. 5oll/Pood precisa de um novo cavalo para bater até a morte.penas algo que 5olden me deu. BEu gostava dele no filme sobre o vigarista.B . Ou o velho Car/ 3rant. B.B $obrei o cartão e coloquei-o de volta na minha bolsa.em./ler bufou./ler não foi tão facilmente desviado../ler iria receber o seu desejo.>obre de Ninda $arnell que teve a pior de qualquer uma delas. se eu pudesse evit"-lo. >ena que ela ainda estivesse viva no momento.B . sua casa foi incendiada para livrar o conselho do problema. Estamos no retentor para verificar se nenhuma das suas mais. eu meditei. . ConaPa/ ia ver sua chamada ao palco em breve. alguém famoso morresse de uma forma incrivelmente suspeita.. O vampiro foi colocado antes que a fam-lia !anson come asse o seu reinado de terror. O resultado era sempre o mesmo. Nembrei-me. mas acredito em um.

mas não tinha necessidade de verificar a tela para saber quem estava ligando. a !ercedes não era muito pr21ima com voc&. B0oc& não../ler.B I incr-vel como voc& pode ser honesto.em. fui para o banheiro das mulheres. um.B 'oi a minha vez para um telefone interromper as coisas./ler usou um sorriso que ele estava tentando. Ele não riu. BEu acho que voc& poderia me chamar de ca adora de recompensas em tempo parcial.B Eu defini a minha "gua de volta para bai1o e empurrei um pouco da cartilagem por meio de po a de au +us no meu prato de outra forma vazia. $esculpando-me da mesa. o e1terior do copo com orvalho na condensa ão de ser ignorado por tanto tempo. . Eu bati direto na cabe a. esconder.pegando fugitivos#B Ele bateu o nariz. enquanto julgava sua rea ão.B BE o que ela disse#B BEu gostaria de ouvir sobre o trabalho de voc&s. Página 22 ..B . e então apontou para mim.ebi a "gua que tinha sido prevista. por isso parabéns a ele por isso.trevido.gora que eu acredito.B (ua voz não fez nada para esconder que ele sabia que era uma mentira total. BEu sou uma investigadora particular. h" mais para mim do que preenche o olho. Eu devia um presente gigante para !ercedes. B(e voc& acha que. sem sucesso. E.B Ele se esfor ou para encontrar uma forma educada da e1pressão dele. sentindo um pouco alta no sucesso do encontro até o momento. Aeats e McQueen Controle de ?ra as e privado era o que 4eat/ e eu t-nhamos impresso acima da porta de nosso escrit2rio para prejudicar neg2cios indesejados. se voc& ajustar seu idioma de uma certa maneira.B BEla poderia ter dito algo diferente.BEu pensei que voc& trabalhava para uma companhia de controle de pragas. Eu ouvi zumbindo incessantemente na minha bolsa. B. olha. detetive . Eu fa o um pequeno trabalho de recupera ão.B B. BJecupera ão#B . B)ão vejo um monte de pequenas loiras correndo por a.

imes (quare. fi1ando-me com um daqueles olhares destinados para encantar um ser humano e fazer o seu lance. Eu tive que admitir que estava mostrando uma mulher muito se1/.E B0oc& j" olhou para o envelope#B B(im. nenhum deles conhecia o meu sangue lobisomem. $eslocando o olhar para o espelho. $iscando o n%mero de 5olden pelo cora ão. 5olden cansado de esperar por mim encostou-se ao balcão A minha direita. porque eu não queria dar a volta. eu verifiquei sob as cabines quando tocou uma segunda vez. eu ainda soltei um grito agudo de surpresa. eu estou.. verificando se meu cabelo e maquiagem ainda eram transit"veis. e eu tinha certeza que tinha estado fechada quando entrei. s2 para ter certeza que eu estava sozinha. 9sso é o que fazia. )o quarto toque soou mais alto. B.proveitando a sua noite#B D>or uma questão de fato.B 5olden me disse. O banheiro feminino estava vazio. DE o qu$CD $ei de ombros com as mãos abertas. e que era melhor para todos os envolvidos que isto ficasse assim. Ele e eu sab-amos que os truques da mente de vampiros não Página 23 . Eu me afastei longe dele e olhei para o espelho em vez disso. Ele me deu um trabalho. para ver 5olden de pé atr"s de mim no refle1o no espelho. )a parede oposta do banheiro de uma pequena janela estava entreaberta. trancando-nos dentro. antes de pu1ar o celular fora da minha bolsa. e olhei como se ele fosse louco.. um pedido de desculpas.provavelmente. BEle est" em . palmas para cima. então eu não me incomodei entrando em uma cabine. Com a e1ce ão de 5olden. Ele não se repetia. e o quinto pareceu absolutamente estereofKnico. Bilho da ?. eu o faria. embora soubesse o que esperar. embora considerassem-me um cidadão menor por ser apenas meio-vampiro. boquiaberta. BEle est" ondeC. e é por isso que o conselho me manteve em torno. Ele silenciou o telefone e caminhou até a porta do banheiro.B BE#B Eu me virei e olhei para ele.

se acha que vai funcionar.ribunal não estar" satisfeito. uma vez que fiquei doente dele me encarando. Eu bati.B B(e ele ficar longe. O vampiro fez um som plo!t. BEu s2 lhe disse onde encontrar o seu destino.imes (quare. por h"bito que por necessidade. 0oc& tem que ter as suas oportunidades quando e onde elas surgem.B B0oc& não pode seriamente esperar que eu v" matar a maior estrela na . 0oc& est" em desvantagem. tradu ão disto era. frisado no balcão de granito rosa.B Eu ofereci. em agosto. BEu vou. porque Sfeliz indo para sorteL o tipo 5olden me assustou. então a e1pressão era apenas a sua maneira de repreender-me por minha insol&ncia. e sem v&-lo se mover. Página 24 . que eu me ressentia.funcionavam comigo.( qu$C.B B0oc& est" louco. Huando eu sacudi a "gua fora. Eu suspirei e lavei minhas mãos na pia. bateu com um plangente. o . . !as eu vou encontrar uma maneira de lev"-lo longe das multid:es.lguém tentou abrir a porta. . no meio da . BOl"#B BGm segundoRB Eu pedi ao senhor.B .udo o que ouvi foi o clique do fechamento do painel atr"s dele. Ele não vai dei1ar voc& peg"-lo sozinho. Ele é um vampiro velho. (ecret. e voc& est" retocando o seu brilho.B BCharles não é um tolo. em seguida. 5olden fez uma careta com a interrup ão. >elo menos voltou a ser ele mesmo.mérica. e sabe como funciona o conselho. . 2 ora saia. ele se foi. voc$ ser) punida. Eu apontei para a janela.

/ler chegar A frente da linha. e não estava pronta para terminar nosso encontro ainda. (e não pudesse ir ao banheiro sozinha até agora. BEu prometo que vale a pena. ap2s a gar onete voltar com seu cartão de crédito. Ele não me dei1ava tocar o cartão. ou alguma outra distra ão inventada. Eu era uma menina grande. então eu poderia cham"-lo de noite. e não era dif-cil imaginar o que estava pensando./ler. iria dei1"-lo segurando o nosso lugar enquanto procurava um banheiro. maior dificuldade para mim era que eu não tinha gostado de alguém assim em muito tempo.eria também uma linha substancial. BClaro. BHuer ir para uma caminhada#B Eu perguntei.B Ele pagou. não poderia mesmo ser beijada com um boa noite no meu futuro. (e eu não tivesse gostado de ./ler tinha acordado. (e eu não tivesse muito sangue em mim. . BOnde voc& quer ir#B >erguntou ele. Então poderia fugir. Página 25 . . Eu era uma idiota. Ele tentou insistir em ir comigo enquanto eu procurava um banheiro p%blico. eu provavelmente estava em apuros. e vivia na cidade h" cinco anos.B .B Eu o vi recuar. apesar da minha tentativa de ir holand&s. (e eu cronometrasse tudo certo. mas disse-lhe para não ser rid-culo.Capítulo Quatro (aindo do restante do meu encontro não ia ser tão f"cil como eu esperava. para manter o nosso lugar na fila do /ar McCarth-.imes (quare no verão é uma armadilha para turistas de propor :es épicas. eu teria fingido uma dor de cabe a ou apenas fingindo estar cansada.imes (quare. . matar Charlie e estar de volta antes de . batendo a mão brincando fora quando cheguei por isto. com o pequeno argumento. Eu era um g&nio. B5" um grande bar apenas fora da .

diziam que eu cheirava como um cão. que eu estava contando que Charlie faria. Eu também esperava que ele não fosse capaz de sentir o cheiro da morte em mim. e dando o meu cabelo uma ajeitada r"pida para corpo e1tra. era mais f"cil. . 'azendo o meu melhor para amplificar meu decote com a ajuda do vestido.roadPa/. Eu s2 contava que nenhum grupo descobrisse o porqu&. O lobisomem em mim confundia a maioria dos narizes./ler distra-do tinha sido f"cil. e eu precisava de Charlie fora do caminho. quando me avisou que o malandro não estaria sozinho. a tomada de desconto para shoPs da . Página 26 .. abandonei a minha e1pressão t-pica de aborrecimento destacada e substitu. como se viu.ribunal aceitaria a noite do encontro. Charlie ConaPa/ estava em pé centro nos degraus vermelhos acima dos . por vezes.(. como alguns poderiam.uristas sangrentos. com uma multidão de estridentes.Bilho da puta. Os vampiros. As vezes pegavam uma baforada do vampiro em mim. a tietagem das meninas e alguns e1citados homens de meia idade que o rodeavam por todos os lados.4. se eu ia ser capaz de considerar a noite um sucesso completo. Eu fervia enquanto observava uma multidão de espectadores aumentando para chegar mais perto da emo ão. . Eu não acho que o . 0ampiros não eram paranormais.Obtendo . Ele estava dando aut2grafos e posando para fotos. Eu esperava que ser um alvo f"cil fosse universalmente atraente para os vampiros. Eu tinha um encontro para voltar. Eu não tinha a noite toda para esperar a multidão morrer. >ena que 5olden tinha sido morto sobre o dinheiro. como uma desculpa vi"vel para não e1ecutar um desonesto.com uma das vagabundas ins-pidas. Eles disseram que eu cheirava a morte. 0oc& acha que ninguém em )ova *or+ j" tinha visto uma celebridade antes. como o pequeno bom autor que ele era. Encontrar Charlie. Era um olhar que eu afiava bem ap2s anos de atua ão como isca de vampiro em bares. então eu teria que chegar perto dele e convenc&-lo a sair comigo. Eles geralmente escreviam-me tão humana. nem sempre sabiam que eu era um deles. como os 'ae ou outros. por isso mesmo os mais fortes vampiros.

havia tr&s garotas adolescentes entre meu destino e eu. na camisa que ele tinha estado a ponto de falar. Charlie parou de interagir com suas fãs de doze anos e atravessou ao estilo Slevanto da arquibancadaL para mim.E eu estava contando com Charlie ConaPa/ sendo muito envolvido na sua pr2pria fama. com apenas uma sugestão de se1o. )o momento em que alguém percebeu que eu passei por eles ou colidia. Eu trabalhei o meu caminho através da multidão. (ubindo os degraus. a luz nos meus pés.. 2 O ato de urinar (um) em um babaca (dois) e. Eu posso não ser capaz de me mover com a mesma velocidade furtiva como um vampiro total. Página 27 . Eu escovava meus cabelos para tr"s por cima do meu ombro e sorri para ele. j" estaria fora. O soco =-<< faria o truque. >arte de mim encontrou gostando dele. (uas amigas todos cantaram em un-ssono por tr"s dela. mas eu sou r"pida. BEu te amoRB Ela disse. disse-lhe que apreciava a oferta. em seguida. que eu esperava que fosse tirar o m"1imo de rea ão. 5omens humanos eram ot"rios para esse tipo de sorriso. Eu estava tão surpresa que ele tinha me visto que eu quase esqueci meu ato. Charlie sorriu.. entre solu os ofegantes. mas não podia se casar com ela. No intercurso necessário. e perguntei se elas estavam protestando ou sendo solid"rias. e via aberturas onde nenhum ser humano seria considerado passando. que eu nunca ouvi falar no registro humano. sua voz atingindo oitavas. mas voc! pode quer reali"ar um estilo cachorrinho ligar apenas para obter a posi#$o correta. dei1ou-a em l"grimas e estalando os l"bios enquanto posou para uma foto. em seguida. e1plicou que ela pensou que eles estavam destinados a se casar. é meninas adolescentes. Ele foi educadamente ouvindo enquanto uma delas. mas ele estava e1pondo meu pesco o. Ele ganhou um inferno de um olhar sujo da menina com uma foto de seu rosto. Huando o flash da c8mera desapareceu. ele e1aminou a multidão para o ataque seguinte e chamou a minha aten ão em seu lugar. socos (Punch) no estômago da jovem para que ela "libere" a urina. dissimulada. isso pode ser eito para merdas e risos . para me notar por aquilo que eu realmente era. mesmo que a gentileza fosse um ato. (e houver qualquer pacote de mentalidade que me assustava mais do que lobisomens. sem muita dificuldade.

e não para algo mais nefasto. Eu soube imediatamente o que ele estava fazendo. Ele estava me dizendo. Charlie estava ficando um pouco confiante em si mesmo. !esmo no b"lsamo %mido de agosto. !as o regulamento ditava que o escravo era somente para fins de alimenta ão animal. (eus l"bios estavam frios. B0oc& vai me dei1ar fazer o que quiser. . como era sua mão.B Eu adicionei um ofego e1tra para a minha sauda ão e golpeei meus c-lios para uma boa medida. I verdade. B5e/. (eria fazer o meu trabalho muito mais f"cil. Esse foi o prop2sito do escravo.B .B $isse ele.B $ei1ei-o pensar que eu era uma ovelha muda humana.B (ua voz era um ronronar bai1o que de alguma forma conseguiu transitar o barulho da multidão. porque ele tinha tirado o seu livre arb-trio. )ão foi uma pergunta. seu toque me fez tremer. a boca ro ando meu ouvido. )ão era incomum para os vampiros se alimentar dos seres humanos inconscientes. então esse foi o jogo que ele estava jogando. Ele me encarou com um olhar de sondagem.astardo arrogante assumindo que me encantou com um olhar. (eus olhos estavam arregalados e o avelã com uma sonol&ncia encantadora neles. !eninas muito mortas que nunca tiveram a chance de dizer não. a regra não foi tão bem e1ecutada como poderia ser. depois de tudo. Página 28 . B(im.em. B0oc& quer me encontrar em algum lugar mais silencioso. mas se os servos foram usados por um vampiro.BOl".h. O mandado foi come ando a fazer mais sentido agora. Ele nunca tinha vindo me ver. o conselho não poderia representar esse tipo de comportamento. Eu estava apostando que havia um rastro de corpos no conselho de Qest Coast que havia feito a limpeza na Calif2rnia. Eu não gosto mais de Charlie. )inguém esperava que a sua comida lutasse e recuasse. BEm qualquer lugar. alguém sendo estuprado e assassinado# .B Ele colocou a mão no meu bra o e me pu1ou para perto.

)ão dei1e que o mito da estaca cravar em seu peito o engane. )ão. Claro. apesar de dispendiosa. Eu tinha que ter meus clipes précarregado por mim. é um método bastante eficaz. mas se voc& us"-las para tirar a cabe a ou no cora ão. mas se voc& perder uma batida direta para o cora ão. Eu fiz meu caminho até encontr"-lo. ele deve ter pensado que era de prazer. tudo o que vai fazer é mijar fora do desonesto. ele foi o segundo a partir da entrada. desde que voc& pode impedir alguém de encontrar o corpo até o nascer do sol. Página 29 . )enhum corpo.B Eu prometi com vontade coquete. vi a cabe a de .alas de prata por si s2 não vai matar um vampiro. Era tudo que eu poderia fazer para lutar contra os meus dentes e abster-me de rasgar sua garganta na frente de todos os seus fãs aqui e ali. Estremeci. queim"-lo ou destruir seu cora ão. !eu tempo foi impec"vel. !inha arma de escolha era uma pistola @ mm carregada com balas de prata que eu tinha especialmente encomendado. $ecapita ão é confusa e desagrad"vel e -ntima. mas a cada passo mais perto senti meu sangue esfriar.E Ele me disse. Ele me viu e acenou para chamar minha aten ão. Charlie passou a mão para cima e para bai1o no meu bra o e mordeu minha orelha com um arrastar l%dico de seus dentes. >rata.BEu vou dei1ar voc& fazer o que quiser comigo. eu ia precisar decapit"-lo. nenhum crime. é um investimento s2lido na minha linha de trabalho. isto iria ajudar um lento. . Os vampiros não são tão f"ceis de matar. mas desde que ele não podia ver o desgosto do meu rosto./ler olhando por cima da fila. O bKnus é. beb&.B BClaroRB $e volta ao !cCarth/. seu olhar varrendo a rua. BEncontre-me em uma hora. porque eu era tão alérgico a coisas que eu não podia toc"-lo. o corpo vai se transformar em cinzas na luz da manhã. Eu prefiro estourar suas cabe as a partir de uma dist8ncia limpa e salvar-me do incKmodo. I tão eficaz quanto o veneno em um vampiro e tem o privilégio de ser adicionado e letal para os lobisomens também. B5otel Columbia. >ena que não o teria matado.

B.B !udou-se para sair da fila.lguém havia nos encontrado. claramente h" algo acontecendo com voc&s dois./ler come ou. ele saltou direto para a suposi ão 2bvia. B0oc&s precisam conversar ou algo assim#B B(im. espere.. BEntão.E . se poderia ter um pouco da magia escravo vampiro em mim. e 5olden não fez nada para parar ou corrigi-lo.B 5olden ofereceu no %ltimo. BHuais são as possibilidades#B 5olden perguntou em seu melhor em sua melhor voz pequena no mundo. e que nunca havia soado mais como um palavrão como fez naquele momento. !eu cérebro esperou./ler./ler respondeu. )ão é de admirar que ele estivesse procurando por mim tão diligentemente. (ua jovialidade artificial voltou.B . porque nenhum deles parecia muito impressionado com a e1pressão no meu rosto.B'ilho da. o que praticamente me dei1ou pendurada no vento. B)ão é o que voc& pensa. Eu não estava fazendo um trabalho muito bom de censurar-me também. B5olden. Ele era inteligente. seu tom de voz firme e o sorriso educado parecendo for ado. e não pela primeira vez. mas eu não precisava dele para continuar. eu poderia t&-lo abra ado.B Eu insisti. BEu preciso de (ecret para uma reunião de neg2cios. caso contr"rio não seria um detetive e !ercedes não teria nos colocado juntos.B Ele esperou. não que eu podia culp"-lo. Página 30 . 5olden esperou.B Eu amaldi oei sob a minha respira ão. BOlha quem eu encontrei.B B)ão. 9nfelizmente.E . Ele não tinha encontrado ninguém. e apesar de como eu estava puta. Ele obedeceu e eu me perguntava./ler virou a afirmativa de 5olden A minha negativa enf"tica e deduziu que havia algo que estava faltando. Ele parecia estar tendo um grande prazer na bagun a que ele estava fazendo da minha noite.. e ele estava transbordando de alegria mal reprimida. . e eu não quero entrar no meio de alguma complica ão interna. BEstava imaginando que eu.B Eu cuspi o seu nome.

/ler perguntou. .E 5olden respondeu A guisa de e1plica ão. mas aproveitei sua hesita ão e quebrei.ar ./ler respondeu. B5or"rios estranhos.tirei nele uma varia ão do olhar que pousou a aten ão de Charlie antes.imes (quare. Página 31 . BCharlie ConaPa/#B B0oc& sabe como são esses tipos de 5oll/PoodFB Eu soei dentro. BEncontreme no . e então eu não podia mais v&-lo quando ele foi engolido pela multidão em torno do bar.B 5olden encolheu num pedido de desculpas indiferente. me pescando de volta para a .illie 5olida/# Gma hora#B Eu poderia dizer que ele estava indo para protestar./ler e disseF B)ão vai demorar.B 5olden apertou meu cotovelo em alerta. . )2s apenas estamos indo para o 5otel Columbia. BO que voc& pode fazer#B B0oc& precisa dela a oraC.B . s2 para ter me vendo desaparecer novamente.udo bem. s2 com um beicinho. mas continuei a falar direito. obviamente irritado sobre a espera na fila por quarenta minutos. 5olden j" estava dei1ando a fila.BTs onze horas da noite#B BEla provavelmente lhe disse sobre o nosso novo cliente. quando me virei para . B.

9nfelizmente ele foi concebido para a prote ão. .ivemos uma hora antes que eu deveria me apresentar a Charlie no 5otel Columbia. ele era apenas o que eu estava procurando. 5olden parecia inclinado a gastar este tempo me repreendendo por não socorrer do meu encontro com . um comerciante empreendedor ainda estava aberto. .n &ast ao lado de /r-ant ?ark. que eu não deveria cancelar. mais insular e menos convidativa para Ma e ?a Missouri. Hue lhe tapou a boca por curto tempo. onde cada outra loja foi projetada com o %nico prop2sito de levar o seu dinheiro.o contr"rio de Canal Street. . Gma loja de novidade inteligente coreana em )ova *or+. 9gnorando o sil&ncio emburrado de 5olden.través da Página 32 . Est"vamos indo na necessidade de parar para que eu pudesse conseguir algo diferente.n e olhei para a mais iluminada armadilha para turistas bregas. !eus pensamentos foram ocupados de outra forma./ler mais cedo. e mesmo depois de onze da noite. Aoreato. não havia maneira de eu ir com o uso de uma arma. por isso era seguro para mim que. E desde que Charlie estava sendo cuidadoso em ficar bem povoado de humanos pesados nas "reas. com e1ce ão de um pequeno canivete de prata que eu tinha escondido em um coldre na liga debai1o do meu vestido. arma foi projetada. eu nos conduzi para Aoreato. eu ia precisar fazer um pouco de compras. sabe e1atamente como arrancar os turistas que assumem todas as culturas asi"ticas são as mesmas. E. Nembrei-lhe que tinha sido a pessoa que me disse. em primeiro lugar. Eu não tinha trazido nenhuma arma comigo. Gma vez que tanto o meu apartamento e escrit2rio de 4eat/ eram a oeste e com a Columbia estava confortavelmente aninhada em Midto.n era menor. algumas lojas contrariavam a tend&ncia. Eu não teria tempo suficiente para chegar em casa e voltar antes do encontro.Capítulo Cinco . não como uma arma ofensiva. 'elizmente. a julgar pela 5ello 4itt de pel%cia na janela. que eu poderia encontrar. com uma al a de pérola bacana.

. .(hhhh.ati no vidro acima de uma +atana preta embainhada. a maioria dos ogros preferia destruir as coisas ao invés de manter boas. mas eu sabia melhor. Gma das paredes estava repleta de brinquedos para crian as.. incrustada no punho com o padrão de uma >hoeni1.os seres humanos seria pass"-lo como o odor de corpo. um homem enrugado asi"tico espiou para mim com olhos negros escuros. e do cheiro de decomposi ão vindo dele seria percept-vel até mesmo o nariz mais mundano. teve a maior l8mina do grupo. $ei de ombros para fora da questão.lcance conta muito quando voc& est" quatro a cinco metros e lutando contra um vampiro de dois metros de altura. $entro. Página 33 .realiza ão de tudo um pouco. mas pelo que eu sabia do 'ae. porque ele tinha o que eu precisava no interior dos arm"rios de vidro na parte de tr"s da loja. antes que ele se contivesse e voltou para a sua indiferen a t-pica. .B . Este homem não era humano. )ão foi o desenho que me fez escolh&-la e sim a flor de cerejeira era mais bonita. lojas arrumadas. a loja cheirava a incenso e especiarias. mas em vez disso. Eu me mudei com foco determinado para o homem. >rateleiras orientais e guarda-chuvas de bambu em papel-fino dominado pelos corredores. com base no cheiro. eles poderiam atender a todos os caprichos e colher os ganhos financeiros da ignor8ncia de outras pessoas. Ele era um 'ae menor de algum tipo. (uas sobrancelhas subiram de surpresa. B. >ara o fundo da loja. Eu estava apostando em ogro. a rea ão dele disse tudo. e quando ele viu que eu estava atr"s nos casos. O lojista 'ae coreano tinha sido gentil o suficiente para abastecer uma sele ão limitada.quela. mas funcional das espadas +atana japonesas. 5olden arrastando atr"s. atr"s de uma cortina de contas. )aquele momento ficou claro por que a loja era tão enjoativa com cheiros de especiarias. e na parede em frente estavam todas as cores imagin"veis de quimono. )ão importa que tipo de 'ae ele era. de animais de pel%cia para pipas chinesas.

Página 34 . Eu desembainhei a l8mina.B . não é#B (e o velho me entendeu. suas palavras cortadas e sua voz retumbante com algo que não era um acento. 9sto fez o lobo em mim muito. era suspeito da luz solar.s paredes foram revestidas com troncos de "rvores de pau-brasil. I incr-vel o que voc& pode conseguir quando voc& mostra uma pequena clivagem. !eu meio-vampiro. para me vender seu tubo de viagem vazio. Eu sabia que não seria recusado. Ou oferecer a pagar duas vezes o valor de que algo vale a pena.nunciou ele. foi gravada com drag:es de ouro. $eve ter sabido o que eu era para ele. O piso do "trio era mais de pedras do Jio >le1iglas. e a espada cantou para mim da idade e da viol&ncia. O Columbia foi um dos v"rios hotéis de lu1o que surgiram em torno de )ova *or+ de vez em quando. com "gua fresca que fluia sob os pés dos h2spedes. . Eu joguei meu cartão de crédito no balcão e agradeci a todos os deuses. mas sabiamente não disse nada. ele não parecia se importar. que era a mais bonita depois de tudo. (e eu pudesse ver através do manto de magia escondendo sua verdadeira forma.lgo que s2 com uma grande capacidade pulmonar poderia rosnar suas palavras da forma como ele fez. e a luz foi filtrada através das cortinas de bolinhos verdes para dar a impressão de luz solar por folhas de "rvores. todos os vinte e oito cent-metros de a o forjados a mão. Este foi propriedade da fam-lia Jain e tinha sido concebido em torno do conceito da prov-ncia canadense de .O velho me olhou. . >eguei de volta minha avalia ão anterior. que escondeu a +atana perfeitamente. muito feliz.ritish Columbia. B0amos matar um vampiro. porque eu j" tinha a arma pendurada nas minhas costas. e onde a l8mina encontrou o cabo.gora eu estava mais certa do que nunca que ele era um ogro. . Ele pu1ou para fora. por outro lado. houve o ru-do ambiente de balbuciar da "gua e dos p"ssaros. eu estava apostando que ele era enorme. mesmo falsa. Eu tinha conseguido convencer um mensageiro de bicicleta de folga. Em vez de m%sica. BHuinhentos.

DOl"RE . aceitei que este foi o que levou a eu passei pelo porteiro. ser completamente invis-vel em uma sala cheia de pessoas. C" para não falar. mas se eu me concentrasse bastante duro. Eu tinha perdido uma chamada de . O que eu poderia dizer # Desculpe. Eu não poderia fazer Charlie no bai1o aqui. eles teriam usado uma linguagem semelhante e possessiva.. 'oi então que eu percebi que a minha frase me fez soar um pouco mais pro!issional do que eu quis dizer. mas eu seria a %ltima. O lobb/ era um misto de convidados reais e turistas que queriam fotografar a entrada agora dos famosos. eu teria sentido meu rosto esquentar depois.pro1imei-me mais e fitei-o com um olhar significativo. Eu não poderia ter sido capaz de encantar os seres humanos. o que foi feito de troncos entre dois totens que subiam até o teto. e uma vez que j" tinha chegado ao hotel. . eu não poderia cham"-lo de volta.gora eu estava carregando uma arma escondida e cheia de inten ão homicida. Eu provavelmente não fui a primeira.B Página 35 ./ler durante a negocia ão com o mensageiro de bicicleta. eu preciso matar al uém rapidamente. se as v-timas de Charlie estavam sob a &scravid%o. (e rubor foi mais do que uma raridade fugaz para mim. por causa da quantidade de sangue necess"ria.van ando-se para a recep ão. B. cujas portas foram resgatadas de madeiras de celeiro em vez da t-pica dourada. A espreita nas franjas e fazer o que vampiros fazem melhor. 5olden ficou para tr"s. detetive. eu joguei meus ombros para tr"s e dei ao balconista um largo sorriso transbordante de charme e1c&ntrico.B O funcion"rio sorriu de forma conhecedora e piscou para a boa medida. eu poderia ser mais persuasiva do que o habitual.B Ele balan ou a cabe a em dire ão ao elevador. mas uma vez !eito isso. BEstou aqui para Charlie ConaPa/. Como era. podemos che ar a coisa quenteC $uvido que ele apreciaria isso.r&s.asta lev"-la ao topo. assim que olhei como se eu tivesse necessidade de ir para seu quarto depois de tudo. BCobertura . Eu era provavelmente a %nica mulher viva que estava fazendo beicinho de ir para o quarto do hotel de Charlie ConaPa/.

BHuem é Charlie para voc&#B Eu perguntei.B Eu olhei para ele.B Jetruquei. mas permaneceu em sil&ncio até que silenciou fechando atr"s de n2s. 3abriel 5olbroo+ tinha sido meu namorado que morou comigo uma vez. )amoramos por quase um ano em geral. Eu suspeitava que a sua atitude hoje tivesse que ser o resultado de algo mais de interesse profissional no meu contrato. O comportamento quase vertiginoso. Obtendo uma rea ão f-sica dele era um sinal certo. Eu nunca vi voc& tão mal-humorado antes. B0ou confessar. depois de viver comigo por apenas tr&s meses.B B9sso n%o importa. e ele tinha que saber que atingiu um nervo. então eu tentei faz&-lo o mais r"pido poss-vel ao seu redor.B (eu sorriso era mais honesto neste momento.B Coguei com a al a de cima do meu ombro para que não precisasse olhar para ele. 5olden sempre parecia irritado ao ouvir uma senhora 1ingar. não necessitando de palavras para fazer o meu ponto. me fez pensar que os dois vampiros significavam para o outro.B 'ui ofendida.5olden me encontrou nas portas do elevador. a maioria da minha diversão era de jogar uma chave inglesa nas engrenagens de sua noite. 'oi um golpe bai1o. B0oc& me viu feliz antes. Eu nunca vi voc& !eliz antes. Ele enrijeceu. (ecret./ler. . maneira como ele disse chave in lesa era um morto de quantos anos tinha.B Ele estava se referindo ao detetive . Huem era ele para decidir com quem eu podia ou não estar# BNembra-se de 3abriel#B $epois que eu recuperei de sentir como se o ot"rio tivesse me dado um soco no estKmago. eu disseF B3abriel não est" marcando humano. porque mesmo a g-ria passé soou for ada. B)ão importa. Ele foi embora mais de um ano atr"s. quebrando a calmaria silenciosa. quando voc& Página 36 . !as como voc& pode amar alguém. de que eu estava no caminho certo. BEle não é para voc&. justapostos com acessos de mau humor.B Ele sorriu. BEle poderia ser. e eu o amava. BEspertinho.

E eu seria a culpada.tem que reprimir tudo sobre si mesma que vem naturalmente# Ele sabia que eu estava escondendo alguma coisa. )ão era Charlie. atr"s de cada porta estava um fo/er e sala de estar pequena. quando ouvimos algo se mover atr"s da porta. B(e a sua mem2ria não pode ser alterada.. Eu estava congelada no local. ele estaria morto. o som inconfund-vel de ruptura de vértebras. BO conselho não consegue me dizer quem posso e o quem não posso namorarR Eu não sou um de voc&s. >5? e >56. e. (e a mem2ria servia do que eu tinha lido no artigo do 6imes sobre o hotel./ler era forte demais para ser enganada. (e a mente de .B Ele não estava zangado. E voc& seria punida./ler descobre que voc& é. substitu-do por raiva quente. Em cada lado do corredor estavam duas portas. e um elevador que levava os h2spedes ao seu n-vel de cobertura adequado. e chegou a ser demais para n2s dois. Ele estava me contando a verdade. B0oc& não pode ter um relacionamento com um ser humano. em seguida. !eus olhos se arregalaram com surpresa.B B(e .. 5olden me agarrou e me empurrou contra a entrada >5<. e eu não o tinha visto desde então. que consistia de um longo corredor. Ele saiu. e eles fizeram isso perfeitamente claro. essa pessoa era muito pesada e as pisadas mais altas e menos deliberada do que eu sabia que a sua era. um grito abafado. fria e dura. n2s precisamos limpar sua mem2ria. e eu tentei ignorar o desconforto s%bito do tubo de viagens cavando minhas costas onde foi prensada entre a parede e eu. marcadas >5=. 9sso nos coloca todos em risco. O elevador deu um 'din * alegre.briu em um hall de entrada secund"rio. Eu estava chegando para o sino em >5?. com tapete que parecia grama. percebendo com horror frio que eu tinha acabado de ouvir uma menina morrer menos de dois metros de dist8ncia e não tinha sido capaz de det&-lo.B !inha tristeza filtrou afastada. . )ão foi o barulho de briga nos calcanhares no chão de m"rmore. Gm instante antes da porta se abrir. mal iluminado. não chegando a conhecer o meu tom. anunciando a nossa chegada ao andar da cobertura. Eu Página 37 . >5<.B DEu seiRE 9sto não precisava ser dito.

Eu não sabia o que estava planejando. mas fui silenciada quando eu vi um vampiro. Eu abri minha boca para falar. saindo da porta do >5? com uma menina. não poderia se comportar como os vampiros. eu aceitei que havia mais para o seu plano de me beijar e me render a ele. enorme e careca. Ele me segurou com uma mão. Eu queria dar uma olhada melhor nela. e o que te trou1e até l". Página 38 . sua boca estava na minha. $epois disso. no pr21imo eu estava do lado oposto da sala com um vampiro pressionado contra mim. sua boca for ou a minha. Em um fKlego. (ua mão segurou meu quei1o e me obrigou a me afastar do vampiro antes que a massa volumosa percebesse que ele tinha sido visto. !as 5olden era um vampiro e muito mais forte. o meu vampiro me olhou nos olhos com uma e1pressão alegando que tentou me ajudar a entender o que ele estava fazendo. Huando voc& beija alguém tão brilhante. até que ele estava em a ão. Em vez disso. !ordi o l"bio. e ele rosnou quando minha l-ngua timidamente ro ou a sua. Ele enterrou a mão no meu cabelo. >or um momento. eu tentei pu1ar de volta. que parecia o clich& de cada guarda-costas. incapazes de esperar até que fossemos pela porta. Então. Ele me beijou com a precisão deliberada de alguém que aprendeu a beijar ao longo de duzentos anos. mergulhando a cabe a para o lado e e1pondo a linha suave do meu pesco o. voc& pode facilmente esquecer quem voc& é e onde est". !as quando ele percebeu que eu j" não estava lutando com ele. eu estava num lugar. 5olden não e1pressava qualquer coisa com palavras. apenas os l"bios nos l"bios. onde o se1o e sangue passou de mão em mão.não tinha sentido ou visto o movimento de 5olden. porque o outro vampiro iria ouvir o que foi dito em tal um corredor estreito. de surpresa absoluta. mas 5olden tinha um plano diferente em mente que não fui feita a par. >recis"vamos ser humanos sobre isso. mas eu comecei a luta do subte1to. )ão demorou muito para que me rendesse aos seus esfor os e derretesse contra o movimento de sua boca. !as se estivéssemos fazendo isso para fingir que éramos apenas um casal brincalhão. Come ou como um beijo engodo. Esta foi a segunda natureza para um vampiro. mole e sem vida apoiada contra ele.

Os beijos e1ploradores de 5olden pararam ao som. (e eu estivesse com voc&. Com o meu corpo ainda preso contra o dele. BEu não teria mordido voc&. Ele me colocou para bai1o e estava do lado oposto da sala.crescentou. sua voz rouca e suas presas ainda para fora. >reocupa ão com ele me mordendo não era o problema. e o vampiro calvo e seu corpo foram embora. eu serpenteava minhas pernas em volta de sua cintura. eu senti meu rosto corar com o calor. O elevador zumbiu fechado. minhas unhas cravando acima de seus ombros. arrastando-o para perto de mim. Em resposta.B Eu estava muito tonta para falar. e suas pupilas estavam dilatadas e em preto brilhante. não seria tão 2bvio. usando a linha completa de seu corpo para manter-me presa. BEu preciso fazer o resto sozinha.B Ele disse.B Página 39 . Eu apenas assenti silenciosamente e continuei a brincar com a bainha do meu vestido. B$esculpe. e apesar dos nossos esfor os para sermos normal. O problema era que eu queria isto. Eu coloquei minhas mãos em seus ombros. ou ele teria sabido quem eu era. empurrando-os A parte e avan ando a barra do meu vestido superior. Din . !inha boca se abriu. antes que eu tivesse uma chance para bai1ar o meu vestido. de olhos arregalados e dolorosamente consciente da minha situa ão prec"ria. (eu joelho se movia entre meu. Eu olhei para ele. 'or ando um sorriso fraco. e eu dei um pequeno salto para que ele pudesse levantar-me o resto do caminho. (eus beijos em fuga come aram no meu pesco o.Ele revidou empurrando-me com for a na porta. Ele agarrou a apreensão de mim. e eu congelei. BEu precisava disfar ar meu cheiro. um gemido chocado tentando escapar. seus dentes foram e1postos e deslizaram sobre a minha pele.B Eu lhe disse. suas mãos deslizavam A beira de meus quadris e até minhas co1as. mas ele me beijou mais e com mais entusiasmo do que antes. sobrecarregando o habitual chocolate de seus olhos.B . para que eu não precisasse olhar para ele. B0oc& não pode entrar comigo.

B Página 40 . mesmo para mim.B Eu disse. s2 para ter o pesco o agarrado# !eu aperto forte na cinta do tubo de viagens. (acudi-me e estavam A altura. mas j" era tarde demais para voltar atr"s agora. 5olden tinha ido embora. que tinha acabado de ser tirada. lembrando da menina morta. e Charlie estava de pé na minha frente sem camisa. (e ela tivesse visto o rosto real de Charlie ConaPa/# (er" que ela faria dentro de uma polegada de fuga. DC" não era sem tempoRE Ele saiu da porta. ele não mostrou em seu rosto.enha cuidado. B0ai ser de morrer. me dando uma pequena entrada. mas eu ainda tinha que ro ar contra ele para entrar. voc& e eu. e eu estava sozinha no escuro com ele. um grande sorriso no rosto. BEu sou sempre cuidadosa. meus olhos se ajustando A escuridão do vest-bulo escuro. 5olden estava esperando pelo elevador agora. (e ela tivesse feito isso por meio da porta. me olhando cautelosamente. porta da cobertura abriu ao mesmo tempo em que a porta do elevador fechou. (ecret. o sino soou para >5?. B)2s vamos ter algum divertimento. B. .)2s consideramos ambos o elevador agora silencioso. poder-amos t&-la salvo. Ele fechou a porta.B Cheirava a uma mentira. .B $ebai1o de meu polegar.B B(im.udo o que ele estava pensando.

BCessica. Eu ficava repetindo na minha ca"e1a.B .Capítulo Seis Eu tinha que me lembrar que por enquanto eu era apenas uma fã. (uas assustadoras mãos frias colidindo contra o tubo que estava Página 41 . antes que pudesse entrar em a ão.odo o melhor para o vampiro ver voc&. eu tinha que ser. B. . ainda n%o. E uma fã de Charlie. por falta de uma melhor compara ão. mate#o a ora.té eu sabia quantas pessoas havia como ele.. ainda n%o.. BGauR Est" tão escuro aqui. enquanto esper"vamos o elevador interior. suas mãos e1plorando as partes facilmente acess-veis do meu corpo. . .ati meus dedos contra a minha perna. mas nem por isso gelado. e Charlie j" estava em modo completo de estrela desprez-vel.B Ele provavelmente não tinha sequer me ouvido falar. Charlie estava tão arrepiado de frio que subia sobre a minha pele onde quer que ele me tocasse. era a de um cad"ver em temperatura ambiente. n%o. O guarda nos ignorou. Ele parecia ter esta emo ão com o crescimento da minha parte e se inclinou para mais perto a lamber minha orelha. querendo saber onde Charlie tinha encontrado esses homens enormes. ainda n%o. e outro estava esperando ao lado do elevador. ainda n%o. eu poderia cuidar dos neg2cios. Ele pressionou-se contra o meu lado e foi arrastando os dedos para cima e para bai1o no meu bra o. Gm pouco frio.B Eu escolhi o nome da menina mais comum que eu conseguia pensar. Eu olhei para o guarda-costas de pedra que estava a poucos metros de dist8ncia. Eu não conseguia entender como ele era frio. minha querida. sua temperatura usual.B BI# Eu não tinha notado. ainda n%o. Gma vez que eu sabia quantos mais homens ele tinha.onito. . Ele tinha um gigante de um guarda para a elimina ão de um corpo. (ua voz longe do meu ouvido e no meu pesco o. ainda n%o. BHual é seu nome#B Ele seduziu.lgo um pouco menos do que memor"vel (ecret. mas eram raramente este gelo. era um cordeiro sendo levado ao matadouro. Os vampiros não são criaturas quentes por qualquer trecho da imagina ão. Eu precisava saber que mais eu era contra. crescendo cada vez mais impaciente com o elevador.

. e o tamanho parecia um esc"rnio de meus pr2prios aposentos. e um terceiro a correr um recado horr-vel.E 'alsa modéstia pendurada em todas as minhas palavras. O guarda que viria em cima do elevador com a gente tinha desaparecido de vista. !as ainda era uma versão grande da fantasia de um apartamento. coisa mais impressionante sobre o quarto foi a parede cheia de janelas. Eu trou1e meu cartaz do 2mor /lood E. BO que é isso#B Os tons glamourosos desapareceram. )ão era um vampiro sentado em um sof" na sala. e lan ou um olhar pesquisando em torno da sala. Hualquer coisa que voc& quiser.B B!mmhmm.B BCessica. como se fosse a primeira vez que percebeu a vista. e ele estava fingindo não me notar. B(e est" tudo bem. a mesma da mesa do lobb/. com certeza.B O meu olhar derivou da janela. Eu tinha uma espécie de esperan a que voc& pudesse autograf"-lo. >erigoso para um vampiro. cobertura . como papel de parede foto retratando a costa da Col%mbia . (ua voz era ao mesmo tempo curiosa e desconfiada. 9sso fez dois na sala.rit8nica.B Ele estava recostado na minha garganta. Eu meio que ressenti. Claro. duas vezes em uma noite.B Eu disse com deslumbramento genu-no. . e o som era quase agrad"vel. . BClaro.s janelas devem ter tido luzes seguras nos que se e1pandiram para cobri-los durante o dia. 0oc& sabe. BGau.r&s parecia cada quarto do hotel que eu j" vi. !eu pesco o tinha sido salvo pelo gongo. tentando ver se est"vamos sozinhos. !ais tarde. houve toques que o fizeram se adequar ao tema da Columbia. e as arandelas eram feitas de troncos. que tinha uma porta de sa-da para uma varanda que abrangia todo o comprimento da sala.(h. . Página 42 . B0oc& gosta disso#B Ele olhou por mim e para fora da janela. .odas as cores foram alteradas em marrons e cinzas. BI incr-vel. que parecia ser a principal tarefa dos homens de Charlie. mas o elevador abriu. mas eu ainda podia sentir a sua presen a A espreita nas pro1imidades. mas a visão noturna era incr-vel. Eu precisava que a sorte segurasse um pouco mais.B Ele riu.carregando. Cennifer.

(e eu o matasse aqui. apesar do calor de agosto. porque vampiros recém-nascidos foram arrogantes e est%pidos. B>odemos ir l" fora#B >erguntei. (angue de vampiro virava para cinzas A luz do dia. BOops. .E 'orcei uma gargalhada ofegante. a correia quebrou. que as tiras foram ornamentais. usando a roupa como uma coleira. BOlhe para a vistaRB !e afastei dele e até a barreira da parede de vidro. 9sso foi muito pesado para o meu vestido. Era tão apertado. BClaro. Eles confiaram muito em sua for a recém-descoberta. (e ele fosse como a maioria dos desonestos. sacada foi perfeita. mesmo assim eu tinha certeza que teria de ser removido cirurgicamente. se s2 assim ele iria parar de me tocar. . não funcionou tão bem se j" tivesse Página 43 . os guardas seriam novos vampiros. mas ele não parecia arrependido. varrendo os dedos sobre minha pele.B Ele enganchou um dedo sob a al a do meu vestido. pois quase sempre levavam a uma luta pelo poder em algum ponto.B Charlie disse. minha mão subiu para manter o vestido no lugar. Eu queria mat"-lo. (e eles criaram a sua pr2pria seita.B Ele pu1ou-me para a porta. que os tornava muito mais f"cil de matar. B0amos fazer isso. Jefle1ivamente. eles t&m que manter o controle. 'iquei feliz pela distra ão do toque frio de Charlie. Eu poderia lidar com os guardas. 9sso funcionou bem para mim. (ozinhos na varanda era onde eu queria. B.ssim alto. então persuadiria os dois guardas para fora.Huatro vampiros. e quando chegamos As portas de vidro. B)ão importa. mas revelou-se desnecess"rio. D)ossa. O vestido não iria a lugar nenhum a não ser que fosse despido e.udo bem. Eu tinha visto chances piores. eu poderia dei1ar seus corpos para a luz do sol. $esonestos gostavam de evitar parceria com vampiros estabelecidos. o ar estava frio. 9nfelizmente. o vento esqueceu regras de verão e fez o que queria.B N" fora. Ele estava escovando as mechas de cabelo do meu ombro. enquanto que por dentro eu estava 1ingando-o e sua grosseria desajeitada. BEu prefiro olhar para voc&.E Engoli a onda de n"usea que montou em cima de mim. uma vez que Charlie estava morto.E Charlie arrulhou. o mesmo que seus corpos. amarrados a ele.

!esmo que fosse a sua confusão. (uas mãos errantes torcidas em torno de minhas costas. .embebido nas paredes e tapetes. BHualquer coisa que eu queira. .gora que eu estava de frente para ele. e com mãos e1perientes. ele come ou a remover o tubo da minha volta. enquanto olhava para mim. Nambeu os l"bios.. Como era. B$ei1e-me. e ele me olhou bem nos olhos. Com a mão livre. (ua mão apertou meu bra o. . (eus dentes afiados arrecadaram contra a minha clav-cula. encontrando o meu z-per. Charlie tomou isso como um convite aberto para se mover mais perto.B Eu tentei fazer o meu tom tão indiferente quanto poss-vel. eu estava perfeitamente l%cida. BHualquer coisa que voc& queira. 0ampiros que consumiam sangue o humano. ele mordeu. . Eu faria parte da minha morte fora se tivesse uma escolha. (uas mãos estavam na bainha do meu vestido. sem soar muito como um escravo vampiro. antes dele ter o suficiente para estar em um frenesi de sangue. Eu gritei. !inha rea ão impediu a alimenta ão.penas não conseguia parar.s pessoas também paralisadas pelo escravo tornaram-se bonecos de capricho de seu mestre. meio desenroscando a tampa quando encostei na parede. Charlie estava atr"s de mim. eu chamava-os deprimentes. para come ar..E Eu dirigi e tirei-me. e o bastardo tinha acabado em minha clav-cula. 0irei-me. e com a precisão ultraveloz de uma cascavel.ribunal não estava sempre feliz sobre o envio de equipes de limpeza para cuidar das safras que eu fazia.B Ele repetiu a diretiva de mais cedo. tenta ão de lanche cedo deve ter provado ser um pouco demais para o vampiro. causando nova dor para se juntar em coro com a dor lancinante de carne perfurada e osso quebrado. eu não teria sentido nada. (e eu estivesse sob o dom-nio.C. porque o . seus olhos negros s2lidos ampliando com surpresa. ele coletou Página 44 . BO que voc& é. Esta posi ão também colocou sua boca precariamente perto do meu pesco o e1posto.

ele gostou do que provou o suficiente para não se importar. !inhas costelas esmagadas na borda do muro de vidro. )em chorei muitas vezes. Ele não parecia capaz de separar as duas partes do meu sangue para distinguir o que era. 0ampiros choram sangue. Ele parecia estar se perguntando se poderia come ar a mordida em mim antes de eu chegar nele com a espada. BEu. Ele me jogou antes eu estava clara na grade. é meio dif-cil de parar. 'elizmente eu soube que estava por vir.. Ele mergulhou para me morder novamente. mas eu pu1ava meu bra o livre e ca. e ele estava um pouco certo de seu plano. mas quando alguém est" espremendo-o a sério os seus ossos quebrando e moendo juntos. encontrando um fim terr-vel na cal ada abai1o. mas era 2bvio que ele tinha imaginado que eu não era humana. Eu não tinha antecipado os guardas malditos reagindo tão r"pido. e uma espada não é muito de uma defesa contra uma queda de 67 andares. porra . Página 45 . . E com base no brilho perverso nos olhos dele.. !as o guarda estava com pressa. O mamute de um homem foi me esmagando. !eio-vampiros algo gritante um pouco mais dilu-do. que lhe deu uma pausa. !ãos grandes me agarraram por tr"s e me levantaram do chão. amea ando me arrastar para bai1o. especialmente tendo em conta o quão bem treinados e estavam ignorando tudo. Ele levantou-me alto e n2s andamos em dire ão A borda da varanda. e a pressão sobre o meu osso quebrado trou1e l"grimas aos meus olhos. Eu me dei pontos por não dei1ar cair A espada. caso contr"rio eu teria saltado para fora da borda e ca-do todo o caminho.no chão.mais sangue onde se reunia na minha pele e colocou o dedo em sua boca. l8mina foi desembainhada e brilhava um aviso A luz do luar. e meu pr2prio peso derruboume sobre a borda. como voc& se atreve. Eu rolei no chão da ard2sia na varanda e bati a tampa do tubo de viagem que eu era capaz de pu1ar a +atana quando recuperei meu pé. Ele sorriu. )ão preciso ser um g&nio para saber o que ele estava planejando fazer comigo.D Eu disse. quando o guarda tomou conta de mim.

Ele girou sobre os calcanhares para me encarar quando a espada cortou o ar. !eu bra o ainda estava estendido. Ele piscou e seu l"bio enrolou em desgosto.B !eu bra o quebrado foi colocado contra o meu estKmago.( que voc$ est) !azendoC. maioria dos vampiros fez porque tinha se tornado lenda vampiro. Nevantei-me da minha postura agachada. a cabe a pendeu para o lado. onde haviam sido arrancados com precisão cir%rgica. e com a for a do seu grande corpo batendo no chão. >or um breve segundo ele não olhou como se eu tivesse feito alguma coisa para o guarda. Eu descansei um de meus saltos Cimm/ Choo dourado sobre a cabe a decepada do guarda vampiro e apontei a espada para Charlie.. mas ele conhecia meu nome. Ele caiu de joelhos. B!eu nome é (ecret !cHueen. Eu entrei em um arco suave. e não vacilei. BEu estou aqui para te matar.B Ele não havia reconhecido o meu rosto. Charlie rugiu. !esmo segurando a arma leve enviando ondas de choque frescas de dor através de meu ombro. Eu sabia que ainda precisaria disso quando sa-sse dessa bagun a. quando seus olhos se arregalaram antes de irem ma antes. os olhos cegos olhando para meus pés. $esta vez eu não acho que ele me esqueceria tão facilmente. e não perdi tempo esperando o guarda para ligar um segundo ataque. Ele desembarcou em seus joelhos. Eu peguei a espada. apesar do meu bra o quebrado. até que viu o sangue na espada. Com a mão livre agarrei a parede lisa e usei a for a do meu corpo a balan ar-me para cima e acabou. transferindo a espada de volta a minha mão boa. onde desembarquei por tr"s do guarda atordoado. a espada brilhando com sangue onde ele havia passado por um vampiro. )2s dois assistimos ao guarda. pois sua cabe a foi cortada de seus ombros. . . até que eu poderia ligar os meus joelhos sobre a borda do parapeito e impulsionar-me de volta para a varanda. apenas para ser morto por algum lacaio do conselho.B Página 46 . varrendo o vidro. BEu não dei1ei N. e eu sabia que ele pensou que eu tinha perdido. derrubou fora de seu pesco o.ssim que eu bati nos trilhos. em seguida. Charlie observava com diversão individual.

)enhum desonesto fugia de mim. mas eu acho que não devemos esperar que eles rolassem e me dei1assem mat"-los. ouvido o barulho de onde ele tinha se escondido. 5olden sentou em uma poltrona perto da entrada e se levantou quando viu meu bra o. Ele saltou para o parapeito. e pelo tempo que eu estava no andar de bai1o. Os vampiros não podiam voar.Ele nunca dei1ou de me surpreender. eu s2 tinha a esperan a de que 5olden estaria esperando no saguão. e antes que eu pudesse atravessar a varanda. Eu queria pegar o meu celular. as portas se abriram para o saguão. Eu ouvi a porta do elevador abrir com um suspiro quando a porta se fechou atr"s de mim na escada. Eu dei-lhes ambos os dedos com o meu bra o com defici&ncia. que tinha enchido na frente do meu sutiã depois de dei1ar a minha bolsa com 5olden. Charlie não ia ser esse.s portas do elevador se fecharam no mesmo momento os homens vieram para o corredor. Eu tinha que apanhar Charlie antes dele dei1ar o hotel. não podiam voar. Claro. e do-a-me a admitir que o elevador seria o caminho mais r"pido para o lobb/. ouvi o estrondo da porta abrir de novo e dois conjuntos de pés esmagadores nas escadas atr"s de mim. Página 47 . $epois do que pareceu uma hora. Ele estava alcan ando a porta quando eu bombardeei por ele e através da escada de emerg&ncia ao lado do elevador. nem podiam cair sobre as patas de uma queda de 67 andares sem alguma consequ&ncia doente.e e1aminei o espa o para ver se Charlie estava l" ainda. ele havia saltado. O segundo guarda tinha aparecido. mas que poderiam incomodar o inferno fora de mim com sua agilidade. Seria bom se alguém morresse tranquilamente uma dessas vezes. Eu estava agradecida pela hora tardia. deslizando para a parede e sacudindo meu ombro ferido com uma pancada agonizante antes de correr para fora da porta. . eles sempre acreditaram que seria a %nica e1ce ão A regra. e eu sa. Olhei por cima do corrimão a tempo de v&-lo agarrar a outra sacada cerca de dez andares abai1o. que não importava quão familiarizado os desonestos estavam com o meu nome. Os guardas estavam ganhando de mim quando e sai no fo/er. mas com um bra o quebrado e outro mantendo um aperto da morte sobre a minha espada.

Ele olhou passado por Charlie. Ele me viu e rosnou. ele apenas alguns segundos atr"s. BEu nunca pensei que voc& seria um deles. mas parou frio quando viu 5olden. eu sabia que um de n2s ainda estaria de pé. e os %nicos h2spedes no lobb/ foram as provenientes do bar. B>or $eus. Meu 5olden vivia e respirava dedica ão ao conselho vampiro. (eu momento não poderia ter sido pior. B.B $isse Charlie.B 5olden foi rangendo os dentes. BChancer/#B BCharles. sem fazer nada para esconder sua raiva.doraria permanecer e conversar. Eu enrolei meus l"bios em troca. eles não se pareciam em nada. Então eu acho que não conhecemos uns aos outros. Eu não ia recuar porque alguma desculpa de um desonesto piscou seus dentes em mim. irmão. Página 48 . e eu não tinha necessidade de ver suas pupilas negras ou presas a conhec&-lo. !eu olhar jogou entre os dois. BO conselho tem voc& como o seu bode e1piat2rio agora#B (ua surpresa me levou a pensar sobre a sua cone1ão novamente./ler estava passando pela porta A sua maneira.E 9rmão a %ltima palavra soou como um 1ingamento. e seu olhar fi1o no meu bra o. tentando descobrir se ele era apenas um turno de frase ou se eu tinha dei1ado de notar uma semelhan a f-sica entre eles. enquanto eu estava indo para fora. Huando a noite acabasse.porque a maioria dos turistas se foi.B BE nunca pensei que voc& ia abandonar todo o sentido e ir desonesto.B Charlie disse. 5olden estava do outro lado do hall de entrada quando a porta da escada se abriu e Charlie derrapou por todo o chão >le1iglas. Ele se virou para correr para a porta. assim como n2s pensamos. D(ecret#E . Eu não acho que os empres"rios b&bados seriam os candidatos mais prov"veis para notar a espada que eu tinha contra a minha perna. Ele estava chateado. B!as eu tenho uma situa ão de morte traquinas me seguindo.B Ele não esperou por 5olden para responder antes que ele corresse pela porta A direita ap2s comigo. O rosnado bai1o em sua voz me contou tudo. em vez de uma sauda ão familiar. )ão.

astro de 5oll/Pood. Charlie ConaPa/. .B Eu gaguejei e o vi e1aminar meu bra o. Então ele percebeu a espada e segui meu pr2prio olhar errante para onde Charlie estava perfurando em /r-ant ?ark. uma chave de macaco enorme para as engrenagens do meu plano. estava se dirigindo para as escadas que levam até a esta ão de metro da . uh.. seguindo o vampiro que estava me seguindo. apologética. se tivesse havido alguém no parque para nos ver.venida O. o vampiro desonesto e dor gigante no meu traseiro. e fui descendo os degraus e outro lado da rua antes de . sempre que alguém olhou para ele. como 5olden poderia ter dito./ler poder dizer algo. 'izemos um grande espet"culo a. B$esculpeRB Eu dei de ombros. Eu ignorei o meu bra o enquanto vibrava junto com a batida do meu cora ão. os dois guardas tinham feito isso para o lobb/ e foram juntar-se a persegui ão. Eu vi onde Charlie estava indo e ele se jogou. o movimento de giro a minha dor de uma dor lancinante em uma flor da e1plosão da miséria. que parecia doer pior.tr"s deles.BEu.. !as dane-se se ele não foi descer correndo as escadas com 5olden. Página 49 . O pequeno cortejo era a menor das minhas preocupa :es.

Capítulo Sete
D(ai da frente, seu idiotaRE Eu gritei, empurrando para bai1o as escadas atr"s do vampiro, tentando esquivar as pessoas que ele tinha acabado de deslocar. ;&i, senhora.; O operador de cabine <6 horas, foi batendo na parede de acr-lico espesso que o protegia de bandidos e ladr:es. Eu tinha tomado um pulo correndo, empurrando-me sobre o Charlie, que a catraca teve abobadada sem quebrar um suor. Eu não era tão r"pida ou "gil como o vampiro, e precisava usar os pés para continuar o meu movimento a frente. !eu calcanhar deslizou contra o metal liso da catraca, e eu cambaleei, desembarcando não muito bonito, e usei a minha espada para me ajudar a recuperar o meu equil-brio. Este foi o motivo e1ato de eu não usar salto alto quando poderia ser obrigada a trabalhar. , julgar pelos gritos diferentes e juras que vinham da plataforma mais bai1a para o trem de n%mero U, não demorou um estudioso para descobrir onde Charlie tinha ido. Eu ignorei o operador da cabine, que voltou sua aten ão para gritar com 5olden, os dois guardas e por %ltimo o detetive ;/ler, que j" estava na parte de tr"s da linha, atr"s dos vampiros. Eles também ignoraram o homem da cai1a de vidro e passando sobre ou sob as catracas atr"s de mim. ,lguns passageiros de fim de noite, passando as portas de sa-da olhando para ver que era todo alarido, mas ninguém parou. Eu aben oei cada um dos seus cora :es insens-veis, c-nicos de )ova *or+. Eu descia o corrimão de metal que separava as escadas para cima e para bai1o levando para a plataforma de n%mero U. $e um lado, a densamente povoada, o Hueens e1presso estava prestes a partir, e no lado oposto uma vezes quase vazias da >ra a ligando regulares. (e tivesse estado correndo para a minha vida, eu teria ido para o trem de Hueens. !ais pessoas significa uma melhor chance de me esconder, e uma vez que ele saiu para o Hueens, não teria que lidar com desviar através de multid:es. Gm vampiro inteligente teria levado ao e1presso, então me mudei para esse trem.

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9sso foi até alguém 1ingar umF B'oda-se amigoB, no final da outra plataforma. 5ouve um clamor de vozes irritadas, e algumas pessoas sa-ram de um dos carros com pressa. Charlie estava indo para o regular. )a sugestão, as portas do e1presso fecharam com um aviso din #din #din . O trem dei1ou a esta ão, e todos que eram uma parte da minha persegui ão, incluindo o detetive fKlego humano, estavam compartilhando a plataforma estéril comigo. Eu ouvi o primeiro sino de aviso para o regular e sabia que tinha que aproveitar a oportunidade. Eu pulei para dentro do carro vazio mais pr21imo de mim, seguido pelos tr&s vampiros, mas vi que as portas fecharam antes de ;/ler poder chegar l". Ele bateu contra a janela, mas uma vez que as portas se fecharam, não seriam reabertas até a pr21ima parada. )2s pu1amos para fora da esta ão, com ;/ler ainda martelando contra o trem, e eu estava em &1tase que havia conseguido. Eu duvidava que pudesse ser eficaz, se tivesse que me preocupar com um ser humano arriscando sua vida na minha luta. Eu não tive tempo para ver se 5olden teve os dois guardas sob controle. Eu tive que confiar que meu contato poderia cuidar de si mesmo. Eu abri as portas que levaram A passagem desprotegida entre os carros do metrK, e o ar do t%nel cheirava a sujeira e o 2leo como o trem a frente. Entrei no carro ao lado, e este tinha uma pequena cole ão de passageiros, um homem negro, dormindo, e um jovem casal que falava em uma l-ngua estrangeira, segurando suas bolsas da /loomin dale perto. Eles silenciaram quando me viram entrar, e evitaram contato com os olhos. ,lgo pesado bateu contra a parede do carro que eu tinha acabado de sair, e o trem tremeu por um momento, jogando-me de lado em um dos postes de metal usados para ajudar os passageiros a manter o equil-brio. Eu estava come ando a me perguntar se o universo achou engra ado me jogar em objetos duros quando eu tinha um bra o quebrado. Eu cerrei os dentes contra a dor momentaneamente cega, em seguida, me1i-me através do carro e para o pr21imo. Gma pilha de uma vez por vida de homem de meia idade com um casaco de tPeed com uma c2pia de >roust ao lado dele no chão, me disse que eu não estava muito atr"s de Charlie.

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5ouve um grito, mas eu não poderia dizer se isto veio do carro atr"s de mim ou a frente. Os sons dos t%neis que corriam por fora, o carro tornou imposs-vel dizer de que dire ão o ru-do vinha. Eu estava entre um carro e o pr21imo, quando o guarda me alcan ou. ,pesar de todo o dano adicional que eu tinha feito com ele, meu bra o quebrado havia come ado a curar lentamente. O suficiente para que eu pudesse mover a minha mão com apenas agonia moderada agora. Eu estava alcan ando a porta seguinte, quando o gigante que havia matado a menina pegou um punhado do meu cabelo e me pu1ou para tr"s. !eus calcanhares me fez trope ar na plataforma inst"vel, e ele se aproveitou do meu moment8neo vacilo. $os guardas de Charlie, este foi o que eu menos queria estar lutando por causa de seu tamanho colossal. !esmo assim, aqui est"vamos, grudados em uma laje de metal de dois metros por dois metros, com as entranhas de )ova 9orque passando sibilante. Eu não poderia ter balan ado a minha espada se eu quisesse. Ele também sabia, porque me levantou do chão, usando apenas seu controle sobre o meu cabelo, e desligou-me para o lado. Eu estava muito cansada de vampiros, achando que poderia me dei1ar coisas. Ele me segurou longe o bastante. Eu podia sentir o barulho do metrK desnatando paredes atr"s de mim, perto o suficiente. Eu me preocupava que morreria de ser batida em um pilar, ao invés de cair sobre os trilhos eletrificados. , teimosia idiota cabe uda me impediu de soltar a espada, mas com minha mão livre eu cravei minhas unhas em seu bra o e segurei sua preciosa vida. Eu estava contente que ele estava focado em me pendurar, porque ele não viu o que eu vi na luz no fim do t%nel. ;-nhamos quase atingido a plataforma de 3rand Central. Eu s2 precisava segurar mais alguns segundos. Eu balancei as pernas para cima para que as bolas dos meus pés estivessem no corrimão de ferro fr"gil, em vez de nas cadeias que pendiam entre os carros e não ofereceu nenhuma tensão %til. Eu dobrei meus joelhos e preparada para o momento em que dei1asse ir. Eu não precisei esperar muito tempo.
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O ar viciado da esta ão de metrK tomou conta de mim no momento que ele me dei1ou ir. Gma multidão de fim de noite. Eu sabia que eles usavam em minhas costas.odos ficaram para tr"s e observaram. . Ele me viu no chão e. mas foram s2 os est%pidos que me chamaram de menina na minha cara. e permaneci no chão. 9sso não deve ser muito dif-cil. em vez de aproveitar a oportunidade para correr. j" que o guarda vampiro volumoso tinha me seguido até a plataforma. Eu consegui raspar a pele do meu cotovelo e um bom per-odo de minha perna. Huando eu desembarquei. para que eu pudesse chegar ao alcance da espada antes que ele percebesse onde estava. Eu j" não era b&n ão de suas calejadas. o c-nico cora ão de )ova *or+. 5avia muito mais gente do que eu esperava ver. B)ão é tão poderosa agora. Eu bati a plataforma com um baque. !as onde diabos estava 5olden# . Em caso de Página 53 .s portas do trem se abriram e ele foi acompanhado pelo segundo guarda. Cheguei a uma parada na borda do lado oposto. e eu me e1pulsei do corrimão ao invés de dei1ar-me cair em linha reta onde teria sido esmagada sob o trem. atordoada pela minha sorte e do tiroteio da dor através de meu ombro. essa é a grande (ecret !cHueen. e algumas pessoas sussurraram uma a outra em voz bai1a de reconhecimento.B Eu fiz uma careta. a minha espada tinha deslizado de meu aperto e agora estava oscilando precariamente A beira do abismo entre a plataforma e os trilhos eletrificados abai1o. menina#B Este foi um insulto favorito entre os vampiros. rolando para o meu lado quebrado quando deslizei pelo chão com o impulso da minha desmontagem. os viajantes ficaram surpresos ao sil&ncio por minha sa-da dram"tica do trem. um fio de cabelo caindo sobre longe. e Charlie saiu de uma porta. voc& é. !atando a si mesma.B B. !eu destino estava longe de ser gracioso.quela e %nica. multidão se abriu em torno de Charlie. . Eu não podia alcan "-la antes de Charlie me pegar. Eu precisava encontrar uma maneira de lev"-lo a concentrar toda a sua aten ão em mim. enquanto derrapava sobre o concreto. ele fez o que mais candidatos a vil:es fazem. mas era tarde demais. Ele decidiu que queria acabar comigo. BEntão.Ele viu o fim do t%nel e abriu a mão para me soltar.

e havia um tom frenético para eles. Eu não me importo o quão forte voc& é. observando seu mestre por qualquer sinal de que deveriam entrar em a ão. minha visão turva na cor de rosa e l"grimas saltaram dos meus olhos. Os guardas estavam esperando A margem. considerando que eu estava deitada de costas no chão de uma esta ão de metrK# (e eu não soubesse. . Huando olhei para ele. mas um gemido escapou dos meus l"bios. B)ão é que eu vou a lugar nenhum. a estupidez estava trabalhando de mãos dadas com o e1cesso de confian a. Eles se acalmaram um pouco. d4i. mas os sussurros foram ficando mais alto. e eu estava grato por isso. mas os ossos quebrados não curam imediatamente. e com ele todas as minhas esperan as de um resgate de 5olden.B Ele colocou mais peso no meu ombro. Ele acreditava que tinha me batido. eu teria apostado contra mim também. !as por enquanto Charlie parecia contente em brincar comigo. BI muito ruim que eu vou ter que mat"-la. BO que est" impedindo voc&#B Eu disse em um suspiro tenso. . dei1ei-o passar. especialmente quando voc& mantém prejudicando-os. Ele ficou bem perto. se alguém pisa em seu ombro quebrado.Charlie. O trem que havia chegado e dei1ado a esta ão. quando Charlie e eu come amos a conversar novamente. e o sorriso no rosto me disse que estava curtindo o gemido for ado a sair de mim. multidão atr"s dele estava ficando inquieta e mais um pouco preocupada com o que eles estavam testemunhando. então mudou sua abordagem. !inha e1pressão plana não deve ter sido muito o que ele estava esperando. seus olhos atrevendo a dar-lhe um motivo para pressionar abai1o. )o come o.cho que minha dor era muito real para eles. Página 54 . Eu teria gostado de provar voc& novamente. Eu engoli o meu grito neste momento. (uperfor a e supercura são grandes. então colocou um pé sobre a minha clav-cula quebrada.B Ele dei1ou em cima da pressão sobre meus ombros. Huem poderia culp"-lo. Ele desceu duro para ver que tipo de rea ão que buscava.

pela segunda vez. onda de aflu&ncia de ar trou1e junto com o metrK abalaram a minha espada em uma rodada. B)ão tanto quanto eu. o que significava que ele não foi preso em mim.B !eu sentido se perdeu nele.lguns da multidão haviam decidido que preferia ir a ver-me morrer. alguém pisou no punho da espada. Eu olhava. e estremeci quando os dentes de Charlie perfuraram minha pele. mas estava aqui agora. . eu ainda tinha uso de uma mão. Ele tinha come ado a volta na ferida aberta. Ele estava muito centrado em meu pesco o e o sangue e1posto a partir de onde eu tinha sido raspada. como um cão ansioso. então eu fui for ada a olh"-lo nos olhos. prendendo meus bra os para os meus lados. mas poderia t&-lo beijado quando ele chutou a espada sobre o meu bra o estendido. Eu levei a Página 55 . Eu não podia ler a e1pressão em seu rosto. mas não consegui balan ar a Charlie da minha posi ão atual. eu agarrei a navalha do coldre e segurei-a firmemente na palma da minha mão suada. indefesa quando meu plano caiu aos peda os. movendo-a bem fora do meu alcance e transportando-a para longe de mim a cada rota ão. Eu não tinha notado que algumas vezes por segundo o trem da >ra a chega. Eu agarrei-a com a mão ruim. . Gm trem do Hueens saindo de dentro do t%nel. 0irando meu rosto para ele com um empurrão duro. assim como o peso de Charlie desabou em cima de mim e ele mergulhou para o meu pesco o. . era apenas uma questão de tempo antes que eles iriam primitivo. >or mais que tentassem a ignor"lo. Gm vampiro com o cheiro de sangue em seu nariz é como um tubarão cheio de "gua. Eu não perdi tempo 1ingando a minha sorte. e embarcou no novo trem. parando sua rodada alta e met"lica. com seus pés usando >rada. !esmo com o peso de Charlie prendendo em meus bra os./ler em pé sobre a plataforma de concreto. minha espada em seu sapato.ateando sob a orla do meu vestido. Enquanto contemplava como poderia ser capaz de abrir a faca sem me cortar acidentalmente.Charlie agachou em cima de mim.B Ele me disse. eu podia ver . BEu vou gostar de te matar. Huando eles foram embora.

Eu girei meu pulso. e é uma forma de suic-do por esventramento. porque ele ainda era capaz de formar palavras. e se tivesse inclinado para o chão. pedir desculpas por seus erros. cortando a frente e para tr"s em um padrão de V. Eu nunca seria capaz de balan ar a espada corretamente a partir desta posi ão. Página 56 . se eu trope asse. .B Ele cuspiu. mas não permanentemente danificado. (e eu não tivesse sido tão impressionada com a 3 %eppu&u W切腹X é o termo formal para o ritual suicida chamado popularmente de ara&iri W腹切りX. D(ecret. Com um clique eu bati aberto o canivete. 9sto também dividiu o guarda. Eu cortei e peguei um Charlie ainda atordoado pela garganta. como uma forma de e1piar seus crimes. B>uta. a multidão restante pareceu perceber que isto não era um shoP. Charlie e eu subimos para uma posi ão em pé em uma forma ão espelhada.arakiri significa literalmente Bcortar a barrigaB ou Bcortar o estKmagoB. Charlie sentou-se. arrumar perdão para seus amigos e provar sua sinceridade. esmagando meu cr8nio no seu com uma rachadura doentia.minha chance e levantei a minha cabe a duro e r"pido. quando dividiu o ar na minha frente. mas com ele ainda sentado na minha metade inferior. 5ouve um alvoro o de vozes assustadas. e alguém atirou para cima. mas não me dei1ou mais lenta. uma mão fechada sobre a ferida de novo eu abri. molhado de carne do corpo do vampiro batendo na plataforma. Era cometido por guerreiros. chocado. Eu vi estrelas. !eus bra os estavam livres.E 9sto de . escapar da desonra./ler. Eu não tinha cortado nada sério. meu corpo seguinte. .gora. . balan ando a +atana na minha frente. a l8mina de a o fazendo um som fraco correndo. eu precisava de algo mais do que uma cabe ada para tir"-lo de cima de mim. Ele cambaleou para tr"s de mim. e aterrei de c2coras com a espada apontada atr"s de mim para eu não cair nela. Eu levantei a espada. chutei as minhas pernas. livre do peso de Charlie. esperando que ele se movesse. gritando um aviso no mesmo instante que os guardas saltaram sobre mim. girando a manopla de volta sobre si mesmo e evitando a fio de prata. Com o som. que caiu em tr&s lajes puras aos meus pés. %ltima coisa que eu queria fazer era cometer seppukuF acidental se eu quebrasse um salto.

tendo certeza que eu estava voltada para a massa de dois metros e sete dele. Ele olhou para o meu lado esquerdo. Ele também fez acreditar que tinha a mão superior. Eu queria voltar minha aten ão de volta para Charlie. mas onde discordamos foi sobre qual de n2s estaria morto. Eu não estava interessada em jogar mais. mas ele estava muito perto e não conseguiu a din8mica adequada ou a dire ão de seu lance. onde ele e suas entranhas derramaram no chão ao lado de seu e1colega. a %nica coisa que o sucesso fez foi dar-me alguns arranh:es novos. $ei-lhe uma pausa. ele poderia ter me batido melhor. enorme careca arrancou o metal grande da cai1a de pl"stico e longe da parede. como se não pesasse nada.B Eu disse. agora que eu estava de volta no chão. mas seu objetivo era devido ao volume da m"quina. eu tinha menos de dois metros dele. e eu tinha certeza que ambos sab-amos como isso iria acabar. batendo o vento fora de mim e me trazendo para bai1o em um joelho. Como se eu pudesse perd&-la. ao lado de Charlie. e se Charlie tinha. mas nunca teve a chance. então balancei a l8mina para cima do chão. BNeve isto. Ele riu e abriu a boca para dizer algo. e atirou-a para mim. dei1ado-me mat"-lo de volta ao Página 57 . careca.precisão da l8mina. Eu rolei a frente. considerando que era o vampiro que quase me jogou debai1o de um trem. eu tinha certeza que ele ia tentar me matar por raz:es puramente pessoais também. Eu parei de me preocupar que n2s tivemos uma audi&ncia. uma m"quina de Coca-Cola estava brilhando um vermelho alegre e branco e completamente inconsciente de sua morte iminente. Como era. Eu não tive a chance de evit"-lo. eu poderia ter estado doente também. a maioria dos quais foram agora em um estado de p8nico induzido do choque. deslizando a uma parada contra uma posi ão fechada conveniente. !eu bra o do-a como uma puta. >r21imo a ele. E. O vampiro. (e ele tivesse estado mais para tr"s. )ossos olhos se encontraram. mas o guarda definitivamente ainda pretendia provar sua lealdade ao seu senhor. e fiz outra ostenta ão dos moinhos de vento na l8mina em minha mão. Ele gritou para mim. Cobrou de mim e ganhou confian a quando ele evitou o meu primeiro balan o. partindo-lhe ordenadamente ao meio.

hotel. porque quase me fez querer ter pena dele. Era muito calma. BEle tem que morrer.s mulheres não t&m que fazer isso. Engra ado. frente do meu vestido estava manchada de sangue do %ltimo vampiro que tinha pulverizado em mim quando caiu. Eu parei cerca de quatro metros de Charlie. Com o canto do meu olho eu podia ver que ele tinha treinado em mim. que me deu uma breve pausa. D. 0irei-me para Charlie. Eu não era mais a menina de nosso encontro. e apesar da agita ão em sua voz. !edo pintou seu rosto. B)ão lute contra mim. Página 58 . meus olhos s2 para ele. !inha visão era clara. Ele não tinha nada inteligente para me dizer quando eu espreitava com passos lentos.E Eu não sei onde ele obteve a arma.E . Ele estava tremendo. Ele deve ter pensado que eu s2 ia usar a espada para a defesa quando ele chutou-a para mim. como se acreditasse. suas mãos estavam perfeitamente est"veis. e ele não mascarou. a espada ao meu lado./ler veio através como a voz de um anjo muitas vezes negligenciado no meu ombro.ribunal mais tarde.B Eu disse. que estava parado no caminho que somente um vampiro poderia. toda essa confusão poderia ter sido evitada. e até mesmo para meus pr2prios ouvidos a minha voz soou errada. !inha espada arrastava pelo chão de ladrilhos. mas no momento s2 havia uma coisa na minha mente. )ão ia ser um inferno para pagar ao . emitindo um grito alto e assustador que comia fora no sil&ncio que caiu sobre a multidão.B B)inguém mais tem que morrer.E Eu levantei a l8mina de modo que era mesmo com os olhos de Charlie. apenas uma amea a que precisava ser neutralizada. D0oc& não est" entendendo.B Ele balan ou a cabe a e as pernas cederam sob ele. mas seu pequeno tamanho sugeriu que veio de um coldre do tornozelo. . porque isso era e1atamente o que Charlie era para mim. O olhar era tão honesto. deliberados. B)ão lute contra isso. Ele caiu de joelhos e olhou para mim com olhos arregalados e aterrorizados. não se movendo. voz de . ele poderia evitar ser visto. D(ecret. muito vazia.B O policial nele havia substitu-do o homem.

BEu acabaria com voc&. triste indefeso estava de volta. 5olden falou para ./ler carregando uma bala na c8mara da arma. 5olden tinha chegado. !inha clav-cula precisaria ser requebrada e definir novamente. B)ão seja um her2i. era o escravo que estavam colocando sobre cada um desses pobres ot"rios humanos.B 5olden respondeu. a julgar pela e1pressão aturdida do detetive. B0oc& não tem um trabalho a fazer#B Ele olhou-me passado para Charlie. . enquanto eu pressionei a ponta da minha espada contra a testa de Charlie. eu e Charlie. Ele estava or ulhoso de mim. deve ter tomado um monstro de uma surra./ler entregar sua arma e. O poder real. chegada dos vampiros parecia prometer uma suspensão da e1ecu ão em seus olhos. ele não ia se lembrar de nada disso na parte da manhã. mas a minha empatia desapareceu quando uma nova onda de dor sacudiu meu corpo quando meus ossos tentaram for "-los em conjunto./ler.Jealidade rompeu choque para alguém.. tudo o que vi em seu rosto era de satisfa ão. depois outro solu o agregado as pontas de ru-do para o sil&ncio de outra forma pesada do impasse entre .. eu estava prestes a mostrar-lhe como estava errado. levou um . se tinha alguma esperan a de curar corretamente. mas era calma e masculina. voz de Charlie estremeceu.#B (eu semblante. Página 59 . B0oc& não vai dei1"-la. !eu foco ainda era todo para Charlie. porém. cujo rosto estava um pouco machucado. B5olden#B .B . Os vampiros ainda tinham pranchetas com apar&ncia oficial de ren%ncias sobre eles. mas eu podia ver que seu terror foi se esvaindo. . porque quando olhou para a pilha de partes do corpo atr"s de mim. se eu pudesse./ler./ler muito complacente longe da cena. (e ele achava que isso significava que estava indo a pé. e um primeiro grito. !eu vampiro. e com ele todo um grupo de vampiros que j" estavam ocupados em convencer a multidão em p8nico que foram apenas figurantes em um filme. em seguida. voz refletia o que eu estava pensando. .

Página 60 .E .B0ou faz&-lo sem dor. espada s2 tinha balan ando uma vez.B O sorriso no meu rosto deu o quanto estava indo para me divertir. DEu s2 queria que pudesse faz&-lo durar mais. Gm vampiro não poderia voltar a partir de uma decapita ão.

Eu manteria os =7.ribunal depois de e1plicar. Ele não s2 tinha perdido quase toda a luta. porque eu tinha matado tr&s vampiros em uma plataforma do metrK cheia de testemunhas. (ig e $aria. Em vez disso. >ara ser justa. encontrei-me sentada nos degraus da entrada da sede do conselho com um jornal nas mãos. como encargos. )ão era que ele estava errado. não estavam com tanta pressa para isto. $e frente para o . e um dos tr&s l-deres. Página 61 .ribunal de novo. Eles tinham encai1ado mil e quinhentos d2lares como multa. porém. mas devido ao conselho o valor da cabe a de cada um dos guardas. 'elizmente. Eu tentei estar feliz com o meu novo saldo banc"rio robusto. Eu prefiro ter pesco o em profundidade em bandidos sedentos do que ir contra o . ele não tinha sequer tentado ficar do meu lado. Cuan Carlos.. que tinha ido f"cil para mim. mas estava muito brava com 5olden para apreci"-lo. Eu poderia ter sido e1ecutada pelo que tinha feito..ribunal hoje A noite. Eles precisavam me punir por algo. uma contraven ão e um total de caminhada no parque a puni ão s"bia.777 por matar Charlie.Capítulo Oito )a noite seguinte. e estaria sendo removida do servi o ativo por um m&s. 'oi. (obreviver a Charlie e seus capangas tinha sido a parte mais f"cil. os outros dois. bem. dado o quão perto eu estava para e1por a verdade sobre vampiros ao mundo. de risco ou de anarquia total entre o conselho. agradecendo minhas estrelas da sorte que estava viva. ele concordou que minhas a :es tinham sido imprudentes e est%pidas e que eu tinha colocado todos os vampiros de )ova *or+ em risco. não tinha feito nada para defender-me junto o . Eles tinham me cobrado com a e1ecu ão ilegal de tr&s desonestos. parecia mais do que feliz em me ver morrer. s2 estava chateada.

e sabia o que a hist2ria era que não era boa. Em vez de dar-lhe uma hist2ria que teria dei1ado-me continuar a estar como um bom rapaz. até que recebeu um telefonema de neg2cios e simplesmente desapareceu. As vezes.lguma coisa veio A tona.B Ela desligou./ler quando o detetive estava sob o dom-nio./ler teria lhe dito. manchete de primeira p"gina anunciou corajosamente a hist2ria de uma loira vigilante com uma espada que vinha aterrorizando o metrK durante a noite.em. distraindo-me dos meus devaneios mal-humorados.B BEu s2 não conhe o voc&. totalmente chamou./ler iria sempre lembrar de mim. !as isso não significa que tinha que gostar do jeito que estavam. e não havia nenhum corpo ou provas de qualquer tipo na hist2ria.B .B Eu realmente sentia. .E Eu disse com cautela.hR I tudo o que pode dizer#B Eu estava um pouco distra-da pela edi ão daquele dia do +ornal Ne. B(im. e os vampiros tinham posteriormente limpado as mem2rias de todos os envolvidos. B(into muito. tanto para um segundo encontro. as coisas poderiam ter sido muito pior. Cedes. e eu considerava não responder. Ele disse que voc& o dei1ou no restaurante. Ela parecia calma o suficiente. O identificador de chamadas me disse que era !ercedes.!eu celular vibrou.hRE . DOl".B D. Eu não tinha ideia do que 5olden havia convencido . O corpo do guarda no quarto de Charlie j" tinha virado a cinzas gra as As grandes janelas abertas. <ncrível. agora . York ?ost./ler me chamou. preparando-me para sua ira. Eu deslizei as costas do telefone no meu bolso e me levantei.E Eu não sabia o que . Claro. Página 62 . $etalhes foram nebulosos. BEle disse que voc&s estavam tendo um grande tempo. . DI. sem uma palavra. e esperamos que até o final da semana tudo seria esquecido. B. BEntão. como aquela puta que o abandonou no meio do jantar. Eu estava furiosa.B Come ou ela. que 5olden tinha sido gentil o suficiente para me fornecer uma c2pia. (igo tinha visto até amanhã o post seria a impressão de uma retra ão. como um amigo no hospital ou algo assim. porque s2 eu sabia a verdade. porque as %nicas testemunhas eram pessoas que haviam fugido antes que os vampiros tinham chegado. irrita ão atada em seu tom. e mesmo que ele tentou ligar para voc&. D.

B 5ouve uma longa pausa. 0oc& colocou todos em risco. >u1ei meu edredom sobre a minha cabe a e gemi. porque o .ribunal. 'oi uma pena que voc& não podia ignorar os vampiros em fuga. BEu disse ao . e sua linguagem corporal não se alterou. he/. quando ele fez um grande shoP de endireitar os punhos brancos de sua camisa. BEle era mais velho que eu. $epois que o sil&ncio arrastou-se durante meio minuto. mesmo quando o assunto mudou para algo tão pessoal.ndo mas ele me ignorou. ele falou novamente. B>are de se comportar como uma crian a. B0amos ter uma conversa.ribunal julgar-me. mas estava enganada. sentado confortavelmente na cadeira no final da minha cama. BCharlie me chamou de irmão. Eu sabia que ele não tinha esquecido a minha %ltima pergunta. B.ribunal não permitiria isso. porque fomos feitos pelo mesmo vampiro. por que não come a por dizer-me do por que Charlie ConaPa/ o chamou de irm%oCB Eu esperava que ele hesitasse em responder. acordei ao cair da noite com um homem morto no meu quarto. (oltei um protesto resmungar. porque certamente fazer o meu trabalho e minha vida um inferno era muito mais f"cil.ribunal a verdade. Eu também ainda estava um pouco incomodada sobre o papel que ele tinha jogado no meu encontro com o .E 5olden insistiu.B Eu disse. !as isso foi h" muito tempo.B Ele permaneceu calmo e equilibrado. o+#B Coguei as cobertas para bai1o.Gm m&s ap2s o . e eu sabia que era tudo o que ele ia dizer.ribunal# Ou por que voc& não tem ainda tentado falar comigo em um m&s# Ou. inalando uma respira ão profunda.udo bem. porque 5olden nunca parecia esquecer-se de nada. BE eu não falei com voc& em um m&s. esperando que ele teria ido pelo tempo que eu reemergisse. BEle me ensinou muito sobre o que significa ser o que somos. mas me recusei a olhar para ele. B0oc& quer falar# Onde voc& gostaria de come ar# .alvez com porque voc& me jogou sob o Knibus com o . (ecret. (em mencionar como ele tinha arruinado minha vida amorosa. 'azia um m&s que eu o tinha visto.B Ele sorriu um pouco triste.B Continuou 5olden. e naquele tempo não tinha uma vez tentado falar comigo. Página 63 .B Come ou ele.

então eu estava de pé ao lado dele. também. B. 5ora de se levantar. e sa-mos do quarto. mentes em fusão e destro antes.em se passado um m&s.B $isse ele. %nica coisa que não tinha abordado foi o nosso interl%dio no corredor fora da sala do hotel de Charlie. DI mesmo o que eu penso#E $epois de passar tanto tempo sem trabalho. ..em. até que ele realmente n%o me mate. Gma dessas coisas superquentes. certo#B $epois de quebrar o lacre de cera. D(im. Eu coloquei na minha mesa da cozinha e abri a geladeira para ver o que eu tinha no caminho de sangue na mão. B.B FIM Página 64 . retirou algo familiar que me encheu de um senso de antecipa ão e colocou-o no fim da minha cama.Ele enfiou a mão no bolso do palet2. eu senti um borbulhar de alegria inesperada por ver um desses envelopes novamente. tentando não demonstrar minha e1cita ão.E Ele bateu no meu pé levemente. ele a poucos metros atr"s de mim. pu1ando um saco de doadores de .. (e ele não ia dizer nada... eu deslizei o cartão para fora e estava grata por não reconhecer o nome.E Eu respondi.E Eu reclamei. %ltima vez que fui A ca a eu tinha uma m"quina de Coca-Cola sendo atirada em mim. fingindo que nunca aconteceu.B 5olden pegou o cartão da mesa e riu com diversão genu-na. positivo.B B!as uma m)quina de Coca#ColaC. esta era eu. Ele pu1ou-me para os meus pés. B0oc& também picou quatro vampiros e convenceu o mundo que Charlie ConaPa/ se tornou um recluso ap2s seu mais recente filme de a ão e não conseguiu encontrar patrocinadores. B(e ele não te mata. BEles vão continuar dizendo que. Eu peguei o envelope. B. . 0oc& não est" mais na lista negra para o trabalho. te faz mais forte. Eu não tinha percebido o quanto eu tinha sentido falta do meu emprego.inha sido apenas uma daquelas coisas. B. (im. h" sempre a pr21ima vez.E Ele se levantou e ofereceu-me uma mão. eu percebi que deve estar fingindo que nunca havia acontecido. B0oc& sabe o que eles dizem.

blogspot..com Próximos: Em agostoR Página 65 .cesse meu blogF httpFYYangellicas.