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EDITAL PROGEP/UFMS Nº 67, DE 2 DE AGOSTO DE 2018.

ABERTURA DE CONCURSO PÚBLICO PARA INGRESSO NA CARREIRA


DO MAGISTÉRIO SUPERIOR DA UFMS

A FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO DO SUL – UFMS,


por meio da Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas - Progep, no uso de suas
atribuições legais, de acordo com o disposto na Portaria RTR/UFMS Nº
1.164, de 27/12/2016, nas Leis Federais Nº 8.112, de 11/12/90, Nº 12.772,
de 28/12/12, Nº 12.990, de 09/06/14 e Nº 13.656, de 30/04/2018; nos
Decretos Federais Nº 3.298/99, de 20/12/99 e Nº 6.944/09, de 21/08/2009;
na Resolução CD Nº 62, de 28/05/2018 e na Portaria Normativa Nº 4, de
06/04/2018, publicada no DOU nº 68, de 10 de abril de 2018, torna
público o presente Edital com o objetivo de selecionar candidatos
para o cargo de Professor do Magistério Superior da UFMS,
mediante as condições aqui estabelecidas e demais disposições legais.

1. DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES


1.1. O Concurso Público será realizado pela Universidade Federal de Mato
Grosso do Sul - UFMS.
1.2. A divulgação oficial das informações referentes a este concurso dar-se-
á pela divulgação no endereço eletrônico: www.concursos.ufms.br
1.3. Todos os horários previstos neste edital correspondem ao horário
oficial do Estado de Mato Grosso do Sul.
1.4. O período de inscrição, realização de provas e demais prazos constam
no Cronograma do item 2.
1.5. As provas serão realizadas no município de Campo Grande - MS.
1.6. Constam dos Anexos deste Edital: quadro de vagas (Anexo I), modelo
de Autodeclaração Étnico Racial (Anexo II), Tabela de Títulos (Anexo III),
Relação de Documentos e Exames para Admissão (Anexo IV),
requerimento de condições especiais para realização das provas (Anexo V),
modelo de formulário para impugnações e recursos (Anexo VI).
1.7. No Anexo VII deste Edital constam as vagas com as respectivas
lotações, vagas reservadas e os requisitos para o cargo, regime de
trabalho, programa e bibliografia básica. A identificação das áreas das vagas
definidas conforme Tabela de Área de Conhecimento/Avaliação da CAPES
pode ser acessada pelo endereço
https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/programa/listaPrograma.jsf
1.8. A Tabela de Pontuação da Prova de Títulos consta da Resolução do
Conselho Diretor nº 62/2018, disponível no endereço eletrônico do
concurso.
1.9. A Secretaria do Concurso Público, durante a realização das Provas,
funcionará das 7 às 18 horas, ininterruptamente, em cada local de prova.
1.10. Durante o período de 36 (trinta e seis) meses a contar da data de
início do exercício, o servidor será submetido a processo avaliativo de
desempenho para fins de estabilidade no cargo, conforme normas da
UFMS.
1.11. A jornada de trabalho será cumprida durante o turno diurno e/ou
noturno, de acordo com as especificidades do cargo e as necessidades da
UFMS.
1.12. As vagas serão preenchidas em ordem rigorosa de classificação de
candidatos homologados, de acordo com a unidade de lotação da vaga,
podendo haver exercício das atividades em outro Campus da UFMS, quando
requisitado, no interesse da administração.
1.13. Em todas as sessões e fases do Concurso, é obrigatório que o
candidato apresente documento de identificação oficial, sob pena de ser
impedido de acesso ao local de provas e, consequentemente, eliminado do
Concurso.
1.14. O candidato não poderá adentrar o local das provas portando
aparelho celular (a menos que esteja desligado), câmera fotográfica ou de
vídeo, ou qualquer outro tipo de equipamento eletroeletrônico.

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1.14.1. Dentro da sala de provas, o celular do candidato somente poderá
ser ligado no horário compreendido entre o sorteio dos temas e o início da
prova escrita.
1.15. Computador pessoal, projetor e tela de projeção poderão ser
utilizados como recurso audiovisual na Prova Didática, desde que
providenciados pelo candidato em locações externas às dependências da
UFMS, cabendo à Instituição apenas fornecimento de giz/pincel, quadro e
apagador.

2. CRONOGRAMA

DATA ATIVIDADE

10/08/2018 Realização de sorteio das vagas reservadas a PcD e Negros

20/08/2018
Período de Inscrições
a 20/09/2018

30/08/2018 Prazo limite para pedidos de isenção de valor de inscrição

Divulgação do deferimento dos pedidos de isenção de valor de


03/09/2018
inscrição

21/09/2018 Prazo final para o pagamento do valor da inscrição

21/09/2018 Prazo final para anexar/alterar documentos para inscrição

24/09/2018 Divulgação da Comissão de Avaliação PcD

Divulgação dos deferidos na condição de PcD e da relação de


05/10/2018
deferidos para concorrer no sitema de reserva de vagas (negros)

05/10/2018 Divulgação da comissão de procedimento de heteroidentificação

08 a
Período de recurso: indeferimento PcD ou negros
09/10/2018

08/10/2018 Divulgação das inscrições deferidas/indeferidas

09 e
Período de recurso: inscrições indeferidas
10/10/2018

26/10/2018 Divulgação das inscrições deferidas e indeferidas após recurso

Convocação de candidatos negros para participar de procedimento


26/10/2018
de heteroidentificação

08/10 a
Período de divulgação das Bancas Examinadoras
01/11/2018

01/11/2018 Divulgação das unidades de provas na UFMS para cada vaga

08/11/2018 Procedimento de heteroidentificação para os inscritos como negros

09/11/2018 Prova Escrita

Demais etapas do concurso, conforme andamento dos trabalhos


A partir de
para cada vaga, com divulgação de datas e horários fixados em cada
10/11/2018
sala de provas

12/11/2018 Resultado provisório do procedimento de heteroidentificação

Divulgação do Resultado Final no endereço eletrônico


13/11/2018
www.concursos.ufms.br

13 e Recurso ao Resultado provisório do procedimento de


14/11/2018 heteroidentificação

14 a
Prazo para Recurso do Resultado Final
16/11/2018

Resultado definitivo do procedimento de heteroidentificação, após


30/11/2018

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30/11/2018
análise de comissão recursal

03/01/2019 Homologação do Resultado Final

Fevereiro/2019 Previsão de nomeação dos candidatos aprovados

3. DA REMUNERAÇÃO E REQUISITOS PARA O CARGO


3.1. DA REMUNERAÇÃO BÁSICA

Carga Venc. Auxílio


Classe Requisito RT**
Horária Básico Alimentação

Ajunto
Título de R$ R$
A - DE* R$ 458,00
Doutor 4.463,93 5.136,99
Nível 1

Auxiliar
Título de R$ R$
– Nível 20h R$ 229,00
Especialista 2.236,31 206,35
1

*Regime de Dedicação Exclusiva


**Para a posse somente serão aceitos diplomas como comprovação do
requisito mínimo para o cargo, conforme especificado no Acórdão TCU nº
11.374/2016.

3.2. DOS REQUISITOS PARA A INVESTIDURA NO CARGO


3.2.1. O candidato aprovado será empossado se atender os seguintes
requisitos:
a) ter nacionalidade brasileira ou, no caso de estrangeiro, estar em
conformidade com as normas e os procedimentos da Lei Federal nº
8.112/90;
b) ter idade mínima de 18 anos completos na data da posse;
c) estar em dia com as obrigações eleitorais. A Divisão de Recrutamento e
Seleção realizará, antes da posse, a consulta à situação eleitoral do
candidato, no endereço eletrônico do Tribunal Superior Eleitoral:
http://www.tse.jus.br/eleitor/servicos/certidoes/certidao-de-quitacao-
eleitoral.
d) estar em dia com as obrigações do Serviço Militar, para candidatos
brasileiros do sexo masculino;
e) encontrar-se em pleno gozo dos direitos políticos;
f) comprovar o nível de escolaridade e os demais requisitos exigidos para o
cargo, divulgados no Anexo VII, deste Edital;
g) ter aptidão física e mental para o exercício das atribuições do cargo,
atestado por médico de Instituição Federal de Ensino;
h) não acumular cargos, empregos e funções públicas, ressalvados os
casos previstos no art. 37, inciso XVI da Constituição Federal;
i) Apresentar certidão negativa de condenação cível e criminal do Estado de
Mato Grosso do Sul e do Estado que residiu nos últimos cinco anos, em
convocação para posse (http://www.cjf.jus.br/cjf/certidao-negativa); e
j) apresentar outros documentos que se fizerem necessários por ocasião
da convocação para a posse.
3.2.2. Estará impedido de ser empossado o candidato que se enquadrar
em, pelo menos, numa das situações que seguem:
a)deixar de comprovar os requisitos especificados neste edital;
b)tiver sido demitido do Serviço Público Federal, enquanto ocupante de
cargo efetivo ou em comissão nos últimos 05 (cinco) anos, contados da
data da publicação do ato penalizador, decorrente da infração de lograr
proveito pessoal ou de outrem; ou praticar advocacia administrativa; e
c)estiver em cumprimento de pena por ter cometido infração que impeça de
assumir cargo público.
3.2.3. Não poderá retornar ao Serviço Público Federal o servidor que for
demitido ou o servidor que foi destituído do cargo em comissão, nas
seguintes hipóteses: crime contra a administração pública, improbidade

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administrativa, aplicação irregular de dinheiro público, corrupção, lesão aos
cofres públicos e delapidação do patrimônio nacional.

4. DAS INSCRIÇÕES
4.1 DO PERÍODO E DA TAXA
4.1.1. As inscrições serão realizadas exclusivamente pela internet, no
endereço eletrônico: www.concursos.ufms.br, no período estipulado no
Cronograma.
4.1.2. O valor da inscrição será de R$ 250,00 (duzentos e cinquenta reais)
para todos os cargos.

4.2. DAS DISPOSIÇÕES GERAIS SOBRE A INSCRIÇÃO


4.2.1 Antes de efetuar a inscrição, o candidato deverá conhecer o edital
com suas complementações e a Resolução CD nº 62/2018 (disponíveis no
endereço eletrônico do concurso) e se certificar de que preenche todos os
requisitos do cargo a que concorrerá.
4.2.2. No momento da inscrição, o candidato deverá optar pelo cargo ao
qual deseja concorrer. Uma vez efetivada a inscrição, não será permitida,
em hipótese alguma, a sua alteração.
4.2.3. É vedada a inscrição condicional, a extemporânea, a via postal, a via
fax ou a via correio eletrônico.
4.2.4. É vedada a transferência do valor pago a título de taxa para terceiros
ou para outros concursos.
4.2.5. O valor referente ao pagamento da taxa de inscrição não será
devolvido, salvo em caso de cancelamento do certame por conveniência da
administração pública.
4.2.6. Não haverá isenção total ou parcial do valor da taxa de inscrição,
exceto para os candidatos amparados pelo Decreto nº 6.593, de 2 de
outubro de 2008 e pela Lei Nº 13.656, de 30 de abril de 2018.
4.2.7. As informações fornecidas no Formulário on line de Inscrição serão
de inteira responsabilidade do candidato, podendo ele ser excluído deste
Concurso Público se o preenchimento for realizado com dados incompletos
ou incorretos, bem como se constatado, posteriormente, serem inverídicas
as informações.
4.2.8. O candidato somente será considerado inscrito neste Concurso
Público após ter cumprido todas as instruções previstas neste edital e
constar com o deferimento da inscrição.
4.2.9. A inscrição do candidato implica o conhecimento e a aceitação das
normas e condições estabelecidas neste edital e suas retificações.

4.3. DA ISENÇÃO DO PAGAMENTO DA TAXA DE INSCRIÇÃO


4.3.1. O candidato poderá requerer a isenção do pagamento da taxa de
inscrição, na data prevista no Cronograma, com fundamento no art. 1º da
Lei Nº 13.656, de 30 de abril de 2018.
4.3.2. Estará isento do pagamento da taxa de inscrição:
4.3.2.1. Os candidatos que pertençam a família inscrita no Cadastro Único
para Programas Sociais (CadÚnico), do Governo Federal, cuja renda familiar
mensal per capita seja inferior ou igual a meio salário-mínimo nacional.
4.3.2.2. Os candidatos doadores de medula óssea em entidades
reconhecidas pelo Ministério da Saúde.
4.3.2.3. Os candidatos doadores de medula óssea que queiram requerer a
isenção deverão anexar na área de envio de documentos, em formato PDF,
arquivo digitalizado da certidão expedida por entidades reconhecidas pelo
Ministério da Saúde, comprovando o cadastramento de doador de medula
óssea.
4.3.3. O candidato que se enquadrar em uma das situações do item 4.3.2.
deste Edital, para fazer jus à isenção do pagamento da inscrição deverá, no
preenchimento do formulário de inscrição on line:
a) Aos que pertençam a família inscrita no CadÚnico: Solicitar isenção,
marcando a opção “sim” no campo apropriado e preencher corretamente o
seu número Número de Identificação Social – NIS;
b) Aos doadores de medula óssea: Solicitar isenção como doador de
medula, marcando a opção “sim” no campo apropriado e anexar um único
arquivo digitalizado na área de envio de documentos, em formato PDF.
4.3.3.1. Será consultado o órgão gestor do CadÚnico para verificar a
veracidade das informações fornecidas pelo candidato (Somente para os

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que se enquadram no item 4.3.2.1.).
4.3.4. O candidato perderá os direitos decorrentes da isenção no Concurso
Público se não cumprir o estabelecido neste edital.
4.3.5. Não será aceita solicitação de isenção de pagamento do valor da
inscrição encaminhada via correios ou por e-mail.
4.3.6. O requerimento de isenção do valor da inscrição será indeferido, se o
candidato:
a) Omitir informações, torná-las inverídicas ou pelo preenchimento errado
dos dados no sistema de inscrição;
b) Fraudar e/ou falsificar documentação;
c) Preencher o NIS: inválido, não cadastrado, excluído, com renda fora do
perfil, ou que não pertença à pessoa informada;
d) Deixar de anexar o documento previsto no item 4.3.2.3 deste Edital (se
doador de medula); ou
e) Não observar a forma, o prazo e os horários previstos neste Edital.
4.3.7. As informações fornecidas no Requerimento de Isenção são de
inteira responsabilidade do candidato, podendo responder este, a qualquer
momento, por crime contra a fé pública, o que acarreta sua eliminação do
concurso, aplicando-se ainda o disposto no parágrafo único do artigo 10,
do Decreto Federal nº 83.936, de 06 de setembro de 1979.
4.3.8. Serão avaliados os pedidos de isenção registrados até o prazo limite
estipulado no Cronograma do item 2.
4.3.8.1. O resultado do pedido de isenção de valor, constará de edital
específico que será publicado no endereço eletrônico do concurso.
4.3.9. O candidato que obtiver seu pedido de isenção do valor INDEFERIDO
e tiver interesse em permanecer no Concurso Público, deverá fazer o
pagamento da respectiva inscrição dentro do prazo previsto no
Cronograma.
4.3.10. O candidato que tiver seu pedido de isenção indeferido, caso não
efetue o pagamento do boleto até a data de encerramento das inscrições,
estará automaticamente excluído do Concurso Público.
4.3.11. Não serão estornados valores de inscrição daqueles candidatos
contemplados com isenção e que já tenham efetivado o pagamento do valor
de inscrição a que se refere este Edital.

4.4. DOS PROCEDIMENTOS PARA A INSCRIÇÃO


4.4.1. As inscrições serão realizadas exclusivamente no período
estabelecido no Cronograma do item 2, apenas pela internet, no
endereço eletrônico: www.concursos.ufms.br onde serão disponibilizados,
a partir da abertura do período de inscrições, o Formulário de Inscrição on
line e o Boleto Bancário.
4.4.2. Será indeferida a inscrição do candidato que não observar a forma ou
os prazos definidos neste edital e, somente serão deferidas inscrições cuja
formação (em andamento ou concluída) apresentada esteja em
conformidade com a área de formação/área básica da CAPES (link
mencionado no item 1.7 deste edital).
4.4.3. Para fins de inscrição neste Concurso Público não é necessário que o
candidato tenha concluído o curso de pós-graduação, porém a conclusão
do curso é obrigatória para a investidura no cargo e somente poderão
tomar posse os candidatos nomeados que apresentarem diploma da
formação exigida, reconhecido pelo MEC, no momento de sua nomeação. A
posse será condicionada à apresentação do diploma que comprove a
formação exigida no Anexo VII.
4.4.4. O valor referente ao pagamento da taxa de inscrição não será
devolvido, salvo em caso de cancelamento do certame por conveniência da
administração pública.
4.4.5. A relação das inscrições deferidas será divulgada por meio de edital,
publicado no Boletim de Serviço da UFMS e disponibilizado no endereço
eletrônico do concurso.
4.4.6. Para realizar a inscrição o candidato deverá estar ciente e de acordo
com o previsto na Resolução CD nº 62/2018 e no Edital de Abertura (com
suas atualizações) disponíveis no endereço eletrônico
www.concursos.ufms.br e atender aos procedimentos descritos no item
4.4.7, do presente Edital.
4.4.7. Para efetivar a inscrição, devem-se realizar os seguintes passos:
a) Acessar o site www.concursos.ufms.br;
b) Em “Eventos em Andamento”, acessar o link do Concurso Público UFMS

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2018 – Docentes;
c) Selecionar o link "Clique aqui para acompanhar inscrição", no cabeçalho
da página, disponível a partir da abertura das inscrições, para ingresso ao
sistema de Inscrição para Docentes;
d) Realizar o cadastro dos dados pessoais no primeiro acesso;
e) Clicar em: “Candidato” e em “Comprovantes” no menu principal para
fazer upload dos diplomas ou certificados de especialização como descrito
no item 4.4.8.
f) Clicar em "Concursos" e posteriormente "Inscrições" no menu principal;
g) Clicar no ícone “+” (mais) em verde, no canto direito superior da tela
para fazer a inscrição;
h) Escolher a vaga para a qual deseja concorrer, e
i) Para finalizar a inscrição, após inserir todos os dados e, clicar no ícone
“DISKETTE” em verde, no canto direito superior da tela, para salvar as
informações;
j) Acessar o link “concursos” e em “inscrições” no menu principal, para
visualizar os dados da inscrição e imprimir o boleto para pagamento.
4.4.7.1. O prosseguimento da inscrição para emissão do boleto só é
possível após anexar o arquivo digitalizado da graduação e o da pós-
graduação (frente e verso) em arquivo único.
4.4.7.2. Em qualquer tempo será possível visualizar os documentos
inseridos e também fazer a remoção e alteração dos documentos anexados
clicando em “Candidato” no menu principal e em seguida em
“Comprovantes”.
4.4.7.3. A data do upload ou da alteração dos documentos digitalizados é
registrada no sistema e, portanto, somente serão considerados os
documentos inseridos ou modificados até a data final de inscrição divulgada
no Cronograma do item 2.
4.4.8. Durante o período de inscrição, o candidato deverá fazer o upload da
digitalização do diploma de graduação e da certificação da pós-graduação
exigida no Anexo VII para a vaga pretendida.
4.4.8.1. Para completar a inscrição, obrigatoriamente, o candidato deverá
anexar dois arquivos na área do candidato:
a) um único arquivo em formato PDF contendo a digitalização frente e verso
do diploma da graduação; e
b) um único arquivo em formato PDF contendo digitalização de frente e
verso do comprovante de conclusão da pós-graduação ou da declaração
emitida pelo programa de pós-graduação informando que a pós-graduação
está em curso pelo candidato.
4.4.8.2. As imagens digitalizadas devem estar legíveis para que a inscrição
seja deferida.
4.4.9. Imprimir o boleto bancário, dentro do período de inscrições (horário
oficial de Mato Grosso do Sul), através de formulário específico, disponível
na área do candidato on line, após este horário o sistema de captação das
inscrições deixará automaticamente de recebê-las;
4.4.10. Efetuar o pagamento do boleto bancário até 1 (um) dia útil após o
encerramento das inscrições, observando sempre o horário de
funcionamento do sistema bancário nacional;
4.4.11. É de responsabilidade total do candidato a veracidade dos dados
informados, inclusive o registro da data de nascimento, considerada como
critério de desempate, assim como os demais dados cadastrais.
4.4.12. O candidato deverá recolher o valor da inscrição de R$ 250,00
(duzentos e cinquenta reais) e não serão aceitos recolhimentos em
transferências e/ou por agendamento.
4.4.13. A UFMS não se responsabilizará por solicitação de inscrição não
recebida por motivos de ordem técnica dos computadores, falhas de
comunicação, congestionamento das linhas de comunicação, bem como
outros fatores que impossibilitem a transferência de dados.
4.4.14. A inscrição do candidato será efetivada somente após a
confirmação do pagamento do valor da inscrição pela rede bancária.
4.4.15. É vedada a inscrição condicional, a extemporânea, a via postal ou a
via e-mail.
4.4.16. É vedada a transferência do valor pago a título do valor para
terceiros ou para outro Concurso Público.
4.4.17. O valor referente ao pagamento da inscrição não será devolvido,
salvo em caso de cancelamento do certame, por conveniência da
Administração Pública.

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4.4.18. O candidato que efetuar o pagamento da inscrição com cheque sem
a necessária provisão de fundos terá sua inscrição cancelada.
4.4.19. O candidato, ao se inscrever, estará ciente de que, no momento
anterior à posse, deverá apresentar os documentos que comprovem a
conclusão da escolaridade exigida como pré-requisito ao cargo.
4.4.20. É vedada, a qualquer título, a alteração do cargo, após o pagamento
do valor da inscrição.
4.4.21. Caberá à Comissão do Concurso analisar, pela consulta à Tabela de
Área de Conhecimento/Avaliação da CAPES, disponível no endereço:
https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/programa/listaPrograma.jsf,
se os comprovantes de formação (diplomas ou declaração em curso)
enviados pelo candidato correspondem ao exigido para a vaga, conforme
especificado no Anexo VII, deste Edital.
4.4.22. Será indeferida a inscrição que:
a) Não atender à forma, o prazo ou aos horários previstos no item 4.4.7 e
seus subitens;
b) Faltar com o envio de algum dos diplomas ou certificados solicitados no
item 4.4.7 ou que o arquivo enviado contenha somente a frente ou o verso
do certificado ou ainda que o upload no sistema tenha sido em data
posterior ao prazo estabelecido para inscrição;
c) Os comprovantes de formação enviados, não correspondam à formação
exigida para a vaga no Anexo VII, deste Edital;
d) Não tiver registrado o pagamento do boleto ou que o pagamento tenha
sido feito fora do prazo estabelecido no cronograma do item 2.
4.4.23. Encerrado o processo de inscrição, será publicada no endereço
eletrônico www.concursos.ufms.br a relação de inscrições deferidas.
4.4.24. O candidato somente será considerado inscrito neste Concurso
Público, após ter cumprido todas as instruções previstas neste Edital, e
constar no edital de deferimento das inscrições.

4.5. DA INSCRIÇÃO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA (PcD)


4.5.1. Às pessoas com deficiência (PcD) que pretendam fazer uso das
prerrogativas que lhes são facultadas pelo artigo 37, inciso VIII da
Constituição Federal, pela Lei nº 7.853/89 e pelo Decreto nº 3.298/99, é
assegurado o direito de se inscrever neste Concurso, desde que as
atribuições do cargo pretendido sejam compatíveis com a sua deficiência.
4.5.2. Aos candidatos inscritos como PcD serão reservadas 5% (cinco por
cento) do total das vagas oferecidas, independente da área ou da lotação e
caso esse percentual resulte em número fracionado, será elevado até o
primeiro número inteiro subsequente, desde que não ultrapasse 20% (vinte
por cento), conforme estabelece o artigo 37, § 2º do Decreto Federal nº
3.298/99.
4.5.3. As vagas reservadas aos candidatos PcD deste concurso serão
definidas em sessão pública de sorteio, na data marcada no Cronograma do
item 2.
4.5.4. Para cargos que não tenham vaga reservada a candidatos PcD, a
nomeação de candidatos classificados em lista PcD somente ocorrerá se o
número total de candidatos empossados no cargo, por cidade de lotação,
for superior a quatro, a fim de atender ao percentual mínimo de 5% (cinco
por cento).
4.5.5. No caso de não haver candidato inscrito ou não habilitado para a
vaga reservada por sorteio a candidatos inscritos como PcD, ou caso
surjam novas vagas durante a vigência do concurso, a nomeação dar-se-á
pela lista de candidatos aprovados da lista de ampla concorrência.
4.5.6. No surgimento de novas vagas, para áreas que não tiveram reserva a
PcD definida em sorteio, durante vigência do concurso, aplicando-se o
percentual de 5% (cinco por cento) das vagas para candidatos PcD, a 5ª
(quinta) vaga de cada área, por cidade de lotação, por antecipação do
direito de reserva ao candidato PcD, será destinada ao primeiro PcD
classificado e homologado para a referida vaga.
4.5.7. Os candidatos com deficiência, resguardadas as condições especiais
previstas no Decreto nº3.298/99, participarão do Concurso Público em
igualdade de condições com os demais candidatos no que se refere ao
conteúdo das provas, à avaliação, aos critérios de aprovação, ao horário e
local de aplicação das provas e às notas mínimas exigidas.
4.5.8. O candidato com deficiência deverá declarar essa condição no ato da
inscrição, especificando a deficiência que possui em consonância com o art.
4º do Decreto nº 3.298/99.

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4.5.8.1. Para requerer inscrição na condição de PcD, o candidato deverá no
momento do preenchimento do formulário de inscrição on line:
a) Selecionar “sim” para a pergunta se deseja concorrer às vagas
reservadas PcD; e
b) fazer o upload da digitalização do laudo PcD em um único arquivo, em
formato PDF, conforme consta do item 4.5.9 clicando em “Candidato” e em
“Comprovantes” no menu principal.
4.5.9. Para comprovação da condição PcD é necessário submeter no
formulário de inscrição on line a digitalização do laudo médico (original)
atestando a espécie, grau ou nível de deficiência, com expressa referência
ao código correspondente da Classificação Internacional de Doenças (CID)
vigente, bem como a provável causa da deficiência, de acordo com a lei
4.5.9.1. O laudo deve ser emitido em período inferior a 180 (cento e oitenta)
dias.
4.5.9.2. Caso julgue necessário, a Comissão de Avaliação PcD poderá pedir
a apresentação do documento original ou convocar a comparecer para a
realização do exame clínico.
4.5.10. O candidato que, no ato da inscrição, não se declarar Pessoa com
Deficiência e/ou não encaminhar a documentação solicitada, perderá a
prerrogativa de concorrer na condição de candidato PcD.
4.5.11. No caso de indeferimento da inscrição na condição de PcD, se o
candidato houver atendido a todos os requisitos do item 4.3 deste edital,
será inscrito no Concurso com sua participação somente nas listas de
ampla concorrência e/ou de candidato negro, se tiver atendido também aos
requisitos do item 4.6.
4.5.12. O resultado do pedido de inscrição na condição de PcD será
divulgado no endereço eletrônico da instituição contratada, em data
especificada no Cronograma.
4.5.13. Os candidatos deferidos como Pessoa com Deficiência concorrerão
concomitantemente às vagas para PcD e às vagas destinadas à ampla
concorrência, bem como às de negros, caso atendam também aos
requisitos do item 4.6 deste edital, de acordo com a classificação no
concurso.
4.5.14. O candidato que, no ato da inscrição, não se declarar Pessoa com
Deficiência e/ou não anexar a documentação solicitada, perderá a
prerrogativa de concorrer na condição de candidato PcD.
4.5.15. Caberá à Comissão de Avaliação da condição de PcD aferir se o
candidato se enquadra em uma das categorias discriminadas no art. 4º do
Decreto nº 3.298/99.
4.5.16. O candidato poderá ser convocado pela Comissão de Avaliação da
condição de PcD para a comprovação de sua situação como pessoa com
deficiência.
4.5.17. Não serão considerados resultados de exames e/ou outros
documentos diferentes dos descritos no subitem 4.5.9, e/ou emitidos em
período superior a 180 (cento e oitenta) dias antes do primeiro período de
abertura das inscrições previsto neste edital.
4.5.18. Será indeferida a inscrição do candidato na condição de Pessoa com
Deficiência que:
a) não marcar a opção de concorrer à reserva de vaga PcD ou não anexar
a documentação solicitada no item 4.5.8, deste edital;
b) não atender à forma, o prazo ou aos horários previstos neste edital;
c) apresentar laudo médico com o nome do candidato ilegível e que não
possa ser identificado ou que a imagem digitalizada não esteja legível;
d) não for considerado PcD, atestado pela Comissão de Avaliação da
Condição PcD; e
e) não comparecer para a realização do exame clínico, portando o laudo
clínico original, caso seja convocado pela Comissão de Avaliação.
4.5.19. O resultado do pedido de inscrição na condição de PcD será
divulgado no endereço eletrônico: www.concursos.ufms.br, em data
especificada no Cronograma.
4.5.20. O candidato PcD que necessite de atendimento diferenciado para
realização das provas deverá seguir as orientações previstas no item 7
deste edital.

4.6. DAS VAGAS DESTINADAS AOS CANDIDATOS NEGROS


4.6.1. Das vagas destinadas a cada área e das que vierem a ser criadas
durante o prazo de validade do concurso, 20% (vinte por cento) serão

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providas na forma da Lei Federal nº 12.990/14.
4.6.2. Aos candidatos negros serão reservados 20% (vinte por cento) do
total das vagas oferecido, independente da área ou da lotação.
4.6.3.As vagas reservadas aos candidatos negros deste concurso serão
definidas em sessão pública de sorteio, conforme Cronograma, com
transmissão ao vivo pelas redes sociais da UFMS.
4.6.4. A observância do percentual de vagas destinadas aos candidatos
negros dar-se-á durante todo o período de validade do concurso público,
considerando-se cada vaga por área e localidade.
4.6.5. No caso de não haver candidato inscrito ou não habilitado para a
vaga reservada por sorteio a candidatos negros, ou caso surjam novas
vagas durante a vigência do concurso, a nomeação dar-se-á pela lista de
candidatos aprovados da lista de ampla concorrência.
4.6.6. No surgimento de novas vagas para áreas que não tiveram reserva a
candidatos negros definida em sorteio, aplicando-se o percentual de 20%
(vinte por cento) das vagas para candidatos negros, a 3ª (terceira) vaga de
cada área, por cidade de lotação, por antecipação do direito de reserva,
será destinada ao primeiro negro classificado e homologado para a referida
vaga.
4.6.7. São considerados negros aqueles que assim se declararem,
expressamente, de acordo com os critérios de raça e cor utilizados pela
Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE.
4.6.8. Para se autodeclarar negro o candidato, no momento do
preenchimento do formulário de inscrição on line, deverá registrar que
CONFIRMA se autodeclarar negro(a) conforme texto proposto em campo
específico da ficha de inscrição (Anexo II), destinada exclusivamente
àqueles que queiram atender a este item do Edital.
4.6.8.1. A confirmação da autodeclaração negro(a) somente poderá ser
feita no momento da realização da inscrição, não podendo ser alterada após
sua finalização.
4.6.8.2. Para garantir a inscrição no sistema de reserva de vagas para
negros além da declaração negro(a) também deve-se registrar que deseja
concorrer no sistema de reserva de vagas.
4.6.9. Poderão concorrer, na condição de candidato negro, aqueles que
atenderem a todas as especificações do item 4.6.13.
4.6.10.A autodeclaração como negro terá validade somente se efetuada no
momento da inscrição e exclusivamente para este Concurso Público.
4.6.11. Conforme a Lei Federal nº 12.990/14, na hipótese de constatação
de declaração falsa, o candidato será eliminado do concurso e, se houver
sido nomeado, ficará sujeito à anulação da sua admissão ao serviço público,
após procedimento administrativo em que lhe sejam assegurados o
contraditório e a ampla defesa, sem prejuízo de outras sanções cabíveis.
4.6.12. Para concorrer às vagas reservadas a candidatos negros, o
candidato que assim se autodeclarar, no momento da inscrição, deverá:
a) Confirmar com “SIM” a auto declaração étnico racial da ficha de inscrição
online; e
b) Marcar a opção “SIM”, em sua ficha de inscrição online, no espaço em
que houver o questionamento se pretende concorrer pelo sistema de
reserva de vagas.
4.6.12.1. Até o final do período de inscrição do concurso público, será
facultado ao candidato desistir de concorrer pelo sistema de reserva de
vagas. Neste caso, será permitido ao candidato em qualquer momento
dentro do período de inscrição, alterar entre as opções de concorrer em
“Ampla Concorrência” ou “Vaga Reservada”.
4.6.12.2. Para desistir de concorrer pelo sistema de reserva de vagas, o
candidato que tenha registrado “SIM” para o concorrer as vagas
reservadas a negros deverá acessar a área do candidato e selecionar o
ícone com legenda “desistir de concorrer a reserva de vagas”.
4.6.13. Os candidatos negros que optarem por concorrer às vagas
reservadas na forma deste item concorrerão concomitantemente às vagas
destinadas à ampla concorrência, de acordo com sua classificação no
concurso público.
4.6.14. A autodeclaração do candidato que atender ao item 4.6.12 será
confirmada mediante procedimento de heteroidentificação por comissão
formada para este fim;
4.6.15. Serão convocados para o procedimento de heteroidentificação até
dez candidatos por área e localidade.
4.6.15.1. O candidato convocado para o processo de heteroidentificação
deverá apresentar o formulário de Autodeclaração Étnico Racial, disponível

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no Anexo II, identificado com nome, impresso e assinado.
4.6.16. Os candidatos que optarem por concorrer às vagas reservadas às
pessoas negras, ainda que tenham obtido nota suficiente para aprovação
na ampla concorrência, e satisfizerem as condições de habilitação
estabelecidas em edital deverão se submeter ao procedimento de
heteroidentificação.
4.6.16.1. Serão eliminados do concurso público os candidatos cujas
autodeclarações não forem confirmadas em procedimento de
heteroidentificação, ainda que tenham obtido nota suficiente para
aprovação na ampla concorrência e independentemente de
alegação de boa-fé.
4.6.16.2. A eliminação de candidato por não confirmação da autodeclaração
não enseja o dever de convocar suplementarmente candidatos não
convocados para o procedimento de heteroidentificação.
4.6.17. O procedimento de heteroidentificação será realizado por comissão
criada especificamente para este fim, instituída por Instrução de Serviços
publicada no Boletim de Serviços da UFMS.
a) A comissão de heteroidentificação será constituída nos moldes do art. 6º,
da Portaria Normativa do Ministério do Planejamento nº 4/2018.
b) Os critérios para o procedimento serão exclusivamente pela observação
de fenótipos ao tempo da realização da atividade de heteroidentificação para
aferição da condição declarada pelo candidato.
c) Não serão considerados quaisquer registros ou documentos pretéritos
eventualmente apresentados, inclusive imagem e certidões referentes a
confirmação em procedimentos de heteroidentificação realizados em
concursos públicos federais, estaduais, distritais e municipais.
d) O procedimento de heteroidentificação, nos termos da Lei nº 12.990, de
9 de junho de 2014, será promovido sob a forma presencial previsto para
ocorrer na quinta-feira anterior à prova escrita, em período vespertino, em
local a ser divulgado em Edital com a lista dos convocados.
e) O procedimento de heteroidentificação será filmado e sua gravação será
utilizada na análise de eventuais recursos interpostos pelos candidatos. O
candidato que recusar a realização da filmagem do procedimento para fins
de heteroidentificação, será eliminado do concurso público, dispensada a
convocação suplementar de candidatos não habilitados.
4.6.18. O resultado provisório do procedimento de heteroidentificação será
publicado no endereço eletrônico do concurso.
4.6.19. Das decisões da comissão de heteroidentificação caberá recurso
dirigido à comissão recursal, composta por três membros conforme
previsto no art. Nº 13, da Portaria Normativa do Ministério do Planejamento
nº 4/2018
4.6.20. A comissão recursal considerará a filmagem do procedimento para
fins de heteroidentificação, o parecer emitido pela comissão e o conteúdo
do recurso elaborado pelo candidato para fins de sua análise.
4.6.21. Das decisões da comissão recursal não caberá recurso.
4.6.22. O resultado definitivo do procedimento de heteroidentificação será
publicado em sítio eletrônico da FAPEC, do qual constarão os dados de
identificação do candidato e a conclusão final a respeito da confirmação da
autodeclaração.
4.6.23. O candidato negro, que for aprovado e classificado, figurará em
duas listagens: a primeira contendo a lista de classificação geral dos
candidatos ao cargo de sua opção e a segunda composta somente pelos
candidatos negros, observando-se o número máximo de homologados
permitidos pelo Decreto Federal nº 6.944/09.
4.6.24. Em caso de desistência ao ato de posse de candidato negro
nomeado em vaga reservada, a vaga será preenchida pelo candidato
posteriormente classificado nessa condição.
4.6.25. Ressalvadas as disposições especiais previstas na Lei Federal nº
12.990/14, os candidatos negros participarão do concurso em igualdade de
condições com os demais candidatos, no que tange ao horário de início de
aplicação das provas, ao local de aplicação, ao conteúdo, à correção das
provas e aos critérios de aprovação do concurso.

5. DOS CANDIDATOS QUE NECESSITAM DE ATENDIMENTO


DIFERENCIADO
5.1. O candidato que necessitar de condição especial para a realização das
provas deverá encaminhar e-mail para concurso.docente@ufms.br,
anexando o formulário (disponível no Anexo V deste Edital) preenchido e em
formato PDF.

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5.2. O atendimento diferenciado consistirá em: fiscal ledor, fiscal transcritor,
intérprete de Libras, acesso e mesa para cadeirante, tempo adicional para a
realização da prova e espaço para amamentação. Destaca-se que no
atendimento diferenciado, não se incluem atendimento domiciliar, hospitalar
e transporte.
5.3. Em se tratando de solicitação de tempo adicional para a realização da
prova escrita, o candidato também deverá encaminhar justificativa
acompanhada de parecer emitido por especialista da área de sua deficiência,
em conformidade com o § 2º, do art. 40 do Decreto nº 3.298/99.
5.4. A candidata que tiver necessidade de amamentar durante a realização
das provas, além de registrar este tipo de atendimento diferenciado, deverá,
obrigatoriamente, levar um acompanhante que ficará em espaço reservado
e se responsabilizará pela criança. Destaca-se que não será permitida a
realização das provas pela candidata que não levar acompanhante.
5.4.1 Nos horários previstos para amamentação, a candidata lactante
poderá ausentar-se temporariamente da sala de prova, acompanhada de
um fiscal. Contudo, nesse caso, o tempo de prova não será estendido.
5.4.2 No momento da amamentação, ficarão presentes somente a
candidata lactante, a criança e um fiscal, sendo vedada a permanência do
acompanhante.
5.4.3 O acompanhante e a criança deverão permanecer no local de prova
até a saída definitiva da candidata.
5.5. Somente será concedido o atendimento diferenciado àqueles
candidatos que cumprirem o estabelecido neste edital, observando-se os
critérios de viabilidade e razoabilidade.
5.6. O atendimento diferenciado para realização da prova não implicará a
concorrência do candidato à vaga destinada à Pessoa com Deficiência, a
menos tenha atendido aos itens de inscrição como PcD.
5.7. O candidato sabatista que desejar requerer o adiamento das provas no
sábado, deverá encaminhar, impreterivelmente até o dia 31 de agosto de
2018, além do formulário especificado no item 5.1, uma declaração de
sabatista emitida pela Igreja e solicitar a postergação das atividades a partir
da segunda fase do concurso conforme modelo contido no Anexo V.
5.7.1. O candidato sabatista que requerer o adiamento dentro do prazo
estipulado no item anterior será informado, até o dia 6 de setembro de
2018, por resposta ao e-mail encaminhado, do deferimento/indeferimento
de sua solicitação.

6. DAS ATRIBUIÇÕES DO CARGO


6.1. Compete ao professor elaborar, aplicar e acompanhar o planejamento
das atividades, em observação aos objetivos de ensino da UFMS, por meio
de metodologia específica para cada turma, visando a preparar os alunos
para uma formação geral na área específica, analisar a classe como grupo e
individualmente, elaborar, coordenar e executar projetos de pesquisa e de
extensão; participar de atividades administrativas institucionais, reunir-se
com seu superior imediato, colegas e alunos visando à sincronia e
transparência das atividades.
6.2. Atribuições:
a) participar da elaboração e cumprimento do Plano de Ensino da disciplina
em conformidade com o Projeto Pedagógico dos Cursos para os quais suas
disciplinas forem oferecidas;
b) ministrar o ensino sob sua responsabilidade, em conjunto com os demais
docentes, cumprindo integralmente o Plano de Ensino da disciplina e sua
carga horária;
c) utilizar metodologias condizentes com a disciplina, buscando atualização
permanente;
d) observar a obrigatoriedade de frequência e pontualidade às atividades
didáticas;
e) estimular e promover pesquisas e atividades de extensão à comunidade;
f) registrar, no sistema acadêmico, a frequência dos alunos, as notas das
provas e os resultados de sua disciplina, na forma e nos prazos previstos;
g) organizar e aplicar os instrumentos de avaliação do aproveitamento
escolar dos alunos;
h) elaborar Plano e Relatório de Atividades, obedecendo aos prazos
previstos;
i) participar de comissões e atividades para as quais for convocado ou
eleito;
j) participar da vida acadêmica da UFMS;

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k) exercer outras atribuições previstas no Regimento da UFMS ou na
legislação vigente;
l) atualizar-se constantemente, por meio da participação em congressos,
palestras, leituras, visitas, estudos, entre outros meios;
m) participar da elaboração e execução de projetos de pesquisa,
objetivando o desenvolvimento científico da UFMS;
n) votar e ser votado para as diferentes representações de sua Unidade
Setorial;
o) participar de reuniões e trabalhos dos órgãos colegiados a que pertencer
e de comissões para as quais for designado;
p) zelar pela guarda, conservação e manutenção dos materiais e
equipamentos que utiliza;
q) cumprir e fazer cumprir normas e padrões de comportamento
estabelecidos pela Instituição; e
r) executar tarefas afins, a critério de seu superior imediato.
6.3. O candidato, após investidura no cargo, poderá ser solicitado a
ministrar disciplinas em outras unidades da UFMS, conforme necessidade
da UFMS.
6.4. O candidato, após investidura do cargo, deverá participar de cursos
institucionais de capacitação e atualização para o exercício da docência no
Ensino Superior e de Gestão na UFMS.
6.5. O candidato, após investidura no cargo, poderá atuar, conforme
designação da unidade de lotação, em diversas disciplinas oferecidas e não
somente naquelas da área do concurso.

7. DAS PROVAS
7.1. DAS FASES DO CONCURSO
7.1.1. As provas consistirão de 3 fases sucessivas:
a) Prova Escrita – de caráter eliminatório e classificatório, com peso 30;
b) Prova Didática – de caráter eliminatório e classificatório, com peso 40; e
c) Prova de Títulos – de caráter classificatório, com peso 1.

7.2. DAS BANCAS EXAMINADORAS


7.2.1. Os candidatos serão avaliados por Banca Examinadora específica
para cada classe e área de avaliação da vaga, constituída pela Progep, por
meio de Instrução de Serviço, mediante consulta às Unidades da UFMS ou a
outras instituições de ensino superior ou de pesquisa.
7.2.2. As Instruções de Serviços de designação das Bancas Examinadoras
serão divulgadas e publicadas em datas previstas no Cronograma, no
Boletim de Serviços da UFMS e no portal do concurso.
7.2.3. As Bancas Examinadoras serão compostas, preferencialmente, por
examinadores da área de avaliação da vaga definida no Edital Complementar
a ser publicado.
7.2.3.1. A Banca Examinadora será composta por três docentes, todos
com titulação igual ou superior à exigida para o cargo.
7.2.4. Em caráter de exceção, poderá uma mesma banca ser designada
para avaliação de mais de uma área, desde que os membros atendam aos
requisitos do Art. 18, da Resolução CD nº 62/2018 para as respectivas
áreas.
7.2.5. Não poderão compor a Banca Examinadora membros que tenham
algum dos impedimentos relacionados no art. 19, da Resolução CD nº
62/2018.

7.3. DA SESSÃO DE SORTEIO DOS TEMAS


7.3.1. No primeiro dia do Concurso, antecedendo o início das provas,
haverá uma Sessão Pública na qual serão sorteados os temas para as
Provas Escrita e Didática (nesta ordem), em concordância com o caput do
art. 23, da Resolução CD nº 62/2018.
7.3.2. O sorteio dos temas das Provas Escrita e Didática será realizado na
presença dos candidatos, sendo eliminado o candidato ausente,
considerando-se, para isso, o horário de fechamento das portas da sala em
que se realiza tal sessão, ou seja, às 8h.
7.3.2.1. Os temas sorteados para as Provas Escrita e Didática deverão ser
distintos.

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7.3.2.2. Um dos candidatos deverá sortear um tema comum a todos os
candidatos para a Prova Escrita, e, entre os pontos restantes, sorteará um
tema comum a todos os candidatos para a Prova Didática.
7.3.2.3. Após o sorteio dos temas, o presidente da Banca Examinadora
informará aos candidatos o horário de previsão para divulgação do
resultado da Prova Escrita.
7.3.2.4. Serão observados os seguintes critérios na correção da Prova
Escrita:
I- Conhecimento sobre o assunto;
II- Clareza de exposição, capacidade de expressão e de síntese;
III- Uso da linguagem correta e adequada; e
IV- Atualização do candidato em relação ao estado de arte da área de
conhecimento para a qual concorre.
7.3.2.5. Ao final da Sessão de Sorteio dos Temas, os candidatos deverão
permanecer na sala de provas, e terão uma hora, a partir da retirada da
banca examinadora da sala, para consultar o material bibliográfico, até o
início da Prova Escrita.
7.3.2.6. No período de 1 hora de preparação para prova escrita os
candidatos poderão fazer uso de notebooks, celulares, livros, anotações e
outros materiais que julgarem necessários.
7.3.2.7. Os materiais já devem estar em sala com o candidato no momento
do sorteio dos temas.
7.3.2.8. Não será permitida a saída de candidatos da unidade de provas
(prédio) e, caso ocorra, o candidato estará impedido de retornar,
configurando sua desclassificação do certame.

7.4. DA PROVA ESCRITA


7.4.1. A Prova Escrita tem como objetivo avaliar os conhecimentos do
candidato na área específica da vaga, assim como sua capacidade de
expressão em linguagem técnica.
7.4.2. A Prova Escrita terá início após transcorrida uma hora da retirada da
banca examinadora do local de provas, ao final da Sessão de Sorteio dos
Temas.
7.4.2.1. Será eliminado o candidato que não estiver presente no horário
previsto para o início da Prova Escrita.
7.4.3. A Prova Escrita será desenvolvida utilizando-se, unicamente, as folhas
de papel fornecidas pela Organização do Concurso e caneta de tinta azul ou
preta.
7.4.3.1. Poderão ser utilizadas folhas de rascunho, fornecidas pela
organização do Concurso; no entanto, elas não serão consideradas para
fins de avaliação e/ou recurso, devendo ser devolvidas juntamente com as
folhas de resposta da Prova.
7.4.4. A duração máxima da Prova Escrita será de três horas, sem consulta
a qualquer material.
7.4.4.1. O Secretário da Banca Examinadora informará aos candidatos
quando faltarem quinze minutos para o término do tempo da Prova Escrita.
7.4.4.2. Os dois últimos candidatos deverão, obrigatoriamente, sair juntos
ao final da prova.
7.4.5. As folhas de resposta da Prova Escrita e as folhas de rascunho
conterão somente o código de identificação do candidato.
7.4.5.1. Será anulada a prova e, consequentemente, eliminado do Concurso
o candidato que assinar, rubricar ou utilizar qualquer tipo de marca,
caractere ou referência textual que o identifique em sua Prova Escrita.
7.4.6. Após o término da Prova Escrita, a Banca Examinadora se reunirá
para a correção.
7.4.6.1. A Banca Examinadora, em consenso, atribuirá apenas uma nota ao
candidato na escala de 0,00 (zero) a 10,00 (dez) pontos, com duas casas
decimais, anotando-a na sua Ficha de avaliação, justificando a pontuação ou
a nota do candidato.
7.4.7. Será considerado aprovado na prova escrita o candidato que obtiver
nota igual ou superior a 7,00 nesta prova.
7.4.8. Será considerado classificado para a Prova Didática o candidato que
obtiver pontuação igual ou superior a 7,00 (sete) pontos na Prova Escrita,
considerando a relação de 7 (sete) classificados para cada vaga ofertada.
Todos os candidatos empatados na última classificação da lista de
aprovados na Prova Escrita estarão classificados para a Prova Didática.

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7.4.9. Para todas as áreas, além do número dos candidatos mencionados
no item 7.4.8, também estarão aptos a realizar a prova didática os 7
melhores colocados inscritos como PcD e os 7 melhores colocados negros,
desde que aprovados na Prova Escrita.
7.4.9.1. No resultado da prova escrita, o candidato cotista que figurar entre
as 7 maiores notas em ampla concorrência terá seu nome inscrito e
computado também na lista dos 7 melhores classificados da lista de Negros
ou PcD.
7.4.10. O resultado da Prova Escrita será divulgado em ata, afixada no local
em que foi realizada a prova, com a informação do horário de sua
divulgação e data e horário de início do Sorteio da Ordem de Apresentação
dos candidatos para a Prova Didática.
7.4.11. As vagas em língua estrangeira poderão ter sua prova escrita no
idioma correspondente à área de avaliação da vaga.

7.5. DA PROVA DIDÁTICA


7.5.1. A Prova Didática terá como objetivo aferir a capacidade do candidato
em relação à comunicação, à organização do pensamento, ao planejamento,
à apresentação da aula, ao domínio e conhecimento do assunto abordado
na área de avaliação da vaga do Concurso e aos procedimentos didáticos
para desempenho de atividades docentes em nível do Magistério Superior.
7.5.2. A Prova Didática será realizada em sessão pública, que terá início com
o Sorteio da Ordem de Apresentação dos candidatos, decorridos no mínimo
3 horas da divulgação do resultado da prova escrita (horário de
funcionamento da secretaria de unidade) e 24 horas corridas do sorteio dos
temas.
7.5.2.1. No momento do Sorteio da Ordem de Apresentação, a Banca
Examinadora deverá divulgar o horário de início de apresentação da aula e a
previsão da data e horário de início da Sessão de Apuração do Resultado
Final.
7.5.2.2. Os candidatos, inclusive aqueles que interpuseram recurso contra a
Prova Escrita, que não estiverem presentes no Sorteio da Ordem de
Apresentação, serão eliminados.
7.5.2.3. Respeitada a ordem de apresentação definida no sorteio, o
candidato chamado pela Banca Examinadora que não estiver presente será
eliminado.
7.5.2.4. O candidato não poderá adentrar o local da Prova Didática sem que
estejam presentes todos os membros da Banca Examinadora.
7.5.3. Considerando o dispositivo no caput do art. 37 da Resolução CD nº
62/2018, é de inteira responsabilidade do candidato a utilização/operação,
bem como o funcionamento de qualquer recurso instrumental utilizado na
Prova Didática, incluindo o uso da lousa ou quadro, limitando-se a dez
minutos o tempo de montagem e/ou preparação, antes do seu início.
7.5.3.1. O candidato que ultrapassar o tempo de dez minutos no preparo
de seus recursos, controlado pelo presidente, será penalizado, em três
décimos por minuto, a serem descontados na nota de cada membro da
Banca Examinadora.
7.5.3.2. A aula expositiva terá início quando o candidato sinalizar à Banca.
7.5.3.3. Não é permitida a operação dos equipamentos de que trata o
subitem anterior por terceiros.
7.5.4. Será disponibilizado aos candidatos apenas giz/pincel, quadro e
apagador. Não poderá ser utilizado equipamentos do local de provas ou
fornecido pela organizadora do concurso, tais como computador, tela de
projeção, projetor etc. O candidato que deseje além do quadro e giz para
sua apresentação, deverá providenciar seus equipamentos.
7.5.5. A Prova Didática consistirá na apresentação de uma aula, sobre o
tema sorteado, com duração mínima de quarenta e máxima de cinquenta
minutos.
7.5.5.1. Aos quarenta minutos de apresentação, o presidente da Banca
Examinadora deverá informar ao candidato que restam dez minutos para o
término do tempo da prova.
7.5.5.2. O candidato que ultrapassar cinquenta minutos de aula será
penalizado em três décimos da nota por minuto excedente, a serem
descontados na nota de cada membro da Banca Examinadora.
7.5.5.3. O candidato será interrompido ao alcançar sessenta minutos de
apresentação.
7.5.5.4. O candidato será eliminado se o tempo da sua aula for inferior a
quarenta minutos.

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7.5.6. Ao término da apresentação do candidato, o Presidente da Banca
Examinadora informará o tempo registrado de aula, bem como, se for o
caso, os minutos excedentes.
7.5.7. É vedado aos membros da Banca Examinadora fazer arguição ao
candidato.
7.5.8. Durante a apresentação de um candidato, é vedada a presença dos
demais concorrentes.
7.5.9. A Prova Didática será gravada em áudio ou vídeo, única e
exclusivamente, para efeitos de registro.
7.5.10. Os critérios e a escala de pontuação utilizados para avaliação da
Prova Didática e sua respectiva nota são:
I - Procedimentos didáticos (nota de 0,00 a 1,00): planejamento da aula;
organização e estruturação do programa da aula; clareza dos objetivos da
aula;
II - Domínio do conteúdo (notas de 0,00 a 3,00): exposição clara e coerente
do conteúdo; segurança na exposição; abrangência do tema; abordagem
prática e estimulante, adequada síntese do conteúdo;
III - Conhecimento do assunto (notas de 0,00 a 3,00): adequada
profundidade; demonstração de conhecimento sobre o assunto que
envolve o conteúdo da aula;
IV - Capacidade de comunicação (notas de 0,00 a 2,00): dicção clara e
fluente; entonação de voz; postura e gestos apropriados; uso de linguagem
técnica científica correta e adequada ao conteúdo; clareza na redação do
material apresentado; e
V - Estruturação e desenvolvimento da aula (notas de 0,00 a 1,00):
adequado desenvolvimento da aula; estruturação do tempo de aula;
elaboração e utilização dos recursos didáticos; proposição de atividades de
avaliação e acompanhamento do conteúdo abordado na aula.
7.5.10.1. A pontuação da Prova Didática atribuída por cada avaliador será o
somatório das notas de cada critério, totalizando valor na escala de 0,00
(zero) a 10,00 (dez) pontos, com duas casas decimais.
7.5.10.2. A pontuação da Prova Didática será divulgada somente na Sessão
de Apuração do Resultado Final, permanecendo os envelopes lacrados até o
início dessa Sessão.
7.5.10.3. Será eliminado do Concurso o candidato que obtiver média das
notas dos avaliadores na Prova Didática inferior a 7,00 (sete) pontos.
7.5.11. As vagas em língua estrangeira poderão ter sua prova didática no
idioma correspondente à área de avaliação da vaga.

7.6. DA PROVA DE TÍTULOS


7.6.1. A Prova de Títulos terá como objetivo avaliar o aperfeiçoamento
profissional, a regularidade da produção intelectual e a atualização científica,
evidenciando os trabalhos acadêmicos do candidato em relação às
atividades de ensino, de pesquisa, de extensão e de administração
acadêmica.
7.6.2. O candidato, ao ingressar no local para dar início à sua aula (Fase da
Prova Didática), deverá entregar à Banca Examinadora os documentos
abaixo relacionados, em envelope identificado com nome do candidato,
classe do cargo a que concorre, área de avaliação e área básica da vaga e
município/localidade para a qual se inscreveu:
a) Curriculum Vitae, completo, no formato da Plataforma Lattes/CNPq;
b) cópia dos comprovantes de titulação;
c) cópia dos comprovantes do exercício das atividades docentes;
d) cópia dos comprovantes do exercício das atividades de administração
universitária; e
e) cópia dos comprovantes da produção pedagógica, científica, tecnológica
e artística/cultural.
7.6.3. A documentação constante nos itens de (a) a (e) do subitem anterior
deverá ser encadernada e paginada exatamente na mesma ordem do
disposto Tabela de Pontuação da Prova de Títulos (Anexo II), separada e
identificada por Grupo e Subgrupo.
7.6.4. Juntamente com a encadernação acima especificada, o candidato
deverá incluir no envelope dos títulos a cópia dos diplomas (ou se ainda não
concluída a pós-graduação, a comprovação de regularização de aluno
matriculado) que comprovam atendimento aos requisitos mínimos exigidos
para o cargo a que concorre, conforme Edital Complementar a ser
divulgado.

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7.6.5. O candidato que participar da Prova Didática, por força da
interposição de recurso contra a correção da Prova Escrita, deverá
entregar os documentos para a Prova de Títulos da mesma forma que os
demais candidatos.
7.6.6. A abertura dos envelopes para análise dos títulos somente será
realizada após o final da Fase da Prova Didática e análise e julgamento de
recursos da Prova Escrita, se houver.
7.6.6.1. Somente serão abertos os envelopes dos candidatos classificados
para a prova didática e que não tenham sido eliminados nessa prova por
não terem cumprido o tempo mínimo de aula, isto é, 40 minutos.
7.6.7. A pontuação referente à Prova de Títulos corresponderá a uma nota
na escala de 0,0 (zero) a 300,0 (trezentos) pontos, com uma casa decimal,
utilizando como parâmetro a Tabela de Pontuação (Anexo II).
7.6.8. Os projetos de ensino, pesquisa, extensão e inovação, produção
científica, produção técnica ou tecnológica, produção artística e cultural,
experiência técnica-profissional, somente serão pontuados se forem
realizados com data nos últimos cinco anos, a contar da data de publicação
deste Edital inclusive. (Ou: entre de agosto de 2013 e agosto de 2018).
7.6.8.1. Não se aplica a regra do subitem anterior aos produtos e
processos com patente registrada no Instituto Nacional de Propriedade
Intelectual, bem como às premiações recebidas.
7.6.9. Para efeito de pontuação da produção científica em periódicos, a
Banca Examinadora deverá utilizar a Tabela QUALIS mais recente da área de
avaliação e área básica da vaga, em conformidade com a área de avaliação
de periódicos Capes.

8. DA NOTA FINAL, DOS CRITÉRIOS DE DESEMPATE E DA


HOMOLOGAÇÃO DOS RESULTADOS
8.1. DA NOTA FINAL
8.1.1. Após a realização de todas as fases do Concurso, a Banca
Examinadora se reunirá, em sessão pública, a acontecer em data, hora e
local, previamente definidos por ela, para apurar a nota final dos candidatos
na escala de 0,0 (zero) a 1.000,0 (mil) pontos, com apenas uma casa
decimal.
8.1.2. A nota final (NF) do candidato, apurada pela Banca Examinadora, será
obtida pela fórmula:
NF = (Prova Escrita x 30) + (Prova Didática x 40) + (Prova de
Títulos x 1)
8.1.3. Serão eliminados os candidatos que não se classificarem para a
segunda fase (Prova Didática) ou que obtiverem nota inferior a 7,00 pontos
na Prova Didática.
8.1.4. Ao final da Sessão de Apuração do Resultado Final, a Banca
Examinadora divulgará a relação dos candidatos aprovados em ordem
decrescente da classificação, por meio de Ata Final, que será afixada no
local onde as provas foram realizadas.
8.1.4.1. Para os candidatos que forem eliminados na Prova Didática, não
será realizado o registro dos pontos da prova de Títulos na Ata Final e no
Quadro de Divulgação de Notas, conforme § 1º, do art. 56, da Resolução
CD nº 62/201.
8.1.4.2. Serão divulgadas as notas da Prova Didática atribuídas por cada
examinador, a cada candidato.
8.2. Será permitido ao candidato o conhecimento de todas as suas notas,
em cada critério, atribuída por cada avaliador, conforme dispõe o § 2º do
art. 54, da Resolução CD nº 62/2018.
8.2.1. Para o conhecimento das notas o candidato deverá solicitar, via e-
mail para concurso.docente@ufms.br, dentro do prazo de 2 (dois) dias
úteis após a divulgação do Resultado Final no endereço eletrônico do
concurso.

8.2. DA CLASSIFICAÇÃO
8.2.1. Em caso de empate na nota final, terá preferência o candidato que,
na ordem a seguir:
a) se idosos, idade mais elevada nos termos do Art. 27 da Lei nº
10.741/2003 (Estatuto do Idoso);
b) tiver maior pontuação na Prova Didática;
c) tiver maior pontuação na Prova Escrita; e
d) tiver maior pontuação na Prova de Títulos.

Edital CDR/PROGEP 0661029 SEI 23104.030198/2018-21 / pg. 16


e) maior número de pontos em produção científica;
f) maior número de pontos em atividades do Magistério Superior; e
g) maior idade.

8.3. DA HOMOLOGAÇÃO DOS RESULTADOS


8.3.1. Serão homologados os candidatos aprovados neste Concurso
Público, classificados até o limite do Anexo I do Decreto Nº 6.944/09,
considerando-se o quantitativo de vaga disponível para cada subárea.
8.3.2. Os candidatos cuja classificação seja superior ao número de
candidatos homologados, previsto pelo decreto acima mencionado, ainda
que tenham atingido a nota mínima, estarão automaticamente eliminados.
8.3.3. O candidato inscrito na condição de PcD, se aprovado no Concurso e
atender ao item 4.5 figurará na lista de ampla concorrência dos aprovados
de sua área e também em lista específica PcD.
8.3.4. O candidato negro, se aprovado no Concurso e atender ao item 4.6,
figurará na lista de ampla concorrência dos aprovados de sua área e
também em lista específica de candidatos negros.
8.3.5. Haverá lista de homologação de ampla concorrência para todas as
áreas do concurso em número previsto no Decreto nº 6.944/09.
8.3.6. Além da lista de ampla concorrência, haverá também a homologação
de lista de aprovados Negros e PcD, em número que atenda a possibilidade
de nomeação, por proporcionalidade, para cada área e localidade, num total
de 5% para PcD e 20% para Negros. (ex: para 5 homologados Ampla, 1
homologado Negro e 1 homologado PcD).
8.3.7. Para áreas com reserva definida no Edital Complementar, o número
de aprovados homologados na especificidade da reserva, será acrescido de
um e a nomeação atenderá a vaga reservada.
8.3.8.A homologação na forma especificada no item 8.3.6, com exceção
das áreas com reservas de vagas, somente ocorrerá caso tenha candidatos
homologados na ampla concorrência.
8.3.9. Todos os candidatos que realizarem a prova didática, independente
da lista de classificação (ampla, PcD ou Negro) que permitiu sua
participação nessa etapa, concorrerão em igualdade de condições e
figurarão na Homologação do Resultado Final da lista de ampla concorrência
e/ou da lista da cota, se sua nota final atender aos critérios do item 8.3.1 do
Edital de Abertura.
8.3.10. O candidato que após procedimento de heteroidentificação for
indeferido como negro perderá a prerrogativa de participação na Prova
Didática e, portanto, suas notas nas etapas seguintes à prova escrita
deixarão de ser pontuadas, exceto se estiver entre os 7 melhores
classificados da ampla concorrência na prova escrita.

9. DISPOSIÇÕES GERAIS PARA A REALIZAÇÃO DAS PROVAS


9.1. Em todas as sessões e fases do Concurso é obrigatório que o
candidato apresente documento de identificação oficial, sob pena de ter
impedido o acesso ao local de provas e, consequentemente, ser eliminado
do Concurso.
9.1.1. Serão considerados documentos de identidade: carteiras expedidas
pelos Comandos Militares, pelas Secretarias de Segurança Pública, pelos
Institutos de Identificação e pelo Corpo de Bombeiros Militares; carteiras
expedidas pelos órgãos fiscalizadores de exercício profissional (ordens,
conselhos etc.); passaporte; carteiras funcionais expedidas por órgão
público que, por lei federal, valham como identidade; carteira de trabalho;
carteira nacional de habilitação (somente modelo com foto).
9.1.2. Não serão aceitos como documentos de identidade: cópia do
documento de identidade, ainda que autenticada em cartório, nem
protocolo deste documento; certidões de nascimento; CPF; títulos eleitorais;
carteiras de motorista (modelo sem foto); carteiras de estudante; carteiras
funcionais sem Valor de identidade; reservista; documentos ilegíveis, não
identificáveis e/ou danificados; quaisquer outros não especificados no item
anterior.
9.1.3. Por ocasião da realização das provas, o candidato que não
apresentar documento de identidade original, na forma definida no subitem
9.1.1 deste edital, não poderá fazer as provas e será automaticamente
eliminado do concurso público.
9.1.4. Caso o candidato esteja impossibilitado de apresentar, no dia da
realização das provas, documento de identidade original, por motivo de
perda, roubo ou furto, deverá ser apresentado documento que ateste o

Edital CDR/PROGEP 0661029 SEI 23104.030198/2018-21 / pg. 17


registro da ocorrência em órgão policial, expedido há, no máximo, trinta
dias, ocasião em que será submetido à identificação especial,
compreendendo coleta de dados, de assinaturas e de impressão digital em
formulário próprio.
9.1.5. A identificação especial será exigida, também, ao candidato cujo
documento de identificação apresente dúvidas relativas à fisionomia ou à
assinatura do portador.
9.1.6. O candidato que estiver portando celular deverá deixá-lo desligado
durante sua permanência em sala de provas e também não poderá fazer
uso de câmera fotográfica ou de vídeo, ou qualquer outro tipo de
equipamento eletroeletrônico no local de provas. Computador pessoal e
projetor multimídia poderão ser utilizados durante o período de uma hora
anterior ao início da Prova Escrita e como recurso audiovisual na Prova
Didática, desde que tenham sido providenciados pelo candidato nos termos
da legislação vigente para concursos na UFMS.
9.1.6.1. O uso de celular na sala de provas somente será permitido no
período de 1 hora entre a retirada da banca da sala de provas e início da
prova escrita. Nos demais períodos, o celular do candidato deverá
permanecer desligado.
9.1.7. Não será admitido ingresso de candidato no local de realização das
provas após o horário fixado para o seu início.
9.1.8. Não será permitida a entrada de candidatos no ambiente de provas
portando armas. A Organização do Concurso não se responsabilizará pela
guarda do objeto.
9.1.9. O candidato será o único responsável pela operação do equipamento,
e terá para a sua instalação dez minutos, concomitantes aos necessários
para montar os recursos audiovisuais da Prova Didática.
9.1.10. Ao público presente durante as provas didáticas não é permitida a
utilização de telefone celular, câmeras fotográficas e/ou de vídeo,
gravadores ou outros equipamentos eletroeletrônicos, bem como
manifestações de apreço ou desapreço. A recusa em atender o disposto
neste artigo será impedimento para a permanência no local da prova.
9.1.11. Para efeito de contagem dos prazos que transcorram entre o início
da Sessão de Sorteio dos Temas e o encerramento da Sessão de Apuração
do Resultado Final, será considerado o horário de funcionamento da
Secretaria do Concurso, previsto no subitem 1.9 deste edital. A disposição
prevista não se aplica ao prazo de vinte e quatro horas entre a sessão de
Sorteio de Temas e o início da Prova Didática, que será contado em horas
corridas, independentemente do horário de funcionamento da Secretaria do
Concurso.
9.1.12. Se, a qualquer tempo, for constatado, por meio eletrônico,
estatístico, visual, grafológico ou por investigação policial, ter o candidato se
utilizado de processo ilícito, suas provas serão anuladas e ele será
automaticamente eliminado do concurso público, além das cominações
legais cabíveis.
9.1.13. As provas didáticas terão início em horários estipulados na sessão
de sorteio dos temas e poderão ser postergados a critério da banca,
conforme tempo necessário para correção das provas escritas. Haverá
notificação na sala de prova quando houver prorrogação do horário de
divulgação do resultado da prova escrita e, consequentemente, do horário
de início do sorteio da ordem de apresentação da prova didática.

10. DAS IMPUGNAÇÕES E RECURSOS


10.1. O formulário próprio para interposição de recurso para cada uma das
etapas ficará disponível conforme quadro abaixo, no endereço eletrônico
www.concursos.ufms.br, pelo período de 2 (dois) dias úteis após a
divulgação de cada ato:

Formulário de Recurso Prazo para


Fase
Disponível em: interposição

2 (dois) dias úteis após


Abertura do Edital Link do Edital de Abertura
a publicação

Divulgação das 2 (dois) dias úteis após


Link da área de divulgação
bancas cada divulgação de
dos membros das bancas
examinadoras banca

Resultado de Link do Edital de Deferidos


2 (dois) dias úteis após
Isenção do valor de para Isenção do valor de
a publicação
Inscrição Inscrição

Edital CDR/PROGEP 0661029 SEI 23104.030198/2018-21 / pg. 18


Constituição da Link do Edital de Divulgação
2 (dois) dias úteis após
Comissão de da Comissão de Avaliação
a publicação
Avaliação PcD PcD

Deferimento das Link do Edital de Deferimento 2 (dois) dias úteis após


Inscrições das Inscrições a publicação

Deferidos como Link do Edital de Deferidos 2 (dois) dias úteis após


PcD como PcD a publicação

Convocados para
Link do Edital de Convocação 2 (dois) dias úteis após
heteroidentificação
para heteroidentificação a publicação
de negros

Constituição da Link do Edital de Divulgação


Comissão de da Comissão de 2 (dois) dias úteis após
Procedimento de Procedimento de a publicação
Heteroidentificação Heteroidentificação

Até uma hora antes do


Na secretaria de unidade de sorteio da ordem de
Prova Escrita
realização da prova apresentação da prova
didática.

Relação Provisória Link do Edital de Relação dos


após procedimento Provisoriamente aprovados 2 (dois) dias úteis após
de no processo de a publicação
heteroidentifcação heteroidentificação

Link com a divulgação do


2 (dois) dias úteis após
Resultado Final Resultado de todas as áreas
a publicação
do concurso

10.2. O candidato poderá requerer à Comissão Organizadora cópia de sua


prova escrita, exclusivamente para instruir seu recurso, até uma hora
depois da divulgação do resultado da prova escrita.
10.3. Durante o período de realização das provas, o prazo para interposição
do recurso do resultado da Prova Escrita será de até uma hora antes do
horário definido para o início da Prova Didática (Sorteio da ordem de
apresentação).
10.3.1. Os recursos da prova escrita, devidamente fundamentados e
instruídos, devem ser dirigidos à Banca Examinadora, e entregues à
Comissão Organizadora, na secretaria da unidade de provas, respeitado o
prazo do subitem 10.3 deste edital.
10.3.2. A interposição do recurso da prova escrita garantirá ao candidato o
direito, em caráter provisório até o seu julgamento, de realizar a Prova
Didática.
10.4. Não serão apreciados recursos encaminhados via Correios, e-mail ou
outro meio que não seja o formulário próprio disponível no endereço
eletrônico do concurso.
10.5. Serão indeferidos os recursos que não observarem a forma, o prazo
ou os horários previstos neste edital.

11. DAS DISPOSIÇÕES FINAIS


11.1. A homologação do resultado final deste Concurso Público será
publicada no Diário Oficial da União – DOU e no endereço eletrônico do
concurso.
11.2. Os quadros demonstrativos de notas de cada área serão divulgados
nas portas de cada sala, onde serão realizadas as respectivas provas sendo
retirados no encerramento das atividades da unidade de provas.
11.3. O prazo de validade do concurso esgotar-se-á após um ano,
contados a partir da data de publicação da homologação do resultado final
no DOU, podendo ser prorrogado, uma única vez, por igual período.
11.4. A Legislação com entrada em vigor após a data de publicação deste
edital não será objeto de avaliação nas provas deste Concurso Público.
11.5. Não serão fornecidos ao candidato cópia ou demais documentos de
controle interno desta Universidade, bem como documento comprobatório
de classificação neste Concurso Público, valendo para esse fim a publicação
no Diário Oficial da União.
11.6. Quaisquer alterações nas regras fixadas neste edital só poderão ser
feitas por meio de outro edital.

Edital CDR/PROGEP 0661029 SEI 23104.030198/2018-21 / pg. 19


11.7. Os documentos entregues para Prova de Títulos que não forem
retirados num prazo de até 30 dias pelos candidatos, após a homologação
do resultado final do certame, serão incinerados.
11.7.1. Os candidatos que desejarem retirar seus títulos conforme
especificado acima, deverão manifestar-se pelo e-mail: cdr.progep@ufms.br
para agendar a retirada.
11.8. Todas as informações acerca dos procedimentos deste Concurso
Público constam na Resolução CD nº 62/2018, disponível no endereço
eletrônico www.concursos.ufms.br.
11.9. O resultado deste Concurso Público não poderá ser utilizado como
processo seletivo para contratação de Professores Substitutos ou
Temporários.
11.10. Havendo interesse institucional e não sendo preenchidas as vagas,
poderão ser aproveitados, para nomeação, candidatos aprovados em
outros concursos da UFMS, na mesma cidade de lotação, ou de outras
Instituições Federais de Ensino Superior, bem como a UFMS poderá
disponibilizar para outras IFES candidatos habilitados neste Concurso,
observada sempre a ordem de classificação do candidato.
11.11. Após a homologação do Concurso, as informações referentes às
nomeações poderão ser obtidas pelo portal da Progep:
www.progep.ufms.br.
11.12. As nomeações serão realizadas através de publicação de portarias
no DOU. Os candidatos nomeados serão comunicados por e-mail, devendo,
para tanto, manter atualizados seus endereços de e-mail ou outros dados,
informando qualquer modificação pelo endereço eletrônico:
dirs.progep@ufms.br.
11.13. Após a Homologação do Resultado Final é responsabilidade do
candidato manter atualizado seu contato junto à DIRS/CDR/Progep. A UFMS
não se responsabilizará por alteração cadastral do candidato que não for
previamente comunicada por e-mail enviado à dirs.progep@ufms.br, em
qualquer momento durante o prazo de validade do concurso.
11.14. Após a publicação da portaria de nomeação, o candidato nomeado
deverá realizar exames admissionais, conforme consta do Anexo VI deste
edital. Os exames serão custeados pelo candidato e podem ser realizados
em qualquer laboratório do território nacional.
11.15. As informações sobre este Concurso e suas alterações constarão
no endereço eletrônico www.concursos.ufms.br até a publicação do Edital
de Homologação do Resultado Final.
11.16. Os casos omissos serão resolvidos pela PROGEP/UFMS.

CARMEM BORGES ORTEGA


Pró-Reitora de Gestão de Pessoas

ANEX O I
EDITAL UFMS/PROGEP Nº 67, DE 2 DE AGOSTO DE 2018
QUADRO DE VAGAS

UNIDADE ÁREA VAGAS

(308) Ciências Sociais Aplicadas / Administração /


ESAN Ciências Contábeis (Contabilidade Comercial e Setores 1
Específicos)

FAALC (273) Linguística, Letras e Artes / Artes / Fotografia 1

(275) Ciências Sociais Aplicadas / Comunicação


FAALC 2
(Audiovisual)

(272) Ciências Agrárias / Ciência e Tecnologia de


FACFAN 1
Alimentos / Engenharia de Alimentos

(276) Ciências Sociais Aplicadas / Arquitetura e


FAENG Urbanismo / Projeto de Arquitetura e Urbanismo 1
(Planejamento e Projeto do Espaço Urbano)

FAENG (277) Engenharias / Engenharia Civil / Construção Civil 1

(269) Ciências da Saúde / Medicina / Cirurgia


FAMED 1
(Anestesiologia)

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(270) Ciências da Saúde / Medicina / Anatomia
FAMED 1
Patológica e Patologia Clínica

(271) Ciências da Saúde / Medicina / Anatomia


INBIO Patológica e Patologia Clínica (Medicina Veterinária - 1
Patologia Animal)

(268) Ciências Exatas e da Terra / Física (Engenharia


INFI 1
Física)

(280) Ciências Sociais Aplicadas / Administração /


CPAQ 1
Administração de Empresas

(281) Linguística, Letras e Artes / Letras / Línguas


CPAQ 1
Estrangeiras Modernas

(282) Linguística, Letras e Artes / Letras / Língua


CPAQ 1
Portuguesa

(283) Linguística, Letras e Artes / Letras / Línguas


CPAN 1
Estrangeiras Modernas

CPAN (284) Ciências Biológicas / Botânica 1

CPAN (285) Ciências Humanas / Psicologia / Psicologia Social 1

(286) Ciências Exatas e da Terra / Ciência da


CPAN 1
Computação

CPTL (288) Ciências da Saúde / Medicina / Clínica Médica 3

(289) Ciências da Saúde / Medicina / Saúde Materno-


CPTL 4
Infantil (Pediatria)

CPTL Ciências da Saúde / Medicina / Cirurgia (290) 2

(291) Ciências da Saúde / Medicina / Clínica Médica


CPTL 3
(Ginecologia e Obstetrícia)

(292) Ciências da Saúde / Medicina / Clínica Médica


CPTL 1
(Cardiologia)

(293) Ciências da Saúde / Medicina / Clínica Médica


CPTL 1
(Dermatologia)

(294) Ciências da Saúde / Medicina / Cirurgia


CPTL 1
(Otorrinolaringologia)

CPTL (295) Ciências da Saúde / Medicina / Radiologia Médica 1

(296) Ciências Biológicas / Fisiologia / Fisiologia dos


CPTL 1
Órgãos e Sistemas (Fisiologia Humana)

(305) Ciências Humanas / Educação (Educação


CPTL 1
Especial)

(306) Engenharias / Engenharia de Produção / Gerência


CPTL de Produção (Planejamento, Projeto e Controle de 1
Sistemas de Produção)

(307) Ciências Sociais Aplicadas / Administração /


CPTL 1
Ciências Contábeis (Contabilidade Geral)

(278) Engenharias / Engenharia de Produção / Gerência


CPAR 1
de Produção

(311) Ciências Agrárias / Engenharia Agrícola /


CPCS Construções Rurais e Ambiência (Desenho Técnico e 1
Estruturas da Madeira)

(279) Ciências Humanas / Educação (Métodos e


CPNV 1
Técnicas de Ensino- Educação Pré-Escolar)

* Vagas reservadas à Pessoa com Deficiência / ** Vagas reservadas a


Negros

Edital CDR/PROGEP 0661029 SEI 23104.030198/2018-21 / pg. 21


ANEXO II
EDITAL UFMS/PROGEP Nº 67, DE 2 DE AGOSTO DE 2018

AUTODECLARAÇÃO ÉTNICO RACIAL

Confirmo que, ao selecionar a opção “SIM” logo em seguida deste texto, me


autodelcaro negro(a), conforme o quesito cor ou raça utilizado pela
Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, para o fins
específicos de atender a uma das exigências do item 4.6. do EDITAL
UFMS/PROGEP Nº 67, DE 2 DE AGOSTO DE 2018 no Concurso Público
para ingresso na carreira do M agistério Superior da UFMS.
Estou ciente que, conforme a Lei Federal nº 12.990/14, na hipótese de
constatação de declaração falsa, serei eliminado(a) do concurso e, se
houver sido nomeado(a), ficará sujeito(a) à anulação de minha admissão ao
serviço público, após procedimento administrativo em que me sejam
assegurados o contraditório e a ampla defesa, sem prejuízo de outras
sanções cabíveis

ANEXO III
EDITAL UFMS/PROGEP Nº 67, DE 2 DE AGOSTO DE 2018

TABELA DE PONTUAÇÃO DA PROVA DE TÍTULOS

GRUPO I – TITULAÇÃO E ATIVIDADES


ACADÊMICAS E DE ADMINISTRAÇÃO DE
ENSINO SUPERIOR

Subgrupo Descrição Valor Total

Titulação (Não cumulativa, exceto para


A
pós-doutorado)

Doutorado 50,0

Pós-doutorado. 10,0

Mestrado. 20,0

Subtotal Grupo I – A (máximo de 80,0


pontos)

Docência (nos últimos 5 anos e


B comprovação com declaração do
empregador ou responsável)

Docente em exercício efetivo do


magistério superior em curso de pós-
graduação stricto sensu em Instituição 3,0
Pública e/ou Privada de Ensino Superior,
por disciplina e semestre letivo completo.

Docente em exercício efetivo do


magistério superior na Educação Básica
ou em curso de graduação e/ou pós-
1,0
graduação lato sensu em Instituição
Pública e/ou Privada de Ensino Superior,
por disciplina e semestre letivo completo.

Subtotal Grupo I – B (máximo de 50,0


pontos)

Atividades Administrativas e de
Representação (nos últimos cinco anos e
C
comprovação com declaração, contrato
ou outro documento equivalente)

Edital CDR/PROGEP 0661029 SEI 23104.030198/2018-21 / pg. 22


Exercício de Cargos de Direção Superior
em atividades de administração
acadêmica em Instituição de Ensino 15,0
Superior ou de Educação Básica, por
cargo e no mínimo um ano.

Exercício de Cargos/Funções de
Coordenação de Curso ou equivalente em
3,0
Educação Básica ou Instituição de Ensino
Superior, por cargo e no mínimo um ano.

Coordenação de Comissão ou Comitê de


área na Capes, CNPq ou Finep por no 10,0
mínimo seis meses.

Participação como membro de Comissão


ou Comitê de área da Capes, CNPq ou 5,0
Finep, por no mínimo seis meses

Subtotal Grupo I – C

Premiações ou Menções (comprovação


D com certificado, diploma ou outro
documento válido)

Prêmio à atividade intelectual e distinções


3,0
acadêmicas honoríficas, por prêmio.

Subtotal Grupo I – D

Total Grupo I (A+B+C+D) (máximo de


100,0 pontos)

GRUPO II - PROJETOS DE ENSINO,


PESQUISA, EXTENSÃO E INOVAÇÃO (nos
últimos 5 anos e comprovação com
publicação no Diário Oficial ou documento
de contratação de projeto).

Coordenação de projeto ou programa de


ensino, pesquisa, extensão ou inovação,
A aprovado por agência oficial de fomento 10,0
ou fundação de apoio, por projeto
concluído ou em andamento.

Bolsista de Produtividade em Pesquisa


CNPq, Produtividade em Desenvolvimento
10,0
Tecnológico e Extensão Inovadora CNPq,
por ano.

Bolsista de Programa de Fixação de


Doutores aprovado por agência oficial de
3,0
fomento, fundação de apoio ou Instituição
Superior, por ano.

Tutoria de Programa de Educação Tutorial


5,0
(PET), por ano.

Total Grupo II

GRUPO III - PRODUÇÃO CIENTÍFICA

Artigos publicados em periódicos


A científicos especializados (nos últimos 5
anos)

Produção científica qualificada QUALIS A1,


10,0
por artigo.

Produção científica qualificada QUALIS A2,


5,0
por artigo.

Produção científica qualificada QUALIS B1,

Edital CDR/PROGEP 0661029 SEI 23104.030198/2018-21 / pg. 23


Produção científica qualificada QUALIS B1,
3,0
por artigo.

Subtotal Grupo III – A

(*) Livros e Capítulos de Livros (nos


B últimos cinco anos e comprovação com
cópia da capa, contracapa e sumário).

Livro publicado na área do concurso, por


10,0
livro.

Capítulos de livros publicados na área do


3,0
concurso, por capitulo.

Subtotal Grupo III – B

Orientações e participação em Bancas


Examinadoras (nos últimos 5 anos e
C
comprovação com declaração ou cópia da
ata de defesa do orientando).

Orientação de tese de doutorado, já


10,0
concluída.

Orientação de dissertação de mestrado, já


5,0
concluída.

Orientação de monografia de curso de


especialização, residência ou MBA, já 2,0
concluída (no máximo 5).

Orientação de projeto de iniciação


científica (PIBIC) ou iniciação à docência
(PIBID) ou programa de educação tutorial 2,0
(PET), se candidato não for tutor PET, já
concluído.

Orientação de trabalho de conclusão de


curso de graduação, já concluída (no 1,0
máximo 5).

Participação em Bancas Examinadoras de


tese de mestrado, doutorado ou de livre 3,0
docência.

Subtotal Grupo III – C

Total Grupo III (A+B+C)

(*) Compreende-se por livro um produto


impresso ou eletrônico que possua ISBN
(ou ISSN para obras seriadas), tenha mais
de 49 páginas (cf. ABNT) e seja publicado
por editora pública ou privada, associação
científica e/ou cultural, instituição de
pesquisa ou órgão oficial. Produtos com
menos de 50 páginas são tecnicamente
classificados como folhetos e não serão
avaliados como livros. Para ser pontuada,
a obra deverá ser classificada como livro
didático ou de referência para a
área/subárea do concurso.

GRUPO IV - PRODUÇÃO TÉCNICA OU


TECNOLÓGICA (nos últimos 5 anos)

Software com registro junto ao INPI, por


A software (comprovação com Carta de 5,0
Registro e/ou de Renovação).

Pedido de depósito de patente, por


10,0
produto (comprovação pelo INPI).

Produto com patente registrada junto ao


INPI, por produto (comprovação com 30,0
Carta de Registro e/ou de Renovação).

Edital CDR/PROGEP 0661029 SEI 23104.030198/2018-21 / pg. 24


Processo de desenvolvimento ou geração
de trabalho com patente registrada junto
5,0
ao INPI, por processo (comprovação com
Carta de Registro e/ou de Renovação).

Confecção de mapas ou cartas


geográficas, por produto (comprovação
5,0
com cópia da capa, contracapa e
sumário).

Confecção maquetes, por maquete


(comprovação com documentação de 5,0
autoria).

Manutenção de Obra Artística, por obra


(comprovação com declaração ou 2,0
documento equivalente).

Total Grupo IV

GRUPO V– PRODUÇÃO ARTÍSTICA E


CULTURAL (nos últimos 5 anos e a
pontuação deste grupo somente será
atribuída às atividades vinculadas à área
do Concurso)

Recital ou show solo ou música de


câmara (programa completo) com estreia
A 3,0
de programa (50% ou mais de repertório
novo), por programa completo.

Recital ou show solo ou música de


câmara (programa completo) com
0,3
repertório já apresentado anteriormente,
por programa completo.

Composição de obra no mínimo oito


minutos (ópera, musical, sinfonia, poema
sinfônico e afins) que tenha sido estreada 2,0
ou gravada comercialmente ou publicada,
por composição.

Composição de canção que tenha sido


estreada ou gravada comercialmente ou 1,0
publicada, por composição.

Arranjo para orquestra, big-band, banda


ou coral que tenha estreado ou gravado 1,0
comercialmente ou publicado, por arranjo.

Arranjo para instrumentos e


acompanhamento de canção que tenha
0,5
estreado ou gravado comercialmente ou
publicado, por arranjo.

Por premiação, como intérprete, em


concurso nacional ou internacional
3,0
(comprovação com documentação da
premiação).

Produção cultural de programa de rádio


ou TV (comprovação com declaração ou 1,0
documento equivalente).

Pintura, desenho, gravura, escultura,


fotografia, instalação ou outra, por
1,0
exposição de artes visuais individual
(comprovação com folder ou convite).

Pintura, desenho, gravura, escultura,


fotografia, instalação ou outra, por
0,5
exposição coletiva (comprovação com
folder ou convite).

Exibição isolada, por exibição de obra


(comprovação com folder, catálogo ou 0,5

Edital CDR/PROGEP 0661029 SEI 23104.030198/2018-21 / pg. 25


programação).

Exibição em festivais, por exibição de


obra (comprovação com folder, catálogo 1,0
ou programação).

Emissões televisivas, por exibição de obra


(comprovação com folder, catálogo ou 1,0
programação).

Programa de sala de cinema, por exibição


de obra (comprovação com folder, 2,0
catálogo ou programação).

Projeto gráfico de livro, revista, capas,


fôlderes, website, por projeto
1,0
(comprovação com cópia do material
publicado).

Incorporação de obra de artes visuais,


audiovisual ou gráfica em acervo de
5,0
museu, por obra (comprovação com
documentação da instituição).

Premiação de obra de artes visuais,


audiovisuais ou gráficas em evento
nacional ou internacional, por premiação 3,0
(comprovação com documentação da
premiação).

Sonoplastia - cinema, rádio, TV ou Teatro,


por obra (comprovação com declaração 1,0
ou documento equivalente).

Gravação de CD solo ou música de


câmara publicado (todo o CD), por CD 7,0
(comprovação com produto).

Gravação de faixa de CD solo ou música


de câmara, por faixa (comprovação com 0,5
produto).

Gravação de faixa de CD como músico


acompanhante, por faixa (comprovação 0,1
com produto).

Gravação de mais de 30 (trinta) minutos


de gravação de música em programa de
TV ou rádio relacionado a atividade 1,0
musical, por programa (comprovação
com produto).

Total Grupo V

GRUPO VI – EXPERIÊNCIA TÉCNICA –


PROFISSIONAL (nos últimos 5 anos, não
considerar experiências acadêmicas)

Experiência técnica-profissional na área


do concurso, por empresa ou experiência
por ano de trabalho (comprovação de
A 3,0
carteira de trabalho assinada, contrato de
prestação de serviços, ou outro
documento)

Total Grupo VI

PONTUAÇÃO FINAL DA PROVA DE


TÍTULOS

Total do Grupo I (máximo 100 pontos)

Soma dos Totais dos Grupos II a VI


(máximo 200 pontos)

Edital CDR/PROGEP 0661029 SEI 23104.030198/2018-21 / pg. 26


TOTAL DA PROVA DE TÍTULOS (máximo
300 pontos)

A pontuação total do Grupo I não poderá


exceder a 100 pontos. A soma das
pontuações dos grupos II a VI não
poderá exceder a 200 pontos. Dessa
forma, a pontuação total da prova de
títulos não poderá exceder a 300 pontos.

ANEXO IV
EDITAL UFMS/PROGEP Nº 67, DE 2 DE AGOSTO DE 2018

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS E EXAMES PARA ADMISSÃO

Apresentar cópias claras e legíveis acompanhadas pelas originais ou


fotocópias autenticadas em cartório:

1. Certidão de nascimento (se solteiro) ou certidão de casamento;


2. Carteira de identidade civil (RG);
3. Título de eleitor: (A Divisão de Recrutamento e Seleção verificará a
situação do candidato com a justiça eleitoral emitindo certidão de
quitação eleitoral pelo endereço eletrônico do TSE).
4. Carteira de reservista ou certificado de dispensa de incorporação
(somente para servidores do sexo masculino);
5. Comprovante de inscrição no PIS/PASEP.
1. Caso tenha o número, mas não possua o Cartão do Cidadão,
pode apenas informá-lo na ficha cadastral. O PIS/PASEP pode ser
verificado pelo link: http://www.caixa-pis.com/como-saber-o-
numero-do-pis/
2. Caso não esteja cadastrado, deverá preencher uma declaração
para que a UFMS possa realizar seu cadastro no PIS/PASEP;
6. Comprovante do primeiro emprego:
1. Cópia da Carteira de Trabalho, onde consta o número/série,
qualificação e o registro do 1º emprego;
2. Quando o primeiro emprego se tratar de serviço público,
apresentar documentos que comprovem a data de ingresso no
serviço público;
7. Comprovante de desligamento de vínculo com:
1. Serviço público (nos casos em que for aplicável): cópia da
publicação ou solicitação de exoneração, com indicação da data
em que se dará a vacância, protocolada no órgão com carimbo
do recebedor, nos casos em que não for possível acumulação de
cargos;
2. Iniciativa privada (nos casos em que for aplicável): carteira de
trabalho com a baixa da empresa, ou declaração da empresa
constando a data do desligamento.
8. Declaração do órgão público a que esteja vinculado, quando houver
acumulação lícita de cargos públicos (incisos XVI e XVII, do Art. 37 da
Constituição Federal, e artigos 118 a 120 da Lei nº 8.112/90),
indicando o cargo ocupado, jornada, dias e horários de trabalho
(exceto para Professor em regime de Dedicação Exclusiva);
9. Comprovante de residência atualizado;
10. Comprovante de escolaridade: para a posse somente serão aceitos
diplomas como comprovação do requisito mínimo para o cargo
especificado no edital de concurso, conforme Acórdão TCU nº
11.374/2016;
11. Apresentar certidão negativa de condenação cível e criminal do Estado
de Mato Grosso do Sul e do Estado que residiu nos últimos cinco anos,
em convocação para posse (http://www.cjf.jus.br/cjf/certidao-
negativa);
12. Certidão de nascimento dos filhos menores de 21 anos;
13. Certidão de guarda provisória - criança sob sua guarda;

Edital CDR/PROGEP 0661029 SEI 23104.030198/2018-21 / pg. 27


14. Caderneta de vacinação dos filhos menores de 5 anos;
15. Exame Médico Ocupacional: Ao ser publicada a portaria de
nomeação no Diário Oficial da União (DOU), a Divisão de
Recrutamento e Seleção (Dirs/CDR/Progep) encaminhará um e-
mail aos candidatos nomeados informando os procedimentos para
agendamento da inspeção médica oficial e entrega da documentação;
e
16. O s exames admissionais são realizados a expensas do candidato,
em laboratórios de qualquer cidade do território nacional, com validade
apenas se forem realizados após a publicação da portaria de
nomeação do candidato no Diário Oficial da União. EXAMES
ADMISSIONAIS: 1. Tipagem sanguínea 2. VDRL 3. Sorologia para
Doença de Chagas 4. Glicemia-jejum 5. Colesterol Total e Frações 6.
Triglicerídeos 7. Ácido Úrico 8. Uréia 9. Creatinina 10. TGO 11. TGP 12.
Hemograma Completo 13. HBsAG 14. Anti HBs 15. Anti HCV 16. Urina-
Rotina 17. Audiometria Tonal 18. Laudo Oftalmológico – Exame
completo (Acuidade Visual, Fundo de Olho e Tonometria) 19. Raio X de
Tórax – PA e PERFIL (com Laudo) 20. Eletrocardiograma com Laudo
21. Laudo Psiquiátrico emitido por Médico Psiquiatra 22. O candidato
aprovado na condição de Pessoa com Deficiência (PcD) deverá,
obrigatoriamente, apresentar laudo médico de especialista em sua área
de deficiência (original ou fotocópia autenticada em cartório) atestando
a espécie, grau ou nível de deficiência, com expressa referência ao
código correspondente da Classificação Internacional de Doenças
(CID) vigente, bem como a provável causa da deficiência, de acordo
com a lei.

ANEXO V
EDITAL UFMS/PROGEP Nº 67, DE 2 DE AGOSTO DE 2018

REQUERIMENTO DE CONDIÇÕES ESPECIAIS PARA REALIZAÇÃO DAS PROVAS

Nome do Candidato:

Nº da inscrição:
RG: CPF nº: Telefone para contato:

Candidato ao Cargo:
Edital nº:

Senhora Presidente da Comissão do Concurso:


O candidato acima identificado, concorrendo a uma vaga no cargo indicado do Concurso Público
de Provas para provimento de vagas para cargos da Carreira do Magistério Superior da
UFMS, vem requerer a V. Sª. que lhe sejam concedidas condições especiais para realizar a prova
escrita, em virtude de:

1. INSCRITO COMO PORTADOR DE DEFICIÊNCIA:

* facilidade para acesso ao local de prova, por usar equipamento que impede subir escadas;
* confecção de prova especial ampliada, por ter deficiência visual (amblíope);
* ledor de prova com tempo adicional;
* intérprete de Libras, com tempo adicional;
* intérprete de Libras.

2. NECESSITAR DE ACOMPANHANTE PARA AMAMENTAR SEU BEBÊ:

Nome completo da pessoa que irá acompanhar o bebê para ser amamentado:
_______________________________________________________________, nº do RG ____________ /_____,
emitido por ________________.
Obs.: O original do documento informado deverá ser apresentado no dia da prova.

3. ESTAR TEMPORARIAMENTE COM PROBLEMAS GRAVES DE SAÚDE:

Que o impossibilita realizar a prova escrita em condições normais, por estar [ ] acidentado
[ ] operado [ ] (outros), de acordo com atestado anexo, necessitando que lhe sejam
disponibilizadas, no local de realização das provas escritas, as seguintes condições:

Edital CDR/PROGEP 0661029 SEI 23104.030198/2018-21 / pg. 28


4. DECLARA SER SABATISTA:

De acordo com documento emitido por: ___________________________________________ Solicita


adiamento do concurso para a vaga: _________________, a partir da segunda etapa.

Nestes termos, pede deferimento.


(Cidade/MS), _____/ de _______________ de _____.
Assinatura do (a) candidato (o)

ANEXO VI
EDITAL UFMS/PROGEP Nº 67, DE 2 DE AGOSTO DE 2018

MODELO DE FORMULARIO PARA IMPUGNAÇÔES E RECURSOS

Nome:

Nº da inscrição:
RG: CPF nº: Telefone para contato:

Vaga nº / ÁREA:
Edital nº:

Senhora Presidente da Comissão do Concurso:


Venho, por meio deste, recorrer a V. Sª. Sob as justificativas abaixo expostas

1. Recurso

Nestes termos, pede deferimento.

(Cidade/MS), _____/ de _______________ de _____.

Assinatura do (a) candidato (o)

ANEXO VII
EDITAL UFMS/PROGEP Nº 67, DE 2 DE AGOSTO DE 2018

DA ESPECIFICAÇÃO DA VAGA, QUANTITATIVO, REGIME DE


TRABALHO, LOTAÇÃO, CLASSE, PROGRAMA E BIBLIOGRAFIA
BÁSICA

CAMPO GRANDE

ESAN - Escola de Administração e Negócios

(308) Ciências Sociais Aplicadas / Administração / Ciências Contábeis


(Contabilidade Comercial e Setores Específicos)

Nº VAGAS REGIME DE TRABALHO CLASSE

1 Dedicação Exclusiva Adjunto A

Formação Exigida:
1. Graduação em: Administração ou Ciências Contábeis ou Economia, e
2. Doutorado em: Área de Avaliação/Área de Básica: Administração Pública e de Empresas,
Ciências Contábeis e Turismo/Ciências Contábeis.

Edital CDR/PROGEP 0661029 SEI 23104.030198/2018-21 / pg. 29


PROGRAMA:
1. Contabilização das operações da atividade comercial;
2. Impostos e taxas incidentes em operações comerciais;
3. Avaliação e Mensuração de Ativos;
4. Avaliação e Mensuração de Passivos e Patrimônio Líquido;
5. Reconhecimento e Mensuração de Receitas e Despesas;
6. Demonstração do valor adicionado;
7. Demonstração de fluxo de caixa;
8. Contabilidade do agronegócio;
9. Contabilidade para setores específicos; e
10. Relato integrado.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
- BRASIL. Lei 12.973/14 de 13 de maio de 2014. Disponível em:
<http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2014/Lei/L12973.htm
- COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS. Pronunciamentos Técnicos.
Disponível em: <http://www.cpc.org.br>.
- Conselho Internacional para Relato Integrado. A Estrutura Internacional
para Relato Integrado. Disponível em:<
http://www.relatointegradobrasil.com.br>.
- FIPECAFI. Manual de contabilidade societária: aplicável às demais
sociedades. 2. ed. São Paulo: Atlas, 2013.
- MARION, JC. Contabilidade rural. 14. ed. São Paulo: Atlas, 2014.
- PEREZ JUNIOR, JH; OLIVEIRA, LM. Contabilidade Avançada: textos e testes
com as respostas. 8 ed. São Paulo: Atlas, 2012.
- PEREZ JUNIOR, JH; OLIVEIRA, LM; GOMES, MB; CHIEREGATO, R. Manual
de Contabilidade Tributaria: textos e testes com as respostas. 11. ed. São
Paulo: Atlas, 2012.
- REZENDE, AJ. Contabilidade tributária: entendendo a lógica dos tributos e
seus reflexos sobre os resultados das empresas. São Paulo: Atlas, 2010.
- VELTER, F; MISSAGIA, L. Contabilidade Avançada. 5 ed. São Paulo: Atlas,
2015.

FAALC - Faculdade de Artes, Letras e Comunicação

(273) Linguística, Letras e Artes / Artes / Fotografia

Nº VAGAS REGIME DE TRABALHO CLASSE

1 Dedicação Exclusiva Adjunto A

Formação Exigida:
1. Graduação em: Artes Visuais ou Educação Artística ou Artes Plásticas ou Desenho e Plástica
ou Comunicação Social ou Jornalismo ou Publicidade e Propaganda ou Fotografia ou Rádio e
Televisão ou Audiovisual ou Cinema e Audiovisual ou Imagem e Som; e
2. Doutorado em: Áreas de Avaliação: Linguística e Literatura ou Artes ou Comunicação e
Informação.

PROGRAMA:
1. Fotografia e registro: do analógico ao digital
2. Analógico e Digital: coincidências e dissidências na fotografia
3. Imagem compartilhada: criação e difusão em rede
4. O ato fotográfico: escolha, recorte e significação
5. Fotografia e imagem: realidades, simulacro, recortes e ou criação
6. Os aparelhos óticos digitais e suas relações entre imagem, som e
movimento
7. Noções de luminosidade, espacialidade, temporalidade e sonoridade dos
meios e mídias digitais
8. Imagem fixa e imagem em movimento: da fotografia à animação
9. Imagem, movimento e as tecnologias digitais

Edital CDR/PROGEP 0661029 SEI 23104.030198/2018-21 / pg. 30


10. Participação e interatividade na circulação da informação e da arte no
contexto imagético
Prova prática com regras a serem estabelecidas em Edital
Complementar

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- BELLOUR, R. Entre-imagens. Campinas: Papirus, 1997.
- COUCHOT, E. A tecnologia na arte: da fotografia à realidade virtual. Porto
Alegre: UFRS, 2003.
- DEBORD, G. A sociedade do espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto,
2002.
- DOMINGUES, D. (org.). Arte e vida no século XXI: tecnologia, ciência e
criatividade. São Paulo: Unesp, 2003.
- FLUSSER, V. Filosofia da Caixa Preta: ensaios para uma futura filosofia da
fotografia. Rio de Janeiro: Relume Dumará, 2002.
- FONTCUBERTA, J. O beijo de Judas. Barcelona: Gustavo Gilli, 2010.
- KRAUSS, R. O fotográfico. Barcelona: Gustavo Gilli, 2002.
- MACHADO, A. Máquina e Imaginário. São Paulo: Edusp, 1996.
- MACHADO, A. Pré-Cinemas e Pós-Cinemas. São Paulo: Papirus, 1997.
- PARENTE, A. (org.). Imagem-máquina. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1993.

(275) Ciências Sociais Aplicadas / Comunicação (Audiovisual)

Nº VAGAS REGIME DE TRABALHO CLASSE

2 Dedicação Exclusiva Adjunto A

Formação Exigida:
1. Graduação em: Artes Visuais ou Educação Artística ou Comunicação Social ou Jornalismo ou
Publicidade e Propaganda ou Rádio e Televisão ou Audiovisual ou Cinema e Audiovisual ou
Produção Audiovisual ou Imagem e Som ou Midialogia; e
2. Doutorado em: Áreas de Avaliação: Comunicação e Informação ou Linguística e Literatura ou
Artes

PROGRAMA:
1. Aspectos técnicos e estéticos da Animação e dos Efeitos Visuais, do
analógico ao digital.
2. O Vídeo Digital, a transformação da arte e da técnica, do analógico ao
digital.
3. A obra Audiovisual, seus fundamentos e suas técnicas de Montagem e de
Edição de imagens e sons, do linear ao não-linear.
4. No Audiovisual, a construção do significado Sonoro, sua Arte e Técnica,
nos meandros da Fala, do Ruído e da Música.
5. As transformações e as permanências Técnicas e Estéticas, do Cinema e
do Audiovisual brasileiro e internacional, do Sec. XIX ao Sec. XXI.
6. As Teorias do Cinema e do Audiovisual: Formalismo, Realismo, Semiologia,
Estruturalismo, Desconstrucionismo, Estudos Culturais, Cognitivismo e
Filosofia Analítica.
7. A Narratividade da Obra Audiovisual, o processo criativo, sua escrita,
organização dramática e roteirização.
8. A Direção Audiovisual, a organização do processo, papeis, funções, e as
técnicas criativas da realização audiovisual.
9. A obra Audiovisual não-ficcional: Documentário, técnica, linguagem e
representação do real.
10. A Produção Audiovisual: elaboração de projetos, financiamentos,
desenvolvimento, distribuição e exibição no mundo digitalizado.
Prova prática com regras a serem estabelecidas em Edital
Complementar

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- ANDREW, D. As Principais Teorias do Cinema: Uma Introdução. Rio de

Edital CDR/PROGEP 0661029 SEI 23104.030198/2018-21 / pg. 31


Janeiro: Zahar, 2002
- AUMONT, J. A Estética do Filme. Campinas: Papirus, 1995.
- BRASIL. Lei Rouanet - Lei nº 8.313, de 23 de novembro de 1991.
- BRASIL. Lei do Audiovisual – Medida Provisória nº 2.228-1, de 6 de
setembro de 2001.
- COSTA, A. Compreender o Cinema. Rio de Janeiro: Globo, 1987.
- DANCYGER, K. Técnicas de Edição para Cinema e Vídeo: História, Teoria e
Prática. Rio de Janeiro: Campus, 2003.
- FIELD, S. Manual do Roteiro: os Fundamentos do Texto Cinematográfico.
Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.
- LUCENA JÚNIOR, A. Arte da Animação: Técnica e Estética Através da
História. 2. Ed. São Paulo: Ed. Senac, 2005.
- MARNER, T St. J. A Direção Cinematográfica. São Paulo: Martins Fontes,
s/d.
- MARTIN, M. A Linguagem Cinematográfica. 2. Ed. São Paulo: Brasiliense,
2009.
- RAMOS, F. Mas Afinal: o que É Mesmo Documentário? 2. Ed. São Paulo:
Senac São Paulo, 2013.
- RODRIGUES, C. O Cinema e a Produção. 3. Ed. Rio de Janeiro: Lamparina,
2007.
- RODRIGUEZ, Á. A Dimensão Sonora da Linguagem Audiovisual. São Paulo:
Ed. Senac São Paulo, 2006.
- STAM, R. Introdução à Teoria do Cinema. 2. Ed. Campinas: Papirus, 2006.
- XAVIER, I. Alegorias do Subdesenvolvimento: Cinema Novo, Tropicalismo,
Cinema Marginal. São Paulo: Cosac Naify, 2012-2013.

FACFAN - Faculdade de Ciências Farmacêuticas, Alimentos e


Nutrição (Campo Grande/MS)

(272) Ciências Agrárias / Ciência e Tecnologia de Alimentos / Engenharia de


Alimentos

Nº VAGAS REGIME DE TRABALHO CLASSE

1 Dedicação Exclusiva Adjunto A

Formação Exigida:
1. Graduação em: Engenharia de Alimentos; e
2. Doutorado em: Área de Avaliação / Áreas Básicas: Ciência de Alimentos / Engenharia de
Alimentos ou Ciência de Alimentos

PROGRAMA:
1. Escoamento e operações de transporte de fluidos alimentícios;
2. Balanços de massa e energia no processamento de alimentos
3. Operações unitárias de transferência de calor e massa em alimentos;
4. Dimensionamento de projetos de indústrias de alimentos;
5. Desenho Técnico de instalações industriais para alimentos;
6. Instrumentação e controle de processos na indústria de alimentos;
7. Tratamento de resíduos agroindustriais;
8. Embalagens para alimentos;
9. Gestão da inovação na indústria de alimentos;
10. Estatística experimental e otimização de processos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- TADINI, CC (Org.); TELIS, VRN; MEIRELLES, AJ de A; PESSOA FILHO, P de
A. Operações Unitárias na Indústria de Alimentos. Volume 1. Rio de Janeiro:
LTC, 2016. 562 p.
- TADINI, CC (Org.); TELIS, VRN; MEIRELLES, AJ de A; PESSOA FILHO, P de
A. Operações Unitárias na Indústria de Alimentos. Volume 2. Rio de Janeiro:
LTC, 2016. 484 p.

Edital CDR/PROGEP 0661029 SEI 23104.030198/2018-21 / pg. 32


- MEIRELES, MAA; PEREIRA, CG (Eds.). Fundamentos de Engenharia de
Alimentos. Volume 6. São Paulo: Editora Atheneu, 2013. 815 p. (Coleção
ciência, tecnologia, engenharia de alimentos e nutrição)
- WOILER, S; MATHIAS, WF. Projetos: planejamento, elaboração e análise. 2.
Ed. São Paulo: Editora Atlas, 2008-2013. 288 p.
- EHRLICH, PJ. Engenharia econômica: avaliação e seleção de projetos de
investimento. 6. ed. São Paulo, SP: Atlas, 2015. 177 p.
- SILVA, A; RIBEIRO, CT; DIAS, J; SOUSA, L. Desenho Técnico Moderno. 4.
ed. Rio de Janeiro: LTC, 2014. 494 p.
- DUNN, WC. Fundamentos de Instrumentação Industrial e Controle de
Processos. Porto Alegre: Bookman, 2013. 326 p.
- SPERLING, MV. Introdução à Qualidade das Águas e ao Tratamento de
Esgotos. 3. Ed. Belo Horizonte: Departamento de Engenharia Sanitária e
Ambiental. Universidade Federal de Minas Gerais, 2005. 452 p.
- JORGE, N. Embalagens para alimentos. São Paulo: Cultura Acadêmica -
Universidade Estadual Paulista, Pró-Reitoria de Graduação, 2013. 194 p.
- DI SERIO, LC; VASCONCELLOS, MA. Estratégia e competitividade
empresarial: inovação e criação de valor. São Paulo: Saraiva, 2010. 364 p.
- RODRIGUES, MI; IEMMA, AF. Planejamento de experimentos e otimização
de processos: Uma estratégia sequencial de planejamentos. 1 ed.
Campinas: Editora Casa do Pão, 2005. 326p.

FAENG - Faculdade de Engenharias e Arquitetura e Urbanismo e


Geografia (Campo Grande/MS)

(276) Ciências Sociais Aplicadas / Arquitetura e Urbanismo / Projeto de


Arquitetura e Urbanismo (Planejamento e Projeto do Espaço Urbano)

Nº VAGAS REGIME DE TRABALHO CLASSE

1 Dedicação Exclusiva Adjunto A

Formação Exigida:
1. Graduação em: Arquitetura e Urbanismo
2. Doutorado em: Área de Avaliação: Planejamento Urbano e Regional / Demografia; Área
Básica: Planejamento Urbano e Regional - Área de Avaliação: Arquitetura, Urbanismo e Design;
Área Básica: Arquitetura e Urbanismo.

PROGRAMA:
1. O desenho urbano no processo de planejamento - escalas de
abordagem, elementos de composição urbana, instrumentos, técnicas e
metodologias de aplicação;
2. Desenvolvimento de projeto de urbanização para o parcelamento do
solo - elementos de composição urbana, as questões de qualificação do
desenho, a legislação, o suporte físico, a infraestrutura urbana (sistemas,
redes e serviços);
3. Projetos do espaço urbano e a articulação da vida urbana: questões
de sustentabilidade, mobilidade e acessibilidade na escala do desenho
urbano;
4. Projeto de Urbanismo como recurso de qualificação do espaço
urbano: Renovação, reurbanização, revitalização e expansão urbana;
5. Espaço, ambiente, paisagem regional e as unidades de
planejamento;
6. As unidades de paisagem, zoneamento morfoló gico e funcional na
região;
7. O municı́pio e a região - legislação e polı́ticas regionais, mé todos e
instrumentos de planejamento;
8. Estatuto das Cidades, os planos diretores e os processos
participativos no sistema planejamento;
9. Planejamento e projeto urbanı́stico na escala urbana, considerando
as relações centro-cidade, tecidos urbanos, patrimô nio cultural e ambiental,
tecnologias;
10. O Projeto de Urbanismo aplicado à Habitação de Interesse Social:
sistemá ticas de desenvolvimento do projeto arquitetô nico e urbanı́stico,
relações formais entre edifı́cio, o entorno e a cidade, a relação entre

Edital CDR/PROGEP 0661029 SEI 23104.030198/2018-21 / pg. 33


espaços pú blicos e privados.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA
- ARAVENA, Alejandro. Material de arquitectura. Santiago: Ediciones ARQ,
2003;
- BENTLEY, et al. Entornos Vitales. Barcelona, Gustavo Gili, 2003;
- BUENO, Laura Machado de Mello; CYMBALISTA, Renato. Planos diretores
municipais: novos conceitos de planejamento territorial. São Paulo:
Annablume, 2007;
- CAMPO GRANDE. Prefeitura Municipal. Legislação Municipal de Interesse
Ambiental. Campo Grande, 1999;
- CASSILHA, Gilda A.; CASSILHA, Simone A. Planejamento urbano e meio
ambiente. Curitiba, PR: IESDE Brasil, 2012;
- CASTELLS, Manuel. A questão urbana. 3. ed. São Paulo: Paz e Terra, 2006;
- DEL RIO, Vicente. Introdução ao Desenho Urbano no Processo de
Planejamento. São Paulo: Pini, 1990;
- EBNER, Iris de Almeida Rezende. A cidade e seus vazios: investigação e
proposta para os vazios urbanos de Campo Grande. Campo Grande, MS:
Ed. UFMS, 1999;
- FRANCO, M. de A. R. Planejamento ambiental para a cidade sustentá vel.
São Paulo: Annablume, 2000;
- GEHL, Jan. Cidade para pessoas. São Paulo: Perspectiva, 201_.
- HUET, Bernard. Os centros das metró poles: reflexõ es e propostas para
cidade democrá tica do sé culo XXI. São Paulo: Ed. Terceiro Nome, Viva o
Centro, 2001. 199 p.;
- LAMAS, José M. Morfologia urbana e desenho da cidade. Lisboa: Fundação
Calouste Gulbenkian, 1993;
- LYNCH, Kevin. A boa forma da cidade. São Paulo, Martins Fontes, 1999;
- MASCARO, Juan Luı́s. Desenho urbano e custos de urbanização. 2 ed.
Porto Alegre: D. C. Luzzatto, 1989;
_____. Loteamentos urbanos. 2. ed. Porto Alegre, RS: Masquatro, 2005;
- MASCARO , Juan Luis; YOSHINAGA, Má rio. Infraestrutura urbana. Porto
Alegre, RS: Masquatro, 2005;
- MORETTI, Ricardo de Souza. Normas Urbanı́sticas para habitação de
interesse social. São Paulo, IPT/FINEP.1997.
_____. Loteamentos: manual de recomendações para elaboração de projeto.
2. ed. São Paulo, SP: IPT : EMPLASA, 1987
- ROLNIK, Raquel. A cidade e a lei: legislação, polı́tica urbana e territó rios na
cidade de São Paulo. 3. ed. São Paulo: FAPESP, Studio Nobel, 2003. 242 p.;
- ROMERO, Marta Adriana Bustos. Princı́pios bioclimá ticos para o desenho
urbano. São Paulo: ProEditores, 2000.
- SANTOS JUNIOR, Orlando Alves dos; MONTANDON, Daniel Todtmann. Os
planos diretores municipais pó s - estatuto da cidade: balanço crı́tico e
perspectivas. Rio de Janeiro: Observató rio das metró poles, 2011;
- SEGUIN, Elida. Estatuto da cidade. 2. ed. Rio de Janeiro: São Paulo, 2005.
211 p.
- TARDIN, Raquel. Espaços livres: sistema e projeto territorial. Rio, Ed 7
Letras, 2008.

(277) Engenharias / Engenharia Civil / Construção Civil

Nº VAGAS REGIME DE TRABALHO CLASSE

1 Dedicação Exclusiva Adjunto A

Formação Exigida:
1. Graduação em: Engenharia Civil ou Tecnologia da Construção ou Tecnologia de Edifícios ou
Química ou Engenharia de Materiais; e
2. Doutorado em: Áreas de Avaliação / Áreas Básicas: Engenharia I / Engenharia Civil ou
Engenharia II / Engenharia de Materiais e Metalúrgica ou Materiais / Materiais ou Ciências Agrárias
I / Engenharia Agrícola.

PROGRAMA:
1. Propriedades dos materiais: deformação elástica, tração, dureza,

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mecanismos de deformação, fratura, fadiga, fluência, condução elétrica,
semicondutividade, capacidade calorífica e condutividade térmica.
2. Síntese, fabricação e processamento de materiais: fabricação e
processamento térmico de metais, fabricação de cerâmicas, síntese e
fabricação de polímeros, fabricação de compósitos reforçados com fibras.
3. Rochas ornamentais e agregados: classificação das rochas (ígneas,
sedimentares e metamórficas); propriedades das pedras: resistência,
durabilidade, trabalhabilidade e estética; pedras com maior campo de
aplicação na Engenharia Civil; classificação dos agregados; obtenção dos
agregados; características físicas dos agregados; mistura dois agregados.
4. Classificação e função das argamassas de revestimentos e
assentamento; e suas propriedades: resistência de aderência, retenção de
água, elasticidade, plasticidade e ensaios.
5. Propriedades do concreto hidráulico fresco: trabalhabilidade,
consistência, segregação, lançamento, retração plástica e propriedades do
concreto hidráulico endurecido: porosidade, permeabilidade, resistência
mecânica, deformação.
6. Concreto hidráulico: dosagem experimental, produção do concreto,
controle tecnológico.
7. Madeiras: origem, estrutura e produção; características físicas e
mecânicas; ensaios físicos e mecânicos; deterioração e preservação das
madeiras, e madeiras transformadas: compensada, reconstituídas,
aglomeradas e laminadas.
8. Produtos de cerâmica vermelha, produtos de cerâmica branca,
revestimentos cerâmicos e refratários: tipos, aplicações, degradação,
requisitos de desempenho e ensaios.
9. Materiais metálicos: produção do aço; corrosão do aço; aços para
concreto armado e protendido, e materiais não ferrosos.
10. Polímeros e matérias betuminosos: definição, composição, tipos,
função, produtos poliméricos com aplicação na construção civil.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- ALVES, JD. Materiais de Construção. São Paulo - 2v, Ed. Nobel.
- ASHBY, MF; JONES, DRH. Engenharia de Materiais, volume I: uma
introdução a propriedades, aplicações e projeto. Rio de Janeiro, RJ: Elsevier,
2007.
- ASHBY, MF; JONES, DRH. Engenharia de materiais, volume II. Rio de
Janeiro, RJ: Elsevier, Campus, 2007.
- BAUER, LAF (Coord.). Materiais de construção, 1., 5. ed. [rev.]. Rio de
Janeiro, RJ: LTC, 2016.
- BAUER, LAF (Coord.). Materiais de construção, 2., 5. ed. [rev.]. Rio de
Janeiro, RJ: LTC, 2016.
- BERTOLINI, L. Materiais de construção: patologia, reabilitação, prevenção.
São Paulo, SP: Oficina de Textos, 2014.
- CALLISTER, WD. Ciência e engenharia de materiais: uma introdução. 8. ed.
Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2015.
- ISAIA, GC. Materiais de construção civil e princípios de ciência e engenharia
de materiais, v. 1. São Paulo: IBRACON, 2007.
- ISAIA, GC. Materiais de construção civil e princípios de ciência e engenharia
de materiais, v. 2. São Paulo: IBRACON, 2007.
- NEVILLE, AM. Propriedades do Concreto. 2. Ed. São Paulo, SP, Pini, 1997.
- SHACKELFORD, JF. Ciência dos materiais.6. ed. São Paulo, SP: Pearson,
2008-2011.
- VAN VLACK, LH. Princípios de ciência e tecnologia dos materiais. Rio de
Janeiro, RJ: Elsevier, 2003.
- THOMAZ, E. Tecnologia, Gerenciamento e Qualidade na Construção. Ed.
Pini.2001.

FAMED - Faculdade de Medicina (Campo Grande/MS)

(269) Ciências da Saúde / Medicina / Cirurgia (Anestesiologia)

Nº VAGAS REGIME DE TRABALHO CLASSE

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1 20 horas semanais Auxiliar com Especialização

Formação Exigida:
1. Graduação em: Medicina; e
2. Residência Médica em Anestesiologia reconhecida pelo MEC ou pela Sociedade Brasileira de
Anestesiologia (SBA); ou Título de Especialista em Anestesiologia (TEA) emitido pela AMB em
convênio com a SBA.

PROGRAMA:
1. Anatomia e Fisiologia dos Sistemas Nervosos Autônomo e Central;
2. Farmacologia dos Sistemas Cardiovasculares, Respiratório e Renal;
3. Avaliação Pré-Anestésica;
4. Cuidados e Monitorização Proprietária;
5. Recuperação Pós-Anestésica;
6. Complicações em Anestesiologia;
7. Anestesia Regional: Bloqueios espinhais (subaracnóideo e peridural),
Bloqueios nervosos tronculares;
8. Anestesia Geral e Sedação;
9. Anatomia e Fisiopatologia da Dor;
10. Manejo da via aérea e ventilação pulmonar.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- CANGIANI, LM; CARMONA, MJC; TORRES, MLA et al. Tratado de
Anestesiologia SAESP, 8ª Ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 2017.
- MILLER RD; PARDO, MC. Bases da Anestesia. 6ª ed. Editora Elsevier, 2012.
- BARASH, PG, et al. Manual de Anestesiologia Clínica. 7ª ed. Editora Artmed,
2015.
- ALVES NETO, O; COSTA, CMC; SIQUEIRA, JTT et al. Dor: Princípios e
Prática. 1ª Edição. Editora Artmed, Porto Alegre, RS, 2009.
- DRAKE, RL; VOGL, AW; MITCHELL, AWM. Gray's Anatomia para
Estudantes. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
- RANG, HP; DALE, MM. Farmacologia. Editora Elsevier, 8ª edição, 2016.
- SILVA, P. Farmacologia. 8ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2009.
- BERBEL, NAN. As metodologias ativas e a promoção da autonomia de
estudante. DOI: 10.5433/1679-0359.2011v32n1p25. Semina: Ciências
Sociais e Humanas, Londrina, v. 32, n. 1, p. 25-40, jan./jun. 2011.
- LEON, LB; ONÓFRIO, FQ. Aprendizagem Baseada em Problemas na
Graduação Médica - Uma Revisão da Literatura Atual. Rev. bras. educ. med.
vol. 39 no. 4 Rio de Janeiro Oct./Dec. 2015.
- MAIA, JA. Metodologias problematizadoras em currículos de graduação
médica. Rev. bras. educ. med. vol. 38 no. 4 Rio de Janeiro Oct./Dec. 2014.

(270) Ciências da Saúde / Medicina / Anatomia Patológica e Patologia Clínica

Nº VAGAS REGIME DE TRABALHO CLASSE

1 20 horas semanais Auxiliar com Especialização

Formação Exigida:
1. Graduação em Medicina; e
2. Residência Médica em Patologia reconhecida pelo MEC ou Certificado de Especialista em
Patologia emitido pela AMB.

PROGRAMA:
1. Degeneração, necrose e morte celular;
2. Gliomas do Sistema Nervoso Central;
3. Doenças vasculares degenerativas;
4. Neoplasias malignas de ovário;
5. Neoplasias de órgãos linfoides;

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6. Patologia maligna da glândula tireoide;
7. Patologia maligna da próstata;
8. Patologia maligna do esôfago e estômago;
9. Neoplasias de pele;
10. Fatores prognósticos em câncer de mana.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- BRASILEIRO FILHO, GB. Patologia. 9. ed. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2016.
- KUMAR, V; ABBAS, AK; FAUSTO, N; ASTER, JC. Robbins e Cotran: Patologia
- Bases Patológicas das Doenças. 8 ed. [S.I.]: Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.
- ROSAI, JR. Ackerman's Surgical Pathology. 10. ed. [S.I.]: Elsevier, 2010.
- RUBIN, E; GORSTEIN, F; RUBIN, R; SCHWARTING, R; STRAYER, RD.
Patologia estructural. Fundamentos clinicopatológicos em Medicina Ed.
McGraw-Hill, 4ª ed., 1440 págs., 2006.
- RUBIN, F; FARBER, JL. Patologia. 4ª edição, Editora Guanabara Koogan Rio
de Janeiro, RJ. 2006.

INBIO - Instituto de Biociências (Campo Grande/MS)

(271) Ciências da Saúde / Medicina / Anatomia Patológica e Patologia Clínica


(Medicina Veterinária - Patologia Animal)

Nº VAGAS REGIME DE TRABALHO CLASSE

1 Dedicação Exclusiva Adjunto A

Formação Exigida:
1. Graduação em: Medicina ou Medicina Veterinária ou Odontologia ou Farmácia ou Fisioterapia; e
2. Doutorado em:
Área de Avaliação / Área Básica: Medicina II / Anatomia Patológica e Patologia Clínica
Área de Avaliação / Área Básica: Medicina Veterinária / Patologia Animal ou Anatomia Patológica
Animal

PROGRAMA:
1. Patogenia e morfologia da inflamação aguda e crônica;
2. Fisiopatologia e morfologia da reparação tecidual;
3. Fisiopatologia e morfologia dos processos degenerativos celulares;
4. Patogenia e morfologia das necroses;
5. Fisiopatologia e morfologia dos acúmulos e pigmentações celulares;
6. Bases patológicas e morfologia da trombose;
7. Fisiopatologia e morfologia tecidual na Síndrome da Insuficiência Vascular
Periférica Aguda;
8. Fisiopatologia e classificação das alterações neoplásicas;
9. Morfologia dos processos neoplásicos;
10. Colheita, fixação e processamento de material para patologia e avaliação
histopatológica.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- BOGLIOLO, L; BRASILEIRO FILHO, G. Patologia. 7ªed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2006. 1472p.
- CHEVILLE, NF. Ultrastructural Pathology. The Comparative Cellular Basis of
Disease. Wiley-Blackwell, 2ª ed. 973p. 2009.
- FRANCO, M; MONTENEGRO, MR; BRITO, T; BACCHI, CE; ALMEIDA, PC.
Patologia, Processos Gerais. 6ª Ed. São Paulo: Atheneu, 2010. 338p.
- JUNQUEIRA, LC; CARNEIRO, J. Histologia Básica – texto e atlas. 12ª ed. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013, 556p.
- KIERSZENBAUM, AL. Histologia e Biologia Celular. Uma introdução à
Patologia. Elsevier. 2004. 654.

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- KUMAR, V; ABBAS, AK; ASTER, JC. Robbins - Patologia Básica. 9ª ed. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2013. 910p.
- McGAVIN, MD; ZACHARY, JF. Bases da Patologia em Veterinária. 4ª ed. Rio
de Janeiro: Elsevier, 2013. 1344p.
- RUBIN, E; GORSTEIN, F; RUBIN, R; SCHWARTING, R; STRAYER, DR.
Patologia: Bases clinicopatológicas da medicina. 4ª. ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2006. 1625p.
- WERNER, PR. Patologia Geral Veterinária Aplicada. 1ª ed., Editora Roca.
2011. 371p.

INFI - Instituto de Física (Campo Grande/MS)

(268) Ciências Exatas e da Terra / Física (Engenharia Física)

Nº VAGAS REGIME DE TRABALHO CLASSE

1 Dedicação Exclusiva Adjunto A

Formação Exigida:
1. Graduação Bacharelado em: Engenharia Física ou Engenharia Mecatrônica ou Engenharia de
Controle e Automação ou Engenharia de Materiais ou Engenharia Eletrônica ou em Engenharia
Mecânica; e
2. Doutorado em Áreas de Avaliação / Áreas Básicas: Astronomia/Física / Física ou Física da
Matéria Condensada; ou Química / Química; ou Engenharias II / Engenharia Química ou
Engenharia de Materiais e Metalúrgica; ou Engenharias III / Engenharia Mecânica ou Engenharia
Aeroespacial; ou Engenharias IV / Engenharia Elétrica; ou Materiais/ Materiais; ou Biotecnologia /
Biotecnologia.

PROGRAMA:
1. Leis da Conservação da Mecânica Clássica
2. Equações de Maxwell
3. Leis da Termodinâmica
4. Oscilações em Circuitos Elétricos
5. Movimento Ondulatório e Interferência
6. Teoria Cinética dos Gases
7. Estrutura dos Sólidos
8. Propriedades Elétricas dos Sólidos
9. Transporte de Calor
10. Transporte de Massa

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- NUSSENZVEIG, HM. Curso de física básica. 5ª ed. São Paulo: Edgard
Blücher, 2013, v.1.
- NUSSENZVEIG, HM. Curso de física básica. 5ª ed. São Paulo: Edgard
Blücher, 2013, v.2.
- NUSSENZVEIG, HM. Curso de física básica. 5ª ed. São Paulo: Edgard
Blücher, 2013, v.3.
- NUSSENZVEIG, HM. Curso de física básica. 5ª ed. São Paulo: Edgard
Blücher, 2013, v.4.
- CANEDO, EL. Fenômenos de transporte. Rio de Janeiro-RJ, LTC, 2010.
- CALLISTER JR, WD. Fundamentos da Ciência e Engenharia de Materiais –
Uma Abordagem Integrada, LTC, Rio de Janeiro-RJ, 2017.
- KITTEL, C. Introdução à Física do Estado Sólido. 8ª Edição, Rio de Janeiro-
RJ, LTC Editora, 2007.

CPAQ - Campus de Aquidauana (Aquidauana/MS)

(280) Ciências Sociais Aplicadas / Administração / Administração de


Empresas

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Nº VAGAS REGIME DE TRABALHO CLASSE

1 Dedicação Exclusiva Adjunto A

Formação Exigida:
1. Graduação: Administração; e
2. Doutorado em: Área de Avaliação/área básica: Administração Pública e de Empresas, Ciências
Contábeis e Turismo / Administração Pública ou Administração de Empresas ou Administração;
ou
Ciências Ambientais / Ciências Ambientais; ou Ciência da Computação / Ciência da Computação;
ou
Interdisciplinar /Engenharia/tecnologia/gestão

PROGRAMA:
1. Sistemas de informação de apoio à decisão e telecomunicações e redes
nas organizações
2. Administração de sistemas de informação: processos de
desenvolvimento
3. Jogo, simulação e jogo de empresa
4. Jogos de negócio: prática na teoria com coalizões e acordos
5. Projeto empresarial: estudo de viabilidade ou ante-projeto
6. Elaboração e análise de projetos: caracterização, importância, passos
7. Gestão de projetos e sustentabilidade
8. Plano de negócios: função e etapas
9. Planejamento estratégico, tático e operacional e análise do ambiente
interno e externo
10. Gerenciamento de operações de serviços

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- CARVALHO, MM; RABECHINI JUNIOR, R. Fundamentos em gestão de
projetos: construindo competências para gerenciar projetos: teoria e casos.
São Paulo: Atlas, 2011.
- CASAROTTO FILHO, N. Elaboração de projetos empresariais. São Paulo:
Atlas, 2016.
- CAVALCANTI, FRP. Fundamentos de gestão de projetos. Rio de Janeiro:
Atlas, 2016.
- CRUZ, T. Manual de planejamento estratégico. Rio de Janeiro: Atlas, 2017.
- DIAS, R. Gestão ambiental responsabilidade social e sustentabilidade. Rio
de Janeiro: Atlas, 2017
- DORNELAS, J. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. Rio
de Janeiro: Atlas, 2016.
- GRAMIGNA, MR. Jogos de empresa. São Paulo: Pearson, 2007.
- FITZSIMMONS, JA. Administração de serviços operações, estratégia e
tecnologia da informação. Porto Alegre: AMGH, 2014.
- KUAZAQUI, E. Planejamento estratégico. São Paulo: Cengage, Learning,
2015.
- MARINHO, R. Prática na teoria aplicações da teoria dos jogos e da
evolução aos negócios. São Paulo: Saraiva, 2011.
- O'BRIEN, JA. Administração de sistemas de informação. Porto Alegre:
AMGH, 2012.

- PAES, ES; VILGA, VF. Gestão de projetos. Londrina-PR: Editora e


Distribuidora Educacional S. A., 2016.
- STAIR, RM. Princípios de sistemas de informação. São Paulo: Cengage
Learning, 2016.

(281) Linguística, Letras e Artes / Letras / Línguas Estrangeiras Modernas

Nº VAGAS REGIME DE TRABALHO CLASSE

1 Dedicação Exclusiva Adjunto A

Edital CDR/PROGEP 0661029 SEI 23104.030198/2018-21 / pg. 39


Formação Exigida:
1. Graduação em: Licenciatura em Letras com habilitação em Inglês ou em Português/Inglês; e
2. Doutorado em: Área de Avaliação/Áreas Básicas: Linguística e Literatura / Linguística Aplicada
ou Linguística.

PROGRAMA:
1. Multiletramentos no ensino de inglês.
2. Formação crítica de professores de línguas.
3. Produção oral em língua inglesa.
4. Produção escrita em língua inglesa.
5. Translinguagem / Práticas translíngues.
6. Literatura e o ensino de língua inglesa.
7. Leitura e compreensão de textos em língua inglesa.
8. Aspectos fonéticos e fonológicos da língua inglesa.
9. Aspectos lexicais da língua inglesa.
10. O papel da gramática no ensino da língua inglesa.
Observação: A prova didática deverá ser ministrada na língua
inglesa

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- CANAGARAJAH, AS. Translingual practice: global englishes and
cosmopolitan relations. New York: Routledge, 2013.
- COSSON, R. Letramento literário: teoria e prática. [2. ed.]. São Paulo, SP:
Contexto, 2014.
- CRISTÓFARO-SILVA. Pronúncia do Inglês para falantes do português
brasileiro – Os Sons. Belo Horizonte: FALE/UFMG, 2005.
- JORDÃO, CM; MARTINEZ, JZ; HALU, R. Formação 'desformatada': práticas
com professores de língua inglesa. Campinas, SP: Pontes, 2011.
- LADEFOGED, P. A Course in Phonetics. New York: Harcourt Brace –
Ivanovich Publishers, 1975. Language Files. (9 th Edition), The Ohio State
University, Department of Linguistics, 2004.
- LANKSHEAR, C; KNOBEL, M. New literacies: everyday practices and
classroom learning. 2nd ed. New York: Open University Press, 2009.
- LEWIS, M. The Lexical Aproach. England: LTP, 1993.
- LIMA, D de. Por que assim e não assado?: Aprenda a combinar as palavras
em inglês. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
- McCARTHY, M; O’DELL, F. English Collocations in Use. Cambridge
University Press, 2005.
- PAIVA, VLM de O e. Práticas de ensino e aprendizagem de inglês com foco
na autonomia. 2. ed. Campinas, SP: Pontes, 2007.
- PENNYCOOK, A. Critical applied linguistics: a critical introduction. Lawrence
Erlbaum, 2001.
- ROJO, RHR. Escol@ conectada: os multiletramentos e as TICs. São Paulo,
SP: Parábola, 2013.
- ROJO, RHR; MOURA, E. Multiletramentos na escola. São Paulo, SP:
Parábola, 2013.
- TAKAKI, NH; MACIEL, RF (Org.). Letramentos em terra de Paulo Freire. 2.
ed. Campinas, SP: Pontes, 2015.

(282) Linguística, Letras e Artes / Letras / Língua Portuguesa

Nº VAGAS REGIME DE TRABALHO CLASSE

1 Dedicação Exclusiva Adjunto A

Formação Exigida:
1. Graduação em: Licenciatura em Letras; e
2. Doutorado em: Área de Avaliação / Área Básica: Linguística e Literatura / Letras ou Linguística
ou Língua Portuguesa.

Edital CDR/PROGEP 0661029 SEI 23104.030198/2018-21 / pg. 40


PROGRAMA:
1. A teoria dos signos linguísticos na perspectiva saussuriana.
2. Gêneros textuais e discursivos e sua relevância para os professores de
línguas.
3. Linguagem e sociedade: norma, uso, variação e preconceito linguístico.
4. Descrição e análise fonética e fonológica no ensino da Língua Portuguesa.
5. Nas trilhas dos estudos semânticos e argumentativos.
6. A Linguística e o ensino da língua portuguesa.
7. O estudo da Gramática a partir de uma perspectiva de estudo dos fatos
da linguagem.
8 – Estudos do Letramento no processo de ensino e aprendizagem de
português língua materna.
9 – Teorias linguísticas e a formação do professor de português.
10 – Linguagem, língua e Linguística.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- ANTUNES, I. Muito além da gramática: por um ensino de línguas sem
pedras no caminho. São Paulo: Parábola Editoral. 2007.
- BAKHTIN, M. Estética da criação verbal. 6. ed. São Paulo: Martins Fontes,
2011.
- BENVENISTE, É. Problemas de Linguística Geral I, Trad,: M. da G. Novak,
M.L. Néri. Campinas Pontes, 1988.
- BORTONI-RICARDO, SM. Manual de Sociolinguística. São Paulo: Contexto,
2014.
- BORTONI-RICARDO, SM. Educação em língua materna: a sociolinguística
em sala de aula. São Paulo: Parábola, 2004.
- CAGLIARI, LC. Análise Fonológica. São Paulo: Mercado de Letras, 2002.
- CALVET, LJ. Sociolinguística: uma introdução crítica. 2ª.ed. SP: Parábola,
2004.
- CRISTÓFARO-SILVA, T. Fonética e Fonologia do Português. São Paulo:
Contexto, 2001.
- DOCROT, O. Estruturalismo e Linguística. São Paulo: Cultrix, 1968.
- FIORIN, JL. Elementos de análise do discurso. 2 ed. São Paulo: Contexto,
1990.
- FIORIN, JL (Org.). Introdução à Linguística I. Objetos teóricos. 4 ed. São
Paulo: Contexto, 2005.
- FIORIN, JL (Org.). Introdução à Linguística II. Princípios de análise. 5 ed.
São Paulo: Contexto, 2012.
- KOCH, IGV. Argumentação e linguagem. 13 ed. São Paulo: Cortez, 2011.
- LOPES, E. Fundamentos da linguística contemporânea. São Paulo: Cultrix,
2000.
- MAINGUENEAU, D. Análise de textos de comunicação. (Trad. Cecília P. de
Souza-e-Silva; Décio Rocha. São Paulo: Cortez, 2001.
- MARCUSCHI, LA. Produção textual, análise de gêneros e compreensão.
São Paulo: Parábola, 2008.
- MARTELLOTA, ME et ali (Orgs.). Manual de linguística. São Paulo: Contexto,
2016.
- MOLLICA, MC; BRAGA, ML (Orgs.) Introdução à sociolinguística: o
tratamento da variação. São Paulo: Contexto, 2003.
- MUSSALIM, F; BENTES, AC. Introdução à linguística: domínios e fronteiras.
Vol 2. 8 ed. São Paulo: Cortez, 2012.
- ROJO, RHR; MOURA, E. Multiletramentos na escola. São Paulo: Parábola,
2013.
- SAUSSURE, F de. Curso de linguística geral. 30. ed. São Paulo: Cultrix,
2001.

CPAN - Campus do Pantanal (Corumbá/MS)

(283) Linguística, Letras e Artes / Letras / Línguas Estrangeiras Modernas

Edital CDR/PROGEP 0661029 SEI 23104.030198/2018-21 / pg. 41


Nº VAGAS REGIME DE TRABALHO CLASSE

1 Dedicação Exclusiva Adjunto A

Formação Exigida:
1. Graduação em: Licenciatura em Letras; e
2. Doutorado em: Área de Avaliação / Áreas Básicas: Linguística e Literatura / Letras ou Línguas
Estrangeiras Modernas ou Linguística ou Linguística Aplicada.

PROGRAMA:
1. Fonética e Fonologia da Língua Inglesa: listening, writing, speaking,
reading.
2. Morfologia a Língua Inglesa: Tempos Verbais. Modal Verbs.
3. O Estágio na formação do professor de línguas estrangeiras.
4. Métodos e abordagens do ensino de língua inglesa.
5. Morfologia da Língua Inglesa: linking word.
6. História da Literatura de língua inglesa.
7. Aspectos da pronúncia da língua inglesa
8. Sintaxe da língua inglesa: frase, oração, período. Processos de
estruturação sitática.
9. Sitaxy: relative pronouns and clauses.
10. A literatura no ensino da língua inglesa.
OBS: Prova Didática realizada em Língua Inglesa.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- ALMEIDA FILHO, JCP. O professor de língua estrangeira em formação.
Campinas SP: Pontes e Artelíngua, 1999.
- BARNARD, R. A short history of English Literature. Oxford: Blackwell,
1984.
- BAUGH, A. - A Literary History of England, vols I, II e III; London;
Routledge & Kegan Paul, 1997.
- BROWN, H.D. Principles of language learning and teaching. 3. ed. New
Jersey: Prentice Hall, 1994.
- HANCOCK, M. English pronunciation in use. Cambridge: Cambridge
University, 2003.
- HEWINGS, M. Advanced grammar in use - a self-study reference and
practice book for advanced learners of English. Cambridge: Cambridge
University, 1999.
- KENWORTHY, J. Teaching English pronunciation. London: Longman, 1987.
- MILLER, J. An Introduction to English Syntax. Edinburgh: Edinburgh
University Press Ltd, 2006.
- MURPHY, R. English grammar in use. A self-study reference and practice
book for intermediate students. 2. ed. Cambridge: Cambridge University,
1991.
- PIMENTA, SG; LIMA, MSL. Estágio e docência. 7. ed. São Paulo: Cortez,
2012.
- PIMENTA, SG. O estágio na formação de professores: unidade teoria e
prática?. 10. ed. São Paulo: Cortez,2011.
- PONSONBY, How now, brown cow? Oxford: Pergamon, 1982.
- RICHARDS, JC; RODGERS, TS. Approaches and methods in language
teaching. 2ed. Language Teaching Library. Cambridge university Press,
2001.
- ROJO, R; MOURA, E (Org.). Multiletramentos na Escola. São Paulo:
Parábola Editorial, 2012.

(284) Ciências Biológicas / Botânica

Nº VAGAS REGIME DE TRABALHO CLASSE

1 Dedicação Exclusiva Adjunto A

Edital CDR/PROGEP 0661029 SEI 23104.030198/2018-21 / pg. 42


Formação Exigida:
1. Graduação: Licenciatura em Ciências Biológicas; e
2. Doutorado em: Área de Avaliação / Área Básicas: Biodiversidade / Botânica ou Fisiologia
Vegetal ou Ecologia ou Ecologia Aplicada.

PROGRAMA:
1. Nutrição mineral de plantas: Minerais no solo, mecanismos de absorção e
transporte iônico e metabolismo mineral;
2. Fotossíntese: Luz, pigmentos vegetais, fase fotoquímica e seus produtos,
fixação do carbono e vias metabólicas, C2, C3, C4 e CAM;
3. Auxinas, Citocininas, giberelinas, etileno e ácido abscísico: Histórico,
modo de ação, efeitos fisiológicos;
4. Do embrião à planta adulta: meristemas e sistemas de revestimento,
preenchimento e vascular.

5. Raiz: morfologia; estruturas primária e secundária; variações e
adaptações.

6. Caule: morfologia; estruturas primária e secundária; variações e
adaptações.

7. Folha: evolução, morfologia externa, estrutura anatômica básica e
variações relacionadas ao ambiente.
8. Ciclos biogeoquímicos.
9. Estrutura de comunidades: Riqueza, densidade e diversidade.
10. Sucessão ecológica em sistemas terrestres e aquáticos.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- APPEZZATO-DA-GLÓRIA, B; CARMELLO-GUERREIRO, SM. 2006. Anatomia
Vegetal. 2a. ed. Viçosa: UFV.
- BECK, CC. 2010. An introduction to plant structure and development –
Plant anatomy for the twenty-first century. Cam- bridge: Cambridge
University Press.
- BEGON, M; TOWNSEND, CR; HARPER, JL. 2007. Ecologia de Indivíduos a
Ecossistemas. 4ªed, Artmed, Porto Alegre.
- ESAU, K. 1974. Anatomia de plantas com sementes. Edgard Blücher. São
Paulo, 293p.
- ESTEVES, FA. 2011. Fundamentos de Limnologia. 3. ed. Rio de Janeiro:
Interciência. 826
- EVERT, RF. 2013. Anatomia das plantas de Esau - meristemas, células e
tecidos do corpo da planta: sua estrutura, função e desenvolvimento. São
Paulo: Edgard Blucher.
- FAHN, A. 1982. Anatomia Vegetal. Madrid: Pirámide.
- FERRI, MG. Fisiologia Vegetal. vol. 1. São Paulo: EPU & EDUSP, 1985. 362p.
- GONÇALVES, EG; LORENZI, H. 2007. Morfologia vegetal: organografia e
dicionário ilustrado de morfologia das plantas vasculares. Nova Odessa:
Instituto Plantarum de Estudos da Flora.
- HALL, DO; RAO, KK. Fotossíntese. São Paulo: EPU & EDUSP. 1980
- KERBAUY, GB (Coord). Fisiologia Vegetal, 2a Ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2008. 431p.
- LARCHER, W. Ecofisiologia vegetal. São Paulo: Rima Artes e Textos. 2000.
- LEINS, P; ERBAR, C. 2010. Flower and fruit: morphology, ontogeny,
phylogeny, function and ecology. Stuttgart: Schweizerbart Science
Publishers.
- LERSTEN, NR. 2004. Flowering plant embryology. Oxford: Blackwell
Publishing.
- MARENCO, RA; LOPES, NF. Fisiologia Vegetal, Editora UFV, Viçosa, 2005.
- MARSCHNER, H. Mineral nutrition of higher plants. San Diego: Academic
press. 1995. 916p.
- METCALFE, CR; CHALK, L. 1979. Anatomy of Dicotyledons. Vol. I. Oxford:
Claredon Press.
- METCALFE, CR; CHALK, L. 1983. Anatomy of Dicotyledons. Vol. II. Oxford:
Claredon Press.
- MORE, TC. Research Experiences in Plant Physiology. Springer-Verlag,
Berlin, 1974.

Edital CDR/PROGEP 0661029 SEI 23104.030198/2018-21 / pg. 43


- MUELLER-DOMBOIS, D; ELLEMBERG, H. Aims and methods of vegetation
ecology. New York: John Wiley; Sons, 1974.
- PRADO, RM. Nutrição de Plantas. São Paulo: Editora Unesp, 2008.
- RAVEN, PH; EVERT, RF; EICHHORN, SE. Biologia vegetal, 7a Ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2007. 830p.
- RICKLEFS, RE. 2010. A Economia da Natureza. 6ª ed. Editora Guanabara
Koogan, Rio de Janeiro.
- RUDALL, P. 1992. Anatomy of flowering plants. Cambridge: Cambridge
University Press.
- SALISBURY, FB; Ross, CW. Plant Physiology. Belmont: Wadsworth Pub.
Co., 1992. 682p.
- SILVERTOWN, JW; DOUST, JL. Introduction to plant population ecology.
Oxford: Blackwell Sci. Ltda, 2000.
- SIMPSON, MG. 2010. Plant systematics. San Diego: Academic Press.
- SOUZA, LA. 2006. Anatomia do fruto e da semente. Ponta Grossa: UEPG.
- TAIZ, L; ZEIGER, E. Fisiologia Vegetal, 5a Ed. Porto Alegre: ArtMed, 2013.
918p.

(285) Ciências Humanas / Psicologia / Psicologia Social

Nº VAGAS REGIME DE TRABALHO CLASSE

1 Dedicação Exclusiva Adjunto A

Formação Exigida:
1. Graduação em: Psicologia; e
2. Doutorado em: Áreas de Avaliação / Áreas Básicas: Psicologia / Psicologia ou Psicologia Social;
ou Antropologia / Antropologia; ou interdisciplinar / Sociais e Humanidades; ou Ciência Política e
Relações Internacionais / Ciência Política; ou Sociologia / Sociologia; ou Educação / Educação ou
Ensino-Aprendizagem; ou Serviço Social / Serviço Social ou Serviço Social Aplicado ou
Fundamentos do Serviço Social;

PROGRAMA:
1. Psicologia como ciência: aspectos históricos e epistêmicos;
2. Psicologia e sociedade: campos de atuação na psicologia
3. Processo de desinstitucionalização da política de saúde mental brasileira;
4. Análise Institucional: conceitos, pesquisa e intervenção psicossocial;
5. Psicologia e Processos Grupais: perspectivas teóricas
6. Psicologia Social e sociedade globalizada;
7. Psicologia Social no Brasil e na América Latina;
8. Psicologia da Personalidade: aspectos históricos e conceituais;
9. A psicologia como prática político-social;
10. Campos de atuação da psicologia nas políticas públicas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- ABRANTEWS, AA; SILVA, NR; MARTINS, STF. Método histórico-social na
psicologia social. Petrópolis: Vozes, 2005 – p. 25-51.
- ACHAR, R (Org.) Psicólogo brasileiro: práticas emergentes e desafios para
a formação. São Paulo: Casa do Psicólogo, 1994.
- ANDALÓ, CSA. Mediação grupal: uma leitura histórico-cultural. São Paulo:
Ágora, 2006.
- ANTUNES, MAM. Historia da psicologia no Brasil : primeiros ensaios. Rio de
Janeiro: UERJ; BRASÍLIA: Conselho Federal de Psicologia, 2004.
- BAREMBLITT, G (org.) Compendio de análise institucional. Rio de Janeiro:
Rosa do Tempo, 1992.
- BION, WR. Experiências com grupos. 2a ed., Rio de Janeiro: Imago; São
Paulo: EDUSP. 1975.
- BYINGTON, C. Dimensões simbólicas da personalidade. São Paulo: Ática.
1987.
- CAMPOS, RHF; GUARESCHI, PA (Orgs.) Paradigmas em psicologia social: A
perspectiva latino-americana. Petrópolis: Vozes, 2000.

Edital CDR/PROGEP 0661029 SEI 23104.030198/2018-21 / pg. 44


- CARTWRIGHT, D; ZANDER, A. Dinâmica de grupo: pesquisa e teoria. São
Paulo: Editora Herder, 1969.
- CHAVES, JC. Psicologia Social e políticas públicas: contribuições e
controvérsias. São Paulo: PUC Editora , 2012.
- Duarte, N (Org.). Crítica ao fetichismo da individualidade. Campinas, SP:
Autores Associados, 2004.
- FADIMAN, J; FRAGER, R. Teorias da personalidade. São Paulo:Harbra,
1986.
- FIGUEIREDO, LCM; SANTI, PL.R. Psicologia: uma (nova) introdução. São
Paulo: EDUC, 1997.
- FIGUEIREDO, LCM. Matrizes do pensamento psicológico. Petrópolis:
Vozes, 2008.
- FOUCAULT, M, Vigiar; Punir: História da violência nas prisões. Petrópolis:
Vozes, 2002.
- FREIRE, IR. Raízes da Psicologia. Petrópolis, RJ: Vozes, 1997.
- GENTILLI, P(Org). A Cidadania Negada: políticas de exclusão na educação
e no trabalho. São Paulo: - Cortez; Buenos Ayres: CLACSO, 2002.
- GONÇALVES, MGM. Psicologia, subjetividade e políticas públicas. São Paulo:
Cortez, 2017.
- GUZZO, RSL; LACERDA JR, F. Psicologia Social para a América Latina: o
resgate da psicologia da libertação. Campinas: Alínea, 2009.
- HALL, CS; LINDZEY, G. Teorias da personalidade. Porto Alegre: Artmed,
2000.
- JACÓ-VILELA, AM; FERREIRA, AAL; PORTUGAL, FT (orgs.). História da
Psicologia: rumos e Percursos. Rio de Janeiro: NAU Ed., 2005.
- JAPIASSU, H. Introdução à epistemologia da psicologia. Rio de Janeiro:
Imago, 1982.
- L’ABBATE, S. Análise institucional e saúde coletiva. São Paulo: Hucitec,
2016.
- LANE, STM; CODO, W (Org.). Psicologia social: O homem em movimento,
1985.
- MINICUCCI, A. Dinâmica de Grupo: teorias e sistemas. 2 ed. São Paulo:
Atlas, 1987.
- NICÁCIO, F (org.) Desinstitucionalização. São Paulo: Hucitec, 1990
- PICHÓN-RIVIERE, E. O processo grupal. 7. ed. São Paulo: Martins Fontes,
2005.
- SÈVE, L. Marxismo e a teoria da personalidade. Lisboa: Livros Horizonte,
VOL. I, II e III, 1979.
- VIGOTSKI, LS. Teoria e método em psicologia. São Paulo: Martins Fontes,
1996.

(286) Ciências Exatas e da Terra / Ciência da Computação

Nº VAGAS REGIME DE TRABALHO CLASSE

1 Dedicação Exclusiva Adjunto A

Formação Exigida:
1. Graduação em: Ciência da Computação ou Engenharia da Computação ou Sistemas de
Informação ou Análise de Sistemas ou Engenharia de Software; e
2. Doutorado em: Áreas de Avaliação / Áreas Básicas: Ciência da Computação / Ciência da
Computação ou Sistema de Computação ou Engenharia de Software; ou Comunicação e
Informação / Ciência da Informação; ou Engenharia IV / Engenharia Elétrica.

PROGRAMA:
1. Algoritmos Recursivos;
2. Algoritmos de Ordenação;
3. Algoritmos gulosos;
4. Correção de Algoritmos;
5. Estruturas de Dados Elementares: listas, filas e pilhas;
6. Tabelas de Dispersão;
7. Árvores Binárias de Busca;

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8. Árvores Balanceadas: AVL, Árvores Rubro-negras, B-Árvore;
9. Processamento de Cadeias: Busca de Padrão e Compactação de Dados;
10. Crescimento e Notação Assintótica de Funções.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- CORMEN, T; LEISERSON, C; RIVEST, R; STEIN, C. Algoritmos: Teoria e
Prática. Editora Campus, 2012.
- SZWARCFITER, J; MARKENZON, L. Estruturas de Dados e Seus
Algoritmos. 3. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2010.
- SEDGEWICK, R; WAYNE, K. Algorithms. Addison-Wesley, 2011.
- ZIVIANI, N. Projeto de Algoritmos: com Implementação em Pascal e C. 3.
ed., Cengage Learning, 2012.
- WIRTH, N. Algoritmos e estrutura de dados. Rio de Janeiro, RJ: LTC, 2009.
255p.

CPTL - Campus de Três Lagoas (Três Lagoas/MS)

(288) Ciências da Saúde / Medicina / Clínica Médica

Nº VAGAS REGIME DE TRABALHO CLASSE

3 20 horas semanais Auxiliar com Especialização

Formação Exigida:
1. Graduação em: Medicina; e
2. Residência Médica em Clínica médica reconhecida pelo MEC ou Residência Médica em Medicina
da Família e Comunidade ou Certificado de Especialista em Clínica Médica ou Certificado de
Especialista em Medicina da Família e Comunidade emitidos pelo Conselho Regional de Medicina -
CRM

PROGRAMA:
1. Anamnese e Exame físico Geral;
2. Propedêutica do Coração;
3. Propedêutica do Aparelho Respiratório;
4. Propedêutica da Dor;
5. Propedêutica da Febre;
6. Fisiopatologia da Hipertensão Arterial Sistêmica;
7. Insuficiencia Cardíaca Congestiva;
8. Obesidade e Diabetes Melitus – fisiopatologia e diagnóstico;
9. Organização e Funcionamento do Sistema Único de Saúde;
10. Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica e Asma - Fisiopatologia.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- GOLDMANN, L; AUSIELLO, D. Cecil: Tratado de Medicina Interna. 23ºed.
Editora Elsevier, 2009.
- PORTO, CC. Semiologia Médica. Guanabara Koogan, 5º Ed. 2005.
- LOPEZ, M; MEDEIROS, JL. Semiologia Médica: as Bases do Diagnóstico
Clínico. Revinter, 5º ed. 2004.
- SWARTZ, MH. Tratado de Semiologia Médica: História e Exames Clínicos.
Elsevier, 5º Ed, 2006.
- Ministério da Saúde, Pacto pela Saúde, Portaria nº 399, GM de 22/02/06,
Brasília, 2006. - CAMPOS, GWS (org) – Tratado de Saúde Coletiva,
Ed.Hucitec/Ed. Fio Cruz, SP- RJ, 2007.
- Diretrizes Curriculares. CNE/CES nº3 – 20 julho de 2014.
- BERBEL, NAN. As metodologias ativas e a promoção da autonomia de
estudantes. DOI: 10.5433/1679-0359.2011v32n1p25. Semina: Ciências
Sociais e Humanas, Londrina, v. 32, n. 1, p. 25-40, jan./jun. 2011.
- ARAÚJO, EU; SASTRE, G (orgs.) Aprendizagem Baseada em Problemas no
ensino superior. São Paulo: Summus, 2009.

Edital CDR/PROGEP 0661029 SEI 23104.030198/2018-21 / pg. 46


- BERBEL, NAN (org) Metodologia da Problematização. Fundamentos e
Aplicações. Londrina: UEL, 1999.

(289) Ciências da Saúde / Medicina / Saúde Materno-Infantil (Pediatria)

Nº VAGAS REGIME DE TRABALHO CLASSE

4 20 horas semanais Auxiliar com Especialização

Formação Exigida:
1. Graduação em: Medicina; e
2. Residência Médica em Pediatria reconhecida pelo MEC ou Certificado de Especialista em
Pediatria emitido pelo CRM.

PROGRAMA:
1. Anamnese e Exame Físico na Criança;
2. Amamentação;
3. Desenvolvimento Pondero-Estatural na Criança;
4. Doenças exantemáticas.
5. Imunização na Infância;
6. Recepção ao Recém Nato na Sala de Parto;
7. Pneumonias na infância;
8. Desnutrição na Infância;
9. Doenças alérgicas na Infância;
10. Anemias carenciadas na infância.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
1 - BEHRMAN, R. et. al. Nelson: Tratado de Pediatria. 20 ed Rio de Janeiro,
2017.
2 - Sociedade Brasileira de Pediatria. Tratado de Pediatria. 4 ed. São Paulo.
Ed Manole 2017..
3 - MARCONDES, E. Pediatria Geral e Neonatal. Editora Sarvier, Rio de
Janeiro, 2002.

(290) Ciências da Saúde / Medicina / Cirurgia

Nº VAGAS REGIME DE TRABALHO CLASSE

2 20 horas semanais Auxiliar com Especialização

Formação Exigida:
1. Graduação em: Medicina; e
2. Residência Médica em Cirurgia Geral reconhecida pelo MEC ou Certificado de Especialista em
Cirurgia Geral emitido pelo CRM

PROGRAMA:
1. Resposta metabólicas e endócrinas ao paciente cirúrgico.
2. Infecções, antibioticoprofilaxia e antibióticoterapia em cirurgia.
3. Cuidados pré e pós-operatórios.
4. Propedêutica do Abdome.
5. Abdome Agudo Não Traumático.
6. Atendimento inicial ao Politraumatizado.
7. Operações Fundamentais
8. Cicatrização
9. Cirurgia das Hérnias.
10. Cirurgia Ambulatorial.

Edital CDR/PROGEP 0661029 SEI 23104.030198/2018-21 / pg. 47


BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- Manual ATLS – 10º edição – American College of Surgeans.
- NETTER. Atlas de Anatomia Humana. Porto Alegre, Artmed.
- TOWNSEND, C; BEAUCHAMP, DS; EVERS, M.; MATTOX, K. Sabiston
Tratado de Cirurgia, 19º ed – Brasil 2014.

(291) Ciências da Saúde / Medicina / Clínica Médica (Ginecologia e


Obstetrícia)

Nº VAGAS REGIME DE TRABALHO CLASSE

3 20 horas semanais Auxiliar com Especialização

Formação Exigida:
1. Graduação em: Medicina; e
2. Residência Médica em Ginecologia/Obstetrícia reconhecida pelo MEC ou Certificado de
Especialista em Ginecologia/Obstetrícia emitido pelo CRM

PROGRAMA:
1. Anatomia, histologia e Fisiologia do Sistema Genital Feminino;
2. Semiologia Ginecológica e Obstétrica;
3. Assistência Pré-Natal;
4. Assistência ao Trabalho de Parto;
5. Alterações Fisiológicas e Psicológicas da Gestação;
6. Puerpério e Aleitamento Materno;
7. Doença Sexualmente Transmissível;
8. Planejamento Familiar;
9. Promoção à saúde da mulher;
10. Sangramento uterino disfuncional.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- BASTOS, AC. Ginecologia infanto-juvenil. 2º edição, Editora Roca. - HALBE,
HW. Tratado de Ginecologia. 3º ed. São Paulo. Editora Roca.
- NEME, B. Obstetrícia básica. 2º edição. Editora Sarvier.
- REZENDE, J. Obstetrícia. 8º edição. Editora Guanabara Koogan.
- NETTER. Atlas de Anatomia Humana. Porto Alegre, Artmed. - GRAY, H.
Anatólia. 29º edição, Rio de Janeiro. Editora Guanabara Koogan.

(292) Ciências da Saúde / Medicina / Clínica Médica (Cardiologia)

Nº VAGAS REGIME DE TRABALHO CLASSE

1 20 horas semanais Auxiliar com Especialização

Formação Exigida:
1. Graduação em: Medicina; e
2. Residência Médica em Cardiologia reconhecida pelo MEC ou Certificado de Especialista em
Cardiologia emitido pelo CRM

PROGRAMA:
1. Hipertensão arterial sistêmica
2. Insuficiência cardíaca congestiva
3. Miocardiopatias
4. Pericardiopatias
5. Valvopatias
6. Síndrome metabólica
7. Doença coronariana aguda

Edital CDR/PROGEP 0661029 SEI 23104.030198/2018-21 / pg. 48


8. Doença coronariana crônica
9. Arritmias cardíacas/Síncope
10. Febre Reumática/Endocardite Infecciosa

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- BRAUNWALD. Tratado de doenças cardiovasculares. 9. ed. Rio de Janeiro,
RJ: Elsevier Saunders, 2013. 2v.
- BARBOSA, MM; PAOLA, AAV; GUIMARÃES, JI. Cardiologia: Livro-texto da
Sociedade Brasileira de Cardiologia. Manole 2011.
- SOCIEDADE DE CARDIOLOGIA DO ESTADO DE SÃO PAULO. Tratado de
cardiologia SOCESP. 2. ed. Barueri, SP: Manole, 2009. 2 v.
- MOFFA, PJ; SANCHES, PCR. Eletrocardiograma: uma abordagem didática.
Roca 2010.
- MOFFA, PJ; TRANCHESI, J. Eletrocardiograma: normal e patológico. 7. ed.
São Paulo: Rocca, 2001.

(293) Ciências da Saúde / Medicina / Clínica Médica (Dermatologia)

Nº VAGAS REGIME DE TRABALHO CLASSE

1 20 horas semanais Auxiliar com Especialização

Formação Exigida:
1. Graduação em: Medicina; e
2. Residência médica em Dermatologia reconhecida pelo MEC ou Especialista em Dermatologia,
reconhecido pela Associação Médica Brasileira e registrado no Conselho Regional de Medicina; e
Registro Profissional no Conselho Regional de Medicina.

PROGRAMA:
1. Doenças Infectoparasitárias da Pele: Hanseníase; Micoses: Ceratofitoses,
Dermatofitoses, Candidíase Cutâneo-Mucosa; Leishmaniose Tegumentar;
Tuberculose Cutânea; Ectoparasitoses;
2. Dermatoviroses: Herpes-Simples, Herpes-Zóster, Vírus Epstein-Barr,
Pitiríase Rósea de Gilbert, Papilomavírus Humano (HPV), Molusco
Contagioso, Acrodermatite Papulosa Infantil;
3. Farmacodermias: Exantema Induzido por Drogas, Urticária e
Angioedema, Eritema Pigmentar Fixo, Vasculite por Hipersensibilidade;
Eritema Polimorfo (Eritema Multiforme), Síndrome de Stevens-Johnson e
Necrólise, Epidérmica Tóxica (Síndrome de Lyell);
4. Dermatites Eczematosas: Dermatite Atópica (Eczema Atópico), Dermatite
de Contato (Eczema Atópico), Eczema Numular (Eczema Discoide),
Dermatite de Estase, Eczema Desidrótico (Pompholyx), Eczema Seborreico,
Eczema Asteatótico;
5. Dermatites Eritematodescamativas e Papulares: Psoríase, Líquen Plano,
Líquen Nítido, Líquen Simples;
6. Dermatoses Bolhosas Crônicas (Buloses): Pênfigo Vulgar, Pênfigo
Foliáceo, Penfigoide Bolhoso, Dermatite Herpetiforme;
7. Oncologia Dermatológica: Fotodermatoses, Lesões Cutâneas Pré-
Cancerígenas, Câncer de Pele Não Melanoma, Nevos, Melanoma;
8. Acne Vulgar e Rosácea (“Acne Rosácea”), Rinofima;
9. Lesões Vasculares em Pediatria; Pelagra;
10. Manifestações cutâneas das Doenças sistêmicas.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- Atlas de Dermatologia: da Semiologia ao Diagnóstico (Luna Azulay,
Aguinaldo Bonalumi, David Rubem Azulay e Fabiano Leal; Elsevier; 1ªEd.,
atualizada e revisada 2010).
- Cecil, Tratado de Medicina Interna, 24ª Ed., 2012.
- Harrison Medicina Interna, 19ª Ed., 2015.
- Sampaio, SAP, Rivitti, EA. Manual de Dermatologia Clínica, Artes Médicas,
1a Ed., 2014.
- Rook’s Textbook of Dermatology, 9ª Ed., 2016.

Edital CDR/PROGEP 0661029 SEI 23104.030198/2018-21 / pg. 49


(294) Ciências da Saúde / Medicina / Cirurgia (Otorrinolaringologia)

Nº VAGAS REGIME DE TRABALHO CLASSE

1 20 horas semanais Auxiliar com Especialização

Formação Exigida:
1. Graduação em: Medicina; e
2. Residência Médica em Otorrinolaringologia reconhecida pelo MEC ou Certificado de Especialista
em Otorrinolaringologia emitido pelo Conselho Regional de Medicina.

PROGRAMA:
1. Anatomofisiologia dos órgãos envolvidos em Otorrinolaringologia;
2. Fisiopatologia da audição;
3. Exame otorrinolaringológico;
4. Clínica das afecções comuns em Otorrinolaringologia;
5. Disfonias;
6. Respirador Bucal: causas e consequências;
7. Rinossinusites agudas e Crônicas;
8. Rinite alérgica e Rinites crônicas;
9. Urgências em Otorrinolaringologia;
10.Deficiência auditiva.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- HUNGRIA, H. Otorrinolaringologia. 8ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2000.
- CAMPOS, CA; COSTA, HOO. Sociedade Brasileira de Otorrinolaringologia.
Tratado de Otorrinolaringologia. São Paulo: Roca, 2002.
- LOPES FILHO, OC; CAMPOS, CA. Tratado de Otorrinolaringologia. São
Paulo: Roca, 1994.
- LOPES FILHO, OC; CAMPIOTTO, AR; REDONDO, MC; LEVY, C; ANELLI-
BASTOS, W. Tratado de Fonoaudiologia. 2ª ed. Ribeirão Preto: Tecmed,
2005.
- Brandão, LG. Cirurgia de Cabeça e Pescoço. São Paulo: Roca, 1989.
- LOPES FILHO, OC; BUSSOLOTI FILHO, I. Anatomofisiologia Clínica e
Cirúrgica do Nariz e Cavidades Paranasais. São Paulo: Fundação Byk, 1998.

(295) Ciências da Saúde / Medicina / Radiologia Médica

Nº VAGAS REGIME DE TRABALHO CLASSE

1 20 horas semanais Auxiliar com Especialização

Formação Exigida:
1. Graduação em: Medicina; e
2. Residência médica em Radiologia e Diagnóstico por Imagem, reconhecido pelo MEC; ou
Certificado de especialista em Radiologia e Diagnóstico por Imagem, emitido pelo Conselho
Regional de Medicina;

PROGRAMA:
1. Técnicas avançadas de imagem diagnóstica;
2. Radiologia: torácica, abdominal e do trato alimentar, geniturinária e
cardiovascular;
3. Mamografia;
4. Radiologia músculo esquelética;
5. Neurorradiologia;
6. Medicina nuclear;
7. Ultra‐sonografia: de glândulas, abdominal, pélvica e gestacional;
8. Tomografia computadorizada;

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9. Ressonância magnética;
10. O uso de contrastes.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- BIASOLI, A. Técnicas radiográficas. Rio de Janeiro: Rubio, 2006.
- BONTRAGER, KL. Técnica radiológica e base anatômica. 4. ed. Rio de
Janeiro: Guanabara koogan, 1999.
- BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA
SANITÁRIA. Portaria 453/98 – Diretrizes de proteção radiológica em
radiodiagnóstico médico e odontológico. Diário Oficial da União, Brasília, 02
junho 1998.
- CASTRO JR. A; ROSSI, G; DIMENSTEIN, R. Guia Prático em Medicina
Nuclear: a instrumentação. 2 ed., ENAC: São Paulo. 2004.
- DUARTE, DL. A mama em imagens. Rio de Janeiro: Guanabara, 2006 8.
HENEINE, I.F. Biofísica Básica. 2 ed. Rio de Janeiro: Atheneu, 391 p. 2010.
- JUHL, JH; CRUMMY, AB; KUHLMAN, JE. Interpretação radiológica - Paul
&Juhl. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan, 2000.
- OTTO, CM. Fundamentos de ecocardiografia clínica. 3ed São Paulo:
Elsevier, 2005.
- PRANDO, A; MOREIRA, F. Fundamentos de radiologia e diagnóstico por
imagem. Rio de Janeiro: Elservier, 2007.
- PRANDO, A. A ultrassonografia na prática. São Paulo: Sm&a, 1999.
- RUMACK, CM. et al. Tratado de ultra-sonografia diagnóstica. 3ed. São
Paulo: Elsevier, 2006
- WEISSLENDER, R; REUMONT, M; WITTENBERG, J. Introdução ao
diagnóstico por imagem. 2.ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2004.

(296) Ciências Biológicas / Fisiologia / Fisiologia dos Órgãos e Sistemas


(Fisiologia Humana)

Nº VAGAS REGIME DE TRABALHO CLASSE

1 Dedicação Exclusiva Adjunto A

Formação Exigida:
1. Graduação: Medicina ou Enfermagem ou Fisioterapia ou Biomedicina ou Farmácia ou Farmácia
e Bioquímica; e
2. Doutorado em: Área de Avaliação / Áreas Básicas: Ciências Biológicas II / Fisiologia ou Fisiologia
Geral ou Fisiologia dos Órgãos e Sistemas

PROGRAMA:
1. Fisiologia humana do sistema nervoso central;
2. Fisiologia humana da contração muscular;
3. Fisiologia humana renal;
4. Fisiologia humana do sistema cardiovascular;
5. Fisiologia humana do sistema respiratório;
6. Fisiologia da reprodução humana;
7. Distúrbios do equilíbrio ácido-base;
8. Fisiologia do aparelho digestivo humano;
9. Fisiologia do sistema endócrino humano;
10. Modalidades de metodologia ativa de aprendizado na formação médica
da atualidade;

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- BARRET, KE; BARMAN, SM; BOITANO, S. Fisiologia Médica de Ganong. 24
ed. Porto Alegre, RS: Artmed, 2014.
- GUYTON, A; HALL, JE. Tratado de Fisiologia Médica. 12 ed. Rio de Janeiro,
RJ: Guanabara Koogan, 2011.
- KOEPPEN, BM; STANTON, BA; BERNE, RM; LEVY, MN. Fisiologia. 6 ed. Rio
de Janeiro, RJ: Elsevier, 2009.

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- MURRAY, RK. Bioquímica Ilustrada de Harper (Lange). 29ª ed. Porto
Alegre: McGraw-Hill, 2013. 832 p.
- NELSON, DL; COX, MM. Princípios de bioquímica de Lehninger. 6a Ed.
Porto Alegre, RS: Artmed, 2014. 1273p.
- VOET, D; VOET, J. Fundamentos de Bioquímica. 4ª ed. Porto Alegre:
Artmed, 2014. 1200 p. - Diretrizes Curriculares. CNE/CES nº3 - 20 julho de
2014.
- BERBEL, NAN. As metodologias ativas e a promoção da autonomia de
estudantes. DOI: 10.5433/1679-0359.2011v32n1p25. Semina: Ciências
Sociais e Humanas, Londrina, v. 32, n. 1, p. 25-40, jan./jun. 2011.
- ARAÚJO, UE; SASTRE, G (orgs).. Aprendizagem Baseada em Problemas no
ensino superior. São Paulo: Summus, 2009.
- BERBEL, NAN (org.). Metodologia da Problematização. Fundamentos e
Aplicações. Londrina: UEL, 1999.
- ANASTASIOU, LGC; ALVES, LP. Processos de ensinagem na universidade.
10 ed. Ed. Univille, 2012.

(305) Ciências Humanas / Educação (Educação Especial)

Nº VAGAS REGIME DE TRABALHO CLASSE

1 Dedicação Exclusiva Adjunto A

Formação Exigida:
1. Graduação em: Pedagogia; E
2. Doutorado em: Área de Avaliação / Áreas Básicas: Educação / Educação ou Educação Especial

PROGRAMA:
1. Representações sociais e deficiência: o desafio da diferença significativa
na escola;
2. A educação especial no Brasil: marcos conceituais, históricos e
educacionais;
3. Políticas públicas em educação especial: avanços e dificuldades;
4. Necessidades educacionais especiais no ambiente escolar;
5. Educação inclusiva: conceitos, preceitos, desafios e possibilidades;
6. A organização dos sistemas educacionais frente às práticas inclusivas;
7. O papel da educação especial na perspectiva da educação inclusiva:
reflexões sobre os atendimentos educacionais especializados;
8. Planejamento: métodos e técnicas de ensino na educação especial;
9. Principais recursos e equipamentos utilizados no trabalho desenvolvido
com esse alunado na escola e/ou nas instituições especializadas;
10. Política da Educação especial: entre a legislação e as práticas no
ambiente educativo.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- AQUINO, JG (Org.). Diferenças e preconceito na escola: alternativas
teóricas e práticas. São Paulo: Summus, 1998.
- ARANTES, VA (Org.). Inclusão escolar: pontos e contrapontos. São Paulo,
SP: Summus Editorial, 2006.
- ARAÚJO, RCT. Significado de recursos adaptados utilizados em educação
de deficientes físicos. 1998.90f. Tese. (Doutorado em Educação) -
Faculdade de Filosofia e Ciências, Universidade Estadual Paulista. Marília,
1998.
- BRASIL. Coordenadoria Nacional para Integração de pessoas Portadoras
de Deficiências. Declaração de Salamanca e Linhas de ação sobre
necessidades educacionais especiais. Brasília: MEC, 1994.
- BRASIL. Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Fixa as Diretrizes e
Bases da Educação Nacional. Disponível em:
http://portal.mec.gov.br/seesp/.
- BRASIL. Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da
Educação Inclusiva. 2008. Disponível em:
http://www.portal.mec.gov.br/seesp.
- CAIADO, K. R. M. Convenção internacional sobre direitos das pessoas com

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deficiência: destaques para o debate sobre a educação. In: BARRETO,
MASC; VIEIRA, AB; MARTINS, IOR (Org.). Diversidade e inclusão na
educação do campo: povos, territórios, movimentos sociais, saberes da
terra, sustentabilidade. Vitória, ES: UFES, 2010.
- CARVALHO, RE. Escola inclusiva: a reorganização do trabalho pedagógico.
Porto Alegre, RS: Mediação, 2004.
- GARCIA, RMC. Políticas públicas de inclusão: uma análise do campo da
educação especial brasileira. 2004. 227 f. Tese (Doutorado em Educação).
Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2004.
- JANNUZZI, GM. A educação do deficiente no Brasil: dos primórdios ao
século XXI. Campinas, SP: Autores Associados, 2004.
- MANTOAN, MTE (Org.). O desafio das diferenças nas escolas. Petrópolis,
RJ: Vozes, 2008.
- OLIVEIRA, AAD; LEITE, LP. Escola inclusiva e as necessidades educacionais
especiais. In: E. J. Manzini (Org). Educação Especial: temas atuais. Marília:
SP: UNESP.

(306) Engenharias / Engenharia de Produção / Gerência de Produção


(Planej, Projeto e Controle de Sistemas de Produção)

Nº VAGAS REGIME DE TRABALHO CLASSE

1 Dedicação Exclusiva Adjunto A

Formação Exigida:
1. Graduação em: Engenharia de Produção; e
2. Doutorado em: Área de Avaliação / Área Básica: Engenharia III / Engenharia de Produção ou
Engenharia Mecânica

PROGRAMA:
1. Controle da Qualidade Total – fundamentos e implementação – TQC.
2. Ferramentas para o controle e melhoria da qualidade.
3. Auditoria e certificação do sistema da qualidade.
4. Gestão de estoques: classificação, avaliação e sistemas de reposição.
5. Logística empresarial e estratégias de distribuição.
6. Armazenagem e movimentação de materiais.
7. Métodos de produção MRP e just-in-time.
8. Sistemas produtivos e Estratégia Produtiva.
9. Suprimentos.
10. Gerência de Produção.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- CORRÊA, HL; CORRÊA, CA. Administração de Produção e Operações. 3.
ed. Atlas: São Paulo, 2012.
- BALLOU, HR. Logística empresarial. Atlas: São Paulo, 1999.
- BALLOU, HR. Gerenciamento da cadeia de suprimentos/logística
empresarial. 5. ed. Bookman: São Paulo, 2006.
- BOWERSOX, D; CROSS, D; COOPER, M. Gestão da cadeia de suprimentos.
Elserver-Campus: São Paulo, 2008.
- CHING, HY. Gestão de estoques na cadeia de logística integrada. Atlas: São
Paulo, 2001.
- CARPINETTI, LCR. Gestão da Qualidade – Conceitos e Técnicas. Atlas: São
Paulo, 2012.
- GODINHO, MF; FERNANDES, FCF. Planejamento e Controle da Produção.
Dos fundamentos ao essencial. Atlas: São Paulo, 2010.

(307) Ciências Sociais Aplicadas / Administração / Ciências Contábeis


(Contabilidade Geral)

Nº VAGAS REGIME DE TRABALHO CLASSE

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1 Dedicação Exclusiva Adjunto A

Formação Exigida:
1. Graduação em: Bacharelado em Ciências Contábeis; e
2. Doutorado em: Áreas de Avaliação/ Áreas Básicas: Administração Pública e de Empresas,
Ciências Contábeis e Turismo / Administração de Empresas ou Administração ou Ciências
Contábeis; ou Engenharias III / Engenharia de Produção

PROGRAMA:
1. A arbitragem contábil.
2. A perícia contábil: conceitos, tipos, formas e finalidade
3. Práticas de Governança Corporativa
4. Demonstrações Contábeis em Ambiente Internacional
5. Balanced Scorecard.
6. Instrumentos de Gestão de Controladoria
7. Sistemas de apoio a decisão.
8. Tópicos em gerenciamento dos sistemas: integração, segurança,
controle.
9. Ativo ambiental; Passivo ambiental; Receita ambiental
10. Custo ambiental

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- ORNELAS, MMG de. Perícia Contábil. 5ª ed. São Paulo: Atlas, 2011.
- ALBERTO, VLP. Perícia Contábil, 3ª ed. São Paulo: Atlas, 2002.
- GUILHERME, LF do V de A. Manual de Arbitragem, 3ª. ed. São Paulo:
Saraiva, 2012.
- COSTA, FM da; CARVALHO, LN; LEMES, S. Contabilidade Internacional:
aplicação das IFRS 2005. 3. tir. São Paulo: Atlas, 2006. 274 p
- INTERNATIONAL ACCOUNTING STANDARDS COMMITTEE. Normas
internacionais de contabilidade 2001: texto completo de todas as normas
internacionais de contabilidade e interpretações do SIC existentes em 1º de
janeiro de 2001. São Paulo: IBRACON, 2002. 1248 p.
- CATELLI, A (coord.). CONTROLADORIA: UMA ABORDAGEM DA GESTÃO
ECONÔMICA - GECON. 2ª Ed. São Paulo: Atlas, 2001.
- SCHMIDT, P; SANTOS, JL dos. Fundamentos de Controladoria. Volume 17 -
Coleção de Resumos de Contabilidade. São Paulo: Atlas, 2006.
- OLIVEIRA, LM de; PEREZ JR, JH; SILVA, CA dos S. CONTROLADORIA
ESTRATÉGICA. 5 ed. São Paulo: Atlas, 2009
- CASSARRO, AC. Sistemas de Informação para tomada de decisões. São
Paulo: Pioneira. 2003.
- OLIVEIRA, D de PR de. Sistemas de informações gerenciais: estratégicas,
práticas e operacionais. São Paulo: Atlas, 2005.
- STAIR, RM; REYNOLDS, GW. Princípios de sistemas de informação: uma
abordagem gerencial. São Paulo: LTC. 2002.
- FERREIRA, AC de S. Contabilidade ambiental: uma informação para o
desenvolvimento sustentável. São Paulo: Atlas, 2003.
- RIBEIRO, M de S. Contabilidade ambiental. São Paulo: Saraiva, 2005.
- TINOCO, JEP; KRAEMER, EP. Contabilidade e gestão ambiental. São Paulo:
Atlas, 2004.
- INTERNACIONAL ACCOUNTING STANDARDS COMMITTEE. International
Financial Reporting Standards 2009: bound volume. London: IASB, 2009.

CPAR - Campus de Paranaíba (Paranaíba/MS)

(278) Engenharias / Engenharia de Produção / Gerência de Produção

Nº VAGAS REGIME DE TRABALHO CLASSE

1 Dedicação Exclusiva Adjunto A

Formação Exigida:

Edital CDR/PROGEP 0661029 SEI 23104.030198/2018-21 / pg. 54


1. Graduação em: Engenharia de Produção; e
2. Doutorado em: Áreas de Avaliação / Áreas Básicas: Engenharia III/ Engenharia de Produção;
ou Administração Pública e de Empresas, Ciências Contábeis e Turismo / Administração ou
Administração de Empresas.

PROGRAMA:
1. Estratégia e Planejamento na Gestão da Produção e Operações;
2. O Planejamento Mestre da Produção e Operações;
3. O Planejamento e Controle na Gestão da Produção e Operações;
4. O Projeto de Sistemas de Produção e Operações;
5. O Processo de Produção e Operações;
6. A Estratégia e o Planejamento na Cadeia de Suprimentos/Logística;
7. Transportes, redes e tecnologias de informação na Cadeia de
Suprimentos/Logística;
8. Organização e Controle da Cadeia de Suprimento/Logística Reversa;
9. Gestão de Estoques;
10. Gestão de Compras.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- BALLOU, RH. Gerenciamento da cadeia suprimentos/logística empresarial.
5. ed. Tradução por Raul Rubenich. Porto Alegre: Bokman, 2006.
- CHOPRA, S; MEINDL, P. Gerenciamento da cadeia de suprimentos:
estratégia, planejamento e operação. 6. ed. São Paulo: Pearson, 2016.
- DIAS, MAP. Administração de materiais: uma abordagem logística. 6. ed.
São Paulo: Atlas, 2015.
- MARTINS, PG; ALT, PRC. Administração de materiais e recursos
patrimoniais. São Paulo: Saraiva, 2004.
- MOREIRA, DA. Administração da produção e operações. 2. ed. São Paulo:
Cengage Learning, 2008.
- POZO, H. Administração de recursos materiais e patrimoniais. 2. ed. São
Paulo: Atlas, 2002.
- SLACK, N; CHAMBERS, S; JOHNSTON, R. Administração da produção.
Atlas: 4. ed. São Paulo. 2015.
- TUBINO, DF. Planejamento e controle da produção: teoria e prática. 3. ed.
São Paulo: Atlas, 2017.
- VIANA, JJ. Administração de materiais: um enfoque prático. São Paulo:
Atlas, 2009.

CPCS - Campus de Chapadão do Sul (Chapadão do Sul/MS)

(311) Ciências Agrárias / Engenharia Agrícola / Construções Rurais e


Ambiência (Desenho Técnico e Estruturas da Madeira)

Nº VAGAS REGIME DE TRABALHO CLASSE

1 Dedicação Exclusiva Adjunto A

Formação Exigida:
1. Graduação em: Agronomia ou Engenharia Agrícola; e
2. Doutorado em: Área de Avaliação / Área Básica: Ciências Agrárias I / Agronomia

PROGRAMA:
1. Normas usadas em desenho técnico
2. Elaboração de Projeto Arquitetônico
3. Materiais usados em construções rurais
4. Resistência dos materiais
5. Construção de Edificações Rurais
6. Eletrificação Rural
7. Ambiência Rural

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8. Propriedades físico-químicas da Madeira
9. Propriedades mecânicas da Madeira
10. Dimensionamento de Estruturas de Madeira

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Norma NBR-6230:
Ensaios físicos e mecânicos da madeira.
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. Norma NBR-7190/82,
NB-11: Cálculo de execução de estrutura de madeira.
- MICELI, MT; FERREIRA, P. Desenho Técnico Básico. 4.ed. Rio de Janeiro: Ao
Livro Técnico, 2010. 143p.
- PEREIRA, MF. Construções rurais. São Paulo: Nobel, 1986. 330p.
- PETRUCCI, EGR. Materiais de Construção. 10.ed. São Paulo: Globo, 1995.
435p.
- SILVA, A; RIBEIRO, CT; DIAS, J; SOUSA, L. Desenho Técnico Moderno.
4.ed. Rio de Janeiro: LTC, 2006. 475p.

CPNV - Campus de Naviraí (Naviraí/MS)

(279) Ciências Humanas / Educação (Métodos e Técnicas de Ensino-


Educação Pré-Escolar)

Nº VAGAS REGIME DE TRABALHO CLASSE

1 Dedicação Exclusiva Adjunto A

Formação Exigida:
1. Graduação em: Licenciatura em Pedagogia; e
2. Doutorado em: Áreas de Avaliação / Áreas Básicas: Educação / Educação; ou Ensino / Ensino
ou Ensino de Ciências e Matemática.

PROGRAMA:
1. As Origens e os Espaços da Educação Infantil: Aspectos Históricos e
Legais;
2. Formação e Identidade Profissional do Professor de Educação Infantil;
3. Cuidar e Educar na Educação Infantil;
4. O Papel do Estágio na Formação e Atuação do Professor de Educação
Infantil;
5. A Criança e o Brincar no Processo de Ensino e Aprendizagem;
6. A Matemática na Educação Infantil;
7. Números e Operações nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental;
8. Pensamento Geométrico nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental;
9. Pensamento Algébrico nos Anos Iniciais do Ensino Fundamental;
10. Tendências em Educação Matemática.

BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
- ARIÈS, P. História social da criança e da família. Trad. Dora Flaksman. 2.
ed. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1981.
- CANAVARRO, AP. O pensamento algébrico na aprendizagem da
Matemática nos primeiros anos. Quadrante, Vol. XVI, Nº 2, 2007.
- FIORENTINI, D; MIORIM, MÂ; MIGUEL, A. Contribuição para um
Repensar...a Educação Agébrica Elementar. Pro-posições. Vol. 4. N. 1. [10],
março, 1993.
- GUIMARÃES, D. Relações entre bebês e adultos na creche: o cuidado
como ética. São Paulo: Cortez, 2011.
- KAMII, C. A criança e o número: implicações educacionais da teoria de
Piaget para a educação junto a escolares de 4 a 6 anos. 5. ed. Campinas:
Papirus, 1986.
- KISHIMOTO, TM. O brincar e suas teorias. São Paulo: Pioneira Thomson
Learning, 2002.

Edital CDR/PROGEP 0661029 SEI 23104.030198/2018-21 / pg. 56


- KUHLMANN JR, M; FREITAS, MC de (Orgs.). Os intelectuais na história da
infância. São Paulo: Cortez, 2002.
- NACARATO, AM; PASSOS, CLB. A Geometria nas séries iniciais: uma análise
sob a perspectiva da prática pedagógica e da formação de professores. São
Carlos: EdUFSCar, 2003.
- NUNES, T; CAMPOS, TMM; MAGINA, S; BRYANT, P. Educação Matemática:
números e operações numéricas. São Paulo: Cortez, 2005.
- ONGARI, B; MOLINA, P. A educadora de creche: construindo suas
identidades. São Paulo: Cortez, 2003.
- PIROLA, NA. Ensino e aprendizagem da Geometria no contexto da
alfabetização matemática. Salto para o futuro, V. 7, 2014.
- _____. Práticas de ensino de Geometria: algumas experiências com o
desenvolvimento da movimentação e localização de pessoas/objetos no
mundo físico. Salto para o futuro, V. 7, 2014.
- ROCHA, EAC. A Pedagogia e a Educação infantil. Revista Brasileira de
Educação. São Paulo: Anped, n. 16, p. 27-34, jan./abr., 2001.
- ROSEMBERG, F. Organizações multilaterais, Estado e políticas de educação
infantil. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, n. 115, p. 25-64, 2002.
- SMOLE, KCS. A Matemática na Educação Infantil: a teoria das inteligências
múltiplas na prática escolar. Porto Alegre: Artmed, 2003.

CARMEM BORGES ORTEGA


PRÓ-REITORA DE GESTÃO DE PESSOAS

Documento assinado eletronicamente por Carmem Borges


Ortega, Pró-Reitor(a), em 03/08/2018, às 18:22, conforme
horário oficial de Mato Grosso do Sul, com fundamento no art. 6º,
§ 1º, do Decreto nº 8.539, de 8 de outubro de 2015.

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