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Os batistas brasileiros, a pouco tempo, descobriram as doutrinas reformadas e a importância

das confissões de fé, especialmente as de 1644 e 1689. Me sinto alegre e louvo ao nosso
Senhor Cristo. Subscrever as cinco solas e os cinco pontos do calvinismo é essencial para a
vitalidade de nossas igrejas, afinal, os dez pontos são a verdade evangélica. Entretanto, me
preocupa o modo como os batistas tem se emaranhado nas cosmovisões modernas que são
estranhas aos nossos distintivos. Carregando o nome de “cosmovisões reformadas” ou
“cosmovisão reformada”, versões espúrias de cosmovisão têm levado batistas a posições que
deturpam diretamente a natureza da igreja, batismo e mesa da comunhão do Senhor. Há
confusão entre “cosmovisão pedobatista” e “cosmovisão reformada”. Nossa tradição batista
jamais confundiu o reino de Deus com o reino comum dos homens, como os pedobatistas
fazem. Mas também rejeitou a dicotomia agostiniana da Cidade de Deus e Cidade dos
homens, bem como a dicotomia Luterana. A ideia de apenas um reino cósmico é inerente
ao pedobatismo presbiteriano. Para eles, a natureza da igreja visível é como o campo que há
joio e trigo. Para os batistas, o campo não é a igreja visível, mas o mundo. Os pedobatistas
aceitam tanto a igreja visível quanto o reino de Deus formados por uma substância mista.
Nas palavras de Hodge, “Não é propósito divino que a Igreja visível sobre a terra consista
exclusivamente dos verdadeiros crentes. [...] Nosso Senhor expressamente proíbe a tentativa [de
identificar os falsos crentes]. Ele compara seu reino externo, ou Igreja visível, a um campo no qual o
joio e trigo crescem juntos. Ele proibiu seus discípulos de tentar separá-los, uma vez que não podiam,
em todos os casos, distinguir um do outro”. Quanto ao reino de Deus, Berkhof diz: “Como a Igreja
visível, o Reino também participa das imperfeições Às quais o mundo pecaminoso o expõe”. E dessa
proposição surge a ideia de Igreja Nacional. Todavia, a Escritura é clara: “porque o Reino de
Deus não é comida nem bebida, mas justiça [imputada por Deus], e paz [obtida pelo sangue de Cristo],
e alegria [pela salvação] no Espírito Santo. - Romanos 14:17”. “Ao que respondeu: Porque a vós
outros é dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas àqueles não lhes é isso concedido. (12) Pois
ao que tem se lhe dará, e terá em abundância; mas, ao que não tem, até o que tem lhe será tirado. -
Mateus 13:11-12”. E, ainda, “A isto, respondeu Jesus: Em verdade, em verdade te digo que, se
alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus. - João 3:3”. É possível um batista
conceber a ideia de um reino de Deus escatológico formado por não regenerados? Eu
respondo negativamente essa pergunta!

Convoco os irmãos batistas, a partir destes resumos abaixo, à busca de nossa herança batista
sobre cosmovisão. Oro para que Deus levante tradutores, mestres e doutores interessados
em resgatar estes ensinos. Homens como Hanserd Knollys, Abraham Booth, Isaac Backus e
Daniel Merrill precisam ser ouvidos. Não se deixem levar pelo canto da sereia, ele é atraente,
mas seu final é a morte espiritual (secularização).
Espero que este pequeno artigo seja útil
para edificação dos meus irmãos batistas
Em nosso Senhor Cristo; Renan Abreu
30 de Setembro de 2018.
ISAAC BACKUS
Isaac Backus nasceu em 9 de Janeiro de 1724, na cidade de Norwich, Connecticut, Estados
Unidos e morreu em 20 de Novembro de 1806, em Middleborough, Massachusetts. Sua
família era congregacionalista, presenciou o grande avivamento que estava ligado a
Jonathan Edwards e George Whitefield, a Revolução Americana, e, de acordo com alguns
historiadores, teve influências da declaração de direito americana e seu pensamento. Foi
membro da New Light Church, uma igreja separatista. Começou a pregar no ano de 1746
em Connecticut e foi ordenado em 1748 de uma congregação em Massachusetts. Envolveu-
se em controvérsias, especialmente, contra o batismo infantil. Backus também organizou a
igreja batista em Middleborough, e ali serviu como pastor até sua morte. Alguns consideram
Backus o pai dos batistas americanos, apesar de Roger Williams ser considerado em grande
estima. A ele foi imputado a tarefa de restauração dos princípios calvinistas e de separação
entre igreja e estado que foram perdidos desde os tempos de Roger Williams. Nesta época,
a Teologia Pactual mais popular da Nova Inglaterra ensinava que qualquer pessoa poderia
fazer parte do Pacto de Graça. Segundo os pedobatistas, infantes poderiam fazer parte da
igreja visível. Para Backus, a Aliança da Graça foi estabelecida apenas com os regenerados
e somente eles poderiam entrar para a igreja visível através do batismo. Essa era a diferença
principal entre reino do céu e o reino universal (reino comum dos homens). O reino do céu
é exclusivo àqueles que nasceram de novo; nascimento não do sangue ou vontade humana,
mas do Espírito Santo. O governo dos dois reinos é de Deus, entretanto, o modo de
administração é diferente. A origem do reino do céu, o tempo, o modo de crescimento e o
objetivo final são distintos do reino comum dos homens. Este pertence a todos, aquele
somente aos regenerados. Isso, contudo, não implicava na ausência da Escritura e orações
na vida comum dos homens. Backus queria mostrar a necessidade de direcionar nossos
esforços para o crescimento do Reino do céu utilizando as regras corretas que Cristo
ordenou: “Mateus 28:19 Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em
nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo;” e “2 Timóteo 4:1-2 Conjuro-te, perante Deus
e Cristo Jesus, que há de julgar vivos e mortos, pela sua manifestação e pelo seu reino: (2)
prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a
longanimidade e doutrina.”. Uma nação que contém regenerados não implanta o reino do
céu com armas terrenas, mas somente com a pregação do reino. E, por sua vez, a pregação
do reino dará bons frutos no reino comum.

The kingdom of God, described by his word (um resumo)

1. Depois de anular o pacto da circuncisão, Cristo deu ordenou a proclamação do Reino do


céu a pessoas crentes. Aos 12 apóstolos, encarregou a tarefa de proclamar a mensagem
do reino, inicialmente, apenas às ovelhas perdidas de Israel. Após a ressurreição Jesus
ordenou que fizessem discípulos em todas as nações.
2. O reino de Deus transforma o coração dos pecadores. Quando a luz chegou ao seu
próprio povo eles não o receberam. Mas todos quanto o receberam deu-lhes o poder de
serem filhos de Deus. Todos aqueles que nele creram para a salvação em seu nome
tiveram os corações transformados. Nascido não da carne, mas Deus. As igrejas
nacionais pensam que o reino de Deus vem pelo direito sanguíneo. Mas, a fé vem pelo
ouvir e ouvir a palavra de Deus e é por meio da fé que se entra no reino de Deus.

3. Ele também não é comida ou bebida, mas justiça, paz e alegria no Espírito Santo – Rm
10.17; 14.1-17. A vida piedosa é de muito proveito para todas as coisas, inclusive para a
proclamação do evangelho. O fato de orarmos pelos magistrados não implica que eles
devem apoiar a religião pela força. Aqueles que não possuem fé, ainda que influenciados
pela boa palavra cristã, são todos cegos para as verdades da mediação de Cristo. Is 56.9-
12

4. O governo da igreja é distinto do governo do mundo. O reino de Jesus não era desse
mundo, ele mesmo afirmou isso diante de Pilatos. Em matéria de consciência devemos
nos submeter ao governo desse mundo – a medida que age justamente. Aquela grande
comissão, após ressuscitar, Cristo entregou aos regenerados. Mas, a Escritura também
afirmou que nos últimos dias escarnecedores, traidores e homens que tendo forma de
bondade, mas negando a Cristo 2Tm 3.1-5 se multiplicariam. Eles, se possível fosse,
enganariam até mesmo os escolhidos.

5. O reino de Deus é semelhante a um homem que semeou a boa semente de trigo. Vindo
o inimigo durante a noite semeou também sementes de joio em seu terreno. O que semeia
a boa semente é Jesus Cristo, o que semeia o joio é Satanás. O campo é o mundo, as boas
sementes os filhos do Reino. É impossível retirar do mundo os filhos de Satanás sem
arrancar com eles os santos de Deus. A ceifa é o fim do mundo e os ceifeiros os anjos.

6. O reino de Deus também significa a sua vinda no último dia, quando virá para julgar
com justiça.

7. É impossível para o homem desfrutar do Reino de Deus, entretanto, para Deus não há
nada impossível. É impossível convencer os homens que Jesus é Deus, mas para Deus
tudo é possível. O Espírito Santo convenceu em um único dia três mil almas. Quando
convencido pelo Espírito, o pecador é então enxertado na igreja.

8. Somente os regenerados são a nação santa, o povo escolhido. Quem não recebe o reino
de Deus como uma criança não entrará nEle.

DANIEL MERRILL
Seguindo os passos de Isaac Backus, o pastor batista Daniel Merrill, que havia sido educado
como pedobatista congregacionalista, iniciou uma série de sermões e escritos sobre o Reino
de Deus. Merrill, ainda como pastor congregacionalista, decidiu estudar sobre a
controvérsia do batismo infantil. Ele pretendia responder e apontar os erros dos
credobatistas. Depois de árduo trabalho chegou a conclusão que o batismo infantil era
insustentável. Daniel Merrill mostrou que a formulação da doutrina do reino tem ligações
bem definidas com as doutrinas da natureza da igreja, comunhão, batismo e disciplina.
Também contribuiu para a distinção entre Igreja e Estado. Se houver uma falha na natureza
da igreja e do estado, logo se confundirá o reino do céu e, por consequência, o magistrado
civil perseguirá, como tirano, os cidadãos do reino. Há diferenças entre o reino do mundo
(que é governado e preservado por Deus por meio do magistrado civil) e o reino do céu (que
é governado por Deus de modo salvífico)

The Kingdom Of God (um resumo)

1. O Reino do céu está progredindo e crescendo. Isso começou a partir de um grão como o
de mostarda que um homem plantou em seu campo. Quando cresceu, se tornou uma
grande árvore. Este reino, de fato, foi o menor de todos os reinos em sua origem. Ele será
o maior de todos os reinos e encherá toda a terra.

2. É semelhante ao fermento que foi escondido por três medidas de farinha, mas que fez
levedar toda a massa. Nenhuma oposição pode impedir o fermento de se levedar. Todos
os reis se dobrarão diante do Senhor. Todas as nações o servirão.

3. O reino do céu é, em valor, inestimável. Não há meios para adquirir esse reino, senão,
abandonando e vendendo tudo aquilo que possui.

4. Este reino é como uma rede lançada ao mar que apanha todos os tipos de peixes. Todos
os seus membros são peixes; professam o nome de Jesus e se arrependem dos seus
pecados.

5. Os sujeitos desse reino, em questões civis, são submissos ao magistrado civil. Mas, em
questões de religião, não possuem nenhum outro legislador senão Jesus Cristo e não se
submeterão a nenhum outro.

6. Este reino é semelhante aos outros reinos. Possui seu código e uma lei ara naturalizar os
estrangeiros. Desse modo, o número de habitantes pode ser aumentado. Os estrangeiros
devem:

a. Perceber sua própria justa condenação

b. Confessar total incapacidade para ajudar a si mesmo

c. Aceitar que a graça de Deus deve ajuda-lo em tudo

7. Não é possível obter cidadania no reino de Deus por qualquer outro caminho. O caráter
moral das pessoas que vivem no reino do céu, portanto, marcado pelos seguintes atos:
a. Ouvem Jesus Cristo

b. São ensinados por Deus

c. Procuram e devem conhecer o Senhor, desde o menor ao maior.

d. Devem receber o batismo e se tornar discípulos e receber o batismo

8. Este reino, embora seja um reino de justiça e governado pelo príncipe da paz, tem
ocasionado muito desconforto entre os homens. Os inimigos deste reino, diante do
grande desconforto, e, para livrar-se de sua influência ou muda-lo ao seu gosto,
sustentam que sua ascensão é antiga. Alguns moveram a ascensão do reino do céu para
os dias de Adão.

9. Nenhum dos rivais do reino do céu está inclinado a datar sua origem além do que os
dias de Abraão. Para acomodá-lo às suas superstições, deram-lhe m começo mundano.
Assim eles afirmam a origem do reino de Deus 2000 anos antes de existir. O reino não
começou com Abraão, seu filho Ismael e mais 318 homens treinados e nascidos em sua
casa. Isso não se parece com sua origem como grão de mostarda.

10. O profeta Daniel explicou que após os quatro reinos surgiria um reino para todo sempre
e que seria de eternidade em eternidade. Ele não definiu o dia, mês e ano, mas sabemos
de muitos fatos importantes:

a. O reino não havia sido inaugurado até o momento da profecia de Daniel. Essa
profecia está a 1200 anos depois de Abraão. Além disso, os reinos não serão
suplantados pelo reino do céu, mas serão despedaçados, segundo a profecia.

b. João Batista viria a fim de preparar o caminho para o senhor. O reino de Deus
estava próximo na época de João Batista, porém, ainda não estabelecido.
Estava a porta.

c. O início do ministério de Jesus, nosso Senhor ensinou que “o reino de Deus


está próximo”. O reino ainda não havia sido estabelecido.

d. Após João ser preso e decapitado, Jesus reuniu os doze discípulos e os enviou
para proclamar a mensagem do reino. Neste momento a violência dos judeus
cresceu e tomou forma. O modo de agir foi sistematizado e tornou-se padrão
até os dias de hoje.

e. Jesus ordenou seus discípulos que não entrassem nas casas dos samaritanos,
mas que fossem às ovelhas perdidas de Israel dizendo: “o reino do céu
chegou”. Mt 11.12 revela, portanto, como a sistematização contra o reino se
iniciou. Ou seja, a partir do momento em que o caminho começou a ser
preparado para o reino, a resistência se organizou.
f. A violência do reino dos homens contra o reino de Deus é o indicativo das
gênesis do reino de Deus.

11. Daniel afirma que ele viria em sua extensão como uma pedra cortada, sem uso de mãos,
de uma montanha. Assim como uma grande montanha cobre toda a terra, seu reino se
estenderá sobre toda terra. A glória desse reino deve se estender como as águas cobrem
o mar. Devemos orar pela expansão desse reino porque:

a. A medida que o reino se expande Deus é glorificado no céu e na terra. Quando


o redentor deste reino nasceu, uma miríade de anjos cantou: “Glória a Deus
nas alturas”. Cada alma que o Redentor salva é levada a um lugar para louvá-
lo. A medida que os pecadores são regenerados o coro de louvor cresce.

b. A medida que o reino cresce, traz sobre a terra a paz. Não há paz para os
ímpios, eles são como o oceano bravio. Cristo apaziguará os ventos em seu
reino porque o seu reino é de paz. Os homens deste mundo falam de paz,
porém, a paz entre eles jamais triunfará.

c. A medida que o reino de deus cresce, a vontade do Senhor Deus é mostrada


aos homens. O evangelho pregado expõe os erros e as perversidades dos falsos
deuses. Deus, entretanto, retira o pecador do império das trevas e o transporta
para seu reino de luz; o reino do seu Filho amado. Todas as religiões deste
mundo de agora, salvo a religião de Jesus Cristo, são meras superstições;

d. A medida que o reino cresce, as abominações da grande Meretriz serão


expostas; aquela que propaga o falso cristianismo; aquela igreja espúria que
propaga fornicações será desolada. Suas filhas, as igrejas nacionais, que se
denominam protestantes, têm praticado as mesmas idolatrias; diferem no
grau de crueldade, mas ainda perseguem as verdadeiras igrejas de Jesus
Cristo. A revolução francesa e o surgimento de Napoleão foram julgamento
de Deus a estas nações, Beberam suas porções do cálice.

e. Quanto mais o reino avançar, mais gritos de júbilo e alegria o exército do


Senhor se ouvirá.

f. Devemos orar pela vinda do reino porque na consumação, toda terra se


encherá da glória do Senhor, as guerras cessarão e o reino e domínio deverá
ser entregue aos santos. A pedra cortada da montanha finalmente quebrará os
pés da imagem – conforme Daniel profetiza – e o ferro, prata, bronze e barro
serão despedaçados e a pedra que feriu a imagem tornar-se-á uma grande
montanha. Tudo que não é deste reino do céu: nações, povos e línguas;
perecerão.

12. Algumas aplicações:


a. Os magistrados civis não devem ter vergonha ou medo de orar pela extensão
do reino do céu, nem de se juntar a ele.

b. Nenhum magistrado civil tem liberdade para interpor sua autoridade ou


legislatura nas coisas que pertencem ao reino de Deus.

c. Não é o pregador que deve ensinar o magistrado como legislar, mas, deve
ensiná-los a buscar o reino de Deus acima de todas as outras coisas e, então,
tornar-se-ão sábios para governar os homens. Nem mesmo Moisés ousou
interpor um estatuto ou um ato na teocracia judaica. Como servo, apenas
repetiu para Arão e o povo as ordens de Deus. Um homem não pode legislar
o reino de Deus. O pregador, dentro dos limites, pode dizer se os atos ou
legislações daquele magistrado diz respeito ao reino dos céus. Isso porque os
documentos estatais não podem ser poluídos com as pretenciosas audácias
dos homens para fazer cumprir ou retificar as leis do céu.

d. Todo magistrado civil e opressor deste reino comum será envergonhado por
causa das suas hipocrisias e falsas sabedorias. A maldade dos seus corações
será exposta.

e. Ninguém é inocentemente ignorante sobre o reino de Deus. Que Deus tem o


direito de estabelecer e prescrever como o seu reino deveria crescer, todas
sabem. Deus escolheu inserir em seu reino piedosos regenerados. Ele
primeiramente escolheu os doze e ordenou que fossem, fizessem discípulos e
batizassem.

f. O reino de Deus nunca precisará de armas ou forças seculares para o


crescimento e proteção.

g. Todo cidadão do reino do céu tem seus direitos civis em comum com
quaisquer outros cidadãos. Eles devem dar a César o que é de Cesar.

h. Muitos professores públicos da religião cristã estão familiarizados com o reino


de Deus. Eles ouviram sobre o reino, mas se contaminaram com a Mãe das
meretrizes. Eles têm olhos, mas não vem, são fariseus obstinados.

i. Nenhuma pessoa ou sociedade pode reclamar por direitos do reino de Deus


se não estiver disposto a se juntar a ele. A única coisa indispensável para
qualquer indivíduo é o Espírito do reino de Deus.