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Pessoas sem ouvido para música dizem que todas têm o mesmo som, mas os amantes de

Bach, Handel, Beethoven e Brahms sabem que são diferentes. Do mesmo modo, aqueles
que carecem de discernimento espiritual ou conhecimento factual, ou de ambos,
dizem-nos que as religiões do mundo são todas a, mesma coisa, e que uma é tão boa
quanto a outra, de forma que não importa a qual você pertença. Contudo, eles também
estão errados, como os cristãos claramente percebem. A figura de Jesus Cristo, como
retratada na história do Evangelho e exposta no restante do Novo Testamento, é sem
paralelo. Um homem como Jesus, que agiu à semelhança de Deus feito carne; que falou
de si mesmo como o Filho de Deus; que identificou-se como o futuro Juiz do mundo e
árbitro do destino de toda criatura; que depois de ser crucificado, ressuscitou dos
mortos, deixando o sepulcro vazio e as mortalhas de lado, e reuniu-se outra vez com
os discípulos; que tendo entrado no mundo por concepção e nascimento milagrosos, e
realizado aqui um ministério de milagres, indo ao ponto de ressuscitar mortos, foi
visto deixar este mundo numa ascensão milagrosa; e cujos discípulos, por dois mil
anos, têm estado certos de que Ele realmente participa da vida deles, na proporção
que eles experimentam a vida dEle; nenhum outro líder religioso e nenhuma outra
experiência religiosa jamais se tornaram remotamente como esta! Como fé
fundamentada em fatos sobrenaturais e como relação única e transformadora de vida
com seu singular Fundador Divino, o cristianismo é verdadeiramente uma religião sem
igual. Este fato está além de disputa. Hoje em dia, a incomparável glória de Cristo
e seu ministério em favor dos que confiam nEle, têm de ser ressaltada
constantemente; pois este nosso mundo repleto de religiões está atravessando um mal
pedaço por não saber distinguir as diferenças que as coisas possuem.

J. I. Packer