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Física das Radiações AULA 01-04 Msc. Tnr. Daiane Cristini Tecn. Aline Rodrigues São Paulo 2017

Física das Radiações

AULA 01-04

Msc. Tnr. Daiane Cristini Tecn. Aline Rodrigues São Paulo 2017

alinegoncalves@uni9.pro.br

Cronograma semestral

História dos Raios X

Modelos Atômicos

Átomo:

Núcleo atômico

Eletrosfera

Energia

Radiações Ionizantes e Não-Ionizantes

Produção de Raios X

Interação da Radiação com a Matéria

Qualidade dos raios X

Radioatividade

Decaimento radioativo

• Interação da Radiação com a Matéria • Qualidade dos raios X • Radioatividade • Decaimento

Átomo

Essencialmente o átomo consiste de um núcleo bastante pequeno, com carga elétrica positiva,

e onde está a maior parte da massa do átomo. Ao redor desse núcleo está uma configuração de partículas com carga elétrica negativa, denominada elétrons.

com carga elétrica negativa , denominada elétrons. Núcleo O núcleo do átomo é formado por: prótons

Núcleo

O núcleo do átomo é formado por: prótons, que portam carga elétrica positiva, e os nêutrons, que não contêm carga elétrica, sendo portanto

neutros.

, que portam carga elétrica positiva, e os nêutrons , que não contêm carga elétrica, sendo

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Átomo

Como o átomo é eletricamente neutro, o número de prótons no núcleo é igual ao número de elétrons que giram em torno do núcleo.

ao número de elétrons que giram em torno do núcleo. Neste exemplo, a estrutura atômica é

Neste exemplo, a estrutura atômica é constituída por nove prótons e oito

elétrons. Na natureza, os íons positivos

se ligam a íons negativos de modo que as cargas elétricas sejam anuladas.

elétrons. Na natureza, os íons positivos se ligam a íons negativos de modo que as cargas

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Átomo

Como é um átomo, seu núcleo e eletrosfera ?
Como é um átomo,
seu núcleo e
eletrosfera
?

Modelos Atômicos: Contexto Histórico

Século V A.C.: A (não)-tomo (cortado)= menor parte indivisível da matéria;

tomo (cortado)= menor parte indivisível da matéria; • 1803 , John Dalton: Átomo ainda indivisível ,

1803, John Dalton: Átomo ainda indivisível , diferente para cada elemento químico; átomo com ganchos e argolas (ligações

químicas).

Modelos Atômicos: Contexto Histórico

Modelos Atômicos: Contexto Histórico • 1803 John Dalton: átomo como uma bola maciça • 1903 Hantaro

1803 John Dalton: átomo como uma bola maciça

1903 Hantaro Nagaoka: modelo “saturno” núcleo grande positivo.

1904 J.J. Thomson: Modelo “pudim com passas”;

1909 Rutherford: Núcleo compacto, elétrons orbitando distantes;

1913 Niels Bohr: Distribuição eletrônica e níveis de energia;

1932 James Chadwick: Descoberta do nêutron. Modelo atômico

‘definitivo’.

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Modelos Atômicos: Contexto Histórico

1803 John Dalton

Modelos Atômicos: Contexto Histórico 1803 John Dalton 1903 H. Nagaoka 1904 J.J. Thomson 1909 Rutherford: 1913
Modelos Atômicos: Contexto Histórico 1803 John Dalton 1903 H. Nagaoka 1904 J.J. Thomson 1909 Rutherford: 1913

1903 H. Nagaoka

Modelos Atômicos: Contexto Histórico 1803 John Dalton 1903 H. Nagaoka 1904 J.J. Thomson 1909 Rutherford: 1913

1904 J.J. Thomson

Modelos Atômicos: Contexto Histórico 1803 John Dalton 1903 H. Nagaoka 1904 J.J. Thomson 1909 Rutherford: 1913
Modelos Atômicos: Contexto Histórico 1803 John Dalton 1903 H. Nagaoka 1904 J.J. Thomson 1909 Rutherford: 1913

1909 Rutherford:

Modelos Atômicos: Contexto Histórico 1803 John Dalton 1903 H. Nagaoka 1904 J.J. Thomson 1909 Rutherford: 1913
Modelos Atômicos: Contexto Histórico 1803 John Dalton 1903 H. Nagaoka 1904 J.J. Thomson 1909 Rutherford: 1913

1913 Bohr

Modelos Atômicos: Contexto Histórico 1803 John Dalton 1903 H. Nagaoka 1904 J.J. Thomson 1909 Rutherford: 1913
Modelos Atômicos: Contexto Histórico 1803 John Dalton 1903 H. Nagaoka 1904 J.J. Thomson 1909 Rutherford: 1913

Modelo Atômico atual: N. Bohr J. Chadwick

Modelo Atômico atual: N. Bohr – J. Chadwick 9
Modelo Atômico atual: N. Bohr – J. Chadwick 9

Relação: Eletrosfera X Núcleo

Relação: Eletrosfera X Núcleo O raio do núcleo é 10 mil vezes menor que o raio

O raio do núcleo é 10 mil vezes menor que o raio do

átomo, mas contém mais de 99,9 % da massa deste átomo!!

Relação: Elétrons x Prótons x Nêutrons

Relação: Elétrons x Prótons x Nêutrons 11
Relação: Elétrons x Prótons x Nêutrons 11

Relação: Elétrons X Prótons

O elétron é a menor partícula atômica.

Relação: Elétrons X Prótons O elétron é a menor partícula atômica. 12
Relação: Elétrons X Prótons O elétron é a menor partícula atômica. 12

Relação: Elétrons X Prótons

Elétron
Elétron

Próton

Eletrosfera

Estrutura de camadas eletrônicas: 7 camadas: K, L, M, N, O, P, Q.

de camadas eletrônicas: 7 camadas: K, L, M, N, O, P, Q. Nº da Nome da

Nº da

Nome da

Nº de

Camada

Camada

elétrons

1

K

2

2

L

8

3

M

18

4

N

32

5

O

32

6

P

18

7

Q

2-8

Elétrons nas camadas mais externas possuem maior energia de ligação!

Eletrosfera

Camada de valência: Última camada eletrônica de um átomo.

Elementos estáveis quimicamente (pouco reativos) possuem 8 elétrons da ultima camada. Ex.: Gases nobres.

um átomo. Elementos estáveis quimicamente (pouco reativos) possuem 8 elétrons da ultima camada. Ex.: Gases nobres.

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Eletrosfera

Estrutura de camadas eletrônicas: 7 camadas: K, L, M, N, O, P, Q.

Exemplos:

H (hidrogênio) nº de é = 1

K (potássio) nº de é = 19

K=1

K = 2

L=8

M = 8

N = 1

Be (berílio) nº de é = 4

K = 2

L = 2

Zr (zircônio) nº de é = 40

K = 2

L = 8

M = 18

N = 10

O = 2

Eletrosfera e os Níveis de Energia

Energia de ligação: A firmeza do vínculo de um elétron em sua eletrosfera é chamada de energia de ligação do elétron.

Quanto mais perto o elétron está do núcleo atômico

Elétrons na camada K, são mais ligados do que elétrons na camada L

maior

é a energia de ligação.

Tungstênio W:

CAMADA

Nº DE ELÉTRONS

ENERGIA DE LIGAÇÃO DO

ELÉTRON

K

2

69,5 eV

L

8

12,1

M

18

2,8

N

32

0,60

O

12

0,08

P

2

------

Eletrosfera e os Níveis de Energia

Na eletrosfera, os elétrons giram em torno do núcleo ocupando o que chamamos de NÍVEIS DE ENERGIA.

Estes níveis variam para cada elemento químico!

Nas camadas, os elétrons se movem e quando passam de uma camada para outra absorvem ou liberam energia.

Íons

O átomo que possui p + = e - , ou seja, o número de prótons igual ao número de elétrons é eletricamente neutro.

Se o átomo tiver elétrons a mais ou a menos, então não será mais um átomo neutro. Este átomo passará a ser chamado de ÍON.

ÁTOMO NEUTRO PERDE GANHA ELÉTRONS ELÉTRONS
ÁTOMO
NEUTRO
PERDE
GANHA
ELÉTRONS
ELÉTRONS

Íons

Íon positivo (+) doa elétrons íon cátion. Ex. Na + Íon negativo (-) recebe elétrons íon ânion. Ex. Cl -

Em geral, átomos de metal tendem a perder

elétrons, e átomos de elementos não-metais

tendem a ganhar elétrons.

Tabela Periódica: Dmitri Mendeleev

Tabela Periódica: Dmitri Mendeleev 21
Tabela Periódica: Dmitri Mendeleev 21

21

Tabela Periódica:

Colunas Grupo A

Elemento Químico é o conjunto de todos os átomos com o mesmo número atômico (Z).

Colunas Grupo A

Colunas Grupo B
Colunas Grupo B

Tabela Periódica:

Linhas: Nº de linhas indicam o nº de camadas eletrônicas Colunas Grupo A: Nº da coluna inicia o nº de elétrons na última camada!

indicam o nº de camadas eletrônicas Colunas Grupo A : Nº da coluna inicia o nº

Principais elementos utilizados em

radiologia:

Principais elementos utilizados em radiologia: 24
4) Suponha um elemento localizado na família 4A e no 4º período da Tabela Periódica,
4) Suponha um elemento localizado na família 4A e no 4º período da Tabela Periódica,

4) Suponha um elemento localizado na família 4A e no 4º

período da Tabela Periódica, responda as seguintes questões:

a) Qual é a configuração/distribuição eletrônica desse elemento?

b) Qual o número atômico do elemento em questão?

c) Qual será o número atômico do elemento localizado no mesmo período e no grupo/ família seguinte a esse

elemento?

25

3) (Adaptado de UFCE) Dê as respostas: O Tungstênio que tem número atômico igual a
3) (Adaptado de UFCE) Dê as respostas: O Tungstênio que tem número atômico igual a

3) (Adaptado de UFCE) Dê as respostas: O Tungstênio que

tem número atômico igual a

:

a) A qual grupo pertence, na tabela periódica?

b) Quantos elétrons ele possui em cada camada?

c) Qual seu símbolo químico?

d) A qual período/ linha pertence?

e) Qual seu número de massa?

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Representação elementos químicos

X: símbolo do elemento químico Z: número atômico A: número de massa (número de nucleons)

A

Z

X

químicos X: símbolo do elemento químico Z: número atômico A: número de massa (número de nucleons)

Representação elementos químicos

Pode-se dizer que o número atômico é

igual ao número de prótons do núcleo.

Se o átomo for neutro, é igual ao número

de elétrons também.

Z
Z

28

é igual ao número de prótons do núcleo. Se o átomo for neutro , é igual

Isótopos

Isótopos 29

Isótopos

Os isótopos são átomos que possuem o mesmo número de prótons (p) e diferente número de massa (A).

Exemplo: o hidrogênio (H):

¹H

²H

³H

¹

¹

¹

hidrogênio

Z = 1 A = 1

deutério Z = 1 A = 2

trítio Z = 1 A = 3

Este fenômeno é muito comum na natureza. Quase todos os elementos químicos naturais são formados por mistura de isótopos.

Isótonos

Os isótonos são átomos que possuem o mesmo número de nêutrons

e com diferentes números de prótons e de massa.

São átomos de diferentes elementos químicos.

Exemplo:

A

Z

=

=

37 Cl

17

n = 20

A

Z

=

=

40 Ca

20

n = 20

Os Isótonos têm propriedades químicas e físicas diferentes.

Isótonos

Isótonos 32

Isóbaros

Os isóbaros são átomos que possuem o mesmo número de massa (A) e diferente número de prótons.

Exemplo:

40 K

19

40 Ca

20

A = 40

A = 40

Z = 19

Z = 20

K 19 4 0 Ca 20 A = 40 A = 40 Z = 19 Z

São átomos de elementos químicos diferentes, mas que tem o

mesmo número de massa.

Resolva

X é isótopo de 20 41 Ca e isótono de 19 41 K. Portanto, o seu número de massa é igual a:

a)

41

b)

40

c)

39

d)

42

e)

20

Resolva

O magnésio possui isótopos de números de massa iguais

a 24, 25 e 26. Os isótopos do magnésio possuem números de nêutrons, respectivamente, iguais a:

(Dado: Mg possui Z = 12)

a)

1, 12 e 12

b)

24, 25 e 26

c)

12, 13 e 14

d)

16, 17 e 18

e)

8, 8 e 8

Resolva

Certo átomo possui 17 prótons, 20 nêutrons e 17

elétrons. Qual dos átomos representados abaixo é seu isótono?

a) 19 K 40

b) 20 Ca 42

c) 21 Sc 42

d) 20 Ca 40

e) 22 Ti 43

1) Qual é o modelo atômico mais aceito hoje em dia? a. Isaac Newton b.
1) Qual é o modelo atômico mais aceito hoje em dia? a. Isaac Newton b.

1) Qual é o modelo atômico mais aceito hoje

em dia?

a.

Isaac Newton

b.

Dalton (Bola de Bilhar)

c.

Thompson

d.

Rutherford

e.

Rutherford-Bohr

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2) Do que é formado um átomo? a) De células b) Elétrons, cátions e ânions

2)

Do que é formado um átomo?

a)

De células

b)

Elétrons, cátions e ânions

c)

Cargas positivas e negativas

d)

Elétrons, Prótons e Nêutrons

b) Elétrons, cátions e ânions c) Cargas positivas e negativas d) Elétrons, Prótons e Nêutrons 38

38

5) Assinale as alternativas corretas: a) O núcleo é maior que o átomo. b) O

5) Assinale as alternativas corretas:

5) Assinale as alternativas corretas: a) O núcleo é maior que o átomo. b) O próton

a) O núcleo é maior que o átomo.

b) O próton não possui carga elétrica.

c) A carga elétrica do elétron tem sinal contrário à do próton.

d) Um átomo no estado neutro tem o mesmo número de cargas

positivas no núcleo e de negativas na eletrosfera

e) Um elétron repele eletricamente um próton.

f) O íon positivo resulta de um átomo que perde elétron(s).

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Radiação

Classificação dos tipos de Radiações: Radiação Ionizante Formam íons. Potencial de ionização. Remoção de

Classificação dos tipos de Radiações:

Radiação

Ionizante

Formam íons.

Potencial de ionização.

Remoção de elétrons. Podem causar efeitos biológicos.

Não Ionizante

Não formam íons.

Causa apenas excitação de elétrons.

Não apresentam efeitos biológicos.

Exemplos de radiação

Substantivo feminino:

2. fís.: “emissão de energia por meio de ondas ou partículas”.

Exemplos de radiação Substantivo feminino : 2. fís.: “emissão de energia por meio de ondas ou

Exemplos de radiação

Substantivo feminino:

2. fís.: “emissão de energia por meio de ondas ou partículas”.

de energia por meio de ondas ou partículas ”. Trifólio : Símbolo internacional da presença da
de energia por meio de ondas ou partículas ”. Trifólio : Símbolo internacional da presença da

Trifólio:

Símbolo internacional da

presença da radiação ionizante

Ionização e excitação

Ionização e excitação

Equipamentos de raios X

Produção de raios X

Produção de raios X
Produção de raios X

Produção de raios X

Produção de raios X
Produção de raios X

Produção de raios X

Produção de raios X

Produção de raios X

Produção de raios X
Produção de raios X

Tubo de Raios X: Anodo fixo e Giratório

Tubo de Raios X : Anodo fixo e Giratório • 50

Tubo de Raios X : Anodo fixo e Giratório • 50
Tubo de Raios X : Anodo fixo e Giratório • 50
51
51

Tubo de Raios X:

Ponto focal

Não é toda a área do anodo que está envolvida na produção de raios X, mas

sim uma pequena região denominada ponto focal.

O tamanho do ponto focal está relacionado com a resolução e com a dissipação de calor.

Quanto menor o ponto focal, melhor será a resolução. Quanto maior for sua área, mais facilmente dissipará o calor.

maior for sua área, mais facilmente dissipará o calor. O ponto focal efetivo é a área
maior for sua área, mais facilmente dissipará o calor. O ponto focal efetivo é a área

O ponto focal efetivo é a área que é “vista” na direção do feixe útil.

Dependendo do ângulo do alvo, podemos ter grande área de impacto com pequeno ponto focal

efetivo.

feixe útil. Dependendo do ângulo do alvo, podemos ter grande área de impacto com pequeno ponto

Tubo de Raios X:

Ponto focal

É o ponto de placa do anodo onde os elétrons bombardeiam, produzindo em conseqüência raios X. Existem ampolas cuja placa apresenta DOIS PONTOS FOCAIS, um maior que o outro.

Ao fato de existirem dois pontos focais, é devido ao catodo ser provido de DOIS

FILAMENTOS, um maior que o outro.

Ao ponto onde os elétrons bombardeiam em área menor, dá-se o nome de FOCO FINO (de 0,3 a 1 mm) e ao ponto onde a área de incidência é maior, FOCO GROSSO(de 1 a 2,5 mm).

o nome de FOCO FINO (de 0,3 a 1 mm) e ao ponto onde a área
o nome de FOCO FINO (de 0,3 a 1 mm) e ao ponto onde a área

Quando é aquecido o filamento menor logicamente os elétrons atraídos bombardearão o anodo em área menor, dada a menor espessura do feixe eletrônico.

logicamente os elétrons atraídos bombardearão o anodo em área menor , dada a menor espessura do
logicamente os elétrons atraídos bombardearão o anodo em área menor , dada a menor espessura do

Tubo de Raios X: Qualidade da imagem

É por isso que nos utilizamos do foco fino quando desejamos executar uma técnica, de modo que a radiografia obtida apresente os mínimos detalhes, permitindo assim um leitura mais profunda, para um laudo mais preciso.

Radiografias feitas com foco fino são bem mais detalhadas

A falta de detalhes apresentada por uma radiografia feita em Foco Grosso, é conseqüência da penumbra que o mesmo produz na imagem radiográfica.

por uma radiografia feita em Foco Grosso , é conseqüência da penumbra que o mesmo produz

Tubo de Raios X: Qualidade da imagem

A falta de detalhes apresentada por uma radiografia feita em Foco Grosso, é

consequência da penumbra que o mesmo produz na imagem radiográfica.

por uma radiografia feita em Foco Grosso , é consequência da penumbra que o mesmo produz

Tubo de Raios X:

Ponto focal

Exames que não devem ser feitos utilizando foco fino:

Coração (diástole e sístole ) vasos (circulação sanguínea)

tubo digestivo (peristaltismo)

sanguínea)  tubo digestivo (peristaltismo) Devem ser radiografados dentro do menor espaço de tempo

Devem ser radiografados dentro do menor espaço de tempo possível e para isso é necessário alta miliAmperagem (mA) para compensar o pouco tempo de exposição.

O foco fino, não resiste a alta miliamperagem com pouco tempo de exposição; se funde.

Os fabricantes, a fim de preservar o tubo, constroem os aparelhos com calibragem adequada, impossibilitando a aplicação de maior mA mesmo que deseje.

Exames que devem ser feitos utilizando foco fino:

Órgãos cujos movimentos podemos controlar ossos dos membros e extremidades, da cabeça, articulações, etc.,

membros e extremidades, da cabeça, articulações, etc., Podem ser radiografados como foco fino, utilizando-se baixa

Podem ser radiografados como foco fino, utilizando-se baixa miliamperagem, compensada com maior tempo de exposição, sem o risco de se fundir.

Tubo de Raios X:

Ponto focal

O foco grosso, apesar de não produzir raios X em condições tão boas quanto aos

produzidos no foco fino, tem a vantagem de suportar alta mA, permitindo-nos radiografar o órgão em frações de segundo, sem o risco de se fundir.

O prejuízo do detalhe é compensado com a vantagem de poder-se utilizar o foco grosso para todo e qualquer exame.

O prejuízo do detalhe é compensado com a vantagem de poder-se utilizar o foco grosso para

Tubo de Raios X: Tamanho do Foco

O ponto focal é determinado pela:

Largura do feixe de elétrons (Tamanho do filamento)

 Largura do feixe de elétrons (Tamanho do filamento)  Inclinação ou ângulo do Anodo Quanto

Inclinação ou ângulo do Anodo

Quanto maior a angulação do Anodo, maior será dispersão da radiação produzida.

Inclinação ou ângulo do Anodo Quanto maior a angulação do Anodo, maior será dispersão da radiação

Tubo Raios- X: Componentes elétricos

GERADOR:

A principal função do gerador é transformar a energia elétrica da rede em uma forma de energia elétrica mais adequada à produção de raios X. Outra função importante do gerador, é permitir que o operador controle as grandezas:

kV kilovoltagem

mA miliamperagem

s -tempo de exposição

Transformador de Alta Tensão:

s -tempo de exposição  Transformador de Alta Tensão: O transformador de alta tensão é o

O transformador de alta tensão é o dispositivo que transforma a baixa tensão (por exemplo 220 volts) em alta tensão (por exemplo 100000 volts 100kV), necessária para acelerar os elétrons no interior do tubo de raios-X.

61

Tubo Raios- X: Componentes elétricos

As máquinas de raios X podem operar a diversas tensões e a

diversas correntes no tubo. De um modo geral, temos as seguintes características:

Diagnóstico: de 40 à150 KVP e correntes de 25 à1200 mA. Raios X dentário: de 50 à 90 KVP e correntes de até 10 mA.

• Raios X industrial: de 50 à 300 KVP e correntes de até 10 mA

de 50 à 90 KVP e correntes de até 10 mA. • Raios X industrial :
de 50 à 90 KVP e correntes de até 10 mA. • Raios X industrial :
de 50 à 90 KVP e correntes de até 10 mA. • Raios X industrial :

Efeito Heel (Efeito Anódico)

Devido à inclinação da superfície do alvo, os elétrons que o atingem terão que travessar diferentes espessuras do alvo. Os raios X são produzidos em várias profundidades no alvo e conseqüentemente sofrem atenuações diferentes. Quanto mais espesso, mais absorção. Isto resulta numa intensidade que é maior no lado do catodo que do anodo.

Quanto mais espesso, mais absorção. Isto resulta numa intensidade que é maior no lado do catodo
Quanto mais espesso, mais absorção. Isto resulta numa intensidade que é maior no lado do catodo
No entanto esta aparente desvantagem poderá ser utilizada como um benefício, por exemplo, numa radiografia

No entanto esta aparente desvantagem poderá ser utilizada como um benefício, por exemplo, numa radiografia de tórax, posicionando-se o paciente com a parte mais espessa do lado do catodo. Deste modo será compensada a diferença de espessura do paciente pela maior intensidade do feixe.

do lado do catodo. Deste modo será compensada a diferença de espessura do paciente pela maior
65

Questionário:

Como ocorre a formação da radiação de Freamento?

Ocorre quando proveniente do filamento passa próximo do núcleo do átomo (do anodo), ao passar próximo, o elétron tem sua trajetória alterada devido a forte atração do núcleo. A energia

perdida devido a alteração de trajetória é emitida na forma de raios

X.

Formação da Imagem radiológica

Fatores influentes na imagem

Pode-se avaliar a imagem radiográfica a partir de quatro fatores:

A. Densidade

C. Detalhe

B. Contraste

D. Distorção

Todos estes quatro fatores e a forma como podem ser controlados ou afetados

http://www.tecnologiaradiologica.com/materia_c_imagem.htm

67

Densidade

Definição: Densidade radiográfica (óptica) pode ser descrita como o grau de enegrecimento da radiografia processada.

Quanto maior o grau de enegrecimento, é menor a quantidade de luz que

atravessará a radiografia quando colocada na frente de um negatoscópio ou de um foco de luz.

a quantidade de luz que atravessará a radiografia quando colocada na frente de um negatoscópio ou

Interação da Radiação com a matéria

http://www.fcf.usp.br/Ensino/Graduacao/Disciplinas/LinkAula/My- Files/interacao.htm 72

http://www.fcf.usp.br/Ensino/Graduacao/Disciplinas/LinkAula/My-

Files/interacao.htm

Interação da Radiação com a matéria

Nenhuma interação: O raio X passa completamente O TECIDO e no dispositivo da gravação da imagem. Produzindo uma imagem

TOTAL ABSORÇÃO: A energia do raio X é absorvida completamente

pelo tecido. Isto produz o dose da radiação ao paciente.

ABSORÇÃO PARCIAL: envolve transferência parcial da energia ao

tecido, com o raio X dispersado resultante que tem menos energia e

um trajetória diferente.

Esta interação não fornece nenhuma informação útil (degrada a qualidade da imagem) e é a fonte preliminar da exposição de radiação à equipe de funcionários.

Efeito Fotoelétrico

Efeito Fotoelétrico Figura 32. Representação do efeito fotoelétrico (EFEITO FOTOELÉTRICO EFEITO COMPTON, 2011) 74

Figura 32. Representação do efeito fotoelétrico (EFEITO FOTOELÉTRICO EFEITO

COMPTON, 2011)

Efeito Compton

Efeito Compton 75
O applet abaixo demonstra espalhamento Compton, calculada com a fórmula de Klein-Nishina, que fornece uma
O applet abaixo demonstra espalhamento Compton,
calculada com a fórmula de Klein-Nishina, que
fornece uma previsão precisa da
distribuição angular dos raios X e raios gama que
estão incidindo sobre um único elétron.

/www.nde-

/EducationResources/CommunityColleg

ography/Physics/attenuation.htm

incidindo sobre um único elétron. /www.nde- /EducationResources/CommunityColleg ography/Physics/attenuation.htm 76

Efeito Compton

A radiação extraviada (secundária) é dividida em radiação de fuga e em radiação secundária (produzida pelo feixe

primário). Radiação secundária é resultante das interações

dos fótons primário com o objeto (paciente).

primário). Radiação secundária é resultante das interações dos fótons primário com o objeto (paciente). 77

Radiação Secundária

Três são os fatores que influenciam a intensidade relativa da radiação espalhada que chega ao filme.

Dois deles podem ser controlados: a quilovoltagem e o tamanho do campo, sendo o terceiro fator a espessura do Paciente (ou objeto).

Radiação Secundária: como evitar?!

Quilovoltagem

Quando a energia é aumentada, o número relativo de fótons que sofrem

interação Compton aumenta.

Seria fácil dizer que toda radiografia deveria ser tirada usando-se o mínimo de quilovoltagem possível, desde que essa técnica resultasse em um mínimo de espalhamento e, em conseqüência, uma ótima qualidade de imagem.

Radiação Secundária: como evitar?!

Aumento kV

Diminuo o kV

Aumento efeito compton

Diminuo

o Efeito Compton

MAS AUMENTO EFEITO FOTOELÉTRICO!!!!

Radiação e dano ao paciente

Radiação Secundária: como evitar?!

Métodos de redução da radiação espalhada

redução da área irradiada (colimador);

uso de grades;

uso da técnica de afastamento do filme ("air gap");

uso da técnica de fenda móvel ("moving slit")

Radiação Secundária: como evitar?!

Colimação

A redução do tamanho do campo em radiologia deve ser o primeiro

método de controle da radiação espalhada (Secundária).

Este método tem uma grande vantagem por diminuir a dose no paciente devido ao menor volume de tecido irradiado.

83
83

Radiação Secundária: como evitar?!

uso de grades

O uso de grades é o meio mais efetivo de remover a radiação espalhada

As grades são construídas de lâminas verticais alternadas de chumbo e material radiotransparente como plástico ou fibra.

Essas lâminas são orientadas de modo que a radiação primária passe pelas lâminas de material radiotransparente fixadas entre as lâmina de chumbo, e as radiações espalhadas (secundárias) se choquem nas lâminas de chumbo

sendo absorvidas antes de chegar ao filme.

Aumento da dose no paciente

85
86

Radiação Secundária: como evitar?!

Técnica de "Air Gap"

Secundária: como evitar?! Técnica de "Air Gap"  Consiste em afastar o filme do paciente criando

Consiste em afastar o filme do paciente criando um espaço de ar entre eles.

Assim a radiação espalhada não alcança o filme na posição afastada.

Problemas desta técnica:

1) magnificação do imagem; 2) perda de detalhe causado pelo aumento da penumbra; 3)aumento da dose no paciente.

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Fatores Técnicos

Para se obter uma boa imagem no filme radiográfico, além de um bom posicionamento do paciente ou estrutura a ser radiografada, devemos saber utilizar corretamente os “Fatores radiográficos ou elementos formadores da TECNICA”.

Fatores Técnicos

1. kV (Quilovolt)

2. mA (mili amperagem)

3. t (tempo de exposição em seg.)

4. “D” (distância em cm)

5. constante do aparelho (K).

Fatores Técnicos

Existem também outros fatores, como por exemplo: o uso ou não de grades, o tipo de Écran (grão fino, médio ou grosso), o EFEITO ANÓDICO e as condições do químico usado para a revelação do filme.

Fatores Técnicos

•A exposição gerada pelo tubo de RX pode ser controlada selecionando-se kVp, mA e tempo

•Em tese, uma mesma combinação destes três

parâmetros produziria sempre a mesma densidade radiológica, em

qualquer situação,

kV

A) A tensão (kV): Fator radiográfico que representa a qualidade dos raios x, sendo também responsável pelo poder de penetração dos

raios x e pelos contrastes intermediários entre o PRETO e o BRANCO

(tons de Cinza).

OBS: Quanto mais kV empregado, maior será o poder de penetração, ou seja, nos exames de maior espessura a radiação

secundária produzida é proporcional a quilovoltagem empregada.

kV

O KV está relacionado com a energia do feixe de raios X; Quanto maior o valor do KV aplicado, maior será a força de

penetração dos fótons;

Em grande parte dos aparelhos de raios X os valores de KV estão

disponíveis em uma escala que varia entre 40 e 120KV;

O KV é o principal fator de controle da imagem.

Tempo t: segundos

Fator radiográfico que caracteriza o “Tempo de exposição em

segundos”, está intimamente ligado com a mA, pois é o tempo de aquecimento do CATÓDO (-),

Lembre-se ! quanto maior for o aquecimento, maior será a

quantidade de elétrons produzidos (nuvem eletrônica), ou seja maior será a quantidade de raios-x que é empregada.

O tempo (t) é a duração da emissão dos raios-x e deve ser

curto nas radiografias de órgãos em movimento, com por exemplo: Coração, intestino, pulmões etc.

Cálculo kV e mAs

O cálculo do kV é obtido tomando-se a espessura do órgão que se deseja radiografar multiplicada por 2 e somada com a constante “Cdo equipamento. Nas condições ideais “C” será sempre igual a 20 (vinte).

Constante do aparelho

K (CA): Fator radiográfico que caracteriza a constante

do aparelho, ou seja, são padrões técnicos dos

componentes eletrônicos, de acordo com sua potência

(padrões do fabricante). Geralmente, utilizamos um K=30 (de 20~30*)

Vamos pensar?!

Espessura

X 2

98

+ C =

Kv
Kv

Vamos pensar?!

99

Espessura=20 cm X 2 + 30 =

Vamos pensar?! 99 Espessura=20 cm X 2 + 3 0 = 7 0 K v 99

70 Kv

100

Como calcular o mAs ?

100 Como calcular o mAs ? Paciente a ser radiografado, com 14 centímetros de espessura. Qual

Paciente a ser radiografado, com 14 centímetros de

espessura. Qual a kvp, deverá ser utilizada?

14 cm x 2+ 30= 58 kVp

Resposta:

OBS: para encontrar a espessura

da região a ser radiografada “e”,

utilizamos um instrumento denominado “ESPESSÔMETRO”,

que nada mais é que um tipo de

régua ou escala graduada em “cm”.

instrumento denominado “ ESPESSÔMETRO”, que nada mais é que um tipo de régua ou escala graduada

mA

B) A corrente mAs: Fator radiográfico que representa a quantidade de raios-x, sendo também responsável pelos contrastes fortes

(PRETO e BRANCO).

O mA depende do aquecimento fornecido ao CATÓDO (-), pois quanto maior for o aquecimento, maior será a quantidade de

elétrons flutuando sobre o catódo, ou seja, maior será a nuvem

eletrônica que será projetada para a superfície do ANÓDO, produzindo assim maior quantidade de raios-x.

O mAs é o produto (multiplicação) da corrente do tubo (mA) pelo tempo de exposição (t) em segundos;

O mAs define a quantidade de fótons de raios X Quanto maior o mAs, maior a quantidade de fótons de raios X no feixe e, consequentemente, maior o grau de enegrecimento (densidade) da imagem.

A CMR é atribuída aos diferentes órgãos do corpo humano conforme tabela abaixo:

Tecido CMR Ossos 1.0

Partes Moles 0.8

Pulmão 0.05

105

Como calcular o mAs ?

mAs = mA x t

mA = 300

t = 0,5 segundos

mAs = 300 x 0,5

mAs = 150

106

Como calcular o mAs ?

KV x CMR = mAs

CMR = Constante Miliamperimétrica Regional.

A CMR é atribuída aos diferentes tecidos e órgãos do corpo humano.

TECIDOS / ÓRGÃOS: CMR

OSSOS = 1.0

PARTES MOLES = 0.8

PULMÕES = 0.03

Radioatividade

Definição e Conceitos

A radiação é um fato da vida. Vivemos em um mundo no qual a radiação
A radiação é um fato da vida. Vivemos em um mundo no qual a
radiação está naturalmente presente em todos os lugares. [
].
Materiais radioativos ocorrem naturalmente no ambiente, e nossos
corpos contêm materiais radioactivos, como o carbono-14, potássio-
40 e polônio-210 muito naturalmente. Toda a vida na Terra evoluiu na
presença desta radiação.
(AGÊNCIA INTERNACIONAL DE ENERGIA ATÔMICA, 2004).

Radiação X Radioatividade

A transformação espontânea de um núcleo é

chamado de radioatividade,

e o excesso de energia emitido é uma forma de radiação (ionizante).

Decaimento: O ato de transformação do elemento.

Radionuclídeo: E o nuclídeo que muda e emite radiação.

Um Breve Histórico - radioatividade

1895 Descoberta dos raios X por Wilhelm Conrad Roentgen na Alemanha

1896 Elihu Thomson (1896) expôs seu dedo aos raios X (experimentos)

1896 William Herbert Rollins desenvolve o primeiro dispositivo de

proteção contra os raios X

1896 Henry Becquerel descobre radioatividade

1898 Marie e Pierre Curie descobrem os elementos Polônio e Rádio

Um Breve Histórico - radioatividade

1895 Descoberta dos raios X por Wilhelm Conrad Roentgen na Alemanha

•Experiências com tubos de raios catódicos; Descoberta 8 novembro de 1985 na universidade de Würzburg(Alemanha)
•Experiências com tubos de
raios catódicos;
Descoberta 8 novembro de
1985 na universidade de
Würzburg(Alemanha)
Pai da radioproteção
(“X-light kills”- 14 de fevereiro)
Notas sobre X-Light, publicado em
1904 pela Imprensa da Universidade
de Cambridge, Massachusetts
(experimentos com
porcos, ratos
HAVARD
MEDICINE, 2008)

1896 Elihu Thomson (1896) expôs seu dedo aos raios X (experimentos)

1896 William Herbert Rollins desenvolve o primeiro dispositivo de

proteção contra os raios X

1896 Henry Becquerel descobre radioatividade

1898 Marie e Pierre Curie descobrem os elementos Polônio e Rádio

Um Breve Histórico - radioatividade

1896 Em 1896, Heri Antonie Becquerel procurou estudar o caminho inverso àquele observado por Roentgen, isto é, se as substâncias

fluorescentes ou fosforescentes seriam também capazes de emitir, por si

próprias, os raios X.

Colocando o composto sobre uma chapa fotográfica, Becquerel exponha- os ao Sol por um período
Colocando o composto sobre uma chapa fotográfica, Becquerel exponha-
os ao Sol por um período e, então, revelava a chapa. Assim, constatou que
este material afetava a chapa de forma similar aos raios X.
A experiência foi adiada por causa do céu nublado de Paris,guardou então
tudo numa gaveta; quando revelou a chapa fotográfica havia uma imagem
clara e forte.

Um Breve Histórico - radioatividade

1896 Ao iniciar os estudos para obter

seu doutorado, Marie Sklodowska Curie interessou-se pelo fenômeno observado por Becquerel.

Através de seus trabalhos, em 1898 Marie e Pierre descobriram e divulgaram a radioatividade de determinados materiais com o polônio ,

e tempos depois o rádio.

Com esta descoberta muitas pessoas se interessaram pelas pesquisas neste campo. Dentre estas pessoas,

estava Ernest Rutherford

descoberta muitas pessoas se interessaram pelas pesquisas neste campo. Dentre estas pessoas, estava Ernest Rutherford 114
Trn. Daiane Cristini dcsouza@usp.br Uma das anotações feitas pelo casal Curie. Atualmente, essas notas ainda

Trn. Daiane Cristini dcsouza@usp.br

Uma das anotações feitas pelo casal Curie. Atualmente, essas notas

ainda são consideradas radioativas

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Exemplo de efeitos biológicos nas operárias de New Jersey 5 . Figura 8. Operárias trabalhando
Exemplo de efeitos biológicos nas operárias de New Jersey 5 . Figura 8. Operárias trabalhando

Exemplo de efeitos biológicos nas operárias de New Jersey 5 .

de efeitos biológicos nas operárias de New Jersey 5 . Figura 8. Operárias trabalhando na pintura

Figura 8. Operárias trabalhando na pintura de ponteiros de relógios em New Jersey 4 .

na pintura de ponteiros de relógios em New Jersey 4 . Técnicos envolvidos na purificação de

Técnicos envolvidos na purificação de rádio estão inclinando-se, sem proteção, em pratos aberto de sais de rádio (

sem proteção, em pratos aberto de sais de rádio ( Relógio com os ponteiros pintados com

Relógio com os ponteiros pintados com Rádio e o sombreamento das áreas mais radioativas

117
117

Fontes de radiação: Exposição e contaminação

Fonte de radiação: Todo e qualquer

material, dispositivo que emita

radiação.

Fontes Naturais: Raios Cósmicos, Radionuclídeos cosmogênicos,

Radionuclídeos primordiais.

Fontes Artificiais- antropogênicas:

Cósmicos, Radionuclídeos cosmogênicos, Radionuclídeos primordiais. • Fontes Artificiais- antropogênicas : 118

Fonte de natural radiação

Radionuclídeos primordiais

K

Rb

La

40

87

138

 

Sm

 

Lu

147

176

Th

U

U

232

235

238

Produzidos no evento que deu origem ao sistema solar

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VICENTE,2010

120

Regiões de alta radioatividade

ambiental no mundo

Àrea Média (mSv/a) Máximo (mSv/a) Ramsar, Iran 10.2 260 Guarapari, Brasil 5.5 35 Kerala,

Àrea

Média

(mSv/a)

Máximo

(mSv/a)

Ramsar, Iran 10.2 260 Guarapari, Brasil 5.5 35 Kerala, Índia 3.8 35 Yangjiang, China
Ramsar, Iran 10.2 260 Guarapari, Brasil 5.5 35 Kerala, Índia 3.8 35 Yangjiang, China

Ramsar, Iran

10.2

260

Guarapari, Brasil

5.5

35

Kerala, Índia

3.8

35

Yangjiang, China

3.51

5.4

Média mundial

0.50

VICENTE,2010

DOSE ANUAL DA RADIAÇÃO NATURAL

RADIAÇÃO CÓSMICA

0,38 mSv

RADIONUCLÍDEOS COSMOGÊNICOS

0,012

RADIONUCLÍDEOS PRIMORDIAIS

2,0

TOTAL

2,4

mSv

Fontes de radiação

Fonte de radiação: Todo e qualquer material, dispositivo que emita radiação.

Tipos de fontes de radiação:

Tubo de raios X

Reatores nucleares

Aceleradores de partículas

Substâncias Radioativas

Aparelho de Raios X

Aparelho de Raios X 123 BELLINTANI, 2010

123

BELLINTANI, 2010

Acelerador de partículas/ Cíclotrons

Acelerador de partículas/ Cíclotrons 124

Reatores Nucleares

Reatores Nucleares 125
Reatores Nucleares 125

Equipamentos com fontes radioativas

Equipamentos com fontes radioativas 126
Equipamentos com fontes radioativas 126

Fontes Radioativas

Seladas: cápsulas Irradiadores

Não Seladas: Líquido Medicina nuclear

Fontes Radioativas • Seladas : cápsulas Irradiadores • Não Seladas : Líquido Medicina nuclear 127
Fontes Radioativas • Seladas : cápsulas Irradiadores • Não Seladas : Líquido Medicina nuclear 127

Tipos de Radiação

Eletromagnética

Raios X (origem: eletrosfera)

Raios Gama (origem: núcleo)

Particulada

Partícula Alfa (origem: núcleo)

Partícula Beta (origem: núcleo)

Nêutrons (origem: núcleo)

O Núcleo

Como o núcleo se mantém estável?!!

O Núcleo Como o núcleo se mantém estável?!! 129

O Núcleo

Como o núcleo se mantém estável?!!

O Núcleo Como o núcleo se mantém estável?!! 130
Trn. Daiane Cristini dcsouza@usp.br 131

Trn. Daiane Cristini dcsouza@usp.br

Emissões Radioativas

Alfa

Beta

Gama

Emissões Radioativas • Alfa • Beta • Gama 132

Poder de Penetração

Poder de Penetração 133

Atividade (A)

Atividade (A) Tempo 134

Tempo

Tempo de Meia Vida

T  1 2
T
1
2
0,693
0,693

ln 2

http://www.middleschoolchemistry.com/lessonplans/chapter4/lesso

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