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O recorrente, na página 02, na linha 57 e 58, entende que, ao deixar de notificar a autora

(Lúcia) para instauração do processo administrativo disciplinar, por simples desconhecimento


do processo, não pode apresentar defesa, por isso fere o devido processo legal, ou seja, fica
apontado que não houve cientificação para defesa de Lúcia.

No que tange a comissão ser formada por membro estáveis, o recorrente na página 03, nas
linhas 62 à 66, entende que além do respectivo artigo trazido no espelho de resposta, há
também o artigo 149 da lei 8112/90, no capitulo III que trata do respectivo processo disciplinar,
a comissão deve ser formada por 03 servidores estáveis, sendo assim tal capitulo que trata
especificamente do process administrativo disciplinar, deveria ser considerado, logo a
pontuação deveria ser atribuída, se não na totalidade apenas de forma parcial.

Há ainda o fato de que o recorrente, entende que a autora (Lúcia) tinha direito a licença,
conforme apontado nas linhas 48 a 56 da página 02, logo não teve a intenção (animus
abandonandi) em deixar o cargo, apenas o fez por motivo de força maior, sendo a ré (União)
que não apreciou tal pedido de licença especial. Logo, esta deveria ser atribuída nota diferente
do que consta.

Por fim, o recorrente, na página 03, linha 82, colocou o seguintes dizeres: "Dá-se a causa o
valor de ... ", não sendo completado por ausência no enunciado de valores que indicassem o
valor a ser atribuído a causa, como por exemplo, salário da autora (Lúcia) ou qualquer outro

Portanto, o recorrente, requer que seja revisado os itens aqui levantados