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LÁZARO CHASSONGA LUCAS

Tema: Redes centralizadas em malha e satélite de comunicação de dados

LICENCIATURA EM INFORMÁTICA APLICADA

UNIVERSIDADE PEDAGÓGICA
Tete
2019
LÁZARO CHASSONGA LUCAS

Tema: Redes centralizadas em malha e satélite de comunicação de dados

Trabalho de carácter avaliativo, a ser apresentado na


cadeira de Administração de Redes, no curso de
Licenciatura em Informática Aplicada, a ser
encaminhado no departamento de Licenciatura em
Ensino de Informática Aplicada como componente
avaliativo.

Docente: Dr. Leonel Jassitene

UNIVERSIDADE PEDAGÓGICA
Tete
2019
Redes centralizadas em malha e satélite de comunicação de dados

Índice

Conteúdos Pág.
Introdução.............................................................................................................................2
Rede Centralizada em Malha..............................................................................................3
Modelos de Rede...................................................................................................................3
Rede Centralizada................................................................................................................4
Rede Descentralizada...........................................................................................................4
Características de uma rede de malha...............................................................................4
Comunicação de dados por Satélite....................................................................................6
Tipos de satélites...................................................................................................................7
Conclusão..............................................................................................................................9
Referências bibliográficas.................................................................................................10

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Redes centralizadas em malha e satélite de comunicação de dados

Introdução
A topologia de rede é o canal no qual o meio de rede está conectado aos computadores e
outros componentes de uma rede de computadores. Essencialmente, é a estrutura topológica
da rede, e pode ser descrito física ou logicamente. Há várias formas nas quais se podem
organizar a interligação entre cada um dos nós (computadores) da rede.[1] Existem duas
categorias básicas de topologias de rede:

• Topologia física

• Topologia lógica

A comunicação via satélite tornou-se, desde a sua criação, a maior evolução do homem no
quesito comunicação. Através da comunicação via satélite foram possíveis vários progressos,
dentre eles e com destaque a área das geociências, as telecomunicações e o transporte aéreo.
Isto melhorou substancialmente a segurança e o desenvolvimento mundial.

Com o avanço das tecnologias em microinformática, o satélite passou a ser também o mais
importante meio de transmissão de dados, podendo interligar qualquer parte do mundo em
tempo quase real.

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Redes centralizadas em malha e satélite de comunicação de dados

Rede Centralizada em Malha

Rede mesh ou rede de malha, é uma alternativa de protocolo ao padrão 802.11 para
directrizes de tráfego de dados e voz além das redes a cabo ou infra-estrutura wireless.
Uma rede de infra-estrutura é composta de APs (Access point = Ponto de acesso) e clientes,
os quais necessariamente devem utilizar aquele AP para trafegarem em uma rede. Uma rede
mesh é composta de vários nós/roteadores, que passam a se comportar como uma única e
grande rede, possibilitando que o cliente se conecte em qualquer um destes nós. Os nós têm a
função de repetidores e cada nó está conectado a um ou mais dos outros nós. Desta maneira é
possível transmitir mensagens de um nó a outro por diferentes caminhos. Já existem redes
com cerca de 500 nós e mais de 400.000 usuários operando (Free the Net, San Francisco,
CA).

Redes do tipo mesh possuem a vantagem de custo reduzido e são de fácil implantação e
bastante tolerantes a falhas. A esta característica tem-se dado o nome de "resiliência"
Esta topologia é muito utilizada em várias configurações, pois facilita a instalação e
configuração de dispositivos em redes mais simples. Todos os nós estão atados a todos os
outros nós, como se estivessem entrelaçados. Já que são vários os caminhos possíveis por
onde a informação pode fluir da origem até o destino. Neste tipo de rede, o tempo de espera é
reduzido e eventuais problemas não interrompem o funcionamento da rede. Um problema
encontrado é em relação às interfaces de rede, já que para cada segmento de rede seria
necessário instalar, em uma mesma estação, um número equivalente de placas de rede. Uma
vez que cada estação envia sinais para todas as outras com frequência, a largura da banda de
rede não é bem aproveitada.

Modelos de Rede
Intitula-se Modelos de Rede os formatos de estrutura, física e lógica, de Redes de
Computadores. Atualmente existem três bases fundamentais para modelos de rede das quais
resultam muitos modelos variantes. Estes modelos-base são: Rede Centralizada, Rede
Descentralizada e Rede Distribuída. Cada um destes modelos-base representa na prática uma
arquitectura diferente e a opção pelo uso de um ou de outro está directamente ligado ao uso
que se quer fazer de determinado conjunto de máquinas.

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Rede Centralizada
O foco neste modelo é a centralização das tarefas e dos serviços, daí o nome: Rede
Centralizada. Seu uso é indicado às redes que necessitam de gerenciamento central de tarefas
e serviços, bem como, é indicado a uma rede de computadores que necessite de controle de
tráfego e de uso do que transita pela rede.

Exemplos de Redes Centralizadas: redes bancárias, redes de automação comercial, redes de


escolas, universidade, telecentros, etc.

Rede Descentralizada
O foco neste modelo é a descentralização e a independência das tarefas e dos serviços, daí o
nome: Rede Descentralizada. Ao contrário da Rede Centralizada, neste modelo não há pleno
e central controlo sobre tarefas e serviços e os acompanhamentos de tráfego e de uso do que
transita pela rede, embora possível, se torna muito mais complexo e limitado no
gerenciamento.

Exemplos: redes com múltiplos sistemas operacionais, redes domésticas, a Internet.

Características de uma rede de malha


Redes de malha foram criadas pela tecnologia necessária por redes sem fio. Embora a técnica
foi inicialmente criado por redes sem fios, que pode também ser aplicada a sistemas de fio.
Distribuídos peer-to- peer pode ser visto como uma forma de rede de malha. Considerando
que as redes roteadas optimizar os recursos por erradicar a duplicação de cabeamento, redes
mesh propositadamente duplicar caminhos para se proteger contra a falha de ligação. Ad Hoc
Networking.

Computadores Wi -Fi habilitados para formar uma rede de comunicação com um roteador
sem fio através de ondas de rádio. Os links do roteador sem fio para conexão com a Internet,
dando todos os computadores autorizados dentro gama acesso à Internet. Uma consequência
destina dessa arquitectura é a capacidade de dispositivos sem fio para entrar em contacto
entre si directamente, sem a mediação de infra-estrutura de rede, como roteadores. Em uma

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rede com fio, que liga todos os computadores a um controlador centralizado reduz a
complexidade da fiação necessária para colocar cada computador em contacto com muitos
outros. Como as redes sem fio usam sem cabos, esta lógica de design e custo não se aplica.
Cada unidade transmite para uma pegada circulou em torno dele. Muitos outros dispositivos
sem fio podem cair dentro do alcance. Esses dispositivos podem entrar em contacto directo e
formam uma rede, mas conexões de roteamento através de outro. Isso é chamado de Modo
Ad Hoc.

MANETs

Móveis Ad Hoc Networks, ou MANETs, são um campo particular de desenvolvimento para


dispositivos móveis que envolve principalmente ligando diretamente laptops . Como cada
computador na rede é de propriedade privada, um originador de uma conexão não pode ser
garantido que os computadores ligando -o a um computador fora da faixa permanecerá
ligado, ou no mesmo local . Rede de malha resolve este problema através do monitoramento
muitos caminhos diferentes para um destino. Um transmissor não utiliza todos os caminhos
ao mesmo tempo, mas mantém o controle de rotas alternativas para poder mudar para um
caminho diferente do instante o caminho existente é quebrado pela alteração do estado de um
dos laptops no caminho.

Malha de rede depende de redundância, a duplicação de recursos. Esta estratégia vai na


direcção oposta completamente de toda a teoria de computação anterior. Tradicionalmente,
em todos os aspectos da computação, a redundância foi visto como uma coisa ruim, para ser
removido a qualquer custo. As redes mesh dependem dele , porque ninguém participante
pode contar com todos os outros para estar permanentemente disponíveis para rotear seu
tráfego .

Redes com fio

Os princípios de redes mesh não estão restritos a redes sem fios . Sistemas de
compartilhamento de arquivos usam uma arquitectura peer-to -peer , que tem um método
semelhante de formação de conexões directas entre os membros . Peer-to- peer equivale a
redes mesh apenas em um nível lógico: seus modelos de operação do modo de redes mesh
que contam com infra-estrutura básica para conectar mensagens. Skype aplicados métodos de
peer- to-peer para a telefonia Internet, movendo-se , assim, métodos de rede de malha em
outro campo de actuação. Rotas chamadas Skype através de computadores de outros

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membros, e mantém caminhos duplicados entre dois pontos finais para garantir contra uma
transportadora inconsciente vai offline. Membro roteamento e duplicação de recursos são as
duas características principais de redes mesh.

Comunicação de dados por Satélite


Um satélite de comunicação (algumas vezes, abreviado para comsat, na língua inglesa) é um
satélite artificial para fins de telecomunicações. Os modernos satélites de comunicação usam
órbitas geoestacionárias, órbitas Molniya ou baixas órbitas polares. O satélite cria um canal
de comunicação entre uma fonte transmissora e outra receptora de rádio em diferentes locais
do planeta Terra. Comunicações por satélites são utilizadas para a televisão, telefone, rádio,
internet e aplicações militares. Há mais de 2 000 satélites de comunicações em órbita da
Terra, usados tanto por organizações privadas quanto por governamentais.

Os satélites de comunicação oferecem uma tecnologia complementar àquela das fibras


ópticas em cabos submarinos de comunicação. Eles também são usados nas comunicações
com navios e aviões, o que não pode ser feito por outras tecnologias, tais como a transmissão
a cabo. A comunicação sem fio usa ondas electromagnéticas para transportar sinais. Estas
ondas requerem linhas de visão, e são, portanto, obstruídas pela curvatura da Terra. A
finalidade de satélites de comunicações é retransmitir o sinal em torno da curva da Terra,
permitindo a comunicação entre pontos amplamente separados. Satélites de comunicações
usam uma ampla gama de frequências de rádio e micro-ondas. Para evitar interferências de
sinal, as organizações internacionais têm regulamentos que estabelecem quais faixas de
frequência ou bandas as organizações estão autorizadas a usar. Esta alocação de bandas
minimiza o risco de interferência de sinal.

A comunicação via satélite são aquelas que utilizam como forma de transmitir dados ondas
de rádio (normalmente microondas) enviadas por satélites artificiais em órbita da Terra.

Este tipo de comunicação tem a vantagem de poder estabelecer contacto com navios e aviões,
algo impossível de ser feito por meio de cabos. Outra vantagem é que mensagens enviadas
por meio de satélites podem chegar até as regiões mais isoladas do planeta, mesmo que o
local não tenha infra-estrutura de cabos.

A grande desvantagem da comunicação via satélite são os seus custos elevadíssimos. Colocar
em órbita um satélite artificial é algo bastante caro e, além disso, o equipamento precisará de

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manutenções constantes. Existem empresas e organizações que alugam satélites que já estão
em órbita, mas os custos são bastante altos.

Esta forma de comunicação é bastante usada para enviar sinais de televisão e rádio.

Os satélites de comunicação são na sua grande maioria do tipo Geoestacionários.

São assim denominados por serem colocados em uma órbita, por exemplo sobre o equador,
de tal forma que o satélite tenha um período de rotação igual ao do nosso planeta Terra, ou
seja, 24 horas. Com isso a velocidade angular de rotação do satélite se iguala à da Terra e
tudo se passa como se o satélite estivesse parado no espaço em relação a um observador na
Terra.

Para que um satélite entre em órbita é necessário que atinja uma velocidade de pelo menos
28.800 Km/h. Com essa velocidade, se posicionarmos o satélite a 36.000 Km de altitude,
acima do equador, ele ficará numa órbita geoestacionária.

A União Internacional de Telecomunicações (UIT) dividiu o espaço geoestacionário em 180


posições orbitais, cada uma separada da outra de um ângulo de 2°. O Brasil pleiteou 19
posições orbitais junto à UIT. Destas, actualmente sete se encontram designadas para uso dos
operadores brasileiros (Star One, Loral e Hispasat).

O satélite, do ponto de vista de transmissão, é uma simples estação repetidora dos sinais
recebidos da Terra que são detectados, deslocados em frequência, amplificados e
retransmitidos de volta à Terra. Um satélite típico é composto de uma parte comum ("bus")
onde se encontram as baterias, painéis solares, circuitos de telemetria e a parte de propulsão.
Além do "bus" temos a carga útil ("payload") composta essencialmente dos circuitos
repetidores, denominados "transponders".

Tipos de satélites
Os satélites de comunicações são satélites que retransmitem sinais entre pontos distantes da
Terra. Estes satélites servem para retransmitir dados, sinais de televisão, rádio ou mesmo
telefone. Os chamados telefones por satélite baseiam-se numa rede Iridium, uma rede de
satélites de baixa altitude.
Os satélites científicos são utilizados para observar a Terra ou o espaço ou para realizar
experiências em microgravidade. Os satélites de observação da Terra permitem estudar as
mudanças climáticas, para estudar os recursos naturais, para observar fenómenos naturais,
para o mapeamento de cidades e até para a espionagem (alguns foto-satélites tem o poder de

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aproximação de 1m de dimensão mas existem especulações de satélites secretos com maior


poder de aproximação).
O Espaço é o local ideal para a realização de observações astronómicas já que a luz emitida
pelas estrelas não é perturbada pela atmosfera terrestre. Por este motivo é que os cientistas
optaram por colocar o telescópio Hubble em órbita junto à outros que utilizam ondas de radar
para fazer o mapeamento do espaço.
O espaço é também o local ideal para se realizarem experiências em condições de
microgravidade. Estas experiências são realizadas a bordo do módulo orbital do Vaivém
Espacial e a bordo da Estação Espacial Internacional.
Não há estatísticas oficiais, mas estima-se que já foram lançados aproximadamente 4.600
satélites, e que apenas cerca de 500 deles continuam em funcionamento. A União Soviética
foi o primeiro país a colocar um satélite no espaço, o Sputnik, em 1957.
Em primeira aproximação, o satélite é afetado por uma única força, a força gravitacional
exercida no satélite pela Terra. A intensidade desta força determina-se pela Lei da Atração
Universal. Por outro lado, e pela 2ª lei de Newton, a intensidade da força é diretamente
proporcional à intensidade da aceleração. A aceleração tem a mesma direcção e o mesmo
sentido que a força gravitacional.

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Conclusão
Redes de malha foram criadas pela tecnologia necessária por redes sem fio. Embora a técnica
foi inicialmente criado por redes sem fios, que pode também ser aplicada a sistemas de fio.
Distribuídos peer-to- peer pode ser visto como uma forma de rede de malha. Considerando
que as redes roteadas optimizar os recursos por erradicar a duplicação de cabeamento, redes
mesh propositadamente duplicar caminhos para se proteger contra a falha de ligação. Ad Hoc
Networking.

Os satélites de comunicação oferecem uma tecnologia complementar àquela das fibras


ópticas em cabos submarinos de comunicação. Eles também são usados nas comunicações
com navios e aviões, o que não pode ser feito por outras tecnologias, tais como a transmissão
a cabo. A comunicação sem fio usa ondas electromagnéticas para transportar sinais. Estas
ondas requerem linhas de visão, e são, portanto, obstruídas pela curvatura da Terra. A
finalidade de satélites de comunicações é retransmitir o sinal em torno da curva da Terra,
permitindo a comunicação entre pontos amplamente separados. Satélites de comunicações
usam uma ampla gama de frequências de rádio e micro-ondas. Para evitar interferências de
sinal, as organizações internacionais têm regulamentos que estabelecem quais faixas de
frequência ou bandas as organizações estão autorizadas a usar. Esta alocação de bandas
minimiza o risco de interferência de sinal.

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Referências bibliográficas

1. wiki.nosdigitais.teia.org.br/Modelos_de_Rede
2.

3. https://pt.wikipedia.org/wiki/Topologia_de_rede

4. ptcomputador.com/Networking/local-networks/71647.html
5.
6. https://www.gta.ufrj.br/grad/06_2/felipe/arquitetura_f.htm

7. Labrador, Virgil (19 de fevereiro de 2015). «satellite communication».


Britannica.com. Consultado em 10 de fevereiro de 2016

8. ↑ «Satellites - Communication Satellites». Satellites.spacesim.org. Consultado em 10


de fevereiro de 2016

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