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Atendimento de Urgência Protocolos Médicos

Centro Materno Infantil
Elaboração: Drª Fabiane Souza Drª Miriam Eidt Revisão e atualização: Outubro/2011

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SUMÁRIO
1. Introdução.........................................................................................................................03 2. Crise asmática..................................................................................................................04 3. Anafilaxia..........................................................................................................................05 4. Laringite............................................................................................................................06 5. Cetoacidose diabética.......................................................................................................07 6. Desidratação.....................................................................................................................08 7. Crise convulsiva................................................................................................................09 8. Hipoglicemia.....................................................................................................................10 9. Infecção urinária...............................................................................................................11 10. Parafimose........................................................................................................................12 11. Dengue........................................................................................................................13-14 12. Emergências oculares .....................................................................................................15 13. Dor abdominal...................................................................................................................16 14. Febre na urgência........................................................................................................17-18 15. Pneumonia Comunitária...................................................................................................19 16. Traumatismo Crânio Encefálico........................................................................................20 17. Urticária............................................................................................................................21 18. Referências Bibliográficas................................................................................................22

3 Introdução A cada dia que passa. os conceitos da bioética e a necessidade de aprimoramento da qualidade dos serviços prestados na área da saúde requerem dos profissionais de saúde uma atualização constante que lhes possibilitem oferecer um atendimento adequado aos clientes. Portanto estes protocolos foram feitos para auxiliar de modo decisivo e correto nas diversas situações clínicas que enfrentarem no seu cotidiano. com base na . e objetiva. além de proporcionar sistematização da assistência. É preciso que esses protocolos sejam construídos e planejados de maneira prática realidade e nas necessidades do cliente. Um dos instrumentos mais importantes para se alcançar a qualidade do atendimento são os procedimentos padrão que asseguram cuidados efetivos aos nossos clientes.

FC. dispnéia.HSC OBS: Pacientes com indicação (consultas freqüentes na emergência por broncoespasmo) recomenda-se uso da Beclometasona 250mcg 1 jato de 12/12 HS durante 3 meses e após revisar em seu posto. ou Spray com espaçador 50mcg/kg/dose = 1 jato / 2 kg – Máx 10 jatos A CADA 20 MINUTOS . FC. ausculta. Aumentar intervalos de neb 2/2h Observar no mínimo 1 hora RESPOSTA INCOMPLETA Aumento da FC. SAT O2 O2 PARA SAT O2 < 95% KIT Nº01 • • • Nebulização com Berotec 1-2 gotas/3kg/dose – máximo 20gotas Fluxo de O2 6l/min . Sat O2 BOA RESPOSTA Diminuição da FR.3 DOSES Crises mais graves associar Atrovent: 20 – 40 gotas Iniciar corticóide se o paciente é cortico-dependente ou não apresentar boa resposta ao tratamento HIDROCORTISONA 5MG/KG DOSE-6/6 HORAS OU PREDNISOLONA 1-2 MG/KG/DOSE VO inicial Reavaliação da FR. cianose. dispnéia. . uso de musculatura acessória. uso da musculatura acessória.4 Crise Asmática Avaliação inicial: FR. FC Ausculta: sibilos raros ou ausentes Musculatura acessória: sem uso Dispnéia: MÍNIMA OU AUSENTE Sat O2 > 95% em ar ambiente. nível de consciência. FR Diminuição da entrada de ar Uso importante INTENSA < 91% em AA 2º KIT Manter/adicionar prednisolona( 1-2 mg/kg) Máx 60 mg) e continuar nebulização a cada 20 min com B2-3 doses- Boa resposta Sat O2 > 95% e melhora dos outros parâmetros ALTA DOMICILIAR: Spray ou nebulização Corticóideoral Acompanhamento ambulatorial ESTÁVEL Sat O2 < 95% e sem melhora de outros parâmetros. FR Leves ou moderados Uso moderado MODERADA 91-95 % AA MÁ RESPOSTA Aumento da FC.

Se progressão do edema laríngeo. entubar. num total de 3 aplicações a cada 4 hs se necessário.25 mcg/kg/min.3 mg/kg/dose IV a cada 6 horas até estabilização .15 mg/kg/min DOPAMINA 5 . 0. SEM ANTES APLICAR ADRENALINA QUE É A VERDADEIRA MEDICAÇÃO DE URGÊNCIA Reação Anafilática Moderada Após uso de ADRENALINA Anti-histamínico FENERGAN IV ou IM 0.1 . NÃO PERCA TEMPO PARA ACHAR UMA VEIA PARA ADMINISTRAR CORTICÓIDE. Vias áreas pérveas Respiração sem sinal de obstrução respiratória O2 CEN ou MÁSCARA ADRENALINA B2 em nebulização 1 a 2 x Sem resposta: AMINOFILINA 5 mg/kg em 15 a 20 minutos.5) A dose pode ser repetida a cada 10 minutos.9% 20 ml/kg ADRENALINA 0.1 e MÁX.5 -1mg/kg Corticóides Hidrocortisona 10mg/kg ou dexametasona 0.0.01 ml/kg SC/IM (MIN. Circulação Manutenção SF 0.5 Anafilaxia Objetivo Uso imediato de Adrenalina 1:1000 Procedimento 0.

3/kg a 0.6 Laringite Nebulização ADRENALINA 1-2 ampolas a cada 20 minutos com 3 ml SF 3X E REAVALIAR OUTRA OPÇÃO ATURGYL 0XIMETOZILINO 5 GOTAS-Principalmente pacientes cardiopatas ou com contra-indicação Efeito limitado de 2 horas.5 a 1 mm menor que o indicado para a idade.6 mg/kg IM ou EV Usar TET 0. Período de observação no mínimo 6 horas Se necessário ENTUBAÇÃO . Corticóides DEXAMETASONA 0.

Exames complementares HGT de hora em hora e atentar para valor menor que 300mg/dl REFERIR AO HSC .1u/kg h/h enquanto glicemia > 250 mg/dl PESO X 0.peso x20 ml infusão rápida em 30 minutos e repetir s/n Fazer insulina regular EV ou Insulina regular SC 0.1 .EM BOLO Diluir 10 UI de insulina regular em 100 ml de SF e correr pesox 1microgota/minuto ou ml/hora se possível em bomba de infusão.7 Cetoacidose Diabética Objetivo Corrigir cetoacidose Procedimento Dieta suspensa Inicia-se dieta liquida quando o paciente estiver ciente hidratado e sem vômitos Sinais vitais de 2/2 hs Manter oxigênio Hidratar SF 0.9 % .

8 FASE RÁPIDA (em 1 hora) 20 ml/kg de solução fisiológica 0. Necessidade de água/dia: SG5%-> 28 DIAS SG10%< 28 dias Até 10 Kg De 10 a 20 Kg 100 ml/Kg 1000ml+50ml/kg acima de 10 kg Acima de 20 kg 1500ml+20ml/kg acima de 20 kg . 9% EM 30 MIN Reavaliação Clínica Se houver persistência de sinais importantes de desidratação: REPETIR FASE RÁPIDA SE NÃO HOUVER DIURESE ou se possível partir para a manutenção Desidratação FASE DE MANUTENÇÃO .APÓS FASE RÁPIDA O cálculo de NBD de H2O. K e Ca é realizado tendo como parâmetro a necessidade calórica básica. Na.

9 CRISE CONVULSIVA Estabilização avaliação e tratamento específicos 0-9 minutos Abordagem das crises epilépticas-40-60 minutos 1ª ESCOLHA Midazolan 0.IV.5 mg/kg dose retal (máx 10 mg) ATÉ 3 DOSES ATÉ 3 DOSES SE CRISES NÃO CESSAM: MAL CONVULSIVO-HSC Fenobarbital 20 a 25 mg/kg/dose.1 a 0.Intra ósseo(máx Fenitoína mais duas 100 mg) doses de 5 nível máx.Dose máxima 40 mg/kg Fenitoína-20mg/kg/dose IV.nasal(máx= 5 MG A CADA 5 MINUTOS 1ª ESCOLHA: DIAZEPAN 0.INTRA ÓSSEO ou 0.3 mg/kg/dose.IM.Intra Osséo. infusão:1 mg/kg/min mg/kg/dose .RETAL.2 mg/kg/dose IV.intra ósseo-repetir S/N.IV.

INCONSCIÊNCIA. DOSE DE GLICOSE-200 MG/KG SG10%-2-2.VO FORMAS GRAVES. .4-5 ML/KG EV HGT EM 30 MINUTOS E REAVALIAR INSTALAR SORO DE MANUTENÇÃO S/N.10 HIPOGLICEMIA <40 MG FORMAS LEVES.SONOLÊNCIA.5 ML/KG EV EM BOLUS SG 5%.

urina de mau cheiro. Solicitar .sintomas gerais associados: Ceftriazone im ou Cefalosporina Ie II geração Sem febre. saco coletor. passado de ITU até 5 anos.V.IV. dor abdominal com ou sem febre.polaciúria 1-LACTENTE QUE NÃO GANHA PESO.refluxo grau I.encaminhar Cintolografia com DMSA(manter profilaxia-ao Nefrologista Crianças menores de 5 anos com ecografia Normal e Uretrocistografia sem refluxo: Manter profilaxia por 1 ano com urocultura com teste a cada e 6 meses.11 INFECÇÃO URINÁRIA A) PENSAR: História de febre há 3 dias sem diagnóstico conclusivo.psp. Ecografia de Vias Urinárias Uretrocistografia Miccional Se Uretrocistografia Miccional alterada.II. 2.Ceftriaxone ev ou IM+Aminoglicosídeo LACTENTE:ESTADO TOXÊMICO LACTENTE MAIORES Com febre .estado geral preservado: Nitrofurantoína Sulfametaxazol+Trimetropina Acido Nalidíxico(Wintomilon) 10 dias de tratamento manter antibiótico até resultado de urocultura-mantê-lo se sensível trocá-lo se resistente(conforme antibiograma). dor abdominal.III. EQU+UROCULTURA – BACTERIOSCÓPICO B) COLETA C) EXAMES SOLICITADOS D) TRATAMENTO • Toxemia moderada: CEFTRIAXONE IM Hidratação EV. Após tratamento repetir urocultura em 7 dias após final de tratamento.PRÉ-ESCOLAR. INVESTIGAÇÃO QUANDO INICIAR? Meninos e meninas< 5 anos OBS: Crianças menores de 5 anos iniciar profilaxia após o termino de 10 dias. distúrbios urinários-disúria. trocar saco a cada 30 min.ESCOLAR febre sem diagnóstico conclusivo distúrbios urinários.sv(s/n).

d) Quando não se consegue a principalmente quando a parafimose já existe há muitas horas. e) Encaminhar para o HSC Fotos .12 PARAFIMOSE Estrangulamento da glande pelo prepúcio retraído ou arregaçado Casos recentes-redução manual: a) empurrar a glande para dentro do prepúcio apertado e edemaciado. b) segurar e tracionar o prepúcio com os dedos indicador e médio enquanto empurra a glande com os polegares c) Usar xilocaína gel para analgesia.o tratamento é obrigatóriamente cirúrgico e consiste na incisão dos anéis constritores.

diabeticos. CONDUTA: • • • • • • • • Paracetamol ou dipirona Contra-indicado: ácidoAcetil Salicílico(AAS).hipertensos.13 DENGUE FEBRE ➢Temperatura axilar> 37.exantema OBS:VETOR NA REGIÃO E VIAGEM PARA ÁREA ENDÊMICA(15) Grupo A Quadro clínico sugestivo.S/N SE PLAQUETAS < 50.artralgia.iniciar hidratação oral sob observação da equipe de saúde.observando necessidade de hidratação EV.hã no máximo 7 dias+ 2 sintomas relacionados abaixo: Cefaléia.epistaxe.idosos.Acima de 2 anos recomenda-se 100 a 200 ml em 24 horas.evitar antiiflamatórios não-hormonais Evitar medicamentos Via IM Hidratação VO PADRÃO Antieméticos e anti-histamínicos. .DPOC e imudeprimidos.melena)sem repercussaõ hemodinâmica ou prova do laço negativa EXAMES DE LABORATÓRIO:Hemograma+plaquetas(repetir em 24 horas) GRUPO B CONDUTA: Observação ambulatorial por pelo menos 24 hs Hidratação via oral rigorosa analgésicos e antitermicos.S/N Retorno em 48 horas na sua unidade Básica Os sinais de alerta eo agravamento da doença costuman ocorrer na fase de remissão da febre. Quadro clínico sugestivo.mialgia.000.cardiopatas.5ºC . prostração.com sinais de hemorragia(petéquias.dor retro orbitária.sem sinais de hemorragia ou Prova do laço negativa Exames laboratoriais: hemograma com plaquetas somente para gestantes. Em relação as crianças menores de 2 anos são necessários 50 a 100ml de líquidos em 4 horas para suprir as necessidades básicas.INTERNAÇÃO HOSPITALAR obs: Caso o hematócrito esteja acima de 10% do valor basal ou acima de 42%.

Após reavaliar e repetir a expansão em até 3 vezes.iniciar hidratação de manutenção durante 8 a 12 horas de acordo com as necessidades. OBS: As crianças que se incluírem neste grupo recomenda-se hidratação em 2 fases: 1ª Fase:reposição rápida e hidratação de manutenção. 2º Fase:Havendo melhora do quadro.S/N.Infundir SF9% 20 ML/KG EM 30 MINUTOS.cianose Agitação ou letargia diminuição da diurese desconforto respiratório Hipotermia Hipotensão arterial Conduta:Hidratação EV Internação hospitalar.14 GRUPO C. .Grupo A ou B+ sinais de alerta: • • • • • • • • • • • • • • • Dor abdominal intensa e contínua Vômitos persistentes Hepatomegalia dolorosa Sangramento importante Extremidades frias.

lacerações palpebrais. *Traumas.queimadura térmica. *colírio anestésico pode ser usado. . *infecções:úlceras corneanas *encamimhar ao oftalmologista com urgência.15 EMERGÊNCIAS OCULARES EMERGÊNCIAS -EM MINUTOS. ferimentos perfurantes do globo.QUEIMADURAS QUÍMICAS. * Ocluir olho e encaminhar ao especialista.abrasões e corpos estranhos corneanos.hifema.

16 DOR ABDOMINAL AGUDA difusa abdomen agudo cirúrgico instável estabilizar paciente localizada exames específicos tratamento específico HSC Estável ➢ ➢HSC suspeita específica suspeita diag.RX abdomen(ortost+dec.dorsal+tx).Bhcg(adolescentes)outros S/N Diagnóstico-Hospitalização ou domiciliar Sem diagnóstico-Ecografia-DiagnósticoTratamento Sem Diagnóstico-internação . inespecífica Abdomen agudo: ➢exames apropriados rotina de exames: HMG. EQU+Urocultura.

CASO MODERADO: • • Solicitar:HemogramVHS.potencialmente grave-investigar.o importante é determinar a gravidade do caso para orientar a conduta.tom normal e facilmente controlável pelos pais CASO BENIGNO: • • Não prescrever antibiótico Observar até completar 72 h.Valorizar o estado infeccioso. OBSERVAÇÃO atenta Observar o comportamento da criança vale mais do que muitos exames.5 Cº ou Hipotermia(menos de 36ºc) e abatimento sugerem infecção graveconsiderar Hospitalização Maior que 39.17 Quando a febre é o único objetivo. Proteína C reativa quantitativa hemocultura.quase não reage ➢Se muito pálida ou pele mosqueada ➢Se fácies de sofrimento/choraminga ➢Se gemência ou se apresenta convulsão se após mais de 24 horas de febre CASO GRAVE-HOSPITALIZAR • • • Hemograma.bacterióscópio de urina(< de 2 anos) Líquor(< de 2 meses) ➢Se irritabilidade acentuda ➢ Se sonolência. ➢Se a criança sorri ➢Se o choro é forte. bacterioscópio de urina(< de 2 anos) líquor .EQU+Urocultu ra. ➢Se a criança está ativa. IDADE: INTENSIDADE DA FEBRE: FEBRE NA URGÊNCIA • • • • • • • Febre em RN( até dias) é sempre grave pode ser meningite. ➢Se a febre já dura mais de 3 dias completos ➢Se choro fraco ou inconsolável ➢Se letargia.abatido: CONSIDERAR GRAVE CONDUTA:HOSPITALIZAR Maior que 40. VHS. Febre em lactente até 2 meses.4ºC e/ou calafrios(tremores).alerta( um pouco menos no momento da febre) ➢Febre de menos de 3 dias de duração ➢Se a criança choraminga ➢Se há diminuição do interesse e da atividade da criança.

.18 Em caso de dúvida entre Moderado e Grave ➢Dar uma dose de antitérmico ➢Roupa leve ➢Oferecer líquidos frequentemente ➢Ambiente ventilado ➢Manter no colo dos pais Aguardar o efeito do antitérmico ( 1 ½ hora) e REAVALIAR.

Trachomans.000UN/DIA 45 MG/KG/DIA 45MG/KG/DIA 40 MG/KG/DIA 30 MG/KG/DIA 30MG/KG/DIA INTERVALO DURAÇÃO 12/12 HS 7 A 10 DIAS 12/12HS 7 DIAS 6/6HS 14 DIAS 12/12HS 7 A 10 DIAS 12/12HS 7 A 10 DIAS 12/12HS 7 A 10 DIAS 12/12HS 7 A 10 DIAS .pertussi s 48 horas sem melhora.19 Idade < 2 meses Internar: *Ampicilina+amin oglicosídeo ou ampicilina + cefalosporina de 3ª geração ou eritromicina em caso de suspeito de C.M.Pneu moniae.B.trachomatis Pneumonia Comunitária Ambulatorial : Amoxacilina ou penicilina procaína ou eritromicina em caso suspeito de C. AMOXACILINA +CLAVULANATO OU CEFALOSPORINA DE SEGUNDA GERAÇÃO Idade > 2 meses HOSPITALAR : GRAVE: • • • Penicilina cristalina ou ampicilina Muito grave: oxacilina + cloranfenicol ou oxacilina + ceftriaxona POSOLOGIA DOS ANTIOMICROBIANOS PARA TRATAMENTO AMBULATORIAL DE PNEUMONIA EM CRIANÇAS COM IDADE > DE 2 MESES E ADOLECENTES(VIA ORAL) ANTIMICROBIANO *amoxacilina *penicilina procaína *eritromicina *amoxacilina+clavulanato *cefaclor *cefprozil *cefuroxime-axetil DOSAGEM 50 MG/KG/DIA 50.C.pn eumoniae.

20 Traumatismo Crânio Encefálico LEVE *alerta. *sem amnésia ORIENTAÇÃO/OBSERVAÇÃO *assintomática DOMICILIAR 12-24 HS *ou cefaléia leve *idade <2 anos *lacerações.convulsões) parâmetrosvitais.orientado RAIO X DE CRÂNIO NÃO *sem perda de consciência NECESSÁRIO. .hematoma do couro cabeludo MODERADO *perda da consciência >5 min *desorientação *amnésia *cefaléia intensa *vômitos persistentes *apatia.confusão mental.48 HS) GRAVE *lesão penetrante do crânio *hospitalizar /tomografia de crânio *fratura com afundamento * neurocirurgião *inconsciente(estado mental alterado) 48 hs *casos graves -UTI *sinais neurológicos focais * se escala de coma de glasgow < 08 *hipertensão intracraniana intubação+hiperventilação *piora durante o período de observação * Tratamento urgente: estabilizar os ( cefaléia.letargia *idade <2 anos *Raios x decrânio/tomografia crânio/tomografia * Se anormal: hospitalizar/neurocirurgião *Se anormal: observar algumas horas/reavaliar: SE: * VÔMITOS NÃO SEVEROS -NÃO PROGRESSIVOS *CEFALÉIA DIMINUI *EXAME NEUROLÓGICO NORMAL *ORIENTAÇÃO /OBSERVAÇÃO) 24.vômitos.

01ml/kg SC máx 0.21 URTICÁRIA Antihistamínico Urticária sem Anafilaxia Dextroclorofeniramina VO 1ml/ 5 kg 8/8h Hidroxizine (Hixizine) VO 1mg/kg/dose 6/6h máx 100mg/dia Se não houver melhora: Prednisona/ Prednisolona 1 mg/kg/dia Hidrocortisona ataque 10mg/kg manutenção 20mg/kg/dia Metilprednisolona ataque 2mg/kg manutenção 4 mg/kg/dia A Vias Aéreas Permeabilização / IOT/ Cricotireoidotomia B Respiração Oxigenioterapia/ oximetria C Circulação Expansão com infusão de volume (SF 0.9% 20ml/kg em 20 minutos/ repetir 3 x/ Dopamina 5.20 μg/ kg/min D Drogas Adrenalina (1:1000) 0.3 ml/kg repetir até 3 x a cada 10 minutos Fenoterol 1gota/ 5 kg VI máx 10 gotas Urticária com Anafilaxia/ insuficiência respiratória alta (edema glote) / baixa (broncoespasmo) .

Jaime.Pediatria Urgências São Paulo: SARVIER.2005 Brasil . Ministério da Saúde Protocolos da Unidade de Emergência /Hospital São Rafael -Monte Tabor 2004 .22 Referências Bibliográficas: Sociedade Brasileira de Pediatria Manuais Virtuais Documentos Científicos Murahovschi.

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