NOTA: Os números entre parênteses não fazem parte da obra original.

São notas que eu, Franz, coloquei para auxiliar o leitor a identificar certos personagens e locais. Veja a relação das notas no final.

(1)

(4)

(2)

(3)

(5)

(6) (7)

(8)

(9)

(10)

(14)

(11)

(15)

(12) )

(16)

(13)

(17) (18)

(19)

(20)

(21)

(22)

(23) (24)

(25)

(26) (27)

(28)

Topada sem Palavrão é uma ode a Nova Iguaçu. Ney faz um retrato etnográfico da cidade e seus tipos. Os titios, aqueles com mais de 50, que conheceram NI nessa época certamente vão identificar algumas personagens, cenas e lugares. Vários são próprios de nosso convívio. Digo nosso porque fiz parte da turma de acampamentos e de trabalhos de pesquisa histórico-arqueológica (e de lazer) do Ney desde 1969 (sempre com Waldick, meu pai). Para ajudar os que não conheceram NI nessa época, numerei alguns nomes de pessoas e lugares que conheci e abaixo tento identificá-los. 1 – Carinho do Ney para comigo. De fato fiz cartuns e ilustrações para revistas e jornais, como O Pasquin, Correio da Lavoura, Jornal Agora, Revista Equipe e outras; mas havia gente melhor, como o Coutinho, por ex. 2 – Refere-se ao dono de uma banca de jornais na Praça da Liberdade, mais tarde dono de uma Livraria e Papelaria na galeria do Mercado. 3 – Banca de livros alternativos montada pelo Arthur Cantalice 4 – Conhecido cantor e seresteiro de NI 5 – Odemar (?) Moscoso, jornalista e cronista esportivo (sempre o vi em um terno preto) 6 –Referência a antiga cancela, depois passarela, em frente a catedral de NI. Antes da passarela atual, havia uma cancela que baixava sempre que um trem passava. Eu atravessava para ir ao Colégio Afrânio, onde estudava. 7 – Praia onde acampamos muito (Muriqui, Itacuruçá, Mangaratiba, etc) 8 – Jornal Correio da Lavoura, onde trabalharam meu pai e Moscoso, p.ex. 9 – Tal, jovem professor de Ed. Física, muito alegre e brincalhão, primo do Ney. Morreu barbaramente assassinado num posto de gasolina. 10 – Alkir – Dono de um barco que nos levava para Angra 11 – Bar famoso em NI, onde “a cobra fumou”. Ao lado direito da escadaria da estação de trem. 12 – O mais famoso cinema de NI, único na Praça da Liberdade 15 – Walter, Pererinha e Wandeck são irmãos de Waldick, por consequinte meus tios. Ney me disse que queria fazer uma homenagem à família Pereira, ainda que não tenha citado Waldick. 16 – Outro tio meu (tio Bonga), cuja característica era a de consertar tudo, tipo Professor Pardal. 17 – Decy Ribeiro, professor, contista e poeta. Amigo de noitadas a poetisar. 18 – Lais Amaral Jr. Outro poeta 19 – Telmo Cardoso de Matos, grande companheiro de acampamento e fanático por pescaria. 20 – Zanon de Paula Barros (advogado e fotografo). Companheiro das primeiras pesquisas em Iguaçu Velho (início de 1960), junto com Waldick e Samir. Era o fotógrafo do grupo. 21 – Giocomo Gavazi, dono da Faz. São Bernardino. Conheci-o em 1969. 22 – Bar Elite. Famoso pela sinuca. Ficava em frente a escadaria da estação 23 – Compositor de sambas. Parceiro de Ney

24 – Dr. Brigagão era médico famoso em NI 25 – Eugênio Bouvallet (?) Tinha um Centro Espírita que frequentei algumas vezes. Dono de um sistema de alto-falantes na praça da Liberdade. 26 – Mauro Lemos de Azeredo, amigo e grande artista plástico, especialista em desenho a nanquim e bico-de-pena. 13 – Lar de Jesus e Prof. Atlas de Castro, seu diretor. Prof. Atlas (de 27 – Sérgio Fonseca. Foi meu professor de Português e grande amigo de Geografia) era do Colégio Leopoldo, um excelente professor meu pai. Sérgio era Tb compositor de sambas, só ou com vários parceiros. 14 – Jornalista e dono do Jornal Hoje, o 1º em Off set. 28 – Único erro do Ney nesse cordel: maniçoba não tem peixe!!!

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful