UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA POLITÉCNICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA

PROJETO DE SISTEMA DE VEÍCULOS COMPARTILHADOS PARA A CIDADE DE SÃO PAULO

Trabalho de Formatura apresentado à Escola Politécnica da Universidade de São Paulo para obtenção do Diploma de Engenheiro Mecânico Marcelo Alencar Preto

São Paulo 2011

MARCELO ALENCAR PRETO

PROJETO DE SISTEMA DE VEÍCULOS COMPARTILHADOS PARA A CIDADE DE SÃO PAULO

Trabalho de Formatura apresentado à Escola Politécnica da Universidade de São Paulo para obtenção do Diploma de Engenheiro Mecânico

Orientador: Marcelo Alves

São Paulo 2011

FICHA CATALOGRÁFICA

Preto, Marcelo Alencar Projeto de sistema de veículos compartilhados para a cidade de São Paulo / M.A. Preto. – São Paulo, 2011. 196 p. Trabalho de Formatura - Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Departamento de Engenharia Mecânica. 1. Sistemas de transportes (Projeto) I. Universidade de São Paulo Escola Politécnica. Departamento de Engenharia Mecânica II. t.

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DEDICATÓRIA Ao meu pai. . Que sempre me incentivou nos estudos de engenharia.

. Carlos e Mércia por sempre me darem mais do que tiveram. A toda minha família por todo carinho que me dá. por todas as portas que me abriu. Aos colegas de turma que passamos intermináveis horas de estudo. pelos alunos. pela preocupação e por tudo que me ensinam.AGRADECIMENTOS À Escola Politécnica por tudo que eu aprendi. Marcelo Alves. Em especial. aos meus pais. pela orientação ao longo deste trabalho e também pelas aulas durante a minha graduação. Ao Prof. Fazer parte desta Escola é uma honra que. pois ela é mãe de muitas mentes brilhantes. pelos laboratórios. Às amizades que fiz na Poli e que fizeram dos anos da faculdade os melhores que tive na vida. pelos professores.

Não podemos entrar duas vezes no mesmo rio. pois o rio nunca é o mesmo e nós também nunca mais somos os mesmos Heráclito de Éfeso .

Veículo . investimento. Brasil. conforto. é realizada uma análise econômica e financeira da companhia responsável por instalar e operar o sistema de veículos compartilhados proposto. determinar as características básicas do serviço e selecionar o veículo a ser utilizado. A escolha dos veículos é feita através de uma matriz de decisão que pondera características dos veículos como desempenho. onde variáveis importantes para a determinação das estações do serviço – número de moradores por área. A pesquisa tem o objetivo de determinar os locais relevantes para a instalação de estações. Projeto. segurança. Os resultados mostram que as zonas da cidade mais adequadas para a instalação do sistema estão localizadas nas regiões centrais.RESUMO Este trabalho discute o projeto de um sistema de veículos compartilhados (também conhecido por car sharing) na cidade de São Paulo. Transporte. Palavras chave: Car sharing. o percentual de moradias que possuem nenhum ou um veículo próprio e a forma de locomoção – são mais favoráveis. A metodologia adotada para determinação dos locais das estações e da demanda pelo serviço é baseada na análise estatística da localização destas estações e do nível de serviço em cidades onde já existem sistemas de veículos compartilhados. consumo e autonomia e dimensões. Mobilidade. quantificar e qualificar o mercado potencial. Por fim.

the percentage of households with zero or one owned vehicle and the mean of transport . investment. The determination of the vehicles to use in the system is made through a decision matrix which includes criteria such as performance. Keywords: Car sharing. security. and dimensions. The results show that the central zones are the most adequate for the installment of the of the car sharing system stations. Transport. Vehicle. Finally. It has the objective to determine the more relevant places for the vehicle stations. Brazil.ABSTRACT The following project discusses the design of a car-sharing system in the city of São Paulo. This is explained by the fact that most the variables used to determine rather a region is convenient or not or car-sharing – such as number of inhabitants per area. comfort. the it is also presented an economic and financial analysis regarding the company response installing and for operating the car-sharing system designed. fuel consumption and autonomy. . The methodology used to determine the places for stations and the demand for the service is based on statistical analysis of the location of existing stations and the service level in cities where car-sharing has succeed. Mobility. Project.are favorable in those areas. to quantify and to give the characteristics of the service and to select the vehicle to be used in the system.

....Cálculo do nível de serviço.....................Mapa dos pontos de recarga elétricos em Paris..................................... OD2002...........Mapa da rede do transporte metropolitano em junho de 2011...................Estacionamento. 104 Figura 33 .......... possíveis locais para as estações de veículos................................... 90 Figura 27 – Esquema das dimensões das vias com sentido duplo de circulação...... 70 Figura 16 – Árvore de funções......... 56 Figura 13 ............................... ....................... 82 Figura 18 – Principais pontos de estacionamento na cidade de São Paulo e região metropolitana....................... 71 Figura 17 – Locais onde as pessoas deixam seus veículos pelo menos trinta minutos.............................. .............. .................. 103 Figura 32 – Componentes normal ( ) e tangencial ( ) da força peso.. 69 Figura 15 – Diagrama FAST.......................... Ponto B........................ ...................... 41 Figura 9 – Mapa do transporte metropolitano...................................................................................Preços cobrados pela Greenwheels........................ ........................................ origem : Vila Madalena.Regiões e subprefeituras da Cidade de São Paulo ..................................................................... Holanda.................. 28 Figura 2 ......................... 88 Figura 24 – Acesso ao veículo .. 86 Figura 21 – Distribuição de veículos na Zona 29 – MASP ......................... ....... 110 Figura 36 ......... 95 Figura 29 . .... 45 Figura 12 – Regiões atrativas para desenvolvimento de veículos compartilhados..... em vermelho......... 113 .........................................................................................Aplicativos para celular (esquerda) e softwares de navegação (direita)....................................................................Coeficientes de arrasto e sustentação para diferentes tipos de veículos........................Estação de recarga de veículos elétricos em Israel.......... 108 Figura 35 – Componentes moto-propulsores do veículo..............Amostra de veículos disponíveis na Zipcar........................ 97 Figura 30 – Forças aerodinâmicas de arrasto (FD) e sustentação (FL).............. 31 Figura 6 ....................... 45 Figura 11 ............. ........................................................................................ ............................................. 32 Figura 8 ........................................... ..... ............... destino : Aeroporto de Congonhas.................. 107 Figura 34 – Principais forças atuantes no veículo.Exemplo de trajeto a ser realizado....................Coeficiente de atrito ( ) em função do escorregamento (s)......... 101 Figura 31 – Coeficientes e da Equação 6............................................................................................... .. 28 Figura 3 .......................Passos para a utilização do Zipcar .... ........... 44 Figura 10 – Zoneamento da cidade de São Paulo....... França.. 31 Figura 7 ..... .....Localização de Zipcars na cidade de Nova Iorque............................ Ponto A............................. 30 Figura 5 .. 58 Figura 14 – Diagrama de ambiente.............................. 90 Figura 26 – Referência de dimensões de veículos......... 87 Figura 22 ............... . .......................................................... ............ 88 Figura 25 – Dimensões de referência para vagas de estacionamentos.... 85 Figura 20 – Zonas de atratividade em verde (alta) e amarelo (normal) e............... ............................ PITU 2025........... .. .......... .......................... 88 Figura 23 – Totem de utilização do serviço ..............LISTA DE FIGURAS Figura 1 ..................... Estados Unidos............ .... ........................................ .......... .............................................. 29 Figura 4 ............... .................................................................. 84 Figura 19 – Principais pontos de postos de gasolina na cidade de São Paulo e região metropolitana...................................................... 93 Figura 28 – Sistema de precificação dinâmica para ajustar a oferta e a demanda de veículos nos locais de devolução retirada.......... ............ ..

............ 114 ...........Figura 37 – Posição do ponto de referência do assento (Ponto R) ........... 114 Figura 38 – Dimensões internas e externas típicas do veículo................................. ........

.................... 35 Gráfico 2 ........................... 36 Gráfico 4 .Atração de Viagens Diárias por Modo de Transporte ...... 37 Gráfico 5 .......................................................... 142 Gráfico 13 – Lucro líquido e margem líquida.....Lentidão Média no Trânsito..............Frota de Ônibus Urbano............................................. 38 Gráfico 7 ........... ..Velocidade Média no Trânsito em São Paulo....Veículos Cadastrados em São Paulo ...........................Evolução da receita bruta (R$ milhões)..........................................Evolução da População no Estado de São Paulo3... 138 Gráfico 12 – EBITDA e margem EBITDA................................................................2007 .................................. 142 .........Preço da diária de estacionamento em 11 bairros da capital paulista........... 137 Gráfico 11 ........................................Quantidade de Usuários por Modo de Transporte – 2007 .............. ....................................... .... 36 Gráfico 3 ........................ 46 Gráfico 9 .....................................LISTA DE GRÁFICOS Gráfico 1 ....... 46 Gráfico 8 ......................................................................... .............Evolução dos custos e das despesas (R$ milhões)...... 38 Gráfico 6 ........................Tempo Médio de Viagem por Modo ............... 94 Gráfico 10 ..

..... 72 Tabela 10 – Funções relacionadas à Estação..................... 91 Tabela 18 – Dimensões de vagas adotadas.............. 54 Tabela 4 ............................................................................................................ 66 Tabela 9 – Funções relacionadas ao Serviço....Classificação e nota final dos veículos ... ...... 73 Tabela 12 – Funções relacionadas à Usuário.... 115 Tabela 24 – Distância entre eixos dos veículos analisados. ...............................Planos e tarifas Zipcar........... 73 Tabela 11 – Funções relacionadas à Veículo.................. 106 Tabela 22 – Coeficiente de atrito para diferentes tipos de estrada .............. 131 Tabela 32 . ....... ............................................................................................................. ....... 27 Tabela 2 .................................. 61 Tabela 6 – Total de veículos compartilhados e estações em zonas selecionadas............. ..... 124 Tabela 31 .........MASP........................... ................Zonas com nível de serviço alto . ................................. 118 Tabela 27 – Veículos selecionados para análise ............................. 117 Tabela 26 – Diâmetro da roda....... Fonte : Goldman Sachs...................................................... 138 .............................................. 92 Tabela 19 – Dimensões das vias de acesso às vagas selecionadas..... ................................ ............ 64 Tabela 8 – Motivações................ 92 Tabela 21 – Dimensões de alguns veículos.. ................................................................................................... 122 Tabela 29 – Média das relações massa/ potência e massa/torque por grupo de veículos analisados em comparação com o calculado..................... 120 Tabela 28 – Média da potência e do torque por grupo de veículo analisado em comparação com o calculado....Limites para nível de serviço de veículos compartilhados..Resumo dos resultados dos veículos.............................................. ...... .................................................................................... 45º e 60º........................................ ...................... ....... com sentido duplo de circulação............................... 57 Tabela 5 – Nível de serviço em algumas zonas selecionadas............................................................................................. ............ 92 Tabela 20 – Dimensões das vias de acesso às vagas............................................................ .... 91 Tabela 17 – Dimensões para estacionamento a 90º. 53 Tabela 3 – Outros Limites para nível de serviço de veículos compartilhados................................ 63 Tabela 7 – Total de usuários do sistema em algumas zonas selecionadas............................................. 91 Tabela 16 – Dimensões para estacionamento a 30º.................................................. ....................................... 136 Tabela 35 – Resumo das despesas...... 123 Tabela 30 – Informações de potência e de torque dos veículos analisados em comparação com o critério adotado........................... 90 Tabela 15 – Dimensões para estacionamento em paralelo................................. 116 Tabela 25 – Inércia da transmissão para diferentes marchas................................. 132 Tabela 33 – Projeções para a taxa Selic e para o IPCA....Dimensões típicas de veículo compacto e longo (DIN 70020......................... atitudes e comportamentos obtidas no estudo de mercado.......... 135 Tabela 34 – Projeções para a frota de veículos no final de cada período e a média de usuários por dia no período................................................... com sentido único de circulação....................... ...... percepções............................................................... 74 Tabela 13 – Especificações para estações na Zona 29 ................................... Parte 1) . para diversos veículos... 87 Tabela 14 – Medidas aproximadas de veículos...................................................... .. ...................... ........................ ................................................................................................ ........................ com pneu............... .. ...............LISTA DE TABELAS Tabela 1 ................................................ 114 Tabela 23 .........

........... .........Tabela 36 – Taxa de depreciação dos veículos........ 141 ..... 140 Tabela 39 – Projeções de imposto de renda e de contribuição social sobre o lucro líquido............................. (R$ milhões)............................................. Depreciação e amortização (R$ milhões). Fonte: Receita Federal..................... 140 Tabela 38 – Despesas e receitas financeiras (R$ milhões).................................. ........................................ 139 Tabela 37 – Investimentos.... ...........

....................................................... 30 6............................ DO SERVIÇO E DO PROJETO ..................................... 38 8.....................4..................................................................PROPOSTA .....................1 POPULAÇÃO .........CONTEXTO ................................................................................. 26 6.................................................INTRODUÇÃO ...2........1............................................ZIPCAR .........................1.............. 24 5..........................................................................................Funcionamento ...............................................................................................3..................... 31 7.... 45 ..........................ESCOPO DO PROJETO................................................................ 33 7...............................................................5.......POLÍTICAS DE TRANSPORTE PÚBLICO ..1..............................................PONTOS DE RECARGA ELÉTRICOS E SERVIÇOS – BETTERPLACE .............PROJETOS EXISTENTES ......................... 35 8.............3................................ 34 7..........................................3..........................................................................................................................................................................CONTEXTO DA CIDADE DE SÃO PAULO E DO MERCADO ..............5........................................... 22 4.....................................Outras empresas ...................................................................... 29 6......................................................................................................................................................4.................PARIS – AUTOLIB .............................................................................. 29 6............. 36 8.........CARACTERÍSTICAS E REQUISITOS ......... 26 6......................... 25 6...........................................4......Veículos disponíveis ....................................................................EVOLUÇÃO DO TRÁFEGO ...............NECESSIDADE .................... 19 2.........................................................................................1........VEÍCULOS COMPARTILHADOS ..............................LIMITES E RESTRIÇÕES .. 42 8.....2.......2..........1............................3......................................1....................1..............................1............................. 34 7........ 20 3................DEFINIÇÕES .....................................................OBJETIVO .......................................2........... 33 7.......... 26 6..................4..ESTIMATIVA INICIAL E APROXIMADA DE CUSTOS ............ 35 8.................................ESTUDO DE ORIGEM-DESTINO ................A empresa ....................................................SUMÁRIO LISTA DE FIGURAS LISTA DE GRÁFICOS LISTA DE TABELAS 1......................OBJETIVOS DO PRODUTO.............PITU 2025............................................................TRANSPORTE METROPOLITANO ................... 34 8.... 26 6............................................................................................... 33 7.... 42 8................................................................................

68 10...............................................Interesse pelo serviço............................. 67 10.....................3......6......................................... 66 10..................................Segmentos de mercado para veículos compartilhados ...NÚMERO DE VEÍCULOS E ESTAÇÕES......LOCALIZAÇÃO DAS ESTAÇÕES ...................3...............6..................Benefícios esperados ...........................................................................4............ 47 8....3............ 62 9.Disposição a pagar . 51 9...............................2..1........................7.............Expectativas sobre o veículo ....1.....................Perfil dos usuários potenciais ......................1..........................3......................DETERMINAÇÃO DA REDE ESTAÇÕES ....................................... 53 9..............................................................METODOLOGIA .....................................DETERMINAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS DO SERVIÇO..........1. 48 8.................................................2.................................................................. 74 11PROJETO DAS ESTAÇÕES ........................2...................................................................3.......1.....6..............1.............ANÁLISE DAS INFORMAÇÕES DE MERCADO .... 83 11..... 51 9.........LOCAIS COM MERCADO POTENCIAL ................................................. 55 9.......6........3...........1.8...............................................1...............3................1............................................. 48 8....................Principais indicadores e limites para veículos compartilhados ......... 47 8...................Tipo de uso projetado ................................. 49 8.....1......................................NÍVEL DE SERVIÇO ........... 63 10........................... 72 10........6.. ............................................. 47 8........................8....................Outras considerações ............................................. 48 8................. 67 10..........................4................................Diferenças entre regiões com e sem sistemas de veículos compartilhados .....2....... 65 10..4................................6................1......... 58 9................................. 49 9....................................... 54 9............................................................................................................................................Organização das funções .Metodologia.........................................................................................................................4................................................6............1.2.......... 49 9.......................................................................................Correlação com nível de serviço ..............1.........2.....Necessidade primária..........6..........ANÁLISE FUNCIONAL ...........................................Característica dos bairros.................................................................................5..... 52 9...............7...........Expectativa sobre o serviço ..........3..................... 65 10.....5................................2.1.6.....................................ESTUDO DE MERCADO ................NÚMERO USUÁRIOS ............ 58 9........................................................................2..................6................Regiões atrativas para compartilhamento de veículos em São Paulo .......................................... 49 9..............1.......................... 83 .....Nível de serviço regiões nas mais atrativas... 59 9......Identificação de funções ...............................Disponibilidade de informações ..............Identificação das métricas e determinação das especificações ........................... 49 9................................................ 50 9........................3..............................................................................................................

.... 93 11...3................3.SISTEMA DE PRECIFICAÇÃO ...............................TIPO DE MOTOR E FONTE ENERGÉTICA ............................... 137 13.....................................................3Resistência de rolagem ..................................3............5Resistência total .........4......................... ANÁLISE E DEFINIÇÃO DAS DIMENSÕES DAS VAGAS DE ESTACIONAMENTO E DAS LARGURAS DAS VIAS DE CIRCULAÇÃO E MANOBRAS ................2.............................................4Inclinação da estrada ........................................5....................3........................................2Resistência aerodinâmica ...............Classificação e escolha dos veículos a serem utilizados ............................................................................................................1.....2.......................4.................5.................. 93 11....................Diferenciação dos veículos oferecidos ..........................................................ANÁLISE ECONÔMICO-FINANCEIRA .................... 103 12.....2...............1............ 131 13..6Cálculo da potência do motor ..........Critérios para a escolha dos veículos e avaliação ..DETERMINAÇÃO DOS VEÍCULOS ....... 125 12.....Informações técnicas dos veículos ...........................................................Tipo dos veículos.. 138 13............5....................................................................TORQUE DE PARTIDA .............5........................................4.................. 110 12.. 134 13..... 96 12........POTÊNCIA DO MOTOR ...............................................................Aceleração limitada pela tração.......................4...................1........PROJEÇÕES DE CRESCIMENTO DA RECEITA BRUTA..... 99 12........................................................1...............................PROJEÇÕES DE EVOLUÇÃO DOS CUSTOS E DESPESAS .................5....................PROJETO PRÓPRIO OU USO DE VEÍCULOS EXISTENTES ..........................................2............................................3......................Valor das tarifas de retirada..................................CARACTERÍSTICAS DAS ESTAÇÕES......PROJEÇÕES DE DEPRECIAÇÃO.... 121 12........5...................... 134 13.......1.....................Precificação dinâmica.................. uso e devolução ........................................................................ 108 12............... 104 12.......2....... 126 12...............1.................PROJEÇÕES MACRO-ECONÔMICAS ............................................................................5.........................1........................................................... 119 12............................ 119 12................... 108 12........... 139 .5....................................... AMORTIZAÇÃO E INVESTIMENTOS EM IMOBILIZADOS E OUTROS ATIVOS ........................2....1....................................................... 113 12........CUSTO DOS ESTACIONAMENTOS ........................... 99 12..................................5.....1.....11............1Força de tração .......................................................... 136 13..........................................1...............Torque de partida do motor .............. 89 11......VEÍCULOS DISPONÍVEIS .................................................................... 102 12......... 100 12....... 94 11..................................................... 105 12.................... 88 11................ 99 12.................Cálculo da tração de partida o motor ............ 122 12.................5...........................PROJEÇÕES DE CRESCIMENTO DE USUÁRIOS E DA FROTA ......................................................................................................................................1....................... 119 12................2.......5..........................2....2....

....................................................................................................167 Anexo G – Informações técnicas dos veículos analisados: Sedan................149 Anexo B – Nível de Serviço.......................................... 164 Anexo F – Informações técnicas dos veículos analisados: Picape....................................154 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto.191 Anexo J – Premissas do modelo financeiro............................PROJEÇÕES DE EBITDA (LAJIDA) E LUCRO LÍQUIDO ..................... Estações.....9.......................................179 Anexo I – Demonstrativo de resultado de exercício......................... 141 13....155 Anexo E – Informações técnicas dos veículos analisados: Perua......PROJEÇÕES DE RECEITAS E DESPESAS FINANCEIRAS ............................10ANÁLISE DOS RESULTADOS ECONÔMICO-FINANCEIROS ...................... Veículos e Usuários...........6......................................194 .....................145 Anexo A – Correspondência entre Zonas............7......BIBLIOGRAFIA .................................13........... Nome de Zonas e Nível de Serviço...........................8.......................................................................................................... 140 13... 143 13..151 Anexo C – Diagrama FAST..... 141 13...............................DRE – DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO ............173 Anexo H – Informações técnicas dos veículos analisados: SUV................................................................................................PROJEÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO LÍQUIDO .......................................... 144 14..............................

Cada espaço é disputado na cidade. Portanto. o suprimento de água numa vila rural é feito muitas vezes por obtenção direta de rios ou fontes ou poços artesianos. INTRODUÇÃO A vida na cidade apresenta desafios muito diferentes daqueles vividos no campo. as necessidades do indivíduo estão intimamente ligadas ao coletivo e a produtos provenientes da transformação da natureza. como por exemplo o transporte.19 1. O elevado número de habitantes por quilometro quadrado nos centros urbanos torna atividades simples. O uso de máquinas. em especial. Em uma vida estritamente rural. enquanto que numa cidade quase todos dependem do sistema de abastecimento. Por exemplo. a satisfação das necessidades do homem é fortemente relacionada à natureza e ao trabalho o próprio indivíduo. As relações sociais e as obrigações de cada cidadão para com a sociedade são intensificadas para permitir o convívio pacífico entre os habitantes. . em cidades megapopuladas implica um maior planejamento e coordenação das atividades para permitir uma vida agradável a seus habitantes. Em uma região urbana. aparelhos domésticos e elétricos além da própria iluminação nas ruas levam a um maior consumo de energia dos habitantes urbanos em comparação aos rurais. em uma região metropolitana o impacto de uma pessoa sobre as demais e sobre o próprio ambiente é muito maior. coleta e deposição de lixo são crucial dada enorme quantidade gerada em um pequeno espaço devido à elevada densidade demográfica. O consumo energético também é muito maior na cidade. caóticas na medida em que muitas pessoas anseiam locomover-se em um espaço geográfico pequeno ao mesmo tempo. Na cidade o impacto ambiental e a poluição gerada são imensamente maiores do que no caso rural. Questões sanitárias como tratamento de esgoto. A vida urbana.

Europa e Oceania são extremamente urbanizadas com proporções entre 70% e 82% e projeta-se para 2050 que. Destas 54 cidades. 52% do total 958 cidades. Outro sexto (0. América do Norte. Embora nas últimas décadas. em 2010. das quais 54 tem população superior a 5 milhões. De acordo com dados das Nações Unidas.6 bilhão) vive em centros com população entre 100 mil e 500 mil. vive em 958 cidades. seguida da América Latina com 4 e África.2 bilhão) vive em locais com população inferior a 100 mil habitantes. a Ásia detém o maior percentual de cidades com mais de meio milhão de habitantes. portanto. . O restante. 33 possuem população entre 5 milhões e 10 milhões (7% da população urbana) e as 21 cidades restantes possuem mais de 10 milhões de habitantes cada totalizando 9% da população urbana. Um terço do total de habitantes urbanos (1. com exceção da Oceania. Em contrapartida. Este fato não se limita apenas a países desenvolvidos ou em desenvolvimento. 50. CONTEXTO O século XXI experimentou uma taxa de crescimento populacional extraordinária com a qual a população mundial saiu de 1. o percentual de pessoas que vivem na zona rural diminuiu criando grandes aglomerados populacionais. as taxas de fertilidade tenham caído na Europa.20 2. América do Norte e Europa com duas cada. estas regiões tenham índices de urbanização de mais de 84%. metade da população urbana. América Latina. atingindo valores não superiores a 1. sendo. América do Norte e Japão. Na medida em que a população aumentou.65 bilhão no início do século e atingiu 6 bilhões de indivíduos no começo dos anos dois mil. A população mundial não é bem distribuída.5% da população (ou 3. uma realidade global. espera-se que a população mundial continue a crescer graças às constantes melhoras na saúde e que ainda tem muito a melhorar no mundo subdesenvolvido detentor das maiores taxas de natalidade. Ásia e África detêm proporções de 40% e 42% de sua população vivendo fora da zona rural. 11. e também detém o maior número de megalópoles.5 nascimentos por mulher.5 bilhões de pessoas) vivem em cidades.

estima-se que a população mundial deva atingir 10 bilhões de habitantes e que a população rural diminua de 0. .21 Para o ano de 2025. espera-se que o número de megacidades.5 bilhões de indivíduos agravando ainda mais a problemática vida em uma região densamente habitada.4 bilhões de pessoas. Em 2050. Implicando que as cidades devam ter um aumento populacional de mais 4.56 bilhão de habitantes face ao valor atual de 3. passe de 21 para 29. aquelas com mais de 10 milhões de habitantes.

Muitas vezes. Entretanto. sabe-se que nem todos aderem ao sistema de ônibus (que muitas vezes é superlotado) e ainda que estes dependem das condições de tráfego nas ruas compartilhadas com todos os outros veículos. Em um primeiro momento este recurso é de fato necessário e resolve o problema de engarrafamento até o limite em que não se pode mais expandir o sistema viário urbano enquanto cada vez mais carros a começam a rodar nas ruas. . Uma proposta mais adequada é promover um sistema de transporte coletivo adequado fazendo com que as pessoas deixem de usar seus veículos e passem utilizar meios de transporte capazes de transportar mais indivíduos ocupando menos espaço físico nas ruas. o tempo total gasto numa viagem de ônibus é muito maior do que comparado a um carro. Uma tentativa paliativa à qual nos anos seguintes obtêm-se novamente aquelas quantidade de veículos dos anos anteriores devido ao maior número de emplacamentos do que de automóveis que deixam de circular nas ruas anualmente. Os ônibus por si só são capazes de reduzir o número de veículos circulantes pelo fato de transportarem um maior número de pessoas no espaço equivalente ocupado por carros e motos se seus passageiros os utilizassem ao invés do ônibus. em cidades como São Paulo a proposta de rodízio de veículos reduz-se em até 20% a frota de veículos nos horários de pico.22 3. o enfoque para a melhoria das condições de tráfego em diversas cidades foi baseado no modelo de ampliar ruas e avenidas e de criar vias rápidas e expressas para aumentar a fluidez dos veículos. Este tipo de abordagem tem o objetivo de incrementar a quantidade de veículos que cada via suporta e a velocidade média na qual as pessoas transitam com seus veículos particulares. Para tal. NECESSIDADE A crescente população urbana implica no aumento do tráfego nas grandes metrópoles. Uma realidade para a maioria as metrópoles mundiais. novas soluções para o trânsito de indivíduos devem ser desenvolvidas para melhorar a qualidade de vidas nestes centros. Na maioria das vezes. pois o ônibus realiza paradas nos diversos pontos e enquanto os carros utilizam caminhos mais curtos. seja para curtas ou longas distâncias. A solução de fato está em diminuir o número de veículos circulantes.

ou seja. algumas cidades no mundo utilizam soluções alternativas como bicicletas públicas e mesmo empresas desenvolveram novos sistemas de aluguel e compartilhamento de carros visando preencher esta inconveniente lacuna. Tais medidas aumentam significativamente a qualidade do serviço e devem ser aderidas. . em geral até o acesso ao metrô ou trem para aqueles que desejam realizar trajetos maiores. não apenas por transportarem grandes volumes de pessoas. ainda existem lacunas entre três principais meios de transportes discutidos nesta seção que não permitem sua perfeita integração e o desuso completo de veículos particulares pelos indivíduos. Entretanto. pela alta adesão e satisfação dos usuários. os ônibus são ideais para curtas distâncias. Enquanto o metrô cobre regiões densamente habitadas e com pouco espaço para vias. mas. é o sistema de transporte urbano mais confiável e o que oferece tempos de viagem mais curtos em horários de pico. Restringindo a análise a uma metrópole com malha transporte urbana diversificada (metrô. ao fazer compras em um supermercado. mesmo em cidades com ampla malha de transporte metropolitano. Através da conscientização dos cidadãos ou considerando uma cidade com tráfego tão intenso a qual locomover-se com veículos próprios torna-se impraticável. conseqüentemente. entendido por metrô (subterrâneo) e trens (superfície). pois possuem vias exclusivas. por fim. O transporte metropolitano. trens são mais adequados ao transporte de grandes distâncias entre a periferia e o centro e. como responsável pelo planejamento urbano. as pessoas devem deixar seus carros na garagem e aderir ao sistema de transporte coletivo reduzindo a frota de veículos e. Nesta conjuntura. o trânsito e o engarrafamento. o centro da cidade.23 Corredores exclusivos para ônibus e linhas com horários fixos permitem o planejamento do usuário quanto ao tempo de viagem além e reduzi-lo. Lacunas que se tornam evidentes em situações conhecidas como o “problema do último quilômetro” ou ainda aquelas as quais os carros praticamente não podem deixar de ser utilizados como. Podem efetivamente reduzir a quantidade de veículos circulantes. tem o encargo fornecer meios de transporte público de qualidade a todos. ônibus e trens) percebe-se que cada meio de transporte tem uma aplicação ótima e mais adequada. O Estado. por exemplo.

A melhor integração do sistema de transporte em vigor visa que as pessoas deixem de usar seus próprios veículos e passem a utilizar o transporte público diminuindo o tamanho da frota de carros em circulação na cidade de São Paulo. Este trabalho também inclui o projeto básico do veículo a ser desenvolvido para viabilização do novo sistema de transporte. OBJETIVO O objetivo deste trabalho é propor uma nova solução para o transporte em metrópoles a fim de melhorar a qualidade da mobilidade dos indivíduos. pode ser estendido a outras cidades tomando-se as considerações adequadas. O trabalho será aplicado à cidade de São Paulo.24 4. sendo. portanto. Este veículo deverá ter características definidas segundo as necessidades energéticas disponíveis e às condições do ambiente urbano densamente habitado de uma metrópole como São Paulo. mas. específico para os problemas identificados nesta cidade. . Pretende-se propor uma nova rede de transporte público para melhor integrar o sistema já existente e os projetos futuros da cidade de São Paulo.

no Canadá. mas sim um sistema de veículos compartilhados. Não é necessário ir até uma loja alugar o carro. Estocolmo e Barcelona. Algumas empresas já utilizam a idéia. Assim. A cobrança é feita pelo tempo de uso em minutos. O veículo deve ser para uso estritamente urbano: possui projeto e funções adequados a curtas distâncias e ao espaço restrito de regiões densamente habitadas. no Reino Unido. que atua em mais de 50 cidades nos Estados Unidos como Nova Iorque.25 5. Pretende-se que este sistema esteja também integrado ao sistema de transporte público em vigor. O conceito surge da observação de sistemas de compartilhamento de bicicletas existentes em diversas cidades na Europa como Paris. Boston e Chicago. Lyon. pretende-se criar uma rede de veículos espalhados por diversos pontos da cidade onde se pode retirar um carro e devolvê-lo em outro ponto após o uso possibilitando a utilização do mesmo veículo por diversas pessoas. O termo veículos compartilhados implica em que nenhum dos usuários é de fato o proprietário do veículo. Deste modo. não em dias. em Vancouver. . este projeto pretende aplicar a idéia de compartilhar bicicletas a veículos. 2. como a Zipcar. A grande diferença entre o projeto proposto e o modelo da Zipcar é de que se pretende criar o veículo a ser utilizado ao invés de utilizar carros de montadoras já existentes. Distinção entre simplesmente compartilhar veículos e veículos compartilhados vem do fato de que compartilhar veículos entende-se por dividir o veículo particular com outras pessoas. O veículo é inspirado no CitiesCar desenvolvido pelo MIT. não se pretende criar um sistema que permita as pessoas compartilharem seus carros oferecendo caronas ou dividindo com colegas ao irem trabalhar. baseando-se em duas premissas básicas: 1. Os veículos estão disponíveis na rua. A Zipcar tem revolucionado o sistema de aluguéis de carro. e em Londres. PROPOSTA A solução proposta é a de compartilhamento de veículos. Na realidade.

seguro. os valores das tarifas estão resumidos na tabela a seguir. fazendo até mesmo com que o compartilhamento de veículos torne-se parte do planejamento das cidades. a empresa conta com carros elétricos. Canadá e Reino Unido.1. 6.1. dispensando a necessidade de lojas físicas para o atendimento do grande público.1. Com a missão de permitir uma vida urbana mais simples e sustentável. destravamento do carro e uso. Uma para usuários ocasionais e outra para aquele que utilizam o serviço com mais freqüência. Tudo é feito via web e o veículo encontra-se em postos de auto-serviço. A empresa Há mais de uma década os fundadores decidiram trazer para os Estados Unidos a idéia de compartilhamento de veículos que surgiu na Europa com o intuito de redefinir a maneira como as pessoas pensam em transporte. nos Estados Unidos.2. Existem duas categorias de planos de adesão.1. Tomando como exemplo a cidade e Nova Iorque. pretende-se que cada cidadão more de cinco a dez minutos a pé de um serviço Zipcar. VEÍCULOS COMPARTILHADOS . Funcionamento A utilização do serviço Zipcar conta com quatro passos: adesão. PROJETOS EXISTENTES 6. A primeira conta com uma taxa anual e o pagamento é feito conforme o uso.26 6. Ambos os planos contam com combustível. reserva. A Zipcar está disponível em mais de cinqüenta cidades nos Estados Unidos.ZIPCAR 6. A empresa tem a ambição de que no futuro existam mais pessoas compartilhando carros do que veículos. Desde 2002. A segunda é um plano mensal que conta com tarifas mais baixas. . O cadastro é feito diretamente pelo website.

Como se pode observar na figura abaixo. Plano de uso ocasional No ato da adesão Taxa anual Comprometimento mensal Inscrição Descontos A cada utilização Segunda a quinta-feira Valor da hora à partir de Valor diário a partir de Sexta-feira a domingo Valor da hora à partir de Valor diário a partir de $8 $115 $8 $77 $601 nenhum $25 Nenhum Plano mensal No ato da adesão Taxa anual Comprometimento mensal Inscrição Descontos A cada utilização Segunda a quinta-feira Valor da hora a partir de Valor diário a partir de Sexta-feira a domingo Valor da hora à partir de Valor diário a partir de $7. fonte: Citibank. a reserva do veículo é feita no website da empresa onde há um mapa com a localização de cada veículo.30 Nenhuma $50 (mínimo) $25 10% Assim. podendo ser filtrado por localidade ou tipo de veículo. existe um número elevado de estações de veículos espalhadas pela cidade.27 Tabela 1 .20 $103.Planos e tarifas Zipcar.72 (Real).20 $69. após a adesão. 1 Taxa de conversão em novembro de 2010: 1 $ (Dólar americano) = R$ 1. .50 $7.

A chave de ignição encontra-se no interior do veículo e está pronto para uso. O retorno deve é feito no mesmo estacionamento onde o veículo foi retirado Figura 2 .28 Figura 1 . Inscrição 2. Desbloqueio 4.Passos para a utilização do Zipcar: 1. . Reserva 3. Uso. O acesso ao veículo é feito através de um cartão magnético que é identificado em um leitor preso ao pára-brisa no interior do veículo. Estados Unidos.Localização de Zipcars na cidade de Nova Iorque. Após ter feito uma reserva o leitor identifica o usuário e destrava o carro.

Veículos disponíveis A variedade de veículos disponíveis inclui tipos de carros como hatchbacks e coupés.4. É importante ressaltar que os valores das tarifas variam conforme o modelo. Outras empresas Greenwheels A Greenwheels é uma empresa holandesa que oferece um sistema de locação de veículos no mesmo modelo proposto pela Zipcar.29 6.3. caminhonetes e minivans.1. sedans.SUVs.1.Amostra de veículos disponíveis na Zipcar. e até mesmo conversíveis. Figura 3 . Alguns modelos estão ilustrados na Figura 3. 6. .

Figura 4 . a diferença entre a Zipcar e a Greenwheels é que esta possui apenas dois modelos que são carros elétricos: Peugeot 107 e 207. Austrália. Fonte: Citibank em novembro 2010. Holanda2. WeCar A WeCar é uma empresa americana que assim como a ZipCar oferece compartilhamento de veículos na forma de aluguel por hora ou dia.30 Atua apenas em Amsterdam. . Dinamarca. Holanda. e disponibiliza pontos auto-serviço de retirada de carros. 6.2.Preços cobrados pela Greenwheels. Entretanto. Estados Unidos e Canadá. 2 1 € (Euro) = $1. cidades devem começam a se preparar para uma das promessas do futuro da mobilidade: veículos elétricos. como é o caso da BetterPlace que atua em Israel.30 (dólares americanos). Assim. PONTOS DE RECARGA ELÉTRICOS E SERVIÇOS – BETTERPLACE Um dos atuais entraves para disseminação dos carros elétricos é a falta de pontos de recarga. Percebendo esta futura oportunidade algumas empresas já tomam carona nestes projetos e oferecem software e serviços para veículos elétricos.

Visiona a instalação de estações de recarga em casas. A BetterPlace fornece tecnologia em baterias. .Aplicativos para celular (esquerda) e softwares de navegação (direita). Vai além da instalação de pontos de recarga e promete oferecer 4 mil veículos elétricos nos moldes de veículos compartilhados. Figura 6 .31 Figura 5 .Estação de recarga de veículos elétricos em Israel. 6. pontos de recarga. PARIS – AUTOLIB O projeto parisiense é um dos mais arrojados do mundo. serviços e padronizações. escritórios e estacionamentos.3.

32

Espera-se com o projeto reduzir as emissões carbono em 22 000 toneladas por ano além de reduzir o trafego de carros partindo do princípio que menos pessoas teriam a necessidade de possuir seus próprios veículos. Ainda em desenvolvimento, conta atualmente com apenas uma centena de pontos de recarga gratuitos. Estimam-se custos totais do projeto de R$24 milhões de reais (€ 9,9 milhões). O Autolib, nome dado ao projeto derivado de “auto liberté”, deve operar nos moldes do projeto de bicicletas públicas em vigor na cidade. Nele o usuário simplesmente retirará um veículo sem reserva prévia e o carro será deixado em qualquer estação de veículos. As taxas para meia hora de uso devem variar entre R$10 e R$15.

Figura 7 - Mapa dos pontos de recarga elétricos em Paris, França.

33

7.

ESCOPO DO PROJETO

A declaração do escopo do projeto é a definição do que precisa ser realizado e aborda as características limites do projeto, tanto do veículo quanto da rede de estações.

7.1.

DEFINIÇÕES

Produto: veículo que será utilizado para realizar o deslocamento de um ponto a outro na cidade.

Serviço: rede de estações para retirada e retorno de veículos assim como a tudo que envolve tarifas e toda forma de interação com o usuário.

Projeto: o todo, tanto o veículo quanto o serviço.

7.2.

OBJETIVOS DO PRODUTO, DO SERVIÇO E DO PROJETO

Pretende criar um serviço de transporte que ofereça aos usuários a possibilidade de responder às suas necessidades de mobilidade urbana sem a necessidade de adquirir um veículo próprio com o objetivo de reduzir a quantidade de automóveis em circulação na cidade de São Paulo através da integração com a rede de transporte público atual a fim de melhorar as condições de transito nas ruas. Assim, o produto deve permitir o deslocamento do usuário segundo sua necessidade em conformidade com o espaço urbano em questão. O serviço deve permitir a integração com os outros sistemas de transporte. E o projeto como um todo deve melhorar as condições de transporte na cidade de São Paulo.

34

7.3.

CARACTERÍSTICAS E REQUISITOS

Permitir o transporte de pelo menos duas pessoas e suas bagagens de mão (mochilas, bolsas, pastas) a distâncias que compreendem o perímetro urbano da cidade de São Paulo independentemente de condições meteorológicas desfavoráveis como, por exemplo, chuva. A autonomia do veículo deve ser tal que cada usuário seja capaz e realizar o trajeto pretendido sem a necessidade de reabastecimento entre o ponto de partida e de chegada. O veículo deve trafegar por ruas e avenidas e não ser dependente de vias especiais como, por exemplo, trilhos. E deve ser capaz de estacionar em vagas as quais os veículos comuns atuais não são capazes seja pelo espaço físico ou por restrições nos movimentos possíveis de se realizar com o veículo. Serviço disponível a qualquer momento, 24h todos os dias, sem necessidade de reserva prévia e sem restrição de retornar no mesmo local onde o veículo foi retirado.

7.4.

LIMITES E RESTRIÇÕES

O uso do veículo restringe-se ao espaço urbano da cidade de São Paulo, à disponibilidade energética e está sujeito às normas de segurança e de emissões permitidas a veículos automóveis.

7.5.

ESTIMATIVA INICIAL E APROXIMADA DE CUSTOS

O custo de utilização do serviço deve ser proporcional e de mesma ordem de grandeza das tarifas vigentes para o transporte metropolitano na cidade de São Paulo.

2 78.0 7.7% da população do estado vive na região metropolitana.9% 51.7% 51.8% 1970 50. 3 4 Fonte: IBGE.Evolução da População no Estado de São Paulo3.2% 48.0 17.5% 1960 45.523 km2. 45 41.35 8.5% 36.3 37.3% 28.0 31. CONTEXTO DA CIDADE DE SÃO PAULO E DO MERCADO 8.7 milhões3 e confrontando com dados de 2000 há um aumento de 10%.6 25.1% 49.8% 1940 9. conforme dados de censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).3% 47. POPULAÇÃO A cidade conta com uma população de 11. . em 2010. a porcentagem da população que vive na região metropolitana de São Paulo se estabiliza em próximo a 50% e. A partir da década de 80. 4 O Gráfico 1 revela o movimento migratório em direção a capital do Estado entre as décadas de 40 e 70.7% 1950 63. Considerando-se toda a região metropolitana de São Paulo.3% 40 Milhões de Habitantes 35 30 25 20 15 10 5 0 1991 2000 2010 Região Metropolitana de São Paulo Total Restante do Estado de São Paulo % eg metro Gráfico 1 . 47.2 milhões de habitantes e uma área de 1. CAGR (compound annual growth rate): Taxa de crescimento composta anualizada.1. este número salta para 19.2% 21.8 13.1 71.3% 1980 54.7% 48.7% 52.

5 7. o número de veículos cadastrados teve um crescimento anual de 4.0 5. a população da região metropolitana aumentou mais de uma vez e meia.5 Milhares de Veículos 9.2.4%.6 milhões para 19. a taxa de crescimento da população na cidade de São Paulo foi de 1% ao ano. o número de veículos cadastrados somente na cidade de São Paulo cresceu quase quatro vezes e meia. de 12. sal- . Entre 1980 e 2010. 8.6 1. 8 Milhões de Veículos 7.1 3.9 1983 Fonte: São Paulo Transportes/SPTrans 1991 2000 2009 Gráfico 3 . a evolução do transporte cresceu a outro passo. Por outro lado.6 6 4 2 0 1980 1991 2000 2010 Fonte: Departamento Estadual de Trânsito/Detran Gráfico 2 .Veículos Cadastrados em São Paulo 16 14 12 10 8 6 4 2 0 14. EVOLUÇÃO DO TRÁFEGO Enquanto nas últimas três décadas a população na cidade de São Paulo cresceu a uma taxa de 1% ao ano.Frota de Ônibus Urbano Nas últimas três décadas.36 Considerando os dados a partir da década de 80.8 10.7 milhões de habitantes.8% e a frota de ônibus urbano um crescimento anual de 2.

que de 1980 a 2008 teve um decréscimo de 36% no pico matinal e de 41% no pico vespertino e atingiu.6 milhões para 7 milhões de veículos.6 20.8 km/h. uma média de 17.4 17.4 19.3 km/h e de 14.2 20. respectivamente.8 Fonte: Companhia de Engenharia de Tráfego .1 24. segundo dados de 2007 do Metrô/SP.37 tando de 1.Velocidade Média no Trânsito em São Paulo Entre 2000 e 2008 a lentidão média no transito aumentou 27% no pico da manhã e 18% no pico da tarde.Relatório de Desempenho Gráfico 4 . a frota de ônibus quase dobrou no período. é mais do que dobro aqueles que utilizam veículos individuais. . O tempo médio gasto no trânsito. por aqueles que optam pelo transporte coletivo. Uma evidência de que os investimentos em infra-estrutura viária urbana não acompanharam a evolução da necessidade de locomoção é a análise da velocidade média no trânsito nos horários de pico. Km/h 30 25 20 15 10 5 0 1980 1991 2000 2008 Pico da Manhã (Bairro/Centro) Pico da Tarde (Centro/Bairro) 27.3 14. independente do percurso.9 24. 90 e 138 km de lentidão. Além disso. para respectivamente.

00. TRANSPORTE METROPOLITANO O transporte metropolitano em São Paulo conta com linhas de ônibus.SP – "Síntese das Informações" Gráfico 6 . A .38 160 140 Km de Lentidão 120 100 80 60 40 20 0 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 71 117 85 70 74 62 115 108 115 100 77 86 89 116 114 90 129 138 2008 Pico da Manhã Pico da Tarde Fonte: Companhia de Engenharia de Tráfego/CET .Depto.85 no Metrô e R$2.3.90 nos trens da CPTM. equivalente a uma viagem com integração. A tarifa de ônibus para um trajeto único é de R$3.Tempo Médio de Viagem por Modo 8. metrô e trens.Lentidão Média no Trânsito 80 70 60 Minutos 50 40 30 20 10 0 1997 A pé 2002 Coletivo Individual 2007 15 27 16 26 16 31 61 63 67 Fonte: Companhia do Metropolitano de São Paulo/ Metrô. de Planejamento e Controle Operacional/DPO Gráfico 5 . custa R$2. Um bilhete unitário.

Linha 4 – Amarela. A segunda. Linha 1 – Vermelha. . 468 estações em operação e 24 linhas do metrô de Nova Iorque. foram inauguradas as linhas 2 – Verde e 5 – Lilás. O acesso aos ônibus pode realizado em um dos 28 Terminas ou uma das aproximadamente 19 mil Paradas. Existem também corredores de ônibus. foi inaugurada em maio de 2010 e até maio de 2011 ainda opera com horários e dias reduzidos. a cidade de São Paulo possui um total de 1. Linha 3 – Azul. Os Terminais são áreas onde as linhas têm seu ponto de chegada ou de partida e têm estrutura para atender aos passageiros. para permitir o embarque ou desembarque. inaugurada em 1974. O Metrô de São Paulo teve sua primeira linha. caixas eletrônicos e posto de atendimento para solicitação. recarga ou aquisição do cartão Bilhete Único. foi inaugurada em 1979 enquanto que somente em 1991 e em 2002. respectivamente. que também possiblita a integração do ônibus com o Metrô e Trem por um adicional de meia tarifa. diminuindo o trânsito. número baixo se comparado aos 369 km de extensão. conta com 78. O Bilhete Único pode ser usado em qualquer viagem nos Ônibus Municipais (portanto não incluem ônibus intermunicipais). Os corredores são faixas exclusivas para ônibus de grande porte e foram criados para distribuir melhor os veículos nas vias. Atualmente conta com cinco linhas sendo que a mais nova. no Metrô e na CPTM. O tempo médio de percurso entre duas estações de sistema é estimado em 2 minutos. incluindo o total da linha amarela ainda em construção. As paradas são demarcadas por um totem ou cobertura e estão distribuídas pela cidade.39 integração.3448 linhas de ônibus em operação as quais circulam quase 15 mil veículos com idade média de aproximadamente cinco anos.1 km de extensão distribuídos em 69 estações. sem custo adicional de até 4 viagens de ônibus pode ser feita através do Bilhete Único. os motoristas de ônibus e microônibus param o veículo por meio de sinalização do passageiro. O número total de passageiros em 2010 chegou a 2.9 milhões e em entre janeiro e abril 2011 foram transportados quase um milhão de passageiros. A rede atual. Segundo dados da SPTrans de abril de 2011. com quiosques de diversos serviços. Nestes locais.

saídas e transferências. respectivamente. Segundo dados de dezembro de 2010.40 Em 2010. A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) atende a 89 estações num total de 22 municípios.3 milhões de usuários. mais de 750 milhões de passageiros entraram no metrô e teve uma média diária de entradas em dias úteis de 2. 526 mil.1 milhão de passageiros por dia. Entretanto. programada no pico. Entram na Linha 3 – Vermelha diariamente 1112 mil passageiros e nas linhas 2 – Verde e 5 Lilás. por onde entram diariamente 968 mil pessoas.Grajaú e 12 Brás – Calmon Viana. 9 Osasco . A linha que transporta diariamente (em dias úteis apenas) o maior número de passageiros é a Linha 1 – Azul. ao longo de seus 260. 323 mil e 165 mil usuários. por onde circulam aproximadamente 796 mil passageiros em dia útil. considerando-se entradas. A Estação Palmeiras-Barragunda teve o maior número de entradas do sistema e totalizou 62.6 milhões de usuários em média nos dias úteis em 2010. de 119 trens e são realizadas em média 2. totalizando 2. transportaram respectivamente 330 mil. Aos finais de semana a média foi de pouco mais de 1. foram transportados mais de 3. as linhas mais movimentadas foram as linhas 11 Luz – Estudantes.8 quilômetros distribuídos em seis linhas operacionais. a estação mais movimentada é a Estação Sé. 8 Júlio – Prestes e 7 Luz – Jundiaí. respectivamente. 266 mil e 199 mil usuários em média em dias úteis. As estações e maior movimento foram a Brás (162 mil usuários em média por dia útil) Luz (151 mil usuários em média por dia útil) e Barra Funda (150 mil usuários em média por dia útil). A linhas de trem da CPTM contam com uma frota. por onde passaram diamente (em dias úteis). As linhas 10 Luz – Rio Grande da Serra.12 milhões de passageiros transportatos nestes dias. . 414 mil e 386 mil usuários. excluindo dados da Linha 4 – Amarela.6 milhões de passageiros.437 viagens em dias úteis. Incluindo entradas mais as transferências.

Mapa da rede do transporte metropolitano em junho de 2011.41 Figura 8 . .

a chamada Estratégia Preferida de transportes. é modernizada. gestão e preços. pretende-se expandir a rede de Metrô acrescentando 110 km até 2025 (sobre a rede existente no início de 2005). Esta estratégia foi selecionada mediante o cômputo de indicadores que focalizam as dimensões econômica.4. Adicionam-se quatro serviços expressos que agregam o Expresso Leste e é completado pelo conjunto Expresso Aeroporto e Trem de Guarulhos. .42 8. integrada pelos componentes de infra-estrutura. conhecido por PITU 2025.Via Livre e Passa Rápido . de logística urbana de cargas. deverão ser providos de estacionamento e deverão usar recursos de tecnologia da informação e de programação operacional para eliminar as filas físicas no seu interior.4. social e ambiental do transporte sustentável.aos quais se somam os expressos Tucuruvi – Guarulhos. órgão do Governo do Estado de São Paulo. de financiamento expandida e de desenvolvimento. ABD – Cecap e Tiradentes. Nesta edição do PITU. estabeleceu em dezembro de 2006 o Plano Integrado de Transportes Urbanos que deve ser completamente implantado até o ano de 2025. POLÍTICAS DE TRANSPORTE PÚBLICO 8. No sistema metro-viário. O sistema de transporte sobre trilhos é complementado por um grupo de corredores convencionais de ônibus . PITU 2025 A secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos. Alguns terminais localizados na região metropolitana de São Paulo. considerados “Terminais Chave”. Este plano determina estratégias de políticas públicas conjugadas à de transporte urbano com a finalidade estabelecer as melhores estratégias para a região metropolitana de São Paulo. trabalha de forma harmônica com as políticas conjugadas antes expostas. As políticas conjugadas as quais o PITU 2025 se refere são políticas de uso do solo.1. habitacional. dobrando sua capacidade em relação ao nível de 2006. A malha de trem por outro lado.

43

O PITU 2025 dá suporte ainda ao transporte não motorizado em sua configuração atual e ampliada pelos Terminas Chave, que procuram melhorar o deslocamento dos pedestres e ciclistas nas proximidades das estações e terminais. Além disso, ao privilegiar o uso misto de transporte em determinados locais abre-se a oportunidade de criação de bolsões mais calmos. Nessas áreas deverá ser regulado com mais vigor o tratamento das calçadas e a construção de ciclovias. Outro aspecto refere-se às prioridades viárias, que devem estabelecer ou reforçar uma determinada seqüência de atendimento aos usuários onde se coloca em primeiro lugar o transporte não motorizado, em segundo o transporte coletivo e em terceiro o transporte individual motorizado. Assim, pretende-se alocar aos automóveis uma parte dos custos totais por eles provocados. Para promover esta política, o pedágio urbano deverá ser implementado a partir de 2012 – 2015, quando estará operacional projetos como a extensão da Linha 5 do Metrô, o Expresso Aeroporto, a duplicação da capacidade da CPTM e uma nova etapa de projetos da EMTU. No que diz respeito à política tarifária, preconiza-se a manutenção das atuais práticas, com exploração dos recursos de bilhetagem temporal. Entretanto, não exclui o estudo de tarifação à distância.

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Figura 9 – Mapa do transporte metropolitano, PITU 2025.

45

8.5.

ESTUDO DE ORIGEM-DESTINO

O estudo de origem-destino, procura determinar o quais os trajetos realizados pelas pessoas e quais meios de transportes foram utilizados para tal. A cidade de São Paulo é dividida em 23 zoneamentos que foram repartidos e agrupados em nove regiões que possuem, cada uma, uma subprefeitura responsável pela elaboração dos planos diretores, conforme indicado nas figuras abaixo.

Figura 10 – Zoneamento da cidade de São Paulo, OD2002

Figura 11 - Regiões e subprefeituras da Cidade de São Paulo

Uma análise dos hábitos das pessoas que transladam na cidade de São Paulo revela que as zonas mais procuradas como destino são a 1, 4 e 18, de modo que aproximadamente 25% dos usuários têm estes locais como destinos. Considerando também as zonas 19, 10, 20, 3 e 23 têm-se um agregado de mais de 50% dos destinos com base no número de pessoas. Os números absolutos da quantidade de usuários e suas respectivas zonas de destinos encontram-se resumidos na tabela abaixo.

70 1.5 1.09 1.16 1.Companhia do Metropolitano de São Paulo/Metrô.61 0.86 1.71 0.84 0.0 1 4 18 19 10 20 Ônibus Metrô 3 23 2 17 15 16 9 6 7 21 14 11 12 13 22 Táxi Outros 8 5 Transporte Fretado Trem Veículo Particular A Pé / Bicicleta Zona Fonte: Pesquisa Origem Destino/OD .95 0.SP Gráfico 7 .57 0.88 0.30 1.68 0.82 0.39 1.5 2.46 Milhões de Usuários 2.Atração de Viagens Diárias por Modo de Transporte .0 1.Companhia do Metropolitano de São Paulo/Metrô.03 0.57 0.95 0.Quantidade de Usuários por Modo de Transporte – 2007 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 Zona Ônibus Metrô Transporte Fretado Trem Veículo Particular A Pé / Bicicleta Táxi Outros Fonte: Pesquisa Origem Destino/OD .22 2.5 0.78 0.16 1.SP Gráfico 8 .2007 .73 0.0 1.71 0.82 0.

2. perímetro pretendido para a utilização do Autolib’5. ESTUDO DE MERCADO Este estudo tem a finalidade de medir o interesse da população e definir as diferentes características do veículo e dar embasamento para o dimensionamento do serviço. 8. Assim uma das hipóteses deste trabalho incide no fato de que a população da região metropolitana de São Paulo deve ter as mesmas necessidades de transporte e interesse de adesão.47 8. Baseado no estudo realizado pela cidade de Paris. 56% das pessoas possuem um veículo e 80% destes declaram que o serviço poderá modificar seu comportamento de mobilidade.6.1.6. 54% das pessoas interrogadas estimam que o serviço proposto possa melhorar as condições de transporte no perímetro metropolitano. Em contra partida. Dentro deste grupo. Os 44% restantes não possuem veículos e 70% destes declaram que o serviço resolverá os problemas devido a falta de um veículo próprio. autolib-paris. 5 Mairie de Paris. esta porcentagem chega a 59% se considerado somente os residentes da capital. que envolveu a população residente em toda a região metropolitana parisiense. Interesse pelo serviço Ao total.6. Isso significa que estes possuem carteira de habilitação ou a intenção de tê-la e que se declaram interessados no serviço têm a intenção de utilizá-lo. 45% das pessoas que circulam na região metropolitana e que possuem idade superior a 18 anos fazem parte da fatia de mercado objetivada pelo serviço de veículos compartilhados. 8. Benefícios esperados Para 72% dos entrevistados um serviço de carros elétricos contribuirá para reduzir a poluição do ar na região metropolitana.fr . França.

4. 68% possuem algum tipo de veículo motorizado.6. sobre tudo. 8. Tipo de uso projetado Os motivos de uso mais freqüentemente citados foram fazer compras (87%). A maioria dos interessados (79%) deseja utilizar o serviço na região metropolitana. o público alvo é constituído por uma porção quase igual de homens (51%) e mulheres (49%) e possui uma proporção de 42% de pessoas entre 18 e 34 anos. não ser poluente e ser adaptado às condições de circulação em toda região metropolitana. tanto no que se refere a vias e a distâncias. em comparação com o total de interrogados.6. 8.6. contra 77% da média dos entrevistados. Quanto o meio de transporte utilizado pelos interrogados que se declararam favoráveis ao serviço:    84% possuem carteira de motorista.5. O veículo elétrico apresenta uma adesão importante mesmo considerando os limites atuais do sistema. contra média de 64%.48 31% dos motoristas da capital e 27% dos motoristas da região metropolitana têm a intenção de utilizar o serviço e estão dispostos a deixar de utilizar seus veículos. 49% possuem um cartão para a utilização do transporte público na região metropolitana. 8. utilizar o veículo à noite ou de madrugada (81%) e acesso a estações de metro e trem (73%) e utilizar aos finais de semana (67%).3. Expectativas sobre o veículo O serviço esperado deve. Perfil dos usuários potenciais No perfil sócio-demográfico. .

C. 8. DETERMINAÇÃO DA REDE ESTAÇÕES 9. Neste trabalho . LOCAIS COM MERCADO POTENCIAL 9.1.7. como.00 e mais R$6. 9. As pessoas interrogadas desejam também um veículo bem conservado e a possibilidade de contato com um operador do serviço através de uma interface integrada ao veículo. 8.49 Um dos elementos mais citados pelas pessoas interrogadas foi a presença de um porta-malas que permita o transporte de um volume de compras correspondente a um carrinho de supermercado ou quatro passageiros e possibilidade de ter um sistema de guia de ruas. por exemplo. Disposição a pagar O consentimento em se pagar pela utilização do serviço não aparece como forte um obstáculo contra o uso do serviço.1.6.1. Metodologia Em trabalho publicado no 2007 Annual Meeting of the Transportation Research Board.00 por meia hora de uso. Millard-Ball [14] discutem ferramentas para encontrar mercados potencias para sistemas de veículos compartilhados em regiões urbanas. Celsor e A. Expectativa sobre o serviço A maioria das pessoas interrogadas deseja poder pegar um veículo sem reserva prévia e a garantia de estacionamento em locais exclusivos quando chegarem em seu destino. A maioria do público-alvo está disposta a pagar por uma adesão mensal de R$40.6.6. o GPS.

 Mercados geográficos: bairros onde veículos compartilhados podem ser inseridos com maior efeito. muitos dos projetos de sistema ocorreram de modo experimental. Ambos os mercados são inter-relacionados de forma que fatores geográficos são influenciados pela característica demográfica dos residentes. Segmentos de mercado para veículos compartilhados Os segmentos de mercado para veículos compartilhados podem ser divididos em duas categorias:  Mercados demográficos: grupos demográficos que são mais prováveis para aderir a um programa de veículos compartilhados.50 mostra-se que características do bairro e do transporte na região são indicadores mais relevantes do que características individuais de usuários de veículos compartilhados. Entretanto. propõe-se uma ferramenta baseada no modelo de oferta ao invés em modelo de demanda. poucos trabalhos trataram de modo quantitativo para identificar as principais características de bairros que suportam compartilhamento de veículos. Em outras palavras. Entretanto. 9. após analisar 13 regiões nos Estados Unidos que tiveram aumento significativo de serviços de compartilhamento de veículos. Assim. ou seja. Até o presente. mercados demográficos correspondem a micro características de usuários de veículos compartilhados enquanto mercados geográficos a macro características. Portanto. . onde a demanda está concentrada em operadoras já existentes.2. analisa onde operadoras de veículos compartilhados oferecem seus veículos.1. toda a metodologia utilizada na determinação dos locais mais atrativos para compartilhamento de veículos baseia-se na referência 14 da bibliografia.

1. A seguir são discutidas algumas possíveis variáveis e sua influencia na determinação da atratividade da região para veículos compartilhados:  Número de membros na moradia. não proprietários e possuem nível superior de educação. Moradores de regiões que contam com veículos compartilhados.3. deve funcionar em conjunto com outros modos  Elevada densidade: densidade populacional elevada traz uma base de usuários maior dentro de uma distância razoável de ser feita a pé.4. algumas variáveis podem ser utilizadas para medir de forma quantitativa tais características. em geral são inquilinos e. composição e educação: moradias com apenas um morados são as mais comuns em regiões que possuem veículos compartilhados.  Capacidade de viver sem o carro: veículos compartilhados não devem suprir todas as necessidades de mobilidade de uma família ou pessoa. Diferenças entre regiões com e sem sistemas de veículos compartilhados Como resultado das características discutidas na sessão anterior. entretanto. . 9. à noite e nos finais de semana.  Uso diversificado: o uso ligado a atividades comerciais e ao trabalho durante o dia pode ser combinado com usuários residenciais que utilizam no final do dia.51 9. Característica dos bairros As principais características necessárias a um local para que seja atrativo a implementação de veículos compartilhados são os seguintes:  Alta demanda por estacionamentos: a posse de veículos é mais cara e menos conveniente em locais onde estacionamentos são escassos. portanto.1. A presença de crianças é não é comum.

 Veículo próprio: residentes de regiões que contam com serviços de veículos compartilhados possuem substancialmente menos veículos que a média de outras regiões e tendem a não ter carro. Principais indicadores e limites para veículos compartilhados As características do bairro e de transporte são indicadores mais relevantes para veículos compartilhados do que fatores puramente demográficos. A quantia elevada de pessoas que caminham é um indicador do uso misto e de um ambiente favorável a pedestres. . mas pouco crescimento é esperado. comparado com pessoas das outras regiões. E o nível de serviço “alto” indica locais onde se espera que compartilhamento de veículos cresça.5. tendem a serem localizados em regiões antigas. bairros históricos.  Características locais: sistemas de veículos compartilhados. Os resultados dos limites para cada nível de serviço estão resumidos na Tabela 2. 9. Estes orientações não são requisitos precisos. Deste modo. Celsor e A.52  Meio de transporte para trabalho: residentes de regiões que possuem o serviço tendem a utilizar com maior freqüência o transporte coletivo ou andar a pé para o trabalho. O nível “baixo” representa locais onde o serviço de veículos compartilhados pode ser viável. Dois grupos de nível de serviço foram estabelecidos.1. na maioria das regiões. que tendem a ser melhor para se caminhar e têm menos locais de estacionamentos fora das ruas. mas sim aproximações de características os bairros onde serviços de veículos compartilhados tendem a ter maior sucesso. “baixo” e “alto”. Millard-Ball propõem também sugestões onde veículos compartilhados podem ser atrativos.

serão incluídos outros indicatores além daqueles abordado por Celsor e A. Isso significa que uma mistura de áreas residenciais e com alta taxa de emprego é importante para garantir que os carros sejam usados de modo mais suficiente.50% 35% . a densidade populacional representa a base de clientes potenciais para à noite e fins de semana. por exemplo.40% 70% . [15]. encontrou que a densidade demográfica conveio como o melhor indicador para a previsão de viagens em Chicago. Holtzclaw et al. Estados Unidos. Celsor e A.6.20% 35% . Deste modo. Nível de Serviço Baixo Alto Demografia % Moradias de uma pessoa Meio de Transporte para o trabalho % Dirigem sozinhos % Caminham Veículos Próprios % Moradias sem nenhum veículo % Moradias com 0 ou 1 veículo Características do bairro Número de moradias por km2 30% 55% 5% 10% . Outras considerações Outras variáveis que não foram apresentadas ou discutidas na seção também são importantes na determinação de regiões com mercados potenciais para compartilhamento de veículos. por exemplo. Millard-Ball. podem não ser suficientemente utilizados durante o dia. Millard-Ball no mesmo trabalho m que estabelecem limites para nível de serviço de veículos compartilhados afirmam que a densidade demográfica também é uma variável representativa. Los Angeles and San Francisco. diferentemente .53 Tabela 2 .15% 60% 1200 40% . A densidade de emprego.1.Limites para nível de serviço de veículos compartilhados. é um indicador de uso durante o dia e em dias da semana. Baseado em estudo para projeto de sistema de veículos compartilhados para cidade de San Diego. Veículos compartilhados em áreas estritamente residenciais. por outro lado.80% 1200 9.40% 15% .

a pé. e . Nível de Serviço Baixo Alto Densidade Populacional Habitantes por km2 Densidade de Empregos Empregos por km2 Disponibilidade de Transporte Porcentagem de pessoas que usam outros transportes para trabalhar (comum. o indicador densidade de emprego também é proposto. Define-se disponibilidade de transporte como a porcentagem de pessoas que utilizam outros meios de transporte que não sejam o carro para ir trabalhar. qual a porcentagem de pessoas que utilizam transporte público. esta informação não será considerada. além da densidade populacional e de emprego. que a porcentagem de domicílios com apenas um morador na cidade de São Paulo era de 8. Em relação à porcentagem de moradias de uma pessoa. vale ressaltar apenas como uma referência. realizada pela Secretaria dos Transportes Metropolitanos do Governo do Estado de São Paulo pelo Metrô. são necessárias características específicas para a determinação do nível de serviço. pela falta de dados específicos para cada região.1. Entretanto. etc. disponibilidade de transporte e densidade de empregos estão resumidos na Tabela 3.87%. bicicleta e que vão a pé em relação ao total de viagens. Em outras palavras. Entretanto. Disponibilidade de informações Conforme apresentado na seção anterior.7. a disponibilidade de transportes. Os limites para serviço baixo e alto para a densidade demográfica.54 daqueles em regiões de escritório. dado a disponibilidade e dados apresentados na Pesquisa Origem-Destino de 2007. algumas extrapolações serão admitidas conforme descrito a seguir. biclicleta. segundo o CENSO do ano 2000 realizado pelo IBGE. Ainda segundo o estudo realizado em San Diego. infere-se que também deve ser considerado. Portanto.) 3700 6400 7400 14800 30% 60% 9. Tabela 3 – Outros Limites para nível de serviço de veículos compartilhados.

55 este valor chegou a 12% em 2009.8. 9. Em relação a pessoas que caminham e a disponibilidade de transporte. As informações de veículos próprios. segundo a PNAD6. 6 Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios. será admitido simplesmente meio de transporte utilizado com origem naquela região.1. . será ignorado o fato de ser necessário que caminhem para o trabalho e será considerado pessoas que com origem naquela região segundo o modo de transporte. mostrando a evolução deste indicador. E ainda. Regiões atrativas para compartilhamento de veículos em São Paulo Baseado nas informações da Pesquisa Origem-Destino 2007 e utilizando os limites determinados nas seções anteriores. o fato de ser necessário que dirijam sozinhos será ignorado e admitido simplesmente pessoas que dirigem. número de moradia por km2 e densidade populacional e de empregos encontram-se disponíveis e nenhuma consideração especial faz-se necessária. as regiões mais atrativas foram determinadas e estão indicadas na Figura 12. Quanto ao meio de transporte para o trabalho.

56 Nível de Serviço Nulo Nível de Serviço Baixo Nível de Serviço Alto Figura 12 – Regiões atrativas para desenvolvimento de veículos compartilhados. .

Algumas regiões também foram encontradas fora da cidade de São Paulo. Da Figura 12. 379 Boa Vista. A tabela completa com a correspondência entre número da zona. infere-se que as regiões centrais são aquelas que apresentam mercado potencial para o sistema. estão resumidas a seguir: Tabela 4 . 383 . quando não adjacentes. São Bernando.57 As regiões foram determinadas de forma que regiões com alto nível de serviço apresentaram todos os indicadores acima do limite de alto nível de serviço. sejam ligadas por algum transporte de trilho (Metrô ou Trem). as zonas 336 – Guarulhos. Deste modo.São Bernardo do Campo e 439 . . como em Guarulhos. Regiões com baixo nível de serviço foram determinadas se possuíam pelo menos um dos indicares dentro da faixa de baixo serviço e nenhum indicador abaixo deste limite. Santo André e Osasco.Zonas com nível de serviço alto Zona 3 4 5 7 22 24 25 26 31 35 42 Nome da Zona Praça João Mendes Ladeira da Memória República Luz Pires da Mota Liberdade Treze de Maio Bexiga Vila Buarque Santa Cecília Celso Garcia Para o projeto do sistema de compartilhamento de veículos. nome da zone e nível de serviço pode ser encontrada no Anexo A.Santo André. 403 .Novo Osasco serão desconsideradas. somente serão consideradas regiões que sejam adjacentes e que. As regiões que apresentaram nível de serviço Alto.

1. Assim. Correlação com nível de serviço A metodologia demonstrada na seção 9.Cálculo do nível de serviço. O nível de serviço é definido pelo número de veículos compartilhados disponíveis em uma determinada região. a máxima distância que se dispõe a caminhar para acessar uma estação.2.2. pela análise estatística das regiões que tipicamente contam com serviços de veículos compartilhados. ou seja. A região é delimitada por uma circunferência de raio 800 metros. aborda. Estação de veículos Circunferência de 800m de raio 4 veículos 2 veículos 2 veículos 2 veículos Nível de serviço = 10 Figura 13 . NÍVEL DE SERVIÇO 9. um modelo de regressão baseado nas variáveis discutidas anteriormente. Millard-Ball propõem. . Celsor e A. não apenas as regiões mais atrativas como também o nível de serviço estimado.58 9.1.

serviços de veículos compartilhados aumentam quando há maior proporção de casas alugadas. “nível de serviço” é o número de veículos compartilhados por circunferência de 800m de raio. Millard-Ball propõem que o melhor modelo para determinar o nível de serviço leva em conta a taxa de veículos próprios e a proporção de modo de transporte a pé. moradias com crianças e casas alugadas. Utilizando a Equação 1 e os dados Obtidos na Pesquisa Origem-Destino 2007. Veículos compartilhados também apresentam correlação (positiva ou negativa) com outras variáveis como a porcentagem de moradias com apenas uma pessoa. 9. Assim. Equação 1 Onde. de moradias com poucos carros e de uso de transporte coletivo ou viagens a pé. pode-se determinar os níveis de serviço em cada uma das Zonas eu apresentaram potencial de mercado. o nível de serviço apresenta correlação positiva com número de habitações que possuem nenhum ou um veículo. C. Nível de serviço regiões nas mais atrativas. Celsor e A. disponiblidade para caronas ou andar a pé. .2. Por outro lado. Baseados na correlação entre as variáveis apresentadas nesta seção.59 O nível de serviço apresenta correlação negativa com o número de pessoas que dirigem sozinhas para o trabalho e a média de veículos por casa. bairros com menor número de pessoas que vão ao trabalho sozinhas e com menor número de veículos por casa tendem a ter maior serviço de veículo compartilhado. ou seja. de habitações de uma pessoa. “veículos” é a média de veículos por moradia dentro da circunferência e “a pé” é o número de pessoas que andam para o trabalho dentro da região delimitada pela circunferência.2. densidade residencial.

o número de circunferências ( ) será estimado pela divisão da área total da região da zona pela área de um círculo de raio 800 m. a médio do número de veículos em uma circunferência de 800 m é igual ao número de veículos totais na região dividido pelo número de circunferência. que todas as características se comportam de modo uniforme em cada região. razão entre total de pessoas que andam a é na zona e o número de circunferências na zona. Os resultados de nível de serviço para as regiões potenciais encontram-se no Anexo B.60 Entretanto. Assim. Equação 2 Da hipótese de que as características são uniformes. . dada a dificuldade em obter a quantidade a média de veículos por moradia e de pessoas que andam a pé. Equação 4 Os resultados de nível de serviço para as regiões previamente determinadas como Alto nível de serviço estão resumidos na tabela a seguir. . Ou seja. será admitido que cada zona é homogênea. Equação 3 O número de pessoas que andam a pé em uma circunferência também pode ser calculado da mesma maneira.

Zona de Origem Nome da Zona Nível de Serviço 3 4 5 7 22 24 25 26 31 35 42 Praça João Mendes Ladeira da Memória República Luz Pires da Mota Liberdade Treze de Maio Bexiga Vila Buarque Santa Cecília Celso Garcia 62 75 110 69 0 62 11 18 59 101 11 Exemplo de cálculo do nível de serviço médio na região da Luz (Zona 7) Dados: Automóveis por domicílio: 0.466 viagens O número de circunferências.53 km2 Total Modo a pé: 21.61 Tabela 5 – Nível de serviço em algumas zonas selecionadas.56 Área total da Zona: 1. Automóveis por domicílio por circunferência. .

263. Equação 6 Os resultados para regiões previamente determinadas como Alto Nível de Serviço estão resumidos na tabela a seguir. O total de veículos e estações que o sistema deve possuir é. .3.62 Viagens a pé por circunferência. multiplicar o nível de serviço pelo número de circunferências de raio 800 m. respectivamente. é estimado a partir do númerao de veículos da regi- ão e admitindo que cada estação possui. Os resultados de nível de serviço para as regiões potenciais encontram-se no Anexo B. em média. . 2 veículos. 9. Nível de serviço. NÚMERO DE VEÍCULOS E ESTAÇÕES Para determinar o total de veículos compartilhados em cada região. 7.608 e 15. basta Equação 5 O número de estações.

383 . 627.São Bernardo do Campo e 439 . 1185 e 364). 403 . muito acima da média 71 considerando todas as zonas. Assim. Equação 7 Os resultados para regiões previamente determinadas como Alto Nível de Serviço estão resumidos na tabela a seguir. revelam que de fato. a fim de normalizar os resultdos obtidos e descartar pontos os quais os resultados apresentam desvios excessivos e não condizentes com a tealidade esperada.63 Tabela 6 – Total de veículos compartilhados e estações em algumas zonas selecionadas. .4. multiplicando-se o número de veículos por 25. Os resultados número de usuários para as regiões potenciais encontram-se no Anexo B. NÚMERO USUÁRIOS Sistemas de veículos compartilhados possuem uma média de 25 usuários por veículos por dia. Zona de Origem Nome da Zona Total de veículos compartilhados Estações 3 4 5 7 22 24 25 26 31 35 42 Praça João Mendes Ladeira da Memória República Luz Pires da Mota Liberdade Treze de Maio Bexiga Vila Buarque Santa Cecília Celso Garcia 15 28 42 53 0 20 3 5 27 74 4 7 14 21 26 0 10 1 2 13 37 2 9.Boa Vista. as zonas inicialmente descartadas (336 – Guarulhos. 135. Uma análise mais profunda das informações contidas no Anexo B. Desta forma.Santo André. tem-se o total de pessoas que utilizarão os veículos diariamente.Novo Osasco) apresentam níveis de serviço elevados (respectivamente 406. . 379 .

dos resultados apresentados no Anexo B. 379 . as zonas que apresentarem nível de serviço superior a 276 serão desconsideradas. será excluí por não ser adjacente a nenhuma outra e não configurar parte da rede integrada que se propõe neste trabalho. Portanto.Novo Osasco). o total de usuários estimados é de 36. 383 Santo André. 403 . Zona de Origem Nome da Zona Total de usuários por dia 3 4 5 7 22 24 25 26 31 35 42 Praça João Mendes Ladeira da Memória República Luz Pires da Mota Liberdade Treze de Maio Bexiga Vila Buarque Santa Cecília Celso Garcia 375 700 1050 1325 0 500 75 125 675 1850 100 .São Bernardo do Campo e 439 . Tabela 7 – Total de usuários do sistema em algumas zonas selecionadas. A zona 379 – Boa Vista. Assim. O novo valor médio do nível de serviço é de 40 e o desvio padrão 36. 379 .São Bernardo do Campo e 439 .6 mil pessoas por dia. 403 .Santo André.64 serão excluídas as zonas que apresentem nível e serviço superiores a um e meio desvio padrão (considerando todas as zonas e incluindo 336 – Guarulhos. justificando-se a exclusão inicial.Boa Vista.Novo Osasco. Este é o caso das zonas 336 – Guarulhos.

O segundo passo é a busca pela necessidade primordial a ser respondida e sua validação subseqüentemente. inicialmente procura-se entender o uso do produto baseado em informação obtida pelos estudos de mercado. Por mim. Esta metodologia busca determinar as funções esperadas no produto/serviço e seu valor agregado e percebido pelos usuários/clientes e. METODOLOGIA A determinação das características do sistema. a análise o valor e determinação dos requisitos de projeto baseiam-se no ganho marginal sobre as necessidades identificadas em relação aos custos para responder a estas necessidades. englobando tanto as estações quanto os veículos. através de entrevistas. pode ser realizada através da abordagem de análise do valor. Assim. por fim. pode-se realizar uma análise funcional utilizando o seguinte procedimento:       Identificar as funções Selecionar a função primária Selecionar as funções básicas Organizar as funções subsidiárias Validar a árvore de funções Identificar a hierarquia de funções As especificações objetivadas podem obtidas através da análise dos impactos nos resultados de desempenho do serviço/produto medidos por métricas compatíveis a cada função determinada. DETERMINAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS DO SERVIÇO 10.1. determinar as especificações a partir das necessidades identificadas. após a identificação da necessidade primeira. questionários e da própria observação do uso do serviço ou produto.65 10. Desta forma. .

Quem?    Motivações     Percepções     Atitudes    Comportamentos        Homens e mulheres Maioria de idade entre 18 e 34 anos Possuem carteira de motorista Possuir um veículo em qualquer lugar e qualquer momento Garantia e facilidade para encontrar local para estacionar Contribuição para redução da poluição do ar Solução de problemas devido à falta de veículo próprio Otimização do uso do carro Melhoria da condição de transporte no perímetro urbano Modificação no comportamento de mobilidade Melhoria da poluição do ar Uso integrado com transporte público Uso de veículos elétricos Deixar de utilizar o próprio ou de comprar novo carro Realizar compras Transporte de volumes Transporte de passageiros Uso do veículo à noite e de madrugada Acesso a outros meios de transporte Uso para lazer e finais de semana Uso no perímetro urbano . serão utilizadas as seguintes diretrizes para expressar as afirmações contidas no estudo de mercado:     Motivações Percepções Atitudes Comportamentos Tabela 8 – Motivações.66 10. atitudes e comportamentos obtidas no estudo de mercado.2. percepções. ANÁLISE DAS INFORMAÇÕES DE MERCADO A fim de organizar as informações contidas na pesquisa apresentada na seção 8.6.

  O que pode induzir a evolução da necessidade? Desde o encurtamento ou o aumento das distâncias a serem percorridas à própria evolução do sistema de transporte em vigor.3. 10.67 10. Cada função é descrita na forma de um verbo ativo e um substantivo concreto e são compostas por uma combinação de duas ou três palavras.3. Qual é o risco de sua evolução e do desaparecimento desta necessidade? Baixo. Necessidade primária Busca pela necessidade primária    Para quem é o sistema? O sistema é destinado a pessoas que necessitem locomover-se dentro do perímetro urbano Sobre o que o sistema age? O sistema age sobre necessidade de mobilidade das pessoas Por que o sistema existe? Porque os indivíduos necessitam de transporte Validação da necessidade primária  Por que esta necessidade existe? Por que as pessoas tem necessidades e obrigações a serem cumpridas em diferentes locais a determinado momento e nem sempre dispõem dos meios para tal. . ANÁLISE FUNCIONAL A análise funcional tem como objetivo maior definir a necessidade primária à qual o sistema deve responder e identificar as funções necessárias para responder a tal necessidade.1. Desta forma. as funções indicam o propósito do sistema expressas em termo de uma finalidade global. dada a constante necessidade de transportar-se ou de fazer transportar algo no cotidiano.

3.2.68 10. Identificação de funções Busca intuitiva  Transportar pessoas  Reduzir tempo de viagem  Aumentar a praticidade  Facilitar o estacionamento  Reduzir custo de transporte  Transportar compras  Transportar bagagem  Acessar aeroportos  Fornecer guia de ruas  Acessar remotamente  Acessar metrô  Resolver “last mile”  Medir velocidade  Obedecer normas de segurança  Entreter o passageiro  Controlar temperatura  Aumentar conforto  Localizar veículo  Rastrear veículo  Reservar veículo  Disponibilizar veículo  Disponibilizar acesso  Abrir veículo  Automatizar sistema  Ligar motor  Disponibilizar garagem  Destravar portas  Cadastrar usuários  Pagar reserva  Assegurar o veículo  Controlar fluxo de carros  Controlar tarifa  Integrar pagamentos  Pagar serviço  Disponibilizar estacionamento  Desligar veículo  Abastecer veículo                                      Detectar nível de combustível Alertar nível de combustível Revisar veículos Disponibilizar assistência Fornecer atendimento ao cliente Satisfazer usuário Comunicar gastos Atrair usuário Identificar produto Monitorar veículo Controlar direção Controlar conforto humano Mudar rota Distribuir veículo Realocar veículo Mover veículo Transportar veículo Induzir usuário Induzir rotas Garantir veículo Promover serviço Proteger usuário Transportar volume Reparar veículo Melhorar aparência Aumentar conveniência Ouvir cliente Desenvolver tecnologia Gerar poluição Gerar ruído Transmitir dados Travar veículo Restringir uso Pesquisar usuário Mapear usuários Encerrar serviço Controlar estado do veículo .

Guardar veículo F3. Assegurar contra acidente F2. Transportar passageiro F1.69 Diagrama de ambiente Determinação dos elementos externos:  Usuário  Meio-ambiente  Outras pessoas  Outros veículos  Normas e leis  Veículo  Estacionamento  Operador  Website Usuário Website Outros Veículos F4 F1 Estacionamento F3 F2 Serviço de Compartilhamento de Veículos F7 Outras Pessoas F5 F0 F6 Veículo Normas e Leis F0. Restringir acesso Figura 14 – Diagrama de ambiente. . Acessar Veículo F4. Reserva do veículo F5. Respeitar normas de trânsito F7. Respeitar normas de segurança F6.

70 Diagrama FAST7 Como? Quando? Por quê? Acessar metrô. as funções do sistema. em branco funções de suporte e em vermelho restritivas. no eixo vertical. em azul a linha principal de funções. as saídas do sistema. 7 FAST: Functional Analysis System Technique. as funções devem responder como. . Em amarelo. rodoviárias Aumentar conforto Realizar compras Informar rota Entreter usuário Informar preço de devolução Desligar veículo Devolver veículo Entreter-se e lazer Acessar estação Ir e vir Localizar estação Trabalhar Retirar veículo Obter chave Realizar cadastro Acessar website Locomover-se Respeitar normas Controlar veículo Assegurar o veículo Reservar veículo Transportar pessoas Informar preço de retirada Acionar veículo Transportar objetos Figura 15 – Diagrama FAST: à esquerda saídas. à direita entradas e. trem. etc. Ao mover-se para a direita. quando. Acessar aeroportos. Veja Anexo C para figura ampliada. ao meio. para a esquerda o porquê e.

trem Acessar aeroportos. . rodoviárias Realizar compras Entreter-se e lazer Utilizar o serviço Trabalhar Locomover-se Transportar pessoas Transportar objetos Figura 16 – Árvore de funções.71 Árvore de funções Acessar website Realizar cadastro Obter chave Reservar veículo Acionar veículo Retirar veículo Informar preço de retirada Disponibilizar veículo Incentivar devolução Localizar estação Acessar estação Desligar veículo Informar preço de devolução Devolver veículo Controlar veículo Faturar uso Informar rota Regular temperatura Disponibilizar estacionamento Incentivar retiradas Aumentar conforto Regular acentos Facilitar direção Ir e vir Proporcionar rádio Entreter usuário Tocar música Respeitar normas Restringir uso Assegurar veículo Rastrear veículo Oferecer troca Assegurar contra acidente e pane Rebocar veículo Consertar veículo Abastecer veículo Conservar veículo Assistir ao usuário Auxiliar retirada Revisar veículo Auxiliar devolução Auxiliar uso Acessar metrô.

3. diferentemente do exposto até o momento. Organização das funções Conforme explicitado no Diagrama de Ambiente. Assim. Estação e Veículo. secundária e restritiva. ou elementos externos como. Grupo: Serviço Tabela 9 – Funções relacionadas ao Serviço. a seguir pretende-se associar cada uma das funções identificadas com o elemento responsável por ela. secundária e restritiva. por exemplo. Porém. o veículo e o estacionamento – que faz parte da estação. As tabelas a seguir mostram as funções agrupadas e classificadas por tipo: primária. utilizarse-á três grupos para associar as funções: Serviço. existem diversos elementos responsáveis por cada função. Tipo de função Primária Restritiva Restritiva Primária Secundária Secundária Secundária Secundária Secundária Secundária Primária Secundária Secundária Secundária Função Acessar website Realizar cadastro Obter chave Assistir ao usuário Auxiliar retirada Auxiliar devolução Auxiliar uso Assegurar contra acidente e pane Oferecer troca Rebocar veículo Conservar veículo Consertar veículo Abastecer veículo Revisar veículo . seja o serviço propriamente dito (elemento central do Diagrama de Ambiente). Classificadas como primária.72 10.3. Uma abordagem na qual se coloca o usuário passivo e estes outros três elementos ativos exercendo as funções sobre o usuário.

Tipo de função Primária Primária Primária Secundária Secundária Secundária Primária Secundária Secundária Primária Primária Secundária Secundária Primária Primária Primária Função Controlar veículo Informar rota Aumentar conforto Regular temperatura Regular acentos Facilitar direção Entreter usuário Proporcionar rádio Tocar música Respeitar normas Assegurar veículo Restringir uso Rastrear veículo Locomover-se Transportar pessoas Transportar objetos .73 Grupo: Estação Tabela 10 – Funções relacionadas à Estação. secundária. Classificadas como primária. Classificadas como primária. secundária. Tipo de função Primária Primária Primária Secundária Secundária Secundária Secundária Primária Secundária Secundária Secundária Secundária Secundária Função Localizar estação Acessar estação Retirar veículo Disponibilizar veículo Incentivar devolução Informar preço de retirada Acionar veículo Devolver veículo Disponibilizar estacionamento Incentivar retiradas Informar preço de devolução Faturar uso Desligar veículo Grupo: Veículo Tabela 11 – Funções relacionadas à Veículo.

será apresentado o nível e a flexibilidade. Portanto. estas foram agrupadas a seguir como Usuário e dizem respeito à finalidade na qual o sistema de compartilhamento de veículos como um todo é utilizado pelo usuário. cada função será discutida e determinar-se-á um critério para avaliar o nível ao qual dada função deve ser respondida.74 Por outro lado. . Classificadas como primária e necessidade. Identificação das métricas e determinação das especificações As funções identificadas e organizadas nas seções anteriores devem ser mensuradas para determinar nível de cada função e a flexibilidade em torno desde valor. rodoviárias Realizar compras Entreter-se e lazer Trabalhar 10. Grupo: Usuário Tabela 12 – Funções relacionadas à Usuário.4. A seguir. Em seguida. esta abordagem mostra que as funções de saída identificadas no diagrama FAST (localizadas à esquerda no diagrama) e agrupadas como utilizar o serviço na Árvore de Funções são ativas ao usuário. trem Acessar aeroportos. . determinar as especificações. Com estas informações é possível determinar quanto determinada função deve ser respondida dado o seu valor agregado e o custo para tal e. por fim. Tipo de função Primária Necessidade Necessidade Necessidade Necessidade Necessidade Necessidade Função Utilizar o serviço Ir e vir Acessar metrô.3. sendo este o responsável por exercê-las.

Esta chave. ou cartão. Em relação à comunicação visual. Acessar a estação significa diz respeito principalmente ao horário de funcionamento e restrições quanto a quem e como entrar no local onde os veículos estão disponíveis Especificações A localização prévia deve ser realizada através do website. pelo menos. O acesso à estação é livre a qualquer indivíduo. cada estação deve ser identificada por um indivíduo que esteja a. Entretanto. Desta forma. O horário de funcionamento depende do estabelecimento utilizado como estação. quais veículos estão disponíveis em cada local.75 Grupo: Estação  Localizar e acessar estação: Descrição Localizar a estação compreende desde a localização prévia da estação para que o usuário vá ao local até identificação ao passar em frente a uma. Especificações A retirada dos veículos deve ser feita utilizando a chave de acesso (ou cartão de acesso) enviada a após o cadastro. cinqüenta metros de distância. que não consiste na chave do veículo. estabelece-se o mínimo funcionamento de 18 horas por dia durante todos os dias da semana. A chave de ignição do veículo deve estar no interior do próprio veículo. deve permitir o desbloqueio do veículo. a comunicação visual. o qual somente ter-se-á acesso após o desbloqueio do veículo aquele que possuir o . seja estacionamento ou posto de gasolina. Onde saber-se-á o local exato para a retirada do veículo. em outras palavras.  Retirar e acionar veículo: Descrição Consiste nas etapas após o acesso à estação até sair dirigindo o veículo. assim como as tarifas e taxas – conforme discutido no item de desenvolvimento do website (Acessar website e realizar cadastro). sabe-se que nem sempre isto será possível. mas a chave pessoal e individual a cada usuário. apesar de a preferência para locais 24 horas durante os sete dias da semana.

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cartão de acesso. Assim o acionamento do veículo é feito com a chave comum do próprio veículo.
 Disponibilizar veículo

Descrição Diz respeito à disponibilidade dos veículos nas estações. Especificações Os veículos devem estar disponíveis para serem retirados a qualquer momento em cada estação (dependendo apenas do horário de funcionamento da estação). Além disso, no caso de reserva prévia há o empecilho de restringir o uso do veículo até que este seja retirado.
 Incentivar devolução e informar preço de retirada:

Descrição É sabido que há um fluxo direcional em certos horário do dia. Por exemplo, pela manhã a maioria das pessoas desloca-se da periferia para o centro da cidade. Assim, há a necessidade de equilibrar a disponibilidade de veículos em certas estações em determinados horários e reduzir em outros locais onde há menor demanda. Especificações Deste modo, propõe-se uma solução monetária que incentive a devolução em locais onde há maior demanda. Portanto, na devolução é necessário informar os custos de devolução em cada estação, menor nas estações com maior demanda e maior naquelas com menor demanda em um dado instante ou intervalo de tempo.
 Disponibilizar estacionamento

Descrição Trata de como devem ser os estacionamentos dos veículos. Especificações Os veículos devem possuir locais exclusivos, mas não únicos, para serem estacionados. Quando não houver estacionamento na estação que o usuário gostaria

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de retornar o veículo, ele deve ser informado da estação mais próxima com disponibilidade.
 Incentivar retiradas e disponibilizar preço de devolução

Descrição Analogamente ao caso de incentivar devolução e disponibilizar preço de retirada, estas funções tratam do equilíbrio da disponibilidade de estacionamentos em cada estação ao longo do dia. Especificações Da mesma forma, pode-se incentivar retiradas de veículos em locais com maior demanda por devolução de veículos (e, conseqüentemente, menor disponibilidade de estacionamentos). Este incentivo pode ser feito de forma monetária, através de desconto na tarifa, por exemplo. Assim é também necessário informar o usuário do custo de devolução em determinado local.
 Devolver e desligar veículo

Descrição Trata das ações e condições para e devolução do veículo após uso, assim como a maneira de desligar o veículo. Especificações O veículo deve ser devolvido obrigatoriamente em uma das estações para que seja considerado entregue. Entretanto, não deve haver nenhuma restrição quanto à qual estação deve ser realizada a entrega e tão pouco qualquer comprometimento, por parte do usuário, em devolver no mesmo local onde foi retirado. A estação deve estar equipada para reconhecer quando um veículo foi devidamente entregue. Podendo ser feito em duas etapas: (1) a própria estação reconhece a proximidade do veículo no local apropriado para a devolução e (2) o usuário confirma a através do reconhecimento de seu cartão de acesso em um totem, por exemplo. Porém, antes mesmo do reconhecimento da devolução, é desligamento do veículo pode ser feito com própria chave o veículo (e não através do cartão de aces-

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so do usuário). Por fim, o usuário deixa o veículo e a chave permanece guardada no interior do veículo. O bloqueio do veículo é feito através do cartão de acesso.
 Faturar o uso

Descrição Aborda os preços, tarifas e cálculo do valor a ser faturado. Especificações Baseado na discussão apresentada em toda a seção Serviço, o cálculo do preço final a ser faturado de ver uma função de três elementos:
   Custo de retirada Custo variável conforme horas ou quilômetro rodado (não é especificado nesta seção) Custo de devolução

Os custos de retirada e devolução também podem variar conforme a estação de há maior ou menor demanda por veículos ou estacionamentos livres.

Grupo: Veículo
 Controlar veículo:

Descrição Todos os parâmetros de controle do veículo, direção, frenagem, curvas. Especificações O veículo deve ser conduzido pelo usuário. Deve possuir um sistema de direção que controle o movimento das rodas a fim de permitir a realização de curvas e manobras. Deve também possuir controle de velocidade, sistema de frenagem. As características de controle de direção devem ser condizentes àquelas necessárias para o veículo trafegar em uma cidade, onde haverá a interação com outros veículos e também a necessidade especial de realizar manobras para estacionar.
 Informar rota:

Descrição Navegador e mapa

 Facilitar direção: Descrição Sistema de auxílio na direção.  Regular temperatura: Descrição Controle da temperatura no interior do veículo. .  Aumentar conforto: Descrição Ergonomia do veículo.79 Especificações O veículo deve conter um navegador que indique as direções para realizar o itinerário do usuário. Especificações O interior do veículo deve ser capaz de permanecer em uma temperatura de 15oC a 25oC.  Regular acento: Descrição Regulagem da posição do acento do motorista e do carona. este sistema deve indicar a localização das estações assim como os custos para devolver o veículo em cada estação e número de vagas disponíveis em cada estacionamento. Especificações O veículo deve ser adequado ergonomicamente. Além disso. Especificações O acento deve ser capaz de adaptar-se para ser ergonomicamente confortável para pelo menos 95% da população padrão.

resoluções e portarias em vigor no Brasil. Deve possuir também um sistema que localize o veículo através de uma central para o controle da frota. Especificações O veículo deve possuir um sistema que trave e destrave as portas através do cartão de acesso do usuário. . CD e canal de entrada para tocador mp3. proporcionar rádio e tocar música: Descrição Qualquer tipo de mídia no interior do veículo.  Locomover-se: Descrição Velocidade e inclinação. deve estar de acordo com a legislação.  Entreter usuário.  Assegurar veículo. tocador de música.80 Especificações Deve possuir sistema de auxílio na direção equivalente a direção hidráulica ou elétrica. Especificações As características dos veículos.  Respeitar normas: Descrição Normas exigidas pelo país para que o veículo circule pelas ruas. Especificações Deve possuir rádio. suas especificações básicas configuração devem respeitar condições essenciais para registro. licenciamento e circulação estabelecidas pelo CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito) em função de suas aplicações. restringir uso e rastrear veículo: Descrição Trava na portas e rastreamento do veículo. Assim.

Grupo: Usuário  Ir e vir: Descrição Capacidade de suprir as necessidades de utilização do usuário. rodoviárias Realizar compras Entreter-se e lazer Ir trabalhar Uso noturno .81 Especificações Velocidade: o veículo deve ser capaz de manter uma velocidade constante de 100 km / h em uma reta. Inclinação: deve ser capaz de vencer uma inclinação de no máximo 20o ao partir sem velocidade inicial.  Transportar pessoas: Descrição Capacidade de pessoas no interior do veículo Especificações Capacidade mínima de quatro pessoas o confortáveis no interior do veículo. O volume mínimo correspondente a um carrinho de compras de supermercado. bagagens para viagens e outros objetos de volume similar. trem Acessar aeroportos. Especificações Deve responder às seguintes necessidades de uso:       Acessar metrô.  Transportar objetos: Descrição Capacidade de transportar objetos Especificações O veículo deve possuir espaço específico para armazenar objetos.

Pegar alguém Cabeleireiro Reunião .82 Obrigações familiares Freqüência Casa Trabalho Retorno do trabalho Outro trabalho Escola/religião Escola (estudante) Atividade Religiosa Alta Visita a amigos/parentes Lazer Localização final do veículo Localização final do veículo Deixar alguém Pegar comida/comer Evento social Pegar comida/comer Médico/Dentista Compras Comprar bens Comprar serviços Social/Recreação Recreação Baixa Casa Trabalho Retorno do trabalho Outro trabalho Escola (estudante) Atividade Religiosa Médico/Dentista Compras Comprar bens Comprar serviços Comprar gasolina De casa para o trabalho De casa para visitar amigos ou parentes Localização inicial do veículo Recreação Visita a amigos/parentes Lazer Obrigações familiares Cabeleireiro Compra de bens para a casa Reunião Pegar alguém Deixar alguém Pegar comida/comer Figura 17 – Locais onde as pessoas deixam seus veículos por pelo menos trinta minutos. Fonte: McKinsey and Co.

Uma maneira prática de identificar os locais específicos de onde os pontos de retirada de veículos devem localizar-se é determinar a localização de estacionamentos já existentes. LOCALIZAÇÃO DAS ESTAÇÕES Não somente a determinação das zonas atrativas ao serviço de compartilhamento de veículos. ainda podem servir como estações para o serviço de compartilhamento de veículos O modelo de utilizar estacionamentos já existentes como locais para estações do sistema de veículos compartilhados apresenta também a vantagem de diminuir a necessidade de investimentos em aquisição e construção de imóveis os quais servirão como estações. assim como os custos para implantação de estações nestes locais. Outra possibilidade. é utilizar postos de gasolina como estações para a retirada dos veículos. mas é necessário também determinar o local físico onde se encontrarão os veículos. . A Figura 18 a seguir mostra os principais pontos de estaciomentos na cidade de São Paulo e região metropolitana. As justificativas s\ao as mesmas de estacionamentos. próximas às zonas 1 . o uso de postos de gasolina pode ainda melhorar a relação com fornecedores possibilitando. reduzindo também os riscos de elevados investimentos no início do negócio.83 11. talvez.Sé e 5 .1.República. Além a vantagem de se encontrar no próprio local onde os veículos devem ser abastecidos. PROJETO DAS ESTAÇÕES 11. As regiões centrais. Estes estabelecimentos. redução de custos. assim como as regiões próximas à avenida Paulista. possuem maior densidade de estacionamentos que as zonas periféricas. além mostrarem a demanda por locais onde as pessoas pretendem guardar seus veículos.

84 Figura 18 – Principais pontos de estacionamento na cidade de São Paulo e região metropolitana. . Fonte: Pesquisa Google / Google Maps.

.85 Figura 19 – Principais pontos de postos de gasolina na cidade de São Paulo e região metropolitana. Fonte: Pesquisa Google / Google Maps.

este trabalho aborda de forma macro a questão dos locais das estações e não identifica a localização exata de cada estação. admite-se que. para cada estação projetada. Determinação dos locais específicos: estudo da zona 29 – MASP Embora este trabalho não aborde a temática a localização das estações de forma específica. como postos de gasolina. em vermelho. com a Figura 12. a seguir. haverá número suficiente de estacionamentos e vagas de estacionamento ou locais alternativos. serão determinados os locais específicos das 3 estações localizadas na zona 29 – MASP.86 A comparação da Figura 18 e Figura 19. Assim. que identifica as zonas de maior atratividade ao serviço de compartilhamento de veículos. possíveis locais para as estações de veículos. . Portanto. indica correlação entre os possíveis locais as estações com os já existentes pontos de estacionamento. que mostram os estacionamentos e postos de gasolina. para comportar o número de veículos projetados para cada zona. dada a estimativa de 1464 estações distribuídas em 75 zonas de São Paulo. Figura 20 – Zonas de atratividade em verde (alta) e amarelo (normal) e.

87 Dado a especificação de que na zona 29 deve haver três estações com um total de sete veículos e de que o nível de serviço deve ser de 23. designando-se estações em estacionamentos ou postos de gasolina.MASP. Pontos pretos indicam estações selecionadas. Pode-se utilizar a distribuição proposta na Figura 21. Zona de Origem 29 Nome da Zona Masp Serviço 23 Estações 3 Veículos 7 Figura 21 – Distribuição de veículos na Zona 29 – MASP (em destaque no mapa). pontos vermelhos possíveis locais não utilizados. Tabela 13 – Especificações para estações na Zona 29 . .

locais de estações.2. 11. Além disso. CARACTERÍSTICAS DAS ESTAÇÕES Conforme discutido na seção 10 (Determinação das características do serviço). acesso refere-se à entrada e saída assim como a identificação visual do local e totem ao terminal ao onde o usuário poderá acessar preços. que deve ser identificada. informações de tarifas e validação da retirada e devolução do veículo. devem identificar os veículos presente e a quantidade de vagas disponíveis. Figura 22 .Estacionamento : os veículos do sistema de compartilhamento de veículos estarão dispostos juntos com os outros veículos do estacionamento. localizar outras estações. Estacionamento refere-se ao local onde os veículos estarão disponíveis. Figura 24 – Acesso ao veículo através do cartão de acesso e pronta retirada sem reserva prévia. A abertura do carro é feita com o cartão magnético e a chave do veículo encontra-se no interior. as estações devem ser capaz de permitir a retirada e a devolução dos veículos pelo próprio usuário. Mapa: Pesquisa Google / Google Maps. deverão permanecer sempre na mesma vaga. traçar rotas e confirmar a retirada e devolução do veículo. acesso e totem. As estações devem conter os seguintes elementos básicos: estacionamento. Entretanto. .88 Circunferência de raio 800 m para determinar o nível de serviço. Figura 23 – Totem de utilização do serviço: o totem servirá para obter informações dos veículos disponíveis.

estabelece critérios de projeto a serem utilizados para o dimensionamento das vagas de estacionamento e seus acessos.CONTRAN. sabe que o veículo terá as características de um automóvel tipo de passeio ou utilitário.60m  Altura máxima: 4. 45º. apesar de ainda não estar definido o modelo a ser utilizado no sistema de compartilhamento de veículos. Conforme indicado na Figura 25. Por outro lado. as dimensões autorizadas para veículos são as seguintes:  Largura máxima: 2. .o 210 de 13 de Novembro de 2006 do CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO .3. dada a variação das características físicas e técnicas dos modelos de veículos.o 33 da CET8. O Boletim Técnico n.40m Desta forma. 60º e 90º). as vagas de estacionamento devem ser projetadas para atender uma variedade de modelos. 30º. de acordo com o tipo de veículo e o posicionamento das vagas (paralelo. ANÁLISE E DEFINIÇÃO DAS DIMENSÕES DAS VAGAS DE ESTACIONAMENTO E DAS LARGURAS DAS VIAS DE CIRCULAÇÃO E MANOBRAS Segundo a resolução n.89 11. 8 Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo.

conforme mostrado na Figura 26. ADA TAKAGAKI. balanços dianteiro (d) entre 730mm e 1070mm. Tabela 14 – Medidas aproximadas de veículos. 33: Áreas de estacionamento e gabaritos de curvas horizontais. A tabela a seguir mostra medidas aproximadas de largura e comprimento para alguns modelos de veículos existentes no Brasil.90 Figura 25 – Dimensões de referência para vagas de estacionamentos. Figura 26 – Referência de dimensões de veículos.8 Médio – Chevrolet Zafira 2.45 . entre eixos (c) de 2225mm a 2400mm. bitolas dianteira (g) entre 1275mm e 1745mm e. traseiro (b) entre 760mm e 1060mm.6 3.9 Comprimento (m) 3.08 4.3 Médio – Honda Civic 1. largura (e) entre 1800mm e 2100mm.85 1.97 4. Veículos Pequeno – Fiat Uno Pequeno – WV Gol Largura (m) 1. traseira (f) entre 1300mm e 1430mm. Fonte: YAMAGUISHI. Boletim Técnico da CET. possuem comprimento (a) que varia entre 3700mm e 4700mm. por fim. Veículos de passeio e passeio e utilitários.

20 2.91 Médio – Toyota Corolla 1.20 .97 4.55 .5.30 2.20 .60 .40 .00 Largura 2. Estacionamento Dimensão da vaga (m) Comprimento Largura Largura da via para manobras (m) Entrando na vaga Saindo da vaga .20 em Paralelo 5.80 Saindo da vaga Motorista oposto à vaga 2.50 2. 30º. 45º e 60º.2.50 .00 4. baseado nas dimensões apresentadas para veículos de passeio e utilitários. Estacionamento 30 45 60 Dimensão da vaga (m) Comprimento 4.20 .00 .3.5.50 .50 .6 Com o objetivo de definir um dimensionamento mais adequado das vagas e larguras das vias de acesso.2.00 4.10 1.3.2.3.2.40 Largura da via para manobras (m) Entrando na vaga e Saindo da vaga de frente marcha à ré 1.60 .50 .40 2.00 .3.20 Tabela 16 – Dimensões para estacionamento a 30º.2.5.00 .4. 60º e 90º em diferentes situações obtidas através de testes realizados pela CET.2.3.40 2.30 Motorista ao lado da vaga 2.2.40 2.20 .50 Tabela 17 – Dimensões para estacionamento a 90º.3.90 . 45º. Tabela 15 – Dimensões para estacionamento em paralelo.80 3. Dimensão da vaga (m) Largura da via para manobras (m) Estacionamento Comprimento Largura Entrando na vaga de ré Motorista oposto à vaga Motorista ao lado da vaga 2.80 .60 .70 4. apresenta-se as dimensões ideais para estacionamentos em paralelo.5.

50 o o Largura 2.00 Estas dimensões devem servir de parâmetro de projeto para o local onde os veículos do estarão disponíveis nas estações.50 5.50 .10 de frente 4.40 5. Assim.90 .20 .00 2. Dimensões a vaga por ângulo de estacionamento (m) 30 / 45 / 60o / 90o Em paralelo Comprimento Largura Comprimento 4.40 de frente 4. adota-se o padrão de vaga resumido nas tabelas a seguir: Tabela 18 – Dimensões de vagas adotadas.20 Tabela 19 – Dimensões das vias de acesso às vagas selecionadas.60 . Dimensão da largura da via e acesso à vaga por ângulo de estacionamento (m) Em paralelo 30o 45o 60o 90o 3.20 5.40 90 6.5.00 Tabela 20 – Dimensões das vias de acesso às vagas.4.40 5.50 2.30 3.00 de ré 4. Dimensão das vias de acesso às vagas com sentido duplo de circulação (m) Em paralelo 30 45 60 5.5. com sentido duplo de circulação.40 5.5.6.00 .00 .92 90 4. fundamentado nos resultados apresentados.90 de ré 5. com sentido único de circulação.30 2.50 .2.80 4.

não existe vantagem em reservar uma vaga existente no estacionamento para um cliente comum ou para o serviço de compartilhamento de veículos. Boletim Técnico da CET.93 Figura 27 – Esquema das dimensões das vias com sentido duplo de circulação. assume-se a hipótese de que o custo de estacionamento será igual à tarifa aplicada regularmente nos estaciomentos na cidade de São Paulo. no Itaim-bibi é. Assim. Segundo levantamento feito pelo iG e divulgado em junho de 2011. os custos do serviço estão diretamente relacionados ao valor cobrado pelo estacionamento. A diária de estacionamento.00 enquanto que no bairro Itaquera é de menos de cinco reais. em média. 33: Áreas de estacionamento e gabaritos de curvas horizontais. CUSTO DOS ESTACIONAMENTOS Baseado no modelo de negócio em que estacionamentos existentes servirão como estações. Além disso. a diferença entre preços da diária de estacionamento em diversos bairros paulistanos pode chegar a mais de 400%. Fonte: YAMAGUISHI.4. . Unidades em metros. O Gráfico 9 mostra o preço da diária do estacionamento cobrado em 11 bairros da capital paulista. ADA TAKAGAKI. para o proprietário do estacionamento. Estes preços serão utilizados posteriormente como refência no estudo de viabilidade financeira. 11. de R$25.

5. Precificação dinâmica Tomando vantagem da elasticidade da origem e do destino da viagem.5. Dado o fato de que veículos podem ser retirados e devolvidos em qualquer uma das estações. Levanamento iG realizado em junho de 2011. . o mecanismo que regula a disponibilidade dos veículos e das vagas de estacionamento é o preço pago para a retirada em um local e para a devolução em outro local. Portanto. combinado com incentivos no preço. pode-se ter uma solução para o ajuste de oferta e demanda de veículo. 11.1. 11. é necessário um mecanismo que ajuste a disponibilidade dos veículos e de vagas de estacionamentos ao longo do dia e ainda tendências viciosas de retirada de veículos em certa estação e de devolução em outra. SISTEMA DE PRECIFICAÇÃO O sistema de precificação tem a finalidade de ajustar a demanda por veículos e a oferta destes nas estações.94 Gráfico 9 .Preço da diária de estacionamento em 11 bairros da capital paulista.

Logo. Demanda alta + Quantidade de veículos baixa = Preço de devolução baixo Destino da viagem Demanda elevada + Quantidade de veículos baixa = Preço de retirada alto Escolha da viagem mais barata Demanda baixa + Quantidade de veículos alta = Preço de devolução alto Demanda baixa + Quantidade de veículos alta = Preço retirada baixo Origem da viagem Figura 28 – Sistema de precificação dinâmica para ajustar a oferta e a demanda de veículos nos locais de devolução retirada. Por exemplo. caso haja mais estação ao redor. J. não há muita escolha do horário e do local de início e fim da viagem. . entretanto. nem todas as viagens são elásticas e em alguns casos os usuários não possuem muitas escolhas. et al. Muitas vezes. Na prática. um sistema de precificação dinâmica pode equilibrar a distribuição espaço-temporal dos veículos e da disponibilidade de estacionamentos. Da mesma forma. podendo-se caminhar. é necessária a existência de um excesso de vagas e de veículos. W. há a flexibilidade de andar alguns quarteirões para achar um veículo no caso de indisponibilidade na estação mais próxima.95 Entretanto. origens e destinos menos convenientes podem se tornar mais atrativos se incentivados com preços menores de retirada e devolução do veículo.. Reinventing the automobile [2]. Em outras palavras. ao sair de casa para ir a uma estação de metrô pela manhã. porém. Em um sistema de compartilhamento de veículos ideal não haveria a de estacionamento e a entrega dos veículos seria casada perfeitamente com o momento da retirada por outro usuário. Fonte: MITCHELL. pode não haver grandes problemas em deixar o veículo alguns metros a mais do destino final.

portanto. Utilizando veículo taxi. com duração total de 1h e 8 minutos. este pretende minimizar o custo da viagem. para a realização de um trajeto. uso e devolução Embora. segundo o Google Maps. transporte fretado. seja um indivíduo que deseja deslocar-se da região da Vila Madalena em São Paulo para o Aeroporto de Congonhas. transporte comum (ônibus. skate. o sistema de precificação seja significante para o funcionamento do sistema de compartilhamento de veículos. o custo para usuário do sistema de compartilhamento de veículos deve estar entre o custo do uso de transporte comum (opção mais barata) e taxi (opção mais cara). veículo particular e taxi.96 Da perspectiva do operador. entre outros. veículo próprio. propõe-se a utlização do metrô mais um ônibus. além da tarifa por hora de uso de veículo. Porém. metrô e trem). Limita-se. 11. conforme mostrado na Figura 29. Valor das tarifas de retirada. Em transporte comum. e devolvendo no ponto de devolução mais barato. um indivíduo conta com diferentes formas de transporte: a pé. o seu detalhamento e dinâmica esta fora do escopo deste trabalho. restam três formas de transporte além da proposta de veículos compartilhados: transporte comum. Limitando-se a uma viagem a qual não é possível ser realizada a pé ou de bicicleta e ignorando outras formas e transporte como fretados que não encontram-se disponíveis a todos e somente em horários específicos. segundo o Google Maps. Isto posto. Dados os benefícios oferecidos pelo serviço de veículos compartilhados e o valor percebido pelos usuários.6 km de extensão. este busca minimizar a quantidade de estacionamentos e veículos (dado que estacionamentos e veículos representam maiores custos) de modo a prover níveis de serviço suficientes para atender a demanda. realizando o trajeto mais rápido (dada que a utilização é cobrada por hora de uso). Considerando como exemplo. Isto é alcançado retirando o veículo no ponto de retirada mais barato. taxi.8 km/h e isto leva a um tempo de viagem de 47 minutos. à determinação de um custo médio de retirada e outro de devolução. . patins). veículo não motorizado (bicicleta. em 2008. Da perspectiva do usuário.2. dada a informação da CET. o caminho proposto demora 23 minutos e possui 11.5. a velocidade média no pico da tarde é de 14.

considerando R$ 4. Para o mesmo trajeto realizado de taxi comum em bandeira 1.10 de bandeirada e mais R$2. dada a maior semelhança do serviço de veículo compartilhado e taxi – exceção de que no veículo compartilhado o usuário é o condutor . Entretanto.90 e para o ônibus de R$ 1.10.40 e R$ 33. o preço total é de R$ 33. o custo total da viagem utilizando o serviço de veículos compartilhados deve ser entre R$ 4. transporte comum e taxi. para o trajeto proposto. considerando a tarifa vigente em 2011 para o metrô de R$ 2. baseado nos custos de viagem utilizando serviços substitutos. Fonte Google Maps. Ponto A.97 Figura 29 .Exemplo de trajeto a ser realizado. Portanto.50 (realizando integração com o cartão Bilhete Única) e do o custo total de translado para transporte comum é de R$ 4. origem : Vila Madalena. destino : Aeroporto de Congonhas.50 por quilômetro rodado.40. Assim. Ponto B.10.

o tempo de translado será de 138 min.50. utilizando o tempo médio de tráfego de 14. Adotando-se um custo médio de retirada do veículo de R$ 4.00 para cada 30 minutos de uso R$ 4.50 custo de retirada mais R$ 4. O custo total utilizando veículos compartilhados será de R$ 39. Há uma economia de R$ 50.35 (bandeirada R$ 4.00. Como outro exemplo. seja a mesma origem da Vila Madalena. Neste novo exemplo. para a devolução do veículo . o custo total de taxi será de R$ 89.00 por cada 30 minutos.50. Logo.10 ou 37% sobre o valor do uso de taxi. portanto.00 (R$ 6. Segundo o Google Maps.50 e outros R$ 4.10 e R$ 2.00 por meia hora de uso apresentado no estudo de mercado na seção 8.8 km/h no horário de pico da tarde.50 de devolução. Então. em média. seja a disposição a pagar pelo uso do serviço de veículos compartilhados de R$ 6. em média. os preços adotados para a tarifa do sistema de veículos compartilhados são:    R$ 6. R$ 4.98 – espera-se que o custo total da viagem para o sistema de veículos compartilhados seja mais próximo do taxi do que do transporte comum.50 por km rodado).50 custo de devolução).1 km e. a distância a ser percorrida será de 34. mas com destino ao Aeroporto Internacional de Guarulhos. para a retirada do veículo R$ 4. o mesmo trajeto da Vila Madalena até o Aeroporto de Congonhas custará o usuário R$ 21.6. representando uma economia de R$ 12.35 ou 56% em relação à viagem de taxi.

Determinação das características do serviço. 12.Identificação das métricas e determinação das especificações foram determinadas as características básicas esperadas sobre o veículo e especificações as quais os veículos devem atender.4 . a potência do motor determina os limites de aceleração. tais informações servem apenas de orientação e é necessário determinar as características técnicas para a escolha dos veículos a serem utilizados. enquanto que.1.99 12. DETERMINAÇÃO DOS VEÍCULOS Na seção 10 . a tração nos pneus pode ser o fator limitante. Isto posto. Força de tração O limite de aceleração pode ser determinado negligenciando-se as forças resistivas que agem no veículo. uma vez que. a potência do motor ou os limites de tração nas rodas. Entretanto.1. mais especificamente no item 10. as informações técnicas a serem determinadas são as seguintes:   Potência do motor Torque de partida O máximo desempenho da aceleração longitudinal de um veículo é delimitado por dois fatores. Em velocidades elevadas. em velocidades baixas. o limite que prevalece depende da velocidade do veículo. quanto mais alta a velocidade menor a aceleração no caso da potência do motor ser constante. Da Segunda Lei de Newton: Equação 8 . 12. A potência do motor deverá ser tal que a tração na velocidade máxima equilibre com as forças resistivas aerodinâmicas e de rolagem.3. Entretanto.1. POTÊNCIA DO MOTOR A potência do motor será determinada a partir do cálculo da aceleração dada velocidade máxima do veículo.

dada a simplicidade do modelo apresentado. As duas forças resistivas atuando sobre o movimento do veículo são o arrasto do ar e o contato das rodas com o chão. Potência do motor Velocidade longitudinal do veículo Por causa termo velocidade no denominador da Equação 9 implica que a aceleração diminui com o aumento da velocidade no caso da potência do motor permanecer constante. chamadas respectivamente de sustentação (FL) e arrasto (FD).2. . provocadas pela interação da superfície do veículo com o ar. Massa do veículo Aceleração longitudinal na direção do movimento Força de tração Dado que a potência é igual à força de tração vezes a velocidade do veículo na direção longitudinal do movimento: Equação 9 Onde. Resistência aerodinâmica As forças aerodinâmicas.100 Onde. possuem duas componentes: uma na direção vertical e outra na horizontal.1. Entretanto. é necessário acrescentar a influência das forças resistivas para se determinar a potência do motor necessária para manter o veículo à uma velocidade constante e igual à velocidade máxima imposta pelos critérios de projeto. 12.

dado o coeficiente de arrasto (CD).101 FL FD Figura 30 – Forças aerodinâmicas de arrasto (FD) e sustentação (FL). Portanto. Fonte: Fundamentals of Vehicle Dynamics. A componente das forças aerodinâmicas na direção do movimento do veículo velocidade do veículo e que irá influenciar a velocidade máxima desempenhada é o arrasto (FD). Gillespie – SAE. por sua vez. Thomas D. Força de arrasto Coeficiente de arrasto Densidade do ar Velocidade do veículo Área frontal . a força de arrasto é dada por: Equação 10 Onde. A força de arrasto pode ser determinada através do coeficiente de arrasto do veículo (CD) que. é determinado experimentalmente através de ensaios em laboratórios.

Entretanto. Por essa razão. resistência de rolagem. a velocidade do veículo. o design e o material do pneu . Resistência de rolagem A outra força resistiva que atua sobre o movimento do veículo é devido ao contato das rodas com o chão. o cálculo do peso dinâmico complica o cálculo sem aumentar significativamente a precisão dos resultados (desprezando a sustentação). Diferentes fatores afetam a resistência de rolagem. Existem pelo menos sete mecanismos responsáveis pela resistência de rolagem:        Perda de energia devido à deformação do pneu na região de contato com o chão Perda de energia devido à deflexão do chão Atrito na linha de contato Escorregamento do pneu nas direções longitudinais e laterais Deflexão da superfície da estrada Arrasto do ar nas superfícies fora e dentro do pneu. a pressão interna nos pneus.3. de ser utilizado. a resistência de rolagem total é dada pela soma das resistências em todas as rodas: Equação 11 Onde. considerando o veículo como um todo. Resistência de rolagem Resistência de rolagem nas rodas dianteiras Resistência de rolagem nas rodas traseiras Coeficiente de resistência de rolagem Peso do veículo Para cálculos mais corretos. o peso dinâmico do veículo. Perda de energia em quebra-molas Assim.102 12. neste trabalho será utilizado o peso do veículo. incluindo o efeito da aceleração e forças de sustentação.1. tais como a temperatura dos pneus.

terminadas a partir Figura 31. ou contra o movimento do veículo no caso de uma subida. haverá uma componente da gravidade agindo a favor. Inclinação da estrada Além das forças resistivas discutidas nesta seção. Thomas D.4. e .1.103 e o escorregamento. dependem da pressão no interior os pneus e são de- Figura 31 – Coeficientes e da Equação 12. Neste caso. Coeficiente de resistência de rolagem Coeficiente básico Coeficiente do efeito da velocidade Velocidade em km/h Os dois coeficientes. Fonte: Fundamentals of Vehicle Dynamics. no caso de uma descida. O Instituto de Tecnologia Stuttgart desenvolveu a seguinte equação para determinar a resistência de rolagem em uma superfície de concreto: Equação 12 Onde. Gillespie – SAE. outra força que influencia a aceleração do veículo é a inclinação da estrada. . 12.

104 A componente da força peso que atua na aceleração do veículo é dada pela Equação 13. da resistência de rolagem e da inclinação do terreno. Resistência total Portanto. a resistência total ( ) deve ser igual à força de tração ( ) calculada na velocidade máxima para se determinar a potência necessária.1. Ft Fn Ɵ Figura 32 – Componentes normal ( ) e tangencial ( ) da força peso. Equação 9 e Equação 14: rearranjando-se os termos. dada pela soma das forças aerodinâmicas. . A força total atuante no veículo. conforme indicado na Figura 32. Equação 13 Onde. Dado pelas equações Equação 8. Componente tangencial da força peso Peso do veículo Ângulo de inclinação da estrada. constituem a carga a qual a propulsão do veículo deve vencer.5. Equação 14 g 12.

( )e . altura e 1510 mm e largura de 1680 mm para a determinação da potência necessária do motor. Veículos compactos como. em média. altura de 1450 mm e largura de 1650 mm. possuem massa de 1150 kg e dimensões de altura e largura. As peruas. possuem. o veículo deve ser capaz de manter uma velocidade de 100 km/h constante em uma estrada sem inclinação. possuem massa de 1300 kg. 1550 mm e 1660 mm. altura de 1500 mm e largura de 1750 mm. por exemplo o VW SpaceFox e o Fiat Palio Weekend. como os sedans Honda Civic e Toyota Corolla. .105 Equação 15 Onde. como. aproximadamente.1. Admite-se. por exemplo. um veículo de referência. com 1130 kg. Veículos de maior porte. Portanto. o Renault Clio. Potência do motor Peso do veículo Velocidade do veículo Coeficiente de resistência de rolagem Ângulo de inclinação da via Coeficiente de arrasto Densidade do ar Área frontal do veículo 12.6. Cálculo da potência do motor Do critério de projeto. o GM Celta e o Ford Ka. possuem massa entre 850 kg e 950 kg. respectivamente. portanto. Quantos às dimensões.

.9 Montadora GM Renault Ford VW Fiat Honda Toyota Veículo Celta Clio Ka Média SpaceFox Palio Weekend Média Civic Corolla Média Geral Média Altura Largura Massa (kg) (mm) (mm) 910 1430 1620 880 1420 1640 943 1640 1640 911 1497 1633 1150 1550 1660 1187 1590 1660 1169 1570 1660 1322 1450 1740 1285 1304 1128 1480 1465 1511 1760 1750 1681 Sedan Perua Compacto Para a determinação do coeficiente de rolagem.106 Tabela 21 – Dimensões de alguns veículos. 20]. Da Figura 31. A Figura 32 mostra a distribuição de pressão. editora Abril. os coeficientes de arrasto e de sustentação para diferentes tipos de veículos. para fins de projeto utilizar-se-á o coeficiente de arrasto co de veículos compactos tipo hatch.1 e 3. dependem da forma do veículo e. . A partir da Equação 12: Coeficientes de arrasto. segundo Gillespie [ref. de 30 psi. e . típi- 9 Fonte: Revista 4Rodas. Portanto. variam entre 3.6 para veículos comerciais. . admite-se a pressão nos pneus .

New York. Por fim. Fundamentals of Vehicle Dynamics. 1 atm)10 e a aceleração da gravidade Então. pressão atmosférica padrão. tem-se que a potência do motor deve ser de . Blevins. tem-se a densidade do ar (à temperatura de 20oC e à . Gillespie. cavalos-vapor (cv).. 1984. 10 Fonte: R. Inc. W Convertendo-se a potência determinada para o motor em unidades usuais ao comércio de veículos. . SAE. Fonte: Thomas D. D. Applied Fluid Dynamics Handbook..107 Figura 33 . Van Nostrand Reinhold Co.Coeficientes de arrasto e sustentação para diferentes tipos de veículos.

Assim. a força de tração no sentido do movimento do veículo. Gillespie.2. Assim. Fonte: Thomas D. onde se mostra as principais forças atuantes.1. Neste caso. Equação 16 . . o peso nas rodas depende do peso estático do veículo mais a componente dinâmica devido à carga da aceleração. Fundamentals of Vehicle Dynamics. Figura 34 – Principais forças atuantes no veículo. TORQUE DE PARTIDA Em baixas velocidades. Neste caso. Pretende-se determinar potência exigida do motor para partir o veículo em um reta de inclinação 20o. o limitante da aceleração máxima é a tração nos pneus devido ao atrito como solo. a tração de partida nos pneus pode ser determinada.108 12. a aceleração pode estar limitada pelo coeficiente de atrito entre o pneu e a estrada. Além disso. o tipo de terreno e os parâmetros do veículo. Aceleração limitada pela tração Admitindo que haja potência o suficiente do motor. 12. são as rodas frontais.2. considere o veículo indicado na Figura 34. Coeficiente de atrito Peso na rodas frontais O peso nas rodas a ser considerado deve ser o peso nas rodas motoras. SAE. é dada por: Onde. dada pela máxima inclinação do terreno. que exercem a força de tração.

a forças resistivas aerodinâmicas (DA na figura) e de rolagem (Rxf e RXr na figura) podem ser desprezadas. Resolvendo a equação em . a força inercial vale: Equação 19 Assim. considerando que o veículo possui tração apenas nas rodas dianteiras. Além disso. Do equilíbrio de momento. Portanto. as forças de tração (Fxf e Fxr). as forças normais de contato com o chão (Pf e Pr) e a força inercial (P/g ax) no sentido contrário ao movimento devido à aceleração do veículo. Equação 17 Logo. substituindo na Equação 16 Equação 18 Porém. devido às baixas velocidades. restam apenas as componentes do peso (P). Equação 20 . da Segunda Lei de Newton e ignorando as forças resistivas de rolagem e aerodinâmicas. no ponto A: Então. Fxr é igual a zero.109 Dada a hipótese de partida do veículo.

é importante lembrar que o torque fornecido pelos fabricantes é medido em dinamômetros a velocidades constantes. Tração de partida nas rodas Coeficiente de atrito do pneu com o chão Peso do veículo Distância entre eixos Distância do centro de massa à roda traseira Ângulo de inclinação do plano da rua Altura do centro de massa ao chão 12.2. Imagem: Encyclopedia Britannica.. Inc. 2011. . Entretanto. Figura 35 – Componentes moto-propulsores do veículo.2. o torque real deve levar em conta a inercia de componentes rotativos do motor e de toda a transmissão. Torque de partida do motor A determinação do torque de partida do motor exige a modelagem dos sistemas mecânicos os quais o motor está acoplado até a transmissão à roda. Começando pelo motor.110 Onde.

mas reduzido devido à inércia das engrenagens e dos eixos. o torque de saída ( é transmitido às rodas que provêem a força de tração ( ). Considerando a inércia do eixo de saída. o torque real transmitido é dado por: Equação 21 Onde. Portanto. Torque de saída Momento de inércia do eixo de saída Relação de transmissão final E a força de tração é dada pela seguinte relação. dado que o torque de entrada na transmissão é o torque de saída na embreagem ( . Força de tração . o torque de saída vale: Equação 23 Onde. Torque na embreagem Torque no motor Momento de inércia do motor Aceleração angular do motor O torque de saída da embreagem é amplificado pela transmissão. considerando também a inércia das rodas: Equação 24 Onde.111 Seja somente o conjunto motor-embreagem. Torque na transmissão Momento de inércia da transmissão Relação de transmissão Por fim. tem-se: Equação 22 Onde.

E o torque do motor é dado por: Equação 29 . Equação 28 Substituindo a Equação 19 na Equação 28. Equação 26 E a aceleração angular da roda em termos da aceleração longitudinal do veículo ( ): Equação 27 Resolvendo as equações Equação 21 a Equação 27.112 Radio da roda Momento de inércia da roda Aceleração angular da roda As acelerações angulares do motor ( em termos da aceleração angular da roda ): ) e do eixo de saída ( ) podem ser escritas Equação 25 e.

2. serão adotados os valores para o coeficiente de atrito. para fins de projeto. portanto. entre outros fatores. O escorregamento é dado por: Equação 30 Onde.Coeficiente de atrito ( ) em função do escorregamento (s). . Cálculo da tração de partida o motor Seja a Equação 20. seus parâmetros podem ser definidos conforme a seguir. O coeficiente de atrito do pneu com o solo é função da velocidade do veículo para frente e do escorregamento com o solo e depende.3.. [25]. . do tipo de solo.113 12. . segundo R. Ghandour et al. Tire/road friction coefficient estimation applied to road safety [25]. apresentados na Tabela 22 – Coeficiente de atrito para diferentes tipos de estrada Tabela 22 [25]. Além disso. Assim. Ghandour et al. Fonte: R. Figura 36 . Velocidade do veículo para frente Velocidade angular da roda Raio da roda O coeficiente de atrito pode ser obtido da Figura 36. neste calculo o veículo estará submetido a uma pista de asfalto seco.

Além disso. Figura 37 – Posição do ponto de referência do assento (Ponto R). utilizarse-á valores típicos de veículos compactos e longos conforme as informações dispostas na DIN 70020.2 0. Parte 1. conforme indicado na Figura 37.9 0. . dada a falta de disponibilidade de informações específicas dos veículos. Fonte: Bosch Automotive Handbook [26].05 Quanto à altura do centro de massa do solo. Fonte: Bosch Automotive Hand Book [26]. serão admitidas duas hipóteses. será feita a extrapolação de que a altura do centro de massa do veículo estará próxima do ponto de referência do assento (Ponto R).6 0. A primeira. .114 Tabela 22 – Coeficiente de atrito para diferentes tipos de estrada Tipo de Estrada Coeficiente de atrito ( ) Asfalto seco Asfalto molhado Neve Gelo 0. Figura 38 – Dimensões internas e externas típicas do veículo.

Fonte: Bosch Automotive Handbook [26]. frente Espaço para o ombro. distância entreeixos ( ) de 2521 mm. para fins de projeto. frente Ponto-R para o calcanhar do acelerador. a altura do centro de massa do veículo vale . estes possuem. Parte 1). média entre a distância do Ponto-R para o solo (H 5) para carro compacto e carro longo. frente Ponto-R para o calcanhar do acelerador.Dimensões típicas de veículo compacto e longo (DIN 70020. Da mesma forma. traseira Espaço para o quadril. traseira Largura geral do veículo Compacto (mm) 460 240 300 940 920 1360 480 710 2430 3840 1250 1310 1290 1260 1240 1620 Carro longo (mm) 510 300 310 980 950 1400 630 830 2880 4930 1590 1430 1420 1430 1470 1820 Portanto. frente Espaço para o quadril. a distância do centro de massa para a roda traseira ( ) será dada pela diferença da distância entre eixos (L 103) e a distância do centro da roda dianteira ao ponto-R (L 114). respectivamente para compactos e veículos longos.115 Tabela 23 . 2650 mm. 2430 mm e 2880 mm. frente Espaço efetivo para a cabeça. Assim: Dado universo de veículos analisados. como sedans. No caso de compactos. Dimensão H5 H 30 H 31 H 61 H 63 H 101 L 13 L 50 L 101 L 103 L 114 W3 W4 W5 W6 W103 Descrição Ponto-R para o solo. . Isto pode ser comparado aos valores típicos fornecidos na Tabela 23. em média. traseira Espaço efetivo para a cabeça. traseira Altura do veículo Volante para o pedal do freio Ponto-R (frente para o assento traseiro) Entre-eixos Comprimento geral do veículo Centro da roda frontal para o Ponto-R Espaço para o ombro. o entre-eixos vale em média 2453 mm e para veículos longos.

pode-se determinar a dis- tância aproximada do centro de massa à roda traseira fazendo a interpolação dado a distância entre eixos do admitida 2521 mm e os pontos dos carros compacto e longo.116 Tabela 24 – Distância entre eixos dos veículos analisados. admitindo a distância entre eixos Sedan Perua . 1130 kg. dada a inclinação máxima especificada de 20o.1. Compacto Montadora GM Renault Ford VW Fiat Honda Toyota Veículo Celta Clio Ka Média SpaceFox Palio Weekend Média Civic Corolla Média Geral Média Entre eixos (mm) 2440 2470 2450 2453 2460 2460 2460 2700 2600 2650 2521 Assim.6. Utilizando a massa do veículo adotado no item 12. Fonte: Revista 4Rodas. todos os parâmetros estão determinados. e. editora Abril. conforme abaixo: Dimensão L c Compacto (mm) 2430 1180 Adotado (mm) 2521 1202 Carro longo (mm) 2880 1290 Logo. pode-se então calcular a força de tração dada pela Equação 20: . .

A eficiência em transmissões podem ser tão elevadas quanto 99%. Pela falta de informação mais precisa em relação à inércia do motor e dos componentes da transmissão. A maioria das transmissões em veículos de passeio possui cinco ou. o torque de partida do motor pode ser determinado após definidos todos os parâmetros da Equação 29. o raio adota- .1017 3 0. a relação de transmissão da 1a marcha será considerada . os dados da transmissão Tabela 25 – Inércia da transmissão para diferentes marchas Marcha Inércia 1 0. Portanto. ocasionalmente. a relação de transmissão da transmissão (dependendo do número de marchas) é aproximadamente entre 4 e 5.117 Assim. Portanto não foram considerados efeitos de deformação elástica nos elementos da transmissão. Ainda segundo o Bosch Automotive Handbook [26].0565 5 2 0. Portanto.0791 4 0. até seis marchas. A inércia da roda vale . para a partida do veículo em 1a marcha. Logo. utilizando o limite inferior.1469 2 0. do para os cálculos é . seja o diâmetro da roda. Da Tabela 26. a inércia da transmissão vale . . que implicariam em uma menor relação de transmissão. Assim. a inércia do motor vale estão resumidos na Tabela 25 e a inércia do eixo de saída. Segundo o Bosch Automotive Handbook [26]. Utilizando o limite inferior como parâmetro de projeto.0339 kg m .5. . a relação de transmissão final varia entre 3:1 e 6:1. considere os valores fornecidos por Gillespie [20] para um veículo de passeio.

118 Tabela 26 – Diâmetro da roda. Para projeto. como sedans de massa 1304 kg. com pneu. o torque de partida do motor. Com valores mais freqüentes a carros de passeio. . É importante lembrar também que as relações de transmissão foram sub-avaliadas. Gillespie [20]. utilizando-se os valores mínimos. como todos os outros parâmetros. o torque deve ser . mas alterando apenas a massa do veículo. . mantendo os mesmos parâmetros. Além disso. . para diversos veículos. devem ter um torque de Enquanto veículos mais . Compacto Montadora GM Renault Ford VW Fiat Honda Toyota Veículo Celta Clio Ka Média SpaceFox Palio Weekend Média Civic Corolla Média Diâmetro da roda (mm) 561 583 561 569 596 601 598 625 632 629 598 Adotado Sedan Perua Média Em unidades usuais na comercialização de veículos. foi adotado a média entres os valores apresentados. mantendo-se . uma simples análise de sensibilidade. mostra que veículos compactos com massa de 911 kg devem ter um torque motor de pesados.

Há também outras como Renault. Peugeot. propõe-se. Portanto. 161 mil. Fiat. respectivamente. 727 mil. Além das menos tradicionais como Kia. No caso limite em que a frota é renovada anualmente. dado o enorme universo de veículos disponíveis para a escolha do modelo a ser utilizado no serviço de compartilhamento de veículos. Montadoras de menor porte. TIPO DE MOTOR E FONTE ENERGÉTICA Dada a tecnologia disponível atualmente para veículos automóveis no Brasil. General Motors. Honda e Toyota. Ford. o uso de veículos disponíveis pelas montadoras. Volkswagen e Fiat. Jac e Chery. respectivamente.3. 12. PROJETO PRÓPRIO OU USO DE VEÍCULOS EXISTENTES O total de veículos projetados para o funcionamento do sistema de veículos compartilhados é de 2969 veículos. é insuficiente para atingir os ganhos de escala para redução dos custos fixos de produção. propõe-se a utilização de veículos de combustão interna. 12. Desde modo.119 12. a produção anual de 3 mil veículos. VEÍCULOS DISPONÍVEIS Existem no mercado brasileiro. neste trabalho. como Ford. As montadoras nacionais de veículos produziram. São elas. . foram escolhidos apenas alguns veículos de algumas montadoras para uma análise mais profunda. implica em uma produção anual de aproximadamente 3000 veículos. Renault. 132 mil e 131 mil veículos. Assim. como por exemplo. Volkswagen. Peugeot-Citroën e Honda. Os veículos selecionados estão resumidos na Tabela 27. produziram em 2010.4. Hyundai. General Motors. diversas montadoras de veículos que produzem inúmeros modelos de carros. as mais tradicionais. 576 mil e 531 mil veículos. produziram em 2010.5. no caso do cenário mais intenso. Os números mostram que a produção de veículos exige produção em alta escala. 236 mil.

120 Tabela 27 – Veículos selecionados para análise Tipo Montadora Renault Chery Chery Fiat Fiat Ford Ford GM GM Jac Renault Peugeot Citroen VW VW Fiat Renault VW Fiat GM Peugeot VW Renault Honda Peugeot Toyota VW Honda Hyunday Kia Toyota Veículo Sandero Face QQ Uno Mille Fiesta Ka Agile Celta J3 Clio 207 C3 Fox Gol Palio Weekend Grand Tour SpaceFox Strada Montana Hoggar Saveiro Fluence Civic 408 Corolla Jetta CR-V ix35 Sportage RAV4 SUV Sedan Picape Perua Compacto .

Desta forma. podem-se propor as seguintes soluções para o problema da reserva e da quebra da expectativa do veículo a ser encontrado na estação. contrário à proposta do sistema de mobility-on-demand. Ou seja. pois não há o veículo em que se havia pensado utilizar. a reserva de um determinado modelo de veículo para um determinado horário implica na necessidade de devolução do veículo na mesma estação ou do congelamento do uso deste veículo até que chegue o momento da reserva. no limite. pode implicar no evento de um veículo nunca mais retornar à sua estação de origem. Por outro lado. admitindo-se que existam diferentes modelos e tipos de veículos. A dinâmica da mobility-on-demand pode fazer com que o veículo nunca retorne para a estação e tão pouco haverá a obrigação de que esteja no horário reservado caso outros usuários o utilizem. um usuário pode chegar à estação e deparar-se com um veículo que está totalmente fora de suas necessidades de uso ou que os custos de utilização estão fora do esperado. voltando ao caso em que determinado usuário reserva um veículo pela manhã e pretende retirado no final da tarde. Diferenciação dos veículos oferecidos Para a determinação dos veículos a serem utilizados no serviço.4. e que usuário realize uma reserva pela manhã de determinado veículo para utilizar no final do dia. Estas duas implicações vão contra os requerimentos de uso livre e devolução em qualquer estação apresentadas na seção 10. ou seja.3. a frota pode transitar livremente de estação em estação sem jamais retornar à estação inicial.121 12. Na situação em que não existem diferentes modelos. Uma vez que não há distinção entre os . é necessário responder à seguinte pergunta: o serviço de compartilhamento de veículos oferecerá apenas um modelo de veículo ou diversos? Antes de responder a esta pergunta. acesso a uma estação para retirada do veículo e devolução outra estação qualquer. ou em que os modelos são equivalentes. Quanto à reserva. certa forma. havendo um equilíbrio dinâmico. O fato de possibilitar a reserva de um veículo esta.5. Assim. seja a situação em que. sem necessidade de reserva prévia. abordaremos dois assuntos correlatos: a questão da reserva e a da mobility-on-demand (tradução livre: mobilidade-à-demanda). A mobility-on-demand.1. havendo diversos modelos de veículos.

o simples fato de haver veículos iguais ou equivalentes implica no conhecimento de qual veículo ou. Quanto à quebra da expectativa do veículo a ser encontrado e ao preço a ser pago pelo serviço. a reserva pode simplesmente garantir que haverá um veículo no horário reservado.2. tipo de veículo estará na estação e também implica no fato de a tarifa a ser cobrada pelo uso do veículo ser a mesma. Em (i). a partir de uma hora antes do horário reservado. portanto. variando de zero ao número máximo de vagas e.3 152 20. percebe-se que os veículos disponíveis estão todos sobre dimensionados para o uso estritamente urbano projetado para o veículo do serviço de compartilhamento de veículos.1 e 12. diferenciação entre os veículos oferecidos. 12. qualquer veículo depositado seria bloqueado caso não haja veículo para garantir a reserva. pelo menos. Não haverá.2 relativos à potência do motor e do torque de partida. Informações técnicas dos veículos Sejam as informações técnicas dos veículos apresentado nos anexos D a H Em comparação com os resultados calculados nos itens 12.0 112 16.122 modelos.1 101 14.6 22 9. o número de veículos na estação poderia flutuar livremente. Isto posto pode-se responder à questão: o serviço de compartilhamento de veículos oferecerá apenas um modelo de veículo ou diversos? A resposta é que haverá apenas um modelo de veículo ou que a família de veículos será equivalente. Tabela 28 – Média da potência e do torque por grupo de veículo analisado em comparação com o calculado. Potência (cv) Torque (mkgf) 86 12.7 Compacto Perua Picape Sedan SUV Calculado .1 164 20.5. Desta forma pode-se resolver o problema da reserva de duas maneiras (i) o número de veículos na estação fica garantido através do bloqueio do veículo apenas algumas horas antes do horário da reserva e (ii) simplesmente não há reserva.

9 75. .4 74.4 kg/mkgf (inferior ao critério de 116. todos os veí- .9 50.9 kg/mkgf). Em relação ao torque. uma vez que o veículo com a maior relação Massa/Potência é o Cherry QQ com 13. de forma que quanto maior a massa por potência ou torque. A tabela abaixo resume os resultados da média dos veículos analisados por categoria. todos os veículos respeitam o critério de potência mínima de 22 cv.123 A fim de normalizar os resultados. Compacto Perua Picape Sedan SUV Calculado Massa/Potência (kg/cv) Massa/Torque (kg/mkgf) 11. menor será o requisito de desempenho do veículo. Porém. todos os veículos analisados estão sobre-dimensionados.4 10.7 mkgf. considerando o critério de torque mínimo calculado para veículos compactos.6 9. revela que de fato.9 116.6 84.9 kg/cv (inferior ao critério de 50. pode-se utilizar as relações Masas/Potência e Massa/Torque.2 9.2 68.5 11. três veículos não cumprem o critério de torque mínimo de 9. são eles o Chery QQ.9 kg/cv) e o veículo com a maior relação Massa/Torque é o Ford Ka com 101. Em relação aos critérios normalizados de Massa/Potência e Massa/Torque. o Fiat Uno e Ford Ka.9 Uma análise mais profunda sobre as informações dispostas nos anexos D a H. culos respeitam o critério de torque.2 79. Tabela 29 – Média das relações massa/potência e massa/torque por grupo de veículos analisados em comparação com o calculado.

.0 20.4 19.7 > 9.7 > 9.7 > 9. Tour SpaceFox Strada Montana Hoggar Saveiro Fluence Civic 408 Corolla Jetta CR-V ix35 Sportage RAV4 SUV Sedan Picape Perua Compacto Conclui-se.4 9.6 20.85 12.7 > 9.7 > 9.6 9.6 12.7 > 9.7 > 7.7 18.5 9.3 13.7 > 9.1 20.6 15.2 12.7 > 9.5 15.2 22.7 > 7.5 9.7 14.7 > 9. Potência (cv) 95 84 68 88 66 107 73 102 78 108 77 82 82 104 71 117 115 104 86 102 113 104 143 192 151 153 120 150 168 166 170 Critério (cv) > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 Torque (mkgf) 14.7 > 9.5 13.7 > 9.1 22.7 > 9.3 9.7 > 9.7 > 9.1 10.8 16 15.7 > 7.7 > 9.7 > 9. portanto.7 16.7 > 9.7 > 9.7 > 9.8 Critério (mkgf) > 9. que todos os veículos analisados respondem aos critérios de desempenho impostos.7 > 9.2 15.7 > 9.2 12.4 20.124 Tabela 30 – Informações de potência e de torque dos veículos analisados em comparação com o critério adotado.7 > 9.5 15.1 11.7 > 9.7 > 9.7 Montadora Renault Chery Chery Fiat Fiat Ford Ford GM GM Jac Renault Peugeot Citroen VW VW Fiat Renault VW Fiat GM Peugeot VW Renault Honda Peugeot Toyota VW Honda Hyunday Kia Toyota Veículo Sandero Face QQ Uno Mille Fiesta Ka Agile Celta J3 Clio 207 C3 Fox Gol Palio Weekend Mégane G.7 > 9.7 > 9.3 19.7 > 9.

mas pode-se fazer a ressalva da preferência a veículos compactos em contrapartida a veículos maiores como sedans e SUVs. há dificuldade em encontrar vagas de estacionamento e até mesmo o fato do tráfego intenso de veículo privilegia veículos mais versáteis no trânsito. devem possuir dimensões menores que os veículos projetados para uso fora da cidade. mesmo os modelos de cabine estendida. pois os estes veículos são projetados para multiuso. veículos projetados para o uso estritamente urbano. entre outras. . Portanto. Devem ser excluídos dos possíveis veículos a serem utilizados pelo sistema. o critério de transporte de passageiros não é atingido por picapes.125 É importante observar que os veículos analisados estão todos sobre-dimensionados para o uso urbano projetado para o sistemas de veículos compartilhados proposto. devem condizer com o ambiente de uso urbano. os passageiros adicionais não estão dispostos de modo confortável dentro do veículo. possibilitando o transporte de mais dois passageiros. um limite de comprimento. Em outras palavras. Assim. Foi especificado que o veículo seja capaz de transportar pelo menos quatro pessoas de maneira confortável. é esperado que. ao selecionar veículos já existentes para o uso específico na cidade. e não estão de acordo com a especificação da capacidade de pessoas. a dimensões de largura. Tipo dos veículos Outro critério de projeto é a capacidade de transporte de pessoas. Além disso. os veículos comerciais devem atender a diferentes necessidades de uso como uso urbano. embora não seja uma restrição de projeto. 12. na cidade os espaços são menores. porém. Peugeot Hoggar e VW Saveiro não serão utilizados pelo sistema de veículos compartilhados por não atenderem ao critério de capacidade de pessoas transportadas. fora-de-estrada. Não há. os veículos Fiat Strada. por exemplo. Embora haja veículos tipo picape com cabine estendida. Veículos tipo picape possuem no máximo três lugares. em estradas. comprimento e até mesmo altura. Pois. onde há limites de velocidades inferiores ao de uma estrada. Desta forma. Assim.5. estes veículos atendam às especificações impostas. GM Montana.3.

frenagem e retomada de marchas. Peso 1. Quanto menor o tempo maior a nota. Critérios para a escolha dos veículos e avaliação A seleção do modelo ou dos modelos de veículos a serem utilizados será realizada através de uma matriz de decisão. dado que todos os veículos respeitam as especificações mínimas de torque e potência projetadas para o veículo. O peso 1 na nota final é justificado pelo fato de o desempenho não ser o principal fator. os valores foram normalizados todos normalizados para que sejam compreendidos entre 1 e 5. dado o multiuso dos veículos comerciais. uma vez que.  0-1000 m (s): tempo para percorrer 1000 m em segundos Quanto menor o tempo maior a nota. Os valores numéricos obtidos das fichas técnicas dos veículos. Medido em segundos.126 12. Os parâmetros de desempenho mostrados nas fichas técnicas dos veículos foram obtidos com combustível álcool para veículos flex e com gasolina quando não fosse possível utilizar álcool. estes são sobre-projetados para o uso estritamente urbano. Assim. Peso 1. Desempenho Segurança Conforto Investimento Consumo e autonomia Dimensões . Os critérios utilizados são:  0-100 km/h (s): tempo de aceleração de 0 a 100km. foram normalizados de forma que os piores valor seja mais próximos de 1 e os melhores mais próximos de 5. As notas variam de 1 a 5. sendo 1 a pior nota e 5 a melhor nota. velocidade máxima. O peso do grupo é 1 na média final. Os critérios utilizados estão descritos a seguir e são avaliados conforme as especificações técnicas mostradas nos anexos D a H:       Desempenho Considera parâmetros de aceleração. como por exemplo.5.4.

O peso deste grupo na nota final é 1. Estabilidade: Controle de estabilidade. Medido em segundos. Medido em segundos. Airbags cabeça. Airbags frontais. Peso 1. para reduzir a velocidade de 80 km/h para 0. em metros. Airbags laterais.  4a 60 a 100 km/h: tempo para alcançar 100 km/h partindo de 60 km/h e em quarta marcha. Peso 1. Quanto menor a distância maior a nota. para reduzir a velocidade de 120 km/h para 0.  Velocidade máxima (km/h): máxima velocidade em km/h segundo o fabricante. Medido em segundos. Quanto menor o tempo maior a nota. EBD: Freios EBD. Peso 1. Peso 1.127  3a 40 a 80 km/h: tempo para alcançar 80 km/h partindo de 40 km/h e em terceira marcha.  Frenagem 120 km/h a 0 (m): distância percorrida. controle de tração e estabilidade além da presença de airbags. Segurança Considera a presença de opcionais como freios ABS. em metros. Controle de tração.  5a 80 a 120 km/h: tempo para alcançar 120 km/h partindo de 80 km/h e em quinta marcha. Quanto maior a velocidade maior a nota. BAS: Freios BAS. Peso 1.  Frenagem 80 km/h a 0 (m): distância percorrida. Peso 1. Peso 1. Peso 1. para reduzir a velocidade de 60 km/h para 0. Peso 1. Peso 1. Peso 1.  Frenagem 60 km/h a 0 (m): distância percorrida. Quanto menor o tempo maior a nota. Quanto menor a distância maior a nota. . Os itens neste grupo utilizam o seguinte critério para as notas: 1 se o veículo não possui o item. Peso 1. Quanto menor a distância maior a nota. Peso 1. Peso 1. Quanto menor o tempo maior a nota. É composto por:         ABS: Freios ABS. em metros. 3 se é opcional e 5 se é item de série. Peso 1. cinto de 5 pontas para os passageiros e alarme contra roubo.

Peso 1. Rodas de liga leve. Câmbio automático. Peso 1. Peso 5. entre outros. Cruise control: piloto automático. Conforto Composto pelos itens opcionais de conforto como ar-condicionado. Com exceção. Direção assistida. O peso do grupo é 2 na nota final devido ao valor percebido nos veículos que possuem estes opcionais de conforto. todos os outros parâmetros foram notados da seguinte forma: 1 se não possui o opcional. Peso 1. Computador de bordo. Espelhos elétricos. porém cada item possui peso diferente conforme a relevância. Peso 1. . Travas elétricas. Cinto 3 pontos para 5o passageiro. Peso 1. Bancos de couro. Peso 1. Quanto menor o ruído maior a nota. CD player. Peso 1. Pintura metálica. Peso 1.128     Encosto cabeça 5o passageiro. Peso 1. Peso 5. Imobilizador: Sistema para que permite o corte do fornecimento de combustível. Ar-condicionado.Peso 1. direção assistida. que foi normalizado. Comandos no volante.                  Ruído. Peso 1. Peso 1. 3 se é opcional e 5 se é item de série. Banco traseiro bipartido. Peso 1. Peso 1. do parâmetro ruído. Banco traseiro rebatível. Peso 1. Peso 3. Peso 3. CD player. Alarme. Teto solar elétrico. Peso 3. Peso 1. vidros e travas elétricos. Vidros elétricos.

tiveram seus valores de consumo ajustados em 30%.  Consumo estrada (km/l) [A]: consumo de combustível na estrada em quilômetros rodados por litro utilizando álcool como combustível. .  Consumo cidade (km/l) [A]: consumo de combustível na cidade em quilômetros rodados por litro utilizando álcool como combustível. pois. Isto gera inconveniências aos usuários e reduz o tempo o qual o veículo permanece disponibilizado nas estações. é 70% do rendimento obtido com gasolina. Os itens que compõem este grupo são:     Preço (R$). Veículos que não poderiam utilizar álcool. Peso 5. Quanto maior a garantia maior a nota. Manutenção (R$). dado por quilômetros rodados por litro. Custo pneu (R$). álcool ou gasolina. Peso 3. Nota 5 para carros bicombustível e nota 3 se somente gasolina. Peso 1. o peso deste grupo é 5 na nota final. Custo para uma unidade apenas. Quanto menor o custo dos pneus maior a nota. além da questão monetária. é 70% do rendimento obtido com gasolina. Peso 3. Quanto maior o tamanho do tanque maior a nota.129 Investimento O investimento correspondente à aquisição e manutenção do veículo é o principal critério para a escolha do veículo. Quanto menor o custo de manutenção maior a nota. Quanto menor o consumo maior a nota. Consumo e autonomia Outro item relevante escolha do veículo é o consumo de combustível e a autonomia do veículo. Peso 1. Peso 3. ou somente um combustível. ou seja o rendimento teórico de álcool. O peso do grupo é de 5 na nota final. Quanto menor o preço maior a nota. há também o fato de veículos com alto consumo de combustível e baixa autonomia exigem que o veículo seja constantemente reabastecido. mas somente gasolina. Portanto. tiveram seus valores de consumo ajustados em 30%. ou seja o rendimento teórico de álcool. Peso 5.  Tanque (l): tamanho o tanque de combustível em litros. Quanto menor o consumo maior a nota. Peso 1. Veículos que não poderiam utilizar álcool. mas somente gasolina. dado por quilômetros rodados por litro. ` É composto pelos seguintes itens:  Combustível: se o veículo pode ser abastecido com diferentes combustíveis. Garantia (anos).

dos critérios descritos nesta seção calculados baseado nas informações técnicas contidas nos anexos D a H. Quanto maior o volume do porta-malas melhor a nota.130  Autonomia (km): quantidade máxima de quilômetros o qual o veículo consegue percorrer sem abastecer. Peso 1 Porta-malas (l). Peso (kg). Quanto maior a altura melhor a nota. Quanto menor a largura melhor a nota. Além destas. . veículos menores possuem melhores notas. Altura (cm). Peso 1. Entre-eixos (cm). Logo. Peso 1.Quanto maior a autonomia maior a nota. Quanto menor o comprimento melhor a nota. Largura (cm). justificado pelo interesse do uso estritamente urbano do veículo. e portanto maior conforto. logo. obtém-se os seguintes resultados resumidos nas tabelas a seguir. melhor a nota. Em relação a altura do veículo. Dimensões As dimensões do veículo: largura. Peso 2. O peso geral deste grupo é 1 e o itens avaliados são os seguintes:       Comprimento (cm). Peso 1. quanto maior a altura. outras informações como tamanho do porta-malas e peso do veículo também foram consideradas. Peso 1. comprimento e distância entre eixos indicam se o veículo está melhor adaptado aos tamanhos das vagas de estacionamento e sua versatilidade em um ambiente urbano repleto de outros veículos. Quanto menor o entre-eixos melhor a nota. entende-se que veículos mais altos possuem maior espaço interno. Peso 3. Quanto menor o peso do veículo melhor a nota. Logo.

131

Tabela 31 - Resumo dos resultados dos veículos.
Investimento Desempenho Consumo e Autonomia 2,5 3,9 3,9 3,7 4,4 3,6 3,4 3,2 4,2 3,9 4,0 3,3 3,0 2,3 4,4 3,2 2,6 3,0 2,2 2,6 2,4 2,9 3,0 3,1 2,4 2,5 3,2 Dimensões 2,6 2,8 2,5 2,5 2,6 2,4 2,6 2,6 2,2 2,6 2,4 2,8 2,7 2,4 2,5 3,1 3,1 3,0 3,1 2,5 3,1 2,9 3,0 3,3 3,0 3,3 3,3 Segurança 2,3 2,7 2,7 2,2 1,5 2,2 1,7 2,2 1,7 2,3 1,5 1,3 1,3 2,3 1,8 2,0 3,3 2,0 5,0 4,5 5,0 3,7 4,0 3,3 2,7 2,8 3,7 Conforto 4,4 4,0 4,0 2,9 2,3 3,0 2,7 4,3 2,5 4,1 2,5 3,8 4,1 3,3 2,7 3,1 4,4 3,8 4,6 4,5 4,8 4,1 4,5 4,6 4,8 4,8 4,6

Tipo

Montadora

Veículo

Renault Chery Chery Fiat Fiat Ford Ford GM GM Jac Renault Peugeot Citroen VW VW Fiat Renault VW Renault Honda Peugeot Toyota VW Honda Hyunday Kia Toyota

Sandero Face QQ Uno Mille Fiesta Ka Agile Celta J3 Clio 207 C3 Fox Gol Palio Weekend Mégane Grand Tour SpaceFox Fluence Civic 408 Corolla Jetta CR-V ix35 Sportage RAV4

2,3 2,5 2,4 2,4 1,8 2,8 1,5 2,9 2,4 3,0 2,1 2,0 2,1 3,5 2,2 3,3 3,2 3,1 4,4 4,3 3,8 4,3 4,0 3,7 3,8 4,0 4,2

3,5 3,7 4,6 4,0 4,2 3,7 4,3 3,2 3,9 4,1 4,2 3,9 3,4 3,6 4,0 3,7 3,0 3,4 2,3 1,9 2,9 2,6 2,5 1,6 1,7 2,0 1,5

12.5.5. Classificação e escolha dos veículos a serem utilizados

so 2), investimento (peso 5), consumo e autonomia (peso 5) e dimensões (peso 1), a média ponderada dá a nota final do veículo. Os resultados estão resumidos na Tabela 32.

SUV

Sedan

Perua

Compacto

Baseado no peso dado para desempenho (peso 1), segurança (peso 1), conforto (pe-

132

Tabela 32 - Classificação e nota final dos veículos
Tipo Compacto Compacto Compacto Compacto Compacto Compacto Compacto Compacto Compacto Compacto Compacto Perua Compacto Sedan Sedan Perua Perua Sedan Compacto Compacto Sedan Compacto SUV SUV Sedan SUV SUV Montadora Chery Jac Chery VW Fiat Renault GM Fiat Ford Ford Peugeot Fiat GM Peugeot VW VW Renault Toyota Citroen Renault Renault VW Toyota Honda Honda Kia Hyunday Veículo QQ J3 Face Gol Mille Clio Celta Uno Fiesta Ka 207 Palio Weekend Agile 408 Jetta SpaceFox Mégane Grand Tour Corolla C3 Sandero Fluence Fox RAV4 CR-V Civic Sportage ix35 Posição 1 2 3 4 5 6 7 8 9 11 10 12 13 14 16 15 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 Nota 3,9 3,7 3,6 3,6 3,6 3,5 3,5 3,4 3,3 3,3 3,3 3,3 3,2 3,2 3,2 3,2 3,1 3,1 3,1 3,1 2,9 2,9 2,9 2,9 2,9 2,8 2,6

O veículo vencedor foi é o Chery QQ, seguido do Jac J3 e do Chery Face. Estes veículos apresentam de forma geral baixa investimento, bom consumo e autonomia e a presença de opcionais de segurança e conforto fazem com que suas notas sejam superiores à dos demais veículos. Veículos populares no mercado brasileiro como o VW Gol, Fiat Mille, Renault Clio e GM Celta também aparecem em posições de destaque com notas superiores a 3,5. Assim, apesar da unanimidade da escolha do Chery QQ como o veículo a ser utilizado, dada a nota 3,9 do máximo de 5, para que não haja resistência ao uso por parte do

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usuário devido à aversão a um modelo específico, diversos veículos serão selecionados para compor uma família de produtos a serem disponibilidados aos usuários. Logo, selecionar-se-á os veículos com nota superior a 3,5, resultando em sete modelos de carros diferentes. Os veículos escolhidos são: Chery QQ, Jac J3, Chery Face, VW Gol, Fiat Mille, Renault Clio e GM Celta.

porém. concomitante com compromisso de revenda assumido pelo comprador.1. Primeiramente. ainda. é a taxa referência para o de empréstimo de capital no Brasil. IPCA A taxa básica de juros. As projeções para a taxa Selic utilizadas foram obtidas do banco de investimento Goldman Sachs. Ressaltamos. sociedades corretoras de títulos e valores mobiliários e sociedades distribuidoras de títulos e valores mobiliários. para liquidação no dia útil seguinte. As pesquisas são feitas nas Regiões . as operações compromissadas são operações de venda de títulos com compromisso de recompra assumido pelo vendedor. A inflação oficial no Brasil é medida pelo Índice de preço ao Consumidor Amplo (IPCA). lastreadas em títulos públicos federais e cursadas no referido sistema ou em câmaras de compensação e liquidação de ativos. Esclarecemos que. portanto. são apresentadas as premissas utilizadas para a projeção das operações. apresenta-se o Demonstrativo de Resultado de Exercício – DRE – dos cinco primeiros anos de existência da companhia. neste caso. fundamentalmente as instituições financeiras habilitadas. PROJEÇÕES MACRO-ECONÔMICAS As projeções macro-econômicas utilizadas neste trabalho foram:   Taxa básica de juros SELIC Inflação no período. Segundo o Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE – o índice mede a variação do custo de vida das famílias com chefes assalariados e com rendimento mensal compreendido entre 1 e 40 salários mínimos mensais. na forma de operações compromissadas. que estão aptas a realizar operações compromissadas.” A taxa Selic.134 13. Para avaliar a empresa. 13. caixas econômicas. é definida da seguinte forma pelo Banco Central do Brasil: “É a taxa apurada no Selic. ANÁLISE ECONÔMICO-FINANCEIRA Neste capítulo serão apresentadas as projeções econômico-financeiras da companhia responsável pelo sistema de veículos compartilhados projetado (“Companhia”) com o objetivo de estudar a viabilidade da Companhia e do projeto como um todo. obtida mediante o cálculo da taxa m dia ponderada e ajustada das operações de financiamento por um dia. tais como bancos. por um dia útil.

20% 5. São Paulo.50% 13.90% 5. qualquer que seja a fonte de rendimentos. Recife. O IPCA tem por objetivo medir a inflação de um conjunto de produtos e serviços comercializados no varejo. Belo Horizonte. prestadores de serviços.00% 11.00% 11.50% 5.30% 5. domicílios e concessionárias de serviços públicos. Fonte : Goldman Sachs.30% .40% 11. além de Brasília e do município de Goiânia.00% 12. As estimativas do IPCA para os anos futuros utilizadas neste trabalho foram obtidas com o banco de investimento Goldman Sachs.30% 5.20% 5. Belém.20% 5. Fortaleza.80% 5.50% 5.10% 4.00% 11.00% 11.80% 12.00% 4.30% 5.135 Metropolitanas do Rio de Janeiro. é índice referência para a o cálculo da variação nos preços dos produtos e serviços ao longo dos anos. Tabela 33 – Projeções para a taxa Selic e para o IPCA.00% 11. Selic 1T 2012 2T 3T 4T 1T 2013 2T 3T 4T 1T 2014 2T 3T 4T 1T 2015 2T 3T 4T 1T 2016 2T 3T 4T 11. referentes ao consumo pessoal das famílias. Portanto.00% 11. cujo rendimento varia entre 1 e 40 salários mínimos. A tabela a seguir resume as projeções para a taxa Selic e para o IPCA.80% 6.00% IPCA 6.30% 5.30% 5.50% 12.00% 11.90% 5.00% 11.80% 11. Porto Alegre.40% 11. para pagamento à vista.90% 4.50% 5. Os preços obtidos são os efetivamente cobrados ao consumidor.00% 11. A pesquisa é realizada em estabelecimentos comerciais.10% 12.00% 5.10% 11.50% 12. Salvador e Curitiba.

em média. Frota 1T 2T 3T 4T 1T 2T 3T 4T 1T 2T 3T 4T 1T 2T 3T 4T 1T 2T 3T 4T 175 350 536 722 908 1 094 1 280 1 466 1 652 1 838 2 024 2 210 2 396 2 582 2 768 2 954 2 954 2 954 2 954 2 954 Usuários 873 1 967 3 348 4 961 6 807 8 202 9 597 10 992 14 452 16 079 17 707 19 334 23 956 25 816 27 676 29 536 33 229 33 229 33 229 33 229 2016 2015 2014 2013 2012 .5 usuários.136 13. inicia-se com uma taxa de utilização de 40% no primeiro trimestre acrescida de 5 pontos percentuais a cada período durante o primeiro ano e um acréscimo de 10 pontos percentuais na virada dos anos subseqüentes. admite-se um crescimento constante da frota de 175 veículos por trimestre. Tabela 34 – Projeções para a frota de veículos no final de cada período e a média de usuários por dia no período. do fato de ser início das operações da Companhia. Portanto. 2969 veículos.2. espera-se que cada veículo possua 12. Além disso. adota-se uma taxa de utilização do serviço abaixo do projetado até que a empresa esteja completamente implantada. a ser alcançada no final do primeiro trimestre do quinto ano de operação. PROJEÇÕES DE CRESCIMENTO DE USUÁRIOS E DA FROTA Seja a frota total de veículos projetada para a operação. Assim. O número total de usuários por dia é dado do fato e que.

Evolução da receita bruta (R$ milhões).5.50 Tarifa de devolução: R$ 4.137 13. As tarifas de utilização podem ser repartidas em três.50 Admite-se ainda que cada usuário terá um uso médio de uma hora do serviço a cada utilização.3. conforme as projeç Em milhões de Reais ões de inflação.00 / 30 minutos Tarifa de retirada: R$ 4. Os valores das tarifas crescem com a inflação no período. Gráfico 10 . a receita bruta é dada pela multiplicação do total de usuários pela tarifa de uma hora de uso mais as tarifas médias de retirada e de devolução. .2. Portanto. PROJEÇÕES DE CRESCIMENTO DA RECEITA BRUTA As duas fontes de receita bruta da Companhia são a receita obtida das tarifas de utilização do serviço de veículos compartilhados e a receita da venda dos veículos usados quando a reposição da frota. conforme a discussão na seção 11. A seguir são apresentados os valores médios utilizados na modelagem:    Tarifa de uso: R$ 6.

atendimento Gerais e administrativas P&D Percentual da receita líquida 8% 25% 2% Gráfico 11 .4. Foram divididas em Vendas / Atendimento.138 13. PROJEÇÕES DE EVOLUÇÃO DOS CUSTOS E DESPESAS Os custos são os gastos relacionados com a operação do serviço. Gerais e Administrativas e Pesquisa e Desenvolvimento. Despesa Vendas. Tabela 35 – Resumo das despesas. A estimativa de despesas foi feita a partir de um dado percentual sobre a receita líquida. estão ligadas à administração e operação do sistema de veículos compartilhados. . Os principais custos operacionais considerados foram: - Preço de estacionamento Preço o combustível (álcool) Preço de limpeza IPVA Custo de revisão Custo de seguro e franquia As despesas. são ligados diretamente ao funcionamento do veículo e da operação das estações. por outro lado. Neste caso.Evolução dos custos e das despesas (R$ milhões). conforme mostrado na tabela a seguir.

foram fixados pela IN SRF no 162. relativo à depreciação de ativos.139 13. será registrada periodicamente nas contas de custo ou despesa (encargos de depreciação do período de apuração). PROJEÇÕES DE DEPRECIAÇÃO. Como regra geral. incluídos os veículos de uso misto e os automóveis de corrida (Anexo I da IN SRF nº162. Bem Veículos de passageiros e outros veículos automóveis principalmente concebidos para transporte de pessoas (exceto os da posição 8702). AMORTIZAÇÃO E INVESTIMENTOS EM IMOBILIZADOS E OUTROS ATIVOS O principal ativo imobilizado da companhia é a frota de veículos que constitui também a maior necessidade de investimento. . a depreciação de bens do ativo imobilizado corresponde à diminuição do valor resultante do desgaste pelo uso. adquiridos novos. ação da natureza ou obsolescência normal. a taxa de depreciação é fixada em função do prazo durante o qual se possa esperar a utilização econômica do bem na produção dos seus rendimentos. Os investimento de manutenção foram adotados de forma a apenas compensar a depreciação dos ativos. Fonte: Receita Federal. considerar-se-á a depreciação média de 5 anos.5. Posição 8703) 5 anos 20% ao ano Taxa de depreciação Prazo Portanto. de 1998. Então. Os investimentos de expansão levam em contam a necessidade de compra e veículos e é calculada pelo número de veículo adquiridos no período pelo custo de aquisição. de 1998: Tabela 36 – Taxa de depreciação dos veículos. Os prazos de vida útil admissíveis para fins de depreciação dos seguintes veículos automotores. Segundo a Receita Federal.

2012E 2013E (13. neste trabalho.9) 9.5 2014E (22.0 9.6 13. foi admitida que esta taxa é igual a taxa Selic.3 29.5) . foram admitidos que os custos de tomada de dívida correspondam a 150% da taxa básica de juros.1 Despesas Financeiras Receitas Financeiras Resultado Financeiro (3.6 29. não se considera o pagamento das mesmas. pela hipótese de uma necessidade permanente de capital para investimento. por simplificação. Tabela 38 – Despesas e receitas financeiras (R$ milhões). Pela falta de informação mais precisa.6 13. Depreciação e amortização (R$ milhões).3 2013E 32. e que a companhia consegue investir seu caixa a 100% da taxa de juros interbancário. 2012E Total Investimento Expansão Manutenção Depreciação e Amortização 25.1 24.9 13.9 21.4 23.3) 2.0 2016E (43. é necessário determinar os custos de capital e os rendimentos das aplicações financeiras.6) 11.0 27. Esta hipótese é reforçada pela pelo fato de muitas empresas simplesmente rolarem suas dívidas manterem níveis de alavancagem condizentes com seus negócios.7) 4. admitiu-se que a companhia consegue investir uma quantidade de caixa que seja correspondente a 30% das receitas no período e que a necessidade de financiamento da companhia é equivalente a 40% do total dos investimentos realizados.8) (18.140 Tabela 37 – Investimentos.6 4.9 2015E 75.3 4.2) 0. PROJEÇÕES DE RECEITAS E DESPESAS FINANCEIRAS Dado que o resultado financeiro da é obtido das aplicações financeiras realizados com o caixa da companhia e que as despesas financeiras correspondem aos juros pagos pela tomada de dívidas.3 51.9) (32.0 2014E 38.6 24.7 (10.7 2015E (28. Além disso.2 24. Especificamente em relação à dívida.5) (4. Selic.2 2016E 57.6.4 9.0) (19.

7. lucro líquido e margem líquida encontram-se resumidos no Gráfico 12 e no Gráfico 13. Depreciação e Amortização (LAJIDA) – em inglês Earnings Before Interest. Imposto. pela razão entre o EBITDA sobre a receita líquida e lucro líquido sobre receita líquida. por outra lado é o Resultado final do Exercício da companhia. PROJEÇÕES DE EBITDA (LAJIDA) E LUCRO LÍQUIDO As projeções de Lucro Antes de Juros. reduzindo todos os gastos. Tax. as receitas e despesas não operacionais.141 13. é um importante indicador de produtividade e eficiência de um negócio. O Lucro Líquido. respectivamente. Tabela 39 – Projeções de imposto de renda e de contribuição social sobre o lucro líquido. (R$ milhões). respectivamente. por isso. além da Depreciação e Amortização (que efetivamente não representam desembolso de caixa) e. 2012E Total Imposto de Renda - 2013E - 2014E - 2015E (0. portanto.8. É importante ressaltar que nos primeiros três anos a Companhia registrou prejuízo no período e. Depreciation and Amortization (EBITDA) – e são importantes indicadores para a análise do desempenho de companhias.5) 2016E (1. que são calculados. O EBITDA elimina os efeitos financeiros. Também utiliza-se outros indicadores como margem EBITDA e a margem líquida. . não há incidência de imposto de renda. Os resultados esperados de EBITDA.0) 13. custos e despesas do lucro bruto. margem EBITDA. PROJEÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO LÍQUIDO A projeção do imposto de renda (IR) e de contribuição social sobre o lucro líquido foi arbitrada por um valor constante de 30% e estão resumidos na Tabela 39.

0% 20. .2) (5.9) Lucro Líquido Margem Líquida Gráfico 13 – Lucro líquido e margem líquida.0) (6.0 40.0 2.0% 0.4% 18.0 2.5% (7.9 5.8% 30.6 2012E 2013E 2014E 2015E 2016E 0.0) (4.0% -5.9% 25.142 R$ Milhões 70.2 2.0% -15.8% 45.0% EBITDA Margem EBITDA Gráfico 12 – EBITDA e margem EBITDA.0% -25.0% -11.0 19.0% 10.0 60.0% -25.0 11.0) (8.0% 27.6% 0.0% 65.0) 2012E 2013E 2014E 2015E 2016E -3.0% -30.7% 50.0% 17.0% -10.5% 1.8 15.5% (5.0 10.0 (2.6 20.0) -20.8% 5.0 12. R$ Milhões 4.4 0.0) (10.0 20.

143 13. DRE – DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO .9.

trimestre a trimestre. Vale lembrar que uma análise mais profunda da viabilidade econômico-financeira. respectivamente.144 13. ficou fora do escopo deste trabalho a análise da estrutura ótima de capital da companhia. Além disso. Os resultados completos. . incluindo o fluxo de caixa e o balanço da empresa.10. ficam. é necessária no caso de a criação real da companhia e. ANÁLISE DOS RESULTADOS ECONÔMICO-FINANCEIROS Os resultados apresentados no capítulo 13 indicam que a companhia projetada para o sistema de compartilhamento de veículos é economicamente viável dados resultados positivos nos anos seguinte a sua implantação apesar do prejuízo acumulado nos primeiros anos de operação. por exemplo. portanto a cargo de trabalhos subseqüentes ou do empreendedor responsável. Uma simples análise de sensibilidade sobre a necessidade de capital para investimento pode levar a companhia a níveis de endividamento que não suportem o negócio no caso de se financiar 100% das necessidades de investimento. assim como todas as premissas adotadas para a análise encontram-se disponíveis no modelo da companhia no Anexo I e no Anexo J.

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Nome de Zonas e Nível de Serviço. Nome da Zona Baixo Nível Serviço Alto Nível Serviço Zona de Origem Nome da Zona Baixo Nível Serviço Alto Nível Serviço 1 2 3 4 5 6 7 8 12 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 Sé Parque Dom Pedro Praça João Mendes Ladeira da Memória República Santa Efigênia Luz Bom Retiro Pari Bresser Brás Gasômetro Independência Cambuci Glicério Aclimação Pires da Mota Centro Cultural Liberdade Treze de Maio Bexiga Bela Vista São Carlos do Pinhal Masp Higienópolis Vila Buarque Consolação 1 1 0 0 0 1 0 1 1 1 1 1 1 1 1 1 0 1 0 0 0 1 1 1 1 0 1 0 0 1 1 1 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 0 1 1 1 0 0 0 0 1 0 34 35 36 41 42 43 44 45 48 49 50 52 53 54 55 56 57 58 59 61 64 68 69 70 73 74 75 FAAP Santa Cecília Marechal Deodoro Belenzinho Celso Garcia Moóca Alto da Moóca Parque da Moóca Regente Feijó Ana Rosa Jardim da Glória Vila Mariana Santa Cruz Vila Clementino França Pinto Rodrigues Alves Paraíso Bosque da Saúde Saúde Mirandópolis Moema Vila Olimpia Hélio Pelegrino Brooklin Campinas Pamplona Jardins 1 0 1 1 0 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 0 1 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 .149 Zona de Origem Anexo A – Correspondência entre Zonas.

Nome de Zonas e Nível de Serviço.) Zona de Origem Nome da Zona Baixo Nivel Servico Alto Nivel Servico Zona de Origem Nome da Zona Baixo Nivel Servico Alto Nivel Servico 76 77 78 79 81 82 83 87 89 92 93 99 104 106 126 127 128 131 134 136 159 163 164 166 222 223 224 Clínicas Oscar Freire Trianon Jardim Paulistano Pinheiros Vila Madalena PUC Perdizes Pompéia Francisco Matarazzo Água Branca Lapa Vila Hamburguesa Vila Leopoldina Carandiru Santana Zaki Narchi Alfredo Pujol Casa Verde Limão Vila Maria Gomes Cardim Tatuapé Parque São Jorge Ipiranga Sacomã Alto do Ipiranga 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 0 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 226 227 235 237 252 256 257 281 318 336 379 383 403 439 Vila Monumento Vila Independência Vila Gumercindo Tamanduatei Vieira de Moraes Vila Santa Catarina Jabaquara Granja Julieta Butantã Guarulhos Boa Vista Santo André São Bernardo do Campo Novo Osasco 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 .150 Anexo A – Correspondência entre Zonas. (cont.

151 1. Veículos e Usuários. Estações. 1 2 3 4 5 6 7 8 Anexo B – Nível de Serviço. Nome da Zona Sé Parque Dom Pedro Praça João Mendes Ladeira da Memória República Santa Efigênia Luz Bom Retiro Pari Bresser Brás Gasômetro Independência Cambuci Glicério Aclimação Pires da Mota Centro Cultural Liberdade Treze de Maio Bexiga Bela Vista São Carlos do Pinhal Masp Higienópolis Vila Buarque Consolação FAAP Santa Cecília Marechal Deodoro Belenzinho Celso Garcia Moóca Alto da Moóca Parque da Moóca Regente Feijó Ana Rosa Jardim da Glória Vila Mariana Santa Cruz Vila Clementino França Pinto Serviço 79 79 62 75 110 57 69 24 41 16 16 10 72 20 16 7 62 11 18 22 23 4 59 8 101 52 31 11 52 18 108 45 8 8 18 21 Estações 11 22 7 14 21 12 26 8 14 3 4 2 46 7 4 2 10 1 2 5 3 1 13 1 37 18 14 2 35 6 103 23 2 2 4 6 Veículos 23 45 15 28 42 24 53 17 29 7 9 4 92 14 9 4 20 3 5 11 7 2 27 3 74 37 28 4 70 13 206 47 4 5 9 12 Usuários 275 550 175 350 525 300 650 200 350 75 100 50 1 150 175 100 50 250 25 50 125 75 25 325 25 925 450 350 50 875 150 2 575 575 50 50 100 150 Zona de Origem 12 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 34 35 36 41 42 43 44 45 48 49 50 52 53 54 55 .

(cont. Estações. Anexo B – Nível de Serviço.152 2. Veículos e Usuários.) Nome da Zona Rodrigues Alves Paraíso Bosque da Saúde Saúde Mirandópolis Moema Vila Olimpia Hélio Pelegrino Brooklin Campinas Pamplona Jardins Clínicas Oscar Freire Trianon Jardim Paulistano Pinheiros Vila Madalena PUC Perdizes Pompéia Francisco Matarazzo Lapa Vila Hamburguesa Vila Leopoldina Carandiru Santana Zaki Narchi Alfredo Pujol Casa Verde Limão Vila Maria Gomes Cardim Tatuapé Parque São Jorge Ipiranga Sacomã Alto do Ipiranga Vila Monumento Vila Independência Vila Gumercindo Tamanduatei Vieira de Moraes Vila Santa Catarina Serviço 23 16 32 63 30 50 2 8 19 15 27 5 13 44 25 27 18 60 11 2 5 12 52 88 18 96 68 32 51 16 9 26 25 19 16 61 7 195 Estações 6 4 13 41 13 35 2 11 9 9 1 3 22 13 11 5 33 4 1 2 28 72 8 56 41 13 32 4 2 10 10 8 5 16 3 158 Veículos 12 8 27 82 26 70 1 4 23 18 18 3 7 45 27 23 10 67 9 1 2 5 56 145 16 112 83 26 65 8 5 21 21 17 11 32 6 317 Usuários 150 100 325 1 025 325 875 50 275 225 225 25 75 550 325 275 125 825 100 25 50 700 1 800 200 1 400 1 025 325 800 100 50 250 250 200 125 400 75 3 950 56 57 58 59 61 64 68 69 70 73 74 75 76 77 78 79 81 82 83 87 89 92 99 104 106 126 127 128 131 134 136 159 163 164 166 222 223 224 226 227 235 237 252 256 Zona de Origem .

Veículos e Usuários.153 Anexo B – Nível de Serviço. Estações. (cont.) Zona de Origem 257 281 318 Total 336 379 383 403 439 Total Jabaquara Granja Julieta Butantã Guarulhos Boa Vista Santo André São Bernardo do Campo Novo Osasco Nome da Zona Serviço 145 100 25 406 135 627 1 185 364 Estações 104 152 13 1 464 549 99 1 240 3 760 496 7 608 Veículos 208 305 27 2 969 1 099 199 2 481 7 521 992 15 263 Usuários 2 600 3 800 325 36 600 13 725 2 475 31 000 94 000 12 400 190 200 .

154 3. . Anexo C – Diagrama FAST.

1 174 76.3 13 22.4 15 38 570 Desempenho 0-100 km/h 0-1000 m 3a 40 a 80 km/h 4a 60 a 100 km/h 5a 80 a 120 km/h Velocidade máxima (km/h) Frenagem 120 km/h a 0 (m) Frenagem 80 km/h a 0 (m) Frenagem 60 km/h a 0 (m) Ruído interno PM Ruído interno RPM máx.1 8.5 45 653 Compacto Chery Face S N S N N S N N N N N/A N S S S Chery QQ 14.7 93.5 95.5 68.1 43.3 34.8 70.3 66.2 62.4 15.9 12.1 93.4 35.9 8.3 16.8 6.2 11 14.7 29.3 36.7 72.8 11.7 130 65.1 15.1 61.9 50 445 Compacto Chery Face 13.3 28 156 62.4 34. Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto Montadora Veículo Renault Sandero 12.1 41.155 4.8 43.1 9.8 19.2 22. (dBA) Ruído interno 80 km/h (dBA) Ruído interno 120 km/h (dBA) Velocidade real a 100 km/h (km/h) Consumo cidade (km/l) Consumo estrada (km/l) Tanque (l) Autonomia (km) Montadora Veículo Segurança ABS BAS EBD Controle de tração Estabilidade Airbags frontais Airbags laterais Airbags cabeça Encosto cabeça 5o passageiro Cinto 3 pontos para 5o passageiro Grade de proteção vidro traseiro Sensor de estacionamento Alarme Imobilizador Brake-light Renault Sandero O N O N N N N O O N N/A N S S S Chery QQ S N S N N S N N N N N/A N S S N .8 68.6 79.7 26.6 69.4 7.

7 N/D .) Montadora Veículo Conforto Ar-condicionado Direção assistida Rodas de liga leve Pintura metálica CD player Comandos no volante Vidros elétricos Travas elétricas Espelhos elétricos Teto solar elétrico Banco traseiro rebatível Banco traseiro bipartido Câmbio automático Cruise control Computador de bordo Bancos de couro Investimento Preço básico (R$) Preço completo (R$) Manutenção (acum.9 96.156 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto (cont.4 91. até 60 000 km) Garantia (anos) Número de concessionárias Dimensões Comprimento (cm) Entre-eixos (cm) Altura (cm) Largura (cm) Caçamba (kg) Porta-malas (l) / Caçamba (l) Peso (kg) Peso/potência (kg/cv) Peso/Torque (kg/mkgf) Diâmetro de giro (m) Renault Sandero S S S O S S S S S O S S N N S N 41 490 44 140 3 174 402 259 153 175 N/A 320 1055 11.2 9.5 Chery QQ S S S O S N S S S N S S N N N N 22 900 3 70 355 234 249 150 N/A 190 890 13.5 Compacto Chery Face S S S S S N S S S N S N N N N N 31 900 3 30 370 239 156 158 N/A 324 1040 12.8 10.1 74.

.. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 175 60 14 - G Diant.4 73 77./Panhard Disco sólido Tambor 155 655 13 - .5 10.2 Ind..5 80. Transv.1 79. McPherson Eixo ríg.5 3.157 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto (cont. 4 16 1083 68 9.5 G Diant. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 185 65 15 3 4. Hidráulica 3 Ind. Hidráulica 3. 4 8 1297 84 11.7 Ind.5 9. Hidráulica 2.5 9.8 Manual 5 Diant. Transv.2 72 66. 4 8 1598 95 14. Transv.) Compacto Renault Montadora Sandero Veículo Ficha técnica Motor Combustível Localização Posição Cilindros Válvulas Cilindrada (cm3) Potência (cv) Torque (mkgf) Diâmetro (mm) Curso (mm) Taxa de compressão Câmbio Tipo Marchas Tração Direção Tipo Curso (voltas) Suspensão Dianteira Traseira Freios Dianteiros Traseiros Pneus Largura (mm) Altura (%) Aro ('') Visibilidade Dianteira Lateral Traseira Chery Face Chery QQ A/G Diant.5 Manual 5 Diant.5 Manual 5 Diant.

3 165 69.4 43.7 73.1 72.) Montadora Veículo Desempenho 0-100 km/h 0-1000 m 3a 40 a 80 km/h 4a 60 a 100 km/h 5a 80 a 120 km/h Velocidade máxima (km/h) Frenagem 120 km/h a 0 (m) Frenagem 80 km/h a 0 (m) Frenagem 60 km/h a 0 (m) Ruído interno PM Ruído interno RPM máx.1 33.2 41.5 28.5 8.4 11.5 170 66.6 149 73 32.3 27.1 94.1 70.1 17.3 12.7 14.9 20.2 18.3 97 7.4 72.6 53 668 Compacto Fiat Mille N N N N N N N N N N N/A N O S N Ford Fiesta 12.4 7.8 54 583 Compacto Fiat Mille 14.8 69.8 7.6 11.4 54 562 Montadora Veículo Segurança ABS BAS EBD Controle de tração Estabilidade Airbags frontais Airbags laterais Airbags cabeça Encosto cabeça 5o passageiro Cinto 3 pontos para 5o passageiro Grade de proteção vidro traseiro Sensor de estacionamento Alarme Imobilizador Brake-light Fiat Uno O N O N N O N N O N N/A N O S S Ford Fiesta O N O N N N N O N N N/A N S S S .1 35.3 96 9.7 31.9 8.9 10.8 33 18. (dBA) Ruído interno 80 km/h (dBA) Ruído interno 120 km/h (dBA) Velocidade real a 100 km/h (km/h) Consumo cidade (km/l) Consumo estrada (km/l) Tanque (l) Autonomia (km) Fiat Uno 12.6 45.8 64.158 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto (cont.8 70.6 34.3 62.5 69.9 10.

) Montadora Veículo Conforto Ar-condicionado Direção assistida Rodas de liga leve Pintura metálica CD player Comandos no volante Vidros elétricos Travas elétricas Espelhos elétricos Teto solar elétrico Banco traseiro rebatível Banco traseiro bipartido Câmbio automático Cruise control Computador de bordo Bancos de couro Investimento Preço básico (R$) Preço completo (R$) Garantia (anos) Número de concessionárias Dimensões Comprimento (cm) Entre-eixos (cm) Altura (cm) Largura (cm) Caçamba (kg) Porta-malas (l) / Caçamba (l) Peso (kg) Peso/potência (kg/cv) Peso/Torque (kg/mkgf) Diâmetro de giro (m) Fiat Uno O O O O O N O S N N S S N N O N Compacto Fiat Mille O O O O O N O N N N S N N N N N Ford Fiesta O O O O O N O S O N S S N N S N 34 260 41 040 1 510 394 249 149 177 N/A 305 1084 10.2 31 360 36 460 1 540 377 238 149 164 N/A 280 925 10.6 90.1 70.8 10.159 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto (cont.5 74 9.8 23 220 1 550 379 236 145 155 N/A 290 830 12.2 10 .

.5 80.. Transv.) Compacto Montadora Veículo Ficha técnica Motor Combustível Localização Posição Cilindros Válvulas Cilindrada (cm3) Potência (cv) Torque (mkgf) Diâmetro (mm) Curso (mm) Taxa de compressão Câmbio Tipo Marchas Tração Direção Tipo Curso (voltas) Suspensão Dianteira Traseira Freios Dianteiros Traseiros Pneus Largura (mm) Altura (%) Aro ('') Visibilidade Dianteira Lateral Traseira Fiat Uno Fiat Mille Ford Fiesta A/G Diant.1 79.4 73 77.2 72 66.2 Ind.7 Ind. Hidráulica 3 Ind.5 10. Hidráulica 2. Transv.5 Manual 5 Diant./Panhard Disco sólido Tambor 155 655 13 - . McPherson Eixo ríg.5 9..5 3. 4 8 1297 84 11.160 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto (cont. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 175 60 14 - G Diant. 4 16 1083 68 9. 4 8 1598 95 14. Hidráulica 3. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 185 65 15 3 4.5 Manual 5 Diant. Transv.5 9.8 Manual 5 Diant.5 G Diant.

161 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto (cont.6 10.4 16.4 62.8 96 8.) Montadora Veículo Desempenho 0-100 km/h 0-1000 m 3a 40 a 80 km/h 4a 60 a 100 km/h 5a 80 a 120 km/h Velocidade máxima (km/h) Frenagem 120 km/h a 0 (m) Frenagem 80 km/h a 0 (m) Frenagem 60 km/h a 0 (m) Ruído interno PM Ruído interno RPM máx.3 23.7 36 7.5 71.7 12.9 26.6 7.5 70 64 70 98.8 71.8 30.7 46.4 148 73.5 9.8 29.9 15.7 54 524 Compacto GM Agile O N O N N N N O N N N/A N S S S GM Celta 14.8 54 637 Montadora Veículo Segurança ABS BAS EBD Controle de tração Estabilidade Airbags frontais Airbags laterais Airbags cabeça Encosto cabeça 5o passageiro Cinto 3 pontos para 5o passageiro Grade de proteção vidro traseiro Sensor de estacionamento Alarme Imobilizador Brake-light Ford Ka N N N N N N N N N N N/A N S S N GM Celta N N N N N N N N N N N/A N S S N .4 32.2 48.4 11.3 161 67.6 55 583 Compacto GM Agile 12. (dBA) Ruído interno 80 km/h (dBA) Ruído interno 120 km/h (dBA) Velocidade real a 100 km/h (km/h) Consumo cidade (km/l) Consumo estrada (km/l) Tanque (l) Autonomia (km) Ford Ka 16.5 70.2 70.4 10.3 17.5 95 7.1 21.3 12.8 34.5 63.2 9.6 37.2 165 60.8 17 43.

) Montadora Veículo Conforto Ar-condicionado Direção assistida Rodas de liga leve Pintura metálica CD player Comandos no volante Vidros elétricos Travas elétricas Espelhos elétricos Teto solar elétrico Banco traseiro rebatível Banco traseiro bipartido Câmbio automático Cruise control Computador de bordo Bancos de couro Investimento Preço básico (R$) Preço completo (R$) Garantia (anos) Número de concessionárias Dimensões Comprimento (cm) Entre-eixos (cm) Altura (cm) Largura (cm) Caçamba (kg) Porta-malas (l) / Caçamba (l) Peso (kg) Peso/potência (kg/cv) Peso/Torque (kg/mkgf) Diâmetro de giro (m) Ford Ka O O O O O N O S N N S N N N N N 25 420 1 510 384 245 164 164 N/A 263 943 12.7 GM Celta O O N O O N O O N N S N N N N N 26 115 - 1 596 379 244 143 192 N/A 260 910 11.9 101.8 10 .162 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto (cont.4 9.5 79.6 10.7 93.6 Compacto GM Agile S S S O S N S S S N S S N S S N 42 491 45 744 1 596 400 254 147 168 N/A 327 1075 10.

) 3 Ind. Hidr.) 2.8 Manual 5 Diant.5 77.. McPherson Eixo de torção Disco sólido Tambor 165 70 13 - A/G Diant. 4 8 999 73 9. Transv.6 73.163 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto (cont. Hidr.7 67.) Compacto Montadora Veículo Ficha técnica Motor Combustível Localização Posição Cilindros Válvulas Cilindrada (cm3) Potência (cv) Torque (mkgf) Diâmetro (mm) Curso (mm) Taxa de compressão Câmbio Tipo Marchas Tração Direção Tipo Curso (voltas) Suspensão Dianteira Traseira Freios Dianteiros Traseiros Pneus Largura (mm) Altura (%) Aro ('') Visibilidade Dianteira Lateral Traseira Ford Ka GM Agile GM Celta A/G Diant.9 12.7 71.6 Manual 5 Diant. (opc. Transv.5 5 2.1 62.5 A/G Diant.3 68.8 Ind. Transv.. (opc.4 12. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 165 70 13 - .4 Manual 5 Diant.8 Ind.. 4 8 1389 102 13. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 185 65 15 3. Hidráulica 2. 4 8 999 78 9.4 12.

6 18.6 50 530 Montadora Veículo Segurança ABS BAS EBD Controle de tração Estabilidade Airbags frontais Airbags laterais Airbags cabeça Encosto cabeça 5o passageiro Cinto 3 pontos para 5o passageiro Grade de proteção vidro traseiro Sensor de estacionamento Alarme Imobilizador Brake-light Jac J3 S N S N N N N S N N N/A N S N S Peugeot 207 N N N N N N N N N N N/A N N S S .4 13.6 36.3 11 13.3 186 59.8 35.9 70. (dBA) Ruído interno 80 km/h (dBA) Ruído interno 120 km/h (dBA) Velocidade real a 100 km/h (km/h) Consumo cidade (km/l) Consumo estrada (km/l) Tanque (l) Autonomia (km) Jac J3 13.9 55 600 Compacto Renault Clio N N N N N N N N N N N/A N O N N Peugeot 207 15.9 8.9 63.6 10.8 94 8.8 48 662 Compacto Renault Clio 15.) Montadora Veículo Desempenho 0-100 km/h 0-1000 m 3a 40 a 80 km/h 4a 60 a 100 km/h 5a 80 a 120 km/h Velocidade máxima (km/h) Frenagem 120 km/h a 0 (m) Frenagem 80 km/h a 0 (m) Frenagem 60 km/h a 0 (m) Ruído interno PM Ruído interno RPM máx.5 27 15.4 34.4 7.3 12.6 72.8 8.2 67.6 14.3 95.5 36.8 162 70 31.3 40.3 23.5 63.3 39.8 25 155 69.2 39.5 21.3 10.164 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto (cont.3 60.8 70.9 72.4 69.9 92.8 9 13.

5 .2 10 Compacto Renault Clio O O N O O N O O N N S N N N N N 26 150 3 70 382 247 142 164 N/A 255 880 11.2 9.3 10.8 75.) Montadora Veículo Conforto Ar-condicionado Direção assistida Rodas de liga leve Pintura metálica CD player Comandos no volante Vidros elétricos Travas elétricas Espelhos elétricos Teto solar elétrico Banco traseiro rebatível Banco traseiro bipartido Câmbio automático Cruise control Computador de bordo Bancos de couro Investimento Preço básico (R$) Preço completo (R$) Garantia (anos) Número de concessionárias Dimensões Comprimento (cm) Entre-eixos (cm) Altura (cm) Largura (cm) Caçamba (kg) Porta-malas (l) / Caçamba (l) Peso (kg) Peso/potência (kg/cv) Peso/Torque (kg/mkgf) Diâmetro de giro (m) Jac J3 S S S O S N S S S N S S N N N O 37 900 38 890 3 46 397 240 147 165 N/A 346 1060 9.3 Peugeot 207 S S S O O N S S S N S N N N N N 38 700 1 155 370 239 156 158 N/A 324 1040 12.4 91.165 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto (cont.4 86.

Hidráulica 3. Transv.2 69 66. 4 16 999 77 10.5 4.. Transv..5 Manual 5 Diant..4 10.5 Manual 5 Diant. 4 16 1332 108 14.. Hidráulica 2.) 3 Ind. McPherson Ind.8 10 Manual 5 Diant.4 Ind. Hidr.85 75 77 10.) Compacto Montadora Veículo Ficha técnica Motor Combustível Localização Posição Cilindros Válvulas Cilindrada (cm3) Potência (cv) Torque (mkgf) Diâmetro (mm) Curso (mm) Taxa de compressão Câmbio Tipo Marchas Tração Direção Tipo Curso (voltas) Suspensão Dianteira Traseira Freios Dianteiros Traseiros Pneus Largura (mm) Altura (%) Aro ('') Visibilidade Dianteira Lateral Traseira Jac J3 Renault Clio Peugeot 207 G Diant.1 75 75. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 185 65 14 - .166 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto (cont. (opc. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 175 65 14 - A/G Diant.5 A/G Diant. 4 8 1360 82 12. dual link Disco ventilado Tambor 185 60 15 2 3.6 Ind. Transv.

) Montadora Veículo Desempenho 0-100 km/h 0-1000 m 3a 40 a 80 km/h 4a 60 a 100 km/h 5a 80 a 120 km/h Velocidade máxima (km/h) Frenagem 120 km/h a 0 (m) Frenagem 80 km/h a 0 (m) Frenagem 60 km/h a 0 (m) Ruído interno PM Ruído interno RPM máx.7 66.9 155 71.7 9.4 11.3 100 7.2 40.7 39.1 6.7 33.5 7.1 24.167 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto (cont.8 62.7 12 55 660 Montadora Veículo Segurança ABS BAS EBD Controle de tração Estabilidade Airbags frontais Airbags laterais Airbags cabeça Encosto cabeça 5o passageiro Cinto 3 pontos para 5o passageiro Grade de proteção vidro traseiro Sensor de estacionamento Alarme Imobilizador Brake-light Citroen C3 N N N N N N N N N N N/A N N S S VW Gol O N O N N O N N N N N/A N N S N .7 69 96.5 21.2 12.2 47 479 Compacto VW Fox 11. (dBA) Ruído interno 80 km/h (dBA) Ruído interno 120 km/h (dBA) Velocidade real a 100 km/h (km/h) Consumo cidade (km/l) Consumo estrada (km/l) Tanque (l) Autonomia (km) Citroen C3 15.8 22.4 10.2 63.3 70.7 72.1 8.1 17.9 14.4 30.3 36.1 169 71.4 31.6 41.3 71.7 18.2 13.2 61.2 98 8.3 184 58.4 37.6 8.8 20.5 50 425 Compacto VW Fox S N S N N N N S N N N/A N O O S VW Gol 14.1 69.

1 85.3 10.4 VW Gol O O O O O O O O O N O O N N O N 30 380 1 155 384 247 145 166 N/A 285 934 12.9 Compacto VW Fox O S O O O O O O O O S O O N O N 41 310 48 330 1 617 382 247 154 164 N/A 260 1065 10.168 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto (cont.) Montadora Veículo Conforto Ar-condicionado Direção assistida Rodas de liga leve Pintura metálica CD player Comandos no volante Vidros elétricos Travas elétricas Espelhos elétricos Teto solar elétrico Banco traseiro rebatível Banco traseiro bipartido Câmbio automático Cruise control Computador de bordo Bancos de couro Investimento Preço básico (R$) Preço completo (R$) Garantia (anos) Número de concessionárias Dimensões Comprimento (cm) Entre-eixos (cm) Altura (cm) Largura (cm) Caçamba (kg) Porta-malas (l) / Caçamba (l) Peso (kg) Peso/potência (kg/cv) Peso/Torque (kg/mkgf) Diâmetro de giro (m) Citroen C3 S S O O O O S S S N S S N N S O 40 320 2 137 285 246 152 167 N/A 305 1091 13.1 10.4 .2 68.3 10.3 88.

5 Manual 5 Diant.) 3 Ind.169 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto (cont.6 67.5 4. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 195 55 15 1 4. McPherson Eixo de torção Disco sólido Tambor 185 65 15 - A/G Diant. 4 8 1598 104 15.6 75 77 10. Transv.7 Ind.1 Manual 5 Diant..1 Manual 5 Diant. Longit 4 8 999 76 10..6 13. (opc.5 86. 2..9 12. Hidr. Hidráulica 3 Ind.6 76. 4 8 1360 82 12.1 70. Transv. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 175 70 14 - .) Compacto Citroen Montadora C3 Veículo Ficha técnica Motor Combustível Localização Posição Cilindros Válvulas Cilindrada (cm3) Potência (cv) Torque (mkgf) Diâmetro (mm) Curso (mm) Taxa de compressão Câmbio Tipo Marchas Tração Direção Tipo Curso (voltas) Suspensão Dianteira Traseira Freios Dianteiros Traseiros Pneus Largura (mm) Altura (%) Aro ('') Visibilidade Dianteira Lateral Traseira VW Fox VW Gol A/G Diant. Elétr.5 A/G Diant.

2 68.3 39 66.3 26.6 67.9 66.9 16.2 41.2 39 67.4 9.1 26. Tour S N S N N S N N S S N/A N S S N VW SpaceFox 12.8 11.3 6.5 34.7 20.2 64.7 88.2 60 552 Perua Renault Mégane G.2 10.7 7.73 12.5 61.8 25 14. Tour 13 34.1 50 505 Montadora Veículo Segurança ABS BAS EBD Controle de tração Estabilidade Airbags frontais Airbags laterais Airbags cabeça Encosto cabeça 5o passageiro Cinto 3 pontos para 5o passageiro Grade de proteção vidro traseiro Sensor de estacionamento Alarme Imobilizador Brake-light Fiat Palio Weekend O N N N N O N N S N N/A N N S N VW SpaceFox O N N N N O N N N N N/A N S S N .9 181 59.3 33 7.8 184 62.4 15.170 Anexo E – Informações técnicas dos veículos analisados: Perua Montadora Veículo Desempenho 0-100 km/h 0-1000 m 3a 40 a 80 km/h 4a 60 a 100 km/h 5a 80 a 120 km/h Velocidade máxima (km/h) Frenagem 120 km/h a 0 (m) Frenagem 80 km/h a 0 (m) Frenagem 60 km/h a 0 (m) Ruído interno PM Ruído interno RPM máx.3 97.3 10.7 96 7.2 19 183 58.5 8. (dBA) Ruído interno 80 km/h (dBA) Ruído interno 120 km/h (dBA) Velocidade real a 100 km/h (km/h) Consumo cidade (km/l) Consumo estrada (km/l) Tanque (l) Autonomia (km) Fiat Palio Weekend 11.2 8 12.5 20.1 91.4 59.6 51 541 Perua Renault Mégane G.

5 Perua Renault Mégane G.6 10.4 82.1 10.1 70.171 Anexo E – Informações técnicas dos veículos analisados: Perua (cont.7 . Tour S S S O S S S S S N S S N N S N VW SpaceFox S S S O O N S S S N S O N N N N 49 390 1 617 418 246 155 166 N/A 430 1143 11.4 49 050 3 153 450 268 146 177 N/A 520 1315 11.) Montadora Veículo Conforto Ar-condicionado Direção assistida Rodas de liga leve Pintura metálica CD player Comandos no volante Vidros elétricos Travas elétricas Espelhos elétricos Teto solar elétrico Banco traseiro rebatível Banco traseiro bipartido Câmbio automático Cruise control Computador de bordo Bancos de couro Investimento Preço básico (R$) Preço completo (R$) Garantia (anos) Número de concessionárias Dimensões Comprimento (cm) Entre-eixos (cm) Altura (cm) Largura (cm) Caçamba (kg) Porta-malas (l) / Caçamba (l) Peso (kg) Peso/potência (kg/cv) Peso/Torque (kg/mkgf) Diâmetro de giro (m) Fiat Palio Weekend O S O O O N O O O N S O N N S N 43 940 1 558 423 246 159 166 N/A 460 1187 10.8 10.1 73.

) Montadora Veículo Ficha técnica Motor Combustível Localização Posição Cilindros Válvulas Cilindrada (cm3) Potência (cv) Torque (mkgf) Diâmetro (mm) Curso (mm) Taxa de compressão Câmbio Tipo Marchas Tração Direção Tipo Curso (voltas) Suspensão Dianteira Traseira Freios Dianteiros Traseiros Pneus Largura (mm) Altura (%) Aro ('') Visibilidade Dianteira Lateral Traseira Fiat Palio Weekend Perua Renault Mégane G. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 195 55 15 2 3 4 .5 2. 4 16 1598 117 16.5 3.5 10 Manual 5 Diant.75 Ind. Transv. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 205 55 16 3. Transv. Tour VW SpaceFox A/G Diant. Transv.8 77 85. Hidráulica 2..1 Auto/Manual 5 Diant. 4 16 1598 115 16 79.5 80.5 2.8 10.5 A/G Diant. Hidráulica 3 Ind. Elétrica 3..172 Anexo E – Informações técnicas dos veículos analisados: Perua (cont.5 Manual 5 Diant.9 12.5 86. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 175 70 14 2. 4 8 1598 104 15..6 76.5 A/G Diant.5 4.25 Ind.

7 98 6.8 34.5 27.2 69.8 10 54 540 Peugeot Hoggar 12.9 92 6.7 91 6.1 29 16.8 70.2 40.3 61.6 23.3 42.1 170 62.6 9 55 495 .3 34.4 14. (dBA) Ruído interno 80 km/h (dBA) Ruído interno 120 km/h (dBA) Velocidade real a 100 km/h (km/h) Consumo cidade (km/l) Consumo estrada (km/l) Tanque (l) Autonomia (km) Fiat Strada 14.8 58 510 Picape Montadora Veículo Segurança ABS BAS EBD Controle de tração Estabilidade Airbags frontais Airbags laterais Airbags cabeça Encosto cabeça 5o passageiro Cinto 3 pontos para 5o passageiro Grade de proteção vidro traseiro Sensor de estacionamento Alarme Imobilizador Brake-light Fiat Strada O N O N N O N N N/A N/A S N S S N GM Montana S N N N N O N N N/A N/A S N S S N Peugeot Hoggar N N N N N O N N N/A N/A S N S S N GM Montana 12.3 74.7 73.1 164 61.9 11.9 15.7 73.2 61.1 35.4 8.4 65.1 7.9 8.4 38.5 17.5 11.6 7.8 19.1 179 70 31.173 Anexo F – Informações técnicas dos veículos analisados: Picape Picape Montadora Veículo Desempenho 0-100 km/h 0-1000 m 3a 40 a 80 km/h 4a 60 a 100 km/h 5a 80 a 120 km/h Velocidade máxima (km/h) Frenagem 120 km/h a 0 (m) Frenagem 80 km/h a 0 (m) Frenagem 60 km/h a 0 (m) Ruído interno PM Ruído interno RPM máx.8 21.9 69.

3 85.5 N/D 39 700 1 542 441 272 156 166 800 685 1071 12.7 44 040 1 559 451 267 158 170 758 1100 1152 11.4 85.4 11.) Picape Montadora Veículo Conforto Ar-condicionado Direção assistida Rodas de liga leve Pintura metálica CD player Comandos no volante Vidros elétricos Travas elétricas Espelhos elétricos Teto solar elétrico Banco traseiro rebatível Banco traseiro bipartido Câmbio automático Cruise control Computador de bordo Bancos de couro Investimento Preço básico (R$) Preço completo (R$) Garantia (anos) Número de concessionárias Dimensões Comprimento (cm) Entre-eixos (cm) Altura (cm) Largura (cm) Caçamba (kg) Porta-malas (l) / Caçamba (l) Peso (kg) Peso/potência (kg/cv) Peso/Torque (kg/mkgf) Diâmetro de giro (m) Fiat Strada O S O O O N O O O O O O N N S N GM Montana S S S O S N S S S N S N N S S N Peugeot Hoggar S S S O O O S S S N N N N N N N 43 500 1 153 453 275 152 167 1151 650 1216 10.3 .8 78.8 10.174 Anexo F – Informações técnicas dos veículos analisados: Picape (cont.

McPherson Feixe molas Disco ventilado Tambor 175 70 14 4 3 2 A/G Diant.5 77.175 Anexo F – Informações técnicas dos veículos analisados: Picape (cont..5 .5 4.) Picape Montadora Veículo Ficha técnica Motor Combustível Localização Posição Cilindros Válvulas Cilindrada (cm3) Potência (cv) Torque (mkgf) Diâmetro (mm) Curso (mm) Taxa de compressão Câmbio Tipo Marchas Tração Direção Tipo Curso (voltas) Suspensão Dianteira Traseira Freios Dianteiros Traseiros Pneus Largura (mm) Altura (%) Aro ('') Visibilidade Dianteira Lateral Traseira Fiat Strada GM Montana Peugeot Hoggar A/G Diant.5 72 84 10. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 185 60 15 2.1 Manual 5 Diant. Transv.5 4. Transv.3 Manual 5 Diant. 4 8 1389 102 13. Hidráulica 2.. Hidráulica 3 Ind. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 185 65 15 3. Hidráulica 2.4 Manual 5 Diant.6 73.5 78.5 4 2 A/G Diant. 4 8 1368 86 12.4 12.8 Ind.. Transv.8 Ind.5 82 11. 4 16 1587 113 15.

4 8. (dBA) Ruído interno 80 km/h (dBA) Ruído interno 120 km/h (dBA) Velocidade real a 100 km/h (km/h) Consumo cidade (km/l) Consumo estrada (km/l) Tanque (l) Autonomia (km) VW Saveiro 13.7 61.7 24.1 68.1 39.9 8.176 Anexo F – Informações técnicas dos veículos analisados: Picape (cont.4 72.3 98 6.5 15.3 34.5 55 467 Picape Montadora Veículo Segurança ABS BAS EBD Controle de tração Estabilidade Airbags frontais Airbags laterais Airbags cabeça Encosto cabeça 5o passageiro Cinto 3 pontos para 5o passageiro Grade de proteção vidro traseiro Sensor de estacionamento Alarme Imobilizador Brake-light VW Saveiro O N N N N O N N N/A N/A S S S S N .9 14.) Picape Montadora Veículo Desempenho 0-100 km/h 0-1000 m 3a 40 a 80 km/h 4a 60 a 100 km/h 5a 80 a 120 km/h Velocidade máxima (km/h) Frenagem 120 km/h a 0 (m) Frenagem 80 km/h a 0 (m) Frenagem 60 km/h a 0 (m) Ruído interno PM Ruído interno RPM máx.5 177 57.5 26.

) Picape Montadora Veículo Conforto Ar-condicionado Direção assistida Rodas de liga leve Pintura metálica CD player Comandos no volante Vidros elétricos Travas elétricas Espelhos elétricos Teto solar elétrico Banco traseiro rebatível Banco traseiro bipartido Câmbio automático Cruise control Computador de bordo Bancos de couro Investimento Preço básico (R$) Preço completo (R$) Garantia (anos) Número de concessionárias Dimensões Comprimento (cm) Entre-eixos (cm) Altura (cm) Largura (cm) Caçamba (kg) Porta-malas (l) / Caçamba (l) Peso (kg) Peso/potência (kg/cv) Peso/Torque (kg/mkgf) Diâmetro de giro (m) VW Saveiro O S S O O O S S S N S S N N N N 42 280 1 614 453 275 155 171 661 734 1074 10.3 68.177 Anexo F – Informações técnicas dos veículos analisados: Picape (cont.8 11.1 .

. Transv.6 76.9 12.) Picape Montadora Veículo Ficha técnica Motor Combustível Localização Posição Cilindros Válvulas Cilindrada (cm3) Potência (cv) Torque (mkgf) Diâmetro (mm) Curso (mm) Taxa de compressão Câmbio Tipo Marchas Tração Direção Tipo Curso (voltas) Suspensão Dianteira Traseira Freios Dianteiros Traseiros Pneus Largura (mm) Altura (%) Aro ('') Visibilidade Dianteira Lateral Traseira VW Saveiro A/G Diant. 4 8 1598 104 15. Hidráulica 3 Ind.5 86.178 Anexo F – Informações técnicas dos veículos analisados: Picape (cont.1 Manual 5 Diant. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 205 60 15 3 4 2 .

6 7.2 58.2 6 6.179 Anexo G – Informações técnicas dos veículos analisados: Sedan Montadora Veículo Desempenho 0-100 km/h 0-1000 m 3a 40 a 80 km/h 4a 60 a 100 km/h 5a 80 a 120 km/h Velocidade máxima (km/h) Frenagem 120 km/h a 0 (m) Frenagem 80 km/h a 0 (m) Frenagem 60 km/h a 0 (m) Ruído interno PM Ruído interno RPM máx.7 98 6.5 7.9 14 39.1 50 655 Sedan Honda Civic S O S S S S S N S S N/A N/A S S N Peugeot 408 12 33.4 23.5 74 65 68. (dBA) Ruído interno 80 km/h (dBA) Ruído interno 120 km/h (dBA) Velocidade real a 100 km/h (km/h) Consumo cidade (km/l) Consumo estrada (km/l) Tanque (l) Autonomia (km) Renault Fluence 10.2 56.6 14.7 5.6 195 55.3 63.4 98 5 9.9 60.5 37.4 40.9 28.4 68.3 66.6 27.7 25.5 5.1 8.7 11.6 100.4 8.1 60 546 Sedan Honda Civic 7.9 15.9 60 534 Montadora Veículo Segurança ABS BAS EBD Controle de tração Estabilidade Airbags frontais Airbags laterais Airbags cabeça Encosto cabeça 5o passageiro Cinto 3 pontos para 5o passageiro Grade de proteção vidro traseiro Sensor de estacionamento Alarme Imobilizador Brake-light Renault Fluence S S S S S S S S S S N/A N/A S S N Peugeot 408 S S S S S S S S S S N/A N/A S S N .1 207 56.4 32 4.5 8 13.4 208 63.

59 11.180 Anexo G – Informações técnicas dos veículos analisados: Sedan (cont.9 68.27 N/D .1 Sedan Honda Civic S S S O S S S S S N S S N S S N 103 650 3 174 449 270 145 174 N/A 340 1322 6.6 Peugeot 408 S S S O S S S S S S S N S S S S 74 900 3 153 469 271 152 182 N/A 526 1524 10.09 69.9 10.59 67.) Montadora Veículo Conforto Ar-condicionado Direção assistida Rodas de liga leve Pintura metálica CD player Comandos no volante Vidros elétricos Travas elétricas Espelhos elétricos Teto solar elétrico Banco traseiro rebatível Banco traseiro bipartido Câmbio automático Cruise control Computador de bordo Bancos de couro Investimento Preço básico (R$) Preço completo (R$) Garantia (anos) Número de concessionárias Dimensões Comprimento (cm) Entre-eixos (cm) Altura (cm) Largura (cm) Caçamba (kg) Porta-malas (l) / Caçamba (l) Peso (kg) Peso/potência (kg/cv) Peso/Torque (kg/mkgf) Diâmetro de giro (m) Renault Fluence S S S O S S S S S P S O N S S S 75 990 3 174 462 270 148 181 N/A 530 1372 9.

5 . McPherson Ind.. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Disco sólido 205 55 17 2 4 1 G Diant.5 1.8 Aut.1 10. 3. 2. Transv.7 Ind.5 3.2 86 86 11.3 84 90.8 Ind. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Disco sólido 225 45 17 4 3.1 Manual 6 Diant. duplo A Disco ventilado Disco sólido 215 45 17 5 4. Eletro-hidr. Elétric. 4 16 1998 192 19.) Montadora Veículo Ficha técnica Motor Combustível Localização Posição Cilindros Válvulas Cilindrada (cm3) Potência (cv) Torque (mkgf) Diâmetro (mm) Curso (mm) Taxa de compressão Câmbio Tipo Marchas Tração Direção Tipo Curso (voltas) Suspensão Dianteira Traseira Freios Dianteiros Traseiros Pneus Largura (mm) Altura (%) Aro ('') Visibilidade Dianteira Lateral Traseira Renault Fluence Sedan Honda Civic Peugeot 408 A/G Diant..5 A/G Diant. Transv. Seq 4 Diant.2 Ind.181 Anexo G – Informações técnicas dos veículos analisados: Sedan (cont. 4 16 1997 151 22 85 88 10. 4 16 1998 143 20.. Elétric..2 CVT 6 Diant. Transv. 2.

(dBA) Ruído interno 80 km/h (dBA) Ruído interno 120 km/h (dBA) Velocidade real a 100 km/h (km/h) Consumo cidade (km/l) Consumo estrada (km/l) Tanque (l) Autonomia (km) Toyota Corolla 10.7 13.9 200 57.1 33.) Sedan Montadora Veículo Desempenho 0-100 km/h 0-1000 m 3a 40 a 80 km/h 4a 60 a 100 km/h 5a 80 a 120 km/h Velocidade máxima (km/h) Frenagem 120 km/h a 0 (m) Frenagem 80 km/h a 0 (m) Frenagem 60 km/h a 0 (m) Ruído interno PM Ruído interno RPM máx.3 68.5 198 55.7 57.2 14.7 5.4 9.3 63.182 Anexo G – Informações técnicas dos veículos analisados: Sedan (cont.4 60 564 Sedan Montadora Veículo Segurança ABS BAS EBD Controle de tração Estabilidade Airbags frontais Airbags laterais Airbags cabeça Encosto cabeça 5o passageiro Cinto 3 pontos para 5o passageiro Grade de proteção vidro traseiro Sensor de estacionamento Alarme Imobilizador Brake-light Toyota Corolla S N S N N S S N S S N/A N/A S S N VW Jetta S N/A S S N/A S S N/A S S N/A N/A S S N VW Jetta 12.8 34 6 7.4 64.8 7.5 55 523 .7 9.2 4.9 95.6 25.2 9.4 57.6 95.5 23.7 6.1 39.6 32.4 7.9 72.

) Sedan Montadora Veículo Conforto Ar-condicionado Direção assistida Rodas de liga leve Pintura metálica CD player Comandos no volante Vidros elétricos Travas elétricas Espelhos elétricos Teto solar elétrico Banco traseiro rebatível Banco traseiro bipartido Câmbio automático Cruise control Computador de bordo Bancos de couro Investimento Preço básico (R$) Preço completo (R$) Garantia (anos) Número de concessionárias Dimensões Comprimento (cm) Entre-eixos (cm) Altura (cm) Largura (cm) Caçamba (kg) Porta-malas (l) / Caçamba (l) Peso (kg) Peso/potência (kg/cv) Peso/Torque (kg/mkgf) Diâmetro de giro (m) Toyota Corolla S S S O S S N S S N S N N S S S 76 780 3 132 454 260 148 176 N/A 470 1285 8.6 VW Jetta S S S O S O S S S O S N S O S O 70 005 1 614 464 265 147 178 N/A 510 1346 11.22 73.08 10.4 62.183 Anexo G – Informações técnicas dos veículos analisados: Sedan (cont.1 .15 11.

McPherson Eixo de torção Disco ventilado Disco sólido 205 55 16 2 4 1 A/G Diant.6 12. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Disco sólido 205 55 16 5 4.5 .4 82.4 Ind.5 97. 4 8 1984 120 18..8 11.7 80.1 Aut. Hidráulica 3 Ind. Transv.. Elétric.5 92.5 3. 3. 4 16 1986 153 20.184 Anexo G – Informações técnicas dos veículos analisados: Sedan (cont.5 DSG 6 Diant.) Sedan Montadora Veículo Ficha técnica Motor Combustível Localização Posição Cilindros Válvulas Cilindrada (cm3) Potência (cv) Torque (mkgf) Diâmetro (mm) Curso (mm) Taxa de compressão Câmbio Tipo Marchas Tração Direção Tipo Curso (voltas) Suspensão Dianteira Traseira Freios Dianteiros Traseiros Pneus Largura (mm) Altura (%) Aro ('') Visibilidade Dianteira Lateral Traseira Toyota Corolla VW Jetta A/G Diant. Transv. Seq 4 Diant.

6 70.4 58.4 27.5 65.5 96 8.7 13.7 15 36.8 55 591.5 55 632.5 181 59.185 Anexo H – Informações técnicas dos veículos analisados: SUV Montadora Veículo Desempenho 0-100 km/h 0-1000 m 3a 40 a 80 km/h 4a 60 a 100 km/h 5a 80 a 120 km/h Velocidade máxima (km/h) Frenagem 120 km/h a 0 (m) Frenagem 80 km/h a 0 (m) Frenagem 60 km/h a 0 (m) Ruído interno PM Ruído interno RPM máx.9 37.6 66.7 9 184 57.8 6.4 5.1 33.2 7 10 190 62.5 4.4 8.7 24.2 11.9 59.5 11.9 SUV Hyunday ix35 S N S N N S N N S N N/A N/A S N N Kia Sportage 12.9 63.8 9.6 34.5 Montadora Veículo Segurança ABS BAS EBD Controle de tração Estabilidade Airbags frontais Airbags laterais Airbags cabeça Encosto cabeça 5o passageiro Cinto 3 pontos para 5o passageiro Grade de proteção vidro traseiro Sensor de estacionamento Alarme Imobilizador Brake-light Honda CR-V S N S N N S N N S S N/A N/A S S N Kia Sportage S N O N N S N N S N N/A N/A S S N .4 27 15 38.6 8.1 64 58.5 70.5 58 667 SUV Hyunday ix35 12 33.6 5 6.8 93.4 99. (dBA) Ruído interno 80 km/h (dBA) Ruído interno 120 km/h (dBA) Velocidade real a 100 km/h (km/h) Consumo cidade (km/l) Consumo estrada (km/l) Tanque (l) Autonomia (km) Honda CR-V 12.5 10.

4 10.6 87 900 5 142 445 264 164 186 N/A 564 1500 9 74.4 78.) .6 93 000 5 176 441 264 168 182 N/A 465 1576 9.186 Anexo H – Informações técnicas dos veículos analisados: SUV (cont.) Montadora Veículo Conforto Ar-condicionado Direção assistida Rodas de liga leve Pintura metálica CD player Comandos no volante Vidros elétricos Travas elétricas Espelhos elétricos Teto solar elétrico Banco traseiro rebatível Banco traseiro bipartido Câmbio automático Cruise control Computador de bordo Bancos de couro Investimento Preço básico (R$) Preço completo (R$) Garantia (anos) Número de concessionárias Dimensões Comprimento (cm) Entre-eixos (cm) Altura (cm) Largura (cm) Caçamba (kg) Porta-malas (l) / Caçamba (l) Peso (kg) Peso/potência (kg/cv) Peso/Torque (kg/mkgf) Diâmetro de giro (m) Honda CR-V S S S S S N S S S N S S S S S N SUV Hyunday ix35 S S S S S S S S S O S S S O S O Kia Sportage S S S S S S S S S O S S S O S O 88 410 3 173 458 262 168 182 N/A 556 1544 10.6 Anexo H – Informações técnicas dos veículos analisados: SUV (cont.6 10.3 79.6 10.

5 Aut.. Elétrica 3 Ind.. McPherson Ind.9 10.5 4.. Transv..4 81 96. 5 Diant. 4 16 1998 168 20.. 6 Diant. McPherson Ind. multi link Disco ventilado Disco sólido 225 55 18 - G Diant. multi link Disco ventilado Disco sólido 215 70 16 0. Transv. 6 Diant.5 5. Hidráulica 3 Ind. McPherson Ind.5 Aut.5 Aut. braços duplos Disco ventilado Disco sólido 225 65 17 2. 4 16 1997 150 19.5 3 3.1 86 86 10.187 SUV Hyunday ix35 Montadora Veículo Ficha técnica Motor Combustível Localização Posição Cilindros Válvulas Cilindrada (cm3) Potência (cv) Torque (mkgf) Diâmetro (mm) Curso (mm) Taxa de compressão Câmbio Tipo Marchas Tração Direção Tipo Curso (voltas) Suspensão Dianteira Traseira Freios Dianteiros Traseiros Pneus Largura (mm) Altura (%) Aro ('') Visibilidade Dianteira Lateral Traseira Honda CR-V Kia Sportage G Diant.5 ..5 G Diant. Hidráulica 3 Ind. 4 16 1998 166 20.1 86 86 10. Transv.

2 9. (dBA) Ruído interno 80 km/h (dBA) Ruído interno 120 km/h (dBA) Velocidade real a 100 km/h (km/h) Consumo cidade (km/l) Consumo estrada (km/l) Tanque (l) Autonomia (km) Toyota RAV4 11.4 11.5 60 690 SUV Montadora Veículo Segurança ABS BAS EBD Controle de tração Estabilidade Airbags frontais Airbags laterais Airbags cabeça Encosto cabeça 5o passageiro Cinto 3 pontos para 5o passageiro Grade de proteção vidro traseiro Sensor de estacionamento Alarme Imobilizador Brake-light Toyota RAV4 S S S N N S N N S S N/A N/A S S N .6 65.4 25 13.2 64.7 185 55.188 Anexo H – Informações técnicas dos veículos analisados: SUV (cont.4 97.6 6 7.8 35.9 59.2 32.) SUV Montadora Veículo Desempenho 0-100 km/h 0-1000 m 3a 40 a 80 km/h 4a 60 a 100 km/h 5a 80 a 120 km/h Velocidade máxima (km/h) Frenagem 120 km/h a 0 (m) Frenagem 80 km/h a 0 (m) Frenagem 60 km/h a 0 (m) Ruído interno PM Ruído interno RPM máx.6 4.

6 .) SUV Montadora Veículo Conforto Ar-condicionado Direção assistida Rodas de liga leve Pintura metálica CD player Comandos no volante Vidros elétricos Travas elétricas Espelhos elétricos Teto solar elétrico Banco traseiro rebatível Banco traseiro bipartido Câmbio automático Cruise control Computador de bordo Bancos de couro Investimento Preço básico (R$) Preço completo (R$) Garantia (anos) Número de concessionárias Dimensões Comprimento (cm) Entre-eixos (cm) Altura (cm) Largura (cm) Caçamba (kg) Porta-malas (l) / Caçamba (l) Peso (kg) Peso/potência (kg/cv) Peso/Torque (kg/mkgf) Diâmetro de giro (m) Toyota RAV4 S S S S S N S S S N S S S S S N 92 500 3 132 463 266 172 182 N/A 540 1525 9 66.189 Anexo H – Informações técnicas dos veículos analisados: SUV (cont.9 10.

190 Anexo H – Informações técnicas dos veículos analisados: SUV (cont.8 88. Transv. McPherson Ind. braços duplos Disco ventilado Disco sólido 225 65 17 1.5 . 4 Diant.) SUV Montadora Veículo Ficha técnica Motor Combustível Localização Posição Cilindros Válvulas Cilindrada (cm3) Potência (cv) Torque (mkgf) Diâmetro (mm) Curso (mm) Taxa de compressão Câmbio Tipo Marchas Tração Direção Tipo Curso (voltas) Suspensão Dianteira Traseira Freios Dianteiros Traseiros Pneus Largura (mm) Altura (%) Aro ('') Visibilidade Dianteira Lateral Traseira Toyota RAV4 G Diant. Eletro-hidr.5 96 9. 4 16 2362 170 22. 2..8 Ind..8 Aut.5 4 0.

191 Anexo I – Demonstrativo de resultado de exercício .

192 Anexo I – Demonstrativo de resultado de exercício (cont.) .

) .193 Anexo I – Demonstrativo de resultado de exercício (cont.

0% 12.58 162.9 1.06 32.80 +3.81 4% 1 3 0.74 13 2.9% 1.2 3T12E 279 3 488 +67% 558 186 +50% 6.76 158.74 4.0% -0.1% 1.6 2T13E 558 8 370 +20% 1 116 186 +20% 6.9% 1.4 0.5% 30 122 24 317 40 245 33 874 32 260 24 657 27 768 27 731 581 439 497 750 567 555 571 687 664 53 30 521 24 639 40 779 34 323 32 687 24 984 28 136 28 099 589 445 503 760 575 562 579 696 672 54 30 916 24 958 41 306 34 767 33 110 25 307 28 500 28 462 596 450 510 770 582 569 586 705 681 54 31 692 25 584 42 343 35 639 33 941 25 942 29 215 29 176 611 462 523 790 597 583 601 723 698 56 32 072 25 891 42 851 36 067 34 348 26 253 29 566 29 526 619 467 529 799 604 590 608 732 707 57 .0% 7 6 1 +5.1 A0 A1 A2 A3 A4 Investimento Total Investimento 7 Expansão 5 Manutenção 1 Variáveis Macro-econômicas Inflation.0% SELIC average annual rate Δ in average SELIC Modelos Veículos Preço (R$) 29 296 Chery QQ 23 650 Jac J3 39 142 Chery Face 32 945 VW Gol 31 375 Fiat Mille 23 981 Renault Clio 27 007 GM Celta 26 971 Revisão (R$) 565 Chery QQ 427 Jac J3 483 Chery Face 730 VW Gol 552 Fiat Mille 539 Renault Clio 556 GM Celta 668 Seguro (R$) 645 Franquia Seguro (R$) 52 2T12E 186 2 093 +125% 372 186 +100% 6.87 4% 1 3 0.50 Custos operacionais Preço estacionamento (R$/dia/veículo) 12 Preço álcool (R$/l) 1. IPCA.90 +4.3 7 6 1 +5.9% 0.1 1.7 3T13E 651 9 765 +17% 1 302 186 +17% 6.0% 12.1 Depreciação e Amortização Depreciação de investimentos (# anos) Depreciação de investimentos 1.00 +4.90 4% 1 4 0. end of period +6.7% 11.32 4.50 13 1.74 13 2.1 1.96 30.50 12 1.4 0.6 0.74 13 2.1 Total IPVA 0.38 166.0% 11.2 0.1% 8 6 2 +4.50 4.4 0.98 164.8 4T13E 744 11 160 +14% 1 488 186 +14% 6.4 0.8% 11.74 13 2.90 +3.0% 8 6 2 +5.4 1T13E 465 6 975 +36% +80% 930 186 +25% 6.85 +3.00 4.95 +4.3% 1.50 13 2.2 0.9% 31 306 25 273 41 828 35 206 33 528 25 626 28 860 28 821 604 456 516 780 590 576 594 714 690 55 8 6 2 +4.01 31.74 4% 1 2 0.93 Preço Limpeza Externa (R$) 30.85 +4.7% SELIC (effective quarterly SELIC rate annualized) 11.09 32.4 0.74 4.2 0.1 Total revisão 0.3 2.4 0.00 Tarifa média de retirada (R$) 4.94 154.1% 11.04 32.2% 1.99 31.00 4.2 0.5% R$:US$ 1.3 0.194 Anexo J – Premissas do modelo financeiro 1T12E # de estações 93 # de usuários por dia ('000) 930 Crescimento (t-à-t) Resumo da frota Frota (final do período) 186 Carros Comprados 186 Carros Vendidos Crescimento (t-à-t) Tarifa Tarifa de uso (R$/ 30 min) 6.0% 11.1 0.44 IPVA 4% Total estacionamento (R$ milhões) 0 Total combustível (R$ milhões) 0 Total Limpeza 0.50 4.32 4.1 0.49 Preço Limpeza Interna (R$) 152.3 0.17 160.50 4.35 156.3 2.4% 11.74 4.32 4.7 0.88 4% 2 6 0.3 4T12E 372 5 115 +47% 744 186 +33% 6.11 33.3 2.8% 2.2 0.7% 29 728 23 999 39 719 33 431 31 838 24 334 27 405 27 368 573 433 490 741 560 547 564 678 655 52 7 6 1 +5.1 0.3% 1.95 GDP change year-on-year +2.50 Tarifa média de devolução (R$) 4.90 4% 2 5 0.74 4.69 4% 0 1 0.1 0.0% 11.4% 8 6 2 +5.3 0.32 4.1 2.00 4.2 Total seguro 0.4 0.

97 184.63 178.5% 2.6 1.2% 2.5 1T15E 1 209 24 180 +24% 2 418 372 186 +8% 6.0 0.41 4% 3 10 0.5% 19 13 6 +4.3 4T14E 1 116 19 530 +9% 2 232 186 +9% 6. end of period +5.1 10 6 4 +5.0% 12.68 173.9 1.6% -0.5 1.16 175.96 IPVA 4% Total estacionamento (R$ milhões) 2 Total combustível (R$ milhões) 8 Total Limpeza 0.24 5.23 171.23 35.43 4% 3 14 0.3% 2.14 +3.9 1.4% 32 889 26 551 43 942 36 986 35 223 26 922 30 319 30 278 634 479 542 819 619 606 624 750 725 58 10 6 4 +5.5% 19 13 6 +5.9 4T15E 7 608 29 760 +7% 2 976 372 186 +7% 6.8% 12.31 36.99 14 2.97 4.0% 19 13 6 +5.2 1.99 14 2.62 Tarifa média de retirada (R$) 4.25 15 2.0% 33 327 26 904 44 527 37 478 35 692 27 280 30 723 30 682 643 486 550 830 628 614 632 760 734 59 33 785 27 274 45 140 37 993 36 183 27 655 31 145 31 103 652 492 557 842 636 622 641 771 744 60 34 235 27 637 45 740 38 499 36 665 28 024 31 560 31 517 660 499 565 853 645 630 649 781 754 60 35 107 28 341 46 906 39 480 37 599 28 737 32 364 32 320 677 511 579 875 661 646 666 801 774 62 35 528 28 681 47 468 39 954 38 050 29 082 32 752 32 708 685 518 586 885 669 654 674 811 783 63 .3% SELIC (effective quarterly SELIC rate annualized) 12.17 34.5 Total IPVA 0.0 1.3% 11.5 A0 A1 A2 A3 A4 Investimento Total Investimento 10 Expansão 6 Manutenção 4 Variáveis Macro-econômicas Inflation.24 5.29 36.24 5.3% 11.8% 13.34 36.6 Total seguro 0.03 GDP change year-on-year +5.3% 0.0% R$:US$ 2.5 3.6 0.2% 2.6 0.1% SELIC average annual rate Δ in average SELIC Modelos Veículos Preço (R$) 32 471 Chery QQ 26 213 Jac J3 43 384 Chery Face 36 516 VW Gol 34 776 Fiat Mille 26 580 Renault Clio 29 934 GM Celta 29 894 Revisão (R$) 626 Chery QQ 473 Jac J3 535 Chery Face 809 VW Gol 612 Fiat Mille 598 Renault Clio 616 GM Celta 741 Seguro (R$) 715 Franquia Seguro (R$) 57 2T14E 930 16 275 +11% 1 860 186 +11% 6.26 35.99 5.99 5.7 3T15E 1 395 27 900 +7% 2 790 372 186 +7% 6.7% 34 675 27 993 46 329 38 995 37 137 28 384 31 966 31 923 669 505 572 864 653 638 658 791 764 61 19 13 6 +5.4% 10 6 4 +5.0 3.3% 2.8 0.0% 2.5 3.6 1.14 4% 3 13 0.) 1T14E # de estações 837 # de usuários por dia ('000) 14 648 Crescimento (t-à-t) +31% Resumo da frota Frota (final do período) 1 674 Carros Comprados 186 Carros Vendidos Crescimento (t-à-t) +13% Tarifa Tarifa de uso (R$/ 30 min) 6.13 4% 2 9 0.5 6.3 1.99 5.97 4.9 1.08 +5.9 Total revisão 1.1 6.8 0.87 4% 4 17 1.09 180. IPCA.79 Preço Limpeza Interna (R$) 168.8% 12.80 4% 3 11 0.8% 2.195 Anexo J – Premissas do modelo financeiro (cont.99 14 2.6 2T15E 1 302 26 040 +8% 2 604 372 186 +8% 6.99 Custos operacionais Preço estacionamento (R$/dia/veículo) 14 Preço álcool (R$/l) 2.1 6.15 +3.5 1.97 Tarifa média de devolução (R$) 4.62 4.8% 11.25 14 2.7 0.10 +5.3% 11.62 4.5 1.9 0.6 1.97 4.6 2.67 4% 4 16 0.14 Preço Limpeza Externa (R$) 33.05 +5.24 5.8% 11.0 Depreciação e Amortização Depreciação de investimentos (# anos) Depreciação de investimentos 3.1 6.13 +3.53 182.25 15 2.62 4.9 1.25 14 2.99 5.20 34.11 +3.2 3T14E 1 023 17 903 +10% 2 046 186 +10% 6.

18 +5.9 2.49 192.32 Tarifa média de retirada (R$) 5.95 189.5 7.5% SELIC average annual rate Δ in average SELIC Modelos Veículos Preço (R$) 35 981 Chery QQ 29 047 Jac J3 48 074 Chery Face 40 463 VW Gol 38 535 Fiat Mille 29 453 Renault Clio 33 170 GM Celta 33 125 Revisão (R$) 694 Chery QQ 524 Jac J3 593 Chery Face 896 VW Gol 678 Fiat Mille 662 Renault Clio 682 GM Celta 821 Seguro (R$) 793 Franquia Seguro (R$) 63 2T16E 7 608 33 480 +0% 2 976 186 186 +0% 7.2 7.32 5.1 3T16E 7 608 33 480 +0% 2 976 186 186 +0% 7.4% 2.9 2.9 1.8% -0.37 Preço Limpeza Externa (R$) 37.9 1.53 Custos operacionais Preço estacionamento (R$/dia/veículo) 15 Preço álcool (R$/l) 2.22 IPVA 4% Total estacionamento (R$ milhões) 4 Total combustível (R$ milhões) 19 Total Limpeza 1.53 16 2.196 Anexo J – Premissas do modelo financeiro (cont.5% 36 467 29 439 48 723 41 009 39 055 29 851 33 617 33 572 703 531 601 909 687 671 692 832 803 64 14 7 7 +5.1 4T16E 7 608 33 480 +0% 2 976 186 186 +0% 7.6 Total revisão 2.1 Depreciação e Amortização Depreciação de investimentos (# anos) Depreciação de investimentos 7.32 5.0% 2.49 5.47 39.5 7.20 +5.0 Total IPVA 1.0 Total seguro 1.5% SELIC (effective quarterly SELIC rate annualized) 12.5% 11. end of period +5.8 2.) 1T16E # de estações 7 608 # de usuários por dia ('000) 33 480 Crescimento (t-à-t) +13% Resumo da frota Frota (final do período) 2 976 Carros Comprados 186 Carros Vendidos 186 Crescimento (t-à-t) +0% Tarifa Tarifa de uso (R$/ 30 min) 7.07 195.40 37.49 Tarifa média de devolução (R$) 5.32 5.44 Preço Limpeza Interna (R$) 187.1% R$:US$ 2.49 5.5% 11.7% 2.53 15 2.53 15 2.75 4% 4 20 1.0 0.34 4% 4 20 1.0% 36 986 29 859 49 417 41 594 39 612 30 276 34 096 34 051 713 539 610 922 697 681 701 844 815 65 37 541 30 307 50 158 42 218 40 206 30 730 34 608 34 562 724 547 619 935 707 691 712 857 827 66 .0 0.49 5.5% 14 7 7 +6.0% 11.5 A0 A1 A2 A3 A4 Investimento Total Investimento 14 Expansão 7 Manutenção 7 Variáveis Macro-econômicas Inflation.19 +5.44 38.16 GDP change year-on-year +5.0 0.5% 12.5 14 7 7 +5.1 2.45 4% 4 20 1. IPCA.

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