UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA POLITÉCNICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA

PROJETO DE SISTEMA DE VEÍCULOS COMPARTILHADOS PARA A CIDADE DE SÃO PAULO

Trabalho de Formatura apresentado à Escola Politécnica da Universidade de São Paulo para obtenção do Diploma de Engenheiro Mecânico Marcelo Alencar Preto

São Paulo 2011

MARCELO ALENCAR PRETO

PROJETO DE SISTEMA DE VEÍCULOS COMPARTILHADOS PARA A CIDADE DE SÃO PAULO

Trabalho de Formatura apresentado à Escola Politécnica da Universidade de São Paulo para obtenção do Diploma de Engenheiro Mecânico

Orientador: Marcelo Alves

São Paulo 2011

FICHA CATALOGRÁFICA

Preto, Marcelo Alencar Projeto de sistema de veículos compartilhados para a cidade de São Paulo / M.A. Preto. – São Paulo, 2011. 196 p. Trabalho de Formatura - Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Departamento de Engenharia Mecânica. 1. Sistemas de transportes (Projeto) I. Universidade de São Paulo Escola Politécnica. Departamento de Engenharia Mecânica II. t.

.

.DEDICATÓRIA Ao meu pai. Que sempre me incentivou nos estudos de engenharia.

pelos alunos. Marcelo Alves. Fazer parte desta Escola é uma honra que. Carlos e Mércia por sempre me darem mais do que tiveram. . pela orientação ao longo deste trabalho e também pelas aulas durante a minha graduação. pela preocupação e por tudo que me ensinam. Ao Prof. A toda minha família por todo carinho que me dá. Às amizades que fiz na Poli e que fizeram dos anos da faculdade os melhores que tive na vida. Em especial. pelos laboratórios.AGRADECIMENTOS À Escola Politécnica por tudo que eu aprendi. aos meus pais. pois ela é mãe de muitas mentes brilhantes. pelos professores. Aos colegas de turma que passamos intermináveis horas de estudo. por todas as portas que me abriu.

pois o rio nunca é o mesmo e nós também nunca mais somos os mesmos Heráclito de Éfeso .Não podemos entrar duas vezes no mesmo rio.

determinar as características básicas do serviço e selecionar o veículo a ser utilizado. Os resultados mostram que as zonas da cidade mais adequadas para a instalação do sistema estão localizadas nas regiões centrais. é realizada uma análise econômica e financeira da companhia responsável por instalar e operar o sistema de veículos compartilhados proposto. Transporte. o percentual de moradias que possuem nenhum ou um veículo próprio e a forma de locomoção – são mais favoráveis.RESUMO Este trabalho discute o projeto de um sistema de veículos compartilhados (também conhecido por car sharing) na cidade de São Paulo. A metodologia adotada para determinação dos locais das estações e da demanda pelo serviço é baseada na análise estatística da localização destas estações e do nível de serviço em cidades onde já existem sistemas de veículos compartilhados. Veículo . investimento. Projeto. conforto. consumo e autonomia e dimensões. segurança. Mobilidade. A pesquisa tem o objetivo de determinar os locais relevantes para a instalação de estações. Por fim. onde variáveis importantes para a determinação das estações do serviço – número de moradores por área. Palavras chave: Car sharing. quantificar e qualificar o mercado potencial. A escolha dos veículos é feita através de uma matriz de decisão que pondera características dos veículos como desempenho. Brasil.

. Mobility. comfort.ABSTRACT The following project discusses the design of a car-sharing system in the city of São Paulo. investment. and dimensions. Keywords: Car sharing. Transport. Finally. The determination of the vehicles to use in the system is made through a decision matrix which includes criteria such as performance. Project. Brazil.are favorable in those areas. security. the it is also presented an economic and financial analysis regarding the company response installing and for operating the car-sharing system designed. This is explained by the fact that most the variables used to determine rather a region is convenient or not or car-sharing – such as number of inhabitants per area. fuel consumption and autonomy. to quantify and to give the characteristics of the service and to select the vehicle to be used in the system. The results show that the central zones are the most adequate for the installment of the of the car sharing system stations. The methodology used to determine the places for stations and the demand for the service is based on statistical analysis of the location of existing stations and the service level in cities where car-sharing has succeed. the percentage of households with zero or one owned vehicle and the mean of transport . Vehicle. It has the objective to determine the more relevant places for the vehicle stations.

.Mapa dos pontos de recarga elétricos em Paris...................................... 108 Figura 35 – Componentes moto-propulsores do veículo............. em vermelho.................. 82 Figura 18 – Principais pontos de estacionamento na cidade de São Paulo e região metropolitana. 70 Figura 16 – Árvore de funções........Cálculo do nível de serviço...... Ponto A. Estados Unidos................................................ 28 Figura 3 .........Localização de Zipcars na cidade de Nova Iorque..Estacionamento................... ...........................Regiões e subprefeituras da Cidade de São Paulo ................................................ 88 Figura 24 – Acesso ao veículo ............. ....................................... ....................... ........................................................Passos para a utilização do Zipcar .................. 87 Figura 22 .............................. possíveis locais para as estações de veículos............................................. ........................... 44 Figura 10 – Zoneamento da cidade de São Paulo.... 30 Figura 5 ........................ 95 Figura 29 . 90 Figura 27 – Esquema das dimensões das vias com sentido duplo de circulação.................................................................................. 84 Figura 19 – Principais pontos de postos de gasolina na cidade de São Paulo e região metropolitana.Estação de recarga de veículos elétricos em Israel..................................................... 29 Figura 4 .............. ...... 97 Figura 30 – Forças aerodinâmicas de arrasto (FD) e sustentação (FL)............. ...........................................Aplicativos para celular (esquerda) e softwares de navegação (direita)....................... 86 Figura 21 – Distribuição de veículos na Zona 29 – MASP .........................Coeficiente de atrito ( ) em função do escorregamento (s)................ 45 Figura 12 – Regiões atrativas para desenvolvimento de veículos compartilhados........ ......................... ................................................................. .................................... 104 Figura 33 .. ....... Holanda............. ................................................Preços cobrados pela Greenwheels........ ................ 28 Figura 2 ...................... ......................... França... Ponto B..... ....................... 85 Figura 20 – Zonas de atratividade em verde (alta) e amarelo (normal) e....................... 88 Figura 23 – Totem de utilização do serviço .......................................... ...................................... 113 ................Coeficientes de arrasto e sustentação para diferentes tipos de veículos.................. ........................... PITU 2025................................. 71 Figura 17 – Locais onde as pessoas deixam seus veículos pelo menos trinta minutos............... 103 Figura 32 – Componentes normal ( ) e tangencial ( ) da força peso................. origem : Vila Madalena... ............................................ 88 Figura 25 – Dimensões de referência para vagas de estacionamentos.. 45 Figura 11 .. ......................................... ....... destino : Aeroporto de Congonhas.. ...................... 32 Figura 8 ..................... 90 Figura 26 – Referência de dimensões de veículos........ ..............Exemplo de trajeto a ser realizado..... 110 Figura 36 ..............................Mapa da rede do transporte metropolitano em junho de 2011... ...................... 31 Figura 7 ....................... 107 Figura 34 – Principais forças atuantes no veículo..................................................... .LISTA DE FIGURAS Figura 1 .......................... 56 Figura 13 ...... 41 Figura 9 – Mapa do transporte metropolitano. .............................................Amostra de veículos disponíveis na Zipcar........... ................. . 93 Figura 28 – Sistema de precificação dinâmica para ajustar a oferta e a demanda de veículos nos locais de devolução retirada............................................................. OD2002..................... 58 Figura 14 – Diagrama de ambiente....................... 69 Figura 15 – Diagrama FAST.. 101 Figura 31 – Coeficientes e da Equação 6.............................. 31 Figura 6 ....... ...................................................................

.......................Figura 37 – Posição do ponto de referência do assento (Ponto R) ...................................... 114 Figura 38 – Dimensões internas e externas típicas do veículo....... . 114 ......

...Velocidade Média no Trânsito em São Paulo.............................. 142 Gráfico 13 – Lucro líquido e margem líquida..2007 .................................. 36 Gráfico 3 ............. ......Evolução dos custos e das despesas (R$ milhões)......................................... 46 Gráfico 9 ........ ...................................................................................Tempo Médio de Viagem por Modo ... ................. 35 Gráfico 2 ............................................... 94 Gráfico 10 ...........................LISTA DE GRÁFICOS Gráfico 1 ............................. 46 Gráfico 8 ......................................... ......... 36 Gráfico 4 ......................................................... 137 Gráfico 11 .. 142 ....................... 38 Gráfico 7 ............Evolução da receita bruta (R$ milhões)................................................Evolução da População no Estado de São Paulo3..............................Quantidade de Usuários por Modo de Transporte – 2007 ................................................. 37 Gráfico 5 ...Preço da diária de estacionamento em 11 bairros da capital paulista...............Frota de Ônibus Urbano.....Atração de Viagens Diárias por Modo de Transporte .......Lentidão Média no Trânsito.......Veículos Cadastrados em São Paulo ........... 138 Gráfico 12 – EBITDA e margem EBITDA......... 38 Gráfico 6 ..........

......... 91 Tabela 16 – Dimensões para estacionamento a 30º........................................................... 92 Tabela 19 – Dimensões das vias de acesso às vagas selecionadas............................................ ......... .......................... 118 Tabela 27 – Veículos selecionados para análise .. 135 Tabela 34 – Projeções para a frota de veículos no final de cada período e a média de usuários por dia no período...... Fonte : Goldman Sachs....... atitudes e comportamentos obtidas no estudo de mercado...........Classificação e nota final dos veículos ..................................... ............ Parte 1) .. 27 Tabela 2 .................................. ................................................................................................................................................................................. 73 Tabela 11 – Funções relacionadas à Veículo................LISTA DE TABELAS Tabela 1 ................................................................................... 115 Tabela 24 – Distância entre eixos dos veículos analisados....................................... 116 Tabela 25 – Inércia da transmissão para diferentes marchas..................................... ..MASP.. ........ 92 Tabela 20 – Dimensões das vias de acesso às vagas................ ......................... 120 Tabela 28 – Média da potência e do torque por grupo de veículo analisado em comparação com o calculado......................................................................... 123 Tabela 30 – Informações de potência e de torque dos veículos analisados em comparação com o critério adotado................. com sentido duplo de circulação..................... ...................Planos e tarifas Zipcar.................. . 57 Tabela 5 – Nível de serviço em algumas zonas selecionadas.. com pneu.......................... ....................................................... 122 Tabela 29 – Média das relações massa/ potência e massa/torque por grupo de veículos analisados em comparação com o calculado...... 64 Tabela 8 – Motivações.............................................. 53 Tabela 3 – Outros Limites para nível de serviço de veículos compartilhados......................................................... 63 Tabela 7 – Total de usuários do sistema em algumas zonas selecionadas............ 61 Tabela 6 – Total de veículos compartilhados e estações em zonas selecionadas........ ........ ............................................. 87 Tabela 14 – Medidas aproximadas de veículos......Resumo dos resultados dos veículos............. ...... ............................... 90 Tabela 15 – Dimensões para estacionamento em paralelo.............. .......................................................................... .......................................... ... 131 Tabela 32 ......... 74 Tabela 13 – Especificações para estações na Zona 29 ............................... 54 Tabela 4 ...... 132 Tabela 33 – Projeções para a taxa Selic e para o IPCA.......... 91 Tabela 17 – Dimensões para estacionamento a 90º................................. ................................................................. 117 Tabela 26 – Diâmetro da roda...................... .................................................................................................. 45º e 60º............... ............Limites para nível de serviço de veículos compartilhados.......................... 106 Tabela 22 – Coeficiente de atrito para diferentes tipos de estrada ................. 66 Tabela 9 – Funções relacionadas ao Serviço.......................................... .............. para diversos veículos..... 92 Tabela 21 – Dimensões de alguns veículos.............. percepções...... .. 91 Tabela 18 – Dimensões de vagas adotadas...... 124 Tabela 31 .... com sentido único de circulação............. ...... ..................................................... .......Zonas com nível de serviço alto .......... 138 ................................ 114 Tabela 23 .................................................... .......... 72 Tabela 10 – Funções relacionadas à Estação..............................................................................................Dimensões típicas de veículo compacto e longo (DIN 70020.......................... 136 Tabela 35 – Resumo das despesas....... 73 Tabela 12 – Funções relacionadas à Usuário.....................

......................................... (R$ milhões)........... .................................................................Tabela 36 – Taxa de depreciação dos veículos........... 140 Tabela 39 – Projeções de imposto de renda e de contribuição social sobre o lucro líquido........... 141 ... 139 Tabela 37 – Investimentos...... .............. ........................... Depreciação e amortização (R$ milhões)... Fonte: Receita Federal.... 140 Tabela 38 – Despesas e receitas financeiras (R$ milhões)......................

................................................................................................1.........TRANSPORTE METROPOLITANO .....................................ZIPCAR .......1.. 26 6.....................................................................2...................................... 33 7.......................OBJETIVOS DO PRODUTO........PONTOS DE RECARGA ELÉTRICOS E SERVIÇOS – BETTERPLACE ....... 29 6..............................1...........ESTUDO DE ORIGEM-DESTINO ........................................Funcionamento ...3.......................................................................................................................................... 42 8.............................................................................................................3...................................1 POPULAÇÃO .......................................................................................4................. 24 5............ 30 6.... 26 6.................Outras empresas ....................2.....................ESCOPO DO PROJETO........................ 34 7................................................. 33 7....SUMÁRIO LISTA DE FIGURAS LISTA DE GRÁFICOS LISTA DE TABELAS 1................................................4... 20 3.....OBJETIVO ......NECESSIDADE .............CONTEXTO DA CIDADE DE SÃO PAULO E DO MERCADO .................3.................... 19 2......................PITU 2025.................................................VEÍCULOS COMPARTILHADOS ..................................PARIS – AUTOLIB ..........................................................INTRODUÇÃO ...............................................................3..................................................5................................................................POLÍTICAS DE TRANSPORTE PÚBLICO ................................................. 31 7....................................... 22 4........................................................................................CONTEXTO ..................... 33 7....................................................................................................................................1.............................2................ESTIMATIVA INICIAL E APROXIMADA DE CUSTOS .. 35 8..1................................................................................................................ 26 6............................................................................CARACTERÍSTICAS E REQUISITOS ..... 36 8.....1........... 38 8.................DEFINIÇÕES .........4..........Veículos disponíveis .............................................................................................................. DO SERVIÇO E DO PROJETO .............PROJETOS EXISTENTES ................ 35 8..........................LIMITES E RESTRIÇÕES ............................... 42 8.................................................................................................................................................... 45 .................... 34 7.................................5......4.....EVOLUÇÃO DO TRÁFEGO ... 34 8....... 26 6....................1.............................................................................................. 29 6..... 25 6...............1..................A empresa ...........2.................................PROPOSTA ................................................

....... 48 8..........................................3.3............. 72 10................................................................... 51 9...............................................................2........1...........Nível de serviço regiões nas mais atrativas...6...................................................................................................................... 49 9.. 49 9...5..................... 55 9.........6.................. 52 9............... 66 10.........................1........................Disposição a pagar ...3.................................................................. 47 8................LOCALIZAÇÃO DAS ESTAÇÕES ..............................................................4........................................... 47 8.......................2...........Benefícios esperados ...........6............................................Necessidade primária...............................5...................................................Expectativa sobre o serviço ................. 50 9......1...................................1................................. 49 9.........................................................................................................................................................4..ANÁLISE FUNCIONAL ..Perfil dos usuários potenciais ........................ 74 11PROJETO DAS ESTAÇÕES ............8.............. 48 8.............................................Tipo de uso projetado .................................................... 58 9.................................... 49 8.....Identificação das métricas e determinação das especificações ...................................... 48 8.............................................................................2.......3.................................................. 65 10...................................................6...............1........1................ 68 10.LOCAIS COM MERCADO POTENCIAL .4....METODOLOGIA ...........7........Metodologia........................................ESTUDO DE MERCADO .................1......7.................. 63 10... 83 11..................................................3.............ANÁLISE DAS INFORMAÇÕES DE MERCADO ........................... 67 10...Disponibilidade de informações ................... 83 .............................................Organização das funções .......................1................2........................ 59 9.............................................. 67 10................................................. 49 9.........................................6..........Regiões atrativas para compartilhamento de veículos em São Paulo ...................................................................................Interesse pelo serviço........................................3...........1.............................................Outras considerações .......1...........Característica dos bairros.6.............. ..2.............................Identificação de funções ............6...................6................................... 53 9..................DETERMINAÇÃO DA REDE ESTAÇÕES ........1...................................................................8.............Principais indicadores e limites para veículos compartilhados .......................................................3.............................2.6................. 51 9.............Diferenças entre regiões com e sem sistemas de veículos compartilhados ............................................... 47 8............................................1........ 62 9.. 54 9...DETERMINAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS DO SERVIÇO.....Correlação com nível de serviço .............................6............1...........2...3.......................NÚMERO DE VEÍCULOS E ESTAÇÕES...... 65 10...NÚMERO USUÁRIOS ........1.......4..1...........................................3...Expectativas sobre o veículo ................................................. 58 9..2....Segmentos de mercado para veículos compartilhados .............................NÍVEL DE SERVIÇO .

............3Resistência de rolagem ......... 113 12.................................................5..............3...............SISTEMA DE PRECIFICAÇÃO .......................4....... 93 11.........1Força de tração ..Torque de partida do motor .... 96 12..5...... 89 11...........................................Precificação dinâmica..................................1. 137 13... 134 13...................... 119 12....................5....... 134 13...2..........................................................................................................3.......................................... 93 11......... 104 12..........................................................5.. 103 12..................................................1..........................................................................ANÁLISE ECONÔMICO-FINANCEIRA ............................... 100 12...PROJEÇÕES MACRO-ECONÔMICAS .....................................................Cálculo da tração de partida o motor .....Aceleração limitada pela tração..........................................................3........ 108 12.............................................................2........................................3..1......... 110 12...VEÍCULOS DISPONÍVEIS ......................PROJEÇÕES DE CRESCIMENTO DE USUÁRIOS E DA FROTA ......5..................................................PROJETO PRÓPRIO OU USO DE VEÍCULOS EXISTENTES ............... 125 12......................CUSTO DOS ESTACIONAMENTOS ............. AMORTIZAÇÃO E INVESTIMENTOS EM IMOBILIZADOS E OUTROS ATIVOS .........................................3............................................................... 108 12....5..5............................ 99 12..1......... 102 12.............Valor das tarifas de retirada.PROJEÇÕES DE EVOLUÇÃO DOS CUSTOS E DESPESAS ................................... 121 12...........................................5Resistência total .............DETERMINAÇÃO DOS VEÍCULOS ..........2....................1.....................1......1.................. 105 12............................................ 138 13.........Informações técnicas dos veículos ..............1......................... 119 12...... 99 12.......................................................CARACTERÍSTICAS DAS ESTAÇÕES................. 94 11..............................................................................4Inclinação da estrada ...................Classificação e escolha dos veículos a serem utilizados ...........5...11...................TIPO DE MOTOR E FONTE ENERGÉTICA .................................................5............. ANÁLISE E DEFINIÇÃO DAS DIMENSÕES DAS VAGAS DE ESTACIONAMENTO E DAS LARGURAS DAS VIAS DE CIRCULAÇÃO E MANOBRAS .4.............5.....................PROJEÇÕES DE DEPRECIAÇÃO............ 88 11......................................5......................................................2.................. 99 12. 136 13.......................2Resistência aerodinâmica ........Tipo dos veículos..................................................... 119 12..2................................4......6Cálculo da potência do motor ..... 126 12....................4.......2..........PROJEÇÕES DE CRESCIMENTO DA RECEITA BRUTA.......................2................................................ 131 13............................. 122 12...........................2...................................................... 139 ..............................2..........Diferenciação dos veículos oferecidos ..............................................................................................................1....................................................................1.................POTÊNCIA DO MOTOR ................................................... uso e devolução ......1.......................................................TORQUE DE PARTIDA .Critérios para a escolha dos veículos e avaliação ........

.......................7.PROJEÇÕES DE EBITDA (LAJIDA) E LUCRO LÍQUIDO ......................................................................................10ANÁLISE DOS RESULTADOS ECONÔMICO-FINANCEIROS ........................... 141 13. 143 13.................... 140 13.................................. 141 13............... 144 14...............167 Anexo G – Informações técnicas dos veículos analisados: Sedan.......................................................BIBLIOGRAFIA ....................................9...............................145 Anexo A – Correspondência entre Zonas.................PROJEÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO LÍQUIDO ..154 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto...............................191 Anexo J – Premissas do modelo financeiro..........................173 Anexo H – Informações técnicas dos veículos analisados: SUV..........................179 Anexo I – Demonstrativo de resultado de exercício........ Veículos e Usuários............................6..............155 Anexo E – Informações técnicas dos veículos analisados: Perua..................................PROJEÇÕES DE RECEITAS E DESPESAS FINANCEIRAS .............. Estações..........................151 Anexo C – Diagrama FAST............. Nome de Zonas e Nível de Serviço........................................ 164 Anexo F – Informações técnicas dos veículos analisados: Picape.............................................................................................194 ........13.........................................................8....................................................................DRE – DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO ......149 Anexo B – Nível de Serviço....

Por exemplo. .19 1. O uso de máquinas. O consumo energético também é muito maior na cidade. Na cidade o impacto ambiental e a poluição gerada são imensamente maiores do que no caso rural. caóticas na medida em que muitas pessoas anseiam locomover-se em um espaço geográfico pequeno ao mesmo tempo. enquanto que numa cidade quase todos dependem do sistema de abastecimento. Em uma região urbana. Em uma vida estritamente rural. em cidades megapopuladas implica um maior planejamento e coordenação das atividades para permitir uma vida agradável a seus habitantes. coleta e deposição de lixo são crucial dada enorme quantidade gerada em um pequeno espaço devido à elevada densidade demográfica. Cada espaço é disputado na cidade. A vida urbana. Questões sanitárias como tratamento de esgoto. em especial. a satisfação das necessidades do homem é fortemente relacionada à natureza e ao trabalho o próprio indivíduo. aparelhos domésticos e elétricos além da própria iluminação nas ruas levam a um maior consumo de energia dos habitantes urbanos em comparação aos rurais. em uma região metropolitana o impacto de uma pessoa sobre as demais e sobre o próprio ambiente é muito maior. as necessidades do indivíduo estão intimamente ligadas ao coletivo e a produtos provenientes da transformação da natureza. As relações sociais e as obrigações de cada cidadão para com a sociedade são intensificadas para permitir o convívio pacífico entre os habitantes. O elevado número de habitantes por quilometro quadrado nos centros urbanos torna atividades simples. INTRODUÇÃO A vida na cidade apresenta desafios muito diferentes daqueles vividos no campo. Portanto. como por exemplo o transporte. o suprimento de água numa vila rural é feito muitas vezes por obtenção direta de rios ou fontes ou poços artesianos.

Destas 54 cidades. estas regiões tenham índices de urbanização de mais de 84%. e também detém o maior número de megalópoles. Este fato não se limita apenas a países desenvolvidos ou em desenvolvimento. atingindo valores não superiores a 1.65 bilhão no início do século e atingiu 6 bilhões de indivíduos no começo dos anos dois mil. em 2010. metade da população urbana. das quais 54 tem população superior a 5 milhões. América do Norte e Europa com duas cada.6 bilhão) vive em centros com população entre 100 mil e 500 mil. América do Norte e Japão.20 2. com exceção da Oceania. Um terço do total de habitantes urbanos (1.2 bilhão) vive em locais com população inferior a 100 mil habitantes. Embora nas últimas décadas. 52% do total 958 cidades. espera-se que a população mundial continue a crescer graças às constantes melhoras na saúde e que ainda tem muito a melhorar no mundo subdesenvolvido detentor das maiores taxas de natalidade.5 nascimentos por mulher. De acordo com dados das Nações Unidas. Outro sexto (0. Europa e Oceania são extremamente urbanizadas com proporções entre 70% e 82% e projeta-se para 2050 que. as taxas de fertilidade tenham caído na Europa. Na medida em que a população aumentou. . 11. O restante.5% da população (ou 3. portanto. Em contrapartida. o percentual de pessoas que vivem na zona rural diminuiu criando grandes aglomerados populacionais. uma realidade global. Ásia e África detêm proporções de 40% e 42% de sua população vivendo fora da zona rural.5 bilhões de pessoas) vivem em cidades. vive em 958 cidades. 33 possuem população entre 5 milhões e 10 milhões (7% da população urbana) e as 21 cidades restantes possuem mais de 10 milhões de habitantes cada totalizando 9% da população urbana. a Ásia detém o maior percentual de cidades com mais de meio milhão de habitantes. A população mundial não é bem distribuída. CONTEXTO O século XXI experimentou uma taxa de crescimento populacional extraordinária com a qual a população mundial saiu de 1. seguida da América Latina com 4 e África. 50. América do Norte. América Latina. sendo.

21 Para o ano de 2025. passe de 21 para 29. Em 2050. espera-se que o número de megacidades.4 bilhões de pessoas. Implicando que as cidades devam ter um aumento populacional de mais 4.56 bilhão de habitantes face ao valor atual de 3. . aquelas com mais de 10 milhões de habitantes.5 bilhões de indivíduos agravando ainda mais a problemática vida em uma região densamente habitada. estima-se que a população mundial deva atingir 10 bilhões de habitantes e que a população rural diminua de 0.

Em um primeiro momento este recurso é de fato necessário e resolve o problema de engarrafamento até o limite em que não se pode mais expandir o sistema viário urbano enquanto cada vez mais carros a começam a rodar nas ruas. Este tipo de abordagem tem o objetivo de incrementar a quantidade de veículos que cada via suporta e a velocidade média na qual as pessoas transitam com seus veículos particulares. Uma realidade para a maioria as metrópoles mundiais. o tempo total gasto numa viagem de ônibus é muito maior do que comparado a um carro. seja para curtas ou longas distâncias. pois o ônibus realiza paradas nos diversos pontos e enquanto os carros utilizam caminhos mais curtos. Para tal. . Muitas vezes. Entretanto. NECESSIDADE A crescente população urbana implica no aumento do tráfego nas grandes metrópoles. novas soluções para o trânsito de indivíduos devem ser desenvolvidas para melhorar a qualidade de vidas nestes centros. Uma proposta mais adequada é promover um sistema de transporte coletivo adequado fazendo com que as pessoas deixem de usar seus veículos e passem utilizar meios de transporte capazes de transportar mais indivíduos ocupando menos espaço físico nas ruas. Na maioria das vezes. Uma tentativa paliativa à qual nos anos seguintes obtêm-se novamente aquelas quantidade de veículos dos anos anteriores devido ao maior número de emplacamentos do que de automóveis que deixam de circular nas ruas anualmente. em cidades como São Paulo a proposta de rodízio de veículos reduz-se em até 20% a frota de veículos nos horários de pico. sabe-se que nem todos aderem ao sistema de ônibus (que muitas vezes é superlotado) e ainda que estes dependem das condições de tráfego nas ruas compartilhadas com todos os outros veículos. o enfoque para a melhoria das condições de tráfego em diversas cidades foi baseado no modelo de ampliar ruas e avenidas e de criar vias rápidas e expressas para aumentar a fluidez dos veículos. A solução de fato está em diminuir o número de veículos circulantes.22 3. Os ônibus por si só são capazes de reduzir o número de veículos circulantes pelo fato de transportarem um maior número de pessoas no espaço equivalente ocupado por carros e motos se seus passageiros os utilizassem ao invés do ônibus.

23 Corredores exclusivos para ônibus e linhas com horários fixos permitem o planejamento do usuário quanto ao tempo de viagem além e reduzi-lo. Lacunas que se tornam evidentes em situações conhecidas como o “problema do último quilômetro” ou ainda aquelas as quais os carros praticamente não podem deixar de ser utilizados como. pois possuem vias exclusivas. ônibus e trens) percebe-se que cada meio de transporte tem uma aplicação ótima e mais adequada. o centro da cidade. O Estado. é o sistema de transporte urbano mais confiável e o que oferece tempos de viagem mais curtos em horários de pico. ou seja. não apenas por transportarem grandes volumes de pessoas. em geral até o acesso ao metrô ou trem para aqueles que desejam realizar trajetos maiores. os ônibus são ideais para curtas distâncias. o trânsito e o engarrafamento. por fim. Entretanto. Tais medidas aumentam significativamente a qualidade do serviço e devem ser aderidas. Nesta conjuntura. O transporte metropolitano. as pessoas devem deixar seus carros na garagem e aderir ao sistema de transporte coletivo reduzindo a frota de veículos e. entendido por metrô (subterrâneo) e trens (superfície). ao fazer compras em um supermercado. tem o encargo fornecer meios de transporte público de qualidade a todos. mas. algumas cidades no mundo utilizam soluções alternativas como bicicletas públicas e mesmo empresas desenvolveram novos sistemas de aluguel e compartilhamento de carros visando preencher esta inconveniente lacuna. Restringindo a análise a uma metrópole com malha transporte urbana diversificada (metrô. conseqüentemente. ainda existem lacunas entre três principais meios de transportes discutidos nesta seção que não permitem sua perfeita integração e o desuso completo de veículos particulares pelos indivíduos. pela alta adesão e satisfação dos usuários. mesmo em cidades com ampla malha de transporte metropolitano. como responsável pelo planejamento urbano. Através da conscientização dos cidadãos ou considerando uma cidade com tráfego tão intenso a qual locomover-se com veículos próprios torna-se impraticável. trens são mais adequados ao transporte de grandes distâncias entre a periferia e o centro e. . Enquanto o metrô cobre regiões densamente habitadas e com pouco espaço para vias. por exemplo. Podem efetivamente reduzir a quantidade de veículos circulantes.

específico para os problemas identificados nesta cidade. . pode ser estendido a outras cidades tomando-se as considerações adequadas. OBJETIVO O objetivo deste trabalho é propor uma nova solução para o transporte em metrópoles a fim de melhorar a qualidade da mobilidade dos indivíduos. mas. A melhor integração do sistema de transporte em vigor visa que as pessoas deixem de usar seus próprios veículos e passem a utilizar o transporte público diminuindo o tamanho da frota de carros em circulação na cidade de São Paulo. Este veículo deverá ter características definidas segundo as necessidades energéticas disponíveis e às condições do ambiente urbano densamente habitado de uma metrópole como São Paulo. O trabalho será aplicado à cidade de São Paulo.24 4. sendo. portanto. Pretende-se propor uma nova rede de transporte público para melhor integrar o sistema já existente e os projetos futuros da cidade de São Paulo. Este trabalho também inclui o projeto básico do veículo a ser desenvolvido para viabilização do novo sistema de transporte.

O termo veículos compartilhados implica em que nenhum dos usuários é de fato o proprietário do veículo. . A cobrança é feita pelo tempo de uso em minutos. A Zipcar tem revolucionado o sistema de aluguéis de carro. Algumas empresas já utilizam a idéia. Boston e Chicago. este projeto pretende aplicar a idéia de compartilhar bicicletas a veículos.25 5. e em Londres. Lyon. como a Zipcar. Os veículos estão disponíveis na rua. O veículo deve ser para uso estritamente urbano: possui projeto e funções adequados a curtas distâncias e ao espaço restrito de regiões densamente habitadas. Na realidade. em Vancouver. no Canadá. mas sim um sistema de veículos compartilhados. não em dias. Deste modo. Pretende-se que este sistema esteja também integrado ao sistema de transporte público em vigor. 2. no Reino Unido. Não é necessário ir até uma loja alugar o carro. A grande diferença entre o projeto proposto e o modelo da Zipcar é de que se pretende criar o veículo a ser utilizado ao invés de utilizar carros de montadoras já existentes. PROPOSTA A solução proposta é a de compartilhamento de veículos. Distinção entre simplesmente compartilhar veículos e veículos compartilhados vem do fato de que compartilhar veículos entende-se por dividir o veículo particular com outras pessoas. Assim. não se pretende criar um sistema que permita as pessoas compartilharem seus carros oferecendo caronas ou dividindo com colegas ao irem trabalhar. O veículo é inspirado no CitiesCar desenvolvido pelo MIT. Estocolmo e Barcelona. baseando-se em duas premissas básicas: 1. que atua em mais de 50 cidades nos Estados Unidos como Nova Iorque. pretende-se criar uma rede de veículos espalhados por diversos pontos da cidade onde se pode retirar um carro e devolvê-lo em outro ponto após o uso possibilitando a utilização do mesmo veículo por diversas pessoas. O conceito surge da observação de sistemas de compartilhamento de bicicletas existentes em diversas cidades na Europa como Paris.

Tudo é feito via web e o veículo encontra-se em postos de auto-serviço. reserva.1. A segunda é um plano mensal que conta com tarifas mais baixas. Tomando como exemplo a cidade e Nova Iorque. fazendo até mesmo com que o compartilhamento de veículos torne-se parte do planejamento das cidades.ZIPCAR 6. destravamento do carro e uso. . Existem duas categorias de planos de adesão. Desde 2002. pretende-se que cada cidadão more de cinco a dez minutos a pé de um serviço Zipcar. seguro. Uma para usuários ocasionais e outra para aquele que utilizam o serviço com mais freqüência.1. a empresa conta com carros elétricos. PROJETOS EXISTENTES 6. VEÍCULOS COMPARTILHADOS . A empresa Há mais de uma década os fundadores decidiram trazer para os Estados Unidos a idéia de compartilhamento de veículos que surgiu na Europa com o intuito de redefinir a maneira como as pessoas pensam em transporte.2. 6. dispensando a necessidade de lojas físicas para o atendimento do grande público. O cadastro é feito diretamente pelo website. A primeira conta com uma taxa anual e o pagamento é feito conforme o uso. Com a missão de permitir uma vida urbana mais simples e sustentável. A empresa tem a ambição de que no futuro existam mais pessoas compartilhando carros do que veículos. os valores das tarifas estão resumidos na tabela a seguir. Ambos os planos contam com combustível. Canadá e Reino Unido.26 6.1.1. A Zipcar está disponível em mais de cinqüenta cidades nos Estados Unidos. Funcionamento A utilização do serviço Zipcar conta com quatro passos: adesão. nos Estados Unidos.

Como se pode observar na figura abaixo. .Planos e tarifas Zipcar. fonte: Citibank.20 $103. existe um número elevado de estações de veículos espalhadas pela cidade. 1 Taxa de conversão em novembro de 2010: 1 $ (Dólar americano) = R$ 1.72 (Real).20 $69. a reserva do veículo é feita no website da empresa onde há um mapa com a localização de cada veículo. podendo ser filtrado por localidade ou tipo de veículo. Plano de uso ocasional No ato da adesão Taxa anual Comprometimento mensal Inscrição Descontos A cada utilização Segunda a quinta-feira Valor da hora à partir de Valor diário a partir de Sexta-feira a domingo Valor da hora à partir de Valor diário a partir de $8 $115 $8 $77 $601 nenhum $25 Nenhum Plano mensal No ato da adesão Taxa anual Comprometimento mensal Inscrição Descontos A cada utilização Segunda a quinta-feira Valor da hora a partir de Valor diário a partir de Sexta-feira a domingo Valor da hora à partir de Valor diário a partir de $7. após a adesão.27 Tabela 1 .30 Nenhuma $50 (mínimo) $25 10% Assim.50 $7.

Estados Unidos. Desbloqueio 4.Passos para a utilização do Zipcar: 1. O acesso ao veículo é feito através de um cartão magnético que é identificado em um leitor preso ao pára-brisa no interior do veículo. . Após ter feito uma reserva o leitor identifica o usuário e destrava o carro. O retorno deve é feito no mesmo estacionamento onde o veículo foi retirado Figura 2 . Inscrição 2.Localização de Zipcars na cidade de Nova Iorque. Uso. Reserva 3. A chave de ignição encontra-se no interior do veículo e está pronto para uso.28 Figura 1 .

SUVs. 6.1.4.3. Veículos disponíveis A variedade de veículos disponíveis inclui tipos de carros como hatchbacks e coupés. .Amostra de veículos disponíveis na Zipcar. Figura 3 . Alguns modelos estão ilustrados na Figura 3.1. caminhonetes e minivans. e até mesmo conversíveis. É importante ressaltar que os valores das tarifas variam conforme o modelo. sedans. Outras empresas Greenwheels A Greenwheels é uma empresa holandesa que oferece um sistema de locação de veículos no mesmo modelo proposto pela Zipcar.29 6.

Assim.30 Atua apenas em Amsterdam. 6. WeCar A WeCar é uma empresa americana que assim como a ZipCar oferece compartilhamento de veículos na forma de aluguel por hora ou dia. Dinamarca. .30 (dólares americanos). Estados Unidos e Canadá. Holanda. 2 1 € (Euro) = $1. Entretanto. Austrália. e disponibiliza pontos auto-serviço de retirada de carros. Fonte: Citibank em novembro 2010.Preços cobrados pela Greenwheels. a diferença entre a Zipcar e a Greenwheels é que esta possui apenas dois modelos que são carros elétricos: Peugeot 107 e 207. cidades devem começam a se preparar para uma das promessas do futuro da mobilidade: veículos elétricos. como é o caso da BetterPlace que atua em Israel. Figura 4 . PONTOS DE RECARGA ELÉTRICOS E SERVIÇOS – BETTERPLACE Um dos atuais entraves para disseminação dos carros elétricos é a falta de pontos de recarga. Holanda2. Percebendo esta futura oportunidade algumas empresas já tomam carona nestes projetos e oferecem software e serviços para veículos elétricos.2.

pontos de recarga.Aplicativos para celular (esquerda) e softwares de navegação (direita). PARIS – AUTOLIB O projeto parisiense é um dos mais arrojados do mundo. Figura 6 . 6. Vai além da instalação de pontos de recarga e promete oferecer 4 mil veículos elétricos nos moldes de veículos compartilhados. . escritórios e estacionamentos.Estação de recarga de veículos elétricos em Israel. Visiona a instalação de estações de recarga em casas.3.31 Figura 5 . A BetterPlace fornece tecnologia em baterias. serviços e padronizações.

32

Espera-se com o projeto reduzir as emissões carbono em 22 000 toneladas por ano além de reduzir o trafego de carros partindo do princípio que menos pessoas teriam a necessidade de possuir seus próprios veículos. Ainda em desenvolvimento, conta atualmente com apenas uma centena de pontos de recarga gratuitos. Estimam-se custos totais do projeto de R$24 milhões de reais (€ 9,9 milhões). O Autolib, nome dado ao projeto derivado de “auto liberté”, deve operar nos moldes do projeto de bicicletas públicas em vigor na cidade. Nele o usuário simplesmente retirará um veículo sem reserva prévia e o carro será deixado em qualquer estação de veículos. As taxas para meia hora de uso devem variar entre R$10 e R$15.

Figura 7 - Mapa dos pontos de recarga elétricos em Paris, França.

33

7.

ESCOPO DO PROJETO

A declaração do escopo do projeto é a definição do que precisa ser realizado e aborda as características limites do projeto, tanto do veículo quanto da rede de estações.

7.1.

DEFINIÇÕES

Produto: veículo que será utilizado para realizar o deslocamento de um ponto a outro na cidade.

Serviço: rede de estações para retirada e retorno de veículos assim como a tudo que envolve tarifas e toda forma de interação com o usuário.

Projeto: o todo, tanto o veículo quanto o serviço.

7.2.

OBJETIVOS DO PRODUTO, DO SERVIÇO E DO PROJETO

Pretende criar um serviço de transporte que ofereça aos usuários a possibilidade de responder às suas necessidades de mobilidade urbana sem a necessidade de adquirir um veículo próprio com o objetivo de reduzir a quantidade de automóveis em circulação na cidade de São Paulo através da integração com a rede de transporte público atual a fim de melhorar as condições de transito nas ruas. Assim, o produto deve permitir o deslocamento do usuário segundo sua necessidade em conformidade com o espaço urbano em questão. O serviço deve permitir a integração com os outros sistemas de transporte. E o projeto como um todo deve melhorar as condições de transporte na cidade de São Paulo.

34

7.3.

CARACTERÍSTICAS E REQUISITOS

Permitir o transporte de pelo menos duas pessoas e suas bagagens de mão (mochilas, bolsas, pastas) a distâncias que compreendem o perímetro urbano da cidade de São Paulo independentemente de condições meteorológicas desfavoráveis como, por exemplo, chuva. A autonomia do veículo deve ser tal que cada usuário seja capaz e realizar o trajeto pretendido sem a necessidade de reabastecimento entre o ponto de partida e de chegada. O veículo deve trafegar por ruas e avenidas e não ser dependente de vias especiais como, por exemplo, trilhos. E deve ser capaz de estacionar em vagas as quais os veículos comuns atuais não são capazes seja pelo espaço físico ou por restrições nos movimentos possíveis de se realizar com o veículo. Serviço disponível a qualquer momento, 24h todos os dias, sem necessidade de reserva prévia e sem restrição de retornar no mesmo local onde o veículo foi retirado.

7.4.

LIMITES E RESTRIÇÕES

O uso do veículo restringe-se ao espaço urbano da cidade de São Paulo, à disponibilidade energética e está sujeito às normas de segurança e de emissões permitidas a veículos automóveis.

7.5.

ESTIMATIVA INICIAL E APROXIMADA DE CUSTOS

O custo de utilização do serviço deve ser proporcional e de mesma ordem de grandeza das tarifas vigentes para o transporte metropolitano na cidade de São Paulo.

3% 40 Milhões de Habitantes 35 30 25 20 15 10 5 0 1991 2000 2010 Região Metropolitana de São Paulo Total Restante do Estado de São Paulo % eg metro Gráfico 1 .7 milhões3 e confrontando com dados de 2000 há um aumento de 10%. a porcentagem da população que vive na região metropolitana de São Paulo se estabiliza em próximo a 50% e. 47.7% 1950 63. conforme dados de censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).Evolução da População no Estado de São Paulo3.7% 48. CAGR (compound annual growth rate): Taxa de crescimento composta anualizada.8% 1940 9. .3% 28.2 78.2% 48. 4 O Gráfico 1 revela o movimento migratório em direção a capital do Estado entre as décadas de 40 e 70.8 13. em 2010. CONTEXTO DA CIDADE DE SÃO PAULO E DO MERCADO 8.5% 1960 45. POPULAÇÃO A cidade conta com uma população de 11.3% 47. este número salta para 19.2% 21.0 17.7% da população do estado vive na região metropolitana.3% 1980 54.7% 52. 3 4 Fonte: IBGE.9% 51.2 milhões de habitantes e uma área de 1.7% 51.523 km2. Considerando-se toda a região metropolitana de São Paulo.3 37.6 25. 45 41.0 7.1. A partir da década de 80.1% 49.1 71.5% 36.0 31.8% 1970 50.35 8.

6 6 4 2 0 1980 1991 2000 2010 Fonte: Departamento Estadual de Trânsito/Detran Gráfico 2 .2. de 12.8 10.7 milhões de habitantes. 8 Milhões de Veículos 7.1 3. Entre 1980 e 2010.36 Considerando os dados a partir da década de 80.5 Milhares de Veículos 9.6 1. a taxa de crescimento da população na cidade de São Paulo foi de 1% ao ano.9 1983 Fonte: São Paulo Transportes/SPTrans 1991 2000 2009 Gráfico 3 .4%.6 milhões para 19. 8. Por outro lado.8% e a frota de ônibus urbano um crescimento anual de 2.5 7.Veículos Cadastrados em São Paulo 16 14 12 10 8 6 4 2 0 14.0 5. o número de veículos cadastrados somente na cidade de São Paulo cresceu quase quatro vezes e meia. a evolução do transporte cresceu a outro passo. EVOLUÇÃO DO TRÁFEGO Enquanto nas últimas três décadas a população na cidade de São Paulo cresceu a uma taxa de 1% ao ano. o número de veículos cadastrados teve um crescimento anual de 4. a população da região metropolitana aumentou mais de uma vez e meia. sal- .Frota de Ônibus Urbano Nas últimas três décadas.

6 milhões para 7 milhões de veículos.8 Fonte: Companhia de Engenharia de Tráfego .4 17. Além disso.Velocidade Média no Trânsito em São Paulo Entre 2000 e 2008 a lentidão média no transito aumentou 27% no pico da manhã e 18% no pico da tarde.4 19.8 km/h. por aqueles que optam pelo transporte coletivo.Relatório de Desempenho Gráfico 4 . Km/h 30 25 20 15 10 5 0 1980 1991 2000 2008 Pico da Manhã (Bairro/Centro) Pico da Tarde (Centro/Bairro) 27. é mais do que dobro aqueles que utilizam veículos individuais.3 km/h e de 14. Uma evidência de que os investimentos em infra-estrutura viária urbana não acompanharam a evolução da necessidade de locomoção é a análise da velocidade média no trânsito nos horários de pico. O tempo médio gasto no trânsito. a frota de ônibus quase dobrou no período. respectivamente.37 tando de 1. segundo dados de 2007 do Metrô/SP. para respectivamente. que de 1980 a 2008 teve um decréscimo de 36% no pico matinal e de 41% no pico vespertino e atingiu. .6 20.1 24. uma média de 17.9 24. independente do percurso.2 20.3 14. 90 e 138 km de lentidão.

de Planejamento e Controle Operacional/DPO Gráfico 5 . A tarifa de ônibus para um trajeto único é de R$3. custa R$2.Tempo Médio de Viagem por Modo 8.85 no Metrô e R$2.90 nos trens da CPTM.Depto.00. TRANSPORTE METROPOLITANO O transporte metropolitano em São Paulo conta com linhas de ônibus. Um bilhete unitário.38 160 140 Km de Lentidão 120 100 80 60 40 20 0 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 71 117 85 70 74 62 115 108 115 100 77 86 89 116 114 90 129 138 2008 Pico da Manhã Pico da Tarde Fonte: Companhia de Engenharia de Tráfego/CET . equivalente a uma viagem com integração.SP – "Síntese das Informações" Gráfico 6 .3.Lentidão Média no Trânsito 80 70 60 Minutos 50 40 30 20 10 0 1997 A pé 2002 Coletivo Individual 2007 15 27 16 26 16 31 61 63 67 Fonte: Companhia do Metropolitano de São Paulo/ Metrô. A . metrô e trens.

diminuindo o trânsito. conta com 78. Existem também corredores de ônibus. O tempo médio de percurso entre duas estações de sistema é estimado em 2 minutos. número baixo se comparado aos 369 km de extensão. Os corredores são faixas exclusivas para ônibus de grande porte e foram criados para distribuir melhor os veículos nas vias. Segundo dados da SPTrans de abril de 2011.1 km de extensão distribuídos em 69 estações. foi inaugurada em 1979 enquanto que somente em 1991 e em 2002. incluindo o total da linha amarela ainda em construção. Linha 3 – Azul. Linha 1 – Vermelha. para permitir o embarque ou desembarque. caixas eletrônicos e posto de atendimento para solicitação.3448 linhas de ônibus em operação as quais circulam quase 15 mil veículos com idade média de aproximadamente cinco anos. os motoristas de ônibus e microônibus param o veículo por meio de sinalização do passageiro. no Metrô e na CPTM. Atualmente conta com cinco linhas sendo que a mais nova. respectivamente. Nestes locais. a cidade de São Paulo possui um total de 1. 468 estações em operação e 24 linhas do metrô de Nova Iorque. foi inaugurada em maio de 2010 e até maio de 2011 ainda opera com horários e dias reduzidos. com quiosques de diversos serviços. inaugurada em 1974. A segunda. As paradas são demarcadas por um totem ou cobertura e estão distribuídas pela cidade. foram inauguradas as linhas 2 – Verde e 5 – Lilás. O Bilhete Único pode ser usado em qualquer viagem nos Ônibus Municipais (portanto não incluem ônibus intermunicipais). O acesso aos ônibus pode realizado em um dos 28 Terminas ou uma das aproximadamente 19 mil Paradas.39 integração.9 milhões e em entre janeiro e abril 2011 foram transportados quase um milhão de passageiros. recarga ou aquisição do cartão Bilhete Único. Linha 4 – Amarela. Os Terminais são áreas onde as linhas têm seu ponto de chegada ou de partida e têm estrutura para atender aos passageiros. que também possiblita a integração do ônibus com o Metrô e Trem por um adicional de meia tarifa. O Metrô de São Paulo teve sua primeira linha. . O número total de passageiros em 2010 chegou a 2. A rede atual. sem custo adicional de até 4 viagens de ônibus pode ser feita através do Bilhete Único.

437 viagens em dias úteis. por onde circulam aproximadamente 796 mil passageiros em dia útil. . 9 Osasco . Entram na Linha 3 – Vermelha diariamente 1112 mil passageiros e nas linhas 2 – Verde e 5 Lilás. respectivamente. de 119 trens e são realizadas em média 2. Segundo dados de dezembro de 2010. 8 Júlio – Prestes e 7 Luz – Jundiaí.1 milhão de passageiros por dia. por onde passaram diamente (em dias úteis). As estações e maior movimento foram a Brás (162 mil usuários em média por dia útil) Luz (151 mil usuários em média por dia útil) e Barra Funda (150 mil usuários em média por dia útil).Grajaú e 12 Brás – Calmon Viana. a estação mais movimentada é a Estação Sé. Incluindo entradas mais as transferências. transportaram respectivamente 330 mil.3 milhões de usuários. mais de 750 milhões de passageiros entraram no metrô e teve uma média diária de entradas em dias úteis de 2.40 Em 2010. ao longo de seus 260. excluindo dados da Linha 4 – Amarela. foram transportados mais de 3.8 quilômetros distribuídos em seis linhas operacionais. considerando-se entradas. respectivamente. A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) atende a 89 estações num total de 22 municípios.6 milhões de usuários em média nos dias úteis em 2010. 266 mil e 199 mil usuários em média em dias úteis. totalizando 2. as linhas mais movimentadas foram as linhas 11 Luz – Estudantes.12 milhões de passageiros transportatos nestes dias. A linha que transporta diariamente (em dias úteis apenas) o maior número de passageiros é a Linha 1 – Azul. 323 mil e 165 mil usuários. A linhas de trem da CPTM contam com uma frota. 526 mil. A Estação Palmeiras-Barragunda teve o maior número de entradas do sistema e totalizou 62. 414 mil e 386 mil usuários. programada no pico. por onde entram diariamente 968 mil pessoas. Entretanto.6 milhões de passageiros. Aos finais de semana a média foi de pouco mais de 1. As linhas 10 Luz – Rio Grande da Serra. saídas e transferências.

Mapa da rede do transporte metropolitano em junho de 2011.41 Figura 8 . .

Esta estratégia foi selecionada mediante o cômputo de indicadores que focalizam as dimensões econômica. ABD – Cecap e Tiradentes. PITU 2025 A secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos. Este plano determina estratégias de políticas públicas conjugadas à de transporte urbano com a finalidade estabelecer as melhores estratégias para a região metropolitana de São Paulo. POLÍTICAS DE TRANSPORTE PÚBLICO 8. deverão ser providos de estacionamento e deverão usar recursos de tecnologia da informação e de programação operacional para eliminar as filas físicas no seu interior. pretende-se expandir a rede de Metrô acrescentando 110 km até 2025 (sobre a rede existente no início de 2005). estabeleceu em dezembro de 2006 o Plano Integrado de Transportes Urbanos que deve ser completamente implantado até o ano de 2025. Adicionam-se quatro serviços expressos que agregam o Expresso Leste e é completado pelo conjunto Expresso Aeroporto e Trem de Guarulhos. considerados “Terminais Chave”. social e ambiental do transporte sustentável. Nesta edição do PITU.Via Livre e Passa Rápido . a chamada Estratégia Preferida de transportes.4. . trabalha de forma harmônica com as políticas conjugadas antes expostas. A malha de trem por outro lado. integrada pelos componentes de infra-estrutura.42 8.4. de logística urbana de cargas.1. de financiamento expandida e de desenvolvimento. habitacional. No sistema metro-viário. gestão e preços. O sistema de transporte sobre trilhos é complementado por um grupo de corredores convencionais de ônibus . As políticas conjugadas as quais o PITU 2025 se refere são políticas de uso do solo.aos quais se somam os expressos Tucuruvi – Guarulhos. Alguns terminais localizados na região metropolitana de São Paulo. conhecido por PITU 2025. dobrando sua capacidade em relação ao nível de 2006. órgão do Governo do Estado de São Paulo. é modernizada.

43

O PITU 2025 dá suporte ainda ao transporte não motorizado em sua configuração atual e ampliada pelos Terminas Chave, que procuram melhorar o deslocamento dos pedestres e ciclistas nas proximidades das estações e terminais. Além disso, ao privilegiar o uso misto de transporte em determinados locais abre-se a oportunidade de criação de bolsões mais calmos. Nessas áreas deverá ser regulado com mais vigor o tratamento das calçadas e a construção de ciclovias. Outro aspecto refere-se às prioridades viárias, que devem estabelecer ou reforçar uma determinada seqüência de atendimento aos usuários onde se coloca em primeiro lugar o transporte não motorizado, em segundo o transporte coletivo e em terceiro o transporte individual motorizado. Assim, pretende-se alocar aos automóveis uma parte dos custos totais por eles provocados. Para promover esta política, o pedágio urbano deverá ser implementado a partir de 2012 – 2015, quando estará operacional projetos como a extensão da Linha 5 do Metrô, o Expresso Aeroporto, a duplicação da capacidade da CPTM e uma nova etapa de projetos da EMTU. No que diz respeito à política tarifária, preconiza-se a manutenção das atuais práticas, com exploração dos recursos de bilhetagem temporal. Entretanto, não exclui o estudo de tarifação à distância.

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Figura 9 – Mapa do transporte metropolitano, PITU 2025.

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8.5.

ESTUDO DE ORIGEM-DESTINO

O estudo de origem-destino, procura determinar o quais os trajetos realizados pelas pessoas e quais meios de transportes foram utilizados para tal. A cidade de São Paulo é dividida em 23 zoneamentos que foram repartidos e agrupados em nove regiões que possuem, cada uma, uma subprefeitura responsável pela elaboração dos planos diretores, conforme indicado nas figuras abaixo.

Figura 10 – Zoneamento da cidade de São Paulo, OD2002

Figura 11 - Regiões e subprefeituras da Cidade de São Paulo

Uma análise dos hábitos das pessoas que transladam na cidade de São Paulo revela que as zonas mais procuradas como destino são a 1, 4 e 18, de modo que aproximadamente 25% dos usuários têm estes locais como destinos. Considerando também as zonas 19, 10, 20, 3 e 23 têm-se um agregado de mais de 50% dos destinos com base no número de pessoas. Os números absolutos da quantidade de usuários e suas respectivas zonas de destinos encontram-se resumidos na tabela abaixo.

0 1 4 18 19 10 20 Ônibus Metrô 3 23 2 17 15 16 9 6 7 21 14 11 12 13 22 Táxi Outros 8 5 Transporte Fretado Trem Veículo Particular A Pé / Bicicleta Zona Fonte: Pesquisa Origem Destino/OD .16 1.82 0.68 0.SP Gráfico 8 .95 0.Quantidade de Usuários por Modo de Transporte – 2007 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 Zona Ônibus Metrô Transporte Fretado Trem Veículo Particular A Pé / Bicicleta Táxi Outros Fonte: Pesquisa Origem Destino/OD .70 1.Companhia do Metropolitano de São Paulo/Metrô.61 0.16 1.73 0.71 0.0 1.Companhia do Metropolitano de São Paulo/Metrô.95 0.22 2.84 0.57 0.30 1.2007 .82 0.0 1.86 1.Atração de Viagens Diárias por Modo de Transporte .88 0.SP Gráfico 7 .5 2.46 Milhões de Usuários 2.03 0.57 0.09 1.71 0.39 1.78 0.5 1.5 0.

8. França. 45% das pessoas que circulam na região metropolitana e que possuem idade superior a 18 anos fazem parte da fatia de mercado objetivada pelo serviço de veículos compartilhados. autolib-paris. Baseado no estudo realizado pela cidade de Paris. 56% das pessoas possuem um veículo e 80% destes declaram que o serviço poderá modificar seu comportamento de mobilidade.6.6. esta porcentagem chega a 59% se considerado somente os residentes da capital.6. perímetro pretendido para a utilização do Autolib’5. que envolveu a população residente em toda a região metropolitana parisiense. 5 Mairie de Paris.fr . 8. Assim uma das hipóteses deste trabalho incide no fato de que a população da região metropolitana de São Paulo deve ter as mesmas necessidades de transporte e interesse de adesão. Interesse pelo serviço Ao total.2. Benefícios esperados Para 72% dos entrevistados um serviço de carros elétricos contribuirá para reduzir a poluição do ar na região metropolitana. Isso significa que estes possuem carteira de habilitação ou a intenção de tê-la e que se declaram interessados no serviço têm a intenção de utilizá-lo. 54% das pessoas interrogadas estimam que o serviço proposto possa melhorar as condições de transporte no perímetro metropolitano. ESTUDO DE MERCADO Este estudo tem a finalidade de medir o interesse da população e definir as diferentes características do veículo e dar embasamento para o dimensionamento do serviço. Os 44% restantes não possuem veículos e 70% destes declaram que o serviço resolverá os problemas devido a falta de um veículo próprio. Dentro deste grupo. Em contra partida.47 8.1.

6. Perfil dos usuários potenciais No perfil sócio-demográfico. A maioria dos interessados (79%) deseja utilizar o serviço na região metropolitana. Quanto o meio de transporte utilizado pelos interrogados que se declararam favoráveis ao serviço:    84% possuem carteira de motorista. contra 77% da média dos entrevistados. utilizar o veículo à noite ou de madrugada (81%) e acesso a estações de metro e trem (73%) e utilizar aos finais de semana (67%). tanto no que se refere a vias e a distâncias. 8.6.48 31% dos motoristas da capital e 27% dos motoristas da região metropolitana têm a intenção de utilizar o serviço e estão dispostos a deixar de utilizar seus veículos. 68% possuem algum tipo de veículo motorizado.4. . contra média de 64%. 49% possuem um cartão para a utilização do transporte público na região metropolitana. Expectativas sobre o veículo O serviço esperado deve. 8. o público alvo é constituído por uma porção quase igual de homens (51%) e mulheres (49%) e possui uma proporção de 42% de pessoas entre 18 e 34 anos.6. em comparação com o total de interrogados.5. O veículo elétrico apresenta uma adesão importante mesmo considerando os limites atuais do sistema. Tipo de uso projetado Os motivos de uso mais freqüentemente citados foram fazer compras (87%). não ser poluente e ser adaptado às condições de circulação em toda região metropolitana.3. sobre tudo. 8.

As pessoas interrogadas desejam também um veículo bem conservado e a possibilidade de contato com um operador do serviço através de uma interface integrada ao veículo. Neste trabalho . Metodologia Em trabalho publicado no 2007 Annual Meeting of the Transportation Research Board.6.7. LOCAIS COM MERCADO POTENCIAL 9. como. por exemplo.00 por meia hora de uso. A maioria do público-alvo está disposta a pagar por uma adesão mensal de R$40. Expectativa sobre o serviço A maioria das pessoas interrogadas deseja poder pegar um veículo sem reserva prévia e a garantia de estacionamento em locais exclusivos quando chegarem em seu destino. Millard-Ball [14] discutem ferramentas para encontrar mercados potencias para sistemas de veículos compartilhados em regiões urbanas.1. Disposição a pagar O consentimento em se pagar pela utilização do serviço não aparece como forte um obstáculo contra o uso do serviço. o GPS.49 Um dos elementos mais citados pelas pessoas interrogadas foi a presença de um porta-malas que permita o transporte de um volume de compras correspondente a um carrinho de supermercado ou quatro passageiros e possibilidade de ter um sistema de guia de ruas. C.6. 8.1. DETERMINAÇÃO DA REDE ESTAÇÕES 9. 9.6.00 e mais R$6.1. Celsor e A. 8.

50 mostra-se que características do bairro e do transporte na região são indicadores mais relevantes do que características individuais de usuários de veículos compartilhados. analisa onde operadoras de veículos compartilhados oferecem seus veículos. onde a demanda está concentrada em operadoras já existentes. Portanto. Entretanto. poucos trabalhos trataram de modo quantitativo para identificar as principais características de bairros que suportam compartilhamento de veículos.2. muitos dos projetos de sistema ocorreram de modo experimental. Ambos os mercados são inter-relacionados de forma que fatores geográficos são influenciados pela característica demográfica dos residentes. . 9. Até o presente. Assim. Entretanto. Em outras palavras. após analisar 13 regiões nos Estados Unidos que tiveram aumento significativo de serviços de compartilhamento de veículos. propõe-se uma ferramenta baseada no modelo de oferta ao invés em modelo de demanda.1. Segmentos de mercado para veículos compartilhados Os segmentos de mercado para veículos compartilhados podem ser divididos em duas categorias:  Mercados demográficos: grupos demográficos que são mais prováveis para aderir a um programa de veículos compartilhados. mercados demográficos correspondem a micro características de usuários de veículos compartilhados enquanto mercados geográficos a macro características. toda a metodologia utilizada na determinação dos locais mais atrativos para compartilhamento de veículos baseia-se na referência 14 da bibliografia. ou seja.  Mercados geográficos: bairros onde veículos compartilhados podem ser inseridos com maior efeito.

1. Moradores de regiões que contam com veículos compartilhados. entretanto.  Uso diversificado: o uso ligado a atividades comerciais e ao trabalho durante o dia pode ser combinado com usuários residenciais que utilizam no final do dia. 9. Diferenças entre regiões com e sem sistemas de veículos compartilhados Como resultado das características discutidas na sessão anterior.4. algumas variáveis podem ser utilizadas para medir de forma quantitativa tais características.3. em geral são inquilinos e. à noite e nos finais de semana. portanto. composição e educação: moradias com apenas um morados são as mais comuns em regiões que possuem veículos compartilhados. deve funcionar em conjunto com outros modos  Elevada densidade: densidade populacional elevada traz uma base de usuários maior dentro de uma distância razoável de ser feita a pé.1.  Capacidade de viver sem o carro: veículos compartilhados não devem suprir todas as necessidades de mobilidade de uma família ou pessoa.51 9. Característica dos bairros As principais características necessárias a um local para que seja atrativo a implementação de veículos compartilhados são os seguintes:  Alta demanda por estacionamentos: a posse de veículos é mais cara e menos conveniente em locais onde estacionamentos são escassos. . A seguir são discutidas algumas possíveis variáveis e sua influencia na determinação da atratividade da região para veículos compartilhados:  Número de membros na moradia. A presença de crianças é não é comum. não proprietários e possuem nível superior de educação.

Celsor e A. A quantia elevada de pessoas que caminham é um indicador do uso misto e de um ambiente favorável a pedestres. mas sim aproximações de características os bairros onde serviços de veículos compartilhados tendem a ter maior sucesso.  Características locais: sistemas de veículos compartilhados.5. Dois grupos de nível de serviço foram estabelecidos. Deste modo.52  Meio de transporte para trabalho: residentes de regiões que possuem o serviço tendem a utilizar com maior freqüência o transporte coletivo ou andar a pé para o trabalho. Principais indicadores e limites para veículos compartilhados As características do bairro e de transporte são indicadores mais relevantes para veículos compartilhados do que fatores puramente demográficos. O nível “baixo” representa locais onde o serviço de veículos compartilhados pode ser viável. tendem a serem localizados em regiões antigas.  Veículo próprio: residentes de regiões que contam com serviços de veículos compartilhados possuem substancialmente menos veículos que a média de outras regiões e tendem a não ter carro. comparado com pessoas das outras regiões. Millard-Ball propõem também sugestões onde veículos compartilhados podem ser atrativos. E o nível de serviço “alto” indica locais onde se espera que compartilhamento de veículos cresça. Estes orientações não são requisitos precisos. na maioria das regiões. mas pouco crescimento é esperado. Os resultados dos limites para cada nível de serviço estão resumidos na Tabela 2. “baixo” e “alto”. . bairros históricos. 9. que tendem a ser melhor para se caminhar e têm menos locais de estacionamentos fora das ruas.1.

Celsor e A. por outro lado. Deste modo.80% 1200 9.53 Tabela 2 . é um indicador de uso durante o dia e em dias da semana.20% 35% . Los Angeles and San Francisco. A densidade de emprego. Veículos compartilhados em áreas estritamente residenciais. encontrou que a densidade demográfica conveio como o melhor indicador para a previsão de viagens em Chicago.40% 15% . serão incluídos outros indicatores além daqueles abordado por Celsor e A. Estados Unidos. Isso significa que uma mistura de áreas residenciais e com alta taxa de emprego é importante para garantir que os carros sejam usados de modo mais suficiente. Millard-Ball. Holtzclaw et al.15% 60% 1200 40% . podem não ser suficientemente utilizados durante o dia. [15]. Millard-Ball no mesmo trabalho m que estabelecem limites para nível de serviço de veículos compartilhados afirmam que a densidade demográfica também é uma variável representativa.40% 70% . a densidade populacional representa a base de clientes potenciais para à noite e fins de semana. Nível de Serviço Baixo Alto Demografia % Moradias de uma pessoa Meio de Transporte para o trabalho % Dirigem sozinhos % Caminham Veículos Próprios % Moradias sem nenhum veículo % Moradias com 0 ou 1 veículo Características do bairro Número de moradias por km2 30% 55% 5% 10% . Outras considerações Outras variáveis que não foram apresentadas ou discutidas na seção também são importantes na determinação de regiões com mercados potenciais para compartilhamento de veículos.Limites para nível de serviço de veículos compartilhados.6. por exemplo. por exemplo.1. Baseado em estudo para projeto de sistema de veículos compartilhados para cidade de San Diego.50% 35% . diferentemente .

Tabela 3 – Outros Limites para nível de serviço de veículos compartilhados. realizada pela Secretaria dos Transportes Metropolitanos do Governo do Estado de São Paulo pelo Metrô. bicicleta e que vão a pé em relação ao total de viagens. vale ressaltar apenas como uma referência. Em relação à porcentagem de moradias de uma pessoa. dado a disponibilidade e dados apresentados na Pesquisa Origem-Destino de 2007. que a porcentagem de domicílios com apenas um morador na cidade de São Paulo era de 8. Nível de Serviço Baixo Alto Densidade Populacional Habitantes por km2 Densidade de Empregos Empregos por km2 Disponibilidade de Transporte Porcentagem de pessoas que usam outros transportes para trabalhar (comum.) 3700 6400 7400 14800 30% 60% 9. biclicleta. a pé. Disponibilidade de informações Conforme apresentado na seção anterior. infere-se que também deve ser considerado. segundo o CENSO do ano 2000 realizado pelo IBGE. Portanto. Entretanto. Em outras palavras. disponibilidade de transporte e densidade de empregos estão resumidos na Tabela 3. e . são necessárias características específicas para a determinação do nível de serviço.87%. o indicador densidade de emprego também é proposto. algumas extrapolações serão admitidas conforme descrito a seguir. Define-se disponibilidade de transporte como a porcentagem de pessoas que utilizam outros meios de transporte que não sejam o carro para ir trabalhar. pela falta de dados específicos para cada região.54 daqueles em regiões de escritório.1. Os limites para serviço baixo e alto para a densidade demográfica. além da densidade populacional e de emprego. Entretanto. Ainda segundo o estudo realizado em San Diego.7. qual a porcentagem de pessoas que utilizam transporte público. a disponibilidade de transportes. esta informação não será considerada. etc.

9. número de moradia por km2 e densidade populacional e de empregos encontram-se disponíveis e nenhuma consideração especial faz-se necessária. Quanto ao meio de transporte para o trabalho. será ignorado o fato de ser necessário que caminhem para o trabalho e será considerado pessoas que com origem naquela região segundo o modo de transporte. E ainda. mostrando a evolução deste indicador.8. Regiões atrativas para compartilhamento de veículos em São Paulo Baseado nas informações da Pesquisa Origem-Destino 2007 e utilizando os limites determinados nas seções anteriores.55 este valor chegou a 12% em 2009.1. As informações de veículos próprios. o fato de ser necessário que dirijam sozinhos será ignorado e admitido simplesmente pessoas que dirigem. 6 Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios. Em relação a pessoas que caminham e a disponibilidade de transporte. as regiões mais atrativas foram determinadas e estão indicadas na Figura 12. . será admitido simplesmente meio de transporte utilizado com origem naquela região. segundo a PNAD6.

.56 Nível de Serviço Nulo Nível de Serviço Baixo Nível de Serviço Alto Figura 12 – Regiões atrativas para desenvolvimento de veículos compartilhados.

Deste modo. Algumas regiões também foram encontradas fora da cidade de São Paulo. . 379 Boa Vista.Zonas com nível de serviço alto Zona 3 4 5 7 22 24 25 26 31 35 42 Nome da Zona Praça João Mendes Ladeira da Memória República Luz Pires da Mota Liberdade Treze de Maio Bexiga Vila Buarque Santa Cecília Celso Garcia Para o projeto do sistema de compartilhamento de veículos. como em Guarulhos. estão resumidas a seguir: Tabela 4 . infere-se que as regiões centrais são aquelas que apresentam mercado potencial para o sistema. A tabela completa com a correspondência entre número da zona. sejam ligadas por algum transporte de trilho (Metrô ou Trem). 403 . 383 . Santo André e Osasco.Santo André. somente serão consideradas regiões que sejam adjacentes e que. nome da zone e nível de serviço pode ser encontrada no Anexo A. as zonas 336 – Guarulhos.57 As regiões foram determinadas de forma que regiões com alto nível de serviço apresentaram todos os indicadores acima do limite de alto nível de serviço. São Bernando. Regiões com baixo nível de serviço foram determinadas se possuíam pelo menos um dos indicares dentro da faixa de baixo serviço e nenhum indicador abaixo deste limite. Da Figura 12. quando não adjacentes. As regiões que apresentaram nível de serviço Alto.Novo Osasco serão desconsideradas.São Bernardo do Campo e 439 .

NÍVEL DE SERVIÇO 9. Estação de veículos Circunferência de 800m de raio 4 veículos 2 veículos 2 veículos 2 veículos Nível de serviço = 10 Figura 13 .58 9. aborda.1. A região é delimitada por uma circunferência de raio 800 metros. Celsor e A.1.2. pela análise estatística das regiões que tipicamente contam com serviços de veículos compartilhados.2. Assim. ou seja. a máxima distância que se dispõe a caminhar para acessar uma estação. um modelo de regressão baseado nas variáveis discutidas anteriormente. O nível de serviço é definido pelo número de veículos compartilhados disponíveis em uma determinada região. Millard-Ball propõem. não apenas as regiões mais atrativas como também o nível de serviço estimado. . Correlação com nível de serviço A metodologia demonstrada na seção 9.Cálculo do nível de serviço.

Assim. “nível de serviço” é o número de veículos compartilhados por circunferência de 800m de raio.2. Millard-Ball propõem que o melhor modelo para determinar o nível de serviço leva em conta a taxa de veículos próprios e a proporção de modo de transporte a pé. “veículos” é a média de veículos por moradia dentro da circunferência e “a pé” é o número de pessoas que andam para o trabalho dentro da região delimitada pela circunferência. densidade residencial. Celsor e A. Equação 1 Onde. Nível de serviço regiões nas mais atrativas.2. o nível de serviço apresenta correlação positiva com número de habitações que possuem nenhum ou um veículo. ou seja. . de moradias com poucos carros e de uso de transporte coletivo ou viagens a pé. disponiblidade para caronas ou andar a pé. pode-se determinar os níveis de serviço em cada uma das Zonas eu apresentaram potencial de mercado. moradias com crianças e casas alugadas. bairros com menor número de pessoas que vão ao trabalho sozinhas e com menor número de veículos por casa tendem a ter maior serviço de veículo compartilhado. Utilizando a Equação 1 e os dados Obtidos na Pesquisa Origem-Destino 2007. serviços de veículos compartilhados aumentam quando há maior proporção de casas alugadas. Veículos compartilhados também apresentam correlação (positiva ou negativa) com outras variáveis como a porcentagem de moradias com apenas uma pessoa.59 O nível de serviço apresenta correlação negativa com o número de pessoas que dirigem sozinhas para o trabalho e a média de veículos por casa. Baseados na correlação entre as variáveis apresentadas nesta seção. C. de habitações de uma pessoa. Por outro lado. 9.

que todas as características se comportam de modo uniforme em cada região. será admitido que cada zona é homogênea. Ou seja. razão entre total de pessoas que andam a é na zona e o número de circunferências na zona. Assim. Os resultados de nível de serviço para as regiões potenciais encontram-se no Anexo B. Equação 2 Da hipótese de que as características são uniformes. dada a dificuldade em obter a quantidade a média de veículos por moradia e de pessoas que andam a pé. Equação 4 Os resultados de nível de serviço para as regiões previamente determinadas como Alto nível de serviço estão resumidos na tabela a seguir.60 Entretanto. Equação 3 O número de pessoas que andam a pé em uma circunferência também pode ser calculado da mesma maneira. o número de circunferências ( ) será estimado pela divisão da área total da região da zona pela área de um círculo de raio 800 m. . a médio do número de veículos em uma circunferência de 800 m é igual ao número de veículos totais na região dividido pelo número de circunferência. .

53 km2 Total Modo a pé: 21. Automóveis por domicílio por circunferência.56 Área total da Zona: 1. Zona de Origem Nome da Zona Nível de Serviço 3 4 5 7 22 24 25 26 31 35 42 Praça João Mendes Ladeira da Memória República Luz Pires da Mota Liberdade Treze de Maio Bexiga Vila Buarque Santa Cecília Celso Garcia 62 75 110 69 0 62 11 18 59 101 11 Exemplo de cálculo do nível de serviço médio na região da Luz (Zona 7) Dados: Automóveis por domicílio: 0. .61 Tabela 5 – Nível de serviço em algumas zonas selecionadas.466 viagens O número de circunferências.

3. Nível de serviço. O total de veículos e estações que o sistema deve possuir é. NÚMERO DE VEÍCULOS E ESTAÇÕES Para determinar o total de veículos compartilhados em cada região. 7. . .608 e 15. basta Equação 5 O número de estações. 2 veículos. em média. Equação 6 Os resultados para regiões previamente determinadas como Alto Nível de Serviço estão resumidos na tabela a seguir. respectivamente. é estimado a partir do númerao de veículos da regi- ão e admitindo que cada estação possui.62 Viagens a pé por circunferência. multiplicar o nível de serviço pelo número de circunferências de raio 800 m.263. 9. Os resultados de nível de serviço para as regiões potenciais encontram-se no Anexo B.

. multiplicando-se o número de veículos por 25. as zonas inicialmente descartadas (336 – Guarulhos. NÚMERO USUÁRIOS Sistemas de veículos compartilhados possuem uma média de 25 usuários por veículos por dia. Equação 7 Os resultados para regiões previamente determinadas como Alto Nível de Serviço estão resumidos na tabela a seguir.4.Santo André. 403 . 1185 e 364).63 Tabela 6 – Total de veículos compartilhados e estações em algumas zonas selecionadas. 379 .São Bernardo do Campo e 439 . a fim de normalizar os resultdos obtidos e descartar pontos os quais os resultados apresentam desvios excessivos e não condizentes com a tealidade esperada.Novo Osasco) apresentam níveis de serviço elevados (respectivamente 406. muito acima da média 71 considerando todas as zonas. 627.Boa Vista. revelam que de fato. Assim. Desta forma. 383 . Uma análise mais profunda das informações contidas no Anexo B. Zona de Origem Nome da Zona Total de veículos compartilhados Estações 3 4 5 7 22 24 25 26 31 35 42 Praça João Mendes Ladeira da Memória República Luz Pires da Mota Liberdade Treze de Maio Bexiga Vila Buarque Santa Cecília Celso Garcia 15 28 42 53 0 20 3 5 27 74 4 7 14 21 26 0 10 1 2 13 37 2 9. tem-se o total de pessoas que utilizarão os veículos diariamente. Os resultados número de usuários para as regiões potenciais encontram-se no Anexo B. . 135.

O novo valor médio do nível de serviço é de 40 e o desvio padrão 36.64 serão excluídas as zonas que apresentem nível e serviço superiores a um e meio desvio padrão (considerando todas as zonas e incluindo 336 – Guarulhos.Santo André. 403 . o total de usuários estimados é de 36. Tabela 7 – Total de usuários do sistema em algumas zonas selecionadas. 383 Santo André.Novo Osasco. dos resultados apresentados no Anexo B.Boa Vista.Novo Osasco). A zona 379 – Boa Vista. será excluí por não ser adjacente a nenhuma outra e não configurar parte da rede integrada que se propõe neste trabalho.São Bernardo do Campo e 439 . 379 . 403 .6 mil pessoas por dia. Este é o caso das zonas 336 – Guarulhos. Portanto. as zonas que apresentarem nível de serviço superior a 276 serão desconsideradas. 379 .São Bernardo do Campo e 439 . justificando-se a exclusão inicial. Assim. Zona de Origem Nome da Zona Total de usuários por dia 3 4 5 7 22 24 25 26 31 35 42 Praça João Mendes Ladeira da Memória República Luz Pires da Mota Liberdade Treze de Maio Bexiga Vila Buarque Santa Cecília Celso Garcia 375 700 1050 1325 0 500 75 125 675 1850 100 .

Esta metodologia busca determinar as funções esperadas no produto/serviço e seu valor agregado e percebido pelos usuários/clientes e. METODOLOGIA A determinação das características do sistema. . Por mim. após a identificação da necessidade primeira. englobando tanto as estações quanto os veículos. a análise o valor e determinação dos requisitos de projeto baseiam-se no ganho marginal sobre as necessidades identificadas em relação aos custos para responder a estas necessidades. Desta forma.65 10. por fim. determinar as especificações a partir das necessidades identificadas. questionários e da própria observação do uso do serviço ou produto. pode ser realizada através da abordagem de análise do valor.1. O segundo passo é a busca pela necessidade primordial a ser respondida e sua validação subseqüentemente. pode-se realizar uma análise funcional utilizando o seguinte procedimento:       Identificar as funções Selecionar a função primária Selecionar as funções básicas Organizar as funções subsidiárias Validar a árvore de funções Identificar a hierarquia de funções As especificações objetivadas podem obtidas através da análise dos impactos nos resultados de desempenho do serviço/produto medidos por métricas compatíveis a cada função determinada. através de entrevistas. inicialmente procura-se entender o uso do produto baseado em informação obtida pelos estudos de mercado. Assim. DETERMINAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS DO SERVIÇO 10.

66 10.6.2. atitudes e comportamentos obtidas no estudo de mercado. percepções. ANÁLISE DAS INFORMAÇÕES DE MERCADO A fim de organizar as informações contidas na pesquisa apresentada na seção 8. Quem?    Motivações     Percepções     Atitudes    Comportamentos        Homens e mulheres Maioria de idade entre 18 e 34 anos Possuem carteira de motorista Possuir um veículo em qualquer lugar e qualquer momento Garantia e facilidade para encontrar local para estacionar Contribuição para redução da poluição do ar Solução de problemas devido à falta de veículo próprio Otimização do uso do carro Melhoria da condição de transporte no perímetro urbano Modificação no comportamento de mobilidade Melhoria da poluição do ar Uso integrado com transporte público Uso de veículos elétricos Deixar de utilizar o próprio ou de comprar novo carro Realizar compras Transporte de volumes Transporte de passageiros Uso do veículo à noite e de madrugada Acesso a outros meios de transporte Uso para lazer e finais de semana Uso no perímetro urbano . serão utilizadas as seguintes diretrizes para expressar as afirmações contidas no estudo de mercado:     Motivações Percepções Atitudes Comportamentos Tabela 8 – Motivações.

Necessidade primária Busca pela necessidade primária    Para quem é o sistema? O sistema é destinado a pessoas que necessitem locomover-se dentro do perímetro urbano Sobre o que o sistema age? O sistema age sobre necessidade de mobilidade das pessoas Por que o sistema existe? Porque os indivíduos necessitam de transporte Validação da necessidade primária  Por que esta necessidade existe? Por que as pessoas tem necessidades e obrigações a serem cumpridas em diferentes locais a determinado momento e nem sempre dispõem dos meios para tal. 10. Desta forma. Cada função é descrita na forma de um verbo ativo e um substantivo concreto e são compostas por uma combinação de duas ou três palavras.3.3. . Qual é o risco de sua evolução e do desaparecimento desta necessidade? Baixo.   O que pode induzir a evolução da necessidade? Desde o encurtamento ou o aumento das distâncias a serem percorridas à própria evolução do sistema de transporte em vigor.67 10. as funções indicam o propósito do sistema expressas em termo de uma finalidade global.1. ANÁLISE FUNCIONAL A análise funcional tem como objetivo maior definir a necessidade primária à qual o sistema deve responder e identificar as funções necessárias para responder a tal necessidade. dada a constante necessidade de transportar-se ou de fazer transportar algo no cotidiano.

Identificação de funções Busca intuitiva  Transportar pessoas  Reduzir tempo de viagem  Aumentar a praticidade  Facilitar o estacionamento  Reduzir custo de transporte  Transportar compras  Transportar bagagem  Acessar aeroportos  Fornecer guia de ruas  Acessar remotamente  Acessar metrô  Resolver “last mile”  Medir velocidade  Obedecer normas de segurança  Entreter o passageiro  Controlar temperatura  Aumentar conforto  Localizar veículo  Rastrear veículo  Reservar veículo  Disponibilizar veículo  Disponibilizar acesso  Abrir veículo  Automatizar sistema  Ligar motor  Disponibilizar garagem  Destravar portas  Cadastrar usuários  Pagar reserva  Assegurar o veículo  Controlar fluxo de carros  Controlar tarifa  Integrar pagamentos  Pagar serviço  Disponibilizar estacionamento  Desligar veículo  Abastecer veículo                                      Detectar nível de combustível Alertar nível de combustível Revisar veículos Disponibilizar assistência Fornecer atendimento ao cliente Satisfazer usuário Comunicar gastos Atrair usuário Identificar produto Monitorar veículo Controlar direção Controlar conforto humano Mudar rota Distribuir veículo Realocar veículo Mover veículo Transportar veículo Induzir usuário Induzir rotas Garantir veículo Promover serviço Proteger usuário Transportar volume Reparar veículo Melhorar aparência Aumentar conveniência Ouvir cliente Desenvolver tecnologia Gerar poluição Gerar ruído Transmitir dados Travar veículo Restringir uso Pesquisar usuário Mapear usuários Encerrar serviço Controlar estado do veículo .3.68 10.2.

69 Diagrama de ambiente Determinação dos elementos externos:  Usuário  Meio-ambiente  Outras pessoas  Outros veículos  Normas e leis  Veículo  Estacionamento  Operador  Website Usuário Website Outros Veículos F4 F1 Estacionamento F3 F2 Serviço de Compartilhamento de Veículos F7 Outras Pessoas F5 F0 F6 Veículo Normas e Leis F0. . Respeitar normas de trânsito F7. Acessar Veículo F4. Reserva do veículo F5. Assegurar contra acidente F2. Transportar passageiro F1. Guardar veículo F3. Respeitar normas de segurança F6. Restringir acesso Figura 14 – Diagrama de ambiente.

.70 Diagrama FAST7 Como? Quando? Por quê? Acessar metrô. à direita entradas e. rodoviárias Aumentar conforto Realizar compras Informar rota Entreter usuário Informar preço de devolução Desligar veículo Devolver veículo Entreter-se e lazer Acessar estação Ir e vir Localizar estação Trabalhar Retirar veículo Obter chave Realizar cadastro Acessar website Locomover-se Respeitar normas Controlar veículo Assegurar o veículo Reservar veículo Transportar pessoas Informar preço de retirada Acionar veículo Transportar objetos Figura 15 – Diagrama FAST: à esquerda saídas. Acessar aeroportos. Em amarelo. as funções devem responder como. etc. as saídas do sistema. Ao mover-se para a direita. para a esquerda o porquê e. no eixo vertical. ao meio. trem. quando. em azul a linha principal de funções. as funções do sistema. Veja Anexo C para figura ampliada. em branco funções de suporte e em vermelho restritivas. 7 FAST: Functional Analysis System Technique.

trem Acessar aeroportos. .71 Árvore de funções Acessar website Realizar cadastro Obter chave Reservar veículo Acionar veículo Retirar veículo Informar preço de retirada Disponibilizar veículo Incentivar devolução Localizar estação Acessar estação Desligar veículo Informar preço de devolução Devolver veículo Controlar veículo Faturar uso Informar rota Regular temperatura Disponibilizar estacionamento Incentivar retiradas Aumentar conforto Regular acentos Facilitar direção Ir e vir Proporcionar rádio Entreter usuário Tocar música Respeitar normas Restringir uso Assegurar veículo Rastrear veículo Oferecer troca Assegurar contra acidente e pane Rebocar veículo Consertar veículo Abastecer veículo Conservar veículo Assistir ao usuário Auxiliar retirada Revisar veículo Auxiliar devolução Auxiliar uso Acessar metrô. rodoviárias Realizar compras Entreter-se e lazer Utilizar o serviço Trabalhar Locomover-se Transportar pessoas Transportar objetos Figura 16 – Árvore de funções.

o veículo e o estacionamento – que faz parte da estação. por exemplo. Grupo: Serviço Tabela 9 – Funções relacionadas ao Serviço. secundária e restritiva. diferentemente do exposto até o momento. utilizarse-á três grupos para associar as funções: Serviço. ou elementos externos como.3. existem diversos elementos responsáveis por cada função. a seguir pretende-se associar cada uma das funções identificadas com o elemento responsável por ela. Organização das funções Conforme explicitado no Diagrama de Ambiente. seja o serviço propriamente dito (elemento central do Diagrama de Ambiente). Tipo de função Primária Restritiva Restritiva Primária Secundária Secundária Secundária Secundária Secundária Secundária Primária Secundária Secundária Secundária Função Acessar website Realizar cadastro Obter chave Assistir ao usuário Auxiliar retirada Auxiliar devolução Auxiliar uso Assegurar contra acidente e pane Oferecer troca Rebocar veículo Conservar veículo Consertar veículo Abastecer veículo Revisar veículo . As tabelas a seguir mostram as funções agrupadas e classificadas por tipo: primária. Estação e Veículo. Classificadas como primária. Porém.3. Uma abordagem na qual se coloca o usuário passivo e estes outros três elementos ativos exercendo as funções sobre o usuário. Assim.72 10. secundária e restritiva.

secundária. Classificadas como primária. Classificadas como primária. Tipo de função Primária Primária Primária Secundária Secundária Secundária Primária Secundária Secundária Primária Primária Secundária Secundária Primária Primária Primária Função Controlar veículo Informar rota Aumentar conforto Regular temperatura Regular acentos Facilitar direção Entreter usuário Proporcionar rádio Tocar música Respeitar normas Assegurar veículo Restringir uso Rastrear veículo Locomover-se Transportar pessoas Transportar objetos . Tipo de função Primária Primária Primária Secundária Secundária Secundária Secundária Primária Secundária Secundária Secundária Secundária Secundária Função Localizar estação Acessar estação Retirar veículo Disponibilizar veículo Incentivar devolução Informar preço de retirada Acionar veículo Devolver veículo Disponibilizar estacionamento Incentivar retiradas Informar preço de devolução Faturar uso Desligar veículo Grupo: Veículo Tabela 11 – Funções relacionadas à Veículo.73 Grupo: Estação Tabela 10 – Funções relacionadas à Estação. secundária.

trem Acessar aeroportos. esta abordagem mostra que as funções de saída identificadas no diagrama FAST (localizadas à esquerda no diagrama) e agrupadas como utilizar o serviço na Árvore de Funções são ativas ao usuário.3. Grupo: Usuário Tabela 12 – Funções relacionadas à Usuário. Identificação das métricas e determinação das especificações As funções identificadas e organizadas nas seções anteriores devem ser mensuradas para determinar nível de cada função e a flexibilidade em torno desde valor. Com estas informações é possível determinar quanto determinada função deve ser respondida dado o seu valor agregado e o custo para tal e. Em seguida. cada função será discutida e determinar-se-á um critério para avaliar o nível ao qual dada função deve ser respondida. por fim. .4. estas foram agrupadas a seguir como Usuário e dizem respeito à finalidade na qual o sistema de compartilhamento de veículos como um todo é utilizado pelo usuário. rodoviárias Realizar compras Entreter-se e lazer Trabalhar 10. determinar as especificações. Tipo de função Primária Necessidade Necessidade Necessidade Necessidade Necessidade Necessidade Função Utilizar o serviço Ir e vir Acessar metrô. Classificadas como primária e necessidade. A seguir. . Portanto. será apresentado o nível e a flexibilidade.74 Por outro lado. sendo este o responsável por exercê-las.

O acesso à estação é livre a qualquer indivíduo. pelo menos. o qual somente ter-se-á acesso após o desbloqueio do veículo aquele que possuir o . cinqüenta metros de distância. cada estação deve ser identificada por um indivíduo que esteja a. deve permitir o desbloqueio do veículo. Especificações A retirada dos veículos deve ser feita utilizando a chave de acesso (ou cartão de acesso) enviada a após o cadastro. mas a chave pessoal e individual a cada usuário. seja estacionamento ou posto de gasolina. a comunicação visual. Entretanto.75 Grupo: Estação  Localizar e acessar estação: Descrição Localizar a estação compreende desde a localização prévia da estação para que o usuário vá ao local até identificação ao passar em frente a uma. A chave de ignição do veículo deve estar no interior do próprio veículo.  Retirar e acionar veículo: Descrição Consiste nas etapas após o acesso à estação até sair dirigindo o veículo. em outras palavras. Esta chave. que não consiste na chave do veículo. Em relação à comunicação visual. Desta forma. O horário de funcionamento depende do estabelecimento utilizado como estação. Acessar a estação significa diz respeito principalmente ao horário de funcionamento e restrições quanto a quem e como entrar no local onde os veículos estão disponíveis Especificações A localização prévia deve ser realizada através do website. Onde saber-se-á o local exato para a retirada do veículo. apesar de a preferência para locais 24 horas durante os sete dias da semana. sabe-se que nem sempre isto será possível. assim como as tarifas e taxas – conforme discutido no item de desenvolvimento do website (Acessar website e realizar cadastro). ou cartão. estabelece-se o mínimo funcionamento de 18 horas por dia durante todos os dias da semana. quais veículos estão disponíveis em cada local.

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cartão de acesso. Assim o acionamento do veículo é feito com a chave comum do próprio veículo.
 Disponibilizar veículo

Descrição Diz respeito à disponibilidade dos veículos nas estações. Especificações Os veículos devem estar disponíveis para serem retirados a qualquer momento em cada estação (dependendo apenas do horário de funcionamento da estação). Além disso, no caso de reserva prévia há o empecilho de restringir o uso do veículo até que este seja retirado.
 Incentivar devolução e informar preço de retirada:

Descrição É sabido que há um fluxo direcional em certos horário do dia. Por exemplo, pela manhã a maioria das pessoas desloca-se da periferia para o centro da cidade. Assim, há a necessidade de equilibrar a disponibilidade de veículos em certas estações em determinados horários e reduzir em outros locais onde há menor demanda. Especificações Deste modo, propõe-se uma solução monetária que incentive a devolução em locais onde há maior demanda. Portanto, na devolução é necessário informar os custos de devolução em cada estação, menor nas estações com maior demanda e maior naquelas com menor demanda em um dado instante ou intervalo de tempo.
 Disponibilizar estacionamento

Descrição Trata de como devem ser os estacionamentos dos veículos. Especificações Os veículos devem possuir locais exclusivos, mas não únicos, para serem estacionados. Quando não houver estacionamento na estação que o usuário gostaria

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de retornar o veículo, ele deve ser informado da estação mais próxima com disponibilidade.
 Incentivar retiradas e disponibilizar preço de devolução

Descrição Analogamente ao caso de incentivar devolução e disponibilizar preço de retirada, estas funções tratam do equilíbrio da disponibilidade de estacionamentos em cada estação ao longo do dia. Especificações Da mesma forma, pode-se incentivar retiradas de veículos em locais com maior demanda por devolução de veículos (e, conseqüentemente, menor disponibilidade de estacionamentos). Este incentivo pode ser feito de forma monetária, através de desconto na tarifa, por exemplo. Assim é também necessário informar o usuário do custo de devolução em determinado local.
 Devolver e desligar veículo

Descrição Trata das ações e condições para e devolução do veículo após uso, assim como a maneira de desligar o veículo. Especificações O veículo deve ser devolvido obrigatoriamente em uma das estações para que seja considerado entregue. Entretanto, não deve haver nenhuma restrição quanto à qual estação deve ser realizada a entrega e tão pouco qualquer comprometimento, por parte do usuário, em devolver no mesmo local onde foi retirado. A estação deve estar equipada para reconhecer quando um veículo foi devidamente entregue. Podendo ser feito em duas etapas: (1) a própria estação reconhece a proximidade do veículo no local apropriado para a devolução e (2) o usuário confirma a através do reconhecimento de seu cartão de acesso em um totem, por exemplo. Porém, antes mesmo do reconhecimento da devolução, é desligamento do veículo pode ser feito com própria chave o veículo (e não através do cartão de aces-

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so do usuário). Por fim, o usuário deixa o veículo e a chave permanece guardada no interior do veículo. O bloqueio do veículo é feito através do cartão de acesso.
 Faturar o uso

Descrição Aborda os preços, tarifas e cálculo do valor a ser faturado. Especificações Baseado na discussão apresentada em toda a seção Serviço, o cálculo do preço final a ser faturado de ver uma função de três elementos:
   Custo de retirada Custo variável conforme horas ou quilômetro rodado (não é especificado nesta seção) Custo de devolução

Os custos de retirada e devolução também podem variar conforme a estação de há maior ou menor demanda por veículos ou estacionamentos livres.

Grupo: Veículo
 Controlar veículo:

Descrição Todos os parâmetros de controle do veículo, direção, frenagem, curvas. Especificações O veículo deve ser conduzido pelo usuário. Deve possuir um sistema de direção que controle o movimento das rodas a fim de permitir a realização de curvas e manobras. Deve também possuir controle de velocidade, sistema de frenagem. As características de controle de direção devem ser condizentes àquelas necessárias para o veículo trafegar em uma cidade, onde haverá a interação com outros veículos e também a necessidade especial de realizar manobras para estacionar.
 Informar rota:

Descrição Navegador e mapa

Especificações O veículo deve ser adequado ergonomicamente.  Facilitar direção: Descrição Sistema de auxílio na direção. Além disso.  Regular temperatura: Descrição Controle da temperatura no interior do veículo.  Regular acento: Descrição Regulagem da posição do acento do motorista e do carona.  Aumentar conforto: Descrição Ergonomia do veículo.79 Especificações O veículo deve conter um navegador que indique as direções para realizar o itinerário do usuário. Especificações O acento deve ser capaz de adaptar-se para ser ergonomicamente confortável para pelo menos 95% da população padrão. este sistema deve indicar a localização das estações assim como os custos para devolver o veículo em cada estação e número de vagas disponíveis em cada estacionamento. Especificações O interior do veículo deve ser capaz de permanecer em uma temperatura de 15oC a 25oC. .

proporcionar rádio e tocar música: Descrição Qualquer tipo de mídia no interior do veículo. resoluções e portarias em vigor no Brasil. tocador de música. deve estar de acordo com a legislação. restringir uso e rastrear veículo: Descrição Trava na portas e rastreamento do veículo.80 Especificações Deve possuir sistema de auxílio na direção equivalente a direção hidráulica ou elétrica.  Respeitar normas: Descrição Normas exigidas pelo país para que o veículo circule pelas ruas. CD e canal de entrada para tocador mp3. Especificações O veículo deve possuir um sistema que trave e destrave as portas através do cartão de acesso do usuário. Especificações As características dos veículos. Assim.  Locomover-se: Descrição Velocidade e inclinação. Especificações Deve possuir rádio.  Entreter usuário. . suas especificações básicas configuração devem respeitar condições essenciais para registro. Deve possuir também um sistema que localize o veículo através de uma central para o controle da frota. licenciamento e circulação estabelecidas pelo CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito) em função de suas aplicações.  Assegurar veículo.

 Transportar pessoas: Descrição Capacidade de pessoas no interior do veículo Especificações Capacidade mínima de quatro pessoas o confortáveis no interior do veículo. Inclinação: deve ser capaz de vencer uma inclinação de no máximo 20o ao partir sem velocidade inicial.81 Especificações Velocidade: o veículo deve ser capaz de manter uma velocidade constante de 100 km / h em uma reta. bagagens para viagens e outros objetos de volume similar. Grupo: Usuário  Ir e vir: Descrição Capacidade de suprir as necessidades de utilização do usuário. Especificações Deve responder às seguintes necessidades de uso:       Acessar metrô. rodoviárias Realizar compras Entreter-se e lazer Ir trabalhar Uso noturno . O volume mínimo correspondente a um carrinho de compras de supermercado. trem Acessar aeroportos.  Transportar objetos: Descrição Capacidade de transportar objetos Especificações O veículo deve possuir espaço específico para armazenar objetos.

82 Obrigações familiares Freqüência Casa Trabalho Retorno do trabalho Outro trabalho Escola/religião Escola (estudante) Atividade Religiosa Alta Visita a amigos/parentes Lazer Localização final do veículo Localização final do veículo Deixar alguém Pegar comida/comer Evento social Pegar comida/comer Médico/Dentista Compras Comprar bens Comprar serviços Social/Recreação Recreação Baixa Casa Trabalho Retorno do trabalho Outro trabalho Escola (estudante) Atividade Religiosa Médico/Dentista Compras Comprar bens Comprar serviços Comprar gasolina De casa para o trabalho De casa para visitar amigos ou parentes Localização inicial do veículo Recreação Visita a amigos/parentes Lazer Obrigações familiares Cabeleireiro Compra de bens para a casa Reunião Pegar alguém Deixar alguém Pegar comida/comer Figura 17 – Locais onde as pessoas deixam seus veículos por pelo menos trinta minutos. Fonte: McKinsey and Co. Pegar alguém Cabeleireiro Reunião .

próximas às zonas 1 .Sé e 5 . . LOCALIZAÇÃO DAS ESTAÇÕES Não somente a determinação das zonas atrativas ao serviço de compartilhamento de veículos. As regiões centrais. Estes estabelecimentos. possuem maior densidade de estacionamentos que as zonas periféricas. é utilizar postos de gasolina como estações para a retirada dos veículos.República. além mostrarem a demanda por locais onde as pessoas pretendem guardar seus veículos. As justificativas s\ao as mesmas de estacionamentos. redução de custos. Outra possibilidade. A Figura 18 a seguir mostra os principais pontos de estaciomentos na cidade de São Paulo e região metropolitana. Uma maneira prática de identificar os locais específicos de onde os pontos de retirada de veículos devem localizar-se é determinar a localização de estacionamentos já existentes. reduzindo também os riscos de elevados investimentos no início do negócio. talvez. ainda podem servir como estações para o serviço de compartilhamento de veículos O modelo de utilizar estacionamentos já existentes como locais para estações do sistema de veículos compartilhados apresenta também a vantagem de diminuir a necessidade de investimentos em aquisição e construção de imóveis os quais servirão como estações.83 11. mas é necessário também determinar o local físico onde se encontrarão os veículos. assim como as regiões próximas à avenida Paulista.1. Além a vantagem de se encontrar no próprio local onde os veículos devem ser abastecidos. o uso de postos de gasolina pode ainda melhorar a relação com fornecedores possibilitando. assim como os custos para implantação de estações nestes locais. PROJETO DAS ESTAÇÕES 11.

84 Figura 18 – Principais pontos de estacionamento na cidade de São Paulo e região metropolitana. Fonte: Pesquisa Google / Google Maps. .

.85 Figura 19 – Principais pontos de postos de gasolina na cidade de São Paulo e região metropolitana. Fonte: Pesquisa Google / Google Maps.

Determinação dos locais específicos: estudo da zona 29 – MASP Embora este trabalho não aborde a temática a localização das estações de forma específica. como postos de gasolina. admite-se que. Assim. serão determinados os locais específicos das 3 estações localizadas na zona 29 – MASP. para cada estação projetada. este trabalho aborda de forma macro a questão dos locais das estações e não identifica a localização exata de cada estação. indica correlação entre os possíveis locais as estações com os já existentes pontos de estacionamento. haverá número suficiente de estacionamentos e vagas de estacionamento ou locais alternativos. para comportar o número de veículos projetados para cada zona. a seguir. que mostram os estacionamentos e postos de gasolina. que identifica as zonas de maior atratividade ao serviço de compartilhamento de veículos. Figura 20 – Zonas de atratividade em verde (alta) e amarelo (normal) e. com a Figura 12. . possíveis locais para as estações de veículos. Portanto. em vermelho.86 A comparação da Figura 18 e Figura 19. dada a estimativa de 1464 estações distribuídas em 75 zonas de São Paulo.

pontos vermelhos possíveis locais não utilizados. Tabela 13 – Especificações para estações na Zona 29 . . Pontos pretos indicam estações selecionadas.MASP. designando-se estações em estacionamentos ou postos de gasolina. Zona de Origem 29 Nome da Zona Masp Serviço 23 Estações 3 Veículos 7 Figura 21 – Distribuição de veículos na Zona 29 – MASP (em destaque no mapa).87 Dado a especificação de que na zona 29 deve haver três estações com um total de sete veículos e de que o nível de serviço deve ser de 23. Pode-se utilizar a distribuição proposta na Figura 21.

que deve ser identificada. Figura 22 . deverão permanecer sempre na mesma vaga. traçar rotas e confirmar a retirada e devolução do veículo. Além disso.2. locais de estações. as estações devem ser capaz de permitir a retirada e a devolução dos veículos pelo próprio usuário.88 Circunferência de raio 800 m para determinar o nível de serviço. Figura 23 – Totem de utilização do serviço: o totem servirá para obter informações dos veículos disponíveis. informações de tarifas e validação da retirada e devolução do veículo. As estações devem conter os seguintes elementos básicos: estacionamento. devem identificar os veículos presente e a quantidade de vagas disponíveis. acesso refere-se à entrada e saída assim como a identificação visual do local e totem ao terminal ao onde o usuário poderá acessar preços. Mapa: Pesquisa Google / Google Maps. A abertura do carro é feita com o cartão magnético e a chave do veículo encontra-se no interior. 11.Estacionamento : os veículos do sistema de compartilhamento de veículos estarão dispostos juntos com os outros veículos do estacionamento. localizar outras estações. CARACTERÍSTICAS DAS ESTAÇÕES Conforme discutido na seção 10 (Determinação das características do serviço). . acesso e totem. Entretanto. Figura 24 – Acesso ao veículo através do cartão de acesso e pronta retirada sem reserva prévia. Estacionamento refere-se ao local onde os veículos estarão disponíveis.

3. . ANÁLISE E DEFINIÇÃO DAS DIMENSÕES DAS VAGAS DE ESTACIONAMENTO E DAS LARGURAS DAS VIAS DE CIRCULAÇÃO E MANOBRAS Segundo a resolução n. estabelece critérios de projeto a serem utilizados para o dimensionamento das vagas de estacionamento e seus acessos.CONTRAN. dada a variação das características físicas e técnicas dos modelos de veículos.40m Desta forma.89 11. 30º. as vagas de estacionamento devem ser projetadas para atender uma variedade de modelos. O Boletim Técnico n. 60º e 90º).60m  Altura máxima: 4. 45º. sabe que o veículo terá as características de um automóvel tipo de passeio ou utilitário. apesar de ainda não estar definido o modelo a ser utilizado no sistema de compartilhamento de veículos. Por outro lado.o 33 da CET8. as dimensões autorizadas para veículos são as seguintes:  Largura máxima: 2.o 210 de 13 de Novembro de 2006 do CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO . Conforme indicado na Figura 25. de acordo com o tipo de veículo e o posicionamento das vagas (paralelo. 8 Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo.

Tabela 14 – Medidas aproximadas de veículos.97 4. largura (e) entre 1800mm e 2100mm. Veículos Pequeno – Fiat Uno Pequeno – WV Gol Largura (m) 1. 33: Áreas de estacionamento e gabaritos de curvas horizontais.8 Médio – Chevrolet Zafira 2. Boletim Técnico da CET.90 Figura 25 – Dimensões de referência para vagas de estacionamentos.9 Comprimento (m) 3. Fonte: YAMAGUISHI. balanços dianteiro (d) entre 730mm e 1070mm. entre eixos (c) de 2225mm a 2400mm. Veículos de passeio e passeio e utilitários.6 3.85 1.3 Médio – Honda Civic 1. ADA TAKAGAKI. A tabela a seguir mostra medidas aproximadas de largura e comprimento para alguns modelos de veículos existentes no Brasil.45 . bitolas dianteira (g) entre 1275mm e 1745mm e. Figura 26 – Referência de dimensões de veículos. traseira (f) entre 1300mm e 1430mm. conforme mostrado na Figura 26. possuem comprimento (a) que varia entre 3700mm e 4700mm. traseiro (b) entre 760mm e 1060mm.08 4. por fim.

50 .90 .91 Médio – Toyota Corolla 1.5.20 .4.00 Largura 2.70 4.50 Tabela 17 – Dimensões para estacionamento a 90º.40 Largura da via para manobras (m) Entrando na vaga e Saindo da vaga de frente marcha à ré 1.2.3. baseado nas dimensões apresentadas para veículos de passeio e utilitários.80 Saindo da vaga Motorista oposto à vaga 2.00 4.50 . Estacionamento Dimensão da vaga (m) Comprimento Largura Largura da via para manobras (m) Entrando na vaga Saindo da vaga .00 .2.30 2. 45º e 60º.40 2.2.10 1.5.20 Tabela 16 – Dimensões para estacionamento a 30º.97 4.60 .50 2.00 . 60º e 90º em diferentes situações obtidas através de testes realizados pela CET.00 .2.50 .20 em Paralelo 5.3.80 3.2.2.40 2.40 2.5.3.2. Tabela 15 – Dimensões para estacionamento em paralelo. Dimensão da vaga (m) Largura da via para manobras (m) Estacionamento Comprimento Largura Entrando na vaga de ré Motorista oposto à vaga Motorista ao lado da vaga 2. Estacionamento 30 45 60 Dimensão da vaga (m) Comprimento 4.3.3.5.30 Motorista ao lado da vaga 2. 45º.40 .20 2.20 .20 .80 .3.20 .60 . apresenta-se as dimensões ideais para estacionamentos em paralelo.50 .55 . 30º.6 Com o objetivo de definir um dimensionamento mais adequado das vagas e larguras das vias de acesso.00 4.60 .

com sentido duplo de circulação. com sentido único de circulação.92 90 4.5.50 o o Largura 2. fundamentado nos resultados apresentados.5.20 Tabela 19 – Dimensões das vias de acesso às vagas selecionadas.40 5.60 .50 2.00 . Dimensão da largura da via e acesso à vaga por ângulo de estacionamento (m) Em paralelo 30o 45o 60o 90o 3. Dimensões a vaga por ângulo de estacionamento (m) 30 / 45 / 60o / 90o Em paralelo Comprimento Largura Comprimento 4.90 .40 de frente 4.00 2.90 de ré 5.4.80 4.5.50 .50 . adota-se o padrão de vaga resumido nas tabelas a seguir: Tabela 18 – Dimensões de vagas adotadas.30 2.20 .00 Tabela 20 – Dimensões das vias de acesso às vagas.20 5.40 5.6.00 de ré 4.50 5.40 90 6. Dimensão das vias de acesso às vagas com sentido duplo de circulação (m) Em paralelo 30 45 60 5.2.00 .00 Estas dimensões devem servir de parâmetro de projeto para o local onde os veículos do estarão disponíveis nas estações. Assim.30 3.10 de frente 4.40 5.

CUSTO DOS ESTACIONAMENTOS Baseado no modelo de negócio em que estacionamentos existentes servirão como estações. a diferença entre preços da diária de estacionamento em diversos bairros paulistanos pode chegar a mais de 400%. para o proprietário do estacionamento. os custos do serviço estão diretamente relacionados ao valor cobrado pelo estacionamento. assume-se a hipótese de que o custo de estacionamento será igual à tarifa aplicada regularmente nos estaciomentos na cidade de São Paulo. Assim. Além disso. A diária de estacionamento. 11. .93 Figura 27 – Esquema das dimensões das vias com sentido duplo de circulação. Segundo levantamento feito pelo iG e divulgado em junho de 2011. no Itaim-bibi é.00 enquanto que no bairro Itaquera é de menos de cinco reais. O Gráfico 9 mostra o preço da diária do estacionamento cobrado em 11 bairros da capital paulista. não existe vantagem em reservar uma vaga existente no estacionamento para um cliente comum ou para o serviço de compartilhamento de veículos. Unidades em metros. Fonte: YAMAGUISHI. Boletim Técnico da CET. de R$25. Estes preços serão utilizados posteriormente como refência no estudo de viabilidade financeira. em média. 33: Áreas de estacionamento e gabaritos de curvas horizontais.4. ADA TAKAGAKI.

.1. o mecanismo que regula a disponibilidade dos veículos e das vagas de estacionamento é o preço pago para a retirada em um local e para a devolução em outro local.94 Gráfico 9 . pode-se ter uma solução para o ajuste de oferta e demanda de veículo. 11. Levanamento iG realizado em junho de 2011.5. combinado com incentivos no preço. Dado o fato de que veículos podem ser retirados e devolvidos em qualquer uma das estações. é necessário um mecanismo que ajuste a disponibilidade dos veículos e de vagas de estacionamentos ao longo do dia e ainda tendências viciosas de retirada de veículos em certa estação e de devolução em outra. Portanto. 11.5. Precificação dinâmica Tomando vantagem da elasticidade da origem e do destino da viagem. SISTEMA DE PRECIFICAÇÃO O sistema de precificação tem a finalidade de ajustar a demanda por veículos e a oferta destes nas estações.Preço da diária de estacionamento em 11 bairros da capital paulista.

há a flexibilidade de andar alguns quarteirões para achar um veículo no caso de indisponibilidade na estação mais próxima.95 Entretanto. porém. J. Da mesma forma. podendo-se caminhar. . et al. Logo. Demanda alta + Quantidade de veículos baixa = Preço de devolução baixo Destino da viagem Demanda elevada + Quantidade de veículos baixa = Preço de retirada alto Escolha da viagem mais barata Demanda baixa + Quantidade de veículos alta = Preço de devolução alto Demanda baixa + Quantidade de veículos alta = Preço retirada baixo Origem da viagem Figura 28 – Sistema de precificação dinâmica para ajustar a oferta e a demanda de veículos nos locais de devolução retirada. um sistema de precificação dinâmica pode equilibrar a distribuição espaço-temporal dos veículos e da disponibilidade de estacionamentos.. Em um sistema de compartilhamento de veículos ideal não haveria a de estacionamento e a entrega dos veículos seria casada perfeitamente com o momento da retirada por outro usuário. nem todas as viagens são elásticas e em alguns casos os usuários não possuem muitas escolhas. Em outras palavras. Fonte: MITCHELL. entretanto. Na prática. pode não haver grandes problemas em deixar o veículo alguns metros a mais do destino final. caso haja mais estação ao redor. Muitas vezes. W. ao sair de casa para ir a uma estação de metrô pela manhã. origens e destinos menos convenientes podem se tornar mais atrativos se incentivados com preços menores de retirada e devolução do veículo. é necessária a existência de um excesso de vagas e de veículos. não há muita escolha do horário e do local de início e fim da viagem. Reinventing the automobile [2]. Por exemplo.

o caminho proposto demora 23 minutos e possui 11. uso e devolução Embora. propõe-se a utlização do metrô mais um ônibus. seja um indivíduo que deseja deslocar-se da região da Vila Madalena em São Paulo para o Aeroporto de Congonhas. veículo particular e taxi. dada a informação da CET. Utilizando veículo taxi. Considerando como exemplo. transporte fretado. o seu detalhamento e dinâmica esta fora do escopo deste trabalho. Valor das tarifas de retirada. Em transporte comum. segundo o Google Maps. 11. realizando o trajeto mais rápido (dada que a utilização é cobrada por hora de uso). para a realização de um trajeto. conforme mostrado na Figura 29.2. portanto. Limitando-se a uma viagem a qual não é possível ser realizada a pé ou de bicicleta e ignorando outras formas e transporte como fretados que não encontram-se disponíveis a todos e somente em horários específicos. entre outros.6 km de extensão. veículo próprio. com duração total de 1h e 8 minutos. Da perspectiva do usuário. este busca minimizar a quantidade de estacionamentos e veículos (dado que estacionamentos e veículos representam maiores custos) de modo a prover níveis de serviço suficientes para atender a demanda. este pretende minimizar o custo da viagem. Dados os benefícios oferecidos pelo serviço de veículos compartilhados e o valor percebido pelos usuários. o custo para usuário do sistema de compartilhamento de veículos deve estar entre o custo do uso de transporte comum (opção mais barata) e taxi (opção mais cara). Isto é alcançado retirando o veículo no ponto de retirada mais barato.5. patins). skate. em 2008. taxi.96 Da perspectiva do operador. o sistema de precificação seja significante para o funcionamento do sistema de compartilhamento de veículos. segundo o Google Maps. veículo não motorizado (bicicleta. à determinação de um custo médio de retirada e outro de devolução. . Limita-se. além da tarifa por hora de uso de veículo. Isto posto. restam três formas de transporte além da proposta de veículos compartilhados: transporte comum. transporte comum (ônibus. Porém. a velocidade média no pico da tarde é de 14.8 km/h e isto leva a um tempo de viagem de 47 minutos. metrô e trem). e devolvendo no ponto de devolução mais barato. um indivíduo conta com diferentes formas de transporte: a pé.

Exemplo de trajeto a ser realizado. Entretanto. para o trajeto proposto.10. Ponto A. baseado nos custos de viagem utilizando serviços substitutos.10. dada a maior semelhança do serviço de veículo compartilhado e taxi – exceção de que no veículo compartilhado o usuário é o condutor .10 de bandeirada e mais R$2. considerando R$ 4. o custo total da viagem utilizando o serviço de veículos compartilhados deve ser entre R$ 4. Fonte Google Maps. transporte comum e taxi.90 e para o ônibus de R$ 1.40.97 Figura 29 . Para o mesmo trajeto realizado de taxi comum em bandeira 1.50 por quilômetro rodado. destino : Aeroporto de Congonhas. Ponto B. Portanto. Assim. o preço total é de R$ 33.40 e R$ 33. considerando a tarifa vigente em 2011 para o metrô de R$ 2. origem : Vila Madalena.50 (realizando integração com o cartão Bilhete Única) e do o custo total de translado para transporte comum é de R$ 4.

O custo total utilizando veículos compartilhados será de R$ 39. R$ 4.8 km/h no horário de pico da tarde.00 por meia hora de uso apresentado no estudo de mercado na seção 8.35 (bandeirada R$ 4.50 de devolução. portanto. para a retirada do veículo R$ 4.35 ou 56% em relação à viagem de taxi.50.50 e outros R$ 4. em média. Neste novo exemplo.98 – espera-se que o custo total da viagem para o sistema de veículos compartilhados seja mais próximo do taxi do que do transporte comum.1 km e.10 ou 37% sobre o valor do uso de taxi.6.00 para cada 30 minutos de uso R$ 4. para a devolução do veículo . o custo total de taxi será de R$ 89. em média. Há uma economia de R$ 50.00 por cada 30 minutos. a distância a ser percorrida será de 34. seja a mesma origem da Vila Madalena. o tempo de translado será de 138 min. o mesmo trajeto da Vila Madalena até o Aeroporto de Congonhas custará o usuário R$ 21.50 por km rodado).50 custo de devolução). representando uma economia de R$ 12. seja a disposição a pagar pelo uso do serviço de veículos compartilhados de R$ 6. Então.50. Como outro exemplo.00 (R$ 6. Adotando-se um custo médio de retirada do veículo de R$ 4. mas com destino ao Aeroporto Internacional de Guarulhos. Logo.10 e R$ 2. os preços adotados para a tarifa do sistema de veículos compartilhados são:    R$ 6. utilizando o tempo médio de tráfego de 14.50 custo de retirada mais R$ 4. Segundo o Google Maps.00.

4 . a potência do motor determina os limites de aceleração. a tração nos pneus pode ser o fator limitante. a potência do motor ou os limites de tração nas rodas. quanto mais alta a velocidade menor a aceleração no caso da potência do motor ser constante. A potência do motor deverá ser tal que a tração na velocidade máxima equilibre com as forças resistivas aerodinâmicas e de rolagem. o limite que prevalece depende da velocidade do veículo.3.Identificação das métricas e determinação das especificações foram determinadas as características básicas esperadas sobre o veículo e especificações as quais os veículos devem atender. 12.Determinação das características do serviço. Da Segunda Lei de Newton: Equação 8 . mais especificamente no item 10. Isto posto.99 12. DETERMINAÇÃO DOS VEÍCULOS Na seção 10 . POTÊNCIA DO MOTOR A potência do motor será determinada a partir do cálculo da aceleração dada velocidade máxima do veículo. 12. Força de tração O limite de aceleração pode ser determinado negligenciando-se as forças resistivas que agem no veículo. Entretanto. Entretanto. Em velocidades elevadas. as informações técnicas a serem determinadas são as seguintes:   Potência do motor Torque de partida O máximo desempenho da aceleração longitudinal de um veículo é delimitado por dois fatores. uma vez que.1. tais informações servem apenas de orientação e é necessário determinar as características técnicas para a escolha dos veículos a serem utilizados. em velocidades baixas.1.1. enquanto que.

provocadas pela interação da superfície do veículo com o ar. possuem duas componentes: uma na direção vertical e outra na horizontal. . Entretanto.2. chamadas respectivamente de sustentação (FL) e arrasto (FD). As duas forças resistivas atuando sobre o movimento do veículo são o arrasto do ar e o contato das rodas com o chão.1. Potência do motor Velocidade longitudinal do veículo Por causa termo velocidade no denominador da Equação 9 implica que a aceleração diminui com o aumento da velocidade no caso da potência do motor permanecer constante.100 Onde. 12. Massa do veículo Aceleração longitudinal na direção do movimento Força de tração Dado que a potência é igual à força de tração vezes a velocidade do veículo na direção longitudinal do movimento: Equação 9 Onde. Resistência aerodinâmica As forças aerodinâmicas. é necessário acrescentar a influência das forças resistivas para se determinar a potência do motor necessária para manter o veículo à uma velocidade constante e igual à velocidade máxima imposta pelos critérios de projeto. dada a simplicidade do modelo apresentado.

101 FL FD Figura 30 – Forças aerodinâmicas de arrasto (FD) e sustentação (FL). Portanto. Força de arrasto Coeficiente de arrasto Densidade do ar Velocidade do veículo Área frontal . é determinado experimentalmente através de ensaios em laboratórios. Fonte: Fundamentals of Vehicle Dynamics. A força de arrasto pode ser determinada através do coeficiente de arrasto do veículo (CD) que. por sua vez. a força de arrasto é dada por: Equação 10 Onde. Gillespie – SAE. dado o coeficiente de arrasto (CD). A componente das forças aerodinâmicas na direção do movimento do veículo velocidade do veículo e que irá influenciar a velocidade máxima desempenhada é o arrasto (FD). Thomas D.

tais como a temperatura dos pneus. Entretanto.1. o design e o material do pneu . neste trabalho será utilizado o peso do veículo. de ser utilizado. o peso dinâmico do veículo. a velocidade do veículo.3.102 12. o cálculo do peso dinâmico complica o cálculo sem aumentar significativamente a precisão dos resultados (desprezando a sustentação). considerando o veículo como um todo. Diferentes fatores afetam a resistência de rolagem. Por essa razão. Perda de energia em quebra-molas Assim. Resistência de rolagem Resistência de rolagem nas rodas dianteiras Resistência de rolagem nas rodas traseiras Coeficiente de resistência de rolagem Peso do veículo Para cálculos mais corretos. a pressão interna nos pneus. Existem pelo menos sete mecanismos responsáveis pela resistência de rolagem:        Perda de energia devido à deformação do pneu na região de contato com o chão Perda de energia devido à deflexão do chão Atrito na linha de contato Escorregamento do pneu nas direções longitudinais e laterais Deflexão da superfície da estrada Arrasto do ar nas superfícies fora e dentro do pneu. Resistência de rolagem A outra força resistiva que atua sobre o movimento do veículo é devido ao contato das rodas com o chão. a resistência de rolagem total é dada pela soma das resistências em todas as rodas: Equação 11 Onde. resistência de rolagem. incluindo o efeito da aceleração e forças de sustentação.

outra força que influencia a aceleração do veículo é a inclinação da estrada. 12. haverá uma componente da gravidade agindo a favor. e . O Instituto de Tecnologia Stuttgart desenvolveu a seguinte equação para determinar a resistência de rolagem em uma superfície de concreto: Equação 12 Onde. Neste caso. ou contra o movimento do veículo no caso de uma subida. Coeficiente de resistência de rolagem Coeficiente básico Coeficiente do efeito da velocidade Velocidade em km/h Os dois coeficientes. no caso de uma descida. Thomas D. dependem da pressão no interior os pneus e são de- Figura 31 – Coeficientes e da Equação 12.4.103 e o escorregamento. .1. Fonte: Fundamentals of Vehicle Dynamics. Gillespie – SAE. terminadas a partir Figura 31. Inclinação da estrada Além das forças resistivas discutidas nesta seção.

da resistência de rolagem e da inclinação do terreno. dada pela soma das forças aerodinâmicas. Dado pelas equações Equação 8. conforme indicado na Figura 32. Equação 14 g 12.104 A componente da força peso que atua na aceleração do veículo é dada pela Equação 13. Ft Fn Ɵ Figura 32 – Componentes normal ( ) e tangencial ( ) da força peso.1.5. constituem a carga a qual a propulsão do veículo deve vencer. Componente tangencial da força peso Peso do veículo Ângulo de inclinação da estrada. a resistência total ( ) deve ser igual à força de tração ( ) calculada na velocidade máxima para se determinar a potência necessária. . Resistência total Portanto. Equação 13 Onde. Equação 9 e Equação 14: rearranjando-se os termos. A força total atuante no veículo.

possuem massa entre 850 kg e 950 kg. o GM Celta e o Ford Ka. com 1130 kg. portanto. Veículos compactos como. o veículo deve ser capaz de manter uma velocidade de 100 km/h constante em uma estrada sem inclinação. altura de 1500 mm e largura de 1750 mm. Veículos de maior porte. altura de 1450 mm e largura de 1650 mm.105 Equação 15 Onde. por exemplo. um veículo de referência. possuem massa de 1300 kg. como. As peruas. 1550 mm e 1660 mm. Admite-se.1. o Renault Clio. . Potência do motor Peso do veículo Velocidade do veículo Coeficiente de resistência de rolagem Ângulo de inclinação da via Coeficiente de arrasto Densidade do ar Área frontal do veículo 12. em média. Cálculo da potência do motor Do critério de projeto. como os sedans Honda Civic e Toyota Corolla. altura e 1510 mm e largura de 1680 mm para a determinação da potência necessária do motor. Quantos às dimensões. possuem massa de 1150 kg e dimensões de altura e largura. aproximadamente. Portanto. respectivamente. ( )e . possuem. por exemplo o VW SpaceFox e o Fiat Palio Weekend.6.

1 e 3.9 Montadora GM Renault Ford VW Fiat Honda Toyota Veículo Celta Clio Ka Média SpaceFox Palio Weekend Média Civic Corolla Média Geral Média Altura Largura Massa (kg) (mm) (mm) 910 1430 1620 880 1420 1640 943 1640 1640 911 1497 1633 1150 1550 1660 1187 1590 1660 1169 1570 1660 1322 1450 1740 1285 1304 1128 1480 1465 1511 1760 1750 1681 Sedan Perua Compacto Para a determinação do coeficiente de rolagem. admite-se a pressão nos pneus . 20]. . . Portanto. variam entre 3. dependem da forma do veículo e. típi- 9 Fonte: Revista 4Rodas. de 30 psi. editora Abril.106 Tabela 21 – Dimensões de alguns veículos. segundo Gillespie [ref. A Figura 32 mostra a distribuição de pressão. A partir da Equação 12: Coeficientes de arrasto. . para fins de projeto utilizar-se-á o coeficiente de arrasto co de veículos compactos tipo hatch. os coeficientes de arrasto e de sustentação para diferentes tipos de veículos. e . Da Figura 31.6 para veículos comerciais.

cavalos-vapor (cv). 10 Fonte: R. tem-se a densidade do ar (à temperatura de 20oC e à . SAE. Fundamentals of Vehicle Dynamics.. Gillespie. Applied Fluid Dynamics Handbook. pressão atmosférica padrão. Van Nostrand Reinhold Co.107 Figura 33 . D. Por fim. . Blevins. New York. Fonte: Thomas D. W Convertendo-se a potência determinada para o motor em unidades usuais ao comércio de veículos..Coeficientes de arrasto e sustentação para diferentes tipos de veículos. 1 atm)10 e a aceleração da gravidade Então. Inc. tem-se que a potência do motor deve ser de . 1984.

SAE. . Gillespie. o tipo de terreno e os parâmetros do veículo. Fundamentals of Vehicle Dynamics. Equação 16 . Pretende-se determinar potência exigida do motor para partir o veículo em um reta de inclinação 20o.1. Coeficiente de atrito Peso na rodas frontais O peso nas rodas a ser considerado deve ser o peso nas rodas motoras. dada pela máxima inclinação do terreno. o limitante da aceleração máxima é a tração nos pneus devido ao atrito como solo. Neste caso. a tração de partida nos pneus pode ser determinada. considere o veículo indicado na Figura 34. a aceleração pode estar limitada pelo coeficiente de atrito entre o pneu e a estrada. Fonte: Thomas D. Neste caso. Além disso. 12. o peso nas rodas depende do peso estático do veículo mais a componente dinâmica devido à carga da aceleração.2. onde se mostra as principais forças atuantes.108 12. é dada por: Onde. Assim. Assim. a força de tração no sentido do movimento do veículo.2. Aceleração limitada pela tração Admitindo que haja potência o suficiente do motor. são as rodas frontais. Figura 34 – Principais forças atuantes no veículo. que exercem a força de tração. TORQUE DE PARTIDA Em baixas velocidades.

Portanto. as forças normais de contato com o chão (Pf e Pr) e a força inercial (P/g ax) no sentido contrário ao movimento devido à aceleração do veículo. Equação 20 . Fxr é igual a zero. da Segunda Lei de Newton e ignorando as forças resistivas de rolagem e aerodinâmicas. as forças de tração (Fxf e Fxr). substituindo na Equação 16 Equação 18 Porém. a forças resistivas aerodinâmicas (DA na figura) e de rolagem (Rxf e RXr na figura) podem ser desprezadas. Além disso.109 Dada a hipótese de partida do veículo. a força inercial vale: Equação 19 Assim. Do equilíbrio de momento. devido às baixas velocidades. restam apenas as componentes do peso (P). no ponto A: Então. Equação 17 Logo. considerando que o veículo possui tração apenas nas rodas dianteiras. Resolvendo a equação em .

2.2. Começando pelo motor. Tração de partida nas rodas Coeficiente de atrito do pneu com o chão Peso do veículo Distância entre eixos Distância do centro de massa à roda traseira Ângulo de inclinação do plano da rua Altura do centro de massa ao chão 12. . o torque real deve levar em conta a inercia de componentes rotativos do motor e de toda a transmissão. Imagem: Encyclopedia Britannica. Figura 35 – Componentes moto-propulsores do veículo. Inc. Torque de partida do motor A determinação do torque de partida do motor exige a modelagem dos sistemas mecânicos os quais o motor está acoplado até a transmissão à roda.. Entretanto. é importante lembrar que o torque fornecido pelos fabricantes é medido em dinamômetros a velocidades constantes.110 Onde. 2011.

o torque de saída vale: Equação 23 Onde. o torque real transmitido é dado por: Equação 21 Onde. dado que o torque de entrada na transmissão é o torque de saída na embreagem ( . Considerando a inércia do eixo de saída. Torque na embreagem Torque no motor Momento de inércia do motor Aceleração angular do motor O torque de saída da embreagem é amplificado pela transmissão. mas reduzido devido à inércia das engrenagens e dos eixos. tem-se: Equação 22 Onde. Torque de saída Momento de inércia do eixo de saída Relação de transmissão final E a força de tração é dada pela seguinte relação. Torque na transmissão Momento de inércia da transmissão Relação de transmissão Por fim. Força de tração . considerando também a inércia das rodas: Equação 24 Onde.111 Seja somente o conjunto motor-embreagem. o torque de saída ( é transmitido às rodas que provêem a força de tração ( ). Portanto.

Equação 26 E a aceleração angular da roda em termos da aceleração longitudinal do veículo ( ): Equação 27 Resolvendo as equações Equação 21 a Equação 27. E o torque do motor é dado por: Equação 29 .112 Radio da roda Momento de inércia da roda Aceleração angular da roda As acelerações angulares do motor ( em termos da aceleração angular da roda ): ) e do eixo de saída ( ) podem ser escritas Equação 25 e. Equação 28 Substituindo a Equação 19 na Equação 28.

Além disso.. Assim. .3. . Tire/road friction coefficient estimation applied to road safety [25]. Cálculo da tração de partida o motor Seja a Equação 20. segundo R. apresentados na Tabela 22 – Coeficiente de atrito para diferentes tipos de estrada Tabela 22 [25]. O coeficiente de atrito do pneu com o solo é função da velocidade do veículo para frente e do escorregamento com o solo e depende. Fonte: R. Ghandour et al.113 12. para fins de projeto. O escorregamento é dado por: Equação 30 Onde. Velocidade do veículo para frente Velocidade angular da roda Raio da roda O coeficiente de atrito pode ser obtido da Figura 36. serão adotados os valores para o coeficiente de atrito. portanto. seus parâmetros podem ser definidos conforme a seguir. Figura 36 . [25]. neste calculo o veículo estará submetido a uma pista de asfalto seco.Coeficiente de atrito ( ) em função do escorregamento (s). entre outros fatores.2. Ghandour et al. . do tipo de solo.

6 0. utilizarse-á valores típicos de veículos compactos e longos conforme as informações dispostas na DIN 70020. Além disso. conforme indicado na Figura 37. será feita a extrapolação de que a altura do centro de massa do veículo estará próxima do ponto de referência do assento (Ponto R). . . dada a falta de disponibilidade de informações específicas dos veículos. Fonte: Bosch Automotive Handbook [26].05 Quanto à altura do centro de massa do solo.9 0.114 Tabela 22 – Coeficiente de atrito para diferentes tipos de estrada Tipo de Estrada Coeficiente de atrito ( ) Asfalto seco Asfalto molhado Neve Gelo 0.2 0. Parte 1. Figura 37 – Posição do ponto de referência do assento (Ponto R). Fonte: Bosch Automotive Hand Book [26]. A primeira. serão admitidas duas hipóteses. Figura 38 – Dimensões internas e externas típicas do veículo.

a altura do centro de massa do veículo vale . No caso de compactos.Dimensões típicas de veículo compacto e longo (DIN 70020. . distância entreeixos ( ) de 2521 mm. estes possuem. Fonte: Bosch Automotive Handbook [26]. a distância do centro de massa para a roda traseira ( ) será dada pela diferença da distância entre eixos (L 103) e a distância do centro da roda dianteira ao ponto-R (L 114).115 Tabela 23 . traseira Espaço efetivo para a cabeça. como sedans. traseira Espaço para o quadril. Parte 1). frente Espaço para o ombro. frente Espaço efetivo para a cabeça. frente Ponto-R para o calcanhar do acelerador. Dimensão H5 H 30 H 31 H 61 H 63 H 101 L 13 L 50 L 101 L 103 L 114 W3 W4 W5 W6 W103 Descrição Ponto-R para o solo. o entre-eixos vale em média 2453 mm e para veículos longos. respectivamente para compactos e veículos longos. em média. Assim: Dado universo de veículos analisados. traseira Largura geral do veículo Compacto (mm) 460 240 300 940 920 1360 480 710 2430 3840 1250 1310 1290 1260 1240 1620 Carro longo (mm) 510 300 310 980 950 1400 630 830 2880 4930 1590 1430 1420 1430 1470 1820 Portanto. frente Espaço para o quadril. para fins de projeto. Isto pode ser comparado aos valores típicos fornecidos na Tabela 23. média entre a distância do Ponto-R para o solo (H 5) para carro compacto e carro longo. traseira Altura do veículo Volante para o pedal do freio Ponto-R (frente para o assento traseiro) Entre-eixos Comprimento geral do veículo Centro da roda frontal para o Ponto-R Espaço para o ombro. frente Ponto-R para o calcanhar do acelerador. 2650 mm. 2430 mm e 2880 mm. Da mesma forma.

e. admitindo a distância entre eixos Sedan Perua .116 Tabela 24 – Distância entre eixos dos veículos analisados.1. 1130 kg. pode-se então calcular a força de tração dada pela Equação 20: . conforme abaixo: Dimensão L c Compacto (mm) 2430 1180 Adotado (mm) 2521 1202 Carro longo (mm) 2880 1290 Logo.6. Compacto Montadora GM Renault Ford VW Fiat Honda Toyota Veículo Celta Clio Ka Média SpaceFox Palio Weekend Média Civic Corolla Média Geral Média Entre eixos (mm) 2440 2470 2450 2453 2460 2460 2460 2700 2600 2650 2521 Assim. editora Abril. Utilizando a massa do veículo adotado no item 12. Fonte: Revista 4Rodas. dada a inclinação máxima especificada de 20o. pode-se determinar a dis- tância aproximada do centro de massa à roda traseira fazendo a interpolação dado a distância entre eixos do admitida 2521 mm e os pontos dos carros compacto e longo. . todos os parâmetros estão determinados.

até seis marchas. Portanto. . Portanto não foram considerados efeitos de deformação elástica nos elementos da transmissão. seja o diâmetro da roda. o torque de partida do motor pode ser determinado após definidos todos os parâmetros da Equação 29. Portanto. para a partida do veículo em 1a marcha.1017 3 0. a relação de transmissão da transmissão (dependendo do número de marchas) é aproximadamente entre 4 e 5. do para os cálculos é . a inércia da transmissão vale . a inércia do motor vale estão resumidos na Tabela 25 e a inércia do eixo de saída. . a relação de transmissão final varia entre 3:1 e 6:1. Assim. que implicariam em uma menor relação de transmissão. considere os valores fornecidos por Gillespie [20] para um veículo de passeio. utilizando o limite inferior. A inércia da roda vale . Segundo o Bosch Automotive Handbook [26]. Ainda segundo o Bosch Automotive Handbook [26].0791 4 0. Logo.0339 kg m . o raio adota- . Utilizando o limite inferior como parâmetro de projeto. A eficiência em transmissões podem ser tão elevadas quanto 99%.117 Assim. Da Tabela 26. os dados da transmissão Tabela 25 – Inércia da transmissão para diferentes marchas Marcha Inércia 1 0.1469 2 0.0565 5 2 0. ocasionalmente. A maioria das transmissões em veículos de passeio possui cinco ou. a relação de transmissão da 1a marcha será considerada . Pela falta de informação mais precisa em relação à inércia do motor e dos componentes da transmissão.5.

. mantendo os mesmos parâmetros. com pneu. foi adotado a média entres os valores apresentados. mostra que veículos compactos com massa de 911 kg devem ter um torque motor de pesados. Gillespie [20]. utilizando-se os valores mínimos. devem ter um torque de Enquanto veículos mais . . uma simples análise de sensibilidade. mantendo-se . Compacto Montadora GM Renault Ford VW Fiat Honda Toyota Veículo Celta Clio Ka Média SpaceFox Palio Weekend Média Civic Corolla Média Diâmetro da roda (mm) 561 583 561 569 596 601 598 625 632 629 598 Adotado Sedan Perua Média Em unidades usuais na comercialização de veículos. para diversos veículos. Para projeto.118 Tabela 26 – Diâmetro da roda. o torque de partida do motor. o torque deve ser . como sedans de massa 1304 kg. mas alterando apenas a massa do veículo. É importante lembrar também que as relações de transmissão foram sub-avaliadas. Além disso. Com valores mais freqüentes a carros de passeio. . como todos os outros parâmetros.

4. São elas. é insuficiente para atingir os ganhos de escala para redução dos custos fixos de produção. no caso do cenário mais intenso. Hyundai. 727 mil. Há também outras como Renault. Peugeot. Volkswagen e Fiat. General Motors. Jac e Chery. As montadoras nacionais de veículos produziram. Desde modo. Ford.3. foram escolhidos apenas alguns veículos de algumas montadoras para uma análise mais profunda. implica em uma produção anual de aproximadamente 3000 veículos. 161 mil. 12. General Motors. Montadoras de menor porte. No caso limite em que a frota é renovada anualmente. 132 mil e 131 mil veículos. PROJETO PRÓPRIO OU USO DE VEÍCULOS EXISTENTES O total de veículos projetados para o funcionamento do sistema de veículos compartilhados é de 2969 veículos. respectivamente. TIPO DE MOTOR E FONTE ENERGÉTICA Dada a tecnologia disponível atualmente para veículos automóveis no Brasil. Volkswagen. neste trabalho. Renault. propõe-se a utilização de veículos de combustão interna. a produção anual de 3 mil veículos. o uso de veículos disponíveis pelas montadoras. 236 mil. Além das menos tradicionais como Kia. Assim. Fiat. 12. propõe-se. diversas montadoras de veículos que produzem inúmeros modelos de carros. 576 mil e 531 mil veículos. como Ford. como por exemplo. . produziram em 2010. Portanto. dado o enorme universo de veículos disponíveis para a escolha do modelo a ser utilizado no serviço de compartilhamento de veículos. as mais tradicionais. Honda e Toyota. produziram em 2010.119 12. Os números mostram que a produção de veículos exige produção em alta escala. respectivamente. Os veículos selecionados estão resumidos na Tabela 27. VEÍCULOS DISPONÍVEIS Existem no mercado brasileiro.5. Peugeot-Citroën e Honda.

120 Tabela 27 – Veículos selecionados para análise Tipo Montadora Renault Chery Chery Fiat Fiat Ford Ford GM GM Jac Renault Peugeot Citroen VW VW Fiat Renault VW Fiat GM Peugeot VW Renault Honda Peugeot Toyota VW Honda Hyunday Kia Toyota Veículo Sandero Face QQ Uno Mille Fiesta Ka Agile Celta J3 Clio 207 C3 Fox Gol Palio Weekend Grand Tour SpaceFox Strada Montana Hoggar Saveiro Fluence Civic 408 Corolla Jetta CR-V ix35 Sportage RAV4 SUV Sedan Picape Perua Compacto .

pode implicar no evento de um veículo nunca mais retornar à sua estação de origem. a reserva de um determinado modelo de veículo para um determinado horário implica na necessidade de devolução do veículo na mesma estação ou do congelamento do uso deste veículo até que chegue o momento da reserva. Desta forma. Ou seja. voltando ao caso em que determinado usuário reserva um veículo pela manhã e pretende retirado no final da tarde. pois não há o veículo em que se havia pensado utilizar. Uma vez que não há distinção entre os . O fato de possibilitar a reserva de um veículo esta. seja a situação em que. admitindo-se que existam diferentes modelos e tipos de veículos. sem necessidade de reserva prévia. havendo diversos modelos de veículos. Por outro lado. ou em que os modelos são equivalentes. Assim. Quanto à reserva. no limite. Estas duas implicações vão contra os requerimentos de uso livre e devolução em qualquer estação apresentadas na seção 10. A mobility-on-demand. e que usuário realize uma reserva pela manhã de determinado veículo para utilizar no final do dia. a frota pode transitar livremente de estação em estação sem jamais retornar à estação inicial.4. certa forma.1.121 12. Na situação em que não existem diferentes modelos.3. ou seja. é necessário responder à seguinte pergunta: o serviço de compartilhamento de veículos oferecerá apenas um modelo de veículo ou diversos? Antes de responder a esta pergunta. contrário à proposta do sistema de mobility-on-demand. acesso a uma estação para retirada do veículo e devolução outra estação qualquer. abordaremos dois assuntos correlatos: a questão da reserva e a da mobility-on-demand (tradução livre: mobilidade-à-demanda). A dinâmica da mobility-on-demand pode fazer com que o veículo nunca retorne para a estação e tão pouco haverá a obrigação de que esteja no horário reservado caso outros usuários o utilizem.5. um usuário pode chegar à estação e deparar-se com um veículo que está totalmente fora de suas necessidades de uso ou que os custos de utilização estão fora do esperado. Diferenciação dos veículos oferecidos Para a determinação dos veículos a serem utilizados no serviço. podem-se propor as seguintes soluções para o problema da reserva e da quebra da expectativa do veículo a ser encontrado na estação. havendo um equilíbrio dinâmico.

Informações técnicas dos veículos Sejam as informações técnicas dos veículos apresentado nos anexos D a H Em comparação com os resultados calculados nos itens 12.5. Em (i). Tabela 28 – Média da potência e do torque por grupo de veículo analisado em comparação com o calculado.3 152 20. portanto. variando de zero ao número máximo de vagas e. diferenciação entre os veículos oferecidos.0 112 16.122 modelos. a partir de uma hora antes do horário reservado. tipo de veículo estará na estação e também implica no fato de a tarifa a ser cobrada pelo uso do veículo ser a mesma. qualquer veículo depositado seria bloqueado caso não haja veículo para garantir a reserva.1 e 12. pelo menos. Potência (cv) Torque (mkgf) 86 12. Isto posto pode-se responder à questão: o serviço de compartilhamento de veículos oferecerá apenas um modelo de veículo ou diversos? A resposta é que haverá apenas um modelo de veículo ou que a família de veículos será equivalente.2.6 22 9.1 101 14. Quanto à quebra da expectativa do veículo a ser encontrado e ao preço a ser pago pelo serviço.1 164 20.7 Compacto Perua Picape Sedan SUV Calculado . o número de veículos na estação poderia flutuar livremente. 12.2 relativos à potência do motor e do torque de partida. Desta forma pode-se resolver o problema da reserva de duas maneiras (i) o número de veículos na estação fica garantido através do bloqueio do veículo apenas algumas horas antes do horário da reserva e (ii) simplesmente não há reserva. Não haverá. o simples fato de haver veículos iguais ou equivalentes implica no conhecimento de qual veículo ou. a reserva pode simplesmente garantir que haverá um veículo no horário reservado. percebe-se que os veículos disponíveis estão todos sobre dimensionados para o uso estritamente urbano projetado para o veículo do serviço de compartilhamento de veículos.

4 kg/mkgf (inferior ao critério de 116.5 11.2 9. são eles o Chery QQ.9 Uma análise mais profunda sobre as informações dispostas nos anexos D a H. pode-se utilizar as relações Masas/Potência e Massa/Torque. revela que de fato. Tabela 29 – Média das relações massa/potência e massa/torque por grupo de veículos analisados em comparação com o calculado. menor será o requisito de desempenho do veículo. todos os veí- . considerando o critério de torque mínimo calculado para veículos compactos. Em relação ao torque.9 116.6 84. Em relação aos critérios normalizados de Massa/Potência e Massa/Torque. o Fiat Uno e Ford Ka. uma vez que o veículo com a maior relação Massa/Potência é o Cherry QQ com 13.9 50. todos os veículos respeitam o critério de potência mínima de 22 cv.7 mkgf. de forma que quanto maior a massa por potência ou torque. Compacto Perua Picape Sedan SUV Calculado Massa/Potência (kg/cv) Massa/Torque (kg/mkgf) 11.9 kg/cv (inferior ao critério de 50. todos os veículos analisados estão sobre-dimensionados.2 68.9 kg/cv) e o veículo com a maior relação Massa/Torque é o Ford Ka com 101.9 kg/mkgf).4 74.9 75.4 10. três veículos não cumprem o critério de torque mínimo de 9.6 9. culos respeitam o critério de torque. A tabela abaixo resume os resultados da média dos veículos analisados por categoria. .2 79.123 A fim de normalizar os resultados. Porém.

8 16 15.7 > 9.6 12. Potência (cv) 95 84 68 88 66 107 73 102 78 108 77 82 82 104 71 117 115 104 86 102 113 104 143 192 151 153 120 150 168 166 170 Critério (cv) > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 Torque (mkgf) 14.6 15.7 > 9.1 11.3 13.1 22. Tour SpaceFox Strada Montana Hoggar Saveiro Fluence Civic 408 Corolla Jetta CR-V ix35 Sportage RAV4 SUV Sedan Picape Perua Compacto Conclui-se.3 19.4 19.7 14.2 12.7 > 9.7 > 9.7 > 9.5 9.7 > 9.7 18.7 > 9.7 > 9.7 > 9. .7 Montadora Renault Chery Chery Fiat Fiat Ford Ford GM GM Jac Renault Peugeot Citroen VW VW Fiat Renault VW Fiat GM Peugeot VW Renault Honda Peugeot Toyota VW Honda Hyunday Kia Toyota Veículo Sandero Face QQ Uno Mille Fiesta Ka Agile Celta J3 Clio 207 C3 Fox Gol Palio Weekend Mégane G.7 > 7.7 > 9. portanto.4 20.7 > 9.1 10.3 9.7 > 9.0 20.7 > 9.7 > 9.5 15.2 15. que todos os veículos analisados respondem aos critérios de desempenho impostos.7 > 9.7 > 9.7 > 9.8 Critério (mkgf) > 9.7 > 7.85 12.4 9.7 > 9.5 13.7 > 9.2 22.5 15.5 9.6 9.7 > 9.7 > 9.2 12.124 Tabela 30 – Informações de potência e de torque dos veículos analisados em comparação com o critério adotado.7 > 9.7 > 7.7 > 9.7 > 9.7 > 9.7 > 9.1 20.7 16.7 > 9.6 20.

Foi especificado que o veículo seja capaz de transportar pelo menos quatro pessoas de maneira confortável. Peugeot Hoggar e VW Saveiro não serão utilizados pelo sistema de veículos compartilhados por não atenderem ao critério de capacidade de pessoas transportadas. Assim. estes veículos atendam às especificações impostas. por exemplo. os veículos comerciais devem atender a diferentes necessidades de uso como uso urbano. os veículos Fiat Strada. porém. entre outras. Em outras palavras. Não há. mesmo os modelos de cabine estendida. Desta forma. Assim. é esperado que. GM Montana. veículos projetados para o uso estritamente urbano. Além disso. em estradas. onde há limites de velocidades inferiores ao de uma estrada. comprimento e até mesmo altura. os passageiros adicionais não estão dispostos de modo confortável dentro do veículo. na cidade os espaços são menores. a dimensões de largura. um limite de comprimento. possibilitando o transporte de mais dois passageiros. devem condizer com o ambiente de uso urbano. mas pode-se fazer a ressalva da preferência a veículos compactos em contrapartida a veículos maiores como sedans e SUVs.125 É importante observar que os veículos analisados estão todos sobre-dimensionados para o uso urbano projetado para o sistemas de veículos compartilhados proposto. Devem ser excluídos dos possíveis veículos a serem utilizados pelo sistema.5. há dificuldade em encontrar vagas de estacionamento e até mesmo o fato do tráfego intenso de veículo privilegia veículos mais versáteis no trânsito. Pois. e não estão de acordo com a especificação da capacidade de pessoas.3. embora não seja uma restrição de projeto. fora-de-estrada. ao selecionar veículos já existentes para o uso específico na cidade. devem possuir dimensões menores que os veículos projetados para uso fora da cidade. Portanto. o critério de transporte de passageiros não é atingido por picapes. Embora haja veículos tipo picape com cabine estendida. Veículos tipo picape possuem no máximo três lugares. pois os estes veículos são projetados para multiuso. . Tipo dos veículos Outro critério de projeto é a capacidade de transporte de pessoas. 12.

velocidade máxima. uma vez que. frenagem e retomada de marchas. Peso 1. como por exemplo. Desempenho Segurança Conforto Investimento Consumo e autonomia Dimensões . dado o multiuso dos veículos comerciais.4.126 12. dado que todos os veículos respeitam as especificações mínimas de torque e potência projetadas para o veículo. sendo 1 a pior nota e 5 a melhor nota. Critérios para a escolha dos veículos e avaliação A seleção do modelo ou dos modelos de veículos a serem utilizados será realizada através de uma matriz de decisão. estes são sobre-projetados para o uso estritamente urbano. O peso 1 na nota final é justificado pelo fato de o desempenho não ser o principal fator. O peso do grupo é 1 na média final. As notas variam de 1 a 5. Quanto menor o tempo maior a nota. Assim.  0-1000 m (s): tempo para percorrer 1000 m em segundos Quanto menor o tempo maior a nota. foram normalizados de forma que os piores valor seja mais próximos de 1 e os melhores mais próximos de 5. Os parâmetros de desempenho mostrados nas fichas técnicas dos veículos foram obtidos com combustível álcool para veículos flex e com gasolina quando não fosse possível utilizar álcool. Os valores numéricos obtidos das fichas técnicas dos veículos. os valores foram normalizados todos normalizados para que sejam compreendidos entre 1 e 5. Peso 1.5. Medido em segundos. Os critérios utilizados são:  0-100 km/h (s): tempo de aceleração de 0 a 100km. Os critérios utilizados estão descritos a seguir e são avaliados conforme as especificações técnicas mostradas nos anexos D a H:       Desempenho Considera parâmetros de aceleração.

Estabilidade: Controle de estabilidade. Peso 1. Airbags frontais. Quanto menor a distância maior a nota. controle de tração e estabilidade além da presença de airbags. Peso 1. em metros. . Peso 1.  4a 60 a 100 km/h: tempo para alcançar 100 km/h partindo de 60 km/h e em quarta marcha. Peso 1. Peso 1. Peso 1. EBD: Freios EBD. Peso 1. Peso 1. BAS: Freios BAS. Quanto menor a distância maior a nota. Quanto menor o tempo maior a nota. em metros.  Frenagem 80 km/h a 0 (m): distância percorrida. Medido em segundos. Airbags laterais. Peso 1.  5a 80 a 120 km/h: tempo para alcançar 120 km/h partindo de 80 km/h e em quinta marcha. para reduzir a velocidade de 60 km/h para 0. Medido em segundos. Airbags cabeça. Quanto menor o tempo maior a nota. Peso 1. para reduzir a velocidade de 80 km/h para 0. Quanto menor a distância maior a nota. É composto por:         ABS: Freios ABS. Peso 1. cinto de 5 pontas para os passageiros e alarme contra roubo.  Frenagem 60 km/h a 0 (m): distância percorrida. O peso deste grupo na nota final é 1. Peso 1. Controle de tração. Peso 1. Quanto maior a velocidade maior a nota. Peso 1.  Velocidade máxima (km/h): máxima velocidade em km/h segundo o fabricante. Peso 1. Segurança Considera a presença de opcionais como freios ABS. Os itens neste grupo utilizam o seguinte critério para as notas: 1 se o veículo não possui o item. Quanto menor o tempo maior a nota.  Frenagem 120 km/h a 0 (m): distância percorrida. em metros. para reduzir a velocidade de 120 km/h para 0. 3 se é opcional e 5 se é item de série.127  3a 40 a 80 km/h: tempo para alcançar 80 km/h partindo de 40 km/h e em terceira marcha. Medido em segundos.

3 se é opcional e 5 se é item de série. Peso 1. Peso 1. Conforto Composto pelos itens opcionais de conforto como ar-condicionado. Peso 1. Peso 1.128     Encosto cabeça 5o passageiro. que foi normalizado. Travas elétricas. Cinto 3 pontos para 5o passageiro. Peso 1. Peso 5. Teto solar elétrico. Banco traseiro rebatível. Comandos no volante. Peso 1. Peso 3. . Computador de bordo. CD player. Peso 3. Vidros elétricos. do parâmetro ruído. O peso do grupo é 2 na nota final devido ao valor percebido nos veículos que possuem estes opcionais de conforto. entre outros. Com exceção. Direção assistida. Peso 1. Câmbio automático. vidros e travas elétricos. Peso 5. Peso 1. Pintura metálica. Alarme. Banco traseiro bipartido.                  Ruído. Cruise control: piloto automático. Quanto menor o ruído maior a nota. Peso 1. Peso 1. Peso 1. porém cada item possui peso diferente conforme a relevância. CD player.Peso 1. Ar-condicionado. Peso 1. Rodas de liga leve. Peso 1. Peso 1. todos os outros parâmetros foram notados da seguinte forma: 1 se não possui o opcional. Peso 3. Imobilizador: Sistema para que permite o corte do fornecimento de combustível. Bancos de couro. Peso 1. Espelhos elétricos. direção assistida.

Consumo e autonomia Outro item relevante escolha do veículo é o consumo de combustível e a autonomia do veículo. Peso 1. Veículos que não poderiam utilizar álcool.  Tanque (l): tamanho o tanque de combustível em litros. ` É composto pelos seguintes itens:  Combustível: se o veículo pode ser abastecido com diferentes combustíveis. tiveram seus valores de consumo ajustados em 30%. Manutenção (R$). é 70% do rendimento obtido com gasolina. álcool ou gasolina. Custo pneu (R$). Veículos que não poderiam utilizar álcool. ou somente um combustível. Peso 1.129 Investimento O investimento correspondente à aquisição e manutenção do veículo é o principal critério para a escolha do veículo. Custo para uma unidade apenas. o peso deste grupo é 5 na nota final. Quanto menor o custo de manutenção maior a nota. Quanto menor o preço maior a nota. Peso 5. mas somente gasolina.  Consumo estrada (km/l) [A]: consumo de combustível na estrada em quilômetros rodados por litro utilizando álcool como combustível. há também o fato de veículos com alto consumo de combustível e baixa autonomia exigem que o veículo seja constantemente reabastecido. tiveram seus valores de consumo ajustados em 30%. pois. dado por quilômetros rodados por litro. é 70% do rendimento obtido com gasolina. Garantia (anos). Quanto menor o custo dos pneus maior a nota.  Consumo cidade (km/l) [A]: consumo de combustível na cidade em quilômetros rodados por litro utilizando álcool como combustível. Isto gera inconveniências aos usuários e reduz o tempo o qual o veículo permanece disponibilizado nas estações. ou seja o rendimento teórico de álcool. Quanto menor o consumo maior a nota. Portanto. ou seja o rendimento teórico de álcool. Peso 5. mas somente gasolina. Os itens que compõem este grupo são:     Preço (R$). dado por quilômetros rodados por litro. além da questão monetária. Quanto maior a garantia maior a nota. . Nota 5 para carros bicombustível e nota 3 se somente gasolina. Peso 1. O peso do grupo é de 5 na nota final. Peso 3. Quanto maior o tamanho do tanque maior a nota. Peso 3. Quanto menor o consumo maior a nota. Peso 3.

Peso 3. Em relação a altura do veículo. Dimensões As dimensões do veículo: largura. veículos menores possuem melhores notas.130  Autonomia (km): quantidade máxima de quilômetros o qual o veículo consegue percorrer sem abastecer. Quanto menor a largura melhor a nota. Quanto maior o volume do porta-malas melhor a nota. Além destas. outras informações como tamanho do porta-malas e peso do veículo também foram consideradas. entende-se que veículos mais altos possuem maior espaço interno. Entre-eixos (cm). quanto maior a altura. Peso 1. Peso 1. Logo. comprimento e distância entre eixos indicam se o veículo está melhor adaptado aos tamanhos das vagas de estacionamento e sua versatilidade em um ambiente urbano repleto de outros veículos. melhor a nota. Peso (kg). logo. e portanto maior conforto. Quanto menor o peso do veículo melhor a nota. Logo. Peso 2. Quanto maior a altura melhor a nota. Altura (cm). obtém-se os seguintes resultados resumidos nas tabelas a seguir. Peso 1. O peso geral deste grupo é 1 e o itens avaliados são os seguintes:       Comprimento (cm). Largura (cm). Peso 1 Porta-malas (l). Quanto menor o comprimento melhor a nota. Quanto menor o entre-eixos melhor a nota. Peso 1. dos critérios descritos nesta seção calculados baseado nas informações técnicas contidas nos anexos D a H. . justificado pelo interesse do uso estritamente urbano do veículo.Quanto maior a autonomia maior a nota.

131

Tabela 31 - Resumo dos resultados dos veículos.
Investimento Desempenho Consumo e Autonomia 2,5 3,9 3,9 3,7 4,4 3,6 3,4 3,2 4,2 3,9 4,0 3,3 3,0 2,3 4,4 3,2 2,6 3,0 2,2 2,6 2,4 2,9 3,0 3,1 2,4 2,5 3,2 Dimensões 2,6 2,8 2,5 2,5 2,6 2,4 2,6 2,6 2,2 2,6 2,4 2,8 2,7 2,4 2,5 3,1 3,1 3,0 3,1 2,5 3,1 2,9 3,0 3,3 3,0 3,3 3,3 Segurança 2,3 2,7 2,7 2,2 1,5 2,2 1,7 2,2 1,7 2,3 1,5 1,3 1,3 2,3 1,8 2,0 3,3 2,0 5,0 4,5 5,0 3,7 4,0 3,3 2,7 2,8 3,7 Conforto 4,4 4,0 4,0 2,9 2,3 3,0 2,7 4,3 2,5 4,1 2,5 3,8 4,1 3,3 2,7 3,1 4,4 3,8 4,6 4,5 4,8 4,1 4,5 4,6 4,8 4,8 4,6

Tipo

Montadora

Veículo

Renault Chery Chery Fiat Fiat Ford Ford GM GM Jac Renault Peugeot Citroen VW VW Fiat Renault VW Renault Honda Peugeot Toyota VW Honda Hyunday Kia Toyota

Sandero Face QQ Uno Mille Fiesta Ka Agile Celta J3 Clio 207 C3 Fox Gol Palio Weekend Mégane Grand Tour SpaceFox Fluence Civic 408 Corolla Jetta CR-V ix35 Sportage RAV4

2,3 2,5 2,4 2,4 1,8 2,8 1,5 2,9 2,4 3,0 2,1 2,0 2,1 3,5 2,2 3,3 3,2 3,1 4,4 4,3 3,8 4,3 4,0 3,7 3,8 4,0 4,2

3,5 3,7 4,6 4,0 4,2 3,7 4,3 3,2 3,9 4,1 4,2 3,9 3,4 3,6 4,0 3,7 3,0 3,4 2,3 1,9 2,9 2,6 2,5 1,6 1,7 2,0 1,5

12.5.5. Classificação e escolha dos veículos a serem utilizados

so 2), investimento (peso 5), consumo e autonomia (peso 5) e dimensões (peso 1), a média ponderada dá a nota final do veículo. Os resultados estão resumidos na Tabela 32.

SUV

Sedan

Perua

Compacto

Baseado no peso dado para desempenho (peso 1), segurança (peso 1), conforto (pe-

132

Tabela 32 - Classificação e nota final dos veículos
Tipo Compacto Compacto Compacto Compacto Compacto Compacto Compacto Compacto Compacto Compacto Compacto Perua Compacto Sedan Sedan Perua Perua Sedan Compacto Compacto Sedan Compacto SUV SUV Sedan SUV SUV Montadora Chery Jac Chery VW Fiat Renault GM Fiat Ford Ford Peugeot Fiat GM Peugeot VW VW Renault Toyota Citroen Renault Renault VW Toyota Honda Honda Kia Hyunday Veículo QQ J3 Face Gol Mille Clio Celta Uno Fiesta Ka 207 Palio Weekend Agile 408 Jetta SpaceFox Mégane Grand Tour Corolla C3 Sandero Fluence Fox RAV4 CR-V Civic Sportage ix35 Posição 1 2 3 4 5 6 7 8 9 11 10 12 13 14 16 15 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 Nota 3,9 3,7 3,6 3,6 3,6 3,5 3,5 3,4 3,3 3,3 3,3 3,3 3,2 3,2 3,2 3,2 3,1 3,1 3,1 3,1 2,9 2,9 2,9 2,9 2,9 2,8 2,6

O veículo vencedor foi é o Chery QQ, seguido do Jac J3 e do Chery Face. Estes veículos apresentam de forma geral baixa investimento, bom consumo e autonomia e a presença de opcionais de segurança e conforto fazem com que suas notas sejam superiores à dos demais veículos. Veículos populares no mercado brasileiro como o VW Gol, Fiat Mille, Renault Clio e GM Celta também aparecem em posições de destaque com notas superiores a 3,5. Assim, apesar da unanimidade da escolha do Chery QQ como o veículo a ser utilizado, dada a nota 3,9 do máximo de 5, para que não haja resistência ao uso por parte do

133

usuário devido à aversão a um modelo específico, diversos veículos serão selecionados para compor uma família de produtos a serem disponibilidados aos usuários. Logo, selecionar-se-á os veículos com nota superior a 3,5, resultando em sete modelos de carros diferentes. Os veículos escolhidos são: Chery QQ, Jac J3, Chery Face, VW Gol, Fiat Mille, Renault Clio e GM Celta.

ANÁLISE ECONÔMICO-FINANCEIRA Neste capítulo serão apresentadas as projeções econômico-financeiras da companhia responsável pelo sistema de veículos compartilhados projetado (“Companhia”) com o objetivo de estudar a viabilidade da Companhia e do projeto como um todo. Esclarecemos que. tais como bancos. fundamentalmente as instituições financeiras habilitadas. na forma de operações compromissadas. PROJEÇÕES MACRO-ECONÔMICAS As projeções macro-econômicas utilizadas neste trabalho foram:   Taxa básica de juros SELIC Inflação no período. são apresentadas as premissas utilizadas para a projeção das operações. Ressaltamos. as operações compromissadas são operações de venda de títulos com compromisso de recompra assumido pelo vendedor. obtida mediante o cálculo da taxa m dia ponderada e ajustada das operações de financiamento por um dia. portanto. IPCA A taxa básica de juros. apresenta-se o Demonstrativo de Resultado de Exercício – DRE – dos cinco primeiros anos de existência da companhia. Segundo o Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE – o índice mede a variação do custo de vida das famílias com chefes assalariados e com rendimento mensal compreendido entre 1 e 40 salários mínimos mensais. é definida da seguinte forma pelo Banco Central do Brasil: “É a taxa apurada no Selic. neste caso. As projeções para a taxa Selic utilizadas foram obtidas do banco de investimento Goldman Sachs. porém. lastreadas em títulos públicos federais e cursadas no referido sistema ou em câmaras de compensação e liquidação de ativos. é a taxa referência para o de empréstimo de capital no Brasil. caixas econômicas.134 13. concomitante com compromisso de revenda assumido pelo comprador. Para avaliar a empresa. A inflação oficial no Brasil é medida pelo Índice de preço ao Consumidor Amplo (IPCA).” A taxa Selic.1. que estão aptas a realizar operações compromissadas. 13. sociedades corretoras de títulos e valores mobiliários e sociedades distribuidoras de títulos e valores mobiliários. por um dia útil. para liquidação no dia útil seguinte. As pesquisas são feitas nas Regiões . ainda. Primeiramente.

00% 11.30% 5.50% 5. As estimativas do IPCA para os anos futuros utilizadas neste trabalho foram obtidas com o banco de investimento Goldman Sachs. é índice referência para a o cálculo da variação nos preços dos produtos e serviços ao longo dos anos.00% 11. domicílios e concessionárias de serviços públicos.10% 12. Salvador e Curitiba.30% 5. A pesquisa é realizada em estabelecimentos comerciais. Belo Horizonte.90% 4.00% 5. além de Brasília e do município de Goiânia.40% 11. Portanto. referentes ao consumo pessoal das famílias.00% 11. Fonte : Goldman Sachs.135 Metropolitanas do Rio de Janeiro.90% 5.80% 5. São Paulo.50% 12.50% 5.80% 6.20% 5. prestadores de serviços.50% 5.30% .10% 11.50% 12. Selic 1T 2012 2T 3T 4T 1T 2013 2T 3T 4T 1T 2014 2T 3T 4T 1T 2015 2T 3T 4T 1T 2016 2T 3T 4T 11. Fortaleza.80% 12.20% 5. para pagamento à vista.00% 11.00% 11.40% 11. Belém. cujo rendimento varia entre 1 e 40 salários mínimos.80% 11. O IPCA tem por objetivo medir a inflação de um conjunto de produtos e serviços comercializados no varejo.30% 5. qualquer que seja a fonte de rendimentos.00% 12.00% IPCA 6.00% 11.10% 4. Porto Alegre.50% 13.30% 5. A tabela a seguir resume as projeções para a taxa Selic e para o IPCA.00% 11.30% 5. Tabela 33 – Projeções para a taxa Selic e para o IPCA. Os preços obtidos são os efetivamente cobrados ao consumidor.00% 11.20% 5.00% 11.90% 5. Recife.00% 4.

do fato de ser início das operações da Companhia. PROJEÇÕES DE CRESCIMENTO DE USUÁRIOS E DA FROTA Seja a frota total de veículos projetada para a operação. espera-se que cada veículo possua 12. Além disso. a ser alcançada no final do primeiro trimestre do quinto ano de operação. Assim. O número total de usuários por dia é dado do fato e que. inicia-se com uma taxa de utilização de 40% no primeiro trimestre acrescida de 5 pontos percentuais a cada período durante o primeiro ano e um acréscimo de 10 pontos percentuais na virada dos anos subseqüentes. adota-se uma taxa de utilização do serviço abaixo do projetado até que a empresa esteja completamente implantada. Portanto.2. Frota 1T 2T 3T 4T 1T 2T 3T 4T 1T 2T 3T 4T 1T 2T 3T 4T 1T 2T 3T 4T 175 350 536 722 908 1 094 1 280 1 466 1 652 1 838 2 024 2 210 2 396 2 582 2 768 2 954 2 954 2 954 2 954 2 954 Usuários 873 1 967 3 348 4 961 6 807 8 202 9 597 10 992 14 452 16 079 17 707 19 334 23 956 25 816 27 676 29 536 33 229 33 229 33 229 33 229 2016 2015 2014 2013 2012 .136 13. Tabela 34 – Projeções para a frota de veículos no final de cada período e a média de usuários por dia no período. 2969 veículos. admite-se um crescimento constante da frota de 175 veículos por trimestre.5 usuários. em média.

conforme as projeç Em milhões de Reais ões de inflação.00 / 30 minutos Tarifa de retirada: R$ 4.3. Os valores das tarifas crescem com a inflação no período.50 Admite-se ainda que cada usuário terá um uso médio de uma hora do serviço a cada utilização.5. conforme a discussão na seção 11. A seguir são apresentados os valores médios utilizados na modelagem:    Tarifa de uso: R$ 6. As tarifas de utilização podem ser repartidas em três.Evolução da receita bruta (R$ milhões). Portanto.50 Tarifa de devolução: R$ 4. a receita bruta é dada pela multiplicação do total de usuários pela tarifa de uma hora de uso mais as tarifas médias de retirada e de devolução.2.137 13. PROJEÇÕES DE CRESCIMENTO DA RECEITA BRUTA As duas fontes de receita bruta da Companhia são a receita obtida das tarifas de utilização do serviço de veículos compartilhados e a receita da venda dos veículos usados quando a reposição da frota. Gráfico 10 . .

conforme mostrado na tabela a seguir.4. estão ligadas à administração e operação do sistema de veículos compartilhados. Neste caso. Tabela 35 – Resumo das despesas. por outro lado. PROJEÇÕES DE EVOLUÇÃO DOS CUSTOS E DESPESAS Os custos são os gastos relacionados com a operação do serviço.138 13. . atendimento Gerais e administrativas P&D Percentual da receita líquida 8% 25% 2% Gráfico 11 . são ligados diretamente ao funcionamento do veículo e da operação das estações. Foram divididas em Vendas / Atendimento. Gerais e Administrativas e Pesquisa e Desenvolvimento. A estimativa de despesas foi feita a partir de um dado percentual sobre a receita líquida.Evolução dos custos e das despesas (R$ milhões). Despesa Vendas. Os principais custos operacionais considerados foram: - Preço de estacionamento Preço o combustível (álcool) Preço de limpeza IPVA Custo de revisão Custo de seguro e franquia As despesas.

Os investimentos de expansão levam em contam a necessidade de compra e veículos e é calculada pelo número de veículo adquiridos no período pelo custo de aquisição. Bem Veículos de passageiros e outros veículos automóveis principalmente concebidos para transporte de pessoas (exceto os da posição 8702). Então. AMORTIZAÇÃO E INVESTIMENTOS EM IMOBILIZADOS E OUTROS ATIVOS O principal ativo imobilizado da companhia é a frota de veículos que constitui também a maior necessidade de investimento. Segundo a Receita Federal. . PROJEÇÕES DE DEPRECIAÇÃO. incluídos os veículos de uso misto e os automóveis de corrida (Anexo I da IN SRF nº162.5. Fonte: Receita Federal. de 1998: Tabela 36 – Taxa de depreciação dos veículos. a taxa de depreciação é fixada em função do prazo durante o qual se possa esperar a utilização econômica do bem na produção dos seus rendimentos. será registrada periodicamente nas contas de custo ou despesa (encargos de depreciação do período de apuração). de 1998. relativo à depreciação de ativos. ação da natureza ou obsolescência normal. considerar-se-á a depreciação média de 5 anos. adquiridos novos. Posição 8703) 5 anos 20% ao ano Taxa de depreciação Prazo Portanto. Os prazos de vida útil admissíveis para fins de depreciação dos seguintes veículos automotores.139 13. Como regra geral. Os investimento de manutenção foram adotados de forma a apenas compensar a depreciação dos ativos. a depreciação de bens do ativo imobilizado corresponde à diminuição do valor resultante do desgaste pelo uso. foram fixados pela IN SRF no 162.

2 24.0 9.3 4. foram admitidos que os custos de tomada de dívida correspondam a 150% da taxa básica de juros.5) (4.3 51. é necessário determinar os custos de capital e os rendimentos das aplicações financeiras.6.9) 9. admitiu-se que a companhia consegue investir uma quantidade de caixa que seja correspondente a 30% das receitas no período e que a necessidade de financiamento da companhia é equivalente a 40% do total dos investimentos realizados.6) 11.6 24.9 13.0 2014E 38.3 2013E 32.5) . 2012E Total Investimento Expansão Manutenção Depreciação e Amortização 25. PROJEÇÕES DE RECEITAS E DESPESAS FINANCEIRAS Dado que o resultado financeiro da é obtido das aplicações financeiras realizados com o caixa da companhia e que as despesas financeiras correspondem aos juros pagos pela tomada de dívidas. Depreciação e amortização (R$ milhões).9 21.3) 2.140 Tabela 37 – Investimentos.6 29.6 13.7 2015E (28.4 9.1 24. Além disso.1 Despesas Financeiras Receitas Financeiras Resultado Financeiro (3. pela hipótese de uma necessidade permanente de capital para investimento. e que a companhia consegue investir seu caixa a 100% da taxa de juros interbancário.9) (32. foi admitida que esta taxa é igual a taxa Selic. Esta hipótese é reforçada pela pelo fato de muitas empresas simplesmente rolarem suas dívidas manterem níveis de alavancagem condizentes com seus negócios. Pela falta de informação mais precisa.0 27.2 2016E 57.7 (10.6 4.0) (19.5 2014E (22. Tabela 38 – Despesas e receitas financeiras (R$ milhões).2) 0. Selic. 2012E 2013E (13. por simplificação.0 2016E (43.4 23.9 2015E 75. não se considera o pagamento das mesmas.7) 4. neste trabalho.8) (18. Especificamente em relação à dívida.6 13.3 29.

2012E Total Imposto de Renda - 2013E - 2014E - 2015E (0. . O Lucro Líquido. Tabela 39 – Projeções de imposto de renda e de contribuição social sobre o lucro líquido. Também utiliza-se outros indicadores como margem EBITDA e a margem líquida. é um importante indicador de produtividade e eficiência de um negócio. portanto. PROJEÇÕES DE EBITDA (LAJIDA) E LUCRO LÍQUIDO As projeções de Lucro Antes de Juros. por isso. lucro líquido e margem líquida encontram-se resumidos no Gráfico 12 e no Gráfico 13.8. Imposto. Depreciation and Amortization (EBITDA) – e são importantes indicadores para a análise do desempenho de companhias. reduzindo todos os gastos. não há incidência de imposto de renda. Tax. PROJEÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO LÍQUIDO A projeção do imposto de renda (IR) e de contribuição social sobre o lucro líquido foi arbitrada por um valor constante de 30% e estão resumidos na Tabela 39. (R$ milhões).0) 13.7. por outra lado é o Resultado final do Exercício da companhia. as receitas e despesas não operacionais. respectivamente. O EBITDA elimina os efeitos financeiros.5) 2016E (1. Depreciação e Amortização (LAJIDA) – em inglês Earnings Before Interest.141 13. pela razão entre o EBITDA sobre a receita líquida e lucro líquido sobre receita líquida. além da Depreciação e Amortização (que efetivamente não representam desembolso de caixa) e. Os resultados esperados de EBITDA. respectivamente. margem EBITDA. É importante ressaltar que nos primeiros três anos a Companhia registrou prejuízo no período e. que são calculados. custos e despesas do lucro bruto.

5% (5.8% 5.7% 50.0 20.0% 0.0% -11.0) (4.0) (8.9) Lucro Líquido Margem Líquida Gráfico 13 – Lucro líquido e margem líquida.0 12.8% 45.0% 17.0 2.2) (5.0 40.0) (6.4% 18.0) (10.0 60. R$ Milhões 4.0% 20.0 (2.0% -25.5% (7.0 10.0 2.0) 2012E 2013E 2014E 2015E 2016E -3.8% 30.2 2.0% -10.6% 0.6 20. .0% -30.5% 1.4 0.0% -5.9 5.0% EBITDA Margem EBITDA Gráfico 12 – EBITDA e margem EBITDA.0% 10.142 R$ Milhões 70.6 2012E 2013E 2014E 2015E 2016E 0.0 19.0% -25.0% 65.0% -15.0 11.9% 25.0) -20.8 15.0% 27.

9. DRE – DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO .143 13.

é necessária no caso de a criação real da companhia e. assim como todas as premissas adotadas para a análise encontram-se disponíveis no modelo da companhia no Anexo I e no Anexo J. .10. ficou fora do escopo deste trabalho a análise da estrutura ótima de capital da companhia. por exemplo. incluindo o fluxo de caixa e o balanço da empresa. Além disso.144 13. Os resultados completos. ficam. trimestre a trimestre. portanto a cargo de trabalhos subseqüentes ou do empreendedor responsável. Vale lembrar que uma análise mais profunda da viabilidade econômico-financeira. Uma simples análise de sensibilidade sobre a necessidade de capital para investimento pode levar a companhia a níveis de endividamento que não suportem o negócio no caso de se financiar 100% das necessidades de investimento. ANÁLISE DOS RESULTADOS ECONÔMICO-FINANCEIROS Os resultados apresentados no capítulo 13 indicam que a companhia projetada para o sistema de compartilhamento de veículos é economicamente viável dados resultados positivos nos anos seguinte a sua implantação apesar do prejuízo acumulado nos primeiros anos de operação. respectivamente.

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Nome da Zona Baixo Nível Serviço Alto Nível Serviço Zona de Origem Nome da Zona Baixo Nível Serviço Alto Nível Serviço 1 2 3 4 5 6 7 8 12 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 Sé Parque Dom Pedro Praça João Mendes Ladeira da Memória República Santa Efigênia Luz Bom Retiro Pari Bresser Brás Gasômetro Independência Cambuci Glicério Aclimação Pires da Mota Centro Cultural Liberdade Treze de Maio Bexiga Bela Vista São Carlos do Pinhal Masp Higienópolis Vila Buarque Consolação 1 1 0 0 0 1 0 1 1 1 1 1 1 1 1 1 0 1 0 0 0 1 1 1 1 0 1 0 0 1 1 1 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 0 1 1 1 0 0 0 0 1 0 34 35 36 41 42 43 44 45 48 49 50 52 53 54 55 56 57 58 59 61 64 68 69 70 73 74 75 FAAP Santa Cecília Marechal Deodoro Belenzinho Celso Garcia Moóca Alto da Moóca Parque da Moóca Regente Feijó Ana Rosa Jardim da Glória Vila Mariana Santa Cruz Vila Clementino França Pinto Rodrigues Alves Paraíso Bosque da Saúde Saúde Mirandópolis Moema Vila Olimpia Hélio Pelegrino Brooklin Campinas Pamplona Jardins 1 0 1 1 0 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 0 1 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 .149 Zona de Origem Anexo A – Correspondência entre Zonas. Nome de Zonas e Nível de Serviço.

150 Anexo A – Correspondência entre Zonas.) Zona de Origem Nome da Zona Baixo Nivel Servico Alto Nivel Servico Zona de Origem Nome da Zona Baixo Nivel Servico Alto Nivel Servico 76 77 78 79 81 82 83 87 89 92 93 99 104 106 126 127 128 131 134 136 159 163 164 166 222 223 224 Clínicas Oscar Freire Trianon Jardim Paulistano Pinheiros Vila Madalena PUC Perdizes Pompéia Francisco Matarazzo Água Branca Lapa Vila Hamburguesa Vila Leopoldina Carandiru Santana Zaki Narchi Alfredo Pujol Casa Verde Limão Vila Maria Gomes Cardim Tatuapé Parque São Jorge Ipiranga Sacomã Alto do Ipiranga 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 0 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 226 227 235 237 252 256 257 281 318 336 379 383 403 439 Vila Monumento Vila Independência Vila Gumercindo Tamanduatei Vieira de Moraes Vila Santa Catarina Jabaquara Granja Julieta Butantã Guarulhos Boa Vista Santo André São Bernardo do Campo Novo Osasco 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 . Nome de Zonas e Nível de Serviço. (cont.

Nome da Zona Sé Parque Dom Pedro Praça João Mendes Ladeira da Memória República Santa Efigênia Luz Bom Retiro Pari Bresser Brás Gasômetro Independência Cambuci Glicério Aclimação Pires da Mota Centro Cultural Liberdade Treze de Maio Bexiga Bela Vista São Carlos do Pinhal Masp Higienópolis Vila Buarque Consolação FAAP Santa Cecília Marechal Deodoro Belenzinho Celso Garcia Moóca Alto da Moóca Parque da Moóca Regente Feijó Ana Rosa Jardim da Glória Vila Mariana Santa Cruz Vila Clementino França Pinto Serviço 79 79 62 75 110 57 69 24 41 16 16 10 72 20 16 7 62 11 18 22 23 4 59 8 101 52 31 11 52 18 108 45 8 8 18 21 Estações 11 22 7 14 21 12 26 8 14 3 4 2 46 7 4 2 10 1 2 5 3 1 13 1 37 18 14 2 35 6 103 23 2 2 4 6 Veículos 23 45 15 28 42 24 53 17 29 7 9 4 92 14 9 4 20 3 5 11 7 2 27 3 74 37 28 4 70 13 206 47 4 5 9 12 Usuários 275 550 175 350 525 300 650 200 350 75 100 50 1 150 175 100 50 250 25 50 125 75 25 325 25 925 450 350 50 875 150 2 575 575 50 50 100 150 Zona de Origem 12 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 34 35 36 41 42 43 44 45 48 49 50 52 53 54 55 . Veículos e Usuários.151 1. 1 2 3 4 5 6 7 8 Anexo B – Nível de Serviço. Estações.

(cont. Anexo B – Nível de Serviço.152 2. Estações. Veículos e Usuários.) Nome da Zona Rodrigues Alves Paraíso Bosque da Saúde Saúde Mirandópolis Moema Vila Olimpia Hélio Pelegrino Brooklin Campinas Pamplona Jardins Clínicas Oscar Freire Trianon Jardim Paulistano Pinheiros Vila Madalena PUC Perdizes Pompéia Francisco Matarazzo Lapa Vila Hamburguesa Vila Leopoldina Carandiru Santana Zaki Narchi Alfredo Pujol Casa Verde Limão Vila Maria Gomes Cardim Tatuapé Parque São Jorge Ipiranga Sacomã Alto do Ipiranga Vila Monumento Vila Independência Vila Gumercindo Tamanduatei Vieira de Moraes Vila Santa Catarina Serviço 23 16 32 63 30 50 2 8 19 15 27 5 13 44 25 27 18 60 11 2 5 12 52 88 18 96 68 32 51 16 9 26 25 19 16 61 7 195 Estações 6 4 13 41 13 35 2 11 9 9 1 3 22 13 11 5 33 4 1 2 28 72 8 56 41 13 32 4 2 10 10 8 5 16 3 158 Veículos 12 8 27 82 26 70 1 4 23 18 18 3 7 45 27 23 10 67 9 1 2 5 56 145 16 112 83 26 65 8 5 21 21 17 11 32 6 317 Usuários 150 100 325 1 025 325 875 50 275 225 225 25 75 550 325 275 125 825 100 25 50 700 1 800 200 1 400 1 025 325 800 100 50 250 250 200 125 400 75 3 950 56 57 58 59 61 64 68 69 70 73 74 75 76 77 78 79 81 82 83 87 89 92 99 104 106 126 127 128 131 134 136 159 163 164 166 222 223 224 226 227 235 237 252 256 Zona de Origem .

) Zona de Origem 257 281 318 Total 336 379 383 403 439 Total Jabaquara Granja Julieta Butantã Guarulhos Boa Vista Santo André São Bernardo do Campo Novo Osasco Nome da Zona Serviço 145 100 25 406 135 627 1 185 364 Estações 104 152 13 1 464 549 99 1 240 3 760 496 7 608 Veículos 208 305 27 2 969 1 099 199 2 481 7 521 992 15 263 Usuários 2 600 3 800 325 36 600 13 725 2 475 31 000 94 000 12 400 190 200 . Estações. (cont.153 Anexo B – Nível de Serviço. Veículos e Usuários.

Anexo C – Diagrama FAST. .154 3.

8 68.8 19.7 130 65.4 7.8 11.1 43.8 43.3 34.4 34.5 45 653 Compacto Chery Face S N S N N S N N N N N/A N S S S Chery QQ 14.3 13 22.6 69.5 68. (dBA) Ruído interno 80 km/h (dBA) Ruído interno 120 km/h (dBA) Velocidade real a 100 km/h (km/h) Consumo cidade (km/l) Consumo estrada (km/l) Tanque (l) Autonomia (km) Montadora Veículo Segurança ABS BAS EBD Controle de tração Estabilidade Airbags frontais Airbags laterais Airbags cabeça Encosto cabeça 5o passageiro Cinto 3 pontos para 5o passageiro Grade de proteção vidro traseiro Sensor de estacionamento Alarme Imobilizador Brake-light Renault Sandero O N O N N N N O O N N/A N S S S Chery QQ S N S N N S N N N N N/A N S S N .2 11 14.3 16.8 6.9 50 445 Compacto Chery Face 13.4 35.1 174 76.1 61.3 66.4 15 38 570 Desempenho 0-100 km/h 0-1000 m 3a 40 a 80 km/h 4a 60 a 100 km/h 5a 80 a 120 km/h Velocidade máxima (km/h) Frenagem 120 km/h a 0 (m) Frenagem 80 km/h a 0 (m) Frenagem 60 km/h a 0 (m) Ruído interno PM Ruído interno RPM máx.2 22.1 93.5 95.1 8.1 41.2 62.9 12. Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto Montadora Veículo Renault Sandero 12.7 93.4 15.3 28 156 62.155 4.1 9.1 15.9 8.6 79.8 70.7 72.7 29.7 26.3 36.

8 10.5 Compacto Chery Face S S S S S N S S S N S N N N N N 31 900 3 30 370 239 156 158 N/A 324 1040 12.5 Chery QQ S S S O S N S S S N S S N N N N 22 900 3 70 355 234 249 150 N/A 190 890 13.156 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto (cont. até 60 000 km) Garantia (anos) Número de concessionárias Dimensões Comprimento (cm) Entre-eixos (cm) Altura (cm) Largura (cm) Caçamba (kg) Porta-malas (l) / Caçamba (l) Peso (kg) Peso/potência (kg/cv) Peso/Torque (kg/mkgf) Diâmetro de giro (m) Renault Sandero S S S O S S S S S O S S N N S N 41 490 44 140 3 174 402 259 153 175 N/A 320 1055 11.7 N/D .4 91.1 74.2 9.9 96.) Montadora Veículo Conforto Ar-condicionado Direção assistida Rodas de liga leve Pintura metálica CD player Comandos no volante Vidros elétricos Travas elétricas Espelhos elétricos Teto solar elétrico Banco traseiro rebatível Banco traseiro bipartido Câmbio automático Cruise control Computador de bordo Bancos de couro Investimento Preço básico (R$) Preço completo (R$) Manutenção (acum.

McPherson Eixo ríg. Transv.) Compacto Renault Montadora Sandero Veículo Ficha técnica Motor Combustível Localização Posição Cilindros Válvulas Cilindrada (cm3) Potência (cv) Torque (mkgf) Diâmetro (mm) Curso (mm) Taxa de compressão Câmbio Tipo Marchas Tração Direção Tipo Curso (voltas) Suspensão Dianteira Traseira Freios Dianteiros Traseiros Pneus Largura (mm) Altura (%) Aro ('') Visibilidade Dianteira Lateral Traseira Chery Face Chery QQ A/G Diant. 4 16 1083 68 9.5 Manual 5 Diant. 4 8 1598 95 14. Hidráulica 3 Ind.5 9..8 Manual 5 Diant.1 79. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 175 60 14 - G Diant. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 185 65 15 3 4.2 Ind. Hidráulica 2. 4 8 1297 84 11.157 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto (cont.2 72 66.5 3. Transv. Transv.5 Manual 5 Diant.5 80.5 10./Panhard Disco sólido Tambor 155 655 13 - .7 Ind.5 G Diant.5 9..4 73 77.. Hidráulica 3.

5 69.2 41.7 73.8 33 18.8 69.4 54 562 Montadora Veículo Segurança ABS BAS EBD Controle de tração Estabilidade Airbags frontais Airbags laterais Airbags cabeça Encosto cabeça 5o passageiro Cinto 3 pontos para 5o passageiro Grade de proteção vidro traseiro Sensor de estacionamento Alarme Imobilizador Brake-light Fiat Uno O N O N N O N N O N N/A N O S S Ford Fiesta O N O N N N N O N N N/A N S S S .6 149 73 32.4 7.3 12.3 62.5 8.2 18.9 10.8 64.7 31.3 165 69.3 97 7.1 33.3 96 9.9 8.4 72.) Montadora Veículo Desempenho 0-100 km/h 0-1000 m 3a 40 a 80 km/h 4a 60 a 100 km/h 5a 80 a 120 km/h Velocidade máxima (km/h) Frenagem 120 km/h a 0 (m) Frenagem 80 km/h a 0 (m) Frenagem 60 km/h a 0 (m) Ruído interno PM Ruído interno RPM máx.9 10.1 35.1 70.8 54 583 Compacto Fiat Mille 14.6 11.5 170 66.4 43.8 7.9 20.158 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto (cont.1 17.6 53 668 Compacto Fiat Mille N N N N N N N N N N N/A N O S N Ford Fiesta 12.6 45.7 14.3 27.8 70.4 11.6 34.1 72.5 28. (dBA) Ruído interno 80 km/h (dBA) Ruído interno 120 km/h (dBA) Velocidade real a 100 km/h (km/h) Consumo cidade (km/l) Consumo estrada (km/l) Tanque (l) Autonomia (km) Fiat Uno 12.1 94.

2 31 360 36 460 1 540 377 238 149 164 N/A 280 925 10.6 90.8 23 220 1 550 379 236 145 155 N/A 290 830 12.159 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto (cont.1 70.2 10 .5 74 9.8 10.) Montadora Veículo Conforto Ar-condicionado Direção assistida Rodas de liga leve Pintura metálica CD player Comandos no volante Vidros elétricos Travas elétricas Espelhos elétricos Teto solar elétrico Banco traseiro rebatível Banco traseiro bipartido Câmbio automático Cruise control Computador de bordo Bancos de couro Investimento Preço básico (R$) Preço completo (R$) Garantia (anos) Número de concessionárias Dimensões Comprimento (cm) Entre-eixos (cm) Altura (cm) Largura (cm) Caçamba (kg) Porta-malas (l) / Caçamba (l) Peso (kg) Peso/potência (kg/cv) Peso/Torque (kg/mkgf) Diâmetro de giro (m) Fiat Uno O O O O O N O S N N S S N N O N Compacto Fiat Mille O O O O O N O N N N S N N N N N Ford Fiesta O O O O O N O S O N S S N N S N 34 260 41 040 1 510 394 249 149 177 N/A 305 1084 10.

7 Ind.1 79.5 Manual 5 Diant.160 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto (cont.2 72 66.5 9.5 9.5 80. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 175 60 14 - G Diant. Hidráulica 2. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 185 65 15 3 4.. Transv. Hidráulica 3./Panhard Disco sólido Tambor 155 655 13 - .4 73 77.8 Manual 5 Diant. Hidráulica 3 Ind.5 3.5 G Diant.. 4 8 1598 95 14. 4 8 1297 84 11. Transv. 4 16 1083 68 9. Transv. McPherson Eixo ríg.5 Manual 5 Diant..) Compacto Montadora Veículo Ficha técnica Motor Combustível Localização Posição Cilindros Válvulas Cilindrada (cm3) Potência (cv) Torque (mkgf) Diâmetro (mm) Curso (mm) Taxa de compressão Câmbio Tipo Marchas Tração Direção Tipo Curso (voltas) Suspensão Dianteira Traseira Freios Dianteiros Traseiros Pneus Largura (mm) Altura (%) Aro ('') Visibilidade Dianteira Lateral Traseira Fiat Uno Fiat Mille Ford Fiesta A/G Diant.5 10.2 Ind.

8 30.3 23.7 36 7.7 46.4 148 73.2 165 60.1 21.2 9.5 63.6 10.7 12.5 95 7.5 9.8 17 43.8 54 637 Montadora Veículo Segurança ABS BAS EBD Controle de tração Estabilidade Airbags frontais Airbags laterais Airbags cabeça Encosto cabeça 5o passageiro Cinto 3 pontos para 5o passageiro Grade de proteção vidro traseiro Sensor de estacionamento Alarme Imobilizador Brake-light Ford Ka N N N N N N N N N N N/A N S S N GM Celta N N N N N N N N N N N/A N S S N .4 32.8 96 8. (dBA) Ruído interno 80 km/h (dBA) Ruído interno 120 km/h (dBA) Velocidade real a 100 km/h (km/h) Consumo cidade (km/l) Consumo estrada (km/l) Tanque (l) Autonomia (km) Ford Ka 16.8 34.3 12.6 55 583 Compacto GM Agile 12.161 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto (cont.6 7.5 70 64 70 98.3 161 67.5 70.3 17.) Montadora Veículo Desempenho 0-100 km/h 0-1000 m 3a 40 a 80 km/h 4a 60 a 100 km/h 5a 80 a 120 km/h Velocidade máxima (km/h) Frenagem 120 km/h a 0 (m) Frenagem 80 km/h a 0 (m) Frenagem 60 km/h a 0 (m) Ruído interno PM Ruído interno RPM máx.6 37.7 54 524 Compacto GM Agile O N O N N N N O N N N/A N S S S GM Celta 14.5 71.4 10.8 29.4 11.4 16.4 62.2 48.8 71.2 70.9 15.9 26.

6 10.5 79.7 93.162 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto (cont.9 101.) Montadora Veículo Conforto Ar-condicionado Direção assistida Rodas de liga leve Pintura metálica CD player Comandos no volante Vidros elétricos Travas elétricas Espelhos elétricos Teto solar elétrico Banco traseiro rebatível Banco traseiro bipartido Câmbio automático Cruise control Computador de bordo Bancos de couro Investimento Preço básico (R$) Preço completo (R$) Garantia (anos) Número de concessionárias Dimensões Comprimento (cm) Entre-eixos (cm) Altura (cm) Largura (cm) Caçamba (kg) Porta-malas (l) / Caçamba (l) Peso (kg) Peso/potência (kg/cv) Peso/Torque (kg/mkgf) Diâmetro de giro (m) Ford Ka O O O O O N O S N N S N N N N N 25 420 1 510 384 245 164 164 N/A 263 943 12.8 10 .7 GM Celta O O N O O N O O N N S N N N N N 26 115 - 1 596 379 244 143 192 N/A 260 910 11.6 Compacto GM Agile S S S O S N S S S N S S N S S N 42 491 45 744 1 596 400 254 147 168 N/A 327 1075 10.4 9.

) 2. Hidr. 4 8 1389 102 13.5 77.4 Manual 5 Diant. (opc.) 3 Ind.5 A/G Diant.9 12.8 Manual 5 Diant. McPherson Eixo de torção Disco sólido Tambor 165 70 13 - A/G Diant.5 5 2.1 62.163 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto (cont. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 165 70 13 - . 4 8 999 73 9. Transv.8 Ind. Transv..6 Manual 5 Diant.) Compacto Montadora Veículo Ficha técnica Motor Combustível Localização Posição Cilindros Válvulas Cilindrada (cm3) Potência (cv) Torque (mkgf) Diâmetro (mm) Curso (mm) Taxa de compressão Câmbio Tipo Marchas Tração Direção Tipo Curso (voltas) Suspensão Dianteira Traseira Freios Dianteiros Traseiros Pneus Largura (mm) Altura (%) Aro ('') Visibilidade Dianteira Lateral Traseira Ford Ka GM Agile GM Celta A/G Diant. (opc...4 12. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 185 65 15 3.4 12.8 Ind. Transv.7 71.6 73. Hidráulica 2. 4 8 999 78 9.3 68.7 67. Hidr.

8 25 155 69.4 13. (dBA) Ruído interno 80 km/h (dBA) Ruído interno 120 km/h (dBA) Velocidade real a 100 km/h (km/h) Consumo cidade (km/l) Consumo estrada (km/l) Tanque (l) Autonomia (km) Jac J3 13.9 72.9 63.2 39.9 70.5 63.6 18.8 94 8.3 186 59.8 9 13.8 48 662 Compacto Renault Clio 15.) Montadora Veículo Desempenho 0-100 km/h 0-1000 m 3a 40 a 80 km/h 4a 60 a 100 km/h 5a 80 a 120 km/h Velocidade máxima (km/h) Frenagem 120 km/h a 0 (m) Frenagem 80 km/h a 0 (m) Frenagem 60 km/h a 0 (m) Ruído interno PM Ruído interno RPM máx.5 36.6 36.5 21.164 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto (cont.9 8.9 55 600 Compacto Renault Clio N N N N N N N N N N N/A N O N N Peugeot 207 15.6 10.9 92.2 67.6 72.6 14.8 162 70 31.3 23.3 11 13.8 70.4 7.3 12.8 8.6 50 530 Montadora Veículo Segurança ABS BAS EBD Controle de tração Estabilidade Airbags frontais Airbags laterais Airbags cabeça Encosto cabeça 5o passageiro Cinto 3 pontos para 5o passageiro Grade de proteção vidro traseiro Sensor de estacionamento Alarme Imobilizador Brake-light Jac J3 S N S N N N N S N N N/A N S N S Peugeot 207 N N N N N N N N N N N/A N N S S .4 69.3 95.3 60.3 10.3 40.4 34.8 35.5 27 15.3 39.

2 9.2 10 Compacto Renault Clio O O N O O N O O N N S N N N N N 26 150 3 70 382 247 142 164 N/A 255 880 11.165 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto (cont.) Montadora Veículo Conforto Ar-condicionado Direção assistida Rodas de liga leve Pintura metálica CD player Comandos no volante Vidros elétricos Travas elétricas Espelhos elétricos Teto solar elétrico Banco traseiro rebatível Banco traseiro bipartido Câmbio automático Cruise control Computador de bordo Bancos de couro Investimento Preço básico (R$) Preço completo (R$) Garantia (anos) Número de concessionárias Dimensões Comprimento (cm) Entre-eixos (cm) Altura (cm) Largura (cm) Caçamba (kg) Porta-malas (l) / Caçamba (l) Peso (kg) Peso/potência (kg/cv) Peso/Torque (kg/mkgf) Diâmetro de giro (m) Jac J3 S S S O S N S S S N S S N N N O 37 900 38 890 3 46 397 240 147 165 N/A 346 1060 9.3 10.3 Peugeot 207 S S S O O N S S S N S N N N N N 38 700 1 155 370 239 156 158 N/A 324 1040 12.5 .8 75.4 91.4 86.

McPherson Ind. 4 16 999 77 10. Transv. Transv. Transv.1 75 75. (opc.. 4 16 1332 108 14. dual link Disco ventilado Tambor 185 60 15 2 3.85 75 77 10.5 Manual 5 Diant..166 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto (cont. Hidráulica 2.) Compacto Montadora Veículo Ficha técnica Motor Combustível Localização Posição Cilindros Válvulas Cilindrada (cm3) Potência (cv) Torque (mkgf) Diâmetro (mm) Curso (mm) Taxa de compressão Câmbio Tipo Marchas Tração Direção Tipo Curso (voltas) Suspensão Dianteira Traseira Freios Dianteiros Traseiros Pneus Largura (mm) Altura (%) Aro ('') Visibilidade Dianteira Lateral Traseira Jac J3 Renault Clio Peugeot 207 G Diant.4 Ind. 4 8 1360 82 12. Hidr.) 3 Ind. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 175 65 14 - A/G Diant.8 10 Manual 5 Diant.5 4.5 A/G Diant. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 185 65 14 - ..6 Ind.5 Manual 5 Diant. Hidráulica 3.2 69 66..4 10.

5 50 425 Compacto VW Fox S N S N N N N S N N N/A N O O S VW Gol 14.7 72.2 98 8.7 18.167 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto (cont.2 40.3 100 7.2 47 479 Compacto VW Fox 11.7 9.4 30.2 12.6 8.1 17.7 33.9 14.5 7.1 69.1 169 71.3 36.2 13.4 37.9 155 71.7 12 55 660 Montadora Veículo Segurança ABS BAS EBD Controle de tração Estabilidade Airbags frontais Airbags laterais Airbags cabeça Encosto cabeça 5o passageiro Cinto 3 pontos para 5o passageiro Grade de proteção vidro traseiro Sensor de estacionamento Alarme Imobilizador Brake-light Citroen C3 N N N N N N N N N N N/A N N S S VW Gol O N O N N O N N N N N/A N N S N .7 39.) Montadora Veículo Desempenho 0-100 km/h 0-1000 m 3a 40 a 80 km/h 4a 60 a 100 km/h 5a 80 a 120 km/h Velocidade máxima (km/h) Frenagem 120 km/h a 0 (m) Frenagem 80 km/h a 0 (m) Frenagem 60 km/h a 0 (m) Ruído interno PM Ruído interno RPM máx.8 22.7 69 96.5 21.6 41.4 10.7 66. (dBA) Ruído interno 80 km/h (dBA) Ruído interno 120 km/h (dBA) Velocidade real a 100 km/h (km/h) Consumo cidade (km/l) Consumo estrada (km/l) Tanque (l) Autonomia (km) Citroen C3 15.2 63.1 24.2 61.1 6.1 8.3 70.3 184 58.4 11.8 20.4 31.3 71.8 62.

1 10.3 10.3 10.4 .9 Compacto VW Fox O S O O O O O O O O S O O N O N 41 310 48 330 1 617 382 247 154 164 N/A 260 1065 10.1 85.2 68.3 88.168 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto (cont.4 VW Gol O O O O O O O O O N O O N N O N 30 380 1 155 384 247 145 166 N/A 285 934 12.) Montadora Veículo Conforto Ar-condicionado Direção assistida Rodas de liga leve Pintura metálica CD player Comandos no volante Vidros elétricos Travas elétricas Espelhos elétricos Teto solar elétrico Banco traseiro rebatível Banco traseiro bipartido Câmbio automático Cruise control Computador de bordo Bancos de couro Investimento Preço básico (R$) Preço completo (R$) Garantia (anos) Número de concessionárias Dimensões Comprimento (cm) Entre-eixos (cm) Altura (cm) Largura (cm) Caçamba (kg) Porta-malas (l) / Caçamba (l) Peso (kg) Peso/potência (kg/cv) Peso/Torque (kg/mkgf) Diâmetro de giro (m) Citroen C3 S S O O O O S S S N S S N N S O 40 320 2 137 285 246 152 167 N/A 305 1091 13.

5 4.5 Manual 5 Diant.7 Ind. Transv.) Compacto Citroen Montadora C3 Veículo Ficha técnica Motor Combustível Localização Posição Cilindros Válvulas Cilindrada (cm3) Potência (cv) Torque (mkgf) Diâmetro (mm) Curso (mm) Taxa de compressão Câmbio Tipo Marchas Tração Direção Tipo Curso (voltas) Suspensão Dianteira Traseira Freios Dianteiros Traseiros Pneus Largura (mm) Altura (%) Aro ('') Visibilidade Dianteira Lateral Traseira VW Fox VW Gol A/G Diant.) 3 Ind. (opc. McPherson Eixo de torção Disco sólido Tambor 185 65 15 - A/G Diant. Elétr. Longit 4 8 999 76 10.5 A/G Diant. 4 8 1598 104 15.1 70.169 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto (cont.1 Manual 5 Diant.. Hidr.9 12. Hidráulica 3 Ind. 4 8 1360 82 12. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 175 70 14 - . Transv..6 76.6 13.1 Manual 5 Diant.6 75 77 10.6 67. 2..5 86. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 195 55 15 1 4.

2 41.9 181 59.2 10.5 34.3 10.9 66.4 15.2 68.8 11. (dBA) Ruído interno 80 km/h (dBA) Ruído interno 120 km/h (dBA) Velocidade real a 100 km/h (km/h) Consumo cidade (km/l) Consumo estrada (km/l) Tanque (l) Autonomia (km) Fiat Palio Weekend 11. Tour 13 34.7 7.6 67.7 96 7.7 88.3 6.7 20.9 16.170 Anexo E – Informações técnicas dos veículos analisados: Perua Montadora Veículo Desempenho 0-100 km/h 0-1000 m 3a 40 a 80 km/h 4a 60 a 100 km/h 5a 80 a 120 km/h Velocidade máxima (km/h) Frenagem 120 km/h a 0 (m) Frenagem 80 km/h a 0 (m) Frenagem 60 km/h a 0 (m) Ruído interno PM Ruído interno RPM máx.3 39 66.2 60 552 Perua Renault Mégane G.2 19 183 58.3 33 7.73 12.1 91.5 20.2 64.4 9. Tour S N S N N S N N S S N/A N S S N VW SpaceFox 12.1 50 505 Montadora Veículo Segurança ABS BAS EBD Controle de tração Estabilidade Airbags frontais Airbags laterais Airbags cabeça Encosto cabeça 5o passageiro Cinto 3 pontos para 5o passageiro Grade de proteção vidro traseiro Sensor de estacionamento Alarme Imobilizador Brake-light Fiat Palio Weekend O N N N N O N N S N N/A N N S N VW SpaceFox O N N N N O N N N N N/A N S S N .8 184 62.3 97.1 26.4 59.5 61.2 39 67.5 8.3 26.8 25 14.2 8 12.6 51 541 Perua Renault Mégane G.

171 Anexo E – Informações técnicas dos veículos analisados: Perua (cont.7 .4 49 050 3 153 450 268 146 177 N/A 520 1315 11.1 73.) Montadora Veículo Conforto Ar-condicionado Direção assistida Rodas de liga leve Pintura metálica CD player Comandos no volante Vidros elétricos Travas elétricas Espelhos elétricos Teto solar elétrico Banco traseiro rebatível Banco traseiro bipartido Câmbio automático Cruise control Computador de bordo Bancos de couro Investimento Preço básico (R$) Preço completo (R$) Garantia (anos) Número de concessionárias Dimensões Comprimento (cm) Entre-eixos (cm) Altura (cm) Largura (cm) Caçamba (kg) Porta-malas (l) / Caçamba (l) Peso (kg) Peso/potência (kg/cv) Peso/Torque (kg/mkgf) Diâmetro de giro (m) Fiat Palio Weekend O S O O O N O O O N S O N N S N 43 940 1 558 423 246 159 166 N/A 460 1187 10.1 10.4 82. Tour S S S O S S S S S N S S N N S N VW SpaceFox S S S O O N S S S N S O N N N N 49 390 1 617 418 246 155 166 N/A 430 1143 11.5 Perua Renault Mégane G.6 10.1 70.8 10.

5 86. Elétrica 3.5 2.5 A/G Diant.5 80.6 76. Tour VW SpaceFox A/G Diant.. 4 16 1598 117 16.1 Auto/Manual 5 Diant.5 3.25 Ind. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 205 55 16 3.) Montadora Veículo Ficha técnica Motor Combustível Localização Posição Cilindros Válvulas Cilindrada (cm3) Potência (cv) Torque (mkgf) Diâmetro (mm) Curso (mm) Taxa de compressão Câmbio Tipo Marchas Tração Direção Tipo Curso (voltas) Suspensão Dianteira Traseira Freios Dianteiros Traseiros Pneus Largura (mm) Altura (%) Aro ('') Visibilidade Dianteira Lateral Traseira Fiat Palio Weekend Perua Renault Mégane G.9 12.. Hidráulica 3 Ind.172 Anexo E – Informações técnicas dos veículos analisados: Perua (cont.8 10.5 4. Hidráulica 2. Transv.5 10 Manual 5 Diant. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 175 70 14 2. 4 16 1598 115 16 79. 4 8 1598 104 15.75 Ind. Transv.5 A/G Diant. Transv. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 195 55 15 2 3 4 .5 Manual 5 Diant.8 77 85.5 2..

4 38.7 73.1 7.4 65.4 14.7 98 6.1 179 70 31. (dBA) Ruído interno 80 km/h (dBA) Ruído interno 120 km/h (dBA) Velocidade real a 100 km/h (km/h) Consumo cidade (km/l) Consumo estrada (km/l) Tanque (l) Autonomia (km) Fiat Strada 14.7 91 6.9 15.5 17.1 29 16.8 34.2 61.6 23.8 21.3 34.5 27.3 42.6 9 55 495 .9 8.9 92 6.8 58 510 Picape Montadora Veículo Segurança ABS BAS EBD Controle de tração Estabilidade Airbags frontais Airbags laterais Airbags cabeça Encosto cabeça 5o passageiro Cinto 3 pontos para 5o passageiro Grade de proteção vidro traseiro Sensor de estacionamento Alarme Imobilizador Brake-light Fiat Strada O N O N N O N N N/A N/A S N S S N GM Montana S N N N N O N N N/A N/A S N S S N Peugeot Hoggar N N N N N O N N N/A N/A S N S S N GM Montana 12.1 35.8 10 54 540 Peugeot Hoggar 12.9 69.3 74.2 40.5 11.8 19.6 7.1 170 62.4 8.173 Anexo F – Informações técnicas dos veículos analisados: Picape Picape Montadora Veículo Desempenho 0-100 km/h 0-1000 m 3a 40 a 80 km/h 4a 60 a 100 km/h 5a 80 a 120 km/h Velocidade máxima (km/h) Frenagem 120 km/h a 0 (m) Frenagem 80 km/h a 0 (m) Frenagem 60 km/h a 0 (m) Ruído interno PM Ruído interno RPM máx.9 11.2 69.8 70.3 61.1 164 61.7 73.

7 44 040 1 559 451 267 158 170 758 1100 1152 11.3 .3 85.4 85.8 10.5 N/D 39 700 1 542 441 272 156 166 800 685 1071 12.174 Anexo F – Informações técnicas dos veículos analisados: Picape (cont.4 11.) Picape Montadora Veículo Conforto Ar-condicionado Direção assistida Rodas de liga leve Pintura metálica CD player Comandos no volante Vidros elétricos Travas elétricas Espelhos elétricos Teto solar elétrico Banco traseiro rebatível Banco traseiro bipartido Câmbio automático Cruise control Computador de bordo Bancos de couro Investimento Preço básico (R$) Preço completo (R$) Garantia (anos) Número de concessionárias Dimensões Comprimento (cm) Entre-eixos (cm) Altura (cm) Largura (cm) Caçamba (kg) Porta-malas (l) / Caçamba (l) Peso (kg) Peso/potência (kg/cv) Peso/Torque (kg/mkgf) Diâmetro de giro (m) Fiat Strada O S O O O N O O O O O O N N S N GM Montana S S S O S N S S S N S N N S S N Peugeot Hoggar S S S O O O S S S N N N N N N N 43 500 1 153 453 275 152 167 1151 650 1216 10.8 78.

Hidráulica 2.5 4 2 A/G Diant..5 77. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 185 65 15 3. Hidráulica 3 Ind.5 72 84 10. McPherson Feixe molas Disco ventilado Tambor 175 70 14 4 3 2 A/G Diant.4 Manual 5 Diant.4 12. Transv. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 185 60 15 2.6 73.5 .1 Manual 5 Diant.8 Ind..175 Anexo F – Informações técnicas dos veículos analisados: Picape (cont.5 82 11. Transv. Transv. Hidráulica 2. 4 16 1587 113 15.5 78.5 4.5 4.3 Manual 5 Diant.) Picape Montadora Veículo Ficha técnica Motor Combustível Localização Posição Cilindros Válvulas Cilindrada (cm3) Potência (cv) Torque (mkgf) Diâmetro (mm) Curso (mm) Taxa de compressão Câmbio Tipo Marchas Tração Direção Tipo Curso (voltas) Suspensão Dianteira Traseira Freios Dianteiros Traseiros Pneus Largura (mm) Altura (%) Aro ('') Visibilidade Dianteira Lateral Traseira Fiat Strada GM Montana Peugeot Hoggar A/G Diant..8 Ind. 4 8 1368 86 12. 4 8 1389 102 13.

4 72.1 39.3 98 6.4 8.1 68.176 Anexo F – Informações técnicas dos veículos analisados: Picape (cont.5 26.5 177 57.7 24.) Picape Montadora Veículo Desempenho 0-100 km/h 0-1000 m 3a 40 a 80 km/h 4a 60 a 100 km/h 5a 80 a 120 km/h Velocidade máxima (km/h) Frenagem 120 km/h a 0 (m) Frenagem 80 km/h a 0 (m) Frenagem 60 km/h a 0 (m) Ruído interno PM Ruído interno RPM máx.9 8.5 15.9 14.7 61.3 34. (dBA) Ruído interno 80 km/h (dBA) Ruído interno 120 km/h (dBA) Velocidade real a 100 km/h (km/h) Consumo cidade (km/l) Consumo estrada (km/l) Tanque (l) Autonomia (km) VW Saveiro 13.5 55 467 Picape Montadora Veículo Segurança ABS BAS EBD Controle de tração Estabilidade Airbags frontais Airbags laterais Airbags cabeça Encosto cabeça 5o passageiro Cinto 3 pontos para 5o passageiro Grade de proteção vidro traseiro Sensor de estacionamento Alarme Imobilizador Brake-light VW Saveiro O N N N N O N N N/A N/A S S S S N .

3 68.1 .8 11.177 Anexo F – Informações técnicas dos veículos analisados: Picape (cont.) Picape Montadora Veículo Conforto Ar-condicionado Direção assistida Rodas de liga leve Pintura metálica CD player Comandos no volante Vidros elétricos Travas elétricas Espelhos elétricos Teto solar elétrico Banco traseiro rebatível Banco traseiro bipartido Câmbio automático Cruise control Computador de bordo Bancos de couro Investimento Preço básico (R$) Preço completo (R$) Garantia (anos) Número de concessionárias Dimensões Comprimento (cm) Entre-eixos (cm) Altura (cm) Largura (cm) Caçamba (kg) Porta-malas (l) / Caçamba (l) Peso (kg) Peso/potência (kg/cv) Peso/Torque (kg/mkgf) Diâmetro de giro (m) VW Saveiro O S S O O O S S S N S S N N N N 42 280 1 614 453 275 155 171 661 734 1074 10.

Transv. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 205 60 15 3 4 2 .1 Manual 5 Diant.5 86..9 12. 4 8 1598 104 15.) Picape Montadora Veículo Ficha técnica Motor Combustível Localização Posição Cilindros Válvulas Cilindrada (cm3) Potência (cv) Torque (mkgf) Diâmetro (mm) Curso (mm) Taxa de compressão Câmbio Tipo Marchas Tração Direção Tipo Curso (voltas) Suspensão Dianteira Traseira Freios Dianteiros Traseiros Pneus Largura (mm) Altura (%) Aro ('') Visibilidade Dianteira Lateral Traseira VW Saveiro A/G Diant.178 Anexo F – Informações técnicas dos veículos analisados: Picape (cont.6 76. Hidráulica 3 Ind.

179 Anexo G – Informações técnicas dos veículos analisados: Sedan Montadora Veículo Desempenho 0-100 km/h 0-1000 m 3a 40 a 80 km/h 4a 60 a 100 km/h 5a 80 a 120 km/h Velocidade máxima (km/h) Frenagem 120 km/h a 0 (m) Frenagem 80 km/h a 0 (m) Frenagem 60 km/h a 0 (m) Ruído interno PM Ruído interno RPM máx.5 74 65 68.6 195 55.1 207 56. (dBA) Ruído interno 80 km/h (dBA) Ruído interno 120 km/h (dBA) Velocidade real a 100 km/h (km/h) Consumo cidade (km/l) Consumo estrada (km/l) Tanque (l) Autonomia (km) Renault Fluence 10.7 25.4 40.9 60.7 5.1 50 655 Sedan Honda Civic S O S S S S S N S S N/A N/A S S N Peugeot 408 12 33.9 60 534 Montadora Veículo Segurança ABS BAS EBD Controle de tração Estabilidade Airbags frontais Airbags laterais Airbags cabeça Encosto cabeça 5o passageiro Cinto 3 pontos para 5o passageiro Grade de proteção vidro traseiro Sensor de estacionamento Alarme Imobilizador Brake-light Renault Fluence S S S S S S S S S S N/A N/A S S N Peugeot 408 S S S S S S S S S S N/A N/A S S N .5 8 13.6 14.2 6 6.7 11.4 8.1 60 546 Sedan Honda Civic 7.6 7.4 98 5 9.4 68.3 63.9 15.7 98 6.3 66.2 58.4 32 4.2 56.4 23.6 100.6 27.5 5.1 8.5 37.9 28.9 14 39.4 208 63.5 7.

180 Anexo G – Informações técnicas dos veículos analisados: Sedan (cont.1 Sedan Honda Civic S S S O S S S S S N S S N S S N 103 650 3 174 449 270 145 174 N/A 340 1322 6.9 68.6 Peugeot 408 S S S O S S S S S S S N S S S S 74 900 3 153 469 271 152 182 N/A 526 1524 10.) Montadora Veículo Conforto Ar-condicionado Direção assistida Rodas de liga leve Pintura metálica CD player Comandos no volante Vidros elétricos Travas elétricas Espelhos elétricos Teto solar elétrico Banco traseiro rebatível Banco traseiro bipartido Câmbio automático Cruise control Computador de bordo Bancos de couro Investimento Preço básico (R$) Preço completo (R$) Garantia (anos) Número de concessionárias Dimensões Comprimento (cm) Entre-eixos (cm) Altura (cm) Largura (cm) Caçamba (kg) Porta-malas (l) / Caçamba (l) Peso (kg) Peso/potência (kg/cv) Peso/Torque (kg/mkgf) Diâmetro de giro (m) Renault Fluence S S S O S S S S S P S O N S S S 75 990 3 174 462 270 148 181 N/A 530 1372 9.09 69.59 67.27 N/D .59 11.9 10.

. Transv.1 10.5 . McPherson Eixo de torção Disco ventilado Disco sólido 225 45 17 4 3.2 CVT 6 Diant. McPherson Ind. 4 16 1998 143 20. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Disco sólido 205 55 17 2 4 1 G Diant. duplo A Disco ventilado Disco sólido 215 45 17 5 4.1 Manual 6 Diant. Eletro-hidr.5 1...2 86 86 11. Elétric. 4 16 1997 151 22 85 88 10..181 Anexo G – Informações técnicas dos veículos analisados: Sedan (cont. 3. 4 16 1998 192 19. 2. 2.2 Ind. Seq 4 Diant.5 3. Transv. Elétric. Transv.3 84 90.) Montadora Veículo Ficha técnica Motor Combustível Localização Posição Cilindros Válvulas Cilindrada (cm3) Potência (cv) Torque (mkgf) Diâmetro (mm) Curso (mm) Taxa de compressão Câmbio Tipo Marchas Tração Direção Tipo Curso (voltas) Suspensão Dianteira Traseira Freios Dianteiros Traseiros Pneus Largura (mm) Altura (%) Aro ('') Visibilidade Dianteira Lateral Traseira Renault Fluence Sedan Honda Civic Peugeot 408 A/G Diant.8 Ind.7 Ind.5 A/G Diant.8 Aut.

182 Anexo G – Informações técnicas dos veículos analisados: Sedan (cont.1 39.5 23.2 9.9 200 57.7 5.6 95.4 57.4 60 564 Sedan Montadora Veículo Segurança ABS BAS EBD Controle de tração Estabilidade Airbags frontais Airbags laterais Airbags cabeça Encosto cabeça 5o passageiro Cinto 3 pontos para 5o passageiro Grade de proteção vidro traseiro Sensor de estacionamento Alarme Imobilizador Brake-light Toyota Corolla S N S N N S S N S S N/A N/A S S N VW Jetta S N/A S S N/A S S N/A S S N/A N/A S S N VW Jetta 12.7 6.7 13.5 198 55.4 7.1 33.2 14.8 34 6 7.2 4.9 72.6 32.7 57.) Sedan Montadora Veículo Desempenho 0-100 km/h 0-1000 m 3a 40 a 80 km/h 4a 60 a 100 km/h 5a 80 a 120 km/h Velocidade máxima (km/h) Frenagem 120 km/h a 0 (m) Frenagem 80 km/h a 0 (m) Frenagem 60 km/h a 0 (m) Ruído interno PM Ruído interno RPM máx.3 68.4 9.3 63.4 64.7 9.5 55 523 . (dBA) Ruído interno 80 km/h (dBA) Ruído interno 120 km/h (dBA) Velocidade real a 100 km/h (km/h) Consumo cidade (km/l) Consumo estrada (km/l) Tanque (l) Autonomia (km) Toyota Corolla 10.6 25.9 95.8 7.

1 .6 VW Jetta S S S O S O S S S O S N S O S O 70 005 1 614 464 265 147 178 N/A 510 1346 11.22 73.183 Anexo G – Informações técnicas dos veículos analisados: Sedan (cont.4 62.) Sedan Montadora Veículo Conforto Ar-condicionado Direção assistida Rodas de liga leve Pintura metálica CD player Comandos no volante Vidros elétricos Travas elétricas Espelhos elétricos Teto solar elétrico Banco traseiro rebatível Banco traseiro bipartido Câmbio automático Cruise control Computador de bordo Bancos de couro Investimento Preço básico (R$) Preço completo (R$) Garantia (anos) Número de concessionárias Dimensões Comprimento (cm) Entre-eixos (cm) Altura (cm) Largura (cm) Caçamba (kg) Porta-malas (l) / Caçamba (l) Peso (kg) Peso/potência (kg/cv) Peso/Torque (kg/mkgf) Diâmetro de giro (m) Toyota Corolla S S S O S S N S S N S N N S S S 76 780 3 132 454 260 148 176 N/A 470 1285 8.08 10.15 11.

8 11..5 92. 3.4 82.5 DSG 6 Diant.1 Aut. Seq 4 Diant.5 . Hidráulica 3 Ind. Transv. Transv. 4 16 1986 153 20. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Disco sólido 205 55 16 5 4. Elétric.5 3.) Sedan Montadora Veículo Ficha técnica Motor Combustível Localização Posição Cilindros Válvulas Cilindrada (cm3) Potência (cv) Torque (mkgf) Diâmetro (mm) Curso (mm) Taxa de compressão Câmbio Tipo Marchas Tração Direção Tipo Curso (voltas) Suspensão Dianteira Traseira Freios Dianteiros Traseiros Pneus Largura (mm) Altura (%) Aro ('') Visibilidade Dianteira Lateral Traseira Toyota Corolla VW Jetta A/G Diant..5 97.7 80. 4 8 1984 120 18.6 12.4 Ind. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Disco sólido 205 55 16 2 4 1 A/G Diant.184 Anexo G – Informações técnicas dos veículos analisados: Sedan (cont.

1 64 58.2 7 10 190 62.4 27 15 38.8 9.5 58 667 SUV Hyunday ix35 12 33.1 33.6 34.8 55 591.5 70.5 65.7 9 184 57.7 15 36. (dBA) Ruído interno 80 km/h (dBA) Ruído interno 120 km/h (dBA) Velocidade real a 100 km/h (km/h) Consumo cidade (km/l) Consumo estrada (km/l) Tanque (l) Autonomia (km) Honda CR-V 12.5 Montadora Veículo Segurança ABS BAS EBD Controle de tração Estabilidade Airbags frontais Airbags laterais Airbags cabeça Encosto cabeça 5o passageiro Cinto 3 pontos para 5o passageiro Grade de proteção vidro traseiro Sensor de estacionamento Alarme Imobilizador Brake-light Honda CR-V S N S N N S N N S S N/A N/A S S N Kia Sportage S N O N N S N N S N N/A N/A S S N .5 181 59.9 59.185 Anexo H – Informações técnicas dos veículos analisados: SUV Montadora Veículo Desempenho 0-100 km/h 0-1000 m 3a 40 a 80 km/h 4a 60 a 100 km/h 5a 80 a 120 km/h Velocidade máxima (km/h) Frenagem 120 km/h a 0 (m) Frenagem 80 km/h a 0 (m) Frenagem 60 km/h a 0 (m) Ruído interno PM Ruído interno RPM máx.6 66.4 27.9 37.5 10.7 24.5 11.8 6.4 99.9 63.5 4.4 8.6 8.5 55 632.4 5.7 13.6 70.5 96 8.8 93.9 SUV Hyunday ix35 S N S N N S N N S N N/A N/A S N N Kia Sportage 12.6 5 6.2 11.4 58.

4 78.6 93 000 5 176 441 264 168 182 N/A 465 1576 9.186 Anexo H – Informações técnicas dos veículos analisados: SUV (cont.6 Anexo H – Informações técnicas dos veículos analisados: SUV (cont.3 79.6 10.) .) Montadora Veículo Conforto Ar-condicionado Direção assistida Rodas de liga leve Pintura metálica CD player Comandos no volante Vidros elétricos Travas elétricas Espelhos elétricos Teto solar elétrico Banco traseiro rebatível Banco traseiro bipartido Câmbio automático Cruise control Computador de bordo Bancos de couro Investimento Preço básico (R$) Preço completo (R$) Garantia (anos) Número de concessionárias Dimensões Comprimento (cm) Entre-eixos (cm) Altura (cm) Largura (cm) Caçamba (kg) Porta-malas (l) / Caçamba (l) Peso (kg) Peso/potência (kg/cv) Peso/Torque (kg/mkgf) Diâmetro de giro (m) Honda CR-V S S S S S N S S S N S S S S S N SUV Hyunday ix35 S S S S S S S S S O S S S O S O Kia Sportage S S S S S S S S S O S S S O S O 88 410 3 173 458 262 168 182 N/A 556 1544 10.6 87 900 5 142 445 264 164 186 N/A 564 1500 9 74.4 10.6 10.

McPherson Ind. Transv.5 Aut. 6 Diant..5 4. Transv.187 SUV Hyunday ix35 Montadora Veículo Ficha técnica Motor Combustível Localização Posição Cilindros Válvulas Cilindrada (cm3) Potência (cv) Torque (mkgf) Diâmetro (mm) Curso (mm) Taxa de compressão Câmbio Tipo Marchas Tração Direção Tipo Curso (voltas) Suspensão Dianteira Traseira Freios Dianteiros Traseiros Pneus Largura (mm) Altura (%) Aro ('') Visibilidade Dianteira Lateral Traseira Honda CR-V Kia Sportage G Diant. Elétrica 3 Ind.5 Aut. Hidráulica 3 Ind.5 3 3. Transv.. 4 16 1997 150 19. 4 16 1998 166 20.5 ..1 86 86 10. McPherson Ind.5 G Diant.1 86 86 10. multi link Disco ventilado Disco sólido 215 70 16 0.. multi link Disco ventilado Disco sólido 225 55 18 - G Diant. Hidráulica 3 Ind. braços duplos Disco ventilado Disco sólido 225 65 17 2. 5 Diant. McPherson Ind. 6 Diant. 4 16 1998 168 20.4 81 96.9 10.5 Aut...5 5.

) SUV Montadora Veículo Desempenho 0-100 km/h 0-1000 m 3a 40 a 80 km/h 4a 60 a 100 km/h 5a 80 a 120 km/h Velocidade máxima (km/h) Frenagem 120 km/h a 0 (m) Frenagem 80 km/h a 0 (m) Frenagem 60 km/h a 0 (m) Ruído interno PM Ruído interno RPM máx.6 65.2 32.2 64. (dBA) Ruído interno 80 km/h (dBA) Ruído interno 120 km/h (dBA) Velocidade real a 100 km/h (km/h) Consumo cidade (km/l) Consumo estrada (km/l) Tanque (l) Autonomia (km) Toyota RAV4 11.9 59.8 35.6 4.6 6 7.4 11.2 9.188 Anexo H – Informações técnicas dos veículos analisados: SUV (cont.4 25 13.7 185 55.5 60 690 SUV Montadora Veículo Segurança ABS BAS EBD Controle de tração Estabilidade Airbags frontais Airbags laterais Airbags cabeça Encosto cabeça 5o passageiro Cinto 3 pontos para 5o passageiro Grade de proteção vidro traseiro Sensor de estacionamento Alarme Imobilizador Brake-light Toyota RAV4 S S S N N S N N S S N/A N/A S S N .4 97.

6 .) SUV Montadora Veículo Conforto Ar-condicionado Direção assistida Rodas de liga leve Pintura metálica CD player Comandos no volante Vidros elétricos Travas elétricas Espelhos elétricos Teto solar elétrico Banco traseiro rebatível Banco traseiro bipartido Câmbio automático Cruise control Computador de bordo Bancos de couro Investimento Preço básico (R$) Preço completo (R$) Garantia (anos) Número de concessionárias Dimensões Comprimento (cm) Entre-eixos (cm) Altura (cm) Largura (cm) Caçamba (kg) Porta-malas (l) / Caçamba (l) Peso (kg) Peso/potência (kg/cv) Peso/Torque (kg/mkgf) Diâmetro de giro (m) Toyota RAV4 S S S S S N S S S N S S S S S N 92 500 3 132 463 266 172 182 N/A 540 1525 9 66.9 10.189 Anexo H – Informações técnicas dos veículos analisados: SUV (cont.

190 Anexo H – Informações técnicas dos veículos analisados: SUV (cont. McPherson Ind.5 . Eletro-hidr. Transv.. 4 Diant.) SUV Montadora Veículo Ficha técnica Motor Combustível Localização Posição Cilindros Válvulas Cilindrada (cm3) Potência (cv) Torque (mkgf) Diâmetro (mm) Curso (mm) Taxa de compressão Câmbio Tipo Marchas Tração Direção Tipo Curso (voltas) Suspensão Dianteira Traseira Freios Dianteiros Traseiros Pneus Largura (mm) Altura (%) Aro ('') Visibilidade Dianteira Lateral Traseira Toyota RAV4 G Diant. 4 16 2362 170 22..5 96 9. braços duplos Disco ventilado Disco sólido 225 65 17 1.8 88.5 4 0.8 Ind. 2.8 Aut.

191 Anexo I – Demonstrativo de resultado de exercício .

192 Anexo I – Demonstrativo de resultado de exercício (cont.) .

193 Anexo I – Demonstrativo de resultado de exercício (cont.) .

2 0.90 +3.4% 11.85 +3.50 4.3 2.58 162.44 IPVA 4% Total estacionamento (R$ milhões) 0 Total combustível (R$ milhões) 0 Total Limpeza 0.4 0.9% 1.4 0.94 154.9% 31 306 25 273 41 828 35 206 33 528 25 626 28 860 28 821 604 456 516 780 590 576 594 714 690 55 8 6 2 +4.1 Depreciação e Amortização Depreciação de investimentos (# anos) Depreciação de investimentos 1.96 30.1 Total IPVA 0.90 +4.1 2.50 4.2 3T12E 279 3 488 +67% 558 186 +50% 6.32 4.4 0.4 1T13E 465 6 975 +36% +80% 930 186 +25% 6.74 13 2.4 0.32 4.0% 12.00 4.50 4.1 1.74 4% 1 2 0.8 4T13E 744 11 160 +14% 1 488 186 +14% 6.87 4% 1 3 0.90 4% 2 5 0.3 2.98 164.2 0.95 +4.0% 7 6 1 +5.0% -0. IPCA.0% 12.00 4.74 4.3 0.99 31.5% 30 122 24 317 40 245 33 874 32 260 24 657 27 768 27 731 581 439 497 750 567 555 571 687 664 53 30 521 24 639 40 779 34 323 32 687 24 984 28 136 28 099 589 445 503 760 575 562 579 696 672 54 30 916 24 958 41 306 34 767 33 110 25 307 28 500 28 462 596 450 510 770 582 569 586 705 681 54 31 692 25 584 42 343 35 639 33 941 25 942 29 215 29 176 611 462 523 790 597 583 601 723 698 56 32 072 25 891 42 851 36 067 34 348 26 253 29 566 29 526 619 467 529 799 604 590 608 732 707 57 .50 13 1.4 0.0% 11.49 Preço Limpeza Interna (R$) 152.80 +3.74 13 2.4 0.7% 29 728 23 999 39 719 33 431 31 838 24 334 27 405 27 368 573 433 490 741 560 547 564 678 655 52 7 6 1 +5.38 166.76 158.74 13 2.06 32.74 4.2% 1.7 3T13E 651 9 765 +17% 1 302 186 +17% 6.09 32.17 160.00 +4.3 2.2 Total seguro 0.1 Total revisão 0.6 0.0% 11.50 Tarifa média de devolução (R$) 4.4% 8 6 2 +5.85 +4.5% R$:US$ 1.9% 0.50 Custos operacionais Preço estacionamento (R$/dia/veículo) 12 Preço álcool (R$/l) 1.3% 1.3 0.1 0.0% 8 6 2 +5.2 0.1% 1.81 4% 1 3 0.04 32.32 4.00 4.1% 11.8% 2.74 4.7% 11.74 13 2.6 2T13E 558 8 370 +20% 1 116 186 +20% 6.32 4.50 13 2.50 12 1.9 1.3% 1.9% 1.3 4T12E 372 5 115 +47% 744 186 +33% 6.01 31.194 Anexo J – Premissas do modelo financeiro 1T12E # de estações 93 # de usuários por dia ('000) 930 Crescimento (t-à-t) Resumo da frota Frota (final do período) 186 Carros Comprados 186 Carros Vendidos Crescimento (t-à-t) Tarifa Tarifa de uso (R$/ 30 min) 6.00 Tarifa média de retirada (R$) 4.1 0.95 GDP change year-on-year +2.7 0.93 Preço Limpeza Externa (R$) 30.2 0.11 33.8% 11.2 0.1 0.1 1.69 4% 0 1 0.7% SELIC (effective quarterly SELIC rate annualized) 11.35 156.74 4.90 4% 1 4 0.4 0.0% 11.1 A0 A1 A2 A3 A4 Investimento Total Investimento 7 Expansão 5 Manutenção 1 Variáveis Macro-econômicas Inflation.3 7 6 1 +5.3 0.88 4% 2 6 0.0% SELIC average annual rate Δ in average SELIC Modelos Veículos Preço (R$) 29 296 Chery QQ 23 650 Jac J3 39 142 Chery Face 32 945 VW Gol 31 375 Fiat Mille 23 981 Renault Clio 27 007 GM Celta 26 971 Revisão (R$) 565 Chery QQ 427 Jac J3 483 Chery Face 730 VW Gol 552 Fiat Mille 539 Renault Clio 556 GM Celta 668 Seguro (R$) 645 Franquia Seguro (R$) 52 2T12E 186 2 093 +125% 372 186 +100% 6.1 0.1% 8 6 2 +4. end of period +6.

25 14 2.7 3T15E 1 395 27 900 +7% 2 790 372 186 +7% 6.8% 2.2 1. IPCA.6 1.9 1.99 14 2.29 36.2 3T14E 1 023 17 903 +10% 2 046 186 +10% 6.8% 12.97 Tarifa média de devolução (R$) 4.3% 2.80 4% 3 11 0.8% 13.25 14 2.9 1.99 5.03 GDP change year-on-year +5.5 6.0% 19 13 6 +5.41 4% 3 10 0.4% 32 889 26 551 43 942 36 986 35 223 26 922 30 319 30 278 634 479 542 819 619 606 624 750 725 58 10 6 4 +5.3% SELIC (effective quarterly SELIC rate annualized) 12.5 3.99 5.1% SELIC average annual rate Δ in average SELIC Modelos Veículos Preço (R$) 32 471 Chery QQ 26 213 Jac J3 43 384 Chery Face 36 516 VW Gol 34 776 Fiat Mille 26 580 Renault Clio 29 934 GM Celta 29 894 Revisão (R$) 626 Chery QQ 473 Jac J3 535 Chery Face 809 VW Gol 612 Fiat Mille 598 Renault Clio 616 GM Celta 741 Seguro (R$) 715 Franquia Seguro (R$) 57 2T14E 930 16 275 +11% 1 860 186 +11% 6.68 173.8 0.0% 12.3% 11.20 34.1 6.23 171.24 5.17 34.13 4% 2 9 0.62 4.0% 2.5 1.6 1.0% 33 327 26 904 44 527 37 478 35 692 27 280 30 723 30 682 643 486 550 830 628 614 632 760 734 59 33 785 27 274 45 140 37 993 36 183 27 655 31 145 31 103 652 492 557 842 636 622 641 771 744 60 34 235 27 637 45 740 38 499 36 665 28 024 31 560 31 517 660 499 565 853 645 630 649 781 754 60 35 107 28 341 46 906 39 480 37 599 28 737 32 364 32 320 677 511 579 875 661 646 666 801 774 62 35 528 28 681 47 468 39 954 38 050 29 082 32 752 32 708 685 518 586 885 669 654 674 811 783 63 .7% 34 675 27 993 46 329 38 995 37 137 28 384 31 966 31 923 669 505 572 864 653 638 658 791 764 61 19 13 6 +5.5% 2.24 5.9 0.08 +5.) 1T14E # de estações 837 # de usuários por dia ('000) 14 648 Crescimento (t-à-t) +31% Resumo da frota Frota (final do período) 1 674 Carros Comprados 186 Carros Vendidos Crescimento (t-à-t) +13% Tarifa Tarifa de uso (R$/ 30 min) 6.5 Total IPVA 0.195 Anexo J – Premissas do modelo financeiro (cont.31 36.62 4.5% 19 13 6 +4.14 4% 3 13 0.6 0.16 175.6 2.26 35.3% 0.99 5.99 14 2.05 +5.0% R$:US$ 2.63 178.13 +3.99 5.25 15 2.6% -0.11 +3.99 14 2.53 182.0 Depreciação e Amortização Depreciação de investimentos (# anos) Depreciação de investimentos 3.97 4.14 Preço Limpeza Externa (R$) 33.1 6.6 1.6 2T15E 1 302 26 040 +8% 2 604 372 186 +8% 6.97 4.14 +3.3 4T14E 1 116 19 530 +9% 2 232 186 +9% 6. end of period +5.87 4% 4 17 1.0 3.1 6.9 Total revisão 1.5% 19 13 6 +5.5 1.8 0.2% 2.79 Preço Limpeza Interna (R$) 168.6 Total seguro 0.43 4% 3 14 0.6 0.8% 11.09 180.5 1.5 1T15E 1 209 24 180 +24% 2 418 372 186 +8% 6.97 4.15 +3.62 Tarifa média de retirada (R$) 4.9 4T15E 7 608 29 760 +7% 2 976 372 186 +7% 6.4% 10 6 4 +5.10 +5.5 A0 A1 A2 A3 A4 Investimento Total Investimento 10 Expansão 6 Manutenção 4 Variáveis Macro-econômicas Inflation.62 4.97 184.99 Custos operacionais Preço estacionamento (R$/dia/veículo) 14 Preço álcool (R$/l) 2.24 5.25 15 2.67 4% 4 16 0.9 1.1 10 6 4 +5.3% 11.8% 11.5 3.24 5.9 1.34 36.8% 12.0 1.7 0.3 1.96 IPVA 4% Total estacionamento (R$ milhões) 2 Total combustível (R$ milhões) 8 Total Limpeza 0.3% 11.3% 2.23 35.0 0.2% 2.

22 IPVA 4% Total estacionamento (R$ milhões) 4 Total combustível (R$ milhões) 19 Total Limpeza 1.0 0.53 Custos operacionais Preço estacionamento (R$/dia/veículo) 15 Preço álcool (R$/l) 2.20 +5. IPCA.5 7.18 +5.32 5.53 16 2.37 Preço Limpeza Externa (R$) 37.9 1.0% 36 986 29 859 49 417 41 594 39 612 30 276 34 096 34 051 713 539 610 922 697 681 701 844 815 65 37 541 30 307 50 158 42 218 40 206 30 730 34 608 34 562 724 547 619 935 707 691 712 857 827 66 .45 4% 4 20 1.40 37.32 5.49 5.) 1T16E # de estações 7 608 # de usuários por dia ('000) 33 480 Crescimento (t-à-t) +13% Resumo da frota Frota (final do período) 2 976 Carros Comprados 186 Carros Vendidos 186 Crescimento (t-à-t) +0% Tarifa Tarifa de uso (R$/ 30 min) 7.0% 2.49 5.5% SELIC (effective quarterly SELIC rate annualized) 12.1 Depreciação e Amortização Depreciação de investimentos (# anos) Depreciação de investimentos 7.8 2.44 Preço Limpeza Interna (R$) 187.5% 11.95 189.1% R$:US$ 2.8% -0.1 3T16E 7 608 33 480 +0% 2 976 186 186 +0% 7.7% 2.49 5.0 Total seguro 1.44 38.19 +5. end of period +5.49 192.5% 11.9 1.0% 11.1 2.53 15 2.2 7.07 195.9 2.5% 14 7 7 +6.6 Total revisão 2.34 4% 4 20 1.5% SELIC average annual rate Δ in average SELIC Modelos Veículos Preço (R$) 35 981 Chery QQ 29 047 Jac J3 48 074 Chery Face 40 463 VW Gol 38 535 Fiat Mille 29 453 Renault Clio 33 170 GM Celta 33 125 Revisão (R$) 694 Chery QQ 524 Jac J3 593 Chery Face 896 VW Gol 678 Fiat Mille 662 Renault Clio 682 GM Celta 821 Seguro (R$) 793 Franquia Seguro (R$) 63 2T16E 7 608 33 480 +0% 2 976 186 186 +0% 7.9 2.5% 36 467 29 439 48 723 41 009 39 055 29 851 33 617 33 572 703 531 601 909 687 671 692 832 803 64 14 7 7 +5.49 Tarifa média de devolução (R$) 5.75 4% 4 20 1.53 15 2.196 Anexo J – Premissas do modelo financeiro (cont.32 Tarifa média de retirada (R$) 5.0 0.1 4T16E 7 608 33 480 +0% 2 976 186 186 +0% 7.5 14 7 7 +5.32 5.5 7.0 0.47 39.5 A0 A1 A2 A3 A4 Investimento Total Investimento 14 Expansão 7 Manutenção 7 Variáveis Macro-econômicas Inflation.4% 2.16 GDP change year-on-year +5.0 Total IPVA 1.5% 12.

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