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Projeto de Sistema de Veiculos para Sao Paulo - USP Universidade de Sao Paulo

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The following project discusses the design of a car-sharing system in the city of São Pau-lo, Brazil. It has the objective to determine the more relevant places for the vehicle sta-tions, to quantify and to give the characteristics of the service and to select the vehicle to be used in the system. The methodology used to determine the places for stations and the demand for the service is based on statistical analysis of the location of existing stations and the service level in cities where car-sharing has succeed. The determination of the vehicles to use in the system is made through a decision matrix which includes criteria such as performance, security, comfort, fuel consumption and autonomy, investment, and dimensions. The results show that the central zones are the most adequate for the install-ment of the of the car sharing system stations. This is explained by the fact that most the variables used to determine rather a region is convenient or not or car-sharing – such as number of inhabitants per area, the percentage of households with zero or one owned ve-hicle and the mean of transport - are favorable in those areas. Finally, the it is also pre-sented an economic and financial analysis regarding the company response installing and for operating the car-sharing system designed.
The following project discusses the design of a car-sharing system in the city of São Pau-lo, Brazil. It has the objective to determine the more relevant places for the vehicle sta-tions, to quantify and to give the characteristics of the service and to select the vehicle to be used in the system. The methodology used to determine the places for stations and the demand for the service is based on statistical analysis of the location of existing stations and the service level in cities where car-sharing has succeed. The determination of the vehicles to use in the system is made through a decision matrix which includes criteria such as performance, security, comfort, fuel consumption and autonomy, investment, and dimensions. The results show that the central zones are the most adequate for the install-ment of the of the car sharing system stations. This is explained by the fact that most the variables used to determine rather a region is convenient or not or car-sharing – such as number of inhabitants per area, the percentage of households with zero or one owned ve-hicle and the mean of transport - are favorable in those areas. Finally, the it is also pre-sented an economic and financial analysis regarding the company response installing and for operating the car-sharing system designed.

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UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA POLITÉCNICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA

PROJETO DE SISTEMA DE VEÍCULOS COMPARTILHADOS PARA A CIDADE DE SÃO PAULO

Trabalho de Formatura apresentado à Escola Politécnica da Universidade de São Paulo para obtenção do Diploma de Engenheiro Mecânico Marcelo Alencar Preto

São Paulo 2011

MARCELO ALENCAR PRETO

PROJETO DE SISTEMA DE VEÍCULOS COMPARTILHADOS PARA A CIDADE DE SÃO PAULO

Trabalho de Formatura apresentado à Escola Politécnica da Universidade de São Paulo para obtenção do Diploma de Engenheiro Mecânico

Orientador: Marcelo Alves

São Paulo 2011

FICHA CATALOGRÁFICA

Preto, Marcelo Alencar Projeto de sistema de veículos compartilhados para a cidade de São Paulo / M.A. Preto. – São Paulo, 2011. 196 p. Trabalho de Formatura - Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Departamento de Engenharia Mecânica. 1. Sistemas de transportes (Projeto) I. Universidade de São Paulo Escola Politécnica. Departamento de Engenharia Mecânica II. t.

.

DEDICATÓRIA Ao meu pai. . Que sempre me incentivou nos estudos de engenharia.

Carlos e Mércia por sempre me darem mais do que tiveram. aos meus pais. pela preocupação e por tudo que me ensinam. Ao Prof. pois ela é mãe de muitas mentes brilhantes. pelos professores. pela orientação ao longo deste trabalho e também pelas aulas durante a minha graduação. . pelos laboratórios. Marcelo Alves. Aos colegas de turma que passamos intermináveis horas de estudo. Em especial. por todas as portas que me abriu. pelos alunos. Fazer parte desta Escola é uma honra que. A toda minha família por todo carinho que me dá. Às amizades que fiz na Poli e que fizeram dos anos da faculdade os melhores que tive na vida.AGRADECIMENTOS À Escola Politécnica por tudo que eu aprendi.

pois o rio nunca é o mesmo e nós também nunca mais somos os mesmos Heráclito de Éfeso .Não podemos entrar duas vezes no mesmo rio.

determinar as características básicas do serviço e selecionar o veículo a ser utilizado. Palavras chave: Car sharing. o percentual de moradias que possuem nenhum ou um veículo próprio e a forma de locomoção – são mais favoráveis. segurança. A pesquisa tem o objetivo de determinar os locais relevantes para a instalação de estações. Mobilidade. Projeto. A escolha dos veículos é feita através de uma matriz de decisão que pondera características dos veículos como desempenho. consumo e autonomia e dimensões. investimento. quantificar e qualificar o mercado potencial. é realizada uma análise econômica e financeira da companhia responsável por instalar e operar o sistema de veículos compartilhados proposto. Veículo .RESUMO Este trabalho discute o projeto de um sistema de veículos compartilhados (também conhecido por car sharing) na cidade de São Paulo. Transporte. Brasil. conforto. onde variáveis importantes para a determinação das estações do serviço – número de moradores por área. A metodologia adotada para determinação dos locais das estações e da demanda pelo serviço é baseada na análise estatística da localização destas estações e do nível de serviço em cidades onde já existem sistemas de veículos compartilhados. Por fim. Os resultados mostram que as zonas da cidade mais adequadas para a instalação do sistema estão localizadas nas regiões centrais.

Vehicle. Keywords: Car sharing. Finally. to quantify and to give the characteristics of the service and to select the vehicle to be used in the system.are favorable in those areas. Brazil. security. . the it is also presented an economic and financial analysis regarding the company response installing and for operating the car-sharing system designed. the percentage of households with zero or one owned vehicle and the mean of transport . Mobility. fuel consumption and autonomy. It has the objective to determine the more relevant places for the vehicle stations. Transport. This is explained by the fact that most the variables used to determine rather a region is convenient or not or car-sharing – such as number of inhabitants per area. The results show that the central zones are the most adequate for the installment of the of the car sharing system stations. The determination of the vehicles to use in the system is made through a decision matrix which includes criteria such as performance. comfort. and dimensions. The methodology used to determine the places for stations and the demand for the service is based on statistical analysis of the location of existing stations and the service level in cities where car-sharing has succeed. Project.ABSTRACT The following project discusses the design of a car-sharing system in the city of São Paulo. investment.

.............. 58 Figura 14 – Diagrama de ambiente.......... .................................Estação de recarga de veículos elétricos em Israel......................... ................ 87 Figura 22 .LISTA DE FIGURAS Figura 1 .................................. .. 31 Figura 7 ........................................................ ....................................................... 104 Figura 33 ........................................................................... possíveis locais para as estações de veículos.................................................... Ponto B............ 113 ............. ....................................................................................... em vermelho..................................Mapa dos pontos de recarga elétricos em Paris........................ ........... ..................Passos para a utilização do Zipcar .................. ........ ........... 45 Figura 12 – Regiões atrativas para desenvolvimento de veículos compartilhados.... 45 Figura 11 ....Mapa da rede do transporte metropolitano em junho de 2011.......Amostra de veículos disponíveis na Zipcar......................... 32 Figura 8 ........Regiões e subprefeituras da Cidade de São Paulo .................................. ......................................................... 44 Figura 10 – Zoneamento da cidade de São Paulo. Ponto A...... .................. 28 Figura 3 ........................................... 82 Figura 18 – Principais pontos de estacionamento na cidade de São Paulo e região metropolitana..Coeficientes de arrasto e sustentação para diferentes tipos de veículos...................................................... 69 Figura 15 – Diagrama FAST................................. 101 Figura 31 – Coeficientes e da Equação 6......... ..Cálculo do nível de serviço...Estacionamento............... 103 Figura 32 – Componentes normal ( ) e tangencial ( ) da força peso....................... 56 Figura 13 ................................................. . Estados Unidos... 71 Figura 17 – Locais onde as pessoas deixam seus veículos pelo menos trinta minutos.......... ...Exemplo de trajeto a ser realizado............................. 110 Figura 36 ....... ............... 90 Figura 27 – Esquema das dimensões das vias com sentido duplo de circulação. PITU 2025................. 88 Figura 25 – Dimensões de referência para vagas de estacionamentos...... 88 Figura 24 – Acesso ao veículo ......... Holanda...................... 70 Figura 16 – Árvore de funções........ 86 Figura 21 – Distribuição de veículos na Zona 29 – MASP .....Aplicativos para celular (esquerda) e softwares de navegação (direita)............. 107 Figura 34 – Principais forças atuantes no veículo................... ...... ..... 29 Figura 4 ............................. 84 Figura 19 – Principais pontos de postos de gasolina na cidade de São Paulo e região metropolitana................................................................................................ origem : Vila Madalena............................ França............................... ......................Localização de Zipcars na cidade de Nova Iorque.... ............... ........ ........ destino : Aeroporto de Congonhas........ 28 Figura 2 ................................................................. ....................... ............. OD2002....................... 90 Figura 26 – Referência de dimensões de veículos.............................................................................................................. 41 Figura 9 – Mapa do transporte metropolitano....... 88 Figura 23 – Totem de utilização do serviço ...................................... 30 Figura 5 . 108 Figura 35 – Componentes moto-propulsores do veículo......... 97 Figura 30 – Forças aerodinâmicas de arrasto (FD) e sustentação (FL)........................................................................................ ..... ... 95 Figura 29 . ...................... 85 Figura 20 – Zonas de atratividade em verde (alta) e amarelo (normal) e................................. ..... ... 93 Figura 28 – Sistema de precificação dinâmica para ajustar a oferta e a demanda de veículos nos locais de devolução retirada............... 31 Figura 6 .............Coeficiente de atrito ( ) em função do escorregamento (s).....................................Preços cobrados pela Greenwheels...

................ 114 .Figura 37 – Posição do ponto de referência do assento (Ponto R) ......................................... 114 Figura 38 – Dimensões internas e externas típicas do veículo........... ......

.......... 142 Gráfico 13 – Lucro líquido e margem líquida..............................Veículos Cadastrados em São Paulo ..............................................................................................Velocidade Média no Trânsito em São Paulo...................................... .........................Evolução dos custos e das despesas (R$ milhões).. 46 Gráfico 9 .. 46 Gráfico 8 .......................................... 138 Gráfico 12 – EBITDA e margem EBITDA........ 38 Gráfico 7 .....LISTA DE GRÁFICOS Gráfico 1 ........Evolução da População no Estado de São Paulo3...... ......... 37 Gráfico 5 ...................................................................................Tempo Médio de Viagem por Modo .....Frota de Ônibus Urbano........................ 94 Gráfico 10 ..............Preço da diária de estacionamento em 11 bairros da capital paulista..... 35 Gráfico 2 .Evolução da receita bruta (R$ milhões)......Quantidade de Usuários por Modo de Transporte – 2007 ................. 142 ...............Lentidão Média no Trânsito..........2007 ................................................... 36 Gráfico 4 ................................... 38 Gráfico 6 .......................... 137 Gráfico 11 ......... ..... ........................... 36 Gráfico 3 ......................................................Atração de Viagens Diárias por Modo de Transporte ...............

.................................. 131 Tabela 32 ...................................... 92 Tabela 20 – Dimensões das vias de acesso às vagas. ...............................MASP......... 90 Tabela 15 – Dimensões para estacionamento em paralelo..... para diversos veículos........................................................ ....... .............. 66 Tabela 9 – Funções relacionadas ao Serviço.......... 135 Tabela 34 – Projeções para a frota de veículos no final de cada período e a média de usuários por dia no período............................................................................. 124 Tabela 31 ....................................................... ........................................... Fonte : Goldman Sachs........................................ 63 Tabela 7 – Total de usuários do sistema em algumas zonas selecionadas................ ........... 74 Tabela 13 – Especificações para estações na Zona 29 ...............................................................Zonas com nível de serviço alto ... ......................... ..........................................................LISTA DE TABELAS Tabela 1 ................................... ..................... com pneu........................... 116 Tabela 25 – Inércia da transmissão para diferentes marchas............. 117 Tabela 26 – Diâmetro da roda.... ........................... .................................... 53 Tabela 3 – Outros Limites para nível de serviço de veículos compartilhados.................. .................................... 91 Tabela 17 – Dimensões para estacionamento a 90º............. 132 Tabela 33 – Projeções para a taxa Selic e para o IPCA...........................................................................Resumo dos resultados dos veículos............................. .............................. com sentido duplo de circulação...................................... 61 Tabela 6 – Total de veículos compartilhados e estações em zonas selecionadas............................................... ........................ . 73 Tabela 11 – Funções relacionadas à Veículo.................. 106 Tabela 22 – Coeficiente de atrito para diferentes tipos de estrada ................... .......................................... 91 Tabela 16 – Dimensões para estacionamento a 30º.. ......................Planos e tarifas Zipcar................ 64 Tabela 8 – Motivações........ 120 Tabela 28 – Média da potência e do torque por grupo de veículo analisado em comparação com o calculado.. .............................................................................................................. Parte 1) .... 91 Tabela 18 – Dimensões de vagas adotadas........ ... ... 122 Tabela 29 – Média das relações massa/ potência e massa/torque por grupo de veículos analisados em comparação com o calculado........ 73 Tabela 12 – Funções relacionadas à Usuário..................... atitudes e comportamentos obtidas no estudo de mercado...............Classificação e nota final dos veículos .................. 54 Tabela 4 ...... percepções......................................... 115 Tabela 24 – Distância entre eixos dos veículos analisados.............................Limites para nível de serviço de veículos compartilhados............................... ................................. 138 ................................ 45º e 60º.................. 92 Tabela 19 – Dimensões das vias de acesso às vagas selecionadas...... ........................... 27 Tabela 2 ........................................................ .................. 72 Tabela 10 – Funções relacionadas à Estação................................ 123 Tabela 30 – Informações de potência e de torque dos veículos analisados em comparação com o critério adotado............................................................ ................................. 57 Tabela 5 – Nível de serviço em algumas zonas selecionadas............................ 136 Tabela 35 – Resumo das despesas............................ com sentido único de circulação......... .......Dimensões típicas de veículo compacto e longo (DIN 70020.................. 114 Tabela 23 . ........ 118 Tabela 27 – Veículos selecionados para análise ............................................ 92 Tabela 21 – Dimensões de alguns veículos............................................. 87 Tabela 14 – Medidas aproximadas de veículos..................... ..............

............................................... 139 Tabela 37 – Investimentos..Tabela 36 – Taxa de depreciação dos veículos........... Fonte: Receita Federal......................... (R$ milhões)........ 140 Tabela 38 – Despesas e receitas financeiras (R$ milhões)...... 140 Tabela 39 – Projeções de imposto de renda e de contribuição social sobre o lucro líquido............................................. ................. ................................ 141 ..................... ... Depreciação e amortização (R$ milhões).

........3................. 26 6................................................2............PROJETOS EXISTENTES .................CONTEXTO DA CIDADE DE SÃO PAULO E DO MERCADO ................................ 42 8............................................................. 20 3.. 34 7......................................PONTOS DE RECARGA ELÉTRICOS E SERVIÇOS – BETTERPLACE ..................................NECESSIDADE ..........POLÍTICAS DE TRANSPORTE PÚBLICO ..................................1.............................................................. 26 6......... 45 ... 33 7................................1.......................................Funcionamento ........................... 33 7......................................CONTEXTO ...ESTUDO DE ORIGEM-DESTINO ................1..........2.................................................LIMITES E RESTRIÇÕES ................................2........... 31 7..1 POPULAÇÃO ...............................................................................3....................... 22 4.........................SUMÁRIO LISTA DE FIGURAS LISTA DE GRÁFICOS LISTA DE TABELAS 1.......................................................DEFINIÇÕES ............................. DO SERVIÇO E DO PROJETO .... 19 2....2... 26 6........PARIS – AUTOLIB ................ 35 8........Outras empresas ..................... 36 8.....................1...........................................................................................................................EVOLUÇÃO DO TRÁFEGO ........OBJETIVO ..............................................................................................1.....................................1.............................. 29 6........................... 34 8......................................VEÍCULOS COMPARTILHADOS .............................................................................4.........................................................................INTRODUÇÃO .......................................................OBJETIVOS DO PRODUTO....4...........................................................................................................PROPOSTA .....3.......................................................................................Veículos disponíveis ......TRANSPORTE METROPOLITANO .............................................................................................ZIPCAR ......... 33 7.......5..............................ESCOPO DO PROJETO..........................4................. 38 8.............................4.................................................................. 24 5.....1........... 35 8........................................PITU 2025....... 29 6............................... 34 7.......CARACTERÍSTICAS E REQUISITOS ....................................................................................................................................................................................................................3............ 30 6....A empresa ................. 26 6..........................................................................................5........................... 25 6.............................................................. 42 8...............1..................................................................................................ESTIMATIVA INICIAL E APROXIMADA DE CUSTOS ..........................

....................................Correlação com nível de serviço .......NÍVEL DE SERVIÇO ............................................ 83 ............................................... 49 9.................................1...DETERMINAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS DO SERVIÇO.....................................................LOCAIS COM MERCADO POTENCIAL ....................................2.........................................................3..............ANÁLISE DAS INFORMAÇÕES DE MERCADO ....................8..........................ESTUDO DE MERCADO .............1....................................................METODOLOGIA ..........................................................................3.............1...3.Disposição a pagar ......... 68 10..1.............................1............................................................... 59 9......................................... 51 9..................................Nível de serviço regiões nas mais atrativas. 72 10.. 49 9.........................................................6..........4...........4............................................... 67 10......1....................... 67 10................. 48 8........Necessidade primária......................................1........ 58 9....1..........................3. 66 10.......................................................... 54 9...................Expectativa sobre o serviço .......3.....................................................Metodologia................................................................... 47 8................. 65 10...............................2..............................................................3...2.........................................Tipo de uso projetado .................7............................................................................................................3.....................................................................NÚMERO USUÁRIOS .............. 83 11......................6................7.......................Diferenças entre regiões com e sem sistemas de veículos compartilhados ...................2.................... 48 8....Característica dos bairros..........................................1..2....................................................................... 51 9....6.......6.....Interesse pelo serviço...........................................................................................6............3........2...1.......2....6.. 63 10..............Identificação das métricas e determinação das especificações ...........6.. 58 9......... 47 8......... 55 9.......................6......................... 47 8..................Identificação de funções ............. 65 10.. 49 8...........................3...........1......................... 49 9...................................5........Outras considerações .....NÚMERO DE VEÍCULOS E ESTAÇÕES............... 48 8...........1..........................................................................................Regiões atrativas para compartilhamento de veículos em São Paulo ......... 50 9.......................................... 62 9.................................................................................ANÁLISE FUNCIONAL .......... 74 11PROJETO DAS ESTAÇÕES ............................................6.......................Benefícios esperados ..................................LOCALIZAÇÃO DAS ESTAÇÕES ..4............... 52 9.Perfil dos usuários potenciais ................................4...Principais indicadores e limites para veículos compartilhados .. 53 9....Organização das funções ..................................................................................................6...................1.........1......................DETERMINAÇÃO DA REDE ESTAÇÕES ...........Segmentos de mercado para veículos compartilhados .............................Disponibilidade de informações ..........................8.................2......Expectativas sobre o veículo ........1. ......................5...................... 49 9................

3.........2Resistência aerodinâmica ....................................................4...................... 134 13..................................................Aceleração limitada pela tração.....................................PROJEÇÕES DE CRESCIMENTO DA RECEITA BRUTA...... 134 13.........3...... 100 12.....PROJETO PRÓPRIO OU USO DE VEÍCULOS EXISTENTES ..TORQUE DE PARTIDA ...3.........................................PROJEÇÕES DE DEPRECIAÇÃO......... 99 12........................... 105 12....VEÍCULOS DISPONÍVEIS ........................................... 113 12......... 138 13............... 108 12.......................4.. 108 12................1............................................................................................ 119 12.........................5............1.............................1...................1. ANÁLISE E DEFINIÇÃO DAS DIMENSÕES DAS VAGAS DE ESTACIONAMENTO E DAS LARGURAS DAS VIAS DE CIRCULAÇÃO E MANOBRAS .......................................... 99 12................11.... 121 12.......................................................................................................................................... 139 ....5Resistência total ...............3Resistência de rolagem ... 88 11................................................................................................................................ 119 12........CUSTO DOS ESTACIONAMENTOS ...............................................................................................................................................................................................5...........1.................. 104 12..................................................................6Cálculo da potência do motor ..................................................... 94 11.Informações técnicas dos veículos ................................... 137 13.....2............................................Valor das tarifas de retirada................... 103 12.............1..................Classificação e escolha dos veículos a serem utilizados ............... 136 13.....Critérios para a escolha dos veículos e avaliação ...............1.........................................3.....1......SISTEMA DE PRECIFICAÇÃO .........................................1............5...................................5....................2.............5..........2....4...............Diferenciação dos veículos oferecidos ...................Torque de partida do motor ................................ 93 11........................................2..........................................2..2......5...... uso e devolução ........................... 125 12...............4..5.......................4Inclinação da estrada ......PROJEÇÕES MACRO-ECONÔMICAS ...........................................................................DETERMINAÇÃO DOS VEÍCULOS ..3.............................5...TIPO DE MOTOR E FONTE ENERGÉTICA .........PROJEÇÕES DE CRESCIMENTO DE USUÁRIOS E DA FROTA ..........................Cálculo da tração de partida o motor ......Precificação dinâmica.......................................2.....1Força de tração ... 119 12...................................POTÊNCIA DO MOTOR ....CARACTERÍSTICAS DAS ESTAÇÕES............... 126 12........................................5.................... 89 11..........................Tipo dos veículos...1.........................2............2........ AMORTIZAÇÃO E INVESTIMENTOS EM IMOBILIZADOS E OUTROS ATIVOS ...5. 96 12..........PROJEÇÕES DE EVOLUÇÃO DOS CUSTOS E DESPESAS .................................. 93 11.............................. 102 12.........................................................................5................... 131 13.................................................. 110 12................................... 99 12................1.....ANÁLISE ECONÔMICO-FINANCEIRA ......................................................... 122 12....

...................................13.................7.......................149 Anexo B – Nível de Serviço.PROJEÇÕES DE EBITDA (LAJIDA) E LUCRO LÍQUIDO .191 Anexo J – Premissas do modelo financeiro.............................. 164 Anexo F – Informações técnicas dos veículos analisados: Picape... 143 13.................................... 141 13......................179 Anexo I – Demonstrativo de resultado de exercício.......154 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto.....................................173 Anexo H – Informações técnicas dos veículos analisados: SUV.................... Nome de Zonas e Nível de Serviço............................... 140 13..................DRE – DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO ...........................10ANÁLISE DOS RESULTADOS ECONÔMICO-FINANCEIROS ...................................................................8...167 Anexo G – Informações técnicas dos veículos analisados: Sedan...... Estações...................................145 Anexo A – Correspondência entre Zonas... 144 14.....................................................PROJEÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO LÍQUIDO ....................151 Anexo C – Diagrama FAST.................................................................. Veículos e Usuários...........194 ........ 141 13................................9.......................................PROJEÇÕES DE RECEITAS E DESPESAS FINANCEIRAS ..................................155 Anexo E – Informações técnicas dos veículos analisados: Perua...........................................................................................................BIBLIOGRAFIA ..........................................6.........................

as necessidades do indivíduo estão intimamente ligadas ao coletivo e a produtos provenientes da transformação da natureza.19 1. Questões sanitárias como tratamento de esgoto. Em uma região urbana. a satisfação das necessidades do homem é fortemente relacionada à natureza e ao trabalho o próprio indivíduo. O elevado número de habitantes por quilometro quadrado nos centros urbanos torna atividades simples. O consumo energético também é muito maior na cidade. Na cidade o impacto ambiental e a poluição gerada são imensamente maiores do que no caso rural. caóticas na medida em que muitas pessoas anseiam locomover-se em um espaço geográfico pequeno ao mesmo tempo. como por exemplo o transporte. o suprimento de água numa vila rural é feito muitas vezes por obtenção direta de rios ou fontes ou poços artesianos. As relações sociais e as obrigações de cada cidadão para com a sociedade são intensificadas para permitir o convívio pacífico entre os habitantes. INTRODUÇÃO A vida na cidade apresenta desafios muito diferentes daqueles vividos no campo. em uma região metropolitana o impacto de uma pessoa sobre as demais e sobre o próprio ambiente é muito maior. aparelhos domésticos e elétricos além da própria iluminação nas ruas levam a um maior consumo de energia dos habitantes urbanos em comparação aos rurais. . em cidades megapopuladas implica um maior planejamento e coordenação das atividades para permitir uma vida agradável a seus habitantes. em especial. Em uma vida estritamente rural. Cada espaço é disputado na cidade. Portanto. Por exemplo. O uso de máquinas. enquanto que numa cidade quase todos dependem do sistema de abastecimento. A vida urbana. coleta e deposição de lixo são crucial dada enorme quantidade gerada em um pequeno espaço devido à elevada densidade demográfica.

5 bilhões de pessoas) vivem em cidades. O restante. Um terço do total de habitantes urbanos (1. em 2010. Europa e Oceania são extremamente urbanizadas com proporções entre 70% e 82% e projeta-se para 2050 que. uma realidade global. sendo. com exceção da Oceania.65 bilhão no início do século e atingiu 6 bilhões de indivíduos no começo dos anos dois mil. a Ásia detém o maior percentual de cidades com mais de meio milhão de habitantes. as taxas de fertilidade tenham caído na Europa. estas regiões tenham índices de urbanização de mais de 84%. . 52% do total 958 cidades. seguida da América Latina com 4 e África. Este fato não se limita apenas a países desenvolvidos ou em desenvolvimento. 50. América do Norte e Europa com duas cada. A população mundial não é bem distribuída. 33 possuem população entre 5 milhões e 10 milhões (7% da população urbana) e as 21 cidades restantes possuem mais de 10 milhões de habitantes cada totalizando 9% da população urbana.2 bilhão) vive em locais com população inferior a 100 mil habitantes. De acordo com dados das Nações Unidas. Na medida em que a população aumentou. metade da população urbana. Destas 54 cidades. Em contrapartida. América do Norte. atingindo valores não superiores a 1. América Latina.5 nascimentos por mulher.5% da população (ou 3.20 2. e também detém o maior número de megalópoles. CONTEXTO O século XXI experimentou uma taxa de crescimento populacional extraordinária com a qual a população mundial saiu de 1. América do Norte e Japão. espera-se que a população mundial continue a crescer graças às constantes melhoras na saúde e que ainda tem muito a melhorar no mundo subdesenvolvido detentor das maiores taxas de natalidade. o percentual de pessoas que vivem na zona rural diminuiu criando grandes aglomerados populacionais. 11. Embora nas últimas décadas.6 bilhão) vive em centros com população entre 100 mil e 500 mil. Outro sexto (0. vive em 958 cidades. portanto. Ásia e África detêm proporções de 40% e 42% de sua população vivendo fora da zona rural. das quais 54 tem população superior a 5 milhões.

5 bilhões de indivíduos agravando ainda mais a problemática vida em uma região densamente habitada. . Implicando que as cidades devam ter um aumento populacional de mais 4. passe de 21 para 29.4 bilhões de pessoas. estima-se que a população mundial deva atingir 10 bilhões de habitantes e que a população rural diminua de 0. Em 2050. aquelas com mais de 10 milhões de habitantes.21 Para o ano de 2025. espera-se que o número de megacidades.56 bilhão de habitantes face ao valor atual de 3.

22 3. Uma proposta mais adequada é promover um sistema de transporte coletivo adequado fazendo com que as pessoas deixem de usar seus veículos e passem utilizar meios de transporte capazes de transportar mais indivíduos ocupando menos espaço físico nas ruas. NECESSIDADE A crescente população urbana implica no aumento do tráfego nas grandes metrópoles. Muitas vezes. Entretanto. Em um primeiro momento este recurso é de fato necessário e resolve o problema de engarrafamento até o limite em que não se pode mais expandir o sistema viário urbano enquanto cada vez mais carros a começam a rodar nas ruas. novas soluções para o trânsito de indivíduos devem ser desenvolvidas para melhorar a qualidade de vidas nestes centros. o tempo total gasto numa viagem de ônibus é muito maior do que comparado a um carro. Na maioria das vezes. Para tal. A solução de fato está em diminuir o número de veículos circulantes. seja para curtas ou longas distâncias. . em cidades como São Paulo a proposta de rodízio de veículos reduz-se em até 20% a frota de veículos nos horários de pico. o enfoque para a melhoria das condições de tráfego em diversas cidades foi baseado no modelo de ampliar ruas e avenidas e de criar vias rápidas e expressas para aumentar a fluidez dos veículos. Este tipo de abordagem tem o objetivo de incrementar a quantidade de veículos que cada via suporta e a velocidade média na qual as pessoas transitam com seus veículos particulares. Uma tentativa paliativa à qual nos anos seguintes obtêm-se novamente aquelas quantidade de veículos dos anos anteriores devido ao maior número de emplacamentos do que de automóveis que deixam de circular nas ruas anualmente. Uma realidade para a maioria as metrópoles mundiais. sabe-se que nem todos aderem ao sistema de ônibus (que muitas vezes é superlotado) e ainda que estes dependem das condições de tráfego nas ruas compartilhadas com todos os outros veículos. pois o ônibus realiza paradas nos diversos pontos e enquanto os carros utilizam caminhos mais curtos. Os ônibus por si só são capazes de reduzir o número de veículos circulantes pelo fato de transportarem um maior número de pessoas no espaço equivalente ocupado por carros e motos se seus passageiros os utilizassem ao invés do ônibus.

Através da conscientização dos cidadãos ou considerando uma cidade com tráfego tão intenso a qual locomover-se com veículos próprios torna-se impraticável. o centro da cidade.23 Corredores exclusivos para ônibus e linhas com horários fixos permitem o planejamento do usuário quanto ao tempo de viagem além e reduzi-lo. como responsável pelo planejamento urbano. Restringindo a análise a uma metrópole com malha transporte urbana diversificada (metrô. Lacunas que se tornam evidentes em situações conhecidas como o “problema do último quilômetro” ou ainda aquelas as quais os carros praticamente não podem deixar de ser utilizados como. algumas cidades no mundo utilizam soluções alternativas como bicicletas públicas e mesmo empresas desenvolveram novos sistemas de aluguel e compartilhamento de carros visando preencher esta inconveniente lacuna. O transporte metropolitano. o trânsito e o engarrafamento. Enquanto o metrô cobre regiões densamente habitadas e com pouco espaço para vias. Nesta conjuntura. mas. por exemplo. trens são mais adequados ao transporte de grandes distâncias entre a periferia e o centro e. ainda existem lacunas entre três principais meios de transportes discutidos nesta seção que não permitem sua perfeita integração e o desuso completo de veículos particulares pelos indivíduos. em geral até o acesso ao metrô ou trem para aqueles que desejam realizar trajetos maiores. é o sistema de transporte urbano mais confiável e o que oferece tempos de viagem mais curtos em horários de pico. conseqüentemente. . entendido por metrô (subterrâneo) e trens (superfície). por fim. ao fazer compras em um supermercado. mesmo em cidades com ampla malha de transporte metropolitano. Tais medidas aumentam significativamente a qualidade do serviço e devem ser aderidas. ou seja. Podem efetivamente reduzir a quantidade de veículos circulantes. Entretanto. pois possuem vias exclusivas. pela alta adesão e satisfação dos usuários. não apenas por transportarem grandes volumes de pessoas. tem o encargo fornecer meios de transporte público de qualidade a todos. os ônibus são ideais para curtas distâncias. O Estado. as pessoas devem deixar seus carros na garagem e aderir ao sistema de transporte coletivo reduzindo a frota de veículos e. ônibus e trens) percebe-se que cada meio de transporte tem uma aplicação ótima e mais adequada.

mas. sendo. . portanto. Este trabalho também inclui o projeto básico do veículo a ser desenvolvido para viabilização do novo sistema de transporte. Pretende-se propor uma nova rede de transporte público para melhor integrar o sistema já existente e os projetos futuros da cidade de São Paulo. OBJETIVO O objetivo deste trabalho é propor uma nova solução para o transporte em metrópoles a fim de melhorar a qualidade da mobilidade dos indivíduos. específico para os problemas identificados nesta cidade.24 4. O trabalho será aplicado à cidade de São Paulo. pode ser estendido a outras cidades tomando-se as considerações adequadas. Este veículo deverá ter características definidas segundo as necessidades energéticas disponíveis e às condições do ambiente urbano densamente habitado de uma metrópole como São Paulo. A melhor integração do sistema de transporte em vigor visa que as pessoas deixem de usar seus próprios veículos e passem a utilizar o transporte público diminuindo o tamanho da frota de carros em circulação na cidade de São Paulo.

Na realidade. pretende-se criar uma rede de veículos espalhados por diversos pontos da cidade onde se pode retirar um carro e devolvê-lo em outro ponto após o uso possibilitando a utilização do mesmo veículo por diversas pessoas. Distinção entre simplesmente compartilhar veículos e veículos compartilhados vem do fato de que compartilhar veículos entende-se por dividir o veículo particular com outras pessoas. O veículo deve ser para uso estritamente urbano: possui projeto e funções adequados a curtas distâncias e ao espaço restrito de regiões densamente habitadas. Assim. baseando-se em duas premissas básicas: 1. A cobrança é feita pelo tempo de uso em minutos. A Zipcar tem revolucionado o sistema de aluguéis de carro. 2. O termo veículos compartilhados implica em que nenhum dos usuários é de fato o proprietário do veículo. que atua em mais de 50 cidades nos Estados Unidos como Nova Iorque. Lyon. Boston e Chicago. Não é necessário ir até uma loja alugar o carro. O conceito surge da observação de sistemas de compartilhamento de bicicletas existentes em diversas cidades na Europa como Paris. não se pretende criar um sistema que permita as pessoas compartilharem seus carros oferecendo caronas ou dividindo com colegas ao irem trabalhar. mas sim um sistema de veículos compartilhados. no Reino Unido. O veículo é inspirado no CitiesCar desenvolvido pelo MIT. e em Londres. em Vancouver. Estocolmo e Barcelona. Deste modo. . não em dias. Pretende-se que este sistema esteja também integrado ao sistema de transporte público em vigor. como a Zipcar. no Canadá. este projeto pretende aplicar a idéia de compartilhar bicicletas a veículos.25 5. A grande diferença entre o projeto proposto e o modelo da Zipcar é de que se pretende criar o veículo a ser utilizado ao invés de utilizar carros de montadoras já existentes. Os veículos estão disponíveis na rua. PROPOSTA A solução proposta é a de compartilhamento de veículos. Algumas empresas já utilizam a idéia.

Funcionamento A utilização do serviço Zipcar conta com quatro passos: adesão. O cadastro é feito diretamente pelo website. 6. a empresa conta com carros elétricos.1. seguro. dispensando a necessidade de lojas físicas para o atendimento do grande público. A segunda é um plano mensal que conta com tarifas mais baixas. Tomando como exemplo a cidade e Nova Iorque. Canadá e Reino Unido. PROJETOS EXISTENTES 6. fazendo até mesmo com que o compartilhamento de veículos torne-se parte do planejamento das cidades. os valores das tarifas estão resumidos na tabela a seguir.2. destravamento do carro e uso. Com a missão de permitir uma vida urbana mais simples e sustentável. A empresa Há mais de uma década os fundadores decidiram trazer para os Estados Unidos a idéia de compartilhamento de veículos que surgiu na Europa com o intuito de redefinir a maneira como as pessoas pensam em transporte. reserva. Uma para usuários ocasionais e outra para aquele que utilizam o serviço com mais freqüência.ZIPCAR 6. A Zipcar está disponível em mais de cinqüenta cidades nos Estados Unidos.1.1. pretende-se que cada cidadão more de cinco a dez minutos a pé de um serviço Zipcar. Desde 2002. VEÍCULOS COMPARTILHADOS . .26 6. Existem duas categorias de planos de adesão. A empresa tem a ambição de que no futuro existam mais pessoas compartilhando carros do que veículos. A primeira conta com uma taxa anual e o pagamento é feito conforme o uso. Ambos os planos contam com combustível. Tudo é feito via web e o veículo encontra-se em postos de auto-serviço.1. nos Estados Unidos.

Planos e tarifas Zipcar. a reserva do veículo é feita no website da empresa onde há um mapa com a localização de cada veículo. existe um número elevado de estações de veículos espalhadas pela cidade. fonte: Citibank. Como se pode observar na figura abaixo. após a adesão. podendo ser filtrado por localidade ou tipo de veículo.72 (Real).20 $103.30 Nenhuma $50 (mínimo) $25 10% Assim. 1 Taxa de conversão em novembro de 2010: 1 $ (Dólar americano) = R$ 1. Plano de uso ocasional No ato da adesão Taxa anual Comprometimento mensal Inscrição Descontos A cada utilização Segunda a quinta-feira Valor da hora à partir de Valor diário a partir de Sexta-feira a domingo Valor da hora à partir de Valor diário a partir de $8 $115 $8 $77 $601 nenhum $25 Nenhum Plano mensal No ato da adesão Taxa anual Comprometimento mensal Inscrição Descontos A cada utilização Segunda a quinta-feira Valor da hora a partir de Valor diário a partir de Sexta-feira a domingo Valor da hora à partir de Valor diário a partir de $7.27 Tabela 1 . .20 $69.50 $7.

Localização de Zipcars na cidade de Nova Iorque. O retorno deve é feito no mesmo estacionamento onde o veículo foi retirado Figura 2 . . Após ter feito uma reserva o leitor identifica o usuário e destrava o carro. O acesso ao veículo é feito através de um cartão magnético que é identificado em um leitor preso ao pára-brisa no interior do veículo. A chave de ignição encontra-se no interior do veículo e está pronto para uso. Reserva 3.28 Figura 1 . Estados Unidos.Passos para a utilização do Zipcar: 1. Uso. Inscrição 2. Desbloqueio 4.

e até mesmo conversíveis.Amostra de veículos disponíveis na Zipcar.SUVs. Outras empresas Greenwheels A Greenwheels é uma empresa holandesa que oferece um sistema de locação de veículos no mesmo modelo proposto pela Zipcar. 6. Alguns modelos estão ilustrados na Figura 3. Veículos disponíveis A variedade de veículos disponíveis inclui tipos de carros como hatchbacks e coupés. sedans.4. É importante ressaltar que os valores das tarifas variam conforme o modelo.3.29 6. caminhonetes e minivans. .1. Figura 3 .1.

Holanda. 6. PONTOS DE RECARGA ELÉTRICOS E SERVIÇOS – BETTERPLACE Um dos atuais entraves para disseminação dos carros elétricos é a falta de pontos de recarga. Estados Unidos e Canadá. a diferença entre a Zipcar e a Greenwheels é que esta possui apenas dois modelos que são carros elétricos: Peugeot 107 e 207. Assim.30 Atua apenas em Amsterdam. e disponibiliza pontos auto-serviço de retirada de carros.30 (dólares americanos). WeCar A WeCar é uma empresa americana que assim como a ZipCar oferece compartilhamento de veículos na forma de aluguel por hora ou dia. como é o caso da BetterPlace que atua em Israel. . 2 1 € (Euro) = $1. Dinamarca.2. Entretanto. Fonte: Citibank em novembro 2010. cidades devem começam a se preparar para uma das promessas do futuro da mobilidade: veículos elétricos. Percebendo esta futura oportunidade algumas empresas já tomam carona nestes projetos e oferecem software e serviços para veículos elétricos. Holanda2. Austrália. Figura 4 .Preços cobrados pela Greenwheels.

. escritórios e estacionamentos.Aplicativos para celular (esquerda) e softwares de navegação (direita). Vai além da instalação de pontos de recarga e promete oferecer 4 mil veículos elétricos nos moldes de veículos compartilhados. pontos de recarga.3. Visiona a instalação de estações de recarga em casas. A BetterPlace fornece tecnologia em baterias.Estação de recarga de veículos elétricos em Israel.31 Figura 5 . PARIS – AUTOLIB O projeto parisiense é um dos mais arrojados do mundo. 6. Figura 6 . serviços e padronizações.

32

Espera-se com o projeto reduzir as emissões carbono em 22 000 toneladas por ano além de reduzir o trafego de carros partindo do princípio que menos pessoas teriam a necessidade de possuir seus próprios veículos. Ainda em desenvolvimento, conta atualmente com apenas uma centena de pontos de recarga gratuitos. Estimam-se custos totais do projeto de R$24 milhões de reais (€ 9,9 milhões). O Autolib, nome dado ao projeto derivado de “auto liberté”, deve operar nos moldes do projeto de bicicletas públicas em vigor na cidade. Nele o usuário simplesmente retirará um veículo sem reserva prévia e o carro será deixado em qualquer estação de veículos. As taxas para meia hora de uso devem variar entre R$10 e R$15.

Figura 7 - Mapa dos pontos de recarga elétricos em Paris, França.

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7.

ESCOPO DO PROJETO

A declaração do escopo do projeto é a definição do que precisa ser realizado e aborda as características limites do projeto, tanto do veículo quanto da rede de estações.

7.1.

DEFINIÇÕES

Produto: veículo que será utilizado para realizar o deslocamento de um ponto a outro na cidade.

Serviço: rede de estações para retirada e retorno de veículos assim como a tudo que envolve tarifas e toda forma de interação com o usuário.

Projeto: o todo, tanto o veículo quanto o serviço.

7.2.

OBJETIVOS DO PRODUTO, DO SERVIÇO E DO PROJETO

Pretende criar um serviço de transporte que ofereça aos usuários a possibilidade de responder às suas necessidades de mobilidade urbana sem a necessidade de adquirir um veículo próprio com o objetivo de reduzir a quantidade de automóveis em circulação na cidade de São Paulo através da integração com a rede de transporte público atual a fim de melhorar as condições de transito nas ruas. Assim, o produto deve permitir o deslocamento do usuário segundo sua necessidade em conformidade com o espaço urbano em questão. O serviço deve permitir a integração com os outros sistemas de transporte. E o projeto como um todo deve melhorar as condições de transporte na cidade de São Paulo.

34

7.3.

CARACTERÍSTICAS E REQUISITOS

Permitir o transporte de pelo menos duas pessoas e suas bagagens de mão (mochilas, bolsas, pastas) a distâncias que compreendem o perímetro urbano da cidade de São Paulo independentemente de condições meteorológicas desfavoráveis como, por exemplo, chuva. A autonomia do veículo deve ser tal que cada usuário seja capaz e realizar o trajeto pretendido sem a necessidade de reabastecimento entre o ponto de partida e de chegada. O veículo deve trafegar por ruas e avenidas e não ser dependente de vias especiais como, por exemplo, trilhos. E deve ser capaz de estacionar em vagas as quais os veículos comuns atuais não são capazes seja pelo espaço físico ou por restrições nos movimentos possíveis de se realizar com o veículo. Serviço disponível a qualquer momento, 24h todos os dias, sem necessidade de reserva prévia e sem restrição de retornar no mesmo local onde o veículo foi retirado.

7.4.

LIMITES E RESTRIÇÕES

O uso do veículo restringe-se ao espaço urbano da cidade de São Paulo, à disponibilidade energética e está sujeito às normas de segurança e de emissões permitidas a veículos automóveis.

7.5.

ESTIMATIVA INICIAL E APROXIMADA DE CUSTOS

O custo de utilização do serviço deve ser proporcional e de mesma ordem de grandeza das tarifas vigentes para o transporte metropolitano na cidade de São Paulo.

7% da população do estado vive na região metropolitana.8% 1940 9.8% 1970 50. 4 O Gráfico 1 revela o movimento migratório em direção a capital do Estado entre as décadas de 40 e 70.3% 1980 54.523 km2.2% 48. este número salta para 19. A partir da década de 80.1% 49. 3 4 Fonte: IBGE.7% 51.7 milhões3 e confrontando com dados de 2000 há um aumento de 10%.0 7.9% 51.3% 47. CONTEXTO DA CIDADE DE SÃO PAULO E DO MERCADO 8.3 37.2 78.2 milhões de habitantes e uma área de 1. conforme dados de censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).6 25.7% 1950 63.3% 40 Milhões de Habitantes 35 30 25 20 15 10 5 0 1991 2000 2010 Região Metropolitana de São Paulo Total Restante do Estado de São Paulo % eg metro Gráfico 1 .35 8. a porcentagem da população que vive na região metropolitana de São Paulo se estabiliza em próximo a 50% e. .Evolução da População no Estado de São Paulo3.8 13.0 17.7% 52.7% 48.1 71.5% 1960 45.1.5% 36. Considerando-se toda a região metropolitana de São Paulo. em 2010. POPULAÇÃO A cidade conta com uma população de 11.2% 21.3% 28. 47. 45 41.0 31. CAGR (compound annual growth rate): Taxa de crescimento composta anualizada.

9 1983 Fonte: São Paulo Transportes/SPTrans 1991 2000 2009 Gráfico 3 . a população da região metropolitana aumentou mais de uma vez e meia. Entre 1980 e 2010. a taxa de crescimento da população na cidade de São Paulo foi de 1% ao ano.6 milhões para 19.2. a evolução do transporte cresceu a outro passo.Veículos Cadastrados em São Paulo 16 14 12 10 8 6 4 2 0 14.0 5.7 milhões de habitantes.8 10.6 6 4 2 0 1980 1991 2000 2010 Fonte: Departamento Estadual de Trânsito/Detran Gráfico 2 . 8 Milhões de Veículos 7. o número de veículos cadastrados somente na cidade de São Paulo cresceu quase quatro vezes e meia.36 Considerando os dados a partir da década de 80. 8.8% e a frota de ônibus urbano um crescimento anual de 2.5 7.4%.5 Milhares de Veículos 9. o número de veículos cadastrados teve um crescimento anual de 4. Por outro lado.Frota de Ônibus Urbano Nas últimas três décadas. sal- . de 12. EVOLUÇÃO DO TRÁFEGO Enquanto nas últimas três décadas a população na cidade de São Paulo cresceu a uma taxa de 1% ao ano.1 3.6 1.

90 e 138 km de lentidão. Km/h 30 25 20 15 10 5 0 1980 1991 2000 2008 Pico da Manhã (Bairro/Centro) Pico da Tarde (Centro/Bairro) 27. por aqueles que optam pelo transporte coletivo. .6 20.2 20. uma média de 17.4 17.3 14. Além disso.6 milhões para 7 milhões de veículos. a frota de ônibus quase dobrou no período.9 24.8 Fonte: Companhia de Engenharia de Tráfego .37 tando de 1. para respectivamente.3 km/h e de 14. O tempo médio gasto no trânsito. Uma evidência de que os investimentos em infra-estrutura viária urbana não acompanharam a evolução da necessidade de locomoção é a análise da velocidade média no trânsito nos horários de pico.Relatório de Desempenho Gráfico 4 .4 19. respectivamente.8 km/h. é mais do que dobro aqueles que utilizam veículos individuais. segundo dados de 2007 do Metrô/SP.1 24. independente do percurso.Velocidade Média no Trânsito em São Paulo Entre 2000 e 2008 a lentidão média no transito aumentou 27% no pico da manhã e 18% no pico da tarde. que de 1980 a 2008 teve um decréscimo de 36% no pico matinal e de 41% no pico vespertino e atingiu.

custa R$2.38 160 140 Km de Lentidão 120 100 80 60 40 20 0 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 71 117 85 70 74 62 115 108 115 100 77 86 89 116 114 90 129 138 2008 Pico da Manhã Pico da Tarde Fonte: Companhia de Engenharia de Tráfego/CET . de Planejamento e Controle Operacional/DPO Gráfico 5 . equivalente a uma viagem com integração. A .85 no Metrô e R$2. TRANSPORTE METROPOLITANO O transporte metropolitano em São Paulo conta com linhas de ônibus.SP – "Síntese das Informações" Gráfico 6 .Tempo Médio de Viagem por Modo 8. Um bilhete unitário.Lentidão Média no Trânsito 80 70 60 Minutos 50 40 30 20 10 0 1997 A pé 2002 Coletivo Individual 2007 15 27 16 26 16 31 61 63 67 Fonte: Companhia do Metropolitano de São Paulo/ Metrô. A tarifa de ônibus para um trajeto único é de R$3.Depto.00. metrô e trens.90 nos trens da CPTM.3.

A segunda. recarga ou aquisição do cartão Bilhete Único. para permitir o embarque ou desembarque. Linha 3 – Azul. a cidade de São Paulo possui um total de 1. A rede atual. As paradas são demarcadas por um totem ou cobertura e estão distribuídas pela cidade. Os Terminais são áreas onde as linhas têm seu ponto de chegada ou de partida e têm estrutura para atender aos passageiros. Linha 1 – Vermelha. com quiosques de diversos serviços. O Metrô de São Paulo teve sua primeira linha. foram inauguradas as linhas 2 – Verde e 5 – Lilás. conta com 78. caixas eletrônicos e posto de atendimento para solicitação. os motoristas de ônibus e microônibus param o veículo por meio de sinalização do passageiro. Os corredores são faixas exclusivas para ônibus de grande porte e foram criados para distribuir melhor os veículos nas vias. foi inaugurada em 1979 enquanto que somente em 1991 e em 2002.39 integração. diminuindo o trânsito. O tempo médio de percurso entre duas estações de sistema é estimado em 2 minutos. incluindo o total da linha amarela ainda em construção. Atualmente conta com cinco linhas sendo que a mais nova.9 milhões e em entre janeiro e abril 2011 foram transportados quase um milhão de passageiros. sem custo adicional de até 4 viagens de ônibus pode ser feita através do Bilhete Único.3448 linhas de ônibus em operação as quais circulam quase 15 mil veículos com idade média de aproximadamente cinco anos. 468 estações em operação e 24 linhas do metrô de Nova Iorque. inaugurada em 1974. O Bilhete Único pode ser usado em qualquer viagem nos Ônibus Municipais (portanto não incluem ônibus intermunicipais). O número total de passageiros em 2010 chegou a 2. . O acesso aos ônibus pode realizado em um dos 28 Terminas ou uma das aproximadamente 19 mil Paradas. respectivamente. Existem também corredores de ônibus.1 km de extensão distribuídos em 69 estações. foi inaugurada em maio de 2010 e até maio de 2011 ainda opera com horários e dias reduzidos. no Metrô e na CPTM. Nestes locais. número baixo se comparado aos 369 km de extensão. Segundo dados da SPTrans de abril de 2011. que também possiblita a integração do ônibus com o Metrô e Trem por um adicional de meia tarifa. Linha 4 – Amarela.

as linhas mais movimentadas foram as linhas 11 Luz – Estudantes. a estação mais movimentada é a Estação Sé.Grajaú e 12 Brás – Calmon Viana. considerando-se entradas. excluindo dados da Linha 4 – Amarela.40 Em 2010.3 milhões de usuários. totalizando 2. A Estação Palmeiras-Barragunda teve o maior número de entradas do sistema e totalizou 62. foram transportados mais de 3.437 viagens em dias úteis.6 milhões de passageiros.12 milhões de passageiros transportatos nestes dias. Incluindo entradas mais as transferências.8 quilômetros distribuídos em seis linhas operacionais. A linhas de trem da CPTM contam com uma frota. Aos finais de semana a média foi de pouco mais de 1. Entram na Linha 3 – Vermelha diariamente 1112 mil passageiros e nas linhas 2 – Verde e 5 Lilás. . transportaram respectivamente 330 mil. por onde circulam aproximadamente 796 mil passageiros em dia útil. As linhas 10 Luz – Rio Grande da Serra. respectivamente. As estações e maior movimento foram a Brás (162 mil usuários em média por dia útil) Luz (151 mil usuários em média por dia útil) e Barra Funda (150 mil usuários em média por dia útil). programada no pico. por onde passaram diamente (em dias úteis).1 milhão de passageiros por dia. A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) atende a 89 estações num total de 22 municípios. 8 Júlio – Prestes e 7 Luz – Jundiaí. 266 mil e 199 mil usuários em média em dias úteis. Entretanto. 414 mil e 386 mil usuários. mais de 750 milhões de passageiros entraram no metrô e teve uma média diária de entradas em dias úteis de 2. 9 Osasco .6 milhões de usuários em média nos dias úteis em 2010. A linha que transporta diariamente (em dias úteis apenas) o maior número de passageiros é a Linha 1 – Azul. de 119 trens e são realizadas em média 2. respectivamente. ao longo de seus 260. saídas e transferências. por onde entram diariamente 968 mil pessoas. 526 mil. Segundo dados de dezembro de 2010. 323 mil e 165 mil usuários.

Mapa da rede do transporte metropolitano em junho de 2011.41 Figura 8 . .

Adicionam-se quatro serviços expressos que agregam o Expresso Leste e é completado pelo conjunto Expresso Aeroporto e Trem de Guarulhos. A malha de trem por outro lado. estabeleceu em dezembro de 2006 o Plano Integrado de Transportes Urbanos que deve ser completamente implantado até o ano de 2025. considerados “Terminais Chave”.1. conhecido por PITU 2025.aos quais se somam os expressos Tucuruvi – Guarulhos. órgão do Governo do Estado de São Paulo. Este plano determina estratégias de políticas públicas conjugadas à de transporte urbano com a finalidade estabelecer as melhores estratégias para a região metropolitana de São Paulo.42 8. Alguns terminais localizados na região metropolitana de São Paulo. de financiamento expandida e de desenvolvimento. é modernizada.4. O sistema de transporte sobre trilhos é complementado por um grupo de corredores convencionais de ônibus . Esta estratégia foi selecionada mediante o cômputo de indicadores que focalizam as dimensões econômica. trabalha de forma harmônica com as políticas conjugadas antes expostas. dobrando sua capacidade em relação ao nível de 2006. pretende-se expandir a rede de Metrô acrescentando 110 km até 2025 (sobre a rede existente no início de 2005). Nesta edição do PITU.Via Livre e Passa Rápido . integrada pelos componentes de infra-estrutura. No sistema metro-viário.4. PITU 2025 A secretaria de Estado dos Transportes Metropolitanos. . POLÍTICAS DE TRANSPORTE PÚBLICO 8. a chamada Estratégia Preferida de transportes. As políticas conjugadas as quais o PITU 2025 se refere são políticas de uso do solo. gestão e preços. social e ambiental do transporte sustentável. de logística urbana de cargas. deverão ser providos de estacionamento e deverão usar recursos de tecnologia da informação e de programação operacional para eliminar as filas físicas no seu interior. ABD – Cecap e Tiradentes. habitacional.

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O PITU 2025 dá suporte ainda ao transporte não motorizado em sua configuração atual e ampliada pelos Terminas Chave, que procuram melhorar o deslocamento dos pedestres e ciclistas nas proximidades das estações e terminais. Além disso, ao privilegiar o uso misto de transporte em determinados locais abre-se a oportunidade de criação de bolsões mais calmos. Nessas áreas deverá ser regulado com mais vigor o tratamento das calçadas e a construção de ciclovias. Outro aspecto refere-se às prioridades viárias, que devem estabelecer ou reforçar uma determinada seqüência de atendimento aos usuários onde se coloca em primeiro lugar o transporte não motorizado, em segundo o transporte coletivo e em terceiro o transporte individual motorizado. Assim, pretende-se alocar aos automóveis uma parte dos custos totais por eles provocados. Para promover esta política, o pedágio urbano deverá ser implementado a partir de 2012 – 2015, quando estará operacional projetos como a extensão da Linha 5 do Metrô, o Expresso Aeroporto, a duplicação da capacidade da CPTM e uma nova etapa de projetos da EMTU. No que diz respeito à política tarifária, preconiza-se a manutenção das atuais práticas, com exploração dos recursos de bilhetagem temporal. Entretanto, não exclui o estudo de tarifação à distância.

44

Figura 9 – Mapa do transporte metropolitano, PITU 2025.

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8.5.

ESTUDO DE ORIGEM-DESTINO

O estudo de origem-destino, procura determinar o quais os trajetos realizados pelas pessoas e quais meios de transportes foram utilizados para tal. A cidade de São Paulo é dividida em 23 zoneamentos que foram repartidos e agrupados em nove regiões que possuem, cada uma, uma subprefeitura responsável pela elaboração dos planos diretores, conforme indicado nas figuras abaixo.

Figura 10 – Zoneamento da cidade de São Paulo, OD2002

Figura 11 - Regiões e subprefeituras da Cidade de São Paulo

Uma análise dos hábitos das pessoas que transladam na cidade de São Paulo revela que as zonas mais procuradas como destino são a 1, 4 e 18, de modo que aproximadamente 25% dos usuários têm estes locais como destinos. Considerando também as zonas 19, 10, 20, 3 e 23 têm-se um agregado de mais de 50% dos destinos com base no número de pessoas. Os números absolutos da quantidade de usuários e suas respectivas zonas de destinos encontram-se resumidos na tabela abaixo.

70 1.Companhia do Metropolitano de São Paulo/Metrô.57 0.57 0.Atração de Viagens Diárias por Modo de Transporte .68 0.95 0.30 1.Quantidade de Usuários por Modo de Transporte – 2007 100% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 10% 0% 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 Zona Ônibus Metrô Transporte Fretado Trem Veículo Particular A Pé / Bicicleta Táxi Outros Fonte: Pesquisa Origem Destino/OD .0 1 4 18 19 10 20 Ônibus Metrô 3 23 2 17 15 16 9 6 7 21 14 11 12 13 22 Táxi Outros 8 5 Transporte Fretado Trem Veículo Particular A Pé / Bicicleta Zona Fonte: Pesquisa Origem Destino/OD .71 0.09 1.03 0.SP Gráfico 8 .46 Milhões de Usuários 2.86 1.16 1.82 0.16 1.73 0.5 1.39 1.Companhia do Metropolitano de São Paulo/Metrô.SP Gráfico 7 .0 1.0 1.88 0.78 0.2007 .5 2.71 0.5 0.22 2.84 0.61 0.82 0.95 0.

6. 5 Mairie de Paris. Os 44% restantes não possuem veículos e 70% destes declaram que o serviço resolverá os problemas devido a falta de um veículo próprio. 45% das pessoas que circulam na região metropolitana e que possuem idade superior a 18 anos fazem parte da fatia de mercado objetivada pelo serviço de veículos compartilhados. que envolveu a população residente em toda a região metropolitana parisiense. Dentro deste grupo.fr . Baseado no estudo realizado pela cidade de Paris.6.47 8.6. França.2. Em contra partida. Assim uma das hipóteses deste trabalho incide no fato de que a população da região metropolitana de São Paulo deve ter as mesmas necessidades de transporte e interesse de adesão. Interesse pelo serviço Ao total. esta porcentagem chega a 59% se considerado somente os residentes da capital.1. Isso significa que estes possuem carteira de habilitação ou a intenção de tê-la e que se declaram interessados no serviço têm a intenção de utilizá-lo. 56% das pessoas possuem um veículo e 80% destes declaram que o serviço poderá modificar seu comportamento de mobilidade. Benefícios esperados Para 72% dos entrevistados um serviço de carros elétricos contribuirá para reduzir a poluição do ar na região metropolitana. ESTUDO DE MERCADO Este estudo tem a finalidade de medir o interesse da população e definir as diferentes características do veículo e dar embasamento para o dimensionamento do serviço. 8. perímetro pretendido para a utilização do Autolib’5. 54% das pessoas interrogadas estimam que o serviço proposto possa melhorar as condições de transporte no perímetro metropolitano. autolib-paris. 8.

A maioria dos interessados (79%) deseja utilizar o serviço na região metropolitana. 8.6. O veículo elétrico apresenta uma adesão importante mesmo considerando os limites atuais do sistema. contra média de 64%. não ser poluente e ser adaptado às condições de circulação em toda região metropolitana.5. 8.6. sobre tudo. 68% possuem algum tipo de veículo motorizado. o público alvo é constituído por uma porção quase igual de homens (51%) e mulheres (49%) e possui uma proporção de 42% de pessoas entre 18 e 34 anos. contra 77% da média dos entrevistados. Tipo de uso projetado Os motivos de uso mais freqüentemente citados foram fazer compras (87%).4. em comparação com o total de interrogados.48 31% dos motoristas da capital e 27% dos motoristas da região metropolitana têm a intenção de utilizar o serviço e estão dispostos a deixar de utilizar seus veículos. . Quanto o meio de transporte utilizado pelos interrogados que se declararam favoráveis ao serviço:    84% possuem carteira de motorista. Perfil dos usuários potenciais No perfil sócio-demográfico. Expectativas sobre o veículo O serviço esperado deve. tanto no que se refere a vias e a distâncias.6. utilizar o veículo à noite ou de madrugada (81%) e acesso a estações de metro e trem (73%) e utilizar aos finais de semana (67%). 8.3. 49% possuem um cartão para a utilização do transporte público na região metropolitana.

Millard-Ball [14] discutem ferramentas para encontrar mercados potencias para sistemas de veículos compartilhados em regiões urbanas.1. Neste trabalho . A maioria do público-alvo está disposta a pagar por uma adesão mensal de R$40.1.6. como.1. 8. 8. Metodologia Em trabalho publicado no 2007 Annual Meeting of the Transportation Research Board. Expectativa sobre o serviço A maioria das pessoas interrogadas deseja poder pegar um veículo sem reserva prévia e a garantia de estacionamento em locais exclusivos quando chegarem em seu destino. o GPS. LOCAIS COM MERCADO POTENCIAL 9. por exemplo. As pessoas interrogadas desejam também um veículo bem conservado e a possibilidade de contato com um operador do serviço através de uma interface integrada ao veículo.6. DETERMINAÇÃO DA REDE ESTAÇÕES 9.7.6. Celsor e A. Disposição a pagar O consentimento em se pagar pela utilização do serviço não aparece como forte um obstáculo contra o uso do serviço.49 Um dos elementos mais citados pelas pessoas interrogadas foi a presença de um porta-malas que permita o transporte de um volume de compras correspondente a um carrinho de supermercado ou quatro passageiros e possibilidade de ter um sistema de guia de ruas.00 e mais R$6.00 por meia hora de uso. C. 9.

analisa onde operadoras de veículos compartilhados oferecem seus veículos. Assim.2. poucos trabalhos trataram de modo quantitativo para identificar as principais características de bairros que suportam compartilhamento de veículos. após analisar 13 regiões nos Estados Unidos que tiveram aumento significativo de serviços de compartilhamento de veículos. toda a metodologia utilizada na determinação dos locais mais atrativos para compartilhamento de veículos baseia-se na referência 14 da bibliografia. mercados demográficos correspondem a micro características de usuários de veículos compartilhados enquanto mercados geográficos a macro características. onde a demanda está concentrada em operadoras já existentes. Até o presente. Entretanto. . Segmentos de mercado para veículos compartilhados Os segmentos de mercado para veículos compartilhados podem ser divididos em duas categorias:  Mercados demográficos: grupos demográficos que são mais prováveis para aderir a um programa de veículos compartilhados.  Mercados geográficos: bairros onde veículos compartilhados podem ser inseridos com maior efeito.1. Entretanto. ou seja. Em outras palavras. muitos dos projetos de sistema ocorreram de modo experimental. 9. Ambos os mercados são inter-relacionados de forma que fatores geográficos são influenciados pela característica demográfica dos residentes. propõe-se uma ferramenta baseada no modelo de oferta ao invés em modelo de demanda.50 mostra-se que características do bairro e do transporte na região são indicadores mais relevantes do que características individuais de usuários de veículos compartilhados. Portanto.

1. em geral são inquilinos e. portanto. A seguir são discutidas algumas possíveis variáveis e sua influencia na determinação da atratividade da região para veículos compartilhados:  Número de membros na moradia.4. 9. algumas variáveis podem ser utilizadas para medir de forma quantitativa tais características.  Uso diversificado: o uso ligado a atividades comerciais e ao trabalho durante o dia pode ser combinado com usuários residenciais que utilizam no final do dia. Característica dos bairros As principais características necessárias a um local para que seja atrativo a implementação de veículos compartilhados são os seguintes:  Alta demanda por estacionamentos: a posse de veículos é mais cara e menos conveniente em locais onde estacionamentos são escassos.3. Diferenças entre regiões com e sem sistemas de veículos compartilhados Como resultado das características discutidas na sessão anterior. . Moradores de regiões que contam com veículos compartilhados. A presença de crianças é não é comum.  Capacidade de viver sem o carro: veículos compartilhados não devem suprir todas as necessidades de mobilidade de uma família ou pessoa. entretanto.1. não proprietários e possuem nível superior de educação. deve funcionar em conjunto com outros modos  Elevada densidade: densidade populacional elevada traz uma base de usuários maior dentro de uma distância razoável de ser feita a pé. à noite e nos finais de semana. composição e educação: moradias com apenas um morados são as mais comuns em regiões que possuem veículos compartilhados.51 9.

comparado com pessoas das outras regiões. “baixo” e “alto”.1. Millard-Ball propõem também sugestões onde veículos compartilhados podem ser atrativos. . Os resultados dos limites para cada nível de serviço estão resumidos na Tabela 2.52  Meio de transporte para trabalho: residentes de regiões que possuem o serviço tendem a utilizar com maior freqüência o transporte coletivo ou andar a pé para o trabalho. Estes orientações não são requisitos precisos.  Características locais: sistemas de veículos compartilhados. tendem a serem localizados em regiões antigas. Deste modo. na maioria das regiões. Dois grupos de nível de serviço foram estabelecidos. A quantia elevada de pessoas que caminham é um indicador do uso misto e de um ambiente favorável a pedestres. O nível “baixo” representa locais onde o serviço de veículos compartilhados pode ser viável. que tendem a ser melhor para se caminhar e têm menos locais de estacionamentos fora das ruas. E o nível de serviço “alto” indica locais onde se espera que compartilhamento de veículos cresça.5. 9. mas pouco crescimento é esperado. mas sim aproximações de características os bairros onde serviços de veículos compartilhados tendem a ter maior sucesso. bairros históricos.  Veículo próprio: residentes de regiões que contam com serviços de veículos compartilhados possuem substancialmente menos veículos que a média de outras regiões e tendem a não ter carro. Principais indicadores e limites para veículos compartilhados As características do bairro e de transporte são indicadores mais relevantes para veículos compartilhados do que fatores puramente demográficos. Celsor e A.

Millard-Ball no mesmo trabalho m que estabelecem limites para nível de serviço de veículos compartilhados afirmam que a densidade demográfica também é uma variável representativa. por exemplo.20% 35% . A densidade de emprego.6. Veículos compartilhados em áreas estritamente residenciais. Millard-Ball.50% 35% .40% 70% . podem não ser suficientemente utilizados durante o dia. Isso significa que uma mistura de áreas residenciais e com alta taxa de emprego é importante para garantir que os carros sejam usados de modo mais suficiente. Estados Unidos. encontrou que a densidade demográfica conveio como o melhor indicador para a previsão de viagens em Chicago. diferentemente . por outro lado. [15]. Celsor e A. por exemplo.Limites para nível de serviço de veículos compartilhados. a densidade populacional representa a base de clientes potenciais para à noite e fins de semana. serão incluídos outros indicatores além daqueles abordado por Celsor e A. Holtzclaw et al. Baseado em estudo para projeto de sistema de veículos compartilhados para cidade de San Diego.15% 60% 1200 40% .1.53 Tabela 2 . Los Angeles and San Francisco. Deste modo. Outras considerações Outras variáveis que não foram apresentadas ou discutidas na seção também são importantes na determinação de regiões com mercados potenciais para compartilhamento de veículos. é um indicador de uso durante o dia e em dias da semana.40% 15% .80% 1200 9. Nível de Serviço Baixo Alto Demografia % Moradias de uma pessoa Meio de Transporte para o trabalho % Dirigem sozinhos % Caminham Veículos Próprios % Moradias sem nenhum veículo % Moradias com 0 ou 1 veículo Características do bairro Número de moradias por km2 30% 55% 5% 10% .

que a porcentagem de domicílios com apenas um morador na cidade de São Paulo era de 8.7.87%. qual a porcentagem de pessoas que utilizam transporte público. além da densidade populacional e de emprego. Em outras palavras. Portanto. dado a disponibilidade e dados apresentados na Pesquisa Origem-Destino de 2007. bicicleta e que vão a pé em relação ao total de viagens.) 3700 6400 7400 14800 30% 60% 9. infere-se que também deve ser considerado. a disponibilidade de transportes. Os limites para serviço baixo e alto para a densidade demográfica. Entretanto. realizada pela Secretaria dos Transportes Metropolitanos do Governo do Estado de São Paulo pelo Metrô. são necessárias características específicas para a determinação do nível de serviço. pela falta de dados específicos para cada região. Entretanto. etc. esta informação não será considerada. Disponibilidade de informações Conforme apresentado na seção anterior. algumas extrapolações serão admitidas conforme descrito a seguir. Define-se disponibilidade de transporte como a porcentagem de pessoas que utilizam outros meios de transporte que não sejam o carro para ir trabalhar. a pé. biclicleta. Nível de Serviço Baixo Alto Densidade Populacional Habitantes por km2 Densidade de Empregos Empregos por km2 Disponibilidade de Transporte Porcentagem de pessoas que usam outros transportes para trabalhar (comum. o indicador densidade de emprego também é proposto. disponibilidade de transporte e densidade de empregos estão resumidos na Tabela 3. vale ressaltar apenas como uma referência. Tabela 3 – Outros Limites para nível de serviço de veículos compartilhados.54 daqueles em regiões de escritório. segundo o CENSO do ano 2000 realizado pelo IBGE. Em relação à porcentagem de moradias de uma pessoa.1. e . Ainda segundo o estudo realizado em San Diego.

Em relação a pessoas que caminham e a disponibilidade de transporte. E ainda. segundo a PNAD6. mostrando a evolução deste indicador. Regiões atrativas para compartilhamento de veículos em São Paulo Baseado nas informações da Pesquisa Origem-Destino 2007 e utilizando os limites determinados nas seções anteriores. o fato de ser necessário que dirijam sozinhos será ignorado e admitido simplesmente pessoas que dirigem. as regiões mais atrativas foram determinadas e estão indicadas na Figura 12. será admitido simplesmente meio de transporte utilizado com origem naquela região.1. As informações de veículos próprios.55 este valor chegou a 12% em 2009. . número de moradia por km2 e densidade populacional e de empregos encontram-se disponíveis e nenhuma consideração especial faz-se necessária. 9. Quanto ao meio de transporte para o trabalho. será ignorado o fato de ser necessário que caminhem para o trabalho e será considerado pessoas que com origem naquela região segundo o modo de transporte. 6 Pesquisa Nacional de Amostra de Domicílios.8.

.56 Nível de Serviço Nulo Nível de Serviço Baixo Nível de Serviço Alto Figura 12 – Regiões atrativas para desenvolvimento de veículos compartilhados.

403 .Novo Osasco serão desconsideradas. Da Figura 12. 383 . São Bernando. .São Bernardo do Campo e 439 . As regiões que apresentaram nível de serviço Alto.Santo André. estão resumidas a seguir: Tabela 4 . nome da zone e nível de serviço pode ser encontrada no Anexo A. Algumas regiões também foram encontradas fora da cidade de São Paulo. 379 Boa Vista. Deste modo. somente serão consideradas regiões que sejam adjacentes e que.57 As regiões foram determinadas de forma que regiões com alto nível de serviço apresentaram todos os indicadores acima do limite de alto nível de serviço. Santo André e Osasco. sejam ligadas por algum transporte de trilho (Metrô ou Trem). como em Guarulhos. quando não adjacentes. infere-se que as regiões centrais são aquelas que apresentam mercado potencial para o sistema. A tabela completa com a correspondência entre número da zona.Zonas com nível de serviço alto Zona 3 4 5 7 22 24 25 26 31 35 42 Nome da Zona Praça João Mendes Ladeira da Memória República Luz Pires da Mota Liberdade Treze de Maio Bexiga Vila Buarque Santa Cecília Celso Garcia Para o projeto do sistema de compartilhamento de veículos. Regiões com baixo nível de serviço foram determinadas se possuíam pelo menos um dos indicares dentro da faixa de baixo serviço e nenhum indicador abaixo deste limite. as zonas 336 – Guarulhos.

não apenas as regiões mais atrativas como também o nível de serviço estimado. ou seja.2.2. Correlação com nível de serviço A metodologia demonstrada na seção 9. Assim. aborda. pela análise estatística das regiões que tipicamente contam com serviços de veículos compartilhados. a máxima distância que se dispõe a caminhar para acessar uma estação. Millard-Ball propõem. um modelo de regressão baseado nas variáveis discutidas anteriormente. A região é delimitada por uma circunferência de raio 800 metros.1. O nível de serviço é definido pelo número de veículos compartilhados disponíveis em uma determinada região. NÍVEL DE SERVIÇO 9. Estação de veículos Circunferência de 800m de raio 4 veículos 2 veículos 2 veículos 2 veículos Nível de serviço = 10 Figura 13 .1.58 9. . Celsor e A.Cálculo do nível de serviço.

9. o nível de serviço apresenta correlação positiva com número de habitações que possuem nenhum ou um veículo. bairros com menor número de pessoas que vão ao trabalho sozinhas e com menor número de veículos por casa tendem a ter maior serviço de veículo compartilhado. Celsor e A.2. densidade residencial. “nível de serviço” é o número de veículos compartilhados por circunferência de 800m de raio. pode-se determinar os níveis de serviço em cada uma das Zonas eu apresentaram potencial de mercado. . “veículos” é a média de veículos por moradia dentro da circunferência e “a pé” é o número de pessoas que andam para o trabalho dentro da região delimitada pela circunferência. Veículos compartilhados também apresentam correlação (positiva ou negativa) com outras variáveis como a porcentagem de moradias com apenas uma pessoa. serviços de veículos compartilhados aumentam quando há maior proporção de casas alugadas. C. ou seja. Baseados na correlação entre as variáveis apresentadas nesta seção. Millard-Ball propõem que o melhor modelo para determinar o nível de serviço leva em conta a taxa de veículos próprios e a proporção de modo de transporte a pé. Utilizando a Equação 1 e os dados Obtidos na Pesquisa Origem-Destino 2007. Por outro lado. moradias com crianças e casas alugadas. Assim. Nível de serviço regiões nas mais atrativas. disponiblidade para caronas ou andar a pé.59 O nível de serviço apresenta correlação negativa com o número de pessoas que dirigem sozinhas para o trabalho e a média de veículos por casa.2. de habitações de uma pessoa. Equação 1 Onde. de moradias com poucos carros e de uso de transporte coletivo ou viagens a pé.

razão entre total de pessoas que andam a é na zona e o número de circunferências na zona. será admitido que cada zona é homogênea. Equação 4 Os resultados de nível de serviço para as regiões previamente determinadas como Alto nível de serviço estão resumidos na tabela a seguir. Equação 3 O número de pessoas que andam a pé em uma circunferência também pode ser calculado da mesma maneira.60 Entretanto. dada a dificuldade em obter a quantidade a média de veículos por moradia e de pessoas que andam a pé. Assim. que todas as características se comportam de modo uniforme em cada região. . a médio do número de veículos em uma circunferência de 800 m é igual ao número de veículos totais na região dividido pelo número de circunferência. Ou seja. Equação 2 Da hipótese de que as características são uniformes. . Os resultados de nível de serviço para as regiões potenciais encontram-se no Anexo B. o número de circunferências ( ) será estimado pela divisão da área total da região da zona pela área de um círculo de raio 800 m.

61 Tabela 5 – Nível de serviço em algumas zonas selecionadas. Zona de Origem Nome da Zona Nível de Serviço 3 4 5 7 22 24 25 26 31 35 42 Praça João Mendes Ladeira da Memória República Luz Pires da Mota Liberdade Treze de Maio Bexiga Vila Buarque Santa Cecília Celso Garcia 62 75 110 69 0 62 11 18 59 101 11 Exemplo de cálculo do nível de serviço médio na região da Luz (Zona 7) Dados: Automóveis por domicílio: 0.56 Área total da Zona: 1. Automóveis por domicílio por circunferência.466 viagens O número de circunferências. .53 km2 Total Modo a pé: 21.

em média. . Os resultados de nível de serviço para as regiões potenciais encontram-se no Anexo B. respectivamente. 9. Nível de serviço. . 7.62 Viagens a pé por circunferência.3. basta Equação 5 O número de estações. 2 veículos.263. multiplicar o nível de serviço pelo número de circunferências de raio 800 m. Equação 6 Os resultados para regiões previamente determinadas como Alto Nível de Serviço estão resumidos na tabela a seguir.608 e 15. é estimado a partir do númerao de veículos da regi- ão e admitindo que cada estação possui. O total de veículos e estações que o sistema deve possuir é. NÚMERO DE VEÍCULOS E ESTAÇÕES Para determinar o total de veículos compartilhados em cada região.

4. as zonas inicialmente descartadas (336 – Guarulhos.Santo André. 135. Uma análise mais profunda das informações contidas no Anexo B. Desta forma. 403 . tem-se o total de pessoas que utilizarão os veículos diariamente. NÚMERO USUÁRIOS Sistemas de veículos compartilhados possuem uma média de 25 usuários por veículos por dia. 379 .63 Tabela 6 – Total de veículos compartilhados e estações em algumas zonas selecionadas. .Novo Osasco) apresentam níveis de serviço elevados (respectivamente 406. Assim. . revelam que de fato. Os resultados número de usuários para as regiões potenciais encontram-se no Anexo B. Zona de Origem Nome da Zona Total de veículos compartilhados Estações 3 4 5 7 22 24 25 26 31 35 42 Praça João Mendes Ladeira da Memória República Luz Pires da Mota Liberdade Treze de Maio Bexiga Vila Buarque Santa Cecília Celso Garcia 15 28 42 53 0 20 3 5 27 74 4 7 14 21 26 0 10 1 2 13 37 2 9. multiplicando-se o número de veículos por 25.Boa Vista. muito acima da média 71 considerando todas as zonas. 627. 383 .São Bernardo do Campo e 439 . a fim de normalizar os resultdos obtidos e descartar pontos os quais os resultados apresentam desvios excessivos e não condizentes com a tealidade esperada. Equação 7 Os resultados para regiões previamente determinadas como Alto Nível de Serviço estão resumidos na tabela a seguir. 1185 e 364).

Tabela 7 – Total de usuários do sistema em algumas zonas selecionadas.6 mil pessoas por dia. 403 . Assim. Este é o caso das zonas 336 – Guarulhos. O novo valor médio do nível de serviço é de 40 e o desvio padrão 36. Zona de Origem Nome da Zona Total de usuários por dia 3 4 5 7 22 24 25 26 31 35 42 Praça João Mendes Ladeira da Memória República Luz Pires da Mota Liberdade Treze de Maio Bexiga Vila Buarque Santa Cecília Celso Garcia 375 700 1050 1325 0 500 75 125 675 1850 100 . A zona 379 – Boa Vista.Novo Osasco). 383 Santo André.Boa Vista.Novo Osasco. justificando-se a exclusão inicial.São Bernardo do Campo e 439 . Portanto. será excluí por não ser adjacente a nenhuma outra e não configurar parte da rede integrada que se propõe neste trabalho. o total de usuários estimados é de 36.São Bernardo do Campo e 439 . 403 . 379 .Santo André. 379 .64 serão excluídas as zonas que apresentem nível e serviço superiores a um e meio desvio padrão (considerando todas as zonas e incluindo 336 – Guarulhos. as zonas que apresentarem nível de serviço superior a 276 serão desconsideradas. dos resultados apresentados no Anexo B.

Assim. a análise o valor e determinação dos requisitos de projeto baseiam-se no ganho marginal sobre as necessidades identificadas em relação aos custos para responder a estas necessidades. determinar as especificações a partir das necessidades identificadas.65 10. O segundo passo é a busca pela necessidade primordial a ser respondida e sua validação subseqüentemente. Esta metodologia busca determinar as funções esperadas no produto/serviço e seu valor agregado e percebido pelos usuários/clientes e. Desta forma. Por mim.1. englobando tanto as estações quanto os veículos. pode ser realizada através da abordagem de análise do valor. . pode-se realizar uma análise funcional utilizando o seguinte procedimento:       Identificar as funções Selecionar a função primária Selecionar as funções básicas Organizar as funções subsidiárias Validar a árvore de funções Identificar a hierarquia de funções As especificações objetivadas podem obtidas através da análise dos impactos nos resultados de desempenho do serviço/produto medidos por métricas compatíveis a cada função determinada. questionários e da própria observação do uso do serviço ou produto. METODOLOGIA A determinação das características do sistema. por fim. DETERMINAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS DO SERVIÇO 10. após a identificação da necessidade primeira. através de entrevistas. inicialmente procura-se entender o uso do produto baseado em informação obtida pelos estudos de mercado.

atitudes e comportamentos obtidas no estudo de mercado. percepções. ANÁLISE DAS INFORMAÇÕES DE MERCADO A fim de organizar as informações contidas na pesquisa apresentada na seção 8. Quem?    Motivações     Percepções     Atitudes    Comportamentos        Homens e mulheres Maioria de idade entre 18 e 34 anos Possuem carteira de motorista Possuir um veículo em qualquer lugar e qualquer momento Garantia e facilidade para encontrar local para estacionar Contribuição para redução da poluição do ar Solução de problemas devido à falta de veículo próprio Otimização do uso do carro Melhoria da condição de transporte no perímetro urbano Modificação no comportamento de mobilidade Melhoria da poluição do ar Uso integrado com transporte público Uso de veículos elétricos Deixar de utilizar o próprio ou de comprar novo carro Realizar compras Transporte de volumes Transporte de passageiros Uso do veículo à noite e de madrugada Acesso a outros meios de transporte Uso para lazer e finais de semana Uso no perímetro urbano . serão utilizadas as seguintes diretrizes para expressar as afirmações contidas no estudo de mercado:     Motivações Percepções Atitudes Comportamentos Tabela 8 – Motivações.6.2.66 10.

  O que pode induzir a evolução da necessidade? Desde o encurtamento ou o aumento das distâncias a serem percorridas à própria evolução do sistema de transporte em vigor.3. 10. . ANÁLISE FUNCIONAL A análise funcional tem como objetivo maior definir a necessidade primária à qual o sistema deve responder e identificar as funções necessárias para responder a tal necessidade. Desta forma. as funções indicam o propósito do sistema expressas em termo de uma finalidade global. dada a constante necessidade de transportar-se ou de fazer transportar algo no cotidiano. Qual é o risco de sua evolução e do desaparecimento desta necessidade? Baixo.67 10.1.3. Cada função é descrita na forma de um verbo ativo e um substantivo concreto e são compostas por uma combinação de duas ou três palavras. Necessidade primária Busca pela necessidade primária    Para quem é o sistema? O sistema é destinado a pessoas que necessitem locomover-se dentro do perímetro urbano Sobre o que o sistema age? O sistema age sobre necessidade de mobilidade das pessoas Por que o sistema existe? Porque os indivíduos necessitam de transporte Validação da necessidade primária  Por que esta necessidade existe? Por que as pessoas tem necessidades e obrigações a serem cumpridas em diferentes locais a determinado momento e nem sempre dispõem dos meios para tal.

3.2. Identificação de funções Busca intuitiva  Transportar pessoas  Reduzir tempo de viagem  Aumentar a praticidade  Facilitar o estacionamento  Reduzir custo de transporte  Transportar compras  Transportar bagagem  Acessar aeroportos  Fornecer guia de ruas  Acessar remotamente  Acessar metrô  Resolver “last mile”  Medir velocidade  Obedecer normas de segurança  Entreter o passageiro  Controlar temperatura  Aumentar conforto  Localizar veículo  Rastrear veículo  Reservar veículo  Disponibilizar veículo  Disponibilizar acesso  Abrir veículo  Automatizar sistema  Ligar motor  Disponibilizar garagem  Destravar portas  Cadastrar usuários  Pagar reserva  Assegurar o veículo  Controlar fluxo de carros  Controlar tarifa  Integrar pagamentos  Pagar serviço  Disponibilizar estacionamento  Desligar veículo  Abastecer veículo                                      Detectar nível de combustível Alertar nível de combustível Revisar veículos Disponibilizar assistência Fornecer atendimento ao cliente Satisfazer usuário Comunicar gastos Atrair usuário Identificar produto Monitorar veículo Controlar direção Controlar conforto humano Mudar rota Distribuir veículo Realocar veículo Mover veículo Transportar veículo Induzir usuário Induzir rotas Garantir veículo Promover serviço Proteger usuário Transportar volume Reparar veículo Melhorar aparência Aumentar conveniência Ouvir cliente Desenvolver tecnologia Gerar poluição Gerar ruído Transmitir dados Travar veículo Restringir uso Pesquisar usuário Mapear usuários Encerrar serviço Controlar estado do veículo .68 10.

Restringir acesso Figura 14 – Diagrama de ambiente. Respeitar normas de segurança F6.69 Diagrama de ambiente Determinação dos elementos externos:  Usuário  Meio-ambiente  Outras pessoas  Outros veículos  Normas e leis  Veículo  Estacionamento  Operador  Website Usuário Website Outros Veículos F4 F1 Estacionamento F3 F2 Serviço de Compartilhamento de Veículos F7 Outras Pessoas F5 F0 F6 Veículo Normas e Leis F0. Respeitar normas de trânsito F7. Transportar passageiro F1. . Assegurar contra acidente F2. Acessar Veículo F4. Reserva do veículo F5. Guardar veículo F3.

em branco funções de suporte e em vermelho restritivas. ao meio. rodoviárias Aumentar conforto Realizar compras Informar rota Entreter usuário Informar preço de devolução Desligar veículo Devolver veículo Entreter-se e lazer Acessar estação Ir e vir Localizar estação Trabalhar Retirar veículo Obter chave Realizar cadastro Acessar website Locomover-se Respeitar normas Controlar veículo Assegurar o veículo Reservar veículo Transportar pessoas Informar preço de retirada Acionar veículo Transportar objetos Figura 15 – Diagrama FAST: à esquerda saídas. à direita entradas e. as saídas do sistema. Veja Anexo C para figura ampliada. Acessar aeroportos.70 Diagrama FAST7 Como? Quando? Por quê? Acessar metrô. as funções devem responder como. Ao mover-se para a direita. quando. no eixo vertical. em azul a linha principal de funções. . Em amarelo. trem. para a esquerda o porquê e. 7 FAST: Functional Analysis System Technique. as funções do sistema. etc.

trem Acessar aeroportos.71 Árvore de funções Acessar website Realizar cadastro Obter chave Reservar veículo Acionar veículo Retirar veículo Informar preço de retirada Disponibilizar veículo Incentivar devolução Localizar estação Acessar estação Desligar veículo Informar preço de devolução Devolver veículo Controlar veículo Faturar uso Informar rota Regular temperatura Disponibilizar estacionamento Incentivar retiradas Aumentar conforto Regular acentos Facilitar direção Ir e vir Proporcionar rádio Entreter usuário Tocar música Respeitar normas Restringir uso Assegurar veículo Rastrear veículo Oferecer troca Assegurar contra acidente e pane Rebocar veículo Consertar veículo Abastecer veículo Conservar veículo Assistir ao usuário Auxiliar retirada Revisar veículo Auxiliar devolução Auxiliar uso Acessar metrô. . rodoviárias Realizar compras Entreter-se e lazer Utilizar o serviço Trabalhar Locomover-se Transportar pessoas Transportar objetos Figura 16 – Árvore de funções.

Estação e Veículo. Uma abordagem na qual se coloca o usuário passivo e estes outros três elementos ativos exercendo as funções sobre o usuário.72 10. o veículo e o estacionamento – que faz parte da estação. Organização das funções Conforme explicitado no Diagrama de Ambiente. existem diversos elementos responsáveis por cada função. a seguir pretende-se associar cada uma das funções identificadas com o elemento responsável por ela.3. diferentemente do exposto até o momento. seja o serviço propriamente dito (elemento central do Diagrama de Ambiente). Tipo de função Primária Restritiva Restritiva Primária Secundária Secundária Secundária Secundária Secundária Secundária Primária Secundária Secundária Secundária Função Acessar website Realizar cadastro Obter chave Assistir ao usuário Auxiliar retirada Auxiliar devolução Auxiliar uso Assegurar contra acidente e pane Oferecer troca Rebocar veículo Conservar veículo Consertar veículo Abastecer veículo Revisar veículo .3. Classificadas como primária. Porém. por exemplo. secundária e restritiva. ou elementos externos como. secundária e restritiva. Grupo: Serviço Tabela 9 – Funções relacionadas ao Serviço. utilizarse-á três grupos para associar as funções: Serviço. As tabelas a seguir mostram as funções agrupadas e classificadas por tipo: primária. Assim.

Tipo de função Primária Primária Primária Secundária Secundária Secundária Primária Secundária Secundária Primária Primária Secundária Secundária Primária Primária Primária Função Controlar veículo Informar rota Aumentar conforto Regular temperatura Regular acentos Facilitar direção Entreter usuário Proporcionar rádio Tocar música Respeitar normas Assegurar veículo Restringir uso Rastrear veículo Locomover-se Transportar pessoas Transportar objetos . secundária. Classificadas como primária. Classificadas como primária. Tipo de função Primária Primária Primária Secundária Secundária Secundária Secundária Primária Secundária Secundária Secundária Secundária Secundária Função Localizar estação Acessar estação Retirar veículo Disponibilizar veículo Incentivar devolução Informar preço de retirada Acionar veículo Devolver veículo Disponibilizar estacionamento Incentivar retiradas Informar preço de devolução Faturar uso Desligar veículo Grupo: Veículo Tabela 11 – Funções relacionadas à Veículo.73 Grupo: Estação Tabela 10 – Funções relacionadas à Estação. secundária.

cada função será discutida e determinar-se-á um critério para avaliar o nível ao qual dada função deve ser respondida. Tipo de função Primária Necessidade Necessidade Necessidade Necessidade Necessidade Necessidade Função Utilizar o serviço Ir e vir Acessar metrô. estas foram agrupadas a seguir como Usuário e dizem respeito à finalidade na qual o sistema de compartilhamento de veículos como um todo é utilizado pelo usuário. Portanto. esta abordagem mostra que as funções de saída identificadas no diagrama FAST (localizadas à esquerda no diagrama) e agrupadas como utilizar o serviço na Árvore de Funções são ativas ao usuário. Classificadas como primária e necessidade.74 Por outro lado. . será apresentado o nível e a flexibilidade.3. rodoviárias Realizar compras Entreter-se e lazer Trabalhar 10. Com estas informações é possível determinar quanto determinada função deve ser respondida dado o seu valor agregado e o custo para tal e. trem Acessar aeroportos. Identificação das métricas e determinação das especificações As funções identificadas e organizadas nas seções anteriores devem ser mensuradas para determinar nível de cada função e a flexibilidade em torno desde valor. determinar as especificações. Grupo: Usuário Tabela 12 – Funções relacionadas à Usuário.4. por fim. sendo este o responsável por exercê-las. A seguir. . Em seguida.

seja estacionamento ou posto de gasolina. sabe-se que nem sempre isto será possível. cada estação deve ser identificada por um indivíduo que esteja a. a comunicação visual. pelo menos. ou cartão. Em relação à comunicação visual. Onde saber-se-á o local exato para a retirada do veículo. em outras palavras. Acessar a estação significa diz respeito principalmente ao horário de funcionamento e restrições quanto a quem e como entrar no local onde os veículos estão disponíveis Especificações A localização prévia deve ser realizada através do website. o qual somente ter-se-á acesso após o desbloqueio do veículo aquele que possuir o . Esta chave. estabelece-se o mínimo funcionamento de 18 horas por dia durante todos os dias da semana. cinqüenta metros de distância. apesar de a preferência para locais 24 horas durante os sete dias da semana.75 Grupo: Estação  Localizar e acessar estação: Descrição Localizar a estação compreende desde a localização prévia da estação para que o usuário vá ao local até identificação ao passar em frente a uma. que não consiste na chave do veículo. mas a chave pessoal e individual a cada usuário. A chave de ignição do veículo deve estar no interior do próprio veículo. Entretanto. quais veículos estão disponíveis em cada local. O acesso à estação é livre a qualquer indivíduo. Especificações A retirada dos veículos deve ser feita utilizando a chave de acesso (ou cartão de acesso) enviada a após o cadastro.  Retirar e acionar veículo: Descrição Consiste nas etapas após o acesso à estação até sair dirigindo o veículo. assim como as tarifas e taxas – conforme discutido no item de desenvolvimento do website (Acessar website e realizar cadastro). O horário de funcionamento depende do estabelecimento utilizado como estação. Desta forma. deve permitir o desbloqueio do veículo.

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cartão de acesso. Assim o acionamento do veículo é feito com a chave comum do próprio veículo.
 Disponibilizar veículo

Descrição Diz respeito à disponibilidade dos veículos nas estações. Especificações Os veículos devem estar disponíveis para serem retirados a qualquer momento em cada estação (dependendo apenas do horário de funcionamento da estação). Além disso, no caso de reserva prévia há o empecilho de restringir o uso do veículo até que este seja retirado.
 Incentivar devolução e informar preço de retirada:

Descrição É sabido que há um fluxo direcional em certos horário do dia. Por exemplo, pela manhã a maioria das pessoas desloca-se da periferia para o centro da cidade. Assim, há a necessidade de equilibrar a disponibilidade de veículos em certas estações em determinados horários e reduzir em outros locais onde há menor demanda. Especificações Deste modo, propõe-se uma solução monetária que incentive a devolução em locais onde há maior demanda. Portanto, na devolução é necessário informar os custos de devolução em cada estação, menor nas estações com maior demanda e maior naquelas com menor demanda em um dado instante ou intervalo de tempo.
 Disponibilizar estacionamento

Descrição Trata de como devem ser os estacionamentos dos veículos. Especificações Os veículos devem possuir locais exclusivos, mas não únicos, para serem estacionados. Quando não houver estacionamento na estação que o usuário gostaria

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de retornar o veículo, ele deve ser informado da estação mais próxima com disponibilidade.
 Incentivar retiradas e disponibilizar preço de devolução

Descrição Analogamente ao caso de incentivar devolução e disponibilizar preço de retirada, estas funções tratam do equilíbrio da disponibilidade de estacionamentos em cada estação ao longo do dia. Especificações Da mesma forma, pode-se incentivar retiradas de veículos em locais com maior demanda por devolução de veículos (e, conseqüentemente, menor disponibilidade de estacionamentos). Este incentivo pode ser feito de forma monetária, através de desconto na tarifa, por exemplo. Assim é também necessário informar o usuário do custo de devolução em determinado local.
 Devolver e desligar veículo

Descrição Trata das ações e condições para e devolução do veículo após uso, assim como a maneira de desligar o veículo. Especificações O veículo deve ser devolvido obrigatoriamente em uma das estações para que seja considerado entregue. Entretanto, não deve haver nenhuma restrição quanto à qual estação deve ser realizada a entrega e tão pouco qualquer comprometimento, por parte do usuário, em devolver no mesmo local onde foi retirado. A estação deve estar equipada para reconhecer quando um veículo foi devidamente entregue. Podendo ser feito em duas etapas: (1) a própria estação reconhece a proximidade do veículo no local apropriado para a devolução e (2) o usuário confirma a através do reconhecimento de seu cartão de acesso em um totem, por exemplo. Porém, antes mesmo do reconhecimento da devolução, é desligamento do veículo pode ser feito com própria chave o veículo (e não através do cartão de aces-

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so do usuário). Por fim, o usuário deixa o veículo e a chave permanece guardada no interior do veículo. O bloqueio do veículo é feito através do cartão de acesso.
 Faturar o uso

Descrição Aborda os preços, tarifas e cálculo do valor a ser faturado. Especificações Baseado na discussão apresentada em toda a seção Serviço, o cálculo do preço final a ser faturado de ver uma função de três elementos:
   Custo de retirada Custo variável conforme horas ou quilômetro rodado (não é especificado nesta seção) Custo de devolução

Os custos de retirada e devolução também podem variar conforme a estação de há maior ou menor demanda por veículos ou estacionamentos livres.

Grupo: Veículo
 Controlar veículo:

Descrição Todos os parâmetros de controle do veículo, direção, frenagem, curvas. Especificações O veículo deve ser conduzido pelo usuário. Deve possuir um sistema de direção que controle o movimento das rodas a fim de permitir a realização de curvas e manobras. Deve também possuir controle de velocidade, sistema de frenagem. As características de controle de direção devem ser condizentes àquelas necessárias para o veículo trafegar em uma cidade, onde haverá a interação com outros veículos e também a necessidade especial de realizar manobras para estacionar.
 Informar rota:

Descrição Navegador e mapa

este sistema deve indicar a localização das estações assim como os custos para devolver o veículo em cada estação e número de vagas disponíveis em cada estacionamento.  Regular acento: Descrição Regulagem da posição do acento do motorista e do carona. Especificações O veículo deve ser adequado ergonomicamente. .  Facilitar direção: Descrição Sistema de auxílio na direção.79 Especificações O veículo deve conter um navegador que indique as direções para realizar o itinerário do usuário.  Regular temperatura: Descrição Controle da temperatura no interior do veículo. Especificações O interior do veículo deve ser capaz de permanecer em uma temperatura de 15oC a 25oC. Especificações O acento deve ser capaz de adaptar-se para ser ergonomicamente confortável para pelo menos 95% da população padrão. Além disso.  Aumentar conforto: Descrição Ergonomia do veículo.

CD e canal de entrada para tocador mp3. Especificações O veículo deve possuir um sistema que trave e destrave as portas através do cartão de acesso do usuário. tocador de música. licenciamento e circulação estabelecidas pelo CONTRAN (Conselho Nacional de Trânsito) em função de suas aplicações.  Locomover-se: Descrição Velocidade e inclinação. restringir uso e rastrear veículo: Descrição Trava na portas e rastreamento do veículo. Deve possuir também um sistema que localize o veículo através de uma central para o controle da frota.  Assegurar veículo. Assim. Especificações As características dos veículos. suas especificações básicas configuração devem respeitar condições essenciais para registro. resoluções e portarias em vigor no Brasil.  Respeitar normas: Descrição Normas exigidas pelo país para que o veículo circule pelas ruas. . deve estar de acordo com a legislação. proporcionar rádio e tocar música: Descrição Qualquer tipo de mídia no interior do veículo.80 Especificações Deve possuir sistema de auxílio na direção equivalente a direção hidráulica ou elétrica.  Entreter usuário. Especificações Deve possuir rádio.

 Transportar objetos: Descrição Capacidade de transportar objetos Especificações O veículo deve possuir espaço específico para armazenar objetos. trem Acessar aeroportos. Grupo: Usuário  Ir e vir: Descrição Capacidade de suprir as necessidades de utilização do usuário. Especificações Deve responder às seguintes necessidades de uso:       Acessar metrô. bagagens para viagens e outros objetos de volume similar. Inclinação: deve ser capaz de vencer uma inclinação de no máximo 20o ao partir sem velocidade inicial. rodoviárias Realizar compras Entreter-se e lazer Ir trabalhar Uso noturno .81 Especificações Velocidade: o veículo deve ser capaz de manter uma velocidade constante de 100 km / h em uma reta. O volume mínimo correspondente a um carrinho de compras de supermercado.  Transportar pessoas: Descrição Capacidade de pessoas no interior do veículo Especificações Capacidade mínima de quatro pessoas o confortáveis no interior do veículo.

82 Obrigações familiares Freqüência Casa Trabalho Retorno do trabalho Outro trabalho Escola/religião Escola (estudante) Atividade Religiosa Alta Visita a amigos/parentes Lazer Localização final do veículo Localização final do veículo Deixar alguém Pegar comida/comer Evento social Pegar comida/comer Médico/Dentista Compras Comprar bens Comprar serviços Social/Recreação Recreação Baixa Casa Trabalho Retorno do trabalho Outro trabalho Escola (estudante) Atividade Religiosa Médico/Dentista Compras Comprar bens Comprar serviços Comprar gasolina De casa para o trabalho De casa para visitar amigos ou parentes Localização inicial do veículo Recreação Visita a amigos/parentes Lazer Obrigações familiares Cabeleireiro Compra de bens para a casa Reunião Pegar alguém Deixar alguém Pegar comida/comer Figura 17 – Locais onde as pessoas deixam seus veículos por pelo menos trinta minutos. Fonte: McKinsey and Co. Pegar alguém Cabeleireiro Reunião .

República.83 11. LOCALIZAÇÃO DAS ESTAÇÕES Não somente a determinação das zonas atrativas ao serviço de compartilhamento de veículos. Outra possibilidade. próximas às zonas 1 . PROJETO DAS ESTAÇÕES 11. assim como os custos para implantação de estações nestes locais. mas é necessário também determinar o local físico onde se encontrarão os veículos. As regiões centrais. talvez. redução de custos. A Figura 18 a seguir mostra os principais pontos de estaciomentos na cidade de São Paulo e região metropolitana. o uso de postos de gasolina pode ainda melhorar a relação com fornecedores possibilitando. As justificativas s\ao as mesmas de estacionamentos. reduzindo também os riscos de elevados investimentos no início do negócio. Uma maneira prática de identificar os locais específicos de onde os pontos de retirada de veículos devem localizar-se é determinar a localização de estacionamentos já existentes. Além a vantagem de se encontrar no próprio local onde os veículos devem ser abastecidos. possuem maior densidade de estacionamentos que as zonas periféricas.Sé e 5 .1. Estes estabelecimentos. além mostrarem a demanda por locais onde as pessoas pretendem guardar seus veículos. ainda podem servir como estações para o serviço de compartilhamento de veículos O modelo de utilizar estacionamentos já existentes como locais para estações do sistema de veículos compartilhados apresenta também a vantagem de diminuir a necessidade de investimentos em aquisição e construção de imóveis os quais servirão como estações. . é utilizar postos de gasolina como estações para a retirada dos veículos. assim como as regiões próximas à avenida Paulista.

Fonte: Pesquisa Google / Google Maps. .84 Figura 18 – Principais pontos de estacionamento na cidade de São Paulo e região metropolitana.

85 Figura 19 – Principais pontos de postos de gasolina na cidade de São Paulo e região metropolitana. . Fonte: Pesquisa Google / Google Maps.

para cada estação projetada. . possíveis locais para as estações de veículos. indica correlação entre os possíveis locais as estações com os já existentes pontos de estacionamento. admite-se que.86 A comparação da Figura 18 e Figura 19. dada a estimativa de 1464 estações distribuídas em 75 zonas de São Paulo. para comportar o número de veículos projetados para cada zona. Assim. haverá número suficiente de estacionamentos e vagas de estacionamento ou locais alternativos. a seguir. Figura 20 – Zonas de atratividade em verde (alta) e amarelo (normal) e. Portanto. em vermelho. como postos de gasolina. que identifica as zonas de maior atratividade ao serviço de compartilhamento de veículos. serão determinados os locais específicos das 3 estações localizadas na zona 29 – MASP. com a Figura 12. este trabalho aborda de forma macro a questão dos locais das estações e não identifica a localização exata de cada estação. Determinação dos locais específicos: estudo da zona 29 – MASP Embora este trabalho não aborde a temática a localização das estações de forma específica. que mostram os estacionamentos e postos de gasolina.

Pontos pretos indicam estações selecionadas. Pode-se utilizar a distribuição proposta na Figura 21. pontos vermelhos possíveis locais não utilizados. Zona de Origem 29 Nome da Zona Masp Serviço 23 Estações 3 Veículos 7 Figura 21 – Distribuição de veículos na Zona 29 – MASP (em destaque no mapa). . designando-se estações em estacionamentos ou postos de gasolina.87 Dado a especificação de que na zona 29 deve haver três estações com um total de sete veículos e de que o nível de serviço deve ser de 23. Tabela 13 – Especificações para estações na Zona 29 .MASP.

Além disso. localizar outras estações. A abertura do carro é feita com o cartão magnético e a chave do veículo encontra-se no interior. Estacionamento refere-se ao local onde os veículos estarão disponíveis.88 Circunferência de raio 800 m para determinar o nível de serviço. Mapa: Pesquisa Google / Google Maps. acesso e totem. CARACTERÍSTICAS DAS ESTAÇÕES Conforme discutido na seção 10 (Determinação das características do serviço). Figura 23 – Totem de utilização do serviço: o totem servirá para obter informações dos veículos disponíveis. . Figura 22 . locais de estações. que deve ser identificada.2. as estações devem ser capaz de permitir a retirada e a devolução dos veículos pelo próprio usuário. devem identificar os veículos presente e a quantidade de vagas disponíveis. traçar rotas e confirmar a retirada e devolução do veículo.Estacionamento : os veículos do sistema de compartilhamento de veículos estarão dispostos juntos com os outros veículos do estacionamento. Figura 24 – Acesso ao veículo através do cartão de acesso e pronta retirada sem reserva prévia. 11. Entretanto. As estações devem conter os seguintes elementos básicos: estacionamento. deverão permanecer sempre na mesma vaga. acesso refere-se à entrada e saída assim como a identificação visual do local e totem ao terminal ao onde o usuário poderá acessar preços. informações de tarifas e validação da retirada e devolução do veículo.

as dimensões autorizadas para veículos são as seguintes:  Largura máxima: 2. O Boletim Técnico n. Conforme indicado na Figura 25. ANÁLISE E DEFINIÇÃO DAS DIMENSÕES DAS VAGAS DE ESTACIONAMENTO E DAS LARGURAS DAS VIAS DE CIRCULAÇÃO E MANOBRAS Segundo a resolução n. 45º.40m Desta forma. 60º e 90º). estabelece critérios de projeto a serem utilizados para o dimensionamento das vagas de estacionamento e seus acessos. 8 Companhia de Engenharia de Tráfego de São Paulo. Por outro lado. de acordo com o tipo de veículo e o posicionamento das vagas (paralelo. 30º. apesar de ainda não estar definido o modelo a ser utilizado no sistema de compartilhamento de veículos.60m  Altura máxima: 4.89 11.o 33 da CET8. .o 210 de 13 de Novembro de 2006 do CONSELHO NACIONAL DE TRÂNSITO . dada a variação das características físicas e técnicas dos modelos de veículos.CONTRAN.3. sabe que o veículo terá as características de um automóvel tipo de passeio ou utilitário. as vagas de estacionamento devem ser projetadas para atender uma variedade de modelos.

ADA TAKAGAKI. traseira (f) entre 1300mm e 1430mm. A tabela a seguir mostra medidas aproximadas de largura e comprimento para alguns modelos de veículos existentes no Brasil.97 4.9 Comprimento (m) 3.08 4. Veículos Pequeno – Fiat Uno Pequeno – WV Gol Largura (m) 1.45 . Veículos de passeio e passeio e utilitários. conforme mostrado na Figura 26. Fonte: YAMAGUISHI. largura (e) entre 1800mm e 2100mm.6 3. traseiro (b) entre 760mm e 1060mm. entre eixos (c) de 2225mm a 2400mm.8 Médio – Chevrolet Zafira 2. por fim. Boletim Técnico da CET. possuem comprimento (a) que varia entre 3700mm e 4700mm.3 Médio – Honda Civic 1. bitolas dianteira (g) entre 1275mm e 1745mm e.85 1.90 Figura 25 – Dimensões de referência para vagas de estacionamentos. Figura 26 – Referência de dimensões de veículos. 33: Áreas de estacionamento e gabaritos de curvas horizontais. balanços dianteiro (d) entre 730mm e 1070mm. Tabela 14 – Medidas aproximadas de veículos.

40 2.00 4.20 em Paralelo 5. baseado nas dimensões apresentadas para veículos de passeio e utilitários.50 Tabela 17 – Dimensões para estacionamento a 90º.70 4.80 Saindo da vaga Motorista oposto à vaga 2.5.3. Dimensão da vaga (m) Largura da via para manobras (m) Estacionamento Comprimento Largura Entrando na vaga de ré Motorista oposto à vaga Motorista ao lado da vaga 2.3.5.2.5.50 . apresenta-se as dimensões ideais para estacionamentos em paralelo.40 2.60 .80 3. Estacionamento 30 45 60 Dimensão da vaga (m) Comprimento 4.60 .20 Tabela 16 – Dimensões para estacionamento a 30º.2.91 Médio – Toyota Corolla 1.00 Largura 2.20 .20 2. Tabela 15 – Dimensões para estacionamento em paralelo.50 2. 45º.40 .3.6 Com o objetivo de definir um dimensionamento mais adequado das vagas e larguras das vias de acesso.00 .2.00 4.2.20 . 30º.80 .3.3.50 .30 2.20 . 45º e 60º.40 2.90 .20 .00 . 60º e 90º em diferentes situações obtidas através de testes realizados pela CET.3.60 . Estacionamento Dimensão da vaga (m) Comprimento Largura Largura da via para manobras (m) Entrando na vaga Saindo da vaga .5.2.55 .97 4.40 Largura da via para manobras (m) Entrando na vaga e Saindo da vaga de frente marcha à ré 1.2.50 .50 .10 1.30 Motorista ao lado da vaga 2.4.00 .2.

fundamentado nos resultados apresentados. Assim.00 .92 90 4.5.30 3.20 .2. Dimensão das vias de acesso às vagas com sentido duplo de circulação (m) Em paralelo 30 45 60 5.40 5.40 5. Dimensão da largura da via e acesso à vaga por ângulo de estacionamento (m) Em paralelo 30o 45o 60o 90o 3.00 Estas dimensões devem servir de parâmetro de projeto para o local onde os veículos do estarão disponíveis nas estações.00 Tabela 20 – Dimensões das vias de acesso às vagas.40 5. com sentido único de circulação.90 .50 .20 Tabela 19 – Dimensões das vias de acesso às vagas selecionadas.6. com sentido duplo de circulação.50 o o Largura 2.10 de frente 4.00 2.40 90 6.00 de ré 4.30 2.4. adota-se o padrão de vaga resumido nas tabelas a seguir: Tabela 18 – Dimensões de vagas adotadas.20 5.80 4.5.00 .50 5.5.50 2.50 .60 .90 de ré 5. Dimensões a vaga por ângulo de estacionamento (m) 30 / 45 / 60o / 90o Em paralelo Comprimento Largura Comprimento 4.40 de frente 4.

assume-se a hipótese de que o custo de estacionamento será igual à tarifa aplicada regularmente nos estaciomentos na cidade de São Paulo. Além disso. Unidades em metros. os custos do serviço estão diretamente relacionados ao valor cobrado pelo estacionamento. . 33: Áreas de estacionamento e gabaritos de curvas horizontais.00 enquanto que no bairro Itaquera é de menos de cinco reais. no Itaim-bibi é. CUSTO DOS ESTACIONAMENTOS Baseado no modelo de negócio em que estacionamentos existentes servirão como estações. Estes preços serão utilizados posteriormente como refência no estudo de viabilidade financeira. 11. Segundo levantamento feito pelo iG e divulgado em junho de 2011. Fonte: YAMAGUISHI. de R$25. para o proprietário do estacionamento. Assim. não existe vantagem em reservar uma vaga existente no estacionamento para um cliente comum ou para o serviço de compartilhamento de veículos. a diferença entre preços da diária de estacionamento em diversos bairros paulistanos pode chegar a mais de 400%.93 Figura 27 – Esquema das dimensões das vias com sentido duplo de circulação. Boletim Técnico da CET. em média. ADA TAKAGAKI. A diária de estacionamento. O Gráfico 9 mostra o preço da diária do estacionamento cobrado em 11 bairros da capital paulista.4.

1. combinado com incentivos no preço. o mecanismo que regula a disponibilidade dos veículos e das vagas de estacionamento é o preço pago para a retirada em um local e para a devolução em outro local. 11.94 Gráfico 9 . 11. Dado o fato de que veículos podem ser retirados e devolvidos em qualquer uma das estações.Preço da diária de estacionamento em 11 bairros da capital paulista. Portanto.5. Precificação dinâmica Tomando vantagem da elasticidade da origem e do destino da viagem.5. Levanamento iG realizado em junho de 2011. . é necessário um mecanismo que ajuste a disponibilidade dos veículos e de vagas de estacionamentos ao longo do dia e ainda tendências viciosas de retirada de veículos em certa estação e de devolução em outra. SISTEMA DE PRECIFICAÇÃO O sistema de precificação tem a finalidade de ajustar a demanda por veículos e a oferta destes nas estações. pode-se ter uma solução para o ajuste de oferta e demanda de veículo.

pode não haver grandes problemas em deixar o veículo alguns metros a mais do destino final.95 Entretanto. podendo-se caminhar. é necessária a existência de um excesso de vagas e de veículos.. W. Da mesma forma. J. nem todas as viagens são elásticas e em alguns casos os usuários não possuem muitas escolhas. Por exemplo. Na prática. não há muita escolha do horário e do local de início e fim da viagem. Em um sistema de compartilhamento de veículos ideal não haveria a de estacionamento e a entrega dos veículos seria casada perfeitamente com o momento da retirada por outro usuário. et al. porém. caso haja mais estação ao redor. Muitas vezes. . há a flexibilidade de andar alguns quarteirões para achar um veículo no caso de indisponibilidade na estação mais próxima. Fonte: MITCHELL. origens e destinos menos convenientes podem se tornar mais atrativos se incentivados com preços menores de retirada e devolução do veículo. Demanda alta + Quantidade de veículos baixa = Preço de devolução baixo Destino da viagem Demanda elevada + Quantidade de veículos baixa = Preço de retirada alto Escolha da viagem mais barata Demanda baixa + Quantidade de veículos alta = Preço de devolução alto Demanda baixa + Quantidade de veículos alta = Preço retirada baixo Origem da viagem Figura 28 – Sistema de precificação dinâmica para ajustar a oferta e a demanda de veículos nos locais de devolução retirada. Reinventing the automobile [2]. Logo. um sistema de precificação dinâmica pode equilibrar a distribuição espaço-temporal dos veículos e da disponibilidade de estacionamentos. entretanto. ao sair de casa para ir a uma estação de metrô pela manhã. Em outras palavras.

Limita-se.8 km/h e isto leva a um tempo de viagem de 47 minutos.2. veículo próprio. Em transporte comum. Valor das tarifas de retirada. Porém. segundo o Google Maps. segundo o Google Maps. dada a informação da CET. um indivíduo conta com diferentes formas de transporte: a pé. transporte fretado. Isto é alcançado retirando o veículo no ponto de retirada mais barato. Dados os benefícios oferecidos pelo serviço de veículos compartilhados e o valor percebido pelos usuários. este busca minimizar a quantidade de estacionamentos e veículos (dado que estacionamentos e veículos representam maiores custos) de modo a prover níveis de serviço suficientes para atender a demanda.96 Da perspectiva do operador. uso e devolução Embora. veículo não motorizado (bicicleta. o custo para usuário do sistema de compartilhamento de veículos deve estar entre o custo do uso de transporte comum (opção mais barata) e taxi (opção mais cara). o seu detalhamento e dinâmica esta fora do escopo deste trabalho. este pretende minimizar o custo da viagem. patins). com duração total de 1h e 8 minutos.5. skate. entre outros. Considerando como exemplo. à determinação de um custo médio de retirada e outro de devolução. além da tarifa por hora de uso de veículo. o sistema de precificação seja significante para o funcionamento do sistema de compartilhamento de veículos. . a velocidade média no pico da tarde é de 14.6 km de extensão. e devolvendo no ponto de devolução mais barato. Da perspectiva do usuário. metrô e trem). em 2008. transporte comum (ônibus. Isto posto. seja um indivíduo que deseja deslocar-se da região da Vila Madalena em São Paulo para o Aeroporto de Congonhas. portanto. taxi. conforme mostrado na Figura 29. realizando o trajeto mais rápido (dada que a utilização é cobrada por hora de uso). veículo particular e taxi. restam três formas de transporte além da proposta de veículos compartilhados: transporte comum. o caminho proposto demora 23 minutos e possui 11. propõe-se a utlização do metrô mais um ônibus. 11. Limitando-se a uma viagem a qual não é possível ser realizada a pé ou de bicicleta e ignorando outras formas e transporte como fretados que não encontram-se disponíveis a todos e somente em horários específicos. para a realização de um trajeto. Utilizando veículo taxi.

50 por quilômetro rodado. considerando R$ 4. Ponto B. Fonte Google Maps. baseado nos custos de viagem utilizando serviços substitutos.97 Figura 29 .10.10 de bandeirada e mais R$2.40.50 (realizando integração com o cartão Bilhete Única) e do o custo total de translado para transporte comum é de R$ 4.Exemplo de trajeto a ser realizado. Entretanto. Assim.90 e para o ônibus de R$ 1. Para o mesmo trajeto realizado de taxi comum em bandeira 1. para o trajeto proposto. Portanto. o custo total da viagem utilizando o serviço de veículos compartilhados deve ser entre R$ 4. dada a maior semelhança do serviço de veículo compartilhado e taxi – exceção de que no veículo compartilhado o usuário é o condutor . o preço total é de R$ 33. Ponto A. considerando a tarifa vigente em 2011 para o metrô de R$ 2.40 e R$ 33. origem : Vila Madalena.10. transporte comum e taxi. destino : Aeroporto de Congonhas.

8 km/h no horário de pico da tarde.00. a distância a ser percorrida será de 34. para a retirada do veículo R$ 4.10 ou 37% sobre o valor do uso de taxi. R$ 4.00 (R$ 6.50. Neste novo exemplo. Como outro exemplo. Logo.00 para cada 30 minutos de uso R$ 4.50 custo de devolução). o tempo de translado será de 138 min.35 ou 56% em relação à viagem de taxi. O custo total utilizando veículos compartilhados será de R$ 39. o mesmo trajeto da Vila Madalena até o Aeroporto de Congonhas custará o usuário R$ 21.50 de devolução.00 por meia hora de uso apresentado no estudo de mercado na seção 8. Segundo o Google Maps. Há uma economia de R$ 50.50 e outros R$ 4. para a devolução do veículo . seja a disposição a pagar pelo uso do serviço de veículos compartilhados de R$ 6.35 (bandeirada R$ 4.98 – espera-se que o custo total da viagem para o sistema de veículos compartilhados seja mais próximo do taxi do que do transporte comum. o custo total de taxi será de R$ 89.00 por cada 30 minutos.1 km e. Então.50. os preços adotados para a tarifa do sistema de veículos compartilhados são:    R$ 6. em média.10 e R$ 2. mas com destino ao Aeroporto Internacional de Guarulhos.6. seja a mesma origem da Vila Madalena. Adotando-se um custo médio de retirada do veículo de R$ 4.50 por km rodado). em média.50 custo de retirada mais R$ 4. utilizando o tempo médio de tráfego de 14. portanto. representando uma economia de R$ 12.

Entretanto. POTÊNCIA DO MOTOR A potência do motor será determinada a partir do cálculo da aceleração dada velocidade máxima do veículo.99 12. enquanto que.4 . quanto mais alta a velocidade menor a aceleração no caso da potência do motor ser constante. a potência do motor ou os limites de tração nas rodas. Da Segunda Lei de Newton: Equação 8 . Entretanto.1. uma vez que.3. 12.1. as informações técnicas a serem determinadas são as seguintes:   Potência do motor Torque de partida O máximo desempenho da aceleração longitudinal de um veículo é delimitado por dois fatores.Determinação das características do serviço.Identificação das métricas e determinação das especificações foram determinadas as características básicas esperadas sobre o veículo e especificações as quais os veículos devem atender. mais especificamente no item 10. o limite que prevalece depende da velocidade do veículo.1. a tração nos pneus pode ser o fator limitante. DETERMINAÇÃO DOS VEÍCULOS Na seção 10 . Em velocidades elevadas. a potência do motor determina os limites de aceleração. A potência do motor deverá ser tal que a tração na velocidade máxima equilibre com as forças resistivas aerodinâmicas e de rolagem. 12. Isto posto. tais informações servem apenas de orientação e é necessário determinar as características técnicas para a escolha dos veículos a serem utilizados. Força de tração O limite de aceleração pode ser determinado negligenciando-se as forças resistivas que agem no veículo. em velocidades baixas.

é necessário acrescentar a influência das forças resistivas para se determinar a potência do motor necessária para manter o veículo à uma velocidade constante e igual à velocidade máxima imposta pelos critérios de projeto. chamadas respectivamente de sustentação (FL) e arrasto (FD). Resistência aerodinâmica As forças aerodinâmicas. 12. dada a simplicidade do modelo apresentado.100 Onde. provocadas pela interação da superfície do veículo com o ar. Massa do veículo Aceleração longitudinal na direção do movimento Força de tração Dado que a potência é igual à força de tração vezes a velocidade do veículo na direção longitudinal do movimento: Equação 9 Onde. . Entretanto.2.1. Potência do motor Velocidade longitudinal do veículo Por causa termo velocidade no denominador da Equação 9 implica que a aceleração diminui com o aumento da velocidade no caso da potência do motor permanecer constante. possuem duas componentes: uma na direção vertical e outra na horizontal. As duas forças resistivas atuando sobre o movimento do veículo são o arrasto do ar e o contato das rodas com o chão.

A força de arrasto pode ser determinada através do coeficiente de arrasto do veículo (CD) que. é determinado experimentalmente através de ensaios em laboratórios. Portanto. dado o coeficiente de arrasto (CD).101 FL FD Figura 30 – Forças aerodinâmicas de arrasto (FD) e sustentação (FL). a força de arrasto é dada por: Equação 10 Onde. por sua vez. Gillespie – SAE. Força de arrasto Coeficiente de arrasto Densidade do ar Velocidade do veículo Área frontal . A componente das forças aerodinâmicas na direção do movimento do veículo velocidade do veículo e que irá influenciar a velocidade máxima desempenhada é o arrasto (FD). Fonte: Fundamentals of Vehicle Dynamics. Thomas D.

3. o peso dinâmico do veículo.102 12. Resistência de rolagem A outra força resistiva que atua sobre o movimento do veículo é devido ao contato das rodas com o chão. Por essa razão. a resistência de rolagem total é dada pela soma das resistências em todas as rodas: Equação 11 Onde.1. considerando o veículo como um todo. a pressão interna nos pneus. o design e o material do pneu . de ser utilizado. Diferentes fatores afetam a resistência de rolagem. neste trabalho será utilizado o peso do veículo. o cálculo do peso dinâmico complica o cálculo sem aumentar significativamente a precisão dos resultados (desprezando a sustentação). Perda de energia em quebra-molas Assim. Entretanto. a velocidade do veículo. resistência de rolagem. Resistência de rolagem Resistência de rolagem nas rodas dianteiras Resistência de rolagem nas rodas traseiras Coeficiente de resistência de rolagem Peso do veículo Para cálculos mais corretos. incluindo o efeito da aceleração e forças de sustentação. Existem pelo menos sete mecanismos responsáveis pela resistência de rolagem:        Perda de energia devido à deformação do pneu na região de contato com o chão Perda de energia devido à deflexão do chão Atrito na linha de contato Escorregamento do pneu nas direções longitudinais e laterais Deflexão da superfície da estrada Arrasto do ar nas superfícies fora e dentro do pneu. tais como a temperatura dos pneus.

Gillespie – SAE. Neste caso. Coeficiente de resistência de rolagem Coeficiente básico Coeficiente do efeito da velocidade Velocidade em km/h Os dois coeficientes. terminadas a partir Figura 31. O Instituto de Tecnologia Stuttgart desenvolveu a seguinte equação para determinar a resistência de rolagem em uma superfície de concreto: Equação 12 Onde. outra força que influencia a aceleração do veículo é a inclinação da estrada. dependem da pressão no interior os pneus e são de- Figura 31 – Coeficientes e da Equação 12. . no caso de uma descida. Fonte: Fundamentals of Vehicle Dynamics. ou contra o movimento do veículo no caso de uma subida.4. 12. Thomas D.1.103 e o escorregamento. haverá uma componente da gravidade agindo a favor. Inclinação da estrada Além das forças resistivas discutidas nesta seção. e .

constituem a carga a qual a propulsão do veículo deve vencer. Ft Fn Ɵ Figura 32 – Componentes normal ( ) e tangencial ( ) da força peso. Componente tangencial da força peso Peso do veículo Ângulo de inclinação da estrada. Dado pelas equações Equação 8.1. . Resistência total Portanto. Equação 14 g 12. conforme indicado na Figura 32. da resistência de rolagem e da inclinação do terreno. Equação 13 Onde. A força total atuante no veículo.5. dada pela soma das forças aerodinâmicas. Equação 9 e Equação 14: rearranjando-se os termos. a resistência total ( ) deve ser igual à força de tração ( ) calculada na velocidade máxima para se determinar a potência necessária.104 A componente da força peso que atua na aceleração do veículo é dada pela Equação 13.

possuem.1. possuem massa de 1150 kg e dimensões de altura e largura. o GM Celta e o Ford Ka. Portanto. o veículo deve ser capaz de manter uma velocidade de 100 km/h constante em uma estrada sem inclinação. como. respectivamente. ( )e .105 Equação 15 Onde. o Renault Clio. com 1130 kg. aproximadamente. As peruas. Veículos de maior porte. um veículo de referência. . portanto. Admite-se. Potência do motor Peso do veículo Velocidade do veículo Coeficiente de resistência de rolagem Ângulo de inclinação da via Coeficiente de arrasto Densidade do ar Área frontal do veículo 12. Quantos às dimensões. em média. possuem massa entre 850 kg e 950 kg. possuem massa de 1300 kg. por exemplo o VW SpaceFox e o Fiat Palio Weekend. Veículos compactos como. Cálculo da potência do motor Do critério de projeto. altura de 1500 mm e largura de 1750 mm.6. por exemplo. como os sedans Honda Civic e Toyota Corolla. 1550 mm e 1660 mm. altura e 1510 mm e largura de 1680 mm para a determinação da potência necessária do motor. altura de 1450 mm e largura de 1650 mm.

9 Montadora GM Renault Ford VW Fiat Honda Toyota Veículo Celta Clio Ka Média SpaceFox Palio Weekend Média Civic Corolla Média Geral Média Altura Largura Massa (kg) (mm) (mm) 910 1430 1620 880 1420 1640 943 1640 1640 911 1497 1633 1150 1550 1660 1187 1590 1660 1169 1570 1660 1322 1450 1740 1285 1304 1128 1480 1465 1511 1760 1750 1681 Sedan Perua Compacto Para a determinação do coeficiente de rolagem. e . típi- 9 Fonte: Revista 4Rodas. para fins de projeto utilizar-se-á o coeficiente de arrasto co de veículos compactos tipo hatch. A Figura 32 mostra a distribuição de pressão. variam entre 3. A partir da Equação 12: Coeficientes de arrasto. Da Figura 31. admite-se a pressão nos pneus . .106 Tabela 21 – Dimensões de alguns veículos. . 20]. segundo Gillespie [ref.1 e 3.6 para veículos comerciais. dependem da forma do veículo e. Portanto. os coeficientes de arrasto e de sustentação para diferentes tipos de veículos. de 30 psi. editora Abril. .

cavalos-vapor (cv). pressão atmosférica padrão. D. Blevins. Van Nostrand Reinhold Co. Inc. 1984. Fundamentals of Vehicle Dynamics.Coeficientes de arrasto e sustentação para diferentes tipos de veículos.. 1 atm)10 e a aceleração da gravidade Então.. W Convertendo-se a potência determinada para o motor em unidades usuais ao comércio de veículos. Applied Fluid Dynamics Handbook. SAE. tem-se a densidade do ar (à temperatura de 20oC e à . Fonte: Thomas D. Por fim.107 Figura 33 . 10 Fonte: R. . tem-se que a potência do motor deve ser de . Gillespie. New York.

a força de tração no sentido do movimento do veículo. onde se mostra as principais forças atuantes. que exercem a força de tração. o tipo de terreno e os parâmetros do veículo. Figura 34 – Principais forças atuantes no veículo. Pretende-se determinar potência exigida do motor para partir o veículo em um reta de inclinação 20o. Equação 16 . Neste caso. Além disso. o peso nas rodas depende do peso estático do veículo mais a componente dinâmica devido à carga da aceleração. Aceleração limitada pela tração Admitindo que haja potência o suficiente do motor. Gillespie. Neste caso.2. o limitante da aceleração máxima é a tração nos pneus devido ao atrito como solo. SAE. considere o veículo indicado na Figura 34. são as rodas frontais. 12. Assim. Assim. é dada por: Onde. Fundamentals of Vehicle Dynamics. .2. a aceleração pode estar limitada pelo coeficiente de atrito entre o pneu e a estrada. TORQUE DE PARTIDA Em baixas velocidades. a tração de partida nos pneus pode ser determinada. dada pela máxima inclinação do terreno. Fonte: Thomas D. Coeficiente de atrito Peso na rodas frontais O peso nas rodas a ser considerado deve ser o peso nas rodas motoras.1.108 12.

Portanto. Equação 17 Logo. as forças de tração (Fxf e Fxr). a forças resistivas aerodinâmicas (DA na figura) e de rolagem (Rxf e RXr na figura) podem ser desprezadas. da Segunda Lei de Newton e ignorando as forças resistivas de rolagem e aerodinâmicas. Do equilíbrio de momento. restam apenas as componentes do peso (P). Resolvendo a equação em . substituindo na Equação 16 Equação 18 Porém. no ponto A: Então. considerando que o veículo possui tração apenas nas rodas dianteiras.109 Dada a hipótese de partida do veículo. Equação 20 . devido às baixas velocidades. Além disso. as forças normais de contato com o chão (Pf e Pr) e a força inercial (P/g ax) no sentido contrário ao movimento devido à aceleração do veículo. a força inercial vale: Equação 19 Assim. Fxr é igual a zero.

o torque real deve levar em conta a inercia de componentes rotativos do motor e de toda a transmissão. . Figura 35 – Componentes moto-propulsores do veículo.2. Inc. Torque de partida do motor A determinação do torque de partida do motor exige a modelagem dos sistemas mecânicos os quais o motor está acoplado até a transmissão à roda. Começando pelo motor. Imagem: Encyclopedia Britannica.110 Onde.. é importante lembrar que o torque fornecido pelos fabricantes é medido em dinamômetros a velocidades constantes. Tração de partida nas rodas Coeficiente de atrito do pneu com o chão Peso do veículo Distância entre eixos Distância do centro de massa à roda traseira Ângulo de inclinação do plano da rua Altura do centro de massa ao chão 12. 2011. Entretanto.2.

Força de tração . considerando também a inércia das rodas: Equação 24 Onde. o torque de saída ( é transmitido às rodas que provêem a força de tração ( ). Torque na transmissão Momento de inércia da transmissão Relação de transmissão Por fim. tem-se: Equação 22 Onde. o torque de saída vale: Equação 23 Onde. Portanto. Considerando a inércia do eixo de saída. Torque na embreagem Torque no motor Momento de inércia do motor Aceleração angular do motor O torque de saída da embreagem é amplificado pela transmissão.111 Seja somente o conjunto motor-embreagem. o torque real transmitido é dado por: Equação 21 Onde. dado que o torque de entrada na transmissão é o torque de saída na embreagem ( . mas reduzido devido à inércia das engrenagens e dos eixos. Torque de saída Momento de inércia do eixo de saída Relação de transmissão final E a força de tração é dada pela seguinte relação.

112 Radio da roda Momento de inércia da roda Aceleração angular da roda As acelerações angulares do motor ( em termos da aceleração angular da roda ): ) e do eixo de saída ( ) podem ser escritas Equação 25 e. E o torque do motor é dado por: Equação 29 . Equação 28 Substituindo a Equação 19 na Equação 28. Equação 26 E a aceleração angular da roda em termos da aceleração longitudinal do veículo ( ): Equação 27 Resolvendo as equações Equação 21 a Equação 27.

Ghandour et al.Coeficiente de atrito ( ) em função do escorregamento (s). O coeficiente de atrito do pneu com o solo é função da velocidade do veículo para frente e do escorregamento com o solo e depende. Velocidade do veículo para frente Velocidade angular da roda Raio da roda O coeficiente de atrito pode ser obtido da Figura 36. Ghandour et al.. Fonte: R. O escorregamento é dado por: Equação 30 Onde. serão adotados os valores para o coeficiente de atrito. Figura 36 . . Assim. Além disso. do tipo de solo. Cálculo da tração de partida o motor Seja a Equação 20. . neste calculo o veículo estará submetido a uma pista de asfalto seco. [25]. Tire/road friction coefficient estimation applied to road safety [25]. apresentados na Tabela 22 – Coeficiente de atrito para diferentes tipos de estrada Tabela 22 [25].3. portanto. para fins de projeto.113 12. entre outros fatores. segundo R.2. . seus parâmetros podem ser definidos conforme a seguir.

Fonte: Bosch Automotive Hand Book [26]. dada a falta de disponibilidade de informações específicas dos veículos.9 0.114 Tabela 22 – Coeficiente de atrito para diferentes tipos de estrada Tipo de Estrada Coeficiente de atrito ( ) Asfalto seco Asfalto molhado Neve Gelo 0. A primeira. Além disso. Fonte: Bosch Automotive Handbook [26]. Parte 1. Figura 37 – Posição do ponto de referência do assento (Ponto R).2 0. serão admitidas duas hipóteses. . Figura 38 – Dimensões internas e externas típicas do veículo.05 Quanto à altura do centro de massa do solo. será feita a extrapolação de que a altura do centro de massa do veículo estará próxima do ponto de referência do assento (Ponto R). . utilizarse-á valores típicos de veículos compactos e longos conforme as informações dispostas na DIN 70020.6 0. conforme indicado na Figura 37.

Isto pode ser comparado aos valores típicos fornecidos na Tabela 23. Da mesma forma. estes possuem. para fins de projeto. traseira Altura do veículo Volante para o pedal do freio Ponto-R (frente para o assento traseiro) Entre-eixos Comprimento geral do veículo Centro da roda frontal para o Ponto-R Espaço para o ombro. frente Espaço para o quadril. . traseira Largura geral do veículo Compacto (mm) 460 240 300 940 920 1360 480 710 2430 3840 1250 1310 1290 1260 1240 1620 Carro longo (mm) 510 300 310 980 950 1400 630 830 2880 4930 1590 1430 1420 1430 1470 1820 Portanto. traseira Espaço efetivo para a cabeça. respectivamente para compactos e veículos longos. frente Espaço efetivo para a cabeça. Dimensão H5 H 30 H 31 H 61 H 63 H 101 L 13 L 50 L 101 L 103 L 114 W3 W4 W5 W6 W103 Descrição Ponto-R para o solo. No caso de compactos. frente Ponto-R para o calcanhar do acelerador. distância entreeixos ( ) de 2521 mm. Fonte: Bosch Automotive Handbook [26]. frente Espaço para o ombro. a distância do centro de massa para a roda traseira ( ) será dada pela diferença da distância entre eixos (L 103) e a distância do centro da roda dianteira ao ponto-R (L 114). o entre-eixos vale em média 2453 mm e para veículos longos. Parte 1). Assim: Dado universo de veículos analisados.115 Tabela 23 . 2650 mm. frente Ponto-R para o calcanhar do acelerador. como sedans. 2430 mm e 2880 mm. média entre a distância do Ponto-R para o solo (H 5) para carro compacto e carro longo. a altura do centro de massa do veículo vale . em média.Dimensões típicas de veículo compacto e longo (DIN 70020. traseira Espaço para o quadril.

pode-se então calcular a força de tração dada pela Equação 20: . e.6.1. Compacto Montadora GM Renault Ford VW Fiat Honda Toyota Veículo Celta Clio Ka Média SpaceFox Palio Weekend Média Civic Corolla Média Geral Média Entre eixos (mm) 2440 2470 2450 2453 2460 2460 2460 2700 2600 2650 2521 Assim. todos os parâmetros estão determinados. Fonte: Revista 4Rodas. 1130 kg. Utilizando a massa do veículo adotado no item 12. dada a inclinação máxima especificada de 20o. conforme abaixo: Dimensão L c Compacto (mm) 2430 1180 Adotado (mm) 2521 1202 Carro longo (mm) 2880 1290 Logo. pode-se determinar a dis- tância aproximada do centro de massa à roda traseira fazendo a interpolação dado a distância entre eixos do admitida 2521 mm e os pontos dos carros compacto e longo. editora Abril. admitindo a distância entre eixos Sedan Perua . .116 Tabela 24 – Distância entre eixos dos veículos analisados.

A maioria das transmissões em veículos de passeio possui cinco ou.0339 kg m . a relação de transmissão da transmissão (dependendo do número de marchas) é aproximadamente entre 4 e 5. Portanto. considere os valores fornecidos por Gillespie [20] para um veículo de passeio.0791 4 0. o torque de partida do motor pode ser determinado após definidos todos os parâmetros da Equação 29. para a partida do veículo em 1a marcha.5. A eficiência em transmissões podem ser tão elevadas quanto 99%. utilizando o limite inferior. do para os cálculos é . Segundo o Bosch Automotive Handbook [26]. Da Tabela 26. a relação de transmissão final varia entre 3:1 e 6:1. a relação de transmissão da 1a marcha será considerada . ocasionalmente.1469 2 0. Portanto. . Logo. até seis marchas. a inércia da transmissão vale .1017 3 0. A inércia da roda vale .117 Assim.0565 5 2 0. Ainda segundo o Bosch Automotive Handbook [26]. Portanto não foram considerados efeitos de deformação elástica nos elementos da transmissão. Pela falta de informação mais precisa em relação à inércia do motor e dos componentes da transmissão. o raio adota- . a inércia do motor vale estão resumidos na Tabela 25 e a inércia do eixo de saída. que implicariam em uma menor relação de transmissão. Utilizando o limite inferior como parâmetro de projeto. os dados da transmissão Tabela 25 – Inércia da transmissão para diferentes marchas Marcha Inércia 1 0. seja o diâmetro da roda. Assim. .

mantendo os mesmos parâmetros. Compacto Montadora GM Renault Ford VW Fiat Honda Toyota Veículo Celta Clio Ka Média SpaceFox Palio Weekend Média Civic Corolla Média Diâmetro da roda (mm) 561 583 561 569 596 601 598 625 632 629 598 Adotado Sedan Perua Média Em unidades usuais na comercialização de veículos. uma simples análise de sensibilidade. Para projeto. .118 Tabela 26 – Diâmetro da roda. mantendo-se . . o torque deve ser . foi adotado a média entres os valores apresentados. o torque de partida do motor. utilizando-se os valores mínimos. . mas alterando apenas a massa do veículo. Além disso. como sedans de massa 1304 kg. devem ter um torque de Enquanto veículos mais . mostra que veículos compactos com massa de 911 kg devem ter um torque motor de pesados. Gillespie [20]. Com valores mais freqüentes a carros de passeio. com pneu. como todos os outros parâmetros. para diversos veículos. É importante lembrar também que as relações de transmissão foram sub-avaliadas.

. Volkswagen. diversas montadoras de veículos que produzem inúmeros modelos de carros. PROJETO PRÓPRIO OU USO DE VEÍCULOS EXISTENTES O total de veículos projetados para o funcionamento do sistema de veículos compartilhados é de 2969 veículos. Portanto. 132 mil e 131 mil veículos. no caso do cenário mais intenso. Os números mostram que a produção de veículos exige produção em alta escala. foram escolhidos apenas alguns veículos de algumas montadoras para uma análise mais profunda. Desde modo. implica em uma produção anual de aproximadamente 3000 veículos. No caso limite em que a frota é renovada anualmente. 12. Montadoras de menor porte. As montadoras nacionais de veículos produziram. 161 mil. 12. 576 mil e 531 mil veículos.5. São elas. é insuficiente para atingir os ganhos de escala para redução dos custos fixos de produção. Renault. como Ford. Hyundai. o uso de veículos disponíveis pelas montadoras. 727 mil. Os veículos selecionados estão resumidos na Tabela 27. Peugeot-Citroën e Honda. dado o enorme universo de veículos disponíveis para a escolha do modelo a ser utilizado no serviço de compartilhamento de veículos. Honda e Toyota. Há também outras como Renault. Fiat. Assim. General Motors.4. respectivamente. Volkswagen e Fiat.3. 236 mil. produziram em 2010. produziram em 2010. respectivamente. as mais tradicionais. Jac e Chery.119 12. VEÍCULOS DISPONÍVEIS Existem no mercado brasileiro. propõe-se. como por exemplo. a produção anual de 3 mil veículos. Ford. General Motors. Além das menos tradicionais como Kia. propõe-se a utilização de veículos de combustão interna. neste trabalho. TIPO DE MOTOR E FONTE ENERGÉTICA Dada a tecnologia disponível atualmente para veículos automóveis no Brasil. Peugeot.

120 Tabela 27 – Veículos selecionados para análise Tipo Montadora Renault Chery Chery Fiat Fiat Ford Ford GM GM Jac Renault Peugeot Citroen VW VW Fiat Renault VW Fiat GM Peugeot VW Renault Honda Peugeot Toyota VW Honda Hyunday Kia Toyota Veículo Sandero Face QQ Uno Mille Fiesta Ka Agile Celta J3 Clio 207 C3 Fox Gol Palio Weekend Grand Tour SpaceFox Strada Montana Hoggar Saveiro Fluence Civic 408 Corolla Jetta CR-V ix35 Sportage RAV4 SUV Sedan Picape Perua Compacto .

121 12. acesso a uma estação para retirada do veículo e devolução outra estação qualquer. havendo um equilíbrio dinâmico. ou em que os modelos são equivalentes. contrário à proposta do sistema de mobility-on-demand. Uma vez que não há distinção entre os . Quanto à reserva. é necessário responder à seguinte pergunta: o serviço de compartilhamento de veículos oferecerá apenas um modelo de veículo ou diversos? Antes de responder a esta pergunta. pois não há o veículo em que se havia pensado utilizar. sem necessidade de reserva prévia. Estas duas implicações vão contra os requerimentos de uso livre e devolução em qualquer estação apresentadas na seção 10. Assim.1. a frota pode transitar livremente de estação em estação sem jamais retornar à estação inicial. O fato de possibilitar a reserva de um veículo esta. Diferenciação dos veículos oferecidos Para a determinação dos veículos a serem utilizados no serviço. admitindo-se que existam diferentes modelos e tipos de veículos. abordaremos dois assuntos correlatos: a questão da reserva e a da mobility-on-demand (tradução livre: mobilidade-à-demanda). Ou seja. A mobility-on-demand. pode implicar no evento de um veículo nunca mais retornar à sua estação de origem. A dinâmica da mobility-on-demand pode fazer com que o veículo nunca retorne para a estação e tão pouco haverá a obrigação de que esteja no horário reservado caso outros usuários o utilizem. seja a situação em que. Na situação em que não existem diferentes modelos.5. um usuário pode chegar à estação e deparar-se com um veículo que está totalmente fora de suas necessidades de uso ou que os custos de utilização estão fora do esperado.4. a reserva de um determinado modelo de veículo para um determinado horário implica na necessidade de devolução do veículo na mesma estação ou do congelamento do uso deste veículo até que chegue o momento da reserva. e que usuário realize uma reserva pela manhã de determinado veículo para utilizar no final do dia. Desta forma. certa forma. no limite. ou seja. Por outro lado. podem-se propor as seguintes soluções para o problema da reserva e da quebra da expectativa do veículo a ser encontrado na estação. havendo diversos modelos de veículos. voltando ao caso em que determinado usuário reserva um veículo pela manhã e pretende retirado no final da tarde.3.

Não haverá. tipo de veículo estará na estação e também implica no fato de a tarifa a ser cobrada pelo uso do veículo ser a mesma. 12.5. qualquer veículo depositado seria bloqueado caso não haja veículo para garantir a reserva. Quanto à quebra da expectativa do veículo a ser encontrado e ao preço a ser pago pelo serviço. variando de zero ao número máximo de vagas e. Desta forma pode-se resolver o problema da reserva de duas maneiras (i) o número de veículos na estação fica garantido através do bloqueio do veículo apenas algumas horas antes do horário da reserva e (ii) simplesmente não há reserva. o número de veículos na estação poderia flutuar livremente.2 relativos à potência do motor e do torque de partida. Informações técnicas dos veículos Sejam as informações técnicas dos veículos apresentado nos anexos D a H Em comparação com os resultados calculados nos itens 12.1 e 12.0 112 16. portanto. a partir de uma hora antes do horário reservado.3 152 20.6 22 9.1 164 20. Isto posto pode-se responder à questão: o serviço de compartilhamento de veículos oferecerá apenas um modelo de veículo ou diversos? A resposta é que haverá apenas um modelo de veículo ou que a família de veículos será equivalente. Em (i). pelo menos. Tabela 28 – Média da potência e do torque por grupo de veículo analisado em comparação com o calculado. Potência (cv) Torque (mkgf) 86 12.2. percebe-se que os veículos disponíveis estão todos sobre dimensionados para o uso estritamente urbano projetado para o veículo do serviço de compartilhamento de veículos. a reserva pode simplesmente garantir que haverá um veículo no horário reservado.7 Compacto Perua Picape Sedan SUV Calculado .1 101 14. o simples fato de haver veículos iguais ou equivalentes implica no conhecimento de qual veículo ou.122 modelos. diferenciação entre os veículos oferecidos.

5 11.2 9.4 74. todos os veículos analisados estão sobre-dimensionados. Tabela 29 – Média das relações massa/potência e massa/torque por grupo de veículos analisados em comparação com o calculado.7 mkgf.9 116.4 kg/mkgf (inferior ao critério de 116. Porém. pode-se utilizar as relações Masas/Potência e Massa/Torque.6 84. são eles o Chery QQ.4 10. A tabela abaixo resume os resultados da média dos veículos analisados por categoria.2 79.9 kg/cv) e o veículo com a maior relação Massa/Torque é o Ford Ka com 101. o Fiat Uno e Ford Ka.9 75. todos os veículos respeitam o critério de potência mínima de 22 cv. considerando o critério de torque mínimo calculado para veículos compactos. três veículos não cumprem o critério de torque mínimo de 9.9 Uma análise mais profunda sobre as informações dispostas nos anexos D a H. todos os veí- . Compacto Perua Picape Sedan SUV Calculado Massa/Potência (kg/cv) Massa/Torque (kg/mkgf) 11.9 kg/cv (inferior ao critério de 50.123 A fim de normalizar os resultados. uma vez que o veículo com a maior relação Massa/Potência é o Cherry QQ com 13.6 9.9 50. Em relação ao torque. Em relação aos critérios normalizados de Massa/Potência e Massa/Torque. . de forma que quanto maior a massa por potência ou torque. revela que de fato.2 68. menor será o requisito de desempenho do veículo. culos respeitam o critério de torque.9 kg/mkgf).

7 > 9.6 12.2 12. Tour SpaceFox Strada Montana Hoggar Saveiro Fluence Civic 408 Corolla Jetta CR-V ix35 Sportage RAV4 SUV Sedan Picape Perua Compacto Conclui-se.6 20.4 19.7 > 9.0 20.7 > 9.1 20.4 9.2 22. portanto.3 19.7 > 9.7 > 9.3 9.1 11.7 > 9.5 13.7 > 9.7 > 9.7 > 9.7 18.7 > 9.7 > 9.7 14.7 > 9.2 15.7 > 9.7 > 9.7 > 9.7 > 7.7 > 9. que todos os veículos analisados respondem aos critérios de desempenho impostos.7 > 9.7 > 9.7 > 9.1 22.7 > 9.1 10.5 15.5 9.8 Critério (mkgf) > 9.7 > 9.7 > 9.2 12.6 9.3 13.7 > 9.5 9.7 > 7.5 15.7 > 9.7 16.7 > 9.6 15.7 > 7.85 12.4 20. . Potência (cv) 95 84 68 88 66 107 73 102 78 108 77 82 82 104 71 117 115 104 86 102 113 104 143 192 151 153 120 150 168 166 170 Critério (cv) > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 > 22 Torque (mkgf) 14.8 16 15.7 Montadora Renault Chery Chery Fiat Fiat Ford Ford GM GM Jac Renault Peugeot Citroen VW VW Fiat Renault VW Fiat GM Peugeot VW Renault Honda Peugeot Toyota VW Honda Hyunday Kia Toyota Veículo Sandero Face QQ Uno Mille Fiesta Ka Agile Celta J3 Clio 207 C3 Fox Gol Palio Weekend Mégane G.7 > 9.124 Tabela 30 – Informações de potência e de torque dos veículos analisados em comparação com o critério adotado.7 > 9.

Em outras palavras. fora-de-estrada. Devem ser excluídos dos possíveis veículos a serem utilizados pelo sistema. veículos projetados para o uso estritamente urbano. estes veículos atendam às especificações impostas. em estradas.5. a dimensões de largura. devem condizer com o ambiente de uso urbano. Portanto. e não estão de acordo com a especificação da capacidade de pessoas. os passageiros adicionais não estão dispostos de modo confortável dentro do veículo. 12. embora não seja uma restrição de projeto. devem possuir dimensões menores que os veículos projetados para uso fora da cidade. Embora haja veículos tipo picape com cabine estendida. . os veículos Fiat Strada. Além disso. mas pode-se fazer a ressalva da preferência a veículos compactos em contrapartida a veículos maiores como sedans e SUVs. mesmo os modelos de cabine estendida. GM Montana. ao selecionar veículos já existentes para o uso específico na cidade. pois os estes veículos são projetados para multiuso. Tipo dos veículos Outro critério de projeto é a capacidade de transporte de pessoas. possibilitando o transporte de mais dois passageiros. Assim. onde há limites de velocidades inferiores ao de uma estrada. os veículos comerciais devem atender a diferentes necessidades de uso como uso urbano. Veículos tipo picape possuem no máximo três lugares. Pois. Não há. Foi especificado que o veículo seja capaz de transportar pelo menos quatro pessoas de maneira confortável. há dificuldade em encontrar vagas de estacionamento e até mesmo o fato do tráfego intenso de veículo privilegia veículos mais versáteis no trânsito. comprimento e até mesmo altura. por exemplo. na cidade os espaços são menores. Desta forma. o critério de transporte de passageiros não é atingido por picapes. é esperado que. porém. Assim. Peugeot Hoggar e VW Saveiro não serão utilizados pelo sistema de veículos compartilhados por não atenderem ao critério de capacidade de pessoas transportadas. entre outras.3. um limite de comprimento.125 É importante observar que os veículos analisados estão todos sobre-dimensionados para o uso urbano projetado para o sistemas de veículos compartilhados proposto.

Os parâmetros de desempenho mostrados nas fichas técnicas dos veículos foram obtidos com combustível álcool para veículos flex e com gasolina quando não fosse possível utilizar álcool. As notas variam de 1 a 5. estes são sobre-projetados para o uso estritamente urbano.126 12. Peso 1. como por exemplo. uma vez que. Quanto menor o tempo maior a nota. O peso 1 na nota final é justificado pelo fato de o desempenho não ser o principal fator. Os valores numéricos obtidos das fichas técnicas dos veículos. Assim. Os critérios utilizados estão descritos a seguir e são avaliados conforme as especificações técnicas mostradas nos anexos D a H:       Desempenho Considera parâmetros de aceleração.5. dado o multiuso dos veículos comerciais. Peso 1. foram normalizados de forma que os piores valor seja mais próximos de 1 e os melhores mais próximos de 5. Os critérios utilizados são:  0-100 km/h (s): tempo de aceleração de 0 a 100km. Medido em segundos. Desempenho Segurança Conforto Investimento Consumo e autonomia Dimensões .  0-1000 m (s): tempo para percorrer 1000 m em segundos Quanto menor o tempo maior a nota. velocidade máxima. O peso do grupo é 1 na média final. os valores foram normalizados todos normalizados para que sejam compreendidos entre 1 e 5. sendo 1 a pior nota e 5 a melhor nota. frenagem e retomada de marchas.4. Critérios para a escolha dos veículos e avaliação A seleção do modelo ou dos modelos de veículos a serem utilizados será realizada através de uma matriz de decisão. dado que todos os veículos respeitam as especificações mínimas de torque e potência projetadas para o veículo.

para reduzir a velocidade de 120 km/h para 0. Airbags cabeça.  Frenagem 60 km/h a 0 (m): distância percorrida. Peso 1. 3 se é opcional e 5 se é item de série. Quanto menor o tempo maior a nota. Quanto menor o tempo maior a nota. Peso 1. para reduzir a velocidade de 60 km/h para 0. Segurança Considera a presença de opcionais como freios ABS. controle de tração e estabilidade além da presença de airbags. Medido em segundos. Peso 1. Quanto menor a distância maior a nota. Airbags frontais. em metros. Peso 1. É composto por:         ABS: Freios ABS. Quanto menor a distância maior a nota. Peso 1. O peso deste grupo na nota final é 1. Quanto menor a distância maior a nota. Peso 1.127  3a 40 a 80 km/h: tempo para alcançar 80 km/h partindo de 40 km/h e em terceira marcha. Airbags laterais. Os itens neste grupo utilizam o seguinte critério para as notas: 1 se o veículo não possui o item.  5a 80 a 120 km/h: tempo para alcançar 120 km/h partindo de 80 km/h e em quinta marcha. Peso 1. Quanto maior a velocidade maior a nota.  Velocidade máxima (km/h): máxima velocidade em km/h segundo o fabricante.  4a 60 a 100 km/h: tempo para alcançar 100 km/h partindo de 60 km/h e em quarta marcha. Controle de tração. Quanto menor o tempo maior a nota. Peso 1. EBD: Freios EBD. Peso 1. Peso 1. em metros. . Peso 1. para reduzir a velocidade de 80 km/h para 0. Estabilidade: Controle de estabilidade.  Frenagem 120 km/h a 0 (m): distância percorrida. BAS: Freios BAS. Medido em segundos. Peso 1. Peso 1.  Frenagem 80 km/h a 0 (m): distância percorrida. em metros. Peso 1. Peso 1. Medido em segundos. cinto de 5 pontas para os passageiros e alarme contra roubo.

Comandos no volante. entre outros. . Cinto 3 pontos para 5o passageiro. Cruise control: piloto automático. Banco traseiro rebatível. Quanto menor o ruído maior a nota. Peso 1. Vidros elétricos. Câmbio automático. Peso 1. Conforto Composto pelos itens opcionais de conforto como ar-condicionado. Peso 1. Peso 1. direção assistida. 3 se é opcional e 5 se é item de série. Peso 1. Peso 3. Peso 1. Peso 1. Peso 1. Peso 1. Peso 1. Peso 1. Imobilizador: Sistema para que permite o corte do fornecimento de combustível. Peso 5. Ar-condicionado. Rodas de liga leve. do parâmetro ruído. Peso 1. Peso 3. CD player. Bancos de couro. Alarme. Peso 1.128     Encosto cabeça 5o passageiro. porém cada item possui peso diferente conforme a relevância. Peso 1. Pintura metálica. Peso 1. Teto solar elétrico. vidros e travas elétricos. Travas elétricas. Espelhos elétricos. Peso 5.Peso 1. todos os outros parâmetros foram notados da seguinte forma: 1 se não possui o opcional. Banco traseiro bipartido.                  Ruído. O peso do grupo é 2 na nota final devido ao valor percebido nos veículos que possuem estes opcionais de conforto. Direção assistida. que foi normalizado. Computador de bordo. Peso 3. CD player. Com exceção.

Quanto menor o consumo maior a nota. Quanto menor o preço maior a nota.129 Investimento O investimento correspondente à aquisição e manutenção do veículo é o principal critério para a escolha do veículo. Quanto menor o consumo maior a nota. mas somente gasolina. Quanto menor o custo dos pneus maior a nota. Os itens que compõem este grupo são:     Preço (R$). tiveram seus valores de consumo ajustados em 30%. Manutenção (R$). ou somente um combustível. o peso deste grupo é 5 na nota final. Peso 3. álcool ou gasolina. Peso 1. Consumo e autonomia Outro item relevante escolha do veículo é o consumo de combustível e a autonomia do veículo. Quanto menor o custo de manutenção maior a nota. Custo para uma unidade apenas. Nota 5 para carros bicombustível e nota 3 se somente gasolina. é 70% do rendimento obtido com gasolina. mas somente gasolina. Peso 1. tiveram seus valores de consumo ajustados em 30%. ou seja o rendimento teórico de álcool. há também o fato de veículos com alto consumo de combustível e baixa autonomia exigem que o veículo seja constantemente reabastecido. dado por quilômetros rodados por litro. Peso 3. Garantia (anos). dado por quilômetros rodados por litro. Custo pneu (R$).  Consumo estrada (km/l) [A]: consumo de combustível na estrada em quilômetros rodados por litro utilizando álcool como combustível. Peso 3. ` É composto pelos seguintes itens:  Combustível: se o veículo pode ser abastecido com diferentes combustíveis. O peso do grupo é de 5 na nota final. é 70% do rendimento obtido com gasolina. Veículos que não poderiam utilizar álcool. Peso 1. Veículos que não poderiam utilizar álcool. ou seja o rendimento teórico de álcool. Quanto maior a garantia maior a nota. Isto gera inconveniências aos usuários e reduz o tempo o qual o veículo permanece disponibilizado nas estações. além da questão monetária. Portanto. pois. Quanto maior o tamanho do tanque maior a nota. Peso 5.  Tanque (l): tamanho o tanque de combustível em litros. .  Consumo cidade (km/l) [A]: consumo de combustível na cidade em quilômetros rodados por litro utilizando álcool como combustível. Peso 5.

comprimento e distância entre eixos indicam se o veículo está melhor adaptado aos tamanhos das vagas de estacionamento e sua versatilidade em um ambiente urbano repleto de outros veículos. Peso 1. veículos menores possuem melhores notas. Quanto menor o comprimento melhor a nota. Logo. Largura (cm). Peso 3. e portanto maior conforto.Quanto maior a autonomia maior a nota. Peso 1. Peso (kg). Peso 1. Quanto maior a altura melhor a nota. Em relação a altura do veículo. logo. Peso 1 Porta-malas (l). entende-se que veículos mais altos possuem maior espaço interno. Além destas. Quanto menor o entre-eixos melhor a nota. obtém-se os seguintes resultados resumidos nas tabelas a seguir. Logo. Dimensões As dimensões do veículo: largura. melhor a nota. Quanto menor o peso do veículo melhor a nota. dos critérios descritos nesta seção calculados baseado nas informações técnicas contidas nos anexos D a H.130  Autonomia (km): quantidade máxima de quilômetros o qual o veículo consegue percorrer sem abastecer. . Entre-eixos (cm). Peso 2. Quanto menor a largura melhor a nota. Peso 1. O peso geral deste grupo é 1 e o itens avaliados são os seguintes:       Comprimento (cm). quanto maior a altura. Altura (cm). Quanto maior o volume do porta-malas melhor a nota. outras informações como tamanho do porta-malas e peso do veículo também foram consideradas. justificado pelo interesse do uso estritamente urbano do veículo.

131

Tabela 31 - Resumo dos resultados dos veículos.
Investimento Desempenho Consumo e Autonomia 2,5 3,9 3,9 3,7 4,4 3,6 3,4 3,2 4,2 3,9 4,0 3,3 3,0 2,3 4,4 3,2 2,6 3,0 2,2 2,6 2,4 2,9 3,0 3,1 2,4 2,5 3,2 Dimensões 2,6 2,8 2,5 2,5 2,6 2,4 2,6 2,6 2,2 2,6 2,4 2,8 2,7 2,4 2,5 3,1 3,1 3,0 3,1 2,5 3,1 2,9 3,0 3,3 3,0 3,3 3,3 Segurança 2,3 2,7 2,7 2,2 1,5 2,2 1,7 2,2 1,7 2,3 1,5 1,3 1,3 2,3 1,8 2,0 3,3 2,0 5,0 4,5 5,0 3,7 4,0 3,3 2,7 2,8 3,7 Conforto 4,4 4,0 4,0 2,9 2,3 3,0 2,7 4,3 2,5 4,1 2,5 3,8 4,1 3,3 2,7 3,1 4,4 3,8 4,6 4,5 4,8 4,1 4,5 4,6 4,8 4,8 4,6

Tipo

Montadora

Veículo

Renault Chery Chery Fiat Fiat Ford Ford GM GM Jac Renault Peugeot Citroen VW VW Fiat Renault VW Renault Honda Peugeot Toyota VW Honda Hyunday Kia Toyota

Sandero Face QQ Uno Mille Fiesta Ka Agile Celta J3 Clio 207 C3 Fox Gol Palio Weekend Mégane Grand Tour SpaceFox Fluence Civic 408 Corolla Jetta CR-V ix35 Sportage RAV4

2,3 2,5 2,4 2,4 1,8 2,8 1,5 2,9 2,4 3,0 2,1 2,0 2,1 3,5 2,2 3,3 3,2 3,1 4,4 4,3 3,8 4,3 4,0 3,7 3,8 4,0 4,2

3,5 3,7 4,6 4,0 4,2 3,7 4,3 3,2 3,9 4,1 4,2 3,9 3,4 3,6 4,0 3,7 3,0 3,4 2,3 1,9 2,9 2,6 2,5 1,6 1,7 2,0 1,5

12.5.5. Classificação e escolha dos veículos a serem utilizados

so 2), investimento (peso 5), consumo e autonomia (peso 5) e dimensões (peso 1), a média ponderada dá a nota final do veículo. Os resultados estão resumidos na Tabela 32.

SUV

Sedan

Perua

Compacto

Baseado no peso dado para desempenho (peso 1), segurança (peso 1), conforto (pe-

132

Tabela 32 - Classificação e nota final dos veículos
Tipo Compacto Compacto Compacto Compacto Compacto Compacto Compacto Compacto Compacto Compacto Compacto Perua Compacto Sedan Sedan Perua Perua Sedan Compacto Compacto Sedan Compacto SUV SUV Sedan SUV SUV Montadora Chery Jac Chery VW Fiat Renault GM Fiat Ford Ford Peugeot Fiat GM Peugeot VW VW Renault Toyota Citroen Renault Renault VW Toyota Honda Honda Kia Hyunday Veículo QQ J3 Face Gol Mille Clio Celta Uno Fiesta Ka 207 Palio Weekend Agile 408 Jetta SpaceFox Mégane Grand Tour Corolla C3 Sandero Fluence Fox RAV4 CR-V Civic Sportage ix35 Posição 1 2 3 4 5 6 7 8 9 11 10 12 13 14 16 15 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 Nota 3,9 3,7 3,6 3,6 3,6 3,5 3,5 3,4 3,3 3,3 3,3 3,3 3,2 3,2 3,2 3,2 3,1 3,1 3,1 3,1 2,9 2,9 2,9 2,9 2,9 2,8 2,6

O veículo vencedor foi é o Chery QQ, seguido do Jac J3 e do Chery Face. Estes veículos apresentam de forma geral baixa investimento, bom consumo e autonomia e a presença de opcionais de segurança e conforto fazem com que suas notas sejam superiores à dos demais veículos. Veículos populares no mercado brasileiro como o VW Gol, Fiat Mille, Renault Clio e GM Celta também aparecem em posições de destaque com notas superiores a 3,5. Assim, apesar da unanimidade da escolha do Chery QQ como o veículo a ser utilizado, dada a nota 3,9 do máximo de 5, para que não haja resistência ao uso por parte do

133

usuário devido à aversão a um modelo específico, diversos veículos serão selecionados para compor uma família de produtos a serem disponibilidados aos usuários. Logo, selecionar-se-á os veículos com nota superior a 3,5, resultando em sete modelos de carros diferentes. Os veículos escolhidos são: Chery QQ, Jac J3, Chery Face, VW Gol, Fiat Mille, Renault Clio e GM Celta.

concomitante com compromisso de revenda assumido pelo comprador. As projeções para a taxa Selic utilizadas foram obtidas do banco de investimento Goldman Sachs. A inflação oficial no Brasil é medida pelo Índice de preço ao Consumidor Amplo (IPCA). lastreadas em títulos públicos federais e cursadas no referido sistema ou em câmaras de compensação e liquidação de ativos.” A taxa Selic. para liquidação no dia útil seguinte. Ressaltamos. caixas econômicas. 13. por um dia útil. Esclarecemos que. Primeiramente. tais como bancos. portanto. obtida mediante o cálculo da taxa m dia ponderada e ajustada das operações de financiamento por um dia. é definida da seguinte forma pelo Banco Central do Brasil: “É a taxa apurada no Selic. fundamentalmente as instituições financeiras habilitadas. Segundo o Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE – o índice mede a variação do custo de vida das famílias com chefes assalariados e com rendimento mensal compreendido entre 1 e 40 salários mínimos mensais. neste caso. ainda. ANÁLISE ECONÔMICO-FINANCEIRA Neste capítulo serão apresentadas as projeções econômico-financeiras da companhia responsável pelo sistema de veículos compartilhados projetado (“Companhia”) com o objetivo de estudar a viabilidade da Companhia e do projeto como um todo. PROJEÇÕES MACRO-ECONÔMICAS As projeções macro-econômicas utilizadas neste trabalho foram:   Taxa básica de juros SELIC Inflação no período. são apresentadas as premissas utilizadas para a projeção das operações. apresenta-se o Demonstrativo de Resultado de Exercício – DRE – dos cinco primeiros anos de existência da companhia. sociedades corretoras de títulos e valores mobiliários e sociedades distribuidoras de títulos e valores mobiliários. é a taxa referência para o de empréstimo de capital no Brasil. IPCA A taxa básica de juros.134 13. que estão aptas a realizar operações compromissadas. na forma de operações compromissadas. as operações compromissadas são operações de venda de títulos com compromisso de recompra assumido pelo vendedor. Para avaliar a empresa.1. porém. As pesquisas são feitas nas Regiões .

30% 5.00% 11.20% 5. A pesquisa é realizada em estabelecimentos comerciais.00% 12.30% 5.30% 5.00% 5.90% 5. Salvador e Curitiba.30% 5. Belém.00% 11. O IPCA tem por objetivo medir a inflação de um conjunto de produtos e serviços comercializados no varejo. é índice referência para a o cálculo da variação nos preços dos produtos e serviços ao longo dos anos.80% 6.50% 13.30% 5. Fonte : Goldman Sachs.10% 12.00% IPCA 6. Recife. para pagamento à vista.00% 11.30% .00% 11.50% 5. Fortaleza.80% 12.50% 5.90% 4.50% 12. São Paulo.00% 4. A tabela a seguir resume as projeções para a taxa Selic e para o IPCA.00% 11.40% 11.50% 12. referentes ao consumo pessoal das famílias.50% 5.20% 5. qualquer que seja a fonte de rendimentos. domicílios e concessionárias de serviços públicos. cujo rendimento varia entre 1 e 40 salários mínimos.00% 11.20% 5. Belo Horizonte.80% 5. Os preços obtidos são os efetivamente cobrados ao consumidor. prestadores de serviços.00% 11. além de Brasília e do município de Goiânia. As estimativas do IPCA para os anos futuros utilizadas neste trabalho foram obtidas com o banco de investimento Goldman Sachs.10% 4.80% 11.135 Metropolitanas do Rio de Janeiro.00% 11.10% 11. Porto Alegre.90% 5.00% 11. Tabela 33 – Projeções para a taxa Selic e para o IPCA. Portanto.40% 11. Selic 1T 2012 2T 3T 4T 1T 2013 2T 3T 4T 1T 2014 2T 3T 4T 1T 2015 2T 3T 4T 1T 2016 2T 3T 4T 11.

O número total de usuários por dia é dado do fato e que. Além disso.136 13. PROJEÇÕES DE CRESCIMENTO DE USUÁRIOS E DA FROTA Seja a frota total de veículos projetada para a operação. espera-se que cada veículo possua 12. Portanto. adota-se uma taxa de utilização do serviço abaixo do projetado até que a empresa esteja completamente implantada.2. 2969 veículos. inicia-se com uma taxa de utilização de 40% no primeiro trimestre acrescida de 5 pontos percentuais a cada período durante o primeiro ano e um acréscimo de 10 pontos percentuais na virada dos anos subseqüentes. Frota 1T 2T 3T 4T 1T 2T 3T 4T 1T 2T 3T 4T 1T 2T 3T 4T 1T 2T 3T 4T 175 350 536 722 908 1 094 1 280 1 466 1 652 1 838 2 024 2 210 2 396 2 582 2 768 2 954 2 954 2 954 2 954 2 954 Usuários 873 1 967 3 348 4 961 6 807 8 202 9 597 10 992 14 452 16 079 17 707 19 334 23 956 25 816 27 676 29 536 33 229 33 229 33 229 33 229 2016 2015 2014 2013 2012 .5 usuários. Assim. admite-se um crescimento constante da frota de 175 veículos por trimestre. do fato de ser início das operações da Companhia. a ser alcançada no final do primeiro trimestre do quinto ano de operação. Tabela 34 – Projeções para a frota de veículos no final de cada período e a média de usuários por dia no período. em média.

3. Portanto.137 13.5. A seguir são apresentados os valores médios utilizados na modelagem:    Tarifa de uso: R$ 6.50 Admite-se ainda que cada usuário terá um uso médio de uma hora do serviço a cada utilização. PROJEÇÕES DE CRESCIMENTO DA RECEITA BRUTA As duas fontes de receita bruta da Companhia são a receita obtida das tarifas de utilização do serviço de veículos compartilhados e a receita da venda dos veículos usados quando a reposição da frota. Os valores das tarifas crescem com a inflação no período.50 Tarifa de devolução: R$ 4.Evolução da receita bruta (R$ milhões). As tarifas de utilização podem ser repartidas em três. .00 / 30 minutos Tarifa de retirada: R$ 4.2. Gráfico 10 . conforme as projeç Em milhões de Reais ões de inflação. a receita bruta é dada pela multiplicação do total de usuários pela tarifa de uma hora de uso mais as tarifas médias de retirada e de devolução. conforme a discussão na seção 11.

Evolução dos custos e das despesas (R$ milhões). atendimento Gerais e administrativas P&D Percentual da receita líquida 8% 25% 2% Gráfico 11 . Despesa Vendas. por outro lado. estão ligadas à administração e operação do sistema de veículos compartilhados. Foram divididas em Vendas / Atendimento.138 13. PROJEÇÕES DE EVOLUÇÃO DOS CUSTOS E DESPESAS Os custos são os gastos relacionados com a operação do serviço. Tabela 35 – Resumo das despesas. A estimativa de despesas foi feita a partir de um dado percentual sobre a receita líquida. são ligados diretamente ao funcionamento do veículo e da operação das estações. Os principais custos operacionais considerados foram: - Preço de estacionamento Preço o combustível (álcool) Preço de limpeza IPVA Custo de revisão Custo de seguro e franquia As despesas. . Gerais e Administrativas e Pesquisa e Desenvolvimento.4. conforme mostrado na tabela a seguir. Neste caso.

Bem Veículos de passageiros e outros veículos automóveis principalmente concebidos para transporte de pessoas (exceto os da posição 8702). de 1998.5. Os investimento de manutenção foram adotados de forma a apenas compensar a depreciação dos ativos. será registrada periodicamente nas contas de custo ou despesa (encargos de depreciação do período de apuração). Então. Fonte: Receita Federal. de 1998: Tabela 36 – Taxa de depreciação dos veículos. adquiridos novos. PROJEÇÕES DE DEPRECIAÇÃO. . Posição 8703) 5 anos 20% ao ano Taxa de depreciação Prazo Portanto. relativo à depreciação de ativos. AMORTIZAÇÃO E INVESTIMENTOS EM IMOBILIZADOS E OUTROS ATIVOS O principal ativo imobilizado da companhia é a frota de veículos que constitui também a maior necessidade de investimento. Segundo a Receita Federal. considerar-se-á a depreciação média de 5 anos. Como regra geral. a depreciação de bens do ativo imobilizado corresponde à diminuição do valor resultante do desgaste pelo uso. Os investimentos de expansão levam em contam a necessidade de compra e veículos e é calculada pelo número de veículo adquiridos no período pelo custo de aquisição. incluídos os veículos de uso misto e os automóveis de corrida (Anexo I da IN SRF nº162. foram fixados pela IN SRF no 162.139 13. a taxa de depreciação é fixada em função do prazo durante o qual se possa esperar a utilização econômica do bem na produção dos seus rendimentos. Os prazos de vida útil admissíveis para fins de depreciação dos seguintes veículos automotores. ação da natureza ou obsolescência normal.

6.6 29.9 13. neste trabalho.0 9.3) 2.3 4. Depreciação e amortização (R$ milhões).9 21.1 24.9 2015E 75.6 4.9) 9. por simplificação.7 (10. foi admitida que esta taxa é igual a taxa Selic.6 13.8) (18.3 29.140 Tabela 37 – Investimentos. 2012E 2013E (13. Tabela 38 – Despesas e receitas financeiras (R$ milhões). Selic.2 2016E 57.6) 11. PROJEÇÕES DE RECEITAS E DESPESAS FINANCEIRAS Dado que o resultado financeiro da é obtido das aplicações financeiras realizados com o caixa da companhia e que as despesas financeiras correspondem aos juros pagos pela tomada de dívidas.5 2014E (22.7 2015E (28. Esta hipótese é reforçada pela pelo fato de muitas empresas simplesmente rolarem suas dívidas manterem níveis de alavancagem condizentes com seus negócios. e que a companhia consegue investir seu caixa a 100% da taxa de juros interbancário.1 Despesas Financeiras Receitas Financeiras Resultado Financeiro (3.4 23. 2012E Total Investimento Expansão Manutenção Depreciação e Amortização 25.0 27. não se considera o pagamento das mesmas. foram admitidos que os custos de tomada de dívida correspondam a 150% da taxa básica de juros. é necessário determinar os custos de capital e os rendimentos das aplicações financeiras. admitiu-se que a companhia consegue investir uma quantidade de caixa que seja correspondente a 30% das receitas no período e que a necessidade de financiamento da companhia é equivalente a 40% do total dos investimentos realizados.7) 4. Especificamente em relação à dívida.6 24.5) (4. Além disso. pela hipótese de uma necessidade permanente de capital para investimento.9) (32.2) 0.3 51.0 2016E (43. Pela falta de informação mais precisa.0 2014E 38.4 9.3 2013E 32.5) .0) (19.2 24.6 13.

respectivamente. PROJEÇÃO DO IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL SOBRE O LUCRO LÍQUIDO A projeção do imposto de renda (IR) e de contribuição social sobre o lucro líquido foi arbitrada por um valor constante de 30% e estão resumidos na Tabela 39. Imposto. Os resultados esperados de EBITDA. margem EBITDA. 2012E Total Imposto de Renda - 2013E - 2014E - 2015E (0. lucro líquido e margem líquida encontram-se resumidos no Gráfico 12 e no Gráfico 13. reduzindo todos os gastos. custos e despesas do lucro bruto. PROJEÇÕES DE EBITDA (LAJIDA) E LUCRO LÍQUIDO As projeções de Lucro Antes de Juros. Tabela 39 – Projeções de imposto de renda e de contribuição social sobre o lucro líquido. Tax. que são calculados. as receitas e despesas não operacionais. (R$ milhões). portanto. É importante ressaltar que nos primeiros três anos a Companhia registrou prejuízo no período e. por outra lado é o Resultado final do Exercício da companhia. por isso. O EBITDA elimina os efeitos financeiros. é um importante indicador de produtividade e eficiência de um negócio. Também utiliza-se outros indicadores como margem EBITDA e a margem líquida. . O Lucro Líquido.0) 13.141 13. respectivamente.5) 2016E (1.7. Depreciação e Amortização (LAJIDA) – em inglês Earnings Before Interest. pela razão entre o EBITDA sobre a receita líquida e lucro líquido sobre receita líquida. não há incidência de imposto de renda. Depreciation and Amortization (EBITDA) – e são importantes indicadores para a análise do desempenho de companhias.8. além da Depreciação e Amortização (que efetivamente não representam desembolso de caixa) e.

0% 27.9) Lucro Líquido Margem Líquida Gráfico 13 – Lucro líquido e margem líquida.0% 17.0) (8.0) (4.9% 25.2 2.0% -11.0) (6. R$ Milhões 4.0% -10.0% -25.0% 0.0 19.0% 65.0 60.0 12.142 R$ Milhões 70.0 40.0 2.5% (7.0% 10. .0 10.8% 45.0 2.4 0.0) 2012E 2013E 2014E 2015E 2016E -3.0% -25.4% 18.6 20.5% 1.0 11.8% 5.0% -15.0% -5.6% 0.2) (5.0 20.7% 50.5% (5.9 5.0% 20.0) (10.0) -20.0 (2.0% EBITDA Margem EBITDA Gráfico 12 – EBITDA e margem EBITDA.8% 30.0% -30.6 2012E 2013E 2014E 2015E 2016E 0.8 15.

143 13. DRE – DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO DO EXERCÍCIO .9.

incluindo o fluxo de caixa e o balanço da empresa. ficou fora do escopo deste trabalho a análise da estrutura ótima de capital da companhia. ficam. assim como todas as premissas adotadas para a análise encontram-se disponíveis no modelo da companhia no Anexo I e no Anexo J. é necessária no caso de a criação real da companhia e. Os resultados completos.10. portanto a cargo de trabalhos subseqüentes ou do empreendedor responsável. ANÁLISE DOS RESULTADOS ECONÔMICO-FINANCEIROS Os resultados apresentados no capítulo 13 indicam que a companhia projetada para o sistema de compartilhamento de veículos é economicamente viável dados resultados positivos nos anos seguinte a sua implantação apesar do prejuízo acumulado nos primeiros anos de operação. respectivamente. Vale lembrar que uma análise mais profunda da viabilidade econômico-financeira. Uma simples análise de sensibilidade sobre a necessidade de capital para investimento pode levar a companhia a níveis de endividamento que não suportem o negócio no caso de se financiar 100% das necessidades de investimento. Além disso. por exemplo.144 13. trimestre a trimestre. .

WATANABE. 9. UNITED NATIONS DEPARTMENT OF ECONOMIC AND SOCIAL AFFAIRS. UNITED NATIONS DEPARTMENT OF ECONOMIC AND SOCIAL AFFAIRS. 8. 2001. BIBLIOGRAFIA 1. In: XIII ENCONTRO NACIONAL DE ECONOMIA POLÍTICA. 4. L. Lecture notes in artificial intelligence. 2008. London: University College of London. GASPAR. 1999. WATANABE. UESUGI. M. World population to 2300. C. 7. MITCHELL. Planning and building a website for private car sharing in Zhengzhou. Megalopolises and Sustainability: The UCL Environment Institute Seminar Series Report. KENDALL-BUSH. 2. Population Division. W. 2007. MANNAN. New York. 2004. New York. Optimization of vehicle assignment for car sharing system. RYDIN.. 2010. E. 2009. Finland. N. 6. S. 10. 2010. Berlin. Reinventing the automobile: Personal urban mobility for the 21st century. International conference on e-business and e-government. Berlin. BURNS L. the 2009 revision. Population Division. Lecture notes in artificial intelligence.. World urbanization prospects.145 14. 2005 . 5.The world at six billions.. World Urbanization Prospects: economic and territorial implications. Dynamic location management for on-demand car sharing system. Y. MA: The Massachusetts Institute of Technology Press. João Pessoa. UNITED NATIONS DEPARTMENT OF ECONOMIC AND SOCIAL AFFAIRS. New York. 2010. Cambridge. J. Springer. K. D. Helsinki. BORRONI-BIRD. MUKAI e T. K. 3. C. R. Springer. Car sharing: an (its) application for tomorrows mobility. Population Division. N MUKAI e T. ZHAOHUI.

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149 Zona de Origem Anexo A – Correspondência entre Zonas. Nome da Zona Baixo Nível Serviço Alto Nível Serviço Zona de Origem Nome da Zona Baixo Nível Serviço Alto Nível Serviço 1 2 3 4 5 6 7 8 12 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 Sé Parque Dom Pedro Praça João Mendes Ladeira da Memória República Santa Efigênia Luz Bom Retiro Pari Bresser Brás Gasômetro Independência Cambuci Glicério Aclimação Pires da Mota Centro Cultural Liberdade Treze de Maio Bexiga Bela Vista São Carlos do Pinhal Masp Higienópolis Vila Buarque Consolação 1 1 0 0 0 1 0 1 1 1 1 1 1 1 1 1 0 1 0 0 0 1 1 1 1 0 1 0 0 1 1 1 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 1 0 1 1 1 0 0 0 0 1 0 34 35 36 41 42 43 44 45 48 49 50 52 53 54 55 56 57 58 59 61 64 68 69 70 73 74 75 FAAP Santa Cecília Marechal Deodoro Belenzinho Celso Garcia Moóca Alto da Moóca Parque da Moóca Regente Feijó Ana Rosa Jardim da Glória Vila Mariana Santa Cruz Vila Clementino França Pinto Rodrigues Alves Paraíso Bosque da Saúde Saúde Mirandópolis Moema Vila Olimpia Hélio Pelegrino Brooklin Campinas Pamplona Jardins 1 0 1 1 0 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 0 1 0 0 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 . Nome de Zonas e Nível de Serviço.

) Zona de Origem Nome da Zona Baixo Nivel Servico Alto Nivel Servico Zona de Origem Nome da Zona Baixo Nivel Servico Alto Nivel Servico 76 77 78 79 81 82 83 87 89 92 93 99 104 106 126 127 128 131 134 136 159 163 164 166 222 223 224 Clínicas Oscar Freire Trianon Jardim Paulistano Pinheiros Vila Madalena PUC Perdizes Pompéia Francisco Matarazzo Água Branca Lapa Vila Hamburguesa Vila Leopoldina Carandiru Santana Zaki Narchi Alfredo Pujol Casa Verde Limão Vila Maria Gomes Cardim Tatuapé Parque São Jorge Ipiranga Sacomã Alto do Ipiranga 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 0 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 226 227 235 237 252 256 257 281 318 336 379 383 403 439 Vila Monumento Vila Independência Vila Gumercindo Tamanduatei Vieira de Moraes Vila Santa Catarina Jabaquara Granja Julieta Butantã Guarulhos Boa Vista Santo André São Bernardo do Campo Novo Osasco 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 . (cont.150 Anexo A – Correspondência entre Zonas. Nome de Zonas e Nível de Serviço.

151 1. Nome da Zona Sé Parque Dom Pedro Praça João Mendes Ladeira da Memória República Santa Efigênia Luz Bom Retiro Pari Bresser Brás Gasômetro Independência Cambuci Glicério Aclimação Pires da Mota Centro Cultural Liberdade Treze de Maio Bexiga Bela Vista São Carlos do Pinhal Masp Higienópolis Vila Buarque Consolação FAAP Santa Cecília Marechal Deodoro Belenzinho Celso Garcia Moóca Alto da Moóca Parque da Moóca Regente Feijó Ana Rosa Jardim da Glória Vila Mariana Santa Cruz Vila Clementino França Pinto Serviço 79 79 62 75 110 57 69 24 41 16 16 10 72 20 16 7 62 11 18 22 23 4 59 8 101 52 31 11 52 18 108 45 8 8 18 21 Estações 11 22 7 14 21 12 26 8 14 3 4 2 46 7 4 2 10 1 2 5 3 1 13 1 37 18 14 2 35 6 103 23 2 2 4 6 Veículos 23 45 15 28 42 24 53 17 29 7 9 4 92 14 9 4 20 3 5 11 7 2 27 3 74 37 28 4 70 13 206 47 4 5 9 12 Usuários 275 550 175 350 525 300 650 200 350 75 100 50 1 150 175 100 50 250 25 50 125 75 25 325 25 925 450 350 50 875 150 2 575 575 50 50 100 150 Zona de Origem 12 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 34 35 36 41 42 43 44 45 48 49 50 52 53 54 55 . 1 2 3 4 5 6 7 8 Anexo B – Nível de Serviço. Veículos e Usuários. Estações.

) Nome da Zona Rodrigues Alves Paraíso Bosque da Saúde Saúde Mirandópolis Moema Vila Olimpia Hélio Pelegrino Brooklin Campinas Pamplona Jardins Clínicas Oscar Freire Trianon Jardim Paulistano Pinheiros Vila Madalena PUC Perdizes Pompéia Francisco Matarazzo Lapa Vila Hamburguesa Vila Leopoldina Carandiru Santana Zaki Narchi Alfredo Pujol Casa Verde Limão Vila Maria Gomes Cardim Tatuapé Parque São Jorge Ipiranga Sacomã Alto do Ipiranga Vila Monumento Vila Independência Vila Gumercindo Tamanduatei Vieira de Moraes Vila Santa Catarina Serviço 23 16 32 63 30 50 2 8 19 15 27 5 13 44 25 27 18 60 11 2 5 12 52 88 18 96 68 32 51 16 9 26 25 19 16 61 7 195 Estações 6 4 13 41 13 35 2 11 9 9 1 3 22 13 11 5 33 4 1 2 28 72 8 56 41 13 32 4 2 10 10 8 5 16 3 158 Veículos 12 8 27 82 26 70 1 4 23 18 18 3 7 45 27 23 10 67 9 1 2 5 56 145 16 112 83 26 65 8 5 21 21 17 11 32 6 317 Usuários 150 100 325 1 025 325 875 50 275 225 225 25 75 550 325 275 125 825 100 25 50 700 1 800 200 1 400 1 025 325 800 100 50 250 250 200 125 400 75 3 950 56 57 58 59 61 64 68 69 70 73 74 75 76 77 78 79 81 82 83 87 89 92 99 104 106 126 127 128 131 134 136 159 163 164 166 222 223 224 226 227 235 237 252 256 Zona de Origem . Veículos e Usuários. (cont. Estações.152 2. Anexo B – Nível de Serviço.

(cont. Veículos e Usuários.153 Anexo B – Nível de Serviço. Estações.) Zona de Origem 257 281 318 Total 336 379 383 403 439 Total Jabaquara Granja Julieta Butantã Guarulhos Boa Vista Santo André São Bernardo do Campo Novo Osasco Nome da Zona Serviço 145 100 25 406 135 627 1 185 364 Estações 104 152 13 1 464 549 99 1 240 3 760 496 7 608 Veículos 208 305 27 2 969 1 099 199 2 481 7 521 992 15 263 Usuários 2 600 3 800 325 36 600 13 725 2 475 31 000 94 000 12 400 190 200 .

154 3. . Anexo C – Diagrama FAST.

9 50 445 Compacto Chery Face 13.6 79.4 7.7 93.7 29.8 70.5 95.1 41.8 43. Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto Montadora Veículo Renault Sandero 12.3 66.7 72.2 11 14.1 43.1 174 76.7 26.4 15 38 570 Desempenho 0-100 km/h 0-1000 m 3a 40 a 80 km/h 4a 60 a 100 km/h 5a 80 a 120 km/h Velocidade máxima (km/h) Frenagem 120 km/h a 0 (m) Frenagem 80 km/h a 0 (m) Frenagem 60 km/h a 0 (m) Ruído interno PM Ruído interno RPM máx.3 16.1 61.8 11.9 12.2 22. (dBA) Ruído interno 80 km/h (dBA) Ruído interno 120 km/h (dBA) Velocidade real a 100 km/h (km/h) Consumo cidade (km/l) Consumo estrada (km/l) Tanque (l) Autonomia (km) Montadora Veículo Segurança ABS BAS EBD Controle de tração Estabilidade Airbags frontais Airbags laterais Airbags cabeça Encosto cabeça 5o passageiro Cinto 3 pontos para 5o passageiro Grade de proteção vidro traseiro Sensor de estacionamento Alarme Imobilizador Brake-light Renault Sandero O N O N N N N O O N N/A N S S S Chery QQ S N S N N S N N N N N/A N S S N .1 93.4 34.155 4.3 34.8 6.3 36.9 8.5 68.4 15.6 69.1 15.7 130 65.8 68.3 13 22.5 45 653 Compacto Chery Face S N S N N S N N N N N/A N S S S Chery QQ 14.3 28 156 62.1 9.2 62.8 19.4 35.1 8.

1 74.156 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto (cont. até 60 000 km) Garantia (anos) Número de concessionárias Dimensões Comprimento (cm) Entre-eixos (cm) Altura (cm) Largura (cm) Caçamba (kg) Porta-malas (l) / Caçamba (l) Peso (kg) Peso/potência (kg/cv) Peso/Torque (kg/mkgf) Diâmetro de giro (m) Renault Sandero S S S O S S S S S O S S N N S N 41 490 44 140 3 174 402 259 153 175 N/A 320 1055 11.5 Compacto Chery Face S S S S S N S S S N S N N N N N 31 900 3 30 370 239 156 158 N/A 324 1040 12.) Montadora Veículo Conforto Ar-condicionado Direção assistida Rodas de liga leve Pintura metálica CD player Comandos no volante Vidros elétricos Travas elétricas Espelhos elétricos Teto solar elétrico Banco traseiro rebatível Banco traseiro bipartido Câmbio automático Cruise control Computador de bordo Bancos de couro Investimento Preço básico (R$) Preço completo (R$) Manutenção (acum.5 Chery QQ S S S O S N S S S N S S N N N N 22 900 3 70 355 234 249 150 N/A 190 890 13.8 10.7 N/D .4 91.9 96.2 9.

Hidráulica 3. 4 8 1297 84 11.5 9.5 9. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 175 60 14 - G Diant. Transv.4 73 77.2 72 66.7 Ind.2 Ind. 4 16 1083 68 9. McPherson Eixo ríg./Panhard Disco sólido Tambor 155 655 13 - . Hidráulica 2..5 3.157 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto (cont. Transv..) Compacto Renault Montadora Sandero Veículo Ficha técnica Motor Combustível Localização Posição Cilindros Válvulas Cilindrada (cm3) Potência (cv) Torque (mkgf) Diâmetro (mm) Curso (mm) Taxa de compressão Câmbio Tipo Marchas Tração Direção Tipo Curso (voltas) Suspensão Dianteira Traseira Freios Dianteiros Traseiros Pneus Largura (mm) Altura (%) Aro ('') Visibilidade Dianteira Lateral Traseira Chery Face Chery QQ A/G Diant. 4 8 1598 95 14.5 G Diant. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 185 65 15 3 4. Transv.5 Manual 5 Diant..1 79.5 80. Hidráulica 3 Ind.5 Manual 5 Diant.5 10.8 Manual 5 Diant.

1 94.8 64. (dBA) Ruído interno 80 km/h (dBA) Ruído interno 120 km/h (dBA) Velocidade real a 100 km/h (km/h) Consumo cidade (km/l) Consumo estrada (km/l) Tanque (l) Autonomia (km) Fiat Uno 12.3 165 69.3 97 7.6 11.9 10.1 33.1 72.7 31.4 54 562 Montadora Veículo Segurança ABS BAS EBD Controle de tração Estabilidade Airbags frontais Airbags laterais Airbags cabeça Encosto cabeça 5o passageiro Cinto 3 pontos para 5o passageiro Grade de proteção vidro traseiro Sensor de estacionamento Alarme Imobilizador Brake-light Fiat Uno O N O N N O N N O N N/A N O S S Ford Fiesta O N O N N N N O N N N/A N S S S .3 96 9.7 73.8 54 583 Compacto Fiat Mille 14.8 70.6 149 73 32.5 8.) Montadora Veículo Desempenho 0-100 km/h 0-1000 m 3a 40 a 80 km/h 4a 60 a 100 km/h 5a 80 a 120 km/h Velocidade máxima (km/h) Frenagem 120 km/h a 0 (m) Frenagem 80 km/h a 0 (m) Frenagem 60 km/h a 0 (m) Ruído interno PM Ruído interno RPM máx.158 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto (cont.5 28.6 45.8 69.6 53 668 Compacto Fiat Mille N N N N N N N N N N N/A N O S N Ford Fiesta 12.1 35.8 33 18.7 14.5 69.9 10.4 11.3 12.5 170 66.9 20.1 70.9 8.8 7.3 27.6 34.4 43.4 7.1 17.2 41.3 62.4 72.2 18.

1 70.2 31 360 36 460 1 540 377 238 149 164 N/A 280 925 10.8 23 220 1 550 379 236 145 155 N/A 290 830 12.) Montadora Veículo Conforto Ar-condicionado Direção assistida Rodas de liga leve Pintura metálica CD player Comandos no volante Vidros elétricos Travas elétricas Espelhos elétricos Teto solar elétrico Banco traseiro rebatível Banco traseiro bipartido Câmbio automático Cruise control Computador de bordo Bancos de couro Investimento Preço básico (R$) Preço completo (R$) Garantia (anos) Número de concessionárias Dimensões Comprimento (cm) Entre-eixos (cm) Altura (cm) Largura (cm) Caçamba (kg) Porta-malas (l) / Caçamba (l) Peso (kg) Peso/potência (kg/cv) Peso/Torque (kg/mkgf) Diâmetro de giro (m) Fiat Uno O O O O O N O S N N S S N N O N Compacto Fiat Mille O O O O O N O N N N S N N N N N Ford Fiesta O O O O O N O S O N S S N N S N 34 260 41 040 1 510 394 249 149 177 N/A 305 1084 10.8 10.2 10 .5 74 9.6 90.159 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto (cont.

Hidráulica 2.) Compacto Montadora Veículo Ficha técnica Motor Combustível Localização Posição Cilindros Válvulas Cilindrada (cm3) Potência (cv) Torque (mkgf) Diâmetro (mm) Curso (mm) Taxa de compressão Câmbio Tipo Marchas Tração Direção Tipo Curso (voltas) Suspensão Dianteira Traseira Freios Dianteiros Traseiros Pneus Largura (mm) Altura (%) Aro ('') Visibilidade Dianteira Lateral Traseira Fiat Uno Fiat Mille Ford Fiesta A/G Diant. 4 16 1083 68 9.2 Ind.5 G Diant. Transv.5 3. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 185 65 15 3 4. Transv..5 9.5 10. Transv.7 Ind..5 Manual 5 Diant.5 80.5 9. McPherson Eixo ríg. 4 8 1598 95 14.8 Manual 5 Diant.1 79./Panhard Disco sólido Tambor 155 655 13 - . Hidráulica 3.4 73 77. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 175 60 14 - G Diant. Hidráulica 3 Ind..2 72 66. 4 8 1297 84 11.5 Manual 5 Diant.160 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto (cont.

5 9.8 17 43.2 48.8 54 637 Montadora Veículo Segurança ABS BAS EBD Controle de tração Estabilidade Airbags frontais Airbags laterais Airbags cabeça Encosto cabeça 5o passageiro Cinto 3 pontos para 5o passageiro Grade de proteção vidro traseiro Sensor de estacionamento Alarme Imobilizador Brake-light Ford Ka N N N N N N N N N N N/A N S S N GM Celta N N N N N N N N N N N/A N S S N .8 71.6 7.8 96 8.8 34.9 15.) Montadora Veículo Desempenho 0-100 km/h 0-1000 m 3a 40 a 80 km/h 4a 60 a 100 km/h 5a 80 a 120 km/h Velocidade máxima (km/h) Frenagem 120 km/h a 0 (m) Frenagem 80 km/h a 0 (m) Frenagem 60 km/h a 0 (m) Ruído interno PM Ruído interno RPM máx.4 148 73.2 9.5 70.5 70 64 70 98.7 36 7.1 21.5 63.161 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto (cont. (dBA) Ruído interno 80 km/h (dBA) Ruído interno 120 km/h (dBA) Velocidade real a 100 km/h (km/h) Consumo cidade (km/l) Consumo estrada (km/l) Tanque (l) Autonomia (km) Ford Ka 16.6 37.6 10.3 161 67.2 165 60.8 29.8 30.4 16.7 54 524 Compacto GM Agile O N O N N N N O N N N/A N S S S GM Celta 14.3 23.3 17.4 62.3 12.9 26.4 11.4 32.2 70.6 55 583 Compacto GM Agile 12.4 10.5 95 7.5 71.7 12.7 46.

6 10.) Montadora Veículo Conforto Ar-condicionado Direção assistida Rodas de liga leve Pintura metálica CD player Comandos no volante Vidros elétricos Travas elétricas Espelhos elétricos Teto solar elétrico Banco traseiro rebatível Banco traseiro bipartido Câmbio automático Cruise control Computador de bordo Bancos de couro Investimento Preço básico (R$) Preço completo (R$) Garantia (anos) Número de concessionárias Dimensões Comprimento (cm) Entre-eixos (cm) Altura (cm) Largura (cm) Caçamba (kg) Porta-malas (l) / Caçamba (l) Peso (kg) Peso/potência (kg/cv) Peso/Torque (kg/mkgf) Diâmetro de giro (m) Ford Ka O O O O O N O S N N S N N N N N 25 420 1 510 384 245 164 164 N/A 263 943 12.4 9.8 10 .9 101.162 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto (cont.7 93.5 79.7 GM Celta O O N O O N O O N N S N N N N N 26 115 - 1 596 379 244 143 192 N/A 260 910 11.6 Compacto GM Agile S S S O S N S S S N S S N S S N 42 491 45 744 1 596 400 254 147 168 N/A 327 1075 10.

163 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto (cont.6 73. McPherson Eixo de torção Disco sólido Tambor 165 70 13 - A/G Diant. 4 8 999 78 9.5 5 2. (opc.4 12. Hidr...6 Manual 5 Diant.7 67.4 12.8 Ind. Hidráulica 2. 4 8 999 73 9.8 Manual 5 Diant. Transv. (opc.. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 165 70 13 - . McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 185 65 15 3.9 12.7 71.) Compacto Montadora Veículo Ficha técnica Motor Combustível Localização Posição Cilindros Válvulas Cilindrada (cm3) Potência (cv) Torque (mkgf) Diâmetro (mm) Curso (mm) Taxa de compressão Câmbio Tipo Marchas Tração Direção Tipo Curso (voltas) Suspensão Dianteira Traseira Freios Dianteiros Traseiros Pneus Largura (mm) Altura (%) Aro ('') Visibilidade Dianteira Lateral Traseira Ford Ka GM Agile GM Celta A/G Diant.4 Manual 5 Diant.8 Ind. 4 8 1389 102 13.5 77. Transv.5 A/G Diant. Transv.) 3 Ind.3 68.) 2.1 62. Hidr.

5 27 15.5 36.8 48 662 Compacto Renault Clio 15.4 7.8 8.3 12.9 72.3 39.8 70.4 13.5 63.3 10.6 36.3 40. (dBA) Ruído interno 80 km/h (dBA) Ruído interno 120 km/h (dBA) Velocidade real a 100 km/h (km/h) Consumo cidade (km/l) Consumo estrada (km/l) Tanque (l) Autonomia (km) Jac J3 13.9 92.8 35.2 39.2 67.) Montadora Veículo Desempenho 0-100 km/h 0-1000 m 3a 40 a 80 km/h 4a 60 a 100 km/h 5a 80 a 120 km/h Velocidade máxima (km/h) Frenagem 120 km/h a 0 (m) Frenagem 80 km/h a 0 (m) Frenagem 60 km/h a 0 (m) Ruído interno PM Ruído interno RPM máx.6 50 530 Montadora Veículo Segurança ABS BAS EBD Controle de tração Estabilidade Airbags frontais Airbags laterais Airbags cabeça Encosto cabeça 5o passageiro Cinto 3 pontos para 5o passageiro Grade de proteção vidro traseiro Sensor de estacionamento Alarme Imobilizador Brake-light Jac J3 S N S N N N N S N N N/A N S N S Peugeot 207 N N N N N N N N N N N/A N N S S .5 21.3 23.6 14.3 60.8 9 13.6 18.9 70.3 95.3 186 59.9 63.9 8.8 25 155 69.4 69.6 72.6 10.4 34.9 55 600 Compacto Renault Clio N N N N N N N N N N N/A N O N N Peugeot 207 15.164 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto (cont.8 162 70 31.3 11 13.8 94 8.

2 9.165 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto (cont.5 .4 86.4 91.2 10 Compacto Renault Clio O O N O O N O O N N S N N N N N 26 150 3 70 382 247 142 164 N/A 255 880 11.8 75.) Montadora Veículo Conforto Ar-condicionado Direção assistida Rodas de liga leve Pintura metálica CD player Comandos no volante Vidros elétricos Travas elétricas Espelhos elétricos Teto solar elétrico Banco traseiro rebatível Banco traseiro bipartido Câmbio automático Cruise control Computador de bordo Bancos de couro Investimento Preço básico (R$) Preço completo (R$) Garantia (anos) Número de concessionárias Dimensões Comprimento (cm) Entre-eixos (cm) Altura (cm) Largura (cm) Caçamba (kg) Porta-malas (l) / Caçamba (l) Peso (kg) Peso/potência (kg/cv) Peso/Torque (kg/mkgf) Diâmetro de giro (m) Jac J3 S S S O S N S S S N S S N N N O 37 900 38 890 3 46 397 240 147 165 N/A 346 1060 9.3 10.3 Peugeot 207 S S S O O N S S S N S N N N N N 38 700 1 155 370 239 156 158 N/A 324 1040 12.

5 Manual 5 Diant.. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 185 65 14 - . dual link Disco ventilado Tambor 185 60 15 2 3. 4 8 1360 82 12..) 3 Ind.5 4. Hidráulica 2. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 175 65 14 - A/G Diant. Transv.6 Ind.85 75 77 10. Transv..) Compacto Montadora Veículo Ficha técnica Motor Combustível Localização Posição Cilindros Válvulas Cilindrada (cm3) Potência (cv) Torque (mkgf) Diâmetro (mm) Curso (mm) Taxa de compressão Câmbio Tipo Marchas Tração Direção Tipo Curso (voltas) Suspensão Dianteira Traseira Freios Dianteiros Traseiros Pneus Largura (mm) Altura (%) Aro ('') Visibilidade Dianteira Lateral Traseira Jac J3 Renault Clio Peugeot 207 G Diant. Transv. Hidr.. 4 16 1332 108 14.4 10.5 Manual 5 Diant. (opc.2 69 66.5 A/G Diant. 4 16 999 77 10.8 10 Manual 5 Diant.1 75 75.166 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto (cont. Hidráulica 3. McPherson Ind.4 Ind.

4 11.3 36.4 31.1 169 71.7 33.5 21.4 30.8 20.7 69 96.1 24.) Montadora Veículo Desempenho 0-100 km/h 0-1000 m 3a 40 a 80 km/h 4a 60 a 100 km/h 5a 80 a 120 km/h Velocidade máxima (km/h) Frenagem 120 km/h a 0 (m) Frenagem 80 km/h a 0 (m) Frenagem 60 km/h a 0 (m) Ruído interno PM Ruído interno RPM máx.4 37.3 100 7.8 22.2 98 8.7 72.3 70.7 39.6 8.7 66.1 17.5 7. (dBA) Ruído interno 80 km/h (dBA) Ruído interno 120 km/h (dBA) Velocidade real a 100 km/h (km/h) Consumo cidade (km/l) Consumo estrada (km/l) Tanque (l) Autonomia (km) Citroen C3 15.3 184 58.9 14.6 41.2 40.5 50 425 Compacto VW Fox S N S N N N N S N N N/A N O O S VW Gol 14.2 12.167 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto (cont.9 155 71.8 62.2 63.1 6.3 71.2 61.1 8.7 9.7 12 55 660 Montadora Veículo Segurança ABS BAS EBD Controle de tração Estabilidade Airbags frontais Airbags laterais Airbags cabeça Encosto cabeça 5o passageiro Cinto 3 pontos para 5o passageiro Grade de proteção vidro traseiro Sensor de estacionamento Alarme Imobilizador Brake-light Citroen C3 N N N N N N N N N N N/A N N S S VW Gol O N O N N O N N N N N/A N N S N .2 13.4 10.7 18.1 69.2 47 479 Compacto VW Fox 11.

2 68.3 10.168 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto (cont.3 10.1 85.) Montadora Veículo Conforto Ar-condicionado Direção assistida Rodas de liga leve Pintura metálica CD player Comandos no volante Vidros elétricos Travas elétricas Espelhos elétricos Teto solar elétrico Banco traseiro rebatível Banco traseiro bipartido Câmbio automático Cruise control Computador de bordo Bancos de couro Investimento Preço básico (R$) Preço completo (R$) Garantia (anos) Número de concessionárias Dimensões Comprimento (cm) Entre-eixos (cm) Altura (cm) Largura (cm) Caçamba (kg) Porta-malas (l) / Caçamba (l) Peso (kg) Peso/potência (kg/cv) Peso/Torque (kg/mkgf) Diâmetro de giro (m) Citroen C3 S S O O O O S S S N S S N N S O 40 320 2 137 285 246 152 167 N/A 305 1091 13.9 Compacto VW Fox O S O O O O O O O O S O O N O N 41 310 48 330 1 617 382 247 154 164 N/A 260 1065 10.1 10.3 88.4 .4 VW Gol O O O O O O O O O N O O N N O N 30 380 1 155 384 247 145 166 N/A 285 934 12.

. Elétr. Transv. 4 8 1598 104 15.) Compacto Citroen Montadora C3 Veículo Ficha técnica Motor Combustível Localização Posição Cilindros Válvulas Cilindrada (cm3) Potência (cv) Torque (mkgf) Diâmetro (mm) Curso (mm) Taxa de compressão Câmbio Tipo Marchas Tração Direção Tipo Curso (voltas) Suspensão Dianteira Traseira Freios Dianteiros Traseiros Pneus Largura (mm) Altura (%) Aro ('') Visibilidade Dianteira Lateral Traseira VW Fox VW Gol A/G Diant.6 67.6 75 77 10.1 70. McPherson Eixo de torção Disco sólido Tambor 185 65 15 - A/G Diant. Transv.. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 175 70 14 - .5 4.5 A/G Diant. Longit 4 8 999 76 10.6 13. 2. Hidráulica 3 Ind.7 Ind.5 Manual 5 Diant.) 3 Ind. Hidr. 4 8 1360 82 12.1 Manual 5 Diant. (opc.6 76.. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 195 55 15 1 4.5 86.1 Manual 5 Diant.169 Anexo D – Informações técnicas dos veículos analisados: Compacto (cont.9 12.

Tour S N S N N S N N S S N/A N S S N VW SpaceFox 12.9 181 59.4 59.6 67.7 96 7.2 19 183 58.4 9.3 39 66.5 61.2 10.73 12.2 41.3 26.3 10.6 51 541 Perua Renault Mégane G.2 39 67.8 25 14.1 91.170 Anexo E – Informações técnicas dos veículos analisados: Perua Montadora Veículo Desempenho 0-100 km/h 0-1000 m 3a 40 a 80 km/h 4a 60 a 100 km/h 5a 80 a 120 km/h Velocidade máxima (km/h) Frenagem 120 km/h a 0 (m) Frenagem 80 km/h a 0 (m) Frenagem 60 km/h a 0 (m) Ruído interno PM Ruído interno RPM máx.3 97.1 50 505 Montadora Veículo Segurança ABS BAS EBD Controle de tração Estabilidade Airbags frontais Airbags laterais Airbags cabeça Encosto cabeça 5o passageiro Cinto 3 pontos para 5o passageiro Grade de proteção vidro traseiro Sensor de estacionamento Alarme Imobilizador Brake-light Fiat Palio Weekend O N N N N O N N S N N/A N N S N VW SpaceFox O N N N N O N N N N N/A N S S N .8 184 62.3 33 7.7 7.9 16.2 8 12.2 60 552 Perua Renault Mégane G.8 11. Tour 13 34.1 26.7 20.2 64.3 6. (dBA) Ruído interno 80 km/h (dBA) Ruído interno 120 km/h (dBA) Velocidade real a 100 km/h (km/h) Consumo cidade (km/l) Consumo estrada (km/l) Tanque (l) Autonomia (km) Fiat Palio Weekend 11.5 20.9 66.4 15.5 8.5 34.2 68.7 88.

Tour S S S O S S S S S N S S N N S N VW SpaceFox S S S O O N S S S N S O N N N N 49 390 1 617 418 246 155 166 N/A 430 1143 11.1 70.4 82.) Montadora Veículo Conforto Ar-condicionado Direção assistida Rodas de liga leve Pintura metálica CD player Comandos no volante Vidros elétricos Travas elétricas Espelhos elétricos Teto solar elétrico Banco traseiro rebatível Banco traseiro bipartido Câmbio automático Cruise control Computador de bordo Bancos de couro Investimento Preço básico (R$) Preço completo (R$) Garantia (anos) Número de concessionárias Dimensões Comprimento (cm) Entre-eixos (cm) Altura (cm) Largura (cm) Caçamba (kg) Porta-malas (l) / Caçamba (l) Peso (kg) Peso/potência (kg/cv) Peso/Torque (kg/mkgf) Diâmetro de giro (m) Fiat Palio Weekend O S O O O N O O O N S O N N S N 43 940 1 558 423 246 159 166 N/A 460 1187 10.8 10.1 73.5 Perua Renault Mégane G.1 10.6 10.7 .4 49 050 3 153 450 268 146 177 N/A 520 1315 11.171 Anexo E – Informações técnicas dos veículos analisados: Perua (cont.

172 Anexo E – Informações técnicas dos veículos analisados: Perua (cont. Hidráulica 3 Ind. Transv. Tour VW SpaceFox A/G Diant.1 Auto/Manual 5 Diant.5 10 Manual 5 Diant. Elétrica 3. 4 16 1598 117 16.9 12.5 A/G Diant.8 77 85.25 Ind.5 80..5 86. 4 16 1598 115 16 79.8 10.6 76. Transv. Hidráulica 2.5 3..) Montadora Veículo Ficha técnica Motor Combustível Localização Posição Cilindros Válvulas Cilindrada (cm3) Potência (cv) Torque (mkgf) Diâmetro (mm) Curso (mm) Taxa de compressão Câmbio Tipo Marchas Tração Direção Tipo Curso (voltas) Suspensão Dianteira Traseira Freios Dianteiros Traseiros Pneus Largura (mm) Altura (%) Aro ('') Visibilidade Dianteira Lateral Traseira Fiat Palio Weekend Perua Renault Mégane G. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 205 55 16 3.. 4 8 1598 104 15.75 Ind.5 4.5 2.5 2. Transv.5 A/G Diant. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 195 55 15 2 3 4 . McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 175 70 14 2.5 Manual 5 Diant.

1 164 61.9 69.2 40.4 8.7 73.7 98 6.8 70.7 91 6.6 7.4 65.3 34.5 11.9 11.8 19.3 42.7 73.4 38.8 10 54 540 Peugeot Hoggar 12.4 14.3 61. (dBA) Ruído interno 80 km/h (dBA) Ruído interno 120 km/h (dBA) Velocidade real a 100 km/h (km/h) Consumo cidade (km/l) Consumo estrada (km/l) Tanque (l) Autonomia (km) Fiat Strada 14.9 92 6.1 7.8 21.9 15.5 17.1 179 70 31.173 Anexo F – Informações técnicas dos veículos analisados: Picape Picape Montadora Veículo Desempenho 0-100 km/h 0-1000 m 3a 40 a 80 km/h 4a 60 a 100 km/h 5a 80 a 120 km/h Velocidade máxima (km/h) Frenagem 120 km/h a 0 (m) Frenagem 80 km/h a 0 (m) Frenagem 60 km/h a 0 (m) Ruído interno PM Ruído interno RPM máx.2 69.1 170 62.5 27.6 23.1 35.1 29 16.3 74.6 9 55 495 .8 58 510 Picape Montadora Veículo Segurança ABS BAS EBD Controle de tração Estabilidade Airbags frontais Airbags laterais Airbags cabeça Encosto cabeça 5o passageiro Cinto 3 pontos para 5o passageiro Grade de proteção vidro traseiro Sensor de estacionamento Alarme Imobilizador Brake-light Fiat Strada O N O N N O N N N/A N/A S N S S N GM Montana S N N N N O N N N/A N/A S N S S N Peugeot Hoggar N N N N N O N N N/A N/A S N S S N GM Montana 12.9 8.2 61.8 34.

174 Anexo F – Informações técnicas dos veículos analisados: Picape (cont.4 11.) Picape Montadora Veículo Conforto Ar-condicionado Direção assistida Rodas de liga leve Pintura metálica CD player Comandos no volante Vidros elétricos Travas elétricas Espelhos elétricos Teto solar elétrico Banco traseiro rebatível Banco traseiro bipartido Câmbio automático Cruise control Computador de bordo Bancos de couro Investimento Preço básico (R$) Preço completo (R$) Garantia (anos) Número de concessionárias Dimensões Comprimento (cm) Entre-eixos (cm) Altura (cm) Largura (cm) Caçamba (kg) Porta-malas (l) / Caçamba (l) Peso (kg) Peso/potência (kg/cv) Peso/Torque (kg/mkgf) Diâmetro de giro (m) Fiat Strada O S O O O N O O O O O O N N S N GM Montana S S S O S N S S S N S N N S S N Peugeot Hoggar S S S O O O S S S N N N N N N N 43 500 1 153 453 275 152 167 1151 650 1216 10.8 78.8 10.4 85.3 .3 85.5 N/D 39 700 1 542 441 272 156 166 800 685 1071 12.7 44 040 1 559 451 267 158 170 758 1100 1152 11.

4 8 1368 86 12..5 4 2 A/G Diant. Hidráulica 2.4 Manual 5 Diant.8 Ind.5 4. Transv.175 Anexo F – Informações técnicas dos veículos analisados: Picape (cont. Hidráulica 2. Transv.5 77.4 12.1 Manual 5 Diant. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 185 65 15 3.5 . Transv. 4 16 1587 113 15. McPherson Feixe molas Disco ventilado Tambor 175 70 14 4 3 2 A/G Diant..5 82 11. 4 8 1389 102 13.5 72 84 10.6 73.3 Manual 5 Diant.) Picape Montadora Veículo Ficha técnica Motor Combustível Localização Posição Cilindros Válvulas Cilindrada (cm3) Potência (cv) Torque (mkgf) Diâmetro (mm) Curso (mm) Taxa de compressão Câmbio Tipo Marchas Tração Direção Tipo Curso (voltas) Suspensão Dianteira Traseira Freios Dianteiros Traseiros Pneus Largura (mm) Altura (%) Aro ('') Visibilidade Dianteira Lateral Traseira Fiat Strada GM Montana Peugeot Hoggar A/G Diant.5 4.5 78. Hidráulica 3 Ind.8 Ind. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 185 60 15 2..

7 61.3 98 6.4 72.9 8.1 68.5 26.176 Anexo F – Informações técnicas dos veículos analisados: Picape (cont.4 8.9 14.) Picape Montadora Veículo Desempenho 0-100 km/h 0-1000 m 3a 40 a 80 km/h 4a 60 a 100 km/h 5a 80 a 120 km/h Velocidade máxima (km/h) Frenagem 120 km/h a 0 (m) Frenagem 80 km/h a 0 (m) Frenagem 60 km/h a 0 (m) Ruído interno PM Ruído interno RPM máx. (dBA) Ruído interno 80 km/h (dBA) Ruído interno 120 km/h (dBA) Velocidade real a 100 km/h (km/h) Consumo cidade (km/l) Consumo estrada (km/l) Tanque (l) Autonomia (km) VW Saveiro 13.3 34.5 55 467 Picape Montadora Veículo Segurança ABS BAS EBD Controle de tração Estabilidade Airbags frontais Airbags laterais Airbags cabeça Encosto cabeça 5o passageiro Cinto 3 pontos para 5o passageiro Grade de proteção vidro traseiro Sensor de estacionamento Alarme Imobilizador Brake-light VW Saveiro O N N N N O N N N/A N/A S S S S N .5 177 57.1 39.7 24.5 15.

177 Anexo F – Informações técnicas dos veículos analisados: Picape (cont.3 68.1 .) Picape Montadora Veículo Conforto Ar-condicionado Direção assistida Rodas de liga leve Pintura metálica CD player Comandos no volante Vidros elétricos Travas elétricas Espelhos elétricos Teto solar elétrico Banco traseiro rebatível Banco traseiro bipartido Câmbio automático Cruise control Computador de bordo Bancos de couro Investimento Preço básico (R$) Preço completo (R$) Garantia (anos) Número de concessionárias Dimensões Comprimento (cm) Entre-eixos (cm) Altura (cm) Largura (cm) Caçamba (kg) Porta-malas (l) / Caçamba (l) Peso (kg) Peso/potência (kg/cv) Peso/Torque (kg/mkgf) Diâmetro de giro (m) VW Saveiro O S S O O O S S S N S S N N N N 42 280 1 614 453 275 155 171 661 734 1074 10.8 11.

Transv.5 86. 4 8 1598 104 15. Hidráulica 3 Ind.) Picape Montadora Veículo Ficha técnica Motor Combustível Localização Posição Cilindros Válvulas Cilindrada (cm3) Potência (cv) Torque (mkgf) Diâmetro (mm) Curso (mm) Taxa de compressão Câmbio Tipo Marchas Tração Direção Tipo Curso (voltas) Suspensão Dianteira Traseira Freios Dianteiros Traseiros Pneus Largura (mm) Altura (%) Aro ('') Visibilidade Dianteira Lateral Traseira VW Saveiro A/G Diant.1 Manual 5 Diant.6 76.. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Tambor 205 60 15 3 4 2 .9 12.178 Anexo F – Informações técnicas dos veículos analisados: Picape (cont.

4 208 63.7 98 6.9 60 534 Montadora Veículo Segurança ABS BAS EBD Controle de tração Estabilidade Airbags frontais Airbags laterais Airbags cabeça Encosto cabeça 5o passageiro Cinto 3 pontos para 5o passageiro Grade de proteção vidro traseiro Sensor de estacionamento Alarme Imobilizador Brake-light Renault Fluence S S S S S S S S S S N/A N/A S S N Peugeot 408 S S S S S S S S S S N/A N/A S S N .4 32 4.5 8 13.7 25.1 207 56.4 40.6 7.5 5.5 7.1 60 546 Sedan Honda Civic 7.6 27.9 14 39.7 5. (dBA) Ruído interno 80 km/h (dBA) Ruído interno 120 km/h (dBA) Velocidade real a 100 km/h (km/h) Consumo cidade (km/l) Consumo estrada (km/l) Tanque (l) Autonomia (km) Renault Fluence 10.7 11.179 Anexo G – Informações técnicas dos veículos analisados: Sedan Montadora Veículo Desempenho 0-100 km/h 0-1000 m 3a 40 a 80 km/h 4a 60 a 100 km/h 5a 80 a 120 km/h Velocidade máxima (km/h) Frenagem 120 km/h a 0 (m) Frenagem 80 km/h a 0 (m) Frenagem 60 km/h a 0 (m) Ruído interno PM Ruído interno RPM máx.1 8.4 23.4 98 5 9.4 8.6 14.9 60.3 63.2 58.9 15.6 195 55.6 100.5 37.2 56.4 68.5 74 65 68.2 6 6.1 50 655 Sedan Honda Civic S O S S S S S N S S N/A N/A S S N Peugeot 408 12 33.3 66.9 28.

27 N/D .9 68.59 11.6 Peugeot 408 S S S O S S S S S S S N S S S S 74 900 3 153 469 271 152 182 N/A 526 1524 10.) Montadora Veículo Conforto Ar-condicionado Direção assistida Rodas de liga leve Pintura metálica CD player Comandos no volante Vidros elétricos Travas elétricas Espelhos elétricos Teto solar elétrico Banco traseiro rebatível Banco traseiro bipartido Câmbio automático Cruise control Computador de bordo Bancos de couro Investimento Preço básico (R$) Preço completo (R$) Garantia (anos) Número de concessionárias Dimensões Comprimento (cm) Entre-eixos (cm) Altura (cm) Largura (cm) Caçamba (kg) Porta-malas (l) / Caçamba (l) Peso (kg) Peso/potência (kg/cv) Peso/Torque (kg/mkgf) Diâmetro de giro (m) Renault Fluence S S S O S S S S S P S O N S S S 75 990 3 174 462 270 148 181 N/A 530 1372 9.1 Sedan Honda Civic S S S O S S S S S N S S N S S N 103 650 3 174 449 270 145 174 N/A 340 1322 6.09 69.9 10.59 67.180 Anexo G – Informações técnicas dos veículos analisados: Sedan (cont.

2 86 86 11.3 84 90. duplo A Disco ventilado Disco sólido 215 45 17 5 4. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Disco sólido 225 45 17 4 3.5 3.5 1.7 Ind.1 10. 4 16 1997 151 22 85 88 10. 4 16 1998 143 20.181 Anexo G – Informações técnicas dos veículos analisados: Sedan (cont. 2. Elétric. Elétric. 3. 2.) Montadora Veículo Ficha técnica Motor Combustível Localização Posição Cilindros Válvulas Cilindrada (cm3) Potência (cv) Torque (mkgf) Diâmetro (mm) Curso (mm) Taxa de compressão Câmbio Tipo Marchas Tração Direção Tipo Curso (voltas) Suspensão Dianteira Traseira Freios Dianteiros Traseiros Pneus Largura (mm) Altura (%) Aro ('') Visibilidade Dianteira Lateral Traseira Renault Fluence Sedan Honda Civic Peugeot 408 A/G Diant.5 .. Seq 4 Diant.2 CVT 6 Diant.1 Manual 6 Diant. 4 16 1998 192 19.8 Aut. Eletro-hidr. Transv. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Disco sólido 205 55 17 2 4 1 G Diant.. Transv.. McPherson Ind.2 Ind.8 Ind. Transv.5 A/G Diant..

2 9.7 6.4 7.7 57.8 7.1 39.) Sedan Montadora Veículo Desempenho 0-100 km/h 0-1000 m 3a 40 a 80 km/h 4a 60 a 100 km/h 5a 80 a 120 km/h Velocidade máxima (km/h) Frenagem 120 km/h a 0 (m) Frenagem 80 km/h a 0 (m) Frenagem 60 km/h a 0 (m) Ruído interno PM Ruído interno RPM máx.182 Anexo G – Informações técnicas dos veículos analisados: Sedan (cont.6 95.4 60 564 Sedan Montadora Veículo Segurança ABS BAS EBD Controle de tração Estabilidade Airbags frontais Airbags laterais Airbags cabeça Encosto cabeça 5o passageiro Cinto 3 pontos para 5o passageiro Grade de proteção vidro traseiro Sensor de estacionamento Alarme Imobilizador Brake-light Toyota Corolla S N S N N S S N S S N/A N/A S S N VW Jetta S N/A S S N/A S S N/A S S N/A N/A S S N VW Jetta 12. (dBA) Ruído interno 80 km/h (dBA) Ruído interno 120 km/h (dBA) Velocidade real a 100 km/h (km/h) Consumo cidade (km/l) Consumo estrada (km/l) Tanque (l) Autonomia (km) Toyota Corolla 10.9 200 57.3 63.9 72.8 34 6 7.4 64.5 198 55.4 57.2 14.2 4.4 9.9 95.7 5.1 33.5 55 523 .6 25.7 9.3 68.5 23.6 32.7 13.

1 .183 Anexo G – Informações técnicas dos veículos analisados: Sedan (cont.22 73.15 11.) Sedan Montadora Veículo Conforto Ar-condicionado Direção assistida Rodas de liga leve Pintura metálica CD player Comandos no volante Vidros elétricos Travas elétricas Espelhos elétricos Teto solar elétrico Banco traseiro rebatível Banco traseiro bipartido Câmbio automático Cruise control Computador de bordo Bancos de couro Investimento Preço básico (R$) Preço completo (R$) Garantia (anos) Número de concessionárias Dimensões Comprimento (cm) Entre-eixos (cm) Altura (cm) Largura (cm) Caçamba (kg) Porta-malas (l) / Caçamba (l) Peso (kg) Peso/potência (kg/cv) Peso/Torque (kg/mkgf) Diâmetro de giro (m) Toyota Corolla S S S O S S N S S N S N N S S S 76 780 3 132 454 260 148 176 N/A 470 1285 8.08 10.4 62.6 VW Jetta S S S O S O S S S O S N S O S O 70 005 1 614 464 265 147 178 N/A 510 1346 11.

.184 Anexo G – Informações técnicas dos veículos analisados: Sedan (cont.4 Ind.4 82.1 Aut. Transv.5 3. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Disco sólido 205 55 16 2 4 1 A/G Diant. Hidráulica 3 Ind.7 80. Transv. 4 16 1986 153 20.5 97.5 DSG 6 Diant. Seq 4 Diant.6 12.5 . 3.) Sedan Montadora Veículo Ficha técnica Motor Combustível Localização Posição Cilindros Válvulas Cilindrada (cm3) Potência (cv) Torque (mkgf) Diâmetro (mm) Curso (mm) Taxa de compressão Câmbio Tipo Marchas Tração Direção Tipo Curso (voltas) Suspensão Dianteira Traseira Freios Dianteiros Traseiros Pneus Largura (mm) Altura (%) Aro ('') Visibilidade Dianteira Lateral Traseira Toyota Corolla VW Jetta A/G Diant. 4 8 1984 120 18.5 92..8 11. McPherson Eixo de torção Disco ventilado Disco sólido 205 55 16 5 4. Elétric.

4 27.6 66.5 11.9 63.5 Montadora Veículo Segurança ABS BAS EBD Controle de tração Estabilidade Airbags frontais Airbags laterais Airbags cabeça Encosto cabeça 5o passageiro Cinto 3 pontos para 5o passageiro Grade de proteção vidro traseiro Sensor de estacionamento Alarme Imobilizador Brake-light Honda CR-V S N S N N S N N S S N/A N/A S S N Kia Sportage S N O N N S N N S N N/A N/A S S N .8 93.1 33.6 8.4 99.9 37.5 65.6 70.5 58 667 SUV Hyunday ix35 12 33.8 9.4 5.5 70.5 4.185 Anexo H – Informações técnicas dos veículos analisados: SUV Montadora Veículo Desempenho 0-100 km/h 0-1000 m 3a 40 a 80 km/h 4a 60 a 100 km/h 5a 80 a 120 km/h Velocidade máxima (km/h) Frenagem 120 km/h a 0 (m) Frenagem 80 km/h a 0 (m) Frenagem 60 km/h a 0 (m) Ruído interno PM Ruído interno RPM máx.7 13.5 55 632. (dBA) Ruído interno 80 km/h (dBA) Ruído interno 120 km/h (dBA) Velocidade real a 100 km/h (km/h) Consumo cidade (km/l) Consumo estrada (km/l) Tanque (l) Autonomia (km) Honda CR-V 12.1 64 58.5 96 8.4 58.5 10.7 9 184 57.2 11.4 8.9 59.4 27 15 38.2 7 10 190 62.7 15 36.5 181 59.8 6.7 24.6 34.8 55 591.9 SUV Hyunday ix35 S N S N N S N N S N N/A N/A S N N Kia Sportage 12.6 5 6.

4 78.186 Anexo H – Informações técnicas dos veículos analisados: SUV (cont.6 10.) Montadora Veículo Conforto Ar-condicionado Direção assistida Rodas de liga leve Pintura metálica CD player Comandos no volante Vidros elétricos Travas elétricas Espelhos elétricos Teto solar elétrico Banco traseiro rebatível Banco traseiro bipartido Câmbio automático Cruise control Computador de bordo Bancos de couro Investimento Preço básico (R$) Preço completo (R$) Garantia (anos) Número de concessionárias Dimensões Comprimento (cm) Entre-eixos (cm) Altura (cm) Largura (cm) Caçamba (kg) Porta-malas (l) / Caçamba (l) Peso (kg) Peso/potência (kg/cv) Peso/Torque (kg/mkgf) Diâmetro de giro (m) Honda CR-V S S S S S N S S S N S S S S S N SUV Hyunday ix35 S S S S S S S S S O S S S O S O Kia Sportage S S S S S S S S S O S S S O S O 88 410 3 173 458 262 168 182 N/A 556 1544 10.6 87 900 5 142 445 264 164 186 N/A 564 1500 9 74.3 79.4 10.) .6 93 000 5 176 441 264 168 182 N/A 465 1576 9.6 Anexo H – Informações técnicas dos veículos analisados: SUV (cont.6 10.

5 3 3. 6 Diant.5 Aut. Transv.5 4.. Elétrica 3 Ind. McPherson Ind. 4 16 1998 168 20. Hidráulica 3 Ind.1 86 86 10.5 Aut..4 81 96.5 5. Transv. McPherson Ind.5 Aut.. multi link Disco ventilado Disco sólido 215 70 16 0.1 86 86 10.5 G Diant. Hidráulica 3 Ind.187 SUV Hyunday ix35 Montadora Veículo Ficha técnica Motor Combustível Localização Posição Cilindros Válvulas Cilindrada (cm3) Potência (cv) Torque (mkgf) Diâmetro (mm) Curso (mm) Taxa de compressão Câmbio Tipo Marchas Tração Direção Tipo Curso (voltas) Suspensão Dianteira Traseira Freios Dianteiros Traseiros Pneus Largura (mm) Altura (%) Aro ('') Visibilidade Dianteira Lateral Traseira Honda CR-V Kia Sportage G Diant. McPherson Ind.5 . multi link Disco ventilado Disco sólido 225 55 18 - G Diant. 4 16 1997 150 19..9 10. Transv.. 5 Diant.. 6 Diant. braços duplos Disco ventilado Disco sólido 225 65 17 2. 4 16 1998 166 20.

8 35.5 60 690 SUV Montadora Veículo Segurança ABS BAS EBD Controle de tração Estabilidade Airbags frontais Airbags laterais Airbags cabeça Encosto cabeça 5o passageiro Cinto 3 pontos para 5o passageiro Grade de proteção vidro traseiro Sensor de estacionamento Alarme Imobilizador Brake-light Toyota RAV4 S S S N N S N N S S N/A N/A S S N .4 11. (dBA) Ruído interno 80 km/h (dBA) Ruído interno 120 km/h (dBA) Velocidade real a 100 km/h (km/h) Consumo cidade (km/l) Consumo estrada (km/l) Tanque (l) Autonomia (km) Toyota RAV4 11.188 Anexo H – Informações técnicas dos veículos analisados: SUV (cont.2 32.) SUV Montadora Veículo Desempenho 0-100 km/h 0-1000 m 3a 40 a 80 km/h 4a 60 a 100 km/h 5a 80 a 120 km/h Velocidade máxima (km/h) Frenagem 120 km/h a 0 (m) Frenagem 80 km/h a 0 (m) Frenagem 60 km/h a 0 (m) Ruído interno PM Ruído interno RPM máx.6 65.2 64.2 9.4 97.6 6 7.4 25 13.6 4.7 185 55.9 59.

6 .9 10.) SUV Montadora Veículo Conforto Ar-condicionado Direção assistida Rodas de liga leve Pintura metálica CD player Comandos no volante Vidros elétricos Travas elétricas Espelhos elétricos Teto solar elétrico Banco traseiro rebatível Banco traseiro bipartido Câmbio automático Cruise control Computador de bordo Bancos de couro Investimento Preço básico (R$) Preço completo (R$) Garantia (anos) Número de concessionárias Dimensões Comprimento (cm) Entre-eixos (cm) Altura (cm) Largura (cm) Caçamba (kg) Porta-malas (l) / Caçamba (l) Peso (kg) Peso/potência (kg/cv) Peso/Torque (kg/mkgf) Diâmetro de giro (m) Toyota RAV4 S S S S S N S S S N S S S S S N 92 500 3 132 463 266 172 182 N/A 540 1525 9 66.189 Anexo H – Informações técnicas dos veículos analisados: SUV (cont.

2.8 Aut.5 4 0. Transv. McPherson Ind...190 Anexo H – Informações técnicas dos veículos analisados: SUV (cont.) SUV Montadora Veículo Ficha técnica Motor Combustível Localização Posição Cilindros Válvulas Cilindrada (cm3) Potência (cv) Torque (mkgf) Diâmetro (mm) Curso (mm) Taxa de compressão Câmbio Tipo Marchas Tração Direção Tipo Curso (voltas) Suspensão Dianteira Traseira Freios Dianteiros Traseiros Pneus Largura (mm) Altura (%) Aro ('') Visibilidade Dianteira Lateral Traseira Toyota RAV4 G Diant. Eletro-hidr.8 Ind. braços duplos Disco ventilado Disco sólido 225 65 17 1.5 96 9.5 .8 88. 4 Diant. 4 16 2362 170 22.

191 Anexo I – Demonstrativo de resultado de exercício .

) .192 Anexo I – Demonstrativo de resultado de exercício (cont.

) .193 Anexo I – Demonstrativo de resultado de exercício (cont.

94 154.1 1.32 4.4 0.99 31.9% 0.3 2.93 Preço Limpeza Externa (R$) 30.7% 29 728 23 999 39 719 33 431 31 838 24 334 27 405 27 368 573 433 490 741 560 547 564 678 655 52 7 6 1 +5.4 0.4 0.4 1T13E 465 6 975 +36% +80% 930 186 +25% 6.4 0.76 158.0% 12.1 A0 A1 A2 A3 A4 Investimento Total Investimento 7 Expansão 5 Manutenção 1 Variáveis Macro-econômicas Inflation.32 4.01 31.38 166.90 4% 1 4 0.50 4.69 4% 0 1 0.74 13 2.2 Total seguro 0.00 4.09 32.3% 1.88 4% 2 6 0.85 +3.74 4.5% R$:US$ 1.1% 1.50 13 2.32 4.2 0.95 +4.4% 8 6 2 +5.74 4% 1 2 0.58 162.1 0.87 4% 1 3 0.0% 11.1 Total IPVA 0.6 2T13E 558 8 370 +20% 1 116 186 +20% 6.9% 1.4 0.9% 31 306 25 273 41 828 35 206 33 528 25 626 28 860 28 821 604 456 516 780 590 576 594 714 690 55 8 6 2 +4.0% 7 6 1 +5.50 13 1.2 3T12E 279 3 488 +67% 558 186 +50% 6.32 4.3 7 6 1 +5.74 4.6 0.50 Tarifa média de devolução (R$) 4.90 4% 2 5 0.04 32.49 Preço Limpeza Interna (R$) 152.0% 11.3 0.1 Depreciação e Amortização Depreciação de investimentos (# anos) Depreciação de investimentos 1.8 4T13E 744 11 160 +14% 1 488 186 +14% 6.4% 11. IPCA.1% 8 6 2 +4.8% 11.4 0.98 164.2 0.95 GDP change year-on-year +2.85 +4.44 IPVA 4% Total estacionamento (R$ milhões) 0 Total combustível (R$ milhões) 0 Total Limpeza 0.3 2.00 4.0% SELIC average annual rate Δ in average SELIC Modelos Veículos Preço (R$) 29 296 Chery QQ 23 650 Jac J3 39 142 Chery Face 32 945 VW Gol 31 375 Fiat Mille 23 981 Renault Clio 27 007 GM Celta 26 971 Revisão (R$) 565 Chery QQ 427 Jac J3 483 Chery Face 730 VW Gol 552 Fiat Mille 539 Renault Clio 556 GM Celta 668 Seguro (R$) 645 Franquia Seguro (R$) 52 2T12E 186 2 093 +125% 372 186 +100% 6.2 0.7% 11.0% 11.194 Anexo J – Premissas do modelo financeiro 1T12E # de estações 93 # de usuários por dia ('000) 930 Crescimento (t-à-t) Resumo da frota Frota (final do período) 186 Carros Comprados 186 Carros Vendidos Crescimento (t-à-t) Tarifa Tarifa de uso (R$/ 30 min) 6.0% 12.1 2.4 0.50 4.1 1.74 4.74 13 2.11 33.00 4.17 160.2 0.3 4T12E 372 5 115 +47% 744 186 +33% 6.80 +3.9% 1.74 4.50 12 1. end of period +6.50 Custos operacionais Preço estacionamento (R$/dia/veículo) 12 Preço álcool (R$/l) 1.2% 1.74 13 2.96 30.00 +4.1 0.0% 8 6 2 +5.1 0.74 13 2.7% SELIC (effective quarterly SELIC rate annualized) 11.90 +3.9 1.7 3T13E 651 9 765 +17% 1 302 186 +17% 6.1% 11.1 Total revisão 0.35 156.00 Tarifa média de retirada (R$) 4.0% -0.90 +4.3% 1.1 0.7 0.06 32.3 0.3 0.2 0.8% 2.81 4% 1 3 0.3 2.5% 30 122 24 317 40 245 33 874 32 260 24 657 27 768 27 731 581 439 497 750 567 555 571 687 664 53 30 521 24 639 40 779 34 323 32 687 24 984 28 136 28 099 589 445 503 760 575 562 579 696 672 54 30 916 24 958 41 306 34 767 33 110 25 307 28 500 28 462 596 450 510 770 582 569 586 705 681 54 31 692 25 584 42 343 35 639 33 941 25 942 29 215 29 176 611 462 523 790 597 583 601 723 698 56 32 072 25 891 42 851 36 067 34 348 26 253 29 566 29 526 619 467 529 799 604 590 608 732 707 57 .50 4.

14 4% 3 13 0.11 +3.16 175.1 6.1 6.5% 19 13 6 +5.0% 19 13 6 +5.0 0.08 +5.63 178.25 14 2.31 36.6 0.99 14 2. end of period +5.1% SELIC average annual rate Δ in average SELIC Modelos Veículos Preço (R$) 32 471 Chery QQ 26 213 Jac J3 43 384 Chery Face 36 516 VW Gol 34 776 Fiat Mille 26 580 Renault Clio 29 934 GM Celta 29 894 Revisão (R$) 626 Chery QQ 473 Jac J3 535 Chery Face 809 VW Gol 612 Fiat Mille 598 Renault Clio 616 GM Celta 741 Seguro (R$) 715 Franquia Seguro (R$) 57 2T14E 930 16 275 +11% 1 860 186 +11% 6.99 14 2.62 4.15 +3.6 2T15E 1 302 26 040 +8% 2 604 372 186 +8% 6.97 4.97 4.0% 12.2% 2.3% 11.6 1.8% 2.99 5.24 5.41 4% 3 10 0.43 4% 3 14 0.62 4.97 Tarifa média de devolução (R$) 4.1 10 6 4 +5.7 3T15E 1 395 27 900 +7% 2 790 372 186 +7% 6.3% 0.0% R$:US$ 2.96 IPVA 4% Total estacionamento (R$ milhões) 2 Total combustível (R$ milhões) 8 Total Limpeza 0.0 Depreciação e Amortização Depreciação de investimentos (# anos) Depreciação de investimentos 3.14 +3.9 1.6 Total seguro 0.26 35.1 6.0% 33 327 26 904 44 527 37 478 35 692 27 280 30 723 30 682 643 486 550 830 628 614 632 760 734 59 33 785 27 274 45 140 37 993 36 183 27 655 31 145 31 103 652 492 557 842 636 622 641 771 744 60 34 235 27 637 45 740 38 499 36 665 28 024 31 560 31 517 660 499 565 853 645 630 649 781 754 60 35 107 28 341 46 906 39 480 37 599 28 737 32 364 32 320 677 511 579 875 661 646 666 801 774 62 35 528 28 681 47 468 39 954 38 050 29 082 32 752 32 708 685 518 586 885 669 654 674 811 783 63 .25 15 2.97 4.97 184.0% 2.8% 13.87 4% 4 17 1.24 5.9 Total revisão 1.5% 2.67 4% 4 16 0.8% 11.3 4T14E 1 116 19 530 +9% 2 232 186 +9% 6.3% 11.) 1T14E # de estações 837 # de usuários por dia ('000) 14 648 Crescimento (t-à-t) +31% Resumo da frota Frota (final do período) 1 674 Carros Comprados 186 Carros Vendidos Crescimento (t-à-t) +13% Tarifa Tarifa de uso (R$/ 30 min) 6.5% 19 13 6 +4.9 1.25 15 2.68 173.7% 34 675 27 993 46 329 38 995 37 137 28 384 31 966 31 923 669 505 572 864 653 638 658 791 764 61 19 13 6 +5.14 Preço Limpeza Externa (R$) 33.5 Total IPVA 0.8% 11.6 1.3% 2.8 0.20 34.80 4% 3 11 0.99 5.6 2.5 1T15E 1 209 24 180 +24% 2 418 372 186 +8% 6.2 3T14E 1 023 17 903 +10% 2 046 186 +10% 6.5 1.5 3.79 Preço Limpeza Interna (R$) 168.3% 11.23 171.0 1.62 Tarifa média de retirada (R$) 4.8 0.03 GDP change year-on-year +5.5 A0 A1 A2 A3 A4 Investimento Total Investimento 10 Expansão 6 Manutenção 4 Variáveis Macro-econômicas Inflation.13 4% 2 9 0.5 1.99 5.62 4.99 5.7 0.6% -0.13 +3.3% 2.5 3.6 0.3 1.09 180.23 35.4% 10 6 4 +5.10 +5.8% 12.8% 12.24 5.24 5.29 36.6 1.53 182.99 14 2. IPCA.25 14 2.9 1.2 1.195 Anexo J – Premissas do modelo financeiro (cont.9 0.4% 32 889 26 551 43 942 36 986 35 223 26 922 30 319 30 278 634 479 542 819 619 606 624 750 725 58 10 6 4 +5.9 1.3% SELIC (effective quarterly SELIC rate annualized) 12.2% 2.34 36.05 +5.99 Custos operacionais Preço estacionamento (R$/dia/veículo) 14 Preço álcool (R$/l) 2.5 6.17 34.5 1.9 4T15E 7 608 29 760 +7% 2 976 372 186 +7% 6.0 3.

16 GDP change year-on-year +5.0% 36 986 29 859 49 417 41 594 39 612 30 276 34 096 34 051 713 539 610 922 697 681 701 844 815 65 37 541 30 307 50 158 42 218 40 206 30 730 34 608 34 562 724 547 619 935 707 691 712 857 827 66 .5% SELIC (effective quarterly SELIC rate annualized) 12.) 1T16E # de estações 7 608 # de usuários por dia ('000) 33 480 Crescimento (t-à-t) +13% Resumo da frota Frota (final do período) 2 976 Carros Comprados 186 Carros Vendidos 186 Crescimento (t-à-t) +0% Tarifa Tarifa de uso (R$/ 30 min) 7.47 39.53 16 2.9 2.6 Total revisão 2.4% 2.45 4% 4 20 1.32 5.20 +5.22 IPVA 4% Total estacionamento (R$ milhões) 4 Total combustível (R$ milhões) 19 Total Limpeza 1.0% 11.5% SELIC average annual rate Δ in average SELIC Modelos Veículos Preço (R$) 35 981 Chery QQ 29 047 Jac J3 48 074 Chery Face 40 463 VW Gol 38 535 Fiat Mille 29 453 Renault Clio 33 170 GM Celta 33 125 Revisão (R$) 694 Chery QQ 524 Jac J3 593 Chery Face 896 VW Gol 678 Fiat Mille 662 Renault Clio 682 GM Celta 821 Seguro (R$) 793 Franquia Seguro (R$) 63 2T16E 7 608 33 480 +0% 2 976 186 186 +0% 7.7% 2.5 7.5 7.19 +5.53 15 2.8 2.9 2.75 4% 4 20 1.5% 36 467 29 439 48 723 41 009 39 055 29 851 33 617 33 572 703 531 601 909 687 671 692 832 803 64 14 7 7 +5.49 5.1 2.34 4% 4 20 1.0 0.0 Total IPVA 1.32 5.0 0.5% 11.5 14 7 7 +5. end of period +5.5 A0 A1 A2 A3 A4 Investimento Total Investimento 14 Expansão 7 Manutenção 7 Variáveis Macro-econômicas Inflation.9 1.1 3T16E 7 608 33 480 +0% 2 976 186 186 +0% 7.9 1.44 Preço Limpeza Interna (R$) 187. IPCA.32 Tarifa média de retirada (R$) 5.49 5.0 Total seguro 1.49 5.5% 11.5% 12.53 Custos operacionais Preço estacionamento (R$/dia/veículo) 15 Preço álcool (R$/l) 2.1 4T16E 7 608 33 480 +0% 2 976 186 186 +0% 7.196 Anexo J – Premissas do modelo financeiro (cont.0 0.8% -0.18 +5.2 7.44 38.0% 2.5% 14 7 7 +6.37 Preço Limpeza Externa (R$) 37.49 192.49 Tarifa média de devolução (R$) 5.1% R$:US$ 2.53 15 2.95 189.07 195.40 37.32 5.1 Depreciação e Amortização Depreciação de investimentos (# anos) Depreciação de investimentos 7.

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