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Conceitos básicos e definições sobre programação

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Conceitos básicos e definições sobre programação

Para começar a entender o que é a programação, primeiro temos que ter certos conhecimentos sobre tudo o que a rodeia.

Começaremos com umas definições um pouco técnicas, mas que porém são imprescindíveis para a aprendizagem. Tecnologia Dentro do campo que nos interessa, a tecnologia tem o objetivo de eliminar as tarefas repetitivas, facilitando o trabalho e fazendo-o mais eficiente assim como aumentando a produtividade e os benefícios da empresa. Programação A programação é uma das etapas mais importantes do ciclo de vida de um projeto (explicaremos mais adiante o que é este termo), e requer um método de trabalho. A programação é o resultado de tal trabalho. A programação é o instrumento que permite a execução das tarefas automatizadas de um sistema informático. As ferramentas que utilizaremos para programar são as linguagens de programação, através das quais codificaremos os programas. Programa Conjunto de instruções entendíveis pelo computador que permitem realizar um trabalho ou resolver um problema. Um programa deve ser finito, ou seja, tem que ter um início e um fim. Tem que estar bem confeccionado para que, ao introduzir um dado, saia uma solução e se, se voltasse a introduzir o mesmo dado, saísse de novo a mesma solução. Metodologia da programação Entende-se como metodologia da programação ao conjunto de normas, métodos e anotações que nos indicam a forma de programar. Cada linguagem de programação segue uma metodologia diferente. Linguagem de programação É um conjunto de regras semânticas assim como sintáticas que os programadores usam para a codificação de instruções de um programa ou algoritmo de programação. Existem várias linguagens de programação. Ambiente de programação ou ambiente de desenvolvimento É o conjunto de ferramentas utilizadas para a elaboração de um programa. Recursos Conjunto de componentes hardware que utilizaremos para a elaboração de um programa (cpu, disco rígido…..). Uma vez conhecidos os conceitos básicos necessários para a aprendizagem da programação podemos começar a ver os diferentes tipos de linguagens de programação.

Tipos de linguagens de programação
Existem dois tipos de linguagens claramente diferenciadas; as linguagens de baixo nível e as de alto nível.

Por Sara Alvarez Langa

Publicado em: 14/12/06 Valorize este artigo: 3 votos

O computador só entende uma linguagem conhecida como código binário ou código máquina, consistente em zeros e uns. Ou seja, só utiliza 0 e 1 para codificar qualquer ação. As linguagens mais próximas à arquitetura hardware se denominam linguagens de baixo nível e as que se encontram mais próximas aos programadores e usuários se denominam linguagens de alto nível. Linguagens de baixo nível São linguagens totalmente dependentes da máquina, ou seja, que o programa que se realiza com este tipo de linguagem não pode ser migrado ou utilizado em outras máquinas. Ao estar praticamente desenhado a medida do hardware, aproveitam ao máximo as características do mesmo. Dentro deste grupo se encontram: • A linguagem máquina: esta linguagem ordena à máquina as operações fundamentais para seu funcionamento. Consiste na combinação de 0's e 1's para formar as ordens entendíveis pelo hardware da máquina. Esta linguagem é muito mais rápida que as linguagens de alto nível. A desvantagem é que são bastante difíceis de manejar e usar, além de ter códigos fonte enormes onde encontrar uma falha é quase impossível. A linguagem Assembler é um derivado da linguagem máquina e está formada por abreviaturas de letras e números chamados mnemotécnicos. Com o aparecimento desta linguagem se criaram os programas tradutores para poder passar os programas escritos em linguagem assembler a linguagem máquina. Como vantagem com respeito ao código máquina é que os códigos fontes eram mais curtos e os programas criados ocupavam menos memória. As desvantagens desta linguagem continuam sendo praticamente as mesmas que as da linguagem assembler, acrescentando a dificuldade de ter que aprender uma nova linguagem difícil de provar e manter.

Linguagens de alto nível São aquelas que se encontram mais próximas à linguagem natural que à linguagem máquina. Estão dirigidas a solucionar problemas mediante o uso de EDD's.
Nota: EDD's são as abreviaturas de Estruturas Dinâmicas de Dados, algo muito utilizado em todas as linguagens de programação. São estruturas que podem mudar de tamanho durante a execução do programa. Permitem-nos criar estruturas de dados que se adaptem às necessidades reais de um programa.

Trata-se de linguagens independentes da arquitetura do computador. Sendo assim, à princípio, um programa escrito em uma linguagem de alto nível, pode ser migrado de uma máquina a outra sem nenhum tipo de problema. Estas linguagens permitem ao programador se esquecer completamente do funcionamento interno da máquina/s para a que está desenhando o programa. Somente necessita de um tradutor que entenda o código fonte como as características da máquina. Costumam usar tipos de dados para a programação e existem linguagens de propósito geral (qualquer tipo de aplicação) e de propósito específico (como FORTRAN para trabalhos científicos). Linguagens de Médio nível Trata-se de um termo não aceito por todos, porém certamente vocês já devem ter escutado. Estas linguagens se encontram em um ponto médio entre as duas anteriores. Dentro destas linguagens poderia se situar C já que pode acessar aos registros do sistema, trabalhar com endereços de memória, todas elas características de linguagens de baixo nível e ao mesmo tempo realizar operações de alto nível. Gerações A evolução das linguagens de programação pode ser dividida em 5 etapas ou gerações. • • • • Primeira geração: Linguagem máquina. Segunda geração: Criaram-se as primeiras linguagens assembler. Terceira geração: Criam-se as primeiras linguagens de alto nível. Ex: C, Pascal, Cobol… Quarta geração: São linguagens capazes de gerar código por si só, são os chamados RAD, com o qual pode-se realizar aplicações sem ser um expert na linguagem. Aqui também se encontram as linguagens orientadas a objetos, tornando possível a reutilização de partes do código para outros programas. Ex: Visual, Natural Adabes… Quinta geração: Aqui se encontram as linguagens orientadas à inteligência artificial. Estas linguagens ainda estão pouco desenvolvidas. Ex: LISP

Processo de tradução das linguagens de programação
Explicamos o processo mais importante na hora de fazer funcionar um programa realizado em linguagens de alto e médio nível.

Por Sara Alvarez Langa

Publicado em: 14/12/06 Valorize este artigo: 1 voto

Quando programamos em linguagens de alto nível, o que estamos fazendo na verdade é o código fonte desse programa. Este código fonte deve ser traduzido à binário para que as instruções que contém possam ser entendidas e executadas pela máquina. Para isto existe um programa encarregado de realizar a tradução, chamado tradutor da linguagem. Estes tradutores podem ser de dois tipos: Assembler

São os encarregados de traduzir os programas escritos na linguagem assembler à linguagem máquina. Compiladores São programas que lêem o código fonte e o traduzem ou convertem a outra linguagem. Estes programas lhe mostram os erros existentes no código fonte.

Etapas do processo de compilação:

1. Edição. Esta fase consiste em escrever o programa empregando alguma 2.

linguagem e um editor. Como resultado nos dará o código fonte de nosso programa. Compilação. Nesta fase se traduz o código fonte obtido na fase anterior a código máquina. Se não se produz nenhum erro se obtém o código objeto.

As diferenças entre um compilador e um intérprete basicamente são: • • • Um programa compilado pode funcionar por si só enquanto que um código traduzido por um intérprete não pode funcionar sem este. Um arquivo compilado é muito mais rápido que um interpretado. cada vez que se executa o intérprete. Uma vez traduzido. Existem dois tipos de linkados: o o Linkado estático: Os binários das bibliotecas se acrescentam aos nossos binários compilados gerando o arquivo executável. de modo que possam ser corrigidos. . Linkado dinâmico: não se acrescentam as bibliotecas ao nosso binário e sim que fará que se carreguem na memória as bibliotecas que nesse momento se necessitem. Por este motivo é importante realizar numerosas provas em tempo de execução antes de apresentar o programa ao cliente. Outro sistema para a execução de nosso código fonte é mediante o uso de intérpretes (estes não se encontrariam dentro dos tradutores). obtendo o programa executável. Esta fase consiste em unir o arquivo gerado na fase dois com determinadas rotinas internas da linguagem. uma vez corrigidos. compilado e linkado o arquivo está pronto para sua execução onde também poderão surgir problemas e falhas. um intérprete lê o código fonte e vai executando-o ao mesmo tempo. tem que compila-lo. No caso de erros o compilador os mostraria para nos ajudar a corrigi-los e se procederia a sua compilação de novo. Intérpretes Os intérpretes realizam a tradução e execução de forma simultânea. para os quais teríamos que voltar a realizar todo o processo anteriormente citado.3. Linkado. Um programa traduzido por um intérprete pode ser executado em qualquer máquina já que. ou seja.

octano: 8. O que justifica que 1 byte = 8 bits = pode armazenar até 256. e 1 bit é a mínima unidade na que se pode armazenar informação. no sistema decimal é igual 2. Por esta razão a maioria dos hardwares com capacidade de armazenamento tais . O número 1 encontra-se iniciando a expressão e salva em seu interior 10 000 (Para comprova-lo: se eliminarmos o 1 o resultado será (18598-10 000)) portanto 10 000 é igual a 10 4 (1*104)=10 000 + (8*103)= 8 000… No sistema de numeração binário a mesma fórmula é aplicável: 10 (número binario) = 1*2 1 + 0*2 0 O que indica que 10. de base 2 em outras palavras pode armazenar valores compreendidos entre 0 y 1. entretanto a estrutura de armazenamento Byte só foi desenhada desde sua origem para armazenar até 256 porque inclui como máximo 8 bits (28 = 256) (lembremos que leva-se em conta o 0 pelo qual 255 equivalerá a 256) e foi escolhido este valor como máximo porque é a totalidade de caracteres disponível na tabla ASCII. Se lembramos que um sistema de numeração se conforma de um conjunto de regras e princípios que permite expressar ou definir um número válido dentro do mesmo.. decimal: 10. etc…) e n a posição que ocupa o digito "N" dentro do Número. etc. ou seja.Manejando bits Importância do manejo dos bits no mundo da programação. Exemplos em sistema decimal (base:10): 18598 1*10 4 + 8*10 3 + 5*10 2 + 9*10 1 + 8*10 0 Descompomos o valor expressado "18598" multiplicando-o pela base do sistema (10) elevada à posição do dígito na expressão. hexadecimal : 16. na verdade. hexadecimais. octanos. que inclui todos os caracteres válidos dentro de um computador. para comprovar isto podemos salvar um caractere em um arquivo sem formato e como resultado teremos que sempre ocupará 1 byte. podemos afirmar que a maioria deles (Sistemas: binários. base como seu nome o indica a base do sistema (se é binário : 2 .) se pueden representar mediante un polinomio sencillo que nos permitirá entender su lógica: Número = N*basen + N*basen-1+ N*basen-2 até que a base fique elevada à 0 sempre e quando não contiver decimais o "Número" Onde Número é o valor expressado dentro do sistema. portanto TRUE = 1 FALSE=0. cada bit faz parte do sistema de numeração Binário a quem deve seu nome. Exemplo: o tipo booleano (bool) ocupa na memória 1 bit. decimais. se colocamos 2 caracteres o tamanho do arquivo será igual a 2 bytes. Por Emmanuel García De Caro Publicado em: 08/1/07 Valorize este artigo: 1 voto Como bem é conhecido um Byte é um agrupamento de 8 bits respectivamente. no sistema de numeração binário pode-se definir qualquer número inteiro maior ou igual a 0.

então. base por altura ou o que é igual à largura pela altura. etc) chamada ORD que produzirá como resultado de ord(64) "A" se pelo contrário executarmos chr('A') o resultado será 64 em decimal. de decimais a binário. Por exemplo. ou seja. podemos executar uma função amplamente reconhecida por linguagens de programação entre eles (Delphi. obviamente os resíduos sempre serão (0 ou 1). Por exemplo o caractere "A" dentro da tabela ASCII no sistema decimal ocupa 64. estes pontos por sua vez . Portanto podemos dizer que um bit tem um valor de acordo com sua posição ou localização e para encontrar esse valor só temos que descompor 255. Php. 128 62 32 16 8 4 2 1 2 3 1 4 5 6 7 8(bits) Como comentávamos anteriormente o bit se conforma de 0 e 1 respectivamente portanto afirmaremos a partir de agora que 0 É IGUAL A FALSO (false) E 1 É IGUAL A VERDADEIRO (true) se tivermos um conjunto de 8 bits o somaremos segundo sua posição. comprimir informação. Mb. ou seja. etc. exemplo: dado os bits "10111011" para converte-lo a decimal aplicamos a tabela: 128 62 32 16 8 4 2 1 1 0 1 1 1 0 1 1 E posteriormente. e outros dispositivos. seu conteúdo for igual a 1. somamos somente os valores que são "VERDADEIROS" então: 128+32+16+8+2+1=187 Parabéns! 10111011=187!. embora 64 não ocupe fisicamente os 255 (1 byte completo) seu tamanho em disco sempre será 1 byte. sempre e quando o bit for VERDADEIRO. porque a maioria de sistemas operacionais e hardware desde sua ensambladura está orientados para reservar um mínimo de espaço em memória e em disco levando em conta que esse valor pode ser modificado a 255 (máximo) ou 0 (mínimo) em qualquer momento. Para fazer o processo contrário.255.255. o formato de imagens desenhado por Microsoft (. Gb. OCX. só temos que descompor o decimal dividindo-o sempre entre 2 até que o valor seja igual a 1. memórias. 8 bits e já teremos nosso byte. a tabela ASCII inclui todos os caracteres válidos dentro do computador. etc) Como referia anteriormente. o agrupamento dos resíduos obtidos será nosso valor binário.como Discos rígidos. DLL. estes últimos utilizados em sua maioria como delimitadores ou separadores guia dentro de um formato de arquivo de conteúdo binário (PDF. para reduzir esta informação a 4 bytes poderemos acudir à tabela ASCII. ou seja. o qual assume como a quantidade de pontos disponíveis. desde todas as letras em minúsculas e maiúsculas. DOC. EXE. VB. obrigatório o uso de delimitadores pelo qual se emprega um ". assim como as demais estruturas de armazenamento ( Kb.BMP) calcula a área da imagem. o qual representado em binário equivaleria a "1000000". sua capacidade sempre será divisível entre 2 . Os bits são amplamente utilizados para codificar dados.255. podemos dizer que para armazenar 256 necessitaremos que os 8 bits sejam verdadeiros. ou seja. C++. ENTRE OUTROS) Exemplo de delimitadores: O endereço IP inclui 4 pares de cujo valor máximo é 255 para poder representa-lo em decimal se faz mais que necessário. números e outros especiais. (Ponto)" de modo tal que 255. Tb.

o que indica se uma imagem é de 10 px x 10 px empregará 300 bytes para armazenar os pontos e outros adicionais que salvam informação de propriedades e características de essencial importância. Deslocando bits: Podemos defini-lo como a ação de transportar bytes de um extremo da expressão a outro. Para tornar possível este manejo existem alguns operadores similares aos de lógica ( OR. esta operação equivale a dividir por 2. Deslocando bits à direita (>>) Consiste em mover a quantidade de bit indicada na expressão. como a expressão está conformada por 2 só se pode fazer em dois sentidos. AND. ETC…) melhor conhecidos como operadores bit a bit. ou seja. NOT. se a quantidade de bytes a empregar pelo cabeçalho do formato (que contém informação) se desconhece ou pode variar dependendo de fatores. Utilizando bytes delimitadores ou separadores no caso de não conhecer o final do valor. o resultado será 00001000 cujo valor é igual a8 portanto se dividimos (128 / 2)=64 (64/2)=32 (32/2)=16 (16/2)=8 1 bit 2 bits 3 bits 4 bits . pelo qual para o armazenamento da cor emprega 3 bytes (255. 128 em binário é igual a: 10000000. se pelo contrário sempre se situará entre os bytes 10 e 20. VERDE E AZUL. a partir dessa base foram desenhados mecanismos de compreensão que agrupa os bits repetido em matrizes ou arrays. Por exemplo: 16 <<2 deslocaremos 2 bits da esquerda à direita 16 em binário equivale a 00010000 pelo qual moveremos os dois primeiros bits à parte de atrás do número (direita) de tal modo que ficará 01000000 o qual equivale a 64.255) e os recebe com ASCII. da direita à esquerda. Por tal motivo quando lemos um arquivo (com um programa desenvolvido por nós) devemos especificar quantos bytes leremos por cada seqüência. se faz indispensável o uso de delimitadores (ASCII DEFINIDOS COMO DELIMITADORES). cabe destacar que um arquivo pode ser lido até 1024 ou seja 1 KB de seqüência que equivale a uma linha de informação. da esquerda à direita. Por exemplo: 128 >>4 deslocaremos 4 bits da direita à esquerda. moveremos os últimos 4 bits à parte inicial ( da direita a esquerda). esta operação equivale a multiplicar por 2. a. Portanto se multiplicamos (16*2)=32 (32*2)=64 1 bit 2 bits b.255. por cada ponto . c. Deslocando bits à esquerda (<<) Consiste em mover a quantidade de bit indicada na expressão. XOR. esquerda e direita.armazenam uma cor hexadecimal de 3 pares conhecida como RGB que armazena as cores VERMELHO. por exemplo (não será necessário). no caso das cores dos formato (BMP) bastará ler de 3 em 3.

torna-se indispensável na construção de aplicações em grande escala o desenvolvimento de formatos pessoais baseados em esquemas que armazenam a informação empregada de . (False && True) é igual a false.d. 1 só se um dos 2 bits a comparar for igual a 1. sua razão se deve a que a condição de dois ou mais argumentos se transforma sempre em binários para realizar a comparação utilizando o processador e a memória de computador. então o operador OR Avaliará as expressões e produzirá TRUE ou seja. Operador Not ~ Só se o bit a comparar for igual a 0 (False) será igual a 1. se comporta exatamente igual a uma condição: (true || false) é igual a true. (false || false) é igual a false. Expresión: 5 ^ 12 5 em binário é igual a 00000101 12 em binário = 00001100 Resultado : 00001001 = 9 Similar a (TRUE XOR FALSE) es igual a true. Emprega-se 2 por ser a base do sistema de numeração binário. Expressão: ~5 5 em binário é igual a 00000101 Resultado : 00000010 = 2 Similar a (!FALSE) é igual a true Importância do manejo dos bits Como programador darrei uma opinião muito pessoal. Exemplo: Expressão: 5 | 12 5 em binário é igual a 00000101 12 em binário = 00001100 Resultado : 00001101 = 13 Só se um par dos bits a comparar for 1 o resultado será 1. Operador de lógica AND & Só se o par de bits a comparar for igual a 1 o resultado será 1. Operador XOR ^ Só se o par de bits a comparar for diferente será igual a 1. Operador de lógica OR | Lembraremos que chamaremos 0 em binário False e 1 True. Expressão: 5 & 12 5 em binário é igual a 00000101 12 em binário = 00001100 Resultado : 00000100 = 4 É parecido a (TRUE && TRUE) é igual a true. ( TRUE XOR TRUE) es igual a false.

Conclusão: Podemos dizer que o computador sem software só tem capacidades para fazer operações aritméticas simples (somas. pode criar a interface como da que hoje desfrutamos em matéria de Sistemas Operacionais. multiplicação. permitindo ao usuário final maior comodidade y segurança durante o transporte da informação e oferecendo-lhe a capacidade de torna-las compatíveis com outras aplicações. e deixar a um lado (dependendo do objetivo) o típico uso de banco de dados que requerem recursos adicionais do computador ademais de interpretadores. etc. enfim. etc…) E é o software que valendo essas simples operações com processos como os explicados anteriormente.modo comprimido para a utilização de um ou outros recursos de nossa aplicação. cada vez que movemos o Mouse isso está produzindo um processamento de dados binários. dependendo dos métodos utilizados e as técnicas empregadas. certamente você conseguirá uma soma consumindo menor quantidade de recursos que o habitual. oriente seus esforços como programador a reduzir ao máximo o consumo de recursos. Tipos de programação Existe várias classes de programação. todas as linguagens desde as mais altas como Php até as mais baixas como Assembler passam por binário. subtrações. Considero que a informação redigida contribui consideravelmente a encaminhar seus esforços nessa direção. Por Sara Alvarez Langa .

Na programação modular. existem de "1 a n" caminhos desde o princípio até o fim do programa e por último. Estruturas básicas: existem três tipos de estruturas básicas: o Estruturas seqüenciais: cada ação segue a outra ação seqüencialmente. A saída de uma ação é a entrada de outra. Esta técnica incorpora: • • • Design descendente (top-dow): o problema se descompõe em etapas ou estruturas hierárquicas. Utilizam-se expressões lógicas. Na maioria dos casos.Publicado em: 22/1/07 Valorize este artigo: 1 voto Os tipos ou técnicas de programação são bastante variados. embora pode ser que haja muitos leitores que só conheçam uma metodologia para realizar programas. As principais vantagens da programação estruturada são: • • • • Os programas são mais fáceis de entender Reduz a complexidade das provas Aumenta a produtividade do programador Os programas ficam melhor documentado internamente. Explicaremos isso melhor ao longo do artigo. Esta programação estruturada utiliza um número limitado de estruturas de controle. que todas as instruções são executáveis sem que apareçam loops infinitos. Programação modular Na programação modular consta de várias seções dividas de forma que interagem através de chamadas a procedimentos. Recursos abstratos (simplicidade): consiste em descompor as ações complexas em outras mais simples capazes de ser resolvidas com maior facilidade. que integram o programa em sua totalidade. o Estruturas seletivas: nestas estruturas avaliam-se as condições e em função do resultado das mesmas realizam-se umas ações ou outras. reduzindo assim consideravelmente os erros. Um programa está estruturado se possui um único ponto de entrada e só um de saída. o programa principal coordena as chamadas aos módulos . porém existem outros tipos de programação. o Estruturas repetitivas: são seqüências de instruções que se repetem um número determinado de vezes. as técnicas centram-se em programação modular e programação estruturada. Programação estruturada (PE) A programação estruturada é composta por um conjunto de técnicas que foram se evoluindo aumentando consideravelmente a produtividade do programa reduzindo o tempo de depuração e de manutenção do mesmo.

Importância da documentação Descrevemos os aspectos chaves para o desenvolvimento de uma boa documentação do programa para entregar ao cliente. obtendo uns resultados lentos nas ações. O polimorfismo e a herança são umas das suas principais características e por isso dedicaremos mais adiante um artigo exclusivamente para tratar destes dois termos. Por Sara Alvarez Langa .com anteriormente uma explicação do que é a programação orientada a objetos. Trata-se de uma programação baseada no cálculo de predicados (uma teoria matemática que permite conseguir que um computador baseando-se em fatos e regras lógicas. Programação lógica Costuma-se utilizar na inteligência artificial e em pequenos programas infantis. que pode dar soluções inteligentes). Trata-se de uma programação mais lenta e trabalhosa. Costuma-se utilizar para controlar os acessos de usuários e programas a um recurso de forma simultânea.secundários e passa os dados necessários em forma de parâmetros. O objeto é um conjunto complexo de dados e programas que possuem estrutura e fazem parte de uma organização. Por sua vez cada módulo pode conter seus próprios dados e chamar a outros módulos ou funções. O elemento principal da programação orientada a objetos é o objeto. Programação orientada a objetos (POO) Trata-se de uma técnica que aumenta consideravelmente a velocidade de desenvolvimento dos programas graças à reutilização dos objetos. Programação funcional Caracteriza-se principalmente por permitir declarar e chamar a funções dentro de outras funções. Um objeto contém vários dados bem estruturados e podem ser visíveis ou não dependendo do programador e as ações do programa nesse momento. Programação concorrente Este tipo de programação se utiliza quando temos que realizar várias ações de só uma vez. Publicamos em CriarWeb.

Deve estar realizado de tal forma que permita a divisão do trabalho. interna e externa: • • Interna: É aquela que se cria no mesmo código. totalmente alheia à aplicação em si. Esta parte do guia é unicamente destinada aos programadores. por sua vez. outra documentação para sua melhor compreensão e pode ser de grande ajuda para a manutenção ou o desenvolvimento melhorado da aplicação. já pode ser em forma de comentários ou de arquivos de informação dentro da aplicação. • O guia de uso É o que comumente chamamos o manual do usuário. a documentação que se entrega ao cliente terá que coincidir com a versão final dos programas que compõem a aplicação. Muita gente não faz esta parte do desenvolvimento e não se dá conta de que perde a possibilidade da reutilização de parte do programa em outras aplicações. Tipos de documentação A documentação que se entrega ao cliente se divide claramente em duas categorias.Publicado em: 09/2/07 Valorize este artigo: 1 voto A documentação dos programas é um aspecto sumamente importante. tanto no desenvolvimento da aplicação como na manutenção da mesma. Contem a informação necessária para que os usuários utilizem corretamente a aplicação. geralmente programadores. os documentos que se devem entregar são um guia técnico. Externa: É aquela que se escreve em cadernos ou livros. Uma vez concluído o programa. Programa fonte: É onde se inclui a codificação realizada pelos programadores. A documentação de um programa começa com a construção do mesmo e finaliza justo antes da entrega do programa ou aplicação ao cliente. a correção e a futura manutenção da aplicação de uma forma rápida e fácil. Este documento pode ter. . Mesmo assim. O principal objetivo é o de facilitar o desenvolvimento. sem necessidade de conhecer o código no dedo. A guia técnica No guia técnico ou manual técnico se refletem o design do projeto. a codificação da aplicação e as provas realizadas para seu correto funcionamento. um guia de uso e de instalação. Dentro se esta categoria também se encontra a ajuda eletrônica. Este guia está composto por três seções claramente diferenciadas: • • Caderno de carga: É onde fica refletido a solução ou design da aplicação. Geralmente este documento está desenhado para pessoas com conhecimentos de informática. Este documento deve ter uma grande clareza em sua escritura para sua fácil compreensão. Provas: é o documento onde se especificam o tipo de provas realizadas ao longo de todo o projeto e os resultados obtidos.

Dentro das normas de utilização incluem-se também as normas de segurança. Metodologia da programação Neste artigo e nos seguintes veremos as ferramentas e técnicas que nos ajudam a desenhar algoritmos para a resolução dos problemas na programação estruturada. tanto as físicas como as referentes ao acesso à informação. Dentro deste documento encontram-se as instruções para o andamento do sistema e as normas de utilização do mesmo. porém se suprimem os tecnicismos e se apresenta de forma que seja entendível para o usuário que não seja experiente em informática. Por Sara Alvarez Langa . Um ponto a ter em conta em sua criação é que não deve fazer referência a nenhuma seção do guia técnico e no caso de que faça uso de algum tecnicismo deve ir acompanhado de um glossário ao final da mesma para sua fácil compreensão. O guia de instalação É o guia que contém a informação necessária para implementar tal aplicação.Este documento é feito através do guia técnico.

Por outro lado têm que estar normalizados com algum padrão como pode ser o ISO (a nível mundial). Os diagramas de fluxo devem ser independentes da linguagem de programação empregada. sobretudo tem que ser claro e o mais simples possível. Pseudocódigo: Linguagem intermediária entre o natural e o de programação que representa mediante a palavra. assim como finito. que nos conduz à solução do problema. Ferramentas e técnicas para o desenho de algoritmos Para o desenho de algoritmos o que mais se utiliza são os diagramas de fluxos. Nos seguintes artigos aprofundaremos mais em cada um deles e aprenderemos a construí-los e lê-los para seu posterior passo à linguagem de programação que se requer. já que são os que mais ajudam aos programadores na hora de passar esses algoritmos às diferentes linguagens de programação. devem ser flexíveis e simples. Diagramas de fluxo Os diagramas de fluxo são representações gráficas que mediante o uso de símbolos unidos mediante linhas de fluxo. mostram a seqüência lógica que se deve suceder para a solução do problema. Deve ser conciso e detalhado. . Algoritmos Um algoritmo é a descrição abstrata de todas as ações que deve realizar um computador. ANSI (a nível americano) ou o IEEE ( a nível europeu) Existem 3 tipos principais de diagramas de fluxos: • • • Fluxograma de bloco: Representação gráfica simples com os elementos que representam a entrada e saída de dados do programa Fluxograma padrão: Representação gráfica com seqüências lógicas e detalhadas de todos os passos a seguir para a resolução do algoritmo. Dentro destes três os mais utilizados são os ordinogramas ou pseudocódigos.Publicado em: 21/2/07 Valorize este artigo: 1 voto Estruturas de um programa Um programa vai se dividir em 3 partes claramente diferenciadas: • • • processos de entrada processo de dados processos de saída Todo programa está constituído por um conjunto de instruções capazes de administrar um conjunto de dados. porém. a solução do algoritmo.

Por Sara Alvarez Langa .Fluxogramas Explicamos o que são. como se constroem e as representações gráficas utilizadas para sua construção.

salvo as que operarmos com arquivos. .Publicado em: 14/3/07 Valorize este artigo: 1 voto Um fluxograma é uma representação gráfica que apresenta as entradas e saídas de dados ao programa. Os fluxogramas dividem-se em três partes claramente diferenciadas: • • • Entrada: que deve aparecer na parte superior da representação gráfica Processo: que deve aparecer na parte central da representação gráfica Saída: que deve aparecer na parte inferior Símbolos para os dispositivos de entrada/saída Desenho Dispositivo teclado Tipo entrada monitor saída disquete Entrada/Saída Impressora Saída Discos magnéticos entrada/saída Símbolos para os dispositivos de processos Símbolo Processo Qualquer processo ou operação que realizarmos.

Classificação de dados em um arquivo Extração de dados de um arquivo União de vários arquivos em um só Datas utilizadas nos fluxos de dados Setas Função Linhas de tele-processo Direção do fluxo de dados Para entender melhor os fluxogramas temos estes três exemplos: Fluxograma que reflete a soma de 3 números lidos pelo ecrã. o resultado aparece na tela Fluxograma que reflete a atualização de um arquivo de dados (quadro de funcionários. por exemplo) .

Fluxograma que reflete a união de vários arquivos em um só. .

Símbolo de sub-programa ou sub-rotina. Símbolos utilizados Simbolo Descrição Para início/fim ou para uma parada indeterminada Símbolo de entrada/saída genérico Representa uma operação ou processo geral com dados de memória. As operações seguirão uma ordem (de acima abaixo e da esquerda à direita). .Fluxogramas II Um dos diagramas de fluxos mais utilizado. porém mais detalhado e preciso. Muito parecido com o anterior. Estrutura do fluxograma Este fluxograma deve estar composto de: • Um símbolo de início de execução do programa • • A seqüência de operações necessárias para o correto funcionamento do programa. Utiliza-se para realizar uma chamada a um módulo do programa. Por Sara Alvarez Langa Publicado em: 02/4/07 Valorize este artigo: 1 voto Tratamos de outro diagrama de fluxos que mostra a seqüência lógica e detalhada das operações que necessitamos para a realização de um programa. Assim como o o fluxograma visto no capítulo anterior. Símbolo de decisão para realizar uma pergunta com duas possíveis respostas. este também deve ser independente da linguagem de programação que utilizemos. Um símbolo que indique o final do programa. É o que chamamos de símbolo de seleção simples.

Exemplos . Utiliza-se para agrupar várias linhas de fluxo que saem da mesma origem. Conector. Ao símbolo de início não pode chegar nenhuma linha de fluxo De um símbolo de fim não pode sair nenhuma linha de fluxo.Símbolo de múltipla seleção Símbolo de loop definido. Símbolo para colocar comentários Regras na hora de fazer fluxogramas Todos os símbolos utilizados devem estar unidos por linhas de fluxo. porém só pode sair uma dele. mas sim podem chegar várias a ele. Não se pode cruzar as linhas de fluxo A um símbolo de processo podem chegar várias linhas de fluxo.

Este primeiro exemplo lhe diz o maior de dois números. .

Este segundo lhe devolve os graus introduzidos em Kelvin e Fahrenheit. .

se antepõe ao comentário dois asteriscos (*) Exemplos * Programa que calcula a área de um quadrado a partir de um lado dado por . É independente da linguagem de programação que for utilizar. As principais características desta linguagem são: • • • • • Pode-se executar em um computador. e por sua vez o mais parecido possível à linguagem que posteriormente se utilizará para a codificação do mesmo. É uma forma de representação simples de utilizar e de manipular. Facilita o passo do programa à linguagem de programação. Por Sara Alvarez Langa Publicado em: 20/4/07 Valorize este artigo: 1 voto O principal objetivo do pseudocódigo é o de representar a solução a um algoritmo da forma mais detalhada possível. Todo documento em pseudocódigo deve permitir a descrição de: • • • • • Instruções Instruções Instruções Instruções Instruções primitivas de processo de controle compostas de descrição Estrutura a seguir em sua realização: Cabeçalho: • • • • • Programa: Módulo: Tipos de dados: Constantes: Variáveis: Corpo: • • • Início Instruções Fim Para comentar em pseudocódigo. É um método que facilita a programação e solução ao algoritmo do programa.Pseudocódigo Linguagem intermediária entre nossa linguagem e a linguagem de programação.

porém em todos os programas teremos que definir os tipos de dados que utilizaremos. "=". A partir de aqui tudo varia dependendo da linguagem de programação que utilizarmos. Programa: area_quadrado Modulo: main **( tambem se pode chamar principal) Variaveis: lado: natural area: natural Inicio Visualizar "Introduza o lado do quadrado" Ler lado Area<. num*t Fim desde Fim Uma vez que tivermos preparado um diagrama de fluxos (fluxograma) e um pseudocódigo. . t.teclado. será falado no seguinte artigo.lado * lado Visualizar "A área do quadrado é". Tudo isso e mais. já podemos começar com a codificação do programa em nosso computador. area Fim * Programa que visualize a tabela de multiplicar do número introduzido por teclado Programa: Tabela multiplicar Modulo: main Variaveis: t: inteiro num : inteiro Inicio Visualizar "Introduza um numero" Ler num Desde t=1 ate t=10 repetir Visualizar num. " X".

filas e árvores ( muito utilizados em C) Classes e objetos Arquivos Banco de dados Os quatros primeiros são os internos enquanto que os dois últimos correspondem a tipos de dados externos. Os mais complexos são os estruturados e os principais são: • • • • • • array Estruturas Listas. Por Sara Alvarez Langa Publicado em: 10/5/07 Valorize este artigo: 1 voto Antes de mergulharmos nos diferentes tipos de dados. a não ser que se programe em C. Dados básicos Dentro dos dados básicos podemos encontrar os dados estáticos. derivados e estruturados. real e natural para os números caracteres cadeia lógico enumerado Como dado derivado encontramos os ponteiros que hoje em dia quase não se utilizam. pilhas. Dado Elemento que não manejamos ou armazenamos em um sistema informático. . Define-se como constante a um valor que não se modifica ao longo de toda a execução do programa. Os dados estáticos são os seguintes: • • • • • inteiro. Os dados manejados em um algoritmo devem levar associado um identificador.Tipos de dados Neste artigo falaremos dos possíveis tipos de dados que podemos utilizar na criação de nossos programas. passarei a descrição de dado para que tudo fique claro desde o princípio. Constantes e variáveis Define-se como variável a uma posição de memória referenciada por um identificador onde se pode armazenar um valor determinado (Tipo de dado). um tipo de dado e seu valor.

Operadores relacionais: • • • O símbolo "==" nos compara dois valores O símbolo "!=" significa diferente e nos devolve verdadeiro se os valores comparados são diferentes. "+" "-" Para a divisão e encontrar o resto da mesma se utilizam respectivamente os símbolos. Operadores aritméticos: • • • Para a soma e a subtração se utilizam respectivamente os símbolos. A=3 B=2 X=a**2 onde x valeria 9 X=a/2 onde x valeria 1.5 X= a*2 onde x valeria 6 X= a%b onde x valeria 1 Alfanuméricos: A="Oi" B=" Tudo bem" X=a+b onde x valeria "Oi Tudo bem" Relacionais: . "<=". "/" "%" Para multiplicar e elevar potencias se utilizam respectivamente os seguintes símbolos. ">".Operadores Passamos a detalhar os diferentes operadores que existe e seu funcionamento. Principalmente utilizamos o símbolo "+" para concatenar cadeias. Logo dependendo da linguagem pode funcionar ou não o símbolo "-" para concatenar cadeias eliminando os espaços em branco. Por Sara Alvarez Langa Publicado em: 23/5/07 Valorize este artigo: 1 voto Os operadores se classificam em aritméticos. alfanuméricos. lógicos e por último um pequeno grupo de operadores especiais que dependerá das diferentes linguagens utilizadas. Exemplos Aritméticos. "<>". "*" "**" Operadores alfanuméricos: São os utilizados para trabalhar com cadeias. ">=" Operadores lógicos: Como operadores lógicos nos encontramos com o símbolo "!" ou "not" para a negação e o símbolo "&&" ou "and" para a conjunção. relacionais. Logo temos os demais signos como são. "<".

Si x==a então Instruções Sino Instruções Fim se Lógicas Se !a então A variável está vazia Fim se Se a==3 and b==3 então A e b são iguais Fim se .

dentro deste grupo de instruções de controle estão as instruções repetitivas que são aquelas que nos permitem alterar a seqüência normal da execução de um programa tornando possível que um grupo de instruções possam se repetir mais de uma vez. pode ser qualquer expressão. São o conjunto de instruções que se repetirão. Este tipo de instrução não se utiliza na programação estruturada. Por sua vez. Todo loop está composto de três partes claramente diferenciadas: o A: Parte da condição. Instruções de controle: São utilizadas para controlar a seqüência de execução do programa. Dentro deste tipo de instruções se encontram as instruções de salto que são aquelas que alteram ou rompem a seqüência de execução de um programa. Por último. Existem vários tipos de instruções: • • Instruções de definição de dados X: inteiro Instruções primitivas o de entrada (ler x) o de atribuição (x<-3) o de saída (visualizar x) Instruções compostas: São aquelas instruções que são executadas diretamente pelo processador e estão constituídas por um conjunto de ações agrupadas em módulos.Expressões e instruções Passamos a descrever estes dois termos aplicados à programação e damos algum exemplo. o C Parte final do loop. temos as instruções alternativas que controlam a execução ou não de uma ou mais instruções em função da condição. • • . É o último em se executar quando não se cumpre a condição. que depois de serem avaliados devolvem um determinado resultado. o B: Corpo do loop. Estão as instruções de alternativa simples. Em função do resultado obtido podemos classifica-las em: • • • Expressões numéricas Expressões alfanuméricas Expressões lógicas booleanas Instruções Como definição de instruções entendemos que é um fato ou acontecimento de duração limitada que gera umas mudanças na execução do programa. dupla e múltipla. Por Sara Alvarez Langa Publicado em: 05/7/07 Valorize este artigo: 1 voto Expressões Como definição de expressões entendemos que é um conjunto de operandos e operadores.

Para v<-0 ate vf[com i de incremento] fazer Instrucoes Fim para o Com isto já temos visto os conceitos básicos para poder começar a programar em qualquer linguagem de programação e sabendo disso. Existem dois tipos principais de loops: o Loop do-while: Repetem-se as instruções até que não se cumpra a condição While <<condicao>> fazer Instrucoes Fin while Loop para (for) repetem-se as instruções um número determinado de vezes. também sua sintaxe e as possíveis mudanças com respeito a outras linguagens de programação. Agora é hora de aprender alguma linguagem em concreto e começar a praticar tudo o que foi aprendido neste manual. .Os elementos que intervêem na expressão que conforma a condição devem estar sempre refletidos no corpo do loop de tal forma que sempre exista a possibilidade de sair do mesmo.

Nestes bancos de dados se salvavam os dados utilizados pelos usuários. Tem que ter um índice de redundância o mais baixo possível. Ter uma alta capacidade de acesso para ganhar o maior tempo possível na realização de consultas. Quando começou a decolagem dos programas informáticos. Nos finais dos anos sessenta. à princípio. não tem porque afetar aos programas que o utilizam. isto significa que ao ter muitos usuários atacando a um mesmo banco de dados não pode ter falhas na inserção de dados. E com os programas que os utilizam não foi preciso se preocupar de sua manutenção. erros por redundância ou lenta atualização. os quais servem às aplicações sem estar relacionados de uma maneira direta entre eles. ainda assim tinham grandes dificuldades na hora de querer modificar registros. etc. Ex: Dados dos usuários que têm acesso ao banco de dados) Organização de um banco de dados Para considerar a um banco de dados organizado. Todo banco de dados deve permitir inserir. e que por sua vez pudessem acessa-la em qualquer momento sem a necessidade de se deslocar às salas dedicadas a arquivar documentação. possam fazer diferentes coisas ou tratem aos dados de formas diferentes. . Ter um alto índice de integridade. nascem os bancos de dados. portanto nos bancos de dados se salvam informações de dois tipos: • • Os dados de usuários (dados usados pelas aplicações) Os dados de sistema (dados que o banco de dados utiliza para sua administração. porém. entendemos que se trata de um conjunto de dados inter-relacionados e armazenados sem redundâncias desnecessárias. o qual era mais cômodo. Por Sara Alvarez Langa Publicado em: 20/7/07 Valorize este artigo: 1 voto Os bancos de dados se engenharam graças à necessidade das grandes empresas de armazenar grandiosas quantidades de informação de uma forma rápida. modificar e excluir dados. começou-se a armazenar dados nos arquivos dos programas. como até há pouco tempo se fazia. Um banco de dados pode ser utilizado por várias aplicações e usuários. dependendo dos usuários ou das aplicações. Tem que atender com a rapidez adequada a cada aplicação ou empresa. simples e confiável. empresas. atendendo a quem requeri-la. nem armazenagem porque uma mudança no banco de dados. estruturas ou simplesmente buscar informação.Introdução ao banco de dados Começamos com os conceitos básicos para conhecer o que é um banco de dados. deve-se cumprir os seguintes objetivos: • • • • • Tem que ser versátil: isto quer dizer que. Como definição do banco de dados.

isto quer dizer que se fazemos mudanças na estrutura lógica dos dados (agregar novos campos a uma tabela) não devem afetar às aplicações que utilizem esses dados. Neste ponto. Por último. etc. . Quando fazemos uma mudança na organização física dos dados não deve afetar aos programas. tem que ser possível sua constante atualização para não deixar o banco de dados antigo e inservível.• • Obviamente. roubo. tem que ter um nível altíssimo de segurança e privacidade já que os dados que se armazenam em um banco de dados podem ser altamente confidenciais ou importantes. portanto também tem que ter uma independência física dos dados. também entram os meios físicos de proteção contra fogo. Assim como tem que ter total independência lógica com os dados.

Podemos destacar três níveis principais segundo a visão e a função que realize o usuário sobre o banco de dados: • Nível Interno: é o nível mais perto do armazenamento físico dos dados. Neste nível se desenham os arquivos que contém a informação. Nível conceitual: Neste nível se representam os dados que vão ser utilizados sem em conta aspectos como o que representamos no nível interno. criam-se os arquivos de configuração. Permite escreve-los tal e como estão armazenados no computador. Neste nível se descrevem os dados ou parte dos dados que mais interessam aos usuários. Evidentemente. ou seja.Arquitetura dos bancos de dados Mostramos os três principais níveis que apresentam os bancos de dados. mas pode ter vários níveis externos. Um banco de dados específico tem um único nível interno e um único nível conceitual. isto não pode ser aplicado a um informático que necessite saber onde se encontram fisicamente os dados para poder trata-los. Nível externo: é o mais próximo ao usuário. a localização dos mesmos e sua organização. Por Sara Alvarez Langa Publicado em: 03/8/07 Valorize este artigo: 1 voto Os usuários não costumam saber como estão organizados e armazenados os dados. Por este motivo um banco de dados deve apresentar os dados de forma que o usuário possa interpreta-los e modifica-los. . • • Estes três níveis de visão de usuários são proporcionados pelos sistemas gestores de banco de dados (já veremos mais adiante o que significa isto).

.

O administrador armazena uma descrição de dados no qual chamamos dicionário de dados. assim como os usuários permitidos e as permissões. os programas que os manejam e os usuários finais. Proporciona uma interface entre os dados. relações entre os dados. O dicionário deve conter: • • • • • • A descrição externa. Ajuda a realizar as seguintes ações: • • • • Definição dos dados Manutenção da integridade dos dados dentro do banco de dados Controle da segurança e privacidade dos dados Manipulação dos dados Um sistema de informação gerencial de dados está composto de: O gerenciamento do banco de dados Trata-se de um conjunto de programas não visíveis ao usuário final que se encarregam da privacidade. Dicionário de dados É um banco de dados onde se salvam todas as propriedades do banco de dados. Qualquer operação que o usuário faz contra o banco de dados está controlada pelo administrador. da integridade. Por Sara Alvarez Langa Publicado em: 14/8/07 Valorize este artigo: 1 voto Um sistema de informação gerencial de banco de dados se define como o conjunto de programas que administram e gerenciam a informação contida em um banco de dados. descrição da estrutura. Tem que haver um usuário administrador encarregado de centralizar todas estas tarefas. conceitual e interna do banco de dados As restrições sobre os dados O acesso aos dados As descrições das contas de usuário As permissões dos usuários Os esquemas externos de cada programa O administrador do banco de dados É uma pessoa ou grupo de pessoas responsáveis do controle do sistema de gerenciamento do banco de dados. As principais tarefas de um administrador são: .Sistemas de informação gerencial de banco de dados Introdução a este conceito e características especiais. da segurança dos dados e a interação com o sistema operacional. etc.

. Para manipular os dados do banco de dados Linguagem de controle de dados(DCL). Para definir os esquemas do banco de dados Linguagens de manipulação de dados (DML). Para a administração de usuários e segurança no banco de dados. Estas linguagens são as seguintes: • • • Linguagem de definição de dados (DDL).• • • • • A definição do esquema lógico e físico do banco de dados A definição das vistas de usuário A atribuição e edição de permissões para os usuários Manutenção e seguimento da segurança no banco de dados Manutenção geral do sistema de gerenciamento do banco de dados As linguagens Um sistema de gerenciamento de banco de dados deve proporcionar uma série de linguagens para a definição e manipulação do banco de dados.

Nesta estrutura qualquer componente pode se relacionar com qualquer outro. Não se permitem mais de uma relação entre dois segmentos. Modelo de dados em rede Neste modelo as entidades se representam como nós e suas relações são as linhas que os unem. Para acessar a qualquer segmento é necessário começar pelo segmento raiz A árvore se deve percorrer na ordem designada. Por Sara Alvarez Langa Publicado em: 24/8/07 Valorize este artigo: 1 voto Os modelos mais conhecidos e utilizados são: Modelo de dados hierárquico Este modelo utiliza árvores para a representação lógica dos dados.Modelos de bancos de dados Depois de realizar o desenho conceptual de um banco de dados é necessário traduzi-lo ao modelo lógico de dados. um filho pode ter vários pais. A representação gráfica deste modelo se realiza mediante a criação de uma árvore invertida. por isso apresenta vários inconvenientes: • • • • • Não se admitem relações N:M Um segmento filho não pode ter mais de um pai. os diferentes níveis ficam unidos mediante relações. Diferentemente do modelo hierárquico. Os conceitos básicos no modelo em rede são: . neste modelo. Esta árvore esta composta de uns elementos chamados nós. O nível mais alto da árvore denominase raiz. Neste modelo só se podem representar relações 1:M. Cada nó representa um registro com seus correspondentes campos.

Elemento. O elemento principal deste modelo é a relação que se representa mediante uma tabela. Este modelo de dados permite representar relações N:M Modelo de dados relacional Este modelo é o mais utilizado atualmente já que utiliza tabelas bidimensionais para a representação lógica dos dados e suas relações. Permite ampliar o esquema conceitual sem modificar as aplicações de gerenciamento. Agregado de dados. que define um conjunto de dados com nome. Algumas de suas principais características são: • • • Pode ser entendido e usado por qualquer usuário. que é um campo de dados. Os usuários não necessitam saber onde se encontram os dados fisicamente. que representa um nó.• • • O tipo de registro. .

Por outro lado. Por Sara Alvarez Langa Publicado em: 01/9/07 Valorize este artigo: 1 voto Esta arquitetura se divide em duas partes claramente diferenciadas. sempre é claro. . Normalmente o servidor é uma máquina bastante potente que atua como depósito de dados e funciona como um sistema gerenciador de banco de dados (SGBD). Normalmente este software se hospeda no servidor. Uma representação gráfica deste tipo de arquitetura seria a seguinte. Software de desenvolvimento: este tipo de software se hospeda nos clientes e só naqueles que se dediquem ao desenvolvimento de aplicações. a nível de usuário (consultas principalmente).Arquitetura cliente-servidor Características principais deste tipo de arquitetura de frente ao banco de dados. os clientes costumam ser estações de trabalho que solicitam vários serviços ao servidor. Software de interação com os usuários: Também reside nos clientes e é a aplicação gráfica de usuário para a manipulação de dados. a primeira é a parte do servidor e a segunda a de um conjunto de clientes. Podemos dizer que esta arquitetura necessita três tipos de software para seu correto funcionamento: • • • Software de gerenciamento de dados: Este software se encarrega da manipulação e gerenciamento de dados armazenados e requeridos pelas diferentes aplicações. Ambas partes devem estar conectadas entre si mediante uma rede. devido ao fato de ser a mais avançada e a que melhor evoluiu nestes últimos anos. Este tipo de arquitetura é a mais utilizada atualmente.

Por Sara Alvarez Langa Publicado em: 17/9/07 Valorize este artigo: 1 voto Este modelo se obtén em tempo de design do banco de dados. N:M.A parte destes existem mais aplicações software para o correto funcionamento desta arquitetura. Elementos do modelo entidade-relação Entidad Trata-se de um objeto do qual se recolhe informação de interesse para o banco de dados. dentro delas se coloca o nome da relação. como pode ser o nome. Modelo entidade-relação Mostramos as características básicas de um dos modelos conceituais mais utilizados. o tipo de rede na qual se encontra. Relação Podemos definir a relação como uma associação de duas ou mais entidades. Muitos a muitos. etc. Dentro das entidades podem ser fortes ou débeis. Caracteriza-se por utilizar uma série de símbolos e regras para representar os dados e suas relações. Outra característica é o de correspondência entre duas relações. • • • 1:1. etc. onde se recolheriam os dados relativos a esse banco. cada ocorrência de uma entidade pode conter várias da outra entidade relacionada e vice-versa. Gráficamente. As de grau 2 são relações que associam duas entidades diferentes. Foi proposto por Peter Chen em 1976 e desde então vem se utilizando de uma forma muito global. a cada ocorrência de uma entidade lhe corresponde como máximo uma ocorrência da outra entidade relacionada. mas já estão condicionados pelo tipo de sistema operacional instalado. Outra característica é o grau de relação. e as de grau n que se tratan de relações que unem mais de duas entidades. As fortes são as que não dependem de outras entidades para existir. A cada relação se atribui um nome para poder distingui-la das demais e saber sua função dentro do modelo entidade-relação. Um a Muito. senão não tem sentido por elas mesmas. enquanto que as entidades débeis sempre dependem de outra entidade. Um a um. sendo as de grau 1 relações que só relacionam uma entidade consigo mesma. Com este modelo conseguimos representar de maneira gráfica a estrutura lógica de um banco de dados. 1:N. representam-se mediante um retângulo. o número de filial. a cada ocorrência da entidade A lhe podem corresponder várias da entidade B. As relações se representam graficamente com rombos. . Um exemplo seria a entidade banco. Os principias elementos do modelo entidade-relação são as entidades com seus atributos e as relações entre entidades. o endereço.

. Um exemplo de atributo principal seria o dni dentro da entidade pessoa. mínimo) Atributo Define-se como cada uma das propriedades de uma entidade ou relação.Para finalizar as características da relação temos a cardinalidade que define o número máximo e mínimo de ocorrências de cada tipo de entidade. Representa-se com os valores máximo Representa-se com os valores máximo com o mínimo fechados entre parênteses encima da relação. Colocamos um exemplo do que seria um esquema do modelo entidade-relação. Cada atributo tem um nome e todos os possíveis valores que pode ter. Dentro de uma entidade tem que haver um atributo principal que identifica à entidade e seu valor tem que ser único. (máximo.

Chave alheia (Foreign Key): é o valor ou valores de uma tabela que corresponde com o valor de uma chave primária em outra tabela. É importante assinalar que não se podem ter tuplas duplicadas em uma tabela.Estrutura do modelo relacional O que é. Domínios O domínio dentro da estrutura do modelo relacional é o conjunto de valores que pode tomar um atributo. como se constrói e como se utiliza este simples mas potente modelo relacional de dados. Chaves Cada tupla de uma tabela tem que estar associada a uma chave única que permita identifica-la. Uma chave tem que ser única dentro de sua tabela e não se pode descartar nenhum atributo da mesma para identificar uma fila. que é único para cada pessoa e não pode ser NULL. Tupla: trata-se de cada uma das filas da tabela. domínios restringidos: são os que pertencem a um conjunto de valores específicos. • . Esta tabela contém os atributos (colunas) e as tuplas (filas). O elemento principal deste modelo é a relação. • • Atributo: trata-se de cada uma das colunas da tabela. Existem dois tipos de domínios: • • domínios generais: são aqueles que estão compreendidos entre um máximo e um mínimo. Vêem definidas por um nome e podem conter um conjunto de valores. Relação A relação se representa mediante uma tabela. Por Sara Alvarez Langa Publicado em: 03/10/07 Valorize este artigo: 1 voto Trata-se de um modelo bastante potente e ao mesmo tempo bastante simples. Por tanto. Existem dois tipos de chaves: • Chave primária (Primary Key): é o valor ou conjunto de valores que identificam uma fila dentro de uma tabela. Um exemplo claro de chave primária seria o RG. que não representa problemas. Nunca pode ser NULL. Esta chave é a que representa as relações entre as tabelas. Uma chave pode estar composta por um ou mais atributos. esta tabela representa ao que no modelo entidade-relação chamávamos entidade. podemos dizer que um banco de dados relacional está composto por um conjunto de relações.

a qual mostra atributos de outras tabelas relacionadas. .Vistas Trata-se de uma tabela fictícia. Desta forma obtemos os dados que nos interessam de uma ou várias tabelas. É importante assinalar que não se podem realizar operações sobre vistas.

Constrói um índice para uma coluna. Aborta a transação atual. Adiciona uma nova vista ao banco de dados. Por Sara Alvarez Langa Publicado em: 05/3/08 Valorize este artigo: 2 votos Em SQL temos bastantes instruções que se podem utilizar para realizar diversas tarefas. update. . Define um cursor para uma consulta. Adiciona novas filas de dados ao banco de dados. Suprime um alias para um nome de tabela. INSTRUÇÃO DML Manipulação de dados SELECT INSERT DELETE UPDATE Definição de dados CREATE TABLE DROP TABLE ALTER TABLE CREATE VIEW DROP VIEW CREATE INDEX DROP INDEX CREATE SYNOYM DROP SYNONYM Controle de acesso GRANT REVOKE Controle de transações COMMIT ROLLBACK PLSQL SQL Programático DECLARE OPEN FETCH CLOSE DESCRIÇÃO Recupera dados do banco de dados. Fecha um cursor. create). Abre um cursor para recuperar resultados de consulta. Suprime o índice para uma coluna. Modifica a estrutura de uma tabela existente. a seguir continua com uma ou mais cláusulas que nos dizem dados com os que vamos operar (from. DCL Concede privilégios de acesso a usuários. Componentes sintáticos A maioria de sentenças SQL tem a mesma estrutura. Suprime uma tabela do banco de dados. Modifica dados existentes no banco de dados. estas sentenças se podem classificar em três grupos principais (DML. e sim da PLSQL. DDL Adiciona uma nova tabela ao banco de dados. algumas destas são opcionais e outras obrigatórias como é o caso do from.DCL). Suprime filas de dados do banco de dados. insert. Suprime privilégios de acesso a usuários Finaliza a transação atual. embora nos restaria outro grupo que ao meu entender não está dentro da linguagem SQL.Tipos de instruções SQL e seus componentes sintáticos Passamos a descrever os tipos de sentenças sql que podemos encontrar e seus componentes sintáticos. Dependendo das tarefas. where). Define um alias para um nome de tabela. Suprime uma vista do banco de dados. Recupera uma fila de resultados de consulta. Todas começam por um verbo (select. DDL.

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