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TADI – Tratamento e Análise de Dados/Informações

Prof. Camilo Rodrigues Neto

Apresentação da disciplina

- apresentação
- planejamento das aulas
- cronograma de aulas, provas e trabalhos
- leitura para próxima aula
- Egroups
- bibliografia
Joseph Scrofani
OBJETIVOS DA DISCIPLINA

• Apresentar uma visão histórica do desenvolvimento do método


científico, do contexto social e dos atores envolvidos nesse
processo.

• Permitir ao aluno um olhar crítico sobre a ciência, seu método e o


papel da criatividade nesse processo.

• Capacitar a definição de um tema e a construção de argumentos


para um plano de pesquisa, bem como a apresentação de seus
resultados na forma de artigos e relatórios.
Programa TADI

Aula zero: Apresentação geral e introdução


1. Conhecimento confiável e Crenças duvidosas: determinantes cognitivos
2. Conhecimento confiável e Crenças duvidosas: determinantes motivacionais
e sociais
3. Lógica: dedução e indução (P1: primeira prova)
4. Falácias
5. Método científico
6. Ciência e pseudociência
7. Formas de aquisição de conhecimento e Comunicação científica (P2:
segunda prova)
8. Comunicação e Redação científica
9. Representação gráfica de informação quantitativa
10. Estatística descritiva – medidas de tendência central
11. Estatística descritiva – medidas de dispersão
12. Estatística descritiva – exercícios
13. P3: terceira prova
14. SUB: prova substitutiva
Quais os determinantes das Crenças duvidosas?

• Determinantes cognitivos (ação de adquirir um conhecimento)


– Vendo o que se espera ver: avaliação tendenciosa (enviesada) de dados
Aula 1 ambíguos e inconsistentes
– Algo a partir de nada: percepção e interpretação equivocadas de dados
(informação) aleatórios
– Muito a partir de pouco: interpretação equivocada de dados incompletos e
não representativos
Aula•2 Determinantes motivacionais e sociais
– Vendo o que se quer ver: determinantes motivacionais das crenças
– Acreditando no que é dito: efeitos tendenciosos da informação de segunda
mão
– O apoio imaginário dos outros: impressões exagerados de apoio social
• O que fazer então?
– Desafiando crenças duvidosas: o papel da ciência
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Aula 1. Conhecimento confiável e Crenças duvidosas

Veremos como as pessoas avaliam as evidências da


experiência do dia a dia para fazer julgamentos, formar crenças e
tomar decisões, bem como algumas vezes interpretam
equivocadamente essas evidências para fazer julgamentos
equivocados, formar crenças duvidosas e embarcar em ações
contraprodutivas. Também veremos o papel do estado emocional
nesses julgamentos.
Ao final dessa aula, você deve ser capaz de identificar e
evitar os determinantes cognitivos mais comuns de crenças duvidosas,
tais como ordem no aleatório, ilusão de agrupamento, confirmation
bias ou tendência à confirmação, a primeira impressão, heurísticas
falhas, reconstrução cognitiva, lembrança seletiva, evidências
anedóticas, julgamento de representatividade, falácia da reversão ...
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Aula 2. Conhecimento confiável e Crenças duvidosas

Ao final dessa aula, você deve ser capaz de identificar os:


• determinantes motivacionais das crenças duvidosas;
• os efeitos tendenciosos da informação de segunda mão e;
• as influências exagerados de apoio social.
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Aula 3 - Lógica: dedução e indução

Ao final dessa aula, você deve ser capaz


de diferenciar um raciocínio dedutivo de um
raciocínio indutivo.
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Aula 4 - Falácias
- O que é um argumento
- Argumento não-condicional (silogismo)
- Premissas as verdadeiras e falsas
- Argumentos válidos e inválidos
- Falácias formais e informais
- Premissas inaceitáveis, irrelevantes ou insuficientes
- Exemplos de falácias informais
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Aula 5 – Método científico

- Para onde a ciência nos leva?


- Tipos de conhecimento: Estético, Mítico, Mágico, Filosófico,
Religioso, Espontâneo, Científico ...
- Método científico e Conhecimento confiável
- Critério de adequabilidade: Testabilidade, Fertilidade, Faixa
de aplicação, Simplicidade e Compatibilidade.
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Aula 6 – Ciência e pseudociência

Ao final dessa aula, você deve ser capaz de


diferenciar Ciência e Pseudociência, bem
como entender o que é Refutabilidade de uma
teoria, a base do método científico.
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Aula 7 – Formas de aquisição de conhecimento

Ao final dessa aula, você deve ser


capaz de escrever e julgar
criticamente Planos e Relatórios
de pesquisa.
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Aula 8 – Comunicação científica

Ao final dessa aula, você deve ser capaz de escrever e


julgar criticamente Planos e Relatórios de pesquisa:
• pesquisa, pesquisadores e leitores;
• fazendo perguntas, encontrando respostas;
• fazendo uma afirmação e sustentando-a.
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Aula 9 - Representação gráfica da


informação (parte 1)

- Tabelas de freqüência (absoluta ou relativa, cumulativa ou não)


- Gráficos de Setores
- Gráfico de barras: freqüência absoluta ou relativa
- Histogramas: freqüência absoluta ou relativa de dados quantitativos
- Ogiva: freqüência cumulativa
- Diagrama de Dispersão: a relação entre duas variáveis quantitativas
- Gráfico temporal: evolução de uma dada quantidade ao longo do tempo
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Aula 9 - Representação gráfica da


informação (parte 2)

- Gráficos, uma visão ampla


- O que são gráficos?
- Evolução da representação gráfica
- Quais são seus propósitos?
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Aula 10 - Estatística Descritiva: medidas


Hieronymus Bosch (1450 - 1516)
de tendência central

• Medidas Resumo
• Medidas de tendência central: Média, Mediana e Moda
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Hieronymus Bosch (1450 - 1516)

Aula 11 - Estatística Descritiva:


medidas de dispersão

Medidas Resumo II: medidas de dispersão e box plot


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Aula 12 - Exercícios
BIBLIOGRAFIA
- Aulas 1 e 2:
- GILOVICH, Thomas. How We Know What Isn't So: The Fallibility of Human Reason in Everyday Life. New York: Free
Press, 1993, 216 p.
- Aulas 3 e 4:
- NAVEGA, Sérgio. Pensamento Crítico e Argumentação Sólida. São Paulo: Publicações Intelliwise, 2005, 312 p.
- SCHICK Jr, Theodore e VAUGHN, Lewis. How to think about Weird Things. 4.ed.. New York: Mc Graw Hill, 2005, 338 p.
- Roberto Patrus Mundim, A Lógica Formal – princípios elementares, Econom. & Gestão, Belo Horizonte, v.2, n.3, p.135-145,
jan./jun. 2002
- Aulas 5 e 6:
- BOOTH, Wayne C., COLOMB, Gregory G. e WILLIAMS, Joseph M., A arte da pesquisa. São Paulo: Martins Fontes, 2005,
352 p.
- Aulas 7 e 8:
- SCHICK Jr, Theodore e VAUGHN, Lewis. How to think about Weird Things. 4.ed.. New York: Mc Graw Hill, 2005, 338 p.
- GOULD, Stephen Jay. Acerca de heróis e tolos na ciência. In: Darwin e os grandes enigmas da vida. São Paulo: Martins
Fontes, 1987, p. 199-204.
- SAGAN, Carl, O Mundo Assombrado pelos Demônios. São Paulo: Companhia das letras, 2006, 512 p.
• Aulas 9, 10, 11 e 12:
– TUFTE, Edward R., The visual display of quantitative information, Connecticut: Graphics Press, 2001, 196 p.
– MAGALHÃES, Marcos N. e LIMA, Antonio C. P. Noções de probabilidade e estatística. São Paulo: Edusp, 2005, 391 p.
– BUSSAB, Wilton O. e MORETTIN, Pedro A. Estatística básica. São Paulo: Ed. Saraiva, 2004, 526 p.
– GOULD, Stephen Jay. A mediana não é a mensagem.

- Todas a aulas: artigos selecionados da Revista FAPESP


- Aulas 1 a 8: disponível somente na Internet
– Robert Todd Carroll, Dicionário do Cético brazil.skepdic.com
– Projeto Ockham - Ciência e pensamento crítico, www.projetoockham.org
– Ceticismo Aberto, www.ceticismoaberto.com
Parte da BIBLIOGRAFIA consultada
• APPOLINÁRIO, Fábio, Metodologia da Ciência, Filosofia e Prática da Pesquisa. São Paulo:
Pioneira Thomson Learning, 2006, 209 p.
• DE WAAL, Frans, Our Inner Ape: A Leading Primatologist Explains Why We Are Who We Are.
New York: Riverhead Books, 2006, 304 p.
• DE WAAL, Frans, Eu, primata: por que somos como somos? São Paulo: Companhia das Letras,
2007, 328 p.
• LEBRUN, Jean-Luc, SCIENTIFIC WRITING: a reader and writer´s guide. Singapore: World
Scientific, 2007, 223p.
• ADLER, Mortimer J.; VAN DOREN, Charles, Como Ler um Livro, São Paulo: Editora
UniverCidade, 2000, 586 p.
• ARANHA, Maria L. A.; Martins, Maria H. P. Lógica. In: Filosofando - Introdução à Filosofia,
São Paulo: Ed. Moderna, 1986, p. 96-115.
• CARROL, Robert Todd. Becoming a Critical Thinker, Boston: Pearson Publishing, 2005, 239 p.
• GAUCH Jr., Hugh G.. Scientific Method in Practice, New York: Cambridge, 2007, 435 p.