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3ª Fase - Banco. Dados Convencionais e Não Convencionais

3ª Fase - Banco. Dados Convencionais e Não Convencionais

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PLANO DE ENSINO

1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Faculdade Estácio de Sá de Santa Catarina Cursos: Tecnologia em Rede de Computadores Professor: Daniel dos Santos Jr. daniels@sc.estacio.br Período/ Fase: 3º Semestre: 2º Ano: 2006 Disciplina: Banco. Dados Convencionais e Não Convencionais Carga Horária: 120 horas/aula 2. EMENTA Conceitos gerais de banco de dados: vantagens do banco de dados em relação à arquitetura tradicional, classificação de usuários, modelo lógico, abstração de dados. Normalização de dados: definição, Primeira Forma Normal, Segunda Forma Normal, Terceira Forma Normal. Modelo entidade-relacionamento: definição, representação gráfica, cardinalidade. Projeto lógico de bancos de dados relacionais. Linguagem de manipulação. Novas tendências em bancos de dados. 3. OBJETIVO GERAL DA DISCIPLINA Propiciar ao aluno uma visão aprofundada de banco de dados e sua utilização em suas atividades profissionais. 4. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA Capacitar o aluno na criação de soluções para o manuseio e modelagem de informações utilizando uma ferramenta de banco de dados. 5. RELAÇÕES INTERDISCIPLINARES Programação Básica (Lógica e Técnicas de Programação e Estruturas de Dados) 6. HABILIDADES REQUERIDAS E COMPORTAMENTO ESPERADO • Capacidade de criar soluções com flexibilidade, adaptabilidade e com inovação. • Raciocínios lógicos, críticos e analíticos; de ordenar atividades e informações. • Conhecimentos em manuseio de programas. 7. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Introdução e Conceitos Gerais 1.1. Abordagem Banco de Dados X Processamento Tradicional de Arquivos 1.1.1. Auto Informação 1.1.2. Separação entre Programas e Dados 1.1.3. Abstração de Dados 1.1.4. Múltiplas Visões de Dados 1.2. Usuários 1.2.1. Administrador de Banco de Dados (DBA) 1.2.2. Projetista de Banco de Dados 1.2.3. Usuários Finais 1.2.4. Analistas de Sistemas e Programadores de Aplicações 1.3. Vantagens e desvantagens do uso de um SGBD 1.3.1. Controle de Redundância 1.3.2. Compartilhamento de Dados 1.3.3. Restrição a Acesso não Autorizado 1.3.4. Representação de Relacionamentos Complexos entre Dados 1.3.5. Tolerância a Falhas

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2. Resumindo.4.2.1x Média dos exercícios Média Semestral = (PR1 + PR2)/2 2 . Esquemas e Instâncias 2.1. Conforme regra estipulada pela Instituição.1. perderá um ponto a cada dia de atraso.4. o (a) acadêmico (a) que não comparecer no dia e local definidos para a avaliação. ESTRATÉGIAS DE ENSINO • Aulas expositivas • Aulas práticas em laboratório 9.5.5%). individuais e sem consulta. Tipos Entidade. Quando não Utilizar um SGBD 2. Trabalhos desenvolvidos em laboratório e seminário (15%): serão desenvolvidos diversos exercícios nas aulas práticas de laboratório.3. A data para a realização da avaliação em segunda chamada será o último dia letivo no calendário acadêmico.2.7. Tipos e Instâncias de Relacionamento 3. Atributo Chave.3. Grau de um Relacionamento 3.3. A Arquitetura Três Esquemas 2.6. Dependência Funcional e Normalização 4.5. todas com o mesmo peso (42. O limite de atraso estipulado para entrega de um trabalho é a aula seguinte. Conjunto de Valores.2. Modelo de Dados Conceitual de Alto Nível 3. Modelagem de Dados Utilizando o Modelo Entidade Relacionamento (ER) 3.1.5. o cálculo das PR´s será: 0.3. Inserções e Atualizações 8. Definição de Dados Utilizando SQL 4.Structured Query Language 4. Entidades e Atributos 3.5. Tuplas. Consultas em SQL 4. Modelos de Dados 2. Independência de Dados 2. 3.1. terá um prazo máximo de dois dias para solicitar. além dos 30%.4. Dependência Funcional 4.1. SQL . Atributo Chave de uma Relação 4. sendo duas na PR1 e duas na PR2. As Linguagens para Manipulação de Dados 2.05x Seminário + 0.4. poderão ser desenvolvidos excepcionalmente em dupla (no máximo). Domínios. Conforme o tamanho da turma ou o número de computadores operacionais. Os Módulos Componentes de um SGBD 2. Conceitos e Arquiteturas de um SGBD 2.6. O Modelo Relacional 4.5.7. Classificação dos SGBDs 3. SISTEMA DE AVALIAÇÃO Avaliações individuais teóricas e/ou práticas (85%): serão num total de quatro durante todo o semestre. Normalização 4.5.1.3. com perda de 30% no seu valor. Mapeamento do MER para o Modelo Relacional 4. Diagrama Entidade Relacionamento 4.4.85x Média das provas + 0. Caso o (a) acadêmico (a) não cumpra este prazo. sua segunda chamada.2. abrangendo todo o conteúdo programático abordado no semestre letivo. junto à Secretaria. 4. Atributos e Relações.

C. Roberto Carlos. Projeto de banco de dados: uma visão prática. ABREU.2 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR OPPEL. 2004. DATE. 4. 1996. 10. Machado. Shamkant B. Otimizando a performance de banco de dados relacionais. Mauricio. Banco de Dados desmistificado: guia de aprendizado. MAYER. Felipe. São Paulo: Érica. Introdução a sistemas de banco de dados. Rio de Janeiro: LTC. Andy.J.10. ELMASRI. Sistemas de banco de dados: fundamentos e aplicações. Rio de Janeiro: Alta Books. 2002. 3 . Rio de Janeiro: Axcel. ed. Rodrigues. Ramez E.1 BIBLIOGRAFIA BÁSICA NAVATHE. Rio de Janeiro: Campus. 2001.BIBLIOGRAFIA 10. Nery. 1991.

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