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Eletrônica Analógica – Pratica

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Eletrônica Analógica – Pratica

- ELETRÔNICA DIGITAL

-- ELETRÔNICAELETRÔNICA ANALÓGICAANALÓGICA

Apostila sujeita a revisão

Prática

1

Eletrônica Analógica – Prática

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Índice

EA 01: Resistores

5

Primeira Lei de Ohm

5

Segunda Lei de Ohm

9

Lei de Kirchhoff

15

Teorema de Norton

19

Teorema de Thevenin

23

Teorema

de

Superposição

27

EA 02: Multímetro Analógico

33

Medidas de Resistência com Ôhmímetro Analógico

33

Medidas de Tensão com Multímetro Analógico

41

Medidas de Corrente com Multímetro Analógico

45

EA 03: RLC/Filtros Passivos

49

Circuito RC série em CA

49

Circuito RLC paralelo em CA

55

Circuito RLC série em CA

59

Medidas de ângulo de fase de capacitor em

65

Reatância Capacitiva

71

EA 04 : Transformadores Monofásicos

77

Tapeamento de Transformadores Monofásicos

77

EA 05: Diodos/Fonte DC

83

Curva característica do diodo

83

Característica do diodo zener

89

Retificador

de meia onda

95

Retificador

de

Onda Completa

101

Retificador em ponte de diodos

107

Capacitor de Filtro em retificador de meia onda

111

Capacitor de filtro em retificador de onda completa

117

Regulador Monolítico

7805

125

EA 07: Amplificador com Acoplamento Capacitivo

131

Amplificador em emissor comum

131

Amplificador em base comum

137

Determinação de impedância de entrada e saída de um amplificador EC

145

Amplificador em coletor comum

151

Amplificador em cascata com acoplamento capacitivo

155

Resposta de freqüência em amplificador emissor comum

161

EA 08: Amplificador Classe A, B e AB

167

Amplificador em emissor comum Classe A (sinal)

167

Amplificador em classe B e AB (push–pull)

171

EA 09: Características do BJT – JFET – MOSFET

177

Curva característica de BJT

177

Curva característica de JFET

181

Curva característica de MOSFET

185

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EA 11: UJT – SCR – DIAC – TRIAC

 

189

Características

do

DIAC

189

Características

do

SCR

193

Deslocamento de fase por rede RC

199

Controle de disparo de SCR por deslocamento de fase

205

Oscilador de relaxação com transistor UJT

213

Controle de disparo de SCR por UJT

219

Controle de disparo de TRIAC por rede RC

223

EA 17: Amplificadores Operacionais

 

229

Amplificador

Inversor

229

Amplificador

não inversor

233

Buffer (seguidor de tensão)

237

Comparador

241

Somador

247

Subtrator

253

Astável com AOP

257

EA 18: Amplificadores Operacionais

261

Integrador com AOP

261

Diferenciador com AOP

267

EA 19: Osciladores

273

Oscilador

Harmônico

Colpitts

273

Oscilador

Harmônico Duplo T

277

Oscilador a cristal com Portas Lógicas

281

EA 23: Resistores-Associação de Resistores

285

Código de cores em resistores

285

Associação

de

resistores

em

série

289

Associação

de

resistores

em

paralelo

293

Associação mista de resistores

297

EA 24: Amplificador com JFET e MOSFET

301

Amplificador

com

JFET

autopolarizado

301

Amplificador com JFET polarizado com tensão DC

307

Amplificador com MOSFET

 

313

EA 27: Oscilador Temporizador 555

319

Temporizador

555

como

Astável

319

Temporizador

555

como

Monoestável

323

Gerador de rampa com 555

 

327

Protoboard

333

Matriz de Contatos para Montagens de Circuitos Eletrônicos Discretos

333

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Eletrônica Analógica – Pratica

EA 01: Resistores

Primeira Lei de Ohm

Objetivos:

1 – Comprovar experimentalmente a 1ª Lei de OHM.

2 – Traçar o gráfico da curva característica em função de Tensão e corrente.

Material utilizado:

- Bastidor de Sistema de Treinamento em Eletrônica Analógica (DeLorenzo);

- Módulo EA 01: Resistores;

- Multímetro digital

- Fonte de tensão ajustável de 0 –12V

- Cabinhos de conexão.

Introdução teórica

O resistor é um componente que apresenta uma relação linear entre tensão e

corrente, como indica a curva característica ilustrada na figura a seguir.

indica a curva característica ilustrada na figura a seguir. O circuito consiste de uma fonte de

O circuito consiste de uma fonte de tensão variável alimentando um resistor como

mostra a figura. Para cada tensão ajustada teremos um respectivo valor de corrente, que colocados numa tabela, possibilitam o levantamento da curva. Na figura abaixo temos o exemplo de gráfico de uma curva característica de um bipolo Ôhmico.

o levantamento da curva. Na figura abaixo temos o exemplo de gráfico de uma curva característica
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Parte experimental

1 – Conectar o bastidor eletrônico (DeLorenzo) na rede elétrica adequada.

2 – Pegar o Módulo EA 01: Resistores e localizar o circuito a seguir.

o Módulo EA 01: Resistores e localizar o circuito a seguir. 3 – Calcular a resistência

3 – Calcular a resistência equivalente do circuito (R1, R2 e R3).

Req (calculada) =

4 – Medir a resistência total do circuito com auxílio de um ohmímetro conectando a ponta de prova entre os bornes indicados B7 e B9.

Req (medida) =

O valor confere com a calculada?

5 – Conectar os bornes indicados por B6 e B7 utilizando cabinho de conexão.

6 – Ajustar a tensão da fonte para +5V e conecte o pólo positivo ao borne indicado por B5 e o pólo negativo ao borne indicado por B9.

indicado por B5 e o pólo negativo ao borne indicado por B9. 7 – Conectar o

7 – Conectar o miliamperimetro entre os bornes B6 e B7 conforme está mostrado na figura a seguir.

bornes B6 e B7 conforme está mostrado na figura a seguir. 8 – Medir a corrente

8 – Medir a corrente total e as tensões dos resistores R1 e R2 e registre no quadro a seguir.

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Eletrônica Analógica – Pratica Note-se que a o resistor R3 está em paralelo com o resistor

Note-se que a o resistor R3 está em paralelo com o resistor R2, portanto a queda de tensão em R2 e R3 é a mesma.Eletrônica Analógica – Pratica 9 – Calcular a corrente total e as quedas de tensões nos

9 – Calcular a corrente total e as quedas de tensões nos resistores R1 e R2 completando a tabela, por meio dos valores de resistência total obtida item 04 e a tensão da fonte de 5V aplicada ao circuito.

item 04 e a tensão da fonte de 5V aplicada ao circuito. 10 – Confrontar os

10 – Confrontar os valores da corrente e das tensões calculados com os valores medidos. Justificar a validade da aplicação da Lei de Ohm.

11 – Ajustar a fonte de tensão para 0V e conecte ao circuito conforme está mostrado na figura a seguir.

ao circuito conforme está mostrado na figura a seguir. 12 - Conectar o miliamperímetro ao circuito

12 - Conectar o miliamperímetro ao circuito entre os bornes indicados B6 e B7.

Nota; mantenha a polaridade do miliamperímetro e a escala correta ao inseri-lo ao circuito.ao circuito entre os bornes indicados B6 e B7. 13 – Ajustar a tensão da fonte

13 – Ajustar a tensão da fonte para os valores (V) indicados no quadro. Medir a corrente do circuito e registre na tabela a seguir.

a tensão da fonte para os valores (V) indicados no quadro. Medir a corrente do circuito
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14 – Observar as variações dos valores das correntes medidas em relação ao valor da tensão aplicada ao circuito. O que podemos afirmar em relação à Lei de Ohm sobre essa ocorrência?

15 – Traçar o gráfico da Corrente e Tensão na folha quadriculada abaixo a seguir, com base nos dados das medidas obtidas no item 13. Coloque os valores da corrente na posição vertical e os valores da Tensão na horizontal.

na posição vertical e os valores da Tensão na horizontal. 16 – Comprovar a validade da

16 – Comprovar a validade da Lei de Ohm, por meio das características observadas na experimentação realizada escrevendo a sua conclusão.

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EA 01: Resistores

Segunda Lei de Ohm

Objetivos;

1 - Comprovar experimentalmente a validade da 2ª lei de Ohm.

2 - Comparar com as medidas de resistências teóricos e práticos.

Material utilizado;

- Bastidor de Sistema de Treinamento em Eletrônica Analógica (DeLorenzo);

- Módulo EA 01: Resistores;

- Multímetro;

- Cabinhos de conexão.

Introdução teórica

A resistência elétrica de um condutor depende fundamentalmente de quatro fatores a saber:

1. material do qual o condutor é feito;

2. comprimento (L) do condutor;

3. área de sua seção transversal (S);

4. temperatura no condutor.

Para que se pudesse analisar a influência de cada um desses fatores sobre a resistência elétrica, foram realizadas várias experiências variando-se apenas um dos fatores e mantendo constantes os três restantes. Assim, por exemplo, para analisar a influência do comprimento do condutor, manteve-se constante o tipo de material, sua temperatura e a área da sessão transversal e variou-se seu comprimento.

a área da sessão transversal e variou-se seu comprimento. Com isso, verificou-se que a resistência elétrica

Com isso, verificou-se que a resistência elétrica aumentava ou diminuía na mesma proporção em que aumentava ou diminuía o comprimento do condutor.

em que aumentava ou diminuía o comprimento do condutor. “A resistência elétrica é diretamente proporcional ao

“A resistência elétrica é diretamente proporcional ao comprimento do”. Condutor”.

Para verificar a influência da seção transversal, foram mantidos constantes o comprimento do condutor, o tipo de material e sua temperatura, variando-se apenas sua seção transversal.

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Eletrônica Analógica – Prática Desse modo, foi possível verificar que a resistência elétrica diminuía à medida

Desse modo, foi possível verificar que a resistência elétrica diminuía à medida que se aumentava a seção transversal do condutor. Inversamente, a resistência elétrica aumentava, quando se diminuía a seção transversal do condutor. Isso levou à conclusão de que: “A resistência elétrica de um condutor é inversamente proporcional à sua área de seção transversal”.

No caso de um dos condutores é de ouro e outro é de ferro.

No caso de um dos condutores é de ouro e outro é de ferro. Verifica-se experimentalmente

Verifica-se experimentalmente que o condutor de ouro apresenta uma resistência menor. Como as dimensões são as mesmas, conclui-se que a resistência de um condutor depende do material de que é feito.

RESISTIVIDADE ELÉTRICA

Resistividade elétrica é a resistência elétrica específica de um certo condutor com 1 metro de comprimento, 1 mm 2 de área de seção transversal, medida em temperatura ambiente constante de 20 o C.

A unidade de medida de resistividade é o (lê-se “rô”).

mm 2 /m, representada pela letra grega

A tabela a seguir apresenta alguns materiais com seu respectivo valor de resistividade.

Material

(

mm 2 /m) a 20°C

Material

(

mm 2 /m) a 20°C

Alumínio

 

0,0278

Níquel

 

0,0780

Cobre

 

0,0173

Zinco

 

0,0615

Estanho

 

0,1195

Chumbo

 

0,21

Ferro

 

0,1221

Prata

 

0,30

0,21 Ferro   0,1221 Prata   0,30 A resistência elétrica de um condutor é diretamente

A resistência elétrica de um condutor é diretamente proporcional ao produto. da resistividade específica pelo seu comprimento, e inversamente proporcional à sua área de seção transversal.

Matematicamente, essa lei é representada pela seguinte equação:

R ====

◊◊ L

S

Nela, R é a resistência elétrica expressa em ; L é o comprimento do condutor em metros (m); S é a área de seção transversal do condutor em milímetros quadrados

(mm 2 ) e

é a resistividade elétrica do material em

. mm 2 /m.

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Parte experimental

1 – Conectar o bastidor eletrônico (DeLorenzo) na rede elétrica adequada.

2 – Pegar o Módulo 01: Resistores (DeLorenzo) e selecione os componentes da placa (2ª Lei de Ohm , Resistores de fio). Selecione os componentes conforme está mostrado na figura em seguida.

os componentes conforme está mostrado na figura em seguida. O comprimento do fio condutor de níquel

O comprimento do fio condutor de níquel cromo dos componentes A e B medem aproximadamente 57mm de comprimento a cada espira . 57mm de comprimento a cada espira.

A espessura do fio do resistor A tem aproximadamente 0,4mm de espessura. A espessura do fio do resistor B tem aproximadamente 0,1mm de espessura.

3 – Observar os resistores de fio A e B. De acordo com o enunciado da segunda lei de Ohm, qual dos dois resistores possui a menor resistência elétrica entre os seus terminais? Justifique a sua resposta.

4 – Selecionar o resistor A. Ajuste a escala o ohmímetro para medição de resistência baixa. Conectar a ponta de prova positiva do ôhmímetro na primeira espira à esquerda do resistor de fio (A) e a outra ponta de prova negativa na próxima espira contando o número de espiras conforme os pedidos da tabela a seguir.

o número de espiras conforme os pedidos da tabela a seguir. 6 – Medir a resistência

6 – Medir a resistência elétrica de acordo com o número de espiras (comprimento)

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e registre-o completando a tabela a seguir.

– Prática e registre-o completando a tabela a seguir. 7 – Mantendo-se a mesma espessura do

7 – Mantendo-se a mesma espessura do fio condutor de níquel cromo, o que se percebe com a resistência elétrica, quando aumenta o seu comprimento?

8 – Contar o número de espiras total do resistor A.

Número de espiras:

Considera-se que cada espira do fio possui aproximadamente 57mm de comprimento. 57mm de comprimento.

9 – Calcular o comprimento total aproximado do fio condutor, usando o valor do comprimento por espira.

Comprimento do fio condutor de 0,4mm =

Centímetros.

10 – Medir a resistência total do resistor A, entre os bornes indicados B1 e B2.

Resistência elétrica do resistor de fio =

11 – Comparar o resistor A com a B localizado na placa, observar a espessura do fio

e o número de espiras.

O que se percebe de diferente neste resistor em relação ao resistor B quanto a sua Resistividade, considerando que, cada espira de ambos resistores tem 5,7mm de comprimento?placa, observar a espessura do fio e o número de espiras. 12 – Selecionar o resistor

12 – Selecionar o resistor B. Observe que, este resistor possui maior número de espiras e a espessura do fio condutor são mais finas em relação ao resistor B.

13 – Conectar uma das pontas de prova do ôhmímetro no terminal e a outra na

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próxima espira do resistor de fio e medir a resistência elétrica completando o quadro em seguida.

a resistência elétrica completando o quadro em seguida. 14 – Considerando o número de espiras nos

14 – Considerando o número de espiras nos resistores A e B medidas e anotadas na tabela 1 e tabela 2, significa que o comprimento do fio condutor medido é a mesma, ou seja, 40 espiras medidas.

fio condutor medido é a mesma, ou seja, 40 espiras medidas. Considerando o mesmo número de

Considerando o mesmo número de espiras (mesmo comprimento), qual o resistor possui maior ou menor resistência elétrica? Explicar a resposta.

15 – De acordo com as medidas de resistência elétrica efetuada no condutor do resistor A e resistor B registrado na tabela do item 4 e item 9, o que se pode afirmar sobre a 2ª Lei de Ohm quanto a sua resistividade?

16 – Fazer a conclusão validando a 2ª Lei de Ohm de acordo com as características observadas nesta experiência.

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EA 01: Resistores

Lei de Kirchhoff

Objetivo;

1 – Comprovar experimentalmente a 1ª e a 2ª Lei de Kirchhoff.

Material utilizado;

- Bastidor de Sistema de Treinamento em Eletrônica Analógica (DeLorenzo);

- Módulo EA 01: Resistores;

- Fonte de tensão ajustável de 0 - 12V;

- Multímetro;

- Cabinhos de conexão.

Introdução teórica

Leis de Kirchhoff

Um circuito elétrico pode ser composto por várias malhas, constituídas por elementos que geram ou absorvem energia elétrica.

Para calcularmos as tensões e correntes nesses elementos, necessitamos utilizar as Lei de Kirchhoff, devido as complexidades dos circuitos.

Essas leis são empregadas para determinar valor e sentido das intensidades das correntes, quando são conhecidos os valores das resistências elétricas e as forças eletromotrizes que agem de uma rede elétrica.

São também usadas para determinar as somas algébricas das correntes nos nós e as somas algébricas da quedas de tensões nos ramos da malha.

Assim sendo a 1ª lei de Kirchhoff, ou Lei dos nós, é enunciada como:

A soma algébrica das correntes em um nó é nula.

Enquanto que a 2ª lei de Kirchhoff, ou Lei das malhas, é enunciada como:

A soma algébrica das tensões em uma malha é nula.

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Parte experimental

1 – Conectar o bastidor eletrônico (DeLorenzo) na rede elétrica adequada.

2 – Pegar o Módulo EA 01: Resistores e localizar o circuito mostrado na figura a seguir.

e localizar o circuito mostrado na figura a seguir. 3 – Montar o circuito utilizando os

3 – Montar o circuito utilizando os cabinhos conforme o circuito elétrico a seguir. Ajuste a tensão para +5V. Conecte o pólo positivo de +5V ao borne indicado por

B11 e o

negativo da fonte ao borne indicado por B14.

por B11 e o negativo da fonte ao borne indicado por B14. Nota: A comprovação experimental

Nota: A comprovação experimental das Leis de Kirchhoff será feita por meio de uma montagem de circuito elétrico resistivo simples de duas malhas e uma única fonte de tensão.por B11 e o negativo da fonte ao borne indicado por B14. A experimentação com dois

A experimentação com dois ou mais fontes de tensões necessitam que sejam isolados e com as resistências internas exatamente iguais. Com os dados obtidos nesta experimentação serão aplicadas as respectivas Leis de Kirchhoff para verificar a validade das mesmas.simples de duas malhas e uma única fonte de tensão. 4 – Medir as correntes do

4 – Medir as correntes do circuito e registre no quadro a seguir.

de Kirchhoff para verificar a validade das mesmas. 4 – Medir as correntes do circuito e

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Eletrônica Analógica – Pratica Observar a forma correta de conectar os instrumentos de medida de corrente

Observar a forma correta de conectar os instrumentos de medida de corrente e tensão ao circuito.

os instrumentos de medida de corrente e tensão ao circuito. 5 – Medir as tensões do

5 – Medir as tensões do dos componentes do ramo do circuito indicados no quadro a seguir anotando os valores das tensões no quadro a seguir.

seguir anotando os valores das tensões no quadro a seguir. Análise dos resultados 6 – Escrever

Análise dos resultadosseguir anotando os valores das tensões no quadro a seguir. 6 – Escrever as equações algébricas

6 – Escrever as equações algébricas das correntes dos nós da primeira coluna do quadro as seguir.

7 – Completar a segunda coluna do quadro substituindo a equação da primeira coluna com valores de correntes medidos experimentalmente no item 5.

Convencionar o sinal positivo para a corrente que chegam no nó e negativa
Convencionar o sinal positivo para a corrente que chegam no nó e negativa

para os que saem do nó.

Por exemplo; Equação algébrica; I1 – I2 – I3 = 0.

Por exemplo; Equação algébrica; I1 – I2 – I3 = 0 . 8 – Verificar a

8 – Verificar a validade das equações das correntes (Kirchhoff) confrontando com os valores medidos.

correntes (Kirchhoff) confrontando com os valores medidos. Nota: Podem ocorrer umas pequenas diferenças entre os

Nota: Podem ocorrer umas pequenas diferenças entre os valores comprovados, isto devido a erros inseridos durante a medição efetuada por intermédio de miliamperímetro e outras tolerâncias.

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9 – Escrever as equações algébricas das tensões das malhas da primeira coluna do quadro a seguir.

tensões das malhas da primeira coluna do quadro a seguir. 10 – Completar a segunda coluna

10 – Completar a segunda coluna do quadro mostrado no item 9 substituindo a equação da primeira coluna com valores das tensões medidos experimentalmente no item 5.

11 – Verificar a validade das equações algébricas das tensões (Kirchhoff) confrontando com os valores medidos experimentalmente.

confrontando com os valores medidos experimentalmente. Nota: Podem ocorrer umas pequenas diferenças entre os

Nota: Podem ocorrer umas pequenas diferenças entre os valores comprovados, isto devido a erros inseridos pelo instrumento de medida.

12 – Com os resultados obtidos nesta experimentação da lei de Kirchhoff, fazer a sua conclusão.

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EA 01: Resistores

Teorema de Norton

Objetivos;

1 - Comprovar experimentalmente a validade do Teorema de Norton.

2 - Medir as correntes e tensões do circuito equivalente de Norton.

3 - Comparar com resoluções teóricos e práticos.

4 - Analisar os resultados da experimentação com quadro comparativo.

Material utilizado;

- Bastidor de Sistema de Treinamento em Eletrônica Analógica (DeLorenzo);

- Módulo EA 01: Resistores;

- Multímetro;

- Fonte de tensão DC ajustável de 0 - 12V;

- Fonte de tensão DC fixa de 5V;

- Cabinhos de conexão.

Introdução teórica

Quaisquer circuitos elétricos, lineares e ativos pode ser substituídos por um circuito equivalente constituído de uma fonte de corrente e uma resistência em paralelo, o equivalente Norton, como ilustra a figura em seguida.

o equivalente Norton, como ilustra a figura em seguida. A corrente IN do equivalente Norton é

A corrente IN do equivalente Norton é aquela que atravessa um curto-circuito ligado entre os pontos A e B do circuito original. A resistência RN do equivalente Norton é a resistência entre os pontos A e B do circuito original com a carga desconectada e com os geradores desativados (geradores de tensão em curto e geradores de corrente em aberto).

de tensão em curto e geradores de corrente em aberto). Metodologia – A comprovação experimental da

Metodologia – A comprovação experimental da validade de Teorema de Norton será feita de uma maneira bastante direta e tradicional. Serão medidas a tensão e corrente sobre um dos resistores que fará o papel da carga. Depois , o equivalente Norton será determinado experimentalmente. Por fim, o equivalente Norton será feito através das medidas de tensão e corrente sobre a carga para que se possa compará- las com aqueles valores obtidos a partir de um circuito original. Como uma fonte de corrente não e um dispositivo comum nos laboratórios didáticos, ela será simulada por uma fonte de tensão e um potenciômetro que ajustará intensidade da corrente para o nível desejado.

19

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Parte experimental

1 – Conectar o bastidor eletrônico (DeLorenzo) na rede elétrica adequada.

2 – Pegar o Módulo EA 01: Resistores e selecione os componentes da placa (Método de Kirchhoff /Superposição). Selecione os componentes conforme está mostrado na figura em seguida.

os componentes conforme está mostrado na figura em seguida. 3 – Montar o circuito esquemático da

3 – Montar o circuito esquemático da figura em seguida.

4 - Ajustar a tensão da fonte para 5V e aplique

em seguida. 4 - Ajustar a tensão da fonte para 5V e aplique 5 – Medir

5 – Medir a tensão e a corrente no resistor RL do circuito montado. O resistor RL faz o papel da carga do circuito.

RL (Carga)

RL (Carga)

Tensão (V)

V

Corrente (mA)

mA

6 – Substituir o resistor RL por um curto circuito e meça a corrente que o atravessa.

Corrente IN (mA)

mA

e meça a corrente que o atravessa. Corrente IN (mA) mA Esse é o valor da

Esse é o valor da corrente IN do equivalente Norton.

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7 – Desconectar a fonte de tensão do circuito. Substitua a fonte de tensão por um curto circuito, deixe em aberto os pontos onde estava ligado o resistor RL.

deixe em aberto os pontos onde estava ligado o resistor RL. 8 – Medir com um

8 – Medir com um ôhmímetro a resistência entre esses mesmos pontos indicados por B13 e B22.

entre esses mesmos pontos indicados por B13 e B22. Esse valor é o valor da resistência

Esse valor é o valor da resistência RN do equivalente Norton.

Resistência equivalente Norton

Resistência equivalente Norton

9 – Montar o circuito ilustrado na figura em seguida.

9 – Montar o circuito ilustrado na figura em seguida. Esse é o equivalente Norton do

Esse é o equivalente Norton do circuito original.

seguida. Esse é o equivalente Norton do circuito original. Parte do circuito destacada pelas linhas tracejadas
seguida. Esse é o equivalente Norton do circuito original. Parte do circuito destacada pelas linhas tracejadas

Parte do circuito destacada pelas linhas tracejadas simula uma fonte de corrente.

10 – Ajustar a resistência do potenciômetro até que o valor da corrente IN seja igual àquele obtido no item 5.

RL (Carga)

RL (Carga)

Tensão (V)

V

Corrente (mA)

mA

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Análise dos resultados:

11 – Comparar os valores de tensão e corrente no resistor RL obtidos nos dois circuitos; o original e o equivalente.

RL obtidos nos dois circuitos; o original e o equivalente. Fazer um comentário da validade do

Fazer um comentário da validade do Teorema de Norton, pelo menos para o circuito montado neste ensaio.

12 – Calcular teoricamente a corrente equivalente de Norton do circuito montado. Compare os valores obtidos através do cálculo teórico com aqueles obtidos experimentalmente nos itens 5 e 6.

Equivalente IN calculado =

Equivalente IN Medido =

13 – Descrever um comentário conclusivo sobre equivalência Thevenin - Norton, ou seja, sobre a transformação do equivalente Thevenin em equivalente Norton e vice-versa.

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EA 01: Resistores

Teorema de Thevenin

Objetivos;

1 - Comprovar experimentalmente a validade do Teorema de THEVENIN.

2 - Medir as correntes e tensões do circuito equivalente de THEVENIN.

3 - Comparar com resoluções teóricos e práticos.

4 - Analisar os resultados da experimentação com quadro comparativo.

Material utilizado;

- Bastidor de Sistema de Treinamento em Eletrônica Analógica (DeLorenzo);

- Módulo EA 01: Resistores;

- Multímetro;

- Fonte de tensão DC ajustável de 0 - 12V;

- Fonte de tensão DC fixa de 5V;

- Cabinhos de conexão.

Introdução teórica

Quaisquer circuitos elétricos, lineares e ativos podem ser substituídos por um circuito equivalente constituído de uma fonte de tensão em série com uma resistência, o equivalente Thevenin, como ilustra a figura em seguida.

o equivalente Thevenin, como ilustra a figura em seguida. A tensão ETH do equivalente Thevenin é

A tensão ETH do equivalente Thevenin é a resistência entre os pontos A e B do

circuito original com a carga desconectada e todos os geradores do circuito anulados (gerador de tensão em curto e gerador de corrente em aberto).

de tensão em curto e gerador de corrente em aberto). Metodologia A comprovação experimental da validade

Metodologia

A comprovação experimental da validade de Teorema de Thevenin, será feita em

circuito elétrico resistivo e serão medidas a tensão e a corrente em um dos seus

resistores que fará o papel da carga.

Depois será determinado experimentalmente o equivalente Thevenin.

O equivalente será montado e a tensão e a corrente na carga será medidas para que

se possa compará-los com os valores obtidos no circuito original.

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Eletrônica Analógica – Prática

Parte experimental

1 – Conectar o bastidor eletrônico (DeLorenzo) na rede elétrica adequada.

2 – Pegar o Módulo EA 01: Resistores e selecione os componentes da placa (Método de Kirchhoff /Superposição). Selecione os componentes conforme está mostrado na figura em seguida.

os componentes conforme está mostrado na figura em seguida. 3 – Montar o circuito esquemático da

3 – Montar o circuito esquemático da figura em seguida.

4 - Ajustar a tensão da fonte para 5V e aplique

em seguida. 4 - Ajustar a tensão da fonte para 5V e aplique 5 – Medir

5 – Medir a tensão e a corrente no resistor RL do circuito montado. O resistor RL faz o papel da carga do circuito.

RL (Carga)

Tensão (V)

Corrente (mA)

V

mA

6 – Retirar o resistor RL do circuito e meça a tensão entre os pontos indicados pelos bornes B13 e B22, ou seja, sobre a carga (470 ).

ETH (volt)

V

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Eletrônica Analógica – Pratica
Eletrônica Analógica – Pratica Esse é o valor da corrente ETH do equivalente THEVENIN. 7 –

Esse é o valor da corrente ETH do equivalente THEVENIN.

7 – Desconectar a fonte de tensão do circuito.

8 – Substituir a fonte de tensão por um curto circuito, deixe em aberto os pontos onde estava ligado o resistor RL.

9 – Medir a resistência entre os pontos B13 e B16.

RL. 9 – Medir a resistência entre os pontos B13 e B16. Esse valor é o

Esse valor é o valor da resistência RTH do equivalente THEVENIN.RL. 9 – Medir a resistência entre os pontos B13 e B16. Resistência equivalente THEVININ 10

Resistência equivalente THEVININ

Resistência equivalente THEVININ

10 – Montar o circuito equivalente Thevenin ilustrado em seguida. Utilizar o potenciômetro localizado na placa para simular a resistência RTH conforme está ilustrado em seguida.

a resistência RTH conforme está ilustrado em seguida. Esse é o equivalente THEVENIN do circuito original.

Esse é o equivalente THEVENIN do circuito original.a resistência RTH conforme está ilustrado em seguida. 11 – Ajustar o potenciômetro para o valor

11 – Ajustar o potenciômetro para o valor da RTH obtido no item 8.

12 – Ajustar a tensão da fonte para o valor da tensão ETH obtido no item 5 e aplique ao circuito.

25

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Eletrônica Analógica – Prática

13 – Medir a tensão e a corrente no resistor de carga RL do equivalente Thevenin e anote em seguida.

RL (Carga)

Tensão (V)

Corrente (mA)

V

m

A

Análise dos resultados:

14 – Comparar os valores de tensão e corrente obtidos no item 5 e 12.

os valores de tensão e corrente obtidos no item 5 e 12. Fazer um comentário da

Fazer um comentário da validade do Teorema de Thevenin, pelo menos para o circuito montado neste ensaio.

15 – Determinar teoricamente o equivalente THEVENIN do circuito montado.

Equivalente ETH =

(calculado)

16 – Comparar os resultados de valores obtidos através do cálculo teórico com aqueles obtidos experimentalmente nos itens 5 (tensão) e 8 (resistência).

Equivalente ETH =

Equivalente RTH =

17 – Concluir a experimentação descrevendo a validação do teorema de Thevenin.

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EA 01: Resistores

Teorema de Superposição

Objetivos;

1 - Comprovar experimentalmente a validade do Teorema de superposição dos efeitos.

2 - Medir as correntes e tensões do circuito de superposição.

3 - Comparar com resoluções teóricos e práticos.

4 - Analisar os resultados da experimentação com quadro comparativo.

Material utilizado;

- Bastidor de Sistema de Treinamento em Eletrônica Analógica (DeLorenzo);

- Módulo EA 01: Resistores;

- Multímetro;

- Fonte de tensão DC ajustável de 0 - 12V;

- Fonte de tensão DC fixa de 5V;

- Cabinhos de conexão.

Introdução teórica

O teorema da superposição dos efeitos estabelece que;

A corrente que circula por um ramo de um circuito composto por várias fontes é igual a

soma algébrica das componentes tomadas separadamente, considerando-se apenas uma das fontes de cada vez, anulando as outras restantes.

É importante lembrar que o Teorema terá validade se a “palavra” corrente for

substituída pela “palavra” tensão em seu enunciado.

Deve-se considerar a fonte de tensão de cada vez colocando em curto circuito as demais.

A aplicação do teorema de superposição é para determinar a corrente num ramo de

um circuito qualquer, considerando os efeitos parciais produzidos por cada fonte neste ramo.

a corrente num ramo de um circuito qualquer, considerando os efeitos parciais produzidos por cada fonte
Eletrônica Analógica – Prática

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Eletrônica Analógica – Prática

Parte experimental

1 – Conecte o bastidor eletrônico (DeLorenzo) na rede elétrica adequada.

2 – Pegar o Módulo EA 01: Resistores e selecione o circuito mostrado na figura a seguir.

e selecione o circuito mostrado na figura a seguir. 3 – Conectar os bornes do Kit

3 – Conectar os bornes do Kit de acordo com o esquema elétrico a seguir. Ajuste a fonte de tensão para +12V, conecte o pólo positivo ao borne B11 e o pólo negativo ao borne indicado por B14.

ao borne B11 e o pólo negativo ao borne indicado por B14. 4 – Conectar a

4 – Conectar a tensão +5V fixa ao borne B13 e o pólo negativo ao borne indicado por B16.

5 – Fechar os bornes B12 e B15 com auxílio de um cabinho de conexão.

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Eletrônica Analógica – Pratica 6 – O resistor R6 (470 ) da placa, simula a carga

6 – O resistor R6 (470 ) da placa, simula a carga RL do circuito de superposição dos efeitos.

simula a carga RL do circuito de superposição dos efeitos. 7 – Medir a tensão sobre

7 – Medir a tensão sobre a carga R6 = 470

registrar na tabela 1 em seguida. tabela 1.

com auxílio de um multímetro e

Medir a corrente I da carga R5 e registrar na

multímetro e Medir a corrente I da carga R5 e registrar na 8 – Desconectar a

8 – Desconectar a fonte de tensão E1 do circuito. Substituir por um curto circuito.

de tensão E1 do circuito. Substituir por um curto circuito. Note que a fonte de tensão

Note que a fonte de tensão E2 (5V) permanece intacta sem nenhuma alteração.

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Eletrônica Analógica – Prática 9 – Medir a corrente I1 no resistor RL de 470 (R6),

9 – Medir a corrente I1 no resistor RL de 470

(R6), meça a tensão sobre a carga

RL (R6 = 470 ) e anote na tabela 2 em seguida.

a carga RL (R6 = 470 ) e anote na tabela 2 em seguida. 10 –

10 – Retirar a fonte de tensão E2 do circuito e substituir por um curto circuito.

11 – Conectar novamente a fonte de tensão E1 de 12V nos bornes B11 e B14 conforme está mostrado na figura em seguida.

B11 e B14 conforme está mostrado na figura em seguida. 12 – Medir a corrente I2

12 – Medir a corrente I2 no resistor RL de 470

(R6), meça a tensão sobre a carga

RL (R6 = 470 ) e anote na tabela 3 em seguida.

corrente I2 no resistor RL de 470 (R6), meça a tensão sobre a carga RL (R6

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Observar o circuito original, as fontes de tensão estão com as mesmas polaridades para a carga, portanto, a corrente I da carga é a soma das correntes de E1 e E2, ou seja, I1 + I2 medidas no item 08 e item 10.Eletrônica Analógica – Pratica Em caso de fontes invertidas, as correntes se subtraem. 13 – Comparar

de E1 e E2, ou seja, I1 + I2 medidas no item 08 e item 10.

Em caso de fontes invertidas, as correntes se subtraem.

10. Em caso de fontes invertidas, as correntes se subtraem. 13 – Comparar as medidas de

13 – Comparar as medidas de corrente I do item 06 com a soma das correntes I 1 e

I 2 fornecidos por uma de cada fonte de tensão do item 08 e item 11.

I

=

I =

I

1 + I 2

mA

+

(medida no item 06 com as duas fontes conectadas)

=

mA

De acordo com o teorema de superposição, as correntes devem ser iguais (aproximadamente igual ao de pratica).mA + (medida no item 06 com as duas fontes conectadas) = mA 14 – Fazer

14 – Fazer os cálculos teóricos com os valores dos dados do circuito original, aplicando o teorema de superposição dos efeitos e compare com os resultados obtidos na pratica.

31

Eletrônica Analógica – Prática

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15 – Transferir os valores das tensões e correntes medidas nas tabelas 1, 2 e 3 na tabela 4 em seguida.

medidas nas tabelas 1, 2 e 3 na tabela 4 em seguida. Anotar os valores calculados

Anotar os valores calculados na tabela 4 e completar os valores comparativos na tabela 4 em seguida.

e completar os valores comparativos na tabela 4 em seguida. O que se pode afirmar com
e completar os valores comparativos na tabela 4 em seguida. O que se pode afirmar com

O que se pode afirmar com os valores medidos e calculados.

16 – Fazer a conclusão da experimentação comprovando a validação do teorema de superposição de efeitos.

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EA 02: Multímetro Analógico

Medidas de Resistência com Ôhmímetro Analógico

Objetivos;

1 – Conhecer as características do Ôhmímetro Analógico.

Material utilizado;

- Bastidor de Sistema de Treinamento em Eletrônica Analógica (DeLorenzo);

- Módulo EA 02 – Multímetro Analógico (DeLorenzo);

- Fonte de tensão ajustável de 0 - 12V;

- Multímetro digital;

- Cabinhos de conexão;

- Resistores de 100 , 560

- Matriz de pontos para montagem (protoboard).

, 1k

, 5k6

, 10k

;

Introdução teórica

O Ôhmímetro é um instrumento usado para medir a resistência dos componentes do

circuito. Além disso, é usado para localizar componentes abertos ou em curto-circuito e

determinar a continuidade do circuito.

A resistência é indicada numa escala calibrada em Ohms.

Na figura abaixo a seguir temos um exemplo de um painel de um Ôhmímetro Analógico.

temos um exemplo de um painel de um Ôhmímetro Analógico. Observe a faixa indicadora de valores

Observe a faixa indicadora de valores de resistência elétrica localizada na parte superior do painel do galvanômetro.

A escala de valores de resistência elétrica mostrada no painel do galvanômetro não é

linear. Ao contrário da escala de corrente e tensão.

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A não linearidade na escala pode apresentar erro de interpretação de valores médios.

Este erro é conhecido por erro de interpolação.

Este erro é conhecido por erro de interpolação . Outro erro de interpretação de valores medidos

Outro erro de interpretação de valores medidos é a chamada erro de paralaxe. Este erro é devido a posição do observador.

paralaxe. Este erro é devido a posição do observador. Para que este tipo de erro seja

Para que este tipo de erro seja reduzido, é necessário que o observador veja o “ponteiro” na perpendicular e fazer com que o reflexo do ponteiro no fundo espelhado permita ver apenas um “ponteiro” indicando o valor medido.

Na figura a seguir temos exemplo de um circuito básico de um Ôhmímetro série. Um miliamperímetro de 0 –1mA com resistência interna de 200 .

de 0 –1mA com resistência interna de 200 . Os conectores A e B são os

Os conectores A e B são os pontos onde as pontas de prova são inseridas.

O

borne A conecta-se a ponta de prova vermelha de polaridade negativa.

O

borne B conecta-se a ponta de prova preta de polaridade positiva.

O

miliamperímetro é conectado com um resistor limitador de corrente R2 (2500 ) e

um potenciômetro de 500

e uma bateria de 3V.

Quando as pontas de prova A e B são curto - circuitada, o circuito fica completo fluindo uma corrente no interior do galvanômetro.

O potenciômetro R1 pode ser ajustado para que a resistência total do circuito seja

3000 .

Sendo a tensão da fonte de 3V e a R total do circuito (R1 + R2 + Rm) de 3K uma corrente de 1mA.

temos

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Essa deflexão máxima do medidor será a marca ZERO do ôhmímetro, onde o R2 serve para o ajuste ZERO.

ZERO do ôhmímetro, onde o R2 serve para o ajuste ZERO. Conectando um resistor de 1000

Conectando um resistor de 1000 corrente do circuito será;

I

=

E

Rt

=

I

=

3V

4000

= 0,75mA .

teremos a resistência total de 4000 , logo a

A

posição do ponteiro indicando 0,75mA é a marcação do resistor de 1000

(10 Ohms

X

100) do ôhmímetro.

Esta posição corresponde a 3/4 da deflexão do ponteiro do galvanômetro.

Conectando um resistor de 2000

ou seja, 5000 , logo a corrente será;

entre A e B do instrumento teremos: Rt + 2000 ,

I

=

E

Rt

=

I

=

3V

5000

= 0,6mA .

Neste caso o ponteiro deflexionará 3/5 da escala onde está indicado a corrente de 0,6mA do galvanômetro, como mostra a linha interrompida na figura.

Podemos afirmar que este ponto da escala pode ser calibrado com 2000 . Pode ser mostrado igualmente que neste ôhmímetro:

1/2 escala corresponde a 3000 3/8 da escala corresponde a 5000 1/4 da escala corresponde a 9000 1/8 da escala corresponde a 21000

Pode-se observar que a tensão de 3V do instrumento dividido pela corrente assinalada na escala do miliamperímetro corresponde ao valor calibrado da resistência medida.

Os valores de resistores devem ser lidos entre 1/4 e 3/4 do mostrador do ôhmímetro a fim de evitar erros de leitura de interpolação.

O erro de interpolação se caracteriza por aglomeração de valores muitos próximos no

inicio e fim da escala do ôhmímetro.

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Quando ocorrerem o erro de interpolação, será necessário mudar de escala de medida que facilite a leitura mais precisa.

Ôhmímetro do Módulo EA 02 – Multímetro Analógico (DeLorenzo)

Na figura abaixo a seguir está mostrado o circuito básico do ôhmímetro. O galvanômetro terá a corrente máxima quando aplicado uma tensão de 160mV.

a corrente máxima quando aplicado uma tensão de 160mV. Resistor R escala funciona como “shunt” alterando

Resistor R escala funciona como “shunt” alterando a tensão sobre o galvanômetro. Esta tensão depende do valor do resistor R teste, desta forma R escala assume vários valores para que a leitura da resistência de entrada seja mais precisa.

Para adequar a tensão de R escala ao galvanômetro é feito um divisor de tensão formado por P1, R14 e R15.

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Parte experimental

1 – Conectar o bastidor eletrônico (DeLorenzo) na rede elétrica adequada.

2 – Pegar o Módulo EA 02 – Multímetro Analógico (DeLorenzo).

3 – Ajustar a tensão da fonte de alimentação para +5V e conecte ao Módulo 2 – Multímetro Analógico nos bornes indicado por +5V e GND.

Multímetro Analógico nos bornes indicado por +5V e GND. 4 – Fazer a conexão da escala

4 – Fazer a conexão da escala X10. Conecte cabinho de conexão entre o borne do extremo do P1 ao borne indicado X10.

5 – Manter a entrada Ponta de prova + e ponta de prova – “aberta”. Com auxílio de um multímetro, meça a tensão entre os bornes do resistor R15 (shunt do galvanômetro).

entre os bornes do resistor R15 (shunt do galvanômetro). Nota: Como a ponta de R teste

Nota: Como a ponta de R teste está “aberta” a tensão sobre o ponto do galvanômetro deverá ser nulo.

a tensão sobre o ponto do galvanômetro deverá ser nulo. 6 – Colocar a entrada das

6 – Colocar a entrada das pontas de prova + e – em curto com auxílio de um cabinho de conexão. Com auxílio de um multímetro, meça a tensão a tensão entre os bornes do resistor R15 (shunt do galvanômetro).

entre os bornes do resistor R15 (shunt do galvanômetro). 7 – Manter a entrada R teste

7 – Manter a entrada R teste em curto. Conecte o voltímetro entre os bornes do

resistor

e observe a tensão nos bornes do resistor R15 (shunt do galvanômetro).

R15 (shunt do galvanômetro). Varie o potenciômetro indicado por P1

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8 – Justificar a finalidade do ajuste P1 na corrente do galvanômetro utilizado neste ôhmímetro.

9 – Conectar o galvanômetro ao ôhmímetro (DeLorenzo) com auxílio de cabinhos, respeitando as polaridades.

MEDIDAS DE RESISTENCIA COM OHMÍMETRO

10 – Fazer a conexão da escala X10. Conecte cabinho de conexão entre o borne do extremo do P1 ao borne indicado X10.

11 – Conectar um cabinho preto ao borne indicado por ponta de prova +. Conecte um cabinho vermelho ao borne indicado por ponto de prova -.

12 – Colocar as pontas de prova + e – em curto-circuito e ajuste o potenciômetro P1 até que o ponteiro esteja sobre o zero (ohms) do galvanômetro indicado na escala do ôhmímetro.

13 – Pegar um resistor de 560 medido.

e conecte a ponta de prova + e – e registre o valor

Note-se que a escala utilizada é X10 portando o valor da resistência é o valor marcado no painel X 10.e conecte a ponta de prova + e – e registre o valor Nota; durante a

Nota; durante a medição do resistor, não deve segurar com as duas mãos o terminal do resistor. Caso ocorra, a medida da resistência pode ser alterada. Deve-se segurar o terminal com uma das mãos e a outra, segurar a ponta De prova isolada e efetuar a medida do componente.o valor da resistência é o valor marcado no painel X 10. Se a leitura for

Se a leitura for imprecisa, mude de escala X100 ou X1000 e observe qual escala é mais precisa para a leitura. Sempre que mudar a escala, ajuste o Zero novamente.a ponta De prova isolada e efetuar a medida do componente. 14 – Fazer as medições

14 – Fazer as medições dos demais resistores completando a tabela a seguir.

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15 – Selecionar a escala que lhe dê a melhor precisão possível utilizado este ôhmímetro analógico. Anote na tabela conforme o exemplo a seguir.

Escala utilizada Valor nominal do resistor ( ) Valor Ôhmico

medido (

)

X100

nominal do resistor ( ) Valor Ôhmico medido ( ) X100 Nota: O ôhmímetro utilizado nesta

Nota: O ôhmímetro utilizado nesta experiência pode não ser precisa. O objetivo desta experiência é conhecer a característica do medidor e adquirir habilidade de como medir a resistência elétrica de um componente com um ôhmímetro analógico.

16 – Concluir a experimentação com as características observadas em um ôhmímetro analógico.

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EA 02: Multímetro Analógico

Medidas de Tensão com Multímetro Analógico

Objetivos;

1 – Conhecer as características de um Voltímetro Analógico.

Material utilizado;

- Bastidor de Sistema de Treinamento em Eletrônica Analógica (DeLorenzo);

- Módulo EA 02 – Multímetro Analógico;

- Fonte de tensão ajustável de 0 - 12V;

- Multímetro;

- Cabinhos de conexão;

- Resistores de 4k7 , 15K , 27K ;

- Matriz de pontos par a montagem (Protoboard).

Introdução teórica

O Voltímetro o é um instrumento usado para medir a tensão elétrica contínua e

alternado de um dispositivo ou circuito elétrico.

Na figura abaixo a seguir temos um exemplo de um painel de um Voltímetro Analógico.

temos um exemplo de um painel de um Voltímetro Analógico. Observe a faixa indicadora de valores

Observe a faixa indicadora de valores de medidas da tensão elétrica localizada no painel do galvanômetro.

A faixa destinada para a interpretação dos valores das tensões medidas corresponde

a faixas limites de;

10DCV

50DCV

250DCV

O valor máximo indicado no painel do galvanômetro para medir tensões corresponde

ao seletor de faixa de tensões a ser medido.

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Por exemplo,

A escala de valores de resistência elétrica mostrada no painel do galvanômetro não é linear. Ao contrário da escala de corrente e tensão.

Caso for escolhido o seletor de faixa de tensão em 10V (fundo de escala). Ao medir a tensão em um circuito, a leitura do valor medido seria a escala de 10V indicado no galvanômetro.

medido seria a escala de 10V indicado no galvanômetro. Observe o painel do galvanômetro, como a

Observe o painel do galvanômetro, como a faixa de tensão escolhida (fundo de escala) é a de 10V, a leitura da tensão medida neste caso seria 7,5V. Pode-se observar que a escala de tensão é linear.medido seria a escala de 10V indicado no galvanômetro. Voltímetro analógico básico é constituído de um

Voltímetro analógico básico é constituído de um divisor de tensão conectado a um galvanômetro (miliamperímetro ou microamperímetro).

a um galvanômetro (miliamperímetro ou microamperímetro). Para medir a tensão de um dipolo, conectar a ponta

Para medir a tensão de um dipolo, conectar a ponta de prova do voltímetro em paralelo com o dipolo, conforme está ilustrado na figura em seguida.

com o dipolo, conforme está ilustrado na figura em seguida. Os voltímetros analógicos apresentam impedâncias internas

Os voltímetros analógicos apresentam impedâncias internas baixas e afetam na precisão das medidas de tensão. A impedância padrão para osem paralelo com o dipolo, conforme está ilustrado na figura em seguida. voltímetros analógicos são de

voltímetros analógicos são de 20K

/volt.

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Parte experimental

1 – Conectar o bastidor eletrônico (DeLorenzo) na rede elétrica adequada.

2 – Pegar o Módulo EA 02 – Multímetro Analógico e colocar no bastidor.

3 – Localizar os componentes que fazem parte de um voltímetro.

Localizar os componentes que fazem parte de um voltímetro. 4 – Selecionar a faixa de 10V

4 – Selecionar a faixa de 10V conectando uma ponta de prova ao borne indicado por “10V”.

5 – Pegar um painel de montagem (protoboard). Montar o circuito da figura a seguir

montagem (protoboard). Montar o circuito da figura a seguir 6 – Ajustar a fonte de tensão

6 – Ajustar a fonte de tensão DC para 5V e aplicar ao circuito.

7 – Medir as quedas de tensões dos componentes conforme a tabela 1 em seguida.

Tabela 1

(escala de 10V)

 

Pontos

VCD

VBD

VAC

VAB

VBC

VAD

Tensão

           

8 – Pegar um multímetro digital e meça as tensões novamente e anote na tabela 2 a seguir.

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Tabela 2

Pontos

VCD

VBD

VAC

VAB

VBC

VAD

Tensão

V

V

V

V

V

V

9 – Comparar as medidas realizadas com o voltímetro analógico anotado na tabela 1 com as tensões medidas com o voltímetro digital anotado na tabela 2.

Explique no que se deve a causa da diferença de valores medidos na tabela 1 e tabela 2.medidas com o voltímetro digital anotado na tabela 2. 10 – Mudar a faixa de medida

10 – Mudar a faixa de medida de tensão do Voltímetro Analógico para a faixa de

50V.

11 – Medir as quedas de tensões dos componentes conforme a tabela 3 em seguida.

Tabela 3

(escala de 50V)

 

Pontos

VCD

VBD

VAC

VAB

VBC

VAD

Tensão

V

V

V

V

V

V

Pode se dizer que a precisão de medidas de tensão é precisa quando a faixa de fundo de escala é próxima do valor da tensão a ser medida?VAB VBC VAD Tensão V V V V V V 12 – Concluir a experimentação descrevendo

12 – Concluir a experimentação descrevendo as características de um voltímetro analógico.

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EA 02: Multímetro Analógico

Medidas de Corrente com Multímetro Analógico

Objetivos;

1 – Conhecer as características de um amperímetro analógico.

2 – Medir a corrente de circuito elétrico com amperímetro analógico.

Material utilizado;

- Bastidor de Sistema de Treinamento em Eletrônica Analógica (DeLorenzo);

- Módulo EA 02 – Multímetro Analógico;

- Fonte de tensão ajustável de 0 - 12V;

- Multímetro;

- Cabinhos de conexão;

- Resistores de

- Matriz de pontos par a montagem (Protoboard).

270

; 560

; 1K

; 15K

, 27K

, 47K

;

Introdução teórica

O Amperímetro o é um instrumento usado para medir a corrente elétrica contínua e

alternado de um dispositivo ou circuito elétrico.

O

amperímetro analógico é constituído de um galvanômetro (microamperímetro).

O

desvio de corrente sobre um resistor shunt flui pelo galvanômetro. A escala é

ajustada para a corrente de fundo de escala para uma corrente que flui pelo

galvanômetro e pelo resistor de shunt .

que flui pelo galvanômetro e pelo resistor de shunt . Para medir a corrente do circuito

Para medir a corrente do circuito deve-se abrir o circuito elétrico e inserir o miliamperímetro com as polaridades corretas

e inserir o miliamperímetro com as polaridades corretas A inversão da polaridade provoca o desvio inverso

A inversão da polaridade provoca o desvio inverso do ponteiro do galvanômetro podendo danificá-lo.

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Parte experimental

1 – Conectar o bastidor eletrônico (DeLorenzo) na rede elétrica adequada.

2 – Pegar a placa 02 – Multímetro Analógico (KIT DeLorenzo).

3 – Localizar os componentes que fazem parte de um miliamperímetro no modulo.

que fazem parte de um miliamperímetro no modulo. 4 – Conectar os resistores “shunt” do miliamperímetro

4 – Conectar os resistores “shunt” do miliamperímetro ao galvanômetro ligando o borne amarelo com o vermelho e preto com o preto indicado por Galvanômetro.

5 – Montar o circuito da figura a seguir sobre o protoboard para efetuar a medição da corrente.

sobre o protoboard para efetuar a medição da corrente. 6 – Conectar a ponta de prova

6 – Conectar a ponta de prova vermelha no borne indicado por 0,5mA e a ponta prova preta no borne indicado pelo sinal negativo.

a ponta de prova vermelha no borne indicado por 0,5mA e a ponta prova preta no

Eletrônica Analógica – Pratica

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7 – Medir as correntes do circuito e anotar na tabela 1 a seguir.

Tabela 1

I total

I R1

I R2

I R3

mA

mA

mA

mA

8 – Fazer a associação dos resistores do circuito determinando a resistência equivalente total.

R total =

9 – Determinar a corrente total do circuito.

I total =

mA

Comparar a corrente medida com a calculada. Pode-se afirmar que a corrente medida com o amperímetro é praticamente a mesma?9 – Determinar a corrente total do circuito. I total = mA Caso haja diferença apreciável,

Caso haja diferença apreciável, escreva as causas que proporcionaram os erros de medida.corrente medida com o amperímetro é praticamente a mesma? 10 – Mudar a faixa de medida

10 – Mudar a faixa de medida de corrente para a faixa indicada por 50mA.

faixa de medida de corrente para a faixa indicada por 50mA. 11 – Medir as correntes

11 – Medir as correntes do circuito com o miliamperímetro na faixa de 50mA.

para a faixa indicada por 50mA. 11 – Medir as correntes do circuito com o miliamperímetro
Eletrônica Analógica – Prática

Eletrônica Analógica – Prática

Eletrônica Analógica – Prática

Anotar as correntes na tabela 2 em seguida.Eletrônica Analógica – Prática Tabela 2 I total I R1 I R2 I R3 mA mA

Tabela 2

I total

I R1

I R2

I R3

mA

mA

mA

mA

Pelas medidas efetuado o que se pode dizer sobre a sensibilidade do miliamperímetro.em seguida. Tabela 2 I total I R1 I R2 I R3 mA mA mA mA

12 – Explicar por que a indicação do microamperímetro no circuito não corresponde exatamente a corrente no resistor.

circuito não corresponde exatamente a corrente no resistor. 13 – Concluir a experimentação descrevendo as

13 – Concluir a experimentação descrevendo as características do miliamperímetro analógico.

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EA 03: RLC/Filtros Passivos

Circuito RC série em CA

Objetivo;

1 – Determinar experimentalmente os parâmetros de um circuito RC série em CA.

Material utilizado;

- Bastidor de Sistema de Treinamento em Eletrônica Analógica (DeLorenzo);

- Módulo EA 03 – RLC/Filtros Passivos;

- Osciloscópio de duplo traço;

- Gerador de funções;

- Cabinhos de conexão.

Introdução teórica

CIRCUITO RC SÉRIE EM CA

O circuito RC série em CA é muito aplicado em equipamentos industriais como forma de obter tensões CA defasadas. Por esta razão este circuito é também denominado de rede de defasagem. Na figura a seguir temos os gráficos senoidal e vetorial de um circuito RC série.

os gráficos senoidal e vetorial de um circuito RC série. No gráfico vetorial apresentado na figura

No gráfico vetorial apresentado na figura (b) o vetor VT representa a tensão total aplicada a rede RC. Por este gráfico se observa que a tensão sobre o resistor está defasada de um ângulo da tensão aplicada e a tensão no resistor está defasada de um ângulo . Tomando-se a tensão de saída da rede RC sobre o resistor ou capacitor pode-se obter uma tensão adiantada ou atrasada em relação à tensão aplicada. Na figura a seguir temos as situações de ângulos de defasagem VS = VR

ou atrasada em relação à tensão aplicada. Na figura a seguir temos as situações de ângulos
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Vs adiantada de graus em relação ao VT.

Na figura a seguir temos as situações de ângulos de defasagem VS= VC.

seguir temos as situações de ângulos de defasagem VS= VC. Vs atrasada graus em relação a

Vs atrasada graus em relação a VT.

O ângulo de defasagem entre as tensões depende:

Freqüência da CA. Resistência do resistor Capacitância do capacitor

Esta defasagem não depende da tensão aplicada ao circuito RC série.

A seguir temos as equações para a determinação dos parâmetros de um circuito RC

série em CA.

Impedância (Z)

Z =

2 2 R + XC
2
2
R
+ XC

VT

Z

VT =

Corrente (I)

I =

Tensão total (VT)

VR ou I = R 2 2 VR + VC
VR
ou
I =
R
2
2
VR
+ VC

cos

=

VR

VT

Ângulo

 

R

VR

= arc cos =

ou

= arc

cos =

 

Z

VT

XC

é a reatância do capacitor (tensão e corrente);

ou

XC

XCf é a reatância do capacitor (freqüência e capacitância);

Z é a impedância total do circuito RC;

Z =

VG

I

cos

VC

=

I

XCf

=

1

R

Z

2

fc

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Parte experimental

Nota: Nesta experiência será caracterizado o circuito RC série. Serão medidas tensões e correntes para vários valores de freqüência do gerador. Será verificada a defasagem entre tensão e corrente do circuito. As correntes do circuito serão medidas de forma indireta sobre o resistor que atravessa a corrente do circuito.Eletrônica Analógica – Pratica Parte experimental 1 – Conectar o bastidor eletrônico (DeLorenzo) na rede elétrica

1 – Conectar o bastidor eletrônico (DeLorenzo) na rede elétrica adequada.

2 – Pegar o Módulo EA 03 – RLC/Filtros Passivos e localizar o circuito a seguir.

03 – RLC/Filtros Passivos e localizar o circuito a seguir. 3 – Interligar o circuito RC

3 – Interligar o circuito RC com auxílio de cabinhos de conexão conforme a figura a seguir.

auxílio de cabinhos de conexão conforme a figura a seguir. 4 – Conectar o gerador de

4 – Conectar o gerador de funções na entrada do circuito, um sinal senoidal na freqüência de 10kHz e amplitude de 4Vpp.

5 – Ajustar a base de tempo (Time/Div) do osciloscópio em 1ms.

6 – Conectar a ponta do osciloscópio sobre o resistor conforme a figura mostrada no item 3.

Medir a tensão sobre o resistor R1 e a tensão do capacitor C1 de acordo com a freqüência do sinal registrando na tabela a seguir.sobre o resistor conforme a figura mostrada no item 3. Fazer a medição simultânea da tensão

Fazer a medição simultânea da tensão VR e VC anotando na tabela.com a freqüência do sinal registrando na tabela a seguir. Para medir a tensão no capacitor

Para medir a tensão no capacitor C1, mantenha a ponta de prova positiva nodo sinal registrando na tabela a seguir. Fazer a medição simultânea da tensão VR e VC

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ponto B e mova a ponta negativa para o ponto A e para medir a tensão sobre R1, mova a referencial terra para o ponto indicado C, conforme está mostrado na figura a seguir.

indicado C, conforme está mostrado na figura a seguir. 7 – Completar as colunas de VC

7 – Completar as colunas de VC e VR alterando a freqüência do circuito conforme está indicado na tabela 1.

Tabela 1 Freqüência VR (V) VC (V) I ( A) Xc (K ) Xcf (K
Tabela 1
Freqüência
VR (V)
VC (V)
I ( A)
Xc
(K
)
Xcf (K
)
Z (K
)
(Hertz)
200
300
400
500
600
700
800
900
1000
3000
4000
5000

8 – Calcular os demais valores e completar a tabela. Usar as equações abaixo a seguir. Onde:

VG = tensão do gerador VC = tensão sobre o capacitor VR = tensão sobre o resistor F = freqüência do gerador

I é a corrente no circuito;

I =

VR

R

XC

é a reatância do capacitor (tensão e corrente);

XC

XCf é a reatância do capacitor (freqüência e capacitância);

VC

=

I

XCf =

1

2

fc

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Z é a impedância total do circuito RC;

Z =

VG

I

9 – Traçar o gráfico de Impedância (Z) do circuito RC em função da variação da freqüência.

do circuito RC em função da variação da freqüência. 10 – Concluir a experimentação descrevendo a

10 – Concluir a experimentação descrevendo a características observadas em um circuito RC em CA.

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EA 03: RLC/Filtros Passivos

Circuito RLC paralelo em CA

Objetivos;

1 – Analisar experimentalmente Circuito RLC paralelo em CA.

2 – Observar o efeito de ressonância em circuito RLC paralelo em CA.

3 – Traçar o gráfico da curva característica do circuito ressonante paralelo.

Material utilizado;

- Bastidor de Sistema de Treinamento em Eletrônica Analógica (DeLorenzo);

- Módulo EA 03 – RLC/Filtros Passivos;

- Osciloscópio de duplo traço;

- Gerador de funções.

Introdução teórica

O filtro passivo passa-faixa seleciona sinais de freqüências entre freqüência de corte inferior (fc1) e superior (fc2).

Na figura a seguir está mostrado um circuito ressonante RLC paralelo passa-faixa e o gráfico da curva característica do circuito.

e o gráfico da curva característica do circuito. O filtro passivo passa-faixa LC funcionam relacionado com

O filtro passivo passa-faixa LC funcionam relacionado com o fenômeno de ressonância. Para determinar a freqüência de ressonância (fr) do circuito RLC emprega-se a seguinte expressão matemática;

fr =

1

2 L ◊ C
2
L
C

Este tipo de circuito é utilizado como forma de selecionar freqüências em equipamentos da área de telecomunicações.

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Parte experimental

1 – Conectar o bastidor eletrônico (DeLorenzo) na rede elétrica adequada.

2 – Pegar o Módulo EA 0 3 – RLC/Filtros Passivos e localizar os componentes mostrados na figura a seguir.

e localizar os componentes mostrados na figura a seguir. 3 – Conectar o circuito RLC usando

3 – Conectar o circuito RLC usando os cabinhos de conexão conforme está mostrado na figura a seguir.

de conexão conforme está mostrado na figura a seguir. 4 – Calcular a freqüência de ressonância

4 – Calcular a freqüência de ressonância do circuito utilizando os seguintes dados; C = 100nF e L = 1000 H.

Freqüência de ressonância =

Hertz.

5 – Conectar o gerador de funções na entrada do circuito aos bornes indicados por B1 e B17.

6 – Conectar a ponta de prova do canal 1 do osciloscópio na saída do circuito aos bornes indicados por B16 e B18 conforme está mostrado na figura do item 3.

por B16 e B18 conforme está mostrado na figura do item 3. 7 – Ajustar a

7 – Ajustar a amplitude do sinal do gerador para 6Vpp e freqüência do sinal em

5KHz.

Medir a tensão de saída Vs com auxílio de osciloscópio (canal 1) , sobre o resistor R4 ao borne indicado por B16 e B18. Registrar o valor medido na tabela 1 a seguir. sinal do gerador para 6Vpp e freqüência do sinal em 5KHz. Depois meça a tensão VR
(canal 1) , sobre o resistor R4 ao borne indicado por B16 e B18. Registrar o

Depois meça a tensão VR sobre o resistor R1 (1K). Meça Vs e VR1

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simultaneamente movendo a ponta de prova de terra.

Pratica simultaneamente movendo a ponta de prova de terra. Observar a figura a seguir, de como

Observar a figura a seguir, de como medir a tensão sobre o resistor R1 (1k ) com a ponta de prova do osciloscópio.

resistor R1 (1k ) com a ponta de prova do osciloscópio. 8 – Ajustar os valores

8 – Ajustar os valores da freqüência do sinal mostrado na tabela. Meça a tensão Vs e VR completando a tabela.

Tabela 1

Freqüência

Vs(V)

VR (V)

I (mA)

Z (K

)

(Khertz)

 

5

       

8

       

10

       

11

       

12

       

13

       

14

       

15

       

16

       

17

       

18

       

19

       

20

       

25

       

30

       

35

       

40

       

45

       

50

       
  45         50         Nota; Não preencher a área

Nota; Não preencher a área em negrito.

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9 – Calcular a corrente I e a impedância Z do circuito completando a coluna da tabela 1.

Usar as seguintes expressões;

I =

VR

R e

Z =

VG

I

10 – Traçar o gráfico da curva característica do circuito ressonante paralelo na folha a seguir com os dados das medidas das tensões Vs de saída do circuito e com os valores das freqüências.

Vs de saída do circuito e com os valores das freqüências. 11 – Fazer a conclusão

11 – Fazer a conclusão da experiência descrevendo as características de impedâncias do circuito RLC paralelo na ressonância e fora de ressonância.

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EA 03: RLC/Filtros Passivos

Circuito RLC série em CA

Objetivos;

1 – Observar as características do filtro RLC série.

2 – Traçar o gráfico do filtro ressonante RLC série.

Material utilizado;

- Bastidor de Sistema de Treinamento em Eletrônica Analógica (DeLorenzo);

- Módulo EA 03 – RLC/Filtros Passivos;

- Osciloscópio de duplo traço;

- Gerador de funções;

- 1 Resistor de 1k

- Multímetro.

;

Introdução teórica

O circuito RLC série em CA é utilizado principalmente para a seleção de freqüências.

A seleção de freqüências baseia-se fundamentalmente na ressonância e na faixa de

passagem do circuito ressonante.

O circuito ressonante serie, a faixa de passagem apresenta as menores impedâncias.

A medida em que a freqüência se afastada faixa de passagem a impedância do

circuito aumenta.

faixa de passagem a impedância do circuito aumenta. A equação para determinar a freqüência de ressonância

A equação para determinar a freqüência de ressonância é dada pela seguinte

expressão matemática.

fr =

1

2 L ◊ C
2
L
C

59

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Parte experimental

1 – Conectar o bastidor eletrônico (DeLorenzo) na rede elétrica adequada.

2 – Pegar o Módulo EA 03 – RLC/Filtros Passivos e localizar o circuito a seguir.

03 – RLC/Filtros Passivos e localizar o circuito a seguir. 3 – Conectar ao circuito um

3 – Conectar ao circuito um resistor de 1K

(ou o potenciômetro do bastidor) em

série com o circuito com auxílio de cabinhos de conexão conforme está

mostrado na figura a seguir.

de conexão conforme está mostrado na figura a seguir. 4 – Conectar o gerador de funções

4 – Conectar o gerador de funções na entrada do circuito. Ajuste a freqüência do gerador para 10kHz e amplitude de 4Vpp.

5 – Conectar a ponta de prova do canal 1 do osciloscópio ao borne indicado B13 e o referencial de terra no borne indicado por B18.

Medir simultânea de VL e VC. Mantenha a ponta de prova no borne indicadoB13 e o referencial de terra no borne indicado por B18. B13. Mova a ponta de

B13.

Mova a ponta de prova negativa (terra) ao ponto indicado B2 para medir a tensão do capacitor C2. Para medir a tensão sobre a bobina L1, basta mover a ponta de prova terra ao borne indicado por B18.de VL e VC. Mantenha a ponta de prova no borne indicado B13. 6 – Medir

mover a ponta de prova terra ao borne indicado por B18. 6 – Medir a tensão

6 – Medir a tensão sobre o indutor L e a tensão sobre o capacitor C. Complete a coluna VR (V) e VC (V) de acordo com a freqüência indicada na tabela 1.

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Eletrônica Analógica – Pratica Verificar periodicamente a tensão de entrada e manter a amplitude do sinal

Verificar periodicamente a tensão de entrada e manter a amplitude do sinal em 4Vpp.

Tabela 1 Freqüência VL (V) VC (V) XC ( ) XL ( ) (Khz) 10
Tabela 1
Freqüência
VL (V)
VC (V)
XC (
)
XL (
)
(Khz)
10
15
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
35
40
45
50
60
80
100
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7 – Completar a coluna da tabela 1 com os valores de XC e XL através de cálculos teóricos.

1 com os valores de XC e XL através de cálculos teóricos. Em que freqüência as

Em que freqüência as tensões de VL e VC são aproximadamente iguais?

Freqüência =

Hertz

8 – Conferir a coluna XC e XL onde os seus valores conferem com o enunciado da sua freqüência de ressonância, ou seja, XL = XC.

Anotar a freqüência de ressonância do circuito RLC série.da sua freqüência de ressonância, ou seja, XL = XC. Freqüência (XL = XC) = Hertz

Freqüência (XL = XC) =

Hertz

9 – Conectar a ponta de prova do canal 1 do osciloscópio na saída do circuito, ao ponto indicado B2 e o referencial de terra ao borne indicado por B18.

10 – Ajustar a freqüência do gerador de funções para os valores indicados na tabela 2.

gerador de funções para os valores indicados na tabela 2. Meça as tensões de acordo com

Meça as tensões de acordo com a freqüência indicada anotando na tabela 2 a seguir.

Tabela 2

Freqüência

(Khz)

15

18

19

20

21

22

23

24

25

26

27

28

30

40

60

Vs

(Volts)

11 – Traçar um gráfico da curva característica do circuito ressonante RLC série com os dados levantados na tabela 2.

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Eletrônica Analógica – Pratica 12 – Fazer um breve comentário sobre as características do circuito ressonante

12 – Fazer um breve comentário sobre as características do circuito ressonante RLC série.

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EA 03: RLC/Filtros Passivos

Medidas de ângulo de fase de capacitor em CA.

Objetivos;

1 – Observar a defasagem entre a corrente e tensão em um capacitor em CA.

2 – Determinar o ângulo de fase entre tensão e corrente num circuito RC em CA por meio de figuras de Lissajous.

Material utilizado;

- Bastidor de Sistema de Treinamento em Eletrônica Analógica (DeLorenzo);

- Módulo EA 03 – RLC/Filtros Passivos;

- Multímetro digital;

- Osciloscópio de duplo traço;

- Gerador de funções;

- 1 Resistor de 56

- 1 Potenciômetro de 1k ;

- 1 Potenciômetro de 10k ;

- Cabinhos de conexão.

(sem o bastidor);

Introdução teórica

Medição de ângulo de fase de um capacitor em CA com Osciloscópio

Quando a carga puramente resistiva é aplicada a uma fonte de tensão CA, se observam dois aspectos; Tensão e corrente no resistor estão em fase. A queda de tensão e proporcional a corrente circulante (o que também acontece em CC.)

O comportamento da tensão e corrente em um circuito ou componente puramente

resistivo pode ser expresso por meio de gráficos senoidal ou vetorial.

A medida de ângulo de fase pode ser feita com osciloscópio de duplo traço, a relação

de fase é medida com o auxílio das divisões horizontais na tela.

Figuras de Lissajous

Quando se usa um osciloscópio aplica-se o sinal na entrada 1 e outra na entrada 2 e posiciona-se a chave seletora da base de tempo em X – Y.

É necessário que a amplitude vertical e horizontal da figura projetada na tela seja a

mesma.

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Dispondo-se da figura na tela aplica-se a seguinte equação;

A figura a seguir mostra um exemplo de como obter os valores de Yo e Xm a partir da figura de lissajous projetada na tela de um osciloscópio.

figura de lissajous projetada na tela de um osciloscópio. = arcsen Yo Xm Exemplo; Yo =

= arcsen

Yo

Xm

Exemplo; Yo = 1,6 e Xm = 2,6

= arc sen 0,6153 = 37,97 graus

= arcsen

1,6

2,6

É importante que a amplitude dos sinais mostrados na tela do osciloscópio sejam a mesma nos dois canais para obter a figura de lissajous.

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Parte experimental

1 – Conectar o bastidor eletrônico (DeLorenzo) na rede elétrica adequada.

2 – Pegar o Módulo EA 03 – RLC/Filtros Passivos e localizar o circuito a seguir.

03 – RLC/Filtros Passivos e localizar o circuito a seguir. 3 – Ajustar a resistência do

3 – Ajustar a resistência do potenciômetro de 1k

bastidor para um valor de 56

.

localizado ao lado direito do

O resistor de 56 bastidor para um valor de 56 . localizado ao lado direito do será usado como sensor

será usado como sensor de corrente do circuito.

Nota: A corrente circulante no resistor é a mesma ao da corrente do capacitor. A tensão e corrente no resistor estão em fase. O resistor serve para converter a corrente em tensão para que possa ser visualizado a “corrente” do capacitor na tela do osciloscópio.de 56 será usado como sensor de corrente do circuito. 4 – Conectar o resistor de

4 – Conectar o resistor de 56 seguir.

no circuito conforme está mostrado na figura a

seguir. no circuito conforme está mostrado na figura a 5 – Conectar o gerador de funções

5 – Conectar o gerador de funções na entrada do circuito. Selecione a forma de onda Senoidal. Ajuste a freqüência para 1kHz e 6Vpp.

6 – Conectar a ponta de prova do canal 1 do osciloscópio ao borne indicado por B2

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e o referencial de terra ao borne B17 , e a ponta de prova do canal 2 do osciloscópio ao borne indicado por B6 e o referencia de terra ao borne indicado por B17, conforme está mostrada na figura do item 4.

7 – Ajustar as entradas (Volt/Div) dos dois canais para que as amplitudes de seus sinais ocupem a mesma quantidade de divisões vertical mostrada na tela do osciloscópio. Não importa que a sensibilidade (Volt/Div) seja diferente.

8 – Ajustar a base de tempo (Time/Div) para 0,2ms e observe os dois sinais na tela do osciloscópio.

9 – Desconectar a ponta de prova do canal 2 do osciloscópio sobre o resistor de

56

canal 2 ao sensor de corrente observando a posição do sinal. Este sinal (corrente) está adiantado de aproximadamente 90°da tensão medida no capacitor.

(ou potenciômetro). Em seguida conecte novamente a ponta de prova do

10 – Desenhar os dois sinais senoidais com suas respectivas defasagens projetados na tela do osciloscópio no espaço a seguir.

projetados na tela do osciloscópio no espaço a seguir. 11 – Medir o ângulo de fase

11 – Medir o ângulo de fase dos dois sinais (corrente e tensão no capacitor) projetados na tela do osciloscópio.

Ângulo de fase =

graus

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Determinação de ângulo por meio de figuras de lissajous

12 – Montar o circuito da figura abaixo a seguir.

12 – Montar o circuito da figura abaixo a seguir. 13 – Conectar o potenciômetro de

13 – Conectar o potenciômetro de 10k

ao circuito.

14 – Ajustar o potenciômetro para 2K , mude a base de tempo novamente para

para 2K , mude a base de tempo novamente para 0,2ms. Reajustar a amplitude dos sinais

0,2ms.

Reajustar a amplitude dos sinais para que ambas ocupem as mesmas divisões na tela do osciloscópio. Não importa que as sensibilidades de entradas sejam diferentes.

15 – Posicionar a base de tempo para X-Y e observe a figura de Lissajous. Desenhe-o no espaço a seguir.

a figura de Lissajous. Desenhe-o no espaço a seguir. 16 – Por meio de a equação

16 – Por meio de a equação a seguir determine o ângulo de fase do sinal.

= arcsen

Yo

Xm

A defasagem da corrente e tensão são de =

graus

17 – Ajustar o potenciômetro para 5k , mude a base de tempo novamente para

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0,2ms e reajuste os sinais para que a amplitude de ambas seja igual.

18 – Posicionar a base de tempo para X-Y e observe a figura de Lissajous. Posicionar a figura no centro da tela. Desenhe-o no espaço a seguir.

a figura no centro da tela. Desenhe-o no espaço a seguir. 19 – Determinar o ângulo

19 – Determinar o ângulo de fase do sinal através da equação.

A defasagem da corrente e tensão são de =

graus

20 – Qual a observação feita em relação a defasagem entre as tensões do resistor em relação à tensão do capacitor quando aumentamos o valor da resistência f em série com o capacitor?

21 – Fazer a conclusão da experimentação.

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EA 03: RLC/Filtros Passivos

Reatância Capacitiva

Objetivos;

1 – Verificar experimentalmente as características do capacitor em CA.

2 – Determinar experimentalmente a reatância capacitiva.

Material utilizado;

- Bastidor de Sistema de Treinamento em Eletrônica Analógica (DeLorenzo);

- Módulo EA 03 – RLC/Filtros Passivos;

- Osciloscópio de duplo traço;

- Gerador de funções;

- Multímetro;

- 1 capacitor de 100nF;

- 1 resistor de 56

- Cabinhos de conexão.

;

Introdução Teórica

Um capacitor ao ser conectado em CA apresenta uma oposição a passagem da corrente, denominada Reatância Capacitiva (Xc) que pode ser determinada a partir da equação.

Xc =

1

2

f

C

A tensão eficaz, reatância capacitiva e corrente eficaz em um circuito se relacionam conforme a lei de Ohm. Estes três valores estão relacionados entre si nos circuitos CA da mesma forma que

nos circuitos CC, por meio da LEI DE OHM. se a lei de Ohm.

Para determinar a corrente CA, aplica-

CA da mesma forma que nos circuitos CC, por meio da LEI DE OHM. se a
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Parte experimental

1 – Conectar o bastidor eletrônico (DeLorenzo) na rede elétrica adequada.

2 – Colocar o Módulo EA 03 – RLC/Filtros Passivos, no bastidor eletrônico.

3 – Procurar o componente (capacitor C2 de 47nF) na placa 3 – RLC/Filtros Passivos.

(capacitor C2 de 47nF) na placa 3 – RLC/Filtros Passivos. 4 – Conecte um resistor de

4

– Conecte um resistor de 56

no circuito conforme mostra a figura a abaixo.

(Bastidor DeLorenzo) - Ajuste o potenciômetro de 1k , entre o borne C (cursor) e

o

 

terminal B para um valor de 56 corrente do circuito.

de resistência, para utilizar como sensor de

5

– Fazer as conexões do circuito com auxílio de cabinhos, faça a ligação do circuito conforme o esquemático a seguir.

a ligação do circuito conforme o esquemático a seguir. 6 – Conectar o gerador de funções

6 – Conectar o gerador de funções na entrada do circuito. Ajuste o gerador de funções para 800Hz e tensão de saída para 6Vpp.

de funções para 800Hz e tensão de saída para 6Vpp. Nota: O resistor RX de 56

Nota: O resistor RX de 56 , potenciômetro de 1k

em 56

do bastidor ajustado

funciona como sensor de corrente, serve para medir

indiretamente a corrente do capacitor por meio de cálculo (Lei de Ohm).

O valor deste resistor deve ser baixo (abaixo de 56 ) em relação a reatância capacitiva do capacitor para não alterar consideravelmente a corrente do circuito.

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7 – Conectar a ponta de prova do canal 1 do osciloscópio ao ponto indicado pelo borne B6 (C) e a ponta negativa ao borne indicado B17 (B) circuito para medir a tensão no sensor de corrente RX.

(B) circuito para medir a tensão no sensor de corrente RX. 8 – Ajustar sensibilidade da

8 – Ajustar sensibilidade da entrada (Time/Div) para que possa visualizar o sinal no sensor de corrente. Com auxílio de osciloscópio, meça a tensão e registre o valor medido no quadro abaixo a seguir.

Tensão VRX (mV) (Sensor de corrente)

Corrente IRX (Corrente do capacitor) (mA)

mV

mA

9 – Calcular a corrente IRX aplicando a lei de Ohms e completar o quadro.

a corrente IRX aplicando a lei de Ohms e completar o quadro. Nota: Como a corrente

Nota: Como a corrente e a tensão no resistor RX estão em fase, podemos afirmar que a corrente que circula no resistor é a mesma que circula no capacitor, ou seja, a corrente IRX é a corrente do capacitor.

10 – Calcular a reatância capacitiva do capacitor (Xc) com base na corrente medida.

capacitiva do capacitor (Xc) com base na corrente medida. Xc = Lembrar-se que a tensão aplicada

Xc =

Lembrar-se que a tensão aplicada sobre o capacitor, VG é de 6Vpp.

VG

Ipp

Reatância capacitiva (Xc) calculada =

11 – Determinar o valor do capacitor a partir dos dados da reatância capacitiva calculada.

Xc =

1

2

f

C

onde

C =

1

2

f

Xc

Eletrônica Analógica – Prática

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Eletrônica Analógica – Prática

Capacitância do

Circuito

47nF

Corrente IRX (Corrente do capacitor) (mA)

Corrente IRX (Corrente do capacitor) (mA)

mA

12 – Comparar o valor da capacitância obtida experimentalmente com o valor nominal marcado no corpo do capacitor.

O valor calculado pode ser considerado correto? Justificar a resposta.com o valor nominal marcado no corpo do capacitor. 13 – Ajustar a freqüência do gerador

13 – Ajustar a freqüência do gerador para 1600Hz e mantenha a tensão de 6Vpp na saída do gerador. Meça a tensão em RX e registre o valor medido no quadro abaixo a seguir.

Tensão VRX (mV) (Sensor de corrente)

Corrente IRX (Corrente do capacitor) (mA)

mV

mA

14 – Calcular a corrente IRX aplicando a lei de Ohm e complete o quadro.

15 – Que característica pode ser observada na corrente, quando aumenta a freqüência aplicada ao circuito capacitivo?

Justificar a resposta do item 15.aumenta a freqüência aplicada ao circuito capacitivo? 16 – Calcular a reatância capacitiva do capacitor (Xc)

16 – Calcular a reatância capacitiva do capacitor (Xc) com base na corrente medida no item 14.

Xc =

VG

Ipp

Reatância capacitiva (Xc) calculada =

Eletrônica Analógica – Pratica

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17 – Que característica se observa na reatância capacitiva (Xc) de um capacitor quando se aumenta a freqüência do sinal?

18 – Que característica do Capacitor em CA, se tem observado nesta experimentação, quando se altera a freqüência. Fazer a sua conclusão.

19 – Reajustar novamente a freqüência do gerador para 800Hz. Manter a tensão de 6Vpp na entrada do circuito.

20 – Conectar o capacitor de 100nF em paralelo com o circuito utilizando cabinhos de conexão (capacitor localizado no painel eletrônico DeLorenzo).

(capacitor localizado no painel eletrônico DeLorenzo). 21 – Conectar a ponta de prova do osciloscópio nos

21 – Conectar a ponta de prova do osciloscópio nos pontos indicados C e B. Meça a tensão do sensor RX. Calcule a corrente IRX aplicando a lei de Ohm.

Tensão VRX (mV) (Sensor de corrente)

Corrente IRX (Corrente do capacitor) (mA)

mV

mA

22 – Que característica se observa na corrente do circuito, quando a capacitância do circuito aumenta?

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Eletrônica Analógica – Prática

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23 – Calcular a reatância capacitiva do capacitor (Xc) com base na corrente medida.

capacitiva do capacitor (Xc) com base na corrente medida. Lembre-se que a tensão aplicada sobre o

Lembre-se que a tensão aplicada sobre o capacitor, VG é de 6Vpp.

Xc =

VG

Ipp

Reatância capacitiva (Xc) calculada =

24 – Comparar o valor da reatância capacitiva encontrada no item 10, com capacitor de 47nF e 800Hz, com a associada de 147nF do circuito montado no item 20 operando na mesma freqüência.

O que se pode afirmar nesta comparação?circuito montado no item 20 operando na mesma freqüência. 25 – Que característica do Capacitor em

25 – Que característica do Capacitor em CA, se tem observado nesta experimentação, quando na variação de freqüência e variação da capacitância do capacitor?

26 – Concluir a experimentação.

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EA 04 : Transformadores Monofásicos

Tapeamento de Transformadores Monofásicos

Objetivos;

1 – Reconhecer as características de um transformador monofásico.

2 – Identificar os terminais de um transformador.

3 – Observar o transformador como redutor e elevador de tensão.

Material utilizado;

- Bastidor de Sistema de Treinamento em Eletrônica Analógica (DeLorenzo);

- Módulo EA 04 – Transformadores;

- Multímetro;

- Cabinhos de conexão.

Introdução teórica

Transformador

O transformador é um dispositivo que permite rebaixar ou elevar os valores de tensões ou correntes CA de um circuito. Os transformadores para tensões de entrada em 110V e 220V podem ter dois, três ou quatro fios no primário, conforme está mostrado na figura 1 e 2.

fios no primário, conforme está mostrado na figura 1 e 2. As figuras a seguir mostram

As figuras a seguir mostram as formas de ligações de cada tipo de transformadores em 110V e 220V.

ligações de cada tipo de transformadores em 110V e 220V. Na figura abaixo está mostrada a

Na figura abaixo está mostrada a conexão para a tensão VCA para 110VCA ou para a tensão de 220VCA.

em 110V e 220V. Na figura abaixo está mostrada a conexão para a tensão VCA para

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Eletrônica Analógica – Prática

Eletrônica Analógica – Prática

Eletrônica Analógica – Prática

Parte experimental

1 – Conectar o bastidor eletrônico (DeLorenzo) na rede elétrica adequada.

2 – Pegar o módulo 4 – Transformadores colocar no bastidor.

Pegar o módulo 4 – Transformadores colocar no bastidor. 3 – Desenhar o símbolo gráfico dos

3 – Desenhar o símbolo gráfico dos transformadores da placa com seus respectivos terminais.

a) Transformador 1

da placa com seus respectivos terminais. a) Transformador 1 b) Transformador 2 4 – Medir a

b) Transformador 2

respectivos terminais. a) Transformador 1 b) Transformador 2 4 – Medir a resistência ôhmica entre cada

4 – Medir a resistência ôhmica entre cada par de enrolamentos do transformador 1.

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Nota: Normalmente um transformador de rede, redutor de tensão, o enrolamento do primário tem a resistência ôhmica mais alta que o enrolamento do secundário, isto devido ao número de espiras e a espessura do fio.Eletrônica Analógica – Pratica 5 – A medida de maior resistência ocorre entre os fios extremos

isto devido ao número de espiras e a espessura do fio. 5 – A medida de

5 – A medida de maior resistência ocorre entre os fios extremos do enrolamento primário do transformador de força?

6 – Medir a resistência de isolamento entre o enrolamento P1 e S1. Use a escala mais alta do ôhmímetro.

Resistência de isolamento =

7 – Medir a resistência ôhmica de cada par de enrolamentos do transformador 2.

ôhmica de cada par de enrolamentos do transformador 2. É possível identificar o enrolamento do primário
ôhmica de cada par de enrolamentos do transformador 2. É possível identificar o enrolamento do primário

É possível identificar o enrolamento do primário de um transformador de força

(rede elétrica) por meio de medidas de resistência (resistência do fio) d

o enrolamento? Justifique a sua resposta.

Transformador redutor de tensão

8 – Conectar o transformador 1 indicado por 110V e 24V 250mA na rede elétrica de 110V conforme mostra a figura a seguir.

na rede elétrica de 110V conforme mostra a figura a seguir. Cuidado para não conectar o

Cuidado para não conectar o enrolamento S1 e S2 (24V) na rede elétrica.

Eletrônica Analógica – Prática

Eletrônica Analógica – Prática

Eletrônica Analógica – Prática
Eletrônica Analógica – Prática Tome cuidado ao conectar o transformador na rede elétrica, observe se os

Tome cuidado ao conectar o transformador na rede elétrica, observe se os cabos de conexão não estão soltos, a fim de evitar choques elétricos.

9 – Medir as tensões dos enrolamentos (primário de secundário).

as tensões dos enrolamentos (primário de secundário). Certifique se a opção de medida da tensão e

Certifique se a opção de medida da tensão e a escala estão correta.

Anote as medidas no quadro a seguir.

V primário (P1 e P2)

Volts

V secundário (S1 e S2 )

Volts

10 – Explicar qual a razão da presença da tensão no enrolamento do secundário, já que há uma resistência elétrica alta de isolamento entre o enrolamento do primário e secundário do transformador.

Transformador elevador de tensão

11 – Desconectar o transformador 1 de 110V e 24V 250mA da rede elétrica.

12 – Pegar o transformador 2. Faça a conexão dos bornes indicados por S2 e S3 de tal forma que possa aplicar uma tensão de 24V entre os terminais S1 e S4 de seu enrolamento conforme está mostrado na figura a seguir.

Eletrônica Analógica – Pratica

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Eletrônica Analógica – Pratica
Eletrônica Analógica – Pratica 13 – Conectar o borne indicado por S1 do secundário do transformador

13 – Conectar o borne indicado por S1 do secundário do transformador 1 ao borne indicado por S1 do transformador 2. Conectar o borne indicado por S2 do transformador 1 ao borne indicado por S4 do transformador 2 conforme está ilustrado no item 13.

S4 do transformador 2 conforme está ilustrado no item 13. Nota; É considerado enrolamento primário aquele

Nota; É considerado enrolamento primário aquele que vai conectado a rede VCA que fornece a energia elétrica de tensão específica. Confira cuidadosamente as conexões do circuito antes de conectá-lo a rede elétrica.

14 – Conectar o transformador 1 de 110V e 24V 250mA a rede elétrica. Com auxílio de um multímetro e meça as tensões VCA dos enrolamentos e anote no quadro a seguir.

Tensão no enrolamento do Primário (S1 e S4)

Tensão no enrolamento do Secundário 1 (P1 e P2)

Tensão no enrolamento do Sescundário 2 (P3 e P4)

Volts

Volts

Volts

15 – Observar a elevação da tensão no enrolamento do secundário (P1 e P2) do transformador 2 em relação a tensão a tensão aplicada na entrada dos bornes indicadas por S1 e S4.

16 – De acordo com as características observadas na experimentação com transformador, faça a sua conclusão validando a teoria.

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EA 05: Diodos/Fonte DC

Curva característica do diodo

Objetivos;

1 – Verificar a condição do diodo semicondutor.

2 – Analisar as condições de condução e bloqueio do diodo em CC.

3 – Traçar a curva característica do diodo semicondutor.

Material utilizado;

- Bastidor de Sistema de Treinamento em Eletrônica Analógica (DeLorenzo);

- Módulo EA 05 – Diodos/Fonte DC;

- Fonte de tensão ajustável de 0 – 30V;

- Multímetro.

Introdução teórica

Diodo

O diodo é um componente fabricado com material semicondutor, cuja característica é

de se comportar como condutor ou isolante, dependendo da polaridade da tensão

aplicada aos seus terminais.

da polaridade da tensão aplicada aos seus terminais. O comportamento do diodo semicondutor é apresentado em

O comportamento do diodo semicondutor é apresentado em curva característica,

conforme mostra a figura a seguir.

O comportamento do diodo semicondutor é apresentado em curva característica, conforme mostra a figura a seguir.
Eletrônica Analógica – Prática

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Eletrônica Analógica – Prática

Parte experimental

1 – Conectar o bastidor eletrônico (DeLorenzo) na rede elétrica adequada.

2 – Identificar Módulo EA 05 – Diodos/Fonte DC o circuito de a figura a seguir.

EA 05 – Diodos/Fonte DC o circuito de a figura a seguir. 3 – Pegar o

3 – Pegar o multímetro e selecione a opção Diodo, faixa de medidas de resistência do Ohmímetro.

4 – Medir a resistência elétrica do diodo D1 conectando a ponta de prova do Ohmímetro, entre B2 e B5 e anote a seguir.

de prova do Ohmímetro, entre B2 e B5 e anote a seguir. Resistências ( ) Volts

Resistências ( )

Volts

Condução

Bloqueio

1N4007

5 – A medida de resistência entre os terminais de um diodo possibilitaria a identificação do catodo e anodo?

Explique a sua resposta.um diodo possibilitaria a identificação do catodo e anodo? É possível verificar as condições do diodo

É possível verificar as condições do diodo semicondutor (aberto ou curto) com auxílio de um ôhmímetro?identificação do catodo e anodo? Explique a sua resposta. Polarização direta do diodo 6 – Fazer

Polarização direta do diodo

6 – Fazer a ligação do circuito da figura a seguir com auxílio de cabinhos de conexão.

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Eletrônica Analógica – Pratica 7 – Conectar a fonte de tensão ajustável na entrada do circuito.

7 – Conectar a fonte de tensão ajustável na entrada do circuito.

8 – Medir a tensão VD (sobre os terminais do diodo) com auxílio de multímetro na opção de Volts (escala de 2V), meça a tensão VD entre os bornes indicados B2 e B5 do diodo ajustando a tensão de entrada para o valor indicado na tabela 1 a seguir.

9 – Medir a corrente elétrica ID conectando o miliamperímetro em série com o circuito conforme está mostrado a figura no item 7 e registre-o na tabela 1 a seguir.

Tabela 1

Tensão

                 

VD

250mV

300mV

400mV