Você está na página 1de 17

Cópia não autorizada

NBR 13430 Escada doméstica metálica - Projeto e fabricação
DEZ 2000

ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas
Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13 28º andar CEP 20003-900 – Caixa Postal 1680 Rio de Janeiro – RJ Tel.: PABX (21) 210-3122 Fax: (21) 220-1762/220-6436 Endereço eletrônico: www.abnt.org.br

Copyright © 2000, ABNT–Associação Brasileira de Normas Técnicas Printed in Brazil/ Impresso no Brasil Todos os direitos reservados

Origem: Projeto NBR 13430:2000 ABNT/CEET-00:001.31 - Comissão de Estudo Especial Temporária de Escadas Domésticas Metálicas NBR 13430 - Safety requirements for domestic ladders self supporting Descriptor: Domestic ladder Esta Norma foi baseada nas ANSI A 14.2:1990, BS 2037:1994, BS EN 131 - Part 1:1993 e BS EN 131- Part 2:1993 Esta Norma substitui a NBR 13430:1995 Válida a partir de 29.01.2001 Palavra-chave: Escada doméstica 17 páginas

Sumário Prefácio 1 Objetivo 2 Referência normativa 3 Definições 4 Requisitos 5 Métodos de ensaio 6 Marcação e rotulagem Prefácio A ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas - é o Fórum Nacional de Normalização. As Normas Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês Brasileiros (ABNT/CB) e dos Organismos de Normalização Setorial (ABNT/ONS), são elaboradas por Comissões de Estudo (CE), formadas por representantes dos setores envolvidos, delas fazendo parte: produtores, consumidores e neutros (universidades, laboratórios e outros). Os Projetos de Norma Brasileira, elaborados no âmbito dos ABNT/CB e ABNT/ONS, circulam para Consulta Pública entre os associados da ABNT e demais interessados. 1 Objetivo 1.1 Esta Norma especifica as características mínimas exigíveis para o projeto e fabricação de escadas domésticas metálicas. 1.2 Esta Norma se aplica às escadas metálicas e mistas de metal com diferentes materiais e que são utilizadas para serviços domésticos. 1.3 Esta Norma não se aplica às escadas de usos especiais (eletricidade e bombeiros), escadas de extensão, escadas de plataforma e banquetas-escada. 2 Referência normativa A norma relacionada a seguir contém disposições que, ao serem citadas neste texto, constituem prescrições para esta Norma. A edição indicada estava em vigor no momento desta publicação. Como toda norma está sujeita a revisão, recomenda-se àqueles que realizam acordos com base nesta que verifiquem a conveniência de se usar a edição mais recente da norma citada a seguir. A ABNT possui a informação das normas em vigor em um dado momento. Lei nº 8078 do Código de Proteção e Defesa do Consumidor

Figura 1 .1.3 escada portátil: Aquela que pode ser carregada por uma pessoa. aplicam-se as seguintes definições: 3.1 escada: Dispositivo contendo degraus.Componentes da escada . 3. sozinha.1 componentes da escada: (ver figura 2).Escada Figura 2 .Cópia não autorizada 2 NBR 13430:2000 3 Definições Para os efeitos desta Norma. 3. se mantém em pé. 3.2 escada doméstica: Aquela utilizada para serviços domésticos.4 escada auto-sustentável: Aquela que. 3. nos quais uma pessoa pode pisar para subir ou descer (ver figura 1).

3. na vertical. 3. 3.7 serviços domésticos: Serviços leves. Figura 3 .).Escadas paralelas Figura 5 . etc. excluindo-se serviços pesados profissionais (pintura.Distância entre degraus .Cópia não autorizada NBR 13430:2000 3 3.5 escada convergente: Escadas cujos montantes laterais são convergentes (ver figura 3).Escadas convergentes Figura 4 . com a escada na posição totalmente aberta (ver figura 5).8 distância entre degraus: Medida. manutenção hidráulica e elétrica. executados por uma pessoa nas atividades domésticas. entre os planos superiores de dois degraus consecutivos.6 escadas paralelas: Escadas cujos montantes laterais são paralelos (ver figura 4).

11 distância de apoio lateral: Distância entre as superfícies externas de apoio entre o pé dianteiro e o pé traseiro de um mesmo lado da escada determinada sobre uma superfície plana de uma escada totalmente aberta (ver figura 8). 3.Distância de apoio lateral . entre o plano do piso e o plano superior do degrau mais baixo. Figura 6 .Distância entre o piso e o degrau mais baixo Figura 7 . na vertical. 3. com a escada na posição totalmente aberta (ver figura 6).10 distância de apoio frontal e traseiro: Distância entre as superfícies externas de apoio.Cópia não autorizada 4 NBR 13430:2000 3.Distância de apoio frontal e traseiro Figura 8 . entre os pés dianteiros e traseiros de uma escada totalmente aberta sobre uma superfície plana (ver figura 7).9 distância entre o piso e o degrau mais baixo: Medida.

3.Largura da escada Figura 11 .16 carga nominal de trabalho: Carga indicada pelo fabricante (massa do usuário.Cópia não autorizada NBR 13430:2000 5 3.12 tamanho da escada: Comprimento da parte dianteira. não podendo ser inferior a 950 N.17 espaçador ou trava: Dispositivo e ou trava que limita a abertura da escada.15 convergência da escada (B-A): Aumento na medida do vão livre entre as laterais dianteira a cada 500 mm de comprimento destas laterais medido do topo para o pé da escada (ver figura 12). incluindo a parte que fica acima do degrau mais alto.14 inclinação: Medida da projeção. com exatidão de mais ou menos 10 mm (ver figura 9). 3. a que pode ser submetida a escada durante o seu uso. medido na sua parte inferior (pé) até o topo mais alto. na horizontal. 3. Figura 9 . 3. 3.Tamanho da escada Figura 10 .Inclinação . acrescida da massa dos utensílios). do pé dianteiro ou traseiro de uma escada aberta (ver figura 11). de um comprimento igual a 300 mm.13 largura da escada: Medida do vão livre entre as laterais dianteiras determinada no degrau mais alto (ver figura 10).

serrilhadas. ou outros defeitos que representem perigo para o usuário. trabalho ou permanência.3 Superfície dos degraus As superfícies dos degraus e as plataformas projetadas para a subida ou descida.Cópia não autorizada 6 NBR 13430:2000 Figura 12 .9 Espaçador e/ou trava O espaçador e/ou trava da escada. na posição aberta.4 Tamanho O tamanho máximo da escada deve ser 3 000 mm (figura 9). . corrugadas.1 Projeto O projeto deve ter característica tais que produzam uma escada com resistência e rigidez suficientes para estar de acordo com os requisitos desta Norma e livre de defeitos estruturais. A largura das escadas convergentes deve ser no mínimo 250 mm (figura 10) e a convergência deve ser no mínimo igual a 40 mm para cada 500 mm de comprimento das laterais (figura 12). 4.6 Largura e convergência A largura da escada paralela deve ser no mínimo igual a 300 mm (figura 10). Em escadas com mais de um conjunto de espaçador e trava. 4.8. 4. 4.1 Na escada paralela a distância entre os apoios frontais e entre os apoios traseiros deve ser no mínimo igual a 400 mm (ver figura 7). essa limitação se aplica ao conjunto mais baixo (ver figura 14). deve estar localizado no máximo a uma altura de 1 700 mm da superfície de apoio da escada.8 Distância de apoio frontal e traseiro 4. 4. 4. devem ser antiderrapantes. 4.6. 4. podendo ser frisadas.2 Na escada convergente a distância entre os apoios frontais e entre os apoios traseiros deve ser resultante da observância de 4.Convergência da escada (B-A) 4 Requisitos 4.2 Alargamento Os montantes laterais podem ser convergentes ou paralelos com alargamento na base (figuras 3 e 4). 4.5 Inclinação A inclinação determinada com a escada na posição aberta deve ser no mínimo 90 mm para a lateral dianteira e 50 mm para a lateral traseira (figura 11).8.7 Largura do degrau A largura do degrau deve medir no mínimo 73 mm (ver figura 13). denteadas ou cobertas com material antiderrapante.

3 Deve-se dedicar bastante cuidado e atenção a todos os detalhes na montagem e execução do ensaio.12. mesmo pequenas.Cópia não autorizada NBR 13430:2000 7 Figura 13 . 4.12. Alguns ensaios de controle. Esses ensaios não são. método de fabricação ou material.1 Os ensaios a que deve ser submetida a escada visam determinar se a mesma está em conformidade com esta Norma. 4. normalmente. como verificação dimensional. NOTA . 4.10 Distância e paralelismo entre degraus A distância entre os degraus deve ser de 180 mm a 250 mm (ver figura 5). nas técnicas do ensaio. Variações. espectroscopia e de propriedades mecânicas podem ser feitos em escadas usadas. utilizando-se um número de amostras baseado em métodos estatísticos normais para.Esses ensaios são feitos a critério do fabricante. 4.12 Ensaios 4. podem ser utilizadas normalmente. Esses ensaios não devem ser feitos em escadas usadas ou que já tenham sofrido qualquer dano.12.11 Distância entre o degrau mais baixo e o solo A distância entre o degrau mais baixo e o solo deve ser de 180 mm a 250 mm (ver figura 6). se o resultado de um ensaio reprovar a escada. 4. NOTA . onde seja reconhecida a influência do uso no método de ensaio. mesmo que profissionalmente qualificado. feitos em todas as escadas fabricadas ou em escadas com uso ou danificadas. o ensaio pode ser repetido. Escadas submetidas a esses ensaios.2 Os ensaios foram desenvolvidos utilizando-se tolerâncias estatísticas. 4.12. .Espaçador e/ou trava 4.6 Ensaios de verificação de uso podem ser feitos no local de utilização ou laboratório.5 Ensaios para controle de qualidade devem ser feitos durante o processo de fabricação utilizado para produzir a escada. seguindo normas aplicáveis. concluir se a escada está ou não em conformidade com esta Norma. análise química. Escadas que estiverem em conformidade com esses ensaios devem continuar a ser utilizadas normalmente. Portanto. dureza. sem as modificar. Os degraus devem ser paralelos e nivelados com uma tolerância de 5 mm na largura e no comprimento. As escadas submetidas a ensaios para verificação de projeto não podem ser utilizadas após estes ensaios. deve tomar especial cuidado de seguir as instruções para o ensaio.4 Ensaios para verificação de projeto devem ser feitos durante a avaliação inicial do projeto específico do produto ou quando se introduzir uma modificação no projeto. Pessoal sem experiência em ensaios de escadas.12. para avaliar o comportamento da escada no serviço em que estiver sendo utilizada.Esses ensaios são feitos a critério do fabricante.Largura do degrau Figura 14 . 4. desde que não sejam destrutivos. podem introduzir erros significativos que podem invalidar o programa de ensaio. com muito cuidado e por pessoal qualificado.12. por meio de análise estatística.

1.2 Ensaio de resistência à flexão no montante lateral 5.Ensaio de compressão 5.2 A escada não deve apresentar danos ou deformações em sua estrutura ou componentes que apresentem risco aos usuários. aplicando-se uma carga de duas vezes o valor da carga nominal de trabalho da escada. uniformemente distribuída sobre uma área de 90 mm ± 1 mm de frente e profundidade igual a profundidade do degrau. Figura 15 .2 Realizar o ensaio nos dois degraus centrais nas escadas com degraus pares.3. A carga deve ser aplicada no centro.A deformação permanente “f” é a diferença entre a medida inicial (antes do ensaio) e após a retirada da carga. com a escada na posição aberta.1 A resistência à flexão do montante lateral deve ser verificada mediante aplicação de uma carga equivalente a duas vezes o valor da carga nominal de trabalho da escada.12. com cuidado.Cópia não autorizada 8 NBR 13430:2000 4. 5. para evitar choque durante o ensaio.7 A implementação e aplicação do programa de controle da qualidade deve ser da responsabilidade de cada fabricante.3 Ensaio de resistência à flexão do degrau 5. completa e na posição aberta.12. a escada não deve apresentar danos no engaste do degrau com a lateral ou em qualquer outro componente. A escada deve suportar a carga. conforme ilustrado na figura 16. aplicada sobre uma área correspondente a ± 180 mm de frente e profundidade igual à profundidade do patamar. com a escada na posição aberta como mostrado na figura 17.1 A resistência do degrau deve ser verificada. 4. A carga deve ser uniformemente distribuída sobre uma área correspondente a 90 mm ± 1 mm de frente e profundidade igual à profundidade do degrau. NOTA .3 Após a remoção da carga.8 A conformidade com os ensaios para verificação de projeto deve ser determinada 1 min após a remoção da carga. 5. e adjacente a uma das laterais da escada. 5. 5. .2. sem apresentar deformação permanente "f" superior a 1/500 do comprimento do montante.2. A medida da flecha "f" deve ser tomada 1 min após a remoção da carga de ensaio. deve resistir a uma carga equivalente a duas vezes o valor da carga nominal de trabalho da escada. 4. onde aplicável.12. 5 Métodos de ensaio 5.1 A escada.1.2.1 Ensaio de compressão 5. pelo período de 1 min (ver figura 15). pelo período de 1 min e no centro do degrau mais baixo (escadas convergentes) e no segundo degrau mais próximo do pé das escadas paralelas.9 A carga de ensaio deve ser aplicada gradualmente. no degrau do meio. A carga deve ser mantida durante 1 min.

Ensaio da flexão do degrau 5.Cópia não autorizada NBR 13430:2000 9 5. Figura 16 .3 O degrau em ensaio deve resistir à carga de ensaio sem dano ou deformação permanente maior do que um centésimo do comprimento livre do degrau (distância livre entre as laterais) . deve ser aplicada uniformemente no segundo degrau.3. Uma carga de 900 N ± 10 N.4 Ensaio do suporte para baldes O suporte para baldes deve resistir a uma força uniformemente distribuída de 440 N. .3. 5. bem como nos degraus com projeto ou especificações de materiais diferentes. O suporte deve resistir à força. constituída por peso de chumbo ou material equivalente.Ensaio da flexão do montante lateral Figura 17 . aplicada sobre o suporte por um período mínimo de 1 min.5 Ensaio de estabilidade frontal 5. 5.5. sem apresentar deformações permanentes ou ruptura (ver figura 18). como mostrado na figura 19.2 A carga de ensaio deve ser aplicada também no degrau mais comprido que não tenha reforços. com a escada na posição aberta e com os espaçadores travados.1 A escada aberta deve ser colocada sobre um piso nivelado.

2 A seguir a escada deve ser submetida a uma força de tração horizontal. na direção da frente da escada. aplicada no centro geométrico do topo da escada. Figura 19 .5. NOTA .Para a realização deste ensaio a plataforma deve ser fixada de tal forma que não articule durante o ensaio. a uma distância inferior ou igual a 25 mm da sua superfície superior. Escadas equipadas com suporte para baldes devem ser ensaiadas com este na posição de uso.Ensaio para suporte para baldes NOTA .Cópia não autorizada 10 NBR 13430:2000 5.Ensaio de estabilidade da escada . como mostrado na figura 19.A força de tração deve ser aplicada a uma distância máxima de 25 mm sobre o topo do degrau superior. Figura 18 .5. 5.3 A força mínima que provoca o tombamento da escada não deve ser inferior a 110 N. A superfície do piso não deve permitir que a escada escorregue durante o ensaio.

na direção da traseira da escada. como mostrado na figura 19.3 Após a retirada da força.7.6. posteriormente. com carga de 150 N. O ensaio deve ser feito com a escada apoiada em piso de vinil amianto seco e não encerado. 5. deve ser aplicada uniformemente no topo da escada. A força mínima que provoca o tombamento da escada não deve ser inferior a 90 N.Ensaio da estabilidade torcional . aplicada no centro geométrico do topo da escada. A força mínima que provoca o tombamento da escada não deve ser inferior a 200 N. dirigida para a traseira da escada.8.3 Escadas equipadas com suporte para baldes devem ser ensaiadas com este na posição de uso.0 mm.8. 5. a uma distância inferior ou igual a 25 mm da sua superfície superior. deve ser aplicada paralelamente ao topo da escada. Uma carga de 900 N ± 10 N.1 A escada aberta deve ser colocada sobre um piso nivelado e com os espaçadores travados. A espessura da barra de ensaio deve ser de 23 mm ± 1 mm e a largura deve ser a mínima para resistir aos esforços.7. 5. na direção da lateral esquerda. 5. A superfície do piso não deve permitir que a escada escorregue durante o ensaio. constituída por peso de chumbo ou material equivalente.1 A escada aberta deve ser colocada sobre um piso nivelado.6 Ensaio de estabilidade lateral 5. Uma carga de 900 N ± 10 N. resultando em um momento torsor. inferiores a 3.Cópia não autorizada NBR 13430:2000 11 5. A superfície do piso não deve permitir que a escada escorregue durante o ensaio. Figura 20 . como mostrado da figura 20.2 A seguir a escada deve ser submetida a uma força de tração horizontal. a uma distância inferior ou igual a 25 mm da sua superfície superior.8. constituída por peso de chumbo ou material equivalente. 5. como mostrado na figura 19. 5. aplicada no centro geométrico do topo da escada.7. com uma tolerância de ± 10º.2 A seguir a escada deve ser submetida a uma força de tração horizontal.8 Ensaio de estabilidade torcional 5. 5. Durante o ensaio esta força deve ser mantida perpendicularmente ao braço de aplicação do momento torsor.3 Este ensaio deve ser feito com a força na direção da lateral direita e. 5.7 Ensaio de estabilidade traseira 5. Uma carga de 900 N ± 10 N. durante 1 min.A barra de ensaio é fixada encostada à parte inferior do degrau mais alto.2 Uma força de tração horizontal de 88 N ± 1 N. não devem reprovar a escada. na direção de uma das laterais. 5.6.4 Escadas equipadas com suporte para baldes devem ser ensaiadas com este na posição de uso. deve ser aplicada uniformemente no segundo degrau.6. NOTA . constituída por peso de chumbo ou material equivalente. Pequenas deformações residuais de componentes da escada. 5. a escada em ensaio não pode ter-se deslocado mais que 25 mm em relação à sua posição inicial sobre o piso e não pode apresentar qualquer dano ou deformação residual visível em sua estrutura ou componentes. como mostrado na figura 19. como braços diagonais ou braços horizontais traseiros. em uma barra e a uma distância de 460 mm da linha de centro vertical da escada.6.4 Escadas equipadas com suporte para baldes devem ser ensaiadas com este na posição de uso. como mostrado na figura 19.1 A escada aberta deve ser colocada sobre um piso nivelado. deve ser aplicada uniformemente no segundo degrau. como mostrado na figura 20.8.

constituída por peso de chumbo ou material equivalente.2 Uma força horizontal dirigida para a traseira da escada deve ser aplicada. 5. como mostrado na figura 22. como braços diagonais ou braços horizontais traseiros. Figura 21 . paralelamente no primeiro degrau ou no patamar da escada. O ensaio deve ser efetuado sobre um piso de vinil amianto seco e não encerado.2 Uma carga uniformemente distribuída de 450 N. durante 1 min.10. Os dois pés frontais devem ser bloqueados no piso.10 Ensaio da estrutura 5. 5. NOTA . A espessura da barra de ensaio deve ser de 23 mm ± 1 mm e a largura deve ser a mínima para resistir aos esforços. As deformações permanentes de componentes da escada. em uma barra e a uma distância de 460 mm da linha de centro vertical da escada.9. deve ser aplicada uniformemente no primeiro degrau ou no patamar da escada.A barra de ensaio é fixada encostada à parte inferior do degrau mais alto. após a retirada da força.9. inferiores a 3 mm.4 A escada deve suportar uma força horizontal no mínimo igual a 230 N.9.1 A escada aberta deve ser colocada sobre um piso nivelado e com os espaçadores travados. àquele de aplicação da força horizontal deve ser bloqueado no piso. Uma carga de 900 N ± 10 N. deve ser aplicada no degrau mais baixo.9 Ensaio de torção da lateral e das travas 5. 5.3 A lateral frontal do lado oposto.9.1 A escada aberta deve ser colocada sobre um piso nivelado e com os espaçadores travados. como mostrado na figura 21.Cópia não autorizada 12 NBR 13430:2000 5. sem soltar as travas e sem danos ou deformações visíveis nas suas estruturas ou componentes. A força deve ser perpendicular ao braço de aplicação do esforço. . não devem reprovar a escada.10. quando o esforço do ensaio é alcançado.Ensaio de torção 5. com uma tolerância de ± 10°. 5. constituída por peso de chumbo ou material equivalente.

Cópia não autorizada NBR 13430:2000 13 5. em milímetros. a partir do topo do degrau mais próximo desta extremidade.Ensaio da estrutura 5. com os degraus perpendiculares ao piso.3 Uma força vertical de tração deve ser aplicada no topo dos montantes laterais. 112 x A + 220 1 000 NOTAS 1 A força lateral deve ser aplicada. A carga deve ser centrada em um bloco com 50 mm de profundidade apoiado em toda a largura da lateral. A é a distância do pé dianteiro até o centro da articulação. remover os pés antiderrapantes da lateral e usar dispositivos apropriados para assegurar que a carga de ensaio está aplicada de modo apropriado na extremidade inferior da lateral. como mostrado nas figuras 23 e 24.4 Uma força de tração horizontal de 27 N deve ser aplicada na extremidade inferior de um dos pés traseiros. de modo a levantar os dois pés traseiros até se obter uma altura livre de 75 mm entre os pés e o piso. como mostrado na figura 22. . usando-se uma força de segurança ou equivalente.10.1 A resistência à flexão em balanço da lateral dianteira de uma escada deve ser determinada pela aplicação de uma carga concentrada na extremidade inferior da lateral dianteira.10.1 Lateral dianteira 5. dirigida para a lateral.2 Antes de iniciar o ensaio. O ponto de ligação dos pesos com o grampo "C" não deve estar a mais do que 50 mm abaixo da face inferior da lateral em ensaio. A força deve ser aplicada paralela ao fundo da seção frontal. A corda deve ser fixada a uma distância de no mínimo 900 mm acima de seu topo de fixação na escada. 5.3 Uma carga de ensaio de 680 N deve ser aplicada por meio de pesos.11.11.1.11. O deslocamento lateral da seção posterior deve ser medido paralelo à direção que a força lateral é aplicada.11 Ensaios de resistência à flexão em balanço das laterais dianteira e traseira 5. por meio de um grampo "C".11. A escada em ensaio deve estar aberta e apoiada de lado. à extremidade inferior da lateral superior. 3 O ensaio é ilustrado para o degrau de topo. O degrau deve ficar perpendicular à superfície de apoio. medindo-se imediatamente o deslocamento lateral desta extremidade em relação à sua posição inicial.10. como mostrado na figura 23. em milímetros. Figura 22 . A força vertical de tração deve ser aplicada por meio de uma corda de 8 mm de diâmetro e com 900 mm de comprimento (estas medidas são mínimas). 2 Blocos fixos para ensaio de superfície são usados para resistir à rotação. de modo a deixar em balanço a extremidade inferior da lateral. 5.5 As escadas equipadas com suporte para baldes devem ser ensaiadas com este na posição de uso. Este deslocamento não deve ser maior que o dado pela seguinte equação: D= onde: D é o deslocamento. 5.1. Os pesos devem ser posicionados de modo que a linha de ação da carga aplicada coincida com o eixo neutro vertical da lateral. A lateral inferior deve ser fixada por grampo a um suporte. 5. por um período mínimo de 1 min.1.

a deformação residual da lateral ensaiada não deve ser maior que 7 mm. Figura 23 .1.6 Após retirada da carga de ensaio.1.5 A seguir a carga de ensaio deve ser aplicada na lateral de baixo. 5.Cópia não autorizada 14 NBR 13430:2000 5. 5. a deformação residual da lateral ensaiada não deve ser maior que 7 mm.11.Escadas paralelas Figura 24 .4 Após retirada da carga de ensaio. nas mesmas condições.11. não devem reprovar a escada neste ensaio.Escadas convergentes .Ensaio do balanço lateral dianteiro . deformações permanentes ou ruptura de qualquer componente da escada. 5.11.11.1.1. com exceção da deformação permanente das laterais acima do permitido.7 Desde que a escada suporte a carga de ensaio. como mostrado na figura 24.Ensaio do balanço lateral dianteiro .

2 Antes de iniciar o ensaio.11. 5. a deformação residual da lateral ensaiada não deve ser maior que 7 mm. à extremidade inferior da lateral superior.11.Cópia não autorizada NBR 13430:2000 15 5.11. por um período mínimo de 1 min.11. Figura 25 . 5.2. A lateral inferior deve ser fixada por grampo a um suporte. por meio de um grampo "C". Os pesos devem ser posicionados de modo que a linha de ação da carga aplicada coincida com o eixo neutro vertical da lateral. A escada em ensaio deve estar aberta e apoiada de lado.2.4 Após retirada da carga de ensaio.2.2 Lateral traseira 5.2. A carga deve ser centrada em um bloco com 50 mm de profundidade apoiado em toda a largura da lateral. a deformação residual da lateral ensaiada não deve ser maior que 7 mm. 5. nas mesmas condições.11.2.3 Uma carga de ensaio de 560 N deve ser aplicada por meio de pesos. com exceção da deformação permanente das laterais acima do permitido. com os degraus perpendiculares ao piso.1 A resistência à flexão em balanço da lateral traseira de uma escada deve ser determinada pela aplicação de uma carga concentrada na extremidade inferior da lateral traseira. 5. não devem reprovar a escada neste ensaio.11. A travessa deve ficar perpendicular à superfície de apoio.11.7 Desde que a escada suporte a carga de ensaio. deformações permanentes ou ruptura de qualquer componente da escada.5 A seguir a carga de ensaio deve ser aplicada na lateral de baixo. a partir da travessa inferior da lateral traseira. 5.6 Após retirada da carga de ensaio. como mostrado na figura 25. O ponto de ligação dos pesos com o grampo "C" não deve estar a mais do que 50 mm abaixo da face inferior da lateral em ensaio. como mostrado nas figuras 25 e 26.2.11. de modo a deixar em balanço a extremidade inferior da lateral.2.Ensaio do balanço lateral traseiro . remover os pés antiderrapantes da lateral e usar dispositivos apropriados para assegurar que a carga de ensaio está aplicada de modo apropriado na extremidade inferior da lateral. 5. como mostrado na figura 26.Escadas paralelas .

12. Após o choque com o piso. a deformação permanente da lateral não deve ser maior que 7 mm. conforme mostrado na figura 28.13 Ensaio de escorregamento A escada a ser ensaiada deve ser preparada.Escadas convergentes 5. uniformemente distribuída.12. sendo apoiada a 150 mm de seu topo.2 A extremidade inferior da escada é liberada. fique a uma altura de 610 mm sobre um piso de concreto. apoiada no guia de queda.1 A escada a ser ensaiada deve ser a mais alta para cada tamanho de lateral e o braço de reforço inferior deve ser semelhante para todas as escadas. centralizada entre os dois pés frontais com a utilização de uma barra circular. aplicada no segundo degrau da escada. como mostrado na figura 27. Figura 27 .12 Ensaio de queda das laterais da escada 5. a uma altura de 25 mm sobre o piso. aplicada progressivamente em um período de 5 s na parte inferior da escada. com uma carga de 900 N ± 10 N. de modo que as laterais permaneçam no mesmo plano vertical inicial. não deve provocar qualquer deslocamento superior a 7 mm sobre o piso. de modo que os degraus fiquem na vertical. Uma força de tração horizontal de 150 N ± 5 N.Ensaio do balanço lateral traseiro . A escada fechada deve ser colocada na horizontal. de modo que a extremidade inferior da lateral de baixo. O ensaio deve ser efetuado sobre um piso de vinil amianto seco e não encerado. 5.Cópia não autorizada 16 NBR 13430:2000 Figura 26 .Queda da escada . 5.

Escorregamento 6 Marcação e rotulagem As informações.2 Instruções de uso: a) usar a escada totalmente aberta. b) uso exclusivo para atividades domésticas. podendo ser em forma de folheto. d) não usar calçados deslizantes. etiqueta ou adesivo. c) origem do produto. verificar as condições do produto. b) composição do produto. 6. c) manter-se sempre no centro da escada. 6. f) número desta Norma. _________________ . relativas ao uso da escada devem acompanhar o produto.Cópia não autorizada NBR 13430:2000 17 Figura 28 .1 Informações do produto: a) dados do fabricante/importador/distribuidor. c) não utilizar próximo a redes elétricas. 6.3 Advertência: a) antes de utilizar a escada. devendo ser de fácil leitura e compreensão (Lei nº 8078). d) carga nominal do trabalho. b) não usar em piso escorregadio ou irregulares. instruções e advertências. evitando movimentos bruscos. e) data de fabricação.