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PRISÃO TEMPORÁRIA

PRISÃO TEMPORÁRIA

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Published by: Diogo Seixas on Sep 29, 2011
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PRISÃO TEMPORÁRIA Outra espécie de cautelar. Prevista na lei 7.960/89. Para assegurar o êxito da investigação policial.

Existe uma discussão acerca da constitucionalidade dessa prisão, porque ela teria sido decorrente da conversão de MP em lei. O STF já se manifestou no sentido de não haver inconstitucionalidade. Sua peculiaridade em relação à preventiva é que tem prazo certo e determinado de 5 dias, prorrogável por mais 5 e em se tratando de crime hediondo é de 30 dias prorrogável por mais 30. Prorrogável uma única vez. Não pode decretar direto a prisão por 8 dias, pois o limite é de 5 dias, havendo prorrogação. Então tem que decretar 5 dias e prorrogar. Mas pode decretar direto a prisão por 3 dias. O entendimento majoritário é o de que só cabe em IPL, pois a lei é explícita. Polastri defende que caberia em outras peças de informação diversas do IPL, pois o MP tem poder investigatório. Art. 1º, I. A temporária não pode ser decretada na fase do processo, ou seja, depois do oferecimento da denúncia. Não possibilidade de denunciar e pedir a prisão temporária. Por ser decretada na fase pré processual, não pode ser concedida de ofício pelo juiz. A lei veda expressamente, devendo haver provocação da autoridade policial ou do MP, sob pena de ferir o sistema acusatório. Requisitos Prevalece na doutrina majoritária: Fumus boni iuris art. 1º, III. Arrola uma série de delitos. Tem que apontar indícios de autoria e participação em um desses delitos. É um rol taxativo, não admitindo interpretação extensiva. Periculum art. 1º, I ou II. Polastri diz que o inciso II nem precisaria estar ali, pois fortalece o inciso I. Então é o art. 1º, III c/c art. 1º, I ou II. O que é imprescindível para o IPL Seria a acareação, mas aqui a pessoa pode ficar em silêncio. STF disse, no caso do Daniel Dantas, que não seria cabível a temporária para ouvir o investigado ou indiciado, pois eles podem ficar calados, não sendo necessária a prisão para que sejam ouvidos sem terem se comunicado. O profº coloca quando a medida é para assegurar o êxito da medida de busca e apreensão que é medida investigativa como uma situação em que seria imprescindível que o sujeito fosse preso. Tema 13 1) Não pode trabalhar mais com temporária depois do oferecimento da denúncia. HC 78.437 STJ e HC 44.987 do STJ.

2) A súmula 52 do STJ entendeu que finda a instrução criminal não cabe mais a alegação de constrangimento por excesso de prazo. . se não houver motivo idôneo para justificar o excesso de prazo. Reinterpretação da súmula 52 do STJ. o indivíduo tem que ser solto por violação à razoável duração do processo. Informativo 323 do STJ. Ocorre que.

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