CiberEscola: Educação em Banda Larga

Hélio Lemes Costa Jr.

Editora Ponto da Cultura

Design da capa: Fayne Scalioni (@FayneScalioni) Robô Asimo® propriedade de Honda Motor Co. LTD.

Costa Jr., Hélio Lemes, 1967 Ciberescola: educação em banda larga – Rio de Janeiro: Editora Ponto da Cultura, 2011. 120p. ISBN: 978-85-61375-99-7 1. Tecnologia Educacional 2. Educação 3. Tecnologia da Informação 4. Meios de comunicação I. Título

DEDICATÓRIA Este livro é dedicado a Jane Costa, o meu amor.

AGRADECIMENTOS
Para que esta obra fosse possível, diversas pessoas colaboraram, incluindo muitos amigos, colegas e alunos. Foram muitos e, com certeza, não conseguiria nomeá-los todos. Entretanto, há alguns que tiveram participação crucial e aos quais desejo externar meus agradecimentos nominalmente. Ao Prof. Dr. Francisco Antônio Pereira Fialho, do Departamento de Engenharia de Produção da UFSC – Universidade Federal de Santa Catarina - que orientou minha pesquisa de mestrado e que sempre será fonte de inspiração, por sua inteligência e espirituosidade. À Profa. Dra. Lílian Maria Ribeiro Conde, minha colega de mestrado e grande amiga, que prefacia esta obra e com quem trabalhei por dezenas de horas, de forma lúdica e produtiva, realizando trabalhos acadêmicos que colaboraram enormemente para o meu processo de aprendizado. Ao Prof. Dr. José Lucas Pedreira Bueno, meu excolega de trabalho, hoje também amigo, por sua constante disposição para apoiar em tudo o que foi preciso para a realização de meu mestrado. Ao amigo Prof. Ms. Marco Antônio de Araújo, que com seus exemplos e inspirações, me motivou a publicar esta obra. Aos especiaistas na área de Educação e Tecnologia que cederam seu tempo para responder às minhas indagações e cujas respostas são parte importante deste texto: Dr. Arnaldo Niskier, Dr. Eduardo Chaves, Dra. Lenise Aparecida Martins Garcia, Dr. Eng. Valdemar Setzer, Dr. Eng. Alexandre Leib Grojsgold e Dr. Wilson Correia de Azevedo Jr. Também devo agradecer ao Centro Universitário do Sul de Minas – Unis-MG, pelo apoio financeiro dado

durante a realização do mestrado e por aberto as portas para que eu iniciasse minha carreira de professor no ensino superior, em 1997. Hélio Lemes Costa Jr.

A QUEM SE DESTINA ESTA OBRA?
Destinada tanto aos profissionais como estudantes nas áreas de educação, de tecnologia da informação e no entroncamento dessas duas áreas: a tecnologia educacional. É principalmente voltada para quem, como eu, preocupa-se com as restrições que a tecnologia impõe aos projetos de educação, seja ela a distância ou presencial. Lendo este livro será possível vislumbrar as aplicações que estarão disponíveis para os educadores, a partir da disponibilização de conexões de redes de computadores chamadas de “banda larga”, que têm evoluído enormemente nos últimos anos. Elas podem trazer para a sala de aula, presencial ou virtual, uma experiência muito mais rica do que os tradicionais, quadro, caneta e papel. A obra é indicada também aos idealizadores de projetos educacionais, para que determinem a validade do uso (ou não) de determinadas aplicações e recursos tecnológicos, compreender a importância do computador e das redes na educação, conhecer as pesquisas que estão sendo realizadas nesta área, avaliar a importância da multimídia para o conteúdo e da interatividade para a colaboração no aprendizado. São apresentadas algumas recomendações sobre as tecnologias analisadas, como realidade virtual, multimídia, videoconferência e jogos em ambientes virtuais, mas também são colocadas algumas questões sobre o impacto da tecnologia na qualidade da educação. A proposta do livro é auxiliar o educador a identificar formas de tornar a experiência do aprendizado mais rica e estimulante, através do uso das tecnologias de redes de alta velocidade, que estão se tornando onipresentes e acessíveis para muitos projetos educacionais.

PREFÁCIO
As transformações provocadas pelas Novas Tecnologias da Informação e Comunicação implicaram diferentes transformações sobre a sociedade. Refletir acurada e detalhadamente sobre a totalidade delas é tarefa a um só tempo hercúlea e impossível. Conhecedor emérito desta temática, Hélio Lemes Costa Júnior, recorta entre aquelas implicações uma das mais significativas: a forma pela qual o conhecimento pode ser transmitido e gerado. É com a maestria do conhecimento técnico e humano que o autor convida-nos na presente obra a percorrer esta temática para extrair dela uma compreensão geral sobre o tema e, uma outra específica, referente à Internet2 e suas possibilidades de enriquecimento potencial das diferentes modalidades de educação mediadas pelo computador. Neste livro, com a clareza textual que lhe é peculiar, Hélio disseca, com o fino bisturi do conhecimento técnico somado à experiência de educador, o benefício relativo ao emprego da Internet2 sobre recursos relativos ao uso de Multimídia, Videoconferência e Realidade Virtual como ferramentas da educação presencial e a distância. Sua obra, “Ciberescola: Educação em Banda Larga”, permite ao leitor encontrar, além da paixão do autor pela temática, seu conhecimento e desejo de contribuir para que a educação do século XXI se contamine com a presteza da banda larga, com a interatividade geradora de significado e com a provisoriedade que deve ter qualquer conhecimento, pois que este pertence à categoria do provisório, despida e oposta ao dogmatismo – reino do sagrado. Novos tempos, um novo homem e uma nova forma de educar e de educar-se, visto que, diferentemente da sociedade do século XX, o único certificado escolar recebido é o de eterno estudante, pois a velocidade da

internet é também a rapidez com que conhecimentos são gerados e modificados. Costa Júnior reafirma esta proposição quando diz, citando Jan Visser: “no mundo de hoje, e no de amanhã, a noção de aprender para ganhar a vida, e mesmo aprender para a vida não é mais válida. Aprender não é mais para a vida, aprendizado é vida, aprender é viver e viver é aprender, é tão essencial como comer, independente da condição social e financeira das pessoas”. É na companhia de autores como Cassirer, Gardner, Levy, Morin, Negroponte, entre outros de igual importância, que este itinerário é encetado, conduzindo o leitor a um reino do qual se exala a relevância da educação como condição existencial de vida e de sua modificação em relação aos antigos padrões, consoantes a outras tecnologias, tendo em vista a parturição de um novo homem, com um novo psiquismo, a partir do que foi proposto por Castells (1999) denominar-se de "Revolução da Informação e da Comunicação". Esta é uma obra que traz para o leitor a experiência internacional de instituições do porte da University of North London (UNL) e do Centre National d `Enseigment à Distance (CNED), de especialistas que agenciaram o processo de Educação a Distância no Brasil e dos destinatários destes esforços: aqueles que buscam o aprendizado nos bancos escolares ou no ciberespaço. Boa leitura!

Lílian Maria Ribeiro Conde1

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A Professora Dra. Lílian Maria Ribeiro Conde é psicóloga, educadora e Doutora em Engenharia de Produção.

SUMÁRIO Capítulo I – INTRODUÇÃO.......................................... 1
1.1 Cenário ...............................................................................2 1.2 O computador ....................................................................4

Capítulo II - FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ............ 9
2.1 A Sociedade da Informação e da Educação .................. 10 2.2 Educação a Distância....................................................... 16 2.3 Educação a Distância Apoiada pela Internet ................ 26 2.4 Novas Ferramentas para Educação a Distância ............ 30 2.4.1 Multimídia na Educação .............................................. 30 2.4.1.1 Interatividade ............................................................. 32 2.4.1.2 Visualização e Apresentação .................................... 33 2.4.2 Videoconferência .......................................................... 36 2.4.2.1 O que é a Videoconferência ...................................... 38 2.4.2.2 O que a videoconferência oferece............................. 39 2.4.2.3 Sua Aplicação ............................................................. 40 2.4.2.4 Vantagens e Desvantagens da Videoconferência ...41 2.4.2.5 Conclusão sobre Videoconferência .......................... 42 2.4.3 Realidade Virtual .......................................................... 43 2.5 Internet2 ........................................................................... 45 2.6 Síntese do Capítulo.......................................................... 50

Capítulo III – METODOLOGIA .................................. 53
3.1 Revisão Bibliográfica ....................................................... 54 3.2 Entrevistas por E-mail com Especialistas ...................... 55 3.3 Observação como Aluno do LED ...................................57 3.4 Coautoria de Curso a Distância...................................... 58 3.5 Visitas a Centros de Educação........................................ 58 3.6 Pesquisa com Alunos do Ensino Médio ........................ 59

Capítulo IV - RESULTADOS OBTIDOS ..................... 61
4.1 Pesquisa de Opinião ........................................................ 62

4.2 Visitas a Centros de Educação ....................................... 66 4.2.1 CNED ............................................................................ 66 4.2.2 UNL ............................................................................... 69 4.3 Pesquisas por E-mail ....................................................... 69 4.4 Considerações sobre Multimídia ................................... 76 4.5 Considerações sobre Videoconferência ......................... 77 4.6 Considerações sobre Realidade Virtual ......................... 78 4.7 Considerações sobre Internet2 ....................................... 82 4.8 Síntese do Capítulo ......................................................... 84

Capítulo V – CONCLUSÃO .........................................87
5.1 Considerações Finais....................................................... 87 5.2 Recomendações para Trabalhos Futuros....................... 90

REFERÊNCIAS ..............................................................93 ANEXO .........................................................................100
Questionário aplicado aos alunos do ensino médio LISTA DE FIGURAS Backbone da RNP no primeiro semestre de 2011 Figura 2.1 ............................................................................... 50 Primeiro gráfico com respostas a pesquisa de opinião Figura 4.1 ............................................................................... 64 Segundo gráfico com resposta a pesquisa de opinião Figura 4.2 ............................................................................... 65 Espiral do desenvolvimento da Internet2 Figura 4.3 ............................................................................... 84 LISTA DE TABELAS A Evolução da Educação a Distância Tabela 2.1 ............................................................................... 20 Características Conceituais da Educação a Distância Tabela 2.2 ............................................................................... 25 Entrevistados Tabela 3.1 ............................................................................... 57

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Capítulo I

INTRODUÇÃO

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m 1969, nos Estados Unidos, foi realizada a primeira conexão entre dois computadores em uma rede, então denominada ARPANET (Advanced Research Projects Agency Network), considerada o embrião do que é hoje a Internet. Naquela época, apenas uma pequena parcela de cientistas e militares norte-americanos podia utilizar seus recursos, que não eram muitos, pois a velocidade de transmissão de dados e a confiabilidade das conexões eram muito baixas. Além disso, esses arcaicos recursos de comunicação de dados, não estavam disponíveis ao grande público. A tecnologia era restrita aos cientistas, militares e acadêmicos dos Estados Unidos. No começo dos anos 60 do século XX, visionários como Theodor Nelson, já haviam previsto o conceito de hiperlink

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e hipermídia, mesmo quando os computadores ainda eram incapazes de realizar seus sonhos. Em seu livro de 1974, Computer Lib/Dream Machines, Nelson já previa que o computador facilitaria o acesso das pessoas a todo tipo de informação através de links entre palavras e mídias de todos os tipos. O computador, nas décadas de 60 e 70, manipulava apenas letras e números e multimídia ainda era um termo praticamente desconhecido. Tanto por conta das dificuldades técnicas como pelo seu alto custo. Muito pouco se sabia do que seria possível fazer com aquela nova tecnologia e apenas uns poucos visionários poderiam prever a sua rápida expansão. Hoje, 40 anos depois, avaliamos as alterações comerciais, educacionais e até mesmo comportamentais provocadas por esta expansão. Ao longo deste período, diversas novas iniciativas tecnológicas foram surgindo e sendo incorporadas à Internet. O som, a imagem, a comunicação oral em tempo real, o broadcast, enfim; a evolução foi rápida e implacável. Também o número de usuários de computadores e da Internet vem crescendo com uma rapidez assustadora, a reboque dos investimentos feitos pelas grandes empresas de e-commerce que desejam alavancar seus negócios com o uso da rede. Estão sendo feitos investimentos substanciais, com vistas a melhorar a infraestrutura de telecomunicações e, consequentemente, aumentar drasticamente a velocidade com que os bits trafegam através da Internet. Com isso, a rede deverá sofrer um verdadeiro salto de qualidade, oferecendo recursos que atualmente são ainda limitados, o que deve provocar profundas transformações em como a Internet é usada, para todos os fins: comércio, publicidade, comunicação e educação. Novas mídias serão introduzidas

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e novas reações são esperadas tanto por parte dos educadores, quanto dos educandos. 1.1. Cenário “Com a liderança do Vice-Presidente, a administração Bill Clinton/Al Gore elevou o acesso à tecnologia à máxima prioridade. O Presidente e o Vice-Presidente elevaram os investimentos totais em tecnologia para a educação de 23 milhões em 1993 para 769 milhões em 2000.” (White House Report, 2000). “Na nova economia, não basta dispor de uma infraestrutura moderna de comunicação; é preciso competência para transformar informação em conhecimento. É a Educação o elemento-chave para a construção de uma sociedade da informação e condição essencial para que pessoas e organizações estejam aptas a lidar com o novo, a criar e, assim, a garantir seu espaço de liberdade e autonomia.” (Sociedade da Informação no Brasil – Livro Verde, 2000). Estas duas afirmativas demonstram a disposição dos governos, estadunidense e brasileiro, em prover a tecnologia suficiente para que seus cidadãos possam superar o que o governo americano chama de “Digital Divide”, e que poderia ser traduzido como desigualdade digital ou segregação digital. Assim como Brasil e Estados Unidos, todos os outros países desenvolvidos e em desenvolvimento estão investindo na expansão da tecnologia para o maior número de cidadãos possível.

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Há iniciativas governamentais, apoiadas financeiramente pelo setor privado, para oferecer rapidamente o acesso à Internet com banda larga. A educação vem sofrendo profundas alterações na forma e no conteúdo ao longo das últimas décadas devido à introdução de uma série de novos fatores tecnológicos e comportamentais, tanto no âmbito nacional como internacional. A introdução da tecnologia da informação e comunicação nos meios tradicionais de educação, vem provocando a realização de estudos, para se adaptar antigas técnicas de ensino às novas tecnologias e às novas demandas surgidas nesse período. Uma das ferramentas mais promissoras de apoio à educação é a Internet, que acrescenta benefícios extraordinários ao uso do computador na educação, como por exemplo, a interconexão entre alunos e professores, ou colegas, geograficamente distantes e o acesso a dados disponíveis em bibliotecas virtuais, espalhadas por todo o planeta, dentre outras vantagens. A conexão dos computadores em rede expandiu suas funções além do cálculo e do armazenamento de dados, dando a esta ferramenta o status de meio de comunicação. Meio este que apresenta diversas vantagens sobre os já existentes, como a facilidade de comunicação a custos baixos e sem limite de distância ou de tempo. As duas principais barreiras a serem derrubadas são a da qualidade/velocidade das conexões e a da popularização e disponibilidade da tecnologia. A baixa velocidade de comunicação entre os computadores da rede prejudica sobremaneira a qualidade da interação entre educadores e educandos. Entretanto, a Internet está próxima de sofrer transformações profundas, de ordem técnica, que permitirão o uso de novas mídias, sem as atuais limitações de qualidade na transmissão de

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voz e imagem. Diversas instituições de pesquisa em tecnologia estão implantando novos equipamentos e linhas de comunicação que ampliarão, em um curto prazo, as possibilidades de difusão de conhecimento baseadas em mídias mais interativas e complexas e que permitirão elevar a qualidade da Educação a Distância. Este salto de qualidade exigirá que os idealizadores de projetos de Educação a Distância possuam domínio maior de suas potencialidades e medidas de eficácia. Os educadores deverão conhecer quais métodos produzem os melhores resultados em determinadas situações, para poderem escolher a mídia correta e a melhor forma de utilizá-la para atender a uma determinada demanda. 1.2. O Computador O uso do computador na educação, presencial e a distância, é reconhecidamente benéfico e incentivado pelos órgãos governamentais e pela iniciativa privada, ao redor do mundo. A Internet aumentou as potencialidades do uso do computador em educação. Quais benefícios podem-se esperar do aumento da largura de banda na Internet, em relação à Educação a Distância? Estão disponíveis recursos tecnológicos, que são timidamente utilizados na Educação a Distância, ou por motivo de baixa qualidade e confiabilidade das conexões, ou por elevado custo operacional. Como exemplo, podemos citar a Videoconferência, a Realidade Virtual e a Multimídia. Com um maior número de usuário de banda larga poderemos utilizar estes e outros recursos de maneira eficaz para oferecer ambientes mais ricos, que favoreçam o aprendizado e que estimulem o educador e o educando a participar do processo.

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Certamente, ocorrerá ganho de qualidade, com a inserção dos novos recursos de alta velocidade na Internet, mas este ganho será restrito a uns poucos privilegiados; Entretanto, o aumento da largura de banda, por si só, não afetará a qualidade da educação, pois não basta transpor a educação de baixa qualidade para um ambiente altamente tecnológico. Este livro apresenta informações coletadas a partir de diversas fontes, combinadas e analisadas sob a perspectiva de um especialista em tecnologia que também é educador. Para atingir o objetivo desejado, foi necessário integrar uma série de ações, visando coletar conhecimento suficiente sobre o assunto. O resultado de entrevistas, observação, pesquisa-ação, visitas e revisão bibliográfica.  A revisão bibliográfica foi feita sobre os principais temas envolvidos: Educação a Distância, Multimídia, Videoconferência, Realidade Virtual e Internet2;  A observação/participação feita pelo autor, como aluno do Programa de Pós-graduação em Engenharia de Produção, realizado através de Videoconferência, entre Florianópolis/SC e Varginha/MG, durante o ano de 1999;  A participação como coautor de curso intitulado: Ambientes Virtuais de Aprendizagem, oferecido à distância, utilizando o software Aulanet, na FEPESMIG, no ano de 2000;  A avaliação diagnóstica, através de questionário, com alunos do ensino médio, em Varginha/MG, sobre Educação a Distância;  Entrevistas diagnósticas realizadas com especialistas com experiência na área de Educação a Distância;  Visitas feitas ao CNED - Centro Nacional de Ensino a Distância - na cidade de Poitiers, França; e UNL – Universidade do Norte de Londres, UK.

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Pode-se classificar este livro como uma investigação das possibilidades abertas pela tecnologia de redes de alta velocidade para a Educação à Distância e um conjunto de recomendações de experimentos. A metodologia utilizada visa apuração de dados relativos à aplicação da Educação a Distância em grupos de alunos do ensino médio, superior e pós-graduação; não visa portanto o ensino fundamental. O capítulo 1, no qual se insere este tópico, introduz de forma sucinta o leitor no contexto da tecnologia da Internet e da Educação a Distância; apresenta a justificativa de se pesquisar novas tecnologias a serem implantadas na Educação, baseando-se na necessidade de se desenvolver uma nova sociedade; apresenta os objetivos gerais e específicos; as hipóteses, básica e secundárias, a serem confirmadas ou refutadas nos capítulos subsequentes; as delimitações da pesquisa e sua estrutura. O capítulo 2 contém a fundamentação teórica sobre a sociedade da informação e a Educação a Distância; a seguir apresenta um estudo sobre os recursos tecnológicos disponíveis para nela serem empregados e a evolução na largura de banda da Internet. O capítulo 3 descreve a metodologia empregada no processo: os questionários, entrevistas e visitas realizadas durante a pesquisa. O capítulo 4 apresenta os resultados obtidos após a aplicação da metodologia sugerida no capítulo 3. O capítulo 5 além de apresentar a conclusão do autor sobre os resultados obtidos, aponta para futuras perspectivas e recomenda futuros experimentos em Educação a Distância, usando a tecnologia proposta. O capítulo 6 traz as referências bibliográficas e links onde o leitor encontrará mais informações sobre as tecnologias citadas.

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Varginha – MG – Brasil