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I-005 - AVALIAÇÃO DA GESTÃO OPERACIONAL DAS ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ÁGUA DO PROGRAMA NACIONAL

I-005 - AVALIAÇÃO DA GESTÃO OPERACIONAL DAS ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ÁGUA DO PROGRAMA NACIONAL DE SANEAMENTO RURAL EM COMUNIDADES DE PEQUENO PORTE NO INTERIOR DO ESTADO DO ESPÍRITO SANTO - ES

Elvis Pantaleão Ferreira (1) Especialista em Engenharia Ambiental pela Faculdade Castelo Branco – ES; Tecnólogo em Saneamento Ambiental pelo Instituto Federal do Espírito Santo. Fabiana de Souza Pantaleão (2) Graduanda em Ciências Biológicas pelo Instituto Federal do Espirito Santo - Ifes campus Santa Teresa. Antonio Cardoso Ferreira (3) Biólogo Especialista em Ecologia, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável pelo Centro de Estudos Superiores de Maceió – CESMAC/AL.

Endereço (1) : Rodovia ES 080 Km 21, São João de Petrópolis – Santa Teresa-ES; CEP: 29660 000- Brasil - Tel: (27) 3259-7889 - e-mail: epf@hotmail.com

RESUMO

O estudo foi desenvolvido em duas estações convencional de tratamento de água, situada no município de

Santa Teresa – ES, nos Distritos de São João de Petrópolis e Vinte Cinco de Julho. As comunidades foram

contempladas em 1996 e 2002 respectivamente pelo Programa Nacional de Saneamento Rural – PRORURAL com Sistema de Abastecimento de Água baseada no modelo de auto gestão comunitária, onde a comunidade

opera e faz a manutenção dos sistemas. O presente trabalho teve por objetivo apresentar diagnóstico do quadro atual da gestão operacional das Estações de Tratamento de Água – ETA, no modelo do programa PRORURAL. A metodologia utilizada foram visitas in loco e entrevistas exploratória e qualitativa, aos atuais operadores das ETA’s por meio de uma conversação guiada, que permitisse obter informações detalhadas sobre

as atividades rotineiras referente a cada fase do processo unitário do tratamento. Assim, a pesquisa permitiu concluir que, as estações de tratamento de água encontram-se com a sua eficiência possivelmente comprometida haja vista problemas com manutenção e gestão das unidades, sendo questionável a qualidade da água tratada e distribuída para consumo doméstico da comunidade atendida.

PALAVRAS-CHAVE: Estação de Tratamento de Água, Qualidade de Água, Gestão Operacional.

INTRODUÇÃO

O tratamento de água assume importância essencial para diversos fins, sejam eles industriais, ou domésticos,

este último considerado como mais nobre e prioritário, buscando garantir pós tratamento que a água captada do

meio ambiente atenda às necessidades humanas isenta de qualquer tipo de poluição ou contaminação.

A Estação de Tratamento de Água (ETA) é a parte integrante do sistema de abastecimento de água que tem

como finalidade a potabilização das águas naturais para fins de consumo humano adequando a água captada na natureza ‘água bruta’ aos limites dos parâmetros físicos, químicos, biológicos e radioativos estabelecidos pelo Ministério da Saúde. Entretanto, problemas relacionados com o baixo nível de qualificação dos operadores têm levado as ETA’s brasileiras à produção de água que não atendem ao padrão de potabilidade e ao aumento dos custos operacionais (HELLER & PÁDUA, 2010).

Segundo a Portaria nº 518 de 2004 do Ministério da Saúde, em seu Artigo 4º, item II, Sistema de Abastecimento de Água para consumo humano é uma instalação composta por conjunto de obras civis, materiais e equipamentos, destinada à produção e à distribuição canalizada de água potável para a população, sob a responsabilidade do poder público, mesmo que administrada em regime de concessão ou permissão (BRASIL, 2004).

LIBÂNEO (2010) enfatiza que a carência de instalações adequadas e suficientes de abastecimento de água para

as populações, constitui uma das grandes dívidas sociais ainda persistentes no mundo. Neste contexto, BRAGA

et. al., (2005) destacam que a Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que 25% milhões

et. al., (2005) destacam que a Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que 25% milhões de pessoas no mundo morrem por ano em virtude de doenças transmitidas por água. Os autores ainda ressaltam que nos países em desenvolvimento 70% da população rural e 25% da população urbana não dispõe de sistemas de abastecimento e tratamento adequado de água.

Visando contribuir para a mudança desta situação e prestar serviços públicos essenciais de saneamento, surge no Brasil na década de 90 o Programa Nacional de Saneamento Rural – PRORURAL elaborado pelo Instituto de Planejamento Econômico e Social - IPEA, num convênio com o Banco Mundial e a co-participação do Ministério da Saúde, através do Projeto Nacional de Saneamento Rural – PNSR, caracterizado como uma política social de saneamento para atender as comunidades de pequeno porte localizado na zona rural (LACERDA, 1995).

Assim, conforme descrito por LIBÂNEO (2010), diversas comunidades de pequeno porte nos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo, foram contempladas com múltiplos Sistemas e Estações de Tratamento de Água empregando tecnologias mais simples, como a filtração lenta, ou de menor custo de implantação, como a filtração direta, e que atualmente utilizam a tecnologia convencional de potabilização. SALES et. al., (2004) mencionam que no Brasil, existem cerca de 7.500 Estações de Tratamento de Água chamadas de convencionais ou tradicionais, caracterizadas pelas seguintes etapas de tratamento, coagulação, floculação, decantação, filtração, desinfecção e correção do pH.

Neste contexto o Município de Santa Teresa localizado no Estado do Espírito Santo, foi contemplado em 1996

e 2002 pelo Programa Nacional de Saneamento Rural – PRORURAL com dois sistemas convencionais de

abastecimento e tratamento de água, e sistemas de coleta de esgoto, voltados para as comunidades de pequeno porte do município, o Distrito de São João de Petrópolis e o Distrito de Vinte Cinco de Julho que segundo a prefeitura municipal – PMST (2010), naquele momento apresentavam uma população de 1044 e 1.006 habitantes respectivamente e uma economia baseada na agricultura e pecuária.

O PRORURAL define-se como um programa social de saneamento básico, onde a comunidade opera e faz a

manutenção dos sistemas, preconiza uma estratégia de ação descentralizada e participativa distribuindo a responsabilidade e o poder de decisão entre três esferas do governo (Federal, Estadual e Municipal) e as

comunidades organizadas, na realização dos processos de planejamento, execução e gestão das ações de saneamento. O programa é calcado na carência dos serviços de saneamento no meio rural, tendo como finalidade, a melhoria da qualidade de vida, a diminuição do êxodo, e a diminuição com gastos na saúde pública. Este modelo foi desenvolvido para atender as pequenas comunidades rurais com população de 50 a 1500 habitantes (LACERDA, 1995).

No entanto, conforme discutido por MORAES et al., (1999) a disposição dos serviços de saneamento básico em pequenas localidades no Brasil, tem se caracterizado pela elevada deficiência nos níveis de atendimento e de operação, com impactos negativos nas condições de vida e de bem estar da população e, consequentemente, no seu grau de desenvolvimento. Tal precariedade é caracterizada pela inexistência de uma política de saneamento para pequenas localidades contínua e claramente definidas.

Deste modo, baseando-se nessas premissas, o presente trabalho teve por objetivo apresentar um diagnóstico do quadro atual da gestão operacional da Estação de Tratamento de Água – ETA, no modelo do programa PRORURAL, instalados nos Distrito de São João de Petrópolis e Vinte Cinco de Julho comunidades de pequeno porte do Município de Santa Teresa – ES.

MATERIAIS E MÉTODOS

A metodologia para compor esse estudo foi à realização de entrevistas exploratórias e qualitativas, aos atuais

operadores da Estação de Tratamento de Água por meio de uma conversação guiada, que permitisse obter dos entrevistados informações detalhadas sobre suas atividades rotineiras referente a cada processo unitário subsequente do tratamento de água realizados por eles, obtendo-se assim, informações in loco sobre a (coagulação, floculação, decantação, filtração, e desinfecção). Segundo MAZZOTTI & GEWANDSZNAJDER (1999), esse tipo de metodologia caracteriza-se por ser direcionado ao longo do seu desenvolvimento, onde as situações são observadas e registradas da forma como ocorrem, mediante contato direto e interativo do pesquisador com a situação objeto de estudo, apresentando como característica essencial o enfoque descritivo.

Adicionalmente também foram colhidas dos entrevistados informações sobre a existência, disponibilidade e funcionamento

Adicionalmente também foram colhidas dos entrevistados informações sobre a existência, disponibilidade e funcionamento de equipamentos necessários para manter a qualidade do tratamento, programas de capacitação e ou de atualização técnica e a relação do poder público municipal frente à gestão compartilhada do Programa PRORURAL junto à comunidade. As entrevistas foram registradas em mídia digital para posterior análise e descrição da narração. Paralelamente foram realizados registros fotográficos e levantamento de todo o sistema que compõe as fases do tratamento. A presente pesquisa foi desenvolvida durante o segundo semestre de 2010 e concluída no primeiro semestre de 2011.

A área de estudo está inserida no Município de Santa Teresa, região central serrana do Estado do Espírito

Santo – ES, o município apresenta uma população de 20.662 habitantes e conta com uma área de 694, 534

Km 2 , se distância de Vitória, capital do Estado, em aproximadamente 80 km e o principal acesso ao município

se dá através da Rodovia BR 101(IBGE, 2010). Os Sistemas de Tratamento de Água estão localizados em

comunidades de pequeno porte nos respectivos Distritos – São João de Petrópolis (ETA-1), situado as margens

da rodovia ES 080 km 21 e 25 de Julho (ETA-2), localizado na zona rural do município apresentam respectivamente uma população estimada de 1.663 e 1.044 habitantes. Ambos os Distritos caracterizam por apresentar população rural com a ocupação de sítios e pequenas fazendas.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

As duas comunidades em que estão inseridas as Estações de Tratamento de Água – ETA’s se distinguem quanto ao tipo de manancial e captação. A ETA-1 apresenta captação da água por poço subterrâneo, também caracterizado como poço freático, está situado em cota altimétrica inferior a estação de tratamento de água, o que obriga que a água seja bombeada até a estação. Já a ETA-2 possui captação superficial de água bruta situada em cota altimétrica superior à estação de tratamento, permitindo a adução por gravidade do Rio 25 de Julho.

No processo unitário da “mistura rápida”, responsável pelo fenômeno químico da desestabilização das cargas superficiais, das partículas coloidais e em suspensão presentes na água, a partir da adição de um agente coagulante, observou-se: ETA-1: ocorre adição do agente coagulante em local inadequado, uma vez que não

esta sendo adicionado imediatamente no ponto de maior turbulência da água, que é o ponto de maior dissipação

de energia. Ao ser questionado sobre este procedimento aos operadores, estes afirmaram desconhecer o ponto

exato da adição do produto. ETA-2: o procedimento acontece de maneira correto. No entanto, os operadores desconhecem a importância deste procedimento.

Em ambas as ETA´s a dosagem do coagulante é ministrada de forma empírica. Durante a entrevista, pode-se observar que os operadores desconhecem a importância dessa etapa diante dos processos unitários

subsequentes e do processo de tratamento como um todo. Além disso, não realizam teste de jarros necessários

ao

ajustamento dos parâmetros reais de operação levando em consideração as variações sazonais da qualidade

da

água.

O

próximo processo unitário avaliado foi o de mistura lenta, denominado “floculação”. Este processo consiste

em promover a agregação de partículas formadas durante a mistura rápida, etapa anterior. As duas ETA’s possuem floculadores do tipo chicanas com escoamento horizontal. As unidades de floculação estão com suas estruturas perfeitas, no entanto há uma deficiência de limpezas periódicas da unidade.

Na continuidade do tratamento da água ocorre o processo de “decantação”. Ambas as Estações de Tratamento

de Água possuem decantadores convencionais de fluxo laminar com divisão em duas câmaras. As unidades de

decantação existente nas ETA’s 1 e 2 apresentam falha de construção nos vertedores de saída de água

decantada, o que promove à coleta em volume desigual da água na caneleta devido ao desnivelamento da borda

da calha. Fato este, que pode promover a sobrecarga dos filtros através do arreste de flocos, comprometendo

ainda sua vida útil e a eficiência da filtração.

Segundo os operadores das ETA´s a frequência de limpeza dos decantadores acontece no período entre 2 a 3 meses. Essa condição tem favorecido o aparecimento de zonas de lodo com cerca de 1 cm nas paredes da estrutura, bem como vem contribuindo para a formação de gases devido a decomposição da matéria orgânica. Todavia, sabe-se que a presença de lodo não vem comprometer diretamente a qualidade da água, nesta fase do

tratamento. Outro fator relevante que merece atenção é o fato de não existir nestas ETA’s

tratamento. Outro fator relevante que merece atenção é o fato de não existir nestas ETA’s local adequado para a disposição do lodo, sua disposição vem ocorrendo as margens das Estações.

O próximo passo foi avaliar “filtração”. O processo acontece por escoamento descendente. Os filtros estão em

bom estado de conservação, embora haja necessidade de maior atenção dos operadores da ETA-1 quanto à limpeza interna, uma vez que apresentam acumulo de lodo no seu interior, que pode vir a comprometer essa fase do tratamento.

As ETA’s não possuem planos para a substituição do material filtrante. Na ETA-1 o meio filtrante (antracito e areia) encontra-se comprometido devido à presença de argila e impurezas junto às camadas. Podendo desta forma ocorrer interferência na distribuição do tamanho das partículas o que reduz os vazios intergranulares e compromete a velocidade intersticial. A ETA-2 não apresenta problemas no meio filtrante. No entanto, ambos

os operadores das ETA’s desconhecem o momento correto para a reposição do material filtrante.

Observa-se também que nestas Estações de Tratamento de Água vem ocorrendo controle inadequado da operação pós lavagem do filtro. Deveria acontecer o descarte temporário após a lavagem, através de um dispositivo no filtro “by pass” que permita esgotar as primeiras águas filtradas. O fato mais alarmante ainda detectado nessa fase do trabalho foi diagnosticar que apesar do dispositivo existir nas ETA’s os operadores desconhecia este procedimento.

Como última operação unitária deste sistema de tratamento de água de abastecimento, foi avaliada a etapa de “desinfecção”, a qual apresenta diferentes mecanismos: A ETA-1 utiliza como agente de desinfecção o hipoclorito de cálcio. Todavia, não é realizado um monitoramento das condições do pH, turbidez e temperatura da água, fatores estes determinantes na cinética da desinfecção. A aferição do teor de cloro residual livre (CRL) no reservatório é realizada diariamente pelo método da ortoloidina. No entanto, não caberia apenas a necessidade de uma análise quantitativa do residual de cloro no reservatório, mas também que ocorra de forma sistemática na rede de distribuição e ainda que se promova a aferição contínua deste agente desinfectante no dosador.

ETA-2 a cloração das águas ocorre mediante o uso da tecnologia alternativa “Hidrogerox” de produção de cloro in loco que consiste na produção de hipoclorito de sódio a partir do cloreto de sódio (NaCl) obtida através de um eletrolisador. A adição do cloro é realizada mediante o uso de dosador de nível. Da mesma forma que na ETA-1, não acontece o monitoramento das condições do pH, turbidez, temperatura da água e nem ao menos CRL. Também, não há na nesta ETA aferição do agente desinfectante no dosador.

Ressalta-se que em ambas as estações de tratamento não há tanque de contato, necessário para promover a

dispersão do produto desinfectante na massa líquida, aumentando assim o tempo de contato para melhor eficiência do produto. No entanto, a Portaria 518 de março de 2004 do Ministério da Saúde cita que estações

de tratamento de água devem possuir tanque de contato, e recomenda que o tempo mínimo de detenção seja de

30 minutos, visando alcançar assim, um maior grau de eficiência da etapa.

CONCLUSÕES

Diante dos resultados obtidos, considera-se que as estações de tratamento de água das comunidades estudadas encontram-se com a sua eficiência comprometida haja vista problemas com manutenção e gestão das unidades. Assim, é questionável a qualidade da água utilizada para consumo doméstico das comunidades estudadas em atinência à Portaria 518 de março de 2004 do Ministério da Saúde.

Devido a falta de formação técnica e ausência de treinamentos e reciclagem, os operadores das ETA´s vêm promovendo o tratamento de água de maneira inapropriada. Isso é nítido quando se observa a falta de familiaridade com os produtos e parâmetros relevantes dos processos físico químicos envolvidos no tratamento.

Para comprometer ainda mais, a qualidade da água tratada, as estações de tratamento ao menos possuem equipamentos para a determinação dos parâmetros reais de operação, podendo assim oferecer risco sanitário à saúde da população pela água tratada e distribuída, devido à falta de monitoramento. Atribui-se a este fato a falta de apoio por parte dos responsáveis pelo projeto, que após a implantação fica a cargo da Gestão

Municipal. Dessa forma o processo de excelência do programa PRÓ-RURAL, que surgiu com o intuito

Municipal. Dessa forma o processo de excelência do programa PRÓ-RURAL, que surgiu com o intuito de solucionar problemas, fica comprometido.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

1. BRAGA, B.; HESPANHOL, I.; CONEJO, J. G. L.; MIERZWA, J. C.; BARROS, M. T. L.; SPENCER, M.; Porto, M.; NUCCI, N.; Juliano, N.; ELIGER, S. Introdução a Engenharia Ambiental: o desafio do desenvolvimento sustentável. 2. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2005. xvi, 318 p.

2. BRASIL. Portaria nº 518, de 25 de março de 2004. Brasília: Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância Sanitária. Ed. Ministério da Saúde, 2005.

3. HELLER, L.; PÁDUA. V.L. (Organizadores) Abastecimento de água para consumo humano – Belo Horizonte: editora UFMG, 2010. 859 p.

4. LACERDA, A. L. P. Bases Gerenciais de Um Projeto de Saneamento Rural, Estudo de Caso: O Projeto KfW. 96 f.: Il. 1995. (Dissertação de Mestrado). Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC / Florianópolis - Santa Catarina. Disponível em: <http www.eps.ufsc.br/disserta/lacerda/index/index.htm>. Acesso em: 15 mar. 2010.

5. LIBÂNIO, M. Fundamentos de qualidade e tratamento de água. 3. Edição - Campinas: Átomo, 444 p. il.,

2010.

6. MAZZOTTI, A. J. A.; GEWANDSZNAJDER, F. O Método Nas Ciências Naturais e Sociais: Pesquisa Quantitativa e Qualitativa. 2º ed. São Paulo: Pioneira, 1999. p. 203.

7. MORAES, L.R.S; LUZ, L.D; ELBACHÁ.A.T; REIS. M.G.C; NEVES.V.S; FILHO.U.N.N; DIAS.M.C; & CASTRO. N.D. Projeto de Saneamento ambiental com sustentabilidade para pequenas localidades; 20º CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL, 1999.