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1. LISTA DE ABREVEATURAS E SÍMBOLOS ARC  Águas residuárias do café Ca  Cálcio C Comprimento CE  Condutividade elétrica CEN  Capacidade de extração do nutriente, kg há-1 CN  Concentração de nutriente na matéria seca da planta dag Kg-1 CU Coeficiente de uniformidade DBO  Demanda biológica de oxigênio (mg.L-1) DQO  Demanda química de oxigênio (mg.L-1) EMBRAPA  Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária g Grama K Potássio L Litro Mg Magnésio m Metro N Nitrogênio NaSódio NO3- Nitrato NO4+  íon amônio P Fósforo pH Potencial de hidrogênio PVC (Polyvinyl chloride ), cloreto de polivinila SACESF-Sistema superficial horizontal SST Sólidos suspensos totais SSV  Sólidos suspensos volateis3 ST  Sólidos Totais UASB  Reator anaeróbico de manta de lodo de alagamento construído de alagamento 1 2. RESUMO FERREIRA, A. G.; CORDEIRO, E. W. F.; SILVA, M. F.; SOUZA, M. R de. IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DE TRATAMENTO DE ÁGUAS RESIDUÁRIAS DO PROCESSAMENTO DE CAFÉ ATRAVÉS DE PLANTAS FORRAGEIRAS CULTIVADAS SISTEMAS ALAGADOS CONSTRUÍDOS. Centro universitário de Caratinga – UNEC, outubro de 2010. O crescimento das técnicas da agricultura e a quantidade de resíduos gerados por esta atividade tem se tornado motivo de preocupação, onde o processo de colheita de café por via úmida uma das atividades agrícolas mais geradoras de resíduos, além do grande volume de água com boa qualidade que é usada e volta geralmente ao meio com qualidade muito inferior, rica em material orgânico em suspensão e constituintes orgânicos e inorgânicos em solução. (OLIVEIRA, et al., 2010). Por esse motivo o esse trabalho tem como objetivo propor um sistema de tratamento das águas residuárias provenientes da despolpa do café na região de Caratinga – Minas Gerais, já que a força da economia do município apóia-se na produção do café deixando claro que os resíduos provenientes dessa produção em essencial o efluente gerado no processo de despolpa é altamente impactante e necessita de um tratamento eficaz para manter a qualidade da água para reuso ou para voltá-la ao meio. Esse pré-projeto baseia-se no artigo: “Desempenho de forrageiras em sistemas alagados de tratamento de águas residuárias do processamento do café”, publicado na revista Brasileira Engenharia Agrícola e Ambiental onde foi usada e será adotada nesta metodologia uma gramínea forrageira de inverno, azevém (Lolium multiflorum), usada no pós-tratamento das águas residuárias do processamento dos frutos cafeeiros (ARC) efluente de filtros anaeróbicos. O Azevém foi à gramínea que melhor se adapta em sistemas alagados construídos (SACs), pois produz maior rendimento de matéria seca e proteína bruta. 2 3. INTRODUÇÃO A prática da lavagem e despolpa dos frutos do cafeeiro tem sido implantada nas regiões, tendo em vista que possibilita a redução nos gastos de energia com secagem e melhoria na qualidade da bebida do café. Entretanto, a água residuária desse processo, por ser rica em material orgânico e muitos outros solutos, é altamente poluidora, exigindo-se tratamento prévio antes de sua disposição em corpos d’água (MATOS et al., 2006 apud MATOS et al., 1999). As ARC são ricas em compostos orgânicos e inorgânicos e poluentes que causam a degradação dos solos, dos cursos de água e a contaminação do ar atmosférico, pela emissão de gases como o metano, dióxido de carbono, gás sulfídrico e amônia, entre outros, como resultado das atividades bacterianas (ALMEIDA & SILVA et al., 2005 apud CAMPOS et al., 2002; LO MÔNACO, 2003). Segundo a resolução 357 do CONAMA criada em 2005, as águas residuárias geradas no processo devem receber tratamento prévio antes de serem lançadas em corpo d’água receptor ou podem ser dispostas de forma ambientalmente adequada no solo, como disposição final. O aproveitamento agrícola da água residuária produzida para fertirrigação de culturas agrícolas tem sido considerado ambiental e economicamente adequado, tendo em vista que utiliza o valor fertilizante do resíduo com o objetivo de substituição de parte da adubação das lavouras. Entretanto, para possibilitar o aproveitamento dessas águas residuárias na fertirrigação de culturas agrícolas ou como forma de atenuar a carga orgânica, para facilitar e baratear o tratamento biológico posterior é recomendado à filtragem do efluente do tratamento preliminar da ARC. (MATOS et al., 2006) Neste pré-projeto será dada uma abordagem ao processamento por via úmida, que consiste na utilização de água no processo de lavagem, separação e retirada da casca (exocarpo) e da mucilagem (mesocarpo), dando origem aos cafés descascados, despolpados e desmucilados. O processamento pós-colheita do café, por via úmida e por via seca, gera resíduos sólidos e líquidos, em quantidade significativa, em termos de 3 carga orgânica e com valor energético considerável (MATOS et al., 2010 apud PRADO; CAMPOS, 2008). Diversos métodos têm sido propostos para o tratamento de águas residuárias ricas em material orgânico; dentre os mais recentes estão os sistemas alagados construídos (SACs). Os SACs são projetados de forma a possibilitarem o cultivo de espécies vegetais em substratos constituídos por areia, solo ou brita, onde ocorre a formação de biofilme que agrega populações variadas de micro-organismos que, por meio de processos biológicos, químicos e físicos, possibilitam o tratamento das águas residuárias (MATOS, et al.,2010 apud MATOS & LO MÔNACO, 2003). A vegetação implantada nesses leitos de cultivo atua como extratora de macro e micronutrientes necessários ao seu crescimento, além de poder transferir oxigênio para o substrato, permitindo a formação de sítios aeróbios em torno de rizomas e raízes. Essas plantas também favorecem o desenvolvimento dos filmes biologicamente ativos que propiciam a degradação dos compostos orgânicos, depurando o meio (MATOS, 2010 apud TANNER, 2001). Esse Método faz parte do pós-tratamento dos resíduos provindos do café adotado no projeto, onde o tratamento preliminar consiste no processo de digestão anaeróbia que se apresenta como uma das melhores alternativas para o tratamento de produtos altamente poluidores convertendo-os em produtos úteis como o metano e biofertilizantes. (MATOS et al., 2010 apud PRADO & CAMPOS, 2008). O processo de digestão anaeróbia beneficiou-se nas últimas décadas de importantes avanços no conhecimento de seus fundamentos, particularmente no que tange à microbiologia e à concepção dos reatores (MATOS et al., 2010 CAMPOS et al, 2002) Desta forma se busca, com este trabalho, implantar a espécie forrageira azevém (Lolium multiflorum), cultivada em SACs utilizada no pós-tratamento da ARC efluente de filtros anaeróbios. 4. OBJETIVOS 4.1 Gerais:  Identificar os aspectos e impactos ambientais resultantes da água residuária na cultura do café e suas conseqüências ao meio ambiente. 4  Diminuir os impactos gerados pelo lançamento de efluentes produzidos no beneficiamento do café no solo e na água. 4.2 Específicos:  Caracterizar as ARC apresentando suas características físicoquímicas e bioquímicas, relacionando-as com os impactos ambientais causados pelas mesmas.   Verificar como os agricultores lidam com o beneficiamento do café e a conservação do meio ambiente. Conscientizar os produtores da importância do tratamento da ARC e proporcionar maior familiaridade com o problema, com vistas a torná-lo mais explícito.  Implantar o sistema de tratamento de águas residuárias geradas pela lavagem e despolpamento do café utilizando método anaeróbico e aeróbico. 5. JUSTIFICATIVA Caratinga possui o café como pilar da economia local, portanto esse trabalho se justifica pela necessidade da região de um tratamento das águas residuárias provindas do beneficiamento durante a lavagem e despolpa do café, já que essas águas na maioria das vezes são dispensadas sem qualquer tipo de tratamento comprometendo a qualidade do solo e da água e da atmosfera. 6. METODOLOGIA 6.1. Filtro Anaeróbio 6.1.1. Aspecto Construtivo O filtro será confeccionado empregando segmentos de tubo de PVC, de 0,35m de diâmetro e comprimento de 1,5 m, com capacidade total de 139,5 L. 5 Essa unidade terá como meio suporte de 1,0 m de altura sobre o fundo falso, o qual estará distante a 0,2 m do fundo. O fundo falso será construído uniformemente nos 0,096 m² de base do reator. Na Figura 1.1 está o desenho esquemático (corte longitudinal) do reator proposto e do fundo falso, enquanto a montagem experimental está apresentada na Figura 1.2. Figura 1.1. Esquema do filtro anaeróbio de leito fixo. Fonte: FIA et al.,2002 Figura 1.2. Vista do filtro anaeróbio, meio suporte brita. Fonte: FIA et al.,2002 6 Como material de enchimento, utilizaremos brita nº 2, cujas características estão apresentadas na Tabela 1.1. Tabela 1.1. Caracterização da brita a ser utilizada como material de enchimento nos filtros anaeróbios. Características Massa específica (Kg m-³) Massa unitária (Kg m-³) Porosidade (m³ m ³) Absorção (%) Material pulverulento (%) - Resultados Procedimentos Analíticos 2820 1456 0,484 0,5 0,3 NBR 9937/87 NBR 7251/82 NBR 9937/87 NBR 7219/82 Como inóculo serão utilizados 50 L de lodo proveniente de um tanque de decantação de tratamento dos efluentes da suinocultura. A brita juntamente com o lodo serão colocados em tambor de 200 L e revirados parcialmente durante uma semana, de modo a promover maior imobilização da biopartículas no material suporte. Se o volume de lodo for insuficiente para cobrir todo material, pode-se acrescentar esgoto doméstico. Esse procedimento servirá para imobilização da biomassa na brita utilizada para preenchimento dos filtros anaeróbios. No final de uma semana, a brita será acondicionada no filtro, tomandose o cuidado para não haver compressão dos mesmos, já que a compressão do material poderá provocar o surgimento de “zonas mortas” nas quais o escoamento fosse interrompido, comprometendo a boa homogeneização na distribuição do líquido no meio. O projeto levará em conta o consumo médio de água de 2,5 a 5 L por litro de grãos processados, pois haverá recirculação de água no processo. 6.2. Sistema Alagado Construído 7 Os sistemas alagados construídos serão constituídos por caixas de madeira de pínus, impermeabilizadas internamente com geomembrana de PEAD, com 0,5 mm de espessura, nas dimensões de 0,4 m de altura x 0,5 m de largura x 1,5m de comprimento, assentadas sobre o solo, em declividade de 0,01 m m-¹. Como meio suporte, será utilizado brita “zero” (diâmetro D-60 = 7,0 mm, coeficiente de uniformidade - CU D60/D10 = 1,6 e volume de vazios inicial de 0,491 m³ m-³). O volume de vazios inicial da brita será determinado em laboratório, empregando-se recipiente graduado de 20 L e água do sistema de abastecimento municipal. Os SACESFs serão preenchidos com a brita até a altura de 0,35 m, deixando-se uma borda livre de 0,05 m. o nível d’água será mantido a 0,05 m abaixo da superfície do material suporte (Figura 1.3) Figura 1.3. Diagrama esquemático do sistema de alimentação e do SACESF. Após a instalação, os SACESFs serão preenchidos com o material suporte, sendo, então, feita uma lavagem do material, objetivando-se retirar parte dos finos (pó de pedra) presentes. Para o plantio da vegetação, os SACESFs serão saturados com esgoto doméstico e a água residuária da suinocultura diluída em água do sistema de abastecimento da municipal, na proporção 10/10/80 (V/V/V), respectivamente. A ACR será armazenada em um tanque de sedimentação receptor dos efluentes do processamento dos frutos. Dos tanques de sedimentação, a ARC será bombeada para reservatórios de 500L, de onde, por gravidade será aplicada, utilizando-se condutos e tubos, no SAC. A gramínea forrageira escolhida para o cultivo nos SACESFs foi a azevém (Lolium multiflorum), que será plantado por meio de sementes (30 Kg 8 há-¹) aplicado a lanço sobre o leito de brita, não será efetuado nenhuma adubação de plantio. Até que as plantas de azevém atinjam uma idade de 15 dias após a semeadura, será feita irrigação, a cada dois dias, com água proveniente de cursos d’água superficial da propriedade agrícola, usando -se, para isso, regadores. Após 15 dias iniciará a aplicação de água residuária da lavagem e despolpa de frutos do cafeeiro (ARC) providas do reator anaeróbio, ARC diluída, com correção de pH até aproximadamente 7,0 com cal hidratada e com correção nutricional com uréia e superfosfato simples (DBO/N/P = 100/5/1). A ARC será armazenada em um tanque de sedimentação receptor dos efluentes do processamento dos frutos. Dos tanques de sedimentação, a ARC será bombeada para reservatórios de 500 L, de onde, por gravidade será aplicada, utilizando-se condutos e tubos, no SAC. Ao final do experimento realizar-se o corte do vegetal, a fim de se avaliar a produtividade e os teores de nutrientes na parte aérea da vegetação. Nesta fase, as espécies cultivadas se encontrarão no início da florescência. As amostras serão colocadas em sacos de papel e levadas à estufa, sob temperatura de 65 °C, com circulação de ar, até atingir massa constante (présecagem). Em seguida, as amostras serão trituradas em moinho e armazenadas para posterior quantificação do conteúdo de matéria seca e realização da análise nutricional (N, P, K, Na, Ca e Mg), seguindo-se metodologia proposta pela EMBRAPA (1999). Verificar se ouve a conversão de N em proteína bruta multiplicando-se o valor deste por 6,25 (Silva, 1990). A quantificação dos aportes de nutrientes (nitrogênio, fósforo e potássio) será obtida por meio de valores de concentrações determinadas no afluente ao sistema, feitas em cinco amostragens e depois multiplicadas pelos volumes afluentes diários, que serão determinados por medições diretas. A capacidade das plantas em extrair nutrientes será obtida pelo produto da concentração do nutriente na planta e a produtividade da matéria seca (Equação 1.1). CEN=CN x MS x 10 9 Equação 1.1. Capacidade das plantas de extração de nutrientes da ARC. 7. DISCUSSÃO  Dos numerosos compostos formados pelo metabolismo anaeróbico, especialmente em ambientes alagados se destacam os ácidos alifáticos de cadeia curta, como acético, o propiônico e o butírico.  Os efeitos tóxicos desses ácidos dependem do tipo e da concentração presente no meio; entretanto, o acúmulo desses compostos pode afetar, de forma irreversível a produtividade final das culturas estabelecidas nesse sistema.  A utilização do azevém no SAC apresenta algumas vantagens em relação aos demais vegetais estudados pelos autores. Como: não necessita de cova para o plantio (a lanço),   A um aumento da produtividade com o aumento da carga de aplicação de ARC nos SACs com cultivo de azevém. Aumento da produtividade de matéria seca, levando em conta as plantas cultivadas em SAC em relação as plantas testemunhas (cultivadas sem a presença de ARC).  A fração de nutrientes removidas do sistema se justifica pela maior produção de biomassa do azevém, e não propriamente pela capacidade de absorção das espécies avaliadas pelo estudo de  Utilização do azevém para pastagem cultivadas de inverno, como suplemento de pastagens naturais ou como cobertura visando o plantio direto na primavera.  O azevém pode atingir 24 dag Kg-1 de proteína bruta. 10 8. CRONOGRAMA FÍSICO No quadro abaixo se encontra o cronograma físico, com todas as atividades listadas, bem como o período de realização da pesquisa em 12 meses. PERÍOD0 ITEM 01 02 03 04 05 06 07 08 9 10 11 ATIVIDADES Revisão Bibliográfica Visita as propriedades agrícolas e levantamento de dados Educação ambiental aos funcionários e proprietários Coleta de dados Levantamento do material para o tratamento da ARC Implantação do reator anaeróbico Inoculação do reator anaeróbico Implantação do SAC Início do tratamento da ARC Análise da eficiência do tratamento Entrega dos resultados finais MESES 01 X 02 X X 03 X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X X 04 05 06 07 08 09 10 11 12 11 9. RECURSOS 9.1. Material de Consumo: Os materiais de consumo listados no quadro abaixo serão financiados pela Fundação Educacional de Caratinga (FUNEC), mantenedora do Centro Universitário de Caratinga (UNEC). ITEM 50 g de semente de Azevém Mão de obra 60 dias 1 tubo PVC , D= 0,35m c=1m 1 cano D=50mm , c=25 m 2 saco de cimento 2 m de brita n° 2 2 m de brita zero 2 m de areia 3 m de geomembrana PEAD 1 tambor 200L 1 m3 de madeira pínus 1 regador 15 análises de água 6 torneiras 1 flange 3/4 5 tampões 3/4 1 Caixa d’água 1000L 2 Caixa d’água 500L Total CUSTO (R$) 5,00 1.500,00 8,00 75,00 40,00 100,00 100,00 80,00 250,00 60,00 100,00 8,00 450,00 9,00 18,00 1,50 250,00 300,00 3.304,50 Portanto o custo total que será gasto no projeto é de R$3.304,50. 10. REFERÊNCIAS FIA, R.; MATOS, A. T de.; FIA, F. R.L.; MATOS, M. P.; LAMBERT, T. F.; NASCIMENTO, F. S., Desempenho de forrageiras em sistemas alagados de tratamento de águas residuárias do processamento do café. Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia – UESB, 2002. MATOS, A. T.; EMMERICK, I. N.; RUSSO, J. R., Tratamento de Águas Residuárias da Lavagem e Despolpa do Cafeeiro em Rampas Cultivadas com 12 Azevém. 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Dispõe sobre a classificação dos corpos de água e diretrizes ambientais para o seu enquadramento, bem como estabelece as condições e padrões de lançamento de efluentes e dá outras providências. Diário Oficial da República Federativa do Brasil, Brasília, 18 mar. 2005. PRADO, M. A. C.; CAMPOS, C. M. M. Biogas production in the treatment of Coffea arabica L. processing wastewaters in UASB anaerobic reactor for the potential use in the coffee drying. Revista Ciência e Agrotecnologia. Lavras, v. 32, n. 3, p. 938-947, 2008. 13 MATOS, A. T.; PINTO, A. B.; PEREIRA, O. G.; SOARES, A. A.; LO MÔNACO, P. A. Produtividade de forrageiras utilizadas em rampas de tratamento de águas residuárias da lavagem e despolpa dos frutos do cafeeiro. Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental, v.7, n.1, p.154-158, 2003. TANNER, C. C. Plants as ecosystem engineers in subsurface-flow treatment wetlands. Water Science Technology, v.44, n.11-12, p.9-17, 2001. MATOS, A.T.; GOMES FILHO, R. R. 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