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Plano de contas das S/A (em face da Lei nº 11.638/2007 e da MP nº

449/2008)

26 de Janeiro de 2009

Plano de contas das S/A (em face da Lei nº 11.638/2007 e da MP nº 449/2008)

Sumário

1. Conceituação

2. Denominação (título) da conta

3. Observações sobre o modelo

4. Modelo de plano de contas em face da Lei nº 6.404/1976 , com as alterações da Lei nº 11.638/2007 e da MP nº 449/2008

Legislação

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3

4

5

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Plano de contas das S/A (em face da Lei nº 11.638/2007 e da MP nº

449/2008)

26 de Janeiro de 2009

1. Conceituação

O Plano de Contas é, na essência, um guia que norteia os trabalhos contábeis de registro de fatos e atos inerentes à

empresa e serve de parâmetro para a elaboração das demonstrações financeiras (ou demonstrações contábeis).

O Plano tem por finalidade principal estabelecer normas de conduta para o registro das operações da organização e, na

sua montagem, devem ser levados em conta três objeti-vos fundamentais:

a) atender às necessidades de informação da administração da empresa;

b) observar formato compatível com os princípios de contabilidade e com a norma legal que regula a

elaboração do balanço patrimonial e das demais demonstrações contábeis (ou seja, a Lei nº

6.404/1976);

c) adaptar-se tanto quanto possível às exigências dos agentes externos à empresa (fornecedores,

bancos, Fisco, auditoria externa) e, particularmente, às regras da legislação do Imposto de Renda. Na

prática, essa adaptação é feita quase que automaticamente, adotando-se um Plano de Contas que, embora atenda às exi-gências internas da empresa, não seja excessivamente "diferente" dos modelos usualmente utilizados.

Devem ser observados, ainda, os seguintes aspectos:

a) o Plano de Contas é, efetivamente, o instrumento que o profissional consulta quando vai fazer um

lançamento contábil, pois indica qual conta deve ser debi-tada e qual conta deve ser creditada;

b) o Plano de Contas, genericamente tido como um simples elenco de contas, pode constituir na

verdade um conjunto de normas do qual pode fazer parte, ainda, a descrição do funcionamento de cada conta - o chamado Manual de Contas, com comentários e indicações gerais sobre a aplicação e o uso de cada uma das contas (para que serve, o que deve conter e outras informações sobre critérios gerais de contabilização). Há empresas que, de fato, adotam esse critério, mas muitas outras (talvez, a maioria) limitam-se ao elenco de contas.

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26 de Janeiro de 2009

2. Denominação (título) da conta

O título de uma conta deve expressar o significado adequado das operações nela registradas.

A importância da adequada denominação das contas decorre do fato de que as demonstrações contábeis não são de

utilização apenas da própria empresa; são também analisadas por auditores, fornecedores, instituições financeiras e, é claro, pelo Fisco. Além disso, se a empresa for uma sociedade anônima de capital aberto (com ações negociadas em bolsas de valores), é fundamental que suas demonstrações tenham uma linguagem pre-cisa e, tanto quanto possível, clara, para facilidade de seus acionistas em particular e do mercado em geral.

O conceito de conta é atrelado à sua finalidade, que é a representação de fatos e valo-res.

As demonstrações contábeis são compostas de contas patrimoniais e de resultado, as quais devem distinguir-se, normalmente, por sua própria denominação.

Importa, ainda, salientar que:

a) embora seja, em tese, desejável certa padronização geral das contas (e, assim, dos diversos

Planos de Contas das diversas empresas), deve ser preservado o respeito às peculiaridades dos

vários ramos de atividade. Desse modo, a denominação de uma conta deve ser adaptada, quando necessário, à atividade específica de cada empresa.

b) denominações do tipo "Despesas Gerais" ou "Despesas Diversas" devem ser evi-tadas tanto

quanto possível, pois geram o agrupamento em uma só conta de fatos diversos que deveriam estar registrados em contas específicas.

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3. Observações sobre o modelo

Segue modelo de Plano de Contas (elenco de contas) que, com as devidas adaptações, pode ser utilizado por empresas industriais, comerciais ou prestadoras de serviços.

Partindo deste modelo e após verificar as reais necessidades da empresa, o profissio-nal eliminará contas excessivas e incluirá outras que se revelarem necessárias, bem como adotará codificação e subdivisões que se mostrarem mais convenientes.

Outro aspecto para o qual chamamos a atenção é a codificação das contas, que, além de agilizar, na prática, o trabalho de classificação de documentos, é elemento indispensável para efeito do processamento de dados.

Neste modelo de Plano de Contas adotamos o seguinte critério de graduação dos códigos:

 

XXX.

5º grau (três dígitos que indicam a conta objeto de lançamento).

 

XX.

 

4º grau (dois dígitos que indicam a conta objeto de lançamento).

 

X.

 

3º grau (um dígito que indica o subgrupo).

 

X.

 

2º grau (um dígito que indica o grupo).

X.

 

1º grau (um dígito que indica a estrutura).

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4. Modelo de plano de contas em face da Lei nº 6.404/1976 , com as

4. Modelo de plano de contas em face da Lei nº 6.404/1976 , com as alterações da Lei nº 11.638/2007 e da MP nº 449/2008

1. ATIVO

1.1 Ativo Circulante

1.1.1 Disponível

1.1.1.01 Caixa

1.1.1.01.001

Caixa Geral

1.1.1.01.002

Fundo Fixo de Caixa

1.1.1.01.003

1.1.1.02 Bancos Conta Movimento

1.1.1.02 001

1.1.1.03 Aplicações Financeiras de Liquidez Imediata

1.1.1.03.001

1.1.2 Clientes

1.1.2.01 Duplicatas a Receber

1.1.2.01.001

1.1.2.02 (-) Duplicatas Descontadas

1.1.2.02.001 (-)

1.1.2.03 (-) Créditos Vencidos e Não Liquidados

Nota A conta "Créditos Vencidos e não Liquidados" está em conformidade com o que dispõe a Lei nº 9.430/1996, art. 10 , II. Esse diploma legal tornou indedutível, a partir de 1º.01.1997, a antiga "Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa", tanto para fins de Imposto de Renda quanto da Contribuição Social sobre o Lucro. Se a empresa optar por constituir a Provisão indedutível, importa observar que esta será, também, conta redutora de "Clientes".

por constituir a Provisão indedutível, importa observar que esta será, também, conta redutora de "Clientes".

1.1.2.03.001 (-)

1.1.3 Outros Créditos

1.1.3.01 Bancos Conta Vinculada

1.1.3.01.001

1.1.3.02 Títulos a Receber

1.1.3.02.001

1.1.3.03 Cheques em Cobrança

1.1.3.03.001

1.1.3.04 Dividendos a Receber

1.1.3.04.001

1.1.3.05 Importações em Andamento

1.1.3.05.001

1.1.3.06 Adiantamentos a Fornecedores

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1.1.3.06.001

1.1.3.07 Adiantamentos a Empregados

1.1.3.07.001

Salários

1.1.3.07.002

13º Salário

1.1.3.07.003

1.1.3.08 Empréstimos a Empregados

1.1.3.08.001

1.1.3.09 Tributos a Recuperar/Compensar

1.1.3.09.001

IPI a Recuperar

1.1.3.09.002

ICMS a Recuperar

1.1.3.09.003

PIS-Pasep a Recuperar

1.1.3.09.004

Cofins a Recuperar

1.1.3.09.005

Imposto de Renda Retido na Fonte

1.1.3.09.006

Imposto de Renda Pago por Estimativa

1.1.3.09.007

Contribuição Social sobre o Lucro Paga por Estimativa

1.1.3.09.008

Tributos Pagos a Maior ou Indevidamente

1.1.3.09.009

1.1.4 Aplicações Financeiras

1.1.4.01 Aplicações Financeiras com Rendimentos Pós-fixados

1.1.4.01.001

1.1.4.02 Aplicações Financeiras com Rendimentos Prefixados

1.1.4.02.001

1.1.4.03 Ações

1.1.4.03.001

1.1.4.04 Debêntures

1.1.4.04.001

Valor Nominal

1.1.4.04.002

(-) Deságio a Apropriar

1.1.4.04.003

1.1.5 Estoques

1.1.5.01 Mercadorias, Produtos e Insumos

1.1.5.01.001

Mercadorias para Revenda

1.1.5.01.002

Matérias-Primas

1.1.5.01.003

Material de Acondicionamento

1.1.5.01.004

Outros Materiais de Consumo Industrial

1.1.5.01.005

Produtos Acabados

1.1.5.01.006

Produtos em Elaboração

1.1.5.01.007

1.1.5.02 Almoxarifado

1.1.5.02.001 Almoxarifado de Manutenção

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1.1.5.02.002

Almoxarifado Administrativo

1.1.5.02.003

1.1.5.03 (-) Provisão para Ajuste do Estoque ao Valor de Mercado

1.1.5.03.001 (-)

1.1.6 Despesas Pagas Antecipadamente

1.1.6.01 Despesas de Meses Seguintes

1.1.6.01.001

Prêmios de Seguros a Apropriar

1.1.6.01.002

Assinaturas e Anuidades

1.1.6.01.003

1.1.6.02 Despesas do Exercício Seguinte

1.1.6.02.001

Prêmios de Seguros a Apropriar

1.1.6.02.002

Assinaturas e Anuidades

1.1.6.02.003

1.2 Ativo Não-Circulante

1.2.1 Ativo Realizável a Longo Prazo

1.2.1.01 Duplicatas a Receber

1.2.1.01.001

1.2.1.02 (-) Duplicatas Descontadas

1.2.1.02.001 (-)

1.2.1.03 (-) Créditos Vencidos e Não Liquidados [Lei nº 9.430/96 , art. 10 , II]

1.2.1.03.001 (-)

1.2.1.04 Títulos a Receber

1.2.1.04.001

1.2.1.05 Bancos Conta Vinculada

1.2.1.05.001

1.2.1.06 Controladora, Controladas e Coligadas

1.2.1.06.001

1.2.1.07 Sócios, Administradores e Pessoas Ligadas

1.2.1.07.001

1.2.1.08 Aplicações Financeiras

1.2.1.08.001

1.2.1.09 Depósitos Judiciais

1.2.1.09.001

1.2.1.10 Empréstimos Compulsórios

1.2.1.10.001

Obrigações da Eletrobrás

1.2.1.10.002

Créditos da Eletrobrás

1.2.1.10.003

Empréstimo Compulsório s/ Combustíveis e Veículos

1.2.1.10.004

(-) Provisão para Perdas

1.2.1.10.005

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1.2.1.11 Tributos a Recuperar

1.2.1.11.001

1.2.1.12 Despesas Pagas Antecipadamente

1.2.1.12.001

1.2.1.13 Depósitos por Incentivos Fiscais

1.2.1.13.001

Finor

1.2.1.13.002

Finam

1.2.1.13.003

1.2.2 Investimentos

1.2.2.01 Controladas e Coligadas - Equivalência Patrimonial

1.2.2.01.001

Controlada "A" - Valor Patrimonial

1.2.2.01.002

Controlada "A" - Ágio na Aquisição

1.2.2.01.003

(-) Controlada "A" - Amortização Acumulada do Ágio

1.2.2.01.004

(-) Controlada "A" - Deságio na Aquisição

1.2.2.01.005

Controlada "A" - Amortização Acumulada do Deságio

1.2.2.01.006

1.2.2.02 Controladas e Coligadas - Custo Corrigido

1.2.2.02.001

1.2.2.03 Outras Participações Societárias

1.2.2.03.001

1.2.2.04 Participações por Incentivos Fiscais

1.2.2.04.001

Finor

1.2.2.04.002

Finam

1.2.2.04.003

1.2.2.05 Imóveis Não Destinados ao Uso

1.2.2.05.001

1.2.2.06 Outros Investimentos Permanentes

1.2.2.06.001

Obrigações da Eletrobrás

1.2.2.06.002

Créditos da Eletrobrás

1.2.2.06.003

Empréstimo Compulsório s/ Combustíveis e Veículos

1.2.2.06.004

Objetos de Arte

1.2.2.06.005

Cauções Permanentes

1.2.2.06.006

1.2.2.07 (-) Provisão para Perdas Permanentes

1.2.2.07.001 (-) Controladas e Coligadas - Equivalência Patrimonial

1.2.2.07.002 (-) Controladas e Coligadas - Custo Corrigido

1.2.2.07.003 (-) Outras Participações Societárias

1.2.2.07.004 (-) Participações por Incentivos Fiscais

1.2.2.07.005 (-) Imóveis Não Destinados ao Uso

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1.2.2.07.006 (-) Outros Investimentos Permanentes

1.2.2.07.007 (-)

1.2.3 Imobilizado

1.2.3.01 Imóveis

1.2.3.01.001

Terrenos

1.2.3.01.002

Edifícios

1.2.3.01.003

Construções

1.2.3.01.004

1.2.3.02 Móveis e Utensílios

1.2.3.02.001

1.2.3.03 Máquinas, Equipamentos e Ferramentas

1.2.3.03.001

1.2.3.04 Veículos

1.2.3.04.001

1.2.3.05 Recursos Naturais

1.2.3.05.001

1.2.3.06 Benfeitorias em Propriedade de Terceiros

1.2.3.06.001

1.2.3.07 Imobilizado em Andamento

1.2.3.07.001

1.2.3.08 (-) Depreciações, Amortizações e Exaustões Acumuladas

1.2.3.08.001 (-) Depreciações de Edifícios

1.2.3.08.002 (-) Depreciações de Móveis e Utensílios

1.2.3.08.003 (-) Depreciações de Máquinas, Equipamentos e Ferramentas

1.2.3.08.004 (-) Depreciações de Veículos

1.2.3.08.005 (-) Exaustões e Depreciações de Recursos Naturais

1.2.3.08.006 (-) Amortizações e Depreciações de Marcas, Direitos e Patentes

1.2.3.08.007 (-) Amortizações e Depreciações de Benfeitorias em Propriedade de Terceiros

1.2.3.08.008 (-)

1.2.4 Intangível

1.2.4.01 Marcas, Direitos e Patentes

1.2.4.01.001

1.2.4.02 Fundo de Comércio

1.2.4.02.001

1.2.4.03 (-) Amortizações Acumuladas

1.2.4.03.001

(-) Amortizações de Marcas, Direitos e Patentes

1.2.4.03.002

Nota Desde 04.12.2008, com a publicação da Medida Provisória nº 449/2008 , o grupo Ativo

Nota Desde 04.12.2008, com a publicação da Medida Provisória nº 449/2008 , o grupo Ativo

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2. PASSIVO

Diferido deixou de existir. Assim, de acordo com o art. 299-A da Lei nº 6.404/1976 (com redação dada pela Medida Provisória nº 449/2008 , art. 37 ), o saldo existente em 31.12.2008 no Ativo Diferido que, pela sua natureza, não puder ser alocado a outro grupo de contas, poderá permanecer no Ativo sob essa classificação até sua completa amortização, sujeito à análise sobre a recuperação de que trata o § 3º do art. 183.

até sua completa amortização, sujeito à análise sobre a recuperação de que trata o § 3º

2.1 Passivo Circulante

2.1.1 Empréstimos e Financiamentos

2.1.1.01 Empréstimos Nacionais

2.1.1.01.001

2.1.1.02 Empréstimos Estrangeiros

2.1.1.02.001

2.1.1.03 Financiamentos Nacionais

2.1.1.03.001

2.1.1.04 Financiamentos Estrangeiros

2.1.1.04.001

2.1.1.05 Títulos a Pagar

2.1.1.05.001

2.1.1.06 Adiantamentos sobre Contratos de Câmbio

2.1.1.06.001

2.1.1.07 Controladora, Controladas e Coligadas

2.1.1.07.001

2.1.2 Debêntures

2.1.2.01 Debêntures Conversíveis em Ações

2.1.2.01.001

2.1.2.02 Debêntures Não-Conversíveis

2.1.2.02.001

2.1.2.03 (-) Deságios a Apropriar

2.1.2.03.001 (-)

2.1.3 Fornecedores

2.1.3.01 Fornecedores Nacionais

2.1.3.01.001

2.1.3.02 Fornecedores Estrangeiros

2.1.3.02.001

2.1.4 Obrigações Tributárias

2.1.4.01 Impostos e Contribuições a Recolher

2.1.4.01.001 IPI a Recolher

2.1.4.01.002 ICMS a Recolher

2.1.4.01.003 ISS a Recolher

2.1.4.01.004 Provisão para Imposto de Renda

2.1.4.01.005 Provisão para Contribuição Social sobre o Lucro

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2.1.4.01.006

Imposto de Renda por Estimativa a Recolher

2.1.4.01.007

Contribuição Social sobre o Lucro por Estimativa a Recolher

2.1.4.01.008

Imposto de Renda Retido na Fonte

2.1.4.01.009

PIS-Pasep a Recolher

2.1.4.01.010

Cofins a Recolher

2.1.4.01.011

Provisão para IOF

2.1.4.01.012

2.1.5 Obrigações Trabalhistas e Previdenciárias

2.1.5.01 Obrigações com o Pessoal

2.1.5.01.001

Salários e Ordenados a Pagar

2.1.5.01.002

Pro labore a Pagar

2.1.5.01.003

Gratificações a Pagar

2.1.5.01.004

2.1.5.02 Obrigações Previdenciárias

2.1.5.02.001

INSS a Recolher

2.1.5.02.002

FGTS a Recolher

2.1.5.02.003

2.1.5.03 Provisões

2.1.5.03.001

Provisão para Férias

2.1.5.03.002

Provisão para 13º Salário

2.1.5.03.003

INSS sobre Provisão para Férias

2.1.5.03.004

FGTS sobre Provisão para 13º Salário

2.1.5.03.005

2.1.6 Outras Obrigações

2.1.6.01 Adiantamentos de Clientes

2.1.6.01.001

2.1.6.02 Contas a Pagar

2.1.6.02.001

2.1.6.03 Energia Elétrica, Água e Telefone a Pagar

2.1.6.03.001

2.1.6.04 Contas Correntes

2.1.6.04.001

2.1.6.05 Seguros

2.1.6.05.001

2.1.6.06 Outras Obrigações

2.1.6.06.001

2.1.7 Dividendos, Participações e Juros sobre o Capital Próprio

2.1.7.01 Dividendos

2.1.7.01.001 Dividendos Propostos

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2.1.7.01.002

Dividendos a Pagar

2.1.7.01.003

2.1.7.02 Participações

2.1.7.02.001

Participações Propostas a Administradores

2.1.7.02.002

Participações Propostas a Empregados

2.1.7.02.003

Participações a Pagar

2.1.7.02.004

2.1.7.03 Juros sobre o Capital Próprio

2.1.7.03.001

Juros sobre o Capital Próprio a Pagar

2.1.7.03.002

2.2 Passivo Não-Circulante

2.2.1 Empréstimos e Financiamentos

2.2.1.01 Empréstimos Nacionais

2.2.1.01.001

2.2.1.02 Empréstimos Estrangeiros

2.2.1.02.001

2.2.1.03 Financiamentos Nacionais

2.2.1.03.001

2.2.1.04 Financiamentos Estrangeiros

2.2.1.04.001

2.2.1.05 Títulos a Pagar

2.2.1.05.001

2.2.1.06 Controladora, Controladas e Coligadas

2.2.1.06.001

2.2.1.07 Outros Débitos com Sócios, Administradores e Pessoas Ligadas

2.2.1.07.001

2.2.2 Fornecedores

2.2.2.01 Fornecedores Nacionais

2.2.2.01.001

2.2.2.02 Fornecedores Estrangeiros

2.2.2.02.001

2.2.3 Outras Obrigações

2.2.3.01 Contas a Pagar

2.2.3.01.001

2.2.4 Receitas de Exercícios Futuros

2.2.4.01 Receitas Recebidas Antecipadamente

2.2.4.01.001

2.2.4.02 Custos e Despesas Vinculadas às Receitas

2.2.4.02.001

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Nota Desde 04.12.2008, com a publicação da Medida Provisória nº 449/2008 , o grupo Resultados de Exercícios Futuros deixou de existir. Assim, de acordo com o art. 299-B da Lei nº 6.404/1976 (com redação dada pela Medida Provisória nº 449/2008 , art. 37 ), o saldo existente no grupo Resultado de Exercícios Futuros em 31.12.2008 deverá ser reclassificado para o Passivo Não-Circulante em conta representativa de receita diferida. Observa-se que o registro do referido saldo deverá evidenciar a receita diferida e o respectivo custo diferido (Lei nº 6.404/1976 , art. 299-B, parágrafo único).

deverá evidenciar a receita diferida e o respectivo custo diferido (Lei nº 6.404/1976 , art. 299-B,
deverá evidenciar a receita diferida e o respectivo custo diferido (Lei nº 6.404/1976 , art. 299-B,
deverá evidenciar a receita diferida e o respectivo custo diferido (Lei nº 6.404/1976 , art. 299-B,

2.3 Patrimônio Líquido

2.3.1 Capital Social

2.3.1.01 Capital Subscrito

2.3.1.01.001

Capital Social

2.3.1.01.002

2.3.1.02 (-) Capital a Integralizar

2.3.1.02.001 (-)

2.3.2 Reservas

2.3.2.01 Reservas de Capital

2.3.2.01.001 Correção Monetária do Capital Integralizado

Nota A correção monetária das demonstrações financeiras foi revogada, inclusive para fins societários, a partir de 1º.01.1996, por força do art. 4º da Lei nº 9.249/1995. Portanto, a conta "Correção Monetária do Capital Integralizado" somente apresentará saldo na remota hipótese de a empresa ainda não ter incorporado a reserva ao Capital Social.

2.3.2.01.002

Ágio na Emissão de Ações

2.3.2.01.003

Alienação de Bônus de Subscrição

2.3.2.01.004

Alienação de Partes Beneficiárias

2.3.2.01.005

(-) Ações em Tesouraria

2.3.2.01.006

2.3.2.02 Ajustes de Avaliação Patrimonial

2.3.2.02.001 Ajustes de Elementos do Ativo

2.3.2.02.002 (-) Ajustes de Elementos do Passivo

2.3.2.03 Reservas de Lucros

2.3.2.03.001

Reserva Legal

2.3.2.03.002

Reserva Estatutária

2.3.2.03.003

Reserva para Contingências

2.3.2.03.004

Reserva de Lucros a Realizar

2.3.2.03.005

Reserva Especial

2.3.2.03.006

Reservas de Incentivos Fiscais

2.3.2.03.007

(-) Ações em Tesouraria

2.3.2.03.008

2.3.3

Lucros ou Prejuízos Acumulados

Nota

Plano de contas das S/A (em face da Lei nº 11.638/2007 e da MP nº

449/2008)

26 de Janeiro de 2009

No encerramento do exercício social, a conta de "Lucros ou Prejuízos Acumulados" não deve apresentar saldo positivo. Eventual saldo positivo remanescente nesta conta deve ser destinado para "Reserva de Lucros", nos termos da Lei nº 6.404/1976 , arts. 194 a 197, ou distribuído como dividendo (Instrução CVM nº 469/2008, art. 5º).

termos da Lei nº 6.404/1976 , arts. 194 a 197, ou distribuído como dividendo (Instrução CVM

2.3.3.01 Lucros ou Prejuízos Acumulados

2.3.3.01.001

Lucros Acumulados

2.3.3.01.002

(-) Prejuízos Acumulados

2.3.3.01.003

Resultado do Exercício em Curso

2.3.3.01.004

3. CONTAS DE RESULTADO - CUSTOS E DESPESAS

3.1 Custos de Produção

3.1.1 Custos Diretos de Produção

3.1.1.01 Material Aplicado

3.1.1.01.001

Matéria-Prima

3.1.1.01.002

3.1.1.02 Mão-de-Obra Direta

3.1.1.02.001

Salários e Ordenados

3.1.1.02.002

Pro Labore

3.1.1.02.003

Prêmios e Gratificações

3.1.1.02.004

13º Salário

3.1.1.02.005

Férias

3.1.1.02.006

INSS

3.1.1.02.007

FGTS

3.1.1.02.008

Indenizações e Aviso Prévio

3.1.1.02.009

Assistência Médica e Social

3.1.1.02.010

3.1.1.03 Gastos Gerais

3.1.1.03.001

Combustíveis e Lubrificantes

3.1.1.03.002

Energia Elétrica

3.1.1.03.003

Serviços de Terceiros

3.1.1.03.004

3.1.2 Custos Indiretos de Produção

3.1.2.01 Mão-de-Obra Indireta

3.1.2.01.001

3.1.2.02 Materiais de Consumo Indireto

3.1.2.02.001

3.1.2.03 Materiais de Manutenção e Reparo

3.1.2.03.001

3.1.2.04 Utilidades e Serviços

3.1.2.04.001

3.1.2.05 Aluguéis e Arrendamentos

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3.1.2.05.001

3.1.2.06 Depreciações, Amortizações e Exaustões

3.1.2.06.001

3.1.2.07 Combustíveis e Energia Elétrica

3.1.2.07.001

3.1.3 Custos Diretos da Produção de Serviços

Nota Observam estrutura de subdivisão semelhante à demonstrada para custos de produção industrial.

3.1.3.01

Mão-de-Obra Direta

3.1.3.02

Gastos Gerais

3.1.3.03

3.1.4 Custos Indiretos da Produção de Serviços

Nota Os Custos Indiretos da Produção de Serviços observam estrutura de subdivisão semelhante à demonstrada para custos indiretos de produção industrial.

3.1.4.01

Mão-de-Obra Indireta

3.1.4.02

Materiais de Consumo Indireto

3.1.4.03

3.2 Despesas Operacionais

3.2.1 Despesas com Vendas

3.2.1.01 Despesas com Pessoal

3.2.1.01.001

Salários e Ordenados

3.2.1.01.002

Pro Labore

3.2.1.01.003

Prêmios e Gratificações

3.2.1.01.004

13º Salário

3.2.1.01.005

Férias

3.2.1.01.006

INSS

3.2.1.01.007

FGTS

3.2.1.01.008

Indenizações e Aviso Prévio

3.2.1.01.009

Assistência Médica e Social

3.2.1.01.010

3.2.1.02 Comissões sobre Vendas

3.2.1.02.001

Comissões

3.2.1.02.002

3.2.1.03 Propaganda e Publicidade

3.2.1.03.001

Propaganda e Publicidade

3.2.1.03.002

Amostras Grátis

3.2.1.03.003

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3.2.1.04 Despesas com Entrega

3.2.1.04.001

Fretes e Carretos

3.2.1.04.002

Manutenção de Veículos

3.2.1.04.003

3.2.1.05 Despesas com Viagens e Representações

3.2.1.05.001

Viagens Terrestres

3.2.1.05.002

Viagens Aéreas

3.2.1.05.003

Hospedagem

3.2.1.05.004

Refeições

3.2.1.05.005

3.2.1.06 Despesas Gerais

3.2.1.06.001

Aluguéis

3.2.1.06.002

Manutenção e Reparos

3.2.1.06.003

Telefone

3.2.1.06.004

Despesas Postais e Telegráficas

3.2.1.06.005

Depreciações e Amortizações

3.2.1.06.006

Serviços Prestados por Terceiros

3.2.1.06.007

Seguros

3.2.1.06.008

3.2.1.07 Perdas no Recebimento de Créditos

3.2.1.07.001 Créditos Vencidos e Não Liquidados

Nota A conta "Créditos Vencidos e não Liquidados" está em conformidade com a disciplina instituída pela Lei nº 9.430/1996 , que tornou indedutível, a partir de 1º.01.1997, a antiga "Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa", tanto para fins de Imposto de Renda quanto da Contribuição Social sobre o Lucro. Se a empresa optar por consti-tuir a Provisão indedutível, importa observar que a contrapartida da provisão (despesa) será, também, classificada no subgrupo "Despesas com Vendas".

que a contrapartida da provisão (despesa) será, também, classificada no subgrupo "Despesas com Vendas".

3.2.1.07.002

3.2.2 Despesas Administrativas

3.2.2.01 Despesas com Pessoal

3.2.2.01.001

Salários e Ordenados

3.2.2.01.002

Pro Labore

3.2.2.01.003

Prêmios e Gratificações

3.2.2.01.004

13º Salário

3.2.2.01.005

Férias

3.2.2.01.006

INSS

3.2.2.01.007

FGTS

3.2.2.01.008

Indenizações e Aviso Prévio

3.2.2.01.009

Assistência Médica e Social

3.2.2.01.010

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3.2.2.02 Aluguéis e Arrendamentos

3.2.2.02.001

Aluguéis de Imóveis

3.2.2.02.002

Aluguéis de Máquinas e Equipamentos

3.2.2.02.003

Arrendamento de Imóveis

3.2.2.02.004

Arrendamento Mercantil (Leasing)

3.2.2.02.005

3.2.2.03 Despesas Tributárias

3.2.2.03.001 PIS-Pasep

3.2.2.03.002 Cofins

Nota Exceto a parcela da Cofins e da contribuição para o PIS-Pasep incidente sobre a receita bruta de vendas e serviços, que deve ser lançada no subgrupo 4.1.2 (Deduções da Receita Bruta).

3.2.2.03.003

IPTU

3.2.2.03.004

IPVA

3.2.2.03.005

Taxas Diversas

3.2.2.03.006

CPMF

3.2.2.03.007

3.2.2.04 Despesas Gerais

3.2.2.04.001

Energia Elétrica

3.2.2.04.002

Água e Esgoto

3.2.2.04.003

Telefone

3.2.2.04.004

Despesas Postais e Telegráficas

3.2.2.04.005

Seguros

3.2.2.04.006

Material de Escritório

3.2.2.04.007

Material de Higiene e Limpeza

3.2.2.04.008

Assistência Contábil

3.2.2.04.009

Serviços Prestados por Terceiros

3.2.2.04.010

Depreciações e Amortizações

3.2.2.04.011

Reproduções

3.2.2.04.012

Despesas Legais e Judiciais

3.2.2.04.013

Livros, Jornais e Revistas

3.2.2.04.014

3.2.2.05 Despesas Financeiras

3.2.2.05.001

Juros Passivos

3.2.2.05.002

Variações Monetárias Passivas

3.2.2.05.003

Variações Cambiais Passivas

3.2.2.05.004

Descontos Concedidos

3.2.2.05.005

Juros sobre o Capital Próprio

3.2.2.05.006

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3.2.2.06 Outras Despesas Operacionais

3.2.2.06.001

Provisão para Perdas e Ajustes de Ativos

3.2.2.06.002

Equivalência Patrimonial

3.2.2.06.003

Amortização de Ágio

3.2.2.06.004

3.3 Despesas Não-Operacionais

3.3.1 Resultados Não-Operacionais

3.3.1.01 Resultados Negativos na Alienação de Investimentos

3.3.1.01.001

Perdas na Alienação de Participações em Coligadas

3.3.1.01.002

3.3.1.02 Resultado Negativo na Alienação do Imobilizado

3.3.1.02.001

Perdas na Alienação de Imóveis

3.3.1.02.002

Perdas na Alienação de Móveis e Utensílios

3.3.1.02.003

Perdas na Alienação de Máquinas, Equipamentos e Ferramentas

3.3.1.02.004

Perdas na Alienação de Veículos

3.3.1.02.005

3.3.1.03 Resultado de Sinistros com Imobilizado

3.3.1.03.001

Perdas em Sinistros com Imobilizado

3.3.1.03.002

3.3.1.04 Outras Baixas do Ativo Não-Circulante

Nota Grupo utilizável para registro de baixas por obsolescência, deterioração, desaparecimento, sinistros não ressar-cidos, etc., ou seja, baixas em relação às quais não tenha havido o correspondente recebimento de receita.

3.3.1.04.001

Baixas de Investimentos Permanentes

3.3.1.04.002

Baixas de Imobilizado

3.3.1.04.003

3.3.1.05 Provisões para Perdas Permanentes

3.3.1.05.001

Controladas e Coligadas - Equivalência Patrimonial

3.3.1.05.002

Controladas e Coligadas - Custo Corrigido

3.3.1.05.003

Outras Participações Societárias

3.3.1.05.004

4. CONTAS DE RESULTADO - RECEITAS

4.1 Receitas Operacionais

4.1.1 Receita Bruta de Vendas e Serviços

4.1.1.01 Receita Bruta de Vendas de Produtos e Mercadorias

4.1.1.01.001 Venda de Produtos no Mercado Interno

4.1.1.01.002 Venda de Produtos no Mercado Externo

4.1.1.01.003 Venda de Mercadorias no Mercado Interno

4.1.1.01.004 Venda de Mercadorias no Mercado Externo

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4.1.1.01.005

4.1.1.02 Receita da Prestação de Serviços

4.1.1.02.001

Serviços Prestados - Mercado Interno

4.1.1.02.002

Serviços Prestados - Mercado Externo

4.1.1.02.003

4.1.2 (-) Deduções da Receita Bruta

4.1.2.01 (-) Cancelamento e Devoluções

4.1.2.01.001 (-) De Venda de Produtos no Mercado Interno

4.1.2.01.002 (-) De Venda de Produtos no Mercado Externo

4.1.2.01.003 (-) De Venda de Mercadorias no Mercado Interno

4.1.2.01.004 (-) De Venda de Mercadorias no Mercado Externo

4.1.2.01.005 (-)

4.1.2.02 (-) Descontos Incondicionais

4.1.2.02.001 (-) Sobre Venda de Produtos no Mercado Interno

4.1.2.02.002 (-) Sobre Venda de Produtos no Mercado Externo

4.1.2.02.003 (-) Sobre Venda de Mercadorias no Mercado Interno

4.1.2.02.004 (-) Sobre Venda de Mercadorias no Mercado Externo

4.1.2.02.005 (-)

4.1.2.03 (-) Impostos Incidentes sobre Vendas e Serviços

4.1.2.03.001 (-) IPI

Nota A conta IPI somente figurará entre os Impostos Incidentes sobre Vendas se a empresa adotar o critério de conta-bilizar as vendas pelo valor total da nota fiscal (inclusive IPI).

4.1.2.03.002 (-) ICMS

4.1.2.03.003 (-) ISS

4.1.2.03.004 (-) Cofins

4.1.2.03.005 (-) PIS-Pasep

Nota Somente a parcela da Cofins e da contribuição para o PIS-Pasep incidente sobre a receita bruta de vendas e serviços. O valor relativo às demais receitas será lançado como Despesa Tributária (subgrupo 3.2.2.03).

4.1.2.03.006 (-)

4.1.3 Receitas Financeiras

4.1.3.01 Juros e Descontos

4.1.3.01.001

Juros de Aplicações Financeiras

4.1.3.01.002

Juros Ativos [outros]

4.1.3.01.003

Descontos Financeiros Obtidos

4.1.3.01.004

4.1.3.02 Variações Monetárias

4.1.3.02.001 Variações Monetárias Ativas

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4.1.3.02.002

Variações Cambiais Ativas

4.1.3.02.003

4.1.4 Recuperação de Despesas

4.1.4.01 Recuperação de Créditos Considerados Incobráveis

4.1.4.01.001

4.1.4.02 Reversão de Provisões

4.1.4.02.001

4.1.5 Outras Receitas Operacionais

4.1.5.01 Receitas Diversas

4.1.5.01.001

Aluguéis e Arrendamentos

4.1.5.01.002

Vendas Acessórias

4.1.5.01.003

Receita de Equivalência Patrimonial

4.1.5.01.004

Dividendos e Lucros Recebidos

4.1.5.01.005

Amortização de Deságio

4.1.5.01.006

4.2 Receitas Não-Operacionais

4.2.1 Resultados Não-Operacionais

4.2.1.01 Resultados Positivos na Alienação de Investimentos

4.2.1.01.001

Lucros na Alienação de Participações em Coligadas

4.2.1.01.002

4.2.1.02 Lucros na Alienação do Imobilizado

4.2.1.02.001

Lucros na Alienação de Imóveis

4.2.1.02.002

Lucros na Alienação de Móveis e Utensílios

4.2.1.02.003

Lucros na Alienação de Máquinas, Equipamentos e Ferramentas

4.2.1.02.004

Lucros na Alienação de Veículos

4.2.1.02.005

4.2.1.03 Resultado de Sinistros com Imobilizado

4.2.1.03.001

Sinistros com Imobilizado

4.2.1.03.002

5. CONTAS DE APURAÇÃO

5.1 Custo dos Produtos e dos Serviços Vendidos

5.1.1 Custo dos Produtos Vendidos

5.1.1.01 Custo dos Produtos Vendidos

5.1.1.01.001 Custo dos Produtos Vendidos

5.1.2 Custo dos Serviços Prestados

5.1.2.01 Custo dos Serviços Prestados

5.1.2.01.001 Custo dos Serviços Prestados

5.1.3 Custo das Mercadorias Vendidas

5.1.3.01 Custo das Mercadorias Vendidas

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5.1.3.01.001 Custo das Mercadorias Vendidas

5.1.4 Apuração do Resultado do Exercício

5.1.4.01 Apuração do Resultado do Exercício

5.1.4.01.001 Resultado do Exercício

5.1.4.01.002 Ganhos/Perdas na Alienação de Imobilizado

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Legislação

Instrução CVM nº 469/2008 Lei nº 6.404/1976 Lei nº 9.249/1995 Lei nº 9.430/1996