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Norma NTS 232

Técnica

SABESP

Cavalete Simples – Ligação de Água (DN 25 a 200 - Hidrômetro de 5 m 3 /h a 6500 m 3 /d)

Especificação

São Paulo Rev. 01 – Maio – 2006

NTS 232 : 2006 – Rev. 01

Norma Técnica Sabesp

S U M Á R I O

1 OBJETIVO

1

2 CAMPO DE APLICAÇÃO

1

3 CARACTERÍSTICAS GERAIS

1

4 REFERÊNCIAS NORMATIVAS

1

5 DEFINIÇÕES

2

6 MATERIAIS

2

7 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS 3

7.1

Ensaios de verificação de qualidade 3

7.3

Diâmetros Nominais 3

7.4

Configuração e composição do cavalete e abrigo 3

7.5

Identificação e embalagem do cavalete

3

7.6

Aquisição do cavalete 3

8

PROCEDIMENTOS PARA EXECUÇÃO

4

8.1

Disposições técnicas complementares

4

ANEXO A MODELO ESQUEMÁTICO DE CAVALETE SIMPLES DN 25 E TABELA DE

5

COMPONENTES

ANEXO B MODELO ESQUEMÁTICO DE CAVALETE SIMPLES DN 40 E TABELA DE

6

COMPONENTES

ANEXO C MODELO ESQUEMÁTICO DE CAVALETE SIMPLES DN 50 COM FILTRO

INTERNO E TABELA DE COMPONENTES

7

ANEXO D MODELO ESQUEMÁTICO DE CAVALETE SIMPLES DN 50 COM FILTRO

8

EXTERNO E TABELA DE COMPONENTES

ANEXO E MODELO ESQUEMÁTICO DE CAVALETE SIMPLES DN 80 E TABELA DE

9

COMPONENTES

ANEXO F MODELO ESQUEMÁTICO DE CAVALETE SIMPLES DN 100 E TABELA DE

10

COMPONENTES

ANEXO G MODELO ESQUEMÁTICO DE CAVALETE SIMPLES DN 150 E TABELA DE

COMPONENTES

11

ANEXO H INSTRUÇÕES DE INSTALAÇÃO DO CAVALETE

12

Norma Técnica Sabesp

NTS 232 : 2006 – Rev.01

Cavalete Simples – Ligação de Água (DN 25 a 200 - Hidrômetro de 5m 3 /h a 6500 m 3 /d)

1 OBJETIVO

Esta norma especifica as condições mínimas exigíveis para fabricação de cavalete sim- ples, que é parte da ligação de água, de Diâmetro Nominal DN 25 a 200, cuja capacidade do respectivo hidrômetro é de 5 m 3 /h a 6500 m 3 /d de vazão máxima.

2 CAMPO DE APLICAÇÃO

Esta norma se aplica às novas ligações e manutenção de ligações existentes que indi- quem a necessidade de substituição total do cavalete, ou quando o estudo de redimensi- onamento da ligação resultar em sua troca.

3 CARACTERÍSTICAS GERAIS

Os cavaletes simples devem ser fabricados em ferro galvanizado ou outro material pre- visto no anexo D1 da NTS 181. Na eventualidade de existir componentes integrados, que possam substituir dois ou mais componentes dos cavaletes, o mesmo pode ser utilizado. Em qualquer um dos modelos de cavalete, não se admite a utilização de componentes de materiais distintos, formando conjuntos híbridos, inclusive nas situações de reparos dos existentes, exceções feitas ao registro de gaveta que deve ser fabricado em liga de cobre e ao tubete que deve ser em latão.

4 REFERÊNCIAS NORMATIVAS

As Normas relacionadas a seguir, citadas neste texto, devem ter suas prescrições aten- didas. As edições indicadas estavam em vigor no momento desta publicação. Como toda Norma está sujeita à revisão, recomenda-se que seja analisada a conveniência da Sa- besp adotar edições mais recentes das referidas normas.

NTS 161:2003

Cavalete Simples – Ligação de Água - (DN 20 - Hidrômetro de

NTS 181:2005

1,5 m³/h ou 3,0 m³/h) Dimensionamento do ramal predial de água e do hidrômetro

NBR 5580:2002

Tubos de aço-carbono para usos comuns na condução de fluidos

NBR 6323:1990

Produto de aço ou ferro fundido revestido de zinco por imersão a

NBR 6943:2000

quente Conexões de ferro fundido maleável, com rosca NBR NM-ISO 7-1,

NBR 8133:1983

para tubulações. Rosca para tubos onde a vedação não é feita pela rosca – Desig-

nação, dimensões e tolerância. NBR NM 212:1999 Medidores velocimétricos de água fria até 15 m3/h

NBR 10926:1989 NBR 10927:1989

Cavalete para ramais prediais – Determinação da perda de carga Cavalete para ramais prediais – Verificação da resistência mecâni- ca Cavalete para ramais prediais – Verificação da estanqueidade à pressão hidrostática Ramal predial – Cavalete galvanizado DN 20 – Requisitos Instalações em saneamento – Registro de gaveta PN 16 em liga de cobre – Requisitos Instalações hidráulicas prediais – Registro de gaveta de liga de co- bre – Verificação do desempenho

NBR 10928:1989

NBR 14122:1998 NBR 14580:2000

NBR 14151:1998

NTS 232 : 2006 – Rev. 01

Norma Técnica Sabesp

Rosca para tubos onde a junta de vedação sob pressão é

feita pela rosca – Parte 1: Dimensões, tolerâncias e desig- nação Especificação Técnica, Regulamentação de Preços e Critérios de Medição da Sa- besp – Volumes 1 e 2.

NBR NM ISO 7/1:2000

5 DEFINIÇÕES

Para os efeitos desta Norma, aplicam-se as seguintes definições:

ADAPTADOR – Conexão destinada a unir tubulação de polietileno a elemento de tubula- ção em derivação. CAVALETE – Parte da ligação de água, formada por um conjunto de segmentos de tu- bos, conexões, registro, tubetes, porcas e guarnições, destinada à instalação do hidrôme- tro, e/ou limitador de consumo, em posição afastada do piso. COLAR DE TOMADA – Componente do sistema do ramal predial à qual se conecta o registro tipo macho ou esfera, apropriado para execução de derivação em tubulação da rede de abastecimento.

DIÂMETRO NOMINAL (DN) – Simples número que serve como designação para projeto e para classificar, em dimensões, os elementos de tubulação (tubos, conexões, anéis de borracha e acessórios) e que corresponde, aproximadamente, ao diâmetro interno dos tubos em milímetros.

LIGAÇÃO DE ÁGUA – Conjunto de elementos do ramal predial de água e unidade de medição ou cavalete, que interliga a rede de distribuição pública de água à instalação predial do cliente.

RAMAL PREDIAL – Trecho da ligação de água, compreendido entre o colar de tomada, inclusive, situado na rede de abastecimento de água, e o adaptador localizado na entrada da unidade de medição ou do cavalete. REGISTRO-BROCA COM ADAPTADOR – Conexão tipo tê apropriado para ligar o colar de tomada ao tubo do ramal predial através de uma junta mecânica que contém uma fer- ramenta de corte, para furar a tubulação da rede de abastecimento, estando esta em car- ga ou não.

REGISTRO GAVETA – Válvula de fecho instalada em tubulação de instalações hidráuli- cas prediais, para condução de água potável destinada a interrupção eventual da passa- gem de água. Consta de um corpo, no interior do qual se encontra uma cunha ou gaveta, fechando ou abrindo totalmente a passagem de água. Não deve ser instalada como re- gistro de controle nos pontos de utilização de água. TÊ DE SERVIÇO INTEGRADO Componente do sistema do ramal predial onde numa mesma peça estão integrados o colar de tomada, ferramenta de corte / registro e adapta- dor, para a conexão do tubo de polietileno do ramal predial à tubulação da rede de abas- tecimento.

TUBO DE POLIETILENO – Tubo fabricado com componente de polietileno azul, confor- me Norma Sabesp NTS 048, destinado à execução do ramal predial.

6 MATERIAIS

Os materiais que compõem o conjunto cavalete, incluindo os vedantes, devem ser isen- tos de produtos tóxicos ou nocivos à saúde, e assim permanecerem durante sua vida útil em contato com a água, preservando a sua potabilidade.

Os materiais utilizados devem atender às especificações correspondentes e aos requisi- tos desta Norma, devendo ser resistentes ou estar protegidos contra a corrosão. O con- junto de componentes do cavalete, objeto desta Norma, deve ser qualificado pela Sa- besp, e submetido aos ensaios conforme determinam as normas para cada tipo de mate-

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NTS 232 : 2006 – Rev.01

rial. Esses ensaios devem ser feitos a cada fornecimento à Sabesp ou para o mercado distribuidor, conforme o caso, nas instalações do fabricante ou em laboratório com siste- ma da qualidade implantado e aprovado pela Sabesp.

7 CONDIÇÕES ESPECÍFICAS

7.1 Ensaios de verificação de qualidade

Os tubos, conexões, adaptadores, cotovelos, registros e conjuntos de porcas e guarni- ções devem atender aos requisitos previstos nas normas referenciadas no item 4 de a- cordo com o tipo do material do cavalete. Na falta de normas brasileiras para um deter-

minado tipo de material podem ser utilizadas normas internacionais, tais como NM, ISO, DIN, etc. As amostras para realização dos ensaios devem ser de acordo com o plano de amostra- gem especificado na NBR 14122.

7.2 Roscas.

As roscas existentes nos cavaletes devem atender ao especificado na NBR NM ISO 7/1:

2000, e devem garantir a perfeita união entre as peças e sua estanqueidade.

7.3 Diâmetros Nominais

Em função do dimensionamento do cavalete, obtido através dos critérios da NTS 181, os

cavaletes podem apresentar os seguintes diâmetros nominais: DN 25; 40; 50; 80; 100, 150 e 200.

7.4 Configuração e composição do cavalete e abrigo

A configuração e composição do cavalete e abrigo devem ser conforme o modelo e lista

de componentes apresentadas nos anexos A, B, C, D, E, F e G, para cada diâmetro no- minal.

A Sabesp pode a qualquer momento determinar a mudança no desenho do cavalete,

sempre objetivando a diminuição de peças que compõem o mesmo, de maneira a mini-

mizar o número de juntas e reduzir a possibilidade de ocorrência de vazamento.

7.5 Identificação e embalagem do cavalete

O cavalete deve ser identificado através de marcação visível e indelével, no mínimo, com

as seguintes inscrições:

a)

nome ou marca de identificação do fabricante do cavalete,

b)

diâmetro nominal,

c)

número desta norma,

d)

selo de garantia do fabricante,

e)

selo de inspeção da Sabesp.

O

cavalete deve ser fornecido em embalagem lacrada com a identificação anterior, com

folheto explicativo sobre a montagem e termo de garantia mínima de cinco anos do fabri-

cante.

7.6 Aquisição do cavalete

O cavalete deve ser adquirido pelo cliente de empresas qualificadas pela Sabesp.

Cada cavalete deve conter todos os elementos indicados nos desenhos constantes nos anexos desta norma, além de um folheto explicativo sobre a montagem do mesmo e um certificado de garantia do produto.

O cavalete deve apresentar no seu tubo de saída um selo de identificação do fabricante e

um selo de Inspeção da Sabesp o qual indica que o cavalete foi aprovado nos testes exi- gidos por norma.

NTS 232 : 2006 – Rev. 01

Norma Técnica Sabesp

8 PROCEDIMENTOS PARA EXECUÇÃO

O cavalete e seu abrigo devem ser executados conforme indicado nos anexos A, B, C, D,

E, F e G atendendo desta forma a todas suas dimensões e componentes. Para cavalete de DN 200, devem ser contatados os fabricantes de tubos e conexões para elaboração de projeto específico para aprovação na Sabesp.

A localização do cavalete no imóvel deve ser conforme a figura 1.

OBSERVAÇÃO Cavalete O local de colocação do cavalete será em função da localização do ramal
OBSERVAÇÃO
Cavalete
O
local de colocação do
cavalete será em função
da
localização do ramal de
Cavalete
ligação.
Cavalete
Muro frontal
Extremidade do
Extremidade do
Passeio
tubo camisa
tubo camisa
Ramal de
Ramal de
Rua (Leito carroçável)
Ramal de
Ligação
Ligação
Ligação
Muro lateral
Máx. 150 cm
Muro lateral

Rede de distribuição de água (Sabesp)

Figura 1 – Localização do cavalete.

Antes de ser instalado o hidrômetro, a área do cavalete deve estar desobstruída.

O cavalete deve ser instalado de maneira que seu eixo longitudinal coincida com o eixo

central longitudinal do abrigo, respeitadas as dimensões constantes nos anexos A à G.

Caso seja colocada porta ou outro dispositivo para fechamento do abrigo, esta não deve impedir a manutenção do cavalete.

O cavalete não deve ser chumbado no piso, antes da colocação do hidrômetro, para faci-

litar eventual ajuste. O revestimento final no abrigo só pode ser efetuado após a coloca- ção do hidrômetro. O piso do abrigo não deve ser executado em concreto. Após a execução do ramal predial de água e sua conexão ao cavalete, o conjunto deve ser colocado em carga, a fim de se testar a estanqueidade dos componentes e corrigir eventuais vazamentos.

JUNTAMENTE COM O DESENHO ESQUEMÁTICO DO CAVALETE, DEVE SER ENTREGUE AO CLIENTE AS NOTAS CONSTANTES NO ANEXO H – INS- TRUÇÕES DE INSTALAÇÃO DO CAVALETE.

8.1 Disposições técnicas complementares As Unidades de Negócio podem definir especificações complementares para a execução dos serviços de modo a adequá-los às condições e necessidades locais, desde que obe- decidos os padrões desta Norma, devendo anexar a esta as respectivas especificações.

Norma Técnica Sabesp

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ANEXO A Modelo Esquemático de Cavalete Simples DN 25 e Tabela de Componen- tes

810 1 100 9 10 11 12 11 (Mínimo) 8 13 125 470 ± 2
810
1
100
9
10
11
12
11
(Mínimo)
8
13
125
470 ± 2
7
(CONSIDERANDO APERTO DE ROSCA)
DISTâNCIA ENTRE O
ALINHAMENTO E A
PONTA DO TUBO
100
SELO INSPEÇÃO SABESP
SELO DE GARANTIA FABRICANTE
(Mínimo)
150
14
NÍVEL DO
(Mínimo)
PASSEIO
13
RAMAL PREDIAL
6
INTERNO
(MEDIDAS EM MILÍMETROS)
650
5
2
3
4
ITEM
DENOMINACAO
BITOLA
DIMENSÕES
0101
ABRIGO DE ALVENARIA OU CONCRETO
--------
400 x 650 x 810 mm
02
LUVA FG ADAPTADORA PARA PEAD
--------
03
TUBO DE FERRO GALVANIZADO
04
TUBO CAMISA - PVC
Mínimo 500 mm
Mínimo 500 mm
05
COTOVELO DE REDUÇÃO FG
DN 32 (1 1/4")
DN 32 (1 1/4")
DN 40
DN 32 ( 1 1/4" ) X DN 25 ( 1" )
DN 25 (1")
DN 25 (1")
--------
06
TUBO DE FERRO GALVANIZADO
Mínimo 550 mm
07
REGISTRO DE GAVETA PARA SANEAMENTO
--------
08
COTOVELO MACHO-FÊMEA FG
DN 25 (1")
DN 25 (1")
DN 25 (1")
--------
09
TUBO DE FERRO GALVANIZADO
80 mm
10
LUVA FG
--------
11
CONJUNTO TUBETE E PORCA DE LATÃO
DN 25 (1")
--------
12
TUBO DE PVC
DN 32 (1 1/4")
265 mm
13
COTOVELO FG
DN 25 (1")
--------
14
TUBO FERRO GALVANIZADO
DN 25 (1")
Mínimo 350 mm
TITULO :
CAVALETE DN25 E ABRIGO PARA INSTALAÇÃO DE HIDRÔMETRO
DE 5 A 10 m³/h SEM FILTRO (MODELO COMERCIAL)
DATA
REV.
APROVAÇÃO
abril/06
01
T V V
COTAS EM MILÍMETROS
ESC.
s/escala
400
(Máximo)
300
(Mínimo)
200

NTS 232 : 2006 – Rev. 01

Norma Técnica Sabesp

APROVAÇÃO T V V

Mínimo 600 mm

DIMENSÕESITEM

mm

mm

-------- --------

--------

145

305

Rev.

01

CONJUNTO TUBETE E PORCA LATÃO DN 40 (1 ½")11

½")

½")

½")

½")

DATA

DN 50 (2")

Abril/06COTAS

DN 40 (1

DN 40 (1

DN 40 (1

DN 40 (1

BITOLA

EM MILÍMETROS

s/escala

ESCALA

TUBO DE FERRO GALVANIZADO

TUBO DE FERRO GALVANIZADO

COTOVELO FG MACHO-FÊMEA

DENOMINAÇÃO

TUBO DE PVC

LUVA FG

13

10

08

09

12

400x700x1050mm

Mínimo 750 mm

-------- Mínimo 650 mm

Mínimo 650 mm

CAVALETE DN40 E ABRIGO PARA INSTALAÇÃO DE HIDRÔMETRO 20 m³/h

DIMENSÕES

--------COTOVELO

--------

½")

½")

½")

½")

½")

DN 50 (2")

-------- DN 40 (1

DN 40 (1

DN 40 (1

DN 40 (1

DN 40 (1

BITOLA

REGISTRO DE GAVETA P/SANEAM. C/VOLANTE

ABRIGO DE ALVENARIA OU CONCRETO

TUBO DE FERRO GALVANIZADO

TUBO FERRO GALVANIZADO

DENOMINAÇÃOITEM

FG

TUBO PVC

LUVA FG

TITULO :

07

04

03

06

05

02

0101

ANEXO B Modelo Esquemático de Cavalete Simples DN 40 e Tabela de Componen- tes

700 300 400 (Mínimo) PROFUNDIDADE = 400mm 1 1050 9 10 11 8 12 11
700
300
400
(Mínimo)
PROFUNDIDADE = 400mm
1
1050
9
10
11
8
12
11
5
200
7
595 ± 5
13
(CONSIDERANDO APERTO DE ROSCA)
100
SELO INSPEÇÃO SABESP
(Mínimo)
200
150
NÍVEL DO
SELO GARANTIA FABRICANTE
(Mínimo)
PASSEIO
6
RAMAL INTERNO
5
2
4
5
3

Norma Técnica Sabesp

NTS 232 : 2006 – Rev.01

ANEXO C Modelo Esquemático de Cavalete Simples DN 50 com filtro interno e Ta- bela de Componentes

1000 300 400 (Mínimo) 1940 1 8 PROFUNDIDADE = 400mm 11 11 12 ROSCA 7
1000
300
400 (Mínimo)
1940
1
8
PROFUNDIDADE = 400mm
11
11
12
ROSCA
7
7
8
9
10
8
8
13
400
SELO INSPEÇÃO SABESP
200
SELO GARANTIA FABRICANTE
150
(Mínimo)
NÍVEL DO
PASSEIO
15
14
6
RAMALINTERNO
3
5
5
2
4
Tubo conexão
de FG - DN
50
para
na rede
comprimento = 300mm
DENOMINAÇÃOITEM
BITOLA
DIMENSÕES
DENOMINAÇÃO BITOLAITEM
DIMENSÕES
0101
ABRIGO DE ALVENARIA OU CONCRETO
--------
400x1000x1940mm
09
TUBO DE FERRO GALVANIZADO
DN 50 ( 2")
535
mm
02
REGISTRO DE GAVETA P/ SANEAM. C/ CABEÇOTE
DN 50 ( 2")
--------
10
DN 50 ( 2")TUBO
DE FERRO GALVANIZADO C/ROSCA CORRIDA
220
mm
03
TUBO DE FERRO GALVANIZADO
DN 50 ( 2")
Mínimo 900 mm
11
CURVA FG MACHO
DN 50 ( 2")
--------
04
TUBO DE PVC
DN 75 ( 3")
Mínimo 900 mm
12
REGISTRO DE GAVETA P/SANEAM. C/VOLANTE
DN 50 ( 2")
--------
05
CURVA FG FÊMEA
DN 50 ( 2")
--------
13
DN 50 ( 2")TUBO
DE FERRO GALVANIZADO
Mínimo 780 mm
06
TUBO DE FERRO GALVANIZADO
DN 50 ( 2")
Mínimo 650 mm
14
TUBO DE PVC
DN 200 ( 8")
Mínimo 400 mm
07
CURVA FG MACHO-FÊMEA
DN 50 ( 2")
--------
15
TAMPA ARTICULADA PARA VÁLVULA T-5
Des. 0100-400-E152
--------
08
LUVA FG
DN 50 ( 2")
--------
TITULO :
ESCALA
s/escala
DATA
Rev.
CAVALETE DN50 E ABRIGO PARA INSTALAÇÃO DE HIDRÔMETRO DE 30 m³/h COM FILTRO INTERNO
abril/06COTAS
EM MILÍMETROS
01
APROVAÇÃO
T V V

NTS 232 : 2006 – Rev. 01

Norma Técnica Sabesp

ANEXO D Modelo Esquemático de Cavalete Simples DN 50 com filtro externo e Ta- bela de Componentes

1000 300 400 (Mínimo) 1940 1 8 PROFUNDIDADE = 400mm 11 11 12 ROSCA 7
1000
300
400 (Mínimo)
1940
1
8
PROFUNDIDADE = 400mm
11
11
12
ROSCA
7
7
8
9
10
8
8
13
400
SELO INSPEÇÃO SABESP
200
150
SELO GARANTIA FABRICANTE
(Mínimo)
NÍVEL DO
PASSEIO
15
14
6
RAMAL INTERNO
3
5
5
2
4
Tubo de FG - DN 50
para
conexão = na 300mm
rede
comprimento
DENOMINAÇÃOITEM
BITOLA
DIMENSÕES
DENOMINAÇÃO BITOLAITEM
DIMENSÕES
0101
ABRIGO DE ALVENARIA OU CONCRETO
--------
400x1000x1940mm
09
TUBO DE FERRO GALVANIZADO C/ROSCA CORRIDA
DN 50 ( 2")
505
mm
02
REGISTRO DE GAVETA P/ SANEAM. C/ CABEÇOTE
DN 50 ( 2")
--------
10
DN 50 ( 2")TUBO
DE FERRO GALVANIZADO
250
mm
03
TUBO DE FERRO GALVANIZADO
DN 50 ( 2")
Mínimo 900 mm
11
CURVA FG MACHO
DN 50 ( 2")
--------
04
TUBO DE PVC
DN 75 ( 3")
Mínimo 900 mm
12
REGISTRO DE GAVETA P/SANEAM. C/VOLANTE
DN 50 ( 2")
--------
05
CURVA FG FÊMEA
DN 50 ( 2")
--------
13
DN 50 ( 2")TUBO
DE FERRO GALVANIZADO
Mínimo 780 mm
06
TUBO DE FERRO GALVANIZADO
DN 50 ( 2")
Mínimo 650 mm
14
TUBO DE PVC
DN 200 ( 8")
Mínimo 400 mm
07
CURVA FG MACHO-FÊMEA
DN 50 ( 2")
--------
15
TAMPA ARTICULADA PARA VÁLVULA T-5
Des.0100-400-E152
--------
08
LUVA FG
DN 50 ( 2")
--------
TITULO :
ESCALA
s/escala
DATA
Rev.
CAVALETE DN50 E ABRIGO PARA INSTALAÇÃO DE HIDRÔMETRO DE 300 m³/dia COM FILTRO EXTERNO
abril/06COTAS
EM MILÍMETROS
01
APROVAÇÃO
T V V

Norma Técnica Sabesp

NTS 232 : 2006 – Rev.01

DIMENSÕES

APROVAÇÃO

Mínimo 400 mm

-------- Mínimo 730 mm

T V V

400 mm

560 mm

--------

--------

Rev.

01

Des. 0100-400-E.152

CAVALETE DN80 E ABRIGO PARA INSTALAÇÃO DE HIDRÔMETRO DE 1100 m³/dia

REGISTRO DE GAVETA P/ SANEAM. C/ CABEÇOTE

ABRIGO DE ALVENARIA OU CONCRETO

TUBO DE FERRO GALVANIZADO

TUBO DE FERRO GALVANIZADO

CURVA FG MACHO-FÊMEA

DENOMINAÇÃOITEM

CURVA FG FÊMEA

TUBO DE PVC

LUVA FG

TITULO :

07

04

03

08

06

05

02

0101

ANEXO E Modelo Esquemático de Cavalete Simples DN 80 e Tabela de Componen- tes

1300 300 400 (Mínimo) 2680 PROFUNDIDADE = 600mm 8 1 89 11 11 8 10
1300
300
400 (Mínimo)
2680
PROFUNDIDADE = 600mm
8
1
89
11
11
8
10
8
12
7
7
SELO INSPEÇÃO SABESP
300
(Mínimo)
200
400
NÍVEL DO
SELO GARANTIA FABRICANTE
PASSEIO
15
6
13
14
5
2
3
4
RAMAL INTERNO
5
BITOLA
DIMENSÕES
DENOMINAÇÃO BITOLAITEM
--------
DN 80 ( 3")
600x1300x2680mm
09
TUBO DE FERRO GALVANIZADO
DN 80 ( 3")
--------
Mínimo 950 mm
10
TUBO DE FERRO GALVANIZADO
DN 80 ( 3")
DN 80 ( 3")
11
CURVA FG MACHO
DN 80 ( 3")
DN 100 ( 4")
Mínimo 950 mm
12
REGISTRO DE GAVETA P/ SANEAM. C/ VOLANTE
DN 80 ( 3")
DN 80 ( 3")
--------
Mínimo 600 mm
13
TUBO DE FERRO GALVANIZADO
DN 80 ( 3")
DN 80 ( 3")
14
TUBO DE PVC
DN 200 ( 8")
DN 80 ( 3")
15
TAMPA ARTICULADA PARA VÁLVULA T-5
DN 80 ( 3")
--------
--------
ESCALA
s/escala
DATA
abril/06COTAS
EM MILÍMETROS
Tubo de FG - DN 80 para conexão na rede comprimento = 300mm
Tubo de FG - DN 80
para conexão na rede
comprimento = 300mm

NTS 232 : 2006 – Rev. 01

Norma Técnica Sabesp

ANEXO F Modelo Esquemático de Cavalete Simples DN 100 e Tabela de Componen- tes

1400 400 (Mínimo) 3220mm 8 PROFUNDIDADE = 800MM 1 11 11 88 9 108 12
1400
400 (Mínimo)
3220mm
8
PROFUNDIDADE = 800MM
1
11
11
88
9
108
12
7
7
13
300
SELO INSPEÇÃO SABESP
400
SELO GARANTIA FABRICANTE
300
NÍVEL DO
(Mínimo)
15
PASSEIO
6
14
RAMAL INTERNO
Tubo de FG - DN 100
5
5
para
conexão = na 300mm
rede
comprimento
2
3
4
DENOMINAÇÃOITEM
BITOLA
DIMENSÕES
DENOMINAÇÃO BITOLAITEM
DIMENSÕES
0101
ABRIGO DE ALVENARIA OU CONCRETO
--------
800x1400x3220mm
09
TUBO DE FERRO GALVANIZADO C/ROSCA CORRIDA
DN 100 ( 4")
658
mm
02
REGISTRO DE GAVETA P/ SANEAM. C/ CABEÇOTE
DN 100 ( 4")
--------
10
TUBO DE FERRO GALVANIZADO
DN 100 ( 4")
500
mm
03
TUBO DE FERRO GALVANIZADO
DN 100 ( 4")
Mínimo 950 mm
11
CURVA FG MACHO
DN 100 ( 4")
--------
04
TUBO DE PVC
DN 100 ( 4")
Mínimo 950 mm
12
REGISTRO DE GAVETA P/ SANEAM. C/ VOLANTE
DN 100 ( 4")
--------
05
CURVA FG FÊMEA
DN 100 ( 4")
--------
13
TUBO DE FERRO GALVANIZADO
DN 100 ( 4")
Mínimo 680 mm
06
TUBO DE FERRO GALVANIZADO
DN 100 ( 4")
Mínimo 600 mm
14
TUBO DE PVC
DN 200 ( 8")
Mínimo 400 mm
300
07
CURVA FG MACHO-FÊMEA
DN 100 ( 4")
--------
15
TAMPA ARTICULADA PARA VÁLVULA - T5
Des. 0100-400-E152
--------
08
LUVA FG
DN 100 ( 4")
--------
TITULO :
ESCALA
s/escala
DATA
Rev.
CAVALETE DN100 E ABRIGO PARA INSTALAÇÃO DE HIDRÔMETRO DE 1800 m³/dia
abril/06COTAS
EM MILÍMETROS
01
APROVAÇÃO
T V V

Norma Técnica Sabesp

NTS 232 : 2006 – Rev.01

ANEXO G Modelo Esquemático de Cavalete Simples DN 150 e Tabela de Compo- nentes

1700 400 400 (Mínimo) 3470 PROFUNDIDADE = 800mm 8 11 11 1 ROSCA CORRIDA 8
1700
400
400
(Mínimo)
3470
PROFUNDIDADE = 800mm
8
11
11
1
ROSCA CORRIDA
8
12
10
7
9
5
11
13
400
8
8
SELO INSPEÇÃO SABESP
350
350
SELO GARANTIA FABRICANTE
(Mínimo)
NÍVEL DO
15
PASSEIO
14
6
RAMAL
INTERNO
5
Tubo de FG - DN 150
5
para
conexão = na 300mm
rede
3
comprimento
2
4
DENOMINAÇÃOITEM
DIMENSÕESBITOLA
DENOMINAÇÃO BITOLAITEM
DIMENSÕES
0101
ABRIGO DE ALVENARIA
460 mm--------
800x1700x3470mm
09
TUBO DE FERRO GALVANIZADO C/ROSCA CORRIDA
DN 150 ( 6")
02
REGISTRO DE GAVETA P/ SANEAM. C/ CABEÇOTE
DN 150 ( 6")
--------
10
TUBO DE FERRO GALVANIZADO
DN 150 ( 6")
600 mm
03
TUBO DE FERRO GALVANIZADO
DN 150 ( 6")
Mínimo 1100 mm
11
CURVA MACHO FG
DN 150 ( 6")
--------
Mínimo 1100 mm04
TUBO DE PVC
DN 200 ( 8")
12
REGISTRO DE GAVETA /SANEAM. C/VOLANTE
DN 150 ( 6")
--------
05
COTOVELO FG
DN 150 ( 6")
--------
13
DN 150 ( 6")TUBO
DE FERRO GALVANIZADO
Mínimo 730 mm
06
TUBO DE FERRO GALVANIZADO
DN 150 ( 6")
Mínimo 700 mm
TUBO DE PVC14
DN 200 ( 8")
Mínimo 400 mm
--------
07
NIPLE DUPLO FG
DN 150 ( 6")
--------
15
TAMPA ARTICULADA PARA VÁLVULA T5
Des. 0100-400-E152
08
LUVA FG
DN 150 ( 6")
--------
TITULO :
ESCALA
s/escala
DATA
Rev.
CAVALETE DN150 E ABRIGO PARA INSTALAÇÃO DE HIDRÔMETRO DE 4000 m³/dia
abril/06COTAS
EM MILÍMETROS
01
APROVAÇÃO
T V V

NTS 232 : 2006 – Rev. 01

Norma Técnica Sabesp

ANEXO H Instruções de Instalação do cavalete

Instruções de Instalação do cavalete

1 – A ligação de água com cavalete DN 25 ou superior, será executada so- mente após aprovação do estudo de dimensionamento, feito pela Sabesp, conforme a NTS 181.

2 – Tanto o cavalete como o abrigo devem ser fornecidos pelo cliente e ins- talados dentro do alinhamento predial, afastados no máximo a 1,50 m do alinhamento frontal do imóvel.

3 – O abrigo do cavalete e a sua porta são obrigatórios.

4 – O cavalete deve ser instalado de maneira que seu eixo longitudinal co-

incida com o eixo central longitudinal do abrigo, respeitadas as dimensões constantes nos anexos A à G.

5 – A porta do abrigo não deve dificultar o acesso para instalação e/ou ma- nutenção do hidrômetro e/ou filtro.

6 – O número de identificação do imóvel deve estar afixado em local visível.

7 – A ligação de água deve ser executada somente após o término das ins- talações hidráulicas do imóvel.

8 – A ligação deve ser executada somente se o cavalete apresentar o certi- ficado de garantia do fabricante e o selo de inspeção da Sabesp.

9 – O certificado de garantia deve apresentar o endereço da ligação de á- gua.

10 – O cliente deve montar o cavalete conforme o folheto explicativo do fa-

bricante.

11 – É proibido fazer o contra-piso de concreto no abrigo antes de ser insta-

lado o hidrômetro. Deve ser efetuado um lastro de concreto magro ou ar- gamassa de baixa resistência, de no máximo 4 cm de espessura, no piso

do abrigo.

Norma Técnica Sabesp

NTS 232 : 2006 – Rev.01

Cavalete Simples – Ligação de Água (DN 25 a 200 - Hidrômetro de 5 m 3 /h a 6500 m 3 /d)

Considerações finais:

1) Esta norma técnica, como qualquer outra, é um documento dinâmico, podendo ser

alterada ou ampliada sempre que for necessário. Sugestões e comentários devem ser enviados à Assessoria para Desenvolvimento Tecnológico – TVV. Tomaram parte na elaboração (e) e revisão (r) desta Norma:

2)

ÁREA

UNIDADE DE

 

TRABALHO

NOME

M

MCCC.1

Carlos Alberto de Sousa (r)

M

MCCM

Nyork Soares Araújo (e) + (r)

M

MCCM

Rivaldo Bezerra (e)

M

MCEP

Cícero Ferreira Batista (e)

M

MLE

Alexandre Santos Dias (e)

M

MLE

Nélson César Menetti (e)

M

MLMM.3

Jéfferson Marques (e)

M

MLMM.3

Tarcisio Luis Nagatami (e)

M

MOE

Luis Cláudio Govea Bárbaro (e)

M

MOED.3

Victor C. Orlandi (e)

M

MSED.1

Ailton Marin Hernandez (e)

M

MSGC

Adelson Jacob de Oliveira Filho (e)

R

ROC

Paulo Mércio David (e)

R

RSBB.2

Andrenandes S. Gonçalves (e)

T

TVV

Marco Aurélio Lima Barbosa (e) + (r)

T

TVV

Reinaldo Putvinskis (e) + (r)

NTS 232 : 2006 – Rev. 01

Norma Técnica Sabesp

Sabesp - Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo Diretoria de Tecnologia e Planejamento – T Assessoria para Desenvolvimento Tecnológico – T V V

Rua Costa Carvalho, 300 - CEP 05429-900 São Paulo - SP - Brasil Telefone: (011) 3388-8096 / FAX: (011) 3814-6323 E-MAIL : marcoabarbosa@sabesp.com.br

Palavras-chave: água, cavalete, ramal predial de água.

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