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Há força na pluralidade

Provérbio americano.

Criado por Alex Sandro C. Sant’Ana - 2006


♦ Uma paráfrase :
Quando seu grupo controla o processo de
(aprendizagem), sua aprendizagem é mais
rápida, mais relevante, e sustentada. A
avaliação é construída pela competência e
controle do grupo.
Institute for Research on Learning (IRL)
http://www.irl.org/projects/projects.html, (16 de
setembro de 1998)
Filosofia dos projetos de grupo:
♦ Aprendizagem grupal, ou trabalho em grupos,
envolve valores e recursos compartilhados
e/ou aprendidos e formas de fazer as coisas.
Grupos efetivos aprendem a ser bem sucedido
através da combinação desses fatores.
Entretanto, cada grupo, e cada indivíduo, será
tão efetivo quanto eles estiverem dispostos a
abraçar e/ou a respeitar as diferenças dentro
do grupo.
♦ A interação dentro do grupo é baseada
no respeito e encorajamento mútuo.
♦ Frequentemente a criatividade é vaga.
As idéias são importantes para o
sucesso do projeto, não personalidades.
A força do grupo está em sua
capacidade de desenvolver as idéias que
os indivíduos trazem.
♦ O conflito pode ser uma extensão da
criatividade; o grupo deve estar ciente
dessa ocorrência. A resolução do
conflito equilibra os objetivos finais com o
respeito mútuo. Em outras palavras, um
projeto em grupo é uma experiência de
aprendizagem cooperativa, ao invés de
ser competitiva.
Os dois maiores objetivos do projeto em
grupo são:
♦ O que é aprendido: material efetivo
assim como o processo.
♦ O que é produzido: documento escrito,
apresentação, e/ou projeto mídia.
Papel dos instrutores/professores:
♦ O sucesso do resultado depende da
clareza do(s) objetivo(s) dada pelos
professores, assim como das diretrizes a
respeito das expectativas. O desafio do
grupo é interpretar esses objetivos, e
então determinar como encontrá-los.
♦ O processo do trabalho em grupo é tão
efetivo quanto o professor ou instrutor
gerenciar e guiar o processo.
♦ Os projetos em grupo não são grupos
colaborativos informais.
♦ Os alunos devem estar cientes e
preparados para esse processo em
grupo.
♦ Os projetos de grupos cooperativos
devem ser estruturados a fim de que
nenhum indivíduo possa se ancorar nos
esforços de seus colegas de grupo.
Notas:
♦ A premiação ideal deve ser intrínseca ao
processo, com os membros do grupo
deduzindo seu prêmio pela sua
contribuição ao grupo e projeto.
♦ Reforço externo (notas, etc) para os indivíduos
podem ser baseadas no desempenho, em oposição à
comparação, notas. Tradicional: a nota comparativa
funciona em detrimento aos grupos com baixa
conquista dos membros. A avaliação baseada no
desempenho premia o grupo pelo progresso do(s)
indivíduo(s). Avaliações em pares, comparativa,
pode ter um efeito negativo nos grupos: Membros
com nota baixa são considerados "indesejáveis" e
deixam para trás o desempenho.
♦ Grandes empreendedores versus
empreendedores medíocres?
♦ Assumimos que os grandes empreendedores
ensinam os medíocres. No processo de
ensino, podemos ensinar mais sobre o tópico.
À medida em que ensinamos, até mesmo
questões simples para nossos alunos faz com
que re-avaliemos nossa disciplina. À medida
em que nós explicamos, ganhamos maior
compreensão do tópico. Empreendedores
medíocres então ensinam grandes
empreendedores!
♦ Grandes empreendedores se beneficiam
da aprendizagem cooperativa de outras
maneiras: habilidades de liderança,
ganhos de auto-estima, habilidades de
resolução de conflito, e capacidade de
assumir papéis que se tornam parte do
processo de aprendizagem, e melhoria
do aluno.
♦ Material adaptado do :
Institute for Research on Learning (IRL)
http://www.irl.org/projects/projects.html,
(9/16/98);
Barbara Glesner Fines, The Basics of
Planning and Convening a Study Group--
1997,
http://www.law.umkc.edu/faculty/profiles/gle
(9/22/1998)
Fonte das informações:
♦ http://www.studygs.net

Criado por Alex Sandro C. Sant’Ana - 2006