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FUNDAÇÃO DE ESTUDOS SOCIAIS DO PARANÁ - FESP

CÓDIGO PADRONIZADO DOS CHASSIS DE VEÍCULOS

CURITIBA, 2010

2

FUNDAÇÃO DE ESTUDOS SOCIAIS DO PARANÁ - FESP ARIALDO MARTINS JR., JACKSON VIEIRA, RACHEL ARAUJO E RICARDO PREMEBIDA

CÓDIGO PADRONIZADO DOS CHASSIS DE VEÍCULOS

Trabalho

apresentado

ao

Professor

Erico Oda, como requisito parcial de

obtenção

de

nota

na

disciplina

de

Administração

de

Sistemas

de

Informação.

 

CURITIBA, 2010

3

SUMÁRIO

LISTA DE TABELAS 4 .......................................................................................... INTRODUÇÃO 5 ....................................................................................................

  • 1. REGUAMENTAÇÃO DOS VEICULOS 6 ....................................................

1.1 MONTADORAS NACIONAIS 8 ..................................................................

  • 2. IDENTIFICAÇÃO DE VEÍCULOS IMPORTADOS 9 ....................................

  • 3. INTERPRETAÇÃO DE CÓDIGOS 15 ..........................................................

CONCUSÃO 17 ..................................................................................................... REFERENCIAS 18 ................................................................................................

4

LISTA DE TABELAS

Tabela 01 – Código De Veículos Nacionais 7 ........................................................ Tabela 02 – Código De Correspondência 8 ........................................................... Tabela 03 – Montadoras Nacionais e suas Localizações 9 ................................... Tabela 04 – Código De Veículos Importados 10 .................................................... Tabela 05 – Codificação Internacional Para Regiões E Países 11 ........................ Tabela 06 – Codificação Internacional Das Montadoras Por Marca 13 ................. Tabela 07 – Interpretação Do Código De Chassi De Veículo Nacional 15 ............................................................................................................. Tabela 08 – Interpretação Do Código De Chassi De Veículo Importado 16 ...........................................................................................................

5

INTRODUÇÃO

O objetivo deste trabalho é esclarecer a utilidade das informações que esta gravada no código do Chassi dos veículos, no que diz respeito a sua composição e criação. Vamos apresentar formas de aplicação de gravação desses códigos e a atuação dos órgãos que organizam as resoluções e portarias que estabelecem as principais montadoras, como se adequarem às normas técnicas nacionais.

6

1. REGUAMENTAÇÃO DOS VEICULOS

O órgão regulamentador de códigos de Chassis dos veículos automotores no Brasil é DENATRAN (Departamento Nacional de Transito) e resoluções do CONTRAN (Conselho Nacional de Transito), são específicos para veículos nacionais e importados, visando auxiliar técnicos e operadores de licenciamento, peritos de seguradoras, peritos criminais e revendedores, na obtenção de informações essenciais para procedimentos de vistoria e identificação dos mesmos. As montadoras ficam responsáveis pelo processo de gravação processo de gravação dos Chassis, que devem estar gravados nos seguintes locais: assoalho do veículo, parte dianteira; coluna da porta dianteira lateral direito e compartimento do motor. E os últimos dígitos do código devem ser gravados nos vidros dos pára-brisas dianteiro, traseiro e janelas laterais. É um procedimento padronizado. E pode ser fixado por punção, agulha, pressão hidráulica por disco, micro impacto, laser, placas em alto relevo ou etiquetas alto destrutivas. Ainda adota-se a norma técnica NBR 6066, da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnica), que estipula essa codificação com 17 dígitos alfa numérico para gravação, como no exemplo seguinte:

Região Geográfica

Ano do Modelo

 

1

– EUA

P – 1993

1 – 2001

3

– México

R – 1994

2 – 2002

8

– América do Sul/Argentina

S – 1995

3 – 2003

9

T – 1996

4 –2004

4 –2004 9 – 2009
4 –2004 9 – 2009

9 – 2009

– América do Sul/Brasil J – Japão

V – França W – Alemanha Z – Itália

V – 1997 W– 1998 X – 1999 Y – 2000

5 – 2005 6 – 2006 7 – 2007 8 – 2008

Correspondem ao local de

fabricação

e ao número de

produção seqüencial, o que

permite saber até o dia de

fabricação do chassi

 

DA05X6

1

T050136

9BW
9BW

País de Origem

Fabricante

A-E – Brasil A-E – Argentina A-O – Alemanha A-O – Japão A-W – México

A – Fiat Italiana D – Fiat Nacional F – Ford G – GM R – Toyota W – Wolkswagen

9BW País de Origem Fabricante A-E – Brasil A-E – Argentina A-O – Alemanha A-O –

Esses seis dígitos se referem ao modelo do carro, tipo e tamanho da carroceria. Cada montadora tem o seu código.

7

E também pode ser compreendido na seguinte tabela abaixo:

Tabela 1 – Código de Veículos Nacionais

Dígito

Interpretação

1 a 3

Identificação do fabricante (definido pela ABNT)

4 a 9

Características do veiculo especificadas pelo fabricante

10

Ano de fabricação ou ano/modelo do veículo (opcional)

11

Localização da unidade de montagem do veículo (opcional)

12 a 17

Número de série do veículo

Guia QL 2004

  • 1. Os

dígitos

1

a

3

são

definidos

pela

ABNT

e

atendem

a

regras

internacionais.

 
  • 2. Os dígitos 1 a 11 são denominados prefixos e podem combinar letras e números. Veículos com prefixos iguais são fabricados pela mesma montadora e possuem características técnicas semelhantes.

3.

O

10º

dígito

indica

o

ano

de

fabricação

do veículo, podendo ser

representado por letra (exceto “I”, “O”, “Q” ou “Z”) ou o algarismo (exceto

“0”) se repedindo a cada 30 anos.

  • 4. O 11º dígito geralmente indica a

localidade em que está instalada a

unidade de montagem do veiculo podendo ser uma letra, número ou dígito não significativo.

  • 5. Os dígitos 12 a 17 encerram dados de um único veículo e são geralmente constituídos por números. Entretanto, a casos que trazem letras até o 13º dígito. Não podem existir dois veículos com prefixos e números de série idênticos.

8

6. Alguns

fabricantes

não

identificam todos os dígitos. Os dígitos não

significativos são representados pela letra “Z” ou “X”, nos prefixos e “0” nos

números de série.

7. Para séries especiais com produção de até 500 unidades anuais, a ABNT pode fornecer ao fabricante uma codificação deferente para os dígitos 1 a

3.

Tabela de correspondência, definida pela ABNT regulamentada pelo CONTRAN:

Tabela 2 – Código de Correspondência

Dígito

Ano

Dígito

Ano

Dígito

Ano

1

1971

ou 2001

B

ou 2011

M

  • 1981 ou 2021

1991

2

1972

ou 2002

C

ou 2012

N

  • 1982 ou 2022

1992

3

1973

ou 2003

D

ou 2013

P

  • 1983 ou 2023

1993

4

1974

ou 2004

E

ou 2014

R

  • 1984 ou 2024

1994

5

1975

ou 2005

F

ou 2015

S

  • 1985 ou 2025

1995

6

1976 ou 2006

G

ou 2016

T

  • 1986 ou 2026

1996

7

1977

ou 2007

H

ou 2017

V

  • 1987 ou 2027

1997

8

1978

ou 2008

J

ou 2018

W

  • 1988 ou 2028

1998

9

1979

ou 2009

K

ou 2019

X

  • 1989 ou 2029

1999

A

1980

ou 2010

L

ou 2020

Y

  • 1990 ou 2030

2000

Guia QL 2004

1.1 MONTADORAS NACIONAIS

O Brasil é um dos grandes pólos industriais automotivos do mundo, com uma produção considerável de veículos no mercado nacional e internacional. E grande parte dos chassis montados são codificados e gravados nas unidades de sua nacionalidade, com exceção dos exportados que podem ser codificados aqui, mas seguem Normas Técnicas Internacionais específicas para as diferentes unidades de destino.

Principais montadoras do pólo industrial automotivo brasileiro e suas localizações:

9

Tabela 3 – Montadoras Nacionais e suas Localizações

Montadoras no Brasil

Audi (Divisão Volkswagen

São José dos Pinhais, PR

Chrysler (de 1968 a 1986)

São Bernardo do Campo, SP

Chrysler (de 1997 a 2001)

Campo Largo, PR - Fechada

Citroën (Grupo PSA)

Porto Real, RJ

Fiat

Betim, Mg

Fiat Iveco (caminhões)

Sete Lagoas, MG

Ford

São Bernardo do Campo, SP

 

Ipiranga, SP

 

Taubaté, SP

 

Camaçari, BA

General Motors

São Caetano do Sul, SP

 

São José dos Campos, SP

 

Gravataí, RS

Honda

Sumaré, SP

Land Rover

São Bernardo do Campo, SP

Mercedes Benz (caminhões)

São Bernardo do Campo, SP

Mercedes Benz (automóveis)

Juiz de Fora, MG

Mitsubishi

Catalão, GO

Nissan

São José dos Pinhais, PR

Peugeot (Grupo PSA)

Porto Real, RJ

Renault

São José dos Pinhais, PR

Toyota (de 1957 a 2001 - utilitários)

São Bernardo do Campo, SP

Toyota (desde 1995 - automóveis)

Indaiatuba, SP

Scania

São Bernardo do Campo, SP

Volkswagen

São Bernardo do Campo, SP

(Automóveis e utilitários)

Taubaté, SP

Volkswagen (caminhões)

Rezende, RJ

Volvo

São Bernardo do Campo, SP

Volvo

Curitiba - CIC, PR

Guia QL 2004

2. IDENTIFICAÇÃO DE VEÍCULOS IMPORTADOS

Até então no ano de 1993 não havia regulamentação para codificação e locais específicos para gravação do chassi nos veículos importados. Com a redução das restrições às importações, tornaram-se necessário adequar os códigos dos veículos importados a atender às Normas Técnicas brasileiras, como segue:

10

Tabela 4 – Código de Veículos Importados

 

Dígito

 

Interpretação

 

1

a 3

Identificação do fabricante (definido por normas internacionais)

 

4

a 9

Características do veiculo especificadas pelo fabricante

 
 

10

Ano de fabricação ou ano/modelo do veículo

 
 

11

Localização da unidade de montagem do veículo (opcional)

 

12 a 17

Número de série do veículo

Guia QL 2004

 
  • 1. Se a gravação

original já tem

17 dígitos,

e

o

10º designa

o

ano

de

fabricação, não é necessária nova gravação.

  • 2. Se a gravação original tem 17 dígitos, mas o 10º não determina o ano de fabricação, será necessário o importador mandar gravar a numeração completa segundo a norma brasileira em local regulamentado pelo CONTRAN.

Se não possuir os 17 dígitos, o importador deverá também mandar gravar a numeração completa em local determinado pelo CONTRAN seguindo as seguintes normas:

Os três primeiros dígitos devem identificar o código internacional do fabricante (Região geográfica, pais de origem e fabricante);

Do 4º ao 17 º dígitos, conforme descrição da tabela 4.

  • 3. Aplicam-se aos veículos as mesmas regras já descritas para veículos nacionais conforme normas do CONTRAM e portarias do DENARTRAN.

No caso de importações por pessoa física, não homologados pelo DENATRAN, devem receber gravação segundo as normas brasileiras, antes de ser licenciado. O interessado deve solicitar a gravação nacional junto ao DETRAN (Departamento Estadual de Transito) local que definirá os caracteres de gravação e determinará a empresa gravadora, segundo regras já estabelecidas.

11

Observações:

  • 1. Se os veículos importados são de marcas produzidas por fabricantes instalados no Brasil, os códigos, locais de gravação e padrões de caracteres de gravação devem ser os mesmos adotados pela montadora local.

  • 2. Se os veículos importados são de marcas produzidas por fabricantes não instaladas no Brasil, mas tem representantes locais, os códigos, locais de gravação e padrões de caracteres de gravação devem ser os mesmos adotados para os modelos importados regulares.

Tabela 5 – Codificação Internacional para Regiões e Países

 

América do Norte

 

País

Código

País

Código

Estados Unidos

1A a 1Z

Canadá

2A a 2Z

 

4A a 4Z

 

21 a 20

 

5A a 5Z

México

3A a 3W

 

11 a 10

Costa Rica

3X a 3Z

 

41

a 40

31 a 37

 

51

A 50

 

América do Sul

 

País

Código

País

Código

Argentina

8A a 8E

Chile

8F a 8J

Equador

8L a 8R

Peru

8S a 8W

Venezuela

8X a 8Z

Paraguai

9L a 9R

 

81

a 82

Colômbia

9F a 9J

Brasil

9A a 9E

Uruguai

9S a 9W

 

93

a 99

Trinidad & Tobago

9X a 9Z

 

África

País

Código

País

Código

África do Sul

AA a AH

Egito

DA a DE

Costa do Marfim

AJ a NA

Marrocos

DF a DK

Angola

BA a BE

Zâmbia

DL a DR

Tabela 6 – Codificação Internacional para Regiões e Países (Cont.)

 

Quênia

BF a BK

Etiópia

EA a EE

Tanzânia

BL a BR

Moçambique

EF a EK

Benin

CA a CE

Gana

FA a FE

Malásia

CF a CK

Nigéria

FF a FK

Tunísia

CL a CR

Madagascar

GA a GE

12

 

Ásia

País

Código

País

Código

Japão

JA a JZ

Paquistão

NF a NK

 

J1 a J0

Turquia

NL a NR

Siri Lanka

KA a KE

Filipinas

PA a PE

Israel

KA a KE

Singapura

PF a PK

Coréia/Sul

KL a KR

Malásia

PL a PR

China

LA a LZ

Bangladesh

PS a PV

 

L1 a L0

Emirados

RA a RE

Índia

MA a ME

Taiwan

RF a RK

Indonésia

MF a MK

Vietnã

RL a RR

Tailândia

ML a MR

Arábia

RS a Rv

Irã

NA a NE

 

Europa

País

Código

País

Código

Inglaterra

AS a SM

Polônia

SU a SZ

Suíça

TA a TH

Cazaquistão

TJ a TP

Hungria

TR a TV

Portugal

TW a TZ

Portugal

T1 a T2

Dinamarca

UH a UM

Irlanda

UN a UT

Romênia

UV a UZ

Eslováquia

U5 a U7

Áustria

VA a VE

Iugoslávia

V1 a V2

Espanha

VS a VW

 

VX a VZ

França

VF a VR

Croácia

V3 a V5

Estônia

V6 A V0

Alemanha

WA a WZ

Grécia

XF a XK

 

W1 a W0

Holanda

XL a XR

Alemanha O A

SN a ST

URSS

XS a XW

Luxemburgo

XX a XZ

Luxemburgo

X1 a X2

Rússia

X3 a X0

Bélgica

YA a YE

Finlândia

YF a YK

Malta

YL a YR

Suécia

YS a YW

Noruega

YX A YZ

Noruega

Y1 a Y2

Belarius

Y3 a Y5

Ucrânia

Y6 a Y0

Lituânia

Z1 A Z2

Bulgária

XA a XE

Itália

ZA a ZR

Eslovênia

ZX a ZZ

 

Oceania

 

País

Código

País

Código

Austrália

6A a 6W

Nova Zelândia

7A a 7E

Guia QL 2004

No padrão WMI (Word Manufactorers Identification) a codificação

internacionalmente adotada também reserva os primeiros 3 dígitos dos prefixos para identificar:

  • 1. A região geográfica do fabricante ou montadora.

  • 2. O país em que está instalada a unidade de montagem.

13

O padrão WMI, vem do procedimento do estudo de fraudes em codificações de veículos o VIN (Vehicle Identification Number) dividido em três seções: onde a WMI, é reservada a identificação do fabricante e seu país de origem (caracteres 1, 2 e 3); a VDS (Vehicle Description Section), fornece informações a respeito das características gerais do veículo, tais como carroceria, n° de portas, versão, motor, etc. (caracteres 4, 5, 6, 7, 8 e 9); VIS (Vehicle Identification Section) fornecem os caracteres que efetivamente distinguem um veículo do outro (caracteres 10, 11, 12, 13, 13, 14, 15, 16 e 17). Os quadros abaixo demonstram as codificações das principais montadoras, por marcas:

Tabela 6 – Codificação Internacional das Montadoras por Marca

 

Audi

Unidade de Montagem

Código

Unidade de Montagem

Código

Audi Volksvagem do Brasil

93U

Audi Werke AG, Alemanha

WAU

 

Citroën/Peogeot

 

Unidade de Montagem

Código

Unidade de Montagem

Código

Citroën França

WF7

Grupo PSA/Peogeot

936

Grupo PSA/Citroën

935

Peugeot Franç

VF3

 

Daimler/Chrysler/Jeep

 

Unidade de Montagem

Código

Unidade de Montagem

Código

Chrysler Argentina S. A – Jeep

8B4

Daimler Chrysler Corporation - Chrysler

1C3

Chrysler do Brasil Ltda – Dodge

937

1C4

 

1C8

 

Daimler Chrysler Corporation - Jeep

1J4

 

Fiat/Alfa Romeo

 

Unidade de Montagem

Código

Unidade de Montagem

Código

Alfa Romeo SpA, Itália

ZAR

Fiat Automóveis S.A.

9BD

Fiat Argentina (Cordoba ap. 97)

8AP

Savel Argentina (Subsidiária Fiat, m 96)

8AS

Fiat Auto SpA, Itália

ZFA

 

Ford

Unidade de Montagem

Código

Unidade de Montagem

Código

Ford Argentina

8AF

Company USA

1FA

Forda Motor Company Brasil

9BF

1LN

Ford Motor Company Canadá

2FT

5LM

Ford Motor

1FM

Ford Werke AG (Ford Europeu)

WFO

 

General Motors

 

Unidade de Montagem

Código

Unidade de Montagem

Código

Adam Opel (Alemanha)

WOL

General Motors Austrália

6G1

Chevrolet MPV (EUA)

1GN

General Motors Brasil

9BG

General Motors (EUA)

1GD

Isuzu Motors (Japão)

JAA

General Motors da Argentina

8AK

Renault Argentina/GM

8A1

 

8AG

SAAB (Suécia)

YSA

 

Honda

Unidade de Montagem

Código

Unidade de Montagem

Código

Honda Americana (Canadá)

2HG

Honda do Brasil

93H

Honda Americana (EUA)

1HG

Honda Japão

JHM

 

Internacional

 

Unidade de Montagem

Código

Unidade de Montagem

Código

14

Internacional do Brasil

93S

Internacional Hasvester EUA

n/d

 

Iveco

Unidade de Montagem

Código

Unidade de Montagem

Código

Iveco Argentina S.A.

8AT

Iveco Fiat SpA

ZCF

Iveco Fiat Brasil (Fiat Daily)

93Z

Iveco Fiat Brasil (Fiat Ducato)

93W

 

Jaguar

Unidade de Montagem

Código

Unidade de Montagem

Código

Jaguar Motors Inglaterra

SAJ

 

Land Rover

Unidade de Montagem

Código

Unidade de Montagem

Código

Land Rover do Brasil

93L

Rover Motors Inglaterra

SAL

 

Mercedes-Benz

 

Unidade de Montagem

Código

Unidade de Montagem

Código

Mercedes-Benz (Alemanha)

WDB

Mercedes-Benz Argentina

8AC

 

Mercedes-Benz do Brasil

9BM

 

Mitsubishi

Unidade de Montagem

Código

Unidade de Montagem

Código

Mutsubishi do Brasil

93X

Mitsubishi Motors Japão

JMY

 

Nissan

Unidade de Montagem

Código

Unidade de Montagem

Código

Nissan Motors, Japão

JN1

Toyota do Brasil

94D

 

Renault

Unidade de Montagem

Código

Unidade de Montagem

Código

Renault Argentina

8A1

Renault Europa

VF1

Renault do Brasil

93Y

Renault Uruguai

9U5

 

Scania

Unidade de Montagem

Código

Unidade de Montagem

Código

Scania Argentina

8A3

Scania Netherland BV - Netherlands

YLE

Scania Bussar AB (K S S)

YS4

Saab Scania AB - Sodertalje - Sweden

YS2

Scania Latin America Ltda

9BS

 

Toyota

Unidade de Montagem

Código

Unidade de Montagem

Código

Toyota Argentina

8AJ

Toyota Motor Co., Japão

JT1

Toyota do Brasil

9BR

JT2

 

93U

JTA

Toyota Manufecturing Ltda

SB1

JTB

 

JTD

 

JTE

 

WAU

 

Volkswagen

 

Unidade de Montagem

Código

Unidade de Montagem

Código

Audi - Hungria

TRU

Volkswagen AG - Alemanha (Comercial)

WV2

Audi AG - Alemanha

WAU

Volkswagen Argentina S.A.

8AW

Seat S.A. - Espanha

VSS

Volkswagen do Brasil Ltda

93U

Volkswagen AG - Alemanha (Auto)

WVW

9BW

 

Volkswagen México S.A.

3VW

 

Volvo

Unidade de Montagem

Código

Unidade de Montagem

Código

Volvo Car Corporation

YV1

Volvo Truck Bélgica (veíc imcompletos)

YB3

Volvo do Brasil (camin plataforma)

93K

Volvo Truck Suécia (veíc imcompletos)

YV5

Volvo do Brasil (camin tratores)

9BV

Volv Truck Suécia

YV2

Volvo Truck Bélgica

YB1

Guia QL 2004

3. INTERPRETAÇÃO DE CÓDIGOS

No que consiste sua interpretação, tanto em veículos nacionais ou importados, realizamos duas simulações para melhor compreensão do exposto

15

nessa pesquisa, a primeira simulação com código de veículo nacional e a segunda com código de veiculo importado.

1º Simulação – Veículo Nacional Código de Chassi nº: 9BD17103742477382 Veículo: Fiat Palio 1.0 Ano: 2004

Tabela 7 – Interpretação do Código de Chassi de Veículo Nacional

Fiat - Interpretação do Código

Modelos mais freqüentes

Localização do código no veículo

Palio 1.0/1.3/1.5/1.6/1.8

Gravação Agulha - Assoalho dianteiro

 

direito, em baixo do banco

Codificação

Interpretação dos dígitos - 1 a 3

9

Região Geográfica - América do Sul

B

País - Brasil

D

Fabricante - Fiat Automóveis S.A.

 

Dígitos 4 a 6

 

Modelo do Veículo (3 caracteres)

171

Palio

 

Dígitos 7 a 9

O37

Projeto (3 dígitos)

 

Pálio 1.0 EFI

 

Dígito 10

 
  • 4 Ano/modelo de fabricação

 

2004/2004

 

Dígito 11

 
  • 2 Linha/Unidade de montagem

 

Betim ou Sete Lagos, MG

 

Dígitos 12 a 17

 

Números de série

477.382

Unidades produzidas

Guia QL 2004 – Pesquisa de campo

Simulação – Veículo importado Código de Chassi nº: VF31CCDZWVM001518V Veículo: Peugeot 106 Soleil 50cv Ano:98

Tabela 8 – Interpretação do Código de Chassi de Veículo Importado

Peogeot - Interpretação do Código

Modelo mais freqüente

Localização do código no veículo

Peugeot 1.0

Gravação punção, placa metálica

 

Painel de fogo, face superior

Codificação

Interpretação dos dígitos - 1 a 3

16

V

Região Geográfica – Europa

F

País – França

3

Fabricante – Peogeot

 

Dígitos 4 a 6

 

Modelo do Veículo (3 caracteres)

1

106

 
  • C 3 portas

 
  • C motor 1.0

 

Dígito 7

 

Sistema de alimentação

 
  • D Direto ou indireto

 

Dígito 8

 

Z Código de fabricação

 

Dígito 9

 

W Sistema de transmissão

 

Dígito 10

 

Ano/modelo de fabricação

 
  • V 1997/1998

 

Dígito 11

 

Linha/Unidade de montagem

 
  • M Peogeot França

 

Dígitos 12 a 17

 

Número de séries

OO1.513 Unidades produzidas

Guia QL 2004 – Pesquisa de campo

CONCLUSÃO

É principalmente a importante códigos de chassi nos exames de vistoria pois estes, auxiliam os peritos e os técnicos na identificação dos componentes

17

originais de fábrica, roubos, fraudes e qualquer ilegalidade que possa existir em um veiculo no quesito documentação. E é possível perceber que a segurança através destes códigos é eficaz e auxilia e aumenta a estrutura de segurança para a população. As normas regente deste processo de segurança, são determinadas por órgãos como CONTRAN, DENATRAN e DETRAN que com colaboração das montadoras que se empenham em criar métodos de gravação e codificação a se enquadrarem as normas técnicas brasileiras.

REFERÊNCIAS

REINHARDT, Bernardo. Numeração de Chassi http://verificauto.blogspot.com acesso em 24/11/2010.

II.

Disponível

em

18

QUINTELGA, Victor M.; LIONELLO FILHO, Orlando L. Guia QL 2004 Identificação de Veículos. Campinas, São Paulo. Ed. Millenium, 2004.

DETRAN PR, Veículo – Alteração de Características – Gravação de Chassi – Disponivel em http://www.detran.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=69, acesso em 24/10/2010.

18 QUINTELGA, Victor M.; LIONELLO FILHO, Orlando L. Guia QL 2004 Identificação de Veículos. Campinas, Sãohttp://www.detran.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=69 , acesso em 24/10/2010. " id="pdf-obj-17-11" src="pdf-obj-17-11.jpg">