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Bom Jesus da Lapa-BA - Ano VIII - Nº 330 - 14/10/2014 EDIÇÃO DIGITAL PARA
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(77) 9150-5003

visto_semanario@hotmail.com

O PERDE-GANHA

RUMO A 2016

Quem saiu fortalecido da última eleição? p2

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Visto - Ano VIII, Nº 330 - 14/10/2014 - Edição Digital
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Visto - Ano VIII, Nº 330 - 14/10/2014 - Edição Digital D governador do Estado efinidas

Dgovernador do Estado

efinidas as eleições no

primeiro turno, para

assim como para deputados estaduais e federais, é hora de pensar nas perspectivas para o

futuro. Como fica a Bahia, como

fica Bom Jesus da Lapa? Quais

deputados estarão verdadeiramente pensando em fazer algo pela capital baiana

fé? E em relação às eleições de 2016, quem sai com vantagem, quem vem para surpreender? Vamos traçar aqui algumas perspectivas neste primeiro momento, levando em consideração que o pleito ainda não se definiu em nível presidencial? Indiscutível. Moizés Barbosa é a pessoa mais vencedora das eleições 2014 em Bom Jesus da Lapa. A guerra contra a máquina da administração municipal, que fez campanha para Jonas Paulo, mesmo com todos os recursos locais e os outros disponibilizados pelo Governo do Estado, não foi capaz de sufocar o desejo de mudança do povo lapense. A campanha foi opulenta, sem mencionar aqui o

da

lapense. A campanha foi opulenta, sem mencionar aqui o d a O futuro político de Lapa

O futuro político de Lapa

que houve no paralelo. Os 9.149 votos dados a Moizés,

o que significa 30,30% dos votos

válidos do Município, credenciam

o empresário a se candidatar

mais uma vez a prefeito de Bom Jesus da Lapa em 2016. Evidentemente, Eures Ribeiro vai estar mais fortalecido ainda no próximo pleito, porque tem

habilidade e sabe cativar as populações mais carentes com ações adequadas ao

encantamento do povo. Fora isso, ele tem a maioria esmagadora da Câmara Municipal diariamente fazendo um trabalho na sede e no interior do Município, para garantir um monopólio. Moizés, por sua vez, já passou pelo vestibular de duas campanhas e tem todas as condições de no próximo pleito estar mais paramentado. A guerra da política exige grandes estratégias, dinheiro e apoios. Caso queira vencer o adversário ele precisará vir armado até os dentes com os instrumentos afins na política em tempo de eleição, sem esquecer que a próxima campanha já começa no dia seguinte da anterior, colocando- se em andamento as estratégias,

a

proximidade com as lideranças

e

com a população. Não se pode

chegar em cima da hora no campo de batalha, onde, quem já

está no poder tem quase tudo a seu favor. É preciso sangrar as feridas e apresentar ao povo as falhas e os desmandos de quem tem a caneta plena de tinta no momento. Roberto Maia, ex-prefeito da cidade, já manifestou que não será candidato em 2016. O irmão Arthur Maia, reeleito deputado federal, teve mais de 2 milhões de votos a menos do que na eleição de 2010. Isso é uma prova de que os Maia estão sendo esquecidos na cidade. Quem vota em Arthur é ainda o

que resta de eleitores da primeira eleição para prefeito,

em 1992, quando ele chegou como herói enviado por Nilo

Coelho. No pleito que se definiu dia 5 de outubro, ele obteve 5.146 votos em Lapa. Já o trabalho ostensivo de Eures Ribeiro em favor de Sérgio Brito, rendeu ao deputado 9.388 votos, o que o credencia a ser o principal deputado federal representante da capital sertaneja da fé. O candidato a federal de Moizés, Jutahy, obteve 1.142 votos, sendo o 4° mais votado, uma vez que Jorge Solla obteve 1.458 votos. Esses são os federais que poderão, em

primeiro plano, destinar emendas para a Lapa e isso já pode ser feito ainda no orçamento para 2015, pois todos eles têm mandato. Há mais candidatos que obtiveram bastantes votos na cidade, como Luiz Alberto, Cláudio Cajado e Aleluia. Esses se tiverem compromisso com a cidade, podem ajudar a trazer benefícios para a cidade, além de outros mais abaixo da escala de votação. É aí que valerá o papel das lideranças que

apoiaram os candidatos,

inclusive os que foram eleitos deputados estaduais, como Alex da Piatã, Alex Lima, Claudio Barrozo, Eduardo Salles, dentre outros. Jonas, Paulo, que não foi eleito mas obteve 7.266 votos

em Lapa e no total 33.414

em toda a Bahia, deverá ocupar

uma secretaria ou, quem

novamente a Codevasf. Em

Lapa, como aliado de Eures Ribeiro, poderá passar a ter mais respaldo político. Enfim, a missão de Moizés não

vai ser fácil. Porém, o que

em seu favor é o fato de a oposição na Bahia – e isso se reflete em Bom Jesus da Lapa – precisa se reinventar e se

Moizés: campeão de votos.
Moizés: campeão de votos.

renovar. É a partir de um processo como esse que surgem as novas lideranças. O campo está aberto e se ele tiver habilidade, vai poder ser o guia de uma imensa parcela da população descontente como modelo Eures de gestão, que é muito bom para expor uma casca aparentemente tenra e sadia, enquanto que o miolo é como um mundo fora da realidade. Deve-se, inclusive, contar com a possibilidade de a negação de Roberto Maia quanto a uma nova candidatura em 2016 ser apenas um blefe. Se ele vier para a disputa, ainda com a possibilidade de Arthur Maia estar alinhado com o PT se Dilma sair vitoriosa no próximo dia 26, então, o cenário já será outro. Moizés estaria fora do processo? Não. Três candidaturas capazes de dividir pouco mais de 30 mil votos, sendo eles fortes, torna a briga muito mais intensa e interessante, pois os desmandos, os crimes eleitorais que correm soltos em Lapa, serão denunciados. O fato é que Moizés precisará estar na luta não como imediato, mas, como capitão.

votos

sabe,

conta

é que Moizés precisará estar na luta não como imediato, mas, como capitão. v o t
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Visto - Ano VIII, N 330 - 14/10/2014 - Edição Digital
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PSB explica por que apoia Dilma e critica PT e PSDB

T rês dias após ter anunciado apoio à presidenciável Dilma Rousseff (PT), a senadora Lídice da Mata (PSB),

derrotada nas eleições para o governo do Estado, publicou na página dela no facebook

um texto intitulado Conclamação aos

socialistas. No documento, postado na noite da última segunda-feira, 13, e assinado por ela e

nomes como Luiza Erundina, Roberto

Domingos Leonelli, entre outros, é feita uma crítica tanto ao PT quanto ao PSDB, considerados "faces da mesma moeda". "Nos governos dirigidos pelo PSDB por oito anos e pelo PT por 12, assistimos ao enfraquecimento do Estado com privatizações de setores estratégicos e arrocho salarial, embora com indiscutível estabilização da moeda. Assistimos, também, aos avanços de relevantes projetos de inclusão social. Mas, não se alteraram as práticas de uma política velha, com alianças danosas e práticas de clientelismo e corrupção", ressalta-se no texto. A postagem recebeu inúmeros comentários com críticas e elogios. "Terceira via com o continuísmo de 12 anos do PT. Quem realmente é o PSB na Bahia ?", afirmou um dos usuários. "Senadora, você representa a verdadeira ideologia do PSB", elogiou outro. Procurada pela reportagem, Lídice repetiu o discurso do PSB como terceira via e disse que não vê contradição em fazer as críticas e

Amaral e

apoiar Dilma, cujo projeto é "mais próximo do campo ideológico e político do PSB". Segundo ela, a executiva estadual do PSB deu um "apoio crítico" ao PT. "O apoio a Dilma numa eleição polarizada não nos coloca submetido ao PT e nem a Dilma. Não nos incorporamos ao PT e nem negociamos cargos. Não há incoerência. Não é um apoio de adesão ao projeto completo. É mais coerente apoiar Dilma do que Aécio", frisou. Lídice afirmou também que integrantes do partido já estão se articulando com a direção do PT na Bahia para ver como o PSB pedirá votos para a candidata petista. Contramão A decisão da senadora vai de encontro a da executiva nacional do PSB e de Marina Silva que decidiram por apoiar o presidenciável Aécio Neves (PSDB). O documento que enumera "valores socialistas" é, segundo Lídice, justamente por conta do apoio dado ao peessedebista. "Claro que achamos que a nacional está ferindo os princípios do nosso partido ao apoiar Aécio. Não creio que a candidatura dele se aproxima mais do PSB que esteve na oposição", acrescentou a senadora. Já o documento postado, destaca que "a decisão da executiva nacional foi eleitoral e episódica e não fala para a política, a esquerda

e episódica e não fala para a política, a esquerda e o socialismo renovador". "Insistimos na

e o socialismo renovador". "Insistimos na denúncia desse dualismo e permanecemos unidos na construção de uma terceira via que ofereça ao povo efetivas condições de escolha", frisa, ainda, o texto publicado. Racha Os diferentes apoios dados pelo PSB criaram um racha no partido. "O PSB sai dessas eleições em pedaços e vai ser difícil juntar os cacos", postou um dos usuários da rede social. Lídice disse que ainda é cedo para traçar os novos rumos. "Todos os partidos vivem esse processo. É um jogo para frente. Ninguém tem bola de cristal. O PSB sofreu uma derrota. Reafirmamos nessa nota os valores para que o partido tenha condições de se reorganizar", destacou a senadora. (A Tarde).

Por que o monopólio midiático teme Dilma?

Compreensível o temor expresso em editoriais, matérias, colunas e programas de rádio e televisão de determinada empresa de comunicação com relação a possibilidade de reeleição da presidenta Dilma Rousseff. Estranho seria se assim não fosse. Para entendermos melhor o que está ocorrendo nesse exato momento precisamos dar um passo

atrás e voltar nossos olhos um pouco mais para

o sul do continente, mais precisamente para a Argentina.

Praticamente nenhum jornal brasileiro noticiou, mas na semana passada a Autoridade Federal de Serviços de Comunicação Audiovisual (Afsca) da Argentina decidiu que será o próprio governo quem definirá a forma como o Grupo Clarín – empresa que detém o monopólio da comunicação no país – será dividido. Explico. Em 2009, o Congresso argentino aprovou a sua

já famosa Lei de Meios. De acordo com a Lei de

Meios um mesmo operador não pode deter licenças de rádio, TV e cabo. Ainda de acordo com a Lei de Meios nenhuma empresa pode ser proprietária de mais do que 24 licenças – o Grupo Clarín possuía mais de 200 licenças. Após uma batalha judicial que durou anos a Suprema

Corte Argentina finalmente decidiu em fins de 2013 que o Grupo Clarin deveria respeitar a lei e apresentar um cronograma de divisão da empresa. Como a proposta que o Clarín apresentou de divisão entre seus sócios foi uma clara forma de burlar a lei, a justiça argentina decidiu na semana passada que a divisão da empresa será feita pela Afsca. Ou seja, o monopólio chegou ao fim. Mas o que isso tem a ver com o Brasil? Afinal de contas, em seu primeiro mandato na presidência da República a presidenta Dilma não esboçou nenhum gesto traduzido em política pública que possuísse alguma semelhança com o que vem ocorrendo na Argentina. O problema – para a empresa que detém o monopólio no Brasil – é que Dilma parece ter mudado de opinião. O primeiro susto veio no debate entre candidatos presidenciais realizado pela Band em 26 de agosto quando Dilma anunciou com todas as letras que em caso de reeleição faria a “regulação econômica da mídia”. O segundo susto veio exatamente um mês depois com a entrevista coletiva concedida aos blogueiros no Palácio do Planalto em 26 de setembro. Em resposta ao jornalista Altamiro

Borges a presidenta reafirmou sua promessa de “regulação econômica da mídia” para o segundo mandato. Com a diferença de ter definido de forma mais clara o que entende por “regulação econômica da mídia”. Em suas palavras:

“Desde a Constituição de 1988, há um artigo, o 220, que diz que os meios sociais de comunicação não podem ser objeto de monopólio ou oligopólio. Em qualquer setor com concentração de propriedade, cabe a regulação. Primeiro porque há uma assimetria imensa entre o detentor do monopólio e o resto das pessoas. E eu acredito que a base dessa regulação é a econômica”. O que Dilma define como “regulação econômica da mídia” é exatamente o mesmo que a Lei de Meios argentina propugna. Aliás, é o mesmo que já existe em países como os Estados Unidos, a França e o Reino Unido. Para não ter que recorrer contra a lei e a justiça em defesa de seu monopólio, a mídia privada brasileira quer matar o mal pela raiz. Para que ter uma presidenta que pode atentar contra seus interesses se pode ter um governante cuja trajetória em Minas Gerais já demonstrou ser a de um grande aliado? *Por Theófilo Rodrigues - O Cafezinho).

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Visto - ano VIII, Nº 330 - 14/10/2014 - Edição Digital O estaduais, que v i

Oestaduais,

que vimos nestas

eleições de deputados

governadores, deputados federais, senadores e presidente da República foi uma clara vontade de mudança no rumo da política brasileira. O povo deu um recado bem

claro. Foram muitos dias de campanha, muitos candidatos apresentaram suas idéias. Os

LIÇÕES DA VIDA - Lições do 1º turno das eleições

telespectadores perceberam muito desperdício de oportunidades de esclarecimentos. Foram levadas ao ar palavras, muitas palavras. Um grande volume de conversa mole, mas segundo dizem, a democracia precisa ter espaço para todas as idéias. Muitas promessas. Muita conversa fria. Assistimos a um verdadeiro festival de idéias, muitas delas sem fundamento. Mas, que lições podemos tirar das idéias de candidatos subordinados às mais diversas correntes de pensamento? Não vamos nos deter em controvérsias sobre bolsas de auxílio social, sobre direitos dos Gays, nem questões que dizem respeito ao confuso sistema eleitoral brasileiro. Confuso para os eleitores, porque descarregam

e elegem este e os votos excedentes elegem outros que não gostariam de ver eleitos. Assim acontece, pois o sistema determina o tal voto proporcional. Tudo isto pode ser considerado como detalhes que podem ser mudados. Não queremos nem citar nome de candidatos. O que vimos nestas eleições de deputados estaduais, governadores, deputados federais, senadores e presidente da República foi uma clara vontade de mudança no rumo da política brasileira. Não apenas uma mudança de elementos no poder, mas mudanças efetivas. A alternância do poder é conveniente e salutar no processo democrático. Quando eu estava indo de Bom Jesus da Lapa para São Paulo, (no dia 24 de outubro), quando o ônibus esta passando na periferia de Belo Horizonte e fez uma rápida parada, eu desci e comprei um jornal. Um senhor, natural do Sul de Minas fez uma afirmativa que eu concordei plenamente com ele, quando disse: O Brasil precisa de muitas mudanças. Continuamos conversando e falando sobre mudanças necessárias e até urgentes. Para fazer as mudanças é necessário o Congresso Nacional (diga-se deputados e senadores) alterar alguns pontos da constituição de 1988. Uma dessas reformas é a que diz respeito às mudanças nas leis eleitorais. Querem colocar um fim ao instituto da reeleição para os que exercem cargos executivos (prefeitos, governadores e presidente) e diminuir o tempo do mandato de 5 para 4 anos. Talvez isso não seja assim tão necessário, mas o que precisa urgente é disciplinar e tornar as leis da reeleição mais rígidas para o candidato à reeleição se afastar o poder por 3 meses antes das eleições. Há uma maneira para impedir o candidato usar a máquina pública para beneficiar a sua candidatura. Outra reforma necessária, pela qual. O povo clama, é a reformas

das leis da segurança pública. Maior rigor das leis e menos morosidades nas decisões das autoridades com duras penas paras os homicidas, assaltantes e outros que os advogados, que militam no campo das leis sabem muito bem. O que dizem é que hoje existem muitas facilidades para os infratores. Outra reforma necessárias e igualmente urgente é a reforma tributária. Segundo os economistas e advogados tributaristas, o atual sistema tributários brasileiro é injusto e perverso. Penaliza os menos favorecidos e beneficia os financeiramente mais poderosos. Além disso, são muitos impostos, contribuições e taxas que cada brasileiro paga. E note a seguinte observação dos economistas: os mais pobres pagam mais impostos do que os ricos. Não deveria ser o contrário? É claro que deveria. Um chefe de família que ganha R$ 850,00 vai ao supermercado e compra um quilo de carne, um frango, um quilo de feijão, um quilo de arroz e um de farinha. pagando pela compra o total de R$ 39,00 ou 4,6%, do salário. (os impostos embutidos são R$ 5,85 ou 14% considerando só os preços entre supermercado e consumidor). Outra pessoa que ganha R$ 8.500,00 por mês vai ao mesmo supermercado e compra as mesmas coisas. Esse último gastou também 39,00 ou 0,46% do salário. Os dois pagaram os mesmos impostos embutidos dentro do produto. Realmente quem ganha menos paga mais. É precisa mudar. Mas o consumidor que se prepare. Vem chumbo grosso aí! Há muitos preços e tarifas represadas pelo governo. Combustíveis, energia elétrica, gás de cozinha. Tudo vai subir inclusive os produtos que dependem do petróleo como passagens, tintas, vernizes, esmaltes e outros. (Saul Ribeiro dos Santos - Econom. Empr. e Ger. Tributar. - saul_ribeiro@bol.com.br)

(Saul Ribeiro dos Santos - Econom. Empr. e Ger. Tributar. - saul_ribeiro@bol.com.br) voto em um c
(Saul Ribeiro dos Santos - Econom. Empr. e Ger. Tributar. - saul_ribeiro@bol.com.br) voto em um c

voto em

um

candidato