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ESTADO DE SANTA CATARINA

SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA
CORPO DE BOMBEIROS MILITAR
DIRETORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS - DAT

NORMAS DE SEGURANÇA
CONTRA INCÊNDIOS

INSTRUÇÃO NORMATIVA
(IN 008/DAT/CBMSC)

INSTALAÇÕES DE
GÁS COMBUSTÍVEL
(GLP e GN)

Editada em: 28/03/2014

IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN)

SUMÁRIO
CAPÍTULO I
Seção I
Seção II
Seção III

- DISPOSIÇÕES INICIAIS
- Objetivo
- Referências
- Terminologias

CAPÍTULO II - REQUISITOS ESPECÍFICOS
CAPÍTULO III
Seção I
Seção II
Subseção I
Subseção II
Subseção III
Seção III
Subseção única
Seção IV
Seção V
Subseção I
Subseção II
Subseção III
Subseção IV
Subseção V
Subseção VI
Subseção VII
Seção VI
Seção VII

- CENTRAL DE GÁS
- Recipientes em Abrigo de GLP
- Recipientes em Central de GLP
- Localização da Central de GLP
- Recipientes no interior da Central de GLP
- Compartimentação da Central de GLP
- Instalações de recipientes de GLP
- Tomada de abastecimento
- Conjunto de controle e manobra da Central de GLP
- Afastamentos de segurança da Central GLP
- Afastamento entre Central de GLP e edificação ou divisa de
propriedade
- Afastamento entre recipientes de GLP
- Afastamento entre Centrais de GLP
- Afastamento de fontes de ignição
- Afastamento de estocagem de oxigênio
- Afastamento de estocagem de hidrogênio
- Afastamento de rede elétrica
- Proteção por extintores
- Dimensionamento da Central de GLP

CAPÍTULO IV - ESTAÇÃO DE GÁS NATURAL (GN)
CAPÍTULO V - VÁLVULAS, CONEXÕES E DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA
Seção única - Válvula de corte geral para edificação
CAPÍTULO VI
Seção I
Seção II
Seção III
Seção IV
Seção V
Subseção I
Subseção II
CAPÍTULO VII
Seção I
Seção II
Seção III

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- TUBULAÇÕES PARA CONDUÇÃO DE GÁS
- Materiais e condições
- Afastamento da tubulação
- Tubulação multicamadas, polietileno e outras não metálicas
- Uso do tubo luva
- Dimensionamento da rede de distribuição
- Rede de distribuição primária
- Rede de distribuição secundária

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- ABRIGO PARA MEDIDORES
- Localização do Abrigo de medidores
- Componentes do Abrigo de medidores
- Dimensões do Abrigo de medidores

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IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN)

CAPÍTULO VIII - LIGAÇÕES DOS APARELHOS A GÁS
Seção I - Terminais de ligação dos aparelhos
Seção II - Mangueiras para conexão dos aparelhos
CAPÍTULO IX - REGULADORES DE PRESSÃO

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CAPÍTULO X
Seção I
Subseção I
Subseção II
Seção II
Seção III
Seção IV
Seção V
Seção VI
Subseção I
Subseção II
Subseção III

- ADEQUAÇÃO DE AMBIENTES
- Abertura permanente para ventilação
- Ventilação superior
- Ventilação inferior
- Área externa
- Prisma de ventilação
- Espaço contíguo
- Dimensionamento da ventilação permanente
- Local de instalação dos aparelhos a gás
- Aparelhos a gás de cocção
- Aparelhos de circuito aberto com exaustão natural ou forçada
- Aparelhos de circuito fechado com exaustão natural ou forçada

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CAPÍTULO XI
Seção I
Subseção I
Subseção II
Subseção III
Seção II
Subseção I
Subseção II
Subseção III

- EXAUSTÃO DOS GASES DA COMBUSTÃO
- Exaustão individual
- Terminal de chaminé
- Dimensionamento de dutos de exaustão individual
- Dimensionamento do terminal do duto de exaustão individual
- Exaustão coletiva
- Terminal da chaminé coletiva
- Dimensionamento de dutos de exaustão coletiva
- Dimensionamento do terminal da chaminé coletiva

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CAPÍTULO XII - VAPORIZADORES

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CAPÍTULO XIII - ABASTECIMENTO DE EMPILHADEIRAS

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CAPÍTULO XIV
Seção I
Seção II
Subseção I
Subseção II

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- VISTORIAS
- Teste de estanqueidade
- Vistoria para habite-se
- Instalações de aquecedores a gás
- Instalação dos recipientes de GLP e taxa de ocupação do imóvel

CAPÍTULO XV - DISPOSIÇÕES FINAIS
ANEXOS
A
B
C
D
E
F
G

- Terminologias específicas
- Fator de simultaneidade de consumo
- Taxa de vaporização de recipientes de GLP
- Potência adotada para o dimensionamento da rede primária
- Tabela de dimensionamento da rede primária
- Tabela de dimensionamento da rede secundária
- Exemplo de cálculo das instalações de gás combustível

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ABNT NBR 14024:2006 – Central de Gás liquefeito de petróleo (GLP) – Sistema de abastecimento a granel – Procedimento operacional.ABNT NBR 15526:2009 – Redes de distribuição interna para gases combustíveis em instalações residenciais e comerciais – Projeto e execução. face evoluções tecnológicas e científicas. no uso das atribuições legais que lhe confere o inciso II do artigo 108 da Constituição Estadual. Seção II Referências Art. III . considerando as necessidades de adequação e atualização de prescrições normativas. IV . resolve editar a presente Instrução Normativa. 2º Referências utilizadas na elaboração desta IN: I .ABNT NBR 13103:2013 – Instalação de aparelhos a gás para uso residencial – Requisitos. dos processos analisados e fiscalizados pelo Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Santa Catarina (CBMSC). tem como objetivo estabelecer e padronizar critérios de concepção e dimensionamento das Instalações de Gás Combustível (GLP e GN).IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN 008/DAT/CBMSC) INSTALAÇÕES DE GÁS COMBUSTÍVEIS (GLP E GN) Editada em: 28/03/2014 O Comando do Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina – CBMSC. II . 4/96 . 1º Esta Instrução Normativa (IN). CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES INICIAIS Seção I Objetivo Art.157/2013 e combinado com o Decreto 1.957/2013.ABNT NBR 13523:2008 – Central de Gás liquefeito de petróleo (GLP). e ainda o que dispõe a Lei 16.

Nos Eventos Transitórios as instalações deverão ser de acordo com a IN 024/DAT/CBMSC. 6º Esta IN se aplica a todas as ocupações que façam uso de aparelhos a gás. 4º As instalações de Gás Liquefeito de Petróleo – GLP são constituídas por: I .uma rede de distribuição (rede primária e rede secundária) formada por canalizações. III . a partir de veículo abastecedor específico com sistema próprio de transferência de GLP. que conduz o gás até o ponto de consumo. 5/96 . considerando ainda que: I . além do previsto nos incisos II.reguladores e medidores de gás. dispositivos e acessórios. não podem exceder a pressão de operação de 1.possam ser abastecidas por Central de Gás (GLP) ou por canalização de rua (GN).adequação de ambiente (ventilação permanente) onde os aparelhos a gás são instalados. V . IV e V do artigo anterior. Art. 5º As instalações de Gás Natural – GN. denominada “Central de Gás”. II .o abastecimento das instalações de GLP pode ser por recipientes trocáveis (recipientes abastecido por massa em base de engarrafamento e transportado cheio para troca) ou por recipientes abastecidos no local (recipientes abastecidos por volume no próprio local da instalação).IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) Seção III Terminologias Art. III. ERP ou ERMU.5kgf/cm². IV .a rede de distribuição primária para gás combustível (GLP ou GN) em instalações. que pode ser uma ERPM. Art. III . CAPÍTULO II REQUISITOS ESPECÍFICOS Art.exaustão dos produtos da combustão. 3º Aplicam-se as terminologias específicas definidas no Anexo A desta IN. II . são constituídas por uma “Estação de GN”. localizada fora da projeção da edificação que contém recipientes trocáveis ou recipientes abastecidos no local.uma área delimitada e protegida. Art. Parágrafo único. 7º O projeto e execução de instalações de gases combustíveis deverão atender aos requisitos mínimos exigíveis previstos nesta IN. EM. conforme as características de fornecimento.

Art.os gases serão conduzidos até os pontos de utilização através de um sistema de tubulações (rede de alimentação. CAPÍTULO III CENTRAL DE GÁS Art. Recipiente é o vaso de pressão destinado a conter o gás liquefeito de petróleo. Parágrafo único. 9° As instalações da Central de Gás devem permitir o reabastecimento dos recipientes. 8º Tubulações (canalização e mangueiras) de fase líquida de GLP não podem passar no interior das edificações.recipientes enterrados. com até 90kg. deixa de ser obrigatório a exigência do recipiente reserva. Parágrafo único. 10.recipientes de superfície dentro de cabine de proteção (Abrigo ou Central de GLP).recipientes aterrados. A Central de Gás poderá utilizar gás armazenado em: I . construída em alvenaria ou concreto. 11. II . Central de Gás é a área destinada para conter os recipientes e acessórios. com capacidade total superior a 90kg de GLP. 6/96 . destinados ao armazenamento de GLP. A locação dos recipientes de GLP deverá obedecer aos seguintes critérios: I . limitado a capacidade total de até 90kg de GLP. Art. 12.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) IV . Quando o imóvel possuir apenas um consumidor de GLP. construída em alvenaria ou concreto. protegido por paredes e cobertura resistente ao fogo por 2 horas.recipientes em Central (Central de GLP): recipientes instalados em cabine. Parágrafo único. Art. rede de distribuição primária e rede de distribuição secundária). Art. protegidos por gradil metálico. ou IV . II . sem a interrupção da alimentação do gás aos aparelhos de utilização. III . protegida por paredes e cobertura.recipientes em Abrigo (Abrigo de GLP): recipientes instalados em cabine.recipientes de superfície. Somente é permitida a passagem de tubulações de GLP na fase líquida em interior de edificações para processos industriais específicos que utilizem o GLP na fase líquida.

50m de fossos. X . podendo ser instalado um Abrigo sobre o outro. preferencialmente agrupados. 13. terão proteção através de cerca de gradil metálico. Seção I Recipientes em Abrigo de GLP Art. conforme especificação desta IN. de fossa. Os recipientes enterrados.recipientes aterrados: recipientes recobertos de terra compactada.recipiente deve ser instalado no lado externo da edificação. caixas ou ralos de escoamento de água. VIII . V . de material incombustível).possuir no interior de cada Abrigo: a) regulador de pressão de acordo com o tipo de aparelho de queima. c) mangueira para condução do gás de acordo com esta IN.possuir ventilação nas portas do Abrigo.local de fácil acesso. VI . gordura. b) registro de corte do fornecimento de gás do tipo fecho rápido.recipientes de superfície: recipientes instalados diretamente sobre o solo ou sobre suportes rente ao chão (bases ou suportes estáveis. em Abrigos individuais. aterrados ou de superfície.cabine de proteção. no máximo.podem ser instalados até 6 recipientes de 13kg. VII . medida entre a tangente do topo do recipiente e o nível do solo. construída em alvenaria ou concreto.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) III . resultando.as dimensões deverão ser compatíveis para um recipiente ativo e outro reserva quando existir. em duas fileiras. Parágrafo único.possuir afastamento mínimo de 1. III . IV . IX . e V .deve estar situado em cota igual ou superior ao nível do piso onde o mesmo estiver situado.cada Abrigo deverá ser identificado com o número do apartamento. de sumidouro e outros. A edificação que utilizar GLP com capacidade total até 90kg. deverá possuir Abrigo de GLP atendendo aos seguintes requisitos: I .recipientes enterrados: recipientes instalados a uma profundidade mínima de 30cm. IV . 7/96 . II . com no mínimo 30cm de espessura em qualquer ponto do costado do recipiente. de caixas de rede de luz e telefone. ventilação ou esgoto.

a cada 5m de comprimento da Central de GLP. VIII . IV .o piso terá no mínimo 5cm de espessura e será em concreto. 2 portas. deverá dispor de estrado de madeira tipo grade. não excedendo a largura compatível com o recipiente a ser instalado. 8/96 . guarnecida por tela metálica com malha de 2 a 5mm. de forma legível (letras na cor preta sobre fundo amarelo). XI .nas paredes laterais e frontais. com malhas de 2 a 5mm. em toda a porta.Central de GLP com recipientes transportáveis trocáveis. no mínimo. serão exigidos. e quando forem utilizados blocos vazados (cerâmico ou de concreto) em sua construção. estes deverão ser preenchidos com argamassa ou graute.as portas deverão: a) ser de eixo vertical pivotante ou de correr. V .as paredes deverão possuir tempo de resistência ao fogo mínima de 2 horas.possuir largura para manobras de manutenção com espaço livre mínimo de 90cm (para recipientes trocáveis) e de 50cm (para recipientes abastecidos no local).90 x 1. VII .70m. IX .a Central terá altura mínima de 1. quer por acúmulo de gás ou por pontos de ignição. em relação ao piso externo e outros ambientes. III . ou tipo grade. comprometerem a segurança da edificação. com declividade para escoamento de água. instaladas preferencialmente em pontos diferentes. com as dimensões mínimas de 0. não diminuindo a área efetiva mínima de ventilação. medida na parte mais baixa do teto. seguindo as especificações: I . poderá ter os recipientes instalados em cabine. denominada “Central de GLP”. de ventilação. com espaçamento máximo de 10cm.as portas das Centrais de GLP não poderão ficar no mesmo alinhamento (uma defronte a outra).IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) Seção II Recipientes em Central de GLP Art. podendo ser em venezianas.8m. a cada metro linear deve haver aberturas para ventilação: a) preferencialmente cruzadas.na Central de GLP deverá ser afixada a inscrição “CUIDADO CENTRAL DE GÁS”. nas dimensões mínimas de 15cm x 10cm. VI . ao nível do piso e do teto.teto de concreto com espessura mínima de 10cm. b) não podem ser colocadas as aberturas de ventilação que. b) dispor. 14. entre as barras. com a distância de 8mm entre as placas. II . devidamente protegidas por tela metálica. A edificação que utilizar GLP com capacidade total superior a 90kg. X .

A Central de GLP não poderá ter suas portas voltadas para a projeção vertical da edificação. ou seja. 18. Parágrafo único. quando existir subsolo sob a Central. III . nichos ou recessos abaixo do nível externo). Art.possuir sua fachada no mesmo alinhamento da projeção vertical da edificação. subsolos. deverá existir um muro. vizinhas à Central de GLP. laje de cobertura ou terraço. V . quando a menos de 10m de distância. com comprimento no mínimo igual ao da Central de Gás.garagens. V . poderá ficar sob a projeção vertical da edificação desde que atenda aos seguintes requisitos: I . em concreto armado com espessura mínima de 14cm e altura mínima de 2m.possua capacidade total até 1000kg. II . Quando houver edificações frontais à porta. porões. em concreto armado com espessura mínima de 14cm e altura mínima de 2. Quando a Central de GLP for construída junto a edificação. IV . 17.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) Subseção I Localização da Central de GLP Art. deverá existir um muro. numa distância inferior a 10m. Quando a Central de GLP tiver até 1000 kg de gás e for construída junto à divisa da propriedade. desde que possua portas totalmente ventiladas. III . não poderá ser instalada em: I . e os cilindros fiquem instalados em rebaixos.em teto. com comprimento no mínimo igual ao da Central de GLP.local de difícil acesso. 3m de altura. na divisa da propriedade. IV . de no mínimo. 15. não poderá ser edificada em locais onde o piso fique em desnível.00m entre a edificação e a Central de GLP. A Central de GLP.quando a porta ocupar toda a fachada da Central de GLP fica dispensado as ventilações superior e inferior. 19.cota negativa (deve estar situada em cota igual ou superior ao nível do piso onde a mesma estiver situada.fossos de iluminação e ventilação. 16. Art. Art. 9/96 . observando que a parede da Central não poderá servir como muro. II .possuir sobre a Central de GLP um espaço livre. entre esta e a Central. e para o piso também. Art. A Central de GLP não poderá ser construída de modo a oferecer riscos à edificação de terrenos vizinhos ou vias públicas.possuir suas paredes e teto em concreto armado. com 14cm de espessura mínima.

As Centrais de GLP que utilizarem recipientes transportáveis trocáveis. 22. II . 25. § 1º Admite-se a compartimentação. se necessário.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) Parágrafo único. Art. A capacidade individual máxima do recipiente no interior de uma Central de GLP. Na interligação do pig-tail com a rede de alimentação haverá uma válvula de retenção (tredolet). Subseção II Recipientes no interior da Central de GLP Art. Quando o abastecimento das instalações de GLP for através de recipientes trocáveis (recipientes abastecido por massa em base de engarrafamento e transportado cheio para troca). 4 células. de caixas de rede de luz e telefone. 21. caixa ou ralo de gordura ou ventilação. Deve ser observado o afastamento de segurança previsto na Tabela 3. A quantidade máxima de armazenagem de GLP no interior de uma Central será de 5000kg. Art. deverão ser constituídas de 2 baterias. no máximo 2 vezes. 24. somente serão consideradas como independentes se: I . Art. totalizando.as células forem separadas por parede cega. devendo possuir tempo de resistência ao fogo mínima de 2 horas. estes deverão ser preenchidos com argamassa ou graute.cada célula possuir porta independente e de fácil acesso. Subseção III Compartimentação da Central de GLP Art. e quando forem utilizados blocos vazados (cerâmico ou de concreto) em sua construção. a rede de alimentação deverá dispor de uma válvula de bloqueio para cada bateria de cilindros. compartimentação da Central em duas células e novamente a compartimentação de cada célula. no máximo. 10/96 . III . 20. entre a Central de GLP e a divisa da propriedade. da fossa ou do sumidouro. ou seja. Art.50m de fossos ou ralos de escoamento de água ou esgoto. Os recipientes são ligados a canalização coletora (rede de alimentação) através dos mangotes ou dos pig-tail.as portas não poderão ficar no mesmo alinhamento. Parágrafo único. A Central de GLP não poderá ser construída com um afastamento inferior a 1. deverá ser de 2000kg. Quando houver compartimentação na Central de GLP em mais de uma célula. sendo uma ativa e outra reserva. 23. Parágrafo único.

§ 3º Para efeitos de afastamento de segurança. a Central de Gás com recipientes de superfície instalados diretamente sobre o solo ou sobre suportes rente ao chão. 28. A cerca deve possuir os afastamentos mínimos indicados na Tabela 1. deverá: I . considera-se a capacidade total de uma célula. Art. instalado em Abrigo. que não interfira na ventilação. A área de locação dos recipientes. 11/96 . aterrados ou enterrados deverá possuir a seguinte sinalização: Placa com inscrição "PERIGO".conter no mínimo dois portões em lados distintos ou locados nas extremidades de um mesmo lado da Central. deve ser medida a partir das tomadas de abastecimento. III .5 Art. abrindo para fora. aterrado ou enterrado Art.5 > 8000 até 60000 3 > 60000 7.ser delimitada através de cerca de tela. devem obedecer. aterrado ou enterrado. As “Centrais de Gás” com recipientes de superfície.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) § 2º Para a proteção por extintores.deverá possuir conjunto para controle e manobra.00m de largura. Tabela 1 – Afastamentos da cerca de proteção Distância da superfície dos Capacidade do recipiente (kg) recipientes à cerca (m) Até 4000 1 > 4000 até 8000 1. Seção III Instalação de recipientes de GLP de superfície. do recipiente mais próximo.5cm.8m de altura. "INFLAMÁVEL" e "PROIBIDO FUMAR" nas dimensões mínimas de: 40cm x 30cm. II . § 2º Nos recipientes enterrados/aterrados. Art. ainda. a Central de Gás com recipientes de superfície. deverá ser computado a carga total da Central de GLP. a um afastamento mínimo da projeção vertical do corpo da edificação. em cor preta sobre fundo amarelo. ou seja. com letras (mínimo) em dimensão de 4 x 7cm. ou seja. com no mínimo. 27. de acordo com a Tabela 3 desta IN. as distâncias são medidas a partir da projeção horizontal do costado do recipiente sobre o solo. 26 A “área de locação dos recipientes”. 29. traço de 1. 1. aterrado ou enterrado. levando-se em consideração a quantidade de total gás. § 1º Nos recipientes de superfície. gradil ou elemento vazado com 1.

as tomadas de abastecimento localizadas dentro de “Centrais de GLP”. É vedada a instalação das tomadas de abastecimento em caixas ou galerias subterrâneas e próximas de depressões do solo.dimensões mínimas de 30 x 60 x 20cm. aberturas de dutos de esgoto ou aberturas para acesso a compartimentos subterrâneos. Art. 30. 34. devendo estas estar localizadas em cabine própria no recipiente e ao nível do solo. quando se tratar de tanques enterrados. As tomadas de abastecimento deverão ser localizadas no exterior das edificações dentro da área delimitada da “Central de GLP” ou outro local específico devidamente demarcado atendendo aos afastamentos da Tabela 2. As tomadas de abastecimento devem ser protegidas contra danos por efeito de manobras irregulares e agentes físicos. 31. canaletas e dos veículos abastecedores 1. devendo ser instalado a uma altura mínima de 1.00m do piso externo e sobreposto na própria parede da Central de Gás. Exclui-se do atendimento destes afastamentos. Art.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) Parágrafo único. A Central de GLP deverá possuir conjunto para controle e manobra. 33. O Abrigo para o conjunto de controle e manobra deve atender às seguintes características: I . As placas deverão ser locadas de tal modo que possam ser visualizadas de qualquer direção de acesso a área dos tanques. rebaixos. Parágrafo único. As tomadas de abastecimento. instalado em Abrigo (ver figura 1).5 Materiais de fácil combustão e pontos de ignição 3 Aparelhos de ar condicionado 3 Aberturas de edificações 3 Art. valetas para captação de águas pluviais. 12/96 . Art. 32. Tabela 2 – Afastamentos de Segurança das tomadas de abastecimento Distância mínima de Discriminação segurança (m) Edificações 3 Vias públicas 3 Outros tanques e/ou reservatórios que contenham fluídos inflamáveis 6 Ralos. Subseção única Tomada de abastecimento Art. Seção IV Conjunto de controle e manobra da Central de GLP Art. não podem ser instaladas em galerias subterrâneas. 35.

desde que atenda aos requisitos: a) atender as características e especificações anteriores.válvula reguladora de pressão de 1° estágio. 13/96 . 36.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) II . c) ser fixado somente em quatro pontos. ou em vidro comum. com os seguintes dizeres: “EM CASO DE INCENDIO. de acordo com o fluxo de gás. b) não possuir massa de vedação. d) acrescentar a seguinte inscrição: “CUIDADO VIDRO ESTILHAÇANTE”. os seguintes dispositivos: I .2cm e moldura 1 x 2cm. sendo que o espaço vertical deverá ser maior entre textos. Dentro do Abrigo para o conjunto de controle e manobra deverão ser instalados.o fechamento poderá ser: em vidro temperado com espessura máxima de 2mm.dispor de aberturas para ventilação na parte inferir do Abrigo e/ou nas laterais. Figura 1 – Conjunto de controle e manobra para Central de GLP Art.5cm e moldura com 2 x 3cm. em letras nas cores amarelas e nas dimensões: traço de 0. em letras nas cores amarelas e nas dimensões: traço com 0. QUEBRE O VIDRO E FECHE O REGISTRO”. V .o fechamento poderá ser estanque ou através de chaves. III .

III . IV . as distâncias são medidas a partir da parede externa da Central. floreiras. Admite-se a instalação da válvula reguladora de pressão de 1° estágio junto ao corpo do recipiente. tais como telhados. Parágrafo único. Capacidade total da Central de Gás Até 1000 kg > 1000 a 3000 kg > 3000 a 5000 kg > 5000 a 60000 kg > 60000 kg Tabela 3 – Afastamentos de segurança Recipiente em Recipiente de Central de GLP (m) Superfície (m) 0 1.manômetro para controle da pressão na rede primária de gás com graduação que permita uma leitura com precisão.nos recipientes de superfície. 14/96 .5 7.5 3 3 7.5kg/cm2. 38.tê plugado. 37. Os afastamentos de segurança são medidos a partir de: I . que deverá ser regulada até 1.5 Recipiente Enterrado ou Aterrado (m) 3 3 3 15 15 Art. com redução para ½”. do recipiente mais próximo.no recipiente em “Central de GLP”.registro de paragem (fecho rápido). III . Sacadas serão consideradas como projeção da edificação. levando-se em consideração a quantidade de gás. deve ser medida a partir das tomadas de abastecimento. Parágrafo único. II . ficando facultativo a sua instalação dentro do Abrigo para conjunto de controle de manobra. A Central de GLP deve obedecer a um afastamento mínimo da projeção vertical do corpo da edificação ou da divisa de propriedade. As distâncias de afastamento das edificações não devem considerar projeções de complementos ou partes destas.5 15 15 22. balcões. de acordo com a Tabela 3. as distâncias são medidas a partir da projeção horizontal do costado do recipiente sobre o solo.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) II . 39. Art. marquises. Seção V Afastamentos de segurança da Central de GLP Subseção I Afastamentos entre Central de GLP e edificação ou divisa de propriedade Art.nos recipientes enterrados/aterrados. para teste de estanqueidade da canalização.5 1. conforme especificações desta IN.

Tabela 5 – Outros Afastamentos de Segurança Tipo de instalação Situação Recipiente em Central ou em Recipiente de Superfície.5 3 Fontes de ignição e outras 1.5 3 aberturas (portas e janelas) Aberturas abaixo da descarga 1 1. perigosos. Centrais de GLP compartimentadas deverão utilizar. podendo ter um afastamento máximo entre elas de até 5m. como parâmetro. de chama aberta e de materiais combustíveis. 3 6 inflamáveis e chama aberta Materiais combustíveis 1. além de produtos tóxicos. conforme Tabela 5. na Tabela 3. Acima de 65000 kg e com no mínimo 1. perigosos. 43. a capacidade total de uma célula. Tabela 4 – Afastamentos de Segurança entre Recipientes Capacidade individual do recipiente Afastamento mínimo entre recipientes até 1000 kg 0. As Centrais de GLP devem possuir afastamentos de segurança de fontes de ignição. devendo ser agrupadas num único local.5m Metade do diâmetro do recipiente. Subseção II Afastamento entre recipientes de GLP Art.5 da válvula de segurança Subseção V Afastamento de estocagem de oxigênio 15/96 . Subseção IV Afastamento de fontes de ignição Art.0m de 4000 a 65000 kg 1. inflamáveis. 42. Os afastamentos de segurança entre recipientes de GLP deverão ser de acordo com a Tabela 4. A edificação poderá ter mais de uma Central de Gás. 41.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) Art.5m Subseção III Afastamentos entre Centrais de GLP Art. 40.1m de 1000 a 4000 kg 1. Abrigo de GLP (m) enterrado ou aterrado (m) Produtos tóxicos.

5m > 1000 kg 0m 7.6kV. As Centrais de Gás deverão estar afastadas da estocagem de hidrogênio conforme Tabela 7. Os recipientes de GLP não podem estar localizados sob redes elétricas. Tabela 8 – Afastamentos para Redes Elétricas Nível de tensão (kV) Distância mínima (m) ≤ 0. 45. devendo atender os afastamentos da Tabela 8.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) Art.5m Seção VI Proteção por extintores 16/96 .5m > 3000 kg 0m 6m 15m Subseção VI Afastamento de estocagem de hidrogênio Art. 46. § 2º A distância a ser considerada é a partir da projeção do recipiente no plano horizontal. em fase líquida e Capacidade da gasosa.6 e ≤ 24 3m > 24 7. Tabela 6 – Afastamentos para estocagem de Oxigênio Capacidade máxima de O2 nos recipientes. em fase líquida e gasosa.6 1. Capacidade da incluindo reservas de oxigênio na fase gasosa (Nm3) Central de Gás Até 11 11 a 566 Acima de 566 Até 3000 kg 0m 6m 7.5m 15m Subseção VII Afastamento de rede elétrica Art. incluindo reservas de hidrogênio na fase gasosa (Nm3) Central de Gás Até 11 11 a 85 Acima de 85 Até 1000 kg 0m 3m 7.8m > 0. § 1º Os recipientes quando instalados em Central de GLP poderão estar sob redes de até 0. 44. Tabela 7 – Afastamentos para Estocagem de Hidrogênio Capacidade máxima de Hidrogênio nos recipientes. As Centrais de Gás deverão estar afastadas da estocagem de oxigênio conforme Tabela 6.

Art. A proteção por extintores deverá ser feita de acordo com a quantidade mínima prevista na Tabela 9: § 1º A partir da 3000kg de gás. deve ser considerado o fator de simultaneidade dos consumos. é feito para a soma total da quantidade de GLP. Na quantidade total de recipientes dimensionada deve ser aplicado um fator de redução. O levantamento de consumo de gás é feito através do somatório da potência nominal de cada aparelho a gás. etc) será de acordo com a demanda de consumo. que deve ser fornecida pelo fabricante do aparelho e registrado em projeto. Art. industrial. 49. Parágrafo único. Deve ser levantado o perfil de consumo de gás. Os extintores podem ser instalados em outras áreas além da Central de Gás. desde que o caminhamento para alcançá-los obedeça ao previsto na IN 006/DAT/CBMSC. Art. para cada 1000kg excedente. 50. 48. de forma a se determinar o consumo total da edificação. com relação aos aparelhos a gás a serem utilizados.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) Art. § 2º Para todas as demais ocupações e/ou instalações (comércio. § 2º O número de unidades extintoras. 52. aparelhos de grande consumo. será exigido mais 1 unidade extintora. 47. bem como previsão para aumento de demanda futura. 17/96 . de 25% para edificações com até 20 unidades habitacionais e de 35% para as edificações com mais de 20 unidades habitacionais. 51. se for o caso. § 1º O fator de simultaneidade prevista no Anexo B aplica-se para as instalações do tipo residencial. Na falta de registro de potência nominal. serão adotados os valores da Tabela 10. quando tratar-se de Centrais de GLP compartimentadas. Tabela 9 – Quantidade Mínima de Extintores Unidades Capacidade Carga mínima de Quantidade de GLP extintoras extintora agente extintor Até 270 kg 1 10-B : 1-C 4 kg < 270 até 1000 kg 2 10-B : 1-C 4 kg < 1000 até 3000 kg 3 10-B : 1-C 4 kg Seção VII Dimensionamento da Central de GLP Art. Para efeito do estabelecimento do consumo total da edificação. Art.

verificar o consumo de gás de cada aparelho em kcal/min (dado de projeto).4 9.8 12.8 9.9 1200 8400 6700 5100 3360 20 140 112 85 56 Sem forno 5 queimadores 4 queimadores 3 queimadores 5 queimadores Art.0 3.9 4. queimador duplo (cada) .1 26.9 6.9 3.8 5. O dimensionamento da quantidade de recipientes na Central de GLP é realizado através das seguintes etapas: I .3 3.9 7000 5000 11000 8000 3000 7500 9000 15000 9000 12000 14700 22800 24700 5200 7300 5700 6000 14000 16250 117 84 184 134 50 125 150 250 150 200 245 380 410 87 122 95 100 234 270 10.4 10.5 14. queimador simples (cada) .5 8. II .verificar o tipo de aparelhos com consumo de gás (dado de projeto). utilizando a seguinte equação: 18/96 . 53.63 7.3 18.verificar o consumo total da edificação ou potência computada (Pc) em kg/h.1 5.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) Parágrafo único.1 8.7 10.7 6. cada queimador Churrasqueira Churrasqueira Churrasqueira Churrasqueira Com forno Sem forno Com forno Sem forno 50 L – 75 L 100 L – 150 L 200 L .8 7. Tabela 10 – Potências nominais dos aparelhos de utilização Capacidade Nominal Aparelho de Utilização Tipo kw kcal/h kcal/min Fogão 4 bocas Fogão 4 bocas Fogão 6 bocas Fogão 6 bocas Forno de parede Aquecedor acumulação Aquecedor acumulação Aquecedor acumulação Aquecedor passagem Aquecedor passagem Aquecedor passagem Aquecedor passagem Aquecedor passagem Lenhos (Lareira) Lenhos (Lareira) Aquecedor de Ambientes Secadora de roupa Fogão 4 queimadores Fogão 6 queimadores Fogão Industrial com: . ou para outras ocupações com característica de consumo residencial de GLP.0 16. chapa .8 8600 3360 5330 3360 4130 144 56 89 56 69 1.300 L 6 L/min 8 L/min 10 L/min 15 L/min 20 L/min Infravermelho C/Labaredas Semi-Industrial Semi-Industrial 8. forno Kit Compact .5 6.verificar o consumo por apartamento e por pavimento em kcal/min.5 17. Aplica-se o fator de redução somente para ocupação residencial privativa multifamiliar. IV .2 3.0 17. III .5 28. banho maria .

50 arredonda-se para 3. e com 2. X . logo. Ver no Anexo G um exemplo de dimensionamento. desde que seja estanque pelo lado interno.: até 2. A Estação de GN (ver figura 2) tem por finalidade reduzir e limitar a pressão de entrada do gás natural ao consumidor. CAPÍTULO IV ESTAÇÃO DE GÁS NATURAL (ERPM / EM / ERP / ERMU) Art. medidor e válvula de bloqueio de saída. sendo fracionado.49 arredonda-se para 2. ex. verifica-se o valor da taxa de vaporização natural do recipiente escolhido para a Central de Gás.: até 2. de acordo com o valor da potencia computada. XI – o resultado (número de recipientes). ex.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) Pc = [Pc (kcal/min) x 60 (min)] ÷ [11200 (kcal/kg)] V . § 1° As Estações de GN são constituídas pela válvula de bloqueio de entrada. necessários para abastecer a edificação.divide-se o valor de “Pa” pelo valor da taxa de vaporização do recipiente escolhido. válvula de bloqueio automático (shutt-off). e com 2. sendo fracionado. 54. podendo inclusive ser instalada na fachada da edificação. filtro.de acordo com a tabela do Anexo C. § 2º A Estação de GN deve se localizar externamente à edificação.verificar no Anexo B. VI .50 arredonda-se para 3. com abertura e ventilação para o exterior (ver figura 3). de acordo com os critérios do artigo 52. utilizar a seguinte equação: Pa = Pc (kg/h) x Fator de simultaneidade/100 VIII .de posse do número de recipientes necessários. o fator de simultaneidade.para o cálculo da potência adotada (Pa) em kg/h. a Estação de GN não é uma Central de Gás. válvula reguladora de pressão. deve-se aplicar o fator de redução no resultado final. 19/96 . deve ter arredondamento matemático. deve ter arredondamento matemático. VII . bem como medir o respectivo volume de gás transferido ao mesmo. apenas para ocupação residencial privativa multifamiliar ou para outras ocupações com característica de consumo residencial de GLP.o resultado (Pc). obtendo-se a quantidade de recipientes da bateria ativa. Parágrafo único. IX . § 3º Não há exigência de afastamento da Estação de GN em relação à edificação. p. p.49 arredonda-se para 2.

Art. III . laje de cobertura ou terraço. de forma legível (letras na cor preta sobre fundo amarelo): I .garagens. Na Estação de GN. 55.local de difícil acesso. deverão ser afixadas as inscrições. A Estação de GN não poderá ser instalada em: I .fossos de iluminação e ventilação. IV . 20/96 . Figura 2 – Tipos de Estação de GN Fonte: SCGÁS Figura 3 – Instalação da Estação de GN em fachada de edificação Fonte: SCGÁS Art.teto. e II . II .“PERIGO: GÁS INFLAMÁVEL”.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) § 4º A construção e manutenção da Estação de GN é de responsabilidade da empresa fornecedora de GN.“CUIDADO: ESTAÇÃO DE GÁS NATURAL”. 56. porões. subsolos.

deverão ser instalados os outros equipamentos dentro do Abrigo do conjunto de controle e manobras (manômetro. Parágrafo único. com graduação que permita uma leitura com precisão. uma válvula de alívio.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) Art. nos mesmos moldes do previsto para a Central de GLP devendo. etc).5kg/cm² no interior da edificação. registro de fecho rápido e tê plugado. deve ser instalada no respectivo trecho. 57. 59. localizado no acesso principal (hall ou circulação). para cada bloco. CONEXÕES E DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA Art. conforme especificações desta IN. para teste de estanqueidade da canalização.têe com redução para ½”. Art. abastecidas com GN. a critério de cada companhia de gás. ter os seguintes dispositivos: I . As Estações de GN deverão apresentar conjunto para controle e manobra. 60. Caso a válvula reguladora de pressão de 1º estágio fique instalada junto do corpo do tanque. uma “válvula de corte geral da edificação” (registro de fecho rápido). deverá ter também. Nas edificações. 58. com válvula de bloqueio e “plug”. 21/96 . No caso de um trecho de tubulação destinada a conduzir GLP na fase líquida ficar confinado por duas válvulas de bloqueio. Figura 4 – Conjunto para controle e manobra da Estação de GN Fonte: SCGÁS Art.válvula de bloqueio (tipo esfera).manômetro para controle da pressão na rede primária de gás. CAPÍTULO V VÁLVULAS. ficando facultativa a sua instalação dentro do Abrigo para conjunto de controle de manobras. II . III . não se permitindo a utilização de pressão superior a 1. de acordo com fluxo de gás (ver figura 4). É permitida a colocação da válvula reguladora de pressão de 1° estágio junto ao corpo do tanque.

VII . o diâmetro. com as dimensões compatíveis para proteção do registro e devidamente sinalizado. 63. As válvulas devem ter estampadas em seu corpo a classe de pressão. CAPITULO VI TUBULAÇÃO PARA CONDUÇÃO DE GÁS Seção I Materiais e condições Art.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) Art. Nas edificações. § 1º Esta válvula de corte. localizado no acesso principal (hall ou circulação). em letras nas cores amarelas e nas dimensões: traço de 2mm e moldura 1 x 2cm. com a inscrição: “REGISTRO DE GÁS . 61. III . devendo ser no mesmo diâmetro da canalização (rede de distribuição primária). preto ou galvanizado. para cada bloco. V . 62. deverá ter também. §2º Acrescentar a seguinte inscrição: “CUIDADO VIDRO ESTILHAÇANTE”. com ou sem costura. somente para redes enterradas e externas às projeções horizontais das edificações. com ou sem costura. II .cobre sem costura.polietileno (PE80 ou PE100). uma válvula de corte (registro de fecho rápido).cobre flexível.aço preto ou galvanizado.FECHE EM CASO DE EMERGÊNCIA”.multicamadas. abastecidas pela Central de GLP ou Estação de GN. VI . 22/96 .aço. sendo que o espaço vertical deverá ser maior entre textos. são admitidos os seguintes tipos de materiais: I . Para a execução das redes de instalação de gás (tubos e conexões).mangueiras flexíveis. deverá estar instalada em Abrigo. para interligação entre ponto de utilização e aparelho a gás/medidores. Seção Única Válvula de corte geral para edificação Art. a marca do fabricante e a indicação do sentido do fluxo quando necessário. compatíveis com o uso e a pressão de operação. somente para redes enterradas e externas às projeções horizontais das edificações. sem costura. classe média. IV .

VIII . As tubulações não podem passar em: I . 65. Tubos semi-rígidos embutidos serão revestidos com tubos rígidos de aço.4 mm). Nos tubos semi-rígidos. entre-pisos. III . ou ainda vedantes compatíveis com o gás combustível. Art. Somente devem ser empregados tubos sem rebarbas externas e sem defeitos de estruturas e de roscas. VI . Parágrafo único. 64. Para tubulação com diâmetro menor ou igual a 1” (25.dutos de lixo. com a proteção contra danos por agentes físicos. flanges. 69. As ligações da prumada e demais ligações. As roscas devem ser cônicas ou macho-cônica e fêmea paralela.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) Parágrafo único.compartimentos destinados a dormitórios. serão feitas com o emprego de roscas. IX . com material de fusão acima de 540°C. VII . Nos pontos terminais dos tubos de revestimento que se situam no interior das edificações. quando as ligações forem feitas através de soldas. tetos rebaixados ou qualquer compartimento de dimensões exíguas.poços de elevadores. 23/96 . 68. Os mesmos deverão atender às especificações das respectivas normas de fabricação.compartimentos não ventilados.reservatórios de água.subsolos ou porões com pé direito inferior à 1. Parágrafo único. tal como fita penta-tetra-fluor etileno. II . deverá ser acrescido em ¼” (6 mm) o diâmetro da mesma. efetivamente a condução para o interior das edificações.incineradores de lixo. e a elas aplicado um vedante. Art. serão obliterados os espaços compreendidos entre eles e os tubos condutores de gás. a fim de impedir. IV .poços de ventilação capazes de confinar o gás proveniente de eventual vazamento. Art. 67.2m. V . soldas de fusão ou brasagem.compartimentos de equipamentos elétricos. de ar condicionado ou de águas pluviais. as ligações devem ser feitas com emprego de conexões soldadas ou sobrepostas. Art. 66. não sendo permitido o uso de fios de cânhamo. Art. Art.

atendendo aos critérios desta IN. mas ainda não ligadas. XI . Art. quando se apresentarem expostas. Redes internas acabadas. XIII . As tubulações não poderão ser embutidas em paredes ou lajes de caixas d’água. ou postas fora de funcionamento. A tubulação não deve passar por pontos que as sujeitem a tensões inerentes à estrutura da edificação.ao longo de qualquer tipo de forro falso. 78. 70. deverão ser pintadas nas seguintes cores: 24/96 . As tubulações instaladas em locais com probabilidade de desgaste. reação química e outros. Art. por intermédio de “Caps” ou “Plugs”.qualquer vazio ou parede contígua a qualquer vão formado pela estrutura ou alvenaria. não poderão ficar em contato com dutos de ar condicionado ou ventilação. As tubulações devem: I . 80. 74. XII . II . de acordo com as características do local onde forem instaladas.ter um caimento de 0. 75. Toda tubulação deverá ser suportada adequadamente.dutos de ventilação. Art. Art. Art. 71. deverão sofrer um tratamento especial. As tubulações poderão circundar externamente os poços de elevadores ou pontos semelhantes.ser perfeitamente estanques.pontos de captação de ar para sistemas de ventilação.1% no sentido do ramal geral de alimentação. Art. As tubulações. Parágrafo único. 73. 76. Art.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) X . mesmo que ventilado. Art. 79. 77. Art. de modo a não ser movida acidentalmente da posição em que for instalada. As tubulações só poderão ser cobertas pela alvenaria depois de convenientemente testadas. devem ser vedadas em todas as extremidades de entrada e saída de gás. A rede de distribuição não deve ser embutida em tijolos vazados ou outros materiais que permitam a formação de vazios no interior da parede. As bifurcações de redes distribuidoras devem ser dispostas de modo a ser interceptadas isoladamente. salvo se for ventilado por tubo luva. As tubulações não podem servir de apoio e devem ser dispostas de forma tal que as gotas de água de condensação de outras redes não possam afetá-las. 72. Art. Art.

Poderá ser aceito a utilização de tubos multicamadas.ter um afastamento. II .possuir caixa de inspeção na transição entre a tubulação não metálica e a tubulação metálica.deverá ser ensaiada sob pressão mínima de 1. IV . Seção III Tubulação multicamadas. Seção IV Uso do tubo luva Art.ter um afastamento das demais tubulações de gás igual a. em redes enterradas e atendendo aos demais requisitos dessa IN.alumínio quando for utilizado GLP. Seção II Afastamento da tubulação Art. deve: 25/96 . na parte externa da edificação. quando a rede de distribuição interna tiver que passar por espaços desprovidos de ventilação adequada. polietileno e outras não metálicas Art. II .possuir envelopamento em concreto para a proteção mecânica da mesma. no mínimo. O tubo luva quando for utilizado.25kgf/cm². um diâmetro da maior das tubulações contíguas. III . II . de 2m de para-raios e de seu aterramento. Art. 83.amarelo quando for utilizado GN. Excepcionalmente e a critério da Seção de Atividades Técnica (SAT). polietileno (PE) e outros tubos não metálicos.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) I . 82. esta passagem deverá ser feita no interior de um tubo luva provido de duas aberturas opostas que se comuniquem com o exterior ou local amplamente ventilado. III . 81. nas instalações de gás Central canalizado.ser instalado externamente à edificação. As tubulações devem: I .5 vez a pressão de trabalho máximo admitido e não ser menor que 2. no mínimo.ter um afastamento mínimo de 30cm das tubulações de outra natureza e dutos de cabo de eletricidade. desde que atendam aos seguintes requisitos: I . 84.

A perda de carga máxima admitida para toda a rede interna é igual a 0. O dimensionamento da rede de distribuição primária é feito em função da potência nominal dos aparelhos de utilização ligados à rede. exceto nos pontos de ventilação.ser estanque em toda a sua extensão. 89. Seção V Dimensionamento da rede de distribuição Subseção I Rede de distribuição primária Art. 87.possuir suporte adequado com área de contato devidamente protegida contra corrosão (formação de pilha galvânica). animais e outros objetos estranhos.ter resistência mecânica adequada à sua utilização. em local seguro e protegido contra a entrada de água. 86. Art. localizadas fora da projeção horizontal da edificação. A distância a ser considerada será aquela entre as extremidades mais afastadas (Central até o ponto considerado). V . sendo a aproximação feita para mais. 91. no mínimo. Nos dimensionamentos se poderão usar interpolações lineares. IV . III . Art. Art.0015kgf/cm2. O comprimento considerado em cada trecho que se está calculando é expresso em números inteiros de metros.ser protegido contra corrosão. duas aberturas para atmosfera. com o fim de reduzir determinados diâmetros. 88. Art. Parágrafo único. II . para o dimensionamento de todos os trechos. Cada trecho da tubulação será dimensionado computando-se a soma das potências nominais dos aparelhos por ele servido.5 vezes maior. que a área da seção transversal da tubulação.ser executado com material metálico.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) I . obtendo-se na tabela do Anexo D a potência a ser adotada para determinação do diâmetro constado na tabela do Anexo E. Art. VI . Art. O cálculo das instalações de gás combustível deverá atender ao uso de GN e GLP. 85. A área da seção transversal do tubo luva deve ser 1.possuir no mínimo. 90. 26/96 .

O dimensionamento da rede secundária é feito em função do valor da potência computada e do comprimento da tubulação em que se está considerando. sendo W = √0. previsto na tabela do Anexo E desta IN.arbitra-se um valor para o diâmetro da tubulação e calcula-se o consumo (C). 94. CAPITULO VII ABRIGO PARA MEDIDORES Art. A localização dos Abrigos de medidores deverá: 27/96 . L = comprimento do trecho da tubulação (em metros). pode ser utilizada a tabela do Anexo E. 92. b) densidade do gás de referência = 0. 96.6. No dimensionamento dos diâmetros das tubulações da rede de distribuição primária. 93. Art.6 2 I – adota-se para o índice de Woobe: a) valor do poder calorífico do gás de referência = 9000kcal/m3. Para o dimensionamento do diâmetro das tubulações da rede de distribuição primária. D = diâmetro (em cm). Seção I Localização do Abrigo de medidores Art. abastecidos pelo trecho da rede. 95. As edificações devem dispor de Abrigos para o acondicionamento dos componentes do sistema. II . Subseção II Rede de distribuição secundária Art. H = perda de carga máxima admitida (em mm H O). foi utilizando a seguinte fórmula: Onde: C = consumo ou soma das potências dos aparelhos de queima.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) Art. de acordo com a tabela do Anexo F. 9000 W = índice de woobe.

os medidores de gás. II .estar situado em área comum. Seção III Dimensões do Abrigo de medidores 28/96 . Quando a pressão de saída do recipiente de gás for igual a do aparelho técnico de queima. poderá ser usada a válvula de estágio único. A alimentação para as economias deverá ser feita pela parte inferior dos Abrigos de medidores de gás. Art. Os medidores de um pavimento devem estar racionalmente agrupados e no menor número de locais possíveis. III . A entrada da tubulação de gás nos Abrigos de medidores de gás deverá ser feita pela parte superior. devendo os grupos homólogos ser alimentados por uma única prumada. No interior dos Abrigos de medidores de gás só podem ser instalados na seguinte seqüência (a partir da entrada da tubulação): I .não poderá ser instalado em: rampa. 102. Art.não podem ser instalados em compartimentos que tenham outras destinações. antecâmara.os registros de corte do tipo fecho rápido. Seção II Componentes do Abrigo de medidores Art. 98. 97. nos medidores. Art. 103. Parágrafo único. Art. dificulte ou retarde qualquer acesso aos registros de corte de fornecimento. escada ou patamar. Os medidores possuem um prazo de validade de 10 anos. As portas dos Abrigos não poderão dispor de sistema de fechamento que impeça. Art.válvula reguladora de pressão.possuir fácil acesso. III . 101. Os Abrigos deverão possuir sinalização na porta. a contar da data de fabricação.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) I . e. II . 99. Art. a identificação da unidade a que estão servindo. A locação de um grupo de medidores deve ser semelhante para todos os pavimentos. 100. IV . Parágrafo único.

Os terminais de tubulações. Quando a edificação não possuir medidor. nessas medidas. paredes.distar. III .2m a 1. observando-se uma área equivalente a um décimo de sua área. II . 104. sendo que a área ventilada deve ser apresentada em forma de venezianas. 108.os Abrigos devem apresentar as tampas das caixas devidamente ventiladas. Art. as roscas ou flanges de ligação. 105. não sendo ocupados. III . de modo a permitir uma operação desembaraçada de ferramentas adequadas para a ligação dos aparelhos. na parte inferior. As mangueiras deverão: 29/96 . IV . destinados à ligação dos aparelhos técnicos de queima. V .projetar-se no mínimo 20cm acima dos pisos terminados. as dimensões mínimas do Abrigo serão de: 20 x 40 x 20cm. 107. serão afastados de armários.para cada medidor a mais instalado na posição horizontal será acrescido 20cm. IV .IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) Art. Art. CAPITULO VIII LIGAÇÕES DOS APARELHOS A GÁS Seção I Terminais de ligação dos aparelhos Art.os Abrigos deverão estar instalados entre cotas de 0.para cada medidor a mais instalado na posição vertical será acrescido 40cm. As dimensões dos Abrigos de medidores de gás devem seguir as especificações abaixo: I . no mínimo 3cm fora das paredes ou forros terminados. pisos ou forros da edificação. Os terminais devem: I .6m. II . tendo como referencial o piso acabado. Seção II Mangueiras para conexão dos aparelhos Art. 106.possuir adaptação para o engate de mangueira.possuir um registro de corte tipo fecho rápido.apresentar as dimensões mínimas para um medidor de 40 x 40 x 20cm.

marca ou identificação do fabricante.25m.03kgf/cm2. Entre a rede de alimentação e a rede de distribuição. 30/96 . 112. outra válvula reguladora de 2° estágio que regulará a pressão do gás para os limites 0.35 a 1. II . VI . entre o registro de corte do tipo fecho rápido e o medidor. deve haver uma válvula de 1° estágio (de alta pressão).02 a 0. identificando as posições “aberto” e “fechado”. Parágrafo único.evitar a passagem por trás dos aparelhos a gás.5Kgf/cm2. Art. 113. 110. de: I – até 3 metros. III . V – validade de 5 anos. No Abrigo dos medidores será instalado.possuir comprimento máximo de 1. não podendo ter emendas. Regulador de pressão são aparelhos destinados a reduzir a pressão interna do recipiente transportável ou da tubulação na instalação predial até a pressão de utilização. poderá ser usada a válvula reguladora de estágio único.resistir à uma temperatura de -20ºC até 120ºC. Se o aparelho a gás utilizado tiver um consumo até 240. Art. II . admite-se os comprimentos máximos da tubulação. As mangueiras devem ser fabricadas de acordo com Norma Brasileira específica e possuir as seguintes inscrições: I . 109. Quando a taxa de vaporização do recipiente de gás for compatível com o consumo do aparelho a gás utilizado. 114. IV . IV . com os seus sistemas operados.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) I . Art.número da Norma Brasileira de fabricação. devendo ser regulada entre 0. Art. dotada de manômetro. para tubo de cobre com diâmetro de 3/8”. O regulador de pressão deve ser construído de modo a apresentar praticidade para seu manuseio.8 kcal/min. Art.ser acopladas com o emprego de braçadeiras apropriadas.aplicação da mangueira (gás GLP/GN). CAPÍTULO IX REGULADORES DE PRESSÃO Art.diâmetro nominal e pressão de trabalho. 111.

IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) II – até 15 metros. 31/96 . etc. atender aos requisitos mínimos de volume bruto de ar. sendo vedada a passagem de qualquer tipo de fiação. Art. Art. devendo atender o previsto na seção IV. através do duto.diretamente. 115. ambos definidos em função do tipo e potência dos aparelhos a gás instalados. prisma de ventilação ou área externa. III – até 50 metros. encanamentos. devendo ter uma declividade mínima de 1% (ver figuras 6 e 7). quando providas de grades venezianas ou equivalentes. 119.ou ainda para prisma de ventilação. III . § 2º O volume bruto de ar total necessário no ambiente pode ser somado com o volume bruto de ar de outros ambientes. por meio de um duto exclusivo. não devem diminuir a área útil de ventilação permanente necessária. 117. Dependências que possuam aparelhos que utilizem gás combustível devem possuir aberturas de ventilação superior e inferior permanente para o exterior da edificação. bem como. para tubo de aço com diâmetro de 1/2”. A abertura superior deve se comunicar diretamente com a área externa por uma das seguintes alternativas: I .indiretamente. Art. § 1º A comunicação das aberturas de ventilação permanente com o exterior pode ser de forma direta ou indireta. Os reguladores de pressão possuem um prazo de validade de 5 anos. através de uma parede. podendo inclusive ser considerado ambiente único (espaço contíguo). A abertura superior deve ser localizada a uma altura mínima de 1. deste capítulo. para tubo de aço com 3/4”. As venezianas devem ter distância mínima de 8mm entre as placas. II . CAPITULO X ADEQUAÇÃO DE AMBIENTES Seção I Abertura permanente para ventilação Art. 118. com até 3 metros de comprimento. para efeito do calculo de volume necessário. através de uma parede ou para prisma de ventilação. Subseção I Ventilação superior Art. se existirem aberturas de ventilação permanente entre eles.5m acima do piso acabado (ver figura 5). As aberturas de ventilação. Parágrafo único. 116.

103:2013 Figura 6 – Abertura superior permanente para ventilação indireta Fonte: ABNT NBR 13.103:2013 Figura 7 – Exemplo de ventilação superior direta e indireta Fonte: RIP Comgás 32/96 .IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) Figura 5 – Abertura superior permanente para ventilação direta Fonte: ABNT NBR 13.

Art.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) Subseção II Ventilação inferior Art. por meio de outros ambientes. A abertura inferior pode se comunicar com a área externa por uma das seguintes alternativas: I .103:2013 Figura 9 – Abertura inferior permanente para ventilação indireta Fonte: ABNT NBR 13. IV . etc. Figura 8 – Abertura inferior permanente para ventilação direta Fonte: ABNT NBR 13.103:2013 33/96 . devendo ter uma declividade de 1% (ver figuras 9 e 10). encanamentos. através de uma parede (ver figura 8).ou ainda para prisma de ventilação. 121. desde que: a) não sejam dormitórios.diretamente.indiretamente. A abertura inferior deve estar localizada a uma altura máxima de 80cm acima do piso acabado. por meio de um duto exclusivo. c) possuam volume superior a 30m³. sendo vedada a passagem de qualquer tipo de fiação. b) possuam renovação de ar constante.diretamente. II . através do duto. 120. III . com até 3 metros de comprimento.

Balcões.103:2013 34/96 . Figura 11 – Necessidades dos locais considerados com área externa Fonte: ABNT NBR 13. podem ser considerados como área externa. este não pode ser considerado área externa. Se o local apresentar a possibilidade de ter sua abertura permanente fechada mediante a instalação de janelas. portas ou basculantes. sacadas. 122. Parágrafo único.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) Figura 10 – Abertura inferior permanente para ventilação indireta Fonte: RIP Comgás Seção II Área externa Art. varandas. desde que possuam abertura permanente para o exterior da edificação ou prisma de ventilação de no mínimo 2m² (ver figura 11 e 12). terraços.

124.as áreas mínimas dos prismas de ventilação devem cumprir as exigências dos códigos de obras locais.a seção real do prisma de ventilação deve ser uniforme em toda a sua altura. Lado maior 1. o lado maior deve ser no máximo 1. desde que respeitados os limites apresentados neste item.5 vez o lado menor Locais onde se localizam os aparelhos a gás Seção transversal mínima de 2m²/pavto Figura 13 – Abertura para prisma de ventilação Fonte: ABNT NBR 13. devendo ser sempre superior a 2m². IV .IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) Figura 12 – Exemplo de local considerado área externa Fonte: RIP Comgás Seção III Prisma de ventilação Art. Nos casos em que os prismas de ventilação estiverem cobertos em sua parte superior. deve haver uma superfície lateral mínima livre para comunicação com o exterior. Os prismas de ventilação (ver figura 13) são os espaços situados no interior do volume da edificação. 35/96 .103:2013 Art. II . em comunicação direta com o exterior. usados para promover a ventilação nos locais onde existe aparelhos a gás instalados. III . e devem atender os requisitos: I .5 vezes o lado menor.quando a seção real do prisma for retangular. 123.a seção real do prisma de ventilação deve ser no mínimo de 2m². de pelo menos 25% de sua superfície em planta.

observando os critérios do artigo anterior. garantindo a renovação de ar no interior do prisma (ver figura 14). Parágrafo único.78m2 Deve possuir conexão com o exterior para renovação do ar Figura 14 – Prisma de ventilação .2m² Figura 15 – Exemplo de espaços contíguos Fonte: Rip Comgás 36/96 . portanto os seus volumes podem ser somados (ver figura 15). 126. 125. Nesta situação não há necessidade de se prever aberturas de ventilação adicionais entre os ambientes. Superfície com abertura permanente ≥ 1. a fim de permitir a entrada de ar do exterior. Deve ser instalado um duto na parte inferior do referido prisma.103:2013 Seção IV Espaço contíguo Art.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) Art. Superfície lateral mínima de 2 m2 Prisma de ventilação Superfície lateral mínima de 0. Espaços contíguos separados por aberturas permanentes maiores ou igual a 1.2m² são considerados um ambiente único para efeito de instalação de aparelho a gás.elevação Fonte: ABNT NBR 13.

Para o dimensionamento da área total de ventilação permanente. O local de instalação dos aparelhos a gás deve atender aos requisitos de volume bruto mínimo e área total útil das aberturas de ventilação permanente. As cozinhas podem receber aquecedores de água a gás. desde que atendam as seguintes condições: I . Banheiros.o aquecedor não pode ser instalado acima de fogão. de acordo com o dimensionamento realizado. 127. com área mínima de 33% da área total útil.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) Seção V Dimensionamento da ventilação permanente Art.a somatória das capacidades dos equipamentos não exceda a 320kcal/min. sendo: I . constituído por duas aberturas com área total útil de no mínimo 600cm2.5 vez a potência nominal total dos aparelhos a gás instalados.5m em relação ao piso do compartimento. II .o volume não seja inferior a 10m3. situada a altura não inferior a 1. a área da abertura inferior deve manter a proporção especificada no inciso II. Art. devem ser somadas todas as potências (em kcal/min) dos aparelhos a gás no ambiente.uma abertura superior. sendo no mínimo igual a 600cm2. respeitando a área de ventilação permanente efetiva. Art. na proporção mínima de 1. em quilocalorias por minuto (kcal/min). 130. O local de instalação deve possuir aberturas superior e inferior para ventilação permanente. Art. 129.2m do piso. 37/96 . situada até o máximo de 80cm de altura em relação ao piso do compartimento. Seção VI Local de instalação dos aparelhos a gás Art. 128. III . definidos em função do tipo e potência dos aparelhos a gás instalados. 2 § 2º Nos casos onde não seja possível o atendimento à realização das duas aberturas (superior e inferior). Parágrafo único. saunas. § 1º Quando a área total da abertura para ventilação permanente for superior a 600cm . O local de instalação deve ter um volume bruto mínimo de 6m3. devendo-se adotar uma área mínima de ventilação de 400cm²: II . § 3º Outros dimensionamentos citados nesta IN são válidos para as referidas situações específicas. a ventilação pode ser realizada através de uma abertura para o exterior ou para prisma de ventilação. salas e dormitórios não podem receber aparelhos de aquecimento a gás em seu interior. 131.uma abertura inferior. com borda inferior no máximo a 1.

134. forno. Tabela 11 – Condições de volume de ar para a instalação de aquecedores Volume (m3) Capacidade máxima (kcal/min) < 3.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) IV . pequenos cubículos projetados para esta finalidade) estão isentos do requisito de volume mínimo. 132. Art.5 proibido a instalação 3.5 a 6 75 6a8 150 8 a 12 200 12 a 16 300 > 16 400 § 1º o volume da cozinha pode ser somado ao da área de serviço.a área de ventilação permanente total da cozinha seja no mínimo de 600cm2. fogão. V .ex. II . constituída por uma das alternativas apresentadas a seguir: 38/96 . etc). armários. para efeito de calculo de volume. V . Subseção I Aparelhos a gás de cocção Art. cada qual com no mínimo 100cm2. se for ambiente contiguo ou existir ventilação permanente inferior e superior. § 2º a área de ventilação total da área de serviço seja no mínimo de 600cm 2. churrasqueira. limitados à potência nominal total de 216kcal/min. Nas áreas de serviço podem ser instalados aquecedores de água desde que atendam as condições de volume de ar constantes na tabela 11.existência de aberturas para o exterior necessárias para o bom funcionamento do aparelho a gás. incluindo-se armários e outros. Locais destinados única e exclusivamente à instalação de aparelhos a gás com chaminé (compartimento exclusivo. O local da instalação de aparelhos a gás de cocção (p. na parede divisória entre os ambientes.a porta de acesso ao aparelho a gás mantenha o compartimento isolado de outros locais. desde que atendidos as seguintes condições: I . Art. e obedeça às condições para as aberturas permanentes para ventilação. III . deve possuir ventilação permanente. previstas neste capítulo.impossibilidade de permanência de pessoas no local. IV .não estejam conjugados com sala ou dormitório. 133.o local seja feito de material incombustível.local utilizado apenas para instalação do aparelho a gás. obedecendo às condições para a ventilação anterior.

O local de instalação deve ter um volume bruto mínimo de 6m3. Parágrafo único. § 1º Circuito aberto.duas aberturas para ventilação (superior e inferior). com área total útil e permanente de no mínimo 100cm2 cada. para um ambiente contíguo. § 3° Exaustão forçada é quando ocorre a retirada dos gases de combustão através de dispositivos eletromecânicos pertencente ao aparelho a gás. é a denominação para os aparelhos a gás que utilizam ar do ambiente para efetuar a combustão (ver figura 16). O local de instalação deve possuir aberturas superior e inferior para ventilação permanente. para o exterior.2m2.abertura permanente. 135. Art. § 2º Exaustão natural é quando ocorre a retirada dos gases da combustão sem o uso de dispositivos eletromecânicos do aparelho a gás. Subseção II Aparelhos de circuito aberto com exaustão natural ou forçada Art. 136. Figura 16 – Aparelhos de circuito aberto com chaminé e exaustão natural Fonte: RIP Comgás Subseção III Aparelhos de circuito fechado com exaustão natural ou forçada 39/96 . só com o uso de chaminé (ver figura 16). dimensionada de acordo com este capítulo. O local de instalação deve ter um volume bruto mínimo de 6m3. III . com área útil de no mínimo 100cm2 cada. e este possuindo duas aberturas para ventilação (superior e inferior). com área mínima de 1.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) I .

IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) Art. Os dutos de exaustão individual e coletivo. 137. 140.serem resistente à corrosão. II . Considera-se que um aparelho a gás é de Circuito Fechado. Art. quando o circuito de combustão (entrada de ar e saída dos produtos de combustão) não tem qualquer comunicação com a atmosfera do ambiente no qual está instalado (ver figura 17). Seção I Exaustão individual Art.serem fabricados com materiais incombustíveis. destinada a conduzir os produtos da combustão para o exterior da edificação. devem: I . 139. o duto instalado entre a saída do defletor e a chaminé coletiva ou o ar livre. 40/96 . Considera-se chaminé individual (ver figura 18). Todos os aparelhos a gás devem conduzir os gases da combustão para o exterior da edificação através de dutos (chaminés) de exaustão individual ou exaustão coletiva.a seção do duto de exaustão não pode ser inferior ao diâmetro de saída do defletor do aparelho a gás. devendo ser observado: I . 138. Figura 17 – Aparelhos de circuito fechado com exaustão natural ou forçada Fonte: RIP Comgás CAPÍTULO XI EXAUSTÃO DOS GASES DE COMBUSTÃO Art. O local de instalação de aparelhos a gás de circuito fechado não apresenta restrição quanto ao volume bruto mínimo e não há obrigatoriedade de aberturas permanentes de ventilação. Parágrafo único.

III .é proibida a instalação de dois ou mais aparelhos a gás com exaustão natural com um único terminal (ver Figura 19). ao longo de seu percurso. Parágrafo único. Considera-se defletor. Figura 18 – Exemplos de chaminés individuais Fonte: RIP Comgás 41/96 .não é permitida a passagem do duto de exaustão através de espaços vazios desprovidos de abertura permanente para a área externa ou para ambientes que possuam abertura permanente para a área externa (ventilação superior e inferior de no mínimo 200cm2).a chaminé individual deve ter o menor percurso possível. IV .é proibido qualquer tipo de emenda no duto de exaustão flexível. exceto nas conexões. V . desvios e projeções horizontais. o dispositivo destinado a estabelecer o equilíbrio aerodinâmico entre a corrente dos gases de combustão e o ar exterior. sendo parte integrante de determinados aparelhos a gás.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) II . evitando-se curvas.

IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN)

Figura 19 – Instalação correta de 2 aparelhos a gás com chaminés individuais
Fonte: RIP Comgás

Subseção I
Terminal de chaminé
Art. 141. O terminal deve ser instalado de forma a atender aos seguintes requisitos:
I - ser fixado de forma a evitar deformações e deslocamentos em função de esforços
externos;
II - ser instalado de modo a propiciar a exaustão dos gases evitando o mau
funcionamento do aparelho ou a contaminação de ambientes internos.
III - na montagem do duto de exaustão, deve ser observada uma distância mínima de
2cm de materiais inflamáveis, devendo ainda o duto ser envolto em uma proteção adequada.
Art. 142. Para os aparelhos classificados como circuito aberto, podem ser utilizados
na instalação, na face da edificação, os terminais tipo “tê” ou “chapéu chinês”.
Art. 143. Para os aparelhos classificados como circuito fechado, devem ser utilizadas
as especificações do fabricante.
Art. 144. Os terminais da chaminé não devem ser instalados nas faces das edificações
(ver figura 20), nas seguintes situações:
I - a menos de 40cm abaixo de beirais de telhados, balcões ou sacadas que dificultem
a circulação do ar;
II - a menos de 40cm de outras instalações;
III - a menos de 40cm de paredes do prédio, ou obstáculos que dificultem a
circulação doar;

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IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN)

IV - a menos de 60cm da projeção vertical das tomadas de ar exterior (ar
condicionado);
V - a menos de 40cm de afastamento lateral de janelas de ambientes de permanência
prolongada (quartos e salas);
VI - a menos de 60cm abaixo de basculantes, janelas ou quaisquer aberturas de
ambiente;
VII - a menos de 10cm da face da edificação para o terminal tipo chinês e “tê”.
Entrada de ar do
pavimento superior
Saída de ar do
pavimento

Extremidade do
duto de exaustão

Figura 20 – Afastamentos dos terminais das chaminés
Fonte: RIP Comgás

Subseção II
Dimensionamento de dutos de exaustão individual
Art. 145. O diâmetro da chaminé individual deve ser no mínimo igual ao diâmetro de
saída do defletor do aparelho utilizado, estabelecido pelo fabricante.
Art. 146. Para instalações na qual o único trecho vertical do duto de exaustão que
antecede o desvio (curva), medida da gola do defletor do aparelho até a geratriz inferior do
desvio, for de 60cm, no mínimo (ver figura 21) o terminal a ser instalado será o tipo “Tê” e
faculta-se a apresentação do dimensionamento, devendo atender aos demais critérios previstos
nesta IN.
Parágrafo único. O trecho horizontal pode ter um comprimento máximo de 4 metros.
Art. 147. Não sendo possível o atendimento do artigo anterior, o trecho vertical da
chaminé individual, que antecede o primeiro desvio, deve ter altura mínima de 35cm, medidos
da gola do defletor do aparelho (interno ou externo) até a geratriz inferior do primeiro desvio.
§ 1º A altura total da chaminé deverá ser dimensionada de acordo com os critérios
previstos no Art. 148.

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§ 2º O terminal da chaminé a ser instalado deverá ser do tipo “chapéu chinês” (ver
figura 22).

Figura 21 – Duto de exaustão individual com terminal tipo Tê
Fonte: ABNT NBR 13.103:2013

Figura 22 – Especificação da altura H
Fonte: ABNT NBR 13.103:2013

Art. 148. A diferença de cota (altura H da figura 22), do duto de exaustão entre a saída
do defletor e a base do terminal da chaminé (no caso da terminal tipo chapéu chinês) ou entre
a saída do defletor e a parte superior do terminal da chaminé (no caso de terminal tipo Tê),
deve ser igual ou superior ao valor da expressão abaixo:
H ≥ C.

2 +K1+K2+K3+K4
2

onde:
H - é a altura total vertical, em metros;
C - é constante (0,47);
K1 - é o número de curvas 90º multiplicado pelo fator de resistência;

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expresso em metros (m) multiplicado pelo fator de resistência.25 Outros tipos de Terminais Consultar o fabricante Subseção III Dimensionamento do terminal do duto de exaustão individual Art.103:2013 45/96 . 150. Parágrafo único. No caso do terminal do tipo chapéu chinês o diâmetro da aba será igual a 1. Figura 23 – Terminal tipo Chapéu Chines Fonte: ABNT NBR 13.5 vezes o diâmetro externo da chaminé e a altura livre será 0.é o número de curvas 135º multiplicado pelo fator de resistência. K4 . Nas figuras 23 e 24 encontram-se os formatos construtivos e dimensões para os terminais do tipo “chapéu chinês” e tipo “tê”. No anexo G consta um exemplo de dimensionamento.é o comprimento total das projeções horizontais do duto de exaustão (L).é o fator de resistência do terminal. bem como detalhe da instalação com as devidas dimensões cotadas (altura. § 2º Na Tabela 12 encontram-se os fatores de resistência dos componentes do duto de exaustão: Tabela 12 – Fator de resistência dos componentes Componentes Fator K de resistência Curva 90º 0. Parágrafo único.5 Curva 135º 0. etc). o dimensionamento da altura total da chaminé e do seu terminal.7 vezes o diâmetro externo da chaminé. K3 . Art.3 por metro Terminais (chapéu chinês e tê) 0. Deverá ser apresentado para a análise do projeto preventivo contra incêndio (PPCI).25 Duto na vertical ascendente 0 Duto na projeção horizontal 0. trecho horizontal. § 1º Admite-se o uso de até quatro curvas no duto. 149.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) K2 . para a sua mudança de direção.

Considera-se Chaminé Coletiva (ver figura 25). 151. com tiragem natural. 152.103:2013 Seção II Exaustão coletiva Art. Figura 25 – Detalhe duto de exaustão coletiva Fonte: RIP Comgás Art. devendo: 46/96 . Os aquecedores poderão ter suas tomadas de exaustão reunidas numa chaminé coletiva. o duto destinado a canalizar e conduzir os gases da combustão provenientes dos aparelhos a gás para a área externa através das respectivas chaminés individuais.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) Figura 24 – Terminal tipo Tê Fonte: ABNT NBR 13.

pode ser instalados terminais do tipo chapéu chinês sem a curva (figura 23) ou terminal tipo meiding (figuras 26 e 27). Na extremidade do duto de exaustão coletivo.cada chaminé coletiva deve servir no máximo a nove pavimentos. II . IV . tubos de metal com isolamento térmico. Subseção I Terminal da chaminé coletiva Art.a ligação da chaminé secundária na chaminé coletiva deve ser feita no sentido ascendente e ter um ângulo mínimo de 100º. 153. sendo que a distância do defletor do último aparelho ligado na chaminé ate o terminal da chaminé coletiva deve ser no mínimo 5m. pré-moldados.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) I . VI . III .os dutos de exaustão individuais (chaminé secundária) que são conectados ao duto de exaustão coletiva (chaminé coletiva) devem ter uma altura mínima de 2m. podendo haver no máximo duas chaminés secundárias por pavimento.ser construída com juntas estanques e montadas uniformemente. cimento amianto. possuindo condições de acesso e uma ligação para a saída da água de condensação para o esgoto.ser executada com material incombustível resistente à corrosão e altas temperaturas. tais como: aço inoxidável (espessura mínima de 0.5mm). Figura 26 – Terminal tipo meiding 47/96 .na parte inferior da chaminé coletiva deve existir uma abertura de no mínimo 100cm². blocos de concreto. para limpeza. V . etc.

IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) Figura 27 – Terminal tipo meiding Fonte: ABNT NBR 13. de no máximo 30º em relação ao eixo vertical da chaminé. II . 155. 156. Tabela 14 – Tabela de dimensionamento dos dutos de exaustão coletiva 48/96 . As chaminés coletivas devem atender as seguintes exigências: I . Art. O dimensionamento do duto de exaustão coletiva deve atender aos dados da tabela 14.para seções retangulares. Parágrafo único.será permitido no duto de exaustão da chaminé coletiva um único desvio.a distância mínima requerida entre a cobertura do prédio e a saída do duto de exaustão da chaminé coletiva é de 40cm. 154.5. a relação entre o lado maior e o menor deve ser de 1. desde o defletor de cada aparelho até o terminal do duto de exaustão coletiva. a qual não deve ser inferior a 3.103:2013 Subseção II Dimensionamento de dutos de exaustão coletiva Art.5m. III .a altura efetiva do duto de exaustão da chaminé coletiva é a distância vertical entre a base do defletor do aquecedor do último pavimento e a saída do duto de exaustão da chaminé coletiva. Tabela 13 – Quantidade máxima de aparelhos no duto coletivo Altura média efetiva (m) Potência total (kcal/min) Número máximo de aparelhos Até 10 2100 Máximo 10 De 10 ate 15 2600 Máximo 11 Acima de 15 2900 Máximo 12 Art. IV . O número máximo de aparelhos ligados em uma chaminé coletiva deve atender à tabela 13. A altura média efetiva é a média aritmética da altura de todos os dutos de exaustão.

7 x D onde: dm = diâmetro do disco. teremos: 49/96 .no caso de terminal tipo meiding com seção circular.h < 10 m  3. Subseção III Dimensionamento do terminal da chaminé coletiva Art. de acordo com a seguinte relação: I .5cm² por 17.0cm² por 17.2kcal/min. II .5cm² por 17.5 57 63 10 79 87 11 95 105 12. Art.no caso de terminal tipo meiding com seção retangular ou quadrada. A altura (h) do duto de exaustão coletiva deve ser medida desde a entrada do aquecedor mais baixo até o topo do terminal do duto de exaustão coletiva.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) Potência máxima (kcal/min) h < 10m h ≤ 10 ≤ 20m h > 20m Até 250 Até 250 Até 250 Até 416 Até 416 Até 416 Até 500 Até 500 Até 666 Até 666 Até 666 Até1000 Até 833 Até1000 Até 1333 Até 1000 Até1333 Até 1750 Até 1166 Até 1750 Até 2083 Até 1333 Até 2083 Até2583 Até 1666 Até 2583 Até 3000 Até 2000 Até 3000 Até 3550 Até 2333 Até 3483 Até 4316 Até 2716 Até 4016 Até 5000 Seção Circular Seção Retangular DI (cm) Área (cm²) Área (cm²) 8. e D = diâmetro interno da chaminé coletiva.2kcal/min. em cm.5 189 208 17 226 249 18 255 280 20 314 345 22 380 418 24 452 497 26 531 584 Nota: DI = Diâmetro interno Parágrafo único. teremos: dm = 1.5 x D hm = 0.h > 20 m  2.2kcal/min.5 123 135 14 154 169 15. II . O dimensionamento do terminal da chaminé coletiva deve atender: I . Para potências maiores que as indicadas na tabela 14. 158. 157. devem-se aumentar a seção da chaminé. III .10 ≤ h ≤ 20 m  2. hm = altura entre o disco de meiding e a saída da chaminé coletiva.

Os componentes dos vaporizadores sujeitos à pressão de GLP devem ser projetados.. b = largura externa da chaminé coletiva. f = soma das seções transversais livres de cada chaminé coletiva (f1+f2+. sendo que devem ser selecionados para vaporizar GLP na máxima vazão requerida pelas instalações. Os vaporizadores podem ser aquecidos a vapor de água. 159.) em cm2. fabricados e testados para uma pressão mínima de projeto de 17kgf/cm². 162. trecho horizontal e outros.código de construção (ano de edição) e ano de fabricação. II .nome do fabricante e modelo. IV . em cm. am = comprimento do disco de Meiding.capacidade de vaporização máxima. atmosférico ou a gás (direta ou indiretamente). 163. Os vaporizadores devem ter no mínimo as informações abaixo em uma placa fixada junto a estes. Art. bem como detalhe da instalação com as devidas dimensões cotadas como altura. sendo proibido o aquecimento dos recipientes de armazenagem do GLP. O GLP somente pode ser vaporizado de forma forçada em equipamentos para tal fim.máxima e mínima temperatura de operação. II . Art. CAPÍTULO XII VAPORIZADORES Art. o dimensionamento da chaminé coletiva (ver exemplo de cálculo no Anexo G) e do seu terminal. em cm. 161. V . informando a sua temperatura de entrada. em cm. água quente. Art.. sendo que estas informações também devem estar contidas em documentos fornecidos pelo fabricante: I . 160. seja por mecanismos internos ou processos externos. a = comprimento externo da chaminé coletiva. e devem atender às normas de construção. bm = largura do disco de Meiding. energia elétrica. 50/96 . em cm. e = espessura da parede da chaminé coletiva. em cm. Art.número de série do vaporizador e pressão de projeto. Deverá ser apresentado para a análise do projeto preventivo contra incêndio (PPCI).IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) am = a + 2 x (hm – e) bm = b + 2 x (hm – e) onde: hm = altura entre o disco de meiding e a saída da chaminé coletiva.

Os vaporizadores devem estar instalados em local permanentemente ventilado.identificação da área classificada onde pode ser instalado.a capacidade de alívio deve ser suficiente para proteger o vaporizador de sobre pressão. este deve ser construído de material não combustível e deve ter ventilação natural no nível do piso. atmosférico e elétrico classificado Tomada de Recipientes Abastecimento Edificação e/ou divisa de propriedade edificável 3m 4.5m 1. aberturas de edificações (situadas abaixo do nível superior do vaporizador) e depressões. desde que a divisa de propriedade e as edificações sejam de parede não vazada de alvenaria. 169. Art. Parágrafo único. Os vaporizadores devem possuir válvula de segurança diretamente conectada à fase vapor do GLP. Art. O piso abaixo dos vaporizadores deve ser incombustível e possuir caimento para evitar o acúmulo de eventual vazamento de GLP próximo ao vaporizador e recipientes. água quente e atmosférico podem ser instalados conforme esta tabela. No mínimo uma válvula de bloqueio deve ser instalada em cada tubulação entre o recipiente de GLP e o vaporizador. afastado 3 metros de ralos.5m do vaporizador. Art. Art.5m 7.8m e TRF de 2 h. aos pontos de abastecimento e às edificações e/ou divisas de propriedade edificável deve estar de acordo com a Tabela 15. 167. Se o vaporizador for instalado em um Abrigo.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) VI . 51/96 . A distância mínima dos vaporizadores aos recipientes. I .5m 0m (2) Notas: (1) Quando a fonte geradora de energia dos vaporizadores a vapor de água e água quente for acionada por fogo e estiver instalada a menos de 4. Tabela 15 – Distância dos Vaporizadores Tipo de vaporizador (1) Acionado por fogo/elétrico não classificado A vapor. 165.as válvulas de alívio devem descarregar diretamente para o ar livre.5m 1. (2) Os vaporizadores elétricos classificados a vapor. Os vaporizadores devem ser providos de meios automáticos adequados que evitem que o GLP líquido passe do vaporizador para a tubulação de descarga da fase vapor do gás em qualquer condição operacional. II . 168. este vaporizador deve ser considerado acionado por fogo. Art. 164. água quente. quando aplicável. Art. 170. 166. com altura mínima de 1. Os sistemas de vaporização devem ser equipados com meios de drenagem para local ventilado externo ao Abrigo (quando este existir). Art.

173. 180. e não ser inferior a 2. A mangueira de transferência de GLP líquido para recipientes montados em empilhadeiras não pode passar por dentro de edificações. com a rede totalmente exposta. 177. será exigido o laudo ou ensaio de estanqueidade da rede de gás.25kgf/cm 2. Art. CAPÍTULO XIII ABASTECIMENTO DE EMPILHADEIRA Art. sem apresentar vazamentos. com ventilação natural e construída com materiais incombustíveis. 171. 52/96 . 176. A elevação da pressão deve ser feita gradativamente. 175. Art. 172. com a respectiva ART ou RRT. Art. Deverá ser ensaiada. As redes devem ficar submetidas à pressão de teste por tempo não inferior a 60 minutos. Os vaporizadores devem possuir dispositivos automáticos que evitem que estes sofram superaquecimento. A transferência de GLP líquido para recipientes montados em empilhadeiras deve ser realizada somente em áreas externas. Art. O ponto de transferência de GLP utilizado na operação de abastecimento das empilhadeiras deve estar de acordo com os requisitos referente a “tomada de abastecimento”. das instalações de gás. Art. Art. sob pressão mínima de 1.5 vez a pressão de trabalho máximo admitido. com ar comprimido ou gás inerte. Nas vistorias para habite-se e para funcionamento. Na utilização de vaporizador com retorno de fase vapor para o recipiente de GLP deve ser previstos meios que evitem aumento de pressão acima de 75% da pressão máxima de trabalho do recipiente. Art. podendo esta área ser coberta com aberturas laterais. Não é permitida a transferência de GLP líquido para recipientes dentro de edificações. CAPÍTULO XIV VISTORIAS Seção I Teste de estanqueidade Art. exceto quando esta edificação for construída especificamente para este fim. 174. com validade de 5 anos.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) Art. exceto nas edificações construídas especificamente para este fim. 178. 179.

Para os demais aparelhos (por exemplo: exaustão forçada. A instalação dos aparelhos aquecedores a gás é facultativa no momento da vistoria para habite-se somente para aparelhos com exaustão natural. Art. os testes devem ser feitos antes do revestimento das mesmas. Subseção I Instalação de aquecedores a gás Art. Deve ser verificada a inexistência de vazamento de gás. Art. tipo adesivo autocolante. sendo proibido o emprego de chamas para essa finalidade. 185. deve-se deixar escapar todo o ar contido na mesma. Art. Se o aquecedor de exaustão natural não estiver instalado na data da vistoria para habite-se. contendo as seguintes informações: a) instalação preparada para receber aquecedor a gás de potência máxima. seu terminal e as adequações de ambiente deverão estar instalados. 183. abrindo-se os registros dos aparelhos de utilização. Iniciada a admissão do gás na tubulação. Durante essa operação. obrigatoriamente deverão estar instalados no momento da vistoria para habite-se. A vistoria para habite-se será realizada de acordo com os critérios estabelecidos na IN 001/DAT/CBMSC. Parágrafo único.deverá ser observado o diâmetro de 14cm para a chaminé. a ser afixada na parede na posição do aquecedor. 184. Para redes embutidas.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) Parágrafo único. não se permitindo nos mesmos qualquer fonte de ignição.deverá ser prevista placa informativa. Deve ser usado manômetro com fundo de escala até 2 vezes a pressão do teste. II . Art. de até xxx kcal (informar a potência do aparelho dimensionado). devem ser observados os seguintes requisitos: I . e para as instalações de aquecedores ou de recipientes de GLP. 53/96 . 181. 186. Parágrafo único. fluxo balanceado. considerando-se a possibilidade do equipamento de maior potência. etc). solicitando da empresa instaladora a apresentação de ART ou RRT. 182. os ambientes devem ser mantidos amplamente arejados.a chaminé. III . c) somente realize a instalação com acompanhamento de profissional habilitado. b) observe o projeto preventivo contra incêndio para obter melhores informações. admiti-se ainda as situações previstas neste Capítulo. Seção II Vistoria para habite-se Art.

constar também o desenho com detalhe da instalação aprovado no projeto preventivo contra incêndio. desde que sejam atendidos os seguintes requisitos: I .apresentação de ART ou RRT com indicação do período em que a empresa se responsabiliza pelo abastecimento. ampliandose a quantidade instalada de acordo com a taxa de ocupação do prédio. No momento da vistoria para habite-se deverá ser apresentada cópia do manual do proprietário emitido pela construtora. II .IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) IV . no momento da vistoria para habite-se: I .nos casos em que sabidamente haverá ocupação total imediata. CAPÍTULO XV DISPOSIÇÕES FINAIS 54/96 . ou mesmo troca dos recipientes transportáveis trocáveis por recipientes abastecidos no local. 189. ex.apresentação de requerimento por parte da empresa distribuidora de gás.na placa informativa. O Chefe da SAT decidirá o caso. caso o resultado esteja de acordo com esta IN. 187. como nos conjuntos habitacionais construídos para abrigar as pessoas atingidas por desastres naturais. assinada pelo responsável técnico da mesma. Poderá ser aceito que as Centrais de GLP sejam liberadas na vistoria para habite-se contendo quantidade de recipientes menor do que o previsto em projeto. rede de alimentação e seus acessórios) esteja pronta para receber a quantidade de recipientes dimensionada em PPCI para a taxa de ocupação de 100%. Subseção II Instalação dos recipientes de GLP e taxa de ocupação do imóvel Art.o desenho da placa informativa deve ser previsto no projeto preventivo contra incêndios.nas situações em que por alguma razão haja necessidade de diminuição de recipientes na Central de GLP (p.: por falta de espaço). II . haverá necessidade de apresentação de novo cálculo para dimensionamento da Central de GLP e somente será aprovada a alteração de PPCI. contendo as orientações de instalação dos aquecedores a gás para os proprietários do imóvel. Art. com data de início e fim e a quantidade de gás mensal que será fornecida. Art. III . após certificar-se de que a edificação não está totalmente ocupada. 188.que toda a instalação física (construção da Central de GLP. indicando o seu nº de registro no conselho de classe profissional. V .

Esta IN. Cel BM MARCOS DE OLIVEIRA Comandante Geral do Corpo de Bombeiros Militar ________________________________________________________________ ANEXOS Anexo A – Terminologias específicas Anexo B – Fator de simultaneidade de consumo Anexo C – Taxa de vaporização de recipientes de GLP Anexo D – Potência adotada para dimensionamento da rede primária Anexo E – Tabela de dimensionamento da rede primária Anexo F – Tabela de dimensionamento da rede secundária Anexo G – Exemplo de cálculo das instalações de gás combustível 55/96 . 190. entra em vigor na data de sua publicação. ficando revogada a IN 008/DAT/CBMSC. Florianópolis. 28 de março de 2014.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) Art. publicada em 05/05/2009. com abrangência em todo o território catarinense.

80m de altura. através das respectivas chaminés individuais. Área total de ventilação: soma das áreas de ventilação inferior e superior de um ambiente. Aparelhos de circuito aberto: aparelhos que utilizam o ar necessário para efetuar a combustão completa. contendo no mínimo dois portões em lados opostos. gradil ou elementos vazados com 1. Chaminé individual: duto destinado a conduzir os gases de combustão. Central de Gás com recipientes aterrados: Central cujos recipientes estacionários estão protegidos por taludes com recobrimento de terra compactada mantendo 30cm. Aparelho a gás: aparelho que utiliza gás combustível. de qualquer ponto dos costados dos recipientes. no mínimo. Chaminé: duto acoplado ao aparelho a gás que assegura o escoamento dos gases da combustão para o exterior da edificação. Analisador de combustão: aparelho destinado a analisar a composição dos gases da combustão e quantificar os componentes mais importantes. Chaminé coletiva: duto destinado a canalizar e conduzir para o ar livre os gases provenientes dos aparelhos a gás. podendo ainda medir ou calcular outros parâmetros importantes para a combustão. proveniente da atmosfera do ambiente. Central de Gás com recipientes de superfície: Central cujos recipientes estacionários são instalados diretamente sobre o solo ou sobre suportes rente ao chão. 56/96 . medida entre a tangente do topo dos recipientes e o nível do solo. Chama aberta: fogo oriundo de chama permanentemente acesa. gerados no aparelho a gás entre o defletor e a chaminé coletiva ou o ar livre. destinada à proteção física de recipientes de GLP e seus acessórios. Aparelhos de circuito fechado: aparelhos nos quais o circuito de combustão (entrada de ar e saída dos produtos de combustão) não tem qualquer comunicação com a atmosfera do ambiente. delimitada através de cerca de tela. Capacidade volumétrica: capacidade total em volume de água que o recipiente pode comportar.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) ANEXO A Terminologias específicas Ambiente: local interno da residência no qual está instalado o aparelho a gás combustível. Central de Gás: construção com paredes resistente ao fogo. Central de Gás com recipientes enterrados: Central cujos recipientes estacionários são instalados de modo a manterem profundidade mínima de 30cm. cobertura e porta.

Gás combustível: para efeito de aplicação desta Instrução Normativa. essencialmente metano. Exaustão forçada: retirada dos gases de combustão através de dispositivos eletromecânicos. pequenos motores. faísca. capaz de causar uma auto-ignição do GLP. por GLP (fase vapor). fornos. não estão classificados na categoria de equipamentos ou máquinas que produzem calor. 57/96 . aparelhos de ar condicionado. ex. Gás Liquefeito de Petróleo . através da queima.: bombas d’água. aparelhos de ar condicionado e pequenos motores. são considerados gases combustíveis o GLP ou o GN. Não são considerados fontes de ingnição: bombas d’água. Equipamento ou máquina que produz calor: são aqueles com a finalidade de produzir calor (p. arco elétrico ou chama temporária que possam iniciar uma combustão.GN: hidrocarbonetos combustíveis gasosos. Gases da combustão: gases resultantes da reação entre o combustível e o comburente (oxigênio do ar atmosférico) durante o processo de combustão. fornos. Equipamento ou máquina que geram calor: são aqueles que geram calor durante o seu funcionamento (p. Gaseificação: operação de substituição do ar ou gás inerte contido nos recipientes novos ou provenientes de inspeção. sendo o GLP um gás mais denso que o ar. somente com a utilização de chaminés. Exaustão natural: saída dos gases de combustão sem dispositivos eletromecânicos. gerando como resultado gases da combustão e calor. normalmente em fase líquida. manutenção ou requalificação. cuja produção pode ser associada ou não na produção de petróleo. que interliga a tomada de abastecimento ao recipiente da Central de GLP. Instalação de GLP: conjunto de tubulações. boilers.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) Combustão: reação química entre o combustível e o comburente (oxigênio do ar atmosférico). Defletor: dispositivo destinado a estabelecer o equilíbrio aerodinâmico entre a corrente dos gases de combustão e o ar exterior.GLP: produto constituído de hidrocarbonetos com três ou quatro átomos de carbono (propano. ex. Fontes de ignição: pontos onde possa ocorrer liberação de energia suficiente para produzir calor (p.: caldeiras. acessórios e equipamentos que conduzem e utilizam o GLP para consumo. Indicador de nível volumétrico: instrumento destinado à indicação volumétrica do percentual de fase líquida contido no recipiente. sendo o GN um gás menos denso que o ar. a uma temperatura situada entre 490 ºC e 610 ºC. butano e buteno). etc). propeno.: caldeiras. boilers. etc). Linha de abastecimento: trecho de tubulação para condução de GLP. ex. etc). Gás Natural .

com todos os queimadores acesos e devidamente regulados.05 kgf/cm2). Registro geral de corte: dispositivo destinado a interromper o fornecimento de gás para todos os pontos de consumo da edificação. considera-se a parede (maciça ou sem espaços vazios) erguida com o objetivo de isolar os recipientes de GLP de outros ambientes. após o regulador de primeiro estágio ou estágio único. 58/96 . Parede resistente ao fogo: para efeito da Central de Gás. e proteger os recipientes de GLP de fontes de ignição ou calor. destinado a distribuir o GLP por toda a edificação. projetado e construído conforme normas reconhecidas internacionalmente. com capacidade volumétrica total superior a 90 kg. abastecido no próprio local da instalação. Recipiente estacionário: recipiente fixo. podendo ou não possuir proteção metálica ou têxtil. Regulador de pressão de 1º estágio: equipamento destinado a reduzir a pressão do gás. para um valor adequado ao funcionamento do aparelho de utilização de gás abaixo de 5 kPa (0. Regulador de estágio único: dispositivo destinado a reduzir a pressão do gás. para um valor nominal de até 150 kPa (1. Rede de distribuição: todo o conjunto de tubulações e acessórios. abastecido em base de engarrafamento e transportado cheio para troca.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) Mangueira flexível: tubo flexível de material sintético. Recipiente transportável: recipiente com capacidade volumétrica total igual ou inferior a 90 kg. Potência nominal dos aparelhos: quantidade de calor contida no combustível consumido na unidade de tempo. Rede primária: trecho da rede de distribuição situado entre o regulador de primeiro estágio e o de segundo estágio. Rede secundária: trecho da rede de distribuição situado entre o regulador de segundo estágio ou estágio único e os aparelhos de utilização. através de dispositivos apropriados para este fim. situado entre os recipientes de GLP e o primeiro regulador de pressão. antes de sua entrada na rede primária. com características comprovadas para o uso do GLP. antes de sua entrada na rede secundária. Registro de corte do tipo fecho rápido: dispositivo destinado a interromper o fornecimento de gás. Rede de alimentação: trecho da instalação em alta pressão.5 kgf/cm2). Recipiente: vaso de pressão destinado a conter o gás liquefeito de petróleo. indicada pelo fabricante do aparelho. subdividida em rede primária e rede secundária. necessitando apenas de ¼ de volta para completar a operação de corte (interromper ou liberar o fluxo de gás). pelo aparelho de utilização de gás.

Tomada para abastecimento: ponto destinado ao abastecimento a granel. Válvula de segurança ou Válvula de alívio de pressão: dispositivo destinado a aliviar a pressão interna do recipiente ou tubulação. O volume da mobília ou utensílios que esteja contido no ambiente não deve ser considerado no cálculo.5ºC). Vaporização natural: quando a vaporização acontece no mesmo reservatório de estocagem (recipiente) e o calor necessário a vaporização é fornecido pelo calor sensível do ar que circunda o recipiente. 59/96 . o fator de conversão [massa x volume] exato só poderá ser considerado conhecendo-se as variáveis citadas. para transferência de GLP do veículo-tanque para o recipiente. e 1m³ de GLP vapor = 2.(Vent´s). Volume bruto: volume delimitado pelas paredes. Adota-se o fator de conversão de 1m3 de GLP líquido = 541kg. Relação entre líquido e vapor de GLP: a relação entre massa e volume do GLP varia de acordo com a sua pressão. etc. mangueira. Ventilação natural: movimento de ar e sua renovação por meios naturais. antes de sua entrada na rede secundária. Tanque estanque: todo e qualquer recipiente destinado a armazenar gás liquefeito de petróleo (GLP). para um valor adequado ao funcionamento do aparelho de utilização de gás abaixo de 5 kPa (0. por liberação total ou parcial do produto nele contido para a atmosfera . para fins de recarga e consumo em recipientes estacionários ou transportáveis utilizados como estacionários. Válvula de retenção: válvula que permite o fluxo em sentido único. sendo automaticamente acionada para interrupção de um fluxo em sentido contrário.05 kgf/cm2). Válvula de excesso de fluxo: dispositivo de proteção contra fluxo excessivo acima de um valor predeterminado que pode ocorrer no caso de rompimento de tubulação. temperatura e composição (de 40% a 60% propano + 60% a 40% butano + traços de etano e pentano). que não o recipiente. que recebe o GLP na forma líquida e adiciona calor suficiente para converter o líquido em estado gasoso. Portanto. através do acoplamento de mangueiras. Válvula de bloqueio: válvula que permite a obstrução total à passagem de fluido.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) Regulador de pressão de 2º estágio: dispositivo destinado a reduzir a pressão do gás. piso e teto.15kg (pressão = 1atm e temperatura = 15. Terminal de chaminé: dispositivo instalado na extremidade da chaminé. Vaporizador: dispositivo.

IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) ANEXO B Fator de simultaneidade de consumo Central de GLP – Nº de Recipientes Consumo Fator de SimulTotal taneidade (F) P-45 P-190 P-500 P-1000 em kg/h em % Fr = 25% Fr = 35% Fr = 25% Fr = 35% Fr = 25% Fr = 35% Fr = 25% Fr = 35% 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 32 34 36 38 40 42 44 46 48 50 55 60 65 70 75 80 85 90 95 100 105 110 115 100 100 95 83 80 77 73 70 64 63 61 59 57 55 53 52 50 49 47 46 45 44 43 41 40 39 38 37 36 35 34 32 31 30 29 28 28 27 27 26 25 24 23 22 21 20 19 19 18 18 17 17 2+2 2+2 3+3 3+3 4+4 4+4 4+4 5+5 5+5 5+5 5+5 6+6 6+6 6+6 6+6 7+7 7+7 7+7 7+7 7+7 7+7 8+8 8+8 8+8 8+8 8+8 8+8 8+8 8+8 8+8 9+9 9+9 9+9 9+9 9+9 9+9 10 + 10 10 + 10 10 + 10 11 + 11 11 + 11 12 + 12 12 + 12 12 + 12 13 +13 13 +13 13 +13 14 +14 14 +14 14 +14 14 +14 15 + 15 1+1 2+2 2+2 3+3 3+3 4+4 4+4 4+4 4+4 5+5 5+5 5+5 5+5 5+5 6+6 6+6 6+6 6+6 6+6 6+6 6+6 7+7 7+7 7+7 7+7 7+7 7+7 7+7 7+7 7+7 8+8 8+8 8+8 8+8 8+8 8+8 8+8 8+8 9+9 9+9 10 + 10 10 + 10 10 + 10 11 + 11 11 + 11 11 + 11 11 + 11 12 + 12 12 + 12 12 + 12 12 + 12 13 +13 1 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 4 4 4 4 4 4 4 4 4 1 1 1 1 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 4 3 4 1 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 1 1 1 1 1 2 2 2 2 2 2 2 2 2 - - 60/96 .

IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) ANEXO B Fator de simultaneidade de consumo (continuação) Central de GLP – Nº de Recipientes Consumo Fator de SimulTotal P-45 P-190 P-500 P-1000 taneidade em % em kg/h Fr = 25% Fr = 35% Fr = 25% Fr = 35% Fr = 25% Fr = 35% Fr = 25% Fr = 35% 120 125 130 135 140 145 150 160 170 180 190 200 210 220 230 240 250 260 270 280 290 300 310 320 330 340 350 360 370 380 390 400 410 420 430 440 450 460 470 480 490 500 510 520 530 540 550 560 570 580 17 15 + 15 13 +13 4 4 2 2 16 15 + 15 13 +13 4 4 2 2 16 14 +14 16 + 16 4 4 2 2 16 14 +14 16 + 16 5 4 2 2 16 15 + 15 17 + 17 5 4 2 2 16 15 + 15 17 + 17 5 4 2 2 16 18 + 18 16 + 16 5 4 3 2 16 19 + 19 17 + 17 5 5 3 2 16 20 + 20 18 + 18 6 5 3 3 16 22 + 22 19 + 19 6 5 3 3 16 23 + 23 20 + 20 7 6 3 3 16 24 + 24 21 + 21 7 6 3 3 16 25 + 25 22 + 22 7 6 4 3 16 26 + 26 23 + 23 8 7 4 3 16 28 + 28 24 + 24 8 7 4 3 16 29 + 29 25 + 25 8 7 4 4 16 30 + 30 26 + 26 9 7 4 4 16 31 + 31 27 + 27 9 8 4 4 16 32 + 32 28 + 28 9 8 5 4 16 34 + 34 29 + 29 10 8 5 4 16 35 + 35 30 + 30 10 9 5 4 16 36 + 36 31 + 31 10 9 5 4 16 37 + 37 32 + 32 11 9 5 5 16 38 + 38 33 + 33 11 10 5 5 16 40 + 40 34 + 34 11 10 6 5 16 41 + 41 35 + 35 12 10 6 5 16 42 + 42 36 + 36 12 10 6 5 16 43 + 43 37 + 37 12 11 6 5 16 44 + 44 38 + 38 13 11 6 5 16 46 + 46 40 + 40 13 11 7 6 16 47 + 47 41 + 41 13 12 7 6 16 48 + 48 42 + 42 14 12 7 6 16 49 + 49 43 + 43 14 12 7 6 16 50 + 50 44 + 44 14 12 7 6 16 52 + 52 45 + 45 15 13 7 6 16 53 + 53 46 + 46 15 13 8 7 16 54 + 54 47 + 47 15 13 8 7 16 55 + 55 48 + 48 16 14 8 7 16 56 + 56 49 + 49 16 14 8 7 16 58 + 58 50 + 50 16 14 8 7 16 59 + 59 51 + 51 17 15 8 7 16 60 + 60 52 + 52 17 15 9 7 16 61 + 61 53 + 53 17 15 9 8 16 62 + 62 54 + 54 18 15 9 8 16 64 + 64 55 + 55 18 16 9 8 16 65 + 65 56 + 56 19 16 9 8 16 66 + 66 57 + 57 19 16 9 8 16 67 + 67 58 + 58 19 17 10 8 16 68 + 68 59 + 59 20 17 10 8 16 70 + 70 60 + 60 20 17 10 9 * Para consumo superior a 135kg/h. o fator de simultaneidade se mantém em 16%. 1 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 4 4 4 4 4 4 4 4 4 5 5 5 5 5 5 5 5 5 6 6 6 6 6 6 6 6 1 1 1 1 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 3 4 4 4 4 4 4 4 4 4 4 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 5 61/96 .

6 1 3. adota-se o arredondamento matemático.5 7 11 16 26 DADOS TÉCNICOS: Temperatura = 15 ºC Enchimento = 60 % Regime = Contínuo OBSERVAÇÕES: a) Quando o número de recipientes for fracionário. 62/96 .IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) ANEXO C Taxa de vaporização de recipientes de GLP TIPO DE RECIPIENTE DE GLP P-13 P-45 P-190 P-500 P-1000 P-2000 P-4000 TAXA DE VAPORIZAÇÃO (kg/h) 0. por exemplo: 2. b) Para regiões com temperaturas médias inferiores a 15 ºC. deverá ser consultada a Cia abastecedora de gás. e 2.49  adota-se 2 recipientes.50  adota-se 3 recipientes. para o devido dimensionamento da Central de GLP.

IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) ANEXO D Potência adotada para dimensionamento da rede primária Potência Computada (Pc) em kcal/min < 350 350 400 450 500 550 600 650 700 800 900 1000 1100 1200 1300 1400 1500 1600 1700 1800 1900 2000 2500 3000 3500 4000 5000 6000 7000 8000 9000 10000 11000 12000 13000 14000 15000 16000 17000 18000 19000 20000 30000 40000 50000 60000 70000 >70000 Potência Adotada (Pa) em kcal/min Pc 350 383 423 460 506 543 566 613 680 743 805 831 918 975 1030 1080 1140 1180 1230 1280 1330 1500 1650 1790 1880 2020 2130 2240 2340 2450 2560 2660 2760 2820 2910 3000 3040 3060 3150 3210 3240 3900 4760 5500 6120 6860 0.095Pc 63/96 .

IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) ANEXO E Tabela de dimensionamento da rede primária L (m) ¾ 1 1¼ 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 32 33 34 35 36 37 38 39 40 1667 1178 962 833 745 680 630 589 555 527 502 481 462 445 430 416 404 392 382 372 363 355 347 340 333 326 320 315 309 304 299 294 290 285 281 277 274 270 266 263 3867 2734 2232 1933 1729 1578 1461 1367 1289 1222 1165 1116 1072 1033 998 966 937 911 887 864 843 824 806 789 773 758 744 730 718 706 694 683 673 663 653 644 635 627 619 611 7377 5216 4259 3688 3299 3011 2788 2608 2459 2332 2224 2129 2046 1971 1904 1844 1789 1738 1692 1649 1609 1572 1538 1505 1475 1446 1419 1394 1369 1346 1325 1304 1284 1265 1246 1229 1212 1196 1181 1166 Diâmetro (polegada) 1½ 2 2½ Potência (kcal/min) 12354 27834 51853 8735 19681 36666 7132 16070 29937 6177 13917 25926 5524 12447 23189 5043 11363 21169 4669 10520 19598 4367 9840 18333 4118 9278 17284 3906 8802 16397 3724 8392 15634 3566 8035 14968 3426 7719 14381 3301 7439 13858 3189 7186 13388 3088 6958 12963 2996 6750 12576 2911 6560 12222 2834 6385 11896 2762 6223 11594 2695 6073 11315 2633 5934 11055 2576 5803 10812 2521 5681 10584 2470 5566 10370 2422 5458 10169 2377 5356 9979 2334 5260 9799 2294 5168 9629 2255 5081 9467 2218 4999 9313 2183 4920 9166 2150 4845 9026 2118 4773 8892 2088 4704 8764 2059 4639 8642 2031 4575 8524 2004 4515 8411 1978 4457 8303 1953 4401 8198 3 4 85722 60614 49491 42861 38336 34996 32400 30307 28574 27107 25846 24745 23775 22910 22133 21430 20790 20204 19666 19168 18706 18276 17874 17498 17144 16811 16497 16200 15918 15650 15396 15153 14922 14701 14489 14287 14092 13906 13726 13553 18736 13249 10817 93684 83794 76493 70819 66245 62456 59251 56494 54088 51966 50076 48378 46842 45443 44163 42985 41897 40887 39947 39069 38246 37473 36746 36059 35409 34793 34208 33652 33122 32616 32133 31671 31228 30803 30395 30003 29625 64/96 .

IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) L (m) ¾ 1 1¼ 41 42 43 44 45 46 47 48 49 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 60 61 62 63 64 65 66 67 68 69 70 71 72 73 74 75 76 77 78 79 80 260 257 254 251 248 245 243 240 238 235 233 231 228 226 224 222 220 218 217 215 213 211 210 208 206 205 203 202 200 199 197 196 195 193 192 191 189 188 187 186 603 596 589 582 576 570 564 558 552 546 541 536 531 526 521 516 512 507 503 499 495 491 487 483 479 475 472 468 465 462 458 455 452 449 446 443 440 437 435 432 1152 1138 1125 1112 1099 1087 1076 1064 1053 1043 1033 1023 1013 1003 994 985 977 968 960 952 944 936 929 922 915 908 901 894 888 881 875 869 863 857 851 846 840 835 830 824 Diâmetro (polegada) 1½ 2 2½ Potência (kcal/min) 1929 4347 8098 1906 4294 8001 1883 4244 7907 1862 4196 7817 1841 4149 7729 1821 4103 7645 1802 4060 7563 1783 4017 7484 1764 3976 7407 1747 3936 7333 1729 3897 7261 1713 3859 7190 1696 3823 7122 1681 3787 7056 1665 3753 6991 1650 3719 6929 1636 3686 6868 1622 3654 6808 1608 3623 6750 1594 3593 6694 1581 3563 6639 1568 3534 6585 1556 3506 6532 1544 3479 6481 1532 3452 6431 1520 3426 6382 1509 3400 6334 1498 3375 6288 1487 3350 6242 1476 3326 6197 1466 3303 6153 1455 3280 6111 1445 3257 6069 1436 3235 6027 1426 3214 5987 1417 3192 5948 1407 3172 5909 1398 3151 5871 1389 3131 5834 1381 3111 5797 3 4 13387 13227 13072 12923 12778 12639 12503 12372 12246 12122 12003 11887 11774 11665 11558 11455 11354 11255 11160 11066 10975 10886 10800 10715 10632 10551 10472 10395 10319 10245 10173 10102 10033 9965 9898 9833 9768 9706 9644 9584 29262 28911 28573 28247 27931 27626 27330 27044 26767 26498 26236 25983 25737 25497 25264 25038 24817 24602 24393 24189 23990 23795 23606 23421 23240 23063 22890 22721 22556 22394 22236 22081 21929 21781 21635 21492 21352 21215 21080 20948 65/96 .

IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) L (m) ¾ 1 1¼ 81 82 83 84 85 86 87 88 89 90 91 92 93 94 95 96 97 98 99 100 101 102 103 104 105 106 107 108 109 110 111 112 113 114 115 116 117 118 119 120 185 184 182 181 180 179 178 177 176 175 174 173 172 171 171 170 169 168 167 166 165 165 164 163 162 161 161 160 159 158 158 157 156 156 155 154 154 153 152 152 429 427 424 421 419 416 414 412 409 407 405 403 400 398 396 394 392 390 388 386 384 382 381 379 377 375 373 372 370 368 367 365 363 362 360 359 357 355 354 353 819 814 809 804 800 795 790 786 781 777 773 769 764 760 756 752 749 745 741 737 734 730 726 723 719 716 713 709 706 703 700 697 694 690 687 684 682 679 676 673 Diâmetro (polegada) 1½ 2 Potência (kcal/min) 1372 3092 1364 3073 1356 3055 1347 3036 1339 3019 1332 3001 1324 2984 1316 2967 1309 2950 1302 2934 1295 2917 1288 2901 1281 2886 1274 2870 1267 2855 1260 2840 1254 2826 1247 2811 1241 2797 1235 2783 1229 2769 1223 2756 1217 2742 1211 2729 1205 2716 1199 2703 1194 2690 1188 2678 1183 2666 1177 2653 1172 2641 1167 2630 1162 2618 1157 2606 1152 2595 1147 2584 1142 2573 1137 2562 1132 2551 1127 2540 2½ 3 4 5761 5726 5691 5657 5624 5591 5559 5527 5496 5465 5435 5406 5377 5348 5320 5292 5264 5238 5211 5185 5159 5134 5109 5084 5060 5036 5012 4989 4966 4944 4921 4899 4878 4856 4835 4814 4793 4773 4753 4733 9524 9466 9409 9353 9297 9243 9190 9138 9086 9035 8986 8937 8889 8841 8794 8749 8703 8659 8615 8572 8529 8487 8446 8405 8365 8326 8287 8248 8210 8173 8136 8100 8064 8028 7993 7959 7925 7891 7858 7825 20818 20691 20566 20443 20323 20204 20088 19973 19861 19750 19641 19534 19429 19325 19223 19123 19024 18927 18831 18736 18643 18552 18462 18373 18285 18198 18113 18029 17948 17864 17784 17704 17626 17548 17472 17396 17322 17248 17176 17104 66/96 .

IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) L (m) ¾ 1 1¼ 121 122 151 150 351 350 670 667 Diâmetro (polegada) 1½ 2 2½ Potência (kcal/min) 1123 2530 4713 1118 2520 4694 3 4 7792 7760 17033 16963 67/96 .

IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) 123 124 125 126 127 128 129 130 131 132 133 134 135 136 137 138 139 140 141 142 143 144 145 146 147 148 149 150 151 152 153 154 155 156 157 158 159 160 150 149 149 148 147 147 146 146 145 145 144 144 143 142 142 141 141 140 140 139 139 138 138 137 137 137 136 136 135 135 134 134 133 133 133 132 132 131 348 347 345 344 343 341 340 339 337 336 335 334 332 331 330 329 327 326 325 324 323 322 321 320 318 317 316 315 314 313 312 311 310 309 308 307 306 305 665 662 659 657 654 652 649 647 644 642 639 637 634 632 630 628 625 623 621 619 616 614 612 610 608 606 604 602 600 598 596 594 592 590 588 586 585 583 1113 1109 1104 1100 1096 1091 1087 1083 1079 1075 1071 1067 1063 1059 1055 1051 1047 1044 1040 1036 1033 1029 1025 1022 1018 1015 1012 1008 1005 1002 998 995 992 989 985 982 979 976 2509 2499 2489 2479 2469 2460 2450 2441 2431 2422 2413 2404 2395 2386 2378 2369 2360 2352 2344 2335 2327 2319 2311 2303 2295 2287 2280 2272 2265 2257 2250 2242 2235 2228 2221 2214 2207 2200 4675 4656 4637 4619 4601 4583 4565 4547 4530 4513 4496 4479 4462 4446 4430 4414 4398 4382 4366 4351 4336 4321 4306 4291 4276 4262 4248 4233 4219 4205 4192 4178 4165 4151 4138 4125 4112 4099 7729 7698 7667 7636 7606 7576 7547 7518 7489 7461 7433 7405 7377 7350 7323 7297 7270 7244 7219 7193 7168 7143 7118 7094 7070 7046 7022 6999 6975 6953 6930 6907 6885 6863 6841 6819 6798 6776 16894 16826 16758 16692 16626 16561 16496 16433 16370 16308 16246 16186 16126 16066 16008 15949 15892 15835 15779 15723 15668 15614 15560 15506 15453 15401 15349 15298 15247 15197 15147 15098 15049 15001 14953 14906 14859 14812 68/96 .

IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) L (m) ¾ 1 1¼ 161 162 163 164 165 166 167 168 169 170 171 172 173 174 175 176 177 178 179 180 181 182 183 184 185 186 187 188 189 190 191 192 193 194 195 196 197 198 199 200 131 130 130 130 129 129 128 128 128 127 127 127 126 126 126 125 125 124 124 124 123 123 123 122 122 122 121 121 121 120 120 120 119 119 119 119 118 118 118 117 304 303 302 301 301 300 299 298 297 296 295 294 294 293 292 291 290 289 289 288 287 286 285 285 284 283 282 282 281 280 279 279 278 277 276 276 275 274 274 273 581 579 577 576 574 572 570 569 567 565 564 562 560 559 557 556 554 552 551 549 548 546 545 543 542 540 539 538 536 535 533 532 531 529 528 526 525 524 522 521 Diâmetro (polegada) 1½ 2 2½ Potência (kcal/min) 973 2193 4086 970 2186 4074 967 2180 4061 964 2173 4049 961 2166 4036 958 2160 4024 955 2153 4012 953 2147 4000 950 2141 3988 947 2134 3977 944 2128 3965 941 2122 3953 939 2116 3942 936 2110 3931 933 2104 3919 931 2098 3908 928 2092 3897 925 2086 3886 923 2080 3875 920 2074 3864 918 2068 3854 915 2063 3843 913 2057 3833 910 2051 3822 908 2046 3812 905 2040 3802 903 2035 3791 901 2030 3781 898 2024 3771 896 2019 3761 893 2014 3752 891 2008 3742 889 2003 3732 886 1998 3722 884 1993 3713 882 1988 3703 880 1983 3694 877 1978 3685 875 1973 3675 873 1968 3666 3 4 6755 6734 6714 6693 6673 6653 6633 6613 6594 6574 6555 6536 6517 6498 6480 6461 6443 6425 6407 6389 6371 6354 6336 6319 6302 6285 6268 6251 6235 6218 6202 6186 6170 6154 6138 6123 6107 6092 6076 6061 14766 14721 14675 14631 14586 14542 14499 14455 14413 14370 14328 14286 14245 14204 14163 14123 14083 14043 14004 13965 13927 13888 13850 13813 13775 13738 13701 13665 13629 13593 13557 13522 13487 13452 13417 13383 13349 13315 13282 13249 69/96 .

IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) L (m) ¾ 1 1¼ 201 202 203 204 205 206 207 208 209 210 211 212 213 214 215 216 217 218 219 220 221 222 223 224 225 226 227 228 229 230 117 117 117 116 116 116 115 115 115 115 114 114 114 113 113 113 113 112 112 112 112 111 111 111 111 110 110 110 110 109 272 272 271 270 270 269 268 268 267 266 266 265 264 264 263 263 262 261 261 260 260 259 258 258 257 257 256 256 255 254 520 519 517 516 515 514 512 511 510 509 507 506 505 504 503 501 500 499 498 497 496 495 494 492 491 490 489 488 487 486 Diâmetro (polegada) 1½ 2 2½ Potência (kcal/min) 871 1963 3657 869 1958 3648 867 1953 3639 864 1948 3630 862 1944 3621 860 1939 3612 858 1934 3604 856 1929 3595 854 1925 3586 852 1920 3578 850 1916 3569 848 1911 3561 846 1907 3552 844 1902 3544 842 1898 3536 840 1893 3528 838 1889 3520 836 1885 3511 834 1880 3503 832 1876 3495 831 1872 3488 829 1868 3480 827 1863 3472 825 1859 3464 823 1855 3456 821 1851 3449 819 1847 3441 818 1843 3434 816 1839 3426 814 1835 3419 3 4 6046 6031 6016 6001 5987 5972 5958 5943 5929 5915 5901 5887 5873 5859 5846 5832 5819 5805 5792 5779 5766 5753 5740 5727 5714 5702 5689 5677 5664 5652 13216 13183 13150 13118 13086 13054 13023 12991 12960 12929 12899 12868 12838 12808 12778 12748 12719 12690 12661 12632 12603 12575 12547 12519 12491 12463 12436 12408 12381 12354 70/96 .

IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) ANEXO F Tabela de dimensionamento da rede secundária L (m) ½ ¾ 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 35 40 45 50 866 612 500 433 387 353 327 306 289 274 261 250 240 231 223 216 210 204 199 194 189 185 180 177 173 170 167 164 161 158 146 137 129 122 1964 1387 1134 982 878 802 742 694 655 621 592 567 545 525 507 481 476 463 451 439 429 419 410 401 393 385 378 371 365 359 332 311 293 278 Diâmetro (polegada) 1 1¼ 1½ Potência (kcal/min) 3948 8666 13431 2792 6128 9497 2279 5003 7755 1974 4333 6716 1766 3876 6007 1612 3538 5483 1492 3275 5077 1396 3064 4749 1316 2889 4477 1248 2740 4247 1190 2613 4050 1140 2502 3877 1095 2404 3725 1055 2316 3590 1019 2238 3468 987 2167 3358 958 2102 3250 931 2043 3166 906 1988 3081 883 1938 3003 862 1891 2931 842 1848 2864 823 1807 2801 806 1769 2742 790 1733 2686 774 1700 2634 760 1668 2585 746 1638 2538 733 1609 2494 721 1582 2452 667 1465 2270 624 1370 2124 589 1292 2002 558 1226 1889 2 2½ 27151 19198 15675 13575 12142 11084 10262 9599 9050 8586 8186 7838 7530 7256 7010 6788 6585 6399 6229 6071 5925 5789 5661 5542 5430 5325 5225 5131 5042 4957 4589 4293 4047 3840 44551 31502 25722 22276 19924 18188 16839 15751 14850 14088 13433 12861 12365 11907 11503 11138 10805 10501 10221 9962 9722 9498 9290 9094 8910 8737 8974 8419 8273 8134 7530 7044 6641 6300 71/96 .

3 Dimensionamento da rede de distribuição de Gás (GLP e GN) 2.2.1 Dimensões do duto da chaminé coletiva 4.2 Terminal com seção retangular ou quadrada – disco de Meiding a) altura entre o disco de Meiding e a saída da chaminé coletiva b) comprimento do disco de Meiding c) largura do disco de Meiding DIMENSIONAMENTO INSTALAÇÕES DE GÁS COMBUSTÍVEL (GLP E GN) 1.1 Terminal com seção circular – disco de Meiding a) diâmetro do disco de Meiding b) altura entre o disco de Meiding e a saída da chaminé coletiva 4.1.1 Rede Primária 2.3.1 Cálculo do número máximo de aparelhos por chaminé a) cálculo da altura efetiva da chaminé (altura da chaminé) b) cálculo da altura média efetiva da chaminé 4.produtos da combustão 4.1.1 Duto de exaustão individual (chaminé individual) 4.1 Dados da edificação 2.2.2 Rede Secundária 3.3 Cálculo do volume de ar do ambiente 4.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) ANEXO G Exemplo de cálculo das instalações de gás combustível ROTEIRO 1.2.2.1.1 Altura de instalação do duto da chaminé individual 4.2 Terminal do duto da chaminé coletiva 4.2.2 Cálculo da abertura superior 3.2 Duto de exaustão coletivo (chaminé coletiva) 4.2.Considerações Gerais 2 Exemplo de dimensionamento 2.2 Cálculo das dimensões do duto de exaustão da chaminé coletiva a) chaminé com seção circular b) chaminé com seção retangular 4. Dimensionamento das aberturas para ventilação permanente 3. 72/96 .2 Dimensionamento do número de recipientes na Central de GLP (independente da capacidade do recipiente) 2.1.2 Terminal do duto da chaminé individual 4.1 Cálculo da abertura inferior 3.2.3. Dimensionamento de dutos de exaustão .2. CONSIDERAÇÕES GERAIS 1º) Uma vez definido os tipos de aparelhos a gás que serão instalados na edificação deverá ser definido também os locais de instalação dos mesmos em projeto.

4º) Especificar no esquema isométrico da rede primária (conforme figura 1 deste Anexo G). partindo-se da Central de GLP ou da Estação de GN ou ainda.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) 2º) Definir o local de instalação da Central de GLP ou da Estação de GN. 73/96 . a critério do projetista. iniciando a partir do último ponto de utilização até a Central de GLP ou Estação de GN. que deve ser fornecida pelo fabricante do aparelho e registrado em projeto. partindo-se do medidor até os pontos de instalação dos aparelhos a gás. 5º) O levantamento de consumo de gás é feito através do somatório da potência nominal de cada aparelho a gás. a potência computada total no trecho (pavimento). a partir de veículo abastecedor com sistema próprio de transferência de GLP (P-190. recipientes abastecido por massa em base de engarrafamento e transportado cheio para troca. 6º) Cotar no esquema isométrico. aplica-se o fator de redução somente para ocupação residencial privativa multifamiliar. etc). 8º) Especificar no esquema isométrico da rede secundária (conforme figura 2 deste Anexo G). 10º) Com os dados para dimensionamento das instalações de gás combustível. serão adotados os valores da Tabela 10 desta IN. equivalente a 25% para edificações com até 20 unidades habitacionais e de 35% para as edificações com mais de 20 unidades habitacionais. . c) na quantidade total de recipientes dimensionada pode ser aplicado um fator de redução. rede de distribuição primária e rede de distribuição secundária). a altura dos trechos verticais poderá ser através das cotas de níveis. (P-45) ou por recipientes abastecidos no local. P-500. 7º) Preparar o esquema isométrico da rede secundária. Na falta de registro de potência nominal. b) os gases serão conduzidos até os pontos de utilização através de um sistema de tubulações (rede de alimentação. 9º) Cotar no esquema isométrico da rede secundária. observar: a) o abastecimento das instalações de GLP pode ser por recipientes trocáveis. 3º) Preparar o esquema isométrico da rede primária e numerar sequencialmente cada nó e os Abrigos de medidores. todas as distâncias horizontais e verticais da tubulação. numerando sequencialmente cada nó e os pontos de utilização. o tipo e a potência de cada aparelho a gás. todas as distâncias horizontais e verticais da tubulação. ou para outras ocupações com característica de consumo residencial de GLP.recipientes abastecidos por volume no próprio local da instalação.

multifamiliar com 12 pavimentos (ver figura 1 deste Anexo G).1.3 Consumo de gás de cada aparelho: (ver a Tabela 10 desta IN) .1.1 DADOS DA EDIFICAÇÃO 2. OK 2º) verificar o consumo de gás de cada aparelho em kcal/min – (dado de projeto).aquecedor de passagem com capacidade de 20 litros = 400kcal/min 2.1.5 Consumo total por pavimento: Nº de apartamento = 2 Consumo total por apartamento = 617kcal/min Consumo total por pavimento = 1. e .1 aquecedor de passagem com capacidade de 20 litros = 400kcal/min Consumo total de um apartamento = 617kcal/min 2.4 Consumo total por apartamento: .IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) 2.1 aquecedor de passagem com capacidade de 20 litros 2.234kcal/min 2.2 Pontos de consumo por apartamento: . .1 fogão c/4 queimadores e 1 forno.1 secadora de roupa.234kcal/min Consumo total da edificação = Pc = 12.fogão c/4 queimadores e 1 forno = 117kcal/min .2 DIMENSIONAMENTO DO NÚMERO DE RECIPIENTES NA CENTRAL DE GLP (independente da capacidade do recipiente) 1º) verificar o tipo de aparelhos com consumo de gás (dado de projeto).1 secadora de roupa = 100kcal/min .secadora de roupa = 100kcal/min .1 fogão c/4 queimadores e 1 forno = 117kcal/min .340kcal/min 2. sendo: .2 pavimentos garagens. sem uso de gás. EXEMPLO DE DIMENSIONAMENTO 2.6 Consumo total da edificação – Pc: Nº de pavimentos com uso de GLP = 10 Consumo total por pavimento = 1. OK 3º) verificar o consumo por apartamento em kcal/min.1. OK 5º) transformar o consumo total ou Potência Computada (Pc) de kcal/min em kg/h: Consumo total da edificação: Pc = 12.1. 2. OK 4º) determinar o consumo por pavimento em kcal/min.340kcal/min 74/96 .10 pavimentos com 2 apartamentos por pavimento (9 pavimentos tipo e 1 ático). .1 Edifício resid.1.

. considerando o intervalo entre valores de Pc. . . . sabendo qual tipo de recipiente será utilizado. . O valor a ser adotado deve obedecer a regra de arredondamento. calcular o valor da “Potência adotada – Pa”: Consumo total da edificação: Pc (kg/h) = 66. . . . . . .6 1 3. .87 kg/h 10º) de posse do valor de “Pa” e. . .11 kg/h 6º) Com o valor de “Pc” entra-se na coluna 1 da tabela do Anexo B desta IN. . . . traçando uma linha horizontal até a coluna 2. 9º) De posse do fator de simultaneidade.11 x 24/100 Pa = 15. . 60 65 70 25 24 23 11 + 11 12 + 12 12 + 12 10 + 10 10 + 10 10 + 10 3 3 3 3 3 3 2 2 2 1 1 1 - - 8º) No caso do exemplo que está sendo resolvido temos o valor de Pc (66. . qual o valor do fator de simultaneidade na coluna 2→ “F”. . . . .em % Fr = 25% Fr = 35% Fr = 25% Fr = 35% Fr = 25% Fr = 35% Fr = 25% Fr = 35% 2 3 4 100 100 95 2+2 2+2 3+3 1+1 2+2 2+2 - - - - - - . . . verificando então. . 7º) Os intervalos da coluna 1 do Anexo B desta IN em que se encaixa o valor calculado são: 65 e 70 Anexo B – Fator de simultaneidade de consumo Consumo Total em kg/h Central de GLP – Nº de Recipientes Fator de Simultaneidade P-45 P-190 P-500 P-1000 (F) . verifica-se qual o valor da vaporização natural do respectivo recipiente. portanto o fator de simultaneidade (F) = 24%.11kg/h Fator de simultaneidade (F) (ver Tabela do Anexo B desta IN) = 24% Pa (kg/h) = Pc (kg/h) x F (%)/100 Pa = 66. na coluna 1. . verifica-se o valor da vaporização natural do recipiente escolhido: Anexo C – Taxa de vaporização de recipientes de GLP TIPO DE RECIPIENTE DE GLP P-13 P-45 P-190 P-500 P-1000 P-2000 P-4000 TAXA DE VAPORIZAÇÃO (kg/h) 0. . . 11º) de acordo com a tabela do Anexo C desta IN.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) Pc (kg/h) = Pc (kcal/min) x 60 min ÷ 11200 kcal/kg Pc = 12340 x 60 ÷ 11200 Pc = 66.11kg/h) mais próximo de 65 (atendendo as regras de arredondamento matemático).5 7 11 16 26 75/96 .

obtendo-se na tabela do Anexo D desta IN a potência a ser adotada para determinação do diâmetro constado na tabela do Anexo E desta IN. 3º) cada trecho da tubulação será dimensionado computando-se a soma das potências nominais dos aparelhos por ele servido.3 DIMENSIONAMENTO DA REDE DE DISTRIBUIÇÃO 2. obtendo-se a quantidade (número) de recipientes (NR). 4º) o comprimento considerado em cada trecho que se está calculando é expresso em números inteiros de metros. sendo a aproximação feita para mais. de acordo com os critérios do artigo 52 desta IN.87 recipientes  arredondamento  16 + 16 P-45 b) Para recipientes de 190kg (P-190) teremos: NR = Pa / taxa de vaporização NR = 15.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) 12º) divide-se o valor de “Pa” pela vaporização do recipiente escolhido. 14º) portanto. 76/96 . que para o caso em questão. necessários para abastecer a edificação: a) Para recipientes de 45kg (P-45) teremos: NR = Pa / taxa de vaporização NR = 15. identificado por trechos.5 = 4. 2º) ver o esquema isométrico da Figura 1 deste Anexo G. onde temos uma edificação com 20 apartamentos. 2. o número de recipientes necessários será de: a) Para P-45 teremos uma quantidade final de: NRf = NR x ( 1 – FR/100) NRf = 16 x (1 – 25/100) = 12  logo teremos uma Central de GLP com 12 + 12 P45 b) Para P-190 teremos uma quantidade final de: NRf = NR x ( 1 – FR/100) NRf = 5 x (1 – 25/100) = 3.53 recipientes  arredondamento  5 P-190 13º) de posse do número de recipientes necessários.87 / 3. e sendo a edificação privativa multifamiliar.1 REDE PRIMÁRIA 1º) a rede primária é o trecho da tubulação situada entre o regulador de primeiro estágio (instalado no Abrigo para conjunto de controle e manobra – junto a Central de GLP ou a Estação de GN) e o regulador de segundo estágio (instalado no Abrigo de medidor – no hall de circulação dos pavimentos). pode-se aplicar um fator de redução no resultado final.3. aplica-se o fator de redução de 25%.87 / 1 = 15.75  logo teremos uma Central de GLP com 4 P-190.

6º) dimensionamento da rede de distribuição primária é feito em função da potência nominal dos aparelhos de utilização ligados à rede. 77/96 .IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) 5º) a distância a ser considerada será aquela entre as extremidades mais afastadas (Central até o ponto considerado). para o dimensionamento de todos os trechos.

IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) Figura 1 – Esquema isométrico da rede primária das instalações de gás 7º) o dimensionamento da rede primária pode ser realizado trecho a trecho separadamente ou de uma forma mais prática. adotando a seguinte planilha: 78/96 .

8º) a fim de reduzir determinados diâmetros.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) TRECHO (m) K–J J-I I–H H–G G–F F–E E–D D–C C–B B – A (C.0m.0 4936 39.0m  Pa = 1826. . Pa = Potência adotada (Anexo D desta IN) φ = Diâmetro da tubulação (Anexo E desta IN).0 11106 24.0 3. Pc = Consumo computado no trecho. L = Comprimento da tubulação no trecho. 1790 Pa 1880 .0 12340 21..0 3702 42. para cada ponto).0 6170 36. 3500 3702 4000 ..0 2468 45.0 3.0 8638 30. ∑L = Somatório do comprimento (da Central até o ponto.2 REDE SECUNDÁRIA 79/96 .0 1234 48.36  φ = 1 1/2” (neste caso houve redução do diâmetro no trecho). quando se achar necessário: Exemplo: Trecho I – H → ∑Pc = 3702 kcal/min Observando o Anexo D desta IN: Potência Computada (Pc) .0 7404 33..0 3. .0 3.0 3.0 3. .3.0 3.0 21. 2. ∑Pc = Somatório do consumo computado no trecho. 9º) Podemos ter um valor intermediário para o ∑Pc: 10º) Tínhamos ∑L = 42. poderá ser usado interpolação linear para a definição da “Pa”. Voltando a tabela do Anexo E desta IN.0 3. temos: L = 42.0 (*) ver interpolação linear Pa φ (kcal/min) (Polegadas) 975 1 ¼” 1500 1 ½” 1826(*) 1 ½” 2020 2” 2240 2” 2340 2” 2450 2” 2560 2” 2760 2” 2820 2” Onde: Trecho = Definir de acordo com a edificação.0 9872 27. .. Potência Adotada (Pa) .Gás) Pc (kcal/min) 1234 1234 1234 1234 1234 1234 1234 1234 1234 1234 L ∑ Pc ∑L (m) (kcal/min) (m) 3.

Com estes valores entramos na tabela do Anexo F desta IN. 2º) o dimensionamento da rede secundária é feito em função do valor da potência computada e do comprimento da tubulação do trecho que se está considerando. 3º) ver o esquema isométrico da figura 2 deste Anexo G.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) 1º) a rede secundária é o trecho da instalação situado entre o regulador de segundo estágio (Abrigo do medidor) e o ponto de consumo (fogão. aquecedor. 80/96 . obtendo-se na tabela do Anexo F desta IN a determinação do diâmetro.). identificado por trechos: Temos: A = Abrigo de medidor B’ = fogão (4 bocas e 1 forno) D = aquecedor de passagem L = comprimento do trecho (m) B = ponto B (nó) C = ponto C (nó) C’ = secadora de roupa Figura 2 – Esquema isométrico da rede secundária das instalações de gás 4º) cada trecho da tubulação será dimensionado computando-se a soma das potências nominais dos aparelhos por ele servido. etc.

IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) 5º) o comprimento considerado em cada trecho que se está calculando é expresso em números inteiros de metros. devendo-se adotar uma área mínima de ventilação de 400cm². adotando a seguinte planilha: Trecho Pc (kcal/min) L (m) D-C C’ . situada até o máximo de 80cm de altura em relação ao piso do compartimento.1 aquecedor de passagem com capacidade de 20 litros = 400kcal/min Somatório das potências = 617kcal/min 2º) o local de instalação deve possuir aberturas superior e inferior para ventilação permanente.1 fogão c/4 queimadores e 1 forno = 117kcal/min – instalado na cozinha . necessita de um diâmetro de ¾”. devem ser somadas todas as potências (em kcal/min) dos aparelhos a gás no ambiente: .5 = 925.00(*) 12. 81/96 . DIMENSIONAMENTO DAS ABERTURAS PARA VENTILAÇÃO PERMANENTE 1º) para o dimensionamento da área total de ventilação permanente (cm2).00 12.5 vez a potência nominal total dos aparelhos a gás instalados. embora tenha dado diâmetro menor (½”) terá que acompanhar o diâmetro do trecho anterior que devido a distância e ao consumo do aparelho instalado.5cm2 c) quando a área total da abertura para ventilação permanente for superior a 600cm².00 (polegada) ¾” ½” ¾” ½” ¾” (*) O trecho “C – B”.B B -A 400 100 500 117 617 7.4 3. o consumo considerado no trecho é de 100%. ou seja.4 Tabela: Anexo F desta IN (mm) 19. 3. 7º) o dimensionamento da rede secundária pode ser realizado trecho a trecho separadamente ou de uma forma mais prática. e b) uma abertura inferior. em quilocalorias por minuto (kcal/min).7 7. na proporção mínima de 1.70 19.1 secadora de roupa = 100kcal/min .0 0. situada a altura não inferior a 1. constituído por duas aberturas com área total útil de no mínimo 600cm2. sendo: a) uma abertura superior.C C-B B’ . a área da abertura inferior deve manter a proporção especificada no 2º passo. com área total útil em centímetros quadrados (cm2). Logo  área total das aberturas para ventilação = 617 x 1. sendo a aproximação feita para mais.0 2. 6º) o dimensionamento da rede secundária é feito em função do valor da potência computada (Pc) e do comprimento da tubulação em que se está considerando (trecho). com área mínima de 33% da área total útil. não se utiliza a tabela do Anexo D (Pa) desta IN.5m em relação ao piso do compartimento.70 19.

área da abertura da ventilação inferior 2º) Asup = 925. atendendo perfeitamente a exigência do Art. 132 desta IN. volume de ar da área de serviço = altura x comprimento x largura volume de ar da área de serviço = 2m x 1. temos um vão 82/96 .4m3) 26.48m3 + 8.8m = 8. comprimento = 2m e largura = 1.2m.4m3 3º) Somando o volume de ar da cozinha mais o volume de ar da área de serviço.8 = 18. temos um total de (18. Quanto as aberturas de ventilação permanente entre os ambientes.5cm2 2º) Ainf = área abertura da ventilação inferior = 925.33 = 305 cm2 3.1 CÁLCULO DA ABERTURA INFERIOR 1º) área total das aberturas para ventilação = 925.80m.2 CÁLCULO DA ABERTURA SUPERIOR 1º) Asup = área total aberturas para ventilação .5m.5 cm2 3. comprimento = 3m e largura = 2.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) Figura 3 .5 x 33% = 925.48m3 2º) dimensões da área de serviço: altura = 2.2 x 2.88m3 de ar. volume de ar da cozinha = altura x comprimento x largura volume de ar da cozinha = 3 x 2.5 x 0.Exemplo ilustrativo de instalação de aparelhos de circuito aberto. exaustão natural sem chaminé e exaustão natural com chaminé.5 – 305 = 620.5m x 2.3 CÁLCULO DO VOLUME DE AR DO AMBIENTE 1º) dimensões da cozinha: altura = 2. instalados em ambiente contíguo 3.80m.

IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) aberto de 0.1 ALTURA DE INSTALAÇÃO DO DUTO DA CHAMINÉ INDIVIDUAL 83/96 . Figura 4 – Chaminé individual com terminal tipo “Tê” 4.1m. medidos da gola do defletor do aparelho (interno ou externo) até a geratriz inferior do primeiro desvio. no mínimo (ver figura abaixo) o terminal a ser instalado será o tipo “Tê” e faculta-se a apresentação do dimensionamento.PRODUTOS DA COMBUSTÃO 4.8m x 2. for de 60cm.1. 3º) não sendo possível o atendimento do artigo anterior. devendo atender aos demais critérios previstos na IN. medida da gola do defletor do aparelho até a geratriz inferior do desvio.68m 2. deve ter altura mínima de 35cm. o trecho vertical da chaminé individual. estabelecido pelo fabricante. caracterizando um ambiente contíguo (ver figura 15 desta IN). 2º) para instalações na qual o único trecho vertical do duto de exaustão que antecede o desvio (curva). que antecede o primeiro desvio. totalizando uma abertura permanente de ventilação de 1. 4.1 DUTOS DE EXAUSTÃO INDIVIDUAL (CHAMINÉ INDIVIDUAL) 1º) o diâmetro da chaminé individual deve ser no mínimo igual ao diâmetro de saída do defletor do aparelho utilizado. DIMENSIONAMENTO DE DUTOS DE EXAUSTÃO .

2 +K1+K2+K3+K4 2 onde: H .é o número de curvas 135º multiplicado pelo fator de resistência. em metros.3 por metro Terminais (chapéu chinês e tê) 0.é constante (0. 3º) na Tabela 12 desta IN encontram-se os fatores de resistência dos componentes do duto de exaustão: Tabela 12 – Fator de resistência dos componentes Componentes Fator K de resistência Curva 90º 0. 2º) admite-se o uso de até 4 curvas no duto. K1 .é o número de curvas 90º multiplicado pelo fator de resistência. deve ser igual ou superior ao valor da expressão abaixo: H ≥ C. expresso em metros (m) multiplicado pelo fator de resistência. K3 .é a altura total vertical. do duto de exaustão entre a saída do defletor e a base do terminal da chaminé (no caso da terminal tipo chapéu chinês).25 Outros tipos de Terminais Consultar o fabricante 84/96 . K2 .IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) Figura 5 – Chaminé individual com terminal tipo chapéu chinês 1º) a diferença de cota (altura H). C . para a sua mudança de direção.é o fator de resistência do terminal.é o comprimento total das projeções horizontais do duto de exaustão (L). K4 .25 Duto na vertical ascendente 0 Duto na projeção horizontal 0.5 Curva 135º 0.47).

teremos: Diâmetro da aba = 1.7cm 85/96 .1.48 + 0.6 H ≥ C.3) + 0.88m X = H .66cm = 9.30/m 2 +K1+K2+K3+K4 2 H ≥ 0.50 0.7 x D Então.2 TERMINAL DO DUTO DA CHAMINÉ INDIVIDUAL 1º) no caso do terminal do tipo chapéu chinês o diâmetro da aba será igual a 1.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) 4º) Vamos considerar que no caso do exemplo em pauta temos uma altura de 45cm entre.6m.88m Então.7 vezes o diâmetro externo da chaminé.88 – 0.25 2 H ≥ 0. considerando que a chaminé do exemplo é de 13. a gola do defletor do aparelho (externo) até a geratriz inferior do primeiro desvio.25 2 H ≥ 0.87655 = 0. em metros.43 m 4. Componente Curva 90º Terminal Projeção horizontal (K) 0.he Onde: X = altura a ser compensada.47 x 2 + 1 + 0 + 0.5 x 13.45 X = 0.47 x 3. e o trecho horizontal é de 1. já calculamos o H = 0.5) + (0 x 0.8 = 20. H = altura total vertical do duto de exaustão. em metros he = altura do 1º trecho vertical (mínimo de 35cm) – no caso do exemplo he = 45cm X = H – he X = 0.47 x 2 + (2 x 0. Diâmetro da aba = 1.8cm.5 vezes o diâmetro externo da chaminé e a altura livre será 0.25 0.6 x 0.8 = 9.25) + (1.5 x D  (D = diâmetro externo da chaminé) Altura livre = 0. 5º) as conexões existentes no duto de exaustão são: Nº 2 1 1.7cm Altura livre = 0.7 x 13.73 2 H ≥ 0.

86/96 . a qual não deve ser inferior a 3.2 DUTO DE EXAUSTÃO COLETIVA (CHAMINÉ COLETIVA) Resumo dos critérios básicos: 1º) a altura efetiva do duto de exaustão da chaminé coletiva é a distância vertical entre a base do defletor do aquecedor do último pavimento e a saída do duto de exaustão da chaminé coletiva.5m.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) Figura 6 – Terminal tipo chapéu chines 2º) Teremos então a seguinte instalação: Figura 7 – Instalação completa com duto de exaustão individual 4.

.5 57 63 Até 416 Até 416 Até 416 10 79 87 Até 500 Até 500 Até 666 11 95 105 Até 666 Até 666 Até1000 12..... .. 7º) para potências maiores que as indicadas na tabela anterior..2 kW (17. 10 ≤ h ≤ 20 m. 4º) o dimensionamento do duto de exaustão coletiva deve atender aos dados da tabela 14 desta IN: Tabela 14 – Tabela de dimensionamento dos dutos de exaustão coletiva Potência máxima (kcal/min) Seção Circular Seção Retangular h < 10m h≤ 10≤20m h > 20m DI (cm) Área (cm²) Área (cm²) Até 250 Até 250 Até 250 8.5 189 208 Até 1166 Até 1750 Até 2083 17 226 249 Até 1333 Até 2083 Até2583 18 255 280 Até 1666 Até 2583 Até 3000 20 314 345 Até 2000 Até 3000 Até 3550 22 380 418 Até 2333 Até 3483 Até 4316 24 452 497 Até 2716 Até 4016 Até 5000 26 531 584 DI = Diâmetro interno 5º) para seções retangulares.. 2...0cm² por 1...2 kW (17...2kcal/min).IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) 2º) O número máximo de aparelhos ligados em uma chaminé coletiva deve atender à tabela 13 desta IN: Tabela 13 – Quantidade máxima de aparelhos no duto coletivo Altura média efetiva Potência total Número máximo de (m) (kcal/min) aparelhos Até 10 2100 Máximo 10 De 10 ate 15 2600 Máximo 11 Acima de 15 2900 Máximo 12 3º) a altura média efetiva é a média aritmética da altura de todos os dutos de exaustão..5cm² por 1.. 6º) a altura (h) do duto de exaustão coletiva (altura da chaminé) deve ser medida desde a entrada do aquecedor mais baixo até o topo do terminal do duto de exaustão coletiva. 87/96 . de acordo com a seguinte relação: h < 10 m .2kcal/min). desde o defletor de cada aparelho até o terminal do duto de exaustão coletiva...5. a relação entre o lado maior e o menor deve ser de 1... h > 20 m ... deve-se aumentar a seção da chaminé.5cm² por 1. 2. 3..5 123 135 Até 833 Até1000 Até 1333 14 154 169 Até 1000 Até1333 Até 1750 15.2 kW (17..2kcal/min).

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4.2.1 DIMENSÕES DO DUTO DA CHAMINÉ COLETIVA
Dados do projeto:
- Aquecedor de passagem com capacidade de 20 litros = 400kcal/min
- Número de aquecedores por prumada (chaminé 1) = 10
- Número de aquecedores por prumada (chaminé 2) = 10
- Altura do entrepiso dos pavimentos (pé direito) = 3m
4.2.1.1 CÁLCULO DO NÚMERO MÁXIMO DE APARELHOS POR CHAMINÉ
Vamos calcular a chaminé 1, com 10 aparelhos a serem instalados.
1º) cálculo da altura efetiva da chaminé (altura da chaminé)
- nº máximo de pavimentos atendidos por uma chaminé = 9 pavimentos (IN 008);
- altura da chaminé (altura entre o defletor do aquecedor mais baixo até o topo da
chaminé) = 30,5m
Altura da chaminé = (8 x 3,0) + 6,50 = 30,5m
Onde:
Pé direito = 3m
Altura do último defletor até o topo de chaminé coletiva = 3,50
2º) cálculo da altura média efetiva da chaminé
hmédia efetiva = média aritmética da altura de todas as chaminés (defletor até o topo)
hmédia efetiva = 30,5 + 27,5 + 24,5 + 21,5 + 18,5 + 15,5 + 12,5 + 9,5 + 6,5
9
hmédia efetiva = 166,5
9
hmédia efetiva = 18,5m
3º) Potência total dos aquecedores = 9 x 400kcal/min = 3600kcal/min
4º) De acordo com a tabela 13 desta IN: Não poderemos instalar os 9 aquecedores
numa única prumada de duto, por um motivo:
⇒ porque a potência máxima por chaminé deverá ser de até 2900kcal/min.
5º) Portanto, teremos duas chaminés coletiva por prumada, que pode ser, cada uma,
com 5 aquecedores instados.
6º) É IMPORTANTE lembrar que o número de máximo de aquecedores por chaminé é
de 12 (ver tabela 13 desta IN), a potência máxima por chaminé é de 2900kcal/min (tabela 13
desta IN) e cada chaminé coletiva deverá atender ao máximo de 9 pavimentos, podendo ser
instado até dois aquecedores por pavimento na mesma chaminé coletiva, desde que todos os
demais requisitos de segurança sejam atendidos.

88/96

IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN)

7º) Então vamos verificar se será possível instalar 5 aquecedores por chaminé (adotouse 5, mas poderia ser 4, 6, 7, etc):
Dados da prumada (Chaminé Coletiva 1):
→ potência total da cada chaminé = 5 x 400 = 2000kcal/min;
→ altura da chaminé = 30,5m
→ altura média efetiva = 30,5 + 27,5 + 24,5 + 21,5 + 18,5
5
→ altura média efetiva = 122,5
5
→ altura média efetiva = 24,5m
Dados da prumada (Chaminé Coletiva 2):
→ potência total da cada chaminé = 5 x 400 = 2000kcal/min;
→ altura da chaminé = 15,5m
→ altura média efetiva = 15,5 + 12,5 + 9,5 + 6,5 + 3,5
5
→ altura média efetiva = 47,5
5
→ altura média efetiva = 9,5m
8º) Conclusão referente a tabela 13:
Sim, será possível instalar os 5 aquecedores em cada chaminé coletiva. A potência
total neste caso será de 2000kcal/min para cada chaminé, atendendo também ao quesito altura
média efetiva.
4.2.1.2 CÁLCULO DIMENSÕES DO DUTO DE EXAUSTÃO DA CHAMINÉ COLETIVA
De acordo com a tabela 14 desta IN, pode-se escolher entre uma chaminé com seção
circular ou retangular. Vamos calcular para as duas opções:
4.2.1.2.1 Chaminé com seção circular
De acordo com os parâmetros já calculados:
- chaminé coletiva 1  Potência máxima = 2000kcal/min
- chaminé coletiva 1  Altura da chaminé = 30,5m
De acordo com a tabela 14 desta IN, teremos:
h >20m  Potência máxima = 2083kal/min  DI = 17cm  Área = 226cm2
- chaminé coletiva 2  Potência máxima = 2000kcal/min
- chaminé coletiva 2  Altura da chaminé = 15,5m
h≤ 10≤20m → Potência máxima = 2083kal/min → DI = 18cm → Área = 255cm2
Adotaremos as mesmas dimensões para as 2 chaminés = DI = 20cm  Área = 310cm2
Tabela 14 – Tabela de dimensionamento dos dutos de exaustão coletiva
89/96

IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN)

Potência máxima (kcal/min)
Seção Circular
Seção Retangular
h < 10m
h≤ 10≤20m
h > 20m
DI (cm)
Área (cm²)
Área (cm²)
Até 250
Até 250
Até 250
8,5
57
63
Até 416
Até 416
Até 416
10
79
87
Até 500
Até 500
Até 666
11
95
105
Até 666
Até 666
Até1000
12,5
123
135
Até 833
Até1000
Até 1333
14
154
169
Até 1000
Até1333
Até 1750
15,5
189
208
Até 1166
Até 1750
Até 2083
17
226
249
Até 1333
Até 2083
Até 2583
18
255
280
Até 1666
Até 2583
Até 3000
20
314
345
Até 2000
Até 3000
Até 3550
22
380
418
Até 2333
Até 3483
Até 4316
24
452
497
Até 2716
Até 4016
Até 5000
26
531
584
DI = Diâmetro interno
h = a altura (h) do duto de exaustão coletiva deve ser medida desde a entrada do aquecedor mais baixo até
o topo do terminal do duto de exaustão coletiva.

4.2.1.2.2 Chaminé com seção retangular
De acordo com os parâmetros já calculados:
- chaminé coletiva 1  Potência máxima = 2000kcal/min
- chaminé coletiva 1  Altura da chaminé = 30,5m
De acordo com a tabela 14 desta IN, teremos:
h >20m → Potência máxima = 2083kal/min → Área = 249cm2
- chaminé coletiva 2  Potência máxima = 2000kcal/min
- chaminé coletiva 2  Altura da chaminé = 15,5m
De acordo com a tabela 14, teremos:
h≤ 10≤20m → Potência máxima = 2083kal/min → Área = 280cm2
Adotaremos as mesmas dimensões para as 2 chaminés = 20 x 30cm (facilitar a
construção)  Área = 600cm2
Nota: para seções retangulares, a relação entre o lado maior e o menor deve ser no
mínimo de 1,5 vezes.

90/96

IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) Figura 8 – Duto de exaustão coletiva com duas chaminés coletiva por prumada 91/96 .

espessura da parede de 6.16____ (21.DISCO DE MEIDING Diâmetro do disco de Meiding: dm = d + 2(hm − e) Altura entre o disco de Meiding e a saída da chaminé coletiva hm = 2 ×∑ f ( d − 2e) × π Onde: dm = diâmetro do disco de Meiding em cm. Σf = soma das seções transversais livres de cada chaminé coletiva (f1+ f2+ . Teremos também: f = π x r2 = 3.64 – 0.4mm. d = diâmetro externo da chaminé coletiva em cm.92cm 92/96 .635) dm = 21.2.01 dm = 61.635) x π hm = 1338.32 = 20.2. hm = altura entre o disco de meiding e a saída da chaminé coletiva em cm.1mm..2. e = espessura da parede da chaminé coletiva em cm.58cm2 Σf = 2 x 334.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) 4.64 / 2)2 = 334.91 + 2 (20.1 TERMINAL DA CHAMINÉ COM SEÇÃO CIRCULAR .14 x (20.35mm e consequentemente o diâmetro interno de 206.64cm 64.91 – 2 x 0.64cm b) Diâmetro do disco de Meiding dm = d + 2(hm − e) dm = 21.16cm2 a) Altura entre o disco de Meiding e a saída da chaminé coletiva Então teremos: hm = 2 ×∑ f ( d − 2e) × π hm = _____2 x 669..58 = 669.84 hm = 20.91 + 40.2 TERMINAL DO DUTO DA CHAMINÉ COLETIVA 4.) em cm2 Adotaremos um duto com diâmetro externo de 219.

93/96 ...) em cm2 e = espessura da parede da chaminé coletiva em cm.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) Figura 9 – Terminal tipo meiding com seção circular 4.2.espessura da parede externa da chaminé = 10cm . Σf = soma das seções transversais livres de cada chaminé coletiva (f1+ f2+ .2. a = comprimento externo da chaminé coletiva em cm.espessura do septo divisor das chaminés = 10cm Teremos então: f = a x b = 30 x 20 = 600cm2 Σf = 2 x 600 = 1200cm2 Altura entre o disco de meiding e a saída da chaminé coletiva  Comprimento do disco de Meiding am = a + 2 (hm – e) Largura do disco de Meiding bm = b + 2 (hm – e) onde: hm = altura entre o disco de meiding e a saída da chaminé coletiva.2 TERMINAL TIPO MEIDING COM SEÇÃO RETANGULAR Adotaremos as mesmas dimensões para as 2 chaminés = 20 x 30cm Dados: .

33cm hm (adotado) = 14cm b) Comprimento do disco de Meiding am = a + 2 (hm – e) am = 90 + 2 (14 – 10) am = 90 + 8 = 98cm c) Largura do disco de Meiding bm = b + 2 (hm – e) bm = 40 + 2 (14 – 10) bm = 40 + 8 = 48cm Resumindo: Dimensões do disco de “Meiding”: hm = 14 cm am = 98 cm bm = 48 cm Figura 10 – Terminal tipo meiding com seção retangular 94/96 . a) Altura entre o disco de meiding e a saída da chaminé coletiva: hm = 1200 / (90 + 40) – (4 x 10) = 1200 / 90 = 13.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) b = largura externa da chaminé coletiva em cm.33 cm hm = 13. bm = largura do disco de Meiding em cm. am = comprimento do disco de Meiding em cm.

∅ = Na tabela do Dimensionamento da Rede Primária de gás (ANEXO E desta IN). sempre vamos somar o comprimento do ponto a ser considerado (ex. C – D. etc). entramos com o ∑L e seguimos em linha horizontal até encontrar o valor de PA quando não for exato pegar o valor seguinte superior). para obtermos o valor do diâmetro do trecho. 95/96 . M10-CG). ∑ PC = é o somatório das Potências Computadas de cada trecho. M3-M4. Sendo um número fracionário. PA = Potência Adotada = valor retirado da Tabela do ANEXO D desta IN.: M1-CG. M2-CG. trajeto entre Abrigos de medidores ou entre pontos específicos. assim. ou seja. geralmente. e retiro o valor de PA da tabela. L = é a distância entre os trechos (entre os Abrigos de medidores ou entre os pontos específicos. mudamos de direção e seguimos agora em linha vertical (subindo) até a linha dos diâmetros.dimensionamento da rede primária de glp TRECHO PC (kcal/mim) L (m) ∑ PC (kcal/mim) ∑L (m) PA (kcal/mim) ∅ (polegadas) Onde: TRECHO = Ponto a partir do qual se define o trajeto que o GLP percorre na rede primária. é o somatório da quantidade de GLP que passa por cada trecho. A – B. ∑ L = é o somatório do comprimento dos trechos até a Central de Gás. em metros – ex.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) Tabela . até a Central de Gás. quanto mais próximo da Central maior o somatório de PC. Entro com o valor de ∑ PC. deverá ser arredondado para o número inteiro superior ou feito interpolação linear.: M1-M2. ou seja. indo da Central de Gás até o ponto. PC = é a Potência Computada.

PC = é a Potência Computada. mudamos de direção e seguimos agora em linha vertical (subindo) até a linha dos diâmetros. ∅ = Na tabela do Dimensionamento da Rede Secundária de gás (Anexo F).dimensionamento da rede secundária de glp TRECHO PC (kcal/min) L (m) Diâmetro (∅) (mm) (polegadas) Onde: TRECHO = Ponto a partir do qual se define o trajeto que o GLP percorre na rede secundária. é o somatório da potência computada dos aparelhos dos trechos anteriores. A-AQU). para obtermos o valor do diâmetro do trecho. entre o fogão e o aquecedor. entramos com o valor de L e seguimos em linha horizontal até encontrar o valor de Pc quando não for exato. trajeto entre o Abrigo de medidores e o fogão. ou entre pontos específicos. entre os aparelhos instalados e/ou entre pontos específicos (ex.IN 008/DAT/CBMSC – Instalações de Gás Combustível (GLP e GN) Tabela .: M-A. pegar o valor seguinte superior. ou seja o consumo do aparelho instalado ou no caso de não haver aparelho instalado no trecho. A-F4. geralmente. 96/96 . etc. L = é a distância em metros entre o Abrigo de medidor e o aparelho instalado.