Assunto 1: Investigação Preliminar

Inquérito Policial - aula 1. 25 de janeiro de 2013 ............................................................................................ 2
1.

Conceito: ................................................................................................................................................... 2

2.

Natureza jurídica do Inquérito Policial ..................................................................................................... 2
2.1.

Vícios no Inquérito Policial ............................................................................................................... 2

3.

Finalidade do Inquérito Policial ................................................................................................................ 2

4.

Termo circunstanciado ............................................................................................................................. 4

5.

Atribuição para a presidência do Inquérito Policial ................................................................................. 4

6.

Características do inquérito policial ......................................................................................................... 6
6.1.

Peça escrita (art. 9º do CPP). ............................................................................................................ 6

6.2.

Peça dispensável............................................................................................................................... 7

6.3.

Procedimento sigiloso ...................................................................................................................... 7

Resumo aula 1 ................................................................................................................................................. 8

1. Investigação Preliminar;
2. Ação penal;
3. Competência criminal;
4. Provas;
5. Medidas Cautelares de natureza pessoal

25 de janeiro de 2013 1.1. Não é obrigatoriedade de observância do contraditório É e da ampla defesa. Papel do juiz quanto à produção dos elementos Papel do Juiz: o juiz é dotado de iniciativa probatória. 3. 2. de 2008) (CPP) Elementos Informativos São colhidos na fase investigatória Provas (art. 155. Finalidade do Inquérito Policial Colheita de elementos de informação quanto à autoria e materialidade da infração penal. 155 do CPP) Em regra. Caso não seja feita essa comunicação à defensoria a prisão passa a ser ilegal. A persecução penal tem duas fases bem distintas: a primeira fase investigatória (inquérito penal) e uma fase judicial (processo penal). 2. busca a colheita de elementos de informação. não podendo fundamentar sua decisão exclusivamente nos elementos informativos colhidos na investigação. durante o curso do processo. sua prisão deve ser informada a defensoria pública no prazo de no máximo 24 horas. Caso o acusado. Exceções: Provas cautelares. na ocasião de sua prisão não informa o nome de seu advogado. salvo na hipótese de provas ilícitas. ressalvadas as provas cautelares. Persecução penal: Atividade desempenhada pelo Estado visando a imposição de pena ao autor do fato delituoso. . a fim de permitir que o titular da ação penal possa ingressar em juízo. Conceito: Inquérito Policial é o procedimento administrativo inquisitório e preparatório presidido pela autoridade policial. Natureza jurídica do Inquérito Policial Procedimento de natureza administrativa. com o objetivo de colher elementos de informação quanto à autoria e materialidade da infração penal. Inquérito Policial não busca a colheita de provas.690. O juiz formará sua convicção pela livre apreciação da prova produzida em contraditório judicial. não repetíveis e antecipadas. A qual deve ser exercida interceptação telefônica) e desde que seja provocado subsidiariamente/residual. (Redação dada pela Lei nº 11. devendo ser relaxada. informativos: Só deve intervir quando necessário (ex.Inquérito Policial . não repetíveis e antecipadas. é produzida na fase judicial. mas não contamina o processo. Vícios no Inquérito Policial Eventuais vícios do Inquérito Policial não causam a nulidade do processo a que der origem. obrigatória a observância do contraditório (real/diferido) e da ampla defesa. Art.aula 1. É procedimento porque dele não resulta a imposição direta de nenhuma sanção. Inquérito não é processo.

dependem de autorização judicial. isoladamente considerados não podem fundamentar uma sentença. Provas antecipadas: são aquelas produzidas com a observância do contraditório real (contraditório para a prova). Ex. Exclusividade (art. (Incluído pela Lei nº 11. Não dependem de autorização judicial. . direta Pois quando se investiga se torna interessado no (fisicamente) ou remota (videoconferência). 399. não tiverem relação com a causa ou importarem na repetição de outra já respondida. Art. Podem ser produzidas na fase investigatória e na fase judicial. porém tais elementos não devem ser desprezados durante a fase judicial podendo-se somar à prova produzida em juízo para auxiliar na formação da convicção do magistrado.690. exercido depois.348). resultado final da investigação e o juiz deve se manter A produção das provas é papel das partes (ônus distante para manter a equidistância do juiz das partes. em momento processual distinto daquele legalmente previsto. ou até mesmo antes do início do processo. sendo que o contraditório será diferido (contraditório sobre a prova. crimes sexuais.nesse sentido. (STF. em relação às quais o contraditório será diferido. de 2008). interceptação telefônica e busca domiciliar (quanto mais próximo do delito mais informações se obtém). §2º do CPP. Parágrafo único. de 2008). Servem para a formação da convicção do titular da ação penal.). 155 do CPP): elementos informativos. b. (opinio delecti). não admitindo o juiz aquelas que puderem induzir a resposta. Podem ser produzidas na fase investigatória e na fase judicial. Provas Cautelares: são aquelas em que há um risco de desaparecimento do objeto da prova em razão do decurso do tempo. probatório). Ex. HC 83. Sobre os pontos não esclarecidos. exames periciais nas infrações cujos vestígios podem desaparecer posteriormente (lesão corporal. é informado depois). o juiz poderá complementar a inquirição. As perguntas serão formuladas pelas partes diretamente à testemunha. 212. Princípio da identidade física do juiz: art. postergado. São uteis para a decretação de medidas cautelares. (Redação dada pela Lei nº 11. em virtude do desaparecimento da fonte probatória. Provas não repetíveis: são aquelas que não tem como ser novamente coletada ou produzidas. Finalidade: tem duas finalidades básicas: Finalidade: auxiliar na convicção do juiz. a. violência doméstica e familiar etc. § 2o O juiz que presidiu a instrução deverá proferir a sentença. (essa característica é a que diferencia esta das provas cautelares). Deve ser produzida na presença do juiz.719.

devendo justificar a eventual impossibilidade de fazê-lo no caso concreto ou o possível prejuízo que a oitiva antecipada traria para a instrução criminal. Lei 9. 19-A. Qualquer que seja o rito processual criminal. (exemplo de prova antecipada obrigatória). 366 do CPP. por enfermidade ou por velhice. 4. Podem ser produzidas na fase investigatória e na fase judicial. Art. Ex. Se qualquer testemunha houver de ausentar-se. e deve ser utilizado nos casos de infração de menor potencial ofensivo. mas não terá caráter de prova.483. nos termos do disposto no art. Ex.807/99. com o autor do fato e a vítima. ficarão suspensos o processo e prozo prescricional. de ofício ou a requerimento de qualquer das partes. Art.099/95 traz o TC.099/95) Infração de menor potencial ofensivo: contravenções penais e crimes com pena máxima não superior a dois anos. Terão prioridade na tramitação o inquérito e o processo criminal em que figure indiciado. inspirar receio de que ao tempo da instrução criminal já não exista. providenciando-se as requisições dos exames periciais necessários. se se tratar de infração de menor potencial ofensivo utiliza-se do TC. e se.483/11. com redação pela lei 12. Art. art. citado por edital. 225. 225 do CPP (depoimento ad perpetuam rei memoriam). o promotor e um advogado de defesa. A autoridade policial que tomar conhecimento da ocorrência lavrará termo circunstanciado e o encaminhará imediatamente ao Juizado. tomará antecipadamente o depoimento das pessoas incluídas nos programas de proteção previstos nesta Lei. o juiz.em virtude de situação de urgência e relevância. acusado. Em regra. tomar-lhe antecipadamente o depoimento. o delegado pode ir até o hospital com o escrivão tomar depoimento da testemunha. 366 do CPP. vítima ou testemunha protegidas pelos programas de que trata esta Lei. cumulada ou não com multa. Se o acusado. 19-A. 69. (Incluído pela Lei nº 12. Termo circunstanciado Todo crime é investigado por Inquérito Policial? Cuidado para não se esquecer do Termo Circunstanciado (TC). for o caso. se se trata de crime você se vale do Inquérito Policial. é basicamente um boletim de ocorrência. ou. pra ter caráter de prova antecipada. após a citação. podendo o juiz determinar a produção antecipada de provas consideradas urgentes. perante autoridade judiciária Ex. Atribuição para a presidência do Inquérito Policial Praticado o delito. art. Ex. 312. vítima ou réu colaboradores. decretar a prisão preventiva. Dependem de autorização judicial. o juiz poderá. desacato. quem deve ir é o juiz. nem constituir advogado. Lei de proteção às testemunhas. Art. a lei 9. Art. ressalvadas as hipóteses envolvendo violência doméstica e familiar contra a mulher. Termo circunstanciado é um procedimento investigatório de infrações de menor potencial ofensivo. submetidos ou não a procedimento especial. (lei 9. 5. não comparecer. se a testemunha de um crime está à beira da morte. qual a autoridade será responsável pela condução do Inquérito Policial? . de 2011) Parágrafo único.

(Ver lei 10. 144. assim como outras infrações cuja prática tenha repercussão interestadual ou internacional e exija repressão uniforme. 1o Na forma do inciso I do § 1o do art. contra INSS.) pela Polícia Civil. o crime será investigado federal . instituída por lei como órgão permanente. crimes eleitorais podem ser investigados pela polícia civil. designa um oficial. um oficial União (ex. cidadão invade e rouba um fuzil do será designado como encarregado do IPM. quando houver repercussão interestadual ou internacional que exija . um PM pratica corrupção passiva). a PF tem atribuição mais ampla que a competência da Justiça federal). Crime Eleitoral da competência da Justiça Eleitoral. de 1998) I . Crime militar da competência da Justiça Militar dos Polícia Militar/Corpo de Bombeiros (o comandante Estados (ex. segundo se dispuser em lei. contra funcionário público Se na cidade não houver PF. Crime Federal da competência da Justiça Federal Polícia Federal. julgamento Crime militar da competência da Justiça Militar da Forças Armadas (Inquérito Policial Militar.apurar infrações penais contra a ordem política e social ou em detrimento de bens.Dependerá da natureza do delito.. 144 da Constituição. militar contra militar). de acordo com CF se o crime tiver repercussão interestadual ou internacional a PF poderá investigar tais crimes.. Vide art. contudo. Natureza do crime e a competência para seu Atribuição para as investigações. que se a PF investigou. não há exército). que atuará com encarregado de Inquérito Policial Militar).446/2002) Art. Em regra será a PC. TSE: Nas localidades em que não há Polícia Federal. Crime Comum “Estadual” da competência da Justiça Polícia Civil/ Polícia Federal (o aluno erra quando acha Estadual. (moeda falsa. §1º § 1º A polícia federal. organizado e mantido pela União e estruturado em carreira. a justiça federal é quem deve julgar. serviços e interesses da União ou de suas entidades autárquicas e empresas públicas. destina-se a:(Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. delegado) (ex. Polícia Federal (pois a JE é uma justiça da União).

exercer as funções de polícia marítima. II – formação de cartel (incisos I. 9º do CPP). as funções de polícia judiciária da União. com exclusividade. Atendidos os pressupostos do caput. Características do inquérito policial 6. Pode gravar atos do Inquérito Policial? Ex. sem prejuízo da ação fazendária e de outros órgãos públicos nas respectivas áreas de competência. reduzidas a escrito ou datilografadas e. em juízo pode-se gravar os atos). Art. §1º do CPP (trata do procedimento comum ordinário. Como o inquérito é um mero procedimento administrativo. proceder à investigação.1.137. -----------x-----------x-------------x----------II . 148 e 159 do Código Penal). rubricadas pela autoridade. e III – relativas à violação a direitos humanos. poderá o Departamento de Polícia Federal do Ministério da Justiça. sem prejuízo da responsabilidade dos órgãos de segurança pública arrolados no art.repressão uniforme. cárcere privado e extorsão mediante seqüestro (arts. roubo ou receptação de cargas. das seguintes infrações penais: I – seqüestro. dentre outras. de 1998) IV . Parágrafo único. neste caso. que a República Federativa do Brasil se comprometeu a reprimir em decorrência de tratados internacionais de que seja parte. se o agente foi impelido por motivação política ou quando praticado em razão da função pública exercida pela vítima. aeroportuária e de fronteiras. num só processado. Peça escrita (art. II.prevenir e reprimir o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins. isso não impede o oferecimento da peça acusatória. 9º Todas as peças do inquérito policial serão. 4o da Lei no 8. pedofilia). . (Redação dada pela Emenda Constitucional nº 19. e IV – furto. 405. em especial das Polícias Militares e Civis dos Estados. fraudes pela internet. desde que tal providência seja autorizada ou determinada pelo Ministro de Estado da Justiça.exercer. III e VII do art. 6. assim tem-se o entendimento que pode se aplicar analogicamente esse dispositivo ao Inquérito Policial. a. Vide art. inclusive bens e valores. o Departamento de Polícia Federal procederá à apuração de outros casos (ex. III . ainda que presidido pela autoridade desprovida de atribuições. podendo sim fazer o uso de gravação e dispositivos mais modernos. transportadas em operação interestadual ou internacional. quando houver indícios da atuação de quadrilha ou bando em mais de um Estado da Federação. o contrabando e o descaminho. 144 da Constituição Federal. gravar o interrogatório do acusado. de 27 de dezembro de 1990).

o registro dos depoimentos do investigado. autos em que houve quebra do sigilo bancário. pelo menos em regra. 28 do CPP. estenotipia. o MP (acesso amplo e irrestrito). digital ou técnica similar. autos de flagrante e de inquérito. se com a representação forem oferecidos elementos que o habilitem a promover a ação penal.3. poderá dispensar o Inquérito Policial.§ 1o Sempre que possível. indiciado. o Acesso do advogado é amplo e irrestrito? O acesso do advogado é limitado às informações já documentadas. XIV – examinar em qualquer repartição policial. § 5º do CPP: O órgão do Ministério Público dispensará o inquérito.“É direito do defensor. requerer o arquivamento do inquérito policial ou de quaisquer peças de informação. Art.  Lei 8. Em situações excepcionais a publicidade pode interessar (no caso de criminoso não identificado. há um retrato falado para que se divulgue e encontre o possível criminoso). (ex. 5. quebra do sigilo fiscal etc. neste caso. mas o advogado não terá acesso às diligências em andamento. Todo e qualquer procedimento diverso do inquérito policial é chamado de peça de informação: Art. interceptação telefônica.7º. digam respeito ao exercício do direito de defesa”. Peça dispensável Peça dispensável: se o titular da ação penal contar com elementos informativos obtidos em procedimento investigatório diverso do Inquérito Policial. 39. oferecerá a denúncia no prazo de quinze dias. . *Publicidade: não deve vigorar dentro do inquérito. destinada a obter maior fidelidade das informações. Se o órgão do Ministério Público.906/94 – art. Súmula vinculante 14 . salvo se houver nos autos do Inquérito Policial informações relativas à vida privada do investigado. no caso de considerar improcedentes as razões invocadas. 6. ter acesso amplo aos elementos de prova que. mesmo sem procuração. e. já documentados em procedimento investigatório realizado por órgão com competência de polícia judiciária. Não há necessidade de procuração.2.  A quem não se opõe o sigilo do inquérito? o Juiz (acesso amplo e irrestrito). findos ou em andamento. inclusive audiovisual. LXIII da CF – assegura ao preso a assistência de advogado. designará outro órgão do Ministério Público para oferecê-la. 6. ofendido e testemunhas será feito pelos meios ou recursos de gravação magnética. que age em determinado local. ainda que conclusos à autoridade. podendo copiar peças e tomar apontamentos. ao qual só então estará o juiz obrigado a atender. o juiz. e este oferecerá a denúncia. Procedimento sigiloso A surpresa e o sigilo são indispensáveis à própria eficácia das investigações. ao invés de apresentar a denúncia.  Advogado? Art. A fidelidade da gravação é muito maior do que a do depoimento. no interesse do representado.). ou insistirá no pedido de arquivamento. fará remessa do inquérito ou peças de informação ao procurador-geral.

Art. LXVIII da CF. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45. c. O habeas corpus será utilizado em prol da liberdade de locomoção do investigado. (ex. não cabe no caso do art. que a princípio é elemento de informação. ainda que o investigado esteja solto. há um risco potencial. 103-A. poderá ser tratado como prova. caberá reclamação ao Supremo Tribunal Federal que. § 3º Do ato administrativo ou decisão judicial que contrariar a súmula aplicável ou que indevidamente a aplicar. a proteção é para o advogado. Resumo aula 1 . impetrado perante juiz de 1ª instância. ele é o impetrante). 5º. §3º: tratando-se de descumprimento de Súmula vinculante cabe reclamação ao STF (meio um pouco demorado). Reclamação perante o STF – art. Súmula 693 do STF: Não cabe habeas corpus contra decisão condenatória a pena de multa. Hoje a pena de multa não pode mais ser convertida em pena de prisão. A infração penal deve ser apenada com prisão (pena privativa de liberdade). de 2004) b. se no caso de a testemunha ter sido morta pelo próprio acusado. Habeas corpus . anulará o ato administrativo ou cassará a decisão judicial reclamada. Mandado de segurança com pedido de medida liminar para o juiz de 1º grau (valendo-se de que um direito líquido e certo do advogado foi lhe negado.Instrumentos a serem utilizados diante da negativa de acesso aos autos do Inquérito Policial: a. julgando-a procedente. ou relativo a processo em curso por infração penal a que a pena pecuniária seja a única cominada. e determinará que outra seja proferida com ou sem a aplicação da súmula. conforme o caso. Nesse caso entende-se que o acusado abriu mão do contraditório em juízo. 28 da Lei de Drogas. por isso não é cabível habeas corpus. Perguntas Um depoimento dado em fase investigatória. porque não cabe pena de prisão).

perante autoridade judicial. NÃO DEPENDEM DE AUTORIZAÇÃO JUDICIAL. a fim de permitir que o titular da ação penal possa ingressar em juízo.Inquérito Policial Conceito Procedimento administrativo inquisitório e preparatório presidido pela autoridade policial. com o objetivo de colher elementos de informação quanto à autoria e materialidade da infração penal. . em virtude do desaparecimento da fonte probatória. Peça escrita Procedimento dispensável Características Procedimento sigiloso Peça inquisitorial Elementos informativos # Provas Provas: formada sob o crivo do contraditório. Natureza jurídica Procedimento administrativo Provas Cautelares: há um risco de desaparecimento do objeto da prova em razão do decurso do tempo. mas formadas em momento diverso do previsto. DEPENDEM DE AUTORIZAÇÃO JUDICIAL. Contraditório DIFERIDO. DIFERIDO. PROVAS ANTECIPADAS: contraditório REAL. Finalidade Colheita de elementos de informação quanto a autoria e materialidade do delito. produzido em regra em juizo. EXCEÇÕES: NÃO REPETÍVEIS: não tem como ser novamente coletada ou produzidas.