Boletim de D.

António Barroso

Director: Amadeu Gomes de Araújo, Vice-Postulador
Propriedade: Associação dos Amigos de D. António Barroso. NIPC 508 401 852
Administração e Redacção: Rua Luís de Camões, n.º 632, Arneiro | 2775-518 Carcavelos
Tlm.: 934 285 048 – E-mail: vicepostulador.antoniobarroso@gmail.com
Publicação trimestral | Assinatura anual: 5,00€

III Série  .  Ano VI  .  N.º 18  .  Outubro / Dezembro de 2016

O CENTENÁRIO
DA MORTE DE
D. ANTÓNIO BARROSO
ESTÁ PRÓXIMO!
(31.08.2018)

UNIDOS, VAMOS CELEBRAR A MEMÓRIA
DO BISPO MISSIONÁRIO!

Com Maria e José, sonhar a alegria do Natal!

O NATAL ENSINA-NOS
A SONHAR COM UM
MUNDO NOVO E
DIFERENTE, HABITADO
POR HOMENS QUE SABEM
SER IRMÃOS!
(D. António Francisco,
Bispo do Porto)

Fundador: Pe. António F. Cardoso
Design: Filipa Craveiro | Alberto Craveiro
Impressão: Escola Tipográfica das Missões - Cucujães - tel. 256 899 340 | Depósito legal n.º 92978/95 | Tiragem 2.000 exs. | Registo ICS n.º 116.839

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Boletim de D. António Barroso
Memórias vivas de D. António Barroso

Por João da Ponte

Razões dum pseudónimo
- Os vários textos que, com muto
agrado, escrevi para o Boletim de D.
António Barroso sempre foram assinados por João da Ponte. No número
de Janeiro/Março deste ano, uma nota
da redação esclarecia qual o meu verdadeiro nome. E a pergunta poderá
ter surgido: A que se deve este pseudónimo?
Em 1911, os “carbonários” expulsaram da residência paroquial, junto
da igreja matriz, o “Senhor Abade”
da minha terra, S. Martinho de Campo, Valongo. Sem ter onde residir, foi
acolhido numa quinta que, por ficar
próxima da ponte-aqueduto sobre o
rio Ferreira, recebia o nome de “Casa
da Ponte”. O seu proprietário, pessoa bem respeitada na freguesia, era
conhecido como “ João da Ponte”.
Nessa data, minha mãe tinha apenas
seis anos (nasceu em 1905). Toda a
sua infância foi passada com o “Senhor Abade” a viver em sua casa e
ficou marcada pela perseguição dos
carbonários com episódios de violência por ela vivenciados. E falava-me também do “Senhor Bispo de
barbas brancas que era um santo e
sofreu como Nosso Senhor”. Se me
disse seu nome, não o retive. Só sei
que, para ela, era um santo que muito sofreu. Também não sei se alguma
vez terá vindo a sua casa visitar o “SeP2

nhor Abade que esteve muito doente”. Mas era com muito carinho que
me falava dos dois, associando-os no
mesmo calvário. Também seu pai foi
atormentado por ter dado guarida ao
“Senhor Abade” que a arruaça anticlerical atacava.
Com o pseudónimo que adotei,
numa publicação dedicada a um bispo
a quem minha mãe tanto amava, quis
dar graças a Deus pelo meu avô materno , de quem recebi o nome e cuja
imagem amiudada e bondosa se esbate no tempo, pois morreu era eu ainda menino. E, nele, quis homenagear
os cristãos, de rígida têmpera, que arrostavam com a sanha antirreligiosa
para defenderem os seus “pastores”.
Sem esquecer minha mãe que, em
solteira, era a Maria Rosa da Ponte.

Associação
De protecção

À infância
Bispo D. António Barroso
Associação de Protecção à
Infância – Pelos livros, sabia que tinha sido criada por D. António Barroso, como diz o Réu da República,
na página 248: “Esta associação (Associação de Protecção à Infância) foi
fundada em 3 de Agosto de 1903, por
iniciativa de D. António Barroso, para
se dedicar à educação moral e intelectual de crianças”. Mas pouco mais
sabia e pensava mesmo que já estaria
sem atividade.
Mas o inesperado aconteceu. Foi
no dia 22 de outubro passado. Num

convívio autárquico, abeirou-se de
mim um velho amigo, que conheço
desde infância, e disse-me: - Soube
pelo Cónego Milheiro que foi o senhor que escreveu o artigo “Quem
conhece este monumento?” , publicado
pela Voz Portucalense, no dia 29 de
setembro.” E acrescentou: - Esse texto já ganhou um novo assinante para
o jornal.
Perante a minha surpresa, continuou: - “Sou presidente da Associação de Protecção à Infância Bispo D.
António Barroso, cuja sede é junto a
essa estátua. – Mas a Associação ainda
funciona? Perguntei, muito admirado.
– Funciona e está com muitos projetos. Neste momento, alberga vinte e
nove meninas entre os 6 e os 18 anos.
Temos mesmo uma menina mais velha por quem assumimos a total responsabilidade.
De imediato, convidou-me a visitar as suas instalações. Agradeci e
prometi uma visita. Enquanto esta
não acontece, escrevi, com base no
site www.apibab.pt da instituição, o
texto que a Voz Portucalense publicou no dia 16 de novembro, de que
transcrevo parte significativa.
“Esta é uma breve apresentação
da nossa Associação, que de forma
genérica define a nossa missão e os
nossos objetivos, no trabalho desen-

Associação de Protecção à Infância, fundada por D. António Barroso, em
03/08/1903. Largo 1.º de Dezembro, Porto.

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volvido por uma causa social que
a todos nos toca, norteados pelos
valores do Humanismo e da Justiça Social que tem como corolário
a afirmação da Dignidade Humana,
promovendo uma sociedade mais
justa, coesa e inclusiva, para todas
as crianças e jovens.”
Depois numa breve resenha
histórica, informa que “A Associação de Proteção à Infância Bispo D.
António Barroso foi fundada em, 7
de maio (ou 3 de Agosto?) de 1903,
pelo então Bispo do Porto, D. António Barroso, com o objetivo de acolher crianças e jovens das famílias
desfavorecidas da cidade do Porto.
Com a publicação no DR nº 138
III série, de 17 de junho de 1988,
foi reconhecida como Instituição
Particular de Solidariedade Social –
IPSS-, com o registo nº 36/88, com
efeitos retroativos a 11 de agosto
de 1986.”
Ao esclarecer a sua missão na

atualidade, acrescenta:” Hoje o
paradigma é completamente diferente, o Lar, também designado
por Casa de Acolhimento, é uma
resposta social que surge da necessidade de acolher crianças/jovens
que, por razões de disfunção graves ou outras, carecem de apoio
de uma estrutura residencial que
lhes proporcione, não só as necessidades de socialização inerentes às
fases de desenvolvimento, mas também um papel complementar que
lhe cabe na ação educativa, através
de intervenção das técnicas para
desenvolverem o projeto de vida
das crianças e jovens acolhidas.”
Em conclusão, a memória de D.
António Barroso não é mera réstia
do passado, mas, quando estamos
prestes a celebrar os 100 anos do
seu falecimento (1918-2018), continua viva nas pessoas e nas instituições que sempre o lembram como
“bispo santo” e “bispo dos pobres”.

À esquerda, o funeral de D. António Barroso passando em frente ao edifício do Recolhimento das Meninas Órfãs de
Nossa Senhora da Esperança, que o “bispo dos pobres” ajudou e protegeu. (Situado junto ao Jardim de S. Lázaro, o Colégio de
Nossa Senhora da Esperança, propriedade da Santa Casa da Misericórdia do Porto, foi criado como Recolhimento das Meninas Órfãs de Nossa
Senhora da Esperança, em 1724. Camilo Castelo Branco faz referência a este imóvel, onde estiveram internadas, entre muitas, as filhas adoptivas
de Antero de Quental). À direita, o novo Centro Social de Remelhe «D. António Barroso». (Trata-se de uma i.p.s.s. O Pe. Sebastião Braz, secretário de D. António Barroso e seu primeiro biógrafo, escreveu que o bispo que o povo apelidava de santo, durante o seu exílio em
Remelhe, se esforçou por desenvolver entre os seus conterrâneos o espírito associativo).

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Boletim de D. António Barroso
Postulação homenageia D. António Barroso
no 162.º aniversário do seu nascimento

Texto e imagens de José Campinho

«Talvez não haja nenhum
Bispo no mundo que, numa
tão curta vida, tenha folha de
serviço igual. Na sua apostólica carreira, encontra-se a
coragem intemerata dos nossos guerreiros, o temperamento aventureiro dos nossos navegantes e a seráfica

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doçura dos nossos missionários».

Foi com estas palavras citadas
do jornal Aliança, edição de agosto
de 1899, que D. Ximenes Belo, Bispo Emérito de Timor Leste, iniciou a
sua referência a D. António Barroso,
durante a sessão solene realizada no
auditório da Biblioteca Municipal de
Barcelos, em 5 de novembro último, data em que se celebrou
o 162.º aniversário do seu nascimento.
Reportando-se ao processo de beatificação, entregue na
Santa Sé em março de 2015, e
acerca do qual se aguarda decisão da Congregação para a
Causa dos Santos, D. Ximenes
Belo formulou votos pela celeridade da mesma, não deixando
de lembrar que, «para que este
desígnio se cumpra» é necessário «falar dele, escrever sobre
ele, e, sobretudo, invocar as
suas virtudes humanas, sacerdotais, episcopais e espirituais».
Entretanto, a devoção ao
Bispo D. António Barroso parece já ter ultrapassado fronteiras
e aberto espaço para a inclusão
da freguesia de Remelhe, terra

natal daquele que foi missionário e
«Bispo em três continentes», na rota
do turismo cultural e religioso da região.
Esta foi a tese defendida pela mestre em História, Maria Isabel Lobarinhas Limpo Trigueiros, que, na comunicação que apresentou no auditório
da Biblioteca Municipal de Barcelos,
no âmbito do programa oficial das
comemorações do 162.º aniversário
do nascimento de D. António Barroso, não só afirmou que «o movimento da religiosidade popular em torno
da figura de D. António Barroso já é
suficiente para se apostar no turismo cultural e religioso em Remelhe»,
como reconheceu que «a Junta de
Freguesia de Remelhe,ao colocar nas
entradas da freguesia painéis com a
imagem do Bispo, subscritas com a
saudação «Bem-vindos às terras de D.
António Barroso», já assumiu abertamente as potencialidades turísticas da
localidade.
Para a conferencista, a questão
do turismo cultural e religioso é um
tema muito atual e em pleno dinamismo, e Remelhe dispõe dos muitos recursos que constituem o património
associado a D. António Barroso, que
podem ser transformados em produ-

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to turístico. Assim «haja vontade e o
envolvimento das entidades devidas»,
sublinhou.
Segundo declarou Maria Isabel
Trigueiros, a investigação por si realizada, através de inquéritos a pessoas
singulares e a instituições públicas e
privadas, bem como através da pesquisa feita nos «Livros de Registos»
dos devotos de D. António, levou-a

a concluir que, mesmo sem qualquer
investimento e sem a elevação do
Bispo a beato, já existe um considerável movimento anual de pessoas quer
nacionais, quer estrangeiras.
Daí a sua proposta para a criação
dum «circuito turístico», a começar
no anexo à Casa de Santiago, onde
nasceu D. António Barroso», em 5 de
novembro de 1854, e seguindo pela
casa que, enquanto Bispo do Porto,
mandou construir na sua terra natal, passando, depois, pela casa que
os seus pais compraram, quando ele
tinha 18 anos, e a terminar junto na
Igreja Paroquial, onde foi batizado
e onde celebrou a sua Missa Nova,
com acesso à capela-jazigo, onde repousam os seus restos mortais, e ao
monumento público com que a freguesia homenageou o insigne Bispo
Missionário.
A homenagem a D. António Barroso a pretexto da comemoração do
162.º aniversário do seu nascimento
foi abrilhantada pelo Grupo Coral da
Freguesia da Lama, sendo de relevar
a interpretação que fez do hino de
D. António Barroso, composto pelo
maestro portuense Eduardo Antó-

nio da Fonseca, para celebrar o seu
regresso à diocese, em 1914, após o
exílio.
A sessão terminou com a deposição de uma coroa de flores no
monumento a D. António, na Praça
do Município, pelo Dr. António José
Gonçalves Barroso, familiar do homenageado, que usou da palavra.

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Boletim de D. António Barroso
AMIGOS DE D. ANTÓNIO BARROSO
Reunidos em assembleia geral
RECORDANDO OS
SÓCIOS FUNDADORES
DA ASSOCIAÇÃO
São em número de 33 os associados que no dia 18 de Dezembro de
1992,  compareceram no 4.º Cartório Notarial do Porto, como outorgantes:

No dia 17 de Setembro do ano
corrente, a Associação dos Amigos de
D. António Barroso reuniu-se em assembleia geral, na Casa de Vilar, Porto.
O centenário da morte de D. António Barroso, no dia 31 de Agosto
de 2018, foi o assunto principal do
encontro. Embora as iniciativas a tomar no âmbito das celebrações, bem
como os responsáveis a nomear e a
programação a fixar, sejam natural-

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mente da competência exclusiva do
Senhor Bispo do Porto, D. António
Francisco dos Santos, entenderam os
amigos e admiradores de D. António
Barroso aprovar um conjunto de sugestões a submeter à apreciação do
Senhor Bispo do Porto e do Senhor
Arcebispo de Braga. O texto que lhes
foi remetido está disponível no site
www.domantoniobarroso.pt

Dr. Álvaro da Conceição Tavares,
Dr. José Ferreira Gomes,
Prof. Dr. Manuel de Miranda Ramos
Lopes,
Eng. António Pacheco Luís Gomes,
Eng. António Pinheiro Barroso,
Prof. Dr. António José de Aguiar
Alves de Brito,
Dr. Pedro Paulo Biscaia de Azeredo
Perdigão,
Dr. José de Azeredo Perdigão,
Eng. Francisco de Nápoles Ferraz
de Almeida e Sousa,
José Barroso Castelo-Grande,
João Maciel de Brito Limpo
Trigueiros,
Otília Barroso Castelo-Grande
Limpo Trigueiros,
António José Cardoso de Sousa
Barroso,
Eduardo António Gonçalves Pereira,
Cármen Maria Lopes Antunes,
Henrique Augusto da Silva,
Francisco Monteiro da Costa,
Emílio Faria da Costa,
Henrique Manuel da Silva Mendes,
José Amorim Antunes,
Maria Helena Pereira da Costa,
Manuel Celso da Silva Cunha,
Dr. Victor Manuel Martins Pinho da
Silva,
João Quintela da Rocha,
António Manuel da Silva Mendes,
Cândido Alberto Martins Lopes,
José Fernando da Silva Mendes,
João Eduardo da Silva Mendes,
Laurinda de Sá Cardoso,
Manuel João Fernandes Cunha,
José Joaquim da Silva Mendes,
José Augusto da Silva Terroso e 
Maria Amélia da Silva Torres.

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SÓCIOS HONORÁRIOS
DA ASSOCIAÇÃO
Na assembleia geral de 2011 foi votada, por unanimidade e aclamação, uma
proposta no sentido de a Sociedade
Missionária da Boa Nova e o Dr.
José Ferreira Gomes serem convidados a integrar a categoria de sócios

missionários da

Boa nova

honorários da associação, pelo apoio que
desde a fundação têm prestado à Causa da Beatificação e Canonização de  D.
António  Barroso. Foi também aceite um
voto de agradecimento a Mons. Cónego Ângelo Alves, pelo apoio constante que vem dando à Causa , bem como
ao Pe. José Araújo, Arcipreste de
Barcelos, pela colaboração prestada aos
Amigos de D. António Barroso.
Na 4.ª assembleia geral, que teve lugar
em 17 de Setembro de 2016, foi aprovada
por unanimidade e aclamação uma proposta da direcção para que o Pe. Manuel Castro Afonso seja convidado a

integrar a lista de sócios honorários. É o
terceiro membro a quem é atribuída tal
distinção.
Recorda-se que o primeiro passo do
Movimento Pró-Canonização de D.António Barroso foi dado em 23 de Outubro
de 1991, na sede da Sociedade Missionária da Boa Nova, em Lisboa, num encontro entre o Pe. Manuel Castro Afonso, então Superior Geral da instituição, e o Dr.
José Ferreira Gomes, advogado, que viria
a ser nomeado Vice-Postulador da Causa.

CORPOS SOCIAIS
Na assembleia geral de 17 de Setembro de 2011, foi votada por unanimidade
a lista dos corpos sociais para o trénio
2011-2014. Tem como presidente da Assembleia, Manuel da Silva Costa, professor catedrático jubilado da Universidade
do Minho, e a direcção ficou  a cargo de
Amadeu Gomes de Araújo, investigador
do CEHR da Universidade Católica, Lisboa, e vice-postulador da Causa da Canonização. José Gomes Campinho, Professor, preside ao Conselho Fiscal.
Na assembleia geral de
17 de Setembro de 2016,
os corpos sociais em exercício viram o
seu mandato
renovado para
o triénio 2016
– 2019.

MESA DA ASSEMBLEIA GERAL:
Presidente – Manuel da Silva Costa
Vice-Presidente – Maria Arminda  
        Barroso Ferreira
1º Secretário – António José Barroso
2º Secretário – José Araújo Simões
 
DIRECÇÃO:
Presidente –  Amadeu Gomes de
      Araújo
Vice-Presidente – Manuel Amândio
        Alves Vilas Boas
Secretário – Joaquim Faria Simões
Tesoureiro – Joaquim Martins da
      Costa
Vogais – Madalena Maria Castelo
    Limpo Trigueiros e
    António de Jesus Loureiro
    Gonçalves
 
CONSELHO  FISCAL:
Presidente – José Gomes Campinho
Vogais – Manuel Augusto Miranda
    Senra e Maria de Fátima
    Barroso Simões

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Boletim de D. António Barroso

No NATAL, lembre-se do aniversariante!
FLORES PARA OS amigos
DE D. ANTÓNIO BARROSO

Ao concluir 2016, e reflectindo sobre o trabalho da Postulação, julgamos dever realçar o apoio, a disponibilidade e a generosidade que a Causa de D. António Barroso tem recebido de muitos membros da ARM (Associação Regina Mundi, dos antigos
alunos da Sociedade Missionária da Boa Nova), particularmente de alguns dos seus responsáveis, como José Santos Ponciano,
João Rodrigues Gamboa e Joaquim Alves Pereira. Muito obrigado! Bem hajam! Flores para todos!
VISITAS À CAPELA-JAZIGO. Flores também para quantos continuam a visitar D. António no espaço onde repousa. Embora
muitos não gostem de registar o seu nome, continua a ser significativo o número de admiradores e devotos. Entre 1 de Junho e 30 de
Novembro de 2016, constam 305 registos no Livro de Visitantes. Destes, uma boa parte são vizinhos, de Remelhe (84), mas outros
vieram de longe, como Brasil, São Paulo (3), ou de outras terras, como Póvoa de Varzim (6),Vila do Conde (2), Alvelos (10), Barcelos (39),
Milhazes (2), Rio Covo Sta. Eugénia (2), Galegos S. Martinho (3), Carvalhal (5), Rio Covo Sta. Eulália (3), S. Veríssimo (25), Arcozelo (13),
Rio Mau,Vila do Conde (2), Galegos Sta. Maria (2), Adães (1), Manhente (7), S. João da Madeira (8), Braga (2), Famalicão (4), Faria (3),Vila
Nova de Gaia (6), Chorente (4), Trofa (10), Barcelinhos (6), Vila Boa (2), Carapeços (7), Fragoso (1), Abade de Neiva (2), Feitos (2), Silva
(2), Gemeses (6),Vila Frescainha S. Martinho (1), Gondifelos (1), Rates, Póvoa de Varzim (1), Milhazes (2),Várzea (1). No dia 25 de Setembro, um grupo de 25 pessoas de Vilar do Paraíso deslocou-se à Capela-Jazigo, em romagem integrada numa acção de Pastoral Familiar.
Com a colaboração de Goretti Loureiro

CONTAS EM DIA
A última relação de contas (até 31 de Maio de 2016) está disponível no Boletim n.º XVII, III Série. Desde aquela data, até 30 de Novembro de 2016, foram efectuadas as seguintes despesas: Escola Tipográfica das Missões. Execução e expedição do Boletim n.º XVII, III
Série: 541.59 €; consumíveis, expediente, correio, comunicações: 50.00 €; site domantoniobarroso: 600.00 €; calendário 2017: 200.00 €.
TOTAL: 1.391,59 €.
No mesmo período foram recebidos os seguintes donativos para apoio à Causa da Canonização e para as despesas do Boletim:
Assinantes da freguesia de Remelhe: Lugar de Vilar. Responsável: D.ª Margarida Barroso Simões -146.00 €; Lugar da Igreja. Responsável:
D.ª Amélia Seara - 104.00 €; Lugar de Bacêlo. Responsável: Sr. Mário da Costa Lopes -60.00 €; Lugar de Paranho. Responsável: Sr. Augusto da Costa Martins -50.00 €; Lugar da Portela. Responsável: Sr. Augusto Faria dos Penedos - 40.00 €; Lugar da Quintã. Responsável:
D.ª Laurinda Fonseca do Vale-25.00 €; Lugar do Monte. Responsável: D.ª Ana Maria Coutinho-20.00 €; Lugares de Santiago, Casal Novo
e Torre de Moldes. Responsável: D.ª Maria Magalhães Faria Senra-150.00 €. Outros donativos: D.ª Laurinda Fonseca do Vale e Sr. Manuel
Ribeiro Fernandes: Julho: 110.00 €, Agosto: 100.00 €, Setembro: 100.00 €, Outubro: 105.00 €, Novembro: 100.00 ; D.ª Fernanda Gonzaga
e Sr. Joaquim Alves Pereira: 250.00 €; Prof. Doutor Rui M. Garcia: 50.00 €; Dra. Maria Margarida Pogarell: 40.00 €; Anónimo: 40.00 €.
Sr. Joaquim ? (de Sta. Eugénia): 10.00 €; Dr. António Cruz Feliciano: 40.00 €; Sr. Luís Carlos Duarte Miranda: 10.00 €; Dra. Lúcia Gomes
de Araújo Sousa: 50.00 €; Sr. Júlio Pedro Matos Araújo: 20.00 €. TOTAL : 1.630,00 €.
Para transferências bancárias que tenham a bondade de fazer para apoio à Causa da Canonização de
D. António Barroso e para as despesas deste Boletim, informamos que a conta em nome do «Grupo de Amigos
de D. António Barroso», na Caixa Geral de Depósitos, Oeiras, tem as seguintes referências:
NIB: 003505420001108153073. IBAN: PT50003505420001108153073. BIC: CGDIPTPL

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