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UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA


Campus Universitário Trindade
Florianópolis, SC

Projeto Político Pedagógico

Cursos de Graduação

Centro de Engenharia da Mobilidade

Campus Joinville - SC

Projeto Versão 2
(Foi implementado algumas sugestões dos relatores)
Florianópolis, 02 de Fevereiro de 2009
2

Sumário
1. Introdução 3

2. Marco conceitual 3

3. Antecedentes legais 5

4. Conhecimentos e habilidades 7

5. Fundamentos pedagógicos 8

6. Habilitação profissional 9

7. Estrutura curricular 10

7.1 Estrutura das disciplinas do Primeiro ciclo 11

7.2 Estrutura das disciplinas do Segundo ciclo 11

7.3 Estrutura das disciplinas do Terceiro ciclo 13

8. Estrutura administrativa 18

APÊNDICES: 19

Apêndice A 20

Apêndice B1 26

Apêndice B2 32

Apêndice C1 35

Apêndice C2 41

Apêndice C3 48

Apêndice C4 54

Apêndice C5 62

Apêndice C6 67

Apêndice C7 72
3

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA


CENTRO TECNOLÓGICO

CENTRO DE ENGENHARIA DA MOBILIDADE - CEM

1. Introdução

O Brasil apresenta hoje uma grande demanda de infra-estrutura de transportes,


de tráfego e logística para operacionalizar os diferentes sistemas de transporte e, ao
mesmo tempo, apresenta um grande déficit do número de engenheiros, se comparado
com países desenvolvidos. Por outro lado, o Governo Federal instituiu o Programa de
Apoio ao Plano de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais – Reuni,
com o propósito de aumentar a eficiência do sistema nacional de ensino, ampliar a
oferta de cursos e ajustar o mesmo às necessidades do país. Assim, ações destinadas
a superar estas deficiências revestem-se de um grande interesse. É nesta conjuntura
que nasce o Centro de Engenharia da Mobilidade, como um novo campus da UFSC na
cidade de Joinville.

Por outro lado, o reconhecimento alcançado pela Universidade e a decisão de


expandir suas atividades para o interior do Estado de Santa Catarina despertam o
interesse das comunidades e, ao mesmo tempo, desafiam a instituição a elaborar
projetos inovadores, articulados com a realidade do país e as tendências mundiais.

2. Marco conceitual

O Centro de Engenharia da Mobilidade - CEM da Universidade Federal de Santa


Catarina é uma estrutura de ensino, pesquisa e extensão destinada à formação de
pessoas de alta competência técnica e gerencial, com foco no desenvolvimento de
sistemas técnicos nos campo veicular (automobilístico, metroviário, ferroviário,
marítimo, fluvial, aéreo e espacial) e no estudo de cenários e projetos para resolver
problemas de infra-estrutura, operação e manutenção de sistemas de transporte. Trata-
se de uma iniciativa que visa propiciar a produção e disseminação de conhecimentos
4

relativos à engenharia da mobilidade, tanto no contexto veicular quanto da infra-


estrutura do transporte.

Para a formação de bacharel e de engenheiro no CEM, os postulantes prestarão


um único vestibular unificado, independentemente da opção profissional que venham a
optar durante as fases do curso. As alternativas de diplomação que os ingressantes
terão serão as de Bacharel em tecnologia e de Engenheiro. Se optarem pelo
bacharelado, o grau se dará quando cumpridas as disciplinas dos três primeiros anos
do curso. Se optarem pela engenharia, o grau será concedido se completar toda a
formação prevista no final de cinco anos do curso.

Dada a diversidade de assuntos abordados no Centro de Engenharia da


Mobilidade (CEM) e a possibilidade da formação no bacharelado e na engenharia, o
Planejamento Político Pedagógico foi organizado em três grandes ciclos. O primeiro,
que corresponde aos quatro primeiros semestres, compreende os conteúdos básicos
para a formação de engenharia. O segundo ciclo, que engloba o quinto e o sexto
semestre, destina-se ao estudo de dois grandes eixos de formação profissional, que
correspondem às especialidades básica profissionalizantes, requeridas para o
bacharelado da área: veicular e de transporte. Por último, o terceiro ciclo engloba do
sétimo ao décimo semestre, e corresponde à formação necessária às sete áreas de
concentração da engenharia: naval e oceânica, aeronáutica e espacial, automobilística,
ferroviária e metroviária, mecatrônica, tráfego e logística e infra-estrutura de transporte.
Esta estruturação se apresenta na Figura 1.
5

FIGURA 1 - Estrutura dos cursos do CEM

3. Antecedentes legais

O curso de engenharia da mobilidade obedecerá aos dispositivos legais que


regulamentam a profissão de engenheiro, conforme descrito a seguir.
• Resolução CNE/CES 11, de 11 de março de 2002, que institui Diretrizes
Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia.
o Art. 4º A formação do engenheiro tem por objetivo dotar o profissional dos
conhecimentos requeridos para o exercício das seguintes competências e
habilidades gerais:
ƒ I - aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e
instrumentais à engenharia;
ƒ II - projetar e conduzir experimentos e interpretar resultados;
ƒ III - conceber, projetar e analisar sistemas, produtos e processos;
ƒ IV - planejar, supervisionar, elaborar e coordenar projetos e
serviços de engenharia;
ƒ V - identificar, formular e resolver problemas de engenharia;
6

ƒ VI – desenvolver e supervisionar a operação e a manutenção de


sistemas;
ƒ VII - avaliar criticamente a operação e a manutenção de sistemas;
ƒ VIII - comunicar-se eficientemente nas formas escrita, oral e
gráfica;
ƒ IX - atuar em equipes multidisciplinares;
ƒ X - compreender e aplicar a ética e responsabilidade profissionais;
ƒ XI - avaliar o impacto das atividades da engenharia no contexto
social e ambiental;
ƒ XII - avaliar a viabilidade econômica de projetos de engenharia;
ƒ XIII - assumir a postura de permanente busca de atualização
profissional e envolver e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas.
o Art. 6º Todo o curso de Engenharia, independente de sua modalidade,
deve possuir em seu currículo um núcleo de conteúdos básicos, um
núcleo de conteúdos profissionalizantes e um núcleo de conteúdos
específicos que caracterizem a modalidade.
ƒ § 1º O núcleo de conteúdos básicos, cerca de 30% da carga
horária mínima, versará sobre os tópicos que seguem..........
ƒ § 2ºNos conteúdos de Física, Química e Informática, é obrigatória a
existência de atividades de laboratório. Nos demais conteúdos
básicos, deverão ser previstas atividades práticas e de laboratórios,
com enfoques e intensidade compatíveis com a modalidade
pleiteada.
ƒ § 3º O núcleo de conteúdos profissionalizantes, cerca de 15% da
carga horária mínima, versará sobre um subconjunto coerente dos
tópicos abaixo discriminados, a ser definido pela IES:
• Resolução CNE/CES No. 2 de 18 de junho de 2007, que dispõe sobre carga
horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos
de graduação, bacharelados, na modalidade presencial.
o Art. 2º III – os limites de integralização dos cursos devem ser fixados
com base na carga total, computada nos respectivos Projetos
7

Pedagógicos dos cursos, observados os limites estabelecidos nos


exercícios e cenários apresentados no Parecer CNE/CES nº 8/2007,
da seguinte forma:
ƒ a)Grupo de Carga Horária Mínima de 2.400h: limites mínimos para
integralização de 3 (três) ou 4 (quatro) anos.
ƒ b)Grupo de Carga Horária Mínima de 2.700h: limites mínimos para
integralização de 3,5 (três e meio) ou 4 (quatro) anos.
ƒ c)Grupo de Carga Horária Mínima entre 3.000h e 3.200h: limite
mínimo para integralização de 4 (quatro) anos.
ƒ d)Grupo de Carga Horária Mínima entre 3.600 e 4.000h: limite
mínimo para integralização de 5 (cinco) anos.
ƒ e)Grupo de Carga Horária Mínima de 7.200h: limite mínimo para
integralização de 6 (seis) anos.

4. Conhecimentos e habilidades

A formação de engenheiros pelo CEM na opção veicular, consiste na aquisição


de conhecimentos e o desenvolvimento de habilidades necessárias para planejar,
projetar, construir, manter e efetuar descarte de produtos destinados ao transporte de
cargas e pessoas, conforme descrito nos sistemas descritos a seguir.

ƒ Sistemas motrizes: compreende tópicos relativos aos princípios de


funcionamento de motores térmicos e elétricos;

ƒ Sistemas estruturais: correspondem aos elementos que conformam o corpo do


veículo, incluindo o suporte dos outros sistemas bem como os elementos
direcionais;

ƒ Sistemas de navegação: se relacionam com os dispositivos necessários à


operação e manutenção dos veículos.

ƒ Sistemas embarcados: compreendem os conceitos necessários ao entendimento


da eletrônica e da computação associadas ao bom funcionamento de cada um
dos sistemas e do seu conjunto;
8

ƒ Sistemas de comunicação: destinados ao entendimento dos elementos


responsáveis pela obtenção, análise e transmissão de dados necessários ao
funcionamento dos dispositivos móveis.

ƒ Sistemas acessórios: correspondem aos conceitos relacionados com o conforto,


estética, segurança e ergonomia dos veículos.

A formação de engenheiro pelo CEM na opção transporte consiste na aquisição


de conhecimentos e o desenvolvimento de habilidades necessárias para planejar,
projetar, construir, gerenciar e manter em funcionamento a infra-estrutura de transporte
de cargas e pessoas, envolvendo os seguintes tópicos:

ƒ Capacidade de vias

ƒ Planejamento e projeto de vias e elementos de infra-estrutura

ƒ Construção de vias e elementos de infra-estrutura

ƒ Gerenciamento, operação e manutenção de sistemas de transporte

ƒ Avaliação de desempenho e impactos de sistemas de transportes.

Baseados nestes conceitos e no que determina a legislação, o conhecimento e as


habilidades necessárias à cada formação são assim definidos:

ƒ Grau de bacharel em tecnologia veicular e tecnologia de transporte: conhecer


os fundamentos da operação dos equipamentos da mobilidade e ter
condições de fazer o planejamento, manutenção e operação dos elementos
componentes dos veículos e dos sistemas de transporte.

ƒ Grau de engenheiro: além do conhecimento e habilidades do grau de


bacharel deve saber projetar e fabricar um equipamento fixo ou móvel ou
projetar e construir um elemento de infra-estrutura de transporte e ter noções
das respectivas componentes financeiras e ambientais.

5. Fundamentos pedagógicos
9

Os cursos do Centro de Engenharia da Mobilidade têm um planejamento político


pedagógico fundamentado na Resolução CNE/CES 11, e que segue uma formatação
própria e exclusiva que obedece aos seguintes princípios:

ƒ fortalecimento da autonomia do estudante na sua formação, que deriva na


inexistência de pré-requisitos para cursar disciplinas. No entanto, é preciso
ser aprovado em todas as disciplinas de um ciclo para ter acesso ao próximo;

ƒ escolha das especialidades, se dará para o segundo e terceiro ciclo de


formação, baseada nas aspirações e qualificações, que serão deferidas por
meio de avaliação de múltiplos critérios, considerando o interesse do aluno
(a), da instituição e da sociedade;

ƒ O número de vagas para cada especialidade, em cada um dos ciclos, será


previamente definido pela instituição, podendo sofrer alteração para mais
vagas ou para menos, em face de estudos previamente estabelecidos;

ƒ Possibilidade de estágios em pequenos períodos, durante o período das


férias, para complementar o conhecimento acadêmico;

ƒ Integração vertical e horizontal dos professores;

ƒ Organização das disciplinas por núcleos de conhecimento;

ƒ Organização de disciplinas com temas transversais, contemplando o


desenvolvimento das diversas habilidades propostas;

ƒ Apresentação de conteúdos fundamentais em grandes turmas com


desenvolvimento de exercícios e aulas de laboratórios em turmas menores.

6. Habilitação profissional

Os estudantes do Centro de Engenharia da Mobilidade (CEM) terão as


alternativas de diplomação regulamentas pelo ANEXO I (Sistematização das atividades
profissionais) da resolução nº 1.010, de 22 de agosto de 2005, Conselho Federal de
Engenharia, Arquitetura e Agronomia – Confea.
10

De acordo com Planejamento Político Pedagógico do CEM, sistematizado na


Figura 1, planejou-se a formação acadêmica com uma grade curricular, que permita ao
alunos desfrutar de duas possibilidades de diplomação:
A primeira, para todos os alunos que obtiverem êxito nas atividades acadêmicas
do primeiro e do segundo ciclo de formação, ao final do terceiro ano de curso, será
atribuído o grau de Bacharel, em uma das duas seguintes habilitações:
• Tecnologia Veicular, ou
• Tecnologia de Transporte.
A segunda diplomação será de Engenheiro para todos os alunos que obtiverem
êxito nas atividades do primeiro, segundo e do terceiro ciclo de formação acadêmica,
ao final do quinto ano de curso.
Seguindo o ANEXO 1 da resolução 1010, os acadêmicos terão as habilitações
classificadas em uma das duas seguintes modalidades:
1) “Campos de atuação profissional da modalidade Civil”, terá uma de duas
habilitações:
• Engenharia de Infra-Estrutura,
• Engenharia de Tráfego e Logística.
2) “Campos de atuação profissional da modalidade Industrial” terá uma de cinco
habilitações:
• Engenharia Naval e Oceânica;
• Engenharia Aeronáutica e Espacial,
• Engenharia Automobilística,
• Engenharia Ferroviária e Metroviária
• Engenharia Mecatrônica.

7. Estrutura curricular

A estrutura curricular do curso de engenharia da mobilidade obedece à estrutura


de três fases apresentada anteriormente.
11

7.1 Estrutura das disciplinas do Primeiro ciclo

O conjunto de disciplinas para o primeiro ciclo é apresentado no Quadro 2. A


descrição detalhada é apresentada no apêndice A.

SEM. DISCIPLINA Teoria Lab. HA


1o Cálculo I 2 2 4
Física I 2 2 4
Representação Gráfica 2 2 4
Introdução à Engenharia 3 1 4
Química Tecnológica 2 2 4
Geometria Analítica 2 2 4
Total de créditos 13 11 24

2o Cálculo II 2 2 4
Estatística e probabilidade para engenharia 2 2 4
Estática 2 2 4
Álgebra Linear 2 2 4
Termodinâmica (contém e substitui Física II) 2 2 4
Desenho e Modelagem Geométrica 2 1 3
Introdução a informática: programação e estrutura da informação 1 3 4
Total de créditos 13 14 27

3o Cálculo III 2 2 4
Cálculo numérico 2 2 4
Dinâmica 2 2 4
Mecânica dos fluídos e hidrodinâmica 2 2 4
Metrologia 2 2 4
Filosofia Social e Ética 2 1 3
Biosfera e sustentabilidade 2 1 3
Total de créditos 14 12 26

4o Mecânica dos sólidos I 2 2 4


Ciência dos materiais 2 2 4
Fundamentos em engenharia da mobilidade 2 2 4
Sistemas hidráulicos e pneumáticos 2 2
Circuitos Elétricos e Eletrônicos 5 2 7
Ergonomia e segurança 3 0 3
Metodologia de projeto 2 2 4
Total de créditos 18 10 28
Quadro 2. Disciplinas do ciclo básico

7.2 Estrutura das disciplinas do segundo ciclo


12

O conjunto de disciplinas para o segundo ciclo - veicular é apresentado no Quadro 3. A


descrição detalhada é apresentada no apêndice B1

SEM. DISCIPLINA Teoria Lab. HA


5o Gerenciamento operacional da manufatura 3 3
Processo de fabricação 3 1 4
Transmissão de calor I 3 3
Sinais e sistemas 4 2 6
Microcontroladores e Microprocessadores 2 2 4
Sistemas digitais 2 1 3
Sistemas de Comunicação 3 1 4
Projeto integrado em engenharia veicular I 1 2 3
Total de créditos 21 9 30

6o Elementos de Máquinas 3 1 4
Estruturas veiculares 43 1 4
Sistemas motrizes mecânico 43 1 4
Sistemas motrizes elétricos 43 1 4
Arquitetura de Computadores e Sistemas Operacionais 33 1 4
Sistemas realimentados 4 2 6
Projeto integrado em engenharia veicular II 3 3
Total de créditos 19 10 29
Quadro 3. Disciplinas do segundo ciclo - veicular

O conjunto de disciplinas para o segundo ciclo – transportes Quadro 4, cuja


descrição é apresentada no apêndice B2

SEM. DISCIPLINA Teoria Prática HA


5º Geologia de Engenharia 4 1 5
5º Topografia 3 1 4
5º Geoprocessamento 3 1 4
5º Sistemas de Transportes 2 1 3
5º Mecânica dos sólidos II 3 1 4
5º Custos I 2 1 3
5º Engenharia de Tráfego 2 1 3
5º Impacto ambientais de transporte 2 1 3
Total de créditos 23 5 29

6º Análise de dados de transporte 2 1 3


6º Mecânica dos Solos I 3 1 4
6º Projeto Geométrico de Vias 4 1 5
6º Análise Estrutural I 3 1 4
6º Tecnologias Aplicadas a Transportes 3 1 4
6º Planejamento da capacidade de vias 3 1 4
13

6º Logística empresarial 2 1 3
6º Teoria de fluxo de tráfego 3 1 4
6º Economia dos transportes 2 1 3
Total de créditos 27 2 31
Quadro 4. Disciplinas do segundo ciclo – transportes

7.3 Estrutura das disciplinas do terceiro ciclo

O conjunto de disciplinas para o terceiro ciclo da engenharia veicular, opção


naval e oceânica é apresentado no Quadro 5. A descrição detalhada é apresentada no
apêndice C1.

SEM. DISCIPLINA Teoria Prática HA


o
7 Mecânica dos sólidos II 3 1 4
Estruturas Navais e Oceânicas I 3 1 4
Dinâmica de sistemas 3 2 5
Hidrodinâmica I 3 1 4
Transmissão de Calor II 3 1 4
Materiais para construção naval 3 1 4
Total de créditos 18 7 25
o
8 Estruturas Navais e Oceânicas II 3 1 4
Hidrodinâmica II 3 1 4
Ligações permanentes 2 2 4
Planejamento, projeto e controle de projetos de navios e 2 2 4
sistemas marítimos
Sistemas Marítimos 3 1 4
Sistemas hidráulicos e pneumáticos 3 1 4
Total de créditos 16 8 24
o
9 Processo de Construção Naval 3 1 4
Instalação e arranjo de praça de máquina 3 1 4
Projeto de embarcações especiais 2 2 4
Administração e Organização Industrial e Portuária 3 1 4
Segurança, análise de risco e legislação. 3 1 4
Optativa 4 4
Planejamento do Trabalho de Conclusão de Curso 2 2
Total de créditos 18 8 26

10 o Trabalho de Fim de Curso 25 25


Total de créditos 25 25

Quadro 5. Disciplinas da engenharia veicular, opção naval e oceânica


14

O conjunto de disciplinas para o terceiro ciclo da engenharia veicular, opção


aeronáutica é apresentado no Quadro . A descrição detalhada é apresentada no
apêndice C2.

SEM. DISCIPLINA Teoria Prática HA


7o Teoria de estruturas aeronáuticas 3 1 4
Propulsão aeronáutica I 3 1 4
Dinâmica dos gases e camada limite 3 1 4
Dinâmica de sistemas 3 2 5
Transmissão de Calor II 3 1 4
Materiais II 3 1 4
Total de créditos 18 7 25

8o Estabilidade de estruturas aeronáuticas 3 1 4


Propulsão aeronáutica II 3 1 4
Projeto de aeronaves I 3 1 4
Sistemas de aeronaves 3 1 4
Fadiga e mecânica da fratura 3 1 4
Aerodinâmica da asa e fuselagem 3 1 4
Total de créditos 18 6 24

9o O processo de construção assistidos por computador 3 1 4


Propulsão aeronáutica III 3 1 4
Segurança, análise de risco e legislação. 3 1 4
Projeto de aeronaves II 3 1 4
Estabilidade e controle de aeronaves 3 1 4
Sistemas hidráulicos e pneumáticos 3 1 4
Planejamento do Trabalho de Conclusão de Curso 2 2
Total de créditos 18 8 26

10 o Trabalho de Fim de Curso 25 25


Total de créditos 25 25

Quadro 6. Disciplinas da engenharia veicular, opção aeronáutica

O conjunto de disciplinas para o terceiro ciclo da engenharia veicular, opção


Automobilística é apresentado no Quadro . A descrição detalhada é apresentada no
apêndice C3.

SEM. DISCIPLINA Teoria Prática HA


o
7 Mecânica dos sólidos II 3 1 4
Design e ergonomia 3 1 4
Dinâmica de sistemas 3 2 5
Transmissão de Calor II 3 1 4
Sistema de Transmissão 3 1 4
Materiais para o setor automobilístico 3 1 4
15

Total de créditos 18 7 25
o
8 Projeto de estrutura de veículo 3 1 4
Projeto de sistema motriz 2 2 4
Ligações permanentes e desmontáveis 2 2 4
Mecanismos e robótica 3 1 4
Fadiga e mecânica da fratura 3 1 4
Optativas ou disciplinas integradas 2 2 4
Total de créditos 15 9 24
o
9 O processo de manufatura assistidos por computador para 3 1 4
o setor automobilístico
Sistemas de suspensão, direção, rodas e freio. 3 1 4
Modelagem e controle de sistemas automobilísticos 3 1 4
Energia no setor automobilístico 3 1 4
Segurança, análise de risco e legislação. 3 1 4
Optativas ou disciplinas integradas 2 2 4
Planejamento do Trabalho de Conclusão de Curso 1 1 2
Total de créditos 18 8 26

10 o Trabalho de Fim de Curso 25 25


Total de créditos 25 25

Quadro 7. Disciplinas da engenharia veicular, opção Automobilística

O conjunto de disciplinas para o terceiro ciclo da engenharia veicular, opção


ferroviária e metroviária é apresentado no Quadro 8. A descrição detalhada é
apresentada no apêndice C4.

SEM. DISCIPLINA Teoria Prática HA


o
7 Mecânica dos sólidos II 3 1 4
Sistemas de transporte ferroviário e metroviário 3 1 4
Design e ergonomia 3 1 4
Dinâmica de sistemas 3 2 5
Transmissão de Calor II 3 1 4
Sistema de Transmissão 3 1 4
Materiais para o setor ferroviário e metroviário 3 1 4
Total de créditos 18 8 25
o
8 Projeto de estrutura do carro 3 1 4
Locomotivas 2 2 4
Ligações permanentes e desmontáveis 2 2 4
Sistemas de suspensão, direção, rodas 3 1 4
Fadiga e mecânica da fratura 3 1 4
Sistemas hidráulicos e pneumáticos 3 1 4
Optativa 2 2
Total de créditos 18 8 26
o
9 O processo de manufatura assistidos por computador para 3 1 4
o setor ferroviário
Transporte Intermodal e transporte público 3 1 4
Segurança, análise de risco e legislação. 3 1 4
16

Ventilação e ar condicionado 3 1 4
Projeto de vias de trens e metrôs 3 1 4
Optativas ou disciplinas integradas 2 2 4
Planejamento do Trabalho de Conclusão de Curso 2 2
Optativa 2 , 2
Total de créditos 19 9 28

10 o Trabalho de Fim de Curso 25 25


Total de créditos 25 25

Quadro 8. Disciplinas da engenharia veicular, opção ferroviária e metroviária

O conjunto de disciplinas para o terceiro ciclo da engenharia veicular, opção


Mecatrônica é apresentado no Quadro 9. A descrição detalhada é apresentada no
apêndice C5.

SEM. DISCIPLINA Teoria Prática HA


o
7 Metodologia para Desenvolvimento de Software e
2 2 4
Sistemas
Modelagem e Verificação de Sistemas Embarcados 3 1 4
Sistemas de Tempo Real 3 1 4
Processamento Digital de Sinais 3 1 4
Sistemas de controle avançado: não-linear,
3 1 4
multivariável
Total de créditos 14 6 20
o
8 Sistemas mecatrônicos 2 2 4
Robótica 3 1 4
Comunicação de Dados e Redes de Computadores 4 2 6
Projeto de Sistemas Embarcados 2 4 6
Aspectos Econômicos e Sociais (para todas opções) 2 2
Total de créditos 13 9 22
o
9 Comunicação sem fio 3 1 4
Avaliação de Desempenho de Sistemas 2 2 4
Aspectos de Confiabilidade e Segurança 3 - 3
Direito (para todas opções) 3 3
Projeto (Design) de Sistemas Veiculares (para todas
8 8
opções da parte veicular)
Total de créditos 11 11 22

10 o Trabalho de fim de curso 25 25


Total de créditos 25 25

Quadro 9. Disciplinas da engenharia veicular, opção naval e oceânica


17

O conjunto de disciplinas para o terceiro ciclo da engenharia de transporte,


opção tráfego e logística é apresentado no Quadro 10. A descrição detalhada é
apresentada no apêndice C6.

SEM. DISCIPLINA Teoria Lab. HA


7º Sistemas Inteligentes de Transporte 3 3
7º Controle de Tráfego 4 4
7º Simulação 3 3
7º Projeto e Operação de Terminais 4 4
7º Logística 3 3
7º Programação Matemática II 5 5
7º Acidentes: Prevenção e Métodos de Investigação 3 3
Total de créditos 25 25

8º Técnicas de Inteligência Artificial em Transportes 4 4


8º Grafos e Redes 5 5
8º História do Planejamento Urbano 3 3
8º Planejamento de Transportes Públicos 5 5
8º Modelagem da Escolha Discreta para Previsão de Demanda 4 4
8º Processos Estocásticos 4 4
8º Concepção e Planejamento de Portos 4 4
Total de créditos 29 29

9º Problemas de Roteirazação de Veículos 4 4


9º Equilíbrio em Redes de Transporte Urbano 4 4
9º Programação de Frotas e Tripulantes 4 4
9º Modelagem Econômica de Transportes 5 5
9º Concepção e Planejamento de Aeroportos 4 4
9º Planejamento de Projetos 4 4
9º Concessões e Contratos 2 2
Total de créditos 27 27

10 º Laboratório de Redes de Transportes 6 6


10 º Planejamento de Transporte Urbano e Uso do Solo 4 4
10 º Análise de Regiões Metropolitanas 4 4
10 º Concessões e Contratos 4 4
10 º Engenharia e Análise de Valor 4 4
10 º Estágio Supervisionado 5 5
10 º TCC 4 4
Total de créditos 22 9 31
Quadro 10. Disciplinas da engenharia de transporte, tráfego e logística

O conjunto de disciplinas para o terceiro ciclo da engenharias de transporte,


opção infra-estrutura é apresentado no Quadro 11. A descrição detalhada é
apresentada no apêndice C7.
18

SEM. DISCIPLINA Teoria Lab. HA


7º Mecânica dos Solos II 4 4
7º Implantação de Vias 4 4
7º Análise Estrutural II 4 4
7º Estruturas de Concreto I 4 4
7º Hidrologia e Obras de Drenagem 4 4
7º Elementos de Hidráulica Marítima 4 4
Total de créditos 24 24

8º Fundações 4 4
8º Pavimentação de Vias 4 4
8º Análise Estrutural III - Dinâmica 4 4
8º Estruturas de Concreto II 4 4
8º Ferrovias e Metrovias 4 4
8º Aeroportos 4 4
8º Obras Portuárias 4 4
Total de créditos 28 28

9º Túneis 4 4
9º Conserv. e Rest. de Rodovias 4 4
9º Pontes 4 4
9º Elementos Finitos 4 4
9º Custos II 4 4
9º Estruturas Metálicas 4 4
9º Concessões e Contratos 3 3
9º Saneamento para Infra-estrutura 2 2
Total de créditos 29 29

10 º Análise Econômica de Projetos 2 2


10 º Planejamento e Controle de Construção 4 4
10 º Administração da Construção 4 4
10 º Engenharia e Análise de Valor 4 4
10 º Fundamentos de Engenharia de Segurança 4 4
10 º Estágio Supervisionado 5 5
10 º TCC 4 4
Total de créditos 18 9 27
Quadro 11. Disciplinas da engenharia de transporte, opção infra-estrutura

8. Estrutura administrativa

O CEM prevê uma estrutura administrativa simplificada que contempla:

ƒ Diretor

ƒ Diretor adjunto de meios

ƒ Diretor adjunto acadêmico


19
20

APÊNDICE
Os apêndices trazem os assuntos principais que serão ministrados em cada uma
das disciplinas requeridas para formação de cursos superior do bacharel e do
engenheiro.
Conforme mostra a figura 2, os apêndices segue a seguinte ordenação:
Apêndice A: disciplinas do primeiro ciclo de forma básica para engenharia;
Apêndice B: Disciplinas do segundo ciclo, de formação profissional. Está dividido em
Apêndice B1 para Veicular e B2 para Transporte.
Apêndice C: Disciplinas específicas para a formação do engenheiro:
Este segue a seguinte seqüência:
Apêndice C1 – Naval e Oceânica; C2 – Aeronáutica e espacial; C3 Automobilística; C4
Ferroviária e Metroviária; C5 Mecatrônica; C6 Tráfego e Logística; C7 Infra-estrutura.

FIGURA 2: Estrutura dos cursos do CEM e Apêndices respectivos


21

APÊNDICE A

ELEMENTOS PARA O PPP DO CURSO DE ENGENHARIA DA


MOBILIDADE

PRIMEIRO CICLO DE FORMAÇÃO

DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA PARA ENGENHARIA


22

PRIMEIRO SEMESTRE
SEM. DISCIPLINA Teoria Prática HA EMENTA
1o Cálculo I 2 2 4 Funções reais de variável real; funções elementares do cálculo; noções sobre limite e
continuidade; a derivada; aplicações da derivada; integral definida e indefinida. Métodos de
integração. Aplicações da integral definida. Integrais impróprias.
1o Química Tecnológica 2 2 4 Estequiometria, mol. Combustão. Combustíveis sólidos, líquidos e gasosos. Estrutura
química de polímeros. Cristalinidade. Propriedades químicas. Propriedades mecânicas.
Principais polímeros de uso geral. Siderurgia: obtenção do ferro gusa e do aço. Aços
especiais. Oxidação-redução. Equação de Nernst. Corrosão metálica. Tratamento de águas.
Tratamento de efluentes.
1o Física I 2 2 4 Introdução aos conceitos de estática, cinemática, dinâmica, das leis de conservação da
energia e do momento linear.
1o Representação Gráfica 2 2 4 Introdução sobre o funcionamento do sistema visual humano; Formas de visualização
humana; Sistema de projeção ortogonal (Mongeano); Elementos básicos de construção-reta,
plano e ponto; Mecanismos de determinação de verdadeira grandeza - Rebatimento e
mudança de plano; Construção de objetos envolvendo, intersecção, secção, planificação e
modelagem.
1o Introdução à Engenharia 1 3 4 Palestras e trabalhos individuais e em grupos para contextualização à vida acadêmica
(Universidade, curso de engenharia da mobilidade, currículo, serviços de apoio,
laboratórios). Palestras, trabalhos em grupos e visitas para contextualização à vida
profissional (Funções do engenheiro no contexto tecnológico e social, experiências de
engenheiros, ética e ética profissional, visitas a empresas). Atividades práticas de introdução
ao trabalho do engenheiro: especificação, projeto, implementação, construção de protótipos e
testes para problemas, dispositivos e situações da engenharia da mobilidade. Conceitos
fundamentais da Engenharia da Mobilidade. Introdução aos métodos, técnicas e ferramentas
da engenharia.
1o Geometria Analítica 2 2 4 Matrizes. Determinantes. Sistemas lineares. Álgebra vetorial. Estudo da reta e do plano.
Curvas planas. Superfícies.
Total de créditos 24
OBS
23

SEGUNDO SEMESTRE
SEM. DISCIPLINA Teoria Prática HA EMENTA
2o Cálculo II 2 2 4 Métodos de integração; aplicações da integral definida; integrais impróprias; funções de várias variáveis;
derivadas parciais; aplicações das derivadas parciais; integração múltipla. Noções de cálculo vetorial;
integrais curvilíneas e de superfície; teorema de Stokes; teorema de divergência de Gauss; equações
diferenciais de 1ª ordem.
2o Estatística e 2 2 4 Teoria da probabilidade. Variáveis aleatórias e distribuição de probabilidade. Principais distribuições de
probabilidade para probabilidade discretas. Distribuição normal, exponencial e Weibull. Estatística descritiva. Estimação de
engenharia parâmetros. Teste de hipóteses: ciclo, tendência e sazonalidade. Regressão e correlação. Análise de correlação
e análise de confiança.
2o Estática 2 2 4 Estudo das condições de equilíbrio de partículas e de corpos rígidos (estruturas, vigas, treliças etc) no plano e
no espaço, envolvendo o cálculo das reações em conexões padrão utilizadas em engenharia; cálculo de forças
axiais, esforços cortantes e momentos fletores em estruturas e vigas; cálculo de centróides de áreas e de
volumes de figuras simples e de figuras compostas; cálculo de momentos de inércia de chapas planas simples e
compostas e de sólidos simples e compostos; equilíbrio de cabos.
2o Termodinâmica 2 2 4 Temperatura, calor. Sistemas e volume de controle. Estado e propriedades termodinâmica. Pressão e
(contém e substitui temperatura. Escala absoluta de Kelvin. Diagrama de fases de substâncias puras. Equações de estado.
Física II) Processos quasi-estáticos e processos reais. Trabalho de sistemas termodinâmico. Primeira lei da
termodinâmica para sistemas. Energia interna e entalpia. Calores específicos. Primeira lei da termodinâmica
para volume de controle. Efeito Joule-Thomson e ciclo de refrigeração. Segunda lei da termodinâmica. Motor
térmico e refrigerador. Processos reversíveis. Ciclo de Carnot. Escala termodinâmica de temperatura. Entropia
e a desigualdade de Clausius. Trabalho perdido e rendimento. Segunda lei para volume de controle. Produção
de entropia e rendimento de processos. Ciclos de Rankine e de turbinas de gás. Ciclos de refrigeração.
2o Desenho e 2 1 3 Escalas. Indicação do estado de superfícies. Tolerâncias e ajustes. Introdução ao CAD. Conceitos básicos e
Modelagem tipos de modelagem. Sistemas de coordenadas e de entrada de dados. Estratégias de criação de modelos.
Geométrica Comandos de construção, edição e visualização de modelos. Vistas secionais.
Princípios gerais da Informática: princípios gerais de concepção de um programa de computador; técnicas de
2o Introdução à 4 0 4
modularização; linguagens de programação; características gerais; aplicação de uma linguagem de alto nível.
informática
Princípios gerais de concepção de um programa de computador, recursividade e iteratividade, linguagens de
programação. Abstração procedural: técnicas de modularização, passagem de parâmetros. Abstração de dados:
encapsulamento, tipos abstratos de dados, objetos.
2o Álgebra Linear 2 2 4 Espaço vetorial. Transformações lineares. Mudança de base. Produto interno. Transformações ortogonais.
Autovalores e autovetores de um operador. Diagonalização. Aplicação da Álgebra linear às ciências.
Total de créditos 27
24

TERCEIRO SEMESTRE
SEM. DISCIPLINA Teoria Prática. HA EMENTA
3o Cálculo III 2 2 4 Equações diferenciais lineares de ordem n. Noções sobre transformada de Laplace. Noções de Análise
complexa. Noções sobre equações diferenciais parciais. Séries numéricas. Séries de potências. Séries de Taylor.
Série de Fourier. Séries numéricas; séries de funções; Noções de funções de uma variável complexa;
equações diferenciais parciais.
3o Cálculo numérico 2 2 4 Introdução à matemática computacional, erros e aritmética de ponto flutuante.Solução de equações algébricas e
transcendentais. Solução de sistemas de equações lineares, métodos diretos e iterativos. Solução de sistemas de
equações não-lineares. Métodos dos mínimos quadrados e otimização quadrática. Integração numérica. Solução
numérica de equações diferenciais e simulação numérica. Simulação e Planejamento de Capacidade.
3o Dinâmica 2 2 4 Estudo da cinemática das partículas e do corpo rígido. Cinemática do Ponto Material, Dinâmica do Ponto
Material. Trabalho, Energia e Momento Linear. Cinemática dos Corpos Rígidos. Dinâmica dos Corpos
Rígidos. Energia, Impulso Linear e Impulso Angular para Corpos Rígidos.
Ondas. Som.
3º Mecânica dos fluidos 2 2 4 Conceitos Fundamentais; Propriedades dos fluidos; Estática dos Fluidos; Formulações Integral e
e hidrodinâmica Diferencial de Leis de Conservação; Escoamento Invíscido Incompressível; Análise Dimensional e
Semelhança; Escoamento Interno Viscoso Incompressível; Teoria da camada limite; Resistência sobre
corpos submersos; Resistência ao avanço de embarcações; Ondas gravitacionais de superfície.
3o Metrologia 2 2 4 Metrologia e cidadania: a proteção do consumidor. O papel da estatística na metrologia. Probabilidade:
conceitos requeridos para metrologia. Procedimentos gerais de medição. Erros de medição. Resultados da
medição. Calibração e aferição e rastreabilidade, sistema generalizado de medição, características de
sistemas de medição, resultado da medição, garantia da qualidade. Controle geométrico. Instrumentos para
controle dimensional. Medição diferencial. Medição por coordenadas. Calibradores. Noções sobre automação
do controle dimensional. Técnicas de medidas (ultra-som, ótico, vibração, etc.)
3o Filosofia Social e 2 1 3 Ciência e consciência: a obrigatoriedade do domínio científico e tecnológico. A visão da globalidade humana.
Ética A nova ordem mundial. Ética. Sujeito moral, conhecimento do valor. Fato e obrigação moral. Consciência
moral. Relações entre ciência, tecnologia e sociedade – CTS. Definições de ciência, tecnologia e técnica.
Desenvolvimento tecnológico e desenvolvimento social. Difusão de novas tecnologias. Sociedade tecnológica e
suas implicações. As imagens da tecnologia. As noções de risco e de impacto tecnológico do ponto de vista da
ética. Desafios contemporâneos. Influências da ciência e da tecnologia na organização social. Modelos de
produção e modelos de sociedade.
3o Biosfera e 2 1 3 Controles ambientais de água, ar e resíduos. O estado do mundo. Economia Ecológica. A variável ambiental
sustentabilidade nas organizações. Produção mais limpa. Gestão ambiental (ISO 14001). Projeto e desenvolvimento de
produtos sustentáveis. Rotulagem ambiental. Energia e meio ambiente. As noções de risco e de impacto
tecnológico, a questão dos efluentes das tecnologias.
Total de créditos 26
25

QUARTO SEMESTRE
SEM. DISCIPLINA Teoria Lab. HA EMENTA
4o Mecânica dos 2 2 4 Projeto preliminar, projeto detalhado, análise. Tipos de análise. Análise experimental, análise por simulação com
sólidos I modelos. Tipos de modelos. Modelos mecânicos, modelos matemáticos, modelos numéricos. Tipos de modelos
usados em Mecânica dos Sólidos: barras, vigas, placas, cascas, sólidos. Identificação e idealização dos modelos
quanto a sua forma geométrica, carregamento, materiais e condições de contorno. Solicitações internas. Reações.
Diagramas. Esforços em treliças. Tensões. Estados de tensão. Equações diferenciais de equilíbrio. Transformação
de tensões e deformações. Critérios de falha. Tensões uniaxiais, pinos, colunas, tensões em treliças. Deformações,
definições, relações deformação-deslocamento. Transformação de deformações. Diagramas tensão-deformação,
Lei de Hooke. Deformações axiais em barras e problemas hiperestáticos em barras. Flexão simples plana, oblíqua,
seções assimétricas. Cisalhamento em vigas longas. Torção. Solicitações compostas.
4o Ciência dos 2 2 4 As características dos materiais para a engenharia veicular e de transporte. Tipos, classificação e aplicações dos
materiais diversos materiais. Estrutura atômica e ligações inter-atômicas. Materiais cristalinos e não cristalinos. Falhas,
fratura, fadiga e fluência. Estrutura e propriedades dos materiais metálicos, dos cerâmicos e dos poliméricos.
Comportamento mecânico e dinâmico dos materiais elásticos e viscoelásticos. Obtenção e uso dos diversos tipos
de materiais.
2 2 4 Conceito de engenharia da mobilidade: veicular e de transporte. Processo global da engenharia de transportes e de
4o Fundamentos em infra-estrutura. O planejamento, projeto e operação de transportes. Caracterização dos sistemas veiculares:
engenharia da Sistemas motrizes; estruturas; sistemas de navegação; embarcados; acessórios; e de comunicação. Caracterização
mobilidade dos sistemas de transporte: armazenar, transportar, distribuir, operar, manter e gerenciar. Fatores de integração dos
modais de transporte: portos, aeroportos, ferrovias, hidrovias e vias terrestres, sistemas de controle, comunicação,
e integração de pessoas e de cargas. Fatores ambientais: riscos e impactos decorrentes da presença do mobiliário
na operação sistemas, para o meio ambiente e para as populações.
Circuitos CC-Corrente Contínua: Conceitos Básicos;Leis Básicas (Ohm, Kirchhoff); Métodos de Análise (Análise
4o Circuitos Elétricos e Nodal e Malhas); Teorema de Circuitos (Thevenin e Norton); Capacitores e Indutores; Circuitos de Primeira
Eletrônicos Ordem (RC e RL); Circuitos de Segunda Ordem (RLC); Circuitos CA-Corrente Alternada: Senóides e Fasores;
Análise Senoidal em Regime Permanente; Análise de Potência. Amplificadores operacionais (ideal, inversor, não-
inversor, somador, comparador, diferencial, cascata, conversor digital-analógico, amplificadores de
instrumentação, integrador, diferenciador, osciladores, comparador, filtros, modelos e análise de circuitos); Diodo
5 2 7
(ideal, de junção, zener, princípios de operação, retificador, modelos e análise de circuitos). Transistores (Bipolar,
JFET, MOSFET, IGBT, princípios de operação e características estáticas, polarização, fontes de alimentação,
amplificadores, chaveamentos, modelos e análise de circuitos). Utilização de softwares do tipo P-
Spice para análise de circuitos.Experiências em laboratório: Lei de Ohm; Leis de Kirchhoff, Circuitos série e
paralelo; Divisores de tensão e corrente; Teoremas da máxima transferência de potência e da superposição de
fontes; Circuitos RC, RL e RLC; Diodos; Transistores e Amplificadores Operacionais.
3 0 3 Conceitos básicos: abordagem ergonômica de sistemas; Fisiologia do trabalho, organismo humano, antropometria
4o Ergonomia e e biomecânica. Psicologia do trabalho; variáveis ambientais, ruído, vibrações, temperatura. Introdução à análise
segurança ergonômica do trabalho e os reflexos na segurança. O projeto para segurança. Normas técnicas de segurança.
26

Conceito de risco.
o
4 Metodologia de 2 2 4 Introdução: A visão do projeto e do produto no contexto histórico, ambiental, e de custo. Importância do projeto de
projeto produtos; modelos do processo e planejamento do projeto de produtos; métodos e ferramentas para a especificação
de problemas de projeto e de concepção de produtos; projeto preliminar: modelagem, análise e simulação de
soluções de projeto; projeto detalhado; construção e teste de protótipos. Aplicações: produtos em engenharia
veicular; transporte, infra-estrutura, sistemas embarcados em nível de software e hardware.
Definição de sistemas hidráulicos e pneumáticos. Campo de aplicação e características. SISTEMAS
HIDRÁULICOS: Conceitos da mecânica de fluidos (Hidrostática e Hidrodinâmica) aplicados aos sistemas
hidráulicos. Estrutura típica dos circuitos hidráulicos. Características construtivas e comportamentais dos
4o principais componentes: bombas e atuadores lineares e rotativos, válvulas de controle direcional, de pressão e de
Sistemas hidráulicos
2 0 2 vazão. Circuitos hidráulicos básicos. Dimensionamento. SISTEMAS PNEUMÁTICOS: Conceitos da mecânica de
e pneumáticos
fluidos compressível aplicados aos sistemas pneumáticos. Estrutura típica dos circuitos pneumáticos.
Características construtivas e modelos comportamentais dos principais componentes: atuadores lineares e rotativos
e ventosas, válvulas de controle direcional, de pressão e de vazão. Circuitos pneumáticos básicos.
Dimensionamento.
Total de créditos 28
Total de créditos primeiro ciclo = 105 créditos x 15semanas, totalizam 1575h aulas
27

APÊNDICE B1

ELEMENTOS PARA O PPP DO CURSO DE ENGENHARIA DA


MOBILIDADE

SEGUNDO CICLO DE FORMAÇÃO

DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO EM TECNOLOGIA VEICULAR


28

TABELA 1. Distribuição das disciplinas do segundo ciclo: opção Engenharia da Veicular: ano 3
Ano Per Disciplinas total
Te P Tt Te P Tt Te P Tt Te P Tt Te P Tt Te P Tt Te P Tt
Gerência Processo de Transmissão Sinais e Microcontroladores Sistemas de Projeto Sistemas
3 5 operacional fabricação de calor I sistemas e comunicação integrado em digitais
da Microprocessadores engenharia
manufatura Veicular I
3 0 3 3 1 4 3 0 3 4 2 6 2 2 4 3 1 4 1 2 3 2 1 3 30
Elementos Estruturas Sistemas Sistemas Arquitetura de Sistemas Projeto
computadores e
6 de veiculares motrizes motrizes sistemas operacionais
realimentados integrado em
máquinas elétricos mecânicos engenharia
Veicular II
3 1 4 3 1 4 3 1 4 3 1 4 3 1 4 4 2 6 0 3 3 29
Obs. T = Créditos de teoria; P = Créditos de atividades práticas; F = total de créditos final

TABELA 2 Formação complementar para o “Bacharel em tecnologia da mobilidade”

1. Estágio curricular: A sugestão é fazer estágio de três meses até o terceiro ano – após ter concluído 1200h. Este estágio será
obrigatório para os alunos que programaram formatura de “ Bbacharel em tecnologia da mobilidade” e desligamento das atividades
acadêmicas.
2. Os alunos que programaram continuidade das atividades acadêmicas para formarem-se engenheiros têm as horas de estágio
contabilizadas para compor o número total de horas requeridas academicamente.
3. Disciplina de projeto integrado: Esta disciplina será montada a partir das experiências que estão sendo desenvolvidas nos cursos de
Engenharia de automação e sistemas e de Engenharia mecânica. Contudo ainda precisa sofrer uma grande adaptação em face da
quantidade de alunos. A disciplina foi organizada para aumentar as habilidades dos alunos, em trabalho prático de engenharia, no
desenvolvimento e montagem de modelos, protótipos e/ou produtos finais ou processos.
29

QUINTO SEMESTRE
SEM. DISCIPLINA Teoria Prática HA EMENTA
Engenharia de manufatura aplicado para setor veicular. Estratégia da produção, Rede de operação produtiva,
5o Gerenciamento 3 0 3 Arranjo físico, Tecnologia de processo, Planejamento e controle da produção, Gestão de estoques,
operacional da Manufatura Just-in-Time, Lean, Prevenção e recuperação de falhas e Qualidade total.
manufatura
Classificação e descrição sumária dos diversos processos de conformação mecânica dos metais em
5o Processo de fabricação 3 1 4 engenharia veicular. Aspectos gerais da conformação mecânica. Tecnologia e campos de aplicação dos
processos de forjamento, laminação, trefilação e extrusão. Processos de conformação de chapas: operações de
corte, dobramento, estiramento e embutimento. Introdução a estampabilidade de chapas. Ferramentas e
máquinas utilizadas. Fundamentos da teoria da usinagem. Ferramentas de corte. Torneamento. Furação.
Alargamento e escoriação. Mandrilamento. Fresamento. Cerramento. Brochamento. Roscamento. Retificação
e afiação. Processos finos de acabamento em máquinas-ferramenta. Eletroerosão.
Mecanismos básicos de transmissão de calor. Princípios básicos da condução de calor. Condução
5o Transmissão de calor I 3 0 3 unidimensional. Condução bidimensional. Condução transiente. Métodos numéricos na condução.
Princípios básicos da radiação térmica. Radiação entre superfícies. Aplicações. Introdução à convecção.
Equações de conservação.
Introdução ao estudo de sinais e sistemas. Os sinais no domínio do tempo: sinais contínuos. Representação
5o Sinais e sistemas 4 2 6
matemática de sinais. Os números complexos e a sua importância nesta representação. Sistemas dinâmicos:
representação matemática usando equações diferenciais. Sistemas não-lineares: métodos de linearização.
Sistemas convolutivos e definição de resposta impulsiva. Resposta no tempo de sistemas convolutivos.
Sistemas lineares e invariantes no tempo representados por equações diferenciais. Conceitos de resposta
transitória e permanente. Métodos de cálculo da resposta impulsiva.
Estudo de sistemas no domínio da freqüência. Comportamento em regime permanente e resposta em
freqüência. Série de Fourier e Transformada de Fourier. Aplicações em sistema contínuos. Aplicação ao
problema de modulação e demodulação de sinais: modulação em amplitude, modulação angular e por pulsos.
Representação da resposta em freqüência com diagramas logarítmicos e polares. Funções Analíticas.
Integração Complexa. Transformada de Laplace. Propriedades. Relação entre o plano complexo e a resposta
no tempo. Aplicações.
Resposta no tempo de sistemas de 1ª e 2ª ordem. Propriedades e caracterização da resposta. Sistemas
dominantes. Efeito dos zeros na resposta no tempo de sistemas. Relação entre a resposta no tempo, a alocação
de pólos e zeros no plano complexo e a resposta em freqüência de sistemas lineares.
Laboratório: 2 h.a. - Estudo de modelos através de simuladores. Obtenção de modelos de sistemas físicos
através da resposta no tempo, da resposta em frequência. Uso de pacotes e ferramentas de análise de sistemas
lineares. Matlab e Simulink.
30

Perspectiva histórica, revisão de organização de computadores, microprocessadores e microcontroladores.


5o Microcontroladores e 2 2 4
Princípios de projeto de sistemas com microcontroladores: restrições de tempo-real, técnicas de
Microprocessadores
implementação, teste, emulação e depuração. Entrada e Saída: portas de E/S, tratamento de interrupções, E/S
programada, DMA. Temporizadores, contadores e relógios. Interfaceamento analógico: conversores A/D e
D/A, sensores e atuadores. Estudo de casos: sistemas embarcados baseados em microcontroladores,
prototipação de sistemas embarcados em lógica programável, sistemas embarcados baseados em sistemas
operacionais de tempo-real (RTOS). Laboratório: 1 h.a. - Programação, uso de ferramentas de análise,
desenvolvimento e depuração. Projeto de aplicações com microcontroladores e microprocessadores.
Equações de Maxwell (Forma completa no tempo e freqüência, Relações e propriedades constitutivas dos
5o materias);

Ondas Eletromagnéticas (Ondas planas em dielétrico com perdas, sem perdas, no espaço livre, bons
condutores; Potência e o vetor de Poynting; Reflexão de uma onda plana com incidência normal; Impedância
de entrada e casamento de impedância);

Linhas de Transmissão (Sinais; Parâmetros; Equações; Impedância de entrada, SWR e potência; Casamento
Sistemas de de impedância, fibras óticas);
Comunicação 3 1 4
Antenas (Tipos; Características das antenas; Conjunto; Área efetiva e equação Friis; Equação de radar);

Aplicações em sistemas veiculares (Sistemas de Comunicação com fio e sem fio; Redes de comunicação com
fio e sem fio; Satélites; Radares; Tecnologia Celular, Sistemas de Rádio, Sistemas de rádio móveis;
Bluetooth, Wi-fi, e novas tecnologias).

Experiências em Laboratório: Linhas de Transmissão (transmissão de sinais em cabos coaxiais, multi-cabos,


trançamento, fibras óticas, perdas, reflexões); Antenas (aplicação em radares, satélites, rádios-móveis e
celulares, wi-fi e Bluetooth, com modelos reduzidos)
5o Projeto Integrado em 1 2 3 Introdução: revisão do processo de projeto; planejamento do projeto; execução do projeto:
engenharia veicular I especificações de projeto (projeto informacional); concepção (projeto conceitual), modelagem e
simulação (projeto preliminar) e avaliação do modelo ou protótipo. Definição de um produto para o
desenvolvimento de ação de projeto em equipe. O projeto será desenvolvido sob orientação de
professores para cada equipe de alunos.

Álgebra de Boole; Sistemas de Numeração; Circuitos combinacionais; Técnicas de minimização e síntese de


Sistemas digitais 2 1 3
circuitos combinacionais. Circuitos seqüenciais síncronos. Circuitos seqüenciais assíncronos. Técnicas de
minimização, análise e síntese de circuitos seqüenciais. Introdução à HDL Memória: fundamentos.
5o
Laboratório: 2 h.a. - Análise e projeto de sistemas digitais. Prática em FPGA.

Total de créditos 30
31

SEXTO SEMESTRE
SEM. DISCIPLINA Teoria Prática HA EMENTA
Elementos de Máquinas 3 1 4 Conceito geral dos sistemas de transmissão. Subsistemas básicos: Engrenagens.
6o Eixos e árvores; Ligações entre cubo e eixo. Mancais de rolamento,
Lubrificação e Mancais radiais. Molas. Uniões desmontáveis, Vedações,
Correias.

Estruturas veiculares 3 1 4 Estruturas e engenharia veicular. Níveis de tensão e deformação. Conceito de


6o rigidez. Arquitetura veicular: chassi, plataforma, sistemas tubulares, cascas.
Mecanismos de falha: flambagem, colapso. Dimensionamento das estruturas à
fadiga. Análise Dinâmica. Dimensionamento probabilístico das estruturas.
Aplicação do método dos elementos finitos na análise estrutural de veículos.
Caracterização dos materiais com foco em materiais Compostos.
Sistemas motrizes mecânico 3 1 4 Motores alternativos e motores rotativos. Princípio de funcionamento. Princípios de
6o funcionamento dos motores de combustão interna (MCI) alternativos. Operação,
sistemas auxiliares. Ciclos Otto, Diesel. Ciclos de dois e quatro tempos. Análise de
um MCI com mecanismo tipo biela-manivela. Análise térmica do conjunto.
Balanço térmico de motores. Transformação da energia. Ciclos termodinâmicos.
Tipo de combustível. Sistemas de controle. Aplicação.
Campos Magnetostáticos (Lei de Biot-Savart; Lei circuital de Ampère e aplicações;
6o Fluxo Magnético); Forças. Materiais e dispositivos (Forças devidas aos campos
magnéticos;Força devido a um elemento de corrente; Força entre dois elementos de
corrente;Torque e momento magnético;Magnetização em materiais; Materiais
magnéticos; Condições de contorno;Indutores e indutância;Energia
magnética;Circuitos magnéticos; Forças em materiais magnéticos;Variação de
energia;Tensor de Maxwell); Campos Eletromagnéticos Quase-Estáticos (Lei de
Faraday;Transformador e campos eletromagnéticos em movimento; Perdas em
materiais magnéticos) Fundamentos de conversão eletromecânica de energia
Sistemas motrizes elétricos 3 1 4 (Princípios de funcionamento, características principais estáticas e dinâmicas,
noções de especificação e modelagem das máquinas/motores elétricos);
Fundamentos de funcionamento dos conversores estáticos (retificadores,
pulsadores e inversores; métodos de comando; variadores de velocidade,
desempenho e noções de especificação); Sistemas Elétricos Motrizes (Automóveis
com baterias; Veículo elétrico com baterias e células solares, Trens com propulsão
por motores elétricos; Trens por levitação e propulsão magnética) Experiências em
Laboratório: Circuitos Magnéticos; Acionamento de máquinas elétricas por
conversos estáticos; Veículos a baterias e células solares em modelo reduzido;
trens a levitação e propulsão magnética em modelo reduzido.
Organização interna de computadores: unidade central de processamento, memória,
6o Arquitetura de computadores e 3 1 4 entrada/saida. Organização da unidade de processamento: unidade aritmética e
sistemas operacionais lógica, unidade aritmética em ponto flutuante. Organização da unidade de controle:
hardware fixo e microprogramação. Linguagem de máquina. Modos de
32

endereçamento. Tipos de operações. Arquitetura de sistemas operacionais.


Funcionalidades de sistemas operacionais. Gerenciamento de processos: controle e
escalonamento. Escalonamento de tempo real. Gerenciamento de memória:
alocação, controle e memória virtual. Entrada e Saída: princípios de hardware e
software, dispositivos periféricos. Projeto de executivo. Laboratório: 1 h.a.
Introdução: Sistemas contínuos em malha fechada; diagramas de blocos de um
6o Sistemas realimentados 4 2 6
sistema de controle; estruturas de controle por realimentação e pre-alimentação;
controle de dois graus de liberdade. Resposta de sistemas no domínio do tempo e da
frequência. Sistemas com zeros, sistemas de fase não minima e sistemas com atarso
de transporte. Estudo da estabilidade de sistemas em malha fechada. Métodos
numéricos para estudo da estabilidade (Routh-Hurwitz). Lugar das Raízes, Bode e
Nyquist. Conceitos de Margem de fase e ganho. O método de Lugar das Raizes
como ferramenta de projeto de sistemas de controle contínuos. Rejeição de
perturbações e seguimento de referências em sistemas de controle. Controladores
por realimentação. Projeto de sistemas de controle contínuos pelo método
frequencial. Controladores PID: estruturas, técnicas de ajuste e implementação
prática, PID industriais. Controle de processos: Controle FeedForward, controle
cascata, controle relação, controle promediante, compensação de sistemas com
tempo morto, Preditor de Smith.
Laboratório: (2 h.a.) - Identificação de sistemas (temporal e freqüêncial). Análise e
projeto de sistemas contínuos em processos reais; utilização de pacotes de projeto
assistido por computador.
6o Projeto Integrado em engenharia 0 3 3 Desenvolvimento das atividades de projeto, definido na disciplina anterior.
veicular II Construção do protótipo, ou modelo e apresentação dos resultados.
Total de créditos 29
OBS.
1. Total de créditos do segundo ciclo: 56 créditos x 15 = 840h aulas.
33

APÊNDICE B2

ELEMENTOS PARA O PPP DO CURSO DE ENGENHARIA DA


MOBILIDADE

SEGUNDO CICLO DE FORMAÇÃO

DISCIPLINAS DE FORMAÇÃO EM TECNOLOGIA

DE TRANSPORTES
34

QUINTO SEMESTRE
SEM. DISCIPLINA Teoria Prática HA EMENTA

5 Geologia de 4 Estrutura e dinâmica interna da Terra. Minerais. Rochas ígneas, metamórficas e sedimentares. Estruturas dos
Engenharia maciços rochosos. Água subterrânea. Processos da dinâmica superficial. Geologia do Brasil. Tecnologia de
rochas na construção civil. Métodos de investigação de campo. Cartas de Geologia de Engenharia.
Classificação dos maciços rochosos. Geologia de Engenharia aplicada a túneis, Barragens, Taludes e
Rodovias.
5 Investigação de Sub- 4 Introdução. Amostragem. Técnicas de amostragem indeformada. Gravação de amostradores. Reconhecimento
superfície do sub-solo, sondagens. Ensaios "in situ", de resistência e permeabilidade.
5 Sistemas de 3 Concepções da estrutura urbana no século XX. Planos globais e setoriais de transportes. Metodologia de um
Transportes plano de transporte. Qualidade dos sistemas de transportes. Transportes especializados. Aspectos técnicos e
econômicos das modalidades de transportes. Os transportes no Brasil. Viabilidade econômica de projetos
rodoviários
5 Materiais de 4 Propriedades gerais dos materiais. Normas brasileiras. Materiais: pedras naturais, agregados, aglomerantes,
Construção I argamassas, concretos. Emprego dos materiais de construção. Ensaios em laboratórios.
5 Topografia 4 Levantamento expedito. Levantamento regular: método do caminhamento, método da decomposição em
triângulos e métodos das coordenadas retângulares. Sistemas de coordenadas UTM. Triangulação topográfica.
Determinação da meridiana verdadeira.
5 Geoprocessamento e 5 Conceitos Básicos. Sistemas de Projeções. Sistema de Informações Geográficas. Estrutura de Dados
SIG Geográficos. Análise e Modelagem Espacial. Aplicações em Transportes.
Histórico. Representação de dados: raster, vetorial e não espacial. Captura de dados espaciais;
Transformação raster-vetorial; Sistemas de coordenadas e projeção; Técnicas de representação gráfica.
Modelagem de dados: alfanuméricos, cartográficos, topológicos e redes. Análise de dados espaciais com uso
de GIS. Geoestatística. Softwares e uso de computadores. Uso de GPS...
5 Custos I 3 Fundamentos de contabilidade. Principais demonstrações. Princípios e métodos de custos. Análise de custo-
volume-lucro. Custo padrão. Custeio baseado em atividades. Método das unidades de esforço de produção.
Gestão por atividades.
5 Engenharia de 3 Elementos de engenharia de tráfego: vias, veículos e usuários. Estudo da demanda: pesquisa origem/destino,
Tráfego pólos geradores de tráfego. Características do tráfego: fluxo, velocidade, volume, densidade, headway, tempo
de viagem e atrasos. Estacionamentos. Dispositivos de controle do tráfego. Dimensionamento de semáforos.
Segurança viária. Sinalização.
Total de créditos
35

SEXTO SEMESTRE
SEM. DISCIPLINA Teoria Prática HA EMENTA
6 Mecânica dos Solos I 4 Problemas da Mecânica dos Solos na Prática de Engenharia Civil. Conceitos básicos da Mecânica dos Solos.
Origem e Formação dos Solos. Física dos Solos: densidade real dos grãos de solo, granulometria por
sedimentação e peneiramento, limites de consistência. Classificação dos solos. Hidráulica dos Solos.
Pressões geostáticas e devido a cargas aplicadas. Estática dos Solos: compressibilidade e adensamento.
Ensaios de laboratório.
6 Projeto Geométrico de 5 Características gerais das vias rurais e urbanas, rodoviárias e ferroviárias, de alta velocidade e baixa
Vias velocidade, metroviárias. Diretrizes de vias. Concordância horizontal: circular e com transição. Concordância
vertical. Superelevação. Superlargura. Volumes de terraplenagem: distribuição das massas. Interseções:
projeto funcional, geometria, entradas, saídas rampas. Projeto de sinalização. Paisagismo.
6 Análise Estrutural I 4 Introdução; tipos de estrutura; ações; vínculos; reações de apoio; equações de equilíbrio estático; grau de
estaticidade;esforços internos em estruturas isostáticas: treliças planas- método de equilíbrio de nós, método
de Ritter, método de Cremona; vigas- método das seções, método das áreas, método direto; vigas Gerber,
pórticos planos e espaciais; cabos;arcos; linhas de influencia em estruturas isostáticas.
6 Materiais de 4 Propriedades gerais dos materiais. Normas brasileiras. Materiais: madeiras, cerâmicos, metálicos,
Construção II betuminosos, plásticos, tintas e vernizes, vidros, borrachas, elastômeros, Ensaios em laboratório.
6 Representação 4 Desenvolvimento de projetos geométricos auxiliados por computador/CAD: seções e interseções, perfis
Gráfica de Projetos (“greide”), pontes , viadutos, obras de drenagem profunda e superficial, bueiros e galerias, sistemas viários
urbanos e rurais.
6 Custos II 3 Custos unitários de serviços de infra-estrutura: terraplenagem, pavimentação, conservação e restauração.
Custos de Operação de veículos. Orçamentos.
6 Tecnologias Aplicadas 4 Princípio de funcionamento, aplicação, operação, exploração dos dados de equipamentos em: Contagem e
ao Transporte pesagem de tráfego em baixa e alta velocidade(WIM); controle e gestão de tráfego; investigação e auscultação
da estrutura das vias(FWD), das camadas das vias(Georradar), de maciços terrosos e pétreos; controle de
qualidade do serviço e da superfície das vias(Barra laser, Griptester).
6 Ética, Exercício 2 Sistema Confea/Crea. Legislação profissional: Atribuições, fiscalização, registros, resoluções. Anotações de
Profissional e Filosofia responsabilidade técnica. Direito de construir e de vizinhança. Responsabilidades técnica, civil, penal,
Social trabalhista, tributária. Limitações ao direito de construir: administrativas, ambiental, de segurança. Licitação.
Empreitadas. Contratos.
Ciência e consciência:a obrigatoriedade do domínio científico e tecnológico. A visão da globalidade humana. A
nova ordem mundial. Globalização dos mercados e do desenvolvimento social. A transnacionalização da
economia e do poder político. Ética. Sujeito moral, conhecimento do valor. Fato e obrigação moral.
Consciência moral. Direitos e obrigações do profissional.
6 Impactos Ambientais 3 Tipos de poluição causada pelos diferentes modais. Efeitos da poluição, medição da poluição, medidas
dos Transportes mitigadoras. Legislação pertinente.
Total de créditos
36

APÊNDICE C1

ELEMENTOS PARA O PPP DO CURSO DE


Engenharia NAVAL E OCEÂNICA
37

SÉTIMO SEMESTRE

SEM. DISCIPLINA Teoria Prática HA EMENTA

Mecânica dos sólidos II 3 1 4 Flambagem. Colapso. Rigidez. Dimensionamento das estruturas à fadiga. Dimensionamento
probabilístico das estruturas. Aplicação do método dos elementos finitos na análise estrutural de
navios e plataformas. Projeto das estruturas. Utilização de materiais compostos no projeto de
estruturas navais e oceânicas. Software apropriados para projeto de estruturas.

Estruturas Navais e Oceânicas I 3 1 4 Parâmetros de desempenho e resistência ao avanço. Caracterização paramétrica de


embarcações. Dimensões principais e coeficientes de forma. Conceituação de desempenho -
manobrabilidade; estabilidade estática; estabilidade direcional; velocidade; comportamento em
mar - e sua relação com as formas do casco. O projeto estrutural de navios e plataformas
flutuantes. Resistência Longitudinal. Resistência Transversal. Estruturas secundária e terciária.
Resistência a Torção. Dimensionamento estrutural com base em Regras de Sociedades
Classificadoras.
7o
Dinâmica de sistemas 3 2 5 Caracterização dos movimentos vibratórios. Resposta de sistemas lineares estáveis. Modelagem
matemática de sistemas mecânicos. Sistemas modelados com um grau de liberdade.
Informações sobre medição de vibrações. Problemas em máquinas rotativas. Sistemas
modelados com dois ou mais graus de liberdade. Técnicas para o controle de vibrações.
Modelagem de sistemas típicos da engenharia naval e oceânica. Resposta de sistemas forçados;
função de transferência. Ressonância. Absorção passiva de vibração. Absorção ativa de
vibração. Trabalhos laboratoriais.

Hidrodinâmica I 3 1 4 Análise da mecânica dos fluidos para setor naval e oceânico. Escoamento de fluído viscoso e
escoamento de fluído ideal. Ondas gravitacionais de superfície. Resistência ao avanço de
embarcações. O propulsor tipo Hélice. Cavitação: suas origens, efeitos e métodos para
avaliação. Integração casco-hélice-motor.

Equações governantes da convecção; conceito da camada limite; efeitos da turbulência; solução


3 1 4
de blasius; correlações para escoamentos externos; escoamentos internos; correlações;
Transmissão de Calor II convecção natural; equações governantes; correlações; modos de ebulição e condensação;
correlações, trocadores de calor. (falta especificidades para aplicação naval)

Materiais para construção naval 3 1 4 Características dos materiais. Materiais metálicos. Materiais não ferrosos. Materiais compostos.
Recomendações de projeto materiais para o setor naval. Corrosão: o que é e como evitá-la –
aspectos físicos e químicos dos diversos tipos de corrosão. Tecnologia da proteção – Materiais –
Revestimentos e outras proteções. Processos industriais de proteção.
38

Total de créditos 25
39

OITAVO SEMESTRE
SEM. DISCIPLINA Teoria Prática HA EMENTA

Estruturas Navais e Oceânicas II 3 1 4 Motores e propulsores. Princípios de funcionamento de motores e curvas características. O Hélice.
Os mecanismos de desenvolvimento de empuxo em embarcações. O hélice helicoidal e suas
curvas. Integração casco-hélice-motor. Desenvolvimento de técnicas laboratoriais para tomada de
curvas de hélices e de motores. Integração de sistemas propulsivos otimizados. Curvas de
estabilidade, hidrostáticas e de comprimento alagável e seu papel no projeto de sistemas
oceânicos. Apresentação das curvas e sua função.

Hidrodinâmica II 3 1 4 Manobrabilidade. Planeio. Aplicação: navios, rebocadores, barcos de passeio, veleiros.

2 2 4 Conceitos fundamentais de soldagem. Evolução dos processos de soldagem. Noções gerais sobre
8o
Ligações permanentes modernos processos de soldagem. Síntese dos principais processos de soldagem a arco.
Aprofundamentos sobre o estudo do arco voltaico de soldagem. Processo MIG/MAG. Processo TIG
e plasma. Arco submerso. Eletrodos revestidos. Eletrodos tubulares. Processos de fixação por
conformação, e por rebites.

Planejamento, projeto e controle de 2 2 4 Conceito de projeto de navios / sistemas marítimos. Desenvolvimento de projeto. O ciclo de vida do
projetos de navios e sistemas projeto. As funções administrativas no projeto. O gerente do projeto e a organização da equipe.
marítimos Programação de Projetos, montagem de redes de desenvolvedores e fornecedores; análise do
caminho crítico; durações, probabilísticas. Interligação do projeto com a empresa. Cronogramas.
Orçamentos. Custo. Lançamento do produto. Plano de manutenção. Plano de descarte. Modelo de
projeto de um modelo em escala reduzida. Técnicas de projeto e construção. Uso de software no
projeto.

Sistemas Marítimos 3 1 4 Sistemas marítimos. Sistemas de propulsão. Sistemas auxiliares. Redes. (As principais redes
hidráulicas, elétricas e de ar comprimido). Sistemas de comunicação e controle. Arranjo dos
sistemas. Distribuição dos sistemas a bordo do navio. O projeto da praça de máquinas. Aspectos
Gerais das Instalações. Sistema de Inspeção e Manutenção. Procedimentos operacionais.

Sistemas hidráulicos e 3 1 4 Conceitos da mecânica de fluidos (Hidrostática e Hidrodinâmica) aplicados aos sistemas
pneumáticos hidráulicos. Estrutura típica dos circuitos hidráulicos. Características construtivas e
comportamentais dos principais componentes: bombas e atuadores lineares e rotativos, válvulas de
controle direcional, de pressão e de vazão. Circuitos hidráulicos básicos. Dimensionamento.
Caracterização de sistemas eletro-hidráulicos. Descrição dos principais componentes e
equacionamento em regime permanente. Análise de circuitos típicos em aplicações veiculares.
Fundamentos da modelagem dinâmica de componentes para controle de velocidade e posição.
Estudo de sistemas de controle. SISTEMAS PNEUMÁTICOS: Conceitos da mecânica de fluidos
40

compressível aplicados aos sistemas pneumáticos. Estrutura típica dos circuitos pneumáticos.
Características construtivas e modelos comportamentais dos principais componentes: atuadores
lineares e rotativos e ventosas, válvulas de controle direcional, de pressão e de vazão. Circuitos
pneumáticos básicos. Dimensionamento.

Total de créditos 24

NONO SEMESTRE
SEM. DISCIPLINA Teoria Prática HA EMENTA

Processo de Construção Naval 3 1 4 A indústria de construção naval. Características do Produto. Os estaleiros.


Ferramentas computacionais para a construção naval: CAE/CAD/CAM. Processo de
Projeto usando sistemas CAE/CAD/CAM. Modelagem Geométrica Tridimensional.
Modelagem Avançada. Desenhos para a Linha de Produção. Troca e Comunicação
de Dados. Seleção e Gerenciamento de Sistema CAE/CAD/CAM. A seqüência típica
de fabricação. O estoque de chapas e perfis. Pré-tratamento. Marcação, corte e
conformação. Controle de qualidade. Planejamento e programação da produção. O
planejamento geral do estaleiro. O plano mestre de construção do navio. A
seqüência de fabricação e montagem. Principais eventos. Plano de suprimentos.
Planejamento do trabalho. Sistemas de informação e controle.

Instalação e arranjo de praça de 3 1 4 Seleção de tipo de instalação propulsora. Escolha e dimensionamento dos motores
máquina principal e auxiliares. Dimensionamento de redes e equipamentos auxiliares.
Sistemas de controle. Arranjo de praça de máquinas no arranjo geral do navio.
Regras, normas e critérios de projeto para praça de máquinas

Projeto de embarcações especiais 2 2 4 Caracterização de embarcações especiais: carga, passeio, salvamento. Tipos de
embarcação de carga: uso, característica. Embarcação de passeio: com
motorização e sem motorização.
9o
Administração e Organização 3 1 4 Conceito da Administração: Princípios de Organização. Estruturas Organizacionais.
Industrial e Portuária Elaboração de Projetos para Pequenos e Médios Empreendimentos. Administração
do Pessoal. Especificações de processos e dimensionamento de espaços. Sistemas
de Movimentação: acondicionamento, embalagem e equipamentos. Custos de
movimentação. Análise de problemas de movimentação. Arranjo físico. Projeto de
instalações portuárias. (EPS Organização Industrial + EPS Instalação Industrial e
41

Portuária).

Segurança, análise de risco e 3 1 4 A segurança de funcionamento em sistemas complexos: na fase de concepção, na


legislação. fase de execução. Segurança no transporte marítimo. Encalhe, colisão, incêncio,
explosão, emborcamento, naufrágio, falha estrutural. Confiabilidade: noções
matemáticas. Tolerância à falhas. Software de análise: técnicas e métodos.
Técnicas de Diagnóstico, Detecção e Sinalização de falhas. Técnicas de
Recobrimento. Redundâncias. Alarmes. Aplicação em sistemas de proteção.
Traumas devido a acidentes. Normas de Segurança. Prevenção e Primeiros
Socorros. Legislação e regulamentação.

Optativa 4 4 Orientação: Disciplinas relacionadas com transporte e logística, com infraestrutura.,


com legislação, meio ambiente, humanidades.

Planejamento do Trabalho de 1 2 2 Aplicação da filosofia de projeto e dos métodos de síntese e de análise


Conclusão de Curso apresentados ao longo do curso de Engenharia Naval para o desenvolvimento de
projeto de sistema complexo relacionado com o oceano e rios, e os sistemas
operados a partir da interação com os mesmos. Exercitar o trabalho de síntese e de
análise para desenvolver a percepção de engenheiro no ambiente de uma empresa
de engenharia real, ou em nível de laboratórios de pesquisa, que atuam diretamente
com pesquisa e projeto para estes sistemas técnicos. Planejar a atividade para
exercitar no décimo semestre, quando estará com dedicação exclusiva para esta
atividade.

Total de créditos 26
42

DÉCIMO SEMESTRE
SEM. DISCIPLINA Prática HA EMENTA
Teoria
10 o Trabalho de Fim de Curso 25 25 Com o trabalho de conclusão do curso, como complementação às
habilidades adquiridas nas disciplinas, busca-se capacitar o aluno
para aplicar conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos
e instrumentais à engenharia, para projetar, conduzir experimentos
e interpretar resultados, para conceber, projetar e analisar sistemas
e processos, para planejar, supervisionar, elaborar e coordenar
projetos e serviços de engenharia, para identificar, formular e
resolver problemas de engenharia, e para desenvolver e/ou utilizar
novas ferramentas e técnicas. Os temas de conclusão de curso
devem ser direcionados a trabalhos que revertam em benefícios
para a sociedade. (Fonte: Projeto político pedagógico do
DAS/CTC/UFSC, 2006)
Total de créditos 25
OBS. A

1. Total de créditos em disciplinas profissionalizante: Disciplinas: 75 créditos ou 1725h/aulas.


2. Trabalho de Fim de Curso: 375h.
3. Estágio profissionalizante: 300h
4. Total de horas aulas para o curso de Engenharia Naval e Oceânica:
• Disciplinas = Primeiro ciclo de formação básica = 1575h/aulas
• Disciplinas = Segundo ciclo de formação profissional em tecnologia veicular = 840h/aulas
• Disciplinas = Terceiro ciclo de formação específica = 1125h/aulas
• TOTAL DE HORAS EM DISCIPLINAS = 3540h/aulas.
• Estágio no Segundo ciclo = 300h
• Estágio no terceiro ciclo = 300h
• Trabalho de fim de curso = 375h
• TOTAL DE HORAS DE FORMAÇÃO: 4.515h
OBS. B

1. O estágio profissional deverá ser completado em mais 300h. Poderá ser desenvolvido após o aluno ter completado 3.100h de atividades curriculares.
Objetivo desenvolver a vivência em indústrias, ou em instituições de pesquisa, ou em empresas, que se utilizam dos conteúdos técnicos que compõe o
curso de engenharia naval e oceânica; Treinamento prático a partir da aplicação dos conhecimentos técnicos adquiridos no curso; Desenvolvimento ou
aperfeiçoamento do relacionamento profissional e humano.

2. Ainda falta fazer uma reavaliação dos conteúdos. Isso será melhor desenvolvido quando da composição dos planos de ensino de cada disciplina
43

APÊNDICE C2

ELEMENTOS PARA O PPP DO CURSO DE

ENGENHARIA AERONÁUTICA E ESPACIAL


44

SÉTIMO SEMESTRE
SEM. DISCIPLINA Teoria Prática HA EMENTA

Teoria de torção de barras de Saint-Venant. Analogia de membrana. Teoria da flexão,


Teoria de estruturas 3 1 4
torção e flexo-torção de vigas de paredes finas: seções abertas, fechadas, multicelulares;
aeronáuticas
idealização estrutural. Aplicações em componentes aeronáuticos: asa e fuselagem.
Estabilidade de colunas, vigas-coluna; soluções exatas e aproximadas. Estabilidade de
placas. (Fonte: ITA.2008)
Princípios gerais do funcionamento de sistemas propulsivos: tipos de motores e aplicações.
Propulsão aeronáutica I 3 1 4
Termodinâmica aplicada à propulsão: equações fundamentais, ciclos termodinâmicos e
termoquímica. Parâmetros de funcionamento e eficiências: equação de empuxo, empuxo de
decolagem, eficiências (propulsiva, térmica, da hélice e total), influência do desempenho
do motor no alcance da aeronave e consumo específico. Motores Aeronáuticos: motor a
pistão, motor a jato, turbofan e turboeixo. Funcionamento e seleção de hélices. (Fonte:
ITA.2008)
Introdução: ondas de som, número de Mach, classificação: escoamentos subsônico,
7o Dinâmica dos gases e camada 3 1 4
transônico, supersônico e hipersônico, estado de estagnação local. Ondas de choque e
limite
expansão de Prandtl-Meyer. Escoamento unidimensional isentrópico. Túneis de vento e
tubo de choque. Equação potencial compressível. Pequenas perturbações: obtenção das
equações linearizadas. Camada limite incompressível laminar: equações de Prandtl,
solução de Blasius, separação. Camada limite compressível laminar: efeitos do número de
Prandtl, aquecimento aerodinâmico, fator de recuperação e analogia de Reynolds.
Transição do regime laminar para o turbulento. Camada limite compressível turbulenta;
equações médias de Reynolds: conceito do comprimento de mistura. Escoamento ao longo
da placa plana: solução de Yan
Driest. Técnicas experimentais: análise de um instrumento genérico, medidas de
deslocamento, anemometria de fio quente. (Fonte: ITA.2008)
Caracterização dos movimentos vibratórios. Resposta de sistemas lineares estáveis.
Dinâmica de sistemas 3 2 5
Modelagem matemática de sistemas mecânicos. Sistemas modelados com um grau de
liberdade. Problemas em máquinas rotativas. Sistemas modelados com dois ou mais graus
de liberdade. Técnicas para o controle de vibrações. Modelagem de sistemas típicos para
setor aeronáutico e espacial. Ressonância. Absorção passiva de vibração. Absorção ativa
de vibração. Vibrações livres. Vibração forçada. Recomendações para seleção de rigidez
de molas. Recomendações para determinação da constante de amortecimento. Ondas
sonoras. Formas de propagação. Medidas de ruído e vibrações. Efeitos da vibração e do
ruído sobre o corpo humano. Trabalhos laboratoriais.
Conceitos fundamentais. Equações básicas. Condução: unidimensional em regime
Transmissão de Calor II 3 1 4
permanente e multidimensional em regimes permanente e não-permanente. Convecção:
escoamento laminar no interior de dutos, escoamento laminar externo, escoamento
turbulento, convecção natural. Radiação: relações básicas, troca de energia por radiação em
45

meios transparentes. Transferência de calor com mudança de fase. Transferência de massa.


Trocadores de calor.
Características dos materiais. Materiais metálicos. Materiais cerâmicos e vidros. Materiais
Materiais II 3 1 4 poliméricos. Materiais compósitos. Análises micro e macromecânica de lâminas e
laminados. Testes de determinação de propriedades. Classificação da deformação dos
metais. Teorias de escoamento e relações plásticas entre deformações e tensões.
Recomendações para projeto. Corrosão: o que é e como evitá-la – aspectos físicos e
químicos dos diversos tipos de corrosão. Tecnologia da proteção, revestimentos e outras
proteções. Processos industriais de proteção. Prototipagem Rápida. Processos de
manufatura de estruturas de materiais compósitos

Total de créditos 25

OITAVO SEMESTRE

SEM. DISCIPLINA Teoria Prática HA EMENTA

Estabilidade de estruturas aeronáuticas 3 1 4 Comportamento mecânico de materiais. Modelos matemáticos.


Estabilidade de colunas. Métodos de energia. Análise de vigas-coluna.
Flambagem torsional de colunas de paredes finas. Flambagem lateral
de vigas. Estabilidade de placas submetidas à compressão, flexão,
cisalhamento e carregamentos combinados. Comportamento de placas
após a flambagem. Falha de placas em compressão. Estabilidade e
falha de colunas de paredes finas. Estabilidade e falha de painéis
reforçados. Vigas de almas planas e curvas em campo de tração
diagonal. Introdução à estabilidade de cascas cilíndricas. (Fonte:
8o ITA.2008)
Componentes internos do motor a turbina a gás: câmara de combustão,
Propulsão aeronáutica II 3 1 4
compressor e turbina. Admissão e exaustão: entradas de ar e tubeiras.
desempenho de turbinas a gás: desempenho de um motor em seu ponto de
projeto, desempenho dos principais componentes do motor, desempenho do
motor fora do seu ponto de projeto, curvas de desempenho. Unidade auxiliar de
potência. (Fonte: ITA.2008)
3 1 4 Aspectos históricos da evolução tecnológica da aviação. Análise das fases de
46

Projeto de aeronaves I um projeto: conceitual, preliminar e detalhado. Estimativa inicial do peso de


uma aeronave. Definição da configuração de uma aeronave: perfil e
dispositivos de hipersustentação, forma em planta de uma asa, torção e diedro,
posição da asa na fuselagem, posição dos motores, tipos de cauda usados em
aeronaves, forma da fuselagem. Determinação da carga alar e da razão tração-
peso com base em requisitos de desempenho de uma aeronave.
Dimensionamento de uma aeronave. Estimativa da polar de arrasto. Verificação
do cumprimento dos requisitos através de cálculos de desempenho. Peso e
centragem. Estimativas dos pesos dos vários componentes. Passeio do CG.
Momentos de Inércia. Regulamentos e requisitos do projeto estrutural de
aeronaves. Cargas devidas a manobras e rajadas simétricas. Diagrama V-n.
Cargas devidas ao rolamento e derrapagem. Cargas devidas a operações no
solo. Cargas nos berços dos motores. Cargas de pressurização e impacto de
pássaros. Análise da distribuição das cargas sobre os sistemas estruturais
da aeronave. (Fonte: ITA.2008)
Princípios de operação e componentes típicos de sistemas usados em aeronaves,
Sistemas de aeronaves 3 1 4
tais como: trem de pouso e comandos de vôo, hidráulicos, pneumáticos, de
combustível, ar condicionado e pressurização. Sistemas de segurança: oxigênio
emergencial, sistemas de proteção anti-gelo e anti-fogo.
Fadiga e mecânica da fratura 3 1 4 Modos de Falha. Comportamento Mecânico. Concentração de tensões.
Análise elasto-plástica. Mecânica da Fratura elástica linear. Mecânica da
Fratura e elasto-plástica. O fenômeno da fadiga. Resistência à fadiga
dos metais. Resistência à fadiga de componentes. Efeito de solicitações
médias. Propagação de trincas de fadiga. Análise de defeitos. Aplicações.

Aerodinâmica aplicada ao projeto de aviões. Aerodinâmica do perfil em regime


Aerodinâmica da asa e fuselagem 3 1 4
incompressível. Método das singularidades. Regras de semelhança. Asa finita
em regime incompressível. Modelos de cálculo da sustentação e do arrasto
induzido. Aerodinâmica da fuselagem. Interação asa-fuselagem. Regime
compressível subsônico. Análise qualitativa do escoamento no regime
transônico sobre perfis. Regra das áreas. Técnicas experimentais: análise de
incertezas e determinação da polar de arrasto de perfis, asas, fuselagens e
configurações asa-empenagem. (Fonte: ITA.2008)
.
Total de créditos 24

OBS. É recomendável que haja uma orientação das disciplinas optativas, indicando os conteúdos importantes para a formação profissional.
47

NONO SEMESTRE
SEM. DISCIPLINA Teoria Prática HA EMENTA

O processo de construção 3 1 4 A indústria de construção aeronáutica. Características do produto e do processo.


assistidos por computador Ferramentas computacionais existentes. Introdução aos Sistemas CAE/CAD/CAM.
Processo de Projeto usando sistemas CAE/CAD/CAM. Modelagem Geométrica
Tridimensional. Modelagem Avançada. Desenhos para Produção. Troca e
Comunicação de Dados. Seleção e Gerenciamento de Sistema CAE/CAD/CAM.
Controle de qualidade. Planejamento e programação da produção. A seqüência de
fabricação e montagem. Principais eventos. Plano de suprimentos. Planejamento do
trabalho. Sistemas de informação e controle. Exigências de normas: ISO
Automobilística e ambiental.

Seleção do sistema propulsivo: exigências do envelope de vôo (empuxo nas


Propulsão aeronáutica III 3 1 4
diferentes operações), exigências operacionais (peso, alcance da aeronave, consumo
e tipo de combustível, ruído, emissões e manutenção). Seleção do número de
motores. Integração do motor na aeronave: requisitos de extração de potência,
integração aerodinâmica (entrada de ar, exaustão, nacele e pilone), previsão da
potência e empuxo do motor instalado. (Fonte: ITA.2008)
Segurança, análise de risco e 3 1 4 A segurança de funcionamento em sistemas complexos. Confiabilidade: noções
legislação. matemáticas. Tolerância à falhas. Validação e verificação de hardware e de
software: técnicas e métodos. Técnicas de Diagnóstico, Detecção e Sinalização de
falhas. Técnicas de Recobrimento. Redundâncias. Alarmes. Aplicação em sistemas
9o
de proteção. Aversão a acidentes. Traumas devido a acidentes. Normas de
Segurança. Prevenção e Primeiros Socorros. Legislação.

Projeto de aeronaves II 3 1 4 Histórico do desenvolvimento estrutural aeronáutico. Aspectos gerais do projeto


estrutural de aviões. Materiais presentemente utilizados em projeto estrutural
aeronáutico e perspectivas futuras. Projeto estrutural da asa. Projeto estrutural da
fuselagem. Projeto de juntas em estruturas aeronáuticas. Uso do NASTRAN em
projeto de estruturas aeronáuticas. Histórico da evolução do projeto aerodinâmico
de aeronaves. Estimativa de derivadas de estabilidade de uma aeronave. Projeto de
perfis aerodinâmicos e de asas nos regimes subsônico e transônico, utilizando
ferramentas computacionais. Discussão sobre a questão da interferência asa –
fuselagem. Conceitos básicos de soluções numéricas. Utilização de códigos
computacionais em projeto aerodinâmico. (Fonte: ITA.2008)
Estabilidade e controle de 3 1 4 Fundamentos da cinemática e da dinâmica de aeronaves como corpos rígidos e
aeronaves flexíveis e análise de seus movimentos sob a influência das forças aerodinâmica,
propulsiva e gravitacional. Dedução das equações completas do movimento usando
o programa de matemática simbólica MATHEMATICA©. Simulação do movimento
de aeronaves através da solução numérica das equações do movimento usando
48

MATLAB® e MATHEMATICA®. Linearização (simbólica) das equações do


movimento em torno de uma trajetória de referência permanente: estudo dos
comportamentos dinâmicos autônomos longitudinal e látero-direcional. Estabilidade
estática. Determinação das derivadas de estabilidade e de controle. Resposta da
aeronave devido à atuação dos controles e a perturbações atmosféricas. Modificação
da resposta da aeronave através de projetos de sistemas de controle de vôo: sistemas
de aumento de estabilidade, sistemas de aumento de controle e sistemas automáticos
de vôo, bem como através de modificações no seu projeto aerodinâmico. Critérios
de qualidade de vôo e outras figuras de mérito. (Fonte: ITA.2008)

Sistemas hidráulicos e pneumáticos 3 1 4 Conceitos da mecânica de fluidos (Hidrostática e Hidrodinâmica) aplicados aos
sistemas hidráulicos. Estrutura típica dos circuitos hidráulicos. Características
construtivas e comportamentais dos principais componentes: bombas e atuadores
lineares e rotativos, válvulas de controle direcional, de pressão e de vazão. Circuitos
hidráulicos básicos. Dimensionamento. Caracterização de sistemas eletro-
hidráulicos. Descrição dos principais componentes e equacionamento em regime
permanente. Análise de circuitos típicos em aplicações veiculares. Fundamentos da
modelagem dinâmica de componentes para controle de velocidade e posição. Estudo
de sistemas de controle. SISTEMAS PNEUMÁTICOS: Conceitos da mecânica de
fluidos compressível aplicados aos sistemas pneumáticos. Estrutura típica dos
circuitos pneumáticos. Características construtivas e modelos comportamentais dos
principais componentes: atuadores lineares e rotativos e ventosas, válvulas de
controle direcional, de pressão e de vazão. Circuitos pneumáticos básicos.
Dimensionamento.

Planejamento do Trabalho de 1 2 2 Aplicação da filosofia de projeto e dos métodos de síntese e de análise


Conclusão de Curso apresentados ao longo do curso de Engenharia Automobilística para o
desenvolvimento de projeto de sistema complexo relacionado com o oceano e rios,
e os sistemas operados a partir da interação com os mesmos. Exercitar o trabalho
de síntese e de análise para desenvolver a percepção de engenheiro no ambiente
de uma empresa de engenharia real, ou em nível de laboratórios de pesquisa, que
atuam diretamente com pesquisa e projeto para estes sistemas técnicos. Planejar a
atividade para exercitar no décimo semestre, quando estará com dedicação
exclusiva para esta atividade.

Total de créditos 26

OBS. É recomendável que haja uma orientação das disciplinas optativas, indicando os conteúdos importantes para a formação profissional.
49

DÉCIMO SEMESTRE

SEM. DISCIPLINA Prática HA EMENTA


Teoria
10 o Trabalho de Fim de Curso 25 25 Com o trabalho de conclusão do curso, como complementação às habilidades
adquiridas nas disciplinas, busca-se capacitar o aluno para aplicar
conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à
engenharia, para projetar, conduzir experimentos e interpretar resultados, para
conceber, projetar e analisar sistemas e processos, para planejar,
supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia, para
identificar, formular e resolver problemas de engenharia, e para desenvolver
e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas. Os temas de conclusão de curso
devem ser direcionados a trabalhos que revertam em benefícios para a
sociedade. (Fonte: Projeto político pedagógico do DAS/CTC/UFSC, 2006)
Total de créditos 25
OBS. 1.
5. Total de créditos em disciplinas do terceiro ciclo, ou ciclo profissionalizante: 75 créditos ou 1125h/aulas.
6. Trabalho de Fim de Curso: 375h.
7. Estágio profissionalizante: 300h
8. Total de horas aulas para o curso de Engenharia Automobilística:
• Disciplinas = Primeiro ciclo de formação básica = 1.575h/aulas
• Disciplinas = Segundo ciclo de formação profissional em tecnologia veicular = 840h/aulas
• Disciplinas = Terceiro ciclo de formação específica = 1.125h/aulas
• TOTAL DE HORAS EM DISCIPLINAS = 3.540h/aulas.
• Estágio no Segundo ciclo = 300h
• Estágio no terceiro ciclo = 300h
• Trabalho de fim de curso = 375h
• TOTAL DE HORAS DE FORMAÇÃO: 4.515h
OBS. 2
3. O estágio profissional deverá ser completado em mais 300h. Poderá ser desenvolvido após o aluno ter completado 3.100h de atividades curriculares. O
objetivo é desenvolver a vivência em indústrias, ou em instituições de pesquisa, ou em empresas, que se utilizam dos conteúdos técnicos que compõe o
curso de engenharia Ferroviária e Metroviário; Treinamento prático a partir da aplicação dos conhecimentos técnicos adquiridos no curso;
Desenvolvimento ou aperfeiçoamento do relacionamento profissional e humano.

4. Ainda falta fazer uma reavaliação dos conteúdos. Isso será melhor desenvolvido quando da composição dos planos de ensino de cada disciplina
50

APÊNDICE C3

ELEMENTOS PARA O PPP DO CURSO DE

ENGENHARIA AUTOMOBILÍSTICA
51

SÉTIMO SEMESTRE

SEM. DISCIPLINA Teoria Prática HA EMENTA

Flambagem. Colapso. Rigidez. Dimensionamento das estruturas à fadiga.


Mecânica dos sólidos II 3 1 4
Dimensionamento probabilístico das estruturas. Projeto das estruturas. Utilização de
materiais compostos no projeto de estruturas para o setor automobilístico.
Mecanismos de falha e critérios de falha. Método dos elementos finitos e sua
aplicação em estruturas complexas. Software apropriados para projeto de
estruturas.
História do veículo autopropelido e não-propelido. Conceitos e fundamentos de um e
Design e ergonomia 3 1 4
de outro. Perspectiva futura. Aspectos ambientais. Pesquisa e avaliação de
necessidades: o contexto individual; o contexto coletivo. Aspectos relacionados ao
balanço de energia: consumo e efluentes. Análise de tendência. Características
ergonômicas necessárias para condutor e passageiro. Aspectos ergonômicos para
visão diurna e noturna. Aspectos ergonômicos de acesso ao interior bem como às
cargas na porta malas. Conforto visual – cores e padrões agradáveis à visão.
7o
Tempo de reação. Recomendações para forças de acionamento de controles
manuais e pedais. Aspectos e recomendações referentes ao conforto térmico
(temperatura e umidade); Aspectos relativos à ergonomia quanto à tolerância.
Caracterização dos movimentos vibratórios. Resposta de sistemas lineares estáveis.
Dinâmica de sistemas 3 2 5
Modelagem matemática de sistemas mecânicos. Sistemas modelados com um grau
de liberdade. Problemas em máquinas rotativas. Sistemas modelados com dois ou
mais graus de liberdade. Técnicas para o controle de vibrações. Modelagem de
sistemas típicos da engenharia automobilística. Ressonância. Absorção passiva de
vibração. Absorção ativa de vibração. Vibrações livres. Vibração forçada.
Recomendações para seleção de rigidez de molas. Recomendações para
determinação da constante de amortecimento. Ondas sonoras. Formas de
propagação. Medidas de ruído e vibrações. Efeitos da vibração e do ruído sobre o
corpo humano. Trabalhos laboratoriais.
Equações governantes da convecção; conceito da camada limite; efeitos da
3 1 4
turbulência; solução de Blasius; correlações para escoamentos externos;
Transmissão de Calor II escoamentos internos; correlações; convecção natural; equações governantes;
correlações; modos de ebulição e condensação; correlações, trocadores de calor.
Aplicações para o dimensionamento de sistemas de refrigeração do motor e da
transmissão. Aplicações.
Necessidade do sistema de transmissão e exigências sobre o mesmo.
Sistema de Transmissão 3 1 4
Sistemas de escalonamento contínuo e discreto. Princípios de funcionamento. Tipos
construtivos: seriais, planetárias e CVTs. Engrenagens, acoplamentos, embreagens.
Características físicas e de funcionamento. Materiais.
52
Características dos materiais. Materiais metálicos. Materiais não ferrosos. Materiais
Materiais para o setor 3 1 4
compostos. Propriedades físicas dos materiais com vistas à fabricação. Conceitos
automobilístico
básicos dos ensaios e propriedades físicas de metais e plásticos. Conformabilidade
e estampabilidade dos metais. Injetabilidade de plásticos. Recomendações para
projeto de peças para automóveis. Corrosão: o que é e como evitá-la – aspectos
físicos e químicos dos diversos tipos de corrosão. Tecnologia da proteção –
Materiais – Revestimentos e outras proteções. Processos industriais de proteção.

Total de créditos 25

OITAVO SEMESTRE

SEM. DISCIPLINA Teoria Prática HA EMENTA

Projeto de estrutura de veículo 3 1 4 Carroceria. Monobloco. Funções. Leiaute mecânico e ergonômico. Requisitos
estruturais, estéticos, desempenho, aerodinâmicos e legais. Distribuição de
esforços. Projeto de estrutura de veículos de uso individual: não-propelido e
auto-propelido. Projeto de estrutura de veículos coletivos. Interface: veículo de
tração-reboque. Estrutura para veículos pesados: rodoviários e fora de estrada.
Software de projeto, processo e produção: CAE/CAD/CAM.

Projeto de sistema motriz 2 2 4 Caracterização do sistema motriz: gerador, motor, conversor. Armazenamento
da energia química, mecânica, elétrica, etc. Projeto de motor. Requisitos,
8o necessidades, conceitos. Transformação de energia nos motores de
combustão, elétricos, etc. Análise de motores de combustão interna (MCI) com
mecanismo tipo biela-manivela. Rendimentos. Análise cinemática e dinâmica.
Ensaios e curvas características.

2 2 4 Conceitos fundamentais de soldagem. Evolução dos processos de soldagem.


Ligações permanentes e desmontáveis Noções gerais sobre modernos processos de soldagem. Síntese dos principais
processos de soldagem a arco. Aprofundamentos sobre o estudo do arco
voltaico de soldagem. Processo MIG/MAG. Processo TIG e plasma. Arco
submerso. Eletrodos revestidos. Eletrodos tubulares. Rebites e Parafusos.
Mecanismos e robótica 3 1 4 Introdução. Conceitos e notações aplicados a mecanismos. Conceitos e
caracterização de robos. Estudo de tipos de mecanismos. Síntese dimensional
53
de mecanismos articulados. Análise e cinemática de cames planos. Utilização
na robótica. Aplicação no setor automobilístico

Fadiga e mecânica da fratura 3 1 4 Modos de Falha. Comportamento Mecânico. Concentração de tensões.


Análise elasto-plástica. Mecânica da Fratura elástica linear. Mecânica da
Fratura e elasto-plástica. O fenômeno da fadiga. Resistência à fadiga
dos metais. Resistência à fadiga de componentes. Efeito de solicitações
médias. Propagação de trincas de fadiga. Análise de defeitos. Aplicações.

Optativas ou disciplinas integradas 4 Orientação: Disciplinas relacionadas com Instalações Elétricas e eletrônica no
setor automobilístico.

.
Total de créditos 24

OBS. É recomendável que haja uma orientação das disciplinas optativas, indicando os conteúdos importantes para a formação profissional.

NONO SEMESTRE

SEM. DISCIPLINA Teoria Prática HA EMENTA

O processo de manufatura 3 1 4 A indústria de construção automobilística. Características do Produto e do processo.


assistidos por computador para o Ferramentas computacionais para o setor. Introdução aos Sistemas CAE/CAD/CAM.
setor automobilístico Processo de Projeto usando sistemas CAE/CAD/CAM. Modelagem Geométrica
Tridimensional. Modelagem Avançada. Desenhos para a Linha de Produção. Troca
e Comunicação de Dados. Seleção e Gerenciamento de Sistema CAE/CAD/CAM.
Controle de qualidade. Planejamento e programação da produção. A seqüência de
fabricação e montagem. Principais eventos. Plano de suprimentos. Planejamento do
trabalho. Sistemas de informação e controle. Exigências de normas: ISO
automobilístico e ambiental.

O automóvel como um sistema dinâmico. Forças e acelerações em operação.


Sistemas de suspensão, direção, 3 1 4
Análise em operação: aceleração, curva, aclives, frenagem. Exigências sobre os
rodas e freio.
sistemas de suspensão. Tipos de suspensões. Considerações cinemáticas da
suspensão. Exigências sobre os sistemas de direção. Tipos de direções.
Considerações cinemáticas da direção. Constituição dos pneus. Nomenclatura.
Capacidade de carga. Efeito de cargas normais. Efeito de cargas tangenciais de
atrito. Escorregamento e deriva. Necessidade do sistema de freios. Tipos de freios.
Capacidade térmica necessária. Forças desenvolvidas na suspensão durante a
54
frenagem.
Tendências. Instrumentação eletrônica. Sensores e transdutores. Amplificadores
9o Modelagem e controle de sistemas 3 1 4
operacionais. Sistemas de aquisição de dados. Conversores. Eletrônica de potência.
automobilísticos
Retificadores. Inversores de tensão e de corrente. Formulação do problema de
controle. Aplicações em automobilística. Sistema de alimentação; Sistema de
ignição; Sistema de Distribuição; Sistema de embreagem; Câmbio; Diferenciais;
Sistema de freio; Sistema de controle de tração; Sistema de controle de
estabilidade; Sistema de controle de climatização; Sistema de segurança e alarmes.
Estudo de casos e métodos de solução.
Energia no setor automobilístico 3 1 4 Combustíveis. Características. Composição química. Origem: vegetal, fóssil,
elétrica. Animal.

Segurança, análise de risco e 3 1 4 A segurança de funcionamento em sistemas complexos. Confiabilidade: noções


legislação. matemáticas. Tolerância a falhas. Validação e verificação de hardware e de
software: técnicas e métodos. Técnicas de Diagnóstico, Detecção e Sinalização de
falhas. Técnicas de Recobrimento. Redundâncias. Alarmes. Aplicação em sistemas
de proteção. Traumas devido a acidentes. Normas de Segurança. Prevenção e
Primeiros Socorros. Legislação

Optativas ou disciplinas integradas 4 Orientação: Disciplinas relacionadas com transporte e logística. Relacionadas com
infraestrutura. Disciplinas relacionadas a legislação, meio ambiente, humanidades

Planejamento do Trabalho de 1 1 2 Aplicação da filosofia de projeto e dos métodos de síntese e de análise


Conclusão de Curso apresentados ao longo do curso de Engenharia Automobilística para o
desenvolvimento de projeto de sistema complexo relacionado com o oceano e rios,
e os sistemas operados a partir da interação com os mesmos. Exercitar o trabalho
de síntese e de análise para desenvolver a percepção de engenheiro no ambiente
de uma empresa de engenharia real, ou em nível de laboratórios de pesquisa, que
atuam diretamente com pesquisa e projeto para estes sistemas técnicos. Planejar a
atividade para exercitar no décimo semestre, quando estará com dedicação
exclusiva para esta atividade.

Total de créditos 26

OBS. É recomendável que haja uma orientação das disciplinas optativas, indicando os conteúdos importantes para a formação profissional.
55

DÉCIMO SEMESTRE

SEM. DISCIPLINA Prática HA EMENTA


Teoria
10 o Trabalho de Fim de Curso 25 25 Com o trabalho de conclusão do curso, como complementação às habilidades
adquiridas nas disciplinas, busca-se capacitar o aluno para aplicar
conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à
engenharia, para projetar, conduzir experimentos e interpretar resultados, para
conceber, projetar e analisar sistemas e processos, para planejar,
supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia, para
identificar, formular e resolver problemas de engenharia, e para desenvolver
e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas. Os temas de conclusão de curso
devem ser direcionados a trabalhos que revertam em benefícios para a
sociedade. (Fonte: Projeto político pedagógico do DAS/CTC/UFSC, 2006)
Total de créditos 25
OBS. 1.
.
9. Total de créditos em disciplinas profissionalizante: Disciplinas: 75 créditos ou 1125h/aulas.
10. Trabalho de Fim de Curso: 375h.
11. Estágio profissionalizante: 300h
12. Total de horas aulas para o curso de Engenharia Automobilística:
• Disciplinas = Primeiro ciclo de formação básica = 1.575h/aulas
• Disciplinas = Segundo ciclo de formação profissional em tecnologia veicular = 840h/aulas
• Disciplinas = Terceiro ciclo de formação específica = 1.125h/aulas
• TOTAL DE HORAS EM DISCIPLINAS = 3.600h/aulas.
• Estágio no Segundo ciclo = 300h
• Estágio no terceiro ciclo = 300h
• Trabalho de fim de curso = 375h
• TOTAL DE HORAS DE FORMAÇÃO: 4.515h
OBS. 2
5. O estágio profissional deverá ser completado em mais 300h. Poderá ser desenvolvido após o aluno ter completado 3.100h de atividades curriculares.
Objetivo desenvolver a vivência em indústrias, ou em instituições de pesquisa, ou em empresas, que se utilizam dos conteúdos técnicos que compõe o
curso de Engenharia Automobilística; Treinamento prático a partir da aplicação dos conhecimentos técnicos adquiridos no curso; Desenvolvimento ou
aperfeiçoamento do relacionamento profissional e humano.

6. Ainda falta fazer uma reavaliação dos conteúdos. Isso será melhor desenvolvido quando da composição dos planos de ensino de cada disciplina
56

APÊNDICE C4

ELEMENTOS PARA O PPP DO CURSO DE

ENGENHARIA FERROVIÁRIA E METROVIÁRIA


57

SÉTIMO SEMESTRE

SEM. DISCIPLINA Teoria Prática HA EMENTA

Flambagem. Colapso. Rigidez. Dimensionamento das estruturas à fadiga.


Mecânica dos sólidos II 3 1 4
Dimensionamento probabilístico das estruturas. Projeto das estruturas. Utilização de
materiais compostos no projeto de estruturas para o setor automobilístico.
Mecanismos de falha e critérios de falha. Método dos elementos finitos e sua
aplicação em estruturas complexas. Software apropriados para projeto de
estruturas.
Tecnologias de transporte ferroviário de carga e de passageiros. Via permanente,
Sistemas de transporte 3 1 4
material rodante e de tração. Veículos Leves sob Trilhos; Trens intercidades;
ferroviário e metroviário
metros Subterrâneos; Trens Metropolitanos; Vagões; Locomotivas.
Manutenção e sinalização. Organização de uma empresa fabricante de
equipamentos, veículos e material ferroviário. Pátios e terminais ferroviários.
Projeto de veículo ferroviário.
o Perspectiva futura. Aspectos ambientais. Espaço e vias de acesso para o transporte
7 Design e ergonomia 3 1 4
de massa. Análise de tendência. Características ergonômicas necessárias para
condutor e passageiro. Aspectos ergonômicos de acesso ao interior: cabine,
utilidades, setor de cargas. Conforto visual – cores e padrões agradáveis à visão.
Sinalização e comunicação. Sistemas de comunicação: condutor, passageiro.
Aspectos e recomendações referentes ao conforto térmico (temperatura e umidade);
Aspectos relativos à ergonomia, qualidade, tolerância.
Caracterização dos movimentos vibratórios. Resposta de sistemas lineares estáveis.
Dinâmica de sistemas 3 2 5
Modelagem matemática de sistemas mecânicos. Sistemas modelados com um grau
de liberdade. Problemas em máquinas rotativas. Sistemas modelados com dois ou
mais graus de liberdade. Técnicas para o controle de vibrações. Modelagem de
sistemas típicos para setor ferroviário, metroviário. Ressonância. Absorção passiva
de vibração. Absorção ativa de vibração. Vibrações livres. Vibração forçada.
Recomendações para seleção de rigidez de molas. Recomendações para
determinação da constante de amortecimento. Ondas sonoras. Formas de
propagação. Medidas de ruído e vibrações. Efeitos da vibração e do ruído sobre o
corpo humano. Trabalhos laboratoriais.
Equações governantes da convecção; conceito da camada limite; efeitos da
3 1 4
turbulência; solução de Blasius; correlações para escoamentos externos;
Transmissão de Calor II escoamentos internos; correlações; convecção natural; equações governantes;
correlações; modos de ebulição e condensação; correlações, trocadores de calor.
Aplicações para o dimensionamento de sistemas de refrigeração do motor e da
transmissão. Aplicações.
58
Necessidade do sistema de transmissão: mecânico, elétrico. Princípios de
Sistema de Transmissão 3 1 4
funcionamento. Tipos construtivos. Sistemas de escalonamento contínuo e discreto.
Características físicas e de funcionamento. Mancais, acoplamentos, e freios
ferroviários e metroviários. Materiais. Aplicação.
Características dos materiais. Materiais metálicos. Materiais não ferrosos. Materiais
Materiais para o setor ferroviário 3 1 4
compostos. Propriedades físicas dos materiais com vistas à fabricação. Conceitos
e metroviário
básicos dos ensaios e propriedades físicas de metais e plásticos. Conformabilidade
e estampabilidade dos metais. Injetabilidade de plásticos. Recomendações para
projeto de peças para trens e metros. Corrosão: o que é e como evitá-la – aspectos
físicos e químicos dos diversos tipos de corrosão. Tecnologia da proteção –
Materiais – Revestimentos e outras proteções. Processos industriais de proteção.

Total de créditos 25
59
OITAVO SEMESTRE
SEM. DISCIPLINA Teoria Prática HA EMENTA

Projeto de estrutura do carro 3 1 4 Tipos de carroceria. Sistemas monobloco. Funções. Leiaute mecânico e
ergonômico. Requisitos estruturais, estéticos, desempenho, aerodinâmicos e
legais. Distribuição de esforços. Projeto de estrutura de veículos em função da
propulsão e velocidade. Interface: veículo de tração-reboque. Estrutura para
veículos de carga, veículos de passageiros. Característica para tráfego em
trilhos, veículos para uso urbano. Software de projeto, processo e produção:
CAE/CAD/CAM.

Locomotivas 2 2 4 Princípio de funcionamento. Características e aplicações. Sistemas motrizes.


8o Transformação de energia: motores de combustão, elétricos, magnéticos, etc.
Princípios de funcionamento dos motores de combustão interna (MCI)
alternativos. Variáveis de projeto, operação e de manutenção. Geradores e
Motores elétricos. Características de aplicação. Ciclos termodinâmicos.
Rendimentos. Análise cinemática e dinâmica. Ensaios e curvas características.

2 2 4 Conceitos fundamentais de soldagem. Evolução dos processos de soldagem.


Ligações permanentes e desmontáveis Noções gerais sobre modernos processos de soldagem. Síntese dos principais
processos de soldagem a arco. Aprofundamentos sobre o estudo do arco
voltaico de soldagem. Processo MIG/MAG. Processo TIG e plasma. Arco
submerso. Eletrodos revestidos. Eletrodos tubulares. Rebites e Parafusos.
Conceito de suspensão. Análise dinâmica: forças e acelerações em operação.
Sistemas de suspensão, direção, rodas 3 1 4
Análise em operação: aceleração, curva, aclives, frenagem. Exigências sobre
os sistemas de suspensão. Tipos de suspensões. Considerações cinemáticas
da suspensão. Exigências sobre os sistemas de direção. Tipos de direções.
Considerações cinemáticas da direção. Constituição e características de rodado
e trilhos de rolamento. Nomenclatura. Capacidade de carga. Efeito de cargas
normais. Efeito de cargas tangenciais de atrito. Projeto de rodados, modos de
falha. Forças desenvolvidas na suspensão durante a frenagem e partida.

Fadiga e mecânica da fratura 3 1 4 Modos de Falha. Comportamento Mecânico. Concentração de tensões.


Análise elasto-plástica. Mecânica da Fratura elástica linear. Mecânica da
Fratura e elasto-plástica. O fenômeno da fadiga. Resistência à fadiga
dos metais. Resistência à fadiga de componentes. Efeito de solicitações
médias. Propagação de trincas de fadiga. Análise de defeitos. Aplicações.

Sistemas hidráulicos e pneumáticos 3 1 4 Conceitos da mecânica de fluidos (Hidrostática e Hidrodinâmica) aplicados aos
sistemas hidráulicos. Estrutura típica dos circuitos hidráulicos. Características
construtivas e comportamentais dos principais componentes: bombas e
60
atuadores lineares e rotativos, válvulas de controle direcional, de pressão e de
vazão. Circuitos hidráulicos básicos. Dimensionamento. Caracterização de
sistemas eletro-hidráulicos. Descrição dos principais componentes e
equacionamento em regime permanente. Análise de circuitos típicos em
aplicações veiculares. Fundamentos da modelagem dinâmica de componentes
para controle de velocidade e posição. Estudo de sistemas de controle.
SISTEMAS PNEUMÁTICOS: Conceitos da mecânica de fluidos compressível
aplicados aos sistemas pneumáticos. Estrutura típica dos circuitos pneumáticos.
Características construtivas e modelos comportamentais dos principais
componentes: atuadores lineares e rotativos e ventosas, válvulas de controle
direcional, de pressão e de vazão. Circuitos pneumáticos básicos.
Dimensionamento.

Optativa

.
Total de créditos 24

NONO SEMESTRE
SEM. DISCIPLINA Teoria Prática HA EMENTA

O processo de manufatura 3 1 4 A indústria de construção Ferroviária e metroviária. Características do produto e do


assistidos por computador para o processo. Ferramentas computacionais existentes. Introdução aos Sistemas
setor ferroviário CAE/CAD/CAM. Processo de Projeto usando sistemas CAE/CAD/CAM. Modelagem
Geométrica Tridimensional. Modelagem Avançada. Desenhos para Produção. Troca
e Comunicação de Dados. Seleção e Gerenciamento de Sistema CAE/CAD/CAM.
Controle de qualidade. Planejamento e programação da produção. A seqüência de
fabricação e montagem. Principais eventos. Plano de suprimentos. Planejamento do
trabalho. Sistemas de informação e controle. Exigências de normas: ISO
automobilística e ambiental.

O que é o transporte intermodal; O desenvolvimento e o papel da


Transporte Intermodal e 3 1 4
intermodalidade no Brasil; O transporte por contêineres; Regulamentação
transporte público
governamental; Movimentação intermodal por ferrovias e rodovias;
Movimentação intermodal aeroviária, fluvial e marítima; Facilitadores do
transporte intermodal; Noções sobre terminais e equipamentos de
movimentação; Contêineres intermodais; Tecnologias de informação
intermodal. Visão estratégica do transporte urbano; Impactos energéticos
e ambientais; Estruturação do Órgão Gestor; Regulamentação da
prestação de serviços de programação, controle e fiscalização.
61
Segurança, análise de risco e 3 1 4 A segurança de funcionamento em sistemas complexos. Confiabilidade: noções
legislação. matemáticas. Tolerância à falhas. Validação e verificação de hardware e de
9o
software: técnicas e métodos. Técnicas de Diagnóstico, Detecção e Sinalização de
falhas. Técnicas de Recobrimento. Redundâncias. Alarmes. Aplicação em sistemas
de proteção. Traumas devido a acidentes. Normas de Segurança. Prevenção e
Primeiros Socorros. Legislação

Ventilação e ar condicionado 3 1 4 Generalidades. Princípios de mecânica dos fluidos. Contaminantes do


ar. Ventilação geral diluidora. Ventilação natural. Ventilação local exaustora.
Equipamentos coletores. Dutos. Ventiladores. Avaliação e controle de ambientes
quentes. Medições. Diluição de contaminantes na atmosfera.

Componentes básicos do ciclo, análise. Ciclo total de compressão de vapor,


análise. Refrigerantes, testes da instalação. Processos Psicrométricos. Projetos
de instalações de ar condicionado.

Projeto de vias de trens e metrôs 4 1 4 Planejamento do projeto. Requisitos e necessidades: velocidade, capacidade de
transporte, barreiras físicas, aspectos de segurança, riscos ambientais, riscos de
acidentes, exigências legais. Projeto conceitual da via em função do sistema: VLT
(veículo leve sobre trilhos), metro, trem de superfície, TAV (trem de alta
velocidade) e trem de Carga. Projeto Preliminar: dimensionamento,
especificação e experimentos. Projeto Executivo: plano de execução e custos.
Estudos operacionais. Legislação.

Optativas ou disciplinas integradas 4 Orientação: Disciplinas relacionadas com transporte e logística. Relacionadas com
infraestrutura. Disciplinas relacionadas a legislação, meio ambiente, humanidades

Planejamento do Trabalho de 1 2 2 Aplicação da filosofia de projeto e dos métodos de síntese e de análise


Conclusão de Curso apresentados ao longo do curso de Engenharia Automobilística para o
desenvolvimento de projeto de sistema complexo relacionado com o oceano e rios,
e os sistemas operados a partir da interação com os mesmos. Exercitar o trabalho
de síntese e de análise para desenvolver a percepção de engenheiro no ambiente
de uma empresa de engenharia real, ou em nível de laboratórios de pesquisa, que
atuam diretamente com pesquisa e projeto para estes sistemas técnicos. Planejar a
atividade para exercitar no décimo semestre, quando estará com dedicação
exclusiva para esta atividade.

Optativa

Total de créditos 26

OBS. É recomendável que haja uma orientação das disciplinas optativas, indicando os conteúdos importantes para a formação profissional.
62

DÉCIMO SEMESTRE
SEM. DISCIPLINA Prática HA EMENTA
Teoria
10 o Trabalho de Fim de Curso 25 25 Com o trabalho de conclusão do curso, como complementação às habilidades
adquiridas nas disciplinas, busca-se capacitar o aluno para aplicar
conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à
engenharia, para projetar, conduzir experimentos e interpretar resultados, para
conceber, projetar e analisar sistemas e processos, para planejar,
supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia, para
identificar, formular e resolver problemas de engenharia, e para desenvolver
e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas. Os temas de conclusão de curso
devem ser direcionados a trabalhos que revertam em benefícios para a
sociedade. (Fonte: Projeto político pedagógico do DAS/CTC/UFSC, 2006)
Total de créditos 25
OBS. 1.
13. Total de créditos em disciplinas do terceiro ciclo, ou ciclo profissionalizante: 75 créditos ou 1125h/aulas.
14. Trabalho de Fim de Curso: 375h.
15. Estágio profissionalizante: 300h
16. Total de horas aulas para o curso de Engenharia Automobilística:
• Disciplinas = Primeiro ciclo de formação básica = 1.575h/aulas
• Disciplinas = Segundo ciclo de formação profissional em tecnologia veicular = 840h/aulas
• Disciplinas = Terceiro ciclo de formação específica = 1.125h/aulas
• TOTAL DE HORAS EM DISCIPLINAS = 3.540h/aulas.
• Estágio no Segundo ciclo = 300h
• Estágio no terceiro ciclo = 300h
• Trabalho de fim de curso = 375h
• TOTAL DE HORAS DE FORMAÇÃO: 4.515h
OBS. 2
7. O estágio profissional deverá ser completado em mais 300h. Poderá ser desenvolvido após o aluno ter completado 3.100h de atividades curriculares. O
objetivo é desenvolver a vivência em indústrias, ou em instituições de pesquisa, ou em empresas, que se utilizam dos conteúdos técnicos que compõe o
curso de engenharia Ferroviária e Metroviário; Treinamento prático a partir da aplicação dos conhecimentos técnicos adquiridos no curso;
Desenvolvimento ou aperfeiçoamento do relacionamento profissional e humano.

8. Ainda falta fazer uma reavaliação dos conteúdos. Isso será melhor desenvolvido quando da composição dos planos de ensino de cada disciplina
63

APÊNDICE C5

ELEMENTOS PARA O PPP DO CURSO DE

ENGENHARIA MECATRÔNICA
64

SÉTIMO SEMESTRE

SEM. Disciplina Teoria Prática HA EMENTA


7 2 2 4 Requisitos de qualidade de Sistemas e de Software. Modelos: ciclo de vida, prototipagem, híbrido.
Metodologia para Metodologias (Abordagens Top-Down, Bottom-up, Objetos). Ferramentas para análise, projeto e teste.
Desenvolvimento de Ambientes de desenvolvimento de Sistemas e Software. Aplicação das metodologias, ferramentas e
Software e Sistemas
ambientes a problemas de sistemas embarcados. Estudo de caso.
7 3 1 4 Conceitos básicos de matemática discreta. Sistemas a Eventos Discretos: conceituação, classificação,
propriedades, exemplos. Autômatos de estado e Redes de Petri: definições, propriedades, análise,
implementação, extensão temporal. Verificação de sistemas. Controle Supervisório baseado em
Modelagem e Verificação
autômatos.
de Sistemas Embarcados
Laboratório: (1 h.a.) - Utilização de ferramentas de análise, simulação, verificação e síntese de
supervisor
7 3 1 4 Sistemas com requisitos de tempo real. Programação concorrente. Políticas de escalonamento de tempo
Sistemas de Tempo Real real. Linguagens com características de programação em tempo-real. Projeto de executivo tempo real.
Laboratório: 1 h.a.
7 3 1 4 Transformada discreta de Fourier. Filtros digitais. Prática em DSP. Projeto e implementação de
Processamento Digital de
Sinais processadores digitais de sinais. Laboratório (1 h.a.)
7 3 1 4 Sistemas não-lineares. Representação matemática: Equações diferenciais não lineares; Teoremas de
existência e unicidade de solução. Estabilidade. Análise pelo plano de fase; Singularidades, classificação.
Métodos gráficos para não linearidades típicas (saturação, zona morta, atraso, etc). Aproximação linear;
Função Descritiva. 2º Método de Liapunov;. Métodos Numéricos de Análise de Estabilidade. Controle de
Sistemas Não-Lineares Típicos (temperatura, nível, etc).

Sistemas de controle Sistemas Multivariaveis: Modelagem de sistemas contínuos e amostrados; análise e projeto de sistemas
avançado: não-linear, de controle multivariável. Controlabilidade e Observabilidade. Decomposição canônica de sistemas
multivariavel lineares. Relação entre a representação por variáveis de estado e a Matriz Função de Transferência;
Pólos e Zeros Multivariáveis. Controle com o estado mensurável; Realimentação de estados.
Propriedades: caso monovariável, extensão de resultados. Estimador de estado; Observadores; Controle
usando realimentação do estado estimado.
Laboratório: (1 h.a.) - Utilização de ferramentas de análise e projeto de sistema não-lineares e de
sistemas multivariáveis. Aplicação a processos físicos tipicamente não-lineares ou multivariáveis .

Total de créditos 14 6 20
65

OITAVO SEMESTRE
SEM. DISCIPLINA Teoria Prática HÁ EMENTA
8 2 2 4 Medição: aspectos dinâmicos da medição para aplicação em sistemas de controle. Especificação e
análise de dispositivos de medição de variáveis típicas de processo. Sistemas digitais de aquisição
de dados, condicionamento de sinal, sample-hold, conversores A/D e D/A. Transdutores. Controle:
estudo de dispositivos típicos de controle analógico (eletro-eletrônicos, hidráulicos e pneumáticos).
Sistemas mecatrônicos Controladores ON-OFF, PID, outros. Controladores digitais: aspectos de implementação, problemas
ligados à quantização, escalonamento. Atuação: revisão de acionamentos, válvulas de regulação
(função, princípios de funcionamento, tipos, cálculo). Dispositivos de segurança: alarmes, válvulas
de segurança, etc. Projeto de sistemas de controle (2 h.a.).
8 3 1 4 Dispositivos de manipulação e robôs manipuladores. Cinemática dos manipuladores. Introdução à
estática dos manipuladores. Introdução à dinâmica dos manipuladores. Geração de trajetórias para
robôs manipuladores. Sensores. Controle de robôs manipuladores.
Robótica Robôs móveis. Planejamento de trajetória. Geração automática de planos; sensores, imagens ativas
e interface com utilizador.
Laboratório (1h.a.): Programação de robôs manipuladores e de robôs moveis. Aplicações de robôs.
8 4 2 6 Principios de comunicação digitak: transmissão da informação, multiplexação e modulação,
comutação, codificação, deteção de erros, meios físicos de transmissão. Interfaces e barramentos
Comunicação de Dados e (RS 232, IEEE 488 - GPIB, USB, etc.). Redes de Computadores: Aspectos arquiteturais; modelo de
Redes de Computadores referência para interconexão de sistemas abertos (RM-OSI); Estudo de camadas com exemplos de
protocolos; TCP/IP; Interconexão de redes: repeaters, bridges, routers, gateways; Concentradores:
hubs, switchers; Redes locais: IEEE 802, Fieldbus, CAN; Visão geral de produtos.
8 2 4 6 Aplicações de sistemas embarcados. Arquiteturas de hardware e software. Metodologias e etapas
Projeto de Sistemas de projeto e desenvolvimento. Sistemas operacionais embarcados. Requisitos de tempo real e de
Embarcados energia. Ambientes de desenvolvimento. Projeto baseado em plataformas de hardware e software.
Estudos de caso.
8 2 - 2 Novas Tecnologias e a nova Divisão Internacional do Trabalho. A automação e a reestruturação
industrial. O quadro tecnológico brasileiro e as novas exigências tecnológicas. As experiências com
Aspectos Econômicos e a produção da Informática no Brasil. Automação e processo de trabalho: as questões da qualificação
Sociais (para todas op.) do emprego. As questões energéticas e ambientais dentro do processo de desenvolvimento
econômico.

Total de créditos 13 9 22
66

NONO SEMESTRE
SEM. DISCIPLINA Teoria Prática HA EMENTA
9 3 1 4 Introdução à comunicação sem fios, tipos e alcance, redes locais sem fios (WLANs), redes
pessoais sem fios (PANs), redes de longo alcance e de banda larga (WANs); Fundamentos
tecnológicos de comunicação sem fios, RF, antenas, freqüências e espectro, sinais
alanalógicos e digitais, codificação de sinais; Hardware de RF, antenas, amplificadores,
filtros, mixers, atenuadores, acopladores, isoladores; Modulação, FM, spred-spectrum,
OFDM. IEEE 802.15.x, projeto e princípios de operação, controle de enlace, controle de
acesso ao meio. Bluetooth, projeto e princípios de operação, controle de enlace, controle de
Comunicação sem fio acesso ao meio. IEEE 802.11x, projeto e princípios de operação, controle de enlace,
controle de acesso ao meio, escalonamento. Telefonia Celular, TDMA, CSMA, GSM, projeto
e princípios de operação, controle de enlace, controle de acesso ao meio. Comunicação via
satélite, LEO, MEO, GEO, serviços e aplicações; Sistemas de localização, GPS,
triangulação, trilateração. WAP, arquitetura, protocolo e aplicações. Redes de sensores sem
fios, projeto e princípios de operação, acesso ao meio, roteamento, localização, IEEE 1451,
aplicações.
9 2 2 4 Introdução à avaliação de desempenho de sistemas computacionais. Métodos analíticos:
abordagens estocástica e operacional. Modelos baseados em redes de filas e em redes de
Petri. Simulação discreta: conceitos, construção de modelos, algoritmos de simulação.
Avaliação de Desempenho de Abordagens de modelagem de sistemas discretos: orientação a eventos e a processos.
Sistemas Estudo de uma linguagem de simulação de propósitos gerais. Estimação de parâmetros,
testes de aderência. Análise de resultados, Medidas de avaliação de desempenho.
Mensuração, benchmarking. Avaliação de impactos e Análise de riscos. Estudo de casos.
9 3 - 3 Confiabilidade: noções matemáticas. A segurança de funcionamento em sistemas
complexos: na fase de concepção, na fase de execução. Tolerância a falhas. Validação e
Aspectos de Confiabilidade e verificação de hardware e de software: técnicas e métodos. Técnicas de Diagnóstico,
Segurança (para todas op.) Detecção e Sinalização de falhas. Técnicas de Recobrimento. Redundâncias. Alarmes.
Proteção. Sistemas de Supervisão. Normas de Segurança. Prevenção e Primeiros
Socorros. Legislação.
9 Direito (para todas op.)
9 Projeto (Design) de Sistemas 8 8
Veiculares (para todas op.)
Total de créditos 8 11 19
67

SEM. DISCIPLINA Prática HA EMENTA


Teoria
10 o Trabalho de Fim de Curso 25 25 Com o trabalho de conclusão do curso, como complementação às habilidades
adquiridas nas disciplinas, busca-se capacitar o aluno para aplicar
conhecimentos matemáticos, científicos, tecnológicos e instrumentais à
engenharia, para projetar, conduzir experimentos e interpretar resultados, para
conceber, projetar e analisar sistemas e processos, para planejar,
supervisionar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia, para
identificar, formular e resolver problemas de engenharia, e para desenvolver
e/ou utilizar novas ferramentas e técnicas. Os temas de conclusão de curso
devem ser direcionados a trabalhos que revertam em benefícios para a
sociedade. (Fonte: Projeto político pedagógico do DAS/CTC/UFSC, 2006)
Total de créditos 25
OBS. 1.
17. Total de créditos em disciplinas do terceiro ciclo, ou ciclo profissionalizante: 75 créditos ou 1125h/aulas.
18. Trabalho de Fim de Curso: 375h.
19. Estágio profissionalizante: 300h
20. Total de horas aulas para o curso de Engenharia Automobilística:
• Disciplinas = Primeiro ciclo de formação básica = 1.575h/aulas
• Disciplinas = Segundo ciclo de formação profissional em tecnologia veicular = 840h/aulas
• Disciplinas = Terceiro ciclo de formação específica = 1.125h/aulas
• TOTAL DE HORAS EM DISCIPLINAS = 3.540h/aulas.
• Estágio no Segundo ciclo = 300h
• Estágio no terceiro ciclo = 300h
• Trabalho de fim de curso = 375h
• TOTAL DE HORAS DE FORMAÇÃO: 4.515h
OBS. 2
9. O estágio profissional deverá ser completado em mais 300h. Poderá ser desenvolvido após o aluno ter completado 3.100h de atividades curriculares. O
objetivo é desenvolver a vivência em indústrias, ou em instituições de pesquisa, ou em empresas, que se utilizam dos conteúdos técnicos que compõe o
curso de engenharia Ferroviária e Metroviário; Treinamento prático a partir da aplicação dos conhecimentos técnicos adquiridos no curso;
Desenvolvimento ou aperfeiçoamento do relacionamento profissional e humano.

10. Ainda falta fazer uma reavaliação dos conteúdos. Isso será melhor desenvolvido quando da composição dos planos de ensino de cada disciplina
68

APÊNDICE C6

ELEMENTOS PARA O PPP DO CURSO DE

ENGENHARIA DE TRÁFEGO E LOGÍSTICA


69

SÉTIMO SEMESTRE
SEM. DISCIPLINA Teoria Prática HA EMENTA
Definição. Categorização dos ITS: sistemas avançados de transporte público, Sistemas avançados de
7 Sistemas Inteligentes 3 informação ao viajante, operação de veículos comerciais, sistemas avançados de controle veicular, coleta
de Transporte eletrônica de pedágio, sistemas avançados de gerenciamento de tráfego. Estudos dos principais projetos de
ITS desenvolvidos no mundo.
7 Controle de Tráfego 4 Conceitos básicos. Equipamentos de controle de tráfego. Critérios de implantação. Temporização. Centrais de
controle de tráfego: rodoviário, ferroviário e aeroviário. Softwares para controle.
7 Simulação 3 Conceitos básicos: incerteza, risco e probabilidades. Variáveis aleatórias e funções de distribuição de
probabilidade. Geração de variáveis pseudo-aleatórias. Ajuste de funções de distribuição de probabilidade:
teste chi-quadrado e teste de Kolmogorov-Smirnov. Formulação do modelos de simulação. Interpretação de
resultados. Softwares e uso de computadores.
7 Projeto e Operação 4 Estudo da localização. Análise de capacidade e demanda. Nivel de serviço. Dimensionamento e layout.
de Terminais Terminais rodoviários: urbanos e interurbanos. Terminais ferroviários. Terminais portuários. Terminais
aeroportuários.Tecnologias para armazenagem de cargas. Tecnologias de movimentação de cargas. Operação
de terminais de carga. Operação de terminais de passageiros. Dimensionamento de estacionamentos e
acessos terrestres dos terminais.
7 Logística 3 Conceitos básicos. Custos logísticos. Gerenciamento da cadeia de suprimentos. Gerenciamento da cadeias de
distribuição. Avaliação de desempenho logístico.
7 Programação 5 Formulação de modelos. Programação não-linear: condições de otimalidade, métodos de otimização irrestritos,
Matemática II métodos de otimização restritos. Problema de Inequações Variacionais: propriedades e problemas
equivalentes; método da projeção; método da decomposição; método da diagonalização.
7 Acidentes: Prevenção 3 Conceitos. Nomenclatura. Requisitos legais. Objetivos da investigação. Custo de acidentes. Eventos e análise
e Métodos de dos fatores causadores. O processo de investigação. Análise das informações coletadas. Ações
Investigação recomendadas. Ações pós-investigação.
Total de créditos
70

OITAVO SEMESTRE

SEM. DISCIPLINA Teoria Prática HA EMENTA


8 Técnicas de Inteligência 44 Introdução aos conceitos básicos e as características dos sistemas especialistas em Engenharia de
Artificial em Transportes Transportes. Arquitetura e representação do conhecimento de engenharia. Desenvolvimento de
ferramentas.
8 Grafos e Redes 5 Conceitos. Conectividade e acessibilidade. Problemas de cobertura e partição de conjuntos. Problemas de
p-medianas e p-centros. Problema de caminhos mínimos. Expansão de grafos em árvores. Problemas
eulerianos e hamiltonianos. Coloração em grafos. Planaridade em grafos. Problemas de fluxo em redes.
Modelos de otimização de fluxo em redes multimodais e multi-produtos. Problemas de matchings.
8 História do Planejamento 3 Introdução às raízes históricas e perspectivas fundamentais do planejamento urbano e regional. Exploração
Urbano das fases significativas e personalidades históricas que moldaram a profissão. O papel, as
responsabilidades, as limitações e potencialidades do planeamento urbano.
8 Planejamento de 5 Métodos de planejamento de transportes públicos nas áreas urbanas. Tecnologias e operações
Transportes Públicos características dos veículos, instalações e sistemas. Técnicas de planejamento de curto prazo: Coleta e
análise de dados; o modelo de escolha, estratégias operacionais, análise financeira. Concepção de sistemas
para melhoraria do desempenho.
8 Modelagem da Escolha 4 Modelagem da escolha discreta. Modelo logit multinominal. Modelo probit. Técnica de preferência
Discreta para Previsão declarada. Técnica de preferência observada.
de Demanda
8 Concepção e 4 Concepção funcional. Carga geral, granéis sólidos e líquidos. Operações portuárias. Estaleiro e sistemas de
Planejamento de Portos armazenamento. Capacidade de portos em uma rede intermodal. Questões econômicas, regulatórias e
ambientais.
Total de créditos
71

NONO SEMESTRE

SEM. DISCIPLINA Teoria Prática HA EMENTA


9 Problemas de 4 Problemas de roteirização de nós (TSP, MTSP, VRP, VRPTW). Problemas de roteirização de arcos (CPP,
Roteirazação de UCPP, DCPP, MCPP, URPP, DRPP). Problema geral de Roteirização (GANRP), Formulação de modelos.
Veículos Técnicas de solução: exatas (relaxação lagrangeana), heurísticas e meta heurísticas (GA, TS, SA, GLS, SS).
9 Equilíbrio em Redes 4 Representação de redes de transporte urbano. Modelo de otimização do sistema. Modelo de equilíbrio do
de Transporte usuário. Paradoxo de Braess. Modelo de equilíbrio com demanda elástica. Modelos de distribuição de viagem.
Urbano Modelos de escolha modal. Super-redes. Problema de equilíbrio estocástico do usuário. Obtenção de dados.
9 Programação de 4 Problemas alocação de frotas (VSP, VSPLP, VSPMD). Problema de geração de escalas para tripulantes (CSP).
Frotas e Tripulantes Problema de alocaçào de tripulantes (RP). Formulação de modelos. Técnicas de solução: exatas (relaxação
lagrangeana), heurísticas e meta heurísticas (GA, TS, SA, GLS, SS).
9 Modelagem 5 Conceitos básicos de micro-economia: demanda, elasticidade da demanda e curva de demanda; custo marginal
Econômica de de produção e a curva de oferta. Equilíbrio de Nash. Modelos de equilíbrio econômico em redes: modelo de
Transportes concorrência perfeita, modelo do monopólio, modelos de oligopólios (Cournot, Bertrand, Stackelberg). Modelos
de equilíbrio em redes com intervenção econômica.
9 Concepção e 4 Planejamento de aeroportos e sistemas aeroportuários. Concepção funcional das instalações. Orientação,
Planejamento de número e extensão das pistas. Conceitos de capacidade aeroportuária. Requisitos dos terminais de passageiros
Aeroportos e de carga. Sistemas de acesso ao aeroporto. Requisitos operacionais (FAA). Aspectos financeiros e de
segurança.
9 Planejamento de 4 Conceitos básicos: projeto, atividades, eventos, tempos e recursos; Estruturação de projetos (top-down);
Projetos Representação gráfica de projetos (redes); Determinação de datas, folgas e caminhos críticos; PERT – Program
Evaluation and Review Technique; CPM – Critical Path Method; Métodos heurísticos para alocação de recursos;
Controle físico-financeiro; Análise de viabilidade econômica de projetos. Uso de computadores.
9 Saneamento para 3 Tipos de poluição causados pela construção, operação, conservação e restauração de meios de transportes.
Infra-estrutura Tratamento de ar em ambientes de operação de meios de transporte. Controle, manejo e tratamento de
efluentes e rejeitos. Reaproveitamento de rejeitos. Legislação pertinente.
Aspectos da concessão de serviço público. Os poderes do poder concedente. Espécies de contratos
9 Concessões e 2 administrativos. Legislação das licitações e das concessões. Espécies de concessões. Responsabilidades do
Contratos poder concedente e do concessionário. As concessões no sistema de transportes. Equilíbrio econômico
financeiro dos contratos de concessão. A intervenção judicial. Controles administrativos. Controles de qualidade
do serviço.
Total de créditos
72

DÉCIMO SEMESTRE
EMENTA
SEM. DISCIPLINA Teoria Prática HA
Uso de software para análise de problemas de redes de transportes: QRS-II, EMME/2, TranPlan, CUBE,
10 Laboratório de Redes 6 TrafikPlan, Paramics, SCATES, aaSIDRA, INTANAL, TRACKS, AIMSUM
de Transportes
Introdução à problemática dos transportes urbanos. Explosão Urbana. Equilíbrio oferta x demanda. Estrutura
10 Planejamento de 4 urbana e movimentação de pessoas. O desenho urbano e uso do solo. Níveis de planejamento. O processo
Transporte Urbano e de planejamento de Transportes Urbanos. Metodologias. Métodos de coleta de dados. Modelos de previsão
Uso do Solo de demanda de transportes. Avaliação de alternativas de atendimento da demanda. Critérios de priorização.
Modelos de iteração espacial: modelo gravitacional, modelo Metrópolis, modelo de Lowry-Berechman,
modelo de Garin-Lowry. Modelos de escolha discreta baseados em utilidade aleatória. Modelos de micro-
simulação: modelos baseados em agentes, modelos de autômatos celulares.
Métodos de análise estatística de dados censitários. Levantamento de dados. Teste de hipóteses.
10 Análise de Regiões 4 Formulação de políticas urbanas, suburbanas e regionais.
Metropolitanas
Fundamentos e objetivos de Engenharia de Valor. Preparação de Estudos de Engenharia de Valor:
10 Engenharia e Análise 2 identificação do projeto, seleção da equipe, preparação dos dados. Realização do Estudo: Informar a equipe
de Valor (análise de custos, diagrama de Pareto, matriz de critérios de desempenho). Análise de funções (técnica para
análise sistêmica de funções). Criação de idéias (técnicas de brainstorming). Avaliação de idéias: eliminação
de idéias duplicadas ou similares, determinação e priorização de critérios de desempenho, classificação de
cada idéia com relação aos critérios de desempenho, lista das vantagens e desvantagens, classificação de
cada idéia com relação a sua aplicabilidade, seleção das idéias a serem detalhadas posteriormente.
Desenvolvimento de alternativas (preparação de esboços e cálculos, análise de custos iniciais e ao longo da
via útil, avaliação de impactos no desempenho). Análise crítica das alternativas e apresentação de
alternativas propostas (determinação do índice de valor do empreendimento antes e depois de
implementadas as alternativas). Pós-Estudo: relato e avaliação dos resultados e implementação das
alternativas.
Conceituação de segurança na Engenharia. Controle do ambiente. Proteção coletiva e individual. Proteção
10 Fundamentos de 2 contra incêndio. Riscos específicos nas várias habilitações da Engenharia. Controle de perdas e
Engenharia de produtividade. Segurança no projeto. Análise e estatísticas de acidentes, seleção, treinamento, motivação do
Segurança pessoal. Normalização e legislação específica. Organização da segurança do trabalho na
empresa.Segurança em atividades extra-empresa. Visitas.
10 Legislação e Normas 2 Órgãos regulamentadores. Leis e normas internacionais e nacionais pertinentes ao projeto, planejamento e
operação dos diferentes modais.
10 Estágio Supervisionado 5
10 Trabalho de Conclusão 4
de Curso
Total de créditos
73

APÊNDICE C7

ELEMENTOS PARA O PPP DO CURSO DE

ENGENHARIA DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES


74

SÉTIMO SEMESTRE
SEM. DISCIPLINA Teoria Prática HA EMENTA
7 Mecânica dos 4 Generalidades. Resistência ao cisalhamento dos solos. Empuxos de terra. Estruturas de arrimo. Estabilidade de
Solos II taludes. Compactação dos solos. Índice de Suporte Califórnia. Execução de exercícios práticos. Ensaios de
laboratório de compactação, Índice de Suporte Califórnia., cisalhamento direto e compressão triaxial.
7 Implantação de 4 Elementos constitutivos do projeto de execução. Equipamentos de terraplenagem. Movimentação de terras.
Vias Execução de terraplenagem. Construção de aterros. Execução de obras de drenagem e de obras de arte especiais.
Composição de custos. Medições dos serviços, formas de pagamento e reajustes. Escavação de rochas a céu
aberto e em subterrâneo. Planejamento e controle da construção.
7 Análise Estrutural 4 Resolução de estruturas hiperestáticas; método das forças: formulação algébrica e matricial; método dos
II deslocamentos: formulação matricial; caso particular-processo de Cross.
Introdução. Estudo dos materiais: concreto aço e concreto armado. Flexão simples. Cisalhamento.
7 Estruturas de 4
Concreto Armado
I
7 Elementos de 4 Balanço energético da Terra. Circulação atmosférica e regime de ventos; Circulação oceânica, correntes induzidas
Hidráulica pelo vento, circulação termo-halina, correntes costeiras. Princípios básicos da maré astronômica: maré de
Marítima equilíbrio, aspectos dinâmicos da maré, métodos de previsão. Maré meteorológica. Ondas superficiais:
propriedades básicas, elementos da solução linearizada, geração pelo vento, estatística de ondas geradas pelo
vento; transformações de ondas: refração, difração e arrebentação: elementos teóricos. Processos litorâneos:
morfologia costeira, transporte litorâneo de sedimentos, erosão e assoreamento de praias.
7 Técnicas 4 Introdução. A Indústria da Construção Civil no Brasil. O sistema tradicional de Construção Civil. Noções sobre
Construtivas projetos e aprovações. Serviços preliminares. Preparo e investigação do terreno. Sistemas de suprimentos.
Equipamentos de construção. Transporte de materiais. Instalação do canteiro. Locação da obra. Fundações. Obras
de contenção. Estrutura de concreto armado.
Total de créditos
75

OITAVO SEMESTRE
SEM. DISCIPLINA Teoria Prática HA EMENTA
8 Fundações 3 Generalidades sobre fundações. Sondagem para fins de fundações de estruturas. Critérios para seleção e escolha
do tipo de fundação. Fundações superficiais: capacidade de suporte e previsão de recalques. Fundações
profundas: capacidade de suporte e previsão de recalques. Provas de carga em fundações. Visitas a obras.
8 Pavimentação de 4 Conceitos e tipos de pavimentos. Estudos de materiais para pavimentação. Projeto geotécnico. Estabilização dos
Rodovias solos. Dimensionamento e execução de pavimentos asfálticos. Dimensionamento de pavimentos poliédricos.
Dimensionamento e execução do pavimento de concreto. Conservação e restauração de rodovias.
8 Análise Estrutural 4 Introdução. Sistemas de um grau de liberdade: Vibrações livres e vibrações forçadas. Cargas periódicas
III - Dinâmica harmônicas. Cargas Impulsivas. Integral de Duhamel. Sistemas de muitos graus de liberdade. Matriz de Massa e
Matriz de Amortecimento. Análise por Superposição Modal e por Métodos de Integração Direta: Método da
Diferença Finita Central e Método de Newmark. Métodos numéricos para obtenção de auto-valores e auto-vetores.
Aplicações usando programas computacionais.
8 Estruturas de 4 Dimensionar e detalhar elementos estruturais de concreto armado submetidos a torção. Dimensionar e detalhar
Concreto Armado elementos estruturais de concreto armado submetidos à flexão composta. Dimensionar e detalhar lajes de
II concreto armado. Estudar o efeito da punção.
8 Ferrovias e 5 Introdução a ferrovia e a engenharia ferroviária. Características e peculiaridades da modalidade de transporte
Metrovias ferroviário e dos terminais multimodais e da concessão ferroviária. A evolução das mais importantes ferrovias do
mundo e as principais ferrovias brasileiras. Sistemas de metrô e ferrovias urbanas. Transporte de passageiros de
longo percurso. Terminais de carga e multimodalidade. Produtos transportados e o uso do contêiner. Infra e super-
estrutura da via permanente. Dimensionamento da via permanente, dormentação, lastreamento, bitola, velocidade
diretriz. Normas específicas. Execução, conservação e proteção da via permanente. Material rodante e tipos de
tração. Sistemas de sinalização. Instalações complementares de pátios, estações, oficinas, etc. Operação dos
trens e metrôs. Custos de implantação, custos operacionais e tarifas. Eficiência de ferrovias e metrovias. Prática
de avaliação de projetos ferroviários. Análise econômica das ferrovias e metrovias.
8 Aeroportos 4 Noções Gerais da Aviação Civil. Características da aeronave relacionadas com o projeto do aeroporto. Controle
de Tráfego Aéreo. Planejamento do Aeroporto. Projeto Geométrico da área de pouso. Planejamento da área
terminal. Sinalização. Dimensionamento de pavimentos. Drenagem. Impactos no meio ambiente.
8 Hidrologia e Obras 4 O ciclo hidrológico. Características das bacias hidrográficas. Precipitação, infiltração, evaporação,
de Drenagem evapotranspiração e águas subterrâneas. Intensidade das precipitações para aeroportos. Escoamento superficial:
grandezas características, estimativa de vazões, características dos cursos d’água e previsão de enchentes.
Aplicações dos sistemas de informações geográficas em hidrologia. Drenagem superficial: elementos constitutivos
dos sistemas de micro e macrodrenagem e parâmetros de projeto. Projetos de drenagem rural e urbana.
Drenagem subterrânea: rebaixamento do lençol freático, sistemas de poços, sistemas de ponteiras, galerias de
infiltração, drenos transversais, drenos longitudinais e critérios de dimensionamento de filtros de proteção.
Precipitações e a segurança nas vias terrestres e nos aeroportos.
8 Obras Portuárias 4 Portos e navios: evolução histórica, descrição geral. Arranjo Portuário: composição, localização, utilização,
instalações de movimentação e armazenamento de cargas. Obras de abrigo: ação de ondas, clima de ondas e
76

onda de projeto; concepção e dimensionamento de quebra-mares, processos construtivos, testes em modelos


físicos, impactos sobre a zona costeira. Obras de acostamento: elementos do projeto estrutural de obras de
acostagem de navios, dimensionamento de defensas, amarração de navios. Obras de dragagem: equipamentos;
planejamento das operações; aspectos ambientais.
Total de créditos

NONO SEMESTRE

SEM. DISCIPLINA Teoria Prática HA EMENTA


9 Túneis 4 Histórico e demanda atual de obras subterrâneas. Panorama nacional e mundial de túneis. Túneis escavados e
submersos. Elementos de projeto e construção. Métodos construtivos de túneis em solos e rochas, convencionais e
mecanizados. Métodos construtivos de túneis submersos. Métodos de projeto empíricos, analíticos e numéricos.
Método da convergência e confinamento. Instrumentação e padrão de comportamento. Casos históricos.
9 Conservação e 4 Conservação: Conceito. Causas das falhas dos pavimentos. Tipos de defeitos. Métodos de avaliação superficial de
Restauração de pavimentos. Tipos de serviços de conservação. Execução de serviços de pavimentação. Sistema de Administração
Vias da Manutenção. Restauração: Determinação das deflexões no pavimento. Módulo resiliente de misturas
betuminosas e de solos. Métodos para projeto da restauração de pavimentos flexíveis e semi-rígidos.
Procedimentos PRO 10/79, PRO 11/79 e PRO 159/85. Método da Resiliência. Aplicação prática e análise
comparativa dos 4 métodos.
9 Pontes 5 Introdução, elementos e ações a considerar, projeto completo de uma ponte com superestrutura composta por
duas vigas principais, transversianas, cortinas e lajes, mesoestrutura formada por pilares e aparelhos de apoio;
infraestrutura em fundação direta. Considerações sobre superestrutura em laje, celulares e em grelha. Execução
9 Elementos Finitos 4 Introdução ao cálculo das variações e aos problemas variacionais. Formulação variacional. Métodos aproximados:
resíduos ponderados, Galerkin, Rayleigh-Ritz, etc. O método dos elementos finitos. Funções de interpolação.
Aplicações em problemas unidimensionais e bi-dimensionais. Formulações nas variáveis primal, dual e mista.
Formulações híbridas. Estrutura geral de um programa de elementos finitos. Aplicações computacionais.
9 Estruturas 4 Introdução. Tração. Flexão simples. Compressão simples. Flexo-compressão normal e oblíqua. Ligações. Peças a
Metálicas flexão reta e oblíqua. Peças e flexo-compressão reta e oblíqua. Ligações rebites, parafusos e solda. Tesouras.
Arcos metálicos. Vigas de rolamento. Estruturas de edifícios industriais. Ponte ferroviária.
9 Análise Econômica 2 Análise econômica de investimentos: princípios, conceitos e objetivos. Projetos de transportes: tipos e
de Projetos características. Custos de Ciclo de vida. Custos: organizações e usuários. Procedimentos de análise: taxa interna
de retorno, valor presente líquido, etc. Análise de projetos.
9 Saneamento para 3 Tipos de poluição causados pela construção, operação, conservação e restauração de meios de transportes.
Infra-estrutura Tratamento de ar em ambientes de operação de meios de transporte. Controle, manejo e tratamento de efluentes e
rejeitos. Reaproveitamento de rejeitos. Legislação pertinente.
Total de créditos
77

DÉCIMA FASE
SEM. DISCIPLINA Teoria Prática HA EMENTAS
10 Planejamento e 2 Noções de planejamento. Metodologia de planejamento de um empreendimento. Planejamento da construção
Controle de em PERT-CPM. Cronograma físico. Cronograma físico-financeiro.
Construções
10 Administração da 2 Administração da construção. Implantação de uma empresa de construção civil. Modalidades de contratos de
Construção obras. Licitações. Caderno de encargos, memorial descritivo. Leis sociais aplicadas a construção de infra-
estrutura. Custos unitários e custos totais. Orçamentação de obras.
Fundamentos e objetivos de Engenharia de Valor. Preparação de Estudos de Engenharia de Valor:
10 Engenharia e Análise 2 identificação do projeto, seleção da equipe, preparação dos dados. Realização do Estudo: Informar a equipe
de Valor (análise de custos, diagrama de Pareto, matriz de critérios de desempenho). Análise de funções (técnica para
análise sistêmica de funções). Criação de idéias (técnicas de brainstorming). Avaliação de idéias: eliminação de
idéias duplicadas ou similares, determinação e priorização de critérios de desempenho, classificação de cada
idéia com relação aos critérios de desempenho, lista das vantagens e desvantagens, classificação de cada idéia
com relação a sua aplicabilidade, seleção das idéias a serem detalhadas posteriormente. Desenvolvimento de
alternativas (preparação de esboços e cálculos, análise de custos iniciais e ao longo da via útil, avaliação de
impactos no desempenho). Análise crítica das alternativas e apresentação de alternativas propostas
(determinação do índice de valor do empreendimento antes e depois de implementadas as alternativas). Pós-
Estudo: relato e avaliação dos resultados e implementação das alternativas.
Conceituação de segurança na Engenharia. Controle do ambiente. Proteção coletiva e individual. Proteção
10 Fundamentos de 2 contra incêndio. Riscos específicos nas várias habilitações da Engenharia. Controle de perdas e produtividade.
Engenharia de Segurança no projeto. Análise e estatísticas de acidentes, seleção, treinamento, motivação do pessoal.
Segurança Normalização e legislação específica. Organização da segurança do trabalho na empresa.Segurança em
atividades extra-empresa. Visitas.
Aspectos da concessão de serviço público. Os poderes do poder concedente. Espécies de contratos
10 Concessões e 2 administrativos. Legislação das licitações e das concessões. Espécies de concessões. Responsabilidades do
Contratos poder concedente e do concessionário. As concessões no sistema de transportes. Equilíbrio econômico
financeiro dos contratos de concessão. A intervenção judicial. Controles administrativos. Controles de qualidade
do serviço.
Total de créditos