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MINISTRAÇÃO 13/2008

Texto Bíblico: Lucas 7:36-50


Tema: Ter Jesus por perto, nem sempre significa estar perto de Jesus.
Introdução: Hoje estudaremos sobre duas pessoas que se aproximaram de Jesus, porém, de formas diferentes.
Ambas estavam na mesma casa, mas tomaram caminhos totalmente opostos.
Simão – Pequena Consciência de Pecado, Menor Consciência da Necessidade de Perdão e Ínfima Experiência
Com o Amor de Deus. Resultado – Escassez de Amor Liberado
Simão era um fariseu, conhecedor das Escrituras e separado para ensinar a lei ao povo. Embora ele tenha
convidado Jesus para um jantar, estava longe de estabelecer com Ele uma autêntica relação de comunhão. Ele
demonstrou:
Não crer em Jesus – “Se este fora profeta, bem saberia quem e qual é a mulher que lhe tocou, pois é uma
pecadora.” (Lucas 7:39) – O pecado da incredulidade é mais grave do que outro qualquer, porque impede a
pessoa de se achegar ao único que pode perdoar e restaurar a vida de alguém: “Ora, sem fé é impossível
agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador
dos que o buscam.” (Hebreus 11:6).
Não honrar a Jesus
 Deixando de lavar-lhe os pés (Lucas 7:44 ).
 Deixando de recebê-lo com um beijo (Lucas 7:45 ).
 Deixando de ungí-lo com óleo (Lucas 7:46 ).
Todas essas eram práticas comuns para se receber bem um visitante. “Não vos esqueçais da hospitalidade,
porque por ela alguns, não o sabendo, hospedaram anjos.” (Hebreus 13:2 ) – Jesus, porém, o visitante mais ilustre
da história, não foi honrado por esse homem naquele dia.
Atitude prepotente e discriminadora - “Se este fora profeta, bem saberia quem e qual é a mulher que lhe tocou,
pois é uma pecadora.” (Lucas 7:39 )
 Prepotente – Porque se julgou melhor do que a mulher; mais puro, mais santo, mais digno.
 Discriminadora – Porque julgou aquela mulher como pecadora, colocando-se no lugar do único que pode
julgar de verdade todas as coisas. - “Portanto, nada julgueis antes de tempo, até que o Senhor venha, o qual
também trará à luz as coisas ocultas das trevas, e manifestará os desígnios dos corações; e então cada um
receberá de Deus o louvor.” (I Corintios 4:5).

A Mulher – Grande Consciência de Pecado, Enorme Consciência da Necessidade de Perdão e Íntima


Experiência com o Amor de Deus. Resultado: Generosa Liberação de Amor
A mulher demonstrou grande fé em Jesus, pois ao ouvir que Ele estaria naquela casa, separou-lhe algo especial.
Sem se importar com o que os outros haveriam de dizer, preparou-se para ungi-lo. No entanto, surpreendida pela
emoção, ou, quem sabe, pela consciência da sua indignidade, deixou escapar algumas lágrimas que recaíram
sobre os pés d’Ele. De improviso, lança mão dos seus próprios cabelos para enxugar-lhe os pés regados pelas
lágrimas. Depois de beijá-los, numa profunda atitude de devoção, afeto e gratidão, derrama ali o seu perfume,
representando o derramar do seu próprio coração.
Com esses atos ela demonstrou:
 Receber a Jesus em seu coração – “Lavou-lhe os pés” (ato de quem recebe alguém em sua casa)

 Arrependimento – “Chorando, começou a molhar-lhe os pés com suas lágrimas”

 Adoração – “Beijou-os e os ungiu com o perfume” – Não se preocupou com as pessoas, nem para louvá-las
ou condená-las. Estava centrada em Jesus, e ali lhe ofereceu a verdadeira adoração.
Conclusão: O ensino central dessa lição é que o fariseu tinha pequena consciência de pecado e
conseqüentemente não achava que precisava de perdão. Se não precisava de perdão, não valorizava a quem
podia perdoar; por isso, pouco o amou. Com relação à mulher foi totalmente o contrário; e pelo grande perdão
recebido, amou intensamente. Que cada um de nós, tenhamos consciência de nosso estado de pecado, mas
também consciência da imensidão do amor de Deus, revelado em Jesus.
Um grande abraço. Pr. JM
Parte da ministração foi extraída do Site www.insejec.com.br

in istração foi extraída