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MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO

SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA


INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA
CAMPUS GERALDO WERNINGHAUS

Formulário de Anteprojeto

1. IDENTIFICAÇÃO

1.1) Título do Projeto: RegulaVent.

1.2) Modalidade da Pesquisa:

Pesquisa Científica

X Inovação Tecnológica
1.3) Nome da equipe e seus integrantes:

Emilly Cristina Fernandes Piedade


Guilherme Baumgarten
Gustavo Henrique Cavatão
Jonas Henrique Quirino Rabuske
Kevin Charles Ferreira
Pedro Augusto Resende Maia Andrade

2. ÁREA PRINCIPAL DA PESQUISA


Ciências Exatas e da Terra Ciências Agrárias
Ciências Biológicas Ciências Sociais Aplicadas
X Engenharias Ciências Humanas
Ciências da Saúde Linguística, Letras e Artes

3. PLANO DE TRABALHO

3.1) Título do Projeto


Período de Execução
RegulaVent Início Término
04/2018 06/2018
3.2) Introdução e Justificativa da Proposição (10-30 linhas)
3.2.1 – Contextualização:

A necessidade do usuário em controlar a intensidade da corrente de ar no

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ambiente em que se encontra é apontada atualmente como um desafio a ser


solucionado. Este projeto se embasa nos estudos de Christhina Candido, publicado em
seu artigo “Aplicabilidade dos limites da velocidade do ar para efeito de conforto térmico
em climas quentes e úmidos”, onde a mesma busca estudar a influência da velocidade
do ar em ambientes internos.
Em seu trabalho a autora aponta que o desconforto pode ocorrer pelo incremento
do movimento do ar, ou o chamado desconforto por correntes de ar, onde a intensidade
de tal fenômeno é intrinsecamente relacionada à combinação da temperatura e da
velocidade do ar , além de alguns fatores complementares, tais como a intensidade de
turbulência e a área do corpo do usuário exposta.
Entrelaçado aos dados anteriores, o trabalho de Paulo Filho Magalhães sobre o
controle da rotação do motor de um ventilador axial de sopro livre, aponta e analisa a
necessidade de um controle livre, dentro das velocidades mínima e máxima do motor,
da intensidade das correntes de ar geradas por este parelho. O conforto final – quanto
relacionadas ao barulho do motor, intensidade do vento gerado e livre controle – que o
usuário obtém, é resultado do conforto térmico causado pelas variações de temperatura
do ambiente e o ajuste da intensidade da corrente de ar feita pelo usuário conforme sua
necessidade, para o alcance da temperatura ótima, determinada pelo sujeito.
Juntamente com o descrito acima, são utilizados os estudos de Bruno Gomes da
Silva, descritos em sua monografia “ARR: Auto-regulador de Rotação”, que analisa a
viabilidade do dimmer em ventiladores com o auxilio de um sistema controlador digital,
para melhor conforto do usuário final.
Assim, a problemática que o projeto busca solucionar é permitir que os usuários
de ventiladores conseguiam regular a intensidade do ar disparado pelo ventilador,
permitindo um equílibro da temperatura do ambiente, da turbulência do ar e da altura do
ruído emitido pelo aparelho.

3.2.2 – Justificativa:

Este produto foi desenvolvido pensando no publico que gostaria de regular a

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quantidade de vento produzida pelo ventilador convencional, conforme sua necessidade


no ambiente e com maior precisão, para obtenção do conforto.

3.2.3 – Objetivos:

3.2.3.1 - OBJETIVO GERAL

O objetivo geral desse produto é controlar a intensidade de vento.

3.2.3.2 - OBJETIVOS ESPECÍFICOS

O objetivo específico é a utilização do produto a qualquer momento, conforme a


necessidade, permitindo o controle da temperatura do ambiente, da intensidade da
corrente de ar emitida e da altura do ruído emitido durante o funcionamento do motor
do ventilador.

3.3) Descrição do Projeto.

MOTORES ELÉTRICOS

Os motores elétricos se encontram no mercado nas mais diversas formas e


tamanhos, conforme a tarefa necessária. Alguns destes operam com corrente contínua
(CC), podendo ser alimentados por pilhas, baterias ou por outras fontes de alimentação
adequada. Já outros, operam através de corrente alternada (CA) e são alimentados
diretamente pela rede elétrica.
Pra funcionar, o rotor do motor necessita de um torque para que seu giro se ini-
cie. Este momento geralmente é causado pelas forças magnéticas desenvolvidas entre
os pólos magnéticos do rotor e os pólos do estator. Assim, são criadas entre o estator e
o rotor forças de atração ou de repulsão.
Essas forças atraem ou repelem os pólos móveis do rotor, criando torques, res-
ponsáveis por fazer o rotor girar cada vez mais rápido, até que os atritos ou cargas liga-
das ao eixo diminuam o torque resultante ao valor zero. Após esse ponto, o rotor passa
a girar com velocidade angular constante. Assim como o rotor, o estator do motor deve
ser magnético, já que as forças entre pólos que produzem o torque necessário para fa-
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zer o rotor girar são forças magnéticas.


Como demonstrado abaixo, na figura 01, é possível entender o funcionamento de
um motor simples, onde o estator é constituído por ímãs permanentes e o rotor é uma
bobina de fio de cobre esmaltado por onde circula a corrente elétrica. As correntes elé-
tricas produzindo um campo magnético fazem com que a bobina se comporte como um
ímã permanente, com pólos N (norte) e S (sul).

Figura 01 – Comportamento da bobina.


Fonte: Feira de Ciências (2018).

Na figura 01, a imagem (a) exibe os pólos magnéticos da bobina - representados


como ímã - que são atraídos pelos pólos opostos dos ímãs fixos. A bobina, apresentada
na horizontal, com seus polos opostos sofrem atração. Em (b) a bobina gira para levar
esses pólos magnéticos o mais perto possível um do outro, porém, em (c) ao chegarem
à posição vertical (90º) o sentido da corrente é invertido e agora, em (d), os pólos, frente
a frente, se repelem, continuando a impulsionar o rotor.
Alguns motores C.A. possuem rotores que não têm imãs permanentes, nem
eletroímãs convencionais. Esses rotores são produzidos por metais não-magnéticos,
como o alumínio, e não têm nenhuma conexão elétrica, ou seja, possuem isolamento
elétrico. Para que fiquem magnetizados ou imantados, esse rotor é exposto a campos
magnéticos alternados, onde correntes elétricas começam a fluir por ele e estas
correntes induzidas tornam o rotor magnético. Isso é um fenômeno do
eletromagnetismo chamado indução eletromagnética. Os motores que utilizam esse
fenômeno para magnetizar seus rotores são denominados motores A.C. de indução.

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TIRISTOR

Nome atribuído à família de componentes o qual pertence o SCR. É um


dispositivo semicondutor de quatro camadas, com estrutura PNPN, de três junções PN.
Tem três terminais: ânodo, catodo e gatilho. Quando diretamente polarizados, os
terminais anodo e catodo, só passam a conduzir eletricidade ao receber o comando no
terminal de gatilho, como mostrado na figura 02.

Figura 02 – Tiristor.
Fonte: Introdução aos Tiristores (2018).

FÍSICO DO SILICON CONTROLLED RECTIFIER (SCR)

O SCR é um dispositivo semicondutor NPNP de quatro camadas que, em seu


estado normal, bloqueia a passagem de corrente entre seus dois terminais. Porém,
quando o eletrodo do gatilho é submetido a uma voltagem apropriada, a corrente
passará livremente transportando a carga ao estado ligado ("ON"). Uma vez que a
voltagem nos dois terminais do dispositivo for invertida, o dispositivo assumirá um
estado de alta oposição, não podendo assim ser ativado por uma tensão no gatilho. Ou
seja, o SCR - com exceção ao início de seu funcionamento, onde é controlado pelo
gatilho - corresponde a um retificador convencional, convertendo corrente alternada em
contínua, a partir de quando o dispositivo se torna independente da tensão do gatilho,
como exibido na figura 03, onde c simboliza o catodo, a simboliza o anodo e g simboliza
o gatilho.

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Figura 03 – Tiristor SCR.


Fonte: Electronica (2018).

Triode for Alternating Current (TRIAC)

Apresentando características idênticas de um SCR, o TRIAC exerce a função de


um interruptor controlado e equivale a dois SCR ligados em antiparalelo, com o terminal
de disparo gatilho ligados juntos. Este tipo de ligação resulta em uma chave eletrônica
bidirecional que pode conduzir a corrente. Têm-se assim uma chave eletrônica bidireci-
onal que possui a capacidade de conduzir corrente nos dois sentidos de polarização.
Dessa forma, o TRIAC pode ser disparado tanto por pulso positivo, quanto por pulso
negativo. Em condução, a queda de tensão entre os terminais geralmente está entre 1 e
2 V. Quando disparado, o dispositivo conduz continuamente até que a corrente elétrica
caia abaixo do valor de corte anteriormente citado, como o valor da tensão final da me-
tade do ciclo de uma corrente alternada.
O TRIAC de baixa potência é usado em aplicações como controles de potência
para lâmpadas, dimmers, controles de velocidade para ventiladores entre outros. No
entanto, para a utilização com cargas indutivas, como motores elétricos, necessita-se
que o TRIAC seja desligado corretamente, no final de cada semi-ciclo de alimentação
elétrica. Para circuitos de maior potência, podemos utilizar dois SCRs ligados em anti-
paralelo, o que garante que cada SCR controle um semi-ciclo independente, não impor-
tando a natureza da carga.

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Figura 04 – Comportamento do TRIAC.


Fonte: Introdução aos Tiristores (2018).

Diode for Alternating Current (DIAC)

O DIAC é um dispositivo, condutor de corrente, utilizado para disparar TRIACs e


SRCs, possuindo um par de diodos de quatro camadas em paralelo. Pode conduzir em
dois sentidos no momento em que tensão é aplicada, com qualquer polaridade. Têm
capacidade de ultrapassar um determinado valor de tensão, denominado tensão de
avalanche, voltando a cortar quando a tensão cair abaixo de um valor denominado
tensão de manutenção.

Figura 05 – DIAC. Figura 06 – Funcionamento do TRIAC.


Fonte: Eletronics (2018). Fonte: Introdução aos Tiristores (2018).

DIMMER

O dimmer é um dispositivo capaz de controlar a intensidade da tensão média da


rede elétrica enviada para um dispositivo eletrônico. Desta maneira ele realiza o
controle de potência do dispositivo ao qual se encontra conectado. Constituído por
resistores, um material que não conduz, facilmente, corrente elétrica, tem uma
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resistência quanto ao movimento das cargas elétricas. O potenciômetro permite ajustar


o valor da tensão, o que causa a variação do valor total da resistência, determinando a
distância em que a carga tem que percorrer através do material que possui resistência a
passagem desta carga. Se o braço de contato móvel estiver todo a direita, a carga tem
de passar por outro caminho, no caso maior, ou seja, percorrer maior quantidade de
material resistivo. À medida que a carga passa por esse material resistivo a energia em
forma de calor é dissipada.

Figura 07 – Comportamento do DIMMER. Figura 08 – DIMMER.


Fonte: Mundo da Elétrica (2018). Fonte: Amazon (2018).

3.4) Metodologia do projeto.


3.4.1 – Metodologias a serem utilizadas:

O processo de realização adotará como conjunto filosófico e político de caminho,


para definir o trabalho, enquanto investigadores, o método Dedutivo, ou seja,
conclusões que partem das leis gerais para a compreensão de questões acerca do
escopo do projeto.
Para tal seguimento, será abordada a pesquisa bibliográfica, ou seja, através da
análise de teorias e dados registrados, mista a pesquisa documental, ou seja, outros
tipos de conteúdo (mídia áudio-visual) como fonte de informação e fundamentação.
Partindo da abordagem e metodologia de pesquisa, possibilita-se um confronto
com as viriantes do projeto, como a possível necessidade de amplificação da área de
estudo, que garatantirá uma compreensão mais aprofundada acerca dos componentos

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que constituem nosso objeto de pesquisa, garantindo uma manipulação mais concreta e
transparente, reduzindo, consequentemente, a probabilidade de erros na concepção
final do produto.
Das atividades que requerem maior atenção, destaca-se, como ponto crítico, a
implantação do dispositivo Dimmer na estrutura do ventilador e os cuidados quanto a
sua funcionalidade e estabilidade frente ao circuito geral.
Diz-se então, que a execução geral do projeto seguirá a linha: estudo teórico
avaliativo  produção do dimmer com triac  junção e ajuste do dimer no ventilador 
análise de testes  concepção do resultado final  exposição dos resultados e
viabilidade do produto.

3.4.2 - Concepção do produto:

Conforme as necessidades identificadas, o produto e seus componentes foram


idealizados da seguinte maneira:

- Do produto a receber o Upgrade:


Um ventilador de mesa oscilante com inclinação regulável, da marca Mondial,
modelo Ultra V-1. Este, ajustável em 3 velocidades, possui grade de segurança
removível para evitar o contato direto com as pás giratórias. Com altura de 55 cm,
largura de 37 cm e profundidade de 22 cm, seu peso corresponde a 2,35 kg e sua
potência é 45 W, enquanto seu consumo é 0,06Kw/h.
O ventilador possui sua carcaça feita de material plástico e seu motor em
constituição metálica. O controle de velocidades se localiza na parte inferior da torre de
sustenção, entre a base e cabeça do equimento.

- Do equipamento para realização do Upgrade:


O circuito Dimmer com TRIAC consiste numa placa de dimensões da placa
aproximadas a 5 cm de largura, 8 cm de comprimento e 7 cm de altura. O controlador
Dimmer, consiste numa peça plástica de dimensões 4 cm de largura e 6 cm de
comprimento. O circuito trabalha em tensão bivolt automática (127v e 220v), com

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corrente máxima de 8A. Sua potência máxima em 127v é de 300 watts enquanto sua
potência máxima em 220v é de 600 watts.

- Do Upgrade:
A localização do potenciômetro DIMMER se dará no mesmo local que o
regulador de velocidades do produto original (no início da torre de sustenção, entre a
base e a cabeça), reduzindo porém seu espaço ocupado.

Assim, busca-se realizar a alteração sem a perda de credibilidade estética, sem


aumento considerável no peso final e sem a localização inadequada do controle de
velocidades, mantendo então suas físicas e cumprindo com a proposta inicial.

3.5) Cronograma de execução: Metas (Qualitativas ou Quantitativas) – Etapa ou Fase

Duração
Meta Atividades Início Término
(mês/ano) (mês/ano)

01 Contextualização de Corrente Elétrica e Tensão 04/2018 04/2018


02 Conceito de Motor Monofásico 04/2018 04/2018
03 Conceito de Dimmer/Potenciômetro 04/2018 04/2018
04 Preparo da Solução com Percloreto de Ferro 04/2018 04/2018
05 Montagem e Corrosão do Circuito 05/2018 05/2018
06 Descrição Técnica do Ventilador 05/2018 05/2018
07 Montagem da placa com TRIAC e componentes 05/2018 05/2018
08 Simulação computacional com o software TINA TI: 05/2018 05/2018
09 Processo de modificação/dimerização 05/2018 05/2018
10 Análise de Resultados 06/2018 06/2018
11 Apresenação do Protótipo 06/2018 06/2018
3.6) Descrever a as atividades listadas no cronograma

 Contextualização de Corrente Elétrica e Tensão: Estudo e transcrição do

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conhecimento filtrado das fontes bibliográficas para entendimento da equipe do escopo


a ser trabalhado;
 Conceito de Motor Monofásico: estudo e transcrição do conhecimento filtrado das
fontes bibliográficas para seleção do componente a ser alterado;
 Conceito de Dimmer/Potenciômetro: estudo e transcrição do conhecimento
filtrado das fontes bibliográficas para precisão no trabalho desenvolvido;
 Preparo da Solução com Percloreto de Ferro: preparo da solução em laboratório
que, posteriormente, servirá como auxílio na corrosão de uma placa de circuito interno,
a fim de coletar dados e analisar os efeitos corrisivos sobre a placa;
 Montagem e Corrosão do Circuito: segunda etapa do processo de corrosão,
experimentação em laboratório. Montagem do circuito, corrosão da placa e coleta de
dados para estudos;
 Descrição Técnica do Ventilador: medições do modelo de ventilador selecionado,
análise de seus componentes e estudo para inserção do dimmer;
 Montagem da placa com TRIAC e componentes: estruturação e montagem da
placa com TRIAC para integração da mesma no protótipo e funcionamento do circuito;
 Simulação computacional com o software TINA TI: simulação virtual do
funcionamento do circuito elétrico, utilizando os parâmetos dos componentes usados na
montagem da placa, junto a análise do comportamento da onda de acordo com a
frequência da tensão aplicada no dispositivo.
 Processo de modificação/dimerização: elaboração do Dimmer com TRIAC e
inserção da placa no Ventilador;
 Análise de Resultados: análise geral e comparação dos resultados, transcrição
dos mesmos;
 Apresenação do Protótipo: apresentação final do protótipo, com suas
especificações técnicas, descrição ordenanda do processo de modificação e resultado
final pós-modificação.

3.7) Planilha de previsão dos gastos financeiros

Item Descrição Quantidade Valor Unitário Total

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1 Ventilador (preço de fábrica) 1 55,92 55,92

2 Componentes Eletrônicos 1 19,65 19,65

3 Insumos 1 8,94 8,94

84,51

4) Referências Bibliográficas (ABNT)

CANDIDO, Christhina. Aplicabilidade dos limites da velocidade do ar para


efeito de conforto térmico em climas quentes e úmidos. Porto Alegre, RS: Ambiente
Construído, pg 58-69. 2010.
DA SILVA, Bruno Gomes. ARR: auto-regulador de rotação. São Caetano do
Sul, SP. Centro Paula Souza, 2014.
MAGALHÃES, Paulo F. Controle da Rotação de Motor de Ventilador Axial de
Sopro Livre para o Conforto Térmico. Guaratinguetá, SP. Universidade Estadual
Paulista, 2010.
BUZINARO, Marco Aurélio Pereira. Conversores CA-CA: Controlador de
Tensão com TCA785. São Cristovão, SE. Universidade Federal de Sergipe, 2011.
GUSSOW, Milton. Eletricidade Básica. 2. ed. São Paulo: Pearson, 1996.
MARKUS, Otávio. Circuitos Elétricos: Corrente Continua e Corrente
Alternada. 1. ed. Erica, 2001.
SEGUNDO, Alan Kardek. Eletrônica de Potência e Acionamentos Elétricos. 1.
ed. Ouro Preto: Editora Rede e-tec Brasil, 2015.
PLISD. Motores Monofásicos de Corrente Alternada. SCRIBDl, 2014.
RODRIGUES, Isac Zilli. Eletrônica Industrial. São Paulo: USP, 2017
SERRALHEIRO, Walter. Eletrônica Analógica. 1. ed. Santa Catarina:
CEFET/SC. 2013

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