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Espelhos Côncavos - Astigmatismo - Focos

Objetivo

Este é um texto de apoio que tem por objetivos:

Discutir a equação de conjugação para um espelho esférico,

Analisar as condições de estigmatismo num espelho esférico, as condições de Gauss


para êsse sistema, bem como os focos do mesmo.

Consideremos, no espelho acima, um raio luminoso que parta do ponto P, atinja o


espelho no ponto I, e seja refletido passando pelo ponto P'. Nesse espelho, IC é o raio,
IT a tangente ao espelho que passa pelo ponto I.

O 

Se considerarmos o triângulo IPP', vemos que IC é bissetriz do ângulo PÎC, então ela
divide o lado oposto em dois segmentos proporcionais aos lados.

Teremos:

O 

Da mesma maneira, IT é bissetriz (externa), do mesmo ângulo. Então teremos:

O 

Dessa maneira,
O 

Escrevendo-se TP e TP' em função de PC e P'C, ficaremos com:

O 

O segmento TC pode ser escrito em função de IC, que é o raio do espelho.

O 

Ficaremos então com:

O 

Dessa maneira, a distância do ponto objeto ao centro de curvatura do espelho, (PC), está
relacionada à distância da imagem desse ponto ao centro (P'C).

Podemos usar também o vértice do espelho como referencial.

Notando-se que a distância do objeto ao espelho, PV, pode ser escrita como:

p = PV = VC + PC, que a distância da imagem ao espelho, é:

p' = P'V = VC - P'C, e que o raio de curvatura do espelho pode ser escrito como:

VC = IC = R, podemos obter:

PC = p - R

P'C = R - p'
Substituindo-se esses valores na relação anterior, teremos:

O 

Esta fórmula relaciona a distân-cia do objeto (p), à distância da imagem (p'). Podemos
ver que na relação entra o ângulo 0 Isto é a posição da imagem depende também do
ângulo de incidência. Assim, para uma determinada posição p, temos mais de um valor
de p'. Isso significa que o sistema é astigmático. Porém, se considerarmos que o ângulo
0 é pequeno, podemos fazer cos 0 = 1, e a relação vai ficar:

O 

e então,

O 

fazendo-se as devidas transformações teremos:

O 

que é a equação de conjugação para um espelho esférico dentro das condições de Gauss,
ou seja para raios luminosos que atinjam o espelho próximos ao vértice e com pouca
inclinação.

A relação pode ser mudada introduzindo-se a noção de foco imagem. Para um objeto
que esteja no infinito, a imagem forma-se no foco imagem do espelho. A distância desse
ponto até o vértice do espelho denominaremos fi. Fazendo-se a distância do objeto
tender ao infinito, p' vai tender a fi, e termos:
O 

e portanto,

O 

O mesmo também pode ser feito com relação ao foco objeto. É aquele cuja imagem está
no infinito. Pelas mesmas razões,

O 

ou seja, os dois focos coincidem.

Finalmente, temos a equação de conjugação que pode ser escrita:

O 

Projeto Ripe

Projeto de elaboração de materiais lúdicos e de baixo custo desenvolvido nos anos 1990
em diversos centros (Ludotecas) em todo o país, coordenados pela Experimentoteca-
Ludoteca do IFUSP.

Espelhos Côncavos - Astigmatismo - Focos


Projeto RipeTema Óptica Código Ripe TXT OGM 0000

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Pos o
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa

A os o de um corpo especifica-se através das suas coordenadas num certo
referencial ou do seu vector posição.

[ed omencl
Para localizar a posição de um objeto no espaço são necessárias 3 medidas. Existe certa
liberdade em como uma pessoa escolhe estas 3 medidas, chamadas de coordenadas do
objeto. Isto da origem a diversos s semsdecoodends possíveis e todos são
igualmente bons. No entanto, em alguns casos, a escolha do sistema de coordenada
pode simplificar bastante a solução de um problema.

Pelo fato de termos que utilizar 3 medidas para localizar o objeto dizemos então que o
espaço tem d mensões. Se o objeto estivesse sobre uma mesa, e estivessemos apenas
interessado na posição do mesmo sobre ela, poderiamos descartar uma das medidas e
portando estariamos lidando com um espaço com d mensões.

[ed scolhendo em


Para localizar os objetos de seu interesse, primeiro é necessário escolher uma origem. A
origem é o ponto de onde se sairá medindo as distâncias até os objetos. Qualquer ponto
serve para a origem, mas algumas vezes existem pontos especiais que simplificam a
tarefa. Por exemplo em uma sala, os cantos da sala podem ser ótimos pontos para se
escolher a origem.

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Neste sistema utilizamos 3 distâncias de um ponto até a origem. Considerando que você
esta em uma sala, estas 3 distâncias podem ser:
p
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ippj tpt p pp  p pp lp
tp l ipp
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p
tp
 p p


tpp# lp
gravidade da terra. VETOR ACELERA4 O RESULTANTE ( a ) SENTIDO:
Descendente, apontando para o VETORIALMENTE: a = at + ac centro de gravidade da
terra. 2 2 ALGEBRICAMENTE: a2 = a t2 + a c2 MÓDULO: g = 9,81 m.s ou g 10 m.s
EQUA4;ES DO LAN4AMENTO VERTICAL Como o lançamento vertical é um
MUV, as equações que vão reger o movimento são as mesmas do MUV. Se a posição
inicial e final forem a mesma, então: "O tempo de subida é igual ao de descida" A
velocidade de subida é igual a de descida MOVIMENTO RELATIVO Dado dois
sistemas de referência M e N, onde o sistema N translada relativamente ao sistema M,
com velocidade relativa VNM . Sendo a velocidade do ponto A conhecida no sistema N
(VAN ). Qual é o valor correspondente da velocidade do ponto A no sistema M (VAM
). Equação de transformação de velocidades de Galileu. VAM = VAN + VNM VAM =
velocidade de A no referencial M VAN = velocidade de no referencial N
MOVIMENTO CIRCULAR VNM = velocidade do referencial N em Grandezas
angulares. relação a M PRINCÍPIO DA INDEPENDÊNCIA DOS i. Espaço angular ( )
(rad) MOVIMENTOS (GALILEU) ii. Velocidade angular ( ) (rad.s) Quando um corpo
se encontra sob ação iii. Aceleração angular ( ) (rad.s2) simultânea de vários
movimentos, cada um 2 Aceleração centrípeta: acp = V . R deles se processa
independentemente dos Período(T)- intervalo de tempo gasto demais.

Velocidade média: V = s . t U(V)=m.s Aceleração média: a = v . t U(a)=m.s2

para dar uma volta completa. MOVIMENTO UNIFORME (MU). Freqüência(f)-


número de repetições na A velocidade no movimento uniforme é unidade de tempo.
constante = V = V média e S = S0 + v t T = 1. f U(T)= s-1 U(f)=hertz (Hz)

Velocidade angular média: = . t

Velocidade angular: = 2 . T = 2 f Outras: s = R V= R

MOVIMENTO CIRCULAR UNIFORME (MCU) = constante ( 0) Função horária


angular = 0 + t MOVIMENTO CIRCULAR UNIFORMEMENTE VARIADO (MCUV)
MOVIMENTO UNIFORMEMENTE = constante e 0 VARIADO (MUV). É o
movimento no qual a Função horária angular: = 0+ 0 t + . t2 . 2 aceleração escalar é
constante e diferente de zero. Função da velocidade angular: = 0 + t S = SO + VO t + a
t2 .2 Equação de Torricelli: 2 = 0 2 + 2

V = Vo + a.t V2 = vo2 +2 a s

Eq. Torricelli

LAN4AMENTO OBLÍQUO NO V CUO A aceleração é a própria aceleração da


gravidade. Na horizontal (projeção) o móvel descreve um movimento retilíneo e
uniforme. Na vertical (projeção) o móvel descreve um movimento retilíneo
uniformemente variado, análogo ao lançamento vertical no vácuo.

QUEDA LIVRE e LAN4AMENTO VERTICAL É o movimento retilíneo e vertical


que um objeto faz quando está somente sob ação da força gravitacional, sem levar em
conta a resistência do ar. ACELERA4 O GRAVITACIONAL TERRESTRE. Força
com a qual a terra atrai objetos que se encontram no seu campo gravitacional.
DIRE4 O: Vertical passando pelo centro de
CINEM TICA VETORIAL VELOCIDADE VETORIAL O vetor velocidade tem
sempre a direção da reta tangente à trajetória no ponto onde localiza-se o móvel e
mesmo sentido do movimento. ACELERA4 O TANGENCIAL (at ) indica a variação
do módulo da velocidade. DIRE4 O: Tangente a trajetória. SENTIDO: O mesmo da
velocidade, se o movimento for acelerado, oposto da velocidade, se o movimento for
retardado.MÓDULO: Igual ao da aceleração escalar. ACELERA4 O CENTRÍPETA (
ac ) indica variação da direção do vetor velocidade. SENTIDO: Orientado para o centro
de curvatura da trajetória no ponto de localização do móvel. MÓDULO: ac = v2. R

No lançamento oblíquo, para uma dada velocidade inicial vo, o alcance é máximo
quando = 45o. No lançamento oblíquo, para uma dada velocidade inicial Vo os ângulos
de lançamento complementares resultam no mesmo alcance. alcance(a) a = ( Vo2 sem 2
) . g altura máxima (H) H = ( Vo sem )2 . 2 g

EST TICA DA PARTÍCULA. Da 1a lei da mecânica sabemos que: para uma Lei da
Ação e Reação (3a Lei). A toda ação partícula que está em repouso permanecer
corresponde uma reação de mesmo módulo parada, é necessário que a força e
intensidade, porém de sentido contrário. resultante sobre a mesma seja zero. Fab = - Fba
F1 + F2 + F3 +.+ Fn = 0 ou FR = 0 GRAVITA4 O UNIVERSAL LEI DA
GRAVITA4 O UNIVERSAL - dadas Torque ou Momento (M) mede a tendência duas
massas M e m separadas por uma de uma força fazer um corpo girar em torno distância
d ocorrerá, sempre entre elas, de um eixo. atração gravitacional, cuja intensidade é
M=F.d dada por: horário( - ) anti-horário (+) F = G M m . d2 Onde, F = magnitude da
forca aplicada ao 1a LEI DAS ÓRBITAS Os planetas corpo descrevem trajetórias
elípticas, onde o Sol d = braço dessa força relativa ao eixo ocupa um dos focos da
elipse. dado. 2a LEI DAS REAS As áreas varridas pelo F raio vetor de um planeta são
proporcionais Fp ao tempo gasto para varrê-las. 3a LEI DOS PERÍODOS - Os cubos
dos raios médios dos planetas em torno do Sol são Ft proporcionais aos quadrados dos
períodos de FOR4A GRAVITACIONAL ( PESO ) - A força revoluções. R lin h a d e a
çã o com que a terra atrai os corpos para o seu R3 = k T2 d a f o rç a centro de
gravidade. p l a n e ta B ra ç o d a f o rç a Módulo: P = m.g e s tr e l a Centro de Massa.
Ponto de um sistema de i n te r v a l o d e m = massa (quilograma(kg)) e g = 9,81 m.s
área 1 i n te r v a l o d e te m p o 1 área 2 te m p o 2 partículas que se move como se
todas as Direção: vertical, passando pelo objeto e pelo massas e forças exterrnas
estivessem nele centro de gravidade da terra. p l a n e ta concentradas. Sentido:
descendente, apontando para o XCM = m1. x1 + m2 . x2 +. . m1+m2+. centro de
gravidade da terra. TRABALHO DE UMA FOR4A. FOR4A EL STICA - É a força
que surge Um processo através do qual a energia pode YCM = m1. y1 + m2. y2 +. .
m1+m2+. devido a deformação elástica dos corpos Estática dos Sólidos. Para que um
sólido ser transformada de uma forma para outra LEI DE HOOKE - dentro do limite
elástico ou transferida de um objeto para outro, esteja em equilíbrio num referencial da
substância que é feita a mola, a devido a ação de uma força. inercial é necessário
satisfazer duas intensidade da força aplicada é proporcional condições, uma referente ao
equilíbrio de W = F S cos ; U(W) = Joule (J) a deformação sofrida pela mesma. F =-k X
Trabalho da força peso: Wp= m.g.h translação e outra referente ao equilíbrio k =
constante elástica da mola de rotação. Trabalho da força elástica: Wel =k.x2.2 X =
deformação sofrida pela mola F = O e M = O Potência; P = T . t (watt(W)) FOR4A
NORMAL- Força que atua entre duas Rendimento = n = P.útil . P.total
FLUIDOEST TICA superfícies de contato. a força que a MASSA ESPECÍFICA OU
DENSIDADE superfície exerce num objeto qualquer, que ABSOLUTA de um corpo é
numericamente LEIS DE CONSERVA4 O se encontre apoiado sobre a mesma. A
Energia é a capacidade de realizar trabalho. igual à massa da unidade de volume do
força é perpendicular a superfície de Energia Cinética = Ec=m.v2 . 2 corpo contato.
=m.V Energia Potencial = Epg=m.g.h FOR4A DE ATRITO- As forças de atrito A
unidade de massa específica no S.I. é: kg EP.elástica = Kx2 . 2 surgem por dois
motivos: . m3. TEC: T = EC 1 - Irregularidade das superfícies em PRESSÃO numa área
é a força normal por Energia Mecânica = EM = EC + EP contato unidade de área. A
pressão P, que uma CEM: EMA = EMB se FDISP = O 2 - Atração eletromagnética
entre as QUANTIDADE DE MOVIMENTO é o produto força Fp perpendicular a área
A exerce moléculas mais próximas das duas sobre a mesma, é o cociente entre o valor
da massa da partícula pela sua velocidade. superfícies em contato. de Fp e o valor da
área A. Q = m.v FOR4A DE ATRITO EST TICO - É a força P = Fp . A direção: a
mesma da velocidade que atua quando há tendência de A pressão P num ponto de um
fluido em sentido: o mesmo da velocidade movimento entre as superfícies, mas não há
U(Q) no S.I. = kg . m . s equilíbrio é a mesma em todas as direções. movimento relativo
entre as superfícies. Fundamental da IMPULSO (I) - def - é o produto da força Princípio
FAT(EST) = e . N Fluidoestática. A diferença entre as média pelo tempo de atuação da
força. Obs: A força de atrito estático varia desde pressões em dois pontos considerados
no I = Fm t zero até o valor máximo. Ela só terá seu direção: a mesma de F, sentido: o
mesmo de F seio de um líquido em equilíbrio (pressão no valor máximo se a soma das
forças que intensidade: I = F . t , a força é constante ponto mais profundo) vale o
produto da tendem a deslocar o objeto, sobre uma dada em relação ao tempo. massa
específica do líquido, pelo módulo da superfície, for maior ou igual a este valor O
impulso total que um objeto (massa aceleração da gravidade do local onde é máximo.
constante) recebe determina a sua variação feita a observação, pela diferença entre as
FOR4A DE ATRITO DIN MICO - É a força que de velocidade. cotas dos pontos
considerados . atua quando existe movimento relativo Num gráfico do tipo força versus
tempo a PB PA = p.g.h entre as duas superfícies em contato. EMPUXO.Todo corpo em
contato com um área sob a curva é numericamente igual ao CARACTERÍSTICAS DAS
FOR4AS DE ATRITO impulso da força no intervalo de tempo fluído imerso ou
flutuante, dentro de um SENTIDO sempre oposto ao deslocamento, considerado. campo
gravitacional, fica sujeito à ação de ou a tendência ao deslocamento. TEOREMA DO
IMPULSO. O impulso total que uma força imposta pelo fluído denominada MÓDULO
as forças de atrito são um objeto recebe determina a sua variação empuxo, que tem as
seguintes proporcionais a força normal (N). FAT (DIN) = de quantidade de movimento.
características: D.N -O valor do empuxo é igual ao módulo do I = Q peso do volume de
líquido deslocado. DIRE4ÃO: tangente às superfícies. TEOREMA DA
CONSERVA4ÃO DA -A direção do empuxo é vertical LEIS DA MEC NICA
(NEWTON) QUANTIDADE DE MOVIMENTO. Quando a -O sentido do empuxo é de
baixo para As leis da mecânica serão formuladas soma vetorial de todas as forças que
atuam cima. considerando-se que os sistemas de em um sistema é zero (sistema
isolado), o -ponto de aplicação: centro de gravidade referência são inerciais, isto é, sem
momento total do sistema permanece do fluído deslocado, chamado de centro de
aceleração. inalterado, isto é, constante. impulsão. Lei da inércia (1a Lei da Mecânica).
Se a QA = QB se Fext = O força resultante que atua em um dado corpo E = líq . Vdesl .
g é nula ele está em repouso ou movimento retilíneo uniforme. 3- EST TICA
www.abacoaulas.com Lei Fundamental da dinâmica (2a Lei). A A estática é o ramo da
mecânica que estuda aceleração adquirida por um corpo é as forças que atuam em
objetos que estão 2 diretamente proporcional a força resultante em repouso. FOR4AS
FOR4A agente capaz de: a) causar aceleração (variação do vetor velocidade) b) causar
deformação (mudança na forma do corpo). A força é uma grandeza física vetorial.
FOR4A RESULTANTE - Quando varias forças atuam simultaneamente numa
partícula, elas podem ser substituídas por uma única força, que sozinha terá o mesmo
efeito que todas as outras juntas. F R = F = F1 + F2 + F3 +.+ Fn A UNIDADE DE
FOR4A no S.I. Newton (N).

2- DIN MICA

e inversamente proporcional a sua massa.

FR = m a

TERMOFÍSICA

Prof. Alexandre Ortiz Calvão Jul.05 I-TERMOMETRIA TEMPERATURATA é uma


medida quantitativa de uma qualidade macroscópica relacionada com nosso senso de
quente e frio. DEF 1. Temperatura é a grandeza que nos permite avaliar o grau de
agitação atômica-molecular dos sistemas. Maior grau de agitação atômicamolecular =
maior temperatura Menor grau de agitação atômicamolecular = menor temperatura DEF
2. A temperatura é uma grandeza que nos permite dizer se dois ou mais sistemas estão
ou não em equilíbrio térmico. PRINCÍPIO ZERO DA TERMODIN MICA. Se dois
corpos, A e B estiverem em equilíbrio térmico com um terceiro corpo, C, então A e B
também estão em equilíbrio térmico entre si.

aquecido por uma chama. V Líquido = V Aparente + V

frasco

Q=m. L DIAGRAMA DE FASES

III- CALORIMETRIA CALOR é um processo de transferência de energia térmica entre


sistemas que estão a temperaturas diferentes. Sendo o calor um processo ele não fica
armazenado no sistema, isto é, não podemos falar que um dado sistema possui calor. O
calor é o processo de transferência de energia térmica. O que o sistema adquire em
função desse processo é energia. O calor sempre flui espontaneamente dos corpos de
maior temperatura para os de menor temperatura. O fluxo de calor cessa quando ambos
atingem o equilíbrio térmico, isto é, a mesma temperatura. UNIDADE DE
QUANTIDADE DE CALOR 1 cal = 4,186 J 1 Kcal = 10 3 cal CALOR SENSÍVEL.
Quando um sistema que recebe ou cede calor sofre uma variação de temperatura,
mantendo seu estado de agregação, dizemos que o calor recebido ou cedido é calor
sensível. CAPACIDADE TÉRMICA (C), de um corpo é o quociente entre a quantidade
de calor ( Q) que o mesmo troca com o exterior e o correspondente acréscimo de
temperatura, T.

V-TRANSMISSÃO DE CALOR Espontaneamente, o calor sempre se propaga das


regiões mais quentes para as mais frias. Dois sistemas isolados a temperaturas diferentes
irão trocar calor até que suas temperaturas sejam as mesmas (equilíbrio térmico). Estas
trocas de calor poderão ocorrer de três formas diferentes: 1. Condução 2. Convecção 3.
Irradiação (radiação). FLUXO DE CALOR( )-Fluxo de calor é a razão entre a
quantidade de calor (Q) propagada através da área(S) e o intervalo de tempo( t) gasto.

=Q.t

CONDU4ÃO Na condução de calor, a energia térmica é transmitida de partícula para


partícula (átomos, moléculas ou elétrons) pela colisão direta das mesmas. No vácuo o
calor não pode se propagar por condução. A transmissão de calor entre sólidos
geralmente é feita por condução. LEI DE FOURIER A energia térmica(Q) transmitida
através de um objeto retângular num certo intervalo de tempo( t) é: Q . t = - k(T) . A .
(T2 T1) . x Onde x é a espessura do objeto na direção do fluxo de calor, A é a área
através da qual o calor flui, e T1 e T2 são as temperaturas das superfícies fria e quente,
respectivamente. A área é perpendicular a direção do fluxo de calor. A constante, K, é a
condutividade térmica. CONVEC4ÃO Na transmissão de calor por convecção as
moléculas mais quentes são movimentadas de um lugar para outro. Sendo a energia
térmica levada com elas. Para que haja convecção é necessário que as moléculas tenham
mobilidade, isto é, que o meio seja um fluido(líquido ou gás). RADIA4ÃO A radiação
de calor é o processo de transmissão de energia através de ondas eletromagnéticas (ex.
luz e ondas de rádio etc). Este tipo de transferência de energia, também pode ocorrer no
vácuo. Todos os objetos que estejam acima do zero grau absoluto irradiam energia.
CORPO NEGRO: é um corpo que absorve toda a radiação que sobre ele incide e tem
emissividade igual a 1

Escalas de temperaturas

C := Q . T

CALOR ESPECÍFICO é a capacidade térmica por unidade de massa de um corpo,


depende da natureza da substância da qual é constituido e é definido a uma dada
temperatura T, com:

c := Q . m T

FÓRMULA FUNDAMENTAL DA CALORIMETRIA II-DILATA4ÃO TÉRMICA

Q=mcT

A quantidade de calor sensível trocada por um corpo é igual ao produto de sua


massa(m) pelo seu calor específico(c) e a correspondente variação de temperatura( T).
PRINCÍPIO DAS TROCAS. A soma algébrica das quantidades de calor trocadas em
um sistema termicamente isolado é nula. Q1 + Q2 + Q3 + .+ Qn = 0

IV-TRANSI4;ES DE FASES As substâncias podem se apresentar em três estados de


agregação: sólido, líquido e gasoso Onde: Xo é a dimensão incial do objeto CALOR
LATENTE DE MUDAN4A DE FASE alfa é o coeficiente de dilatação e t é (L) de uma
substância, correspondente a uma dada pressão, a quantidade de a variação de
temperatura RELA4ÃO ENTRE OS COEFICIENTE DE calor que deve ser
fornecida(retirada) à unidade de massa da substância, na DILATA4ÃO: temperatura de
mudança de fase, para = 2. = 3. que ocorra mudança de fase, sem DILATA4ÃO DOS
LÍQUIDOS. Considere variação da temperatura. uma certa quantidade de um dado
líquido que se encontra dentro de um recipiente. Com o objetivo de estudarmos como o
líquido se dilata ao variarmos sua temperatura, levamos o sistema líquido-recipiente
para ser

VI-ESTUDO DOS GASES VISÃO MACROSCÓPICA DOS GASES.Os gases são


fluidos desprovidos de forma própria, facilmente compressíveis. Eles também têm
tendência a ocupar todo o volume do recipiente que o contém. VISÃO
MICROSCÓPICA DOS GASES 1) Os gases são constituídos de moléculas. 2) As
moléculas do gás não exercem força de atração entre elas. 3) O volume ocupado pelas
moléculas do gás é desprezível, quando comparado com o do recipiente que o contém.
4)O movimento das moléculas de gás é; continuo e caótico(aleatório). UM MODELO
DOS GASES REAIS: O G S PERFEITO. LEI DE AVOGADRO - Volumes iguais de
gases quaisquer, nas mesmas condições de temperatura e pressão, possuem o mesmo
número de moléculas. 1 mol de qualquer gás (n=1 mol) à temperatura de 0 oC e a
pressão de 1 atm ocupa o volume de 22,4 litros. Um mol de qualquer partícula ou coisa
é igual a 6,023 x 1023 desta coisa(ou partícula). CNTP. a) temperatura de 0 oC e b)
pressão de 1 atm. EQUA4ÃO DE ESTADO DE UM G S IDEAL Cada estado de
equilíbrio em que um gás se apresenta é caracterizado, do ponto de vista macroscópico,
pelas seguintes propriedades macroscópicas, pressão(p), volume(v) e temperatura(T)(só
em graus Kelvin). PV=nRT n = número de mols do gás R = constante universal dos
gases perfeitos = 0,0082 atm.l . mol K ou 8,31 J . mol K LEI GERAL DOS GASES
PERFEITOS P1 V1 . T1 = P2 V2 . T2 Estado inicial: P1, V1 e T1 Estado final: P2, V2
e T2. T1 E T2 são as temperaturas em Kelvin TRANSFORMA4ÃO ISOB RICA
Pressão constante P1 = P2 = V1 . T1 = V2 . T2 TRANSFORMA4ÃO ISOTÉRMICA
Temperatura constante T1 = T2 = P1 V1 = P2 V2 TRANSFORMA4ÃO ISOCÓRICA
Volume constante V1 = V2 = P1 . T1 = P2 . T2 TRABALHO NAS
TRANSFORMA4;ES GASOSAS A) TRANSFORMA4ÃO ISOB RICA ( P = cte )
O trabalho realizado por uma massa gasosa, numa transformação isobárica (P = Cte),
que teve uma variação de volume ( V) é:

Transformações a temperatura constante ( T=cte) w = Q, U = 0 IX- SEGUNDA LEI


M QUINA TÉRMICA DE RENDIMENTO M XIMO (M QUINA DE CARNOT) A
conhecida máquina de Carnot é uma máquina térmica teórica de rendimento máximo.
Isto é, nenhuma máquina térmica operando entre duas fontes pode ser mais eficiente que
uma máquina de Carnot operando entre os mesmos dois reservatórios térmicos. I-
Enunciado da Eficiência (Kelvin) Nenhum processo é possível cujo único resultado é a
conversão completa de calor em trabalho. II- Enunciado da Irreversibilidade (Clausius)
Nenhum processo é possível cujo único resultado é a transferência de calor de um corpo
quente para outro mais quente. III- Enunciado da entropia Todos os processos naturais
evoluem na direção que leva ao aumento da entropia. Q=w

C) TRANSFORMA4ÃO CÍCLICA: é a transformação na qual, após o seu transcurso,


as condições finais de pressão, volume e temperatura são iguais as iniciais. A REA
LIMITADA PELO CICLO NO DIAGRAMA (PxV) MEDE O TRABALHO
REALIZADO NO MESMO. VII-TEORIA CINÉTICA DOS GASES Toda matéria é
composta de moléculas(átomos), que se encontram em constante movimento térmico
caótico . Equação fundamental da teoria cinética dos gases (Pressão) A pressão exercida
por um gás numa dada superfície é devido as colisões das moléculas do gás contra esta
superfície. A pressão de um gás perfeito é proporcional ao produto da massa da
molécula (m0) pelo número de moléculas por unidade de volume (n) e pela velocidade
média quadrática. P = ( m0 n v2 ) . 3 A ENERGIA CINÉTICA MÉDIA POR
MOLÉCULA é independente da natureza do gás. ec = ( 3 K T ) . 2 LEI DE JOULE
DOS GASES IDEAIS A energia interna de uma dada quantidade de gás perfeito é
função exclusiva de sua temperatura . VIII-1a LEI DA TERMODIN MICA
ENUNCIADO Quando uma quantidade de calor (Q) é fornecida a um sistema durante
um processo, parte dela ( U) fica no sistema sob forma de energia interna e parte (w)
deixa o sistema sob a forma de trabalho realizado pelo sistema sobre a sua vizinhança.

TERCEIRA LEI. É impossível um sistema atingir o zero grau absoluto, através de um


número finito de operações. Algumas conseqüências da terceira lei da termodinâmica.
No zero absoluto, a capacidade térmica e o coeficiente de dilatação dos corpos tornam-
se zero.

U=Qw

APLICA4;ES DA 1a LEI DA TERMODIN MICA Transformações a volume


constante( V = constante) Calor trocado: Trabalho: Q = m cv w=0

T U = m cv

Variação da energia interna:

W = P V V = volume final - volume inicial

Transformações a pressão constante ( P = cte)

B) TRANSFORMA4ÃO QUALQUER Q = m cp T e w = P V O trabalho realizado em


uma massa U = m cp T P V gasosa durante uma transformação qualquer é
numericamente igual a área Relação de Mayer cp cv = R Cp=calor específico a pressão
constante. sob a curva no gráfico PxV. Cv=calor específico a volume constante

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do espelho. Prof. Alexandre Ortiz Calvão TRANSLA4ÃO DE ESPELHO. Quando um


espelho plano é deslocado PRINCÍPIOS DE ÓPTICA GEOMÉTRICA RAIOS DE
LUZ linhas ao longo das paralelamente à sua posição inicial, a quais as energias das
ondas imagem de um objeto fixo sofre um eletromagnéticas se propagam, deslocamento
que é o dobro do indicam também, a direção e o sentido deslocamento do espelho, no
mesmo de propagação. sentido. PRINCÍPIO DA PROPAGA4ÃO D = 2 d RETILÍNEA
Nos meios homogêneos, ROTA4ÃO DE ESPELHO. Se um transparentes e isotrópicos
a luz se espelho plano sofre uma rotação em propaga em linha reta. torno de um vértice
do espelho plano de PRINCÍPIO DA INDEPENDÊNCIA um ângulo alfa, o raio
refletido sofre Quando os raios de luz se cruzam, cada uma rotação de 2xalfa. um deles
segue seu trajeto como se os = 2 outros não existissem. ASSOCIA4ÃO DE
ESPELHOS PRINCÍPIO DA REVESIBILIDADE O PLANOS: N = (360 . ) - 1
caminho seguido por um raio de luz Onde: N é o número de imagens; é o não se
modifica quando o sentido de ângulo entre os espelhos. propagação for invertido.
ESPELHOS ESFÉRICOS PRINCÍPIO DE FERMAT Trajeto de ESPELHO
ESFÉRICO é uma calota Mínima Duração. esférica onde ocorre reflexão regular da A
trajetória da luz ao viajar de um luz. ponto para outro é tal que o tempo de CÔNCAVO
quando a superfície refletora percurso é mínimo . está do lado interno da calota. Obs. Se
o meio em que a luz se CONVEXO quando a superfície refletora propaga é homogêneo,
o trajeto de está do lado externo da calota. duração mínima é o de comprimento
ELEMENTOS GEOMÉTRICOS: mínimo; os raios serão linhas retas. Se Centro de
curvatura (C) da esfera que a luz atravessa sucessivamente muitos contém a calota
esférica. meios, seu trajeto, em cada meio, será Raio de curvatura (R) é o raio de
retilíneo, afim de ser o de menor curvatura da esfera que contém a duração. calota
esférica. COR Vértice do espelho (V) é o pólo da Vermelho, laranja, amarelo, calota
esférica. verde, Eixo principal: é a reta que contém o azul, anil e violeta. centro C e o
vértice V do espelho. CORES PRIM RIAS As cores Eixo secundário: qualquer reta
que primárias são: vermelha, verde e azul. contém o centro C, mas não contém o COR
DOS OBJETOS vértice V do espelho. CORPO BRANCO Se um corpo reflete FOCO
PRINCIPAL (F): de um espelho todas as cores que nele incidem, diz-se esférico é o
ponto de convergência de que é branco. um feixe de luz cilíndrico e paralelo ao CORPO
NEGRO Se um corpo absorve eixo principal. Ele é real para os todos os raios luminosos
que nele espelhos côncavos e virtual para os incidem, diz-se que é negro. convexos.
CORPO COLORIDO Se um objeto PROPRIEDADES DOS RAIOS DE LUZ. absorve
todas as cores menos a 1- Um raio incidente paralelamente ao vermelha, que reflete, é
considerado eixo principal reflete-se na direção do vermelho, e um pano azul parece
preto foco principal. quando iluminado com luz vermelha 2- Um raio incidente na
direção do foco (freqüência na faixa da cor vermelha) principal reflete-se paralelamente
ao porque não há luz azul para ele refletir. eixo principal. REFLEXÃO E ESPELHOS
PLANOS 3- Um raio incidente na direção do REFLEXÃO é o fenômeno no qual a
centro de curvatura reflete-se sobre si luz, ao incidir numa superfície, retorna mesmo. ao
meio em que estava se propagando. 4- Um raio incidente no vértice do LEIS DA
REFLEXÃO espelho reflete-se simetricamente em a 1 Lei: O raio incidente (i) o raio
relação ao eixo principal. refletido (r) e a normal (n) estão no IMAGEM PRODUZIDA
POR UM mesmo plano. ESPELHO CONVEXO: é sempre virtual, a 2 Lei: O ângulo de
incidência (i) é igual direita e menor. ao ângulo de reflexão (r). i=r ESPELHO PLANO
O espelho plano é um sistema óptico estigmático, pois conjuga sempre um ponto objeto
com um ponto imagem. Ele também conjuga, de um objeto real, imagem sempre virtual,
direita e de mesmo tamanho do objeto. Chamamos esta imagem de especular ou
enantiomorfa. CAMPO VISUAL É a região do espaço que pode ser observada através

ÓPTICA GEOMÉTRICA

IMAGEM PRODUZIDA POR UM CÔNCAVO: A- Objeto além do centro de


curvatura. Imagem: real, invertida e menor. B- Objeto sobre o centro de curvatura.
Imagem: real, invertida e do mesmo tamanho. C- Objeto entre o centro de curvatura e o
foco. Imagem: real, invertida e maior. D-Objeto no plano focal. Imagem: imprópria (no
infinito). E- Objeto entre o foco e o vértice. Imagem: virtual, direita e maior.
EQUA4ÃO DO AUMENTO LINEAR TRANSVERSAL (A): A = i . o = - p . p P:
distância do objeto ao vértice do espelho. P : distância da imagem ao vértice do espelho.
f: distância focal do espelho o: tamanho do objeto. i: tamanho da imagem EQUA4ÃO
DE GAUSS. A imagem de um objeto, colocado a uma distância p de um espelho de
distância focal f , forma-se a uma distância p do espelho tal que: 1 . f = ( 1 . p ) + ( 1 . p
) Nesta equação, p é sempre positivo, f é positivo para o espelho côncavo e negativo
para o convexo e p é positivo para uma imagem real e negativo para uma imagem
virtual. OBS. As grandezas f, p, p , i, o e A são algébricas, isto é, elas devem ser
introduzidas nas equações com seus respectivos sinais (positivo ou negativo), para que
possam produzir resultados corretos. REFRA4ÃO E DIÓPTROS REFRA4ÃO DA
LUZ está associada à mudança de velocidade da luz ao passar de um meio para outro .
A velocidade da luz modifica-se na refração, isto é, na passagem de um meio para outro.
DIOPTRO: é o conjunto de dois meios refringentes separados por uma superfície.
ÍNDICE DE REFRA4ÃO ABSOLUTO ( n ) para um dado meio é o quociente entre a
velocidade da luz no vácuo ( c ) e a velocidade da luz no meio em questão. n =
(velocidade da luz no vácuo) . (velocidade da luz no meio) n=c.v LEIS DA
REFRA4ÃO 1a. O raio incidente, o raio refratado e a reta normal estão no mesmo
plano. 2a. Lei de Snell-Descartes. Para um raio de luz monocromática passando de um
meio para outro, é constante o produto do seno do ângulo, formado pelo raio e a normal,
com o índice de refração em que se encontra esse raio. Sen . n1 = sen r . n2

NGULO LIMITE (L) é o valor do ângulo de incidência ao qual corresponde uma


emergência rasante (por 90o ), quando a luz se propaga do meio mais refringente para o
meio menos refringente: Sen L = n 1 . n 2 para n 1 n 2

LENTE DELGADA é a lente cuja espessura é pequena quando comparada aos raios de
curvatura das faces curvas. LENTE CONVERGENTE é aquela em que os raios
emergentes, que correspondem a incidentes paralelos, convergem. A lente é divergente
REFLEXÃO TOTAL - Se o ângulo de quando, nas mesmas condições, os incidência for
maior que o ângulo raios emergentes divergem. limite, quando a luz passa de um meio
mais refringente para um meio menos refringente, ocorre o fenômeno da reflexão total.

R EFLEX Ã O TO TA L N R a i o R e f r a ta d o 1 R a i o r a s a n te a s u p e rf íc ie 2
3 L 2 1 R a io q u e s o f re u r e f l e x ã o to ta l

L E N T E C O N V E R G E N T E : T IP O S D E IM A G E N S E' R e a l: A ', B ', C '


B C D E Im p r ó p ria : D ' V ir tu a l: E '

A F In v e rtid a s : A ', B ', C ' D ir e ita : E ' M a io r : C ', E ' M e s m o ta m a n h o : B


'

F' A' B' M e n o r: A ' C'

n1 n2 n2 n1 3

DIOPTRO PLANO: dois meio homogêneos e transparentes separados por uma


superfície plana. y . y = n . n onde, y= abscissa do objeto; y = abscissa da imagem; n=
índice de refração do meio de incidência; n = índice de refração do meio de emergência.
L MINAS DE FACES PARALELAS Se os meios externos forem iguais, o raio
emergente é paralelo ao raio incidente. PRISMA é o sistema óptico constituído por três
meios homogêneos e transparentes separados por duas superfícies planas não paralelas.
Fórmulas: A = r 1 + r 2 e = i 1 + i 2 A Onde: A ângulo de refringência; i1 e i2 ângulos
com a normal fora do prisma r1 e r2 ângulos com a normal dentro do prisma; ângulo de
desvio. CONDI4;ES DE DESVIO MÍNIMO- A análise experimental dos prismas
ópticos revela-nos que o desvio assume o valor mínimo quando o ângulo de incidência
na 1a face e de emergência na 2a face forem iguais. ( min = desvio angular mínimo). i 1
= i 2 = r 1 = r 2 = A= 2 r =

PROPRIEDADES DO RAIO DE LUZ NAS LENTES. 1a. Todo raio luminoso que
incide paralelamente ao seu eixo principal, refrata-se passando pelo foco principal
imagem. 2a. Todo raio luminoso que incide passando pelo foco principal objeto, refrata-
se e emerge paralelamente ao eixo principal. 3a. Todo raio luminoso que incide
passando pelo centro óptico da lente não sofre desvio ao atravessa-la. Obs. Nas duas
primeiras propriedades, a passagem pelos focos principais é efetiva na lente convergente
e em prolongamento na lente divergente.

CONSTRU4ÃO DE IMAGENS NAS LENTES LENTE DIVERGENTE: a imagem


formada de um objeto real é sempre VIRTUAL, DIREITA E MENOR que o objeto.
LENTE CONVERGENTE: 1. Objeto além do ponto antiprincipal A. Imagem: real,
invertida e menor. 2. Objeto no ponto antiprincipal objeto A. Imagem: real, invertida e
igual 3. Objeto entre o ponto antiprincipal objeto A e o foco objeto Imagem: real,
invertida e maior. 4. Objeto no foco objeto. Imagem: imprópria ( no infinito) 5. Objeto
entre o foco objeto F e o centro óptico O. Imagem: virtual, direita e maior

EQUA4ÃO DE GAUSS PARA LENTES A imagem de um objeto, colocado a uma


distância p de uma lente delgada de distância focal f , formase a uma distância p da lente
tal que: 1 . f = ( 1 . p ) + (1 . p ) convenção de sinais: 1- A distância p é sempre positiva.
2- A distância p será positiva se a imagem for real e negativa se for virtual. 3- f será
positiva quando a lente for convergente e negativa quando for divergente.
VERGÊNCIA ou CONVERGÊNCIA de um sistema óptico é a grandeza definida pelo
inverso da distância focal. No SI é medida em dioptrias (di). U(D) = di = m-1 D=1.f
FÓRMULA DOS FABRICANTES DE LENTES (HALLEY): D = 1.f = ( (n 2 . n 1) 1 )
( ( 1 . R 1 ) + ( 1 . R2 ) ) n2 = lente e n1 = meio no qual a lente está imersa. Face
convexa: raio positivo (R 0) ( + ) Face côncava: raio negativo (R 0) ( - ) ASSOCIA4ÃO
DE DUAS LENTES DELGADAS: a imagem formada pela primeira lente será objeto
para a segunda lente. LENTES JUSTAPOSTAS: A vergência da lente equivalente à
associação é igual à soma algébrica das vergências das lentes componentes. Lente
convergente: C positivo. Lente divergente: C negativo. C = C 1 + C 2 + .

min

=2iA

LENTES ESFÉRICAS DELGADAS LENTE é o sistema óptico constituído por três


meios homogêneos e transparentes separados por duas superfícies curvas ou por uma
superfície curva e uma plana.

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V=(

R T . M )1.2

= Cp . Cv R = constante dos gases Prof. Alexandre Ortiz Calvão CONCEITO DE


ONDA As ondas T = temperatura absoluta MHS transportam energia e quantidade de M
= massa molecular MOVIMENTO HARMÔNICO SIMPLES movimento de um local
para outro sem que EQUA4ÃO DE ONDA (MHS) é o movimento no qual a aceleração
haja transporte de matéria. FUN4ÃO DE ONDA HARMÔNICA

ONDULATÓRIA

ONDAS

escalar é proporcional à elongação e de sinal A INTERFERÊNCIA É UMA DAS Y (x ,


t) = A sen ( k x w t ) contrário. PROPRIEDADES CARACTERÍSTICAS E Número de
onda (K) K = 2 . Todo movimento harmônico simples é EXCLUSIVAS DO
MOVIMENTO ONDULATÓRIO. FENÔMENOS ONDULATÓRIOS periódico e
oscilatório. CLASSIFICA4ÃO DAS ONDAS 1. REFLEXÃO é quando a onda incide
numa MOVIMENTO PERIÓDICO: Todo NATUREZA a) Mecânicas: precisam de um
superfície de separação entre dois meios e movimento onde uma mesma situação se
meio mecânico para se propagar, não se propagam retorna para o mesmo meio. repete
em intervalos de tempo iguais. no vácuo. Exemplo: ar(som). Reflexão de uma onda
unidimensional mecânica. MOVIMENTO OSCILATÓRIO (VIBRATÓRIO): Todo
movimento de e também em alguns meios materiais. Exemplo: fixo ocorre com
inversão de fase. vaivém simétrico em torno de um ponto de luz, ondas de rádio etc. A
reflexão de uma onda mecânica em extremo equilíbrio. livre(móvel) ocorre sem
inversão de fase. MODO DE PROPAGA4ÃO a) Transversais, 2. REFRA4ÃO é
quando a onda vem de um Funções horárias do MHS: Elongação (X) X = A cos (w t +
o)

b) c) Longitudinais e Mistas. b)Eletromagnéticas: podem se propagar no vácuo A


reflexão de uma onda mecânica em extremo

meio e penetra num outro meio. 3. DIFRA4ÃO Contornando obstáculos e Velocidade


(V) V = w A sen (w t + o) Distinguindo ondas de partículas . DIMENS;ES Uni, Bi e
Tridimensionais. Aceleração (a) a = w2 A cos (w t + o) FORMA Senoidal, Esféricas,
Cilíndricas, Difração é distorção da propagação retilínea das onde: A = amplitude do
MHS ondas que deparam com obstáculos, permitindo Planas e etc. o = fase inicial do
MHS contorna los. O fenômeno de difração é ELEMENTOS DE UMA ONDA w =
Velocidade angular ou pulsação característico das ondas, partículas não se
COMPRIMENTO DE ONDA ( ) difratam. distância entre dois pontos consecutivos
com Condições de Percepção nítida. O fenômeno de PÊNDULO SIMPLES: mesma
fase. difração vai ficando cada vez mais nítido a PERÍODO (T) tempo para um
fenômeno se medida que a relação entre o comprimento da onda incidente e a dimensão
do orifício ou repetir. obstáculo vai ficando menor que 1. FREQÜÊNCIA (f) número de
vezes que o Nd= comprimento de onda incidente . dimensão fenômeno se repeti na
unidade de tempo característica (obstáculo ou furo). C r is ta APLICA4ÃO A difração
permite que as ondas A m p litu d e contornem obstáculos. É graças a difração que C o
m p r im e n to d e escutamos os sons que são produzido nos o n d a (la m b a ) diversos
cômodos de um casa. OSCILADOR HARMÔNICO ou Sistema 4. INTERFERÊNCIA é
a combinação de duas V a le massa mola. ou mais ondas que se encontram na mesma A
FREQÜÊNCIA DE UMA ONDA É região do espaço gerando uma onda resultante.

SEMPRE IGUAL A DA FONTE QUE A EMITIU. RELA4;ES V = . T ou V = . f V =


velocidade da onda T = período f = freqüência = comprimento de onda W = freqüência
angular

ENERGIA NO MHS Dado um sistema massa mola ou pêndulo VELOCIDADE DAS


ONDAS MEC NICAS simples, onde as forças de atrito são A Depende das
propriedades do meio. desprezadas, haverá conservação de energia B Independe do
movimento da fonte em relação ao meio. mecânica, isto é, para qualquer configuração
Velocidade numa corda 5. POLARIZA4ÃO é um fenômeno do sistema a soma da
energia cinética mais a Velocidade de uma onda numa corda é dada pela ondulatório
característico das ondas potencial é constante. fórmula: v = ( T . d )1 . 2 transversais.
Quando este fenômeno Onde: v = velocidade da onda na corda acontece, as oscilações
de todas as partes do ASSOCIA4ÃO DE MOLAS T = tensão na corda e d = densidade
linear da meio de propagação ficam no mesmo plano. a) Série: 1.Keq = 1. k1 + 1.k2 b)
Paralelo: Keq = K1 + k2

corda Velocidade do som em um gás ideal

P O L A R IZ A 4Ã O O n d a in c id e n te c ir c u la r O n d a p o la r iz a d a n a v e r
tic a l

n en h u m a v ib ra çã o

P o l a r iz a d o r n a h o r i z o n ta l

P o la r iz a d o r v e r tic a l

ACÚSTICA INTERVALO (i): entre dois sons é o ACÚSTICA: Parte da Física


dedicada ao quociente entre suas freqüências. I = f2 . f1 estudo do som. NÍVEL
SONORO ( S ): ONDAS SONORAS: são ondas mecânicas S = log ( I . Io )
longitudinais, capazes de sensibilizar o ouvido humano. Sua freqüência vai de 20 Hz até
Io = limiar de audibilidade = 10 12 W . m2 20.000 Hz, aproximadamente. I =
intensidade física

DECIBEL (dB): é a unidade mais comum de 6. DISPERSÃO é o fenômeno através do


nível sonoro. 1 dB = 10 1 B (Bel). qual uma onda é decomposta no conjunto de suas
ondas simples constituintes. EFEITO DOPPLER 7. ATENUA4ÃO Diminuição efetiva
da EFEITO DOPPLER: Quando uma intensidade de uma onda, que atravessa um
ambulância se aproxima de um observador, o meio material e interage com ele. som de
sua sirene recebido durante a 8. RESSON NCIA fenômeno que ocorre aproximação da
mesma é mais alto (mais ECO: é o som refletido por um obstáculo a agudo) que o som
recebido durante o quando um sistema oscilante é excitado por um agente externo
periódico com uma uma distância superior a 17 metros, isto é, afastamento (mais
baixo.mais grave). Nestas freqüência idêntica a uma das suas quando entre a chegada do
som direto e a do situações a freqüência aparente (f ) percebida freqüências próprias.
Nestas condições som refletido há um intervalo de tempo pelo observador não coincide
com a freqüência real (f) da fonte. Esse fenômeno é é máxima a transferência de energia
da fonte superior a 0,1 s. externa para o sistema. REVERBERA4ÃO: é o
prolongamento da conhecido como efeito Doppler. sensação auditiva em virtude da
reflexão do Princípio da superposição Interferência som, isto é, quando entre a chegada
do som f = freqüência aparente, ou, freqüência que o direto e a do som refletido há um
intervalo de observador capta. de ondas f = freqüência da fonte. Cada ponto da
superfície da onda tem uma tempo inferior a 0,1 s. amplitude resultante igual à soma
algébrica ONDAS ACÚSTICAS ESTACION RIAS Vobs = velocidade do observador,
em relação ao referencial adotado. das amplitudes dos pulsos componentes. C o r d a s
V ib r a n te s Vsom = velocidade da onda (som), emitida S o m f u n d a m e n ta l 1 h a
r m ô n ic o f pela fonte em relação ao referencial adotado. Onda estacionária Uma onda
estacionária Vfonte = velocidade da fonte, em relação ao é formada quando se
superpõem duas ondas f = 2 f 2 h a r m ô n ic o referencial adotado. iguais, propagando
se com a mesma direção CONVEN4ÃO DE SINAIS Tomaremos mas com sentidos
opostos. A distância entre como sentido positivo de Vobs e Vfonte o que f = 3 f 3 h a r
m ô n ic o dois nós ou ventres consecutivos vale . 2. vai do receptor para fonte. A
velocidade de Dois ventres vizinhos estão sempre em propagação das ondas, Vsom, será
sempre oposição de fase. BATIMENTOS. Chama se batimento o positiva. Os pontos
que permanecem sempre imóveis fenômeno que resulta da superposição de duas são os
nós da onda estacionária. Entre os nós ondas de frequências ligeiramente diferentes.
estão os pontos que oscilam com amplitude O batimento é uma pertubação de amplitude
máxima: são os ventres da onda estacionária. variável cuja frequência é igual à
diferença entre as frequências das duas ondas. O número de batimentos por segundo é
igual á diferença entre as freqüências das ondas componentes. fbatimento = f1 f2

1o21o31o

QUALIDADES FISIOLÓGICAS DO SOM ALTURA: é a qualidade que permite


diferenciar um som grave de um agudo. Som grave = baixa freqüência. Som agudo =
alta freqüência. INTENSIDADE: é a qualidade que permite diferenciar um som forte de
um fraco. TIMBRE: é a qualidade que permite classificar os sons de mesma altura e de
mesma intensidade, emitidos por fontes distintas.

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ELETRICIDADE

Prof. Alexandre Ortiz Calvão

ELETROST TICA 1. CARGA ELÉTRICA.

PRINCÍPIOS 1. TIPOS DE CARGAS ELÉTRICAS. Existem dois tipos de cargas


elétricas, a positiva e a negativa. 2. PRINCÍPIO DE DU FAY. Dois corpos com a
mesma espécie de eletrização(ambos positivos ou negativos) repelem-se. Se têm tipos
diferentes de eletrização (um positivo e outro negativo), atraem-se. 3.
CONSERVA4ÃO DA CARGA ELÉTRICA. A carga total não varia para qualquer
processo que se realiza dentro de um sistema isolado. 4. QUANTIZA4ÃO DA CARGA
ELÉTRICA. Todas as cargas observadas na natureza são iguais ou são múltiplas da
carga elementar e . CARGA ELÉTRICA ELEMENTAR: e= 1,6 10 19 C A UNIDADE
DE CARGA ELÉTRICA, No SI, é o COULOMB(C). QUANTIDADE DE CARGA
(Q)- A carga líquida que um corpo possui é igual ao produto do número de excesso de
cargas elementares, (positivas ou negativas) vezes o valor da carga elementar. Q=ne n =
número de elétrons cedidos ou recebidos; e = carga elementar. 2. ELETRIZA4ÃO

ou falta de elétrons. Positivamente: número de elétrons número de prótons.


Negativamente: número de elétrons número de prótons. Neutro: número de elétrons =
número de prótons.

CAMPO ELÉTRICO DE UMA PUNTIFORME E = Ko Q . d

CARGA

ELETRODIN MICA

I - CORRENTE ELÉTRICA CORRENTE ELÉTRICA: Corrente elétrica em um


condutor é o movimento ordenado de suas cargas livres devido à ação de um campo
elétrico estabelecido em seu interior pela aplicação de uma ddp entre dois pontos desse
condutor. SENTIDO CONVENCIONAL DA CORRENTE ELÉTRICA: Por
convenção, o sentido da corrente é o do deslocamento das cargas livres positivas do
condutor, ou seja, o mesmo do campo elétrico que a mantém. INTENSIDADE MÉDIA
DA CORRENTE ELÉTRICA: Intensidade média da corrente elétrica no condutor é a
quantidade de carga( q) que atravessa uma seção transversal do condutor na unidade de
tempo( t). Intensidade média da corrente elétrica: .i = q . t ou i = n e . t n = número de
cargas elementares e = carga elementar = 1,6. 10 19 C. UNIDADE DE INTENSIDADE
DE CORRENTE ELÉTRICA: No S.I. a unidade é o amp re (A), sendo 1 A = C.s. II -
RESITÊNCIA ELÉTRICA

OPOSI4ÃO A PASSAGEM DA CORRENTE

CAMPO ELÉTRICO DEVIDO A UM CONJUNTO DE CARGAS PONTUAIS. soma


vetorialmente os campos elétricos produzidos por cada uma das cargas. LINHAS DE
FOR4A. 1- Iniciam-se nas cargas positivas e terminam nas cargas negativas. 2- a
trajetória descrita por uma carga de prova movendo-se num campo eletrostático devido
a ação da força deste campo. 3- A intensidade do campo elétrico é proporcional ao
número de linhas de força por unidade de área normal ao campo.

CAMPO ELÉTRICO UNIFORME ( CEU ) tem o mesmo módulo direção e sentido em


todos os seus pontos. 5. POTENCIAL ELÉTRICO POTENCIAL ELÉTRICO (V): O
potencial elétrico (VA), num ponto A de um campo elétrico conservativo é igual ao
trabalho WA realizado pela força elétrica, por unidade de carga, para leva-la de A até o
ponto de origem do potencial elétrico, que em geral é considerado no infinito. VA =
WA . q UNIDADE DE POTENCIAL ELÉTRICO no S.I. é o volt(V) = 1 J . C.
POTENCIAL ELÉTRICO DEVIDO A UMA CARGA PUNTUAL NUM PONTO P
(VA), no campo de uma carga elétrica puntiforme Q, em relação a um ponto de
referência infinitamente afastado, é dado por: CORPOS ELETRIZADOS possuem
excesso V = Ko Q . d
POTENCIAL ELÉTRICO DEVIDO A UM CONJUNTO DE CARGAS PUNTUAIS; é
igual a soma dos potenciais de cada carga.

ELETRIZA4ÃO POR ATRITO - cargas de sinais opostos. ELETRIZA4ÃO POR


CONTATO - carga

de mesmo sinal. OBS: Quando os dois condutores apresentam as mesmas dimensões e o


mesmo formato, ambos ficam com a mesma quantidade de carga elétrica, após o
contato.

ELETRIZA4ÃO POR INDU4ÃO - carga de sinal contrário. 3. LEI DE COULOMB


Lei de coulomb A força de interação elétrica entre duas cargas pontuais, carregadas e
imóveis. F = K Q q . d2 o=permissividade do vácuo=8,85 x 10 12 N-1 m-2 C2 K0 = 1 .
4 o ko = 9 x 109 N m2 c-2 Constante dielétrica do meio(K) Princípio da superposição.
Quando

EQUILÍBRIO a certa temperatura, sua resistência elétrica é diretamente proporcional ao


seu e inversamente O campo elétrico no interior de um comprimento(L) proporcional à
área(A) de sua secção condutor eletrizado é nulo. transversal. Chama-se resistividade a
essa duas ou mais cargas exercem forças As cargas em excesso, positivas ou constante
de proporcionalidade. simultâneas sobre uma dada carga. negativas, distribuem-se na
superfície. R= .(L.A) Observa-se que a força total sobre esta (BLINDAGEM
ELETROST TICA) RESISTOR: Denominamos oferece última é a soma vetorial das
forças que as resistência a passagem da corrente várias cargas exerceriam.
Individualmente. CAPACIT NCIA. A capacidade de elétrica e que transforma energia
4. CAMPO ELÉTRICO armazenar cargas elétricas, a qual é medida elétrica em energia
térmica. CAMPO ELÉTRICO é a região do pela razão entre a carga q da placa
VARIA4ÃO DA RESISTÊNCIA COM A espaço onde uma carga de prova aí positiva
e a ddp positiva VAB entre elas. CONDUTORES ELETROST TICO EM

ENERGIA POTENCIAL ELÉTRICA (EP)que uma carga elétrica q adquire, ao ser


colocada num ponto P de um campo elétrico, é dada por: Ep = q Vp TRABALHO DA
FOR4A ELÉTRICA(WAB): que age sobre uma carga elétrica q que sofre um
deslocamento indo do ponto A ao B de um campo elétrico é dado por: WAB = q (VA
VB) DIFEREN4A DE POTENCIAL é energia potencial elétrica por coulomb. VA VB
= UAB = ddp = diferença de potencial entre os pontos A e B . DIFEREN4A DE
POTENCIAL ENTRE DOIS PONTOS DE UM CAMPO ELÉTRICO UNIFORME
(CEU). Ed=U E= Campo elétrico uniforme; d= distância entre dois pontos.U =Va - Vb
Para um fio condutor de um dado material e 6. EQUILÍBRIO ELETROST TICO

RESISTÊNCIA ELÉTRICA(R): de um bipolo a constante de proporcionalidade igual à


razão entre a ddp(U) mantida entre os terminais do condutor, e a intensidade da
corrente(i) que passa por ele. Resistência = ddd entre os terminais de um bipolo .
intensidade de corrente que o percorre R = U . i OHMÍMETRO: é o instrumento
utilizado para medir a resistência elétrica. UNIDADE DE RESISTÊNCIA ELÉTRICA:
No S.I. a unidade de resistência elétrica é o ohm ( ), sendo 1 = V.A. LEI DE OHM: Um
condutor obdece a lei de Ohm se o valor da sua resistência (r = V . i ), for independente
da diferença de potencial U que foi aplicada, considerando-se que a temperatura foi
mantida constante. V=Ri RESISTIVIDADE( ) (2 a Lei de Ohm):
TEMPERATURA: R = R0 [ 1 + ( t - t0 )] A capacitância de um condutor depende de
suas dimensões (L) e do meio onde se = coeficiente de variação térmica E = vetor
campo elétrico; q o = carga de encontra (K). A UNIDADE DE CAPACIT NCIA da
resistência de um condutor. colocada em repouso, fica sujeita à ação de uma força de
origem elétrica. F = qo E

prova. UNIDADE DE CAMPO ELÉTRICO = N.C S.I.

C = q . VAB

no SI é o faraday (F). F = 1 C . 1 V

de energia em energia elétrica é denominado gerador. FOR4A ELETROMOTRIZ (E):


Força eletromotriz (f.e.m.) é o trabalho realizado sobre a unidade de carga durante o seu
transporte do terminal negativo para positivo do gerador. UNIDADE DE F.E.M.: , no
S.I. a unidade de f.e.m. é o volt (V). ELEMENTOS CARACTERÍSTICOS DE UM
GERADOR: Os elementos característicos de um gerador são a sua f.e.m. e a sua
resistência interna. Ddp entre os terminais de um gerador .VB - VA = UBA = E - r . i
POTÊNCIA TOTAL ( PT ): é a potência elétrica total produzida pelo gerador. Assim,
ela é a soma da potência útil com a desperdiçada. PT = PU + PD ou PT = E . i é a
quantidade de energia que é transferida VII - RECEPTORES no intervalo de tempo de 1
h com potência RECEPTOR: aparelho que transformar de 1 KW. Quilowatt-hora 1kwh
= 3,6 . 10 6 energia elétrica em outra modalidade J qualquer de energia. IV -
ASSOCIA4ÃO DE RESISTORES Ddp entre os terminais de um receptor
ASSOCIA4ÃO DE RESISTORES: VB - VA = UBA = E' + r . i SÉRIE, PARALELA
ou MISTA FOR4A CONTRA-ELETROMOTRIZ (E') RESISTOR EQUIVALENTE
(Re ): Entendemos por resistor equivalente ELETROMAGNETISMO de urna
associação aquele que, CAMPO MAGNÉTICO submetido à mesma ddp da CAMPO
MAGNÉTICO - Chama-se associação, fica percorrido por uma campo magnético a
região do espaço corrente de mesma intensidade que a modificada pela presença de um
ímã, da associação. de um condutor percorrido por uma ASSOCIA4ÃO EM SÉRIE:
Resistor corrente elétrica ou de um corpo equivalente. i. a intensidade da eletrizado em
movimento. corrente que o percorre é igual à Vetor indução magnética (B)intensidade
da corrente


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