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UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS

FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS

OFERTA DE DISCIPLINAS PARA 2016/2

1 – TÓPICOS ESPECIAIS I: Identidades e Alteridades: o debate sobre a


diversidade nas Américas.

Docente: Kátia Gerab Baggio

Carga Horária: 60 horas – 4 créditos

Linha de Pesquisa: História e Culturas Políticas

Ementa: O curso pretende promover reflexões teóricas e históricas sobre o tema das
identidades e alteridades, com especial ênfase no debate sobre as (e nas) Américas.
Serão abordadas as seguintes questões: “civilização” e “barbárie”; colonialismo e
imperialismo; pós-colonialismo; fronteiras; transculturação; experiências de exílio e
desenraizamento; o “outro interior”.

2 – TÓPICOS ESPECIAIS I: Culturas políticas antigas e modernas: influências,


releituras, interferências.

Docente: José Antônio Dabdab Trabulsi

Carga Horária: 60 horas/aula – 4 créditos

Linha de Pesquisa: História e Culturas Políticas

Ementa: Estudo de culturas políticas antigas e modernas em contraste, com ênfase na


cultura política da participação direta e nas diversas releituras do passado em
contextos modernos e contemporâneos variados.

Programa: O curso será desenvolvido através de aulas expositivas, apresentações,


debates, comentários de documentos, segundo acordo com os alunos.

Bibliografia:

Y. SCHEMEIL. La politique dans l’Orient ancien. Paris, Presses de Sciences Po.

C. MOSSE, Atenas, história de uma democracia. Brasília, Ed. UnB

C, NICOLET, Le métier de citoyen dans la Rome républicaine. Paris, Gallimard.

J.-P. VERNANT, As origens do pensamento grego. São Paulo, Difel.

C. MOSSE, As instituições gregas. Lisboa, Edições 70.


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C. MOSSE, A Grécia arcaica de Homero a Ésquilo. Lisboa, Edições 70.

N. LORAUX, Invenção de Atenas. Rio, Editora 34.

F. HARTOG, O Espelho de Heródoto. Ensaio sobre a representação do outro. Belo Horizonte, Editora UFMG.

F. HARTOG, Os Antigos, o passado e o presente. Brasília, Ed. UnB.

F. HARTOG, O século XIX e a história. O caso Fustel de Coulanges. Rio, Ed. UFRJ.

C. DARBO-PESCHANSKY, O discurso do particular. Ensaio sobre a investigação de Heródoto. Brasília, Ed. UnB.

M. FINLEY, Démocratie antique et démocratie moderne. Paris, Payot.

M. FINLEY, Economia e sociedade na Grécia antiga. São Paulo, Martins Fontes.

M. FINLEY, Política no mundo antigo. Lisboa, Edições 70.

N. ROULAND, Roma, democracia impossível? Brasília, Ed. UnB.

F. DUPONT, La vie quotidienne du citoyen romain sous la république. Paris, Hachette.

P. VIDAL-NAQUET, Os gregos, os historiadores, a democracia. São Paulo, Companhia das Letras.

Ch. MEIER, Política e graça. Brasília, UnB.

A MOMIGLIANO, As raízes clássicas da historiografia moderna. Bauru, Ed. Edusc.

K. VLASSOPOULOS, Politics. Antiquity and its legacy. Londres, I.B. Tauris.

RESUMO DE BIBLIOGRAFIA PARA RELATÓRIO CAPES ( NO MÁXIMO 10 TÍTULOS)

Y. SCHEMEIL. La politique dans l’Orient ancien. Paris, Presses de Sciences Po.

C, NICOLET, Le métier de citoyen dans la Rome républicaine. Paris, Gallimard.

N. LORAUX, Invenção de Atenas. Rio, Editora 34.

F. HARTOG, Os Antigos, o passado e o presente. Brasília, Ed. UnB.

M. FINLEY, Démocratie antique et démocratie moderne. Paris, Payot.

M. FINLEY, Política no mundo antigo. Lisboa, Edições 70.

P. VIDAL-NAQUET, Os gregos, os historiadores, a democracia. São Paulo, Companhia das Letras.

Ch. MEIER, Política e graça. Brasília, UnB.

A MOMIGLIANO, As raízes clássicas da historiografia moderna. Bauru, Ed. Edusc.

K. VLASSOPOULOS, Politics. Antiquity and its legacy. Londres, I.B. Tauris.

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3 -TÓPICOS ESPECIAIS I: História da difusão da cultura científica.

Docente: Betânia Gonçalves Figueiredo e Bernardo Jefferson de Oliveira

Carga Horária: 60 horas– 4 créditos

Linha de Pesquisa: Ciência e Cultura na História

Ementa:
Estudo do processo histórico de construção da legitimidade e da autoridade da ciência,
bem como da análise de momentos históricos cruciais no processo de consolidação e
difusão da cultura científica.

Objetivo Geral / Objetivos específicos:


Discussão do processo histórico de construção da legitimidade e da autoridade da
ciência entre os séculos XVII/XVIII ao século XXI. As formas de difusão da cultura
científica e os mecanismos de negociação entre a comunidade científica, o estado e a
sociedade.

Conteúdo programático:

A historiografia da popularização da ciência: pressupostos e abordagens. História


social do conhecimento, Historiografia internalista x externalista, circulação, ciência em
trânsito, comunicação.
- Ciência moderna e a crítica ao ocultismo, alquimistas, seitas (Hobbes x Boyle;
círculos esotéricos e exotéricos.
- Ciência, iluminismo e esfera pública (manuais técnicos e enciclopédia artes e
ofícios), opinaio fundamentada e aberta a critica publica.
- Sociedades científicas e financiamento público (Royal Society, campanhas da
SBPC).
- Valores da ciência e sua adoção como padrão cultural ( disputas por valores,
moral de cavalheiros, desinteresse pessoal, isenção, bem comum, rigor.
- Formação do imaginário científico (utopias, romances e ficções científicas), pulp
fiction.
- Veículos de difusão da ciência: Permanências e mudanças feiras, exposições,
museus jornais, revistas, cinema, rádio e televisão, internet
- Educação científica e campanhas de alfabetização científica (cultura
escolarizada)
- Especificidades e marcos da popularização da ciência no Brasil (oposição ao
positivismo,
pesquisa universitária, revistas e programas de divulgação científica .

Programa:
A disciplina terá duas partes. A primeira um diálogo com entre os pesquisadores e seus
projetos de pesquisa e as formas de comunicação ampliada dos resultados dos
mesmos. A segunda parte acompanhará a disciplina do conteúdo transversal “História
da difusão da cultura científica.

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BIBLIOGRAFIA:

ABRANTES, P. Imagens da natureza, imagens de ciência. Campinas: Papirus, 1998.


____________. Método e ciência: uma abordagem filosófica. BH: Fino Traço, 2014.
ÁVILA, Gabriel da Costa. Epistemologia em conflito: uma contribuição à história das Guerras da
Ciência. Belo Horizonte: Fino Traço, 2013.

BARRET, E. (Ed.) Sociomedia: multimedia, hypermedia, and the social construction of


knowledge. Cambridge: MIT Press, 1995
BASALLA, George. “The Spread of Western Science – A three-stage model describes the introduction
of a modern science into any non-European nation.” Science, vol. 156, p.611-622, 1967.
BAUER, M. W.; PETKOVA, K.; BOYADJJEWA, P. Public knowledge of and attitudes to science -
alternative measures. Science, Technology & Human Values, v. 25, n. 1, p. 30-51, 2000.
BENSAUDE-VINCENT, B. L´opinion publique et la science. Paris: Snofi-Synthélabo, 2000.
BIAGIOLI, Mario (Org.) The science studies reader. Nova Iorque: Routledge, 1999.
___________. Introduction. In: BIAGIOLI, Mario (Org.) The science studies reader. Nova Iorque:
Routledge, 1999, p xi-xviii.
BURKE, P. Uma história social do conhecimento. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2003.
CARNAP, Rudolf; HAHN, Hans e NEURATH, Otto. A concepção científica do mundo – o Círculo de
Viena. Tradução de Fernando Pio de Almeida. Cadernos de história e filosofia da Ciência. Campinas, nº
10, 1986. p. 5-20
COSTA, A.; SCHWARCZ, L. 1890-1914. No tempo das certezas. São Paulo: Cia das Letras, 2000.
CHRÉTIEN, C. A ciência em ação. Campinas: Papirus, 1994.
COOTER, R.; PUMFREY, S. Separate Spheres and Places: reflections on the history of science
popularization and science in popular culture. History of Science, Cambridge, p. 237-267, 1994.
CHALMERS, Alan. A fabricação da ciência. Tradução de Beatriz Sidou. São Paulo: Editora Unesp, 1994.
CONDÉ, Mauro Lúcio Leitão. Paradigma versus estilo de pensamento na história da ciência. In:
CONDÉ, Mauro Lúcio Leitão; FIGUEIREDO, Betânia Gonçalves. Ciência, história e teoria. Belo
Horizonte: Argvmentvm, 2005, p. 123-146.
COLLINS, H. M.; PINCH, T. O Golem - O que você deveria saber sobre ciência. Belo Horizonte:
Fabrefactum, 2013.
DAGOGNET, F. Histoire et principes de la vulgarization. In: Dicionnarie critique de la communication.
Paris: PUF, 1993. p. 1429-1443.
DOSSE, François. O desafio biográfico: escrever uma vida. Trad. de Gilson César Cardoso de Souza. São
Paulo: EDUSP, 2009.
EINSIEDEL, E.; JELSØE, E.; BRECK, T. Publics at the technology table: the consensus conference in
Denmark, Canada, and Australia. Public Understanding of Science, v. 10, n. 1, p. 83-98, 2001.
FLECK, Ludwik. Gênese e desenvolvimento de um fato científico. Tradução de George Otte. Belo
Horizonte: Fabrefactum Editora, 2010.
GAVROGLU, K., K., Patiniotis, M., Papanelopoulou, F., Simões, A., Carneiro, A., Diogo, M. P., et al.
(2008). “Science and technology in the European periphery: some historiographical reflections”.
History of Science, XLVI, p. 153-174, 2008.
GRUZINSKI, Serge. O historiador, o macaco e a centaura: a "história cultural" no novo milênio. Estudos
Avançados, São Paulo, v.17, n. 49, p. 23-60, set.-dez, 2003.. Disponível em
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttextπd=S0103- 40142003000300020
GODIN, B.; GINGRAS, Y. What is scientific and technological culture and how is it measured? A
multidimensional model. Public Understanding of Science, v. 9, n. 1, p. 43-58, 2000.
IRWIN, A.; WYNNE, B. (Orgs.). Misunderstanding Science? The Public Reconstruction of Science and
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Technology. Cambridge: Cambridge University Press, 1996.


GREGORY J.; MILLER, S. Science in public: Communication, Culture, and Credibility. Cambridge: Basic
books, 1998.
HILGARTHER, S. The Dominant View of Popularization: Conceptual Problems, Political Uses. Social
Studies of Science, v. 20, n. 3, p. 519-539, ago. 1990.
LAFOLLETTE, M. Making science our own: public images of science 1910-1955. Chicago: University
Chicago Press, 1990. MASSARANI, L. et al (Orgs.). Ciência e público: Caminhos da divulgação científica
no Brasil. Rio de janeiro: Casa da Cultura, 2002.
LATOUR, B. Jamais fomos modernos. Rio de Janeiro: 34 Letras, 1994.
LEVILLAIN, Phillippe. ‘Os protagonistas: da biografia’. In: REMOND, René. Por uma historia política. Rio
de Janeiro: Editora FGV, 2003. p. 141-184.
LORIGA, Sabina. ‘A biografia como problema’. In: REVEL, Jacques (org.) Jogos de Escalas: a experiência
da microanálise. Rio de Janeiro: Editora Fundação Getúlio Vargas, 1998, p.225-249.
LÖWY, Ilana. Ludwik Fleck e a presente historiografia da ciência. História, ciências, saúde –
Manguinhos. vol I, n. 1, 1994. p. 7-18.
MASSARANI, L.; TURNEY, J.; MOREIRA, I. Terra Incógnita: a interface entre ciência e público. Rio de
Janeiro: Casa da Ciência, Museu da Vida e Vieira & Lent, 2005.
MASSARANI, L. & ALLI (Orgs.) Ciência e público: Caminhos da divulgação científica no Brasil . Rio de
Janeiro: Casa da cultura, 2002.
MILLER, J. D.; PARDO, R.; NIWA, F. Public Attitudes Toward Science and Technology: A Comparative
Study of the European Union, the United States, Japan, and Canada. Madrid: BBV Foundation, 1997.
OLIVEIRA, B. Francis Bacon e a fundamentação da ciência com tecnologia. . Belo Horizonte: Ed da UFMG,
2002.
______. Imaginário científico e história da educação”. In: VEIGA,C. & FONSECA,T.: História e
“historiografia da
educação. Belo Horizonte: Autêntica, 2003.
PESTRE, Dominique. Por uma nova história social e cultural das ciências: novas definições, novos
objetos, novas abordagens.Tradução de Sílvia Figuerôa. Cadernos IG/UNICAMP, Campinas, v. 6, n. 1,
1996, p. 3-56.
RAGOEUT, Pascal e SHINN, Terry. Controvérsias sobre a ciência: por uma sociologia transversalista da
atividade científica. Tradução de Pablo Rúben Mariconda e 60 Sylvia Gemignani Garcia. São Paulo:
Associação Filosófica Scientia Studia e Editora 34, 2008.
ROSSI, Paolo. O Nascimento da ciência no mundo moderno. SP: Eduscp, 2001.
__________. Os filósofos e as máquinas. SP: Cia das Letras, 1980.
SCHAFFER, Simon e SHAPIN, Steven. Leviathan and the air-pump: Hobbes, Boyle and the experimental
life. Princeton: Princeton University Press, 1985.
SILVA, Francismary Alves da. Descoberta versus Justificativa: a sociologia e a filosofia do
conhecimento científico na primeira metade do Século XX. Revista de Teoria da história. Ano 1,
número 2, 2009. Disponível em:
http://www.ufg.br/this2/uploads/files/113/Descoberta_versus_Justificativa.pdf. Acesso em: 14 jun
2010.
SPRINGER DE FREITAS, Renan. A metodologia como carro-chefe da história da ciência. In. CONDÉ,
Mauro Lúcio Leitão e FIGUEIREDO, Betânia Gonçalves (orgs.). Ciência, história e teoria. Belo
Horizonte: Argvmentvm, 2005. p. 41-67.
RAJ, Kapil. Relocating Modern Science – Circulation and the Construction of Knowledge in South Asia
and Europe, 1650-1900. London: Palgrave Macmillan Edition, 2007.
SHAPIN, Steve. Nunca Pura. Belo Horizonte: Fino Traço editora, 2012.
SHINN, T.; WHITLEY, R. (Orgs.). Expository science: forms and functions of popularization. Dordrecht:
Reidel, 1985.
SIVASUNDARAM, Sujit. Sciences and the Global: On Methods, Questions, and Theory. Isis, 101 (1). pp.
146-158, 2010.
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FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS

WYNNE, B. Public Understanding of Science. In: JASANOFF, S.; MARKLE, G.E.; PETERSEN, J. C.; PINCH,
T. (Orgs.). Handbook of Science and Technology Studies. Thousand Oaks: Sage, 1995. p. 361-388.
ZIMAN, J. Not Knowing, Needing to Know, and Wanting to Know. In: LEWENSTEIN, B. V. When Science
Meets the Public. Washington: American Association for the Advancement of Science, 1992 .
4 -TÓPICOS ESPECIAIS I: Arte sacra e o fazer artístico-artesanal do Gótico ao
Barroco Internacional

Docente: Adalgisa Arantes Campos

Carga Horária: 60 horas– 4 créditos

Linha de Pesquisa: História Social da Cultura

Ementa:
O propósito da disciplina é tecer uma reflexão a partir de fontes e bibliografia
especializada sobre a imagem sacra (escultórica ou pictórica), iconografia cristã, bem
como o fazer artístico artesanal antes do advento da ‘arte pela arte’ (século XIX),
quando então grêmios e oficinas tratavam do ensino dos ofícios mecânicos e daquelas
manifestações que ascendiam como artes liberais (a pintura, a escultura e o Gravado).
Particular ênfase será dada aos clássicos como Germain Bazin, Louis Réau, Huizinga,
cotejados à luz de uma historiografia mais recente.

Bibliografia:

BAZIN, GERMAIN. História da História da Arte. São Paulo: Martins Fontes, 1989.
Cap. 08- Os poderes da imagem: iconografia, p. 171-176;
Cap. 09- Os poderes da imagem: iconologia, p. 177-190;
BELTING, Hans. Semelhança e Presença a história da imagem antes da era da arte. Trad. de
Maria Beatriz Mello e Souza. Rio de Janeiro: Ars UREBE, 2010. Capítulos: Introdução: p. 1 a
18;
Cap. 2- O ícone de uma perspectiva Moderna e à luz de sua história: p. 19-34;
Cap. 3- Por que imagens? Imagística e religião na Antiguidade tardia: p. 35-58;
Cap. 8- Igreja e imagem: a doutrina da Igreja e a iconoclastia, p. 177-201;
Cap. 20- Religião e Arte: A crise da imagem no Início da Idade Moderna p.579-620;

BURKE, Peter. Testemunha ocular história e imagem. São Paulo/Bauru: EDUSC, 204.
Introdução, p.11-24;
Cap. 2- Iconografia e Iconologia, p. 43-56;
Cap.11- A história cultural das imagens, p. 225-238;

HUIZINGA, Johan. O declínio da Idade Média. Lisboa; Rio de Janeiro: Ulisseia, [196-]..
Cap. 12- O pensamento religioso cristaliza-se em imagens; Cap. 14; Sensibilidade e imaginação
religiosas. Cap. 15 – O simbolismo no declínio. (essa tradução é de Augusto Abelaira)
ou
HUIZINGA, Johan; BURKE, Peter; LE GOFF, Jacques, 1924; METTRA, Claude. O outono da
Idade Média: estudo sobre as formas de vida e de pensamento dos séculos XIV e XV na França e
nos Países Baixos. São Paulo: Cosac Naify, 2010 (tradução de Francis Petra Janssen).
Entrevista de Jacques Le Goff a Claude Mettra, p. 589-597;
Cap. 12- A representação do sagrado, p. 247- 286;
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Cap. 14- Comoção religiosa e fantasia religiosa, p. 311- 332;


Cap. 15- O simbolismo fenecido, p. 333-352.

REAU, Louis Iconografia del Arte Cristiano Introducción general. Barcelona: Ediciones del
Serbal, 2.000, volume três:
Introdución, p. 11-33;
Las fuentes de la iconografia bíblica, p. 37-74.
El simbolismo litúrgico, p.265-289;

REAU, Louis. Iconografía del arte cristiano – Iconografia de la Biblia. Barcelona: Serbal, 1996
(Nuovo Testamento) vol.5.
Seção IV- A Paixão, p.411-547.

II PARTE DA DISCIPLINA RELATIVA AO FAZER ARTESANAL:


ARAÚJO, Jeaneth Xavier. Os artífices do sagrado e a arte religiosa nas Minas Setecentistas:
trabalho e vida cotidiana. Tese de Doutorado defendida no Programa de Pós-graduação em
História da UFMG, 2010. CAP.2: Artistas e Oficiais mecânicos nas Minas setecentistas, P. 75-
121;

CASSAGNES-BROUQUET, Sophie. Le monde des métier au Moyen Age artisans et marchands.


Paris: Editions Ouest-France 2010. (tradução no xerox).

DU FRESNOY, Charles-Alphonse. A arte da pintura. Lisboa: Typografia Chalcographica, Typoplastica e


Litteraria do Arco do Cego, 1801. Disponível em:
http://www.brasiliana.usp.br/bbd/handle/1918/03892600.

GOMES JÚNIOR, Vida de artistas: Portugal e Brasil In: Revista Brasileira de Ciências Sociais.
V. 22, n.64, p. 1-16.

MENESES, José Newton. Homens que não mineram: oficiais mecânicos nas Minas Gerais
setecentistas. In: RESENDE, Maria Efigênia Lage de; VILLALTA, Luiz, Carlos. (Orgs).
História de Minas Gerais: as Minas setecentistas. Belo Horizonte: Autêntica & Companhia do
Tempo, 2007.v.1, p. 377-399.

LIVRO dos Regimetos dos Officiaes mecanicos da mui nobre e sëpre leal cidade de Lixboa
(1572). Publicado e prefaciado pelo Dr. Vergílio Correia. Coimbra, Imprensa da Universidade,
1926:
Cap. XXXIII: Do Regimento dos Pintores (fl.122 a 124v) p. 104 a 105; Cap. XXXV- Do
Regimento dos marceneiros

Resumo da bibliografia para relatório Capes.


(Favor destacar 10 títulos da bibliografia para lançamento no relatório
Capes/2016)

BAZIN, GERMAIN. História da História da Arte. São Paulo: Martins Fontes, 1989.
BELTING, Hans. Semelhança e presença a história da imagem antes da era da arte. Rio de
janeiro: Ars Urbe, 2010.
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CASSAGNES-BROUQUET, Sophie. Le monde des métier au Moyen Age artisans et marchands.


Paris: Editions Ouest-France 2010. (
DELGADO, Dominique Barrios (org). Dictionnaire culturel de la bible. Paris: Perrin, 2010.
LE GOFF, J. & SCHIMTT, Jean- Claude. Dicionário Temático do Ocidente Medieval. São
Paulo: EDUSC,
MENESES, José Newton Coelho. Artes fabris & Ofícios banais. Belo Horizonte: Fino Traço,
2013.
MODICA, M. Imitação; Criatividade; visão. In: ROMANO, Puggiaro (dir.) Encilclopédia Einaldi, vol 25.
Lisboa: Casa da Moeda, 1992.
PANOFSKY, Erwin. Significado nas artes visuais. São Paulo: Perspectiva, 1979 (cap. História
da Teoria das Proporções Humanas como reflexo da História dos Estilos, p.89-148).
REAU, Louis. Iconografía de la Biblia. Barcelona: Ediciones del Serbal, 1996. 2 vols.
RESENDE, Maria Efigênia Lage de; VILLALTA, Luiz, Carlos. (Orgs). História de Minas
Gerais: as Minas setecentistas. Belo Horizonte: Autêntica & Companhia do Tempo, 2007.v.1,
p. 377-399.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR
ALVES, Célio M. Artistas e irmãos: o fazer artístico no ciclo do ouro mineiro. Dissert. de Mestrado.
FFLCH/USP, 1997.
_______. "Manoel Ribeiro Rosa, genial, injustiçado, e florido" in: Telas e Artes- Revista de Arte e
Cultura de Minas Gerais. Ano 2, 10 (1999): 28-33.
_______. “Minas Colonial: pintura e aprendizado o caso exemplar de João Batista de Figueiredo" in:
Telas e Artes-Revista de Arte e Cultura de Minas Gerais. 15 (2000): 34-40.
GRABAR, André. Les voies de la création en iconographie chrétienne- antiquité et moyen âge.
Paris: Flamarion, 1994.
FRANCASTEL, Pierre. A Contra-reforma e as artes na Itália no fim do século XVI. In: A
realidade figurativa, 1973, p.371-421.
HAUSER, Arnold. História Social da Literatura e da Art. São Paulo: Mestre Jou, 1972, 2 v.
HALL, James. Diccionario de temas y símbolos artísticos. Madrid: Alianza Editorial, 3 volumes.
HEINZ-MOHR, Gerd. Dicionário dos símbolos: imagens e sinais da arte cristã. SP: Paulus,
1994.
LE GOFF, J. & SCHIMTT, Jean- Claude. Dicionário Temático do Ocidente Medieval. São
Paulo: EDUSC, (verbete “imagens” p. 591 –605).
LEONARDINI, Nanda & BORDA, Patricia. Diccionario iconografico religioso Peruano. Lima:
Rubican Editores, 1996.
OLIVEIRA, Myriam Andrade R.. A imagem Religiosa no Brasil IN: AGUILAR, Nelson.
Catálogo da Mostra do Redescobrimento: Arte Barroca. Fundação Bienal de São Paulo, 2000,
p.36-79 (bilíngüe).
TURINA, Miguel Morán & PÉREZ, Javier Portús. El arte de mirar La pintura y su público en la
España de Velázquez. Madrid: Ediciones Istmo,1997. (IV- La convivencia con la imagen, p. 197-
277).
VORÁGINE, Santiago de la. La Leyenda dorada. Madrid: Alianza Editorial, 1990,
2v. – há edição da Cia. das Letras.

PARTE III – A História no Cinema: teorias x narrativas

13 - História, sátira política e conflito historiográfico: Desmundo (Alan Fresnot-2003) x


Carlota Joaquina (Camurati-1995) / Macunaíma (Joaquim Pedro de Andrade-1969)
Bibliografia: LISBOA, ARMITAGE, COSTA, LABAKI(a)

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14 - A História Cativa: O que é isso companheiro? (Barreto-1997) / Cidade de Deus


(Meireles-2002) /
Bibliografia: AARÃO REIS, LABAKI(a)

15 – Conclusão: linguagens alternativas, técnica e verdade na História da Cultura. Sin


City (Robert Rodriguez-2002) / Domésticas (Meireles-2001)
Bibliografia: CARDOSO (a e b), FURTADO, FERRO

Bibliografia

AARÃO REIS, Daniel. Versões e Ficções: o Seqüestro da História. São Paulo: Perseu
Abramo, 1997.
ALMEIDA, Heloisa Buarque. Telenovela, consumo e gênero. Bauru/SP: EDUSC, 2003.
ANDRADE, Ana Lúcia. O Filme Dentro do Filme. Belo Horizonte: Ed. UFMG, 1999
ANDREW, J. Dudley. As principais teorias do cinema. Rio de Janeiro: Jorge Zahar ed.,
2002.
ASSIS, Denise. Propaganda e Cinema a serviço do Golpe. Rio de Janeiro:
FAPERJ/Mauad, 2001
ATKINSON, Michael. Veludo Azul. Rio de Janeiro: Rocco, 2002.
AUGUSTO, Sérgio. Este mundo é um pandeiro; a chanchada de Getúlio a JK. São
Paulo: Companhia das Letras, 1989.
AUMONT, Jacques & MARIE, Michel. Dicionário teórico e crítico de cinema. Campinas:
Papirus Editora, 2003.
AUMONT, Jacques. A Estética do Filme. Campinas: Papirus, 1995.
AVELLAR, José Carlos. Deus e o Diabo na terra do sol; a linha reta, o melaço de cana
e o retrato do artista quando jovem. Rio de Janeiro: Rocco, 1995.
BENJAMIN, Walter. "A obra de Arte na Era de Sua Reprodutibilidade Técnica" In:
Obras Escolhidas-Vol.1. Sao Paulo: Brasiliense, 1987.
BENJAMIN, Walter. "Sobre o Conceito da Historia" In: Obras Escolhidas - Vol.1. São
Paulo: Brasiliense, 1987. p.222-234
BERNADET, Jean-Claude. Cineastas e imagens do povo. São Paulo: Companhia das
Letras, 2003.
BERNARDET, Jean Historiografia Clássica do Cinema Brasileiro. São Paulo:
Annablume, 1995.
BORDWELL, David. On the history of film style. Harvard: University Press, 1999.
CAPELATO, Maria Helena; MORETTIN, Eduardo; SALIBA, Elias (orgs.) História e
Cinema - Dimensões Históricas do Audiovisual. São Paulo: Alameda, 2007.
CAPUZZO, Heitor. Alfred Hitchcock: o Cinema em Construção. Vitória: UFES, 1995
CARDOSO, Ciro F.(a) Semiótica, História e Classes Sociais. In: Ensaios Racionalistas.
Rio de Janeiro: Campus, 1988.
CARDOSO, Ciro F.(b) e MAUAD, Ana M. História e imagem: os exemplos da Fotografia
e do cinema. In: CARDOSO, Ciro F. e VAINFAS, Ronaldo (org.) Domínios da
História; ensaios de teoria e metodologia. Rio de Janeiro: Campus, 1997.
CARRIÈRE, Jean-Claude. A Linguagem Secreta do Cinema. Rio de Janeiro: Nova
Fronteira, 1995.
CATANI, Afrânio & SOUZA, José I. M. A Chanchada no Cinema Brasileiro. São Paulo:
Brasiliense, 1983

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS

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5 - TÓPICOS ESPECIAIS I: História ambiental - abordagens, métodos, fontes e


problemas

Docente: Rafael Scopacasa

Carga Horária: 60 horas– 4 créditos

Linha de Pesquisa: Ciência e Cultura na História

Ementa:

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A formação da história ambiental como área de conhecimento; a historicidade dos


conceitos de “natureza” e “ambiente”; aspectos da relação sociedade-ambiente e
apropriações sociais do meio natural nos mundos antigo, medieval, moderno e
contemporâneo; o potencial de abordagens interdisciplinares (arqueologia,
antropologia, geografia, paleoclimatologia); determinismo geográfico, identidades e
estereótipos culturais; mudanças climáticas no passado: seu impacto social,
econômico, político e cultural.

Bibliografia:

BROOKE, J. L. Climate Change and the Course of Global History: A Rough Journey. New
York: Cambridge University Press, 2014.
COLLINGWOOD, R. G. Ciência e Filosofia: a ideia de natureza. 5. ed. Lisboa: Presença, 1976.
CROSBY, A.W. Imperialismo Ecológico: a expansão biológica da Europa 900-1900. São Paulo:
Cia das Letras, 1996.
DIAMOND, J. Colapso: como as sociedades escolhem o fracasso ou o sucesso. 5. ed. Rio de
Janeiro: Record, 2007.
DEAN, W. A ferro e fogo: a história e a devastação da Mata Atlântica brasileira. São Paulo: Cia
das Letras 1996.
DUARTE, R.H. História e natureza. Belo Horizonte: Autêntica, 2005.
HARRIS, W. V. (org.) The ancient Mediterranean environment between Science and History.
Leiden: Brill, 2013.
HUGHES, J. D. Pan’s travail: environmental problems of the ancient Greeks and Romans.
Baltimore: Johns Hopkins University Press, 1994.
LENOBLE, R. História da ideia de natureza. Lisboa: Edições 70, 2002.
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Bibliografia geral:
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70.
BROOKE, J. L. Climate Change and the Course of Global History: A Rough Journey. New
York: Cambridge University Press, 2014.
CARVALHO, E. B. A História Ambiental e a crise ambiental contemporânea: um desafio político
para o historiador In: História, Natureza e Território. Governador Valadares: Ed.UNIVALE,
2007.
CARVALHO, E. B. No fundo da mata virgem: a complexidade de um elemento mítico no
imaginário ocidental sobre a natureza. Tempo & argumento v.2, n.2, 2010, pp.135-153.
COLLINGWOOD, R. G. Ciência e Filosofia: a ideia de natureza. 5. ed. Lisboa: Presença, 1976.
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Cia das Letras, 1996.
DIAMOND, J. Armas, germes e aço: os destinos das sociedades humanas. 2. ed. Rio de Janeiro:
Record, 2001.
DIAMOND, J. Colapso: como as sociedades escolhem o fracasso ou o sucesso. 5. ed. Rio de
Janeiro: Record, 2007.
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Cia das Letras 1996.
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DUARTE, R. H. História e natureza. Belo Horizonte: Autêntica, 2005, 108 p.
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HARRIS, W. V. (org.) The ancient Mediterranean environment between Science and History.
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novos objetos. 3. ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1988.
LENOBLE, R. História da ideia de natureza. Lisboa: Edições 70, 2002.
MAINWARING, A. B., GIEGENGACK, C., VITA-FINZI, C. (orgs.) Climate Crises in Human
History. Philadelphia: American Philosophical Society, 2010.
MARTINS, C. L. História e meio ambiente. São Paulo: Annablume, 2007.
PANESSA, G. Fonti greche e latine per la storia dell’ambiente e del clima nel mondo greco.
Pisa: Scuola Normale Superiore, 1991.
SADORI, L., GIRAUDI, C., MASI, A., MAGNY, M., ORTU, E., ZANCHETTA, G.,
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Reviews v.136, pp.173-188, 2016.
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THOMAS, Keith. O homem e o mundo natural. São Paulo: Cia das Letras, 1988.
THOMMEN, L. An environmental history of ancient Greece and Rome. Cambridge: Cambridge
University Press, 2009.
WILLIAMS, R. O campo e a cidade – na história e na literatura. São Paulo: Cia das Letras,
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6 - TÓPICOS ESPECIAIS I : História indígena e do indigenismo (Brasil, século XVI


a XVIII).

Docente: Adriano Toledo Paiva

Linha de Pesquisa: História Social da Cultura

Ementa:
Estudo da história dos povos indígenas brasileiros do século XVI ao XVIII.

Programa:

Descrição
O principal desafio imposto aos historiadores para a elaboração de uma história
indígena constitui o resgate da historicidade dos povos conquistados em meio às
representações e ações dos empreendimentos coloniais. Essa disciplina pretende
empregar um determinado repertório historiográfico e conceitual para distanciar os
processos de conquista colonial de uma crônica preconizadora da extinção das
comunidades nativas. Neste sentido, descortinaremos as diferentes vivências
identitárias, territoriais e culturais dos povos indígenas nestes processos históricos,
empregando a abordagem de fontes primárias e secundárias.

Objetivos:
1. Possibilitar o domínio dos conteúdos para o aprofundamento de discussões teóricas
e metodológicas na produção de uma História indígena;
2. Proporcionar ao pesquisador contato com fontes documentais primárias;
3. Pesquisa em manuscritos disponibilizados em bases digitais e de fontes impressas;

Bibliografia :

ALMEIDA, Maria Regina Celestino de. “De Araribóia a Martim Afonso:


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AMANTINO, Márcia Sueli. O Mundo das Feras: Os Moradores do Sertão Oeste
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BATISTA, Mércia Rejane Rangel. Construindo e Recebendo Heranças: As
Lideranças Truká. Rio de Janeiro: Tese de doutorado apresentada a UFRJ/Museu
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CYPRIANO, Dóris Cristina Castilhos de Araújo. Os Toba do Chaco: Missão e
identidade. Séculos XVI, XVII e XVIII. Dissertação de mestrado em História
apresentada ao Centro de Ciências Humanas – UNISINOS. São Leopoldo, 2000.
Diretório que se deve observar nas Povoações dos Índios do Pará, e Maranhão,
enquanto Sua Majestade não mandar o contrário. (Texto completo e páginas originais
digitalizadas em CD)
DOMINGUES, Ângela. Quando os Índios eram vassalos – Colonização e
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UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS
FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS

SAHLINS, Marshall David. Ilhas de História. Rio de Janeiro: Jorge Zahar


Editores, 2003.
SAHLINS, Marshall David. Metáforas Históricas e realidades míticas: estrutura
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SAMPAIO, Patrícia Maria Melo. Espelhos partidos: etnia, legislação e
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SILVA, Isabelle Braz Peixoto da. Vilas de índios no Ceará Grande: dinâmicas
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Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Estadual de Campinas. Campinas:
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SILVA, Tarcísio Glauco da. Junta de Civilização e conquista dos índios e
navegação do Rio Doce: fronteiras, apropriação de espaços e conflitos (1808-1814).
Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em História Social das
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FURTADO, Júnia Ferreira. (org.) Diálogos Oceânicos: Minas Gerais e as novas
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VENÂNCIO, Renato Pinto. “Os Últimos dos Carijós: Escravidão Indígena em
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1997. pp.165-181.

7- TÓPICOS ESPECIAIS I : A África e o mundo Atlântico – historiografia e


metodologia.

Docente: Vanicléia Silva Santos

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FACULDADE DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS

Carga Horária: 60 horas– 4 créditos

Linha de Pesquisa: História Social da Cultura

Ementa:

Introdução à historiografia, fontes e metodologias para um estudo das sociedades


africanas conectadas ao mundo Atlântico, entre os séculos XVII ao XVIII.

Programa: incluir visitantes para conferências

·0 Overview

·1 A historiografia sobre a África e a História Atlântica

·2 O tráfico transatlântico de Escravos nos séculos XVI-XIX

·3 Organização das unidades políticas africanas atlânticas

·4 História da religião das sociedades da Alta Guiné, Golfo do Benin e Angola

·5 Os relatos dos religiosos como fontes para a história da religião na África


Atlântica

·6 Os afro-europeus e as sociedades atlânticas

·7 O debate entre etnia e etnônimo

·8 A história Atlântica e as biografias de africanos

Bibliografia:
Resumo de bibliografia para Relatório Capes ( no máximo 10 títulos)

ALENCASTRO, Luiz Felipe de. O trato dos viventes: formação do Brasil no Atlântico
Sul. Séculos XVI e XVII. São Paulo: Companhia das Letras, 2000.
ARMITAGE, D. Three Concepts of Atlantic History In: The British Atlantic World: 1500
– 1800. New York: Palgrave MacMillan, 2002, pp. 11 – 30.
BARRY, B. Senegambia and the Atlantic Slave Trade. Cambridge: University Press,
2002
BROOKS, George E. Eurafricans western Africa: commerce, social status, gender, and
religious observance from the sixteenth to the eighteenth century. Athens, United States
of America: Ohio University; Oxford: James Currey, 2003.
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