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TEORIA DOS 'I Exemplos:

fi)
CON~JUWrI'OS~COI:IJ UNTOS l~~ {J~3~.s,7}
NUMÉRICOS. RELAÇÕES
A U8 "" {O,1,2,3,4,5,n
Estudaremos agora os í':onJnntos numéricos mais pro--
J\mdamenw, do q""l vo"a já tomúllconlJecímcmo tIO l' grau.

COMO REPRESENTAFt
UM CONJUNTO
Um conjunto pode ser representado por duas foúnas:
"""'"
]:i) A={O,I,2}
@.o ".·'3
A.4 "i~ .,
.5 B

B={O,I,2,3,4)
lltFúrmn: por cxtcns~,) A UB", {D,1 ,2,3,4} '" B
Enumeram ·-se.seus elemento~, escreveHdo~os ,I;m.tre cha~
e $epar~nd'H'$ por vfrgltla.Por exemplo, O conjunto dos
n~tul~Jil5
mCtlUres.que 5:·
A= {D,I,.2,3.41
Podemüs utilizar a representação por extensão,; mesmo
Q conjunto seJa infinito ou finUo, ma..~ com Ut.il ntírnerú
ado de elementos, c) A ~ {O,2}
F..xemplns:
B={1,3,5}
éúnjufl~o dos mimeros ímpares:
'A U 8 '" {O,1 ,2,
Em díagr<im",
{I, 3, 5, ... l~ conjunto Infiui!o
'Conjunto '-dos númc(os pares POSItiVOS, meno:res que

{2,4,6, ..., J98}"-'conjulItofmito ~ ~.'

Forma: por (omprt~cns!-o


ml'ERsu:cÇAO i)E CONJUNTOS
211;

O conj unto $(.':1'6 representado por m.eio de uma propdüda-


Sejam <>sconjuntosA= {O, 2, 4, 6} eB= {O, 1,2, 3A}.
Vamos det'êrrmnar um c
Como cxemplQ, \) conjunto dos númerOs natOl;ais m{,:ih{)~ tos
e :5 po{le ser representado por:

A 'o Ix E Nlx -< 5}


Assim:

Nlx <:5}", {O,1,2,3,4}


o
PIERAÇÕES COM CONJUNTOS Ael3,
UNIÃO DE CONJUNTOS A intersecção de dOIS cOfijun:ws; A e B~ é o ,conjunto
fonnado pelos elememos q ne são comuns a A e B, Isto é, pelos
Sejam osc""juntosA'" {O,2,4, 6}c fl = {O, 1,2,3,4}. elementos que pertencem a Ae também portencem á B.
Vamns determinar um cDnjunto C formadQ pelos: elcmeo .•
pertencem a A ou a B ou á ambos: Designamos a intersecçil() d. A e B por A n B (!ê~se;A
InterB), .

Ana", (x f x E A e x E aj
c o {O,1,2,3,4,6} E"~mpl(lS;
a) A={O,1,2,J,4}
J3"'{O,I,2,3,4) B={1,3,5,7}
b conjunto C, a"im formado, é ehamado ,millo deAe J3.
Então; Ana = {i, 3}
A união de d,)i.' eoojunlos, A e 13,é o
~QS os dcmt:ntu~ '1ue ,pertencem a ~A.ou a

DesignaJllo, 1\ oniil0 de Ae B por AUB (Iê-se A união


Hn .•. I LIVnAtlt;j},
';tt~a. IVIATLIVIÁI J( : A

b)
Emdiagramô iNTERVALOS

AnB",{O, i 2}=A !os OS seguintes


ffioníunerü$re~ü ..
\(,C:li)Il·,

subc'mju,,!oo de Il:
lJ., :,ft, Hir"ll' IlHI1l",1p',luln "11

{x E R I a -.: x <. h L I;Ullhl'''1t1 Illdh ,1110 pOI 1.11, li r


d) Se li e B são disjUlllOS, quanto, elementos lerá o 000-
(intervalo aberto de l':Xtll'llli I', l\ (' I,
jmlto A ri B ?
RELAÇÃO DE ORDEM {x E R! a :s; x :S: h}, tJII1I1H"1II indlCTlIll ~I~l'I Ia, "I
NO CONJUMTOR {intervafofechado de e.l{lh:nlO:; :n ('li
RIê~lPOS'fAS
•4 ~ A Sejam dois números quaisquer a e b•
{K E R IPl S X <: b }. j;lIuhóu ifldil',lIC!n 11tH l"r fll
'@' . .3 ~,.2,',
. B I) a) {O, 1,2,3, 5} - Entre a e b poderá ,ocorrer uma, e somente uma~ dôs
relações: (interv.alo serni-abertü li d]reila de ('.\lll~lllll,\ li I' h.
b){O,I,2,3,4,6,S} a=b Ou .n>b oua<b
{x E R 13<'X::;;; h},lwl1hélll jlldHiltI~lpur Jll,hHhll~'I\"r1rl
li desigualdade represenlada""r a < b 4gnifíca quç <)
ç) {O,I,2,3,5, 7,9} l1umel'Ü t'e-s! a é rnenorque o número real b. &..:;n-i~abc"rtOtl C-Sqtlerdn dl~ extlt~flH ~l j' I •.
1.'1

d) {O,2,3,4,5,6,S} GeometdcaJnente, se,a < b, então a está situado à esquer .....


da de b na rela real.
Sua representação na reta Itwl ~~j~~ifd c/li ,"9',lIll1h.' 111011(1.
I 1
a b {xERla<x<b} la,bl
A desigualdade representada por a:> b significa que o
número real a é maior que O número real b. -o-----o--~
a b
G eümetricamente" se a > b~ então a está situado à direita
de b na rela real.
(a bolinnaO vazia é 1,.Uil indk;11' tjlll'.'I (·Ir Illlll pl'l rr'Flt,c'ltl
b • ao intervalo)
Também écomum C-1)crevc:rmos;

a:::;b (lê-sc: aé mcnorquebon a é iguah b), {x ERlasxsb} la,hl

a2:b (Ié-.>.' a é maiorqueb ou aé igual a b), 1$ -.'


a b
. ,.,.,.,. , "
b, (a\.'..:.~w~,1.:~:;;." :);~'. ',,' 'I ~j""

intervalo)

{x E Rlas'""b) 1","1
A 1l01a<;1l<)y > ·1 significa q"e y é "m número real ~ lliIl O
~lu~: r~~~i~~~l~ewle, pottant()~ y se situa, à direita de
a h
Definimos como inh~r",ll(l~ill.inHn:<., rl~: ';"I'.llinl~";
suoc-onjuntos d.~~R, com SH.i.lrqm~!;t:II[;I'\,:h) Illlld;l lç;ll
EXEIIU:íCiOS
.0 Us.andoa notação de deslg1.1aldadeJ eScreva as seguin~
{x E Rlx>a} '"1'1, Ild
layl\es:
.) x está situado à direita de 10 nll rell\ real.
'--~ a
b) y está situado entre -I e ti na rela reaL
e) ~ está situado à esquerda de -2 na reta real. {x E Rlx;?: a} "ln,+O:II
d) 2 é um número posiliv;", Ou seja, se situa à direita de"
- .•.
situado enlre 2 e 7 na rela rcal. a
HtUnCro negativo1 ou seja, se situa à esquerda de
{xERlx<a} j-tx),"1
RESPOSTAS ----..,0----"--·,,
a
elementos que pertencem a A mas não pertencem a B,

n) Como se cbama

b)Se
tem lln~ sÓ elemento?
Designllmos a diferença de A " B pOr A - B
menosB). •
{x E RlxS a} I....
,,',"I

a
A-B= E ~ B}
Consh:l:em-sccolllo illl~:l V,r'!;;I'''l! .11 1(( rI .. H.
2 -~-,~---
:I
~1N/\ j L.:M·'"\ 11 CA IIIl/\lI MA 11' 1\

I lI.., 11110' '11" " 1 "'lj"H" d;-il

I'.""l 111111 'ril'Qjl1· 'I d


DefirJl.>se {) cemjuntü: dos números reais como: llllm.; v,ji'ili,j';;l

R= Q U {irracionais} '" {x I x & Z= {...,3, ·2, .1, 0,1,2,3,4,5, ...}

ê iITfI.cIÜJHd}
1 2 3 cor'u •••.••u IIUft ••••• Mr••u••
Além do conjUJlto Z, couvem destncu os seguln:C' 1=1'='2"''3 nUfAc lONA I tJ
Assjm~s~,onÚmeros !~.ais: subconjuntos de Z:
As-sim1 podemos eserever;
-- os t1í1meros natura.is,
z*=z· {Q} I,'''ll''ld''''II!'''' 1'''1. "'1111'1",," ;,1,;••,("
- os núme,ros inteiros, a llt"tclnWllIl JI'ill,lj'I"''''lIj'I\I" ,il' 11IPd
.2.+ conjunto dos rUlmems ínteiros não ...negativ{)s "'"
- os números f'aCÍonais. Q ~ {x I x ~ b,com a E Z, b EZ e b ," O}
{O,1,2,3,4, ...}
~ os números irracionais. J;' 1<11,1" I',
Ê: lmetes,""!e considerar a representllçilQ decimal de um
.z~= conjunto dos números hlteirós nãÔ'~pos:itívos ;;;<
J:i 1, i t: 'I.",j 1/1

IO,·j ,·2. ·3,4, ...} a .


número radona! b' 'lU" se obtém dMdindo-se a por b; (l["+11I ""lIllil"" ' 111,1". 'li" , i. I. 111 ,j. ,11'1'1' IHlill!II', 11'\'1

.mmm···.m I Observe que Z+ zx N

1 75
pr di"lilÍt 'li"•• I\', ;pldl'i jllllllP" t, «,'I,l! ,I, IIH1I1.'I,," hl '11illflllh

R - Q /
reta, confam,. o gráfico a seguir: '2"'0,5 5 "'-1,25 '20~3,75
ti

que nihi I'Pdnn ',fi j,l' IIH, Ild 1"1111"


I,
(I (racionais) J I I I I t L I~ .Estes ex,emplo$ se referem às dedm:::;dsé1l::atils ou finihu. ll!l1 l\1'nllf'lll 11Im Itllld 1111',1.11111' 'tlilltt, Id" ,o, II Hlll11('IO

L
/ CONJUMTO DO$ MÚMEROS
7
0,333... 6~-1,1666...
6
0,857142857142
...
11.: ~:l,'I..J 1~~D:lll!l:\~'
()h',C'l VI' ti '.,'P,tlillf'· 11'0',11111,;1" 11141.1111', III~,""II;\ H Ilil'li

tQl E;j-i~-ti;:xçrüpr:;r~>;:;?-.;;:fe.;,.::~:~i-·/·:~;:;::~:t;; t;;'~?§~~:':d<::::


G~~ ~',;:11 li",,,,j,I,,, 1"1 /'1,
/.,

Vamos acresc:e~~tí'!if
as frações positivas e negativas
nÚmeros inteiro,s,e tere.mos 05 números t'lldonuis. Então, toda decimal éxata ou periódica pode ser fepre·

a
Cmllo ~lJbçonjunto$, importantes de f<.., temos: 5 tada na forma de númetO racional
Entilo;-2,-4" -1
H' R·(o)
pio. são númerost1l,c íonais.
3 1
R'I -"""
eOl~íunto dos nluneros reais \,1§ü"'negativos.
0,333'''::;;"9 '" "3
R_ r.> COrljun1Q dos númerOS reais não~p{)sitiyôs,
a Podemos, representar geQmetri.émnenw os numeros meio ..
. LI
I
\\
V:t

@ COIM.UJNl'@ I)@S l'núlMER.OS Todo l1útnem raciona! pode ser c"l"c~do em (onull. b
MATUR.AiS
Cem a E Z, b E Z e b,p. O.
N= {ú, 1,2,3,4,5, ...j·
Exemplos,
Um "ubcúnj,mtoimpQrtante d. N ,; o ""'\Junto H': Obs •.rvamos !lO gráfico que,
N* ~ {I, 2, 3,4, 5, 6, ...} ~o:wro(oiexclutdodoconjunto
RELAÇAo DE OR.bEM
N. -2
-2 -6 •. :entre doi~ inteiros nem sempre existe Qutr-o inteiro.

~ 2 "'3' .. ellrre dois raciona;" sempre existe outro racional. NO CONJUNTO n~


P'oJemos cOUl.üderar os mímcros naturais ordc11ados so,.,
Exemplo,:
bre unta retu* cünforme o gráfiw a s'egulr: Sejam dois mimems quaísqucr a c b.
oO "'"3 5 6 6:3 5
O ~ T'" Entre e 4' existe 5" entre 5' e 2'éXiste 4"
Entre.e c b poderá ocorrer umat e 5.()JH{~n(ç 1.tITlil, dolo';

relações:

4 ri
I I llr!,\lll~J\

ü"'"l, ou ,fl>b nu;\.<:;b


E}{IEJ~ch~lO$ FUNÇÕES E EQUAÇÕES 1'(-3)=0 :::>(.J)'+4{.3y·a(.J)+] =0
POLINO~feNAJSE iC~
TRANSCENDENTAIS a=-3"
I) Usando a notação de desigualdade, escreva as
(ESPONENCIAIS, Resposta: a =
10
tes relações: LOGARfTIMICAS E
3'exémplo:
(ie()metrk.:!:'l:t1:1bnte. sea < b, ·então a está situaJv ae$qu-er~ TffUGONOMÉTRICAS) Sejã mnpolioámlo P(x) do 2° grau. Sabe:ndo·"se que:2 (~miz
(b dl) b na reta reti:!, a) x está situado iI direita de lOna reta real. de P(xl,P(·l)= 12. 1'(0)=6, ca!cularP(3).
Toda funçilo definida pela tel,~ll()
Resolução;
P(x):" ~nxn + -3n->t• x'fI>l -+ fl:n-J • XFi<L+ ••. + 81X1+-3'1X +- "\ré Se p(x)édo2"wau,eletemaf(}nnaP(x)'~a,'+bx f c, I"i'.l>:
b) Y está situado entre-I e61la reta real. denominada função pollnominal ou, sImplesmente, polillilmio,
á
Em que:
P(2)=O=:>4a+2b+c=O (í)
c) x está situado à esquerda de-2 na reta real. '''I' ~, ai .•-a. são'nút'fl€'t(1$ mah:· rnal'n]dos ~tes 1'(-1)= 12=:> .-0+<= 12 (6)
A desigualdade representada por a» bSigtlifiC8 que O
éa V"&iâ'vel
~O)=6=:>C=6 (p
númérü r~al a f: maior .que o numero tê4.1lr.
d) z é um número PQsitiv:Ío\ ou seja, se situa úb,erv.\,)",,; Substituindo (p em <lJ e <D, vem:

Oeom etricamenC#t $e a::> b, entlI-O a €:-st.ás.itul\do â rl irei ta


na reta r-eaL 1') Se an *
O, O expoente máximo
pQlinõmloe indícamosgr(P)=n. Exemplo,;
n é dito grau do
a-b=6 =-43
{4a+2b
de b na reta re.L a) P(x) = 7 ou J>(x)=7 .x' éum polinômiocoastllnte, isto é, Res:{)lvendoosistema,t~-m(}~;-~ IlJl, . .'i. [~lf!I,I!lfr,
e) x está situado entre 2 e 7 na reta fea t. il'\p)e,O.
P(x)'~x'-5x+6
b) P(x) = 2,," 1 é um polínõm;o do I" grau, b'lO é, gr(P) = L
Cah::.uf;rmdú P(3), f)btcrt~mos:

f) x é um llúme.ro negativo) ou sf.lia, 1'(3),< 3'-5 3+6 :::> 1'(') 11

Q na reta real. Resposta; P(J)'" O.


Também é comum eS<:revermos;
I'1XlElttCiCIOS
... <1
((;:-"e: ~~,~m~i'1{)r O!H. hryvs ?,i~uzd ~_~!, .I " B(.\) 1:-;1 I,t:,dlll!{'

ija)x> 10 h)A.(If) I 1\(1.1


a zb (lê.se: ali maiOr queh ou a li iguala b) que
I., Q vaiorm.lmérkJ:) de p(x),
~.(m2 2. Delerrni'nern
- 16) x~-l- (rn I
E +
'1f-t,para
(1):-: 4 Stj1J (t'
l.·/·U("o pnlill('hllld
grillJ <->_
I '1:.\)' (111 ,i ,t :'('

b) <'y <6
Um número real:t está eHtN;: a li;: b se", e smneUle Sé} a 3. polill61llioP(x)"Jo
N\'.HH Y) grau, (I ('Or.:!It·Wllll: de.\".; j

Se P{ i) = 1'(2) , (I e 1'(3 )., JO, <ai"" k " v11I", dO' 1'( J).
~ c .ee <: b,Podemos' representttr Isto C011l0 lJ!l:la du~ 4, Sendo P(x)""rl.X,f+ bx1 +ce<)(x)";j.v.;1 I h:·; ,I (;, ddl'nllitv'
c)x<-:J oscoefi,c.lenl'c:".H,hecjsabt~ndoqllC"I)(O) l).l'(l)
f) I':(}(I)----I
pIa desigualdade; 11 < c < b.
1
5. Detcrm-Jiw k, de modo que x ,-- ::;
<.
st:ja 1<11).(['(; 11(,1() il;-.:I.
ASSlrl"l: d)z>O
8,,'· (k+5)x"1 (11,·"):< + 5- k
poHnómiü.
RESPOSTAS:
A notação x <: 2 significa que x é um mln,ero ne:al que e)2<'x<:7 l' exemplo; Caicularm E
11
P(x)= (01" l)x' i·(rrrH)i'.J< +4 >eja: b) ..l ") 11 III CY{
é menor que 2 t. portanto~ x se situa ã e~querida de 2 1) fi) n
a) do 3"grau. b) do 2°grau 3)M
na reta reaL Ox<O c)do 1· grau.
liesGluç11o:
,_!InN~'lolnl1wI1lI'j10 S}:k-'--:8 .•_ •..
_.."''''-_.....•.
'
Fazendo O~ coeficientes de xJ e >,;,2 iguais :a7....ero" temos: POtlNÓMIOS IGUAIS
A notação Y"'1 significa que y é um nÚl]\l'lroreal m'·I=O m+l~() th)l~,jllllali'mllll', 1\(1'.) e B(x) .são iguaiS ou idêl"ltkü~;qlHlll··
dü :lS~ltll1(,llt \111101'1", IUllllt':dcos iguaí.o,; lima qualquer valor co ..
queé maio'·que.1 e, porlanto.y se situa à dil!eimde m=± I m=·1 mum ntt"ihllhll';'\ \';111.:1\,'('1 ;\.

~1 nareta real. ~)Sem7: 1e m 7: 1\ CtHld I~ ,111li!' I. (:!.sária e suficíentc para que dois
4) Sem = I, Q polil)ômio~ polill.,:'mlil)',
clCIHcS d(l~if\("" l' 1\( 'il ,',Clilln !:?uai5 ou
1I'11I\~f~,'111I('~<;ponaentes. ídêntíoJs
sejam iguais.t: que m; COt;]I
c) Se m =·1, o polinômlo li do I" grau. f""::'l.t"lllllll',
A notação·3 <x <4,ignifica que-3 <' "", tambél'll,X 2' exemplo: sabendo-se que·3 é l1liz de P(x) = x' + 4x' • ax <. ';iI~ 111.11'l, 11 l' I , ·••ll)l~tldoMse que
] ~ caJcular o valor deu.
< 4; assim x sesiwa entre -3 e 4 nareta:real,
'to
" h I1 "('.' I, I 1) +(b,,+ c)(:< + I)
Resoluçiio: HI"ilJi111,iill
Se x ~ -3 é raiz de P(,,), entilo p(-3)'~ O j;linillul"l" 11,\1(I,\teses- e s-o-rmmdc os tC'UOlb ~'<:u';
llL.Ultl I-I110 '''li •• Inl'llj_ klllllS:
.««<. •••.••••• ""-----------
.',
--------------_."_. __ .,-~_ .."..,_ ..... "(
l' ,',lI. I h,t.
MATE MA TI CA
+ I ~ mi~+ax+:a+ b>:_~·;, b.'{+ ex +c I!l:XlEWU~íCiOl:$
-2~:.[. 1~· 1;' exemplo: 'fEORIEMA DO RESTO
t) l'(:',sto da d_!vi~QOde m'l! p'llinl)n~:~,;
O(x) pelc' hi.pfin~i(j ('1":

I a+b",) (j) r,(x)'" (nl+n+p)x' -(p41)x'+mx' +(ro-p)x+ TI Resolução:


UtilíZand" O método da ch,ve. temos;
+b) 6 igU;1 a p( ~~)

êl+ b +C = -2 r,(x)=2nll('+(2p + 7)x' + 5rnx+2m. é a ,raiz do divJsor.


la+C=1
í. (V
Gl x:i+Ox1-+" px + ti a
2. Determinem, n ep,demodoque(mx'+nx+ p)(x+
2x1+ 3x~~2x ~3 Demon~traçilo:
St.!hstitui'ldo <D em G). J +c ~-2::::::> c~-3 -x'-2x'- 5". ~
3. Quaisdcwm s"r os valoresdeA, B. C para que -2,,' + Ir - 5'" 4 q P(x)
Substítuindo c =-3 em Q) a - 3 =1 ::::> a = 4 2x' + 4" + 10 r
A 8 C
l)~~ ::::::>0"-3
2x2+5x-l
---'-.
x3_x
_.-'"-+ -'-'+--
x+1 )(,1
X
11" 1)" + Iq •• 10) iguaia
Como õ resto 'da divisão é Independente
Uma cOllstante, .h1ill1.remos [{(x) de r.
de x, isjo é, é

Sabemos'lue P(x) =(ax+ b)' Q(x) + r.


Resposta:' 11 ~ 41 b =z -3 e c;:;;;-3 4. Dadas as funções fe g, definidas no conjunto
o resto deve sei illJJal a ZCIO; logo p - ) b
~Xeml)lo:
2f' números reais por
A 8 a b c Se x for igual li rn"iz:dodívisor, ist<>é. x!:::':. - ~~ t vem,;
5x+l0 ::::::> p=+1
Sabendo-seque
calcular A.c- B.
Resolu"ão:
;:+4+ X-I x2+ 3x -4' -1
O
x
-1
O
)(
q+IO=O ::::::> q'~-IO {-;)=(a .~+b). {~},r
Ob,'>Ol"Vam"''1ue(x1'4)(x-1)EX'+ 3x-4;pürtllnto.lemos: 1 Observe que:
{-;}<-b+b), Q(-~)+r
5x+10 g(x) '" '4(x - 3)(x + 5) Vimos, pelos exemplos dados, que: gr(Q) =llr(A)- gr{B).

~-~--~-
Ax-A+Bx+4B
x2+3x-4 a) delermine.s constantes a, b e c pa,..~'1'" f(x) 5
b) calcule o \itllor mfninH) deg(x),
EXEIU;ícmJs
[HB
(X+ 4)(x -1) RESPOSTAS TEORIEMA DE D"AL.IEMBIEIJU
t)m= 1;11=2ep=<3 2)m=2;n~ I ep=.3 Um polinônlioP(x.)é dívisív(~1pelo tmli\min (,I;"; I h) t(~, ('
3)A~' J;B=-2eC=3 3, Delermin.e a e j3., para que seja exala a divisâQ de
+3x-4 1 1 )=2x"+Ux'1' ~x-I POTB(x)=2x'.x- L somentesc,{~;J ~ IJ
de modo que o te.lo da divisão de
Para que: il identidade se verifiquei dtNemO$ ter: 4) a) a "''4' b se" por B(x)=x'+x+ I sej.igUllI ax+2, 1(!exemp'lo:
A+B"S Detenninmovulordup,pumoopoJi:tltilllulJ'fq' >' x. 1i :,x
",px+2};~ji?c.;v.i;'l:!~'dpt.lrx :1.,

A OPERAÇAo DEDI'lfiSAO R(x)=I2x+7


Resafuçdo:
Resolvendo ú sistema: Se:P(x)édiví.sivt:J pon; '/.i:1l1.IIJ 1'(/) ()
R(x)=Q
A + '" 5 A+3= 5 P(2)~O
4) p~ Oe'l =·1
A =2 2 .8 --l-- 5· 4 :,>p t '::; O

5B=15::::::> B=3 A(xIIB(X) UM POUNO!'llUO POR UM 16+20,2p ';'. (I I' I"


Logo:A=2 é B~l, R(x) Q(x) DA FORMA ax +b RestA'sla: p [I)
2QcxcmpJu:
3'~exemplo; I')Q(>:). S(x)+ R(x)sA(x)
OpoHn6IHioA(x)do,"'glilllilIVHlllllIIHII ".l': I)r-\:': I 'J
Calcular a, b e c para 'Os (fuais o poHn&mio 2') gr(R)<gr(B) ou R(x)=O "prescnhlfes\'o:)' J,OC·'I,IT',pn,lívdllll'lllj' ( dl,llLu
I'(x)= (a +0 )x'1'(a - 0-4)x+ (0+ 20- 6)sejaIJ41ti<ah1Cntenuh Em que: 2x·l Rcsoluçi.úl
Resolução: A(x) é odi'lidenJo. 2X Sei\(x)lldu:~";nllll,(."dH jll!lll,1 ,'\~ ) ,\~J I I,
B(x) éo divisor. SabenlO<; qUI':
Observação:
A(O) I >\
OttandoA,(x) édlvisfvel por B(x) ou B(x)é divt",rdeA 1
dizemos que a divis1l<> é exa1:Jl, isto é, R(x) = O,
A raiz do divlSor é 2x-I=O ::::> 1\(1)
x=2' 11 '" I, " 11 11"

SeB(x)édivi$OrdeA(x) ç;> R{x)=O. 1 A«') -lil '11


Sef'(x) '" O::::> a - b - 4 '" O (V .J "';', ;'1",
• {. a+p",Q (j)
b + 20 -5", O Gl I"e""mp!o:
Calculemos, agora, I'(x) para)( = '2'
De <D e (;D vem, De;erminatoq<JooienredeA(x)=x'+x'. 7){' +9x· 1 1 1 R('~,;olvl'ndllo ',h(I-III'I, 1111111. I,
(x)=){'+3x-2, I,

O 1,0/',11

4
Resolvendo O sistema.) tf.Hno:t a =:2 ê b w; -2.
ll(xi
" I,
I1

Sub:stítubdQ h;:::. ",2 na uquação +20-6=0 H'l\!.t~;fU:li'


p(i)=J I Xl !lel! li'"
=-~ cMl:4 I lu\ lJjl"',lll d'l "h'LI1"d, l'i I j li-H
exemplo deseuvolvido, moslr1ill1OS '1uo o resto da
jlolinomio 4x' • 2x + 3 por 2x ., I é 'guai ao valor .I),~ 1 1,[ 'I
R,,';spOSla::4 =: 2l b .""'""2 e e""" 4,
1 /,l'l'l'-Iltllll' . ·11"1 ,t, ,-''','
flllhlll'lllIlI!1'1' I I" ',.II"H
8
iI)tl\ IIC/\ MATI:l\IlÁ lI! ,A
_______ _._._·~~_~~"~"N_,_--~'
-A~~-.;+,-,-·_._
..

PCa)=r, ~O P(I3)~r,~O 3 -5
I. q"/'.
~opolinômk) P(x);;;; 2x" '"xJ coelicierttt!o<> do (I\"witmkn

to (> polín6mio P(x) porll(' I obtém.se'luucien\e R{x) '" + af2.afj '" O SugestãO: faça x'· x' 2 ~ (x' 2)(x + I), o últirno nútuero lorlll,H!o. '1111'li IpIIJd ,tO
PH)~O,c:alcukm, a- a-13 resto-dadivi:são. eosnúrnel"ÇlsqlJl: IÍI.;llll ,\ 1,:';qW.-ltl.l ,1t',11 ,'\1'
2') Generalizando, temos: oS- coeficientes do quoch':nt(~

])m"'1gen~"2:l 2)7 l.'exernpfo


RESPOSTAS ",(x-Cl,), 3)a"'! eh~O RESPOSTAS
4)m~.7en'~2· ) Determinafoquodcnru c () n~NrUdI! divl,,:lo li," li{,)
273 ,,,(x-Cl,,). 4, +Zpor(:lx-l),
J )n)8S
0)43 e)a exemplo:
O DISPOSITIVO DE
BRIOT·RUIFFINI
1
a", -- 3)a~3eb~4 Um pol1nômio P(x) dividido por (x + t) dá resto· Neste itern~ vamos: utilizar um dispositivo muíto simples e
3 ) I
- I) dá resto! e por (x + 2) dá rcsm t. Determiml1' o rosto prático para efetuar a divisão de um polinõmio P(x) por um II
4) •.~ o ou a~-2 5)1l1~6 bindmio da foro,a (.x + b). !I
dívisãode P(x) por (x + 1)(x-I)(1<+2). l'exemplo
6) (m E Rll <m<4)
Resolução: Determinar o quociente e o resto da divisão de l'(x) ~ '>x'· Observe que o coctidentc: d{~x no hín(,mí(lIl,l11l\ 1)',11;11 il I,

5x'+x-2 por(x-2).
A DIVISÃO PELO PRODtl'TO fizemos, então, a divisão de I'(x) ror ( x ::) r ri"" I,,,,,,,, ".,

pC. a}(x. 13>


fi(d
-, - ~H'·-, (j)
coeficientes (h~Q(x.) devemos dividil O:J rOl\fH;lt~ll'(',li ulltlllo.';
nO disp<)Sitivo pratico por J.
Vamus r;:;su lver o seguinte prQbloma: P{:d
, - ~i!l m 1 @ 1I

Coleul., o resto da divisão do polini'imio P(x) pejo produ .. Logo: 8 é) l'I(x) 9


to (x fi) (x' l3), sabend!J-.se que 05 reSIOs dadivisâü deP(x) l
Phd ro::;w
L __ ,±_2._
?' __ _ Pl-_:2~ "'" 1 (ID
EXlERCÚCIOS
por (é< -IX) e por (x - fi) sllo, respectivamente, r, e r,. Temos: Pl:d
f.x -+ 1) (~7..~IN ~ ll_pÚd '" h, +'Ht)l- 'O Ix + 2~QDd -\;-:Rb.)
A!-Xl
I,ApHc.ando o dlspnsitiv(J pr:Hko jll' f',I'i,)j l~llrfilli. (.11\ 1111'
P(0't = r~ <D o quociente fi {) resto da divisr.lo de'
a)P(x) ~ x· -S,' + J.,' I 1x - I 1'''1 x·:>
P/fi! - r. q:) d''''~(!:!M'''':' I 1)
<i) c)P(x)~x' -2x j 11'01('." 1)
,., (x - ~l tx ~. m Q{><l + ft[.;.::) ® 2. Nus esqu:cma~; lHJirtrlle, J(li Hl'lit.'l(io \I di·,po',i(iv(! IJI,',li

Substituindo ® em @, vem: co de Briot-Rt1ffi.l1i~ calcule o valor do~; l: lcrlwlltn.,;


dos em cada um deles:
111-:';1'\lnllci:i

o resto da divisão de P(x) por (x - IX)(x-


11
(1(, ["grau, poLs o divlsor é do T' grsu;log,o: COM:lelMt!!lá -do rli~l:'lnGl(l
R(x)~ax+b P(x)=(x+ l)(1<-I)(x+Z)Q(1<)+ax'+bx+c
-2 a)~~)2 I a b c
Da equação ® ,vem: b (; d
Substituindo (j), G:J, ® em ®, vem ; Obserwção; b) .:'. .. 1 li
Se (}l"'línômio p(x) não tivesse Mem", em x', <) coeík:bnte
Fazendo: tenHO seria igual a O (7""0).
x~-l :::::> a-b+c=-! x=1 RESPOSTAS
"",,,dto
,~a:::::>p(a)~aCl,+b ® Z"} Rep<ltimos (ab.iX3mos) o ""eficiente da divi-
I)
:::::> a+b+c=1 -2
pf3 P(fJ)~af3+b ® a)
Q(x),,"x' . ~.h:~~·4>-: r--~

{'IR(x) --11
De (D, G:J, @ e® ,temos: x=-2 :::::> 4a-2b+o'" 1 Mu itiplicamos , raiz do divisor pelo ""eficiente mp<ld-
amos: .o proouto com {l' segundo coeficiente do dívi~ lU

Resolvendo o sistema, remos: a = I, b = e c ~. L ! , coJocando o resaltado abaixo deste,


b) {Q(X)
R(x) :;x
[,U
Resposta; R(x) = x' + x· I
1'1-1'0 -2
R:)$oivendo o sistema: a a _ B ê b"' EXERCfcu:)s ----r"
.2 I" -51
c) R(x) 1
I. Determine m e n, de modo que P(x) ~ 2x' + 3x' + 4') Multiplicamos liraiz do divisorpelo número c(,locatio 1.Q (x) ,I/"
Logo: R(x) '" X + com a '* fi. do 2t} coeficiente e somamOS {)produto com o 3<i coefid ..
+ nx - 3 s.ja divislvel por (x + l) (x" 3). locandQ Q resultado abaixo destel e assim sucessiva'" 2)
Ohs~rvações: a} <1" l; b ;,1 I!, ti
2, Q poHnl.\mlc
13), temes: b)n 4,;il i,d
(x.l)(x-2).Cakulllo valordeSm+2n.

II
11,11, i 1111"'\ 11', ,li, IVIAIIMA flC/\

f6Ji: I" f{l' I')j!2!ki G i


~?'t fii 1~t;i'!ft,U~y{~ Y; _ l-i.-)-

Fazendo:5"''''
y, 3"Lj-. 3~, }:~+:,V _ 3'-'1;-;::: [20
y~teretnÚ'$;
f2}{~RlCj 0:;"0 s
Ao pründrü gn!:pú vão as
DeFINiçÃO L GR~ Fieos
po;;rtenc:.;!r
I 1 !
1}Trm:l&'f01':mc eltllo~m
a)5'~(i2:5
HltIO'i ;1',~IT,lllnll", Jt~lJldd,lljn
1,\ li',
+ + 2'7Y 81 y ~ 120 1
tÜll'-,Ji(~~·.;;:poneHGial a t{}d~} :;;ti 32 Il'! [I)'"
;-: n Re.~ülvel1d(}- equ.ação grau~ teremos y '= 243 ma.s
~!:,b (como
a>=: b='" J)n) ;;:;:> a~ :::' ;.=;;11
;\1, -do 1<>
c·onH)

l' Emnpios;
l} :5>:,;,;,61:S (rAJI11{) {)25 ''''"')"1)
'3:<=y:::"Z;. 3);;:;;24.3 =;;> 3);',-;;o3~,~x=5 ltalol":
i)/ IIJ

:4)Remi""" log, de 8 na
b)í{~)='3 1
j i.':"'l:;(; .~

2x: +- 27.·,j + 2);··} = 13 h) lüg de 27 0;;1 l),l';~'I)


cmlsrj~r!lndo;,) gr:iJi<:G d-est0i tünç.5ü
9 9 ;:;fmplitka.ndo teremos; c.) J(lg de 125 nú 1';I::;!." 1 i

2" +;2''',2-) +2'" 2·,·3 ~";:}3 d) Jog de [DOO rm b:I';{' 10


tçrenlDS =:>
<

lüg -dt' r~
J) 7Y.·;; 1 { 1 pode s.er t;':$(:rltü (.V~~: 1 1 c) i' /) n:,'l 11(1"<.:

7X-,\ :;;;j. ;;; ,:J '",,-n fazendo 2x = y,~ tcrelríQS y + 2' y i: 8' y ,:: 13 f) log (k ~fj:!l:l bi1::I; ,!
Re,solvendo t.e-remos: g) log dr g h:1C,1,' I t,
(2)""Y

I ser escrin'\; D
)'''''8 rtlí'lsco:màZ"""'8 =>

lOGARíT!\InCA
2":;;;2;1 :::::::> }1'rn3
]"J) Jüg
i) log de
1) íüg
(k 6
i
dt 18 n;-~ h;l~;1.'
JJH

rL:~ bn',.c
1)(1::-(' ..1(,

I I1

I
1,1,:

A sendo uma invtj'~ i) log tk .'),/2 lIa',.'


sa.A

I 2' Gl"{ILH'}(f o-ü


logadtmk:a, m) lc;g de j flí\ b;\~;I~1(/(1

I N{). 2') grupo l{,n~-mos todt.3 us '~qu;~,l,:.i.ws


r1~"+ b H" + c'''' 0,
>
ripc) Se y = a:< então

que se le: x é fgwd a lüg.arUmo de


X"" Iog& y
y na base -a.
I)
~~ 1.','.~.$Q"

,I
(li s'r I~rl S
I
I
1,)1<,',
rn,rior cümpreensão V:iffiü$ dar ('j I,"," 01, I I)
equivalências entre as.
i, I Se Q< < )10,::', I 1,ll,

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.:;,y" 1 nH:j$cürno r P 1FIl~) W,' ~1:!
11':Iljli\" 'fl' (1')1 W,~IIIJI\ ::,

11-;

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n ((}I~':~ ~S;
I) L(ft.'.<lll1llH)ljll111'l"llllfll
2f. "" ",:;;, 'x
!og~b::;:C .Ç:;> -â.' b '\liI'I""I",I,I,o'
1.) R-?s{úver dos
Exercícios KGsúfvifÍo5-
2~"" .{- :::::320 pr·H{.s.and0 w~ral
J)- Calcula.r ü togadtmo de 25 na b.ase:; 11" .,if,,) I" 111,'
2'[ 2<:+4 ir-3)O~cO
Jogj 25:00: X <::> Y:R> 2:5(:;> Y= 510 X =:2 11) LIl:;:lrhUl()~ll)(PIP\ I'. !lho
x, +4
I.ogo; =2 1'11111112111"11,11"1 ,["I., I"
4 . Xl:, + S _ 2.~'- 320 .v:,: J fôz)~ndc :2' .,~ y
,lu d,'\I"tl 11,11 Itl, "1111
log de 1/4 na base 8
<l.i + g y. 320
fog~ U4::"'x <:::.)- S"= U4 <=> 23><:""2-2 G,x.= ..213 b
IOfi' h", I', I,.!· I
YI:::-~ 8- e y~ "'" ~I Üq:ilno logo: log~ 1/4 = -2/$ ""C "
B 2:'< rfl) tOlpnillllil d:1pHklhn
PR(U'llRH;:E)A!JIIE~ DA FUNÇÃO
:::: -10 f;8:0 5üIUCi:.t:J LOGAfUrM[CA {) lor: de l:Hl:1
1,1'I,o,d.I"I:]'"
rI,1 1""11, \

3~(:;RL~P't] Sendo 8>0 t' a;;1: 1, b>D.,8â-Q válidas a,5seg~~rnte-,-, pi'Opd'~ IV} J.Or~:lrffllll' 01;1tido

!Ç:gP' ()\ f\W!Ç!!U';tlU $ I~)~logl:;;;O 0.0


1'111

111.11
1',<1"" 1"11

'""' 1, jb~l O iogarÍtmico de em quó.Jgu<"r


ce;niD (':xpo~;:gl;';,
n·.) "jogau:,,: 1
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1".), I

j' ~62S l:<.~j + I"'~"" 344 a, Logo: ü logaritinlco da base é s'ernpte E>';{.'lllpi'.1

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·1· 3'C-~ -+- T....·: rfI-) Se b ,,' C" enU10
das e-qu aç61.';$ 'iam os l) ReSOlver 3"-;
Es-Cfc\-'endü ;ku~rm tn8.nfkl1 nwís :..impk'~ J(lg~b Jog/
-(2I'o? (., I
1'1

=---.'. __._----_::--'-
,li", ,'t l!L ji,
I\!I/\ 11 MA 111/1,

- Uma fónnllla 'mporro .••!e


Au,~,,":::.',i.tfn- i)'ÚI";2}, :11.'11',,1'1
I I I Ili J i .1 ~I, \ I
/\i\;-,
1\.,1
f:"(;

i':'..=JW, I I I I L
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I-li II I I I I I, I
'(fi-p)l

l'Exemplo:
Quando O~;IHllll"'II,I'1 kl1ll1WlUIl1fll ' ·1 ltll fi, I'h·, l1ilq \'"
('",k"lar,
dem começal fH!I .I,L-;l li
':lt r"(,!,,, J,~~~M 9"4" ••.• t::In'::M<ijro<l
tJ Il<l}HI~fii:lil~~f r2~~~jj!j,ffJ{Jo~1 fMp;:w;:;i!)íl'iWír.il!-t;J
~, <;:, ~. AS,4 + A3,2
.:. '!;!, 1;. 5) a) A., ;1/\,
f:',
l::l C.•
'C'" e:I
t~ dem~l dnco a vice,-p.rcsidente, sers a se:cretário
b)A4•2 N, AZ•1 :'r;U"I" @] I II II II I1:'1
i, 1\" I li"
lI"
(:,. c,.
t',. 1;:.,.
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miro, Quantos, podem sei o, resultado. da eleiçilo? Resoluçllo,
li)]
[<j] , I I I I1 I
(:~ <:. <&:.

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Itl
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t:• .tl
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(le\ 'I:;.
-1;;, "<I
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-t', {i, ~.
~.f!.
lCl 01:
C',
Q.o
4)40 h) Ao.:! - AZ,l ~~- , - : '10 = 5'
(,1, e.. t:.
o~ 4 t:~ Portalljo u!l1!4d di:' llllIlWIW, 1\ '1/\11,' í /\', '
~.ç, ::l,
(l~ -{:, <).
'I!., jj::, ~, Respostas: a) 30 '1',',,1 1',,1
>t. ~. {;'J

ç., f:, a, ·11\(1 i,il ,1;'1/


.e." 1:, >:1,
2<1':".mpl(1'
Rc~"po:a,l:1\ld,,'lll1l;.IJillII'1I 'l'li IIIUtP 11'
Resolver aequaçãoA.,t: 12
ResoluçãQ: rE )( If.:r,~1(; á Ir: O tO 3

1)(.':'1<-')"'"
f,.""" t:2 :.:.:::::~
'x (x·, . )~'

d~l~ ""'12-0 /\I'i,:! l A,I,:I /\',

,
a) .
1\",:,
~ /\',.1 /\', \

!~
I,
h)
sem 4- AIO,:' 1\",,1
Se' um 2) lü;~~nJv,\;1', (lPI,lI,I"J"
ceSStV~lS e 5 [~ 54 Com (JsaJgarismos 1,2, 3,4, 5 e7~quantQSmlmer05 de3 algatl~~
a)A~1 'l 1\. ' 111 ''\", 'J ,'\
r, ( o número de possibilidade,; da I 'elapa Observe
diferern
que os grupn. (mimern'"1I
entre si:'
elementos)oblid, Sém os repetir, podemos fomlw?
e) A, , 1\,> 11
r, ti o m'mem de possibilidades d. 2' etapa
" pela ordemdo$ elementos (23 Reso!uçlló; Os números formados devem ter 3 .•Igaris. ti) I\",~ -p 1\ j ,I ' '\, ' ,lil
por exemplo: 3) Quatllo.'> ItÚntctll'. ~k I ,df"'t1I',lll(' dl.1 tllh "'1'1" I"UII 1 I, 11tll,ll
rom{).'H~Ig;llú;Cllu,; I,}. \, ,I, .••f,. I, H, t', ~J '

4) QU<lnl,t,,; l',lfavlll'., dI' i ldl ;V, \1 til I' t"li'.i~', I" I' I, tlH ,', 11!IIlI;!1

lnvertend<Fwa ord"," destes .!gari$mos, obtemos no. roU1 <.ti 9 pli!lI(,~il1l." ICltj\" I '" 111 ~'.';,) ;111.11" i, ~"
numeros; portanto o problema é de àlTIlll.iossimples, 5) QU,H'lli1:; ])i11.1\11;1" 1k' 1.11:1'; dl',1l1!fll' l"lill'lll "" Jl'lllld
das com ,\S VOf~.II'. lil" HO';.~I ,lILil" r,,"
A",-6.5.4=110
6) ()UJllllll'; llHllln~, ,I, ·1 ;Ij" '111-111,'' ••. 1111111', I" li l'IH' I', li 1Ilfl,Il
Respostas: P'ldemo. foonar 1,20números.
com oo.;.t!gmi:ilil\l;0, t,! I,'l ',(,1;\,
€~
rt-l 4'Exemplo:
I)'

nÚmeros parts de 4 algarismos, seJ:ll 0$ repetir, lU' ~"·(U'UI\ ~


com os algarismos O, 1,2,3,4,5 e 61
-111
I"
1I /,Illi
11n Il'rIllHi
.I(1"
>11
'P
1),111
i'll'I
l'o."uimoo um toIal de seteaJgat1smos
\).'10'1
<: os11",1
nume.
;<)"11"1
0<;.forrnardevem ter qumro algmisnlO<;,

o número formado Ser par, deve terminarem O, 2,4 nu

I',
~!J\ j tJl/íA n, ,PI

$~!\;1fg;oiLJEtz MAl/MAr
J"EXémplo
ún;jen.;\{b (',rn (:H::~~A::m
COM'I!ilINAÇÕIE$ $IM"LIE$
jIÚni~r(;'1 2"EUUlllJo

andoNse todas as p.enrlUtaÇ-Ões: de seus a!gat'Í;;mO$, Colocando


diferente d. outro apenas pela
nentcoS, CÜITt'~ pe!\~HliI'l,QIl.lII1H.'i ~ (lltlh'llk" '.IIII';tiIutd.,'. dll
usando
"úmel'O<!3521? Exemplo: SO~I.spo<km ~ll'r 1~llllhl",I::"
Quamas camiSSÕeil de 3
Resoluçilo; Vamos coio<,.r as fI"l1l1Utações obtída.s Rel"lolll\':!.11
5 4 e1cmento, (A, 13, C e D) de uma classe?

As '~(lI"l]i.';~iik.\ lllllltlldH'. dn'CJlI 1('1 i lli'ii'Jllil'i. po ('


4~'5 1:""~1 1: ~~~ -i~ JI"o;»«1
~r-!l'lM:~>1
452· r~~~U'o:<"r 1:a:jlO1.~ld~ Q9J:<f;~i iJ'lli.'ll •• 4i

mODOD P-t "" =,24


4r .."
MO
PIO[~~J lu j ICI
!1JDODO 1'. ~ 41~ 24
<-
""""
At:"

[[JOODD P. ~ 41 ~ 24 """"

0mOoo PJ 31
'-Me--
.•...
.••...
Observe que 0$ grupos (números) assim obtidos
um dQ o"lro .apenas pela ordem dos eiemetos (245 .254),
exemplo),
00000
[iJ[]JIIJOO p.
~

p~ ;;;;;3}
21
~
~
f.l

6
2
~
#to

~ - ~
ABC
!nvcrtcndo~.'ie li qrdw 1I dl"'P;~h jl('''.'.( 1;1'1,nbtntlu~; ,'1I

ma comí'ssào. POrlatllu o pl UhJI'JlI,l ,:l tf(' I Olllhlllll~';lll

Os grupos assim obtidos Suo denorulnados permutações:


rnOOrnOD
mrnrnmo
P, .• 21
1', ~ 11
2
1
~.-
~
~.,

,~J<t-
oco-

ti!,):11 ri :lI:11liJ ~ tl :,'1


.,.,..
:!:1impk.s dos 3 efeme.ntos tomados: J a 3, c s:1:10ltldJcados PJ,
rn@][]J0rn !l0.' ao ~
~ 3!«»! C,U

Observe que a permutaçiiú simples -ê um caso p~rUcular ~


.;OOe."

"""
de: i.~ro0,
A:, ~P, =3,2. 1.'6 R<:-spú:';ta; podeltlo:-; 1~lmlHf 10 l'I~Jllj',,'.t)I";
Resposta: o<;up. (> 90" IUgaL
Para calcuIartnos ""/curar "
" numero de oomi>sões, 00sm ,3'"Exemplo:
Fó~ULA MS PEmlIlUtAÇÕm
SIM~ lllXiERCíC!O$
"de ftn",uos e dividir o re,"llado pe, 6(24:6 ~4), que é o
E~~?tl'0f;f""'rt,{y·· do mimem de elementos quecompõetll cada COm Iss<!o (3),
Sobre uma Ida, llIiH·(;1fII""d,~ it IHtll!l)'i ': iôohtl' 1lI11:1 011

,..(0'1'+1) à (.:11j,ltlcil'i,t, nJ,H l Wr1 ,',(' > rr/lJl!o~; ~}Wlll:ll. r. ,:'illl'


Sen=f}, vem;
Ias obteremos" uIllu(lo ,,1quUt:'l,)III.'1 dC'I',["; 1'11'Jlltl~;'.

fi ~
tanto,
:;z; !;:': n!
QSMdoo.$ru~Jistnos 1~43,5eg?
~.'----'-."-'~ ••'.<iI .••

. j/...
!,/"
"

I"E.",,,,,I,, ,.) COmeçam por A? -- ......•. __ ._" ..... "..•...... _ ..


"
Qr.Jfintüs núme-ro,~ de 4 algarismos distintc,s podem b)'omeçalll por A e termi",,,,, pór fi?
fOH'nado.s> t1s<tl1do os algarismos 11 3...5 e 7?
R<snluçuo:
.• ) começam PQr:fi.

o => P4 = 4! = 4, 3, .2.1 = 24
"'15 ~ X(X-l){X-2)!
Resolllç~,,;

c)cQme,am pcr voga I?


fl.espo"tfl: Podem ser formados 24 números 2.1 ,(X-2)! '" 15 Cotn os lW•.••.
i~ Jl{lll((l'~, IHJlkrllil', lIJql11' ( 11. Illi~lwnltl."
por consoante?
Z"ExempIQ:
.5) Quanto. são os para a retíJ ri ;. ('~ 1111\0f;lt((l;,II11 11Itlllr"JIJ.'.llil!llill.' l"i1i'lí

MITO?

Resoiuç:to: Qualquer ordenaçlio dáS lelms de Uma pala. pura .n1"(:111 I'J l "1 U;IH Il11111,1t1l
rlljllWld,,',

temos: POflalll'1) o loclIl dl tllihl,l'IJI,,·, '11'11,1,"1 I" ".1011111111


A'A 1:»120
CLl~(· C•. I 4 '\, /l\(, 'fi! II1 '.'lJ
b) 720 c) Imo
,16 ~.<.<~ Rc.spo~\IW },IlIll 1!1(1!-.Irl~I"

ti
M/\ ~,:ll!ll\ll(;;", lI/IAIEMAllr:/\

SOMA !)OSN As progrcss(jçs genllll:~t]jra'~ ';,' d;~',',illl ,,11r!

1'nu_;;, ,,'1.1'"

l:',·1,II,lfJ,:I.',r,·HIl
dü conjunto dN; natHraÍ$; djfe,~
ql);an1o.a.o hf;' dlti Jérmm.
rentes de 7~/'() CI\f*} ou dü SUbcÜr1jl.tnt.o {!,2')~"lnJ do N*
~ohj'C b conjunto jl,lrlllll."l" illlll,I'I"'II'lrlll.llllll'HJI"ltlll,flllllll,llll'HJIU-'·,
2) Obt.ct a fff7.110de tnn<t PA em que «'I =6 l\llJ,:'fl )
fxe"'plo:
a, ~ 6" a" ~ 82 enll10
SejaA'* {'ll2),4,,5,,6} éfa1u11l:;aodeA!~m IR deflnrdapelo
"",=., + 19r:::;>82~6+ 19r~,'> 82 ·6'" i9,,=:' ) ?,~ró:~nln 0'1"f"-"'''~'''.'',,,,I.., I'"'''''' ." ••"h ",',nk"""~ , ,,', ~•."
diagrama EJ(IERCíCIOS R!ESOLVI!)OS j~"'t'" f,,, ,' .•••t.I~', ••••, ''','" .• ""L,. '1'''' .'•• " ~ ",~,Hi ·r'N 1I ., 11I"
~·4,,_1l·L·. 1.., I
14; E.WaJ éa (",?:zfio ~~2'!r.'!:; ·~~l\"';""I,',IU·I"I~'''''llnl"I,' I
qua~ o prittleir-o termo I) Calculara $Orna dos)O pnmeir05númems ímp""'" pos~lvos,
Temos ~r:~.~.~!:f.~.!'
.••••"l"I,,,~I,',I., "I'.'" I'" ~,,,' .' "
TértlOS:- ~~'~ S e ai, """14 mas
""ti'''' 'l'~' '~<."", ,.•." I"~,,u,.1", "'" li, ,,",)-,It•.•, " """,'" "'~,I"
~I'"1(IHUY, I( I.' 11 1
a,. = ft, + 14,.:0::>14=8+ l!;t.!lli!ll\il~J3
·~"H,,,I~,,I'~"~V,,lh"l~
li"",'" I

f(!)·'., f(2)~ i I f (3) *>IIoJl",~~ M"IW,",l"'nl~"""


••,.,•••"",~,r,,,~,HI",'.",II"",II" I
.........••..... ftp.<!,!l'"l
15 e 1'(6)""2 I, mas como o diminío
é uma parte dos natura.ls ternos uma seqUênda e em 112~UC-.;;Q $50 ~ 2,500 FÓIFtMULA DO TERM'O GIEJUU.
2 =>
vez da notação tradicional p{)dernQ5 escrever tâ(H'iOmente
! I ~13,11 t15121) e~óm isto csUm:m'lO$ diZ€ Na ptogrC:S$~(} georn('ll'ira cltl ~IIll; 11 pnllldll ~1('1I111)
f: JlI I'

I é () 6, quea imagem do 2110 1,ie assim


dos múltiplos de 3 compreendídos en~ a ramO é.q, ü n-ésllHo termo l~:
" ,
,1, li
PROGIFÚ!ssAo JUU'fMÉTICA,
(2000<:> e múltiplo de.3)
DEFINiÇÃO ECLASSIFICAÇÃO fO!l1lam uma PAder=.3)
noo são mú'llíplos de J) IEXIERcíCiIl)S 1l'.!E$ OU.VItr.1l()l:e"
tia cadatenno,
com uma constante
valor den reremos;
!) D(.ltt.:mlín<J"I' o O](i1\'(1 lerl\lo l'Ll 111'0,,,,1( ';·,lio (

l1,xemplos: e 1\ -H klgu .1.1 ; 1I 11' •. Il~ I "


;~:= ~ l)-~ -j ~ 59
~nwrv'; ::L;V ~-:;d('~~d~'~~";;:>,;
../H, e~ti'e:3 e:53
;;;s;j.al'lm!58:e-n-"'" a f6nl1ula da soma, teremos,
onde r é a constante -dada que
dOlemlQ _ 2) Obt{:rn lJúmn\1 d •. 11'_on(I" ri,· Illil I'r 11'(111111'. III I, li"
256eq o::: 2.
58~J+(12, I)r=> 55~llr=>r~5
AJgum exemplo:$. de progr~ssõ:e$aritméticas; e a progress~o 6: temos.:a ::'a .q"l(jU!:C:JIt_)"l('" I .,,,1 :. "'(I' .,'''1'',1111''
o valor dt~:1euilhcdd'f r: IUI. j'lI pClf'tlll· P,'I li f'tl, 1;1111.'1 Ir, I k~"l'lll'l',
~1m:5er=2 (3, 48, GEOMÉTRiCA 19ua!,í.lr a:~ bi\~CS.
" = 16e,2-3
256:c,;~,d >:J.~ H II I Il IJ
a, ~-8er=4
a, =7 er~O PR()PRIIEDADES DA$ PROGR~$
(1n,2IJ,I,4/3) a,=II3'~1'21i3 ARiTMÉTICAS do
l/Ir,
1/,1
I 'I'aI'I' t Ir'·,,1,I'krno'.
3)I/,!Numa
I' 1/-1e ü quinto
PG :,;lbc":,l"
;,,I,1,1:_:It' L~
I'I fi!!!111"1
tt.::lIlm,
tjlt','C ,I
i1,

:o::> 3
As progressões aritméticas se: dassifkarn: corno il~ J!, ti'

tltl'ita", , $pff.ltl-en~ um ~lWlfHl;I finitn ,:;16ren;nt)~.


{1,2,5.7)n 1» 4
(~3:,..a,-!I'.-t2,-15} ~ '<' :5
~lJ1inW-~{l- ~~ Qe I~rm~
€~éml>Jo:
W!IDji~ ' a;msellioom tm) tHlrT'O'BfO iltfitllJa di) 1(:1;rm-;;l\1,
(O, 10, ~O, 30, 40, 50, INTERP'OLAÇJl.O l;;'I:OMI'TIUCJ\
p,H'"a, ..,I(l2, $, 0,
denominamos t"'.a-zi\o"

~fFJ
D,Hln'; doi:', IUlllWl'll", n~· 11, IIII<"qllll.1I 1111 IWi' 111 " 111'"1"·
crl::Ji<:cntE:!.'t '. Q'U:h.rwh;,.t, N'.:1:ÜO t"nf 11'\!lj(1r tlH~ um de progressOo, geométricas: geom,étric-os {'Illl"(' h Illlllhll
jl l' 11ft f_1 \ ti 1'1'_11 ;.:11 ~ !',+ 1111H'11 ~I ,I , 'li' I

(2A,l{j,;14 .••.,}t~ 4
I ",=2,,'1=.3 primeiro termo (~a, Il úlillllO ,\ f, ,- I' IlltlJll'l" de Io-lliI' I·, ,'!- I I

f:(lI:l~lnnjH ",= 1/5""1=2 .\ I,


{lm;m,lon \'lIál2l.;fjó
",=20"1=,2 1. 1(.111111'1

",=4000q=,1/2
~~,s:r~.!~ v{!~litl1d.-, <i m:i:S\,,' tlJ'~ lt'll::ll'(jT ({:titl :;-:It:I·O
a, =40eq=-1f2 PnPll'c\cdv(>\UIO', r'.t, plllldlllhl IH'!il 11.ti 11IIfILlIlIllf'_ il
{7.:5,J,I,,,.}f""Hl razão (; rOl'nn !i,i1Il·li 11". U ~,dl lj ,I" I'~!lllt 11", .lq lill illl' I, "l(Ot, 1,1' ,
" =2eq ~ lI4 de terrJ)o.'-", a [illill' I' llllll d,LI 111',IH\lII' ,., lnl·l' t'" .11\1'-'11111111'
Exemplo, 1'111

ICÓRMULAOOTERMOGERAL a" =1"'1=0 do tcrll1~"1 ,1I.[·f;1I


(1, 3, 5, 7, 9, a,~3eq=1
eu Exc-UlI,IJI.
7+Al .,=.lOeq=2 )ntclj1ll!.lI r, 11111' I" "111"1. I' "- I ,li" 1, 'I
nraiQ é K~O n"ésilno termot.:
2 2 ", =-6 e "1 = l!.3 lllJIIO":"1 1,,1, 'lri!1 l' 1\1"1'"

18 ,-~ ..- -'-'~-------~ 1"


l\IlAlr'\/IA~ ~~
,1\
Ir,}I, I" :\\!U\"iK;A

"\ ';11" Iml,( 'I,ld. 11101 ;11j


DA 1111 "I' 11, ;', :1, ,'ti

'ilii é .lil'lil!ll,.k llll:lll", "1',llllfil,1 I

PfiW\'IJ!!i!IRôTERMO POSil'i'\fli) S!JS'H'fEMAS UNfEARES e íl.'WI',IHlIllt, I ii i'H~lInH ;"1',il~ft,i'-; o

o limitada SOI;18 do5termos de um. PG decrescente llimi.


Dfl;fUmuçAo
iP'!~li.'H"'!f{t~IE!::MU}IES
DAS W'~~@~~$í$ÕIE$í t.da COm a, :> O é dada por l"l1'1111"Hl~, /tlt'llh."IH1(11I11 I" hllh~'l· I"
As. rnt\trizes. são tabelas. de níRner()$ reais utilizadas em
~E~M IéT~UCA$í limSn qUilS'C todos os: ramos da ciência. 'ç da Engenhal'ia. 311 (lê-se:: a tn~s doi::) t·I{~lIll.~lllll jOi' ,11i",,d~. 11.1r" 11ll1l;1 I'
n-}OO q 'coluná. ,Exemplo;
computações PQf matrizes. São utilLwdas Ili
H
11{ ;
o!tI :~..I
" I;
QUESTêES DE EXAM!!i!S nomia; Fi'sicaAtômka, ete, Exemplos: temos: H
I S
EXt':iHVtO: Dada ~mlllliz: A
6)3
~] r~r:]
(3, 6, 12, 24, 48. 96) I) A soma de umal'.A. de. oito e 16 e o primeiro termo 7.

~~:t::U 4 d) D ~
Enm", Q oitavo termo vare.

l~
r':)
.)8 b)5 0)1 d)·3 'jI/l l'IH'llllllll rl,~
b) 6 = "y; 7 pnis I\}I
>

lha e 1m qllW'liI
t' UlIJ
Clllllllil
rk'IH"'lII;1 .\1'

2) O limite d'soma dos rermos A l'G(lfL,


a} da ~ 114, I/S,.
b) Eu') tDda PGfinita~ qualquer termo, caril -exceção dos 8 A"I .5, pol .....A,'l t:: Hlll ('klll,'ni'l 1111. ',I" ('1'1'111111;1 11<\
extremü.s e médja,geo-métrica entre o-telm-o anterior e o pO$tcrior ~O ~la ql ~3fL .seg;undã li:nha e na 1.( )Ill;.~il ,I co 1111110\

3) O I)l'iméiro remlo de "11'" PAé -2 e a somados oftoprimeiros Aj~ ;w;:!. , POi.'i Al~ ,~ um Clj~IlWllio qlH' ',I" "IWllllltl1 11n
telll10S 6 4ü. A razão dá PA val~ pti.méira-!ir)h(l ~~)H. qtlilllll 1.111111111

aH/2 b) I c)2 d)3


4) Se y, 6 é 4 são. tennoo <::onsecUij~ de uma Pq e.nmoy va.ie As fil~$ horizontais silo chamadas de linhas e as mas
MATRiZ QIlJl!~IIJ"U~IIJ.A
I'RODtlTOOOSn PRIMEIROS TERMOS DE UMA PC a)9 b)S c)6 d)4 tl:cais, (."(}hJuas de Uln3
Toda matn ..... l·1ll que 4111li11Wl'l d,'illlll;l", " 1,1'1111;\" 111111'1'-
1,I
de colun:::t~; é ctl,ml:Hlillk 1(1111.1... ql';Hll.ll!.l
U 'produto düs t1 primeiros termos de LU11(1 PG e d.ado por 5) As medidas dos ângulos íntt:dros.de um ttfángulo estão n colunas é urna matrizdoHpo iTI X H (m
Uma nUIU fi, tjl1ililnHLl 11 10I1jj\'. , 1I i, ,11111)1'
.. I
Pn :::: em PA de razão :;W, O maior itnguiú de,$sctríângut(} mede Se obsevarrflO.s- os exemplos aCit'fla veremos t:lue: chamada de lIlall'lIqll;Hlr.1Iti 111111'l1l1l I '('IJlI,II<
a) 100' 0)90' <:)80' d}60' a) A matdz A apresenta 2 linha e 3 colunas, fngoé mua
,jn fÓJ'n1lda tieterm'ina dois valores
":i

para Pn, e
6) Numa Pc, primeiro termo vale 1/9, oiúllimo 27 e izdotipo2x3.
'lll'n' \: "Wt"(''lS;,r!o examinara
l'I:·,'d"·'~'. ~':l'~'l'fJHn;ú.
para D
f31
.O ? I t: \11,llilllli\lll/ 'lll,l,ll wl., ,k "'P,lltt.til ~I(Ik'111

''if'lllphr .)3 0)4 0)5


\ ,dnilitl' n pmdllln ç:) A matriz C apresenta I linha e 3 colunas., logü é uma 1.1 'I
7) Na seqUi:nc!. definida pora. "'(1 ~ 1/11)( I l'jlh11j1"I,L"III.!,h.~I"I,·,li 1,,'il,IIHhll
) 11'1110:-;: ;11 I, aPl
el1 E :N',ote.reeiroWrn1ova!e 1 x3 (todamatdzqlle apresentar uma úníca linha
[ ~~I '''1 1:,"1
1,1 "

l?HJ" l12Hii" ~.: '120'" COIIHJ todo:::. os termos


ri pmduto ;'("'Ú lJositiv~) alO b) Ia 0)8/, d)3
d)A matriz D apresenta 2 Hnnas e uma coluna, logo é lima U.';UAILIOJUH, L:lNnn.
lenll05 tais que sua soma seja!.5
3) Uma PA de h'ês e zdo tipo 2.({I (toda matrlzque npre-sentar uma (mka cofu OUA~t MJ\'nULL5
prodom seja 80 pode Ser representada pela seqüência será ch:mrw,da de matríz co lu na) I JlIW' 1II.'Il 1'1/,"; lh' lll'! ~til o, 11 .'10 il'llnj I jll<!llIl, I 1'1,. '.W'~ (I ,,',
,',i ~IVIA LJ( lSu PRIMl':II{OSTERMOSDE UMA I'G 0)(2;5;8) b)(3;5;7) 0)(1;5;9) d)(1;3;1 dr·ElH:lll(i'; dI" 11Il'.'.lll.l 1,,1';1', ,\10 ',"llill, I ';'llIliI"
1I :',fH1M ílw~ jlrlllletms LI tennos de uma pmgres..~ã{} geo- 9)Asol11a do. 10 primeiros wrmos claPA (·4;-2;0; ..•)
~EPII<!.fl;SIEE\lTAÇÃO ALGÉBRICA
fi 'I., l é dada por
lH~';t, j,'" Cllll1
a) 20 0)30 <)40 d)50 Ut1I i:u:mlO$ letra,) nutiúS{;UhlS para indicar matrizes gel1é,
1:1
I1 : III " : I
tas e letras minúsculas correspondent-e.:S para os etementos.
Sn ~ 10) O lOlal dos múltiplos de 11 compreendidos entre 20 t\ i!.',n,lld'HII' \'11111' dl~'I, lil,I!1 '11 ,I, IlliI,l.l 1111.11111, I

q - II)(jé Ajgebdçam'~rHe,~ wna matrlzA pode: ser representada por: 3:: dllôl:; liHTlll dll llll',III!J 111'0

r::)U.'!RCjCI~$ RES~L'\fU'lfO$ a)8 0)7 p)6 d)S AIJIIÇAo nl MJ\ IU'In~


$'1 ata
:a.~:)
<333

I I) O lermo geral do uma PO é detlnldo por~, ~2'"' com n an


et:32
A~~(lIHnd4(1l1l1lIi' d"lll'''IP I~ 1I11Ldlj ,1,lq"'1I1 II
que :,e 011(1:'111 :.011111111.1"" ,11111' 1111' d, !ll"'l!l-! I"LJ,,:IOl 11;1"-
E N* . EnWo ", - ., vale . III,li, irr; (Lula,. I '.0 lIqd"
~.íCci'3'---4T -~T ~3 ~5 06 ~7
5, ~ ;;)• 1 "" S, " 2 "'" :1 t.
12)Se (x;2; 4x)éuma PG, en(jjo x vale
2) Calcular 'iAsoma dos 6 primeko$ termos da progressfl.f) "

a) I b).l cJ ±l d) ±2
am2 am$ 'I lj
11 I,
I1 r, I i, I,
I
ttmo.s <i1 .,;:; :2 e q .J2 logo
RESPOSTAS
10 2C I" {li ( ! I i,
Com HJ, n E IN'* uComo otpadroAébastante'exl{~nB')-, a
~" 2 , (,J2ã - 1} 2. 14 3C 4A
rlz m x. n:será rq}"resentada ahrevladamente por:
b "" ";2 • 'I '" _ 1 "'·12. 1 59 60
tG.tbJn.rdizando o. dÔ;H.nnirm.jCi da fração temos:
1C 8A
H (.j 2' +1)/1""14 + 1}
",_. ~D IdA
20 ~~--~"-'-'-----""-"""-~"""-'~~.""-,~~",,,,,,_.,,~~.~--_. ~_." ... ,_ ..... _... -- ~~~.~
Mf'.JIIVI/\fl( 1\
M/\I,JIII/\lICA
II1 ~ ~li;,!" mjl'·'tlll. ,I, Il!U'1 111"1,1, 'j1h1,II,III., ,k J' "I lI< IH i
<;"'1111j'r' 1,",II,d II dll, I' li' -I, 1111' " j_hl,l!H',' 111' ,I, 11l111!11 ,LI
..li'I)',oo;11 l"liH q li I1 di-I' '1\ i''llll,,,ld jli 1". ,I, m·l!j,!
d) DI](iel 1)IIIIHI li" ·-1''111','111'' >I,!,II""dl,1i ',11 111111"1'1:1

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E
~] EXI;,,'1111,l\l',

•[Cll C12 fi :.\


CZ1 C22 'til [,' I"..
812 ai" = I ><2+3x3'" II (1'lillhadeAe l'colunedeEl) 4 !,l
a22 a2n I x; +3 x4 ~ 15 (1' línhacieA e2'coluuade B)
G" = I x5 + 3 x 1 ~8 (1'linha4eA 03' c<)lunade B) é\
o B li
8 {) 9 4 ()
C" =2 x2+ 4x3 = 16 (2' linha de A e I' coluna de ~)

e" =2.~ 3 +4 x4 "22 (2' linhad"A 02' coluna de B)


5 ( i)1:\
A~1Q212 -, -, '.. 3m2 C" =2 x5+4 xl 14(2' linha dcA c3' colunadd»
<)
I!J :\ I

[6-2 4{) ~7]


1 logo:
enU.o: 111)0 dett~nllitllllltt di' 111l1i' llllllll/lllllllh Jld;l di' rl'IITh ,I
detcrrnh1EWO val(J-r de; (H"''(iem (::ühlí~Jofl'l(ll11wlllc 1I1i'di.1l111" tllll,11';I'P',iIIV('I'i,lIh 'I' Iil'
<Xai2 í:t31n
recebe o ll(JmG dc' rl~!',lll (1\' :·,AI,~I-'ll';
.)A)2 h) ÂZ1 c) A" d) Ao C "'[:.
.16
11 15
22 8
aaZ2 a,a2n:
elAtl . t)Au . MATRiZ TRAi"Ul;Ií"O$TA IN;IEGU<:A UltlE ~i,tUl;rr~llJJ:l;:
3) C"nstrUtra "'atriz 1\ = ('\;) em cada um dos seg"lOtes
.ças-o:;;:~
{Il'" ill' Ir) li'l Ujllll.lÇ l~: "'~r,~~
III n~K'"
A
a);\td()tipü2){'1p..A. =1+i b) A Dada Il'ln~1(1lillll/ qU,Illlll, tI ;\, t, 1"111' 11,I! 11(klll, 1'.11,11 ill
,Jc cLtlannD5 o ~jl;1ld.r,'[':II(iltl,lIll,",
j

1:',1';1,', 1l'IW!1l111(",!l1> Ll,I" ,li" In


d) A celra coluna ,I'; dUI~~',pnllll'll'[', i\ ";lollli~JI1.IH'I~':; 1,\
11111111.1'. 111'
M~t12
produto da dia~.',('llíl! IH 111l11l.tl I. 'HH ',1',1', 1"'1.111'1.1'. ,. :,U\o[l ,n, 111' ,',
o prüdtlt(l d;l ~,I:(:lIlld;ll id r de !;llll,', 1'''1 itldil',
Exemplo:
1 H'" ,I
3
't" "n,~
Se ":,.1,,,
O ,:],ellt1ío: 1 ...
-2 A'"
Y~6}[: ~] S,As
3,2
[3,5
3,1

3.0
~] .tl1U'k}

é/ (I) (1' li'


y EXClllphl'

~}{~1~] -5.1

-5.0 (I i,,' ,I

RESPOSTAS
'12
4 fi
:2
3
O
'I
1 I" I:
aJI1
(j ij III lh
1) a)2X3 b)Jx4 c)5)( 1
({)hz Ml!.n.TUlP'UCAÇAO §»E UMA MA' ~h.l'l 3 ,.,
<,
fi()
.2. ,I
POR MA'fFUZ .1 4 .\.1 .I' ,,( "1' ('11,1,,( 1/111'1
e) Ix2 1)2 x2(q",d;acia de2'ordem) "
~ II ': .,.', 1.I I'-i

2) b)lI:lJ~9 /j, il,


at)~~ aro$: v •• o ~ a.'1~1
d)•.,~2
6
e)a]j= f)~n=O COLO DO DETERMBNANTE MIf::r.aon C.OM'·U • ,\lU N U\U
-4 de umn rnatrizquadracia de !'ordem JVh-UOr("llll'l'illn"Il!1I1 {'.,dl' lH'illIlIUIII,
jlf 11111j 111111111"
3 -2 llU<idnula 1\, ,Ir lOl,klllll." li,j, I, Ill!lII'!I!1' ,J'llll'llll. '1'\+I,h"d·!,
de toda matriz q,wd,ada do tipo [a,,] e !h,:otdt~llllj I 11I<1ld,I,llllIill)l(I'I"" ill IIi1Hl!IIII'" '(1"111;1
4 O Cnlllll<l,

II
·22
II/ll\I tII/IAIIU\
iIIll\lllIIl/\ 111/\
ExetIJI)lo~:
4+L3= 10<3.'1·3=9 fE!tIE'lIt ,r: 11.; 11I!J> ~,h
z l,'S .'~1st C IlIO ~,
1'1
3
a) Se J : ~J': I IIV 'I
O n:equa- b) '1.11': 1:1,/
do elemel1lo Á" "igual": 1'2·
REGRA DE CRAMlfR ;'y
I" ,
q
Dado um 5istenla
[4j 45]= 16-5=11 G}' [X+
5x+y-4z=12
3y·22: = 8
,3x+2y+Z=4 <I) 1 :,'"i,., I v'
:1)1 I::')' ;\
a1xj + i:l2.XZ + <>""H + i:l"X" '" Kj
(Observe que ellmin:amo5 a .3íllinhae a2~ coluna da matriz 1'3 - Se um. matriz
A) bjx1 + bZX2 -+ ",,,.,., -+ bnxn = K2 RESI"OS'JrlIoS
tinhas, ou colunas, ic)rmadas de elementos resp
vamente iguais, enlão. det Á = O. I) ""'I
1'4 - Se uma matriz quadrada A. de ordem n, tem + nnXn =
a)
c) iml)t)~·;''iívd
11)

(n ,
(ttlhas~ ou colunas., formadas de dementos pr(l par.à resolvê-Ia iremos y 5 y ...
= 0,
s~A=3,2 [i -1
4
5
1'5 -
onais, enm(J~ det A

Se uma miltriz guaJmda


y~2
Z"'~:;
dü eiernento A.H é igual a; oU C{
ou a~ ,.,a,
b,
,.....
fl:1
......
n:c
~UlIES1rÕES
b, , > ~ • • • • •

4 -4
6] =-16-(-6)=-10
• ~ + • •

(Observe quee:llminamo5 tI li' linha eal.:l: coluna da matriz I. se(~ .. 53)' (ab 'J .1. r'4
'1,11 'J ,I'lll,hl,\ 11101111. .• [ 1),
i'I J /',:
A)

COilllPLEMlE~TO ALGIESRICO ou a}
blC)
<I)
['10'1
COFATOR ')[1,111 11,
!) Calcular os delenninal1les:
'I'
Comp ItU1Cflto
l'I""""'I/I"'"''!''''''II'''
4:2
3
2'
31
·2 I~
b)
I4
15 3 ~!
21
c\ " o
x~yé: 4;
51
I,~, 'I
ri
1
1) l' Y··:' (r~;
<I) ,

b, .". Di 1) ( '\
"C)
, 1 4 I
c1' <

I 1 ~1 -2 I ~ • < • ~ ~ • K, • • • •
~no
b,
n,
...,
0.0< .~
-.
41 11
1.:',:
.2 f(",••
" ,,' +

[-3
4
.". A,[: 6
o cofator de A!l é igual e).1I 5 O
-411 !) ' 2,
4 .~O! !.]
1I

/~i
a: g) ,4
j 3 1 I
-3 'I h).j, 4
5 ·3
-21· :.:~
,I;' I
:]=-14 2) Calcular os dele,,"!nanle&:
3, o valor de I (";0:; IHOo I"
:2 1 3 1
13 '.' l','

o) s. -2 10 enl;ío (} cofMor de
a)i1:2 i b) 2 O a) 2
h) • ','

64 38] 032, 3 3 I
iguala: 1 -1 :2 1=-4-9=-13 ~) d}i1
-2 í
4. DadaS;)1) .l"nafl'izl':;
8 C)I -3 1 -2 13
(-1).74 = -74 450
O -2
3 1=-26-0=-26 A= r',
,1 0)
;1 ,. /I (~ ]
Oos,: Ê:cI.roquc: RESP@STAS 2 13 I cntJ.n l\ ,I· I) I.~ irl,nil ,I
• Se í +j é par enlão oeo€atoréígu.l ao menoreomple- I) a)-8 b) 10 c) 14
rnenta:r,
e)4 1)2.0 g) lS
3 O 1=0-39=-3\1
,·f
,

então O tofatOcr é igual ao {)J)Q$«J do l) a)9 bH c)-2Q a) (5


"~ (,li J 11,1 "

TECIIEUEMA DE LA,PLACE "li


e) (';
fi ,\1 11)[';

IH:~H'Oí, ./U~
,J\ '111 \j-\ 11'
)
24
}'t
l\Il/\llllllI\IICA
,-,.-~-.-.".----------_ . -----~ IVI/\l LIVIA IIU\
4 GfEOfi/lOfE;'1rRflA PIl..ANA:: 2) Duas avenidas

~Q$'~A$ E. TRIi.t\!Gan,,,os $EMIEUiA~TES


c·somente
1\1< 1\' I"
$I!SMi:I!.HJU!lÇ~ "' /\ [)[FI '.lI IIi II
dois ângulos respectivamente tongru~ntes.
F~b:edcpaTIlíelas
Um -conjunto de retas de Um pl<1.i'toJ paralelas 2n pro:rlriedadc{ tem «"ilW 1'1IlulJllllt"llbll ~Ilt 'inlll'IILIIIt.'U)
nomína"se M •• <l~ paralelas, R ESf'OST.8Ul>
A rela que COlmas retas do fuíxe é deoomínada transversal, l)a)x~20 h)X=3 2)x=9601 Toclareta paralela U Uill hld,l de 11111tllilUJ',1I111, I" qlw 1'l"11I1

tra os outros dOlfí lauos 4;111Pl.llllll~' dJ:,lllIIiJ';, dt'{1~111111li1 lllllt

nEOREMA DE SISSETR(Z esses fados orfl triângulo S.(~!tWl!1;lll(l' ,1(1 I fi 1l1l1"IICl

A bissetríz de llln ã
na sobre o lado oposto _
pertencentes do ângulo c,,"<idnrado.

!'-,
i\·· j,,-~,

'reu •••• " de 't"I""


j: .... r· ..,

que.r~ segmentos proporelünaL'I.


83'S'
e c;; A ASC - li A'S'C'
AD é fi bissettíz do ângulo Â,
Den:K)nMra-sc que: ê"" ê'

.rnA8.-. .. I/\ NvlI') i\ 1\1·'(; I


Quando dois triângulos sãO' semelhantes, os la-dos opos~
no$. ângulos c-ongruentes. são denom,ínatios lados
!rnAC
r IIBC (M'/
(N}

EXERCíciOS 3;lil prUrriNl;~d(':

A.s, rnedidai.\ do~-; I.K~J"illwtl'\t'. d" Ihn:, I, lillll!,lIjP:. ",I'llI,lltolll


a(l blle
te-5 são proporci()tlai.'i ;\~; IIH:llidd'. 1ft· 111)1:,Lldw, 1111(II011H',II',
tI e t~são transversais.
Demonstra-se que: A quaisquer.

EXERCíCIOS
.) ~~ .~ .. " -- c
S1Io homólogos

se e B'C' (opostos
0$ lados:
aos ângulos  • A')
I!,.
" '
l-

1) Aplio,,"do o teorema de Tales e sabendo que ali h/I (, AC e A'C'(oposto, aos 1II1g,,105 Se S')
calcule a medida x nas figuras:
AS e A' B' (opostos aos llngulos ê e ê'),

as
PIU)PRUU'U'U':U55
h)
m<.+ e ,; ~..

/
.. ,· ]"pmpr,e<lade:
II o c
a) 4C30 ..... ': I'x :c Se dois triângulos são sernelh~rntes~ entãQ~ os lados do
'( são proporciona.is aos fados hort1ólo-gO$ do outro. 11 1\'"

h) x
RESPOSTAS ,,41\ 'p lI! 111111 [1.11101 ,\ /\1 \\
b)>:'" 10 .~c
,L_~, 'I" r" ,IIII'h",1" 111

26 -----_--.;, _
}I
Illj!\TIIIIIATICA lVIII,11 1\11/\ 111.1\

IIlIEILAÇ\ÕlES MlÉTIlUCAS i'l§il.1l T~I.lf!ll-

b)
~,
"I"

2'~X"+F:::::>4~,1+1==>x'~4-J ::::::>X'~3==>F "


I,
2, Num triângulo ,etângulo, a .Itura relativa ti hip,,· ,/5 "

detennrna sobre esta dois :segmentos que medem '9 em e 6 "


respectivamente. Calcule a medida des&aaltura. (6) No 6. retânguioACD( C éreto). pelo Teorema de
1
Vamos ídentiftcar seus elementos e as respectivas medi- 3. Nurn triângulo retângulo. as proje.ções dos cat pit'goras. temos:
das:
BC AS ~'ca(e«)
,ohre a hipote"usa medem m - 6 em e II ~:2 em.
medem os tres lado. desse triângulo? ::::>yl~16 +3 =>~l~:
,\
11' J
AH ~ ah"," relativa à hipotenusa RESPOSTAS
BH ~ projeyíio do cateto AR sobre" l1ipotenusa
J) a)a~25.h~12.b~20,cmI5 2Q exe.lnptú:::
He ~ projeção do cateto AC sobre a hipolenusa 2) 'I\luln 11i:tl1,L',lllo jlol'l'~lrk·., t llpIllll'oI" 1",-,k .1·l1 111.1 ,lor,1
As dímensões de um retângub são Sem e CaJclll~ra
Be~. AH~h b)m~ 8. a~ IO.h~ 4,J5.c~2\r5 do retângulo,
6CID,
lado conglw;lll~ Illt.~(k "OUII, 1.111,11
(" .1l1wd,di\ lid idlll! 1\1,·I.lIIV,1
à base?
AB ~c BHmn 2)S.ff; em

-b HC~rn
Entre as medidas desses e!ernemos podemos, 'Como vere-
3)8c01,4.,/3 cm.4c01. --"- 3)Operl111elmdr·1111lT("LHjl'.1I11111lr'lh'

do relflnglil·() I\lCck "i"'I!l, ( 'jdnd,' 'lltll.'dl<


HI 111

li~,b dlill"lIllid dll


II111 dl~', iil,hl.

11<111
mos a .seguir. estabelecer relaçôes de igualdade, que são cha-
ma.das relações métricas no triângulo retângulQ. APLlCAÇAo DO TE~REMA D g,ulo,
PITÁGORAS NIIIIlU-;lptl.io ll;l;III:',lllo, ,1',1'"IIWolllll I'H
AS RELAÇÕES MÉTRICAS 4) ;1:.1 .• 111" i·, 111,

NA RESOLlJçAO DE PROBLEM a altlJra m(:(h~ 61:01. (',l!l,llIc ,I IIH~r!t1 li! \11" 'Iill 1,111' I" ,11' I" 11 H' .1' I

Já sabemos, pelo t'orema de Pitilgoras, que; 5) NtlllllrHp('~/i(1 hÚ',\.dt::;, ;j~.I '.I'i'''', 1111'11,111 'o. 111r I ." 111
.,j. " h·
l<:,dl) 11;'10!"Ihti(il'
~ ,I 'I • 'I" 11, I '
Cud~ \1., Iril:1.\.,'l
hlpolenusa é íguaf fi sornj dos qua.dmuO's das medi
cateUj$_ li;t$.ng:l).!ü ASC; pelo teorerna de: PitágoH\$, '~tmos: da altut,i\ thl Ir,qH:'""ip,

Z'+6' ==>xj~ M+36==>x'-IOO 6) lI, til,1,m;1 1In', 11l! I',I~:,11I111111.1': 11.1\ lI!' I, l,I' I" ,I: '111 01 1\(\11

6cm, cíllclIlc :1'IIIII:dllI11', :': l' V

osta' A diagonal do retângulo mede Wem,


l)(lr~,ü triúllgulo retângulo. são válldas as rel:a9ôes:
EXERCícIOS '.1
Aplicando Ú'l~~ore:trm
de- PiMig{)P1S. cafcule as medid:-t5
'I"

Vamos; entfio; aplicando


al~hJ:+c~
o teorenm de P'
nas: figuras:
'r
alguns problemas: II ~ A
l""xemplo
EXJERCiCIOS

\1\,
1"1
Na figura ao lado, calcule as medidas x e y in (1/1
Usando as relaç6es métricas no triângulo retângulO',
as medidas desconhec:'ldas~ indícad.as nas figuras
P\l/y


..':
C
Itl ~.I·()·a,Rl\'H.
11 ,1)- 1" '.,
a)
.111\',
'I 11 "

. 3
')1'"
A····· 8.. ' G
. l)l'[,111

1'1
"
·28 .lU
MA II fVII\IIU\
M/li ~hliA '11 1\

.IH"AJ;; li,'\; 1(1'I:!11, lI"n 1I'fl}!~TéJl,ú\rjjEE$I!»!,J)


'€= med,d" do 'adó do triângulo l\/:'"~'
r lI"'m,,['i,~~f<,~H:: i"'UTÁ«';OifUhíJ; eql\ilátero
/
h'ffl'mt)jidad~f'-:ütDm
I ilfilh Jll:i'lu
D = ponlo médio de ElC (altura e medi,,". coincidem)
8f3 cm. Cal·
i ';!fj"lllrlll.l 1I14'llhlH(Ia dill}!,Ol1al de um quadr~t(h'J. 6) A alium de um triângulo

cute o perímetro do trHingulD.


C<l,liIátero mede
\, ....."

'" calcule a rnedki-a da altura do triângf.llo.


.1'/\ I '11 I

/
/
/ ~ 1
e2 = h2 ~g2 h~",(2 ~ eq liíliltero de lado 40em,
EXERClclOS
C,lcul. a medida da aliura da face sombreada, 1) nas figmtl~., 5Iet',\lllltl."" 1';1\11110' 1\ lwdl(l" rlnnlllllll ldl\,
"',--:J"-'.'
1\ :--1
[1['1," "C
's indj.çada;

r I m'dida dú [adü do- quadrado a)PA =.7


d .., 111!'(lida da diag.onal Exemplo,

L1íS:
.)
Calcular a
PB =. 4
No I, illll)élllo rCI>1nglliú ABC (é é ,ela), temos: lado 50 em, A - ( . .,,) I"
o,,

'".
'\

i '"
\.

N,? J\n;;~ + ---7 íeonsma de Prrágcras A


PC 2'

d"",(~ ,',f2 PD = X

r,l ..;~f2
127:'2 "" RESPOSTAS B)f;j.\ 7
EXCtllfllo-;

C"lcullll' a medida
em de lado
da diagemal de um quadr<ldo que tem 40
.1'=50
!l c
2)3= 3),J2on fiE 12
{
PC m' '!
;;;;;.h r."
6)48"'" 8)20o.j3cm f'[5 X

é'=40
LJ
[271
d",40,/Zcm
40
1) C.lcule
10 em de I,do,

2) Quanto mede
IEXERC(CiOS
a medida

o lado de um quadrado, se Sua di


IIlEL.AÇÕES

R~laçiles

''''$;
MlÊTRICAS NA
CIR.CUNFERÊNCIA

N1HW.l circunferência stlü válidas as seguIntes relaçfj.es

2)
PU 5
t1(j
lJUfl'~
10

X
C(!l'd"l';, /\
5c-munpolltoP.:';;lhl.'lld(l'.,~rI1111·1\
I ~c (11, d1 n11l.11
)"

1"-1111101'11'
101111.1'1\ t
1.:\ l "I ~,1I11
."II~L'I·I.
"'>
t5 ~m,d{:V.'HIIIII{~ 'I'
d=
J

3) O perímetro de um quadrado m~de 4 mt Quanto :1) De HJll ]lOlllo 1', t:).,I"III\I d 11111,11 111111lflji'IIL id, 11111,>111111',

2~ aplkaçtÍ:o sua diagona!~! uma s~~cal1!ec um;l ImWllIl1 li r",'.,1 ! lI' 111I11d'llI 111 ,\ 'll'IJlllk
corto u cirCI~nll'li'lll:la 11I1'i 1'11l1111'i 1\ I lI, .I, 1111 Irlllllll Ilw'
4) A ngura abaixo é um cubo, no qual as arestas silo
A
pr. perpendiculares entre si. Se a aresta de",. cubo mede S p)\", (jCfHf ft,\ /'ltllll\ILUlI',"lill '"'HIlII'l"I"'lpd~'lI'IRI'1
calcule a medida da diagonal da fdce sombreada. no puuto C f }I:\,j lltilli' I'{ ,
11) Seil\ 111l1,11ip UII','11'11I 1;1d" I,III! lllJldild. "11111"11111\
p. ~:lj~;1'1I1h'1'; IIIUd:\d, 'i ,1,,1' 111i" Llq. li' Illd, '(li' L!

/ ""
""
"'
"
IJllIiI

POlllo"i ~1:11'i-J
Id.l, 1"1','.iIlPI"

! ill. qlill I 'M

AO ~U·U l~ I
1''1 I' ,I"

1'11
11111"",

A"
+ il' "111, 1"11' i.1 11"';

'"
"" II t,j

,I I
Cálculo da medida da altura de um triângulo eqUiIâlero.
l-lI 'li'!
~o
11 'j tilll

\1
1
30
1\l1!1, 11 IIIIA Ilu\ Mil' I 1\/1/\ III 1\

ponJGOi\'lOS nU~GlJ!LAIí{ES ,I \ 11' IlIiI, 1'·'Ii' 1·1,1,1 (I,"H-'

40 em 1"/ : ;l'll~ '111hlll H' 1 1'H 1\ .11- I 11 di; , li i\" I LI 11111 1I' ,
entre
Oividindo-.se a drçunferêrtd4 em 11 ~rcos (il>2) qUillqll('j.lniJ,ld11
A aB= "a6 .~") Il'lllilJIIlll <'",lI 1,,,. '··,Ii< 1111'1., '.\'11'1111 1-,11 -.I'I'HI'-jll"
cúngmente.s., as tangentes pontos consecutivos de diví-
D.-fJ:S
j,

1\, T~IÂNGlJLO EQODLÃTEIRO


SRO formam um ~.wHg(:q-V)r~gülar de n lados. c-ircun~~~rít()s à
órc:unferêllcia.
AD,

AlIlcdid<l

cnnÍt'ri;Il(·jjl
~IH",·t:II~I·oh,
1111l":nllll\IIIIWldl
f\ll, ,I,
l k A 11"
11',llliw'

II I ~'1ll1 ti
',1' lllnhil.\
i 111l'1I111lb l' il
lbl; ~l

nL~H
J

~ç cunfcri.tn('i:l.
I~-;;-/<:::~
tr[àngu!o equlátem Quando diviilull0'; ') 1':dIIIlHlllll'lIl" i lI.. d'l Imlt'l/lll,'lillll"'hj

}I
a.

\;~ ~ .•....,,'
o
-,/....
'\:::,-:::-,;2
) S~t1 diúm~lrü C:~t) llbklno:, (1111,1' 1111'_1.11\11

Est~cünst;:mlc(:UIIIIlÚIII"IOill;~\ 1~>II;11dl \iid'~1 ';,1'11'1110'

r)'~~
)ndicamos: que é ím.lil:mlo IH:la 1t':\I;l .1',11";'1.,1 n 11"). r

e
n= medida ijry lado dt) pú-lígoi'lO regular inscrito ~r= 1t II ;·1 I; ;' nl
"
"'~/
, Então, se um triângulo
ferenciade raio [""'"40 cm~temos:
eqni1átero está inscrito numa
a~"'"medida do ap6tema do poHgono regular inscrito
Obscrvaç,íu:
.> C ;'1 I

quad:rodo lns,crito hex ágono Jt1scrito


L;j?:Zi rnerlida do fado do poligono regular cfrcunscrito
() número iCr;H;]OII"I!l (; tl,HI:,I,':IMli-llll' l.', u',Ull!mnllc" I(lU
CÁLCULO DE MiEDiDA DO LADO fi A~=> medida do apóttlmítlO polígono regularcircuns-crito
~o AIPÓTEMA DO IPOLíGOi\'lO E3=rJ3 :.t3=40.J3em ,'e que A" ~ r)
$Í(!c:ramosn \1;~(p()1 LiII:l)nllll i.I,1111(p\tl ('\Iei:",l
IU;;GiJLAFt INSCFtITO, DE. N r 40 Sanemos que (>$ poligüt'los reg.ulares inscrito e circuns- EX(~ITlphL
LAtH~S EM lF!lJ!NÇi\O1)0 RAiO as = 2' "'. as =-:"'= 20 em coD:i O me$\t\oliqmcro de I~do$, Sã.o semelhante.s; entã-o, ()uat é,a nw_tlid;1 (1"111(Ollllll UllI'lIhl} (li' 1,1I11;11'jl 1'llIll'I'1 l~II, I,',
Quadrado inscrii() lados e os apórern:as são pmpú-rdOfHús, (.kN~lor~"t)cn\'i
Dados:
r=~)C~I',
1,) Calcule a tnedida do lado, e a dú apótema: T[=3'11,-1

C"'"'2-nr<~~>(' ',)i.j-l q ,lllll

b) do táãngulo eqtiJátetQ ln:-serito numa circunferê I C ircunferência tem 12 em de raio. Calcule fi medk!a do Respo'sm' t\ lll('dlda il:~ {' 11 I llltln "'111 :lIl t'· "11,·, ' , 111
raio 16(;01, seguintes poligo(lo,sa. el;~ c:Íf:CU./1.$-eritO$;

f) do quadrado
lE)o:nclclos
c) do hexágono regLllar inscdto tnnna. cirou
mio J2.:m. 2} do hexágono reg:111~r; l) O di{lIndw 1ft- 11111.1r i, 1!llllr·I"ll', 1,11111,Ir 'I). l\~ I ,IILI! (';\

3) do triân,gtl loeqüi lútero, nlcdida da dr{:ulllvl fillt,' iil',!


numa eircunfi~rênda 2) Calcule a ralAo ~n!r~ a medida do lado de um h.x
2) A I1w~Jjd:l dI: ttlll1l 1'111. j 11111.11111 I il' \ 1,(,11. < .I~lHllll' !lH.-'11'
regular e a do lado de um quadrado inseri Ií{ESPOSTAS o raio dessa cirClmf<',á'llvl.l''!
e4~r,l2 :.ê4 feréoda de raJo r,
1)24cm em J) Qll:llliCJ'.11WIl<I"IIlII,Jlli 11Ill,IIH ,',",t qll1' (111 'o \',dCI',
84 :. a4 2012.cm RESPOSTAS cornplet.aSl1Ull\,l 1')':1.1 'lli Itl~lI d,' 1,11" 11111-.'
3}24J3 em
4) lllllillOdllli'lll (1,-llIlllllr 1111" l_tl!.IIlI.! ~-,dlll', t L'I111,khl'.
HEXÁGONO REGUL,AJ({INSCRiTO = 20-12 em e a4 10-12 em C:)~ijlIOdil dú I I11IIld dl'Llu. 11 di'! li! 111'
'" MEDIDA DA. (mU::lJNlFER~NCRA
.'q HIIU11"-PII1'd' d; f~ '(,iljn i!+IU 1".1'1 dl\' IHllJ ".'ollH',
Um processo ç.){perh'nenta!
b) e 3 = 16,/3 em e a, = 8 em c~jnlpkj,I" (hIlHjill;_ l)1l",k 'I dliilll'-lf" ,t, '110"]'''"

c} e 6~ 12 em e as '" 613 em IrI :,1"4':, IAn


I )ff 111'1, 111 ')1"111

hexágono regular está ~ns,;rit-ofHJma ,drcun- 2} OU !! \ 1)IIHlll('

2
[--_. I, dJlIP HII I 1"1
J
32 _.._..._._. 1\
M/I I 11111/\ I k,/\ IVlI\ f I WIJ\ li! 1I

lll"
~)) DJAGONAL: é cada um A,A, . .I\"i:I,H,i',
'düih:êa:edn1 ~ahe:!idú ..j<""A(':ES !.,,'\TVl{/\J·~: ,:10 n', 11l111~41"f·.j·lillol
mesmafaCê.
A~Al::'IB",A/\ J!~"lll'""

05 poHedros quanto à forma podem ser convexos


2) Qual é " poliedro que tem 7 vértices e 1.5arestas? ALTURA: r:h;mm,'if' aJI\ll ,\ dOI!1 l!iIH;..l~t!h',I,}Ill.hl LU
conc.âv-J;)s,
3) Um poliedro convexo tem 6 facesqu"dranguiares. Cal- tre os planos lb~;.bol,"l";
Po!iedro COIlVexQ: é todo poliedro que em relação ao ctl[~r o l1úmero de ate$tas te vé:tticts~ SUP'l~H.F.ica: J ,I\'IVHAI.: r" il ';"lwllkk ljllt' ',~ Idl
no de -cfid.~ face fica situado" no mesmo scmiespaço"
4) Um poliedl'O convexo tem 5 faces qua.drllngulares, 2 t~m reunindo todil"; 1I~;lil(T', 1111j'lilh do llll';11111
Poliedro Côncnvo: é lodo poliedro não convexo. 2 triangulares. Calcular o nÚnlCrQ de vértices,
SUP[RFíCJI1: "rOTA 1 ': t' it~~ufll.'l!lcll"' 111]1'
':(' ill\j(\ltl
Quanto ao número de fàces os poliedros se dassifi 5) Quantas arestas. tern :Um pol1edro convexO' que possui reunindo as b,,~;csCOlll I~ :lIqw1'lh'IC" 11I11'1;d ti" 1111',111,1
em; e ti triangulares?
Chama-s.e prisma rq;uJar {, pll~,llld ll'lo (:UIW 1,.(",1", :.:hl
Telmedo (4 1'11ce5) 6) Sabendo·se que um icosaodro tem 12 vértices, qual é o
poligonos regulareI)
05 semíplal1o$ O; é j.l silo as fÍ\ces do diedm, l'cnmedm (5 faces) de suas arestas,

Hexaedro (6 fuces) 7) Vln polIedro convexo tem 8 t.1.CBS triang,ularcs e duas CÁLCULO [liA, ÁREA !DE !UM
AN~iJILO$: SÓLRl!)JO$: tagollflis, Calcutúr"(} número de vértices deste..poliedro.
l-fepta$dro (7 faces) PRISMA 1.~\1flElR.8U.•, TOTAL
Chama-se ângulo sólido O conj<1nto de pontos do espaço S) Determine o-número de um poJiedro cQnvexo que tem 3
Oct"edro (8 faces) E VOU,IIME DIE UI!\J~IP'RiSMA
limiradc por três. ou mais ângulos plano-s. não coplanares, em trLangukn~5., 1 quadrangutal' t l pcntag.onal e 2 hexagg.,.
nurnti:rO j1nito,~ que tem o mesnl0 vértice e 1: fi:2 um lad-o -comum. Oec~edro (10 roces) A árc.a lateral tk tlHl pri:;IJI;11 do l; dud'l 11I:h) pHldll{o d\.l
Undccaedrc- (11 faces) períl'netro da base peh:t f1huI ;~.

Dodecaedro (12 faces)


RESPOSTA$:
Pentadecaedro (15 faces) 2) Decaedw ?I'· li I
fô1Cj~

Icosaedro (20 faces) 4) II


re*M i\ :are'a total de UIII pl IStll<l 1:d;1iln IH'l'1 '.l'lll.I il:l :"Ilwd /'"1':
6)30
lateral (:OHJ a 5upeJtkh: I.lil~~tlllfl', \'1;1',1:',
'r1!C!lREMA 8) I()
Em ~;~',"; " +" ;.;. :':jl)
,~.;ôiido1eçzbem ()
núrnero de faces é PMU~:Hil'lA$

As semi-.retas comunS a -clWH facc;s consecutivas são


duas unidades" pris:mátic:a~ é toiJa supertkie gerada por uma o volu me de qualqll.cl' I )j(',II1.ll': II.III~I 1'~;'1i'1" l,lllilli.'" 1;( ,'If' ':)

da base pt;~lf.l alnrra,


chml1"diL~ de ARESTAS,

O ponto C(}1'1'3lirn a todtm as arestas é ô VÉRTICE. . il I


todo poHedrn limitado por uma superfide
'lRIFDO ÉUMÂNGULO SÓLIDO DETRP~SfACES. EXERCíCIOS
e por suas secçõ~s planas p,!:\ra[ci';tS
dcstrli
l) CaJeuiar ú número de arestas de um
If"ARAILIEL.1E PÓU'EOO
que posu; 6 faces e Ij vértkes. C~llHnil ~H.'par:l!dl'pílH'llil li Illhllll1 (111.1'; hll',f" '.(10
Po-HedH~é todo sólido- lirníta.dc por superficit~$ planas. r,mlh;lu:r.ljUilO~j,
PJ'incipnis elemel1tosde um poHedro Poralch.:pipc-tlo tdillll.'.ulo l~ 1.11d~, 11111,ll!- II'J ll[tl'dll 1"111quc

as arC'21.t(.H'
la1:er~li~;~;aopl'lIWlldlrllLIII' j~ 1111','" i 1".111', ',li" Ij'l;llj
2) QuanlQs vértices !emtJn1 poliedró <onveXQ
gulos,
.sendo duas- pentagt)nai~ e cinco quadrangutares?
Challlalldu dI' ~l.l.,"' t. .1', ,IIJlI'tl'";"",,, ,h, tIltl p,ll,li, 1'11H'td,.
Bem, aqui neste exercício
reH~nglJlo, f,el'(~lHn:-;
ta é sempre formada pela união
polígOOO$ quo cstijo fürmando ás face. do
TICES: são os pO)1«)S
Como temos duas faces perrtagQnais. terl
; •.. 13"B, ... ,',I' ,"'I"
I ,
cinco quaclnmgulares 2G
AS LATERAIS: sã" os segmentos paralelos '"I I li! 'I"
(ados~ logo o n'>de arestas será igual ft:
I
FACE: 6cad~. ~ma das superficies planas que o limi-
10 20 11" •• j .'1"
tam. I

ARESTA: é cada Ulll d05 segmentos de re,w<c;otfWtlS


--2--"'15
I" ,I,

a duas faces,
I
, I
VÉltfICES: é cada t1 tn dos pontos comuns a três ou
mais arestas,
34 \ti
IVIf\I LMA llt:l\ 1\lll\rrnlU\ 11C/\

6) 13m C i l ~W,'IIUír;:: 'o)

7)16811i~
8)! 12m'e80m'
o volume de uma ptrãmlde é igual a terça do produto. da
área de- sua blJse por SLt;J:altura. h !I
1O)4032m'
r'=']:
C0." ..T 1

CU180 PB~,lMBEtIE
É um lipo especial dcpar.lelcl'iped" relÜngulocrn que ~s Chama"Sf~ pír.âmlde () conjunto de pontos limitados SUPEJ(F,[CIE CILíNDRiCA ....(':IHl1:-1!illIH:~r!kl(':' .t·,(~nld~ll)rll
três: dimensôes são- iguaís. um ã'ngulo poliédrico e 'P01'um plano que, não passando IEXE~cíCDOS uma reta que se desloca pamldamenk ~1si JTlt'.';m;" t,'11Il'olllaln
vértice corte tod.as as arestn:s düânguJo poHédrko. com uma curva plana.
t) Calcular a ,uporfIeie laleml de uma pirâmide trlan8'tlar
Uma pirâmide é regular quando sua base é um poli CILINDRO", é tudo ,sólido UIll[tado )lI i!' IlJll;l '''lperjú",iL~ Li·
de cada uma de ,u.srnces é igual •.
regulare a projeção dü véttice sobre a base é o centro da líndrica fechada e por duas secÇÕt~$plarw.'l que illtcn;'('Ji(illll ~lW:i
ma. geratriz.es. O cilindro sem reto se a :am altura 1\)f igual a :~u·t'J

.jiJ 2) Calcular" ároa total de uma pirâmide quadr3l1gular ,.e" gcmtri,.

. ELEMEi'lITOS cuja altura mede 4m e o lado da base 2m,

3) Calcul.,. a área lateral de uma pirâmide quad,.angular


CILINDRO
r'01açãü de ~Un retângulo
DE REVOLUÇÃO··" "otlin<l.o ,'.",",,10 pd"
em tomú de li!!l de sel.l~;I"dos .

ujo apótema vale gJ~lsabendo que ap6remada hao;;c é


CÁLCULO IDA ÁREA LATlElPl.IU.,
TOTAL IE VOlt ..UlMlE
IEXIERCtCiO$ :alcufar a li",. lar",.l. total de uma pírânllde
DE UM CiUIN!t!'1JIPl.O Jrl\!E IPlIEVI[lrU.»Ç[~()í
lar regular cujo perímetro da base é 24 rn sabendo
1) Cal cular a área lateral~ a átca túta r c ovülume de A,
lateral é 4/3 de uma aresta da base, A án~~l faterM dF,.~um cililldro ,-Ir: revoluç,w (\ d,Hh !)cln
CUf,':lOv cuJa f11'esta tern 3 em, perímetr(t da b.ase pela geratrtz (ou aHma)
2) Calcular a ãmatntBl de um cubt) f-:tl1 que a área de lima

rilce (; iguül a 4 (;m"'. VÉ:RTlCF~S • São ospotJtosV,A"A" ...


ár-eJJ da ba.,;;e e 16 Yh:<'. A"H.~tfrf,,-\,S t,ATER.AJS;
A 'ánza t(r:'~ücie um L(tll\J:'t'J ~lc j{:vnJD~·;i(l " li,~,:'L11.'1l:~

"1) (~\l~il {~;;ldiagonal de mnGubo de 72 m2 de' nrea touti, VA"VA"."' soma da 5upert1c.k, .Iatcr>1l' c{)m u ,~H!pcd"Ylt.~
d;,~; dl.la:,; h'-l~,r:',

.')) (:ak,lllar a área total (;'.o vOltlHlt de um par~le;ltpít)edo ARl;:STASDABASE: SJ.00ssegmento • At~a&l
NWf{!
AHí~ta:

ll.'t:luP,ll\ü. (.:nj{l:':> dirnçnsôes, (em r>t[)pectivarn0nte. 2cw, 3 cm1 e


",",A,A" ...
p*"i1midil dlJ; b~~
s~ ~~f'f 2::~1} :"Ilrq; :-'.'11
"ntt
BASE, É o potigQtlO o \'OhlllH~ ,li; qllilh]lll'l ,;illlldlll l" dildClltl'lo plollllln d.t

·1111,
(~)A:i dimell!'lUCS de urn pamleJcpípedorcnlng111o
c !.'.m, Calrular.uiíagnnaJ.
tem 3m,
A,A,A, ... A. " :wea d.) ba:-;ç pela ull.unl.

FACgS LKf€RA.IS: São os triângu]os


C"kular a án:a towl de um prlsma quadmngular regular;
'J) r v >;1> I,
,,'
VA,A""I'A.,A,, ..
.cujo lado d~lb.ase tem 6 m e a alturn 4 rn, Secçfín m~ddilln ••de lHll nlllllll'fl ,li' to'\'ldlll,iUI;" il ","1',1\11
ALTURA: É a distiil1da h do ponlo V
8) Calcular a árcalOtal e (> volume de um prisma pl~Hla.determinaua por U.I11pLUlll til H' ('"lh\I!1" l'I"1i 1111" !lIII,11 n
base
qUlldmugularregubr cuje looe da base tem 4 rn e a altura 5 m.

9) Calcular o volume de um prÍ>ma hexagonal de 3 m de


"lIDra"uj. área lareral é igual à área da bose. em relaç"" â base - ap..
APÓTEMA DA BASE: <lo ap6temado
10) Num prismalo$~ngular reto o lado -dabase m~de ~S rn
esuadiagonal rnaior24m.Aaresta laleral mede 60 m. Calcular a
áreatot.'lL
CÁLCULO DIt ÁlRlEA C1LINIHto 1,·_(;lIll.r\TI'~") j' '1I1~1' I1 "q{\ "" li"

mcddimulé 1Il11 qu,hh,HI". '111 !i'I;I.' 11II1>1"";'jI11l;\I' '"'' ;lqil' I,


RESPOSTA TOTltL IEVOu."UMIEEtE UM.1t
cilindro rdíl ('!tI qUi' il 1111111111'11'llld rl" ,!iilll!' il" ,1011,,1,

St= 540m'; '1=27 em' A liroa


do sem.lpetimetro da base pele ap6tema da J~)(If'Ncl(;'o!.
2)S,=24 em'
1)11l11~: dll \1'.'1,111I.il!l 11" 11 1111 ,r, ,Ilidll'
ilhllllll ,; t \lI q!J" 1:1
3)216m]
hll'-a~klll (1lilil) Ik 1111 l!lh lll'li d ,\1,.,1"li"' ,,1;- jdd
m 18 }J( "lit.lllnlllllllif.1'lt'IU-llilllll; iliiHlj'l·j'-H'H\;\t_'I,,'lIidd!i'l"
A ãrea total de uma pirfunide é dooa pela
5) 62 cn1o:'.e 30 efn~ lateral com ?i área de $lla bas~. lell! I Ill('n!'r'I'I\ 1!l1<",lrl n 111

,,6 \f
I\rIIIJ 1,1\1I/\ 11(/\ 111I/\ I I 1\111\li! :/\

3} Cakular a arCri tot.al-c I) Vül~Htle dó cilindro eqiHúlct'ü, A áte~ total dt4tn cone é dado pela soma de $\.l~ úrea ESFERA. 2~ A fÍ.rI'lr "Jltt! dll I ti"'! m,',/·

íl·áre~ ch.b~,~~, aí 11 drn'

o4} A área da base de um cHindro de revolução de 5r11de rotação completa de llmn sem idrcuntbrêHCbJí em torno de: seu b) 24 <1m'

geratriz ( igüal' a (lrea lateraL Calcí'ile ú volume. ditimetrt). c) 26 dm!


5) Um ret~og"lo de 4m de largura ~ 5m d" comprimento ESFERA· é todo sólid() limitado p.,r uma supelficic esPb· d)28um'
glH.tem tomo do bdo rn.aiúr. Calculara área latem,l e ü vo~tlmedo rica 3-.O 1'{)lum~~
du ,'uho li.
$61[dog.eí~dü. pl'~ta~lltur~. a)4drn.l
CALCULO ~A SUPERfícm DO \»6 <I,,\,'
6) A área Jateml de um cilindro eqUílátero é 161t ",', Ülku- VOLUME DE UMA !ESFERA
broraío ç)7dll,.'

7) Dado Wtl ci~in.dro reto de altura 2m eraio r ill, AlJrnen~ [Y:S~,h;.~ A su pe rfkic de uma esfera de I"aio r é; [i:;::: 1_Lt!~mJ
d)8 dm'
4. Numa ,.";flJmit/t' lI,' lun'{' j/HfldulII}:ul/J1' fi Iff;'l/o do
t:ando Q raio em 6111 {} seu vülume aumente de- VmJ" Vol.tando ao
CONE EQOILÁTl;RO. é um cone de revolução base 3m e u alho'l( (/1r piri,mi"~' II J,' dob,o d,j Itlnto do
Fn(f(fe
dllndro odgina!, aumentando su.a altura de, 6m o volJJme au~ b,ast!. E'lJtiia o seu Ill'}I"IJJf' IIUi/l";
Ovoiumedaeslbracle raio ré:
menta Vm~, o v(1]ordoraJo é: secção meJ'Í.dlan.a é um triângulo eqüitátero.
a)3 mJ

EXERCíCIOS b)6m'
RESPOSTAS EX!ER,cíciOS c) 9",'
1)571m', 1) Preencha as lacunas sabenào ....
sf- que 0$ dcment( 1) Calcular a superftcie c-o volume de uma esfera de rato d)J8m"
2)Jm de um cone de- revolução_ a3"," 5+ O- V(i(ame ~to dlimlro gt'ftlt/O ,"'ela roim.:rJo ,li' I'N'/Ifl
11:mt• Calculara área, guio ,te (fimell,";(tCS" em l~ (! (111l'm /01110 ,Ia l,li/fl mlllOI' li
3)96 'TEm1e 12:81Cm!
a. ifrf;~ada superflci.e e-sfértca e o voh.une da .)36 ncm'
~B71~ Raio Nll,lra
SUpmtil:;$
lal~ Ulll cubo 216 ",' de área total.
b)481tcm'
~~n~.H1t~ c)24 nem'
63lt
02m
d) 1.21tem'
~~ tllllU esfera 61tm}. Cakularo raio,
6. A (JN:.·.':.'tatlfJcuh()mNh~]nn;·ntm{, a IÍI'('ill/O I\cuo{r,
CONE ~E11;;~tl$l"MS:;;
2) Calcular a àrew total e ,o voiume d.e um corte
CWie é o sólido limItado por tJ1TlasHperffcie côni.cafecha- b) 3·,/2 çnl'~
da e por uma secçãü piana que nãú passando pe-k~$~U vértice Ç~rocuja geratrlz.tem5m e oraiodZl base 3m.
intercepta todas as suas geratrizes. 3) C.alcdar ó volume gerado por um ti
c) 212 e 11I ,

-que gira em tomo do cateto matÚi" s;r-jn:alcio que. a cmZ


5) 112m
vaJt; 5 me os catetos -4 m e 3 lU respectivamente,
QUESTÕES
:I
-uçúcs: As questões de números f a 3 refeí"'em-s-0 à
X(Jo qe repres.enta um cubo de 2 dm de arcsU't.'>,

7. No paralelt!jJfpNJo rNO--1'I'úillJ:tlJo, ir df,\/IJrn'w ,"uln"


OS p(mtiH> A e lJ mede:
a)5cm

/t;?f b)4cm

CONE DE REVOLUÇÃO-
de um tdâ.ngulo
60 cone gerado pela mtaçilo
retângulo em t(lmo de urn de seus catetos.
I) :C'-D f
c)3cm
d)2cm

CÁLCln.O DA AI!l'.lEA LATEl'UU••,


TOTAl.. IE V@LIUIIIJlE
: I 'li'"
IíliE UM CONliIE ~IET@ 2)24 1tm'e 121tm'

A ,\re. IMeral de um CQllC rem é dada peio produto do 3) !21tmJ


semiperímetro da base pela geratriz.
IRESr"OSlAS
4)371m' qll
')"
.'1,'\
IJll

"' I)C
t, ~J\ ) 10

38
Ilnl\11 IVI/\ II1 /\
1\11/\11 IVl/\ 11. 1\
0\;",,"
50 i1'&'~OIPRIJE!!)Ali:is·S !!)A
,, 14 ..U'ii'lh'M" .1I1h~"'ltj'Pl\IUII; I WICé',
1';1111.1 '1"1111'1'1, 11110 Idll;l·, "11;.1
1. Of'sl1::AÇ:e:HE!$ (;«)hll
A. Ori~~f(lção
de ntultipHcação ,t!m C vedf'ic:a as seguintes IH'u'IWln 11'111 ilill'll, ;',,11' II I
P',l:iIRES !/)!ru.lIil~NAlIilOS
J

• S-êJ;:t 9, ü conjunto dos número::;; n~d5, Considel'ilndo ü


propriedades: aS5(}ç;adva~ comutatJvai
neutro e existência, do ckr'rmnto inversO'.
exjsI~ncia do elemento
AS5im~ todo numern COITlr>lpylÔ-~<:±.( ..•.\f~ pode ser escrito
O númem real x
pk':;;(/
~ "h,llllõl

i
',I' 111'-" 1111;" '11 ,.dl fi ii • ·flil; 1 ti, 1Il1i 111]1,,, 11" "111

produto cmics;allO 91 X 91 ~ t chamado parte real de z. e {J númcm real y é chamado parte


j \1 IlllHh ~" 1,,11 11\01 lO'I'lillll'

im(1gin~dade %, -
6.mvu'tÃo 1:1 JNi \ll ..\ h'1l1l1 I
ltlllll.t"li 01,i.'1
'11': SI" = {(xc,y)! X E ':H {! Y E SI} é
11

Decorre das. propri~dade:s ,acima que~ dados os ,com o~;Silll('lfh,,,


tI~~;U110,'j. 1 ilU ( 1';11'11' iUI",illl.1I I' 1110,1111;1
isto t\ 'DF e o conjunto dos pares ordenados C'<~y).em que nu13. Chama~:,;-e imaginãrro puro t!){jo númeto-complexo n! cuja
xos z, ~ (a,O) p2rte {cal ti nula eu rm~lgiltá.rJanão_
xe y são nÚllleros !"e,ais. r:::':I~lllpJ\I."

Z = 2..::: Este número z é çha.niado quodeltte entre Zl e l~


Vamos;t(1mardDj~ eiementos, (a, b) e (c! {,1}~de 91l para dar
três importantes definições:: ( x, y ) na representação dos números complexos, I)z"il, I >! I
vez que ela tàdllta as opcraçõc$,
a) igualdade: dois pares ordenados suo iguais :se, c- indicado por "' ,p"rtanto,
Z2 2)z"".I.; II J'
$ornentese, apresenmrem pr1meit'(lS tennos iguais e "10. CONJUGADO
segundo termos fgu~is,
b) ndJç,:'lo: chmna~se Soma de dois pares ordelt8;.dQS à 2~ 15. IP'ROfF"RUmJmrcs 00 MÓUJIIJILO
lln1 0'0'1/0 par ordenado cujo prüneiro ; z-;: ;2=x+y10 2' =-x-yL
SI;J Z "" X -+- yi é IHtlllt'"IItIf."I(l ('oHtplnn iPl.ll(jUI·I. 1'111.11'
mo s:ãQ~tts.pectiv<]lnentt:, a SDma dos prtmé!r05 e a (;) I?;';eu
sOJns dos segundOSNl"~'mos dos pares dados, "'11. PROPRiElIilADJES
7.PIROPlRllEbADJE lIillSTRDI3UTI (ii) IzI"'OOZ
c) muttípHcaç5Q: charnaw${'; produto de: dob raro:.-;:s Or~
i)O CONJUGA!!)!/)
denadO$ a um novo par ordenado cujo prirneiro ter-
Em C, a operação de multipíicação é distriblt!;v" e
P:ilm todo z í -t. temos: ·····1::1
mo é a diferenç.a entre o ~nodlito dos primeims ter- çãoi adiç~o:z~, (2.]:+-Z)""'ZI' Z~+ZI"Z:;;' %ZI ;Zl;
mos e o p!'odutn dos: segundos termos düs pares (iv)Ré(z)SiR"tdj,"C Ir;
aa,do:s e cujo segundo tcnw.) é a suma dos pmduto-s 8. fORMA ALGÉBRICA (v) I",(z) S 1'01(2)[ ';1'/
do p'l'imeito tenHO de ead2 par d,ado pelo segundo Ccm.sideremos O suocol1junto I{' de C fonnado pc!
termo dootrtro"
res:ürde-nados cujo segundo termo é-zem: Ri- ~ {Üh b) E 16. MODULO tiO 1N10!tHJJ"lrOJ,
eS'JU:l;';ti:HH[ldndo~J1c3;
lIilA lIilO QUOCllENlTlE f.: OCUlI SOMA
:'1.1 (a~l;?)~(c.d)<=>a::;zce h·~d Consideremos agora a aplicação fI de 'ffl:em R"., Se 2.:1e !~~
:JfiD doi', n(rfn,~n1" 1·1I11lple.\ü\ qlt,d';()Ilr'I', ("III:II}
cad;l x. E 'ül ao PM' (X,O) E R ~. (í) I<,.z,l= IzJlz,1
e z} S:ji(l números-compJexos,qm:âsquer, tel1'lOS;
I») (a.b)+(c,d)=(c+c,Z,+d)

O) E R' éQ currespondente, segundo f, de ~ Zi +22,


c) (",b).(c,d)~(ac-bd,ad+bc) (H) {z, f O)
sobrejeto-ta~ e dadús x E Â e X~E Â~ com Xif. x',
respondentcs (x, O) E R1 e(x'. O) E R}são Zi ,2}.
2, CONJUNl'ODOS
COm a definição de igualdade de pares (Hí) I", +z,l;; Iz,I+lz,1
NÚMEROS COMPLEXOS
injctOf'J,o 13. U$O DO CONJUGADO
f:halllIHit.:' conjwHo: dos números complexos, e tf.!:prescn'" NA.lIilIVISÃO 17. ARGlII/VIlElII"lrO
11I ',t' P()l (', o conjunto dosp-ares ordenados de números reais
VlriJos ÇCmlO pode ser talçuludo (} quociente de dois Chama-Se1trgtHllet1to<.h: LttllIlÚIIll't~1 (OlllJ1h-\C~ ). I VI,
11,\111 O'; j·luaí~; t~t~j() ucfini'da5 a igualdade, a adição e a multipl í~ nãO' nulo, ao {inguro q LII ~IIH'
I Il~.,Il '. 0$ complexos" Agora, basoado em que zi ~ (a + bOta"
b'P~ a'+ o'"
II':WIII uprl~~;r,mt~r~secadaolernemo (X,y) t C ,com 'Osim~ " X 1.1 I
cos6'= - c senO", <:1" '1l1e I' I/I"
11IdD/,PUIIIlHtl)' (.:C"~z;:;;:C"\\y).~s-I2:ndox, y €91,
ados2:j =:a+ bi=l:- Q:et~ =c+ di" temos: I' I'
C"•. "

N-ote-se que:
:~. PROPIUlEbAiJES
l)acündküo"l:"I O.!,~~lltlllr!'1 ,~II;
A I q,}~" a(,:,~odI; íldiç50 em C verifica prnptle~
,L,dt"" l\\'jtJcl.lrivil, GlJlIltt(atjlfu~ existência neutrc 2) fixado o comple.\:p /, J 0, !"'.r.~~'lJlldr!"", •• 11 , .• 1'11 'i, 11111

1';',I',II-lll.I,1 di', clt~l1WtHOsimétrico. (Iãngql,oqpode:(I~,"'llJldrilltilltjo',v,dl'l' '\" 1111IltOIII)II"'1

* O tem -argut~V;'11l"D (J () 11 +I.~,',' t. l .111'111' '1""IIiIII"l


4, sura'lrIRttJ;(ÃO
complexo (O, 1J" Notemos q"e, i' ".0; .
1\~'I.IJIli' rl;l', I-Jt'i'llll jl'd,tdl'S at:ima que, dados os c{)mpfe~
do arguttiento prillçiV't1 \k /, j'. Ld .1]1;'; "., 'I, I1 'I"
1,11', i 1-~ (l1,t,) /' 'I --.-(1.,<1), r·\.;i'"íli~ um único númeroz E Ct31 que z~
I III'IIH'III '. (', I'hji;llddo difoercnça cn~.rc-Zl e
<2p, Frequenk'lll('llk. rlid"dll.HII"'. 1"lI! 'I,. I /1,"1''111<1""
IIHII~ 11<11'1'''1 .c,. :1 PIHI,IJl1n: /', :"I'(r~,d) sw(::ntc
~111

"11
1\11/\ I UIJI/\ IIU\
IVI/\ILIVlP, 11(/\. 11Io.I/\NCLIlV\

1i8. I"tti.i,!IO IiJI;i ALq:~Ai'II!i)·1$4(\1J~$ EXEQ'lC/ll~UI{}I;\·;


ASDOve~;~.l;k ·nlódu!ç" ,e atg!,.l:mi)ntç~·'h)nlJim~se i'i(';tlcllk.l
tíL,.'llIj1!ltlr: ,1';1',lilll,i"J,I'; l,h 1',101'1(11-.,:1'; (Ir"

eretas quando I'CPWSCI1tl.'1J11OS OS nÚt1:1eros cc·mplex-os z z;:x +-)'i vem St~rn,c1luídíi,ll1l\I(~:,illd llllldoll~j', ',I" ""(-1",',,1111.1)

= (:\.y) pelos pontos do plano c::artesÍimo xOy com ~ (;{mvençnt) a} JOtlH,: J,'lIH h}."IIII' 1)0('11)
Sendo De b dois nÚJr!(;fO-S racIonais, c(Hl1 b:j; O) denomína-
de mtlfcannossobrc os eixo$:Ox ç O)', re.spectiva.t'nem~~~parte é,l 0)20 e 08(1 t d}'JI'~)',1::úOlJOi',
real e a pal1e imaginária de z. se razão entre a e b .our-azão de apaf~ b (I quociente [;OU a: b.
Dois. !errcJlo.',. qll.1dtH.lo:i jnll, 1'f~',pl'LIIVdllll'llrl~, 1rllll e
Assim, .a cada número COlUpk:XO.z:=: .(xs)c.orrespo-nde um 20m de bHjo, Qu.LI t'l.a r;L,~;1() (b /lll';1 llil '.;'I'.llrull.l Ir,'ln'llo'i
único ponto P do plallo xOy. Observaçiic:>: I) A "til,) ~ ou a: li pode ser lida dáS 3) A r.a::din er1tn: ~I~,~
telTI1.J. cllj(lwl,fll~; ~~iL!1 11'11;1:111;111nlll i
NOlnencl;atl!ra: Inane!rttS~ ';<-raz1'i:o de a p.Çt;r~ N' ou ",11' ,está para b"o/J .I
vadns de '\.H'liHf~llCl1d~1é de',;-. Pn:'lllllll :-;1':hl\ mHr." [('ITil culti·
KOy = plano de Argaod - Gal)SS o~~
"'"
dxo real vadas ou nüo culfívadi'ls IlC';tH r:l//,'lld;l?
Oy=eíxofmagináriü . P~"fixodez 4) Numa das.sc de 40 nlunn~;, :-l.(rmlm rf~pI'Ov:ld()s, üdc::l'"
mine:
Pado o nurnerO compie,o z = p. (;05 e+
ntd(}~ e o número inteíro !1j a) á razão ,dQnúmcm de allln.o~ rCjJmvndus par,i o lOwl dt,.~
ah~flos.

y
p". (cosn8 + i, sennB) <
b) n rnzão do liúrnero de ;lluno~j llr~n)V'adus, par;] o 1'(1[alde
ahwos.
lU.mCiAçÃO
p 20. RAIZ ENtí!::mVlJ~, RESPOSTAS
Y I Dado um
2 50 2;'; 1 1
15 alTe, 1)')3 12 G ")-1 d1ii
e denots:~se l a um núnlCh) ctNJip-lex(l 1
-,-" ~·':R OZ~ =Z
de;a.ccrtos para ô número totg,J 2) Resp'::4
.3) Resp.; !lál1lais Ij,~l'UI::': CUJtI,\',I.:J:l:';.

)( 21. SiEGUNOA FÓRMULA 01:: MOlVR péra cada: 5 urrem CSSüS 1 4


o 4)")
'5
b)
5
TCQtehia; D3do :() númerO clJ'mptexQ Z
p. (cose + i, serrB) RAZÕES MNIVEIR5AS
t~lTJ ri-
lJUIt~~ l~:vi\:') ~~1()
lllver:;n:; ellllt' ,',1 (I! I,1110:111
::~'IIIIIII( fll(il (~,:,Ilnid:l!lc,
240 'ií!O Z·1,{j T:.If)
Notclnüs que'a distám::ia entre. P e O é O: Inódul(} de z; OP = ...~..u· ,--
-7
""f;.: 1?1l 2·10 VI) ::·11.1
+ P \ e:Q ângulo fbm.1ado POt OP COm o eixo real
.'111 I ~iiJ
,,')1' l:l/ffl'." IIIV('I
primdro retângulo para a NeSl(' I,'a~,(j,dil.l.:ulIl:. ~ijW L'II ':111
_que E\H.ekEZ. S<lS. EX(>Ulplo:;;
x
!:).

ti: (.](1t/ll qkle çOs qo ~, p e, sen Cill"" p; PCl'tnnto ql1léú ârgumento EQUAÇÕES ~ENOMIAIS E 40crn !,) ~;;'Ifl';f!fll ~•• 1m .•.•'I'· ,I'·
TRiNÔMiAIS 'I
principal de z, :,;~ln 1III(I.'~; IIIVr'!'" I!,
Chama-se equação b1nômÍ-a tfl:df) equação r-eduti'vel à /)):".
Forma Ttigonométriea:
rn<'tv~'~+b~;:O,emquc a, b E C~ a::;f.; O e n €N_
Dado um número complexo z "'" x + yj~ nfí.o !Hl!oj tC,lHÜS; Z "" =60 ém, 4ilcm ~ 2400cm' Alt',liln;I'.l<uik'; j".J1iTlill'l
Para res'Oiver urna equação binômía basta isolar xl>e
car a defbúção de radidação em ."",1l2m.l m~ I,2r1l1 • Vtlodd:ufe l\'thllH

x+yí= ,eportanto;.;:= p.(cos(/ + i.senB),


(l;",,!l +h :;;:;.O <-~ x') ~ =,!:
{f
º x ;:::;:;; pt'fCOll
DI,:IUlllliIM .'.1' w'h'j Id(fll.-'
id;l 1.:/) 1l'IIqHl

VdiH,'idililc
irll!,Ii{f
.I~W,!. I I fln '11'( I, 'til,

l\-1I',d1.1 lll-r"III' lil


H 11'-'1,.

I"
lil

I, '.111!dil
'1111' 11,lid,llll LI

chamada fbrma trigonomótrica Ou polar de z, (. l!ll'" I"nlOl


Observemos que" equação binômia admite" raizes
L_x, 11111 ;ll.ltl111IÚ\·,:IIII'I' Illf;,I~ ") I I 1'1' 1\1 11"'1 ,\-1 111111 fi 'I

POUNCIAÇÃO Cl vd"cid;lilr' lllf',111! ,11" 01111'11(1-",1'

113. MÓDUI..O E S.o os 'Ia lores de 'I Ir II


(I Vf'fr ~I,!ludl! /\-11,dl,1
f

\',"111
ARGUME~TO Dia PRODUTO Ifl
I!

Teorema: O módlllo do produto de doi, números comple- {li- ll.'''llllh1Ilwlf'''' 1'''1 I"",,]
rrm~ (0",?11 + bxfJ + c;:;:;;:;O~ en~ quea, b,ç $: C1 a;f:;O, bcf:..{)e
xos. é igual .ao produto dos módulos dos falores e Sf~U aJ'gmnen~ H $0.000 g. Qual .' r~4 j1,U li.
10 -ê congruente ti sorna dos argumentos. dos fhtores. Logo: Seja
Par~l resolver uma eqw~ção tdrtê-mia fazNse: x" ""7 y" t lj·IH 1111i!1.I 'li ,11,1 ·If \til!-I
z~~ fr ,(tos qj 4-- isen qL) e z); 1'1' (Ct)S q~ + Lsen q~),e enmo Z
t=::
rlllllll'lIl" , "11,,(.1, 1'111"11" d, '111.·, "I' 1"'11-1,
IH~'lilO\ Il,lI, 1l~.·oIHI,j '''''' 1'1- lIH "'li·! I
,.f1 e
1·'.\ '11.1 I "!l'lif 11H'

, ';'''1·' 'I,,'
R: Paulo é duas vezes m~ís p<$ado que M<ircio,
42 --_._-.-.-_. -------------------------.-
f\N.J\ I J···~Vilf l; 1 ! " I 1,'.1\1"1' 111':/\

1111,I'.TEMÁTICAFiNANCEIRA
/"'fN'OJII'II'I/u{I,': H',IJ,LI jl 'I" i,<I1U ~I,,'; ~I,d',1'11
~'àzóe$" ),\)eil,()l, 1'.".nriÜ." c';t.\ 1',11,\" 1'1'1I1Ir'll':' II'J 11\'> 11' ',1111' "111' '" .'11'1'1

dos dois últim~m knllll', (:'.1.1 11,11.1 4,11"1 [j"'11 I> lnHI"
•(\,'·1 ~,, X~2 r111tI,~ 1 d
111111111';l~ cart:::l.5 a ti"':-
C" <:

}~ ,e:o:: ~ 6 <,01

('":mpl,,.: N" tJ
',,'.1;1, qUl' éó_~ Ex. 3; S.ab&ndD~Se (Jw~ Os lllJ!He~'os"6) 24, 5 e, x fOrniO'lTI,
~}\li! I rl.)~;1 \''::S{
n(~ssa ordem. uma pwpbr\~ãD,determinar- () valor de x, 'I:li3 /
G10
c·) {)I·;3,~I
:1 ,'I
;>
Ex,:
(,)("l'Irrirncnto nO desenho: 2crn R-esolw;ão
comprimento no reaL 8m;»; '800 em a oua:b~c:d
fi 2"'{wopl'iedode: numu I)J'.i 11u!"( .•;;-Iu , .t .',.ún1<l dw~ doí~; prím(+.
"":,1111 ~"'~,-~ ou1:400 x n"YJ ternW$ está p4H"3 o ~ÇgllJHlc rt'\'llI':) .• :'L~;:;iln ('()ITH) a dos
$01'1"1<1
800 dois úJrímü.s lenHOS cstú para o -q\J~1rlo tI~nrll,).
Numa propur,ão á 6x~245

a
:';ii',llific(\do~ -cada centímetro no desenho :corre:spoJ1.~e a
_)lllll 111. flll <1m no reaL '* os m.ímero~;a~b~ce d são denominados tennüs da (jx~120 a c a+b
>"'1 Ao desenhar a sua sala do al,la, Paula traçoU um porção . I;~ir"" c
..••",lll •. ll\'.J (I<: l2cm, que. corresponde aO comprimento da sala, O primeiro e o- quatro termo são chamadoS
'lO

3 ti 5 '10
;:;1 H'lbd< I ,~,.~~ que [\ escala uti1kr,.edafoi t :60~qual,o comprimento enquanto () segundo e Q terceiro termos são chamados
2~4 :;;" ';,
!'xc
li! lh 7~i.I\D't a:b~c,d x ""'20
meios
Re'pu5ta; x = 20
I:~!,::,('.:':'-lll=]: extremos
O númerQ 20 8$S1tn determln~d(} cbama~se qlftlrt# Pf(f"" j'fproprfedade: numa p.roporçáo, a díj"'enj'rH,~ados prímei-
!JiJ.rdmwl dos. .nl1l110T03 6, 24 éS, rü$ terl1WS es.tá para primeiro termo, aS5íll1 COlna (.1- fi dif-crençíi
Dados ü'ês 11Úiw.::ros racionais a, b f.;é~denomina-se qmtr~ elos dois últimos t(rmO:3- está para O terceiro tenno.

porpún:'::ionai desses númerü5 um nünl~nJ x tal que x


c
d
,-~,,,,--
a-,b
a
c-~d
c
Calcubr ovabl' de }:, tl3 proporção
3 ::::>
li'c:
x" 2) 2 b

4-f! pr0J.)ri>JdadrJ: mno<t prUP<.ll ~:~1()ü d ikll:lly~t (Io~;tloh


'j{xc,.,2)
pdt'n(dí\)s·t(:JnTICI,~c:,;té P~l/lj~) :-,g~.',uf'ldu \1:1'1'111, H:;:'ll((1 ~~"m('j;1 (::~'
rc-nça do;~ doj':~ llli"ilnOS l(TtT1li:,>l':;~;,'\ l);ll~l I., qll,ql.-, l\'tJllll
2)(4·2 ;:;;:;;,;<2 "a b.\ti "
,:1 .;) li"\
Lx.:
2x~>:~-2,-,1 /)
:,~
x~-4
Resposta = ~',"- 4

!SXE~C~CIOS
,"/"p(lJ/!t I,',h/l/;'; 111l11l11IJl11lll'II,;i11 ;j .1;lIlJl do', ;l1Ir,',; ,1"11

to::,~~(~~[,lpal'll il.'~(i11\.1do'. nJII';nliil"III'" ,I'; ,1111 I d;~\'1 I II,!.I 111111


m'.Ql.lal eedentc c~,I(1 1';11,1 lJ "t'lI ',,~n',"qlkldl
:;) Num mapa, a escalautilítada é de 1 : 1 ,00QJIOO, Se a
E1<.I ; Calculer o valor d. x" sabendo que 3, S, 2 e x
lt.111,
,I
n "1111.1 .',"I\,",II,r,j,,I
I:fif1lll
llrl 111
,I
di"W"cia rwl óntle duas cidades é de 800 Km, qual. distâneia b.
forrnam, nessa ordemt uma prüpnrçã-o.
entre 38 cIdades no mapa? },
:,\ I,,1
800 Km=SO,OOO.OOOcm 2) Sabe~se que a razão entre os gols sofhdús e os gol:s
x80
. ' 1
~
t.Scala:;;v;~=~·,"m
i 80 3 (x+l)
3X+3~W
=Z.s •.-----'? propriedade fundamental tios par uma equipe num cam.peonato de futebol é i' Se c.s.sa
1,000.000 80.000.000 fi-eu 12 gols no campeonato! qua:[Jto~gols da mat'-
3)(~1~3
x80 3)[=7
,,, !.. ""I, ,
80çm~O,8m 7 RE$PO$TAS (i"/~II'II! tldd,f,' 111li 11I l'P'I' 'I
X=~ ,li .--,1 •• ,
PROPORÇÃO 3 ti Resp,: 135m'
('!f'lllr', I",l.i lIi1l,1 !I ;\Ikl>ll', 1 ,t·,
I: 1I~1.1 J\nI1'.'I' (h-1I11 f ',I d I "i 1'\
El(. 2: Calcula,,, valurd~ x, sabendo que )(+3, x+i, li Resp,: 36 gols
são formam, nessa ordem, um. proporçãO li iÍ I1

E:<,:4 ~ {U,-1}~ OUTRAS PROPRIIEDADES I, d I, il I-


2 X 5
4 e 10 ~ 2 5 (x + 3)= 3 (>H t'F''';;' ljtot,rle,jad,e fu"d"m~'lt"1 transformada em IHll;t I,
5 5x+15=3x+3 pl'oj1rl eO'ad(% .
-1 -{

• A ig"aldade entre duas rwJles é chamada proporção 5x-3)(~3-15

2
Iifl ;",':;:;;:;;:',:-
M.i\ I t l\fl! ~IIIM.!I 1111/\
MATEMÁTICA FINANCEIRA

.8l)"x 2" PORJCEffifJTAGEM r,'I'-'"ld" 1111lj,j,,,,,t, i i,;f/, iilil!iI


jl"lj i' 1'1"" 111. '11"lll!" j; I;,
Aplicando as propried?Jles UIlS proporçõos, escreva, Hpor ccnturn", tIH(~
para cada propon;ão d.d., óutras oito proporções: -)l"2\)- 80 quando yocêlê ,ou CSCtlta unw ft',"\ph,\./1' IJli, 1,111'" "I, 1,d -1.1
-y=.(;OH) liqu,d'ÇãO de verão na loj. x : 4() I"" 1',1)
8 4 1.'
)'=60 cemo de descomo em todos significa que você tem
:'I IHtllld 11), d!JII
um desconto de -40 reai.s para cada reais dQ preço de. II rtl 'l',()
,e'posta: Os números são 80 ç 60
4+3 8+6 4+3 40
4 2)6''''T 3" .xemplo: RGSoiver a proporç&o artigo. Isso nos ieva~enrão, a estabdeccr a f."lfr}.ót 00 . Pooe--
II~ii111l1o Llllk', ;"jI'I'.'!II, 111,
11111
n'

8-6 4-3 8-6 4-3 sea+b+c=C:200 mos, então dizer que:

3)8"'-'4' 4)6"'~3- Resolução: a


I'::,{ l~~vnldllll !'IIIIJlI,I" itl'-lf qil'>
1illl
1\"

8+4 li 8+4 4 a a
Toda ,'"tão b' na qU:11b = 100, cham.-se I)et'c~ntngcmo R(·~;po::11l" I~1I'/t".nILI 11111111' I.' ,I,

5) 6+3 "'6' 6)6+"3"'3' ;I 3


40
li 8-4 4
8)-=-
6-3 3
Il+b+c
10
"'!3 como a +b + ç.• ' 200, A5Slm ; 40 por cento é o nk~smo que 100
Oh"'i.'I\'lI~·tl.II;

=6 1.111J;' (lllll1l1llll1rlr' '-'-"1'11" "I l'llI "" I" ,d, j '11111"'111 ',1'1 ('-,11 II1I

Em It,lg*r da expre!Ssão porcenM. podemos usar o símbolo na lürnw d1.'ClIllill I )!l·,nl,'.,

APUCAÇAo DAS PROPRIEDADES 40 40 !./


f,) o:; u'~r"
J .. 41', I
NA RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS 20l1.3"'IOn %, As,i", :40% = 100 ou 100 ~ 40% ' 1011 o

li: 3.
600=1Oa Observa.ção: fi~.i
600 2) JÓ,'ll;,;'r 10/"
I Q exernplo: Determinar X e Y na proporção y = 4' ~sa~ a li)()
1Õ'''''
bendo'se X + Y = 28
,,=60 Um-afv.ão b- comb= i{}O,taml)émpodt~;$ercscri- l,:'~
3) 7")'~'il 1,.' ,1I,1i1 O,I)!
Resolução: forma de ~,~,Vejamos alguns- exemplos: 1(1()

x=
y
I
3
ton:mncio as ígualdade:s
b
-'->
5
duns. H duas:

r'exeruplo: Escrever 2
í
na forma de o/(J
tI) lú,?X~':,
'16,;'11
1011
11" ':: (l,H I 1l, II I !:~

lb=30U ResfJ!UÇ(i(J * divi,!ir por (".em 01.1


fJ 111(",11111' [li" IlIIilllI di' ,li ]t, ti 0,01
3
7x=] ,28
1>=100 IR IE Si O L V IE 1\1I[~ 0Ji I:" ~~ 10' 121,lL tE' lI1IiI.~.~ ~í;
C O M lP ()J Ice l(; 1.1::.
I'" T /li. ',i:', ,~': ~«II
7;<=&4
3c",B005 1 =50% C{m!..;i~k:.n~llliX" ,1:1\L_'~',llilll";i :;lj!l,~\(':,":,

x p) FI'flum j(l).',n ~k tlJl'.qlld.', lI",;; ,li '.1'J1'10(1 '(/II\IWl'f:'.


3c=120 3 JiVle~~,dO~iIjllHi.'.,1('I'I/(lll f'l','I,",. (..lII:llllo'l j;1I10"~ )1\'1',"\
ele aceitou?
x=12
C
"8 na forma de %. Res()fu~:jlo:
x+y"'18 Resoluç:iítJ'
corno x= 12 c=40 E::;t(~problema :;l~ reo:.tJtllc l'rll 1';1li 111.11()'I"'I di' 'O
Obse-rvand-oque D -8llào e fator de 1OOt vamos escreVet;;;l {-;,c;

12+y=28 Resposta: a = 60; b'" 1ao; c = 40 3 -Salwmor: qUI,j ú\j~·~, [)J,'I


I()il
y= 16 EXERCíCIOS decima.1de'ã
gcplt'~ürlrau(lc; Ill11 x (f llÚllWli l/Ir- ,I~ ('!TI J':. ("[IIl", n ('1]11;11,-:'1(1
2" exemplo: A d.ife;ença enlre dois números é 200 Sabeu-
1) Aplicando as propriedades, calcule x e y nas
do~se que eles são proporCionais aos námero,s. 4- e 3, detenninar x cisr% Ik /0 I.,'dutlir jl {~',
ções:
esse5 números.
Resolução:
li 1 x -- 0,(,', '/(1 .: •f I~

Indicar por x e)' os dois numeros,


a) -y '" '3 (Sabendo que x + y = 60)
x 5 , 1\
I ~J li
D ifcrença eulle os numeros => x - y ~"20
J

b)-y '" 2: (Sabendo que x")'=45)


x 4 lI.'r.1íJ1i1,H,r,-l )0;1-:11 '1' l'Il"lI , I 1;1111 lnll,

x e y poq.>orol'mais a4 e3 => y '"3' x y


'4 (Sabendo que x + y '" 18\1)
raZões -equivalentes.
)") 'HIHlli< \I ;111;1,liJ 1"'1' Ilr!lll "11111" de 1111',ll'wll
1l!"j'iI{CJlI '/'1 )t1}'!I'l dll': 'lllilh h !I' 'ri r. \ ~ IU.111' H 111lJ; IIILljl."JlI
Aplicando a propriedade
I (ll1l-~'II"IHI"llfl' Ilu'i 1"1'."', '(li!' iq iql1qoi I'; tI" bl"
x 4 RESPOSTAS UI'\I'/,,~ ,11'
-"'--i> 1) :I)x=15e,.,-45 VIl!II""' Indj"lI )"01 ","" 'r lillIIP'!" rp" 1'1'1" ;'I)I'j illl'"
Y 3
:-- 28 I (I,lil", 1111 lI! ,li 111 di!, "1,1" l'IIII,fIIH;1 I" "li 111' ' "1' ''''i
20 1 :-:B% 'I"il" /-,,'1; IUI;i
~=.",.,... 1(11')
COll)Ox-y=2,O=> I ttl,!". ,Ilil, i1 "'jll-I" <I"
X Y t

4 fi
M/\TE1IIIÁTICA FINANCEIRA ~ I, i ~. I1 II'i,
/,:; "'111','1-1 :,(1<
111'1"1"1--11,1
U['.'IIIlIlJ"·,I-lillll.'I,,, II!I,"',III I , I

73x~63 I I 11 Ihll,! ,1111

630~ Considel'l!':I1'{)S
D<:';:;lllollll,~r',d(lrl:IlII'I'" l'i'l ',~IHld, "lllltlnll,'
,,~63 300 0,84 i·\
00 (~iI';n,ilntllld"o'-,II,k kJllf'l"'r' 11,-1" 'I\'I~ ("11:1"
75x~0,g4 r1nnnçe'ím :) t~L\.aúe: cott.~it:knllqLlt7IlL ,11"111 ,11 11,11111 '.I)llli
Passando parA a forma de o/G tem{)s; Resp: 10% rHnnta-!lte após tS$lç fe1l1p0~~ lln'~ 31 t' 1m' ~lli 0(1 lil1 .',~ li '.' r", r, '''I
84 Pn)biemas desse VeJ;Ht\o:~ lHa I'; ,il,P.IIII':" '("llli"l ,',

.
'
0,84= 100 .~g4%
li<"'posl,,: A eqllípe venceu 84% dos jogos que displltoll •
3") Comprei 60 ligudnilas e aproveitei apenas 45 em mel!
2) Um prejuízo
representa % de I'rejufw?
de 40 mil r<als sobro o vator de:2oo ml I re'.lis financ:~~írns-,

otiliwçâO do
U
5% ao m~~,a quarrn
No fim do m/:.<,:,
(~:(jpüa!:ink:ial.
Unn 111':;';1,.1

1::1J.lH~,j.-,
fll
I, \
111",d
r
1\111J
I 11", I ,~II jr
1"II,lllillll(I.':;
.1'1 "'11
i ~(' I"

I,
t-.1j1II;il d
;', 010 111;,";
'idrld:ll 11

Resp::2O";" problema de
álbum, As restalltçs eram repetidas, Qual foi a por· Chamandu de C l~t:;II,II:\1 1"111'.";

centagem de figu.rjnllas repetidas?


3} Um. pesquisa foi realizada pem veriflcara audiênCÍade Existem dll1.~Sform8:s d-t (}:pobJema ser encarBdo: c
Keso/tuJ<lo; St"~(;~ç'e":C"I:,,dm fnidalin<mte ~" fü1(lpn('rld(1~\)%:I,IIL
televisão no ho,árit) no!>re ( 20h às 22hJ. fOr'dm e"trevistadas ,~'l) :>
Vamos calcular quanta' figurinhas repetidas, opil:.:ndü Nessas c:ondiçôes djze~
60·45= 15
1640 r,esidências
a su.televisllo
e
lig.da
verificOl~~$e45% de·ssas residências
no canal A Quanta., residências
tinham
estavam
mo,',,, qu~: s:i;nples. c
Representando por x o número que Índlca a .p<:lrcentagem b) O$jllr{15:5cd~o 4"' fo,i apfit-~J{kul WYo a,ll1.
com a te1evis.ão ligada nesse cana 11
o·do de h::rnpü (no exe
procurado, me>nl1Jmoo a equru;ão;)( %de 60 é igual a 15, ou .eja: En(i.'ío n':8ta n ser nplí~:ad'J ( a (,I!;, '-1,111'.'
més). l'jessB:S cúndi.!fões
x,60=15
Resp: 738 residências tinham suas televisões lig.das no corrl'postos
60)(= 15 <Ilhal A.
c_E C;'" 12C fie: :w fie
4 3 '12 1::
,JUil(»~~S~llflfíl!l1E$ Assirn sendo, ~~IJ{'lSI lil~;'j \0.;11' ',,' '

50 4) O preço de uma aparelho de som é de 150 rcaÍ&. No probltma apnZ:,$ulitZído anteriormente, temos: :5e 8(' 30(.~
x~0,25 pag(ll'llento à vista é feito um de.cont(, de 30%, Ne$S~s • capital apUrado, 'c, ........••••• ,,"", &,$ 6<JO,OO
~-+ ..,-".,,+
300 "'00 1,'1)0
:1':1'

cálculo: ções, ~ t<L\,~ ~-'&ao i1i25, . ' .. _.... ,'Ô°;õ ao-m(:s., OLlO~06no rnês f,.4t1Jtipllcal](.-lo-:;{~ (I,', doi,; 1110'11;1'111' 1,1 ,:1][,'1'11:'1
por 1.100, ünco"tr;11li!liS:
150~ .) Q•.••l a quantia que corresponde ao desconto? J rncseS. lO , C + 2,) (' \0 1 r' i(llllHI,O(] ."
120 (),25 24 ,000, IH)

{jJ::j8 Udc b) Q•.••I o preço à vista desse aparelho de som? A.$siTn, l:oJleluinlfl.'>. {jlij'f) r,'II,H,l'I Illi,"11! "I (d" H:,:: )'··f (11~fJ,O(l

O(lO
0$; .1U],0.5 seràa: RS 36,00+ 2} l.h,'tc,JlllI I',<ll ',1;'1 '111,'111·' "-1"11" 'til' ;;I')'.IJ '-;II:Hln,
Resp: a quantia do desconto é de R$ 45,6õ e o preço
Pass.ndo para a forma de pe,cen!llgem, temos: x =0,25 ~ pJícarll ti juro:..; ~\~j
n'll}k~<;~JlLIIIII· I ,li til"" 111.I, 11I" " f ~I!"
"i,tll do aparelho é de R$ 105,00,
25 í.JSJW\)S serào: R,$ 72.00 +RS 36PO ~ Cham~Hl(lo di! I o "ÚIIWi"i, 11, 11" 'rll" 11m ~':lpjllll
106,=25'1<, qlwdnlpliquc~ Ü~llW,';qIlC'J! jlJ[U', ll1tlilIL'I,I'I' ,i(' If 11il,lll do
/\ssim. IHoHtante (captt~\t m21.fs(cndim<l:;n(os) s-erâ de:
Resposla, 25 % da, figurlnhasque comprei eram repeti· ximadamente, da PÇ>pulaçí!o do Brasil. S. o Brasíllem, pelo G (~apit:aJiuid~ll~ 011,w.pt. i
d,,~, RS 61)0,00 + R$ I OS,OO ~ ?OS,OIl
50 de 1991, um. p"pulação de aproxImadamente 150 milhões ['JIjIÜl1Itii' i ('li ',I' II Il,H)
Em um colégio, 1400 aluoos estudam no período M habitantes, qual é, aproximadamente, a P"pulaçllo da A Ull1i'1.fómJU!a para calcular
t:::::>O,IO.t ~.:' l HIUII-' .•..·,
manhã. Esse número representa 560/0 do número de alunos que na? (SugestãQ; n" sua resposta faça a 'p,oximaçllo p •• a
~lnm:
estudam nesse colégio. Quantos alunos e:$tudam~ :ao-todo, nes- TO inteiro de milhões), () (ClllJH) JlCtT,,':tllHI /. ",r' \11111'''' 1,11 '--1;1, "ir:I', dll"','
sc colégio? c~ J;:(lpít"IJ aplicado fnciü,
Resolução; Vamo. representar PÇ>' x o numefototal de
Resp: A população d"Argentina" de 33 mIlhões de h.' i """ taxa o/iJ, por período de tempü
alunos do colégio, de períodos de
tantes, aproxImadamente, t) :';;, nÚITIÚ(O tempo TAXAS IP'rr&·tH"OdF:O· 11(1-liO ~\\1I1"
56 Snm{)~ ternos:
('liq'''I\ ~IHIiU', ,li '11 1111
S.bendo que 56% ~ 100 " 0,56, podemus escrevera equs·
lfU1i5POSTAS ~após (j !(;,p~{jadü, o total de juros será: C., i; j)1I~1'; 1;1>';)t'; ',:\H 1110111,1.

ç~ú:56% d. X
Q,56,x=14úO
é Igual a 14{fO., ou. seja: ...após ú 2<> f..>crIndo., ü l"oral de juros será; C. i+ C. i,
ItVHllllllljIPI'\)IHII\J~t!'IIH"-,I"1i11
{\UH,·:ml:ll1l1i,bd"
1,,11·.1' f' llil, 1,0111.'-1,1,,',

l} ]0""
• apóso3"P"'1('<:1o,otWddejuross<:rn; (:, hC, í+C ,i,
0,56x= 1400
_L.Ú'Udil j II jll~;l dI" jlll" '·LI/I',,;;, 11111 111 ll'Hllf j I ri "1 ,!l
x~14oo
2)20% i f)f'U"cclas
0,56
l\s~il'n~.ufônraJJt~que fornece t) tütal de juros simples ~~ lHOPIlIl'illll,lIqul' 'fll'H \Ii,,- d'·j,-, IHI!>",.; I ,)j, _,;, 1,;1' ;1"
x=2500
3) 733 Tesidêndas linham suas televisões ligada., j=CLt I,
cálculo canal A, Om1)1lt!H1te-finafé de: M'~C+ j pr'rllllllJ, Inal''', 1,,1'11' hl ,li'
1400 :D,56=14ú.Ooo: 56 Vamü,$ reso!vernov~rnente nO$;;O pmblerna, Ullri;llllld~t .1',
4) a quantia do desC(lnto é de R$ 45,00 e (l preço à ,I'il,l,
1400DO~ do,pàl'elhoéde R$IOS,OO., ternos: J,
,I"
" , l'l!'".,d, lil·
ll,,1
2&0 2500 j" R$ 600,00. Ü,06, 3 = RS t 011,1)0
"I
O"l1I(mU'wlte ~trád~:
l?espóSII1' NQ colégio, estu.dam ao todo 2500 alunos, M= C +í ~ R't 600,00 + 1t$10fl,OO W~ 'ItlH,OIl

6
ti/VII M/' 11' I 1I1l\1·,j' I Il>:í\

IVI/!1TEMÁTICA .,_.~._-------"--_."._
FINANCEIRA .._--- stTil de
\ III
w~;
<I lHjllll.i1ll, ,1,1.11";' ." 11111. I" lItL, 11"

:np6s..o ,I <;)t)f$rfodú(l:nêJ), 'omDntnntes:erá~


L~ell~)los: taxa
valor M, ~C+ i. C ~>M, ~c.(I + i); '-:I.) ();. 1l11n', 1'111l111:ldjli III LI' d,11 111' LI ,I, ,,-jo
nC.klllc Resp,: $ 3411000,00 após Q }O rcr~üdo (mês), <) i1h)Cltamc senL ](11"0:; c()mpo~·.llr·'" t'llh 11"'-' d,1,1111" ", '''li'' ';;11' l'Ij'HI,1

Lembralldoque 1a~ Um,remos: dús ao c.lpir;\1 H, 'I' I'JI,I",;II' '1IId,' Ililljlllllr, I'I'~'~I!/Id"
3j (CEBI94) O Capitaldt S 9,000,00 fi,i aplicado a taxa de M,=M,"·i. pnI'R$7?OOnn,nO,/',H,liW'"'' 11~1". 11'111" .•... '
juros simples de 3M'(, •. a, Após quatro meses, qual" valor do M.'"c'(J Dad~J,;~
. 30 montante'?
" ~ 12 ~2,5 Resp.: $ 10(}SO,(lO Capilaf l. ' ... ~, J .'~!IJ~ 10,1)(}
'nO:;.l i o., WH{~, IflllI,llH1IIW'.
4) (TCDf) De quanto ,,,rá o juro produzido por um capital
i5tO é: 2}5%a.m.
de $ 39,000,00, aplioado dumnle 300 dias, à taxa de 15% a.". Pei'Í",)do~;(h~c>ll'll;lli/.IIl,ihl 11
D'.:,';y(;mo.':: nWHI;no 1I11111Llfllr' Iv! ("11 I H"
2) Cakuíe a Ulxa mensal proporcional a 0,08% ao dia. Resp.: $ 4.875,()0
5) (TCDr) Qual O <"pila! que s. deve aplicar, à taXa de 8% SU1:BtltUtll<i(JO';u!UlJ1tllio';llildU'dli11'111111ILI (J 10,11'" I ,Ifl,ll
Lembrando que I m ~ 30 d, l.mo~:
Mt., durante 7 meses, para $e obter o juro de $ 399,84'! Ellt~!ü: M ,])D (tOI'.i10 t I I 0,1)' '. r...:1 l 'r).~J(ljJ,O()
f 1,464I""M~ 1.0:;1.1).',1111
Resp.: $ 8,568,00,
0,08 ~ 30 <;> I~ 0,0$ X 30~ 2,4, O n1(l1)'~mt() nll,1l !:~~Ili I,h.. I, :1: J 0."'1 1'I.l..{Hl
6} (AfTN/91) Um «'pital "0 valor de 50, uplicado aju
simples a taxa de 3~6o/l)a..m. atinge um montante de quanto eln
isto é: 2.,40/0 a,m. dias? 3) Qtlal o CHpil.,1 qlW, aplk:lIlrl ('rul:lldl"lllJ.,:t;\ d(~
produz um mnntantt de H~;·I ( t""j:)() VIII 'I. nW'.I·~" ;1
3j Calcule. taxa anual própwdonal a 8% ao trimestre. Rcsp.: $ 51,20 Dados:
que \1111capital d"
7) (TTN/89) Cakul~r 0 jur()$5'mples
Lembrando que j a = 4 trim, temos:
I O,OOO,OQ rende em um ano e meio aplicaO() a taxa de 6% a.a,
M ~4LG74.51l

i Resp.; $ 900,00
t =
Pêríüdü5
5ol~ tHT 0,05 ;10 111(;:.,
dl~ cal'tt'llil.;H':;:'io n
8=4"<;> i~8X4~32" 8) (TR:fi90lES) Aqut l>Xa m."sal deve,. a fi,ma "O
aplicar sell capital de $ 300.0Il0,OO, pata que, em dois H
i$to é: 32% a,a. quatro meses, rendajurú3 equivaientcs a 98% de s1 rnes DevcmosnlOlll~lrOGlliit;.lI: (., 11 illl
IOme:sesJ Resp.: iw;J.,.S % ;l.fi}. Sub:>.llluíndo ü.'; {~le[ll,,:lll:P,'; rhJílo';
f

11;1 1;;"I'Lllll.J:
9) (Al'CnCUI92) Um certo tipo de
à tax:a de 2$":"/0 ao ano. De.term ine () juro obtido, (1,05/ [,IS76:)'-:,
capital em dois mese'S, Em
Entãc}';
Temos; 700~t de juros?
n~
Resp.: t = 14 m ~lúI-I,--'O
1,:1'1'.,1,:::
n= 10m ,.~ __ , r lü.~,
1.1,,;

i
= 25% a.lI, = ll,25 li•••
f:»UWIF'LlES O e~~pi~nJnp!ic;.ldn (. l,~~l:
,.: iJ')I) .:';·1
I~lll
':1.

III\:",I'}; HI~( "ilpllld ~It,·1<::1;


Como a ternpo é dado etn mt:se..~ e a taxa. é dada ao a.no~
determInar a taxa m_en~ te 1'(,lldillH:l(t, I, qll:,ll\f/(1 JlJI!r;'I~'
çOrnpo:':llO~. 'it 5\;·;) ;\0 ml'.~:;
"ai
Dado,:
;=0,25 lU. ~ (0,25: Uja,m, = 0,25112 a.m. No entanto ·é, muito r(l.ais comum as apliCilções
C, $ 240.lIilO,OO
tlm
Logo:j ~24.000,OOX0;251l2X 100:::> j =5.000,00 5'~;fnu o,w; ;l0 mi'.';
pas"ando tómbém a
.I' $37.8)(1.00
'fi-)S> cmn()~ por ex.empio; nas eadernetas de poupança~
Isto é, ojurO éde R$.5.000,OO P(~ri'odo:·; <k 1"r'liflili:dl,:IlJ I1
.5) Calellle () juro correspondente a um ~apithj de RS Vamos refazer aquele problema da inlroduçà<> de HncnllllHndl) ln il i"lllwak Itll;!l, (('lllt)·,
1I11111t11111!1'

lizaúdo juros compostos; M: It~:'l.'100(lO,.flO IIU; !,'1:'/I.H\ll,fl~1


Il.HIO,f)(J
~~;;~oo,OO, aplicado
..JQ;tO'l-'l() anO.
durante 2 anos, 4 me$es' \Odills, àl:il>:ade
.póso ~~tIlJ·:,{lltdll(k, p'l t"kllWI,il", dwl'I', 11<1'~·'Illlld.l
Como () wmpo foi dado sob a furnlade numeral complexo, M
600,ÚO~ R$ 636,00
a primeira coisa a ser feita é a obtenção do númerO de dias ( I " )" r;
w,respemdeotes, lembrando que: • após o 2' período (mês), o montante .erá:
I a=360d e I m=30d 1{'H'II!')'.
636,00"674,16
Assim: 2 a 4 me 1Od= (2 X360+4X30 + IO)d=1l50d
(mês)1 o montante Calcular
re.gÍl.1H.;;dcjllt'l1,';
o IltOutalltc
zrnno
após -Q 3Q períodO' será;: t ( 1,11',)' l. t;'I/tl\
Têmos, então: C=R$IS5,OOO,00 ~';1001HJ
674,16~7H,61
0"8.50d , '111 ,I t ' ," I , j I 1'1 iI .11 d f ' 111I -, ji' Ij ,I Ii " .;, 11 "I ! \ ,l \ I ~
Esse e (} montanle final, representado por M.
36 \ t i '!lIILII fil 1+11 <11.11' .1,11< ,tllj,U!I. Ili'

que esse monta"re é maiO' do que o achado anteri '(111' I II ';I I"' i rllld 'Il' ti 11 I"tlj ,It, ~d,I
; = 36% a,a. = :!l60 %'L<I.=(},I% •. d.~O,OOt a.d. ',) '\ I' I I I' 11\
i'lI!knlO'ljl .I" 1'''III'"li'. n lllll' '11'i!,d ,I; 'I lIHlllll1f 110
185.000,00 X 0,001 X850""j~ 157.250,00 Mo"" de ttij)íwHucão fi =3 Ijll,Hill Ihllir' dH'IIIH 11i.,111 jJ 11';;1''''111')1,10.1,
,(1'
I 57,2.50,0() A$S-Ím~ como fizemos para juros simples,
M'''C(lll)'' I 1;1dl'
lrar uma fórmula para o cálculo de jur
E)(ERch::aos R.ESOI.VU10S os demento-t dndo;~ n" rÓnnllbl illti Oill)l 11I
sejam: c~ capital inicial
porperiod<l 1,728
<~;'" M ,tOn,I J'U .. 'r~'l f'l ,I
11

M = montante final l'''rI' ,j.,-.ki-'-jj'""tj-


Resp,: S 120nOO,00 li
13
MI\ I LIII~I\I!I', I 11·1,<\1"1([11.:1\
I:VLil;n"êMÁTICA FINANCEIRA
Dados:
D!!1nlESCONl'OS m;rE~i~IG({JJL\~'II'fi] (I,.~{,jIMil~!; ':l!:b·II'(l.l.l
N '" ZfI.OflO.,i}(i
D(':iconlú I' ,I dlh,'fl'HI.il l'lIl!· ',d'li 1,1'llII11"! ~"Th"1 li,
meses, temos; f =3(1'%fru~. ÜK~~ü\; V.1I0f'IHllltO)'1i' llll) IIHdl~ d,· U· ,1111'I~P '.'.'U ~,.i1I)1;1Hull
mo modo q oe "s
$"bslit\li"do os elemento. da,jo$ na fórm"la: val'út flominal: 'N N (valor presente)
Sendo: N ',',dl,ll I'IIIJltlillil '(',',11IHdI" /:11'1' l)tll,',lll'l r(Hl!lI~'1
• valor alual: V ( ou L ) n m;6 me~e:)~ Ar""-" 1+in
( l+lT""!':!C ta"": i A v;Ij()JIJIu.:d<v;lh)111w."lIf(')

tempo de anlecipação:
D d(::'lcnllto {"(1111j1Ii,;({'
347287,50 I)
A ~ ~OOOO_ ~ 20000 Ç> A = 17391 30 [) N .. A
Teremos: (1+ i)' 300000 1,15763 de,conto; D , 1+0,.30.úl,5 1,15 ' ,
r'l,J91 ,30 e
Para 11~ 3, encontraremos para i~:5%, I,) valor I,] 5163
Cornpr.(1.ndo~se {) título por R$
R$20,000,00aI'6$ <5
CÁLCULO [l)«J) fIJ)[f:$~".':{~IN]·IJ"(jjJ
), comercial ( ou "1'01
A taxa foi de 5% ao més, mese&'~n taxa esta que a JiY3'& a.a. C 4) k\ld W' <üJ Si 'jl'i(/i
Vejamos cada um do. casos,
1'4~:::valor nomrnal (valm d-l:! hwl" ou vai/li /"tHIII'O) de 11111
!!1XERCfCIOS RIi!SOLVmOS DlESCOfí>il'O C@MERCa.AL OU titvJo
DESCONTO RACIONAL OU
I) Foramaplicados R$ 5{),1)00,OO ajllroseompostos a 1D% DESCONTO "POR nlENTRO" DiESCOl',mTO"Ifl'O!R!FORA" A = valor atuu! (valor prt'StTtrt:) {,k~10~,;lilll[n
a,m. f)etemllnar depois de q1..iai1Wtempo essa quantia rendeu
É o desconto -CliJO vnJor qui: se obtém pelo cákujo do fi X:~ rtúrnem de. p.eríO(jn." IUltr:~~ CJ1('i'lllcl:lo
do ..•..
R$ 23205,00,
jum símples sobre o- "o,.d(w 110miní:l1do con"lprom~sso que seja j= taxa de de~Go.nto COlJlPOS[U
Rcsp.: 4 meses s;]ki~ld·o n períodos: ames de seu vencimento.
antes do seu veJ1C irnento. D desconto cornposlo
2) Aq\l.nlia de R$ 60.1)00,00 foi aplic.da ajutos rompo.' Ca!cula"'se o valor do desconto comercial apUcandoNse a
De$-C{)l'ltQ~é a qUánüa a ser abatida do valor j'wminal.
l{)S. Deteoni:ne o múnrnnt.e obtido: defitüçílo: N
a) depois de 2 meses, a 8% 1I,m,
Valor descontado, éa di rerença entre O vaio!' l\ .~
desconlo. D,~Ni" (I + j)"
c) depois de 3 dias, a 0,2%"0 dia F:Q vÇilor des(orJtadoc(uYlercirll:
Sendo, N: Valor lIominal (011mOllt~.te) Exemplü:
b) depois de 4 meses, a 7%'.m. A,~N (I-íl))
As: Valorntua'l (ou vaiordeseontad() radon.a, O Iiquidnr,:5 llle:,;(':!; :,ltW','--. r!l) Yt:llcillWIIIO. lltll~1
cl) depois de urn quarto de ano~·@ 10% aQ mês Esse resu1taífo é tambóm cham~~d-o Vi)!or atual cOITlcrd;:IL
n: Núm(l,ro dc'perlo-d,{)S antes do vendmentü:. rcprtsentada POlltli"lliiutn (,tifo • ...110111011dll,,1
Rosp,; a)$699&4,OO b)S7S648,OO
Tere,mos para o cálculo do desconto racional: Exemplo; é de R$ IOü,no Srtf:H'lldoqu,' (I 1-:\lt',';l r,1<'I:~11 lillrtl,l
0)$60360,7:2 d)$79860,OO I) um,) ld ..\íJ de dC,';I.'(.lJIIU ("I 1(1 11'1(\'.Ii) de;l'" ;1,111,. ;1(1)1' ~)
Nln
1) Detennb,lc o capital que. apHcâ.do ajuros compostos:
D =---
, 1+ln vencimento. O"ldos:
V~]lo[' ,1lu,l! {k,";',c lirnln
N J 01l.UO
I' (, \-',d,.'J'tl!! dr::,Qilllll

(1) produzum montantedeRS lJ..9%j80,effi 2 m-e:se$~:a8% a.n1. Tcnl'ios par.d. o cálculo do valüf atual racionat -Y~';I H.ll"
O vafon:~..escol1t(i;do comercíé (ou por fixa ) será dado por:
p.$1J;4/.rn)!l'i)
,~ 1-0('";1,'.'_

~'~)produz. R$ 5.730A8 dejuros,em) meS{~$. a 65'yó.a,m" ()vaJordrlÍ:tlllIII11)"',I'..II.'ll ti '1'1,1.\1.1':' '/


R,,,p.: ")$ 1200(),o0 b)$20()O()(),00 COllclusão; Dados; N = 2,7S0,00 TVlIlO~; qtJt:.
c)$31836,OO
i
=361% 3.:a~
t\..\,."
..
A ~,
!'It .'~ I r.lI,',1
I)J(1U,1I1l
I(HI I,

"1) I.kt(~nuinc quanto ternpo ficou aplicado -um capital de ~ Il I,I'i 1\


t'llU\(J
111'
t I I (1,0
Ifl' li'
Ii l~,
I ~~, ',~00. fJO(r ,DO a juros compostos, nos seg,u Intes -casos: n::= 6 mC'$·es= 2: -ano

,,) o mnlllanld'oi de [($ 292,820,00, a 10% a,m, i


I It ~ Irlrt

b) o montante foi de R$203,015,(12, a 0.5% ao dia, 0-00


A<-:=""tt)vi\(
.j ," 0'- I.
~~OX"1 )
'Ir 1

lU11 Ill'I'/'/
l~"sl',' a)4m b)3 d
obtido, se a taxa de juros contratada fi:
0,82"" A, ~$2279,iilJ
5)Aguolaxa dwem ser aplk-ados R$ Dados:
de$2279,60
COlnpostos, de modo a;
N "" 12.000,00 (valor nomj.nal du <OlIlr>H)miss,,~m· D!!1SCONTO BANCÁifUO
a) produzir um montante de RS 175.692,00 em4 meses? data tlevenclmenlo) I"
do
ummon!alltede R$ 142S72,OOnascx!"parte
i :; 21°;i:t a~~.
'efb~ada, c-Obrada sobre 0 valor nort'âm~l.
acrC5cido
f' ","
de UJna
fi a u:n:Cl
HiXil
dei;: r;(·I;'Il!t·:'l;
(' vlllol dllllltlh, .11 1-')1 ,I, ",I, "!lI",,,li'l,II,J.1
II = 4 meses (número d. períod(Js de .nt<clp.ç~() esa$ ndministl'fIJ,ivas),
1':,.11,1

c) r~l1derR$ ]7.338,00 de juros em 2 meses?


Resp.: a) i~ ] 0%a,m. b) i~9% lLm. D=Nin
[),~N( i" +a) SmlSTITUlçJ\o Ü)i UM 'UlUlO
c)i~7%a,m.
, 1+in V,,~N! I· (in+")1 t j I II1I r n III lIli li ~I" ,j, \+.,l, 'I ,I; li 'I I 1111111 ' , j r' 1 I 111111
I)~ 1I1 IIt 1

P,Ull() 11W'·j'·" ,lj;";'I'! 'dd, ,111'11 I" t'·" 11111 "111\;·, "lil '11' 11111 11["

DESCONTOS li! TAXAS lR.iEI!.AçAO lI:;NTIR[,;ll:!iESCONTO Jllua ~i1111",1', '';'1101,; 'i 111··'. d, 11, "'!IIH +, HIJ" r" ,I,
12000" 0,27 1<4 iil" "
DE DESCONTOS D ,n."}7r",,,~~Dr=
*~pD 12000:1<0,09 10S0
IRACmi'.iAl iE I';OMEIRCU'U. ;11,h.IItl \nilill llllllllll.d ,I" 111"1,,
\09 <=>°f"'" 1)'(I,llilll,l" " 'l11'·ll.f· ;I, i IIHiI,
desront('JcomerciaJé tnaíorqtlC (I d{,,;-
feito nas mesmas condições; ou seja: 1\I lull)l .dl/nl l!1l IHuL, d, il fjl!lI, 111111
nu
R$ 990,83 é, portanto, o deS{;onto racional oM
1\ 11 t'H'''1 'lli"11 dll lllul" ~1I1,'·lil i!1,1.,
resgale alltecipado da d ,vida,
1!lIjl'O!!H li 1;;;;;1=11'
1\1
j! li q' ,i

"~fI -
no valor SÍvel 11!111

10 1I
C(I;módc'Ycmoster.,At= A1'!.i '!n~~Hi{l;

~ 8314S4,25":? 1>1«837484,25 x 1,30417 <::> 1'1" Exemplos:


ano.
1092724,32
Devemos substituir o titulo <ltnal por urn outro de $ Lembl1ll1doque I a'· 12 m. temos;
I,D91.724,32 INT
, _ 30 _? ~
'TAXA NOlllllWAl lÁ' -12 --,-,
A taxa de juro:; contratada numa operação financeira cita, isto é: 2,5o/(} ~m
n-~n-5e taxa nominaL Essa taxa nem sempre é igu.al â t2'Xit efuriva,
que Ó a roxa de r·endimento que a operação Hl1Ianceira ptoporcl"
{HãO. efetivamente. Is.to :acontece em ra7..ão de existirem obdgaN
2) Calcule a taxa HiCtlsal p1'ü-porciona:1 í~OyOB.g..-~aO dia,
~ões1:taxas) impostos ou cOnl15.SÕéS que comprometem os ren-
li iry,entos t)~~'Oneram os pagamentos de jur{)S:. 1sto .acontece em Lembnm.do que 1 m ZJ.30 df temos;
o'
;;,:,':<':,[;.0Ü~ eXJsUre'm obrigações, taxa$y impostos ou comissões
gtl(: c0mprotnetem ()s rf2:riuhnentos ou Ol1en~{n pagamentos 0-$0

de jun')1i, Critérios diferentes para t} càlétJl0 de jllfOS la.mbém


nJl,em a k1-.,anominal dlferitd,ú, efetiva. como! por exemp!o,j\~fO$
0,08 ~ ;0 Q I ~ D,08x30 = 2,4
c{Jbracio$ ad:ecipadamcnte ou -calculados sobre um Ü)tfl.~ que, isto é: 2Aoró am
na reaHdade~ é pago em parcela<::-, Esses e óiltnxs nrtifidoo fi
vezes são u:sados conscienic-mente Pf(l'a mascarar a taxa efetiva
e fazer osjuros parecerem maiores ou mCltOfe.S confonnea. (:011" 3) calcule a taxa anual propDrc-ion;~J a S% ao trimestre.
veniencia,
Lewd);'a~tdQque 1 a~.4 trL,temo'S'
E,emplo: Um capitalista depositou $ 250.000.00 num b.n,
CO, <) prazo fixo. por dOls meses, à w:x-a de 2% am, Sabendo-se
8~!-Qi~8*4~32
qui':, 5-001''4 os jaros~ incide uma, taxa de 301:>/"-de Imposto de'
Renda, determinar: 4 .
a) Vaio, dos JUtoS, JRto é; 32~h 8.a.
bJ O imposto de Renda retido,
c) O vàlor lfquído de msgüt~, TAXAS !DE JUROS
ri) A [,8xa efetiya;.mensul derendimentn, EQlIJlVAUaNTIES
de jur-os são çhm·l1ad:as e'qtljvaleHlcs
Solução: aplicadas ao mesmo capital durante o
produzem os mesmos juros,
J ~!'V i n ~ 200,OO(l' 0,02 • 2~'$ 8.000 Sendo I e: i i~
as taxas apli,cadasao- e:ap itai p~ em pedD
IR ~ 0,30' $8-,000 ~ 1>2 .400 11 'I e 01 equ ivalentes'j 'temos:
FV~PV + jn$20n.fJOO+1> 8,OOO~$
jl =PV * li'~ t11
j~=PV*i1 *n~
vo) Como osjUfQS produzidos s:rnú iguais, vem:
dJ FV ~ PV (l+il1)à$205,60fJ~$20.00ü(\+i·2Jà2i« j,~j,
pv'ti i*n
I j
=" PV .~ i *'
J:al n à j .• fi 1 :<l: i
:: 't n~
205,602._1"'0028:::> '" =0,014 Considenmdo Q período de-tempo igual a wn ( n 1 =
200.000' :1' temos:
Resposta:
a) O valor dos juros fÓi de $ 8,OfJü,OO ~!L
b) O IR retidofôi de$ 2.4110 í.i"8il·~i).:t-Rl"'> i:l·"""J~ '* fi! ou i2 = fi,
c) Owlor liquido de resgate foi de $205.úOO,OO
d) A taxa efutiva de rendimentO foi de 1,4% am,

'TAXAS PROPORCIONAIS
Duas roxas Silo
manluma
àmesnml
Sendo 1 a· taxa de juro re![Itivaa um. pedodo e ilc. a U?!xa
1
'kda

, I ano civil (365 dias),


11; ~ k onde "~kj~,
é o período" mítem :()111ê$ -com

'12