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,
.r-. .

! ÍNDICE ::~
c; I Ficha ticnica
FICHA TÉCNICA DO V EÍCULO .... ................................................................... ••••·•·••••············· ··· ····· ·· ····•··········· ······• 8
M ANUTENÇÃO PERIÓDI CA PREV ENTIVA. .... ...... ............ .......... ... ............. ...... ....................... ........... ....................... 10

CHECK·UST ................................................................................................................................................. .......... 12

©I Sistemas Mec8nicos
CORREIA M I CRO-V................................................ .......... .... .......................................................... ........ .......... !5
REMOÇÃO DA CORREIA MICRO•V........ .......... .......... ................. ....... ..... .......... ..... .................................. 15
INSTALAÇÃO DA CORREIA MICRQ-V............ ......... .............. ....... ....... ..... .............. ................................. .. 16

SI STEMA DE ARRE·FECIHENTO . .. . ....... ........ ...... .. .. ................... .......... ..... ....... . ........ .. ....... .......... ....... ... ....... ...... 19
DESCRIÇÃO E CARACTERiSTICAS . ..... ............................. .......... ............................. ................................ J9
ESQUEMA DO SISTEMA DE ARREFECIMENTO 00 MOTOR .......................................................................... 19

BOM BA D'ÁGU A ........................................ ............................ ..... ..... ......... ............................ ................... ........ 20
REMOÇÃO DA BOMBA D'ÁGUA ...... .......... .......... .......... .. ... .......... ..... .......... .......... ..... ..... .......... ..... ..... .... 20
INSTALAÇÃO DA BOMBA D'ÁGUA ..... .............. .......... .......................... ............ ...................................... .. 2 1

CORRENTE SI NCRONIZADORA .................................................................................... ..................................... 22


V ISTA GERAL OA CORRENTE SINCRONIZAOOI\A.......... ............... ....... .. ..................................................... 22
SINCRONISMO DO MOTOR. .............. ............................ ..... .............. .......... ..................................... ....... 23
REMOÇÃO DA CORRENTE SINCRONI ZADORA DO MOTOR. ........ ............ ...... ................................................ 24
INSTALAÇÃO DA CORRENTE SINCRONIZAOOAA 00 MOTOR.......... ....... ...................................................... 26

REGULAGEM DE VÁLVULAS... .................. .......................... . .................. .... . ................... ....... .................. ........... 29
INSPEÇÃO E REGULAGEM DA FOLGA DAS VÁLVULAS.......................... ...... ................................................. 29
AJUSTE DA FOLGA DAS VÁLVULAS .......... ......................... ....... ..................................... .......................... 30

SUSPENSÃO ........... ............................... ................................................................................ .............. ..... ....... 33


REMOÇÃO DA MANGA DE fiXa ...................... ...... ..... ...... ................ ...... ..... ... ..... ... ........... ..... .... .. ........ 33
INSTALAÇÃO DA MANGA DE EIXO..... ................. .... ........................... ........................... .... ........................ 34
REMOÇÃO DA TORRE DA SUSPENSÃO. ... . .......................... ..... .......... ....... ..... ............................. ..... ..... ... 34
DESMONTAGEM E MONTAGEM DA TORRE DA SUSPENSÃo ...... ........ ............................. ............................. 3 5
INSTALAÇÃO OA TORRE DA SUSPENSÃO.............. .... .... ......................... .................................................. . 36
SUBSTITUIÇÃO DO BRAÇO DE CONTROLE OU lEQUE .................. ..... ................. ...................................... 37
SUBSTITUIÇÃO 00 QUADRO AUXIliAR .............. ... ... ....................... .......... ..... ..... ... ... ..... ........... ...... ...... 37
SUBSTITUIÇÃO DO TIRANTE OA BARRA ESTA8lU2ADORA ........... ...... ... .......... ........................................ 38
SUBSTITUIÇÃO DO TERMI NAL DA BARRA DE DIREÇÃO .............. ........ ........... .................. ......................... 38
SUSPENSÃO TRASEIRA ..... ..... ............... ........................ ....... ....... . ..... ..... ..... ......... .............. .................. 40
REMOÇÃO 00 AMORTECEDOR TRASEIRO ........... ..... ..... ..... .................... ......... ..... .............. .............. 40
DESMONTAGEM E MONTAGEM DOAMDRTECEDOR . . ..... ..... ..... .... .................... ................................... 40
INSTALAÇÃO 00 AMORTECEDOR ..... ...... ..... ...... ..... ...... ........... ..... ... ... ..... ...... ..... ...... ..... ...... ..... ..... 41

ROLAMENTO OIANTEIR0...... . ........ ... .................. .... ...... ..... ........... .... .. ..... .. ......... ....... .... ........ ... .... . ... ... ...... .... 4 3
REMOÇÃO 00 ROLAMENTO ...... ..... ...... .. ... ........ ... ..... ...... ..... ...... .......... ... ... ......... . ........... ........... ..... .... . 43
INSTALAÇÃO 00 ROLAMENTO.. .................................. ...... ...... .......... ............. ...... ..... ...... ................. .... 44

SUBSTITUIÇÃO 00 CUBO OE RODA TRASEIRO.................. ...... ....................................................................... 45

FREIOS ...... ............. ...................... ....... .................. ... ..... ..... ........................................ .. ..... ..................... ...... 47
INSPEÇÃO NO DI SCO DE FREIO DIANTEIRO ................................ ........ .................................... ........... .... 47
REMOÇÃO 00 DISCO OE FREIO DIANTEIRO..................................... . ........................... ..... ...................... 48
INSPEÇÃO D AS PASTILHAS E INSTALAÇÃO DO CONJUNTO.... ................... ........... ..... ................................ 51
FREIOS TRASEIROS ............................. ....... ..................... ..... ......... ..... ..... ......... ..... .............. ............... 5 2
INSPEÇÃO E REMOÇÃO DAS SAPATAS DE FREia ......... ............................ ................... ........ ...... ................ 52
SUBSTITUIÇÃO DO CIUNDRO DE FREIO ................................ ..... ......................... .......................... ......... 53
MONTAGEM DO CONJUNTO DE FREIO NO VEÍCULQ.. .......................... ................ ....................................... 54
INSPEÇÃO E INSTALAÇÃO 00 TAMBOR DE FREIO .......................................... ......... ..... ......................... .... 55
r-:-
3 - -- -
(Ç I Sistemas Mecônicas
-
EMBREAGEM .......................................................................................................................... ........................ 57
REMOÇÃO DA EMBREAGEM•••.•••••••••••.•••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••.•••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 57
INSTALAÇÃO DA EMBREAGEM •••••••••••••.•.••••••••••••.••••••. •.••••.•••••••••••••••••••••••••••••••••.•••••••••.••••.••••••••.••••••••• 59

SANGRIA DO SISTEMA DE fREIOS E DA EMBREAGEM HIDRÁUliCA ... ..................................................... ........ 61

SUBSTITUIÇÃO DO FILTRO DE CABINE•••••.••••••.•••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••.•••••••••••••••••••••••••• 65

SUBSTITUIÇÃ O DO FILTRO DE COMBUSTÍVEL •. ••.••••••••••••••••. ••••••••••••••.••••••••••••••••••••••••••••••.•••••••••••••••••••••••••••• 66

SUBSTITUIÇÃO DO FILTRO DE ÓLEO,,,, ••.•••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••.•.•••••••••.•••••••••••••••••••••. ••••••.•••••••••••••••• 67

VELAS DE IGNIÇÃO ••••••••••••••••. •.••••••. •••••••••••••••••••••.••••••.••.•••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••.•••••••••••••••••••• 69

TORQUES DE APERTO ••••••••••. ••••••.••••••••••••••••••••••••••••.••••••.•••••••••. ••••. ••••••.•• •••••••••••••••••·••••••·················••••••••••··· 7l

FERRAMENTAS UTILJZADAS•.••••••••••••••••••••••••••••.••••.•••••••••••••••••••••••.••••.•.•••••••••.•••••••••••.•••••••••.•••••••••••••••••••••••• 72

INSTRUMENTOS DE MEDI ÇÃO UnLIZADOS·························· ····· ····· ····· ···· ·················••••••••••·•·········· ·········· ····· · 13

(9 Alternador e Matar de pottlda


ALTE.R.N.ADOR VA.L.EO 1 3,SV/90A .•••••••••.•••.••. ..•••...•.•••.•••••••••...••...••. .••.. •.••••.••••.•••••••••.•••••••••••.•.••.•.......•..•..•.••.• 74
REMOÇÃO DO ALTERNADOR. .•••••.•••••••••. ••••••••••••••••••••••••••.•. ••••. ••••••. ••••••·••·••••••••••••••••••·••••·•••••••••••••••••••• 74
TESTE DOS COMPONENTES •••••••.••••.•.•••••••••.•••••••••••.••••••. •••••••••••••••••••••.••••.•••••••••••.••••••••••••••••.•.••.•••••••• 75
l·ESTATOR•.••.••••••.••••••••••••••••••••••••••••.••••••.•••••..••••••••••••••••.••••. •••••••••••••••••••••••••••••••••••.••••.••••••••••• 75
2•TESTES DOS DIODOS POSITIVOS •••••••••••••.•••.••••.•••••••••.••••••.•••••••••••.••••. •••••••••••••••••••••••.••••.•.••.•••• 75
3·TESTE DOS DIODOS NEGATIVOS ••.•••••••••.••••••••••••••••..•••.••••••.••••••. ••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••• 76
IDENTIFICAÇÃO DOS DIODOS••••••••••••••.••••••••••••••••••••••••••••.••••••••••••••••. •••••••••••••••••••••••••••••••••. ••••••. 76
4·ROTOR - ENROLAMEI'ITO DE CAMPO •••••••••••••••••••.•••••••.••••.•••••••••••••••••••••••.••••••. •••••••••.••••••••••••••••• 77
S•ESCOVA$ ............................. ........................................................................ .......... ................. 77
6-ROLAMENTOS •.•••••••••••••••••••••••.••••.••••.•••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••.•••••..•••••••••.••••.•••••••••••••••••• 78
7-COAAEIA ••••.••••••••.••••••••••••••.••••••.•••••••••••••••••••••.••••••. •••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••••.••••.••••••••••• 78
MOI'ITAGEM DO ALTERNADOR ••••••••••••••••••••••••••. •••••••••••••••• ,••••••••• ,,, .................................. .................... 18
TESTE DO AlTERNADOR NA BANCADA ............... ................... ............................. .......... ..... ..................... 80
INSTALAÇÃO DO ALTERNADOR NO VEÍCUlO ..... ..................................................... ..... ..... ....................... 81

MOTOR DE PARTIDA VAL.EO 12V............ ............................................ ............................................................. 82


TESTE 00 SISTE-MA DE PARTIDA............................................ ............................. ..... ........................ ....., 82
REMOÇÃO 00 MOTOR DE PARTIDA ........................................................................................... ..... ....... 83
INSPEÇÃO E TESTES DOS COMPONENTES.............................................................................................. 84
!·ESCOVA ...................................................... .......... ..... ........................ ..... .............................. 84
2-INDUZIDO............................................................................................................................... 84
J·SOlENOIDE ...... ......................................................................... ........................ ..................... 84
4 ·MANCAIS AI'ITERIOR E POSTERIOR ................................................................. .......................... 8s
MONTAGEM DO MOTOR DE PARTIDA ............................ .......... ..... .............. ............................................ 85
TESTE NA BANCADA ........................................................................................................................... 87

@I Siste.mas elétricos
PROGRAMAÇÃ O DE CHAVES COM O EQUIPAMENTO OBO MAP DA CHIPTRONIC ............................................... 91
PROGAAMAÇÃO DE CHAVES .............................................................................................. ..... ..... ......... 91
PROGRAMAÇÃO DO TELECOMANDO ............................................................................ ........................... 92

CAIXA DE RELb E FUSiVEIS DO V ÃO DO MOTOR (CVM ) .................................................................................. 93


COMPONENTES E SUAS LOCALIZIIÇÕES .......................................... .......... ......................................, .... , 93
LOCAliZAÇÃO DA CVM. ......................................................................................... ..... .................. 93
DESCRIÇÃO E DETAUiE DOS FUSfvEJS E REl~S DA CVM .................................................................. 93
-·~----------------------------------------------------------
~ 1 Slst~mas ~lltricos
CAIKA DE REÚ:S E F US!vEtS DO PAINEL ( CP) ................................................................................................ 9<4
COI'400/>E'fTES E SUAS LOCALI2AÇÕES ................................................. ................................................9<4
I.OCAUZAÇÀO DA tp.................................................................................................................... 94
DESCRIÇÃO DOS RELÉS E FUSMIS DA CP...................................................................................... 94
DETAU<E DOS COMfONENTES DA CP .............................................................................................g•

COMPUTADOR DE BORDO ( BCM) .................................................................................................................... 94


LOCAUZAÇÃO DO COMI'UTADOR OE 8011DO ................................................................................... 95
PINAGEM DOS COl\ECTORES DO BCM ......................................................... ..... .............................. 95
DIAGRAMA DO COMI'UTADOR DE BORDO ................................ ....................................................... 96
VALORES DE TENsÃO ESPERADOS PARA OS !!ORNES DO CHICOTE DO 8CM .................. ...................... 97

CONECTORES DE JUNÇÃO ....................... ...................................................................................................... 98


CONECTORES AUXILIARES ................................................. ..... ..... .............................................. ................ , IOI
PONTOS DE 4TERRAMENTo ...................................................... ........................ ........................................... lOS
PAINEL DE INSTRUMENTOS ........................................................................... .......... .................................... 109
INDICADORES DO PAINEl ............................................................ ..................................................... 109
DIAGRAMA DO PAINEL DE INSTRUMENTOS .......................................................................................... 110
DIAGRAMA DO INTERRUPTOR DE MÚLnPLA FUNÇÃO (lMF) ......................................................................... 111
ESPECIFICAÇÕES TÉCHICAS DAS LÂMPADAS ............................................................................................... 112
E-SPECIFICAÇÕES DAS L4MPADAS DO fAROL ....................................................................................... 1l2
ESPECIFICAÇÕES DAS IÃI<PADAS OA l.41fn0U.A .................................................................................. 112
DI.AGRAMA DOS FARÓIS ALTO E BAIXO ....................................................................................................... 113

" ! Diagramas ~litricos


DIAGRAMA 00 IMOBIUZAOOR ............................................................................................. ............................ 113
DIAGRAMA DO COMUTADOR DE IGNIÇÃO, ALTERNADOR E MOTOR DE PARTIDA . ..................................................... 114
TOMADA 12V ................................. ..... .......... ................... ....................................... ...................................... 114
DIAGRAMA DO OESEMBACAOOR DO VIDRO TRASEIRO ........................................................................ .... ..... ..... .. 115
DIAGRAMA DAS LUZES DE FREIO .................................................................................... ................................. 115
DIAGRAMA DAS LUZES DE RÉ .......................................................................................................................... 116
DIAGRAMA DAS LUZES INDICADORAS DE O!JlEÇÃO E AOVERTtNCIA ..................................................................... 116
DIAGRAMA DA BUZINA ................................................................................................................................... 117
DIAGRAMA DO MÓDULO DO A!R SAG ............................................................................................................... 118
DIAGRAMA DAS "'RAVAS ELÉTIUCAS E ALARME ................................................................................................... 120
DIAGRAMA DOS UMPAOORES E DO LAVAOO!l 00 PAAA•BIIJSA ............................................................................. 121
DIAGRAMA DO AR<DhDICIONAOO E OA VENTILAÇÃO INTERNA .......................................................................... 123
DIAGRAMA DO ABS ...................................................................................................................... .................. 125
DIAGRAMA DO SISTEMA DE ARREFECIMENTO .................................................................................................... 126
DIAGRAMA 00 SISTEMA DE ÁUDIO ................................................................................................................... 127
DIAGRAMA DAS LUZES INTERNAS E ILUMINAÇÃO .............................................. ................................................. 128
DIAGRAMA DOS VIDROS Eli~Tl\ICOS .................................................................. ............................. .................. 129

?
/n/~rao ~~~trllnlco

SISTEMA DE AUMENTAÇÃO DE COMBUSTÍVEL ..................................................................... ..... ................... lJI

ESQUEMA DA INJEÇÃO ELETRÔNICA BOSCH ME 17.9 . 11.1 ............................................................................ 132

OOMPONENT'ES E SUAS LOCAU2AÇÕES........................................................................................................ 133

DIAGRAMA ELÉTRICO DO CONECTOR DE OIAGNÓsnCO........................ ....................................................... 138


PINAGEM DO MÕOULO DE COMANDO ..................................................... ...................................................... 139
PINAGEM 00 CO>IECTOR 00 MODULO DE COMANDO ............................................................................ 139
OESCRlÇÃO DOS PINOS.................................................................................................................... 139
VAI.ORES DE TENSÃO ESPERADOS PARA OS PINOS DO MODULO DE COMANDO ......................................... 140

TABELA DE CÓDIGOS DE DEFEITO DO SISTEMA DE INJEÇÃO......................................................................... 141

J s
TESTES PASSO A PASSO ,,,,................................................................................................... ......................... 1~3
-
I. MÔOVLO DE COMANOO- MC ...................................................................................... ................... 143
2. SENSORES DE OXIGÊNIO - HEGO I E 2 ............................... ........................................................... 147
3. SENSOR DE ROTAÇÕES E POSIÇÃO DA ÁRVORE OE MA.'t!VELAS O<P................................................. 150
4, SENSOR DE POSIÇÃO 00 CQM.\"00 DE VÁI.VUI.\5 - CMP ................................................................. 152
S . SENSOR DE TEMPERATURA 00 ÚQVIOO DE ARREFECIMENTO - ECT.................................................... 154
6. CONJUNTO MEDIOOR OE DENSIDADE - CMO .................................... .......... ........................ ............. 157
7. SENSOR OE DETONAÇÃO· KS ...................................................................................................... 160 -
8. SENSOR DE POSIÇÃO 00 PEDAL 00 ACElERADOR- SPA .................................................................. 161
9. BORBOlETA MOTOIUZAOA • f"C.................................................................................................... 163
10. ATVAOOR 00 COMANDO VARIÁVEL .............................................................................................. 165
11. ELETROINJETORES -INJ,,,. ........................................................ .. ............................. .................. 167
12. BOBINAS DE IGNIÇÃO .................... .................................................. ......................................... 170
13. ElfTROVÁLWLA DE PURGA 00 CÁNISTER - CANP ........................................................................... 172
14. SISTEMA DE PAR710A A FlUO - SPf............................................................................................. 174
IS SOMSA DE COMBUST!VEL · SISTEMA DE AUMENTAÇÃO OE COMBUSTÍVEl. SAC ................................. 178

TABELA DE VALORES IDEAIS ........ ........................... ...... ..... ...... ..... ....................................... ....................... 183
TABELA DE VALORES IOEAIS ........... ................................................................................................ 183

DIAGRAMA ELÉTRJCO DA I NJEÇÃO ELETRÔ NI CA. ..........................................................................................~


DIAGRAMA ELÉTRICO DA INJEÇÃO BOSCH ME 17.9. 11.1... ........ ........ ... ... ................................. ........... .. 1~

~ I Teste seus conhedmentos

AVAUAÇÁQ .......................................................................................................................................................... I 87

Série Motores Otto


A manutenção de
, .
motores consagrados
naspagmas
da Mecânica 2000

o con~ho de Pot6nc:1a O conceito ck Torque


" ·r.;; ~·

Conheça os procedimentos
de dKmontagM<. mont~ns.
medições e testes dos componentes.

6 ~---------------------------------------------------~~
FICHA ltCNICA - Hyundal HB20 1.0 12V Aex
-
Motor KAPPA 1.0 Flox GAMMA 1.6 Flex
Posição do motO< Transversal
Dis~içao do motO< Oianleiro
Número e disposição dos cilindros 3 cilindros em ionha 4 afindros em hnha
Vâlwlas 4porcolindro 4 por cilindro
Deslocamento 998cm3 1591 cm3
Diâmetro do cilindro 71 mm nnvn
CUrso do prst3o 84mm 85,44 mm
80 r:v a 6200 rpm (etanol) 128 cv a 6000 rpm (etano!)
Potência máxima 122 r:v a 6000 rpm (98Solina)
75 r:v a 6200 rpm (gasoiJna)
10.2 kgfm a 4500 rpm (etano!) 16,5 kgfm a 5000 rpm (etano!)
Torque maxomo
Taxa de compressão
9.4 kgfm a 4500 rpm (gasdina)
12.5:1
16,0 l<gfm a 4500 rpm (gasdina)
12:1
Comando de válvula van6vel (CWT),
-
CO<nando de válvulas duplo OO<n:ando de válvulas (DOHC)
Acionamento do OO<nando de vélvulas Cooente
820 ± 100 rpm (MotO< 1.0)
Rotaçio de marcha lenta
680 ± 100 rpm (Motor 1.6)

Sistemo de Allmentaçio de Combustível


Nome da Injeção BOSCH ME 17.9.11.1
Injeção eietrOnic:a de combustivel Injeção muHiponto sequencial
Ordem delgnlçao 1 • 2 • 3 (moi()( KAPPA 1.0) e 1 - 3 • 4- 2 (moi()( GAMMA 1 6)
Capaadade do tanque de combustivet SOL
Slsl oma de lubrificoçto
Tipo de lubnficante 5W30
Capacidade do sis!ema 2,9 IHros (oom Mro)
1,3 bars a 1000 rpm e
Pressao do Oleo do motor com o motDf e m temperatura operacional

Slslomo de Amlfocimenlo
Topo de lubnficante
capaCidade do sistema
Proporçao do nuido de arrefecimento
Anúoongelante LLC-5
4,7 r.ttos
Aprox. 55% aditivo e 45% égua
-
Válvula termostátic:a Abertura entre 86' C e oo•c
Embntagem
Tipo MonodiSCO a seco com aaonamento hidráulco
Sistema de dlroçlo
Tipo da ca•xa de direção Tipo plnhao e cremalheira com assistência hidráulica
Diâmetro de giro 10,2m
Tran.smissio
Topo Manual de 5 marchas
Tração Doanteora
Suspensão
Independente, tlpo IMcPherson, barrn estabailadore.
Dianteira molas helicoidaos e amortecedO<es telescóp<cos pressurlzados
Traseira Semi-independente, lipo eixo de 10tÇ6o e molas helcooclals
Freóos
Sistema hldrâuhoo compOSto por fretO a áosco ventolado na
Freio de serviço doanteua e a tambO< na traseira. seovofrelo oom assistência
a vácuo,ABS
Freio da estacíonamento Acionamento meclnioo oom atuaçlo nas rodas traseiras
Auido OOT3

8 ~---------------------------------------------------
- Modelo
Olmenslles externas
Hatch Sedan Croas
Compnmento 3.900mm 4230mm 3940mm
Largura 1.680mm 1.680nvn 1 710 nvn
Altura I.A70mm 1.4 70mm 1.540mm
Oislanoa entre eixos 2.500mm 2.500nvn 2500mm
175170 Rl4 1 491 mm 175170 R14 1.491 mm
B~oladl8lltelra 195165 RIS
185f60 RIS I 481 mm 165160 R15 1.481 mm
175170 Rt4 1 494 mm 175170 R14 1.494mm
Bitola trase~ra 195165 RIS 1.487 mm
185160 RIS 1.484 mm 1651~ R1 5 1.484 mm

Poao•evoi-
Modo lo Hetch Sedan Cro"
1.420 ko (molllr 1.0) 1.420 kEl (molllr 1.0)
Peso bruto do veiculo 1.470 kQ (molllr 1.6com TM) t.<IM ko (molllr 1.6 com TM) 1.500 ko (molllr 1.6 com TM)
1.500 kQ (molllr 1.6 com TA) 1.520 kQ (mclor 1.6com TA) 1530 kg (molllr 1·6 com TA)
Peso mlnmo em ordem de mattha 953 kg 1. 000 kg I 027kg
Peso rréldmo em ordem de marcha 1.()()7 kg 1. 051 kg 1 078 kg
Peso máxiTIO no aoxo dianteiro 790 kg 790 kg 840 kg
Peso maxmo no 8IXO traseiro 790 kg 790 kg 830 kg
Capacodade do bagageiro do leiO ~kg ~kEl nkQ
Capacodade do porta-malas 300 iuos 450 itros 300 iltoe

TM: Transmissão manual/ TA: Transmissao au1omátlce


Pneus • rodas
Olmen•lo Olrno<>sao Pre~do de enchimento Torquo de apo<to
doe pnoutl dOI rodas Carga nonnel Carga máxima duporcasderoda

175170 R14 5.0 J 14 2.2 bar (32 psl) 2.2 bar (32 psí) 88a107 Nm
1851~ R15 5.5 J15 para dianteiros e traseiros para dianteiros e traseiros (65 a 791b.ft)
195/65 RIS 5.5 JIS
v.- de allnhomento dOI rodas

Dianteiras tr.Miru
.0,50"(~: ± 0.50") -1 ,50' (IOier.lnc:ia t 0.50')
• 3.50" (tden\naa: ± 0.50")
0.00' (toleftncla: ± 0 ,15} +0,30' (tolettncla ± 0.15')

Auldos olubrfflcantiM ~
_ ,Compoo_ ~ , ....... c p ' dochdo ...tllma

Óloo do motor
Óleo de
com
moi<><--
....,...ode AP1 SM ou ._oor.
de gniU $AI; 5W'JJJ
2,9"""' clllilto (motOti<APPIIo 1 O Aex)
3,61iln:>s clfillrO (mocor GAMMA 1 6 Fléx)

Tranamlado manual API Gl-4, SAl; 7SW85 1,9 a 2.0 IIVos

Transm;t.~ao automitica OIAMOND ATF 51'·111 ou ATF SP·III G<lnuino Hyur.dai 6,8111100
Olroçlo aooloti<Wo PSF-.3
Freio • embreao-m FMVSS118 OOT-.3 0,7 a O.Utro

4, 1 a 4,7 •uos (MOI« I<APPIIo 1 O Aex)


Slstwna de arrefedmento 4.5 a 5,3lilroo (motor GAMMA 1 6 Flex)

D.htro

Gil R1)4<1 4 2 0 - com voneçjlo de 25 gamas


11l·~CJ!l~~M;•;•;•;<;
M~
;;~~;rnkk
;;;'~ON
--•;M;..
~·.........................................................................r--, _

Manutenção periódica preventiva


SeNfços 1 ""'m executados I Revts6es a cada 10.000 km ou 12 meses 1' 2' 3' 4' 5' 6'
.,. s• 9'10':
Bomba de çombu:stiVel ,.,.: tnSPE!OOf\8.f e se neoeuano. ajus:ar como r 1101par ou substituir
• • •
Caixa de direção. ertleulaç.lo e eoifa&: lnspec:.onar e se necessãno, 8JU&tar, comgir.
ltmpar ou substituir •• ••••••••
Comprenor do ar condlc:lonado (se equipado): tnspeàonar e Sê nécesdtio, 8JUStar,
OOC'f'fglr, limpar ou $ublbttJ r
Conelas de acionamento ~
• ••••• •• ••
Subsbtw • cada 30 000 km ou 2• meses
D1seos e pastilhas de freio: nsoeoonar eu neceuano aiUSar. comg r ~
ou S'.JbsbtwJ_ •• •• ••••• •
El"xos propulsores •
$1.1bsúnir
C»~fu : rispeoooar e se aecessa.;o. ap.!Slar. comg1r IIJr'rlper ou
• • •
Estado da baterie: ln$peaonar e se neces.sAno. SJ~,;star, corrig•. mpar ou &ublbtu r
•• •• •••• • •
Filtro de ar do motor: tnspoclonar e se neoe&s.tllrlo, ajustar. comg r. limpar ou subsbtuir
••• ••• ••
Filtro de at do motor: $Ubstitulr
• •
FUtro de ar do ruerva~órlo de combustfvel (11 equiPiJdo): ilspecionar 1M necêssáno,
aJUstar. corrigi' I mper ou substitwr •
FUtro de ar do rt:MtVIIôrto de eombus bvtl (H equipado): ~~~-

Filtro de combustlvet C"1.: sobstdult.
••••••••••
Flttro do controle dt ctlm1tizeçio (se tqu1pldo): SUbstt1utr.
• • • • •
Fluido da dlreçao h ldr6ulic~ e mangueiras {" equipado): inspeçionl'r e te necessário.
&JUSiar, corrig r, limpar ou substttutr. ••••••••••
Fluido do frelo/embr..gem (se equip~do) : Inspecionar e se necesstlrio. l!ljus•ar. comglr.
limpar ou substrtw. ••••••••••
Jnspedonar a cada 60.000 JuT1 ou
f luido ela uan.mluio automática (se equlpadol: 48meses_
Folga das vâtvulu """"""'*.cada 90.000 lun ou 8 ....
Freio de estactonlmento: EBSpeOOnar e se nec:ee.urio. BJUSW". comg r, Wnpar ou Stbstltuw-
• • •
Juntas esférieas da suspensão dianteira: lnspoeoonar e se necessâno. a,us.t.ar. comgJt,
ltmpar ou subst1tulr. • ••••••• ••
linhas de combustlvtl, mangueiras e conex6ta: ln$pecK)(Iar e se nocossérlo, a~ustar,
COITig~. limpar ou SYbttllulr •
Linhas de freio, mangueira& e <::one.xões: lt'ltp8CIOt'l8f e se neoes.sâno. ajustar, eonigit,
lu'npar ou subst1tu1t • • ••••• •••
Liquido de a - . . , .ntors.: ~da pM1eOt8 vez com 100.000 km ou tlO meses depois.- • cada 40 000 km ou 2• , _
Mangueiras elo rieuo (do sistema EGR • vilwla elo ...ten~çlo): ,.._,..e se
neoessano ..,.a coon>gor.limpa< ou..-.....
Óleo da transmiu Jo tnanoal (se equipado} r•1:
••••• •• •••
inspooc)IW.- 60.000 <m ou 48 - ·
õteo e filtro dt óleo do motor (·~: substltulf'.
• • ••••••• •
Parafusos e porcas do che.ssi e c.arroceri1: k'lspocaon.ar e se necessário, ftJVSter, conigir,
limpar ou s\lbsllt\ltr ••••• •••••
Pe<l$.1 óe freio, ptdll da embreagem (se equipado): tnspecionar e se ~rio. ajus!ar
""'"!i" impor ou $0tlSltuor • • •
Pneus~ o clolgHtel: ""'1>000011' e o e - . a..rs~ar. "'"9'. ..,_ou""-
•• •• ••• • ••
Rtfri~rant• 6o ar oondk:ionado (se equtp•do): WtSpeCionar e se nec::esa6no a~.
oomg. mpar ou -.,bl~.tutt •• • •••• • ••
Sistema de arre-f.c:Jmento: .nspeaonar e se neoesSMO. ajusW. comglf, impel ou WbstittW.
Si.stema de escape: InSpeCiOnar a se necesséno. a,ustsr, c:orrigW,limpar ou substrtulr.
• • •• • • •• • • •• • ~

Sistema oa.trico em geral: I'ISpédOnar e Sé necessirio, ejustar, c:orngtr. lmpar ou substituiJ'.


• • •
Tampa do bocal d• a~stecimento e manSJutlru
ajuStar, coniglr I fll)8f OU SUbstliUit
ôt vapor: inspecionar 1M neoes.sãno,

Velas do lgnlçlo no. ~- • •
Observações:
..,,, O intervalo elo manut~ depende da q..-•odade oo combust!Yel. 5o notar algUm pr<>Mma. como por ••emplo restriçêo <lo com-
OOstive!. perda de pot6ncla dc(ICUidad& de patbda ou rulclo nos componenteS do StStema de aiimefltaç.&o ôa combustível, .,ênf,que ou
$Ub$titua o fittro 0\.1 a bOmba de combusllvct.
r 1•: l.n.epeciooe a corr~l) do 3Ct0n<amonto. poNo tonsoru. polia guia e aftem&dor. •• neoessério 00«'\tB o-J f'uh!1tdu~t
rs~: Para sua conveniincla. pode ser sub$.tituldo antes do intervalo normal ao reeiJDJ a manuteflçiO de outros 1toos.
r~t-: O &o da llan&m•lslo manuaJe o óleo drferenaaf devem ser substrtutdot sempce que o Vék:ulo paSNt por j:rea:s inund-adas
Sob coodoç.le$ . ...,.. de uso. o 8uodo da . , . , _ d""" ser subSIJ1Uldo e ea<la 120.000 km (tranormsslo manual) ou a tada
IOOOOOkm(-a~).
..,.: vene.que o .,,.... oo óleo <lo ,...,., e ...__ a cada 500 km ou onces de .,.,.,. uma .._,~onga Sob <XAdio;ões severas oo
uso. o óleo e F w elo (1100 oo - -... -.odoo o ea<la 5000 1cm ou 6 meses.

10
- Manutenção periódica preventiva
Itens da manutenção Serviços a ser em executados
Vetíf~quea exlslêncla de vazamentos e danos na bomba e as mangueiras da dlreçao
assistida Sut)stifua imediatamente quai:squet pêÇ3.S danificadas ou com vazamento.
Bomba, cOI'I'ela e mangueiras da
direção nti$tid-a lnspéclooe a existência de cortes, raclladuras. de$9aste exceS.$ivo, oi&OSidade e tensao
apropriada na correia da direção BS$istida (ou a correja dê acionamento). Substitu-a ou
ajuste-a se neoes·sâ:rio.
Verifique se existé fotga excessiva oo volante de direção

Verifique a existência de deformações ou dallO$ nas arUcu:laÇôes e tirantes.


Caixa d e direção, articulações , tira.ntes
e coifas do sistema de d lreçSo Inspecione a existência de detefioraçiio, ~cl'ladur'as ou danos nas coifas e juntas
esfêrica.s
Substitua as peças danificadas.

Inspecione todas as c::orreias de adon.amenlo para a evidência de cones. ttrncas,


de59('$te e)tCeS.slvo ou o4eosldadê, subsutulndo-as quando necessário.
Correias de acionamento
As cocretas de acionamento devem ser inspeçionadas periodteamente pata Yérifteaçtlo
da tensão e ajustadas Quando oecessârio.

V&rifique a exis!ência de folgas ou danos nas articuJações dos braços e barras da


sU"Spensao.
Flxação das suspensõe-s
Rea.perte todos os parafusos e J)OI'CélS com torque especificado.

Folga du vtlvulu Verifique o excesso de rukfo das vãlvldas e/oo vb'açâo dO motOf e faça os ajos,es.
se necessáriO.

lnSJ)édooo o sistema do freio de esta-cionamento, incluindo a alavanca do tmlo dO esta·


Freio de estacionamento
cionameoto e os cabos.

Gâs rctrtgetante/ eompressor do ar Verifique a existência de danos ou vuamentos nas lltlhas e conexdes do s[s.tema de
cond icionado (s e equipado) ar condicionado.

Verifique a existêllcia de rech.adures ou danos de qualquer espécie nas juntas homoci·


nétic:a.s. coifas de proteção é braçade:iras de aperto.
Juntas homocinéticas e coifas
Substitua qualquer peça dantficada e lubrifique com graxa. se neoessârio.

Inspecione visualménté quanto a lnstalaçào correta. redladuras, trincas, deteriorayãb e


Mangueiras e linhas dos freios \/azam&ntos. Substitua imedlatamente Quaisquer peças dal'lificad.as ou deterioradas.

lnspec~one as superlfdes das ~ngueiras para evidências de aquecimento e/ou Qanos


mecânicos. Haverâ deterioraçao se a borracha estiver enctureçida. ressecada. quebra-
diça. cortada ou excessivamente deformada.

Examine cuidadosamente as supetfioes mais próximas â fonte de caior, tais como, o


Welor e a tubulaÇâ() de escape
Mangueiras de ventilação do cãrter
e de vãcuo (se equipado) Inspecione o posi00nameo1o das manguouas para certificar-se que não estejam em
QOfl~to com nenhuma tonto de calor. cantos vivos ou peças mõveis, que .podem causar
danos ou desgaste mecânico.
lnspedone todas as c:ooex'ôes de mangueiras, tais como#preSilhas é acoplamentos,
pata cettificar-se que estejam firmes oe que não hajam vazamentos.

As peças oom ar.guma evldência de deterioração ou dano deveria SE!f substituidas.

Inspecione a e.Xistência de desgaste excessiVO das pastilhas. deformações e desgaste


Pastilhas, pinças e discos dos freios óos disoos e vazamentos de ftu1do das pinças.

verifique o estado de conservação do radiadOr. f&Servatório de expansâo, mangueiras,


Sis tema de arrefecimento do motor tubos e conexões quanto à existência de vazamentos ou danos. Substi1ua os compo-
nentes que aptesontarem problemas.

Tubulaç6és de combustivel e Inspecione todas as tU'bUlaQOeS de combustfvef e was conexões para verificar se nao
suas conexões apresentam vazamentos ou danos.
Velas de igniçio Cettlfique·se de instalar novas velas de lgnlçao com grau tênnico Ç()ffeto.
Manutenção Preventiva: você e seu cliente só têm a ganhar.
-
~onne os dados do claente
==--~='= lnfonne os dados do veículo
Nome: Marca
~~~~==--==~==-~===~ ~~-~--~=---~==~-~.
-End: Modelo:
Tel: Placa:
E-mail: Km: Ano:' - - - - -- -
Verificações
Direção Arrefecimento ;6 0k c
Volante e coluna ::- 0 Ok ,.., x Nlv,-:e.,ld:.-o::7.11""
gu"'i.,.do
,....,in=-=cor
-=-r-=-
et·a
~ J!. Folgas excessivas _ x Ausência de aditivo
E Danificado ou com funcionamento deficiente _ --;..:V~a
; =za
==m=e=n:;:tos
==='--=-------===
Equipamentos obrigatórios ~e1as aux_i~ Jia::;r,::.
es~..,..,..-...,-,-.--,--=c.:-Z Ok
Limpador e lavador de para-brisa : : Ok z Conservação/ fixacao deficiente _ _ __
:i ® Inexistente Pneus e rodas
' : ® Danificado ou com funcionamento deficiente1 Estado gera I de fixação das rodas :;_ 0 Ok
Extintor de incêndio · 0 Ok ~ Falta um ou mais parafusos de fixação
':. 1ffi Validade vencida
Buzina
_. x Inexistente
-
=
_ x Elást. De bincas ou amassamentoe na parte externa
~::: Ok :&l Corrosão acent~uad
Desgastes da banda de rodagem
=a:!-.,----=---
'::" ..._ Ok
:: E Funcionamento defiCiente =E Pneu(s) com pronf de suloo ínf. a 1.6mm
Cintos de segurança ~ Ok Sinalizações
!"'r ii'í Inexistente ou quantidade insuficiente Luz Indicadora de direção {setas) 2l Ok
Triângulo de segurança = bõ Ok :El Uma ou mais não funcionam.:.....-==-= =-
C
..J :!!! Inexistente
Estepe = ~ Ok
Luz de freio
;;,:Bl~,:;
0 Ok
U-:,m,::a,::.oC:u:-m=a"'is""'n"ã"'o'funcionam _ __,..:._::....::.:.:.....,
_ ~ Fixação deficiente Luz indicadora de posição : : ~ Ok
Fre1os - x Uma ou mais não funcionam
Reservatorio do líquido de freao - - Ok Luz de ré -~ Ok
- ~ Falta estanqueidade ...., x Não'-!fu~ne!!ao
:<!·~n!!!a:!-_ __ ..,...=----
- :El Nlvel do líquido ínsufioente
Freio de estacionamento "'"'Ok
,_ :l!J Danificado ou com funcionamento deficiente
Amortecedores
.x:
::. Conservação/ fixação deficientes
Suspensão
= Z Ok

Gerenciamente Eletrônico
Carga e Bateria
:J :>9 Tensão da bateria inade<juada
= 0 Ok
:!!! Vazamento de fluído
Bandejas, braços e plvO
- .1<) Conserv ,..,:.,:aça:,.;.;.,ol.:,;.fixa
~çã""o__,de"""'f"ilc"'
= !C Ok
" le-n7te_s.....,=....::~::._
- :!!! Tensão do alternador inadequada _ ~ Folgas excessivas
Gerenciamento etetronico ~ :;; Ok Dados da Oficina
- "l!! Anomafia acesa quando exostente N;!o:.:;m~e~:======~--=====
llum1nação -.!j
E~nf!d·;,·~--===---=======
- Tel:
Lâmpadas dos faróos pnncapais - "'" Ok
E-mail:
® Uma ou mais não funcionam
Observações
Lâmpadas de ilumin.da placa traseira bJ ;a Ok
,_ ® Funcionamento deficiente ---=======~~======l

Motor
Motor e Cllmatização
=
:;a Ok
_'!) Vazamento de óleo -----='"""70.-:-'~-----~~~----==~~~'
Clímatízação _ ' Ok
_ !!) Funcoonamento dõ ar guente arregular ---===--- - -=- ·~~--=====
E Funcionamento do ar fno irre:.l!go:::u~
la::._r_ _ _~··---------------
'--'
- KYUNOAIKB20 1.0 12V A.fX. Sil...,_ ~ -Com.iafNCI'Oo<V «?»

Correia micro-V
C oaeia mk:ro-V dl
5PK1250 dir~o hidráuliCa

(HB20 1.0) 3PK0670

Correia micro-V

6PK2137
(HB20 1.6)

Como todo compoocnre mecânico, as correias sofrem desgaste narural de funcionamento, de\'t'ndo ser
substituídas conforme a especifica~ão do veículo. A correia micro-V exerce a função de movimentar
dispositivos auxiliares que não necessitam sincronismo. como o alternador, o compressor do ar-
condicionado e n bomba da direção hidráulica. O HB20 possui duas correias micro-V. sendo uma específica
para movimenrar a bomba da direção hidráulica.

, Remoçdo do correio micro-V

! .Utilize chave 15 milímetros para afrouxar o


parafuso superior do alternador;
2.Solce os dois parafusos do censor da correia
micro-V com awdliodechave 13 rnilimetros;
J.Desloque a correia:
4.Desapene também os dois parafusos 14
milimerros do censor da correia micro-V da
direção hidráulica;
S.Desloque a bomba da direção;
6.Na sequência, retire as correias micro·\! (Fig.l)

15
- SJI HYlJHDAI HB20 1.0 12 V FLD • lfawnll Mtd~ • Correi~ nKfoo.V

•• -
I .Insira a correia micro-V; 2.Insrale seu tensor e tenc1one a correia;
3.Aperre o parafuso superior do alternador;
4.Na sequência, instale a correia micro-V da
~ _ A correia micro-V incorpora as direção hidráulica; (Fig.3)
IUIII.JIIillllll polias: auxiliar, do alternador, da S.Flxe a bomba da direção hidráulica e tencione a
bomba d'água, da árvore de mani· correia.
velas e do compressor do ar-condicionado.
(Fig.2)

Alternador'

ll>ha da
árvore de manivelas

ll>lia da
bomba d'água

ll>llo da árvore
de man.i\'elas Polia do compressor do
ar condicionado

Metrologia Moderna para Mecânicos


Inclui 4 OVOs. Aborda os princ.lpals conceitos
metrológicos de forma simples,
apresentando diversos exemplos
de sua aplicação em um ambiente
computaà onal repleto de
tecnologia. Teoria e prática em um
só produto para voei ampliar sua
percepção sobre metrologia e
atualizar-se com os modem os
conceitos das medições.
Redução do nfvel delfq~tfdo no De no por óleo/derivado•
alatema de arrefecimento da petróleo
Ap•r•nda: Vaza mantos. umidades Aptrfncla : Dilatação/Inchaço Abouacha
• gote1ras fica mote. com bolhas e CGm conSIOtêntta
ProbJima: vangue•ras ma· en.çaOo;adas, pegopsa ao toque. ccmo cota
braçad.QH'as com roiQas e/ou sem c Problema: OE!rtados de petroteo 1eage"'
torque correto r;M:hlc"ra$ no bOCa da Nnguear~ a tn.-rca 1'10 Cftllrruc:arnen:.e com os compos.tcs de borracha enfra~.tlo
bocai da rad0dot, $U8 fbt Litura ·sso faz com ~ as camadas da ma,.,~,..t11a se
Solução: St.ttlst tua as ma'lgue .as ames de romg.er despreeoddm. cat1sando bolhas e o rcr.-rpunento pre-naturo da
~ recomendada a troca das a.braça-dturas a c.da troca de mangua ra
mengue~ras Aplique o torque correto na abraçadatra Soluçlo: Subsmue as mangua1ras antes de romper Cornja a
origem do vazamento de óleo
Da no por calor ob.. rveçlo: Use somente detergentes nwuos para limpeza
do motor
Aporirocia: D >ataç~O/>rochalo
A borracha fica com a cons.:stê,..c·:a
l"")apsa ao roque como tola Perda da
borraWa de woerf t•. os ~ téltteis
ficam expostos Dano por ozônio
Problema: Com as altas temperaturas do motor 1 do I Qll1do da Aper6nci•: Pequenas rachaduras na
arrefecimento. é oc;a\lonado o romptmento da mangue~ra cobertura da man9ueua
Soluç~o Subsmua as mangueiras ames de romper use sempre a Probltml: Aafta concentraçlo de Olónio
mistura correta do adm~o de radiador égua "T dentro do compartimento do motor
;__....J lliCI d1retamente os eompanentes
de borracha. Pequenas rachaduras ocorrem princ•palmtnt.e em
Dano par abru., cyrwes e loc.a!S de tinçlo Atratés destas rachaduras. os gases
Aportncla: Fios te>tllb O>JIO'lOS pt'rtfttfiim e rec:lJzem a Vida ut4 da fl'\a:lll}.!eir
Problema: Ocorre quandO a maT'llqt1Qlta Sotuçlo: Su:bst&ua n mer.gu! ras antes de fOM"'PP!f As
e.,tra em atnto c:om partetftli8$ do motor manyue~as Gatas são fabncadas em um compostO C. EPO~.
As ma:ngt.re.ras Gates sAo eonstruidas res ~tente ao ozõ:nio
100% de acoroo com os proJetos oas
montadoras. e não devem ter contatD com outras pflttes do moto-r
SoluçAo: Suhst1tU8 as mangueiras antes de romp.er
Em vma en"ergOnc11. você pode usar sobrecapa.. usando um
pedaço cona® de uma outra maf'l911~ra

Dicas e cuidados para instalação


Nunca substitua a mangueira com o motor aquecido ou com o liquido no sistema.
Deve ser aplicada a proporção correta da mistura de água+ aditivo de radiador [propileno glicole etileno
gllcol) pera garantir a vida útil da mangueira e dos component es do sistema de arrefecimento.

Para remol'l!r a mangueira do bocal Faça alrmpeza do Uso de ferramentas CertJ1ique· se de


do radiador. solta a abraçadeira e bocal removendo adequadas: para que a mague~ra
gire a mangueira ao redor do botaL todas as Impurezas. abraçadeiras com sistema estâ perfeitamente
Se ainda assim a mangueira não se Se necessârlo. usar mola (de pressão~ usar encaixada na
soltar. usa uma lâm~na para cortar deuorgente neutro altea te-:abraça de ~ra posJção correta do
Importante: Cu dado para não bocal do rad ador •
quebrar o bocal do rad ador durante a abtaçadeora bem
a remoção da mangueira fixada

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Rue Ftórlda. 1703 .. n• 1ndal'
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Nos veículos automotivos, o sistema de O sistema é pressuriudo, o que conlribui para


arrefecimento é encarregado de manter a reduzir as perdas por evaporação, e faz com que a
temperatura no ponto ideal. Quando o sistema eficiência do sistema seja maior. A circulação do
opera nessa condição, o motor tem melhor líquido de arrefecimento no motor é realizada
desempenho, maior durabilidade, maior pela bomba d'água. O líquido é composto por
economia de combustível, menor desgaste e aoito água e aditivos com propriedades lubrificantes,
entre os seus componentes, menor emissão de antioxidames e inibidores de corrosão em meio
poluentes, e necessirará de manutenção com aquoso; a concenrração da mistura, segundo
menos frequência. recomendação do fabricante, é 55% de aditivo e
O sistema de arrefecimento do HB20 1.0 é 45% de água potável. A capacidade do sistema é
fechado, ou seja, troca calor com o meio externo de 4,1 a 4,7 litros. A válvula terrnostática abre
por meio de um radiador, baixando a temperatura entre 86 e 9<rc.
do liquido para que seja novamente aproveitado.

~ Esqu~ma da s/$tema d~ arref«imentD do motDr


Ttoador •
interno de calor

M otor

f Seruorde
remperallltl do liquido
.. cl< arreftcimento

f
Bomba
d'qua
Mansu<ira Mansueira
Inferior " • superior

lles<!rvatódo do
slstemade •
amfec:ímmto


Alojamento da """'-''o •
tei[IW)J1 4rfl"'

A limpeza interna do circuito de arrefecimento é de grande importância para o


funcionamento correto do moror. O aditivo a base de polimeros e anricorrosivos mantêm o
motor protegido quanto ao desgaste de seus componemes.

19
-
A bomba d'água presente no HB20 esl:á instalada risco a própria durabilidade do motor, uma va
sobre à tampa dianteira da corrente e seu rotor é que o liquido de arrefecimento não c:ircuJará por
movido pela correia micro-'ll O não funciona· ele e não será resfriado no radiador, pro•-ocando
mento da bomba d'água interrompe o fluxo do superaquecimento. Por isso, é importante ficar
liquido de arrefecimento, o que compromete o atento a vazamentos, ruídos e estado da correia de
funcionamento de todo o sistema e coloca e m acionamemoda bomba d'água.

Remopo dG bomiHI d'6guo

l.Drene o líquido de arrefecimento; 6.Desapene o parafuso 14 milímetros da polia


auxiliar e retire-a;
~-..:.- Retire a tampa do reservatório do 7.Utilize ferramenta de travamento e chave 10
-~ liquido de arrefecimento para acele- milfmerros para remover os quatro parafusos de
rar u drenagem do liquido. fixação da polia da bomba d'água; (Fig.3) (KL·
0183·60)
2.Posicíone sob o radiador do veículo um coletor
de fluidos;
3.Abra a válwla de sangria presente no radiador e
deixeescoartodoolíquidodearrefecimenro; (Fig.l) 1'"13-3 • Rtmoçiio da pClba da bomba d'água

V~g.1 • Válvula de s.'IOgria do líquido de arrekdmento

4 .Desloque a correia micro-V. Se necessário, S.Retire a polia;


consulte o item "Correia micro-V"; 9.Remova os seis parafusos 12 millmerros que
S.Remova os dois parafusos 12 milímetros de ftxa- ftxam a bomba d'água à tampa dianteira da
ção do suporte do tensor da correia, e retire o corrente, e retire a bomba juntamente com sua
suporte; (Fig.2) junta de vedação.

l'"lg.2 - Supoote do .._,.da axreia micro-V


- l l l tnstDIDçào do bombo d'6guo
HYUNOAI H.ll20 1..0 12 V FLEX • lhn~• M.-dnicoos · Bomba d'6gl.lll

l.lnstale a bomba d'água e sua junta de vedação;


(Fig.4)

l'ig.4 • llmalaçâo da bomba d'água

3.lnstale o supon e do tensor da correia micro-V e


na sequência, reposicione a correia.
4.Por fim, abasteça o sistema de arrefecimento na
proporção de 55% de aditivo e 45% de água
2.A seguiJ; instale a polia da bomba e a polia auxi-
liar; ( Fig.S) O sisrema de arrefecimento tem ca-
pacidade emre4,1 e4,7lirros.

Mecânica 2000 Ecosport 1.6 16v


Conheça o motor Sigma 1.6 FI ex 16V do Ecosport.
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~ lncltll:
• Man u al
impresso
• 3 OVOs

-

1'1 VIsta gerol do corrente sincronizodoro -


• Referências•

Polia do comando Polia do comando


de válvulas de • de válvulas de
escape_ _...,.,..,. admissão
--,:,.....

Tensionador • 'l)ilho-guia
hidráulico • esquerdo

Carcaça da
bomba d'água ~

Trilho-guia •
direito

Engrenagem da
Referência • árvore de manivelas
- HYVNDAJ H820 1.012 V Fl.EX· Sis!e.mas Meetnlcos • CCWfente &lrtUonlzôldor.l

_ , Sincronismo do motor

l.Remova o duto de ventilação; 9 .Solte a mangueira presa à rampa;


2.Remova o conjunto do filrro de ar, e na lO.Desprenda o suporte da válvula de corte de
sequência, retire o filtro de ar; combustível da tampa de válvulas, desloque-o e
3.Desconecte os terminais elétricos das bobinas solte a mangueira presa à válvula;
de ignição; ll.Remova os parafusos de fixação do suporte da
4. Retire os parafusos 1Omilímetros de fixação das HEGO 2 à tampa de válvulas, e em seguida,
bobinas, e remova-as; desloque o suporte; (Fig.3)
S.Dcsconecte os terminais elétricos: dos
elerroinjetores (lNJ), do sensor de oxigênio
(HEGO l), do sensor de posição da árvore de
manivelas (CKP), do capacitar; da válvula de corte
de combustível (VCC) e do interruptor da direção
hidráulica; (Fig.l)

Pig.l • Remoção do ll!lmioal eléuioo da va::.

12.Remova os tre.ze parafusos fixadores da tampa


de válvulas, e retire-a do veículo;
l3.Posicione o motor em seus ponws de
sincronismo;
14.Pata isso, gire o motor no sentido horário, pelo
parafuso da polia da áiVore de manivelas até que
6.Solte o parafuso de fixação do atcrramenro do as referências nas polias dos comandos de
chicote da injeção preso à tampa dianteira da válvulas se alinhem na horizontal com o cabeçote;
corrente; (Fig.2) (Fig-4)
F~g.4 · Reóerêndas nas polia• dos comaodos de
Fig.2. · Remot;ão do aremunenro do clúaxe da inje<;ão
vá1WJas alinhadas

?.Desconecte rambém os terminais: do alterna-


dor, do aruador do comando variável (ACV), do
senso r de dewnação (KS) e do sensor de oxigênio Jique Nesse momento, as referências nas
(HEG02); fAlBflJil polias dos comandos de válvulas
8.Uólize chave 10 milímetros e alicate de bico estarão como mostrado na figura S.
para desprender todo o chicote da injeção da (Figs. 5, Sa e Sb)
tampa de válvulas;
HYUHOAI H120 1.0 t2 V FL.EX ·Sistemas Mecinicos • Cornn'• a.ln~ronluek>rt

Nas polias tem mais de uma marca,


-
desta forma, preste atenção em qual
marca é a cena.
IS.Confira se a marca de sincronismo da polia da
árvore de manivelas se alinha com a marca "r
pr~senre na rampa dianteira da corrente. (Fig.6)

Flg.6 · lllnto de sincronismo na polia da 4rvore


de manivelas

Referéncia fixa presa à


rampa da corrente + • Mtucação 1"

t'ig.Sa • Referência na polia do comando de admissão • Rtler~nda


mó•'l'l na potia


l'l>ha da á"-ore
de milnivelas

tll!.Sb Referência na polia do comando de e>cape ~- _ Nessa condição, o primeiro cilindro


IUift
. . . . do motor estará no ponto morro
superior (PMS) na fase de compres-
são.

16.Caso seja obsen'ado smcronismo incorreto ou


seja necessária a remoção da corrente, para sua
t:roca ou como prévia de algum procedimento
futuro, execute o procedimento a seguir:
"Remoção da correnre sincronizadora do motor".

Segundo o fabricante o vida útil da


corrente é a mesma do motor.

Remorão do corrente sincronlzadora do motor

J.Coloqu~ o motor nos seus pontas de sincro- 4.Em seguida, remova o parafuso e a polia;
nismo. Se necessário, consulte os procedimentos S.Remova o alternador conforme o item
no item "Sincronismo do motor"; "Remoção do alternador";
2.Remova as correias micro-V e a bomba d'água. 6.Remm'3 o parafuso 10 millmetros de fixação do
Siga ~sses procedimentos nos seus respcctt\'0$ sc:nsor de posição da .!nore de manhelas (CKP),
itens: "Remoção da correia micro-V" e "Remoção desloqueosensor; (Fig.7)
da bomba d'água"; 7.Em seguida, remo,·a o parafuso lO milímetros
3.Utilize ferramenta de travamento e chave 22 dt! fiXação do chicote do sensor à campa diam~ira
milfmerros para desapenar o parafuso de fixação da corrente, e desloque o chicote do sensorCKP;
da árvore de manivelas; (KL-0183-60)

24\.
12.Drene rodo o óleo presente no cáneL Posicione
um coletor de óleo sob o veículo e remova o
parafuso do bujão de dreno do cáner com chave
17 millmet:ros;
13.Aguarde o escoamento completo do óleo;
14.Recoloqueo bujão, e aperte-o;
15.Ancore o motor;
16.Utílizechaves 18 e 14 milímetros para remover
os três parafusos e as quaiTO porcas de fixação do
conjunto do suporte do motor; (Fig.lO)

S.Desapene os quatro parafusos 12 milímetros


que fixam o suporte da bomba da direção
hidráulica, e desloque o suporte junto com a
bomba;
9.Solte o aterramento preso à tampa da corrente
com auxilio de chave 12 milímetros; (Fig.S)

l7.Retírea vareta de nível de óleo;


18.Remova todos os parafusos (13 parafusos 12
millmetrOS, 1 parafuso central 10 milímerros e 3
parafusos superiores 14 milímetros) de fixação da
tampa dianteira da corrente;
19.Retirearampa; (Fig.11)

Fig.ll . Retoo;ão da tampll cliamera da corrente

10.Utilize chave 12 milímetros para remover o


parafuso e a porca que fixam o alojamento da
válvula termostática;
ll.Desloque o alojamento e retire a válvula
termostátíca; (Fig.9)

Observe que a bomba de óleo esrá


acoplada à rampa dianteira da
correnre. (Fig.12)
-~ HYUHOAf H8:t0 1.0 121/ fti.EX • Si:stemu MK.ink<M • CO.nnt.e slncroniu clora

22.Solte o parafuso 10 milímetros do trilho-guia


-
direito da corrente, e remova-o;
23.Em seguida, com auxílio de chave 12
milimeuos, retire os do•s parafusos fixadores do
trilho-guia esquerdo e rerire-o do veículo;
(Pig.14)

20.Alh~e a tensão da corrente sincronízadora;


21.Para isso, destrave o êmbolo comprimindo o
cüpe de metal, empurre o êmbolo para demro do
corpo do tensionador; uave o tensionador com um
pino, solte seus parafusos de fixação com auxílio
de chave 1O millmetros e retire o tensionador;
(Fig.l3)
24.Por fim, remova a correnre de sincronismo.
Fig.l3 · AIMo da 11!11Sào da <JJmm>

.f"caalat o p no
4
:de travamento
.................. ~

·Te;;sm:idôf'
4
,.. dráuko

~-~ _ Inspecione e limpe adequadamente Fig.l5a · Ref~ nas polias dos comandoo de váh-ulas
AI IR~ os componentes que serão reinstala-
dos no veículo.

l.lnsta!e a corrente sincronizadora de modo que


as marcas de sincronismo na engrenagem da
árvore de manivc:lab c nas polias dos comnndos de
válvulas se alinhem com seus respectivos elos
coloridosdacorrenre; (Figs.lSae lSb)

26 \..
f'ig.I6 • Ap6c:ação de junta na borda d3 campa
diameiia da ccrrenre

Aguarde o tempo de cura da junta


por, aproximadamente, S minutos.

6.Encaíxe a rampa da corrente aremo às suas


Não deixe os comandos de válvulas guias e a posição do retemo r da bomba de óleo;
se movimentarem e nem a corr~nt~ 7.Jnsrale o conjunto do supone do motor e
pular algum dente. desancore o motor;
S. Fixe o acerramento na tampa da corrente;
9.Fixe a bomba da direção hidráulica juntamente
2.1nstalc o trilho-guia esquerdo da corrente c na com o seu suporte;
•equência, o trilho·guiadireito; lO.lnstale o sensor CKP e fuce o suporte do seu
3.Jnstale o tensionador hidráulico da corrente. chicote na rampa da corrente;
Com o tcnsionador fixado no bloco, remova o pino ll.lnsrale a polia da árvore de manivelas, obser·
de rravamemo para acioná·lo; vando sua referência de encaixe; (Fig.l7)
4.Dê duas voltas completas no motor e verifique
se as referências de sincronismo nas polias dos
comandos de válvulas e na engrenagem da ánror~
d~ manivelas estão alinhadas;

N51"'* Caso não, remova a corrente e posi·


IIJCJSU X cione·a corretamente nos pontos de
sincronismo.

~- _ Ames de reinstalar a tampa da


Alll'l~ corrente, com auxilio de uma cspá· Lembre·se de utilizar a ferramenta
tula, raspe os restos de junta presen· de travamento para apertar o
tes na própria rampa e no bloco do motor. parafuso de fuação da polia da
árvore de manivelas.

S.Aplique junta liquida ao longo de toda a


supertrcie de contato da tampa da corrente. Passe
ajunta nas extremidades da tampa, nos contornos 12.Encaixe a válvula rennosrática e instale seu
ond~ ficam os parafusos e nos contornos onde fica alojamento; (Fig.l8)
a bomba d'água; (Fig. l6)
H'fUHDAI H820 1.0 t2 V FlEX • SíslMIU Mdnko& · Cotrente sincroniu clota

r-s.ts . lnsa!b;ão do alojamenlo da válvula te!lllOSiátic:a F"og.l9 • lnsralaçào do lel1llÍIIal elélnco do A()/
-

l3.1nstale o alternador conforme o item 2l.lnstale as bobinas de ignição e conecte seus


"Instalação do alternador"; terminais elétricos;
14.lnstale a bomba d'água, sua polia, a polia 22.lnstale a vare ta de nível de óleo;
auxiliar e o tensor da correia micro-V. Siga os 23.1nstale o conjunto do filtro de ar;
procedimentos no item "Instalação da bomba 24.1nstale as correias micro-V. Se necessário,
d'água"; consulte o item "Instalação da correia micro-V";
l S.lnstale a tampa de •'álvulas, apenando seus 2S.Por fim, abasteça o sistema de arrefecimento
parafusos de forma grndati•-a; na proporção de 55% de aditivo e 45% de água;
16.1nstale o supone dos conectares da HEGO 1, 26.Abasteça o motor com 2,91itros de novo óleo;
Cl<P e capacitar;
l7.Insrale também o suporte da VCC e fixe o
chicote do interruptor da direção hidráulica ao Segundo as especificações do fabri·
-
supone; cante, recomenda-se a urmzação do
18.lnsrale o suporte da HEGO 2;
19.Posicionee fixeochícote da injeção à tampa de
válvulas;
óleo SAE 5W30.
-
20.1nstale o aterramemo do chicote da injeção e 27 .Aguarde por, aproximadamente, 3 minutos
conecte todos os terminais eléuicos: do para que o óleo escoe compleramente para dentro
interruptor da direção hidráulica, da VCC, do do motor; verifique o nl\'el de óleo e complete-o,
capacitar, do CKJ1 da HEGO 1, do A~ do KS, do se necessário.
alternador, dos eletrOinjetores e da HEGO 2;
(Fig.19)

Mecânica 2000 Ford Ka


Neste quinquagésimo primeiro volume da
Mecânica 2000, abordamos o vefculo Ka, com
nova injeção, diferente dos sistemas FIC dos
veículos a nterio res. Veja o s procedimentos
habitu ais d os sistemas elétricos e mecânicos, e
a abordagem completa da injeção eletrónica.

/nclvi:
• Manual
em CO
4003-8700 =.
:;.,;.. .~,., 11'......,.,. . .

•40VOs
, lns~iio ~ regulog~m da folgtl dt~s riln~los
Coloque o motor nos seus pontos de
sincronismo. Siga tais procedimentos
no item "Sincroni.~mo do moror''.

! .Observe que nessa posição, o primeiro cilindro


encontra-se no Pl:lnto Mono Superior (PMS) na
fase de compressão, e os carnes presentes nos
comandos de válvulas, respectivos a esse cilindro,
encontram-se voltados para cima; (Fig.J)

11- I I ' I ;, 1 • • 11 11 I I . r. I. I~ L . • •

_.....,. .
- .. . ...t
. lt ~ ·:
~~ -:--;:~
· Nesse exemplo, observe que a lâmi-

71' .- . .-:-
:..:":
·-. I
~
.
'I

... S.r..--:-
I
I ..._

~.
~
-

"~ ~
•• ·
-"q
-:

esse valor;
na de 0,22 milímetros não passa,
indicando que a folga é menor que

_ .-
...·-.......::
. ..
'!!![ - .... . .• ••
,.,.._ - ..,;,;.- '
2.Nessa condição, meça as folgas das \'álvulas de
admissào e escape do primeiro cilindro; 8.Comparando esse resultado base com a zona de
3.Urilize um calibrador de folgas para realizar as conformidade, podemos dizer que a folga da
medições; segunda válvula de admissão do primeiro cilindro
4.Como exemplo, faremos a medição da folga da está em conformidade com a especificação;
segunda válvula de admissão do primeiro 9.0 resultado da medição é expresso da seguinte
cilindro; forma: RM =0,21 :!: 0,01 mm;
lO. Realize o mesmo procedimento para a outra
A tolerância para a folga das válvula de admissão do primeiro cilindro;
válvulas de admissão está compre- ll.Faremos outro exemplo: a medição de folga da
endida entre 0,17 e 0,23 milímetros, segunda válvula de escape do primeiro cilindro;
de acordo com o fabricante.
A tolerância para a folga das
válvulas de escape, segundo o
S.Considerando a incerteza da lâmina do fabricante, está compreendida entre
calibrador de 0,01 milímetros para essa folga, a
0,27 e 0.33 milímetros.
zona de conformidade fica compreendida entre
0,18 e 0,22 milimeuos;
12.Considerando a mesma inceneza da lâmina
6.Selcciooe lâminas com espessuras adequadas para essa folga. a zona de conformidade está
para a medição;
compreendida ente 0,28 e 0,32 milímetros;
?.Realize a medição inserindo a lâmina entre o 13.Selecione a lâmina de 0,30 mil!metro:. e faça a
rucho e ocamedocomando; (Fig.2)
medição; (Fig.3)
~ _ Nesta posição, o segundo cilindro
-
IUIJ!!IIIII estará no PMS e os carnes presentes
nos comandos de válvulas, respec-
óvos a esse cilindro, enconrram-se voltados
para cima. (Fig.4)
-
FigA · 1\:)siÇão das carnes para a n.'gulagem das
válvulas do segundo cilindro
-
-
I'ISIAtado Observe que a lâmina não passou na
U&»x rotga.

14.Em seguida, testamos a lâmina de 0,29 milf·


metros;

19.Meça as folgas das válvulas de admissão e


15.Comparando esse resultado com a zona de escape para o segundo cilindro;
conformidade conclui-se que a folga dessa \'lilvula 20.Por fim, dê mais um giro de 240 graus na
de escape esrá em conformidade com a especifi- árvore de manivelas, e regule a folga das válvulas
cação; de admissão e escape para o terceiro cilindro;
16.0 resultado da medição é expresso da seguinte 21.Nas válvulas que apresentaram folgas
forma: RM = 0,29 ± 0,01 mm; inadequadas, os <.'Opos dos tuchos devem ser
17.Realize o mesmo procedimento na ourra vál- subsriruídos;
vula de escape do primeiro cilindro; 22. Reinstale os componentes removidos: a rampa
18.Conclufdas essas medições no primeiro de válvulas e os demais componenres. Siga os
cilindro, dê um giro de 240 graus na árvore de mesmos, no item "Sincronismo do motor~.
manivelas, o que significa um giro de 120 graus no
comando de válvulas, já que é sabido que para
uma volta completa nos comandos de váhulas são
necessárias duas voltas na árvore de manivelas;

~~~ Ajuste da folga das v61vulas

~- _ O rucho é um copo inteiriço. Não 6.Calcule o valor médio da folga indicada pelo
Alllll
~ existe pastilha. Para substituir o fabricante: lúlga média:(0,18 + 0,22)/2 = 0,20 mm;
copo. remova o comando de \'álvulas. 7.Subtrrua a folga encontrada da folga média:
0,25-0,20 = 0,05 mm;
!.Daremos um exemplo ficricio para melhor
compreensão da metodologia para a substituição ~- _ A folga encontrada é 0,05 mm maior
dos copos e consequentc, regulagem das válvulas; "'ll!!llilll' do que a especificada. Portanto, é
2.Como exemplo, supõe que a folga encontrada necessário reduzir essa folga em
para uma das válvulas de admissão de um dos 0,05 mm. Para tanto, basta subs tituir o copo por
cilindros seja 0,25 millmerros, ou seja, major que um 0,05 mm mruor.
a especificação do fabricante e fora do padrão;
8.Som~ a espessura do copo com a diferença entre
3.Nesse caso, retire o copo da válvula de adnus-
as folgas;
são, cuja folga obtida foi 0,25 milímerros;
Espessura fin al do copo: 3,00 + 0,05 = 3,05 mm;
4.Com um micrômerro. meça a espessura do copo;
5.0btivemos o resultado base de 3,00 milímetros, 9.Esre é o •-alordo no•·o copo a ser instalado;
por exemplo; lO.Seledone o novo copo com espessura padrão
ma.is prónma da necessária, e instale-o;
HYUNOAI HS20 1.0 12 V f'L.EX· Sistcm~u Mecinic:o$ • RtiriJI&OtM de v~ ICei

=.n
~-~
_·li Caso o valor da folga encontrado na
medição for menor que a especi·
l3.Subrraia a folga encontrada da folga média:
0,25-0,30 =· 0,05 mm;
14.Ao somar a espessura do copo com a diferença
ficação do fabricante, na hora de entre as folgas teremos que a espessura final do
somar a espessura do copo com a diferença copo será 3,00 + (· 0,05) = 3,00 - 0,05 = 2,95
entre as folgas, ao invés de uma soma será uma mm;
subtração na verdade. 15.Com isso, o novo copo a ser instalado terá 2,95
milímetros de espessura;
l l.Por exemplo, a folga medida para uma válvula 16.RepitaJ esse procedimento para rodas as
de escape foi 0,25 milímetros, aba ixo do válvulas que apresentarem folgas incorretas, até
especificado e a espessura do copo foi 3,00 mm; certificar-se de que todas as folgas estejam
12.Enrão a folga média será (0,28 + 0,32) I 2 = adequadas;
0,30mm; 17.Por fim, instale os comandos de válvulas.

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Líder em seu segmento, o CDTM, produz a série MECÂNICA2000, um


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- NAKATA

A suspensão diameira é independente, do tipo McPherson, com barra estabilizadora molas helicoidais e
amortecedores telescópicos pressuri:tados. '

Remoçilo da manga de eb:o

!.Remova o disco de freio. Consulte os Fig.2 • Extração do pÍVÓ da suspensão


procedimentos no item "Freio dianteiro";
2.Uólize maneio e saca pino para destravar a
porca da homocinética;
3.1nstale a ferrnmenta de rravarnento do cubo de
roda; (I<L-0115)
4.Desapene a porca de fJXaçào da homocioética
ao cubo de roda com auxilio de soquete 32
milímetros e cabo de força;
5.Remova a porca e, em seguida, a ferramenta de
travamento;
6.Uúlize alicate universal para remover a trava da
porca de fixação do pi'ô do terminal da barra de
direção;
7.Em seguida, desaperte a porca com auxilio de
chave 17 millmctros; 12.Retire a porca e desloque o pivô;
S. Instale o extrator de juntas articuladas entre o 13.Remova o parafuso 10 milímetros de fixação
pivô do terminal e a manga de eixo, e aperte seu do sensor ABS;
parafuso até desacoplar o terminal; (Fig.1) (KL- 14.Desprendaosensorda mangadeeL'I:o;
0163-1 ) 15.lnstale o conjunto de ferramentas para a
extração do eixo da homocinética: os adaptadores
longos, o disco exrrator, as porcas de encosto, o
cilindro hidráulico e a cima de segurança; (Fig.3)
Fig.J - Extração do piVÔ do terminal da barra de direção
Flg.3 - Conjunto de ferramentas para a extração do
eixo homocinédc:a in<talado

9. Remova a porca e desloque o pivô do termina I;


lO.Desapene a porca 19 milímetros de fixação do 16.Enrosque o fuso de pressão do cilindro
pivô da suspensão à manga de eixo; hidráulico a té alcançar o semi-eixo;
ll.Urilize novamente o extrator de juntas 17.Conecte a mangueira da bomba hidráulica ao
articuladas. Instale-o entre o pivô da suspensão e cilindro; {Kl.-0215-35)
a manga de euo, e aperte seu parafuso até 18.Fecbe a válvula da bomba;
desacoplaro temunal; (Fig.2) 19.Acione a bomba sucessivamente, deslocando o
e1.~0 da homocinética;
HYU.N:DAI HB20 t O t2 V PlEX • Sis,om.as mK.inlc:oe •$1.11

20.1'a sequancia, remova o conjunto de


ndo NAKATA"

22.Urilize chaves 17 milímeuos para soltar as


-
~

ferramentas de exrração; duas porcas que fixam a torre da suspensão à


2l.Separe manualmente o eixo da bomocinética manga de eixo e, na sequência, retire os parafusos
da manga de eixo; e remova a manga do vefculo.

l ' ! l tnstDlaç4o da manga de elxa

L Encaixe a manga ao eixo da homocinética e ao Fig.4 ln.<mla.;ão da manga d• ei.-o à torro da suspensão
pivõ da suspensão;
2.Encaixe-a também à torre da suspensão, e
instale os seus parafusos de fixação; (Fig.4)
3.Conecre o senso r ABS, e apene seu parafuso;
4.1nstale o pivô do terminal da barra de direção,
apene sua porca e trave-a;
S.lnstale a porca de fixação do pivô da suspensão;
6.1nsira a porca da homocinética, e aperte-a;
7.Por fim, instale os demais componentes do
sis tema de freio, conforme o item "Freio
dianteiro".

~ RemOfÕO do tDrre do suspensio


l.Desapene as duas porcas 17 milímetros que
~- _ Não remova a porca totalmente,
fixam a totTe da suspensão à manga de eixo e, na Allft. . . , apenas desaperte-a, deixando a
sequência, retire os parafusos;
torre da suspensão ainda susten·
2.Utilize chave 10 milímetros para soltar o ta da pela porca.
parafuso de fixação do supone do cabo do sensor
ABS preso na manga de eixo;
3.Rernova a porca superior do tirante da barra 6.Segure a torre da suspensão e, sirnultanea-
estabilizadora com auxílio de chaves 17 menre, acabe de desapertar a sua porca superior
milímetros, e desloque-o; defucação;
4.Utilize espátula plástica para remover a tampa 7 .Retire a porca, o encosto e rambém a torre da
de proteção da porca superior de fiXação da rorre suspensão.
da suspensão;
S.Na sequência, desapene a porca com chave 17
rnilíooetros;(fig.S)

Fig.S-Remoçlio da porca superior da torre da suspensão


- NAKATA

Desmontagem e montagem do torre do suspensão


HYUND.AI H82G t.O 12 V R.EX • Sis.":emas meeinitos • Suspensio ·~

Porca de retenção •
EXIJA AMORTECEDOR HG. da mola Rolamento
ALTA PERfORMANCE PRA VALER.
Coxim .. •

Apoio superior
da mola
Mola
/'

Coifa
• Apoio inferior

• Apoio de
borracha
Bareme ~
(interno à
coifa)
• Amortecedor

!.Prenda a rorre verticalmente em uma morsa S.Retire a porca, o coxim, o rolamento e o apoio
para ser desmontada; superior da mola;
6.Rernova o compressorjuntamente com a mola;
fique Antes da desmontagem da torre, 7 .Remova, também, a coifa, juntamente com o
~ observe o correto posicionamento de batente e o apoio de borracha;
encaixe da mola ao apoio de S.Verifique se há indícios de vazamento no
borracha e a posição de suas marcas de referência, amortecedor;
as quais estão voltadas para baixo.

2.lnstale o compressor de molas emre as espiras;


:rR.n. .:lll Caso haja vazamento, substitua o
---~ amortecedor. O fabricante reco-
(KL-0015) menda substituir sempre os dois
3.Comprima a mola, apertando o compressor com amortecedores dianteiros.
auxílio de chave 24 milímetros;
4.Utilize soquete longo e chaves 10 e 19 milíme-
tros para travar a haste do amortecedor e desaper- 9.Faça a limpeza dos componentes do amorte-
tar a porca de retenção da mola;(Fig.6) (KL-0056) cedor e inspecione-os quanto a alguma eventual
avaria;
Fig.6 -Desaperto da porca de fixação da
haste do amortecedor
Al~ Antes da instalação dos compon:nres
fique
"--"''-"~n
-"-::oll
•-•"111"'1 do amortecedor, faça a desaeraçao do
amortecedor para expelir as bolhas
de ar de seu interior, que comprometem o seu
funcionamento.

lO.Com o amortecedor na pos1çao verrical,


comprima-o e deixe-o se estender por algumas
vezes, até perceber resistência uniforme ao
movimento da haste;

---------------------------------------------------------J 35
W,ÇP HYUNOAIHB20 1.0 12VFLVC .. $ili't11'1Umtdrlloo& · S=

Após a desaeração, mantenha o


na.lo NAKATA.

Fig.8 . Corre~<~ posição de encaixe da mola


-
amortecedor na posição vertical
para evirar a reabsorção de ar. Caso
ocorra, refaça o procedimento.

ll.Na sequêocia, monte os componentes da torre


da suspensão: o apoio de borracha, a coifa junto
com o batente; (Fig. 7)

13.Instale o apoio superior da mola, o rolamento e


o coxim;
14.Instale a porca de retenção da mola e aperte-a;
15.Remova o compressor gradualmente, atento
ao posicionamenro da mola;

As marcas de referência da mola


devem ficar voltadas para baixo.
(Fig.9)

Fig.9 . Marcas de referência na mola

Caso desmonte o conjunro da coifa


com o batente, na hora da monta·
gero, observe que o batente deve
ficar voltado para baixo.

12.Instale a mola com o compressor;

Atenre-se ao correto posicionamen·


ro de encaixe da mola ao apoio de
borracha. (Fig.8J
16.Retire a torre da morsa e leve-a para ser
instalada no veículo.

~ Instalação do torre do suspensão


l.lnrroduza a rorre da suspensão em seu aloja· Fig.lO · Apeno da porca superior do tirante
mento e fixe-a por sua porca superior;
2.Na sequência, instale a sua tampa de proteção;
3.lnstale o tirante da barra estabilizadora à tOrre,
e aperte sua porca; (Fig.IO)
4.Fixe o suporte do cabo do sensor ABS à torre da
suspensão;
S. Por fim, instale os parafusos de fixação da torre
da suspensão à manga de eixo.
- NAKATA

SubsUtulção do braço de controle ou leque


tmJHDAI H820 1.0 12 V H.!X • Sit't*nN tMdrllool • 541~ •'-

l.Desapene a porca de fixação do pivô da sus- Fig.ll - Remoção do braço de contrOle


pensão com auxílio de chave 19 millmetros;
2.Utilize o extrator dejuntaS aniculadas.lnsrale-o
en~ o pi'-õ da suspensão e a manga de eixo, e
apene seu parafuso até desacoplar o terminal;
(KI..-0163-1)
J.Retire a porca e desloque o pivô;
4.Caso seja necessária a substituição do pivô,
remova o anel trava de retenção do pivô com
auxOio de um alicate para anéis e, na sequência,
remova o pivô;
S.Rcmova os dois parafusos de fixação do braço
de controle ao quadro auxiliar com auxOio de
cha•-es 17 e 19 milímetros; Para instalação, siga os procedi-
6.Retire o braço de controle. (Fig.ll) mentos acima na ordem inversa.

SubstituiçQo do quadro auxiliar (ou tambim conhecido como "supotú dos agregados")

I. Remova os dois parafusos 13 milímetros e o para- J.Remo"a os quatro parafusos 17 millmetros de


fuso 17 mil!merros de fixação do suporte inferior ftxação da direção hidráulica ao quadro auxiliar;
da caixa de marchas, e rerireosupone;(Fig.l2) 4.Utilize chaves 17 milímetros para remover a
porca superior do tirante da barra estabilizadora,

,
Fíg.l2·Remoção do supone inferior da caixa de marehas
',:
\ ~
e desloque o tirante;
fique Remova a porca do rirante do ouLto
AJBU lado, e desloque-o também.
S.Utilize o macaco telescópico para sustentar o
quadro auxiliar;
6.Na sequência, remova os quatro parafusos e as
duas porcas de fixação do quadro auxiliar à
carroçaria do veículo com auxOio de cha,·es 14 e
19 milímetros;
7.Solte a borracha que prende o cano de descarga
ao quadro auxiliar;
8.Por fim. desça o macaco relescópico e remova o
2.Desprenda a tubulação do ar condicionado do quadro auxiliar. (Fig.l4)
quadro auxiliar. Para isso, utilize chave de fenda
para soltar as presilhas e chave 10 milrrnetros Fíg.l4. Remoção do quadro auxiliar
para soltar o parafuso de fixação; (Fig.lJ)

Fíg.l3 - Desprendimenro da cubulaçào do


ar condicionado do auxiliar

Para instalação, siga os procedimen-


ros acima na ordem inversa.
HYUWOAJ HB20 1.0 12 V FLEX ·SI• tiM'IN IMd.nieos · Sus

I'J Substitul~ão do
nsiio

tirtm~ da barra estabilizadora


NAKATA'
-

rnnt~da barra
Htabitiladora

N99150
Flg.JS -Instalação do tirante da barra estabilizadora

.' \

'. \ ~~. .,.


l.Remova a porca superior do tirante da barra
/. '.
estabilizadora com auxílio de chaves 17 I,·,·
~
milímerros. e desloque-o;
2.Em seguida utilize as mesmas cha\·es para ~

l;;
: ; . •>

-
remover a porca inferior do tirame;
' .
.. -'
:t j6:
3.Desloque-o e remova-o do veículo; .
4.Selecione o novo tirante e instale-o no veículo;
." ) -r~ -------··
(Fig.l 5) I I

S.Aperre suas porcas de fixação com auxilio de :-·-


chaves 17 milímetros e hexagonal 5 milímetros. '

Substitu/~ão do terminal da barra de direção

Terminal de direção

N99161
(esquerdo)

N99162
-
(direito)

Fig.16 · Desapeno da porca do piv6 do tenninal


da barra de direção

!.Utilize alicate universal para o·t>mover a rrava da


porca de fixação do pivô do terminal da ba rra de
direção;
2.Em seguida, desaperte a porca com auxilio de
chave 17 milímetros; (Fig.16)
3. lnstale o extratOr de JUOtaS articuladas entre o
pivô do terminal e a manga de eixo, e aperte seu
parafuso aré desacoplar o terminal; (KL-0163-1)
4.Remova a porca edesloqueopivôdorerminal;

38 ~-------------------------------------------------------
- NAKATA

S.Com auxílio de chaves 20 e 22 milimerros, fique


H't'lJHD.AJ H820 1.C t t V nEX • S~ mednlc:os • ==:=

Atente-se para a posição do terminal


«?li
desaperte a porca de travamento do remlinal da ~ em relação ao eixo da ba rra de
barra de direção à articulação axial; (Fig.l n direção.

,
Fig.17 - Desaperto da porca de travamento do ccmlinal 6.Desenrosque· o contando o número de voltas,
wmando como referência um ponto fixo na barra
axial, e remova-o;

fique Neste caso foram 16 voltaS.


~
7Jnsrale o novo terminal da barra de direção,
girando-o pelo mesmo número de voltas dadas na
sua retirad a;
S.Na sequência, encaixe o pivô do terminal na
manga de eixo, instale sua porca de fixação e
trave-a.

Série Motores Otto


A manutenção de
motores consagrados
nas páginas
da Mecânica 2000

o co.nce1to de Potinda o concerto de Torque


tc!eo tf!oOftco ' 1deo t60(ico
Conheça os procedimentos
de desmontagens, montagens,
medições e testes dos componentes.
• cp

~
MVUNOAJ HBle 1.0 12 V FLEX • SiStft'I1H mee!oic.os

Suspensão troseiro
• sus;-ne NAKATA'
-
Asuspensão traseira é do üpo eixo de torção, roda tipo semi-independente e molas helicoidais.

, Remoção do amortecedor traseiro

l.Utilize o macaco telescópico para sustentar a Fig.l - Remoção do amorteéedor


suspensão; (KL-0145-10)
2.Remova o parafuso inferior de fixação do
amortecedor com chave 24 milímetros;
3.Utilite chave 14 milímetros para soltar os dois
parafusos superiores de fixação do amortecedor à
carroçaria do veículo;

= . . . _. segure o amortecedor enquanto


·--~ retiraoúltimoparafuso.

4.Abaixe o macaco, retire o amortecedor do


veículo e leve-o para uma bancada; (Fig.l)
S.Rernova a mola da suspensão com seus
respectivos assentos. = . _. Eleve novan1entc a suspensão pelo
--~ macaco telescópico, e mantenha-a
assim para não danificar o condu ite
do freio.

~~~ Desmontagem e montagem do amortecedor

Porca de fixação da haste.


Tampa de proteção do amortecedor
•" •
., Arruela

.. CoJ<im
·:· -· .. Apoio

.. Batente
Coifa
protetora

l.Prenda o amonecedorna morsa; ~- _ Verifique se há vazamento no


2.Retire a tampa de proteção da porca; lU~ amortecedor. Se houver, substitua o
3.Trave a haste do amortecedor e desaperte a amortecedor.
porca superior com aux.ü.io de chaves 10 e 19
milímetros e soquete longo com inserto; (KL-
0056)
4.Remova a porca, a arruela e o coxim;
=...
--~
)111 É recomendada pelo fabricante a
subsrituição também do outro
S.Rernova também a coifa, junrarnente com o amonecedor traseiro.
batenre e o apoio;
- NAKATA

6.Eferue a limpeza dos componentes do amone- Fig.2 -Seta de referência 00 colim


cedore inspecione-os quanto a avarias;
7 .Faça a desaeraçào do amortecedor para expelir
as bolhas de ar de seu interior, capazes de
comprometer o seu funcionamento;
8.Com o amortecedor na posição vertical, ...
comprima-o e deixe-o se esrender por algumas ..
vezes, até sentir resistência ao movimento
completamenre unifonne;

Após a desaeraçáo, recomenda-se


manter o amortecedor na posição
.•
....:.·.·.....
.....·.·.
•• -;.*.:".
.
vertical, para evitar a reabsorção de
ar. Caso isso ocorra, refaça o procedimento.
Caso desmonte o conjunto da coifa
com o barente, na hora da monta·
9.1nstale o conjunto das peças do amonecedor em gem, observe que o batenre deve
sua haste, atemo para a posição do coxim; ficar voltado para baixo.

lO.Aperte a porca de fixação da haste do


~- .....!.. A seta de referência presente no amortecedor;
~ coxim deve ficar voltada para cima.
(Fig.2) ll.Instaleatampadeproreçãodaporca;
12.Retíre o amortecedor da morsa e leve-o para
ser instalado no veiculo.

~ lnstvlaf4o do amomcedor

l.Abaixe o macaco telescópico e encaixe a mola Fig.3 • Marcações de reler&cia na mola da suspensão
juntamente com seus assemos no seu respectivo
alojamento;

Observe a posição de montagem da


mola. A menor espira da mola deve
ficar para baixo e as marcações
presentes na mola devem ficar voltadas para a
parte de rrás do veiculo. (Fig.3)

2.lnrroduza o amortecedor no vefculo, e instale


seus parafusos superiores;
3.Levame novamente a suspensão, e instale o
parafuso inferior de fixação do amortecedor;
4.Por fim, remova o macaco telescópico.

Conheça nossa vasta linha de títulos


de treinamento.
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-------------------------------------------------------------J 41
SKF

Rolamento dianteiro
SKF
BAHB 636193 C

Os rolamentos têm a função de movimentar a com desgaste é preciso substituí-lo. O diagnóstico


roda com o menor atrito possível, sem perder as de falhas é, geralmente, baseado nos ruídos
características de segurança e conforto dos operacionais, comumente identificados por um
ocupantes do carro. O momento da sua "roncado". É um som áspero, um ronco como se
substiruição depende de várias condições, como: tive.sse areia enrre as rodas. A substiruição de,·e
a maneira de dirigir do motorista, o tipo de solo no ser realizada com equipamentos especiais que
qual o veículo trafega, o funcionamento correto garantam a aplicação gradual de força e o
de ourros componentes da suspensão, dentre acoplame:nro correto, sem desvios. O ideal é
outros. Importante ressaltar também que a falta nunca fazer a troca do rolamento em apenas uma
de alinhamento, o mau estado dos pneus e roda, mas sim nas duas ao mesmo tempo, seja
problemas nos amortecedores são outros fatores traseira ou dianteira. Isso evita um desgaste
que podem sobrecarregar o rolamento causando irregular. Para a correta substituição do
danos irreparáveis. O rolamento não oferece rolamento, siga os procedimentos a seguir:
reparo e, quando perde a sua ~ida útil ou sofre

~ Remofdo do roiDmentD
l.Remova a manga de eixo. Siga os procedimen· Fig.l • Remoção do anel Ull\'3 de rerençào do ~to
tos no irem "Suspensão dianteira";
2.Exrraia o cubo de roda da manga de eixo;
3.Posicione a manga de eixo na prensa
adequadamente: sobreponha o eixo do cubo de
roda por uma peça de mesmo diâmetro, e ajuste a
prensa sobre ele;
4.Acione a prensa até separar o cubo de roda da
manga de eiXo;
S.Utilizechav~ de fenda para remo\'~roanel trava
de retenção do rolamento; (Fig.l)
6.Na sequência, remova o rolamento;
?.Posicione a manga de eixo juntamente com as
fenamemas adequadas, sobrepondo a pista do
rolamento pela peça de mesmo diâmetro; (KL· 9.Feito is:so, retire as peças da prensa e leve-as
0040) para uma bancada;
S.Enrosque o fuso da prensa e acione-a até a lO. Fixe o cubo de roda à morsa para a remoção da
extração do rolamento; pista interna do rolamento;

-------------------------------------------------------------J 43
Para a extração da pista, de maneira ll.lrutale o conjunto exuatorcom suas garras sob
a borda da pisra;
-
fácil e eficiente, de\·e ser utilizada
ferramenta especial, adequada a 12.Gire o fuso do exrrator e remova a pista do
este fim, como o conjunto extrato r. (KL-0153·1 l rolamenro.

~ lnstlllaçio do rolllmentll

!.Selecione um novo rolamento; S.Uma vez instalado, encaixe o anel trava de


2.Posicione a manga de eixo na prensa; retenção do rolamento;
6.Em seguida, instale o cubo de roda à manga de
eixo. Posicione as peças na prensa, sobreponha o
O HB20 está equipado com o gabarito guia e ajuste a prensa;
sistema ABS. Porém seu rolamenro
não possui imantação para a
excitação do senso r ABS. A excitação se dá pela Posicione um cilindro maciço de
roda dentada do ABS, a qual está fixa junto ao mesmo diâmetro sob a pista interna
eixo da homocinéóca. (Fig.2) do rolamento já instalado na
manga de eixo, para evitar que a pista intema
sofra algum dano quando aplicada pressão pela
prensa.
Fig.2 . Roda dentl!da do ABS

7.Acione a prensa até a total introdução do cubo


de roda à manga de eixo, observando o livre
moviment() desra úlóma; (Fig.4)

Fig.4 • Instalação do cubo de roda na manga de eixo

-
3.Insira o rolamento em seu alojamento e, sobre
ele, coloque a ferramenta apropriada para eJ~ercer
-
pressão; (Kl.r0040)
4.Acione a prensa para a instalação do rolamento
namangadeeixo; (Pig.3)

8.l.eve o conjunto para ser instalado no veículo;


9.1nstale a manga de eixo e os demais componen·
res. Siga tais procedimentos conforme o item
"Suspensão dianteira".

44 ~---------------------------------------------------------------
-
O rolamento aaseiro é acoplado ao S.Selecione o novo cubo de roda;
cubo de roda. Portanto, não se troca 6.1nstaleo cubo de roda e aperte seus parafusos;
o rolamento separadamente. Deve-
se trocar o cubo de roda como um todo.
Atenção à correta posição do
conectar do sensor ABS. Ele deve
l.Ucilize chave Phillips para remover o parafuso estar voltado para a frente do
de fixação do tambor de freio, e retire-o; veículo. (Fig.2)
2.Retire o coneclor do sensor ABS;
3.Remova os quatro parafusos de fixação do cubo
de roda com chave 14 milimerros; fig.2 . C<meaor do sensor ABS
4.Ret:ire o cubo de roda; (Fig.l)

Fig.l • Remoção do rubo de roda

7.Instale o terminal elétrico do sensor ABS;


S.Porfim, instale o tambor de freio.

Para instalação do cubo de roda,


efetue os procedimentos na ordem
inversa da desmontagem.

Mecânica 2000 Focus 1.6


Mecânica 2000 apresenta o manual de
manutenção do Ford Focus 1.6 Flex, equipado
com o motor SIGMA e Injeção Eletrônica
BOSCH Motronic ME 17.8.S para o Focus 2.0
16V FI ex (2009 ) e o Fi esta 1.6 16V FI ex (201 O).
E ainda suas pcrincipais características,
manutenções nos vários sistemas e d iagramas
elétricos de todo o veiculo.
) K ·y

":)
I

Disco de freio
BD 520 3
O HB20 1.0 utiliza um sistema de freios com acionamento hidráulico, duplo circuito distribuído em
diagonal. O sistema utiliza disco \'enrilado de diâmerro externo 256 milirnerros e espessura da pista de 18
millmeuos nas rodas dianteiras. Nas rodas traseiras utiliza tambor, cujo di.ãmerro interno é de 203
millmetros e a largura da pista de 36 milímeuos.
Utiliza, também, ABS e set\'ofreio com assistência a vácuo. O freio de esracionamento possui acionamento
mecânico, atuante nas rodas rraseiras, e o fluido de Creio utiliza a especificação DOT3.

~ Inspeção no disco de freio dlan~lro


l.Realize a inspeção visual de todo o conjunto,
procurando por vazamentos de fluido ou alguma
falha grave, como quebra ou rrinca de algum
componente;
2.lnspecione detalhadamente o disco venrilado·
quanto a sua espessura;
A tolerância dimensional para a
espessura do disco diameiro novo,
definida pelo fabricante, é 18,00 :
0,25 millmetros. O limite inCerior da tolerância
é 17,75 millmerros e o limite superior da tole-
rância é 18,25 milímetros. 4.Ajuste os bicos à superfície do disco e faça a
leitura da indicação;
espessura mínima do disco, consi· 5.0 resultado base da primeira medição é 18,00
derando o seu desgaste natural, é milímetros;
16,00 :!: 0,25 milímerros. O limite 6.Realize outra medição a 180grausdn primeira;
inferior da tOlerância é 15,75 milímerros e o 7 .O resultado base da segunda medição também é
limite superior é 16,25 milímetros. 18,00 milímetros;

Se utilizarmos um paquímerro com ã.à*'V Comparando o resultado base com


a zona de conformidade podemos
inceneza de 0,05 milímetros, a zona
de conformidade do disco desgasta· concluir que a espessura do disco
está dentro da especificação do fabricante. Nesta
do é determinada somando-se 0,05 núlímeuos ao
condição o disco poderá ser reut.ilizado.
linúte inferior da tolerância (15,75 milímeuos).
1"-:manro, o resultado base da medição deve ser
maiorouiguala 15.80milirnerros. Os resultados das medições da
espessura do disco devem ser
3.Encaixe o paqulmerro no disco para realízar a e.'Cpressos como: RM1 e RM2 =
medição; (Fig.l) 18,00:!: 0,05 mm.

:J 47
..........
HYUNDAI K8lG 1.0 14: V Fl!X • Si1eem.t ~ • FrM

S. Inspecione o disco quanto ao empeno;


.......
12.Gire o disco de freio tenramente, por duas
voltas completas, e faça a leirura da indicação do
'--
-
Segundo especificação do fabrican- ponteiro;
te, a tolerância máxima do empeno 13.Nessa medição observe que o ponteiro do
do disco é 0,100 :.: 0,039 milíme- relógio teve uma variação de aproximadamente
tros, ou seja, o limile inferior da tolerância é 0,040 milímetros.
0,061 milímetros e o limite superior é 0,139
milímetros.
"'~16 '**' Comparando o resultado com a
9.Utilize o relógio comparadorpara realizar estas CDidlllv zona de conformidade, conclui-se
medições; que o empeno do disco está denuo da
especificação do fabricante.
Se utiliz.armos um relógio compa-
O resultado da medição é, portanto:

-
rador com inceneza de 0,013 miU-
metros, a zona de conformidade do RM = 0,04Qj: 0,013mm.
disco empenado é determinada subtraindo-se
0,013 milímetros do limite superior da Porém, é recomendável que se
tolerância (0,139 millmetros). Portanto, o resul- realize outras duas medíções: na
tado base da medição deve ser menor ou igual a faixa central e na faixa interna do
0,126miHmetros. disco, para certificar-se de sua boa condição.
1O. Fixe a base magnética na suspensão do veículo;
ll.Posicione o apalpador na faixa externa do
disco, que é mais suscerlvel a empenos, ajuste o
relógiocomumapré-ougade l,ezere-<>; (Fig.2)

;;*-lo
IIJ&Wx
Do contrário, troque-o.
L

1~ ~ Em caso de necessidade de troca do


_

~ disco, faça a substituição do disco


do lado oposto, simultaneamente,
para que suas espessuras fiquem equivalentes
e produzam o mesmo deslocamento dos
êmbolos das pinças, quando solicitados.

!.Remova os dois parafusos de f001çàoda pinça de 4.Redre os. dois parafusos 17 milímetros de
freio com auxílio de chave 14 milímetros; fucação do supone da pinça de freio, e remova o
2.Desloque a pinça; supone;
S.Utilize chave Phillips para soltar os dois
Pendure a pinça na suspensão para parafusos de fixação do disco de freio;
não danificar o condufte de freio. 6.Por fim, remova o disco. (Fig.4)

3.Remova as pastilhas de freio; (Fig.3) P1g.4. Remoção do disro de freio

48
- , lnspefiio dos postl/hos e lnstlllaçõo do conjuntD
HYl.INDAt HB20 1.0 12 V FLD, • Sktlwnl• ~•~ • ?6

Pastilha de freio
PD/1441

Pas1l.l ha do freio
PD/1348
(Hyundal HB20 1.6)

J.Selecioneo disco de freio e instale-o no veículo;


2Jnsta1e o supone da ptnça de freio;
3.Em seguida, faça a medição das pastilhas;

A tolerância dimensional da espes-


sura do material de arrito das
pastilhas novas, informada pelo
fabricante, é 11,00 ± 0,25 milímetros, ou seja, o
limite infe.rior da tolerância é 10,75 milímetros e
o limite superior 11,25 milímetroS.

A espessura miruma do material de


atrito das pastilhas é 2,00 ± 0,25
miHmerros, ou seja, os limites de 5.0 resultado base obtido é 10,75 milímetros;
tolerância estão compreendidos entre 1,75
milfmetros e 2,25 milímetros. ~ Ao comparar o resultado base com a
V zona de conformidade certificamos
que a espessura da pastilha está dentrO da
Se utilizarmos o paqulmerro com especificação e, pon:anto, ela pode ser reapro-
inceneza de 0,05 millmerros para veitada.
realizar a medição, a zona de con-
formidade é obtida somando-se essa inceneza
ao limite inferior da tolerância, 1,75 milfmerros. .,_ O resultado da medição deve ser
l'l>nanto, a zona de conformidade será maior ou expresso da seguinte forma: RM =
igual a 1,80 millmerros. 10,75 ± 0,05 mm.

Como a pastilha já apresenta des-


4.Ajuste a vareta de medição de profundidade do gaste, sugere-se que se faça uma
paquímetro ao material de aDito da pastilha e faça nova revisão brevemente. Pastilhas
a leirura da indicação; (Fig.5) com espessura inferior a 1,80 milfmerros
devem ser substituídas.

6.Instale as pastilhas de freio nosuponeda pinça;


?.Finalmente, instale a pinça.
aSft

1'1
HYUHDAI H820 1.0 t2 V FW • Slsliemu mc1n1ccJ11 • Fttlot

Freios troselros
-
COMPONENTES DO SISTEMA DE FREIO TRASEIRO

Regulador
automático
~ .. Cilindro de
freio
Ttava de ajuste
• • Mola de retomo
superior


Sapata de freio

,.
Porca dentada
de ajuste

,. Trava da sapata
Mola
vertical


Espelho de freio
Mola de retomo
inferior •

111 /ns~Hfao e remoçio dos sopatas de freio -


l.Remova o parafuso de fixação do tambor de 3.Ajusre o paquímetrO à sapata e efetue a leitura
freio com chave Phillips, e retire-o; da indicação; (Fig.l)
2.Realize a inspeção do material de atrito das
lonas das sapatas de freio; Fig,l ·Inspeção das lonas das sapataS de freio

A espessura mínima admissivel para


o material de atrito das lonas das
sapatas de freio, segundo o
fabricante, é 2,00 :t 0,25 milíme tros, ou seja, os
limites de tolerância estão compreendidos
enue 1,75 milimerros e 2,25 milímetros.

Se utilizarmos o paqulmerro com


inceneza de 0,05 milímetros para
realizar a medição, a zona de 4.0 resultado base da medição é 4,60 milímetros;
conformidade é obtida somando-se essa
inceneza ao limite inferior de tolerância, 1,75 ~ .- Analisando o resultado base, pode-
milímetros. Ponanto, a zona de conformidade ~ mos concluir que a espessura do
será maior ou igual a 1,80 milimerros. material de atrito da lona da sapara
está dentro da especificação do fabricante.
Nesta condição a sapata poderá ser reutilizada.
- O resultado da medição da espes-
H't1JHDAI H820 1.0 12 V FLEX • Sktemat. mKinicos • Freios

13.Com auxílio de um gancho, remova a mola de


-~

retomo superior das sapatas;


sura do material de atriro da lona
14.Retire o regulador automático; (Fig.3)
da sapatadeve ser expresso como:
RM = 4,60 ± 0,05 mm.
Fíg.3. Remoção do regulador automático
S.Retire o conector do sensor ABS;
6.Remova os quatro parafusos de fixação do cubo
de roda com chave 14milimecros;
7.Retire o cubo de roda;
8.Retome com dois parafusos para fixar o espelho
de freio à suspensão e facilitar a desmontagem dos
componentes do sistema de freio;
9.Inic:ialmeme, remova a mola vertical com
auxílio de um gancho;
10. Utilize alicate universal e alicate de bico para
destravar a sapata primária;
ll.Retire a trava e o pino de retenção da sapata;
12.Solte a trava de ajuste e a remova; (Fig.2)

Fig.2 - Remoção da trava de ajuste lS.Remova a sapata primária e a mola de retorno


inferior;
16.Utilize alicates para retirar a trava e o pino de
retenção da sapata secundária;
17.Desloque a sapatasecundária do espelho de
freio, solte o cabo do freio de estacionamento da
sapara, e retire-a.

Substltulçiio do c/Undro de freio

L Desaperte a porca de fixação da tubulação do 4.Insrale o novo cilindro de freio no espelho e


fl~tido de freio com chave 11 núlímeaos; (Fig.4) apene seus parafusos; (Fig.S)

Fig.4-Desapeno da pon:a da tubulação do fluido de freio

2.Puxe o rubo de dentro do cilindro, retire o S.Remova o tampão do tubo de freio e instale o
tampão do pino de sangria e vede o cilindro com o tubo ao cilindro;
tampão; 6.Apene a porca 11 milimetros para garantir a
3.Solte os dois parafusos fixadores do cilindro de estanqueidade do acoplamento;
freio, com chave 1OmilímetrOs, e retire o cilindro; 7.Reinstale o tampão de sangria.
' ( P HY1..1H0A1 H820 1.0 12 V FW · Sis:l«t''eS ~ • f:reios

~~~ Montagem do conjunto de freio no veiculo


-
Se necessário, regule as lonas das
!.Faça a limpeza de !Odo o conjunto. Inspecione
sapatas através da porca dentada
visualmente as peças quanto a trincas e desgaste
de ajuste. Com auxfiio de uma
excessivo;
chave de fenda, apene a porca no sentido anti-
2.Encaixe a sapara secundária ao cabo do freio de horário para abrir as sapatas ou no sentido
estacionamento; horário para fechá-las. (Fig.7)
3.E fixe a sapata ao espelho de freio;
4.1nsrale a mola de retomo inferior à sapata
secundária; Fig.7 - Porca dentada de ajuste
S.Encaixe·a também à sapata primária, e trave a
sapata ao espelho de freio;
6.Encaixe o regulador automático nas sapatas;
7.Tnsmle a mola de retomo superior com auxOio
de um gancho; (Fig.6)

Fig.6 . lnmlação da mola de retomo superior

9.Verifique o correto encaixe e o funcionamento


do regulador automático das sapatas de freio;
lO.Teste o funcionamento do sistema: por
algu mas vezes, acione e solte o freio de
esracionamemo, e observe simultaneameme a
sincronia dos movimentos do conjunto;
ll.Instale o cubo de roda e, na sequência, o
a. Prenda a tr.Jva de ajuste e instale a mola vertical; conecror do sensor ABS.

Mecânica 2000 Ecosport 1.6 16v


Conheça o motor
Sigma 1.6 Flex
16v do Ecosport. ~Inclui:
• Manual
impresso
• 3 OVOs
······· = = = = = =

. A
I.Faça a inspeção do tambor de freio;

tolerância dimensional do
diâmetro interno do tambor de
freio novo, informada pelo
fabricante, é 203,00 ± 0,25 millmctros, ou
Fig.8 . Inspeção do tambor de tte10

seja, o limite inferior da tolerância é 202,75


milímetros e o limite superior é 203,25
milímetros.

~--...1 O diâmetro interno máximo do


~ tambor de freio, informado pelo
fabricante, é 205,20 ± 0,25
milímetros, ou seja, o limite inferior da 3.0 resultado base da primeira medição é 203,00
tolerância é 204,95 milimerros e o limite millmctros;
superior é 205,45 milímetros. 4.Realize outra medição do diâmetro, perpendi·
cu lar à primeira;
5.0 resultado base da segunda medição também é
Se utilizarmos um paquímetrO com 203,00 milimetros;
incerteza de 0,05 milímetrOs para
realizar a medição, a zona de ~ _ Comparando o resultado base com
conformidade é determinada subtraindo-se -~ a zona de conformidade podemos
essa incerteza ao limite superior da tolerância concluir que o diâmetro do tambor
(205,45 millmerros). Portanto, a lona de está denrro da especificação do fabricanre.
conformidade será menor ou igual a 205,40 Nesta condição poderá ser reuúlizado.
milfmetras.

2.Ajuste o paquímetro ao tambor e eferue a leitura ~ _ Os resultados das medições para o


da indicação; (Fig.8) ~ diâmetro do tambor devem ser
expressos como: RMI = RM2 =
203,00 = 0,05 mm.

6.Por fim, instale o tambor de freio.

55
- ~SACHS
HYUNO.AI H820 1.0 t2 V FLEX • Sistemu mednicos • Embfe,agem ·~

O sistema de embreagem rem a função de acoplar


e desacoplar o motor à caixa de marchas,
permitindo a transferência do torque do motor às
rodas do veiculo. A embreagem presente no HB20
1.0 é do tipo mooodisco a seco e o acionamento do
sistema é feito de forma hidráulica, proporcio·
nando maior eficiência e ajustes automáticos do
sistema. A substituição da embreagem é
recomendada quando houver endurecimento
excessivo do pedal, dificuldade na mudança de
marchas ou "patinação". E, sempre que houver a
necessidade de subsriruir algum componente do
Em breve lançamento HB20 1.0. sistema de embreagem, deve·se substituir rodo o
Já disponível na versão 1.6. conjunto.

.--.., , Remoção do embreagem

Caso julgue necessano e para Fig.J . Remoção do suporte da bateria


facilitar a posterior remoção da
caixa de marchas, retireo quadro
auxiliar,conforme os procedimentos descritos
no item "Suspensão dianteira".

L Solte os remtinais elétricos da bateria;


2.Desapene o parafuso 13 milímetros da chapa de
fixação da bateria, e remova a chapa;
3.Na sequência, retire a bateria;
4.Solte o parafuso 10 milímetros de fixação do
suporte do módulo de comando ao suporte da
bateria;
S.Remova o parafuso 10 milímetros que fixa o 8.Solre o conectar do módulo de comando;
chicote do cabo positivo ao suporte da bateria;
6.Desprenda o conectar auxiliar (CAOl) do i~-:;;:.. Para permitir o acesso a um dos
suporte da bateria; ~~ parafusos de fixação do supone
?.Remova os quatro parafusos 12 milímetros de superior da caixa de marchas
fixação do suporte da bateria e, na sequência, remova o módulo de comando juntamente com
retire o suporte; (Fig.l) o seu suporte, e desloque o suporte de fLXação do
chicote elérrico à carroçaria.

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de treinamento.
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•sa HYUNDAI HB20 1.0 l2 V FLEX • SisUmas modnicos. Embrugom
"'!» SACHS

9.Utilize chave lO milímetrOs para remover o 18.Utilize chave de fenda e alicate de bico para soltar
parafuso e a porca que ftxam o suporte do módulo as travas que prendem os cabos de acionamento das
de comando à carroçaria do vefculo, e remova o marchas, e desprenda os cabos; (Fig.4)
módulo juntanlente com seu suporte; (Fig.2)

Fig.2-Remoção do módulo de comando com seu suporte

19.Com chave 12 milímetros, desaperte os três


parafusos do suporte dos cabos de acionamento
lO.Com a mesma chave 10 milfmerros, retire das marchas e, em seguida, desloque o suporte;
também as duas porcas de fixação do suporte do 20.Remova o motor de partida. Siga os
chieote elétrieo presas à carroçaria e, em seguida, procedinlemos no item "Motor de partida";
desloque-o; 2l.Remova os dois parafusos superiores de
1l.Remova os dois parafusos 12 milímetros de fiXação da caixa de marchas com aUX11io de chave
fixação do cilindro receptor da embreagem, e 14 milímetros;
desprenda -o da caixa de marchas; 22.Ancore o motor;
12.Solte o parafuso 10 milímetros que ftxa o
suporte do chicote elétrico preso na caixa de ligue Foi feira a opção de utilizar o
marchas; AJEI!U
l3.Remova também os parafusos dossupones que
fixam o chicote da injeção à caixa, com auxilio de
chave 12 milímetros, e desloque esses suportes;
macaco telescópico para sustentar
o motor.

23.Utilize chave 14 milimetros para remover os


-
14.Solte o conector do sensor de velocidade; seis parafusos e a porca de fiXação do suporte
(Fig.3) superior da caixa de marchas, e retire-o do
veículo; (Fig.S)

24.Solre a homocinética da manga de eixo em


lS.Utilize chave 14 milímetros para remover os ambos os lados do vefculo. Consulte os
dois parafusos da chapa de proteção do eixo da procedlluemos no item "Suspensão dianteira -
homocinéticaj e remova a chapa; Remoção da manga de eixo";
16.Remova o parafuso 12 milímetros de fixação 2S.Com chave 14 milímetros, retire os cinco
do aterramento da caixa de marchas; parafusos inferiores de fixação da caixa de
17.Solte o eonector do interruptor de ré; marchas;
- "'.? SACHS

26.0esencaixe a caixa de marchas cuidadosa-


HYUNDAJ HB20 1,0 12 V FL!X • $!1..,.1 ~l'ilcoe · g:=: • ~

menae, e retire-a;
27.Solte os seis parafusos 12 milfmetros de
fixação da chapa de pressão;
28.Remova a chapa junrameme com o disco de
embreagem;
29.No interior da caixa de marchas, remova o
parafu-o de fixação da haste de acionam~mo do
garfo da embreagem com auxílio de chave 14
milímeuos; (Fig.6)
30.Rerlre a haste de acionamento e, na sequência,
o garfo, juntamente com o rolamento da
embreagem.

~ lnstDiação da embreagem
I .Acople o disco à chapa de pressão, observando Fig.8 · Apeno da cbapa de pressão
qu~o lado do disco com ressaltO deve fkarvoltado
paradentroda chapa; (fig.7)

fig.7 • Lado com ressalto do <liso> da embreagem

6.Retire a ferramenta de cenualização e cer-


tifique-se se a embreagem está corretamente
alinhada;
7.No interior da caixa de marchas, lubrifique o
eixo com graxa;
2.Leve-os para ser instalado no volante do moror; B.Encaixe o garfo com o rolamento da embrea-
gem, em seguida, insira a haste de acionamento
do garfo, e fixe o conjunto por seu parafuso;
Observe as guias de encaixe da 9.1nstaleacaixa de marchas;
chapa de pressão no volante do
motor. ~- _ Eleve e guie caUtelosamente a caixa,
~ evitando movimentos bruscos, até
alojá-la adequadamente, alinhando
J.Encoste os parafusos fixadores, sem apená-los a exuemidade da árvore primária ao cenuo do
compleramente; "olante do moror.
4.1nsira a ferramenta de cenrralização no orifício
cêntricododisco;
S.Aperte os parafusos de forma alternada e lO.Reposidone as homocinéticas. Consulte os
gradati\'3, tomando cuidado para não descentra· procedimentos no item ·suspensão dianteira -
lizarodisco; (Fig.8) Instalação da manga de eixo";
li. Instale o suporte superior da caixa de marchas
e, na sequência, remova o macaco telescópico;
1(5P IMJHOAIH820t.012VFLEX · ---~

12.Instale o cilindro receptor da embreagem;


(Fig.9)
~SACHS

15.Conecre o terminal elérrico do sensor de


velocidade, do interruptor de ré e fixe todos os
-
suportes dos chicotes à caixa de marchas;
16.fixe o suporte dos cabos de acionamento das
Fig.9 • Instalação do cilindro receptor da embreagem
marchas e prenda os cabos à alavanca seletora de
marchas por intermédio de suas travas de fixação;

Verifique o correto engate das


marchas, engrenando uma a uma e,
simultaneamente, observe o
movimento da alavanca seletora.

17.Fixe o suporte do chicote elérrico à carroçaria;


18.1nstale o suporte da bateria, o módulo de
comando junto com seu suporte e, na sequência, a
bateria;
13.lnstale o motor de partida, conforme o item 19.Por fim, instale o quadro auxiliar da suspensão
"Motor de partida"; e o suporte inferior da caixa de marchas. Se
14.1nstale a chapa de proteção do eixo da necessário, consulte tais procedimentos no item
bomocinética; "Suspensão dianteira".

Sistema de REFRIGERAÇIO de AR
A cada verão, aumenta o interesse por ter
um ar-condicionado instalado no veículo.
Aproveiite esse mercado.
Programa de treinamento sobre o principio
da refrigeração de ar automotiva, que tem o
objetívo de levar conhecimento sobre os
principais itens envolvidos: a termodinâmica
e a tecnologia empregada; completo estudo
sobre os fenômenos físicos da troca de calor
e da variação de temperatura, as
propriedades básicas do fluido ao condensar
e ao vaporiza r, e como esses fenômenos são
utilizados e controlados.

~Inclui:
• Manual
em CO
4003-8700 =.
• 3 OVOs
.. HY\JHOAA H820 1.0 12 V ji:W · S~ ~ • SMtgri;a do sistema dlt hiOt • dl ::::r:m hidniuliui

O reservatório do cilindro mesu-e Fig.2 · Aplicação de pressão


dos freios, além de abastecer o
sistema de freios, também abastece
o sistema de acionamento hidráulico da
embreagem. Portanto, no caso de sangria do
sistema de freios, é necessário que se faça
rambém a sangria do sistema da embreagem.

l.Retire a rampa do reservatório do fluido de


freio;
2.lnstale a rampa com o adaptador de engate
rápido no bocal do reservatório; (Fig.l)

Fig. I • lnstalaçio da t=!pa no bocal do rest'r\"atório lO.faça a sangria do sistema de freios em cada
uma das rodas;
ll.Retire o rampãodo bico de sangria e conecte a
extremidade da mangueira transparente ao bico;
12.Abra o sangrador. Para isso, desapene a porca
10 milímetros; (fig.3)

Fig.3 . Sangria no sistema de freio

3.Abasreça o cilindro com fluido de freio DOT 3;


4.Pendure o equipamento de troca do fluido de
freio no capô; (RADIEXESB-3001)
S.Conecte o engate rápido da mangueira do
cilindro ao engate da tampa do reservatório;
6.Aplique ar comprimido no reservatório;
13.0bserve a saída do fluido de freio;
O ar comprimido pode ser obtido
por um compressor ou, na falta Deíxe·o escoar até que saia o
deste, diretamente no bico do pneu fluido novo.
dovekulo.
14.Fecheopinodesangria, remova a mangueira e
reinstale o rampão;
7.Cenifique-se de que a \"á.h"ula do medidor de lS.De maneira semelhante, realize a sangria nas
pressão esteja fechada; demais rodas;
8.Conecte a outra extremidade da mangueira de 16.Na sequência, faça também a sangria no
ar comprimido ao engate do medidor; cilindro de embreagem;
9.Abra a válvula aplicando 1 bar de pressão; 17.Relire o tampão do pino no receptor de
(Fig.2) embreagem;
H"t'\..HOA.I H820 1.G t 2 V ft.EX • S...,_ ~ • S&ingria do .sistotN de ftt6De t da ~ hid~

IS.Conecte a mangueira transparente e desaperte 19.Aperteo pino de sangria;


-
a porca 10 milímetros; (Fig.4) 20.Ao término dos procedlmenros de sangria
fKhe a válvula do medidor para aliviar a pressão;
Fig.4 • Sangria no ahndro de embre.tgem 21.Desconecte as mangueiras e retire o equipa-
mento;
22.Por fim, tampe o reservatório do nuido de freio
e complete·o, se necessário. __,

~- _ A capacidade do sistema está


IUIIII~ compreendida entre O, 7 e O,Slirro.

~- _ ~por al~m motivo, não tenha em


IUIIII~ maos o equipamento para a sangna,
outra maneira é abrir o pino de
sangria e pressionar sucessivamente o pedal
de freio (ou embreagem), observando a saída
poc1fmeu~ Observe o escoamento do fluido do fluido de freio até que saia o nu ido novo.
a té que sala o Ouido novo.

-
-

Eletricidade Automotiva
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de injeção e igniçâo: ·Osciloscópio L
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e científicos da eletrônica • 4 Manuais
embarcada nos veículos em CO
com injeção eletrônica. ·1 Manual
impresso

'-'

E>~ 1f<nico rrcm


Filtro elo célne

ACP972

fique O filtro de cabine está localizado no ~ _ É r~omendada a substituição do


AJBIIO interior do veículo denrro do porta- IUIII
~ filtro com muita poeira e sujeira
luvas. retida.

l-Abra o pona-luvas; 6.Selecione um novo filtro de cabine;


2.Solte as rravas laterais do pena-luvas de modo a 7 .Encaixe-o adequadamente em seu alojamento,
abri-lo rotalmente; (Fig.l) atento ao seu ladocorrero de instalação; (Fig.2)

Fig.l · Trava lateral do pona-luvas

3.Remova a tampa doalojamemo do filtro; S.lnstale a tampa, as travas laterais e feche o


4. Retire o filtro; pena-luvas.
S.lnspecione o estado em que se encontra o filtro;

65
-~ HYUNEW HB20 1.0 12V FUX ·liMM\M ~ • S··bfjQriçi.o de..._
-

Fi33 • Remo<;ão das mangueiras pn:sas ao filrro


f•pedlhçâ<> k!cniaolKFll
Ftltro de combustiv.l

GIS0/7

f1J.n
l eJ@.tj ..
!!

Observe a seta de indicação do


fluxo de combustível. Ela deve
indicar o sentido do lado do
motorista para o lado do passageiro
~- _ A linha de combustível deve estar do veículo. (Fig.4)
~ despressurizada.

l .Dê partida no motor, solte o terminal elérrico da


Ftg.4 • Sentido do fluxo de combusú,el indicado no filtro
bomba de combusúvel, e aguarde que o motor
desligue por falta de combustlvel;
2.Desligue a chave de ~g~~ição e reconecre o
terminal eléoico da bomba;
3.Sohe o parafuso 10 milímetros da tampa de
proteção do filtrO de combusdvel;
4.Utilize alicate para combusóvel para soltar as
mangueiras presas ao filtro; (Fig.3) (KL-0121-38)
S.Remova o filtro de combustível;
6.Selecione o novo filtro de combusúvel;
7.1nstale-o no veículo, fixando a ele as man-
gueiras e na sequêncía, sua tampa de proteção.

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Espedficaçio ,rau.,..TECFlL
Filtro de óleo

PSL78

~,.,.
I'SL71

PSL78

l.Drene todo o óleo presente no cáner. Posicione ~ _ Lubrifique a borracha do filtro com
um coletor de óleo sob o veiculo e remova o IUII'I
~ óleo novo.
parafuso do bujão de dreno do cáner com chave
17 milrmetros;
2.Aguarde o escoamento completo do óleo; 6.lnstaleo filtro; (Fig.6)
3.Recoloque o bujão, e aperte-o;

F'.g.6 · Instalação do filtro de óleo


~- _ Se necessário, para facilitar a
IUift~ remoção do filrro de óleo, desaperte
as quarro porcas 13 milrmerros de
fixação do condutOr de ar e retire-o. (Fig.S)

F.gS ·Remoção do coodutor de ar

7.Por fim, abasteça o motor com 2,9litros de novo


óleo;

Segundo as especificações do
fabricame, recomenda·se a uriliza-
çãodoóleoSAESW30.

4 .Remova o filuo de óleo com auxflio de


ferramenta adequada; 8.Aguarde por, aproximadamente, 3 minutos para
que o óleo escoe completamente para denrro do
S.Selecione o novo filrro de óleo;
motor; verifique o nível de óleo e complete-o, se
necessário.
- tMJHOAI H820 1.CI 12V FLEX -SisiMIM......,.. v.... n=. c-. dt..... I cêf1

A principal função da vela de ignição é conduzir, A;kl t«nxa l'iGK


Eapc '"
de maneira totalmente isolada, a corrente elétrica Velas de lgniçio
gerada no transformador até a câmara de LKR7D-DE
combuStão, e transformá-la em centelha elétrica
de alta tensão, o que dará início a combustão, ou
seja, a vela é o irem responsável pela correta
queima da misturo ar/combustíveL No entanto,
apesar de parecer simples e ter um funciona-
mento, também, relativamente simples, as velas
de ignição agregam tecnologia de ponta e
evoluem cada vez mais com a indústria
auromotiva. O seu perfeito desempenho está
diretamente ligado ao rendimento do motor, ao
consumo de combustível, e a liberação de
poluentes nos gases expelidos pelo escape. Por
estes motivos o bom funcionamento de:sta peça ~
essencial, mas muitas pessoas só dão coma disto
quando o problema já esta critico.

~ Substltulfiio dos veios de lgnlflo e a~bos de valos


L Remova o duto de ventilação; 6. Remova as velas;
2. Remova o conjunto de filtro de ar, e na
sequência, retire o filuo; Inspecione as velas visualmente.
3.Desconeae os terminais elétricos das bobinas Analise as velas quanto ao aspecto, à
de ignição; carbonização, à coloração e ao
4.Retire os parafusos 10 milímeuos de fixação das desgaste dos eletrodos. Esses dados são indica-
bobinas, e remova-as; tivos do estado do motor.

O HB20 utiliza bobinas de ignição 7.Meça a folga entre os eletrodos da vela; (Fig.2)
individuais, uma bobina para cada
cilindro.
S.Utílize um soquete longo 16 milímetros e
ferramentas acessórias para soltar as três velas de
ignição; (Fig.l)

~1g.l - Rm1oção das velas


8.Para essa medição utilize um calibrador de ll.E considerando a inceneza de 0,01 milímetro
-
lâminas. Selecione a lâmina de 0,80 millmetros; do calibrador de lâminas, o resultado da medição
pode ser expresso por: RM = 0,80 :t 0,01 mm;
12.Selecione as ,.elas de ignição e instale-as no
po ' * A lâmina de 0,80 millmetros se mo[Or;
CIIMD>/ ajustou adequadamente à folga
13.1nsrale as bobinas de ignição e conecte seus
da•ela. renninais elétricos; {Fig.3)

9.Para confirmar a medida, utilize agora a lâmina


de 0,85 milímecros; Fig3 - Instalação das bobinas de ~

que a lâmina sequer

poo ••I '** Dessa forma, o valor da folga é o


CIIIUIIO>/ valor da espessura da lâmina
selecionada de maior valor que
passou bem justa encre os eletrodos
da vela.

lO.I'onanro, o resultado base da medição é: RB =


0,80mm;
14.1'or fim, instale oconjuntofilrrodear.

Eletricidade Automotiva
. ,.......

5 títulos
que abordam a tecnologia
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de injeção e igniçao: ·Osciloscópio
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4003-8700 ~
embarcada nos veículos emCD
com injeção eletrônica. • 1 Manual
impresso
~ Tabela de torques de aperto

PRINCIPAIS TORQUES DE APERTO


Descrição Valores (Nm)
Bujão de dreno do óleo do carter 44 ± 2
Interruptor de pressão do óleo do motor 12 ± 1
Parafuso da áJVore de manivelas 69± 3
Parafusos das bobinas de ignição 10,0 t 0,5
Parafuso da polia auxiliar 58 i 3
Parafuso de fixação da engrenagem do eixo comando 73 ± 4
Parafuso de fixação da polia da bomba d'água 12 i 1
Parafuso de fiXação da polla dos orgãos auxiliares ao virabrequim (60 i 3) + (40 i 2)'
Parafuso do tensor da correia micro-V 28 i 1
Parafuso do trilho guia direito da corrente 11.0 i 0,5
Parafuso superior do alternador 35 :1: 2
Parafusos da tampa dianteira da corrente
Parafuso central -10 mm 10,0 i 0,5
Parafusos das extremidades · 12 mm 21 ;!; 1
Parafusos próximos ao suporte do motor · 14 mm 49i3
Parafusos da tampa de válvulas (5,0 ± 0.3) + (10.0 l: 0.5)
Parafusos de fixação da bomba d'água 12 i 1
Parafusos de fixação das bielas (15 i , ) + (90 t 5)'
Parafusos de fixação do carter de óleo 12 :1:,
Parafusos de fiXação do pescador da bomba de óleo 26 i 1
Parafusos de fixação do volante ao virabrequim 75 ± 4
Parafusos de fixação dos mancais ao bloco do motor (20 ± 1) + (90 ± sr
Parafusos do cabeçote

(15± 1) + (90± 5)'


Sequência de aperto + (120 :1: 6)'

Parafusos do tensor hidráulico da corrente 11 ,0 ± 0,5


Parafusos do trilho esquerdo da corrente 20± 1
Parafusos e porcas de fixação do suporte do motor 98 ± 5
Parafusos M6 de fixação dos mancais do eixo comando de válvulas ao cabeçote 14 :1: 1
Parafusos MS de fixação dos mancais do eixo comando de válvulas ao cabeçote 23 ± 1
Porca central de fixação do suporte do motor 57 :1:3
Porcas de fixaçao do coletor de escape ao cabeçote 34i2
Porcas e parafusos de fixação do coletor de admissão ao cabeçote 24 ± 1
Sensor de detonação (15a20) ±1
Sensor de oxigênio (Sonda fambda) 50:1: 3

----------------------------------------------------------J lt
- I
HYUNDAI H820 1.0 12 V FLEX -~ ~ •

'""=-·
SISTEMAS MECÂNICOS
Instrumentos de medição utilizados -·.:_
Rel6glo comparador
/ FO<~ de modlç!o

~b
Instrumento Graduação (ntm) ln..rtou (mm)
máxirNO (N)
Relógio COOljlatador analógico
0.01 1,4 • 0,013
Moslrador com lnd~ 0-100

/
Poqufmetro
Faixa de medlçio
Graduação (m m) Incerteza (mm)
~mento (mm)

- Paqulmelro de lrtinio 0,05 o- 150 t0,05

Torqulmetro
Graduaçio
Capacidade lncorteu (%)
(Nm)
TOfquimetro de estalo 8 - 300Nm 2a 10 5%

... Multimetro

~<-:,
Função Capacidade Resolução Incerteza
Tansaooc 800,0 mV a 1000,0 V 0,1 mV a 1 V 2,0%+3
·. '3,,•.
Re$1Slênda o
800,0 a 1000.0 1<0 0,10a1k0 3,0% + 5

Cálculo da inceneza de medição (IM):

Sendo a incerteza {Accuracy) definida por Accuracy c %Acc + Nacc;


U a leitura da indicação e R a resolução do instrumento, temos:

IM • :t: (F1 + F2) unidade


onde: Fl ='KIAccxU
F2 = Nacc X R

Man8metro de Bourdon
Graduaçlo
Instrumento Capacidad~t lncortoza (%)
(psl)
ManOmatro anal6gicc 0-300 psl 5 5%

...L._G
_a_U_b_ra_d_o_r_
de_ ll_m_ITUJS
_ _ _ _ __ _ _ __ _ __ _ _ __ ,\111
=
Cálculo da incerteza de medição (TM):
11
//-,,.
A resolução {R) do calibrador é determinada subtraindo-se o valor enconrrado para
a folga medida, do valor da lâmina imediatamente superior.
E a incerteza da medição é igual a R/5.
H'YUHOAI H820 1,1) t2 V FLEX • ~ Dicricos - ~

~ Remoção do ol~modor
O alternador está localizado na F~.3 • Remoção do parafuso tensionador da correia
freme do motor, na pane superior,
ao lado do <X>ietor de admissão.

!.Desconecte o cabo negativo da bateria;


2.Utilize cabo de força e soquete 12 milimerros
para afrouxar o parafuso de rravamento do
esticador da <X>rreia; (Fig. 1)

Fig.l . Afrounndo parafuso.tnl\'8 do rensionador

6.Termine a remoção dos parafusos manual·


mente;
7 .Remova o conjuoto tensionador da correia
completo;(Fig.4)

f;g.4 Conjunro tens1onador rt'lllO\ido

-
3.Com soquete 14 milimerros afrouxe o parafuso
de fi:'<ação do alternador para movimentá-lo;
(Fig.2)

F'~g.2 • Afrowwnento do parafuso de ~ do altrmador

8.Pressione o alternador para baixo;


9.Desloque a <X>rreia;
I O.Solte a presilha do chicote com alicate de bico;
ll.Solte o conecto r do alternador;
12.Com a capa isolante abena, utilize carraca e -
soquete 12 milímetrOS para remo,·er a porca do
cabo B+;(Fig.S)

4.Com carraca continue a remover o parafuso de


rravamenro do esticador da correia;
S.Ainda <X>m a carraca remova o parafuso de
regulagem do tensionamento da <X>rreia;(Fig.3)

74'--
- Fig.S · Remoção da porca de fixação do cabo B+
HY\!INDN HB20 t.O 1:2 V FLEX • -SitteMü E*1Co6 • AltetN<IOf

Fig.6 • Parafuso de fixação do alternador sendo removido


1'11 ([J

13.Te.rmine sua remoção manualmente; 16. Remova o alternador e leve-o para a bancada.
14.Redreocabo;
lS.Redre o parafuso de fixação do alternador; Desmonte completamente o alternador e efetue
(Fig.6) os testes e inspeções em seus componentes.
Lave rodas as suas peças e seque-as em seguida.

, Teste dos componentes

1·Estotor Fig.S · 'krific:ação do isolamento do enrolamento

!.Selecione no multlmet:ro a função reste de


resistência com sinal sonoro.
2.Cada ext:remidade do enrolan1enro do estator
somente deve ter contato com uma outra. (Fig.7)

Fig.7 · Tesre de continuidade no enrolamento do esraror

Se houver contato do enrolamento


com a armadura metálica, o esrator
também deve ser substituído.

Conjunto retificador completo

fique Se houver contato com mais de uma


A1INI9. J extremidade, substituta o estator. 2-Testes dos Diodos positivos

l.Selecioneno mulómetro a função teste de diodos.


3.0 teste de isolamento também pode detectar
defeitos. (Fig.8) O instrumento deve apresentar um
valor próxinlo de 3,0 voltS. (Fig. 9)
e. ;a HYIJHDAI HB20 1.0 12 Y FLEX • ~ BõtriGos • A.llamlc:lcr

Fig.9 ·Tensão do instrumento pora testes de diodos O valor da medição deve ser de
-
aproximadamente 0,5 volt; (Fig.l2)

Fig.12 • V..lordodiodo negativo no sentido de condução

2.Encoste a ponta de provas vermelha na haste


isolada do diodo e a preta na carcaça;

O valor da medição deve ser de


aproximadamenreO,S volt; (Fig.lO) 2.Jnvena as pontas de provas;

Fig.lO · Valor do diodo positivo no sentido de condução O valor de•-e rerom.1r ao inicial, ou seja,
voltsaproximadamente.(F~g.l3)

3.Invena as pontas de provas;


4.0 valor deve retornar ao inicial, ou seja,
aproximadamente 3,0 volts. (Fig.ll)

Os diodos podem apresentar defei·


tos de circuito aberto ou, curto·
circuito e provocar defeitos
variados. Alguns defeitos podem aparecer
numa simples substituição de bateria, ou seja,
basta ligar os cabos inversamente.

conj unto, mancal/retificadora.


Os diodos negativos estão também
com suas hastes cravadas no conjunto.
J· Teste dos diodos negativos Portanto, em caso de defeito em qualquer
diodo, o conjunto deve ser substituído
completo.
Vrre o conjunto ao contrário

Identificação dos diodos


l.EncOSte a ponta de provas preta na haste isolada
do diodo e a vermelha no manca!;
a.Diodos positivos; (Fig.l4)

76 ~------------------------------------------------------------
~
-----~
. r - , .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ---·~--·····R<X
---------~
~ ---~----·-~.,.~...1!1~-j[J~
Fig.l4 · Diodos posiriV~>s 3.Meça também o isolamento do enrolamento em
relação à armadura metálica;{Fig.17)

Fig.l7. Verificação do isolamento do enrolamento

b.Diodos negaóvos; (Fig.lS)

Fig.IS · Diodos negativos

Se houver contato do enrolamento


com a armadura, resistência zero ou
excessivamente alra, substitua o rotOr.

4.Meça o diâmetro dos anéis coletores. O seu


diâmetro deve ser de aproximadamente 14,0
milímetros;(Fig.l8)

Fig.18 -Medição do diâmetro dos anéis coletores


.lf·Rotor· Enrolamento de Campo

l.Rerorne o seletor do mulrímerro para a escala


de resistência e sinal sonoro.
2.Encosre as pontas de provas nos anéis coletores
para verificar a continuidade e a resistência do
enrolamento.

fique O valor da medição deve ser de 2,4


AllfU Ohms. (Fig.l6)
Fig.16 · ~rif.cação de resistênàa no enrolamento do roror
~- _ Qualquer desgaste na face dos
~~ anéis, substitua o roror.

5-Escows

l.Reóre a proteção plástica das escovas e faça a


medição com o paquímetro;

As escovas novas possuem aproxi-


madamente 12,0 milímetros de
comprimento. (Fig.l9)

-------------------------------------------------------J 77
HYUNOAJ te20 1.0 t2 V FlEX • Sle** E:IW!coe: • Alternador

6 -RoiDmentDs

~- _ A correia não deve apresentar desgas-


IUift
~ te excessivo e nem estar ressecada.

7-Correltl
-
~ _ Os rolamentos não devem apresen-
IUift
~ tar ruídos nem folga excessiva
O comprimento mfnimo deve ser su-
perior a 5,0 mrn. Em caso de desgaste
além do limite, substirua as escovas.

~ MontDgem do alternador

l.Leve os rolamentos para a prensa e instale-os 7 .Retome com os componentes par.a a bancada.
em seus respectivos componentes; 8.Apóie o manca! na morsa;
2.Apóie o manca! anterior e tnstale manualmente 9.1nstale o rerentordo rolamento anterior, fixe-o e
o rolamento; apene seus parafusos com chave Torx T20;
3.Acione a prensa e encaixe o rolamento; (Fig.20) 1O.A seguir instale o rotor manualmente no
mancai anterior;
Fig.20- lnstalação do rolamento anrerior ll.Posicione o conjunto, prendendo-o pela
armadura metálica do roror;
12.1nstale o espaçador, observando sua posição
correra; (Fig.22)

F1g.22 - ~o correta de irutalafiio do espaçador ~

4.Em seguida apóie o rotor, instale o rolamento


posterior e a ferramenta;
S.Acione a prensa e instale o rolamento;
6. Rolamento posterior instalado; (Fig.21)

Fig.21 - Rolamento posterior tns<alado

13.Em seguida instale a polia e a porca;


14.Encoste a porca com soquete 24 milímetros e
catraca;
I S.Aplique 70Nm na porrn do alremador;(Fig.2.'l)
16.Reposicione o conjunto prendendo-o pela
polia;

78 ~-------------------------------------------------------
- H'VUHDAI H820 1AI12V R.EX- ~E~·~

Posicione o alternador de forma a


ft\:1]

verificar se o rotor gira livremente e


sem ruídos. (Fig.26)

Fig.26 · Ve:rificação de rotação livre do rooor

fique Para facilitar a montagem, observe a


~ marca de referência feita no estator
no momento da desmontagem. Ela
coincide com a referência original da carcaça,
agilizando assim a instalação; (Fig.24) 20.Reposidone o alternador, e com alicate crave
todos os rerminais do estator na placa retifica-
Fig.24 · Marta feíta no momento da desmontagem dora; (Fig. 27)

Fig.27 · Cravação dos rerminais do reriJicJldor rom o estator

Observe agora as duas referências 2l.Solde todos os renninais do conjunto rerífi-


originais nos mancais; (Fig.25) cador; (Fig.28)

Fig.28 - Soldagem dos terminais

22.Em seguida, instale o regulador de tensão com


seus respeaivos parafusos e apene-os com chave
17.Encaixe corretamente o mancai posterior tipo canhão 7 milfmerros;
observando as referências; 23.Encaixe a proteção plástica das escovas;
18.lnsrale os parafusos para fiXação dos mancais; 24.Instale a rampa plástica de proteção do
19.Com chave tipo canhão 8 milfmetros apene os conjunto r;etificador;
parafusos; 2S.Leve o alternador para a bancada de testes.

----------------------------------------------------------J 79
-
I.Fixeoaltemadorna bancada; b.Antes do alternador funoonar a corrente é zero
2.1nstale a correia de acionamento e alinhe com a ampêre; (Fig. 32)
polia do motor da bancada; (Fig.29)
Fig.29 ·Correia alinhada com 8S polias

-----
F'~&-3Z-Com!nte de zero ampêre antes do alternador funcionar

.~
J
3.Fechea t3111padeproteçãodacorreia;
4.Em seguida instale os cabos de alimentação do 8.Ugue a chave de acionamento do motor da
alternador; bancada;
S.Conecte o temúnal da IAmpada ao pino 1 do a.A tensão produzida é 14,5 volts; (Fig.33)
regulador de tensão; (Fig.30)

Fig.JO · Cabo da lâmpada no terminal I do alternador

6.Ligue o interruptor do painel da máquina;


7 .Ligue em seguida a chave que alimema os cabos b.A baixa corrente elétrica indica a alimentação
da bateria; do próprio alternador e também a recarga da
a.A tensão da bateria deve ser próxima de 12,6 bateria da bancada;(Fig.34)
volts; (Fig.31)

---
F"13.J.4 • Coueme para manutençio do ahernador e
r~g.JI · Teosão na bateria para testes no alternador da bateria da bancada

80 ~------------------------------------------------------
- 9.Aplique alta carga, compatível com a capaci·
HYUNDA1 11B20 Ul12 V FLfX • 516temM Elr6eriDol • Alltn'Widor

rJ3.36. Queda na ttn!lo no moa:eruo da alta aorga


8 ;-.

dade do alternador, por meio da alavanca da


bancada;

Observe que a corrente ulrrapassa


90 ampêres; (Fig.35)

I
Fig.35 • Corrente alta durante a alta carga aplicada
.~

lO.Ao liberar a alavanca, a corrente e a tensão


retornam aos valores iniciais;

O alternador está pronto para ser


instalado no veículo.

ll.Desligu eos interruptores da bancada;


A rensão sofre uma queda em vinu· 12.Remova os cabos elétricos;
de desta alta carga;(Fig.36) 13.Retire a correia, remova o alternador e leve-o
para ser instalado no vefculo.

l ' l lnstJJIDç4o do o/umodor no veiculo

O procedimento de monta.g em do alternador no veículo deve ser inverso ao da desmontagem.

Mecânica 2000 Gol Geração VI


NHH volume désvendamo.s o Gol G6. Udu dt m•cado há
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1!1 SlsMma de portlda

Teste do sistema de portlda

l.Teste, inicialmente, se a bateria está funcio-


?.Observe até o motor parar de funcionar;
8.Em seguida dê partida no motor por 10
segundos, ininterruptamente;
-
nando corretamente;
2Jnstale o multímetro, deslocando a tampa do Durante a partida, a tensão da
terminal positivo e conecte suas garras nos bateria deve ser superior à 10,5
terminais da bateria, obedecendo à polarização; Volts, indicando que o sistema está
3.Ligue o mulrímerro e selecione a função: tensão perfeito. (Fig.3)
conónua (VDC);

poo :t6JIIIIIO A tensão nodisplaydeve ser de apro-


COIIRElO v ximadameme 12,6 Volts; (Fig. 1) Fig,3 Tensão em qu«<a normal durante o teste

Se isso não ocorre~ verifique as


condições dos cabos de aterra-
4.Coloque o motor do veículo em funcionamento; menta, no compartimento do
S.Remova a tampa da CVM; mOtor, onde possíveis oldda~ ou ferrugens
6.Rerire o fusível FlO de 30 amperes; (Fig.2) podem ocasionar mau coma to com a cnrroçaria
e com o motor de combustão. Se não houver
irregularidades remova o motor de partida para
Fig.2 • Remoção do fusi>-ei FIO da CVM ser mspecionado.

9.Recoloque o fusível FlO e instale novamente a


tampa da CVM.
lO. Desligue o multímeuo, desconecte suas garras
e retire-o;
ll.Feche a tampado terminal positivo;

Motor de panida VALEO 12V


O motor de partida localiza-se atrás do moror, na
parte cenrral.

n ~------------------------------------------------
Pl R~moção do motDr d~ pDTfido
L Eleve o veículo; Fig.6 • Retirando a porca do cabo 30
2.Remova a guarnição plástica anterior dianteira
central;
3.Solte a crava plástica do lado direito com chave
de fenda cru7.ada e espárula;
4.Sohe também a crava do lado esquerdo;
S.Retire os seus parafusos com chave L 10
milímetros; (Fig.4)

Fig.4. Rtmcx;ão da guamlçào anterior dianteira

13.Termineasua remoção manualmente;


I 4.Retire o cabo 30;
1S.Com cabo de força e soquete 14 milímetros
retire os torques dos parafusos de fixação do
motor de partida; (fig. 7)

F!g.7. Retirando tOtq\IC dO$ parafusos dt fixaçào

6 .Com catraca, soquete 10 milímetros e exrensão


longa solte os parafusos da guarnição posterior
bipartida e remova o lado direito; (Fig.S)

Fig.S • Remoção da guam•ção posterior direita

16.Utilize catraca e termine a remoção do


parafuso superior;
17. Remova o motor de partida e leve-o até a
bancada para a desmontagem;
18.Desmonre·o completamente lave todas as
peças, com exeessão do solenoide, c seque-as em
seguida.
?.Repita o procedimento do lado esquerdo;
S.Desconecte o terminal negativo da bateria;
9.RetireoconectOrdo IPO;
lO.Desloque o isolante de borracha do bome 30
do motor de partida;
ll.Relire o conector do bome 50;
12.Com chave combinada 12 milímetros solte a
porca de ftxaçãodo cabo 30; (Fig.6)

______ J 83
-
, lnspefÕO e ~s~ dos componen~s
l.Ligue o multímerro na escala de resist~ncia e
t.Escovas sinal sonoro;
2.Meça a continuidade entre as espiras do
a. Meça o comprimento das escovas. enrolamenro;

As escovas novas medem aproxima-


damente 12 milímetros; (Fig.S)

Fig.l O • Medição de continuidade das


bobinas do enrolamenro

3.Meça o isolamento enrre o coletor e a armadura


O seu desgaste máximo deve ser de metálica; (Fig.ll)
5 millmetros. Em caso de desgaste
excessivo, substitua o pona·escovas
completo; F"Jg.ll • \l!orificação do isolamento oom a CllmiQI

2.lnduzido

a. Meça odiâmerrodocoletor.

,. ' n O diâmeuo do coletor é de aproxi·


GGJ IIOV' madamente34 milfmerros. (Fig.9)
-
Qualquer desgaste na face do cole-
tor, interrupção enrre as espiras do
enrolamento, ou c urto-circuito
entre o coletor e a armadura metálica, substitua
o induzido.

3.Solen6lde

a.Meça a resistência enrre as bobinas de chamada


e de retenção;

84 ~--------------------------------------------------~
- elas é de 0,4 c.Me~a em seguida, a resistência enrre a bobina de
chamada e a carcaça;

P!' llo••resistência é del ,3 Ohms;


A
Fig.l2 • ~~Jçâo de resist~n<:ia entre as bobinas m.znv (Fig.l4)
rJ3.14..\IedJçio de u:sí~ucla enae boana de chamada c C2lCliQl

b.Meça a resistência enrre a bobina de ~ten~ão e


a carcaça;

é de 1,1 Ohms;
Se não houver continuidade em
quaisquer dos testes, ou resistência
Fig.l3 Medição de resístêncill tntre bobina de zero Ohm, substitua o solenóide;
de mençio e Glf'C>ÇII

,..Mantals anterior e posterior

As buchas de bronze poroso nos


mancais não devem ter folga
excessiva. Se isso ocorrer, o movi·
mento do induzido pode ser comprometido.
E.m caso de desgaste, substitua-as.

Pl MontDg~m do mofllr d~ porllda

Antes de iniciar a montagem, lubri- 6.Com alicate, feche o anel ao máximo para
fique o impulsor de partida, o facilitar o uavarnento; (Fig.15)
êmbolo, que é fixo no solenoide,
com uma fina camada de graxa e o eixo helicoi-
Fig.l S • Fedtamtnto do and·tn>a rom aliare
dal induzido.

!.Encaixe o induzido no pinhão;


2.Com um pano retire o excesso de graxa;
3.Fixe o pinhão do impulsor na morsa;
4.1nsrale a capa do anel-rrava observando o lado
corre co;
S.Em seguida instale o anel-trava;

J as
7.Puxe o induzido e bata levemente na ponta do 12.1nstale a carcaça e observe a sua referência
-
eixo, com maneio de plástico, pata travar o para entaixe com o vedador de borracha; (Fig.19)
conjunto; (Fig.l6)
Fig.t9 · Referência na l11rcaça

S.Fixe o mancai posterior na morsa; 13.Com as escovas recuadas, instale o porta-


9.Encaixe a alavanca de comando na guia do escovas e retire a ferramenta que trava as escovas;
impulsor de partida; (Fig.20)
1O.lnsira o conjunto impulsor completo no
mancai; (Fig.l7)
Fig.20. Pcma-esco>õ15 instalado
Fig.J7 Conjunto impulsor deruro do mancaJ

1 LEncaixe o vedador plástico;


14.1nstale a arruela espaçadora;
lS.Encaixe o mancai anterior;
16.Fixe os parafusos que prendem o suporte de
fique Observe a referência no vedador de
escovas ao mancai anterior e apene-os com chave
~ borracha; (Fig.l8)
de fenda cruzada; (Fig.21)

fig.IS . Referência na bomocha de \'tdação


- 17.Instale os parafusos da carcaça e apene-os com
chaw tipo canhão 8 milimeiiOS; (Fig.22)
18Jnstaleo solenoide;
19.lnsraleseus parafusos e apene-os;
20.Religue o cabo das escovas ao solenoide,
instale arruela e porca e apene com chave 10
mil!metros;

~~~ T~st~ na banatda


l.Fixeo moror de panida à bancada de !elite;
2.Prenda o cabo negati\'Oà sua carcaça;
3.Aplique 12 volts no terminal 50 do solenóide;
(Fig.23)

Fig-23 - Some 50 energiuldo

F13.26 - Eixo girando com tmpulsor

.,..........,,_ O impulsor de panida deve apenas


CDIIIIIOV avançar; (Fig.24)

...
Fig.24. Impulsor 0\-.nçado

:,t-• r-

S.lnstale o cabo positivo no bome 30 do motor de


partida; (Fig.27)
6.Aplique novamente 12 volt$ no terminal 50 do
solenóide ;

4.Aplique em seguida 12 ,-olts no tenninal 30a;


(Fig.25)
Fig. 27 • cabo posim'O no bome 30 Fig.28 • Motor de panida om funCI003JDCnto
-
~

~ O induzido do motor de partida 7.Retire os cabos de alimentação;


~ V deve girar e, simultaneamente fazer S.Leve o motor de panida para ser instalado no
avançar impulsor de partida; veículo, na ordem inversa a da sua remoção.
(Fig.28)

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~ Programaçõo de chaves

!.Com a chave de ignição desligada, conecte o Fig.3 - Opção 1mobilizado~ esoolhida


cabo do OBD MAP no terminal de diagnóstico do
veiculo, o mesmo utilizado pelo scanner
automotivo; (Fig_J)

Fig.l Conex.ào do cabo do equipwnenw ao rennlnal de


dlagnóstkt> do veiculo

Este procedimento altera o código


do imobilizador, portanto será
necessário reprogramar todas as
chaves do vefculo.

6.Ligue a chave de ignição e pressione a tecla "OK";


?.Introduza a senha especffica; (Fig.4)
O próprio conector de diagnose fique Para obter a senha específica,
energiz.a o OBD MAP. solicitada nessa operação, enue
em contato com a Chiptronic. Para
adquirir mais esta exclusividade mundial:
2-Após a teirura da tela inicial, insira a senha do (14) 3352-6060
equipamento;
J.Selectone a opção "Diagnóstico"; (Fig.2)

8.Selecione a quantidade de chaves a ser


codificada, e selecione "OK";

O procedimento será concluído.


4.Selecione o fabricante e o modelo do veículo;
S.Selecione a opção "lmobilizador" e a função 9.Após o final das operações, desligue a chave de
"Programação de chaves"; (Fig.J) ignição.
r
t?l HYUNDAI HB20 1.0 12V flEX • Si*mas Bitrioos • Programaçiodll U..V. c:om equiparnento080 da CNptronie

-
~ Programação do telecomando

1 .Ligue o OBD MAP e insira a senha do 7.Selecione OK mais uma vez c aguarde a
equipamento; orientação no visor do equipamento;
2.Selecione a função uDiagnóstico", o fabricante e 8.Quando .autorizado, pressione o botão de
o veículo; aberrura das ponas, chamado de "Telecomando";
3.Selecione agora a função "Telecomando"; (Fig.7)
(Fig.S)
Fig;7 · Telecomando pressionado na chave
Fig;S • Opção Thleromando' escolhida

4.Em seguida, selecione a opção "Programação de 9.Se desejar programar outra chave, informe ao
telecomando"; equipamemo. Caso contrário, tecle"Não".
S.Ligue a cbave de ignição;
6.Selecione "OK" e desligue a cbave novamente;
Esrão concluídas as operações.
(Fig.6)

Fig.6 · ~ na tela do equipamentO

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Pl Componentes e suoslocollzoções

A caixa de relés e fusíveis se localiza no vão do Descrição dos relês da CVM


motor, ao lado da bateria. R~ ~
RI Relédalxaila
localizaç5o da caixa de relés e fusíveis do vão do motor
R2 Relédalxailadoamre
I R3 Relé do-doa<.... dáoliado
R4 Relê do molo< de pof,ida
Rs Reléda1'Wllocidadedo-
RS Relé da 2'"""'*loledo-
R7eR8 Vazlo
R9 Relé do '"""" de pillliclo • filo
RIO Relédabon'Cade-
R11 Relé das luze> de posiÇão e llrriloçio
R12 Relé l"odd>aada ~

Descrição dos fuslveis da CVM

-
Fusivel Ampên!s Ap6cação
ft ao F3 Vazio
Detalha.menro dos componenres da CVM
F4 10
FS 50 Atnentaçao dosilsWels F19. F20e F21daCP
Aimen<;;ção das poii<lQas doo relês .., •• 2'
F6 40
-do-
Allrori<IÇâo da botõ>a • pol;rda do relé""""" da
F1 30
iieç6o
F8 40 ~deigllçõo
F9 40 ~deip;âo
FIO 30 .llimenlaçào doo fuslveis flôe f11 da CP
f11
F12 e Ft3

F14
10

tO
-.oçõoda bobinadoreléda -ele-·
Alirnenlafáoda polâ'àa do""' d o - -
Vazio

do a doSISiorna <1e paftida a!OO / l.lódOO de IXIIIMlo 1


~
lolô6Jo <ie - / ~EGO I I HEGO 2 I CMP /IC'/I
CANP I Almelllaç!oo da lxibilas doo relés da I' e 2' ,._
F15 10
ioddade<do-/Aiineolaçioda báJrlado
relê do compre55er do ar~

F16 15 Aline<1laçio da polioo;a do relé .. - de


~

F\7 15 Ainemçao da pollnda do .... do """"' "" pn!a


a filo
Ft8 15 Bctt>asde igrj;ao /Coolensador
Detalhamento da placa de fusf1·eis da CVM
Ft9ef20 Vazio
1875001031
f21 Atneolaçaodapollnóadorelédo\'OOiiladot-
F22 MódliodoASS

-
F23 -doAS$

F24 Alineoiaçóo da botõ>a e da polâ'àa do a doo Wlros

F25 e f26 Vazio


Aline<1laçio da polâ'àa do relé das ~.. de pooisóo •
f27 bni'oaçaol AlmenlaçlodootlsNols f1,f2. F3. F4 e FS
da CP

93
\ KYUNDAI H820 1.D 12 V FLEX • Sistlllnas elitrico5 • CP

Pl Compontntes t suas locollzofões

Acaixa de relés e fusíveis se localiza na pane inferior esquerda do painel, do lado do motorista.
Re!édomoto<<ia~lrtema l l'atlêldêrr..u.
Localização da caixa de relês e fusíveis do painel F14 lO - / -lhi<-condicionadol Col!#.ab
de llc<do I Comardo<lo ar<XI<ldióoaado
~dopat>obtlsa ó:anteroi Bomllado-
f15 25
danl...
F16 15 ~dovldro-/Bomllad>laYaóo<IIOSO!O
F17 lO Fanlisal!oe babooesqueol>s

-
f18 lO Foróio 8lloe baioo-
Relê das luzes de adverhx:ia I Con'.anclo das laes de
F19 15

F20 20 Relês de ••vamernoe ôemvamenlo desi>C'Ias


F21 30 Relé dodese<nboçador-
F22 10 Par.eldeins:rumeolcs l ~detoroo

F23 lO Luz., ilá<odorasde Õ<OÇÕOOE. 00, TE e TO


F24 lO -..,doASS

Desaição dos relês da CP F25 Vazio


F26 lO Oié<r-'f'O'do ~de hlo/LI!élodolrdJt<zadot
R~ ~
RI Vazio F27 15 !olócllo 00 8it bag
R2 Relê dos vidros- F28 10 Paine!delnsir-
R3 Relê do,_ do -111.emo f29 10 lnl~ das lae<de ré
R< Relê do COOlalldo das klZOs de *"'Wroa F30 10 Altemado<
R5 Relê das ki2es it.emas F31 15 S.OS..dê-
R6 Relê dodeseaW;odor Inseto F32 Vazio
R7 Relê de _,.das ponas Mócl*>de<OO'Jal'do / ~'!lalldodoar<OOdicior.ado l
F33 10
Rese.é!x:ia da. 'lei'ISação ioletr..a
R6 Reléde-daO)XIf13S
f 34 lO ~do-do~r.sero

-Desaição dos fusíveis da CP

FI
~
20 Rãcio
A;lllcaçAo
Deralh.amento dos componentes da CP

-
Con'ÇMOOOr de fxxdo l P<li'IEide ÍllSlMlefllool l...,
F2 lO do te!<> I Cooedcr de dlaglÕSiiCO / Coola-ldo do at·

F3 15 luz0$deóelo

-
F4 10 t.+idulodolmoliillraólr
F5 lO Relê des ..,..ioienlas
f~
F1 25 V)ios-e;quenjos[.,._DEeTE)

-
FS 25 Vldros-~~DE.IIOeTD)
F9 20 Tf;malfa 12V
F10 lO
F11 lO ~de-~ / luzde~...
luz do "".>luvas I GJ!o$ de pos;çao dorebs / lhm>na-
ção do c:oma1li:l das ta:es de act9eitêooa I tJrrKar;ão
do'"""" de Mio/ !Urirlaçáodopa<'Oide ilsW<r....
f12 10
10> / ~do-dos>\tos<iajl01!30E I
~lhamo-.do<!.lltr<l'laselê!ricas/ lJI!WÇâo
dos~ do YOian;e

F13 10 Com<J!ado<de jgnjçlo

94
- HYUNOAJ HB20 t.O 12 V Fl.EX • Sistcmu elêtricos ·BCfot 1"!?1:1

, ComputDdor de bordo e suo locollzaçao

O computador de bordo está fixado ao seu suporte, ao lado da caixa de ar.

-
Coneaor A do BCM 18 ~ ~ôapaia00(2)
19 SRIPR ~ôaJlClliaDEl21
20
Z1 AZ Corodtx de jo>:lçao CJ2 (1)1 Colmlo óe> ar.all'ddana-
[D-.______ a • • • • • -
--'"-;:,;:;;:
•- r •Q •a •â .•t i..------
-
..-1111
.........._,
óe>(2(1)
••••-••••••••
a • s e : • ~• - • - - ~
22 VOM ~
~ ---- ·-·-------· ~~
~ . " · . ~ .. 23
24
LA
I.A'PR
-.çao V;a IW.ol F1Dda CP{Iri>a 15j
Pn de "'"""'"~os ,s,
Cone<!!Or B do BCM
Pinagem do coneaor A do BCM
Pfno Cor Ajliooçõo
I AMA.A Mód<Joóe>-(8)/ Corodtxdo~l!o> (12)
2 VM.'PR Paiiel de- ( 14)1 ~.« óe>pona.malas (I)
3 cz Comonclodo,;;o- DE (4)
4 MR Colmlodo"""'elioiooDE (I3)
s RS/PR inlelruplot de ...:llpla fttlçao (Ali e A14)
6 VM.'PR - (5)
7 8R MoQlodoarbog~l
8 Vazio Pinagem do coneaor B do BCM
9 NA Air>erlaçâovia 11lsiYel f14 ôaCP(Iill>a 15)
10 RS Afner.toÇioviafW\'01 f22daCPI"ll>a 15) Pfno Cor Ajlliçoçâo

-
11 VM l!llOS ele poslÇ<lo ~ II.JJz de placa MR -;>o$ÓIÕO

-
2ao5
12
13
PR Almentação via 11lsiYel f2 <la CP [irlla 30)
6 MRIPR
"""'
.,tam.lpO>r do '"96 (2)
14 vo Tra·<a.tem TE (3) 7e8
15 AM.'PR ;,.,. Elóirio:o 00 (2j 9 NA ~

-
16 AZIPR Trm-OE (3) 10 ao 14 v-
17 \II)IPR lnlertuplor"da poria DE, 00, TE e TD(I)/Par.lde
- (15)/luzdele<o-(2)
15
16ao20
MRI'i'R "'"""*" do banco cb - (2)
-
H"t\\))[W HB20 1.0 12 Y ftEX ·

Conector C do BCM
SistM'I8S eMolcos · BCM

Pinagem do «>ne®r C do BCM


-
Pino Co< Ajllicaçâo
1 ao 1 Vazio

..~ ••...•_______.-w
CD----.__,..••• ~
8 CZII..A
::;
9 PR Coned«dt J.KIÇáoCJ4 (17)/lmolillzadoc (ô) ~

----------
: •: = : :
~ -·-·--·- ~----~
~ ~ ~ ~ lO
li
AZIPR RelõóasW.de~ (IIS)

l'azJo
12 w Relê dos'li!ros- (85)
13
14
AMII'R
p;z
Relê dê deslta-óas- (86)
Reiiooimmeotoóaspor-,.(86)
15 RSIPR RelõóasW. de pos;çáoeUlino;ão (86)
16 I{M'R PailEI dê .,.......,.,..,. (11)
11 VOIPR Reléóas W. illemas (85)
18 cz Reléoaw.ina<looionr•(IIS)

, Diagrama do computDdor de bordo (BCM)

...
I cru~
~ ... ~ \'11
UID

u~~~
I I .
..

(@ ~ w . - cSistâ'r.ada$ ravas~ • Ãl'I'N

RS r-7 1
>M ~.......-1~------- u - -<(i;;;J
N4f'R ~ Sdtemacas-nv.as eiéllbst ~

I ~,..r.~..,.,_ "' . . -:.-R'q.j"'f:r.~~ "' & . ._1


CiD 1;
"' -451-r.Jf-li,..._ Y1) ~--+
L__ _ _ _ _ _ .,.

- - - - --« SisM.adoin:tiitadct -

~ ~
~-···-_::~
(6) _ .. _
'-'""
(11}Plmel.de f!SIIUT"..enl~To.
ln!Em!p!or 00
bar.coc»~

""'""
'~
Pti.d~coiçio
'"'"'
~~~kooK~ ---------------

·~·~
~~®~1 »--------------------­
..""'
cz.u
~
Pt&<ispcoiçáo

Ptà4spcoiçáo
(12) Cooodo! do oliogltOsb
[3)Cooeclocdoóagnõsfa>lf.l)VSS »--- - - - - -- - - - ~ vo S<s10ma doniom-
[20) Corra:"Kbdoar~ J
(39.) PaNide~
- HY'tJtiOAI H8lO Ut t2 v I'I.D.. Sh.1emas ell:tricos . 8CM
ttn

AI
/12
KJ
-
\'>leres de tensão~ para os bomes do <lliaxe do Ba1

"""' 79V
4,1mV
l'lro
A\5
A16
A17
- OV
OV
2.SV
- -
89
B10ooBI'
815
vz
vz

-
M A18 2.SV Bt6ooC7
AS A19 t.8mV C8 11,6V
N; 0.4mV /120 vz C9
A1 /121 lO, IV CIO 12.4V
A8 vz /122 Cli vz
MJ t24V A23 12.4 v C•2 12.4 v
AIO 12.4 v /124 C13 12,4 v

Ali 124V 81 C14 12,4V


Al2 ........_ 82ao65 vz CIS 12.4 v
Al3 vz 66 OV C16 I1,3V
A14 OV B7e88 vz C17 12,4V
Ct8 12,4V

"'Os bomes representados com a indicação(·) apresentaram valores imprecisos de tensão.

Valores de tensão obridos com a chave de iglúção ligada e cada conecror do BC.M desconec-
tado.

~-~- Valor de tensão obtido com a poma preta do multímeuo conectado à massa e a vermelha em
lU IR~ cada borne do conector.

Série Motores Diesel


A força dos motores diesel
nas páginas da Mecânica 2000

Apresentam abordagens exclusivas


sobre as características dos sistemas
de alimentação com
gerenciamento eletrônico
(onde ap lkável).
-
Diagrama interno do conecwr CJ1
" Conector de junção • C/1

O conector CJ l está fiXado junto ao chicote do


lado esquerdo do painel.

~ Conedor de junção • Cj2


O conectar CJ2 está fixado junto ao chicote da
caixa de relés e fusíveis do painel.

Localização do conector de junção CJ2

Coneçtor CJl

Pinagem do cooectOf de junção CJI


Pino COf ,Ajllicação
1 ao3 ....,., Conector CJ2
4 cz ~3 (2)
5 cz ~1(2)
6 cz Elelnli$1ot 2 (2)
7 1/0 MOdtiode - (6)
8 cz Relê oo sisrema de P"ôdo • mo (SSl
9 cz Re!êdabo<rbode~ {SS)
ID cz Fusivel FIA da C'JM (ESC)
11 BR M60Jiode- (S)
12 BR Relê óo ,. _ do........,._(86J
13 BR R e ! ê d o - d o O J - (86)
Pinagem do conectOf de junção CJ2
BR Reléda 2'w!ocidaàedo- (86)
"
15 BR AVC{IJ Pino COf ApM:ação
16 BR ~.EG0 1(2) M. ~<Mibotdo(A21)
17 BR HEG02(2) PRILA Co.T"""'do a t -(20)
18 6R CANP(2) 2 M. Painel de ills1Nnenlcs{39)
19 BR CM!' (I) 3 M. VSS{l)
20 BR Fusóo!F 1 5óaevt.I~SQ) • A2 Cooect« .. cliagoóoD<O (3)

98
-- s
6
Vlli!'R
vo
Par!oldt-(7)
............. _\<lçaoiA11
Pw1agem do CX1nedcr de~ CJ3
vo C<r.aodo• . _ .. _ _ (21
1
8 vo 1al~Eni~1)
Pn>
1002
Ca
,.,.
Apk:ação

9 vo Fm~<li 3 VWPR ~
10
11
vo
AM
R!lli das ....... - \ 3 7 )
Cmlaor do IJilÇto CJ< (1)1 Cio<*- (,'3)
•s V!.!
VM
Corr.andodoa<u-.lldo(2•)
~

-
12 AMJI.A l.o.>iemad<d(3)/ l.at>'_d..llacio-dopa!l>- 8 VM ~·-1"11)
malas i•l 1 VM Careda\10~ (16)
13 AMIPR Fw-(5) 8
FUSN!I Fl2 do CP(SIJ')

-·-·!
14 Alo1 9 V!.! P_do......._(33)
Alo1
1S AZIPR
lozdo""""""(2l 10
11
V!.!
,.,.
f ...... FldtCPISUI'I

16 />Z _ ........... l.roçlc>IA2)


~·-1/>3
12 A.\1
17 />Z Lrl...-o-12) t3e 14 \';co
18 />Z Comnlodtl'-dt- t1) 1S AM.'IA ~
19 />Z FM\1-(3) 16 RS Comn!odo·.(D-\Ido (11)
20 />Z Relódasluzelde-t87o) 17 RS/PR -doat-(1)
18 RS Ralé do """'do , . , _""""' (116)
Diagrama imemo do conecto r CJ2
19
20
/>Z
/>Z
Pll""de""""""'"" (20)
FIMOlF'•diCP(SU')

Olllgrama inremo do conector CJ3

•' ...

- ConectDr de junfio - C/3


O conector CJ3 também está fiXado ao chicore da
CP, próximo ao CJ2.

Localliação do conectar de junção CJ3

O conecto r CJ4 est<í fixado na coluna de susten·


taçáo do painel.

Localização do conector de ju~o CJ4

Conectar CJ3
-
Conectar CJ4
p! Conector de junçiio • C/5

O conecwr CJ5 está fixado ao chicote cenual,


atrás da coluna de sustentação do painel.

Localização do conectar de junção CJS

Pinagem do coneclof de junção CJ4

Pí1o C« Api:ação
I f>N, Cooecoor da~ Cl2 (li) I Clod: 'Jri'>g (A3)
2 f>N, Canorldo 6os l.aescfe- (9)
3 f>N, Rá<io(82)
f>N, r . - . . c f e -(40)
4 AMIPR Canorldodoar-w-iid>(l2)
AMIPR Canorldodo>i<ko-!lE (15)
5 N/< ~
N/< Salda dt ádo. tJS8 (16)
6 Vazio
ConecrorCJS
7 PR lr>lemJplor do pcli1Hms (2)
8 PR Canorldolfosl.aesde- (8)
PR ~
9 l'azio
10 PR lr>lemJplor TRIP (I)
11 PR lr>lemJplorde ll'IÍifiCilnçlo(/113) - - - -
12 PRilA Canorldodoar-(1)
PRilA -doar-(2) - - - -
13 PR Can!dcr de dagn6<l!co (5)
8
14 PRIIA lticlo(BII)
PRIIA ~
15 PR Can!dcrcfe~(·)
PR Clod: 'Jri'>g (M)
16 PR n• Pinagem do CMector de jllnção CJS
17 PR ~cfebonlo(C9)
PR lm<llllzacbr(6) Pino Cor Aplicação
18 PR Reiédo~das-de-(8) 1 'IM Cooeclor óe ~ (6)
19 I>J. luz delei0-(4)/ I.uz de .... _ (2) 2 VM Módulodoal'bag(A9)
20 PR r . - . . c l e - (10) 3 VM Pailelcfe-(30)
PR Mõcl<lodo-(9)
•5 VM
I>J.
Mõcl<lodoASS(37)/ Méd®dacomal1do (S7)
Cooecoor óe ãoagnôsti<;o 14)
6 A1. Mõcl<lo doo~bag(ASJ
Diagrama imema do conecror CJ4 7 I>J. Paile! de hs!nrr..., (29)
8 I>J. t.IMJ!odoi\SS(24)/ Módulo <!e =.aodo{19)

Diagrama interno do conectar CJS

100 ~ .......................................................................................................................................___
O CAOl está fixado próximo ao suporte da bateria.
Localitaçlo do CAOl Deralhe do CAOI

~ Con~ctDraux/Uar - CA01
O CA02 está fixado à parte inferior esquerda da carroçaria do veiculo.
Localiza.;ão do CA02

~
--
0--- -----·
-.
-
.. . ... ......-@)
r.: _.....T • I ~..___...,
- t!J
c-.w.,_

Con«<Dr oiiXIllor- CA03


O CA03 encontra-se fixado juntO à CP.
Localização do CA03 Detalhe do CA03

O CA04 está localiz.ado abaixo do CA03, também fixo à CP.


Localização do CA04 Detalhe do CA04
~--r.-,t~ '-~ U')~.2_
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ê~ •
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c-
asa HV\INOAI HB20 t.O12 V F'LEX • S!lu!IH ~ -~ Ni1111M

- ' Conectar ouxiUor- CAOS


-
O CAOS se enconrra fixado do lado direito da CP.
Locahz:~çào do CAOS

...
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~ Conector owciUor • CA06


O CA06 está localizado na pane inferior da coluna lateral esquerda.

Localizaçao do CA06 Detalhe do CA06

~ Conectar auxiliar- CA07


O CA07 está localizado na coluna lateral esquerda.
Oclalhc do CA07

~ Conectar awclllar • CA08


O CAOS está localizado na pane superior da coluna lateral esquerda.
Localização do CAOS Detalhe do CAOS
J
., Con~ctor ocuiUor- CA09
O CA09 está localizado na pane inferior da coluna lateral direita
tocalt%3Çio do CA09 Detalhe do CA09

• Con~ctorocuiUor- CAlO
O CAl Oestá localizado na coluna lateral direita.
Localização do CAlO Detalhe do CAl o

28 33

• Con~ctoroux/Uor- CAU
O CAl! está localizado na coluna cenrral esquerda.
tocalização do CAll Detalhe do CA li

• Con~ctor ocuilior- CA12


O CA12 encontra-se localizado na coluna central direita.
tocaliuçao do CAI2 Detalhe do CAI2

J I03
•sa HYUHCW 1412C11.0 12 V FLEX • ....._ llinO$ . ~ ....,_

~ Conedor auxiliar · CAtJ


-
OCA 13 está localizado na lateral esquerda do veiculo.
Localiw;ão elo CA13 De!albe do CA13

~ Conectar awrlliar • CA14


OCA14 esrá localizado na lateral direita do veiculo.
Localização do CAI4 Deralhe do CAI4

Cor--

~ Conectorawdllor- CAlS
O CAlS está fixado do ladoesquerdodopona-malas.
Localização do CA15 Detalhe do CAIS

'.
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~- ·.4!·' ·(:_ \'-~-} ;
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~'.J ,-. ~ I
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j '• ·I .
)í . .
. , Conedorauxll/ar- CA16
OCA 16 está fi.xado à carroçaria, arrás do para-choque traseiro.
Localízação do CA16 Detalhe do CA16
-
O bome negativo da bateria aterra a carroçaria do O T04 e o TOS estão fixados na longarina
veículo. Este ponto de ligação está localizado do esquerda.
lado esquerdo do vão do motor.
Aterramento T04
Aterramento TOl

O T02 e o T03 estão fixados ao lado esquerdo do Buzina (1)


compartimento do motor, próximo à caixa de relés Interruptor do reservatôrio do fluido de freio(2)
FaroleS(jtlerôo (5)
e fusíveis.

Arerramento TOS
J\,terramemo T02

Môdulo~ecomando (77)
VSS(l) Bomba de partida a frio (2)
Interruptor do capô (1)
Conjvnto do eletroventi!ador (3)
Aterramenta T03
Limpadordo para·bnsa (2)

O T06 esrá fixado na longarina direita e leva


aterramento à caixa de marchas.
.s!l HY\JNDAIH820 t .O 12VflEX . . . . _ DM'Ico.·l"otllosdot~

-
Aterramemo T06 Atemll!lento T09

O T07 está fixado na longa ri na direita. O Tl O está fixado à carroçaria do lado esquerdo
do interior do veículo.
Arerramento T07
Aterramenro TIO

Bomba dolava<lordo para-Onsa (2)


S uMa do alarme (2) MõdtJ1odoABS (1e 25)
Farol d reilo(S)

O Til está fixado na coluna dianteira esquerda.


O TOS se enconua fixado do lado direiro do
compartimento do motor, próxi mo ao
reservatório de partida a frio e leva aterrame nto
ao bloco do motor. Aterramento Tll

Arerramento T08

lntorruptordo banoo domotonats ( 1)


Comando do vidro DE (14)
Trava elé!n:a DE (4 )
Trava eletnca TE (4)

O T09 se encontra fixado do lado direito do


cabeçore.
«<u
- O T12 está fixado no lado esquerdo do suporte da
~DAII1820 1,012 V Ft.EX·,_... ~ · Ponllot4t ~

Painel de instrumentos(36)
coluna de direção. ConectorA<Io BCM (12)
Comando do ar-<X>Ildiocionado (13)
Relédo motor do ventilador interno (85)
Aterramento T12 ConectO< de junçêo CJ4 (16)

O TIS está fixado ao suporte de sustentação do


painel.

Aterramento TlS

Coo1ec11or)Ido inleoruptorde multipla função (1


Conector B do interruptor de múltipla função íT e li)
Relê de 11avamento das portas (87a )
Relê de destravamento das portas (87a)
Tornada12V(t)

O T13 e o Tl4 estão fixados no lado direito do ConeclorA<Iorádio(t3)


suporte da coluna de direção.
O T16 está fixado na lateral do console cenrral.
Aterramento T 13
Aterramento T16

Seletorda ventilaçâo inlema (4) ConectorA do módulo doaitt>ag(19)

O Tl7 está fl)(ado na coluna central esquerda.


Aterramento T14
Aterramenro T17

SAC (t )
•sa HYUNOAI HB20 1.0 12 V FLEX .~ ~. Pontot.61t~

O Tl8 está fixado na coluna central direita. OT20está ·fixado na lateral direita do veículo.
-
Aterramemo Tl8 Aterramento T20

o
Trava elémca o (1) Lantemadireita(4)
Trava eletrica TO (1)
OT21 está fixado na rampa do porra-malas.
O T19 está fixado na lateral esquerda do veículo.
Aterramento T21
Arerramenr.o T19

Brakelight(1)
Lanterna da tampa do porta-malas esquerda e direita (1)
Lantemaesquerda(4) Umpadorlraseiro (3)
Luzdeplaca (1) Travado porta-malas (1)

Sistema de REFRIGERAÇÃO de AR
A cada verão, aumenta o interesse por se t;
er_ J ;
um ar-condicionado instalado no veículo.
Aproveite esse mercado. -:li'--_..,.•

Kh de treinamento composto por um manual


de 176 páginas. 3 OVOs e 4 COs com
aproximadamente 1h1Smin de vldetJ.
- tMHIIOAI H820 1..0 12 V FLEX • Skl6mae ata1col·,..... -IM~ • ~

, Plllnel de instrumentDs

lndocador do imobiizador Indicador de avanas no sistema A8S I SIStema


.nopesante
Indicador de deficiénáa no sistema de controle de
emissões Indicador dos faróis alto
Indicador de baixo nível do reservatório de Indicador de baixa pressão do óleo do motor
freio I Freio de estacionamento acionado
Indicador de anomalias no alternador e no sistema
Indicador das luzes de direção esquerdas de carga
Indicador das luzes de direção direitas Indicador de temperatura elevada do liquido de
arrefecimento do motor
lndcaóor de avarias no sistema do aír bag
IndiCador de não uso do anto de ~urança do
lndcaóor de polias abenas motorista

J I09
• ( P HYUHCW Hl20 t.O 12 Y FLEX • &Memas Eléó'lcos · hlnel -~

-
~ Diagrama do fHI/nel de instrumentos
.-

r-Gn:~IE~--: J~t~:~ :
JMIÇâo

w - «(6 CalealrOe ...,_,ml_ASS

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110 \
- HYUN&AI HB20 1.0 12 V flEX +~ tJêri:os · CII:qarna$ ~ • ê1'1

P! Diagrama do Interruptor de mdltlpta funçao (IM F}

Sis:!?í"'.a~~dr>~s::.-. w C) RS ------------« Sist~ 6os tvóisa~ebaM

S1s>.:ma oos~-s do para>Onsas ::t---- NA - ..{831 ~ 6R Sis:~ dos tar.&s a1'.o e bairo
Siiiernaooslhoaclomdo para-bnsM» - - \ 'D F'A Sistema das ltze:s li!emas e it:ltmação
Sfmma CIO$ fmpado:es do para-bt::sas: : . - - . BR - - - - - - - --« Sis:h1l& das b zei ií:E!l"'..as·e àurr~
SS:=;11a dos~ 00 1)8111-tlr.saS ,......__. UR - -<5&1 .o - - - - -« Sisle!r.a das krd$ indCado:as; óe drcç:llo e wlel1ênda
Sit'.smadc$~do psta~$ ~ RS ""'"'- n Scstetni oas11neS ~s de ckeç.&o e ad'~
Sis.~e:!la ôcsfmpadcr'Es do~$ ::t---- SR .r.::::'1 cz &stetr~ dss ~es ll"'d..c:8dcr8 de oaçao e aa-t'el't6r0a
SisieOS: oos~ do pMa-bl'$8$, . _ . cz rn-~- u. f're.d'sposlção
TI2 ~ Pf< r;;o,,__ "' ~
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Para remover o bloco do farol é necessário
deslocar o para-choque. Para a remoção
das lanternas é necessária a remoção
AtEt!!litl cada lâmpada
e
cação, não podem ser trocadas por lâm·
padas de capacidades diferentes.
oomplera do para-choque traSeiro.

, . , Especificações das 18mpadas da [arai

Farol dirrito

PY2lW

H4 12V-60/SSW
Especificação Descrição
H4 12V - 60155W Faróis alto e bai:.:o
PY21W Luzes indicado<as de dileção
WSW Luzes de posição
wsw

, Especificações das ldmpt~das da lanterna


Lanu:ma esqt~~rrlo

PY21W

W16W

Espedfic;ação Doocrição
P2115W lú2:e$ da posíçao e freio
PV21W Luzes rndic:adtXas de direçáo
P21/SW luzeS; de ré
W16W

112 ' - - - - - - - -
-
Pl Di agrama das faróis alto ~ bobca

--
ca.....a de reles.~ 00 ~

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Os conectares dos faróis esquerdo ~ direito são
iguais.

rJ Diagrama da imobllizador

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O valor da resistência da antena do


imobiliz.ador é de 7,4 O.

do alternador e molor de

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PJ Tomada 11V
~ Diagrama das luzes de freio

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~ • 1

Os conecrores das luzes de freio esquerda e


direita são iguais.

O diagrama elétrico foi representado com o


pedal de freio em repouso.

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,
HYV.HOAI H820 1.0 t Z V FLEX • SitlftMS Bfr.rlcoe • D1iQtW'Mt Elilriooe

Diagrama das luzes de ri


-

Os cooectores das luzes de ré


esquerda e direita são iguais.

, Luzeslndlcadaras de dlreçãa e advertlncla

116 \_ - -- - - - - - - - - - - - - - - -
- ~ Os conectores dos faróis esquerdo c di~iro são iguais.

Os coneaores das lanternas esquerda e direita são


iguais.

da Buzina

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Diagramas de sistemas de injeção eletrônica

Dispon•.,.i< em CO.

Diagramas elétricos são sempre


essenciais em toda oficina.
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.S)' tMJNOAI HB20 1.0 12 V FUX • S~Metnas E1i1ricos ·l.llllor.,... E1oWricos

-
, Diagrama da móduiD do a/r bog

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Qçconectores do air bag do Os conec:rores do pré-tensionador do
motorista e do ai r bag do cinto do motorisra e do pré-tensionador
passageiro são iguais. do cinto do passageiro são iguais.

118 ~--------------------------------------------------------------
- Localização do pr·é--1 c.nsi<lnador do cinto do
motorista
HYUNOAJ HB2CI1.0 12 V FLEX • $f$tema& Elêtncoa • Dlagt8mat ~ttieos

Localização do pré--1ensionador do dnte> do


pass.ageiro Os conectares do
sensor de impacto
esquerdo e do
sensor de impaCto direiro são
iguais.

Valores de rensão esperados para os bomes do chicore módulo do a/r bag


PVlo TonsAo Pino Tensão
AI 12,4V AIS
A2 vz A16aoa18 vz
A3 vz Al9 A!Hrarr;en1o
Alo A20 eA21 Vz
A5 A22 Osciante 5,9 e 6,2 V
A6 A23ao813 vz
A7 814
A6 2.4V BIS
A9 2,6V 816
AIO vz 817
A11 vz 818ao839 vz
A12
Al3
A14
• Os bomes representados com a indicação(-) apresentaram valores
imprecisos de tensão .

~- _ Valores de tensão obtidos com a chave de ignição ligada e cada conectar do módulo desco·
~ neetado.

Valor de tensão obtido com a ponta preta do multímeuo conectado à massa e a vermelha em
cada bome do conectar.

Mecânica 2000 ldea E.torQ 1.6


Conheça a manutenção do ldea Essence
1.6 16V FI ex, com câmbio Dualogic
(sistemas elét~ricos baseados na versão 1.4 Flex).
Apresentamos uma nova abordagem
do sistema de injeção eletrônica, pelos
sintomas apresentados com o veículo
em tráfego, após a retirada de sensores
e o acompanhamento das falhas via scanner.
Traz ainda
o passo a pa..o
da instalação do
ar· condicionado.

____________________________________________________________-J 119

" Diagrama das travas elétricas e alarme

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cabta de: teiés e fushels do paí'lei


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do porta·malas são iguais .

~- _ Os conectores dos interruptores das portas DE, 00,


Allft
~ TEeTDsãoiguaís .

~ Diagrama dos limpodores e do lavador do pora-brlSG

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123
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Metrologia Moderna para Mecânicos


Inclui 4 OVOs. Aborda os principais conceitos
metrológicos de forma simples,
apresentando diversos exemplos
de sua aplicação em um ambiente
computacional repleto de
tecnologia. Teoria e prática em um
só produto para você ampliar sua
percepção sobre metrologia e
atualizar-se com os modernos
conceitos das medições.

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- , Dlogromo do ABS
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Os sensores DE e DO recebem tensão de 12,4 V no pino 1 e o pino 2 envia ao módulo um sinal


de resposta de 700 mV com a chave de ignição ligada.
Os sensores TE e TD enviam ao módulo (através do pino 2) um sinal de resposta de
aproximadamente 170 mV com a chave de ignição ligada.

Valor de tensão obtido com a ponta preta do muldmetro conectado à massa e a vermelha em
cada bome do conector.

Valores de rensão obtidos com a chave de ignição ligada e o conector do módulo desco·
neaado.

J 125
.ÇP HYUHI),I,IH0201 .• 1 2 V F I . E l t · - - - ~-

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\àlores de tensão espa.dos para os bomes do ducote do módulo do ABS

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37
31
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4,5V
V2
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121V
v
~

11 V2 30 • Os bomes representados com a


17 31 indicação(·) apresentaram valores
1S 32 imprecisos de tensão.
19 33

Os conectores dos sensores das ~ - L Os coneetores dos sensores das


rodas dianteiras são iguais. 111111!11111111 rodas traseiras são iguais.

elitrlco do sistema de

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12B
- Os conecrores d as luzes de Osconecroresdas luzes de posição TE e TO
posição DE e DO são iguais. da rampa do pona·malas são iguais.

Os conecrores das luzes de


posição TE e TO são iguais.

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~ - 1.!!1

~ ..1. Os conecLOres dos comandos dos Os conectores dos motores dos vidros
~ vidros elétricos DO, TE e TD são
elétricos DE, DO, TE e TO são iguais .
iguais.

129
-

afi Tubulação de abastecimento


Tanque
U Bomba
11 Linha de alimentação
O Filtro combustlvel
H Reservatório auxiliar de partida a frio
IJ Tubo de distribuidor
O Eletroinjetores
O Linha de vapor
II!JCãnister
m cANP
lfJ Corpo de borboleta
iiJ Bomba de partida a frio
IIJ Válvula de corte de combustlvel
'
HY\JNDN H820 1A 12 Y FlE.X · :tçao eJecrWea- E:q::ma da "te elecr6nlca
-
da eletrônica Matranic ME 1. 1

~ Sensores

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CMO,

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S...... de
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O sistema de injeção elerrônica é constiruído por 15 componentes:


uma cc.nrral clerrônica, 7sensores e 7 aruadores. Os sensores
rransformam eventos mecânicos em sinais elétricos, perceptíveis e
quantificáveis pelo módulo dlc comando. Já os aruadores agem de
forma inversa: rransformam sinais elétricos de comando em
eventos mecânicos. Como exemplo, os elerroinjetores, ao
receberem o comando do MC, deslocam suas agulhas internas
permitindo o es~"Oamemo de combustivel para o motor. Na coluna
da esquerda eStão representados os sensores e na coluna da direita
os aruadores. Ambos estão numerados com seus respectivos itens
para fins de restes, e nas pág:iJlas seguintes é posslvel conhecer mais
sobre esses componentes, bem como suas exatas localizações.

132 ~----------------------------------------------------------
=
H'V\J~Oo\1 H820 t .O 12V FlfX ·lnj::çio~ · l:q: dl ~~ '!êiJ
~ M6dulD d~ comondo - MC - Item 1
Localiz.ação do ~tódulo de
Comando -Me Oe1alhe da !~o do ~1C MC

39111-04210

Pl Sensor de oxlgl nlo - HEGO -Item 2

Detalhe da localiuçilo do HEGO 1


HEGO 1

8817.40.050

Localização do scnsor d~ Detalhe da locahuçào do HEG02


o~igénio 2 - HEGO 2 HEG02

8888.42.056

Pl Senso r de pos/filo da 6rvore d~ monMIDs - CKP - Item 3


l.ocolizoção do sensor de poooçio
da ár\'ore de manh--elas CKP Detalhe da localiZaÇão do CKP CKP

39180-44000
HYUNOAJ H82G 1.0 12 v flEX •lnfeÇiO e1e1J0n1ca . E=

s~nsord~
dit =tg=: ~

do comando d~ v6lvulas -
-
Localizaçlo do sensor de posição
do comando de ''álvulas - CMP Detalhe da localizaçlo do CMP C\IP

39350-26900

d~ · EG·It~mS

l«ah~ do se:c.sor de [emperarura


do l!q dt anefedmento - ECf Detalhe da localização do ECT ECT
.,. .

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•i i_..,. ~~ ~ .... .
~, , .

. ~· :,~>\·~ " ~ ,, .
4162

" ' Conjunto m~dldar de densldad~ • CMD • lt~m 6


Locoliuçjo do anvunto .,.,didor de
densidade • 011> Detalhe da localização do CMD CMD

39300·28020

-KS-It~ml

Localltaçlo do sensor
de detonação - KS Detalhe da localitaçlo do KS KS

39250-04000

134\.._ - - - - - - - - - - - - - -- -- - - - - -- - - -

HYUNCW HBZO 1.4 J2 Vfl..EX · JnjtÇAO ~ • ~ cbllnjoç.io ~ C ?I
Sensordo do acelerador· SPA • Item B
Localização do sensor do pedal SPA
Detalhe da locafuação do SPA
do acelerador - SPA

~ Borboleto eletr8nica • ETC· Item 9


localização da borboleta ETC
Detalhe da localização do ETC
motorizada - ETC

35100-04090

~~~~ Atuodor do comando var/6vel- ACV -Item 10


Localização do atuador do

.
Detalhe da localização do AO/ ACV
comando variável " ACV
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.. - .'
· Item 11

lncalização das ele1roinjetores - INl Detalhe da localização do INJ lNJ

35310·04090
IJI Bobinas de lgnl rao -OIS - Item 12
-
!Jxalização do conjunto dt OIS
Localiz.açiio do módulo OIS
bobinas de ignição · DJS

27301-GJOOO

Eletrornílvula de da ctJnister- CANP-

l.ocali2açâo da elecrov-.\Jvula dt
pwgado~~-CANP
Dera lhe da localização da CANP CANP

29010-02100

~ Sistema de portldo a frio • - Item 14


Localitação da bomba de partida Detalhe da bomba de pamda
BPF
a frio · BPF a frio

31720-15000

loollitaçiio da vá)1iula de roote dt Detalhe da válvula de cone de


combustível · va:. combustivel · VCC
vcc

Bombo de combustfvel- SAC de de -Item


LocaliUiçiio do conjunto da bomba de Detalhe da localização da Bomba Bomba de combustível
rombusóvel . SAC

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meca•uca .
Série Veículos 2000
Automot/ve

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~lltrlco do con~ctor d~

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=.: ... . . . . . ._. . _. . . . . . . , "" - - c {31}-00AS$1(51) _ d o _

~_ O valor de tenSão esperado para a linha CAN · I.ow é de 2,4 V.


~~~-~ O vabrde tensão espeado para a linha CAN • High é de 2,6 \i

fique \lllor de tensão obtido oom a JXll1lll preta do llltlhímllro


conecmdo à massa e a vermelha no bome do coneaoc

Mecânica 2000 Ecosport 1.6 16v


Conheça o motor
Sigma 1.6 Flex
16v do Ecosport. Inclui:
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impres.so
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já o seu!
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de treinamento.
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\ãlo<ts de t<nsão esperados P"r.l os ponos do oSdulo de ('Oillando

Pino Tensão 32 64
1 33 2.8mV 65
2 34 2.8mV 66
3 a ..v 35 61
4 2.!"" 36 124V 68
s
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19 SI 83
20 62 64
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22 50 86
23 ss 87
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56
51
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Aptc.<-· sv 2
88
89
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12,4 v

27 69 91
2S 110 92
29 61 i3
30 12tV 82 114
31 63

*Os bomes representados com a indicação(.) apresentaram valores imprecisos de tensão .

~ _ Os valores de tensão foram obtidos com a chave de ignição ligada e o coneaor do módulo
IUal~ desconectado.

~• Valor de tensão obtido com a ponta preta do multlmetro conectado à massa e a vennclha em
--~ cadabomedoconectOI:

srstema de REFRIGERAÇÃO de AR
A cada verão, aumenta o lnteress.e por se te/r
um ar-condidonado instalado no veículo.
Aproveite es.s e mercado. ,..-~-.;,.J
- { ~ ITillnll/JK7 HYUN"DAI H:SlO 1-.0 12 V A.!X · Côdiç de falhas ~ no &e.ai'VWf ~ht I
·~
Tabela de de do sistema de

Código Item detectado


P1110 Bomba de oombustível travado
P1112 Sensor de pressão do diferencial
P1114 Sensor de pressão do diferencial baixo
P1123 Sistema de distribuição de oombustivel
P1124 Sistema de distribuição de oombustivel
P1125 Sensor de pressão do oombustivel
P1127 Sistema de distribuição de oombustivel
P1130 Controle de partida mau funcionamento
P1131 Regulação devido a octanagem do oombustível
P1132 Válvula de oombustível mau funcionamento
P1195 Modo de emergência
P1230 Atuador de marcha lenta
P1290 Controlador de pressão erro
P1300 Sensor do ponto morto superior
P1308 Bobina de ignição 1
P1309 Bobina de ignição 1 incoerente
P1401 Sistema de emissão evaporativa EVAP performance
P1403 Solenóide do sistema de emissão evaporativa EVAP
P1501 Interruptor do freio
P1502 Sensor de velocidade da roda
P1504 Interruptor inibidor
P1515 Sensor de temperatura do óleo incoerente
P1516 Sensor de temperatura do óleo baixo
P1521 Interruptor de modo de direção mau funcionamento
P1522 Tensão da bateria
P1526 Tensão de alimentação 1 dos sensores mau funcionamento
P1527 Tensão de alimentação 2 dos sensores mau funcionamento
P1529 Lâmpada de díagnóstioo
P1530 Limitador de velocidade mau funcionamento
P1545 Compressor do ar condicionado
P1602 Bus de Dados da rede CAN
P1603 Comunicação com ECU
P1604 Sensor de posição da borboleta mau funcionamento
P1605 Válvula de vácuo
P1606 Válvula de vácuo ínooerente
P1607 Válvula de vácuo travado
P1608 Válvula de vácuo
P1611 Solenóide do sistema de emissão evaporativa EVAP travado
P1612 Solenóide do sistema de emissão evaporativa EVAP

~--------------------------------------------------------J 141
a ta HV\INDN HB20 1..012 V FlEX · Códgoe ót falll\h ~ no~ ftM.!Nf I I 1Jt' IIUUlll/ll#t' I

P1613 Mau funcionamento da ECU
P1614 Comunicação serial
P1616 Relé prinCipal mau funcionamento
P1617 Lâmpada de diagnóstico mau funcionamento
P1620 Corte do ar condicionado mau funcionamento
P1621
P1624
Válvula de corte de combustlvel mau funcionamento
Relé do ventilador baixo
-
P1625 Relê do ventilador alto
P1632 Bus de Dados da rede CAN
P1640 Sistema de coletor variável
P1641 Sistema de coletor variável
P1642 lmobilizador não programado
P1655 Módulo de potência
P1677 Controle do ventilador 2 baixo
P1678 Comunicação entre a ECU do motor e o imobilizador
P1679 Comunicação entre a ECU do motor e o imobilizador
P1698 Cód1go do imobilizadof errado
P1710 Sensor de temperatura do óleo
P1744 Sistema de embreagem
P1750 Comunicação com módulo atua dor da borboleta
P1765 Redução de Iorque do motor
P1766 Redução de Iorque do motor
P1770 Sensor de velocidade do veiculo
P1771 Posição da marcha
P1780 S1nal de Iorque
P1795 Interruptor Low
P1800 Antena do imobilizador
P2096 Catalisador Banoo 1 pobre
P2097 Catalisador Banco 1 rica
P2104 Modo de emergência
P2105 Modo de emergência
P2106 Modo de emergência
P2108 Módulo atuador da borboleta
P2110 Modo de emergênda
P2120 Sensor de posição da borboleta
P2176 Atuador da borboleta
P2177 Mistura muito pobre
P2178 Mistura muito rica
P2293 Regulador de pressão de combustível performance
P2294 Regulador de pressão de combustível
..,- , .............................................~
..U.ND·~-H.B·~-·-
·~-·-2·V-FL·U---~;~;~-~
----~---···-~.~-·-~-·-~
~·-·~JI['
..~ÇIJ~

• M6dulo de comondo- MC

O módulo de comando monitora as condições de operação do


motor através das informações fornecidas pelos diversos
sensores, gerenciando o seu funcionamento por meio do
comando dos amadores. Localizado no companimemo do
motor, o MC controla os sistemas de alimentação de
combustível, ignição e partida a frio.

I:: I Clrcu/tll elétrico

o
~\A -------------------------' 5
-... ,_c I
~-~
' -:>1 - c-•-·""""'"'
""'"'""""

1••'I Sintllmos em caso de falhas


Em geral, em caso de falhas de alimentação do comandados por ele. Isso pode impedir o
módulo de comando, o motor apresentará funcionamento do motor ou mesmo paralisar
sintomas explícitos como o não acionamento das componentes não vitais, mas importantes, por
bobinas de ignição, dos eletroinjetores, e de exemplo, para o controle de emissões de
outros atuadores e sensores, alimentados ou poluentes como é ocaso da válwla CANP.
• ( P HYUHDAIH820 1.0 12VFL.0· :rteeletl'6nicii·T•.. =•= •
1~1 Rociocfnlo ~fluxograma poro monut~nção
O diagnóstico de falhas do MC é feito por eletroinjetores e para as bobinas de ignição.
exclusão, uma vez que não é possível realizar Então, se houver a presença desses pulsos, o MC
testes nos seus circuitos internos. Antes de não é o responsável pelo não funcionamento do
suspeitar do MC, faça os testes individuais de cada motor.
componente. Verifique se os sinais dos sensores Se o motor não for capaz de entrar em
CKP e CMP estão chegando perfeitamente ao MC. funcionamento, realize o teste de alimentação
O MC de,·e enviar pulsos de aterramento para os elécrica do MC (teste 1).

J:~) Alimentação elltrlco

(i] a- Chave de ignição: desligada;


b- Terminal elétrico do MC: desconectado.

-Faça umjumperentre o bornc 30 dochicotedoMCc a massa.

D cw
"'
o

[v I Aprox.12,6V
T

A alimentação elétrica está correta?

[Siiii: está correta. Faça o reste de aterramento do MC.


Não, está incorreta. Faça um teste de continuidade para verificar
o chicote elétrico. Verifique o Relé principal (Relé 12 da CVM), o
conectar de junção (CJl) e os fusíveis F14, F 15 e F7. Eferue os
reparos necessários.

144 '-------------------------------------------------------------
- HYUNDAI K820 1,0 12V f'LEX· ~o•liltr611ka· T..tt PNH•pano

0 Ate"amento
~ a· Chave de ignição: desligada;
b· Tenninalelérricodo MC: desconectado.

-
MOdulo do

Iv I Aprox. 1,5 n

0 Oaterramentoestácorreto?

Sim, está correto. As condições para funcionamento do :'viC estão


OI<.

Não, está incorreto. Faça um reste de continuidade entre os


bornes 3 e 4 do chicote do MC e o ponto de aterramento TOJ.
Também entre o bome 77 do chicote do MC e o ponto de
aterramemo T02. Efetue os reparos necessários.

Mecânica 2000 Ecosport 1.6 16v


Conheça o motor Sigma 1.6 Flex 16V do Ecosport.
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~lnclvà
• Manual
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• 3 OVOs
HYUNDAI HB21) 1.012 V fl..EX 4
lnjeçio e!Wônic.l TCSW p;!ISSO a p1$SO
4
·~

Sensornde ·HEGO l e2
Especificação têcnita
Também conhecido como "sonda lambda", é um MTE-THOMSON
sensor de oxigênio instalado no escapamento do MTE
veículo, capaz de identificar a concentração de 8817.40.050
oxigênio nos gases resultantes da combuStão.
Informa ao MC a porcentagem de oxigênio MTE
existeme nos gases de descarga, para que este 8888.42.056
controle as emissões de poluentes arravés da
adequação da mistura ar/combustlvel aos valores observadas a rodo momento. Existem dois
próximos do estequiomérrico: fator lambda sensores de oxigênio: um localizado antes e ourro
próximo a 1. após o catalisador. Essa disposição permite ao MC,
Devido às reações ocorridas no moto~; di feremes de posse das informações fornecidas por ambos,
concentrações de oxigênio na descarga são avaliar a eficiência catalítica.

IC I Circuito elétrico

~ Roc/ocinlo e fluxograma para manutenção

[!] Alimentação da resistlncla de aquecimento Q


--!~
~ a. Terminais elétricos dos sensores HEGO 1 e HEGO 2: desconectados;
b . Chave de ignição: ligada.

a ..!...J'--o
ã6'
~
2..r

Ti"'-
=::_
~

" [v J Aproximadamente 12,6 V.



Aalimentação elétrica está correra?
~~--------------------------------------------------------------~~~?~ ..
Sim, está correta. Faça o teste de resposta dinâmica.

Não, está incorreta. Faça um reste de continuidade para ve.rificar


o chicote elétrico. Verifique o Relé principal {Relé 12 da CVM), o
conecror de ju~~o (Cjl) e os fusíveis FIS e FI?. Efetue os
reparos) necessanos.
1

"~'=2=]--R_es_p_o_s_w_d_l_n_a__
m k_o__________________________________________~
~ a· Motor em funcionamento e aquecido.

[\ti J HEGO 1: deve oscilar entre 0,1 e0,9 M.


HEGO 2:0,45 [V].

!IJA resposta dinâmica está correta?


~~--------------------------------------------------------------~
"?-,
...
Sim, está correta. O sensor está em boas condições. Caso julgue
necessário faça um teste com osciloscópio para verificar a
operacionalidade do sensor.

Não, está incorreta. Execute o teste de resistência elétrica do


senso r.

Manuais Técnicos Mednlca 2000 em CO.


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1« ~----------------------------------------------------

(!TI Reslstlncla elétrico

~ a· Terminais eléaicos dos sensores Hl!GO 1 e HEGO 2: desconectados;


b· Chave de ignição: desligada.

I
[ i:t Aproximadamente 3,1 n

0 A resistênáa está correta?

Sim, está correta. Verifique a fixação do sensor e sua integridade.


Instale provisoriamente outro sensor de mesma especificação e

l
. _sensor
ex_e_cu
_ t_e_n_o_vam
_ e_nresposta
apresente _re_ o_res
- re_d
_e_r_es_substitua
correta, po
_ sra dinâmica.
o sensorCaso o outro
HEGO.

Não, está incorreta. Substitua o senso r, pois está danificado.

Mecânica 2000 up! 1.0 12v


Conheça o novo motor de 3 cilindros
e 12 válvulas da Volkswagen.
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e a tecnologia desse novo veículo.

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Impresso s.e.-an•Ar.-#,.....1# ....
•3 OVOs

Sensorde da 6TYOre de manlwlas - CKP

lnfonna ao MC a rotação da árvore de manivelas e a posição


insranrânea dos êmbolos. Por ser um sensor do tipo indurh•o,
não recebe alimentação elérrica. Gera sinal por relutância
magnédca. O sinal de resposta (bome 2 do sensor) é uma onda
senoidal, com frequência proporcional à rotação do motor. O
sinal de resposta do CKP, neste veiculo, não é imprescindfvel
para o funcionamento do motor. Em caso de ausência de sinal,
o motor é capaz de emrar em funcionamento, porém o conta·
g1ros se toma inoperante. -
I=I Circuito elétrica

1~1 Raclaclnfo e fluxograma para manutençao

GJ RespostD din6mfca
----1~
Q
~ a-~rminalelétrkodosensorCKP: conectado.

Q Durante a parrida: 105Hz;


~ Em marcha lenta: 21O Hz.

Frequência de resposta proporcional á rotação.

GJ Aresposradinâmicadosensorestâcorrera?
- - - - - - - [1)

~
- - -- -- - - -----.
Sim, está correta. Então certifique·se de que os sinais cheguem
corretamente ao MC. Faça um reste de continuidade e inspecione
cautelosamente os tenninais elétricos envolvidos.

Não, está incorreta. Realize então o teste de resistência elétrica.



HYU.troAJHB20 1.0·12 VFLEX· fnjelçioeletrdnic:a. T~pa!;$08 pas$0 Mf#'
0 Resistência eléúica
-'=='-------------~
Q
~ a-Terminal elétrico do sensor CKP: desconectado;
h-Chave de ignição: desligada.

lv ] Aprox.l,l4K.Q

Sim, está correta. Verifique a fixação e o correto posicionamento


do sensor. Se estiverem OK, substinta o CKP e realize novo teste
de resposta dinâmica.

Não, está incorreta. Substitua o C~ pois está danificado.

Série Motores Diesel


A força dos motores diesel
nas páginas da Mecânica 2000

Apresentam abordagens exclusivas


sobre as características dos sistemas
de alimentação com
gerenciamento eletrônico
(onde aplicável).

Sensorde do comando de vtílvulas · CMP

Informa ao MC a rotação e a posição instantânea do eixo comando de válvulas.


É um sensor do tipo hall, que envia sinais de onda quadrada ao MC, para que
ele reconheça o cilindro que está na fase de admissão, e juntamente com o
sinal do sensor CKP, execute a injeção de combustível na forma sequencial.

I:) J Circuito elétrico

~ Raciocínio e fluxograma para manutenção

~J=1~1_R_e_s_po_s_w__~_n_a_m_k_a__________________________________________~
~ a- Motor ligado.
~ O reste pode ser realizado com multimetro, na medida de frequência, ou com canera de polaridade.

1'! I !.J fl1


~ Valores obtidos pelo mulrímetro.

Roração [rpm) Frequência [Hz)


820 11,2
1000 13,8
2000 27,6
3000 41,5
4000 54,8
5000 68,5

IVJCom a caneta de polaridade o LED verde lvJCaso o motor não entre em


pisca com frequência proporcional à funcionamento, a resposta dinâ-
rotação. mica durante a partida é de 6,4 H z

,~[Tl1dj~A_r~es=p=o=st=a=d=in=Mn.
===ica==e=st=á=c=o=rr=e=ta=?==========================~---------------['~ l
Iy..I"\. ~im. est~ ~orrera. s~nsor
O está funcionando corretamente. Não
e necessano prossegwr com os resres.

~[ Não, está incorreta. Realize o reste de alimentação elétrica. <> 0


152 ~---------------------------------------------------------
,tl:J AllmeniDçõo elltrlca
=----------1~
Q
~ a- Chave de ignição: ligada;
b- Terminal elétrico do sensor CMP: desconectado.

1~1 Aproximadamente 12,6V

I~J A alimentação elétrica está correta?

Sim, está correta. Inspecione o chicote elétrico e verifique a


fixação e o posicionamento do senso r. Se estiverem O!C, substitua
I osensorCMP.

Não, esrá incorrera. Inspecione o chicote elétrico e verifique o

Lc>L-------------------------------_J
conector de junção, o relé principal (Relé 12 da CVM) e os
fusíveis FlS e F7 da CVM. Faça os reparos necessários.

Multímetro Automotivo
Este Programa de Treinamento
apresenta os recursos e a
utilização dessa ferramenta
essencial para testes automotivos.
Il'B HYVHOPJ H820 Ut 12 V Fl.D. · lil'ljeÇaO eleii'Õt'là • T~ p;:rr$$0 • pan o

-
Sensorde do de ·ECT
O sensor é composto por um resistor tipo NTC Especificação técnica
(coeficienre negativo de temperatura), no qual o MTE·lliOMSON
aumento da temperatura do meio onde se 4162
encontra Oíquido de arrefecimento do motor)
causa a redução de sua resistência interna. Como
o sensor recebe alimentação consrante do módulo
de comando (5 vo lts) , a variação de sua líquido de arrefecimento é utilizada pelo MC para
resistência interna em função da temperatura do o controle d a razão ar/combustfvel, correção da
motor causa alteração na tensão de resposta do rotação de marcha lema, controle de avanço de
sensor ao MC. A informação da temperatura do ignição e tempo de injeção.

IC J Circuito elétrico

0 ~)>---- RS
..:=..r~---- BR

6:] Rociocfnio e fluxograma poro manutenção

Q Resposta dinãmico

~ a- Chave de ignição: ligada.

Temperatura ["C] Tensão [V]


-10 1,598
o 1,202
10 0,914
20 0,645 Gráfico G.5.1 · remperarura x tensão
30 0,485 ,..,
40 0,334 .... I
50 0,249 .... I
60 0, 186
E
.... I

70
80
90
100
110
0,141
0,108
0,0';)5
0,068
0,055
e ""
~
•c
~
-
....
.,.,
....
"" -1.00
't--

t02030.0~M>l010toi!OOUOU.UO
120 0,046
130 0,037 Temperarura ("<:)

154 ~------------------------------------------------------

KY'UHO~HB201.012VA..EX· ~~·T0$1apaqo•.-.o «CJ
GJ Os valores de respostadinàmicaestãocorretos?
- - (1)
Sim, estão corretos. O sensor está funcionando corretamente.
Não é necessário prosseguir com os restes.

Não, estão incorretos. Realize o teste de alimentação elétrica.

[ 2 I Alim~ntDfão ~tétrica
00 a·b ·Chave
Terminal elétrico do sensor ECT: desconectado;
de ignição: ligada.

Iv IAproximadamente 3,3 V.

Não. Inspecione o chicote elétrico e procure por pomos de


interrupção. Faça rambém os restes do MC.

0 R~slstlnc/o détr/ca
00 a·b · Terminal elétrico do sensor ECT: desconectado;
Chave de ignição: desligada.

0 []~~----o
~
1<'1' HYUNDAl HB20 1.0 12 V 1UX • ~ •ln'6M:I • TMte passo a passo

Ttmperatura [OCJ Resist~ncia (0]


-10 9289
o 5676
10 3882
20 2384 Gráfico G.S.2- temperatura x re~istência [fl]
30 1691
40 1087 I
50 780
60
70
80
561
410
304
=
"i - f-r>
90
100
110
232
175
138
l ---•
120 110
130 Tc:npc'ratura [ C)
80

0 Os valores de resistência para diversas temperaturas estão corretos?

Sim, estão. Inspecione atentamente o chicote eléuico e todos os terminais


envoMdos. O sensor tem condições de operar corretamente. Certifique-se
de que toda a faixa de temperatura apresenta resistência correta.

Não. Substitua o sensor, pois está danificado.


1

Metrologia Moderna para Mecânicos


Inclui 4 OVOs. Aborda os principais conceitos
metrológicos de forma simples,
apresentando diversos exemplos
de sua aplicação em um ambiente
computacional repleto de
tecnologia. Teoria e prática em um
só produto para você ampliar sua
percepção sobre metrologia e
atualizar-se com os modernos
conceitos das medições.

lff~iifigl ~-3
www.mecsnica2000.com.br

medidor de densidade - CMD

O conjunto medidor de densidade informa ao MC


a temperatura do ar admitido pelo motor e a
pressão imerna do coletor, o que possibilita o
cálculo da massa de ar e o controle exato da
quantidade de combusóvel a ser introduzida por quando sujeito às variações de pressão, e diminui
ciclo. sua resistência interna à medida que a tempera-
O senso r altera suas características elétricas tura aumenta.

IQ J Circuito elétrico

D
""' ~
o ,. ~
VD
RS
~
~ ~
;:;:2
~
LA
~ 1<2

=.:
~ Raciocínio e fluxograma para manutenção

(2J Resposto dln8mlca de pressão

~a - Chave de ignição: ligada.

1-Verifique a tensão de resposta, inicialmente com motor desligado.


2- Dê paróda no motor e verifique a tensão de resposta, em marcha lenta e sob aceleração.

I~~ Em marcha lenta aprox. 1,6 V.

-
-de I~ IEm aceleração aprox. 3,5 V.

Gráfico G.6.1 -pressão absoluta x tensão

.........
Pressão absoluta [mbar} Thnsão [V}
1000 3,94
900 3,54 ~ ........_
800 3,16 E. ·~ .......
700 2,77 ·~ ·~ ;--...,.._
600 2,41 ,... ........_
500 2,01 "' -~
400 1,63
Ptes.s:ão absoluta (mbar}
158 HYUNOAI HB20 tiJ 12VFI.EJC. lnjeçlo~ . testepauoa passo ,_
...ld.......

8 Os valores de resposta de tensão para pressão estão corretos?

~y~
I1J
~0
Sim, estão corretos. Faça o teste de resposta dinã:mica de
temperatura.
~

Não, estão incorretos. Faça emão o teste de alimentação elétrica.


~0
0 Resposto din8mica de temperatura

00 ba ·-Chave
Terminal elétrico do sensor CMD: conectado; ~
de ignição: ligada.
~

Temperatura [°C] Tensão [V] Gráfico G.6.2 · temperatura x tensão


o 2,07 ....
10 1,69
1,38
.... I .....__ j
'
20
30 1,07 ~ ,.,.
:-.... I
••Bo 1'----. I
40
50
0,82
0,63
1.10

·"r .,. ----..__,_


60
70
0,48
0,37 ... • ..I •
I
80 0,29

0 Os valores de resposta de tensão para temperatura estão corretos?


~~--------------------------------------------~ ?
Sim, estão corretos. O CMD está operando corretamente e não
apresenta defeitos.

Não, estão incorretos. Execute o teste de alimentação elétrica.


- HYUNDAI HB20 1.0 t2 V ftEX · l~o ~ • Te.sM passo a pas.~ ·~

0 AlimentDção elétrica
---------------------------------------!
~ a -Terminal elétrico do sensor CMD: desconectado;
b- Chave de ignição: ligada.

í:l Teste de alimentação do sensor


L.:ll de temperatura do ar.

Iv J Aproximadamente 3,30 V.

r.:! Teste de alimentação do sensor


~ de pressão absoluta.

Iv ]Aproximadamente 5,00 V.

0 A alimentação elétrica esrá correra?

lr>
Sim. O sensor está corretamente alimentado. Verifique todos os
contatos elétricos envolvidos. Se estiverem perfeiros, substitua o
CMD.

Não, está incorreta. Inspecione o chicote elétrico e procure por

-9 pontos de ruptura ou mau comaro. Faça os restes de alimentação


elétrica e arerrarnento do MC.
•se HY'liiNDAI HB20 1.0 12Y R.EX • ~ ~. T-. =•= ,.

Sen!Uirde

O sensor de detonação informa ao MC a


ocorrência de detonação no motor. É instalado em
posição estratégica no bloco do motor, que o
permite captar as vibrações oriundas de
detonação em quaisquer cilindros. Uma vez
identificada a existência de detonação, o MC
atrasaxá, por medida de segurança, o pomo de Ao cessax a detonação, o avanço será restabele·
ignição, independente do valor imediato de cido de maneira gradual.
Por ser um sensor piezoelétrico, o KS não possui
avanço de ignição encontrado, no instante da
detonação. alimentação elétrica.
-
1'011 Circuito elétrico

-
~óe

r5l!l
.,• Rac/ocin/o e fluxograma para manutençõa
~

m Resposta da sen!Uir

IJ a·b · Chave de ignição: desligada;


Terminal elétrico do KS: desconectado.

1· Aplicar golpes no sensor KS;

D
~J

-de
- ~~~ Aproximadamente 1,5 V.

~~--A_r_es_po
__s_ra
__d_o_s_e_nso __a_'c_o_rr_e_r_a_?____________________________________________~~~,
__r_esr
"
Sim, está. O sensor está em boas condições.

Não, esta mcorreta. Verifique os terminais do chicote. Se


estiverem em boas condições, substitua o KS e realize um novo
teste.

1~ ' - - - - - - - - - - - - - - - - - - -- -- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -- - - -- - - -- - - - - - - ---
• { , HYUNDAI HB20 1.0 11V FUX. ln;tçioe6tcr6nlca · Te&tt pas.o a passo

-
0 Alimentaçõo elétrico
~ a -Chave de Ignição: ligada;
b -Terminal elétrico do SPA: desconectado.

-
Iv J Aproximadamente 3,30V.

- - -{2]
Sim, está correta. Substitua o SPA, pois está danificado.

Não, está incorreta. Verifique o chicote elétrico e execute os


testes do MC.

Mecânica 2000 Gol Geração VI


Ne>.ssé volumé desvendamos o Gol G6.lider de mercado hâ
mais de 25 anos, o Gol dispensa comentários. Desde o seu
lançamento •m 1980 até os dias atuai.sr o Gol conquista seus
proprietários prindpa1mente pela sua confiabilidade,
resistência e um custo/beneficio bastante atraente. A grande
novidade mecânica do Novo Gol2013 é o motor 1.0TEC.Com
esse programa de treinamento você conhecerá muitos
aspe<tos da suam anutenção,incluindo a instalação do ar
condicionado.

~lnclvi:
• Manual
impresso
4003-8700 =...
• 3 OVOs

1U ~---------------------------------------------------------

I'! Borbolebl moblrlzada - ETC

Compreende o conjunto do corpo de borboleta,


que incorpora uma váh.-ula comroladora de fluxo
de ar de admissão (borboleta), o motor elt!trico
respons<hel por movimentar a borboleta e dois
potenciômeuos que informam ao MC a posição
instantânea da borbolera. Tanto o motor quanto
os potendômeuos são alimentados diretamente
peloMC.

1:2:1 Circuito elétrica


aIIC

o ,.......
'ar
• ~

']

~
,..
~
>=-'
~
.
~ ~
'i:'
~
~ * ~J
lo"
c!.

1••"I Raclocfnlo e flwcagroma poro manutenção


0 Resposbl dos potenclilmetros
----------~----------------~-

~ a- Cha\'e de ignição: ligada;


b ·Terminal elétrico do ETC: conectado.

D
""
Potencjômetro 1 Cfio 6)
Borboleta fechada: 0,34 V
Borboleta em repouso: 0,51 V
Bobolera aberta: 3,1 OV

Porenciômeqo 2 (fio 51
Borboleta fechada: 2,96 V
Borboletaemrepouso: 0,77V
Bobolera aberta: 0,20 V
• sp HY'UNDAf HB20 UI1Z V flEJt • lnj:f6: •IW6ftkl • T_.. passo a= •
[2J As respostas dos potenciômerros estão corretas?
- - (1)
IV-;:-i Sim, estão co= . Apenas verifique o funcionamento do motor
elétrico. Osensorest:áem boas condições. .
I
- - - - ----'
Não, estão incorretas. Verifique então a alimentação do sensor.

0 Alimentoçõo elitrlca

[i! a· Terminal elétrico do ETC: desconectado;


b ·Chave de ignição: ligada.

IL
...!!<.J -
0 Alimemacão dos
PorenciômeLrQs fbome 2)

Aproximadamente 5,00 V

0 Alimentação do
motor Cborne 1)

Aproximadamente 12,6 V

0 A alimentação elétrica est:á eorreta?

I 1\. .
V
Sim, está correm. Substiru_a_ o _E_T_C_, -po
elétrica mas não aura satisfatOriamente.
- is recebe alimentação -
Não, está tncorrera. Inspecione o chicore elétrico e seus
terminais. Faça também os restes do MC.

Série Vefculos - Série Motores Otto - Série Motores Diesel


Série Especial - Série Eletroeletrônica
A Mecânica 2000 tem uma completa linha de produtos
para treinar sua equipe. Consulte-nos.

www.mecanica2000.com.br
HYUNOAI HB20 1.0 12 V FLEX • lnjeçio ektrõniu • Tg,s:tct ~sso a p;uso

Atuador do comando

Éum amador conrrolado via PWM, capaz de comandar o


avanço do comando de válvulas de admissão, conforme
as condições de operação do motor. É alimentado pclo
relé principal e comandado diretamente pelo MC.

It... J Circuito elétrico

~ Raclocfnio e fluxograma para manuten,iio

GJ
--~
Alimentação elétrica
~

~ a - Chave de ignição: ligada;


b- Terminal elétrico do ACV: desconectado.

I! !1t)
~
.
--
1 I

-
Módulode -do

Iv J Aproximadamente 12,6 V.

Sim, está correGI. Realize o teste de comando de atuação.

Não, está incorreGI.lnspecione o chicote elétrico, o relé principal


(relé 12), o conectordejunçãoCJl, os fusíveis Fl5 e F7 da CVM.

-=,....---------------------- - - - - - - - - J 165
asa
I2 ]
HYUNDAI KB20 1.0 12 V FLEX· ~dett6nica · Teste passo a passo

-
-1~
Comando de atuafÕO

~ a- Termlnal elétrico do ACV: conectado;


b - Motor ligado.

1 - Mantenha o motor em marcha lenta, acelere-o rapidamente e estabilize


diferentes rotações.

Em marcha lema: 10% a 13%;


Em rotação constame: 10% a 13%;
Durante a aceleração, o Dury cyclc
aumenta pa~a valores próximos a 40%.

0 Ocomandodearuaçãoestácorrero?
~~--------------------------------------------~ ?
Sim, está correto. O amador rem cond ições de operar
corretamente. Em caso de dúvidas quanto à sua aruação,
substirua-o provisoriamente e avalie o desempenho do motor.

Não, está incorreto. inspecione o chicote elétrico, entre o


aruador e o módulo de comando. Inspecione também o MC.

Mecânica 2000 Hyundai i30


Nesse volume desvendamos o Hyundai i30. O veículo cha.ma
a atenção~ não somente pelos equipamentos de strie que
apre.s.énta, mas tambfm pelo vi sual~ modelo cujo de-senho
tuz linhas modernas e flu idas. Alé-m de ter um excelente
desempenho. Com ene programa de treinamento vO<e
conhecerá muitos a.spectos da sua manutenç-ão. Tudo
realizado em attíss ima qualidade de vídeo e um manual
repteto de informações. Aproveite esse treinamento e
amplie seus conhe-cimentos nesse veículo.

~lncltli:
• Manua l
impres.s o
• 3 OVOs

166 '-------------------------------------------------------------
HVUKD.AI H82D 1.0 12 V fLE)t · lrl]~o e!etr6niu · Te$~ Pil$$0 a pano

Os eletroinjetores injetam combustível direta·


mente nos dutos do cabeçote, sobre as válvulas de
admissão do motor. São alimentados pelo relé
principal, acionados e controlados pelo módulo
de comando.

IO I Circuito elétrico
aMC
C2 ""

~ ~or2
AM -0-
Ele""'ie1013 •
C2 - - - '

~~ --------------------~

(;J Raciocínio e {fuxogromo poro manutenção

8 Alimentação elétrica
----
00 a·b · Chave de igniç.ão: ligada;
Tenninal elétrico do INJ: desconectado.

-
Módulo de

[v J Aproximadamente 12,6 V.
• 5ft HYUNDAI KB20 1.0 12 V FlEX • tte eletrânia • Tm. pauo a PASQ

A alimentação elétrica está correta? l'il


-
~--~--------------------------új
Sim, está correta. Realize o teSte de resistência elétrica.
~0
Não, está incorreta. Inspecione o chicote elétrico, os fusíveis Fl4,
F7, o reié principal (rei é 12) e oconectordejunção (C.Jl) .

0 Resistência elétrica

~ a · Chave de ignição: desligada;


b · Terminal elétrico do !NJ: desconectado.

Aproximadamente 16,3 n. Valor


pa.ra todos os eletroinjetores.

-----11]
Sim. Realize os testes de pulso ou frequência de acionamento.
c> CD
Não, está incorrera. Substitua o elerroinjetor, cuja resistência
estiver fora do valor especificado.

Mecânica 2000 Uno Vivace 1.0 Flex


Neste volume, apresentamos o Novo Uno, com sistema
de injeção Magneti Marellí IAW 7GF, que equipa também
o Way. Veja a preparação do veiculo para receber dois
modelos de ar-condicionado e suas instalações;
acompanhe a simulação em tráfego e laboratorial dos
sintomas apresentados~ caso haja ausência dos sinais
dos sensores e atuadores, entre diversos outros itens.

~ lnc/(.(t:
·Manual
em CO
• 3 OVOs www.mecanica2000.com.br

168 ~--------------------------------------------------------~=-
HYUHOAI H820 1,0 12 V FLEX · In~ elttt6niea · THt~ p;,;no a passo

0 Frequlncla; _
=------.:.___ pulsos
__ f
de ClcionCJmento
__ __ Q
~

~ a -Terminal elétrico do INJ: conectado.


Dê partida no motor.

!v I Aprox. 6,0 Hz em marcha lema.


!v I Com a caneta de polaridade o LED verde pisca
com frequência proporcional à rotação.

·~1,.3:r!-J_o_s_e_Je_rr_o_in_~_er_o_res_e_s_rã_o_s_e_n_d_
o co_rr_e_t_am
__e_n_re_c_o_m
_an
_ d_a_d_o_s_p_
el_o_M
_C?
_. __ -------b1J
Sim, estão. Os eletroinjetores estão OK. Se houver dúvidas
quanro à sua eficiência, remova os eleinjetores e submeta-os a
um resre em equipamento específico pra verificação de vazão,
cstanqueidade e formato do spray.

[__ À Não estão. Inspecione o chicote elétrico, entre os eletroinjetores I


y eoMC. FaçatambémotestedoMC.

Série Veículos - Série Motores Otto - Sériie Motores Diesel


Série Especial - Série Eletroeletrônica
A Mecânica 200 0 tem uma completa lin ha de produtos
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www.mecanica2000.com.br
KÇP HYUHDAI HB201.0t2VFW · == ~ · Ttw = • p:so
-
de

O siStema possui uma bobina por cilindro, com


acionamento independente das demais. Não
existem cabos de velas, pois os terminais de alta
tensão das bobinas se encaixam diretamente
sobre as velas de ignição. Sua função é gerar a alta permanência e pomo inicial de ignição são efetua-
tensão fornecida às velas para a produção da dos pelo MC, através de parâmetros pré-definidos
centelha que dá início ao processo de combustão. em sua memória e por meio de informações
Todos os controles d o avanço, ângulo de fornecidas pelos sensores.

Ia I Circuito elétrico
m
~ Loos l

o ~ a.~

8clbalosde
içlllçao I
s,q

][)-- VM RS

Bobir.asde IL
'-.!!§.j
ig'lição l

- --de
õõ" BG RS
Móddode
~~J

]]

•• •• Racloclnio e fluxograma para manutençõo

Allment.ofdo elltrlca ~
- - - - -! .
I!J a-b- Terminal
Chave de ignição: ligada;
elétrico da OIS: desconectado.

OBS: O teste deve Aproximada-


ser realizado para mente: 12,6 V.
rodas as bobina s.

1ro ~-----------------------------------------------------------
- [!] Alimentação elétrica está correta?
HYUN,OAI HB-20 1.0 t2 V Ft..EX • ln3eçlo eiW61'1kl • T'Mtt piiiO e pano

lr>~ Sim, está correta. Realize o teste de resisr~ncia elétrica


Não, está incorreta Verifique o chicote elétrico, o Relé principal da injeção (relé 12) e os
fusíveis F7 e FlS.

R~slstlncla ~litrlca

[i] a. Chave de ignição: desligada;


b ·Termina] elétrico da OIS: desconectado.

JF~~A~~
~·=t=ên=a=·=a=el=é=m=·ca==es=m==co=rre
==t~a?--~====================~--~--~~-----(1]
I Sim,esmcorreta.Executeoresredefrequ&cla / pulso. 0 Ç>
[ Não, está incorreta. Substitua a bo
_ bma
_· __· --------------- - - '

W Fr~qulncla I pulsos d~ aclonam~nto


[i] a· Terminal eléuico da OIS: conectado.
Dê parrida no motor.

OBS: O teste deve ser realizado para lVI Aprox. 7,7Hzem Com a caneta de polaridade o
todas as bobinas. marcha lenta LED verde pisca com frequência
proporcional à rotação.

As bobinas estão sendo corretamente comandadas pelo MC?


----------------
Sim, estão. As bobinas têm condiçóe$ de operar corretamente. Se hou,·er dúvidas quanto ao
seu funcionamento, substitua·as provisoriamente e avalie o funcionamento do motor.

Não estão. Inspecione o chicote eléuico, entre as bobinas e o MC. Faça rarnbém o reste do MC.
-
Con!TOla o fluxo de vapor de combustível gerado no tanque, duranre os
vários regimes de funcionamento do moror. evirando a poluição atmosférica
por hidrocarbonetos e com ribuindo para a economia de combusdvel.
Quando abena a eletroválvula permite a passagem do vapor de combustível
proveniente do tanque, para o coletor de admissão, para assim, ser
incorporado à mistura ar/comsbutível. Quando fechada, os vapores são
direcionados para o cânister, onde são absorvidos no filtro de carvão ativado.
A CANP é alimentada pelo relé principal (Relé 12) e comandada pelo módulo
de comando.

I=J Clrculto elltrlco


auc

-"'-
1•••j Raciocínio e fluxograma para manutenção

[2] Allmenlllção elltrlca


---------------------------------
00 a- Chave de ignição: ligada;
b- Terminal elétrico da CA.\'P: desconectado.

Iv' I Aproximadamente 12,6 V.


[2J A alimentação elétrica está correta?
4_51 Sim, está correta. Realize o teste de estanqueidade.

1\ão, está incorreta. Verifique o chicote elétrico, o relé principal


(relé 12), oronectordejunção (CJl) e os fusf,eis FIS eF7.
- .........................................~H~v~u•:o.~~H-e~:.•~-·-•v•••ux

@ Estonqueidade e funcionamento
._.•,~~
·~~· -·-
'-·-
~·;•
<••·•····"•~•"•····~-·~
-.

~ a . Chave de ignição: desligada;


b ·Terminal elétrico da CANP: desconectado.

1 · Aplique depressão de 400 mmHg na CANP;

[" I A depressão se mantém.

2 · Aplique tensão de bateria nos terminais elétricos da CANP.

OamHg

[" I A depressão cai a O mmHg.

0 A CANP apresenta estanqueidade e opera con·erameme?


- -- (1)
Sim. O cornponeme está OK. Se necessário, verifique a existência
de pulsos de acionamento no fio 1 da CANP (fio 29 do MC)
durante diversos regimes de funcionamento do moro r.

Não. Substitua a elerroválvula CANP.

Manuais Técnicos Mecânica 2000 em CO.


Confira coleção completa em nosso site
ou ligue para nosso Televendas.
• <p H'f'Ut«W HB20 t.O 12 V fl!X • lnj:e!o...,.,.. · T• • cso a = -
Sls~made • SPF

A bomba de panida a frio tem a função de enviar


gasolina para o coletor de admissão durante a
partida do motor em baixas te mperatu ra s
-
a mbientes e baixas temperaturas do líquido de
arrefecimento, estando o veiculo abastecid o
predominantemente com álcool. Isto facilita o
funcionamento do motor, devido à maior volatili-
dade da gasolina em relação ao álcool. Tanto a
bomba de panída a frio. quanto a válvula de cone
de combustível possuem aterramenros próprios.
São alimenradas por um relé exclusivo (relé 9),
que por sua vez é comandado pelo MC.

[f] Circuito elitrlca

-
Mecânica 2000 Sandero e Logan
Este • o quinquagésimo volum• da Mednka 2000. Nele i
apruontado o vei<u lo Sandero 1.6, 8 • 16v, da Renault,
que aten de também ao veiculo log1n da mesma
montadora. Além das características tknicas, elétricas e
mec.lnfcas desses veículos, veja as trocas das correias em
ambos os motores, por serem distintas; • , no víde-o, o
destaque é a regulagem das folgas das válvulas do motor
8V, que possui tuchos mecânicos.

~Inclui:
• Manua l
em CO
• 3 OVOs

174
- fõ!l
l!!J Roclocfnlo e fluxogromo poro monutenção
HYUNDAI HB20t 1.0 12 Y Ft..EX • In~ eJe116nlee ·Teste puso • passo M?M

Resposto dln8mlco - funclonomento do sistemo

00 a-b -Terminal
Chave de igniçáo: desligada;
elétrico do MC: desconectado.

1- Faça umjumper entteo bome 30dochicotedoMCeorerminal negativo da bateria;


2 - Faça um jumper entre o borne 94 do chicote do MC e o terminal negativo da bateria.

[ -../.< j A gasolina é injetada no corpo de borboleta

í'f'1
~
O funcionamento do sistema está correto?
r~i
~~----------------------------------------------------------------------~~ -

Sim, está correto. O sistema funciona corretamente.

Não, está incorreta. Realize o teste de alimentaçiio da BPP.


·~ KYUNDAI H820 1.0 12 V FLEX •

0
~ ~ • T861e esoa p89SO

Alimentação do bomba de partlda a frio · BPF Q


-
-----1~

~ a- Chave de ignição: desligada;


b- Terminal elétrico do MC: desconectado;
c- Terminal elétrico da BPF: desconectado.

1· Faça umjumperentreo bome 30do chicote do MC e o terminal negativo da bateria;


2- Faça umjumperenrreo bome 94do chicote do MC e o terminal negativo da bateria.

Iv I Aproximadamente 12,6 V.

0 A alimentação da BPF está correta?

- ~ Sim, está correta. Substitua provisoriamente a BPF e execute o


teste de funcionamento (teste I) novamente. Realize também o
teste de alimentação da VCC.
~------~----------------------~

Não, está incorrera. Inspecione o chicote elécrico, o relé de


parLida a frio (Relé 9) , o relé principal (Relé 12), o <:onector de
j unção (CJl) e os fusíveis F7, Fl4, FlO e F17 da CVM. efetue os
reparos necessários.
0 AUmentoção do v61vulo de corte de 'ombustfvel- VCC
--------------------------
1!1 ab-· Chave de ignição: desligada;
Terminal elétrico do MC: desconectado;
c - Terminais elétricos da VCC e BPF: desconectados.

I · Faça um jumper enrre o bome 30 do chicote do MC e o tenninal negativo da bateria;


2- Faça umjumpcr entre o bome 94 do chicote do MC e o terminal negativo da bateria.

-----
Caixa de relês e fuslve!selo v.êo do 10010t

Iv I Aproximadamente 12,6 V.

.0 A alimentação da VCC está correta?

-r~
'-- Sim, está correta. Substitua provisoriamente a VCC e eJ(ecurc o
resrede funcionamento (reste l ) novamente.

Não, está incorrera. Inspecione o chicote elétrico, o relé de


partida a frio (Relé 9), o relé principal (Relé 12), o conector de
junção (CJI) e os fusfveis F7, Fl4, FlO e P17 da CVM. efetue os
reparos necessários.
I4 HYUKOAI HB20 \,0 ,2 V FLEX • 'ioçio elelrôniea • Teste passo a =

-
Bombo de combustlrt!l • Slstemo de de Combustlrt!l • SAC
O Sistema de Alimentação de Combustível (SAC) compreende todo
o sistema de combustível do veículo, composto de bomba, filtro,
tubo distribuidor, regulador de pressão, tanque e tubulações. A
bomba elétrica de combustível opera submersa no combustível no
interior do tanque. Bombeia o combustível até os eleuoinjetores e
mantém a linha de combusóvel pressurizada, através do regulador
de pressão, durante o funcionamento do motoL
A bomba é alimentada pelo relé da bomba (relê 10), quando a
cbave de ignição é ligada. Se não for dada a partida no motor, a
bomba é desligada após alguns segundos, pois o MC reconhece o
não funcionamento do motor, pela ausência do sinal do sensor de
rotação e por medida de segurança, desatraca o relé.

Iü J Circuito elétrico

--de-
PR.1.A- - --« 132) CA06

Manual de tre•inamento sobre a mais recente


motorização do motor fire, com as mudanças
tecnológicas que favorecem a economia de -
combustível e menor emissão de poluentes~ O
sistema de injeção abordado é oMagneti Marelli
IAW 4FB. Veja também, nesse manual, todo o
preparo do veiculo para a instalação do sistema
de refrigeração de ar, e a instalação em si.

~Inclui:
• Manual
emC.D
·4DVDs
- HYUNOAJte2811.112VfLEX • ~-r-6niQ·T_.. passo aP*HO 8 ~

,~ Alhlltittrlfio~lltrlal
_ __ _ __ _ _ _ __ __ _ _ _ _ _ _ _-;r~

[!] a- Chave de ignição: desligada;


b- Terminal eléll'ico da bomba: desconectado;
c - Terminal elétrico do MC: desconectado.

1- Faça umjumperentreobome30dochicotedoMCeotenninal negativo da bateria;


2- Faça umjumperentre o borne 75 do chicote do MC e o tenninal negativo da bateria.

--..
o -- - P2)CAC6

j
~~ Aproximadamente 12,6 V

Aalimenraçãoelétri_c a_ es _ n_eta_?_ _ _ _ _ _ _ _ __ __ _ ------1~


_ rá._co

Sim, está correm. Realize o teste de vazão de combustível


~ [i)
Não, está incorrem. Inspecione o chicote elétrico, o relé da
bomba (Relé 10), o relé principal (Relé 12), oconector de junção
(CJl) e os fusíveis F7, Fl4, FlO e F16da CVM. efetue os reparos
necessários.
& ' r ""u"""" 11810 1.012V fLEX • ~~ ·TestloSMAOa=
-
0 Vazdodecombustlvel
- - --
I!] a· Terminal elétrico da bomba: conectado.
l -Dê partida no motor, desconecte o tenninal elétrico da bomba e aguarde que o motor desligue por
falta de combusóvel;
2-Desligue a chave de ignição;
3-Reconecre o terminal elétrico da bomba;
4-Desconecte o terminal elétrico do MC;
5-Solte a conexão hidráulica entre a mangueira de combustível proveniente do tanque e a entrada do
filtro de combustível;
6-Prepare um recipiente graduado para a coleta do combusóvel bombeado;
-
7-Solicite a um auxiliar para fazerdoisJWflpt'l'$:
-entre o bome 30 do chicote do MC e o tenninal negativo da bateria ;
·entre o bome 75 do chicote do MC e o terminal negativo da bateria durame I Osegundos;
8-Meça a vazão de combustfvel bombeado.

0 Aproximadamente 490 ml em 10 segundos


(2,94 L/min).

180 ~--------------------------------------------------------
- 0 A vazão de combusóvel está correta?
HYU.HOAI H820 '1.0 12 V FU X • lnjeçio eletr6nlc:a • TMM p.1•10 a pano

~ Sim, está correta. Realize o teste de pressão de combusóveL

Não, está incorreta. Substitua a bomba de combusúvel.

0 Pressao de combustfvel

f!] a- Terminal elétrico da bomba: conectado;


b- Terminal elétrico do MC: desconectado.

1- Mantenha o mesmo aparato d o reste anterior;


2-Solte a conexão hidráulica e nrre a mangueira de combusóvel p roveniente do ranque e a entrada do
filrro de combusóvel;
3-lnstale um manômerroem série na linha de alimentação;
4-Solícite a um auxiliar para fazer doisJumpers:
·enrreo borne 30dochicotedo MC eotenninal negari\·oda bateria;
-entre o borne 75 do chicote do MC e o tenninal negativo da bateria;
5-Meça a pressão de combustível.

~ - - -co.,.

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Tlll
t31)Cio06

fl2)Cio06

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~ """"""' - T01

~~~~oom
~--~~~'-~~~Ot
=r.. t
t

I\/ J Pressão de combusó,·el: 3,7 bar.

J 181
0 A pressão de combustível está correta?
-
- - - -
Sim, está correta. A bomba de combustível funciona
corretamente e eventuais falhas no veículo têm our:ra origem.

Não, está incorreta. Verifique o regulador de pressão, procure


por vazamentos e obstruções na linha de alimentação. Se estes
itens estiverem OK, substirua a bomba de combustível.

Série Veículos

Conheça todos os títulos em: www.mecanica2000.com.br


- I! TabeiD dr Valons tdrols
HYUNON 11820 t.CI12 V f1..EX ·=:o EIMr6Ncl • T. . . . dt ..,_.. .....
·~

Procedimenlo
Item Teste a ser realiZado Valores ideais
- t --
Ten~ de alímentaçto MCCH5 BAT ( ·)
I ~ 12.5M
MC MCCH6 BAT ( ·)
MCCH3 BAT ( ·)
Teste de aterramemo MCCH4 BAT ( · ) ~ 1,5(01
MCCH 77 BAT( · )
Tensão de re~ HEGOFI04 BAT (·) 100 a 900 [mV] osoilante
J
HEGO 1 Te~ de alímentaç6o HEGOCH2 BAT (·) •12,SM
Reslslê<>aa d o _ ...... HEGOCPI HEGOCP3 ~9.2 [0)
Tensão de respos1a HEGOFI04 BAT ( · ) a410 (mV]
HeGo2T-de~ HEGOCH2 BAT ( · ) ~ t2.5M
ResistênCia do_...,,. HEGOCP1 HEGOCP3 • 92(0)
Resposta de lroqutnaa (mardla lenta) CKPFI02 BAT ( ·) • 210 [Hz]
'
CKP ResistênCia e.etnca ECTCP 1 ECTCP2 ~ 1,14 [1<.0)
Resposta de froquOneoa (martlla lenta) CMPFIO 2 BAT ( ·) ·11,2 [Hz]
CMP Tensão de ai men18ÇAO CMPCH 1 BAT ( ·) " 12,5 M
Ten~ de resposla (30'C) ECTFI03 BAT (·) ~0, 49M
' Tensão de a•l~ ECTCH3 BAT ( ·) ~3,3M

-.a
ECT
Resis!êoaa do componente (JO'C) ECTCP1 ECTCP3 ; 1,69 [1<.0)
TensAo de rosposla 1 - . w"' do ar a JO'C) CMOFI03 BAT ( · ) ~1.07M


CMO
Te~ de respoú lpreulo
Tê~ de a""""'raçio 1 -de pressA<>)
de 650 mba<) CMOFIO I
CMDCH2
BAT ( · )
BAT (·)
• 257M
·S,OM
Tensão de "'"""'raçio (......, de temperaJUra) CMDCH3 BAT ( ·) >33M
rKS Resposta dinimoca (bete< levémen!ê no S<lnSO< KS) KSCP1 KSCP2 "~·..-...:. ~
SPAF103 BAT ( · ) Potenc. 1 - 3.00 M
Tensão de resposta (podai press.onado)
SPAFt06 BAT ( ·) Potonc. 2 ~ 1.50 M

SPA
Tensão de resposta (pedalem repouso) SPAFIOJ
SPAF106
BAT ( · I
BAT ( ·)
Potenc. I > 0.50 M
Potonc. 2 ., 0,25 M
SPACH 4 BAT (·J Potanc I ~ 3,3 M
Ten~ de allmentaÇio dos potencil>mêttos
SPACH 5 BAT (-) Polenc 2 - 3,3 M
Ten~ de alímentaçllo dOs pontoi'ICI6mêuos ETCCH2 BAT(· ) -S,OM
Tensão de a~~met~taçllo dO motor ETCCH I BAT ( ·) > 125M
ETC FI06 BAT ( · ) P04enc 1õ0,51 M
Rasposla de rensio dos polleo 101611 IEII!OS (repooso)

ETC
ETC FIOS
ETC F106
BAT(·)
BAT (·)
Polonc. 2 • 2.79 M
Polonc 1 ~ 0,34 M
R.e.pos1a de - d o s polleo iOÕmeliOS (lec:hada) BAT (·)
ETC FIOS Potenc. 2 " 2 96 M
ETC F106 BAT(· ) Potenc. 1 • 3,10 M
Rêsposta de u>nslo dos pc4MQOI•IO!los (abona)
ETC FIOS BAT ( · ) Polenc. 2 - 0,20 M
Tensão de arlmentBÇao ACVCH 1 BAT ( · ) "12,5 M
a 10,3 (% Outy)
••
ACV Comando de atuaçOo
ACVFI02 BAT (·I
(marcha lenta)
a 36,2 (% Duty)
ACVFI02 BAT ( · )
(sob acel&r.>çao)
ResistênCia elé<nca dO ololnlonj8lor INJCP2 INJCP I ; 16.3{0]
"
INJ T~ de aimef\<açao 'NJCH2 BAT ( · ) ; 12.5 M
,, Tensão de aimef\<açao OIS CH 1 BAT ( ·) • 12,5 [O]
OIS RêStS!ência ~ OIS CP 1 DISCP2 .o.7M
Te~ de aimenlaÇao CANPCH2 BAT ( · ) !>12.5 M
"
CANP CANPCP2 a 24,7 [O]
..
SPF
Resistência elélrlca
Tonsào do allmentaçto da BPF
Tensão de al..,....ttçllo da VCC
CANPCP1
OISCH 1
01SCH2
BAT ( ·)
BAT ( · )
a t2,5M
~ t2.5M
Medçlo n a entrada do filtro
Vazão da bomba de~ a 2,94 (Vmín)
de combustível
" '-'on&neln> ames do filtro
SAC Pressaoda- de .......... • 3,7 {barj
de combiJs!JYel
- d e ............ BOM8ACH3 BAT ( ·) >t2.5M

183
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Slstem11 BOSCH ME17.9.U.1
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