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 - Primeiros computadores:

• máquinas complexas, grandes, caras


• ficavam em salas isoladas com ar condicionado
• operadas apenas por especialistas
• programas submetidos em forma de jobs seqüenciais
 - Anos 60:
• primeiras tentativas de interação entre tarefas
concorrentes
• surge técnica time-sharing, sistemas multi-usuários
• usuários conectados ao computador por terminais
• comunicação entre terminais e computador central =>
surgem primeiras técnicas de comunicação
 - Anos 70:
• surgem microprocessadores
• computadores muito mais baratos => difusão do uso
 - Após década de 70:
• computadores cada vez mais velozes, tamanho menor,
preço mais acessível
• aplicações interativas cada vez mais freqüentes
• necessidade crescente de incremento na capacidade de
cálculo e armazenamento
• computadores conectados podem ter desempenho melhor
do que um mainframe, além de custo menor
• necessidade de desenvolver técnicas para interconexão de
computadores => redes
- Informatização das empresas cria necessidade de troca de
informações entre equipamentos.
- Métodos iniciais: fitas K7, disquetes, fitas perfuradas,
cartões.
- Método moderno: redes de comunicação (LAN).
- Requisitos de comunicação fabril:
- Compartilhamento de recursos;
- Gerenciamento de diferentes tipos de diálogo;
- Garantia de um tempo de resposta médio ou máximo;
- Confiabilidade dos equipamentos e da informação;
- Conectividade e interoperabilidade;
- Evolutividade e flexibilidade.
- Necessário definir arquiteturas, topologias e
protocolos apropriados para redes de comunicação
industriais.
- Redes do tipo ponto-a-ponto: centralização das
funções de comunicação.
- Redes de difusão: possibilidade de descentralização
da comunicação.
- Idéia do final dos anos 70/ início 80: rede única para
toda a fábrica.
- Idéia atual: não existe uma rede única que atende as
necessidades de todas as atividades existentes em
uma fábrica.
 Sala de Controle Central (Antigamente)

◦ Quilômetros de cabos
 Milhares de conexões = pontos de falha

◦ Centenas de indicadores
 Difícil compreensão
 Alta probabilidade de erro de operação

◦ No máximo, controle automático


 Coleta manual de dados p/ relatório
 Difícil rastreabilidade
• Nas empresas modernas temos grande quantidade de
computadores operando em diferentes setores.
• Operação do conjunto mais eficiente se estes
computadores forem interconectados:
• possível compartilhar recursos
• possível trocar dados entre máquinas de forma simples
e confortável para o operador
• vantagens gerais de sistemas distribuídos e downsizing
atendidas
• Redes são muito importantes para a realização da filosofia
CIM (Computer Integrated Manufacturing).
 Sala de Controle Central

ANTES DEPOIS
 Ambiente de maior Competitividade
◦ Redução de custos
 Implementação
 Manutenção
◦ Manutenção da qualidade dos produto

 Revolução da Informática
◦ Integração de circuitos em larga escala
◦ Utilização de computadores na indústria
◦ Surgimento dos microcomputadores
◦ Redes de comunicação digital
 Controladores Programáveis
◦ Substituição dos painéis de relés
 Alterações no automatismo sem alterar fiação
 Alta velocidade de processamento
 “Hardware” cada vez mais confiável
 Ampla oferta de recursos de programação
 Computadores de Supervisão
◦ Substituição dos painéis de controle
 Significativa economia de cabos
 Organização das informações apresentadas ao
operador
 Controlador programável / Instrumentação
◦ Tendência a distribuição das E/S
 Economia significativa de fiação
◦ Principais fatores de mudança
 Instrumentos inteligentes
 Muitas opções de redes para comunicação a nível de
“chão de fábrica”
◦ Padronização
 Nenhuma rede atende a todas as aplicações
 Novas tecnologias tem surgido
 Ambiente industrial tem características e
necessidades que tornam as redes para
automação de escritórios mal adaptadas.
 Definição:

◦ Sistema de comunicação bidirecional em tempo real


que permite a troca de informação digital entre os
dispositivos de nível de campo e os dispositivos de
controle
 Objetivo

◦ Interligação de Computadores
◦ Integração de computadores aos CLP’s
◦ Integração dos CLP’s a dispositivos inteligentes
 Terminais de válvulas
 Balanças
 Sistemas de Identificação
 Sensores
 Centros de Comando de Motores
 Comportamento temporal
 Confiabilidade
 Requisitos do meio ambiente
 Tipo de mensagens e volume de informações
 Conectividade/Interoperabilidade
(padronização)
 Meio físico
 Endereçamento
 Protocolos
 O que é?
◦ Conjunto de regras para comunicação digital
◦ Idioma da rede. Dispositivo transmissor necessita
ser compreendido pelo receptor
 Esforço internacional para padronização
 Tendência:
◦ Diversos padrões numa mesma fabrica
 Redes de Planta
◦ para comunicação entre equipamentos de campo
(sensores, atuadores, etc.) e sistemas inteligentes
(SDCD, CLP). Exemplos: HART, Foudantion Field Bus,
Profibus PA, etc.

 Redes de Controle
◦ Interligam o equipamentos e sistemas inteligentes de
controle, como por exemplo: CLP’s, SDCD’s, etc.
◦ Entre os principais tipos: Profibus HSE, Microsoft
(Ethernet, TCP/IP)
◦ Fazem troca de dados entre equipamentos e o sistema
administrativo.
 Redes de Campo
◦ subordinadas a um equipamento inteligente de controle,
como por exemplo SDCD, CLP ou computador com
software adequado.

 Redes Abertas
◦ são redes que suportam equipamentos e dispositivos de
diferentes fabricantes.
 Vantagens: não gera dependências ou limitações, é mais
versátil para controlar o processo.
 Desvantagens: possibilidade de falhas de comunicação,
velocidades variáveis de comunicação, domínio do protocolo
de cada fabricante.
 Redes Proprietárias
◦ são redes utilizadas pelos fabricantes para
estabelecer a conectividade entre seus
equipamentos.
 Vantagens: estabilidade de comunicação, facilidade de
instalação de novos equipamentos
 Desvantagens: utiliza um único fabricante,
dependência de upgrades dedicados
 Rede de Planta – Nível alto
◦ Supervisão
◦ Comando
◦ Planejamento
◦ Banco de dados

 Rede de Controle – Nível


médio
◦ Controle em tempo real
◦ Segurança
◦ Interface

 Rede de Campo – Nível


baixo
◦ Aquisição das variáveis
◦ Atuação sobre equipamentos
 É a forma da interligação dos elementos de
uma rede.

ÁRVORE
ANEL
(TREE)
(RING)

ESTRELA
(STAR)
BARRAMENTO
(BUS)
 Origem/Destino (ponto a ponto)
◦ ação sincronizada entre os nós é muito difícil uma
vez que os dados chegam aos nós em momentos
diferentes
◦ desperdício de recursos em função da repetição dos
mesmos dados quando apenas o destino é
diferente
 Uma pessoa (origem) informa
individualmente a cada uma das outras
pessoas na sala (destino) o horário
marcado em seu relógio (dado)
 O tempo continua passando enquanto a
“origem” informa o horário a cada um.
◦ dados não estarão corretos após as primeiras
pessoas
◦ Tanto origem como destinos terão que fazer
ajustes para se alcançar algum tipo de
sincronismo
 A agilidade deste processo varia em
função do número de pessoas na sala
 Produtor/Consumidor (dados são identificados)
◦ múltiplos nós podem simultaneamente consumir os
dados de um mesmo produtor
◦ nós podem ser sincronizados
◦ utilização mais eficiente da banda de comunicação
 Uma pessoa informa o horário (produtor) a
todos os presentes
 Todas as 20 pessoas recebem a informação
simultaneamente
 Algumas pessoas podem optar por
“consumir”os dados
 Altamente eficiente (os dados são
produzidos apenas uma vez, não são
necessários ajustes adicionais para
produtores e/ou consumidores)
 Altamente determinístico (tempo de
transmissão não muda se mais pessoas
entrarem ou saírem da sala)