VERTEDORES Introdução: - Um vertedor é uma obstrução numa corrente sobre o qual o líquido passa.

Quando construído de acordo com um projeto padrão, e usado em laboratório ou sob condições controladas cuidadosamente no campo, é um meio de medição de vazão preciso em canais abertos. Os termos seguintes são usados freqüentemente na discussão deste tipo de sistema de medição. “Crista” é a aresta de base do entalhe. O vertedor com entalhe em V ou triangular não apresenta a crista pois começa na base a partir de um ponto. A quantidade de líquido passando através do entalhe e caindo após a “Crista” é chamada de lençol. Quando a superfície do líquido na juzante está bem abaixo da “crista”, tal que o ar tenha livre acesso á parte inferior do lençol, a vazão é dita livre; caso contrário é submergida. A quantidade de submergência é medida a partir do nível da “Crista”.

A altura líquida ( chamada simplesmente altura daqui em diante ) no vertedor é a distancia vertical da superfície do liquido até o nível da “ Crista”. A altura na montante Há é medida a uma distância de 4 ou mais vezes o máximo valor de Há na montante do vertedor. A depressão refere-se á curvatura da superfície do líquido. O ponto de observação da altura Há pode ser na extremidade montante desta curva ou mais afastada. FIGURA. Contração é o estreitamento da corrente do fluido que passa pela abertura e é governada pelo espaço entre as paredes do canal montante e a aresta do entalho.

. como mostrado na figura 1. O entalhe circular . O vertedor trapezoidal é na realidade uma combinação do entalhe triangular ( ou em V ) com o retangular. imprimindo também melhor rangeabilidade para este tipo de entalhe. Para um vertedor completamente contraido . contração final e básica. FIGURA 2 Muitos outros tipos de entalhes tem sido usados mas são de pequena importância comercialmente. A forma comercial tem o vértice do entalhe afiado. Isto resulta numa maior sensibilidade em baixas vazões. Os entalhes exponencial e proporcional são de difícil construção e as formas constituídas com arcos circulares tem pouca ou nenhuma vantagem em relação as formas mais comuns de entalhes. O entalhe triangular ou V pode ter um ângulo de qualquer valor desejado. por exemplo. Muitos vertedores retangulares são construídas com contrações completas. Quando estas distâncias são suficientemente grandes. por exemplo . O entalhe de 120º não é recomendado em virtude de aderências nas arestas superiores do entalhe. ou através de uma caixa de vertedor. A vazão de líquido num vertedor deve ser através de uma represa em forma de placa em um canal natural. Uma forma especial do vertedor trapezoidal é o vertedor Cippoletti que possui lados inclinados com 4 na vertical para 1 na horizontal. é muito pouco usado porque apresenta pouca precisão em baixas vazões. A bacia de tranqüilização é chamada de reservatório do vertedor. a contração do lençol atinge um máximo e um aumento posterior nestas dimensões não afetará as características de vazão. TIPO DE ENTALHES DOS VERTEDORES Uma das formas mais comuns de entalhe é o retangular . com crista horizontal e lados verticais. Se os lados e a crista do entalhe não coincidirem respectivamente com as paredes e a base do canal o vertedor é dito de contrações completas. ESCOLHA DO VERTEDOR . a bacia de tranqüilização na montante do vertedor deverá ser suficientemente grande para armazenar o líquido de tal maneira que ele se aproxime do vertedor em baixa velocidade.A distância horizontal do fim “Crista” até a parede é chamada de contraçao final e a distância vertical de “ Crista” até a base do canal é a contração básica. mas o 60º e 90º são os mais usados comumente.

. muitas vezes usados nestes sistemas. As arestas na montante da placa do vertedor devem ser retas e em canto vivo. O entalhe triangular deverá ser reto e aguçado no vértice O nível do ponto de intersecção dos catetos do triângulo deve ser indicado por uma linha horizontal gravada na placa do vertedor. A área do canal de entrada ou do poço do vertedor deve ser pelo menos 9 e preferivelmente 12. Crista de madeira são impráticaveis para instalações permanentes. O vertedor retangular sem contração deve ser usado sem aeração integral da base ou da parte inferior do lençol. Isto é verdadeiro particularmente quando o fluido apresenta quantidade apreciável de sólidos. demonstraram péssimos resultados. a escolha deve ser confinada ao entalhe retangular ou trapezoidal. a largura da caixa deve ser 3 vezes a largura do entale. Em outras palavras. FIGURA 5 – Curvas de vazão para vertedores. a menos que materiais especiais sejam requeridos para resistir á corrosão. ou então a contração final seria 2 H e a básica 3 H . É prática usual chanfrar a aresta da juzante na inclinação de 45º . com largura de chanfro de 1/32” . Isto usualmente limita e escolha do vertedor ao entalhe em V ou triangular para pequenas vazões. quando as vazões são suficientemente pequenas para requererem um pequeno vertedor . Isto quer dizer que. a contração final deve ser 3 vezes a máxima altura H e a contração básica 2 H . Placas de latão ou bronze são satisfatórias. Respiradouros. Freqüentemente a calha Parshall é encontrada com preferência sobre qualquer forma do vertedor. Consultar a figura 5 no intuito de assegurar-se que o sistema de medição encontrado permita um range utilizável de alturas nas condições de vazão mínima e máxima.5 vezes a área do entalhe na altura máxima. o entalhe triangular deve ser usado. o vertedor retangular em contração é adequado para medições precisas somente quando o canal é mais largo na juzante a partir da placa do vertedor. a contração básica deve ser 9 vezes aaltura máxima. Para um vertedor retangular com contrações completas . A largura da crista não deve ser inferior a 15 cm. PROJETO E INSTALAÇÃO : A caixa do vertedor é construida de acordo com a figura 6 . Se grandes quantidades devem ser medidas em espaços limitados com mínima perda de altura. Para maior precisão na medida com este tipo de vertedor. em todas as vazões operacionais.O vertedor deve ser escolhido para dar uma altura maior que 3 cm. Para uma precisão máxima.

FIGURA 6 – Esquema dimensional para vertedores .

em se Ter a vazão no lado oposto em sentido contrário. uma altura de 1. a 0. . tem sido usada com sucesso em alguns casos. num caso extremo. vertical. Para líquidos. A 0. TABELA ( Dimensões das caixas de vertedores para entales retangular. no limite inferior. cerca de 1. a chicana pode ser usada para produzir uma distribuição de velocidades uniforme e reduzir o efeito dos distúrbios. resultando. Tal condição conduz o processo a um represamento com distúrbios. alturas de 0.8% a menos.001.5 ft . A crista do vertedor retangular ou trapezoidal deve ser cuidadosamente nivelada. Mudanças bruscas na direção da vazão na parte imediatamente anterior ao vertedor farão com que a profundidade seja maior no lado de maior velocidade.25 ft pode ser usada com resultados satisfatórios e sob condições de laboratório.07 ft tem sido medidas sem aderência. a fórmula padrão dará a medida com 1% para menos . a curva de descarga real começa a desviar da curva teórica. alternadas. É desejável que a corrente ao aproximar-se do vertedor o faça em um canal reto.15 ft . ) . a leitura de vazão é irreal. na expectativa de uma medida precisa de vazão. acarretando problemas quanto á medição exata da altura. O ponto zero do medidor deverá concordar com a crista dentro de 0.Os orifícios através dos quais a placa vertedor é presa ao anteparo. CHICANAS: . Em alturas menores que 0.2 ft. devem ser de tamanho grande para permitir ajustes.Em virtude das limitações dimensoriais é necessário.1 ft ou mais do que 1 ft devem ser evitadas. Reduzindo o espaço entre as placas ou aumentando o nº de filas de peças verticais. cippoletti e triangular 90º . Isto deve ser executado sem uma excessiva perda de altura na operação. a velocidade não é suficiente para contrabalançar a tensão superficial e o lençol não curva livremente. Em vertedores tendo um comprimento de crista de mais de 0. A chicana convencional. de placas.1 ft . obtemos um aumento na perda de altura agravando –se com incrustações e impurezas. 4 vezes a altura máxima. Usualmente alturas de menos de 0. muitas vezes que um sistema opere sob condições adversas. Quando. mas falha geralmente na distribuição uniforme de velocidade. PRECAUÇÕES GERAIS A medição de altura ( conexão do poço flutuador ) deverá localizar-se na montante da placa do vertedor a uma distância igual a pelo monos. entretanto.

A grandeza do efeito da submergência pode . caixa. O nível superior das pedras deve superar o nível máximo do líquido. à parede. isto é . A espessura de chicana pode ser alterada de maneira a se adaptar as condições. com distribuição uniforme através da base com uma Segunda série superposta. O espaço intermediário é preenchido de pedras lisas de 1 a 2 polegadas de diâmetro. elevando-a até um nível superior ao piso. Outro tipo de chicana com sucesso razoável consiste em colocar manilhas comuns de 4” dentro do canal. Se a profundidade do canal exceder 12 a 15 polegadas uns cabos deverão ser inseridos a meia altura da chicana para prevenir abaulamentos devido ao peso dos enchimentos de pedras. Uma armação flutuante de mais ou menos 3 ft de largura e suficientemente comprida para abranger o canal é conectada com flexibilidade á primeira armação e fica na superfície do líquido imediatamente á juzante da chicana. É constituída de uma tela com malhas de 1 polegada e presa nas faces montante e juzante da armação. Crista. mento da mento da mento da total da descarga. consistindo de uma armação retangular de 6”de largura e de tal dimensão que se ajuste ao canal.( as letras referem-se às dimensões da figura 6 ) VERTEDORES RETANGULAR E CIPPOLETTI Limites H L A K B aproxima Altura Compri Compri Compri Largura dos de Máxima. 12 EFEITOS DE OPERAÇÃO CONSTRUÇÃO E MANUTENÇÃO IMPRÓPRIAS Vazões submersas em vertedores não são deduzíreis. ft ft ft ft ft ft 1/10 – 3 1 1 6 2 4 1/5 – 6 1 1/4 1 1/2 7 3 5 1/4 – 8 1 1/4 2 8 4 6 1/3 – 17 1 1/2 3 9 5 7 1/2 – 23 1 1/2 4 10 6 9 3/4 – 35 1 1/2 6 12 6 11 1/2 1 – 50 1 1/2 8 16 8 14 1 – 60 1 1/2 10 20 8 17 ENT. montante juzante. porque os valores dependem das alturas tanto na montante como na juzante. ft ft ft ft 3 1 1/2 1 1/2 4 3 1/4 1 3/4 1 1/2 4 1/2 3 1/2 2 1 3/4 5 4 2 2 5 1/2 4 2 1/2 2 6 4 1/2 2 3/4 2 1/2 6 4 3/4 3 2 3/4 8 5 3 1/2 3 8 3 1 1/2 4 3 1/4 1 1/2 5 1/10-41/3 1 1/4 - 6 1/2 3 5 1/2 Nas práticas de laboratórios uma chicana prática e efetiva tem sido usada. Uma tal combinação fornece as condições de vazão praticamente ideais. Caixa. A efetividade de tal esquema é aumentada usando tubos de pequenas diâmetros e com o prolongamento do espaço ocupado pela chicana. em sentido axial.TRIANGULAR 90º 1/10-21/2 1 6 2 5 E* C D F Profund Distância Distância Distância idade do final da crista da total da da crista a base da tomada. caixa na caixa na caixa. Seg. aumentada se turbulência á montante for mais acentuada.

2%. é limitar a altura máxima a não mais do que 1/3 do comprimento da crista . . o qual provavelmente tende a reduzir a vazão através do vertedor. é aproximadamente 6% a menos. Em geral. Para vertedor de 1 pé. MANUTENÇÃO DOS VERTEDORES Se o vertedor é de entalhe retangular ou trapezoidal deve se testar ocasionalmente o nível da crista.3 ft. a área da caixa do vertedor deve ser pelo menos 9 (preferivelmente 12. mas testes de laboratório mostram que a precisão na medição não é prejudicada ao exceder estes limites. Para um vertedor retangular de 3 ft com altura superior de 1 ft e inferior de 0. . A aresta montante da crista deve ser feita em canto vivo. há uma tendência para a formação de turbilhões. aproximadamente 0.5 ft na altura de 1.5 ft . O arredondamento da crista fará com que o medidor leia a menos da vazão real. na altura de 1. Para medições precisas . mostrou-se que quando a altura atinge 1 ft . bolhas ou distúrbios origina dons na seção imediatamente anterior ao plano do vertedor . As recomendações anteriores asseguram que este limite não seja ultrapassado. . na altura de 1 ft. A aresta poderá danificarse poderá danificar-se se o líquido transportar sedimentos ou areia. Conferir a estrutura do vertedor para evitar avarias e fugas. cerca de 0. A grandeza do erro resultante da negligência desta precaução pode ser visualizada a partir do exemplo seguinte. a velocidade do líquido na montante do vertedor não deve exceder 10 cm/seg. Com contrações finais de 0. Para vertedores tendo cristas com comprimentos de 12 ft. Fazer sondagens ocasionais para determinar se houve depósitos de sedimentos na caixa do vertedor. A abrasão desgasta irregularmente a aresta destruindo a referência.5% e para vertedores de 3 ft. confira a leitura ocasionalmente. medida a partir do nível da crista ( 50% de submergência ) . a descarga será aproximadamente 16% menor do que a vazão livre para a mesma altura na montante. especialmente para comprimentos de crista de 1 a 4 ft. Verificar também os tubos do poço de tranqüilização devido a possibilidade de bloqueio. Pratica geralmente aceitável no uso de vertedores. a descarga concorda com a vazão calculada em menos de 0. e contração básica de 1.2 ft.ser visualizada no seguinte exemplo. Conferir as arestas do entalhe quanto á incrustações e rebarbas. Em localidades onde é medida água de irrigação encontram-se muitas vezes crustáceos na estrutura do vertedor. .5 feet .5 ft . seja retangular ou Cippoletti. ou mais. Se um registrador é usado. a vazão calculada para um vertedor retangular de 2 ft com 1 ft de altura.5% para vertedores de 1.5) vezes a área do entalhe na altura máxima.

na direção da vazão. a qual em um plano tem paredes laterais convergentes. especialmente nas condições de campo. Ocasionalmente deveremos usar uma purga contínua de água pura. O fundo é nivelado longitudinalmente e transversalmente. TAMANHO DA CALHA : é o comprimento da crista . devemos limpar o poço de tranqüilização ocasionalmente. CRISTA : é a linha de junção da extremidade final do fundo da seção convergente com a extremidade inicial do fundo da seção restrita. em pés e é idêntico à distância entre as faces internas das paredes da seção de restrição ( ou garganta) . CALHA PARSHALL Este medidor foi idealizado por R. a qual em um plano. O fundo é inclinado para cima. Mantendo a superfície da água no poço 0. deveremos manter uma vazão satisfatória através das linhas de conexão. O fundo inclina-se para baixo na relação de 3 polegadas na vertical para 8 polegadas na horizontal. qualquer configuração pouco usual de vazão suspeitando da precisão da medida registrada. l . FIGURA 7 – Esquema dimensional para pequenas calhas. Se o líquido contém sedimentos ou outros sólidos. Para medição em irrigação. simétricas em relação ao eixo na direção da vazão. Parshall. . SEÇÃO DA RESTRIÇÃO: é a parte da estrutura que separa as seções convergentes e divergentes. Os termos mais usados na discussão da medição com Calha Parshall são: SEÇÃO CONVERGENTE: é a parte montante da estrutura. engenheiro do Serviço de Irrigação do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos. o ponto mais fácil de conferir é o zero. Possui características que o tornam superior aos medidores normais tipo vertedores.L. SEÇÃO DIVERGENTE: é a parte jusante da estrutura.01 ft mais alta que o nível verdadeiro. tem paredes laterais verticais divergentes simétricas em relação ao eixo. esgotos e resíduos industriais ela é recomendada dentro dos limites requeridos pela operação. Notar na curta. Marcas na parte interna do poço de flutuador indicam o zero e o final de escala. As paredes são verticais e paralelas entre si.Se existirem períodos sem vazão.

sejam acumulados. Em virtude da capacidade deste sistema em suportar altos graus de submergência antes de retardar a descarga em regime de vazão livre. O aumento da velocidade de aproximação é praticamente eliminada. Para calhas de 6” até 8 pés. ft para calha de 40 ft. Aplicável também na engenharia sanitária e em muitos processos industriais.000 Seg. as coordenadas do ponto serão 1. VAZÃO LIVRE : É obtida onde a relação de Hb para Ha não exceda 0. a perda de altura através da estrutura é cerca de ¼ daquela para um vertedor de igual dimensão com vazão livre. Hb : é medida num ponto próximo à extremidade inferior da garganta. como uma referência. que afetariam a medição. Em calhas de 10 a 50 ft . assegurando uniformidade na observação das 2 alturas quando usadas para determinar vazões submersas. Estes tipos de medidores foram calibrados para calas com larguras de crista de 3” até 40 ft .7 para calas de 1 a 8 ft o limite prático de submergência para todos os tamanhos é cerca de 95%. o efeito da velocidade de aproximação é praticamente eliminada. PROJETO. Ha é medida a uma distância de 1/8 ( l = 8 ) medição esta feita ao longo da parede lateral da calha. O aumento da na seção convergente da calha não permite que depósitos de areia e lama. O grau de submergência.6 para calha de menos de 1 ft e 0.6 para calhas < 1 ft é 0. INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO DA CALHA PARSHALL .ALTURA SUPERIOR : Ha : á medida a 2/3 do comprimento total da seção convergente. Na seleção do tamanho da calha. a partir do final da crista em calhas de até 10 ft. A tomada Hb pode ser desprezada para condições sobre vazões livres.7 para calhas com crista de 1 a 8 ft. de crista. para calhas de tamanho moderado pode aproximar-se de 70% antes que a descarga seja afetada. Ambas as alturas são referidas ao nível da crista. A calha Parshall apresenta. As tomadas são fixadas definitivamente na estrutura . A calha Parshall encontrou grande aplicação na medição de vazão de canais e diques bem como para medições de água de consumo.03 Seg-ft para uma garganta mínima de 3” até 2. as coordenadas são de 3 e 2 polegadas respectivamente. ALTURA INFERIOR .5” na vertical e 1” na horizontal montante. PERDA DE ALTURA : é a diferença em elevação entre as superfícies montante e juzante do líquido. Para uma calha de 3” . para acomodar vazões tão pequenas quanto 0. sob o ponto de vista de operação no campo. vazões submersas podem ser medidas com precisão razoável até submergência de 95%. quando referido a extremidade inferior da base da garganta. VAZÃO SURMERSA : É obtida quando a relação Hb para Ha excede 0. Com o uso de 2 alturas . muitas vantagens.

Hb . Para ilustrar. a altura superior Ha será aproximadamente 1. Dois fatores devem ser conhecidos com limites razoáveis. de areias.3 ft acima do leito do canal esta colocação dá uma vazão de 10 Seg-ft para uma submergência de 60%. achamos que para uma descarga de 10 Seg.16 = 0. a elevação da crista poderá ser determinada a partir da elevação da superfície d’água existente antes da instalação da calha. A relação Hb/ Ha = Hb / 1. acessível sob o ponto de vista de construção e razoavelmente estreito para prevenir uma alteração no fornecimento do líquido. A colocação da altura da crista em relação ao leito do canal requer estudos a fim de manter a perda de altura a um mínimo e assegurar ainda que a leitura de vazão não seja afetada pela submergência. Desde que a elevação da superfície da água imediatamente abaixe da calha permanecerá constante depois que a estrutura seja colocada em operação e desde que a elevação da onda estacionária na garganta da calha será idêntica á esta superfície d’água com 60% de submergência. Isto é.. é prática usual que a estrutura opere em 60%.5 ft.53 ft. O primeiro passo é selecionar o tamanho de calha mais adequado. ft e que a calha de 2 ft é selecionada como a mais adequada. É desejável. no canal jusante.Não é necessário que se tenha uma bacia de tranqüilização na montante da calha. de acordo com a figura 8. Isto previne qualquer aumento na submergência depois que a calha seja construída. A perda de altura nessas condições de vazão será + ou – de 0. 1º . . e da altura Ha quando medida na seccão convergente. ou na figura 9 . O valor Hb deverá ser então aproximadamente 0. antes da construção da calha.ft . que retardam a velocidade. Este aumento pode ser causado por depósitos. Desde que o grau de submergência é a relação da altura inferior. etc.89 ft e a 60% de submergência a altura Hb será 0. Se uma calha de 3 ft foi a selecionada.a quantidade de líquido a ser medido. este será o critério para estabelecer a elevação da crista da estrutura.47 ft. a altura Ha será 0. A locação deverá ser feita num treco relativamente reto do canal.60. Desde que o limite de submergência para este tamanho de calha é 70%.07 ft. detritos.a elevação da superfície do líquido no canal a uma dada vazão. Nas tabelas de descarga em vazão livre. medida na garganta. metal ou fibra de vidro. através de uma calha de 2 ft . no local da instalação tem 5 ft de largura e para uma vazão de 10 Seg – ft a elevação da superfície deve ser 1 ft acima do leito. O canal.16 ft. entretanto que se tenha um canal aproximadamente reto a fim de que se tenha uma velocidade de uniforme na entrada da cala. Para este caso a elevação da crista seria 0. madeira. de acordo com a figura 7 . suponhamos que a máxima vazão a ser medida é 10 Seg. Para calha de grande porte ver Tabela 3 .7 ft. mais baixa que a superfície juzante da água e desde que a profundidade d’água é 1 ft ela deverá ser colocada a 0. ela será 0. A unidade da calha pode ser constituída de concreto . 2º . Dimensões de pequenas calhas são mostradas na Tabela Nº 2 .

acima do leito do canal e a perda total da altura seria cerca de 0.4 ft. a elevação da crista. FIGURA 8 – ESQUEMA DIMENSIONAL DE GRANDE CALHAS . para uma mesma descarga a mesma submergência. a elevaçãoda crista seria de 0. para uma calha de 1 ft. torna-se maior e a perda de altura torna-se menor.8 ft. Observamos que quando o tamanho calha aumenta.1 ft abaixo do leito do canal e a perda de altura seria aproximadamente 0.

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