0 notas 0% acharam este documento útil (0 voto) 4K visualizações 28 páginas Caso Serial Killer
O documento descreve um caso fictício de um serial killer em Chicago, onde cinco vítimas foram brutalmente assassinadas com características macabras em comum. Os investigadores estão em busca de pistas e suspeitos, incluindo Erick Batista e Danas Pears, que negam envolvimento, apesar de evidências que os ligam aos crimes. A narrativa enfatiza a complexidade da investigação e a necessidade de uma abordagem meticulosa para resolver o mistério.
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ESSA HISTORIA E COMPLETAMENTE INVENTADA, DESDE OS NOMES,
FOTOS, PROVAS E ENDERECOS.
COMO JOGAR:
Imprima todo 0 caso ou veja pelo seu computador portatil se nao tiver uma
impressora.
Se atente em toda a historia, leia com atengao e cuidadosamente envelope
por envelope.
O ultimo envelope é a concluséo do caso, entao a ignore, até que descubra
quem éo serial killer.
Assim que ler todas as paginas do processo, faga uma conclusao e um
pente fino em horas, datas, locais e ligagdes entre os locais de crime e os
suspeitos.
Utilize o raciocinio dedutivo para eliminar os suspeitos e determinar quem
€ o responsdvel pelos assassinatos.
SOLUGAO:
Quando achar que solucionou nosso caso, verifique o ultimo envelope.
Vocé encontraré toda a resolucao do caso.
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swino3s
Tei: 921 2011 4242
Espero que esta mensagem o encontre bem. Escrevo-lhe em caréter urgente, pois
nossa base precisa desesperadamente de sua ajuda para resolver um caso
extremamente complexo e perturbador. Um serial killer esté a solta, e os crimes
que ele vem cometendo sao cada vez mais brutais e dificeis de desvendar. A
situago esté além do que imaginévamos.
Até 0 momento, temos cinco vitimas confirmadas, todas com caracteristicas
macabras em comum, e, embora os métodos de execucao variem, hé uma
assinatura muito clara e perturbadora que conecta os crimes: cada uma das
vitimas foi assassinada de maneira extremamente violenta, com marcas
especificas deixadas no corpo, como se o criminoso estivesse enviando uma
mensagem. Hé também indicios de que ele escolhe suas vitimas com base em
um padréio que ainda nao conseguimos identificar completamente, mas
conexao entre elas ¢ evidente,
As vitimas até agora incluem pessoas de diferentes idades e profissdes, o que
torna o padréo de escotha ainda mais dificil de rastrear. O assassinato mais
recente ocorreu na madrugada de ontem e, mais uma vez, a cena do crime é
chocante. Como se n&o fosse o suficiente, hé relatos de testemunhas que
afirmam ter visto uma figura misteriosa nas redondezas, mas nada que tenha nos
ajudado a localizar 0 eriminoso.
Com a crescente presséo para resolver esse caso ea sensagao de panico que
estd tomando conta da comunidade, nossa equipe tem sido incapaz de juntar as,
pegas necessarias. As pistas parecem sempre se esvair, e o modus operandi do
assassino esta se tornando mais imprevisivel. A sua experiéncia e habilidades,
detetive, séio agora nossa ultima esperanca para pegar esse criminoso antes que
ele cause mais vitimas.
Sabemos que vocé possui uma abordagem meticulosa e implacavel, e, dada a
gravidade da situagao, gostariamos de contar com sua expertise para criar uma
estratégia mais eficaz de investigagao. Precisamos de um olhar atento sobre os
detalhes que temos até agora e, possivelmente, novas abordagens que ainda nao
consideramos. Toda a equipe esta a disposicgao para fornecer qualquer
informagao adicional e para colaborar com vocé da melhor maneira possivel.
Agradecemos profundamente por considerar este pedido, e confiamos que com
sua ajuda, seremos capazes de capturar esse monstro antes que ele cause mais,
danos a nossa comunidade.
Sargento, Lanter.(02 MAY, 2006
CHICAGO, 80,
CHICAGO NEWS
O ASSASSINO DO CORACAO
SERIAL KILLER
Nos himos meses, uma onda de
crimes tem assombrado a cidade,
Cinco corpos foram encontrados em
diferentes pontes da regido
metropoltana, todos com uma
‘marca macabra: 0s coragées foram
removides das vitimas de forma
precisa e clinica, deixando uma
sequéncia de mortes que comeca a
formar um padrdo claro.
(© cue parecia ser um caso Isolado
de homicicios brutais tomou uma
nova dimenso quando as
‘autoridades comesaram a ligar as
rmortes e perceberam que, além da
Violéncia extrema, um —detalhe
macabro se repetia em todos os
crimes. N30 apenas 05 coragbes
foram retiados, mas também
cuidadosemente retirades do peito
das vitimas com uma precisa
cirigica, levando os investigadores
2 acreditar que 0 assassino possul
lum conhecimento anatémico ou
uma formagio que Ihe permite
cometer tas atos sem ser detectado,
A resolugdo do mistrio do "Assassino do Coragao"
um desafio complexo e angustiante para as
autoridades locals. No entanto, com 0 avanco das
investigagoes, a poliia esti adotando uma
abordagem multifacetada para desmascarar 0
criminoso e pér fim & onda de terror que tomou a
cidade.
‘Sire portaldechicaga.com06 Town, Chieago
awtHoaa
Tot 921.2211 4240
RELATORIO FORENSE
‘Sargento principal: Fibor Lanter
Ref. do laboratério: 182-911
Cientista forense: Dra Ester gordon
Data da coleta das amostras: 1 de maio de 2008
Data da analise das amostras: 2 de maio de 2006
RE: Investigagao do caso CN 182911, 1 de maio de 2006
Em 2 de maio de 2006, a sargento Fibor Lanter entregou amostras coletadas nos
locais onde os corpos das vitimas foram encontrados. As principais descobertas
até o momento estao detathadas abaixo.
Principais conclusoes:
Fios de cabelo (anexo 1)
Durante a investigagao, a policia descobriu fios de cabelo que nao pertenciam as
vitimas, mas sim a duas pessoas aparentemente nao relacionadas aos casos até
agora: Erick Batista e Danas Pears. A descoberta, feita na cena do crime, pode ser
© ponto de virada que a policia precisava.
Bituca de cigarro (anexo 2)
As bitucas de cigarro, encontradas proximas ao local onde uma das vitimas foi
descoberta, foram cuidadosamente coletadas pela equipe forense. O DNA nas
bitucas foi comparado com amostras de referéncia, e os resultados apontaram.
para Lenrah Cooper, com antecedentes criminais relacionados a pequenas
infragdes, mas sem qualquer ligagao anterior com homicidios.
Marca de pegada (anexo 3)
‘As marcas de pegada encontradas na cena do crime foram analisadas por peritos
especializados em rastros. Embora a policia tenha coletado amostras para tentar
obter informagées adicionais, até o momento, os resultados nao revelaram
nenhum DNA conclusivo ou ligagao direta com os suspeitos.
Digital (anexo 4)
a policia encontrou uma digital pertencente a Hildiha Philer, uma mulher que
até entdio nao havia sido associada ao caso. A digital, que fol descoberta em um
objeto préximo a vitima, coloca mais uma pega no quebra-cabeca que esté se
tornando cada vez mais complexo.2 Similaridade dos assassinatos: O assassino parece escolher suas vitimas com
base em seu histérico de erlmes cometidos sem remorso, especificamente
assassinatos a sangue frio. A ideia de que as vitimas tem um hist6rico de matar de
forma impiedosa ou cruel sugere que o criminoso se vé como uma figura de
justiga, alguém que pune aqueles que, em sua visio, néio merecem viver.
Isso pode ser interpretado como uma espécie de vinganga moral ou justiga. O
assassino, a0 retirar 0 coraga das vitimas, pode estar tentando "extralr" @
esséncia de sua maldade ou, de alguma forma, punir as vitimas pelo mal que
cometeram no passado. O coragdo, muitas vezes associado ao centro das
emogoes e da vida, poderia simbolizar 0 desejo do criminoso de eliminar a
maldade interior da vitima, de forma simbélica,
Essas similaridades sugerem que 0 "Assassino do Coragao" pode ser alguém
com uma visao distorcida de justica, motivado pela ideia de que esta fazendo
um servigo a sociedade, punindo aqueles que, de acordo com sua moral,
merecem morrer. O fato de que todas as vitimas ja cometeram assassinatos a
sangue frio pode indicar que ele se vé como um executante de um cédigo moral
proprio, onde ele define quem merece viver ou morrer, em vez de se submeter as
leis convencionais.018 Town, Chicago
» SWIHOES
Tot 9212211 4242
TRANSCRIGAO DE ENTREVISTA DO SUSPEITO
ERICK BATISTA
9:15 am 8 de maio de 2006
Caso N°: 182911
Investigador:
Erick, gostariamos de ouvir sua verso sobre os eventos relacionados aos
assassinatos e a sua possivel ligagao com as vitimas. Vocé esté ciente das
acusagées que recaem sobre vocé?
Erick Batista:
Sim, estou ciente. Mas quero que vocé entenda uma coisa:
sou esse monstro que estado tentando pintar. Eu ndo sou o assassino. O que
aconteceu foi um grande erro, uma grande confusdo.
ou Inocente. Eu no
Investigador:
Vocé sabe que fios de cabelo foram encontrados nas cenas dos crimes, e eles
correspondem ao seu DNA. O que vocé tem a dizer sobre isso?
Erick Batista:
Eu ja expliquei Eu estive em alguns desses lugares, mas ndo da forma como esto
sugerindo. Eu jé fui um mercenario. Passei minha vida inteira no campo de
batalha, sempre em situagées onde a violéncia era a Unica solugéo. Eu sei que as,
pessoas me olham com desconfianga, mas isso nao faz de mim um assassino de
coragdio. Se encontrei essas vitimas em algum momento, foi por razées
completamente diferentes. 0 fato de meu cabelo estar ld néo significa que eu
tenha matado alguém. Nao faz sentido.
Investigador:
Vocé esta dizendo que esteve na cena da crime, mas nao teve nada aver comas
mortes? Como voce explica o fato de estar tao proximo, entao?
Erick Batista:
Olha, eu conhego pessoas. Eu sou um cara que tem contatos. Talvez as vitimas.
estivessem ligadas a coisas que eu fazia no passado. Ja fiz alguns servigos para
pessoas nao muito legais, e posso ter encontrado essas vitimas em
cirounstancias que nada tinham a ver com 0 que aconteceu. Nao estou dizendo
que estou totalmente limpo, mas eu nao sou esse assassino. Nao tirei o coragao
de ninguém, e ndo tenho nada a ver com isso. Eu sempre fui direto nas minhas
agées. Se alguém morreu por minha causa, fol porque estava no meu caminho.
Mas nao sou eu quem mata com esse tipo de... de estilo, como esto falando.Investigador:
E sobre os rumores de que vocé tem um passado de matar sem remorso? O que.
vocé pode nos dizer sabre isso?
Erick Batista:
Isso 6 parte da minha histéria. Eu fui mercendrio, sim. Eu fiz o que me mandaram
fazer, por dinheiro. Mas eu nao sou um monstro. Nao sou uma pessoa que fica
matando por prazer, ou por algum tipo de vinganga. Isso nao faz sentido. Eu
sempre fui direto, sempre fiz meu trabalho e segul em frente. Eo que estdo.
dizendo agora, sobre eu ter uma marca registrada, isso nao é verdade. Eu nao
arranco coracées, isso é um absurdo.
Investigador:
Entéo voce esté nos dizendo que, apesar de seu passadio e de ser encontrado
préximo a algumas das cenas de crime, vocé nao tem nenhuma explicacao mais
clara sobre as evidéncias que ligam vocé aos assassinatos?
Erick Batista:
Eu nao posso explicar tudo isso, nao posso negar que estive ld. Mas nao significa
que eu seja o responsdvel por essas mortes. Eu ja vi muita coisa na minha vida. Eu
j4 matel, mas nunca com essa "marca registrada’. Isso é uma loucura. Alguém
estd tentando me incriminar, e posso garantir que nao sou eu.
Investigador:
Entendo. Muito obrigado, Erick. Vamos continuar a investigacao e vocé seré
mantido informado sobre os préximos pasos.
Alibi: Erick estava em uma misao contratada em uma cidade distante.
Durante o dia dos assassinatos, ele foi registrado em um hotel e em uma
reuniao com um cliente importante, que pode confirmar sua presenca. Ele
tem documentos e registros de viagem (como passagens de aviao ou recibos
de hospedagem) para comprovar sua auséncia. Além disso, ele pode
apresentar testemunhas que confirmem que ele estava em outro local, como
colegas de trabalho ou membros de uma organizagao de mercenérios, 0 que
impede sua presenga nas cenas dos crimes.(012 Ton, Chieago
swinoas
Tete 00 2011-4249
‘TRANSCRIGAO DE ENTREVISTA DO SUSPEITO
DANAS PEARS
10:15 am 3 de maio de 2008
Caso N°: 182911
Investigador:
Danas, gostariamos de ouvir sua versdo dos fatos. O que pode nos dizer sobre os
assassinatos em que vocé esté sendo implicada? Voce tem alguma conexao com
as vitimas?
Danas Pears:
Primeiro, eu quero deixar claro que eu nao tenho nada a ver com essas mortes.
Isso tudo ¢ um grande mal-entendido. Eu sou uma pessoa que tem um passado
complicado, mas isso nao significa que eu sou culpada por essas mortes,
Ninguém pode simplesmente me culpar por algo sem provas concretas. Nao foi
eu, ndo sou eu, e vou provar isso,
Investigador:
‘Temos fios de cabelo encontrados nas cenas do crime, ¢ eles coincidem com 0
seu DNA. O que tema dizer sobre isso?
Danas Pears:
Eu sei o que estao dizendo, mas isso nao significa nada. Meu cabelo pode ter
caido em qualquer (ugar, em algum momento. Eu nunca fui de me envolver em
algo téo... macabro. Claro, eu cometi erros no passadeo, isso é inegavel. Mas eu
nao sou essa pessoa. Nao sou uma assassina cruel. Eu estava em lugares onde as
pessoas com quem eu me envolvia estavam, mas isso ndo faz de mim culpada.
Isso é apenas uma coincidéncia, uma jogada de azar.
Investigador:
Vocé estd afirmando que estava apenas no lugar errado na hora errada? Como
vooé explica sua conexéo com as vitimas, especialmente considerando seu
passado de homicidios?
Danas Pears:
Eu no vou mentir jf cometi erros no pasado. Jé fui julgada por coisas que fiz,
coisas que eu me arrependo. Mas as vitimas desses assassinatos... Eu néo
conhecia @ maioria delas. Eu nao tinha motivo para matar ninguém dessa forma.
Eu sempre fui direta nas minhas agdes, nunca fiquei criando um espetaculo disso
tudo. Se matava, era porque era necessério, nao por prazer. O "Assassino doCoragdo", seja la quem for, tem um estilo de fazer as coisas que ndo 60 meu. Isso
6 completamente diferente do que eu faria.
Investigador:
Entendo. Mas sua presenga em algumas cenas de crime, através das evidéncias
de seu cabelo, é preocupante. Como vocé explica isso?
Danas Pears:
Eu néo sei, sério. Pode ser alguém tentando me incriminar, ou pode ser que meu
cabelo tenha sido deixado la sem que eu soubesse. O que mais eu posso dizer?
Sei que as evidéncias so complicadas, mas isso nao prova minha culpa. Eu
nunca, nunca mataria dessa forma. Nao sou uma pessoa que fica arrancando
coragées e fazendo isso com um simbolo, como se fosse uma assinatura. Isso ndo
éa minha cara, Eu sou direta, e se eu tivesse feito algo assim, eu nao teria deixado
pistas para ninguém. Eu ndo sou esse tipo de pessoa.
Investigador:
Entendo, Danas. Vamos continuar investigando e vocé sera mantida informada
sobre 0 andamento do caso.
Alibi: Danas estava participando de um evento corporativo em um restaurante
de alto padrao, com vérios colegas de trabalho, durante o periodo dos
assassinatos. Ela tem registros de pagamento, fotos com outras pessoas
presentes no evento e, provavelmente, pode apresentar cameras de
seguranga do local mostrando sua presenca em um horério especifico. 0
evento pode ser confirmado por miiltiplas testemunhas e até mesmo pela
equipe de seguranca do restaurante.‘ole Town, Chicase
swinoas
Tot 921 2211 4042
TRANSCRIGAO DE ENTREVISTA DO SUSPEITO
LENRAH COOPER
10:45 am 3 de maio de 2006
Caso N°: 182911
Investigador:
Lenrah, estamos investigando os assassinatos que ocorreram recentemente e
gostariamos de saber mais sobre sua possivel ligagao com as vitimas. Voc tem
algum envolvimento com os crimes?
Lenrah Cooper:
Eu sei que esto tentando me envolver nisso, mas eu nao tenho nada a ver com
essas mortes. Eu entendo o que esta acontecendo, mas isso tudo é uma tentativa
de me arruinar. Ndo sou 0 que esto dizendo. Eu sou uma pessoa de principios,
nao uma assassina. Eu me envolvo com a justiga, € 0 que esta acontecendo aqui &
uma distorcdo completa dos fatos.
Investigador:
‘Temos evidéncias que mostram que bitueas de cigarro com seu DNA foram
encontradas nas cenas dos crimes. Como vocé explica isso?
Lenrah Cooper:
Isso €... complicado. Eu posso ter estado lé, mas néo como voces estdo
sugerindo. A verdade ¢ que eu estive em muitos lugares diferentes, lidando com
pessoas que estavam ligadas a esses crimes. Pode ser que eu tenha visitado
essas dreas, mas nao fui eu quem cometeu os assassinatos. Nao sou esse tipo de
pessoa. Eu sempre acreditel na justiga, em punir os culpados, mas de uma forma
legal. Eu nunca faria algo como arrancar um coracao de alguém. Isso é puro
teatro macabro.
Investigador:
Entendemos que vocé tem um histérico de envolvimento com casos cri
inais.
\Vooé pode nos explicar sua relagéo com algumas das vitimas?
Lenrah Cooper:
Eutrabatho com direito criminal, ¢ isso significa que muitas vezes eu lido com
casos dificeis, com pessoas que, sim, cometeram crimes. Mas isso nao me faz
ctimplice de tudo 0 que acontece no mundo. Eu sou uma advogada, eu ajudo a
defender pessoas e, se necessério, expor verdades incémodas. Mas eu nuncalevel isso a um ponto de ir atras de justiga com as minhas préprias mos. Isso 6
totalmente contrario ao que acredito.
Investigador:
Vocé esti nos dizendo que defende criminosos, mas que nao teria agido de
forma tdo violenta como 0 “Assassino do Coragao"? Mas eo fato de que seu DNA
fol encontrado em varias cenas de crime? Nao hé nenhuma explicacao mais
conereta para isso?
Lenrah Cooper:
Eu sei que parece estranho, mas as coincidéncias acontecem. Eu estive nesses
lugares porque estava investigando outros casos, talvez por meu trabalho. Sei
que algumas pessoas com quem trabalhei estdo diretamente ligadas as vitimas,
mas isso nao faz de mim uma assassina. Eu posso ter estado la, mas néo fiz nada
além de observar, talvez até de perto, para entender o que estava acontecendo. A
presenga do meu DNA néo significa que eu tenha cometido o crime, Eu nao matei
ninguém. Eu ndo sou essa pessoa.
Investigador:
Lenrah, sabemos que vocé tem um certo envolvimento com o submundo criminal,
‘mas isso nao a torna uma justificativa para as evidéncias que estao surgindo. O
que podemos acreditar sobre vocé em relagao a tudo isso?
Lenrah Cooper:
Eu entendo que as evidéncias sao desconcertantes, mas sou uma profissional.
Meu trabalho é ajudar a descobrir a verdade. O que estao dizendo é uma
mentira. Eu nao sou um monstro, e ndo é porque eu lidei com pessoas do crime
no meu trabalho que eu me tornei uma delas. O que estéo tentando me associar
nao faz sentido. Eu nao posso controlar 0 que as pessoas fazem, mas eu ndo sou
responsével por assassinatos de coracées. Eu ndo sou o assassino.
Investigador:
Muito bem, Lenrah. A investigagao continuard e vocé sera atualizada conforme o
andamento. Agradecemos por seu depoimento.
AlibI: Lenrah estava em uma conferéncia de advocacia, fora da cidade, durante 0
period dos assassinatos. Ela se registrou em um hotel ¢ participou de palestras,
a conferéncia forneceu uma lista de participantes, além de registros de sua
chegada e saida. Além disso, ela tem um companheiro de trabalho ou um colega
de profissae que pode confirmar que estavam juntos em uma reuniao no horério
critico, discutindo questées juridicas. Imagens de seguranga do evento ou
registros dle video podem comprovar sua presenga1d Town, Chicago
SwiHoEs
Tel: 921 2011 4242
TRANSCRICAO DE ENTREVISTA DO SUSPEITO.
HILDIHA BRUM
9:15 am 3 de maio de 2006
Caso NO: 182911
Investigador:
Hildiha, gostariamos de saber mais sobre o seu envolvimento com os recentes
assassinatos. Sabemos que uma digital sua foi encontrada em uma das cenas de
crime. Vocé tem alguma explicagao para isso?
Hildiha Brum:
Eu... Eundo sei o que vocé est tentando insinuar, mas eu nao sou a assassina. Eu
no tenho nada a ver com isso. Eu ndo sou esse tipo de pessoa. Eu sou uma
psicéloga, trabalho ajudando as pessoas a lidarem com seus préprios deménios.
Nunca em minha vida eu faria algo assim.
Investigador:
Entendemos. Mas, Hildiha, sua digital foi encontrada em uma das cenas de crime,
eas vitimas tém uma histéria de cometer assassinatos frios. Como vooé explica a
presenca de sua digital no local?
Hildiha Brum:
Isso 6... Eum erro, Eu nao estava ld com a intengdio de cometer nenhum crime. Eu
sou uma profissional, sempre trabathei para ajudar os outros. Nao tenho
absolutamente nada a ver com esses assassinatos. Eu sou psicéloga, mas nao
sou uma justiceira. Eu nunca faria isso, nunca iria até la arrancaria 0 coracao
de alguém. Isso nao faz sentido. Eu estava no local, mas pode ter sido em outra
circunstancia. As vezes, meu trabatho me leva a lugares complicados, mas nao fui
eu quem matou essas pessoas.
Investigador:
Vocé mencionou que estava no local. O que estava fazendo la? Voce conhece
alguma das vitimas?
Hildiha Brum:
Eu... eu conhego algumas pessoas envolvidas com a psicologia criminal e,
ocasionalmente, participo de consultorias em casos mais dificeis. Pode ser que
eu tenha ido a algum local onde esses crimes estavam sendo investigados, mas
eu ndo sou responsavel por nada disso. Estar em uma cena de crime ndo significaque eu sou culpada. Sou profissional. Minha presenca pode ter sido relacionada
ao meu trabalho, talvez como consultora em um caso, mas nunca de forma
criminosa.
Investigador:
\Vocé jd teve algum contato com as vitimas, ou pessoas associadas a elas, em
algum momento no passado?
Hildiha Brum:
Sim, talvez, Eu trabalho com muitos casos complexes, pessoas que tm
problemas psicolégicos graves e, por vezes, até com aqueles que cometeram
crimes. Eu nao posso negar que posso ter feito algumas consultas com pessoas
que, de alguma forma, estavam associadas a essas vitimas. Mas isso ndo faz de
mim responsdvel pelos assassinatos. Eu nunca trabalhel para ajudar a cometer
um crime ou para justificar algo tao monstruoso. Eu ajudo as pessoas lidarem
com transtornos psicolégicos e traumas, ndo a causar mais dor.
Investigador:
Hildiha, vocé ja lidou com pessoas com um perfil de assassinato a sangue frio.
em seu trabalho? Isso pode nos ajudar a entender por que sua digital foi
‘encontrada na cena de um dos crimes.
Hildiha Brum:
Sim, eu ja lidei com individuos com comportamentos violentos ¢ que
cometeram crimes graves. Eu sou especialista em psicologia forense, mas isso
nao significa que eu compartilhe das agées deles. Eu ajudo a compreender os
motivos e psicologia por tras dos crimes, nao sou cumplice deles. Minha
presenga nas cenas do crime pode ser porque eu ful chamada a oferecer uma
anillise psicolégica de algum dos envolvides, mas nao para cometer
assassinatos. Eu ndo sou uma criminosa, nao sou esse monstro. Eu sou uma
profissional.
Investigador:
Entdo, vocé esta nos dizendo que a sua digital foi deixada na cena de um crime
como parte do seu trabalho como psicdloga, endo como uma envolvida
diretamente no assassinato?
Hildiha Brum:
Sim, exatamente. Como psicdloga, eu muitas vezes sou chamade para entender
as dinamicas psicolégicas por tras de crimes como esse. Eu nunca imaginel que
algo como isso aconteceria, Mas por favor, no me confundam como assassino.
Nao sou eu. Eu sou uma pessoa que trabatha para ajudar, nao para destruir.
Investigador:
Entendido, Hildiha. A investigagao continuara e voce sera informada sobre os
préximos passos. Agradecemos pelo seu depoimento.Alibi: Hildiha estava atendendo a um paciente em sua clinica privada, ea
sessio fol registrada no sistema de agendamento, com detathes sobre o
hordrio e o tipo de consulta realizada. Ela pode apresentar a presenca de um
assistente ou de um paciente que pode confirmar que ela estava no
consultério durante o periodo dos assassinatos. Além disso, ela pode
fornecer registros de pagamento ou e-mails relacionados 4 consulta que
ocorreram naquele dia. Testemunhas, como outros membros da equipe da
clinica, também poderiam corroborar sua versao dos fatos.018 Town, Chicago
» SWIHOES
Tot 9212211 4242
TRANSCRIGAO DE ENTREVISTA DO SUSPEITO
VICTOR GRAVES
14:15 am 8 de maio de 2006
Caso N°: 182811
Investigador:
Victor, estamos investigando os assassinatos conhe
los como "os assassinatos
do coragao". Sabemos que hé evidéncias que o ligam aos crimes, incluindo a sua
digital encontrada em uma das cenas. Vocé pode nos explicar isso?
Victor Graves:
Isso é um erro, eu te garanto. Eu néo sou o responsdvel por esses assassinatos.
Nao tenho nada a ver com isso. Se minha digital foi encontrada la, deve ter sido
um engano, uma confusao. Eu sou uma pessoa muito ocupada e, de vez em
quando, estou em locais que nao deveria, mas isso nao significa que eu esteja
envolvide em qualquer tipo de crime.
Investigador:
Mas sabemos que vocé esteve presente nas cenas dos crimes. Como explica
isso?
Victor Graves:
ld, mas no como o assassino. O mundo é pequeno, e as vezes, 0
destino nos coloca em lugares errados. Eu sou uma pessoa muito conhecida, j4
ajudei em diversos casos, e é possivel que as pessoas me vejam e pensem que eu
tenho algo a ver com isso. Nao sou 0 tipo de pessoa que faria algo téo brutal, t8o
sem sentido. Nao tenho 0 perfil desse assassino. Eu sou um homem de justiga,
Eu... eves
Investigador:
Mas as vitimas tém uma histéria de crimes violentos. Elas eram todas assassinas.
\Vocé teve algum tipo de relagao com elas no passado?
Victor Graves:
Eu sou advogado, e muitas vezes lidamos com pessoas de todo tipo. E possivel
que tenha cruzado com algumas delas, mas isso néo significa que eu tenha
qualquer envolvimento com os crimes. Eu lido com o sistema. Eu nao sou juiz, eu
nao sou carrasco. Simplesmente... ndo sou esse tipo de pessoa. Nao importa 0
que vocés acham, mas minha consciéncia esta limpa,
Investigador:
Vocé esta nos dizendo que tudo isso é uma coincidéncia? Como explica a suadigital sendo encontrada diretamente no local dos assassinatos? Nao é s6 uma
questo de coincidéncia, Victor.
Victor Graves:
Como eu disse, o mundo é pequeno. Talvez alguém tenha me plantado ali, talvez
alguém tenha deixado minha digital lé para me ineriminar. Eu sou uma pessoa
publica, e todos sabem quem eu sou. As pessoas tentam se aproveitar disso,
principalmente aqueles que tém segundas intengées. Eu nao estou envolvido
isso. Eu no sou esse tipo de pessoa. Se alguém estd tentando me envolver, eu
nao tenho culpa. Isso € tudo parte de algum tipo de manipulagao.
Investigador:
Entdo, vocé esta insinuando que as evidéncias foram plantadas para incrimind-
lo?
Victor Graves:
Sim, exatamente. Eu ndo sou to burro a ponto de deixar uma digital tao ébvia.
Como advogo por muitas pessoas, jé vi muitas tentativas de manipulagao. Alguém
dove estar tentando me pegar. As evidéncias podem estar sendo usadas contra
mim, mas née foi eu quem cometeu esses crimes. Eu néo mataria ninguém
dessa forma, Nao 6 0 meu estilo.
Investigador:
Entao, vocé esta dizendo que foi inocente? Mesmo com todas essas evidéncias
‘que apontam para voce?
Victor Graves:
‘Sim, sou inocente. Eu nunca matel ninguém e nao faria isso. O tato de estarem
me acusendo s6 mostra o quanto a investiga¢ao esté sendo mal conduzida. Nao
tenho absolutamente nada a ver com esses crimes. Pode ser que eu tenha sido
visto em algum lugar errado, mas nao foi minha mao que arrancou os coragées.
Investigador:
Mas as vitimas estavam todas ligadas a assassinatos frios, Victor. Nao ha como
ignorar essa conexdo. Como vocé se sente em relagao a isso?
Victor Graves:
Eu entendo 0 que vocé quer dizer, mas isso nao me faz ser o responsdvel. Eu sou
alguém que trabalha para trazer ordem ¢ justia. As pessoas podem ser cruéis, €
muitas vezes o sistema nao as pune da forma que deveriam, mas eu néo sou um
vigilante.
Investigador:
Mas as pistas todas estao apontando para vocé, Victor. Como voce explica a sua
digital, as evidéncias de DNA, e sua presenga nas cenas?Victor Graves:
Eu jé expliquei isso. Ndo fol minha culpa. Alguém pode estar tentando me
incriminar. Eu estava apenas no lugar errado na hora errada. Como eu disse
antes, o mundo é pequeno, e eu nunca imaginei que as coisas chegariam a esse
ponto. Se alguém quer me culpar por isso, sera dificil provar que fui eu. Mas eu
nao fiz nada de errado.
Investigador:
Victor, vocé realmente esta nos dizendo que tudo isso ¢ uma coincidéncia, e que
nao tem nada a ver com os assassinatos?
Victor Graves:
Sim, isso mesmo. Eu sou inocente. Eu sou um homem de bem, que trabatha
dentro dos limites da lei. Se as pessoas esto tentando me incriminer, nao vao
conseguir. Eu tenho a consciéncia limpa, e vocés vo ver que ndo sou o
responsdvel por nada disso. A verdade vai aparecer com o tempo,
Alibi: Victor afirma que estava em casa durante o horério dos assassinatos,
sozinho, assistindo a um filme. Ele diz que estava descansando apés um
longo dia de trabalho, e nao tem certeza de qual filme estava assistindo, pols
estava distraido com o celular.av
oyes/aon oeSOGVGIANODSD 4d VLSI1Hilda Brum Lenrah Cooper
_
Erick Batista Danas PearsHilda Brum
Erick Batista Danas PearsCONCLUSAO DO CASO:
Com base nas transorigdes das entrevistas e nas evidéncias apresentadas, nao ha
uma resposta clara sobre quem é 0 assassino entre os suspeitos, mas podemos
analisar cada um deles e tentar identificar possiveis inconsisténcias ou sinais que
possam indicar culpabilidade.
1. Erick Batista: Ele foi um mercendrio e tem um passado de violéncia, o que pode
ser um fator relevante. No entanto, ele tem um alibi muito forte, com registros de
viagem e testemunhas que confirmam sua presenga em uma cidade distante
durante 0 periodo dos assassinatos. A presenga de seu cabelo nas cenas pode ser
explicada por seu passado e pelos contatos que ele tinha.
2. Danas Pears: Ela nega qualquer envolvimento, ¢ embora tenha sido ligada aos.
locais dos crimes por seu cabelo, ela parece genuinamente nao se identificar com
0 perfil do "Assassino do Coragao". Seu alibi é sélido, com varias testemunhas @
registros de sua presenca em um evento corporativo, o que a coloce fora de.
qualquer envolvimento direto.
3, _Lenrah Cooper: Ela tem um passado com 0 submundo criminal, mas se
apresenta como uma defensora da justica. Sua presenca nos loceis dos crimes
pode ser explicada por seu trabalho como advogada, investigando casos
relacionados. Ela também tem um Alibi convincente, com registros e testemunhas.
confirmando sua presenga em uma conferéncia fora da cidade.
4. Hildiha Brum: Ela trabalhe como psicéloga e também nega envolvimento,
alegando que sua presenga nas cenas de crime foi devido a seu trabalho
profissional. Embora sua digital tenha sido encontrada, ela apresentou um Alibi
razodvel, pois estava atendendo a um paciente na hora dos assassinatos e tem
registros para comprovar isso.
5. Victor Graves: Ele ¢ 0 advogado que afirma ser inocente, mas seu alibi é fraco. Ele
afirma estar em casa, mas nao consegue identtficar claramente o que estava
fazendo ou se havia alguma testemunha que possa confirmar sua presenca. Sua
insisténcia em afirmar que as evidéncias contra ele foram plantadas também
levanta suspeitas, jé que ele nao apresenta uma explicagdo convincente para sua
digital encontrada na cena do crime.
Conclusao: Com base nas entrevistas, o mais provavel ¢ que Victor Graves seja o
assassino. Apesar de ele afirmar ser inocente, seu alibi ¢ fraco, e ele parece néoter uma explicacao sélida pare a presenga de sua digital nas cenas dos crimes.
Além disso, ele tenta minimizar as evidéncias apontadas contra ele, alegando que
foram plantadas, o que é uma tatica comum usada por criminosos para tentar
desviar a atengdo. Ele também tem um motivo plausivel para estar envolvido nos
crimes, dado seu trabalho como advogado de pessoas com histérico de violéncia.
Embora os outros suspeitos também tenham explicagdes que podem ser
razodvels, o fato de Victor néo ter um alibi canvineente, juntamente com suas
reages durante a entrevista, faz dele o principal suspeito neste momento.